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March 19th, 2010, 01:28 AM
Grupo Trofa Saúde abre 4 hospitais e passa a facturar 200 milhões de euros por ano
O grupo Trofa Saúde vai abrir até 2012 quatro hospitais privados, passando a facturar anualmente 200 milhões de euros em oito unidades e a realizar dois milhões de actos médicos.
O presidente do grupo, José Vila Nova, adiantou à agência Lusa que o grupo vai consolidar a posição de quarto player do sector, passando a explorar oito hospitais e subindo a facturação dos actuais 60 para 200 milhões de euros anuais.
"O mercado privado do sector hospitalar representa actualmente 700 a 800 milhões de euros e pensa-se que, nos próximos três anos, crescerá até aos mil milhões de euros, dos quais nos caberá um quota de 20%", estima.
O grupo tem em curso investimentos de 175 milhões de euros na construção de quatro hospitais, em Braga (50 milhões) em Vila Nova de Gaia (40 milhões), em Albufeira (35 milhões) e em Alfena (50 milhões).
Os de Braga e Alfena abrem em Junho, o do Algarve no final de 2010 e o de Gaia no início de 2012. Somam-se aos já existentes na Trofa, em Lisboa, em Matosinhos e em Famalicão, a quatro clínicas em Paços de Ferreira, na Maia, na Trofa e em Lisboa e a outras unidades de prestação de serviços como o Instituto de Radiologia do Porto.
Em projecto estão ainda duas novas unidades para Vila Real e para o Barreiro, as quais deverão arrancar em 2011.
O grupo - revelou José Vila Nova - tem já parcerias em Angola (Luanda e Benguela), estando a ultimar um acordo com um parceiro local para a construção, nos próximos anos, de um hospital privado em Luanda.
O administrador financeiro Paulo Nogueira adianta que o grupo "funciona numa filosofia de rede integrada de saúde e de complementaridade entre as suas unidades com uma política de proximidade com os seus clientes". Se "num dado hospital houver uma valência que não esteja contemplada o doente não precisa de recorrer ao sistema público, já que ela existe noutra unidade do grupo". Segundo o responsável cada hospital tem todas as especialidades mas há áreas onde é "perito", como acontece com o da Boa Nova em Matosinhos, que "garante durante 24 horas e 365 dias por ano assistência à grávida e à criança, bem como a todas as situações do foro cardiovascular". Assume-se "como um projecto global de saúde, integrando um vasto portefólio de serviços médicos e de enfermagem - em todas as especialidades - desempenhado por um corpo clínico de elevada qualidade, na prevenção e tratamento da doença".
Os hospitais do grupo estão munidos de serviço de urgência, de blocos operatórios e de unidades de cuidados intensivos, como acontece, neste caso, na unidade que será aberta em Braga, construída em parceria com a empresa Britalar, SA.
O grupo funciona com acordos com seguradoras da área da saúde e com subsistemas estatais como os da PSP e da GNR e da ADSE e atende os cidadãos que procurem os seus serviços. Tem 2.000 trabalhadores permanentes nos vários hospitais, número que crescerá para cima de 3.000 nos próximos dois anos.
2010-03-18 10:00
Oje
O grupo Trofa Saúde vai abrir até 2012 quatro hospitais privados, passando a facturar anualmente 200 milhões de euros em oito unidades e a realizar dois milhões de actos médicos.
O presidente do grupo, José Vila Nova, adiantou à agência Lusa que o grupo vai consolidar a posição de quarto player do sector, passando a explorar oito hospitais e subindo a facturação dos actuais 60 para 200 milhões de euros anuais.
"O mercado privado do sector hospitalar representa actualmente 700 a 800 milhões de euros e pensa-se que, nos próximos três anos, crescerá até aos mil milhões de euros, dos quais nos caberá um quota de 20%", estima.
O grupo tem em curso investimentos de 175 milhões de euros na construção de quatro hospitais, em Braga (50 milhões) em Vila Nova de Gaia (40 milhões), em Albufeira (35 milhões) e em Alfena (50 milhões).
Os de Braga e Alfena abrem em Junho, o do Algarve no final de 2010 e o de Gaia no início de 2012. Somam-se aos já existentes na Trofa, em Lisboa, em Matosinhos e em Famalicão, a quatro clínicas em Paços de Ferreira, na Maia, na Trofa e em Lisboa e a outras unidades de prestação de serviços como o Instituto de Radiologia do Porto.
Em projecto estão ainda duas novas unidades para Vila Real e para o Barreiro, as quais deverão arrancar em 2011.
O grupo - revelou José Vila Nova - tem já parcerias em Angola (Luanda e Benguela), estando a ultimar um acordo com um parceiro local para a construção, nos próximos anos, de um hospital privado em Luanda.
O administrador financeiro Paulo Nogueira adianta que o grupo "funciona numa filosofia de rede integrada de saúde e de complementaridade entre as suas unidades com uma política de proximidade com os seus clientes". Se "num dado hospital houver uma valência que não esteja contemplada o doente não precisa de recorrer ao sistema público, já que ela existe noutra unidade do grupo". Segundo o responsável cada hospital tem todas as especialidades mas há áreas onde é "perito", como acontece com o da Boa Nova em Matosinhos, que "garante durante 24 horas e 365 dias por ano assistência à grávida e à criança, bem como a todas as situações do foro cardiovascular". Assume-se "como um projecto global de saúde, integrando um vasto portefólio de serviços médicos e de enfermagem - em todas as especialidades - desempenhado por um corpo clínico de elevada qualidade, na prevenção e tratamento da doença".
Os hospitais do grupo estão munidos de serviço de urgência, de blocos operatórios e de unidades de cuidados intensivos, como acontece, neste caso, na unidade que será aberta em Braga, construída em parceria com a empresa Britalar, SA.
O grupo funciona com acordos com seguradoras da área da saúde e com subsistemas estatais como os da PSP e da GNR e da ADSE e atende os cidadãos que procurem os seus serviços. Tem 2.000 trabalhadores permanentes nos vários hospitais, número que crescerá para cima de 3.000 nos próximos dois anos.
2010-03-18 10:00
Oje