KASchramm
January 18th, 2010, 11:37 PM
Centro de SP por KASchramm - Parte 2: Proximidades da Sé... História, abandono, cultura, diversidade, imponência.
Olá amigos do SSC,
Aqui estou eu novamente com mais um thread sobre o Centrão. Esse demorou pra sair, mas é o maior. Desde já adianto que o próximo thread só será publicado a partir do dia 20, e que estou preparando uma homenagem ao aniversário da nossa amada Paulicéia.
Bom, chega de conversa, vamos ao thread!
Proximidades da Sé
1 Falando em Sé... Nada melhor que começar com a Catedral da Sé.
Em 1913, deu-se início à construção da Catedral como é hoje, elaborada pelo alemão Maximilian Emil Hehl, professor de Arquitetura da Escola Politécnica. O templo foi inaugurado em 25 de janeiro de1954, na comemoração do 4º Centenário da cidade de São Paulo, ainda sem as duas torres principais.
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2 A cidade de São Paulo foi construída e destruída três vezes em menos de um século. A história de como se chegou à atual Catedral da Sé –-fundada em 1554 – demonstra bem isso. A Igreja foi instalada ali em 1591, quando o cacique Tibiriçá escolheu o terreno onde seria o primeiro templo da cidade construído em taipa de pilão (parede feita de barro e palha socados estruturados em toras).
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3 Em 1745, a “velha Sé”, como era chamada, foi elevada à categoria de Catedral. Por isso, neste mesmo ano, inicia-se a edificação da segunda matriz da Sé no mesmo local da anterior. Ao lado dela, em meados do século XIII levanta-se a Igreja de São Pedro da Pedra. Em 1911, os dois templos foram demolidos para dar espaço ao alargamento da Praça da Sé e, finalmente, à versão atual da Catedral.
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4 Curiosidades:
A atual Catedral fosse construída no mesmo lugar da “velha Sé” - como era conhecida a matriz que foi demolida.
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5 Os números estatísticos que contabilizam quanto material nas obras e decoração da matriz são impressionantes: 154.200 kg de mármore branco de Carrara; 9.600 kg de mármore verde St Denis das minas do Vale de Aosta; 74.550 kg de mármore amarelo de Siena das minas de Monte d’Elsa; 166.750 kg de mármore vermelho portassanta, das minhas de Caldana (Grosseto); 3.164 kg de ônix do Vale de Aosta; 4.050 kg de porfiro antigo do Egito; 135 kg de Malaquita do Congo; 25 kg de lazulita chileno; 15 mil quilos de bronze. Foram cerca de 263.675 horas de trabalho.
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6 Com 111 metros de comprimento, 46 metros de largura, 65 metros na cúpula e 100 metros de fachada, com cinco naves, a Catedral teve suas portas fechadas, em 8 de julho de 1999, pelo Contru (Controle de Uso de Imóveis), pois apresentava altos índices de rachaduras e riscos à população. Somente um quarto de sua área total foi desinterditada em 18 de outubro do mesmo ano. Os sistemas de eletricidade, águas pluviais e de saídas de emergência deverão ser reformados e novos extintores colocados. A FormArte é empresa contratada para levantar investimentos de empresas privadas para a restauração, que deve custar cerca de R$ 16 milhões. (acho que esse texto é de um tempo atrás)
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7 O carrilhão de sinos, que está na torre esquerda, com 61 sinos e 20 toneladas, planejado e fundido pela empresa holandesa Petit & Fritsen. Inaugurado em 1959, emudeceu em 1969 e voltou a tocar em 1989, recondicionado e informatizado pela empresa de origem alemã Voith, que comemorava 25 anos em São Paulo.
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8 Fonte (http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=165&ph=2)
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9 E agora? Acabaram as informações... :D
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12 Palácio do Tribunal de Justiça.
Encomendado ao arquiteto Ramos de Azevedo em 1911, o Palácio de Justiça foi inspirado no “Palazzo di Giustizia” de Roma, Itália. Sua inauguração ocorreu em 2 de janeiro de 1933 e, em 1981, como reconhecimento de seu valor cultural, o prédio foi tombado pelo CONDEPHAAT.
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13 Símbolos da Justiça e baixos relevos de vultos do Direito brasileiro em estilo renascentista, com ligeiro cunho barroco. A nova iluminação utiliza o que há de mais moderno e eficiente em projetores e luminárias, valorizando as principais características do prédio e preservando o conjunto arquitetônico.
O prédio abriga o Museu do Palácio, que conta a história do Poder Judiciário. Fonte (http://www.sptrans.com.br/blogtour/?p=90)
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14 Igreja da Terceira Ordem do Carmo – A Igreja do Carmo foi, durante muito tempo, uma das mais importantes de São Paulo. Realizava procissões que atraiam milhares de pessoas, principalmente na Páscoa. Apesar da Ordem dos Carmelitas habitar o local desde o século XVI, a igreja data de 1804. O belo altar é do século XVIII e as impressionantes imagens, do século XIX. Ofuscada pela imponente Catedral Metropolitana, a igreja foi quase esquecida pela população. Fonte (http://vemversampa.blogspot.com/2009/03/igrejas-historicas-de-sao-paulo.html)
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15 A Casa Número 1 foi erguida em 1870 e está localizada na rua Roberto Simonsen, antiga rua do Carmo, próximo ao Solar da Marquesa de Santos.De início, não tinha arquitetura de chalé, como pode ser observada hoje, mas era feita de taipa de pilão, no estilo bandeirista. Seu nome vem do endereço antigo: rua do Carmo, nº 1.
Nela residiu o Padre João José Vieira Ramalho, que por muitos anos andou às turras com o Brigadeiro Joaquim José Pinto de Morais Leme, por pequenas questões acerca do famoso “Beco do Pinto”, do qual ambos se consideravam proprietários. Fonte (http://wikimapia.org/7259409/pt/Casa-n%C2%BA-01)
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16 Beco do pinto
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17 Solar da Marquesa. O Solar foi residência de D. Maria Domitilia de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, a partir de 1834. A marquesa é apontada como uma das amantes do primeiro imperador brasileiro, D. Pedro I. As origens do Solar são desconhecidas, embora, pelas características arquitetônicas, supõe-se que seja da segunda metade do século XVIII.
A sua atual feição data provavelmente da segunda metade do século XIX, já que ele passou por várias mudanças desde sua construção. No edifício - localizado na Rua Roberto Simonsen, 136 - que desde 1975 passou a abrigar atividades da Secretaria Municipal de Cultura, são realizadas exposições permanentes e temporárias.
O roteiro inclui ainda projetos para a terceira idade, serviços educativos, atividades para a preservação do patrimônio histórico e cultural, projeção de vídeos e apresentações musicais. Há também em suas instalações um acervo de negativos, disponível para pesquisa. Fonte (http://sp450anos.terra.com.br/interna/0,,OI236640-EI2551,00.html). Atualmente o Solar está em reformas.
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18 Pátio do Colégio. Assim chamado porque em 1554 o padre José de Anchieta (correção doforista HLRL: Quem idealizou o colégio e fez a escolha do sítio onde o mesmo seria erigido foi o padre Manuel da Nóbrega. Na companhia de André Ramalho, filho de João Ramalho, percorreu os campos à procura e escolha do local onde viria a fundar a casa e escola dos Jesuítas: escolheu o Inhapuambuçu, hoje no Pátio do Colégio.) resolveu, depois de uma longa expedição, que ali era um bom lugar para se construir de uma casa que serviria de alojamento para os jesuítas e posteriormente de colégio para a catequisação dos índios.
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19 Em 25 de janeiro desse mesmo ano (1554), o padre Manuel de Paiva celebrou a primeira missa, era o nascimento de São Paulo de Piratininga. Dois anos depois, em 1º de novembro de 1556, foram inaugurados a casa, construída pelo Cacique Tibiriçá, e o colégio.
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20 Com o fim da catequese, o Pátio do Colégio passou por diversas transformações dando lugar à diferentes instituições. Em 1882, por exemplo, parte do Colégio foi demolida e passou a ser o Palácio do Governo. Ante porém serviu de residência de bispo e governador, em 1759 e 1765, respectivamente e foi casa de fundição. Em 1954, finalmente, a propriedade passou a pertencer à antiga Companhia de Jesus (representada pela Sociedade Brasileira de Educação), que construiu uma réplica do antigo prédio. Fonte (http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=224&ph=18)
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21 ^^ Atualmente funciona no Pátio do Colégio o Museu Anchieta, a capela e um charmoso café. ;)
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22 Belíssimo edifício. Alguém sabe o que funciona aqui?
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23. O monumento Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo, fica na praça externa do Páteo do Collegio. Inaugurado em 1925, Amadeu Zani foi o escultor responsável pela obra. A mulher no topo do monumento representa a cidade e carrega um ramo de louros, uma foice e uma tocha, representando, respectivamente, a glória, o trabalho e o fogo simbólico da religião e da cultura.
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24.
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25. Prédios da Secretaria de Justiça. Ramos de Azevedo, final do Séc. XIX.
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26. Gosto disso. :D
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27.
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28.CCBB.
Inaugurado em 21 de abril de 2001, o Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo comemora o sucesso de ter atingido seu objetivo: injetar uma vitalidade ainda maior na cena paulistana. Por meio de uma programação de qualidade e de seus programas educativos, o CCBB contribui para mudar a relação do paulistano com o centro da cidade.
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29. O CCBB São Paulo ocupa o prédio construído em 1901 na Rua Álvares Penteado, 112, esquina com a Rua da Quitanda. Localizado no coração histórico da cidade, numa via hoje de pedestres, o edifício foi comprado em 1923 pelo Banco do Brasil. Em 1927, após uma reforma projetada pelo arquiteto Hippolyto Pujol, tornou-se o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil na capital.
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30. A construção foi inteiramente reformada para abrigar o Centro Cultural Banco do Brasil. Os elementos originais foram restaurados, mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século. A construção de cinco andares (mais subsolo e mezanino) foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Arqueológico e Turístico de São Paulo (Condephaat) e pelo Departamento do Patrimônio Histórico/Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (DPH/Conpresp). Com 4.183 metros quadrados, o CCBB São Paulo possui salas de exposições, cinema, teatro, auditório, loja e cafeteria.
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31. Fonte (http://www.bb.com.br/portalbb/page504,128,10136,0,0,1,1.bb?codigoNoticia=18032&codigoMenu=9882)
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32. Caixa Cultural. Inaugurado em 1939, o Edifício Sé já foi sede da Caixa Econômica Federal, no centro da cidade. Abriga atualmente uma agência bancária e a Caixa Cultural, com exposições e um curioso museu que conta a história do lugar por meio de painéis fotográficos, móveis da década de 30 e 40, máquinas registradoras e aparelhos de contagem de moedas. A programação do espaço é variada e inclui uma agenda de shows, espetáculos de dança e peças de teatro, além de projetos culturais e sociopedagógicos. As visitas são gratuitas.
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33. O Edifício Sé levou quatro anos para ficar pronto. Foi inaugurado em 1939 pelo então presidente Getúlio Vargas. O espaço se tornou sede da Caixa Econômica Federal e assim foi até 1979, quando migrou para a Avenida Paulista. A construção incorpora elementos da art déco, estilo bastante utilizado na arquitetura paulistana durante a década de 30. A Caixa Cultural começou a funcionar 1984, quando foi realizado um levantamento de seu acervo documental e mobiliário. Mas foi aberta ao público apenas em 1989, na comemoração do cinqüentenário do edifício. Entre os mais de 10 000 itens expostos no prédio estão preciosidades como a primeira caderneta de poupança da Caixa. Foi registrada em nome de Florisbela Maria de Araújo Rodrigues, em 1875.
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34. O Grande Salão é um espaço livre, sem mesas ou cadeiras. Preste atenção no imenso vitral que decora o ambiente (na foto, ao lado). Com mais de 6 metros de altura, a obra foi criada pelo italiano Henrique Zucca e representa o progresso de São Paulo. Retrata a riqueza gerada pelo plantio de café, além da mistura de raças entre os trabalhadores. Foi encomendada em 1938 para decorar a sala principal de atendimento do edifício, onde hoje é o Grande Salão.
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35. Post completo e fonte para esses trechos: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=477786&page=51
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36.
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37. Bovespa. A BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros foi criada em 2008 com a integração entre a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e a Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA). Juntas, as companhias formam uma das maiores bolsas do mundo em valor de mercado, a segunda das Américas e a líder no continente latino-americano. Fonte (http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/intros/intro-sobre-a-bolsa.aspx?idioma=pt-br)
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38. A sede da Bovespa é um edifício da década de 40, contruído em estilo neoclássico, no centro de São Paulo. Sofisticado, o edíficio possui mármore italiano em suas escadas, obras de arte, móveis clássicos, uma biblioteca e dois auditórios.
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39. O prédio pertencia ao Comind (Banco do Comércio da Indústria) que acabou perdendo o imóvel 1985 devido à liquidação extrajudicial. Em 1986 a Bovespa adquire o edifício em um leilão pelo valor de US$ 10 milhões.
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40. A inauguração da nova sede da Bolsa de Valores de São Paulo ocorreu em 1990 após uma ampla reforma, que passou a área do imóvel de 12 mil para 18 mil metros quadrados.
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41. Atualmente com 10 andares, o prédio abriga 700 pessoas entre funcionários e operadores, além de ser sede da CBLC (Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia), que pertence à Bovespa.
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42. Fonte (http://pt.wikipedia.org/wiki/Edif%C3%ADcio_sede_da_Bovespa)
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43. Rua XV de Novembro
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44. Edificio Martinelli. O Edifício Martinelli, que se localiza na Avenida São João, foi o primeiro arranha-céu da cidade de São Paulo, além de ter sido o prédio mais alto da América Latina no final da década de 1920. O seu proprietário chamava-se Giuseppe Martinelli, imigrante italiano que fez fortuna no Brasil.
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45 Construído entre 1925 e 1929, totalmente de concreto armado, o Edifício Martinelli, com 30 andares e 130 metros de altura, revela uma mistura de estilos europeus tão ao gosto da época. Tinha 1.267 dependências entre salões, apartamentos, restaurantes, cassinos, night clubs, o famoso Cine Rosário, barbearia, lojas, uma igreja e o luxuoso Hotel São Bento. 64 Para provar que o prédio era seguro, o proprietário instalou-se na cobertura. Era o início do movimento de verticalização da cidade.
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46. Em meados da década de 1950, o abandono e a ocupação desordenada, em decorrência do descaso das autoridades e da política habitacional, mudaram o aspecto do edifício. O Martinelli transformou-se num grande cortiço ocupado por um número enorme de famílias. Pressionada pela mobilização popular e pela imprensa, a Prefeitura de São Paulo desapropriou parte do prédio em 1975, e, através da Emurb e da Construtora Guarantã, iniciou obra de reforma. Quatro anos mais tarde, o Edifício Martinelli estava pronto, ocupado basicamente por escritórios, sendo dezoito andares de repartições públicas municipais e o restante de particulares.
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47. Em 1992, o Martinelli foi finalmente tombado pelo Patrimônio Histórico: "Os elementos decorativos neoclássicos, a cobertura de ardósia com mansardas falsas, um palacete de três andares no terraço e a roupagem de tijolos recobrindo a estrutura de concreto. Tais elementos estão a indicar a persistência do gosto eclético na arquitetura paulista", justifica a Resolução 37 do Compresp. A Operação Urbana Centro encaminha, atualmente, projetos e ações de restauração do prédio em parceria com a Associação dos Amigos do Prédio Martinelli. Fonte (http://www.aprenda450anos.com.br/450anos/vila_metropole/2-3_edificio_martinelli.asp)
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48. Edifício Altino Arantes - Banespa
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49. Ladeira Porto Geral
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50.
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51.
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52. Belíssimo edifício. Não sei o que funciona nele.
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53. Edifício Sampaio Moreira. Inaugurado em 1924, é considerado o primeiro arranha-céu de São Paulo (pra época, um prédio de 12 andares e 50 metros em Sp era um arranha-céu, pois no início do Séc. XX as construções mais altas da cidade tinham quatro andares). Thread (http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=466513)
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54. Secretaria estadual da Juventude, Esporte e Lazer. Charmosíssimo art-deco de 1938 ao lado do Banespa. Já sediou o Banco de São Paulo.
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55. O Mosteiro de São Paulo é parada garantida para quem visita a capital paulista. É uma daquelas dicas sacras que vale também para as pessoas que não são religiosas.
Os beneditinos chegaram em São Paulo em 1598, mas somente em 1634 foi criada a Abadia e a capela foi dedicada a São Bento. O local, que hospedou o Papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil, abriga hoje, além da igreja (Basílica de Nossa Senhora da Assunção), o mosteiro com cerca de 40 monges enclausurados que seguem a tradição do ora et labora (“ora e trabalha”), somado, no caso dos monges paulistanos, ao et legere ("e leia"), em especial as Sagradas Escrituras.
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56. Como era o desejo de São Bento, os monges deveriam encontrar no mosteiro o seu sustento, de tal maneira que evitassem a saída dos claustros monásticos. Por isso, suas atividades são normalmente realizadas no próprio local. A Abadia de São Paulo, entre outras tarefas internas e capelanias, ocupa-se do ensino, com o colégio - em 2003 completou cem anos - e a Faculdade de São Bento, que inaugurou o primeiro curso superior de filosofia da América Latina.
O estabelecimento ainda possui um teatro, no qual são realizados concertos musicais e eventos em geral. Já o colégio oferece cursos e oficinas em alguns dias da semana. No entanto, são duas as grandes atrações do mosteiro: o visitante não pode deixar de conferir as missas com cantos gregorianos acompanhados do som de um grande órgão - ocorrem todos os dias, porém a missa mais tradicional acontece aos domingos, às 10h. Esse espetáculo, admirado por pessoas das mais diversas religiões, enche a igreja, por isso quem quiser assistir à missa sentado deve chegar cedo.
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57. A outra grande atração é a lojinha, com pães, bolos, doces, biscoitos e geléias feitas pelos próprios monges e cujas receitas são seculares, guardadas há muito no arquivo da abadia. A forma de preparar os quitutes só é transmitida a um outro monge para não se perder a qualidade com a massificação. Os preços são um pouco mais caros que os de padarias, porém os ingredientes são frescos, refinados e de primeira qualidade. Sem contar as embalagens requintadas e muito admiradas, um lindo presente para o turista levar para a família.
Um dos mais procurados é o Pão São Bento, feito de mandioquinha, que custa R$ 12 e serve várias pessoas. Ainda estão entre os preferidos o chamado Benedictus, um pão de mel recheado com geléia de morango, e o Dominus, pão integral que tem entre os seus ingredientes açúcar mascavo, aveia e azeite. Mas o mel e a geléia de damasco, o Bethlehem (com pistache, nozes, tâmaras e damasco), o Bolo Dom Bernardo (receita francesa à base de café, chocolate, conhaque, nozes, pêssego e gengibre), o Bolo Santa Escolástica (receita suíça com nozes e maçã) e o Bolo dos Monges (receita do século XIX à base de vinho canônico, damasco, ameixa e açúcar mascavo) também fazem a alegria dos frequentadores. Tudo feito artesanalmente e com o selo “Mosteiro de São Bento”, um verdadeiro atestado de qualidade e bom gosto. A lojinha ainda vende livros, figuras sacras e a tradicional medalha de São Bento.
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58. A arquitetura do Mosteiro é típica do século XVII. A construção atual foi erguida no período de 1910 a 1922, inspirada na tradição eclética germânica, e foi projetada pelo arquiteto Richard Bernd. A decoração interna, os afrescos e murais são de autoria e execução do monge beneditino holandês D. Adelbert Gresnicht, que veio ao Brasil em 1913 para esse trabalho. Era seguidor da tradicional Escola de Arte de Beuron, de Praga (capital da República Tcheca).
O relógio externo é uma preciosidade mecânica de fabricação alemã. Foi instalado em 1921 e é considerado o mais preciso de São Paulo. A edificação conta também com um carrilhão e sinos afinados, que tocam nas horas cheias e nas frações. O órgão da Basílica, também alemão, é afamado entre os especialistas. Contém quatro teclados manuais e pedaleira, 77 registros reais e seis mil tubos. Fonte (http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/205-mosteiro-de-sao-bento)
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59. Faculdade de Direito São Francisco. No dia 11 de agosto de 1827, a cidade de São Paulo se transformou num importante núcleo de atividades intelectuais e políticas. Como o projeto do governo imperial da época era o de formar cidadãos para governar e administrar o Brasil, construiu-se no Largo São Francisco a primeira Faculdade de Direito do país.
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60. O local é reconhecido como um dos mais importantes da história do Brasil. Além de ter abrigado, também, a primeira Biblioteca Pública de São Paulo, formaram-se ali dez presidentes da República, inúmeros governadores, prefeitos, políticos, administradores públicos; além de poetas e romancistas. Nomes ilustres como Ruy Barbosa, Prudente de Morais, Campos Salles, Washington Luis, Jânio Quadros, Rodrigues Alves, Castro Alves, Álvares de Azevedo e José de Alencar.
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61. Naquela época apenas existiam dois cursos jurídicos no Brasil. Um na cidade de São Paulo e o outro em Olinda, Pernambuco. Até então, os estudantes brasileiros que queriam cursar Direito iam para Coimbra, em Portugal.
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62. O local atualmente
O acervo institucional da escola é composto por documentação escrita, iconográfica e tridimensional da riqueza de sua história. Para conservar e organizar esses acervos, foi criado um museu da Faculdade de Direito, atuando integralmente com o arquivo e a biblioteca. É um meio de aprofundamento e valorização dos conhecimentos da história e da riqueza cultural que ela representa no cenário paulista e nacional, voltado para alunos atuais e antigos, funcionários, e o público em geral.
No acervo, existem obras e objetos reunidos em salas, como também existe um conjunto de pinturas, esculturas, vitrais, placas e outros itens, vinculados ao prédio em várias de suas dependências. Toda essa riqueza faz parte da história do Brasil vista e construída a partir da primeira faculdade de direito.Fonte (http://www.sampa.art.br/cidade/largosaofrancisco/historia/)
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63. Igrejas da Primeira e Terceira Ordem de São Francisco. A Ordem de São Francisco iniciou suas atividades no Brasil no Séc. XVI e em 1642 começaram a construir, em terreno doado pela Câmara de São Paulo, a Igreja de Ordem Primeira, e o convento de São Francisco, em 1647. Em 1676 foi iniciada a construção da capela da Ordem Terceira, sendo unida à nave principal da igreja do convento por um arco. Esta capela foi ampliada até se tornar uma igreja independente, em 1783.
Construídas em taipa de pilão, tiveram suas fachadas remodeladas no século XVIII, vindo a se constituir um dos mais significativos conjuntos coloniais de São Paulo. A igreja de São Francisco adquiriu características barrocas depois da reforma, de rococó germânico, e possui ainda pinturas da época. Na década de 30, o edifício do Convento e grande parte de seu patrimônio foi demolido em razão da construção do edifício da Faculdade de Direito. Fonte (http://www.vivaocentro.org.br/bancodados/roteiro_turistico/roteiro_e07.htm)
Na foto, Igreja da Primeira Ordem.
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64. Escola de Comércio Alvares Penteado
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65. Contraste arquitetônico na Praça do Patriarca
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66. Vale do Anhangabaú
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67.
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68. Rua 25 de Março. Não precisa colocar explicação :nuts:
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69.
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70. Mercado Municipal de São Paulo. Um dos mais imponentes cartões-postais de São Paulo, o Mercado Municipal Paulistano - mais conhecido como Mercadão - é o retrato de uma época imponente da Metrópole do Café, como a cidade começou a ficar conhecida. Projetado no inicio do século XX, 1924, pelo arquiteto Francisco Ramos de Azevedo, o Mercadão veio substituir o velho mercado da rua 25 de Março.
A execução dos vitrais do Mercadão foi entregue ao artista russo Conrado Sorgenicht Filho, famoso pelo trabalho realizado na Catedral da Sé e em outras 300 igrejas brasileiras. O vidro colorido é alemão e, ao todo, são 32 painéis, subdivididos em 72 vitrais onde se pode ver o trabalho manual do colono no cultivo e colheita, a tração animal para o arado e para transporte, a paisagem, a criação de gado e de aves que comporiam o cenário para sua obra.
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71. Em 1932, as obras do mercado foram concluídas, mas só em 25 de janeiro do ano seguinte é que ele foi finalmente aberto ao público, porque até então havia sido usado para estocar armas e munições da Revolução Constitucionalista. Relata-se, até, que alguns soldados treinavam pontaria mirando as cabeças das pinturas nos vitrais.
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72. Com a inauguração do Mercadão, os comerciantes da região central da cidade substituíram a venda ao ar livre por boxes que até hoje são passados de pais para filhos. Com a criação do CEASA - Centro de Abastecimento de São Paulo, na década de 60, no bairro Jaguaré, o "Mercado" esteve prestes a ser demolido em 1973, porque além de perder sua importância inicial para o Ceasa, não atingia mais as normas de higiene e segurança.
Duas reformas, nos anos 70 e 80, não mudaram muita coisa, embora o próprio Conrado Sorgenicht tivesse sido chamado para restaurar seus vitrais.
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73. Como parte do movimento pela revitalização do centro e financiamento do BID (Banco Mundial) e da Prefeitura, um novo projeto de reforma, desta vez assinado pelo arquiteto Pedro Paulo de Mello Saraiva, tornou o Mercado mais acolhedor e versátil. O prédio ganhou um piso mezanino de dois mil metros, com cinco restaurantes típicos de várias cozinhas, como a árabe, a japonesa e o famoso Hocca Bar - e seu pastel de bacalhau, além de um Mercado Gourmet, cozinha onde os visitantes do mercado poderão fazer degustação, além de frequentar cursos de culinária.
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74. O antigo salão de Leilões do Mercado Municipal foi totalmente restaurado, tornando-se um amplo espaço destinado a exposições e eventos. No subsolo há banheiros, fraldários e vestiário, para melhor acesso de visitantes e funcionários a esses serviços.
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75. Com 12.600m2 de área construída, 1.600 funcionários, que movimentam 350 toneladas de alimentos por dia em seus 291 boxes e 14 mil visitantes, o Mercado Municipal de São Paulo é uma referência nacional pela diversidade de aromas, cores e sabores dos temperos, queijos, frutas, verduras, legumes, vinhos, chocolates, carnes, peixes encontrados nos empórios e boxes. Famoso também pelo sanduíche de mortadela o Mercado é uma visita imperdível para paulistas e turistas.Fonte (http://centrosp.prefeitura.sp.gov.br/guia/mercadao.php)
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76. Ed. São Vito. Construído em 1959 pela Zarzur & Kogan numa incorporação com as Indústrias Matarazzo, o São Vito nasceu sob a influência da arquitetura moderna dos anos 50. Como em geral todas as construções da área central, este edifício não recebeu reformas durante muito tempo e sofreu assim, lentamente, um processo de deterioração ao longo dos anos, ficando ocupado totalmente, por famílias de baixa renda.
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77. Em localização vizinha ao Parque Dom Pedro e ao Mercado Municipal, destacava-se na paisagem por seus 28 pavimentos, com subsolo, térreo, sobreloja e 25 pisos residenciais, além da cobertura.
Estes andares residenciais foram construídos cada um com 24 apartamentos, perfazem um total de 600 unidades. Estas, em sua grande maioria eram do tipo “kitchinete”, eram constituídas de sala/cozinha, 1 dormitório e 1 banheiro, com área variando entre 28 e 30 m². A circulação vertical era feita por uma escada e 3 elevadores com paradas intermediárias entre os pisos, de modo a ter um menor número de paradas. http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc117/mc117.asp]Fonte (http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc117/mc117.asp)
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78. Palácio das Indústrias / Catavento Cultural e Educacional. Mais informações e fotos nesse link (http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=841776).
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79. Idem^^
http://i700.photobucket.com/albums/ww10/kaschramm2/catavento/101_3431.jpg
80. Idem (2)
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81. Ed. Mercúrio, colado no São Vito.
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82. Casa das Retortas.Foi inaugurada em 1872, próxima às margens do rio Tamanduateí e às estradas de ferro, a casa que abrigaria o Gasômetro, da companhia inglesa "The San Paulo Gas Company", responsável pela introdução da iluminação pública da cidade. A área do terreno pertencera à Chácara da Figueira, antiga propriedade da Marquesa de Santos.
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83 Com o aumento da demanda e consumo, foi necessário aumentar o Gasômetro, sendo edificada uma nova usina em 1889 – a atual Casa das Retortas (a primeira construção foi demolida no início da década de 1910). Em 1967 as instalações da então Companhia Paulista de Serviços de Gás foram declaradas de utilidade pública pela Prefeitura e é criada a Companhia Municipal de Gás (Comgás). O edifício sofreu então adaptações e restauros, segundo projeto de Paulo Mendes da Rocha, sendo mantidas algumas características da década de 20. Fonte (http://www.sampa.art.br/cidade/casaretortas/)
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84 Ainda no primeiro semestre de 2010, será inaugurado o Museu da História do
Estado de São Paulo ali. http://i359.photobucket.com/albums/oo32/kaschramm/pedroii/101_3481.jpg
85. Vistas para o "centrão", a partir do Parque D. Pedro
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86.
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87. Vista a partir da estação de Metrô Pedro II
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88. "Mini-Martinelli", próximo a Rua 25 de março.
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89. região do Parque D. Pedro, perto da Rua 25 de Março.
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90. Construção abandonada perto a Catedral da Sé
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91. Noturna da praça do patriarca.
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É isso... espero que gostem. Talvez depois eu edite para colocar mais explicações, mas provavelmente não farei isso. Peço desculpas também por não garantir que os próximos threads serão publicados, estou tendo problemas com o computador.
Olá amigos do SSC,
Aqui estou eu novamente com mais um thread sobre o Centrão. Esse demorou pra sair, mas é o maior. Desde já adianto que o próximo thread só será publicado a partir do dia 20, e que estou preparando uma homenagem ao aniversário da nossa amada Paulicéia.
Bom, chega de conversa, vamos ao thread!
Proximidades da Sé
1 Falando em Sé... Nada melhor que começar com a Catedral da Sé.
Em 1913, deu-se início à construção da Catedral como é hoje, elaborada pelo alemão Maximilian Emil Hehl, professor de Arquitetura da Escola Politécnica. O templo foi inaugurado em 25 de janeiro de1954, na comemoração do 4º Centenário da cidade de São Paulo, ainda sem as duas torres principais.
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2 A cidade de São Paulo foi construída e destruída três vezes em menos de um século. A história de como se chegou à atual Catedral da Sé –-fundada em 1554 – demonstra bem isso. A Igreja foi instalada ali em 1591, quando o cacique Tibiriçá escolheu o terreno onde seria o primeiro templo da cidade construído em taipa de pilão (parede feita de barro e palha socados estruturados em toras).
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3 Em 1745, a “velha Sé”, como era chamada, foi elevada à categoria de Catedral. Por isso, neste mesmo ano, inicia-se a edificação da segunda matriz da Sé no mesmo local da anterior. Ao lado dela, em meados do século XIII levanta-se a Igreja de São Pedro da Pedra. Em 1911, os dois templos foram demolidos para dar espaço ao alargamento da Praça da Sé e, finalmente, à versão atual da Catedral.
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4 Curiosidades:
A atual Catedral fosse construída no mesmo lugar da “velha Sé” - como era conhecida a matriz que foi demolida.
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5 Os números estatísticos que contabilizam quanto material nas obras e decoração da matriz são impressionantes: 154.200 kg de mármore branco de Carrara; 9.600 kg de mármore verde St Denis das minas do Vale de Aosta; 74.550 kg de mármore amarelo de Siena das minas de Monte d’Elsa; 166.750 kg de mármore vermelho portassanta, das minhas de Caldana (Grosseto); 3.164 kg de ônix do Vale de Aosta; 4.050 kg de porfiro antigo do Egito; 135 kg de Malaquita do Congo; 25 kg de lazulita chileno; 15 mil quilos de bronze. Foram cerca de 263.675 horas de trabalho.
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6 Com 111 metros de comprimento, 46 metros de largura, 65 metros na cúpula e 100 metros de fachada, com cinco naves, a Catedral teve suas portas fechadas, em 8 de julho de 1999, pelo Contru (Controle de Uso de Imóveis), pois apresentava altos índices de rachaduras e riscos à população. Somente um quarto de sua área total foi desinterditada em 18 de outubro do mesmo ano. Os sistemas de eletricidade, águas pluviais e de saídas de emergência deverão ser reformados e novos extintores colocados. A FormArte é empresa contratada para levantar investimentos de empresas privadas para a restauração, que deve custar cerca de R$ 16 milhões. (acho que esse texto é de um tempo atrás)
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7 O carrilhão de sinos, que está na torre esquerda, com 61 sinos e 20 toneladas, planejado e fundido pela empresa holandesa Petit & Fritsen. Inaugurado em 1959, emudeceu em 1969 e voltou a tocar em 1989, recondicionado e informatizado pela empresa de origem alemã Voith, que comemorava 25 anos em São Paulo.
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8 Fonte (http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=165&ph=2)
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9 E agora? Acabaram as informações... :D
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10
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11
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12 Palácio do Tribunal de Justiça.
Encomendado ao arquiteto Ramos de Azevedo em 1911, o Palácio de Justiça foi inspirado no “Palazzo di Giustizia” de Roma, Itália. Sua inauguração ocorreu em 2 de janeiro de 1933 e, em 1981, como reconhecimento de seu valor cultural, o prédio foi tombado pelo CONDEPHAAT.
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13 Símbolos da Justiça e baixos relevos de vultos do Direito brasileiro em estilo renascentista, com ligeiro cunho barroco. A nova iluminação utiliza o que há de mais moderno e eficiente em projetores e luminárias, valorizando as principais características do prédio e preservando o conjunto arquitetônico.
O prédio abriga o Museu do Palácio, que conta a história do Poder Judiciário. Fonte (http://www.sptrans.com.br/blogtour/?p=90)
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14 Igreja da Terceira Ordem do Carmo – A Igreja do Carmo foi, durante muito tempo, uma das mais importantes de São Paulo. Realizava procissões que atraiam milhares de pessoas, principalmente na Páscoa. Apesar da Ordem dos Carmelitas habitar o local desde o século XVI, a igreja data de 1804. O belo altar é do século XVIII e as impressionantes imagens, do século XIX. Ofuscada pela imponente Catedral Metropolitana, a igreja foi quase esquecida pela população. Fonte (http://vemversampa.blogspot.com/2009/03/igrejas-historicas-de-sao-paulo.html)
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15 A Casa Número 1 foi erguida em 1870 e está localizada na rua Roberto Simonsen, antiga rua do Carmo, próximo ao Solar da Marquesa de Santos.De início, não tinha arquitetura de chalé, como pode ser observada hoje, mas era feita de taipa de pilão, no estilo bandeirista. Seu nome vem do endereço antigo: rua do Carmo, nº 1.
Nela residiu o Padre João José Vieira Ramalho, que por muitos anos andou às turras com o Brigadeiro Joaquim José Pinto de Morais Leme, por pequenas questões acerca do famoso “Beco do Pinto”, do qual ambos se consideravam proprietários. Fonte (http://wikimapia.org/7259409/pt/Casa-n%C2%BA-01)
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16 Beco do pinto
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17 Solar da Marquesa. O Solar foi residência de D. Maria Domitilia de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, a partir de 1834. A marquesa é apontada como uma das amantes do primeiro imperador brasileiro, D. Pedro I. As origens do Solar são desconhecidas, embora, pelas características arquitetônicas, supõe-se que seja da segunda metade do século XVIII.
A sua atual feição data provavelmente da segunda metade do século XIX, já que ele passou por várias mudanças desde sua construção. No edifício - localizado na Rua Roberto Simonsen, 136 - que desde 1975 passou a abrigar atividades da Secretaria Municipal de Cultura, são realizadas exposições permanentes e temporárias.
O roteiro inclui ainda projetos para a terceira idade, serviços educativos, atividades para a preservação do patrimônio histórico e cultural, projeção de vídeos e apresentações musicais. Há também em suas instalações um acervo de negativos, disponível para pesquisa. Fonte (http://sp450anos.terra.com.br/interna/0,,OI236640-EI2551,00.html). Atualmente o Solar está em reformas.
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18 Pátio do Colégio. Assim chamado porque em 1554 o padre José de Anchieta (correção doforista HLRL: Quem idealizou o colégio e fez a escolha do sítio onde o mesmo seria erigido foi o padre Manuel da Nóbrega. Na companhia de André Ramalho, filho de João Ramalho, percorreu os campos à procura e escolha do local onde viria a fundar a casa e escola dos Jesuítas: escolheu o Inhapuambuçu, hoje no Pátio do Colégio.) resolveu, depois de uma longa expedição, que ali era um bom lugar para se construir de uma casa que serviria de alojamento para os jesuítas e posteriormente de colégio para a catequisação dos índios.
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19 Em 25 de janeiro desse mesmo ano (1554), o padre Manuel de Paiva celebrou a primeira missa, era o nascimento de São Paulo de Piratininga. Dois anos depois, em 1º de novembro de 1556, foram inaugurados a casa, construída pelo Cacique Tibiriçá, e o colégio.
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20 Com o fim da catequese, o Pátio do Colégio passou por diversas transformações dando lugar à diferentes instituições. Em 1882, por exemplo, parte do Colégio foi demolida e passou a ser o Palácio do Governo. Ante porém serviu de residência de bispo e governador, em 1759 e 1765, respectivamente e foi casa de fundição. Em 1954, finalmente, a propriedade passou a pertencer à antiga Companhia de Jesus (representada pela Sociedade Brasileira de Educação), que construiu uma réplica do antigo prédio. Fonte (http://sampacentro.terra.com.br/textos.asp?id=224&ph=18)
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21 ^^ Atualmente funciona no Pátio do Colégio o Museu Anchieta, a capela e um charmoso café. ;)
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22 Belíssimo edifício. Alguém sabe o que funciona aqui?
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23. O monumento Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo, fica na praça externa do Páteo do Collegio. Inaugurado em 1925, Amadeu Zani foi o escultor responsável pela obra. A mulher no topo do monumento representa a cidade e carrega um ramo de louros, uma foice e uma tocha, representando, respectivamente, a glória, o trabalho e o fogo simbólico da religião e da cultura.
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24.
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25. Prédios da Secretaria de Justiça. Ramos de Azevedo, final do Séc. XIX.
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26. Gosto disso. :D
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27.
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28.CCBB.
Inaugurado em 21 de abril de 2001, o Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo comemora o sucesso de ter atingido seu objetivo: injetar uma vitalidade ainda maior na cena paulistana. Por meio de uma programação de qualidade e de seus programas educativos, o CCBB contribui para mudar a relação do paulistano com o centro da cidade.
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29. O CCBB São Paulo ocupa o prédio construído em 1901 na Rua Álvares Penteado, 112, esquina com a Rua da Quitanda. Localizado no coração histórico da cidade, numa via hoje de pedestres, o edifício foi comprado em 1923 pelo Banco do Brasil. Em 1927, após uma reforma projetada pelo arquiteto Hippolyto Pujol, tornou-se o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil na capital.
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30. A construção foi inteiramente reformada para abrigar o Centro Cultural Banco do Brasil. Os elementos originais foram restaurados, mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século. A construção de cinco andares (mais subsolo e mezanino) foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Arqueológico e Turístico de São Paulo (Condephaat) e pelo Departamento do Patrimônio Histórico/Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (DPH/Conpresp). Com 4.183 metros quadrados, o CCBB São Paulo possui salas de exposições, cinema, teatro, auditório, loja e cafeteria.
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31. Fonte (http://www.bb.com.br/portalbb/page504,128,10136,0,0,1,1.bb?codigoNoticia=18032&codigoMenu=9882)
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32. Caixa Cultural. Inaugurado em 1939, o Edifício Sé já foi sede da Caixa Econômica Federal, no centro da cidade. Abriga atualmente uma agência bancária e a Caixa Cultural, com exposições e um curioso museu que conta a história do lugar por meio de painéis fotográficos, móveis da década de 30 e 40, máquinas registradoras e aparelhos de contagem de moedas. A programação do espaço é variada e inclui uma agenda de shows, espetáculos de dança e peças de teatro, além de projetos culturais e sociopedagógicos. As visitas são gratuitas.
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33. O Edifício Sé levou quatro anos para ficar pronto. Foi inaugurado em 1939 pelo então presidente Getúlio Vargas. O espaço se tornou sede da Caixa Econômica Federal e assim foi até 1979, quando migrou para a Avenida Paulista. A construção incorpora elementos da art déco, estilo bastante utilizado na arquitetura paulistana durante a década de 30. A Caixa Cultural começou a funcionar 1984, quando foi realizado um levantamento de seu acervo documental e mobiliário. Mas foi aberta ao público apenas em 1989, na comemoração do cinqüentenário do edifício. Entre os mais de 10 000 itens expostos no prédio estão preciosidades como a primeira caderneta de poupança da Caixa. Foi registrada em nome de Florisbela Maria de Araújo Rodrigues, em 1875.
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34. O Grande Salão é um espaço livre, sem mesas ou cadeiras. Preste atenção no imenso vitral que decora o ambiente (na foto, ao lado). Com mais de 6 metros de altura, a obra foi criada pelo italiano Henrique Zucca e representa o progresso de São Paulo. Retrata a riqueza gerada pelo plantio de café, além da mistura de raças entre os trabalhadores. Foi encomendada em 1938 para decorar a sala principal de atendimento do edifício, onde hoje é o Grande Salão.
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35. Post completo e fonte para esses trechos: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=477786&page=51
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36.
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37. Bovespa. A BM&FBOVESPA S.A. – Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros foi criada em 2008 com a integração entre a Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) e a Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA). Juntas, as companhias formam uma das maiores bolsas do mundo em valor de mercado, a segunda das Américas e a líder no continente latino-americano. Fonte (http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/intros/intro-sobre-a-bolsa.aspx?idioma=pt-br)
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38. A sede da Bovespa é um edifício da década de 40, contruído em estilo neoclássico, no centro de São Paulo. Sofisticado, o edíficio possui mármore italiano em suas escadas, obras de arte, móveis clássicos, uma biblioteca e dois auditórios.
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39. O prédio pertencia ao Comind (Banco do Comércio da Indústria) que acabou perdendo o imóvel 1985 devido à liquidação extrajudicial. Em 1986 a Bovespa adquire o edifício em um leilão pelo valor de US$ 10 milhões.
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40. A inauguração da nova sede da Bolsa de Valores de São Paulo ocorreu em 1990 após uma ampla reforma, que passou a área do imóvel de 12 mil para 18 mil metros quadrados.
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41. Atualmente com 10 andares, o prédio abriga 700 pessoas entre funcionários e operadores, além de ser sede da CBLC (Câmara Brasileira de Liquidação e Custódia), que pertence à Bovespa.
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42. Fonte (http://pt.wikipedia.org/wiki/Edif%C3%ADcio_sede_da_Bovespa)
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43. Rua XV de Novembro
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44. Edificio Martinelli. O Edifício Martinelli, que se localiza na Avenida São João, foi o primeiro arranha-céu da cidade de São Paulo, além de ter sido o prédio mais alto da América Latina no final da década de 1920. O seu proprietário chamava-se Giuseppe Martinelli, imigrante italiano que fez fortuna no Brasil.
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45 Construído entre 1925 e 1929, totalmente de concreto armado, o Edifício Martinelli, com 30 andares e 130 metros de altura, revela uma mistura de estilos europeus tão ao gosto da época. Tinha 1.267 dependências entre salões, apartamentos, restaurantes, cassinos, night clubs, o famoso Cine Rosário, barbearia, lojas, uma igreja e o luxuoso Hotel São Bento. 64 Para provar que o prédio era seguro, o proprietário instalou-se na cobertura. Era o início do movimento de verticalização da cidade.
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46. Em meados da década de 1950, o abandono e a ocupação desordenada, em decorrência do descaso das autoridades e da política habitacional, mudaram o aspecto do edifício. O Martinelli transformou-se num grande cortiço ocupado por um número enorme de famílias. Pressionada pela mobilização popular e pela imprensa, a Prefeitura de São Paulo desapropriou parte do prédio em 1975, e, através da Emurb e da Construtora Guarantã, iniciou obra de reforma. Quatro anos mais tarde, o Edifício Martinelli estava pronto, ocupado basicamente por escritórios, sendo dezoito andares de repartições públicas municipais e o restante de particulares.
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47. Em 1992, o Martinelli foi finalmente tombado pelo Patrimônio Histórico: "Os elementos decorativos neoclássicos, a cobertura de ardósia com mansardas falsas, um palacete de três andares no terraço e a roupagem de tijolos recobrindo a estrutura de concreto. Tais elementos estão a indicar a persistência do gosto eclético na arquitetura paulista", justifica a Resolução 37 do Compresp. A Operação Urbana Centro encaminha, atualmente, projetos e ações de restauração do prédio em parceria com a Associação dos Amigos do Prédio Martinelli. Fonte (http://www.aprenda450anos.com.br/450anos/vila_metropole/2-3_edificio_martinelli.asp)
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48. Edifício Altino Arantes - Banespa
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49. Ladeira Porto Geral
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50.
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51.
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52. Belíssimo edifício. Não sei o que funciona nele.
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53. Edifício Sampaio Moreira. Inaugurado em 1924, é considerado o primeiro arranha-céu de São Paulo (pra época, um prédio de 12 andares e 50 metros em Sp era um arranha-céu, pois no início do Séc. XX as construções mais altas da cidade tinham quatro andares). Thread (http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=466513)
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54. Secretaria estadual da Juventude, Esporte e Lazer. Charmosíssimo art-deco de 1938 ao lado do Banespa. Já sediou o Banco de São Paulo.
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55. O Mosteiro de São Paulo é parada garantida para quem visita a capital paulista. É uma daquelas dicas sacras que vale também para as pessoas que não são religiosas.
Os beneditinos chegaram em São Paulo em 1598, mas somente em 1634 foi criada a Abadia e a capela foi dedicada a São Bento. O local, que hospedou o Papa Bento XVI durante sua visita ao Brasil, abriga hoje, além da igreja (Basílica de Nossa Senhora da Assunção), o mosteiro com cerca de 40 monges enclausurados que seguem a tradição do ora et labora (“ora e trabalha”), somado, no caso dos monges paulistanos, ao et legere ("e leia"), em especial as Sagradas Escrituras.
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56. Como era o desejo de São Bento, os monges deveriam encontrar no mosteiro o seu sustento, de tal maneira que evitassem a saída dos claustros monásticos. Por isso, suas atividades são normalmente realizadas no próprio local. A Abadia de São Paulo, entre outras tarefas internas e capelanias, ocupa-se do ensino, com o colégio - em 2003 completou cem anos - e a Faculdade de São Bento, que inaugurou o primeiro curso superior de filosofia da América Latina.
O estabelecimento ainda possui um teatro, no qual são realizados concertos musicais e eventos em geral. Já o colégio oferece cursos e oficinas em alguns dias da semana. No entanto, são duas as grandes atrações do mosteiro: o visitante não pode deixar de conferir as missas com cantos gregorianos acompanhados do som de um grande órgão - ocorrem todos os dias, porém a missa mais tradicional acontece aos domingos, às 10h. Esse espetáculo, admirado por pessoas das mais diversas religiões, enche a igreja, por isso quem quiser assistir à missa sentado deve chegar cedo.
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57. A outra grande atração é a lojinha, com pães, bolos, doces, biscoitos e geléias feitas pelos próprios monges e cujas receitas são seculares, guardadas há muito no arquivo da abadia. A forma de preparar os quitutes só é transmitida a um outro monge para não se perder a qualidade com a massificação. Os preços são um pouco mais caros que os de padarias, porém os ingredientes são frescos, refinados e de primeira qualidade. Sem contar as embalagens requintadas e muito admiradas, um lindo presente para o turista levar para a família.
Um dos mais procurados é o Pão São Bento, feito de mandioquinha, que custa R$ 12 e serve várias pessoas. Ainda estão entre os preferidos o chamado Benedictus, um pão de mel recheado com geléia de morango, e o Dominus, pão integral que tem entre os seus ingredientes açúcar mascavo, aveia e azeite. Mas o mel e a geléia de damasco, o Bethlehem (com pistache, nozes, tâmaras e damasco), o Bolo Dom Bernardo (receita francesa à base de café, chocolate, conhaque, nozes, pêssego e gengibre), o Bolo Santa Escolástica (receita suíça com nozes e maçã) e o Bolo dos Monges (receita do século XIX à base de vinho canônico, damasco, ameixa e açúcar mascavo) também fazem a alegria dos frequentadores. Tudo feito artesanalmente e com o selo “Mosteiro de São Bento”, um verdadeiro atestado de qualidade e bom gosto. A lojinha ainda vende livros, figuras sacras e a tradicional medalha de São Bento.
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58. A arquitetura do Mosteiro é típica do século XVII. A construção atual foi erguida no período de 1910 a 1922, inspirada na tradição eclética germânica, e foi projetada pelo arquiteto Richard Bernd. A decoração interna, os afrescos e murais são de autoria e execução do monge beneditino holandês D. Adelbert Gresnicht, que veio ao Brasil em 1913 para esse trabalho. Era seguidor da tradicional Escola de Arte de Beuron, de Praga (capital da República Tcheca).
O relógio externo é uma preciosidade mecânica de fabricação alemã. Foi instalado em 1921 e é considerado o mais preciso de São Paulo. A edificação conta também com um carrilhão e sinos afinados, que tocam nas horas cheias e nas frações. O órgão da Basílica, também alemão, é afamado entre os especialistas. Contém quatro teclados manuais e pedaleira, 77 registros reais e seis mil tubos. Fonte (http://www.cidadedesaopaulo.com/sp/o-que-visitar/pontos-turisticos/205-mosteiro-de-sao-bento)
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59. Faculdade de Direito São Francisco. No dia 11 de agosto de 1827, a cidade de São Paulo se transformou num importante núcleo de atividades intelectuais e políticas. Como o projeto do governo imperial da época era o de formar cidadãos para governar e administrar o Brasil, construiu-se no Largo São Francisco a primeira Faculdade de Direito do país.
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60. O local é reconhecido como um dos mais importantes da história do Brasil. Além de ter abrigado, também, a primeira Biblioteca Pública de São Paulo, formaram-se ali dez presidentes da República, inúmeros governadores, prefeitos, políticos, administradores públicos; além de poetas e romancistas. Nomes ilustres como Ruy Barbosa, Prudente de Morais, Campos Salles, Washington Luis, Jânio Quadros, Rodrigues Alves, Castro Alves, Álvares de Azevedo e José de Alencar.
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61. Naquela época apenas existiam dois cursos jurídicos no Brasil. Um na cidade de São Paulo e o outro em Olinda, Pernambuco. Até então, os estudantes brasileiros que queriam cursar Direito iam para Coimbra, em Portugal.
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62. O local atualmente
O acervo institucional da escola é composto por documentação escrita, iconográfica e tridimensional da riqueza de sua história. Para conservar e organizar esses acervos, foi criado um museu da Faculdade de Direito, atuando integralmente com o arquivo e a biblioteca. É um meio de aprofundamento e valorização dos conhecimentos da história e da riqueza cultural que ela representa no cenário paulista e nacional, voltado para alunos atuais e antigos, funcionários, e o público em geral.
No acervo, existem obras e objetos reunidos em salas, como também existe um conjunto de pinturas, esculturas, vitrais, placas e outros itens, vinculados ao prédio em várias de suas dependências. Toda essa riqueza faz parte da história do Brasil vista e construída a partir da primeira faculdade de direito.Fonte (http://www.sampa.art.br/cidade/largosaofrancisco/historia/)
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63. Igrejas da Primeira e Terceira Ordem de São Francisco. A Ordem de São Francisco iniciou suas atividades no Brasil no Séc. XVI e em 1642 começaram a construir, em terreno doado pela Câmara de São Paulo, a Igreja de Ordem Primeira, e o convento de São Francisco, em 1647. Em 1676 foi iniciada a construção da capela da Ordem Terceira, sendo unida à nave principal da igreja do convento por um arco. Esta capela foi ampliada até se tornar uma igreja independente, em 1783.
Construídas em taipa de pilão, tiveram suas fachadas remodeladas no século XVIII, vindo a se constituir um dos mais significativos conjuntos coloniais de São Paulo. A igreja de São Francisco adquiriu características barrocas depois da reforma, de rococó germânico, e possui ainda pinturas da época. Na década de 30, o edifício do Convento e grande parte de seu patrimônio foi demolido em razão da construção do edifício da Faculdade de Direito. Fonte (http://www.vivaocentro.org.br/bancodados/roteiro_turistico/roteiro_e07.htm)
Na foto, Igreja da Primeira Ordem.
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64. Escola de Comércio Alvares Penteado
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65. Contraste arquitetônico na Praça do Patriarca
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66. Vale do Anhangabaú
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67.
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68. Rua 25 de Março. Não precisa colocar explicação :nuts:
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69.
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70. Mercado Municipal de São Paulo. Um dos mais imponentes cartões-postais de São Paulo, o Mercado Municipal Paulistano - mais conhecido como Mercadão - é o retrato de uma época imponente da Metrópole do Café, como a cidade começou a ficar conhecida. Projetado no inicio do século XX, 1924, pelo arquiteto Francisco Ramos de Azevedo, o Mercadão veio substituir o velho mercado da rua 25 de Março.
A execução dos vitrais do Mercadão foi entregue ao artista russo Conrado Sorgenicht Filho, famoso pelo trabalho realizado na Catedral da Sé e em outras 300 igrejas brasileiras. O vidro colorido é alemão e, ao todo, são 32 painéis, subdivididos em 72 vitrais onde se pode ver o trabalho manual do colono no cultivo e colheita, a tração animal para o arado e para transporte, a paisagem, a criação de gado e de aves que comporiam o cenário para sua obra.
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71. Em 1932, as obras do mercado foram concluídas, mas só em 25 de janeiro do ano seguinte é que ele foi finalmente aberto ao público, porque até então havia sido usado para estocar armas e munições da Revolução Constitucionalista. Relata-se, até, que alguns soldados treinavam pontaria mirando as cabeças das pinturas nos vitrais.
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72. Com a inauguração do Mercadão, os comerciantes da região central da cidade substituíram a venda ao ar livre por boxes que até hoje são passados de pais para filhos. Com a criação do CEASA - Centro de Abastecimento de São Paulo, na década de 60, no bairro Jaguaré, o "Mercado" esteve prestes a ser demolido em 1973, porque além de perder sua importância inicial para o Ceasa, não atingia mais as normas de higiene e segurança.
Duas reformas, nos anos 70 e 80, não mudaram muita coisa, embora o próprio Conrado Sorgenicht tivesse sido chamado para restaurar seus vitrais.
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73. Como parte do movimento pela revitalização do centro e financiamento do BID (Banco Mundial) e da Prefeitura, um novo projeto de reforma, desta vez assinado pelo arquiteto Pedro Paulo de Mello Saraiva, tornou o Mercado mais acolhedor e versátil. O prédio ganhou um piso mezanino de dois mil metros, com cinco restaurantes típicos de várias cozinhas, como a árabe, a japonesa e o famoso Hocca Bar - e seu pastel de bacalhau, além de um Mercado Gourmet, cozinha onde os visitantes do mercado poderão fazer degustação, além de frequentar cursos de culinária.
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74. O antigo salão de Leilões do Mercado Municipal foi totalmente restaurado, tornando-se um amplo espaço destinado a exposições e eventos. No subsolo há banheiros, fraldários e vestiário, para melhor acesso de visitantes e funcionários a esses serviços.
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75. Com 12.600m2 de área construída, 1.600 funcionários, que movimentam 350 toneladas de alimentos por dia em seus 291 boxes e 14 mil visitantes, o Mercado Municipal de São Paulo é uma referência nacional pela diversidade de aromas, cores e sabores dos temperos, queijos, frutas, verduras, legumes, vinhos, chocolates, carnes, peixes encontrados nos empórios e boxes. Famoso também pelo sanduíche de mortadela o Mercado é uma visita imperdível para paulistas e turistas.Fonte (http://centrosp.prefeitura.sp.gov.br/guia/mercadao.php)
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76. Ed. São Vito. Construído em 1959 pela Zarzur & Kogan numa incorporação com as Indústrias Matarazzo, o São Vito nasceu sob a influência da arquitetura moderna dos anos 50. Como em geral todas as construções da área central, este edifício não recebeu reformas durante muito tempo e sofreu assim, lentamente, um processo de deterioração ao longo dos anos, ficando ocupado totalmente, por famílias de baixa renda.
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77. Em localização vizinha ao Parque Dom Pedro e ao Mercado Municipal, destacava-se na paisagem por seus 28 pavimentos, com subsolo, térreo, sobreloja e 25 pisos residenciais, além da cobertura.
Estes andares residenciais foram construídos cada um com 24 apartamentos, perfazem um total de 600 unidades. Estas, em sua grande maioria eram do tipo “kitchinete”, eram constituídas de sala/cozinha, 1 dormitório e 1 banheiro, com área variando entre 28 e 30 m². A circulação vertical era feita por uma escada e 3 elevadores com paradas intermediárias entre os pisos, de modo a ter um menor número de paradas. http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc117/mc117.asp]Fonte (http://www.vitruvius.com.br/minhacidade/mc117/mc117.asp)
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78. Palácio das Indústrias / Catavento Cultural e Educacional. Mais informações e fotos nesse link (http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=841776).
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79. Idem^^
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80. Idem (2)
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81. Ed. Mercúrio, colado no São Vito.
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82. Casa das Retortas.Foi inaugurada em 1872, próxima às margens do rio Tamanduateí e às estradas de ferro, a casa que abrigaria o Gasômetro, da companhia inglesa "The San Paulo Gas Company", responsável pela introdução da iluminação pública da cidade. A área do terreno pertencera à Chácara da Figueira, antiga propriedade da Marquesa de Santos.
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83 Com o aumento da demanda e consumo, foi necessário aumentar o Gasômetro, sendo edificada uma nova usina em 1889 – a atual Casa das Retortas (a primeira construção foi demolida no início da década de 1910). Em 1967 as instalações da então Companhia Paulista de Serviços de Gás foram declaradas de utilidade pública pela Prefeitura e é criada a Companhia Municipal de Gás (Comgás). O edifício sofreu então adaptações e restauros, segundo projeto de Paulo Mendes da Rocha, sendo mantidas algumas características da década de 20. Fonte (http://www.sampa.art.br/cidade/casaretortas/)
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84 Ainda no primeiro semestre de 2010, será inaugurado o Museu da História do
Estado de São Paulo ali. http://i359.photobucket.com/albums/oo32/kaschramm/pedroii/101_3481.jpg
85. Vistas para o "centrão", a partir do Parque D. Pedro
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86.
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87. Vista a partir da estação de Metrô Pedro II
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88. "Mini-Martinelli", próximo a Rua 25 de março.
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89. região do Parque D. Pedro, perto da Rua 25 de Março.
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90. Construção abandonada perto a Catedral da Sé
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91. Noturna da praça do patriarca.
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É isso... espero que gostem. Talvez depois eu edite para colocar mais explicações, mas provavelmente não farei isso. Peço desculpas também por não garantir que os próximos threads serão publicados, estou tendo problemas com o computador.