dricobel
March 8th, 2010, 11:41 PM
Um total de 95% da floresta amazônica devem desaparecer até o ano de 2075. É o que aponta o estudo científico intitulado "Assessment of the Risk of Amazon Dieback" elaborado por cientistas japoneses com a colaboração dos pesquisadores brasileiros Carlos Nobre e Gilvan Sampaio, ambos do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe). Conduzido pelo Banco Mundial (Bird), o estudo avaliou o risco de parte dos recursos natuais da Amazônia entrar em colapso em decorrência do desmatamento, mudanças climáticas e queimadas.
Segundo o relatório do estudo, em 2025, cerca de 75% da cobertura florestal da Amazônia seriam perdidos. Em 2075, apenas 5% da floresta terão resistido ao processo de devastação. O estudo científico trabalha com o conceito de "Amazon Dieback". O termo ainda não tem tradução exata para o português, mas representaria uma redução da biomassa da floresta. "Podemos dizer que é o risco de colapso de parte da floresta. O ponto a que chega a floresta que, mesmo que se faça o reflorestamento, ela não retorna", explicou Sampaio em entrevista ao site da organização não-governamental (ONG) Amazônia.org.br.
O risco de colapso de parte da floresta, alertam os pesquisadores, é maior no leste da Amazônia, região que compreende os Estados do Pará e Maranhão. "Em nossos estudos, avaliamos que, principalmente no leste da Amazônia, com a mudança do clima mais a mudança no uso da terra, não se conseguirá mais sustentar ali uma floresta de pé, como é o caso da floresta amazônica. Existiria uma floresta com menos biomassa acumulada, que poderia ser semelhante a uma savana", frisa Sampaio.
Para ver a matéria completa assine O Liberal Digital.
http://www.orm.com.br/projetos/oliberal/interna/default.asp?modulo=247&codigo=460202
Segundo o relatório do estudo, em 2025, cerca de 75% da cobertura florestal da Amazônia seriam perdidos. Em 2075, apenas 5% da floresta terão resistido ao processo de devastação. O estudo científico trabalha com o conceito de "Amazon Dieback". O termo ainda não tem tradução exata para o português, mas representaria uma redução da biomassa da floresta. "Podemos dizer que é o risco de colapso de parte da floresta. O ponto a que chega a floresta que, mesmo que se faça o reflorestamento, ela não retorna", explicou Sampaio em entrevista ao site da organização não-governamental (ONG) Amazônia.org.br.
O risco de colapso de parte da floresta, alertam os pesquisadores, é maior no leste da Amazônia, região que compreende os Estados do Pará e Maranhão. "Em nossos estudos, avaliamos que, principalmente no leste da Amazônia, com a mudança do clima mais a mudança no uso da terra, não se conseguirá mais sustentar ali uma floresta de pé, como é o caso da floresta amazônica. Existiria uma floresta com menos biomassa acumulada, que poderia ser semelhante a uma savana", frisa Sampaio.
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