Mccuisk
July 11th, 2010, 05:22 AM
Confira a introdução no wikinpédia sobre a cidade de Londrina:
Londrina é um município brasileiro localizado no norte e interior do estado do Paraná, a 369 km da capital paranaense, Curitiba. Considerada uma cidade grande, tem uma população estimada de 510.707 habitantes (IBGE/2009)[2] e é a segunda cidade mais populosa do Paraná e a terceira mais populosa da região Sul do Brasil.
Importante pólo de desenvolvimento regional e nacional, Londrina exerce grande influência sobre o norte do Paraná e é uma das cidades mais importantes da Região Sul do Brasil.
Londrina é sede de sua região metropolitana que conta também com 766.682 habitantes (IBGE/2009)[2]. É um centro regional e é composta de comércio, serviços, agroindústrias e uma densa qualidade na educação pública.
E lá tem a história completa da cidade, confira: http://pt.wikipedia.org/wiki/Londrina
O que destacar aqui é algumas fotos históricas da cidade...
Iniciando pela tema Café...
Veja as fotos:
http://camaraclara.pirgos.kinghost.net/projetos_fotoestrela/fotos_icones/icone_04_020_caf_043.jpg
http://camaraclara.pirgos.kinghost.net/projetos_fotoestrela/fotos_icones/icone_04_013_caf_006.tif.jpg
http://camaraclara.pirgos.kinghost.net/projetos_fotoestrela/fotos_icones/icone_04_caf_109000001.jpg
Separei uma reportagem sobre o café de Londrina da revista e a geada de 1975, confira:
01/06/2006 11:06
História do Café: Ninguém esquece Lavouras de café dizimadas pela geada de 1975
Folha de Londrina
1975: Ninguém esquece
Uma única frase sobreviveu ao sobrevôo do ex-governador Jaime Canet e do ex-presidente Ernesto Geisel pelas plantações de café da região de Londrina, Maringá e Umuarama, dizimadas pela geada de 1975, assistindo com tristeza a morte da esperança entre os produtores.
‘‘Está tudo perdido’’, sentenciaram os dois governantes com os pés já em terra firme, mas abalados pela constatação.
Naquele ano, as baixas temperaturas encantaram os curitibanos com a neve, mas a geada assombrou os cafeicultores do norte ao queimar até os grãos verdes de café.
Na sala do presidente do IBC, Camilo Calazans, o telex do presidente do Centro do Comércio do Café, em Londrina, João Moreira, antecipou as constatações pessimistas dos dois governantes que, no dia seguinte ao flagelo no campo, desembarcaram em Londrina.
‘‘Transmite ao presidente que o pior aconteceu. Foi a pior geada ocorrida nos últimos tempos, inclusive foi pior que a do ano de 1955. Já dei volta em torno dos cafezais da região e, infelizmente, todos foram atingidos’’, tentava exprimir na mensagem, a situação que paralisaria o mercado de café físico no mundo, em que as bolsas estavam em alta, sendo que a de Nova York abriu com 900 pontos para o mês e 200 para os meses futuros.
Em 1975, apesar dos efeitos negativos, a economia parananese já não dependia tanto do café, com uma industrialização crescente. O trigo e o soja ajudaram a amenizar os prejuízos.
As geadas já haviam protagonizado outras crises cafeeiras em 1953 e 1955, sendo que 80% da safra de 1954 foi comprometida pelo fenômeno.
Ao comentar os estragos de 1975, o presidente da Associação Paranaense dos Cafeicultores, Justino Vilela, foi otimista: ‘‘Agora é a hora de todos os cafeicultores se unirem para traçar o futuro da cafeicultura no Paraná’’, prospectou. O cenário paranaense cultivado pela tecnologia nas décadas seguintes, elevou os 63 mil hectares de café adensado para um total de 107 mil hectares. A revolução permite que o Estado, mesmo com uma área menor nos anos 90, mantenha a produção em alta.
Francismar Lemes
Reportagem Local
> http://www.revistacafeicultura.com.br/index.php?tipo=ler&mat=6504
Encontrei outra reportagem sobre o café em Londrina, esta faz um paralelo com a produtividade em grande escala no passado histórico e o seu desenvolvimento até os tempos atuais. Leia:
25/03/2010 - 08h00
Siga rota do café em Londrina e arredores
RAFAEL MOSNA
da Folha de S.Paulo, enviado especial a Londrina
Desde a geada de 1975 - que aconteceu em julho daquele ano e foi responsável por devastar cafezais no norte do Paraná, a produção de café não é mais tão forte em Londrina.
Universitários ditam o ritmo de Londrina (PR)
Mas o grão ainda é um ícone forte na cidade. O maior shopping se chama Catuaí, o maior teatro chama-se Ouro Verde e um dos hotéis, Sumatra. Todos nomes de variedades de café.
Rafael Mosna/Folha Imagem
Vagão de trem que não está mais em funcionamento e pode ser visitado no "[museu]":http://www2.uel.br/museu histórico, no prédio da antiga estação ferroviária
Vagão de trem que não está mais em funcionamento e pode ser visitado no museu histórico, no prédio da antiga estação ferroviária
Para efeito comparativo, em 1960 Londrina possuía 45.463 hectares de plantações de café e produzia 481.050 sacas beneficiadas do grão. Em 2009, a área de plantação diminuiu para 5.500 hectares, e a produção para 57.760 sacas beneficiadas.
Nas redondezas estão três grandes fábricas. A Cacique, em Londrina mesmo, a Itamaraty, em Rolândia (a 22 km de Londrina), e a Café Iguaçu, em Cornélio Procópio (a 63 km). Ao passar pelas rodovias onde estão localizadas as empresas, dá para sentir de longe aquele cheirinho de café no ar.
Para conhecer um pouco mais sobre essa parte da história da região, o Sebrae Paraná criou a Rota do Café, um roteiro de fazendas históricas, restaurantes rurais e museus.
"A ideia é que o turista possa fazer um roteiro em um final de semana, em um ou dois dias", conta Sérgio Garcia Ozório, gestor de projeto de turismo do norte do Paraná.
Em Londrina, não deixe de visitar a Vinícola Casa Müller, um pequeno sítio tocado pelo casal Eloy Müller, 61, e Cleide Müller, 58, que produz artesanalmente vinhos coloniais. "Há muitos anos preparamos vinho para amigos.
Rafael Mosna/Folha Imagem
Maracujá da Casa Müller, pequeno sítio que produz artesanalmente cerca de dez mil garrafas por ano de vinho colonial
Maracujá da Casa Müller, pequeno sítio que produz artesanalmente cerca de dez mil garrafas por ano de vinho colonial
Para vender, só há dez anos", diz Eloy, que produz cerca de dez mil garrafas por ano. Os melhores meses para visitar o local são junho e julho, quando as parreiras estão abarrotadas.
Próxima à cidade, no município de Arapongas (a 35 km), onde todas as ruas possuem nomes de pássaros, está a fazenda histórica Giocondo, fundada em 1928. Destes tempos, ainda estão as tulhas -onde o café é guardado- e o terrerão, destinado à secagem dos grãos.
"O trabalho é artesanal. Somos especializados no café tipo arábia gourmet e produzimos cerca de mil sacas por ano", conta Fábio Giocondo, neto dos imigrantes italianos que fundaram a fazenda. Quem visita pode comprar o café, moído e torrado, a R$ 10 o quilo.
>http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u711728.shtml
Quer saber sobre as estatística de produção do café, faça o downloads de todas as tabelas pelo site do IBGE: ftp://ftp.ibge.gov.br/Producao_Agricola/Estatisticas_Cafe_no_Estado_Parana_1998_2001/
Bom, no próximo post trarei algumas produtoras de café e seu faturamento nesses últimos anos e ainda fotos de suas fábricas.
*As fotos de café do topo se encontra em melhor qualidade no site http://camaraclara.pirgos.kinghost.net/projetos_fotoestrela/pg_04_cafe.htm#
E isso ai pessoal. Um pouco básico. Comentem o que acharam... desculpem pelos possivéis de digitalização do texto... mais estatística>> http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/agropecuaria/estatisticas_cafe_parana/cafe.pdf
(http://camaraclara.pirgos.kinghost.net/projetos_fotoestrela/pg_04_cafe.htm#)
Att,
Mccuisk
Londrina é um município brasileiro localizado no norte e interior do estado do Paraná, a 369 km da capital paranaense, Curitiba. Considerada uma cidade grande, tem uma população estimada de 510.707 habitantes (IBGE/2009)[2] e é a segunda cidade mais populosa do Paraná e a terceira mais populosa da região Sul do Brasil.
Importante pólo de desenvolvimento regional e nacional, Londrina exerce grande influência sobre o norte do Paraná e é uma das cidades mais importantes da Região Sul do Brasil.
Londrina é sede de sua região metropolitana que conta também com 766.682 habitantes (IBGE/2009)[2]. É um centro regional e é composta de comércio, serviços, agroindústrias e uma densa qualidade na educação pública.
E lá tem a história completa da cidade, confira: http://pt.wikipedia.org/wiki/Londrina
O que destacar aqui é algumas fotos históricas da cidade...
Iniciando pela tema Café...
Veja as fotos:
http://camaraclara.pirgos.kinghost.net/projetos_fotoestrela/fotos_icones/icone_04_020_caf_043.jpg
http://camaraclara.pirgos.kinghost.net/projetos_fotoestrela/fotos_icones/icone_04_013_caf_006.tif.jpg
http://camaraclara.pirgos.kinghost.net/projetos_fotoestrela/fotos_icones/icone_04_caf_109000001.jpg
Separei uma reportagem sobre o café de Londrina da revista e a geada de 1975, confira:
01/06/2006 11:06
História do Café: Ninguém esquece Lavouras de café dizimadas pela geada de 1975
Folha de Londrina
1975: Ninguém esquece
Uma única frase sobreviveu ao sobrevôo do ex-governador Jaime Canet e do ex-presidente Ernesto Geisel pelas plantações de café da região de Londrina, Maringá e Umuarama, dizimadas pela geada de 1975, assistindo com tristeza a morte da esperança entre os produtores.
‘‘Está tudo perdido’’, sentenciaram os dois governantes com os pés já em terra firme, mas abalados pela constatação.
Naquele ano, as baixas temperaturas encantaram os curitibanos com a neve, mas a geada assombrou os cafeicultores do norte ao queimar até os grãos verdes de café.
Na sala do presidente do IBC, Camilo Calazans, o telex do presidente do Centro do Comércio do Café, em Londrina, João Moreira, antecipou as constatações pessimistas dos dois governantes que, no dia seguinte ao flagelo no campo, desembarcaram em Londrina.
‘‘Transmite ao presidente que o pior aconteceu. Foi a pior geada ocorrida nos últimos tempos, inclusive foi pior que a do ano de 1955. Já dei volta em torno dos cafezais da região e, infelizmente, todos foram atingidos’’, tentava exprimir na mensagem, a situação que paralisaria o mercado de café físico no mundo, em que as bolsas estavam em alta, sendo que a de Nova York abriu com 900 pontos para o mês e 200 para os meses futuros.
Em 1975, apesar dos efeitos negativos, a economia parananese já não dependia tanto do café, com uma industrialização crescente. O trigo e o soja ajudaram a amenizar os prejuízos.
As geadas já haviam protagonizado outras crises cafeeiras em 1953 e 1955, sendo que 80% da safra de 1954 foi comprometida pelo fenômeno.
Ao comentar os estragos de 1975, o presidente da Associação Paranaense dos Cafeicultores, Justino Vilela, foi otimista: ‘‘Agora é a hora de todos os cafeicultores se unirem para traçar o futuro da cafeicultura no Paraná’’, prospectou. O cenário paranaense cultivado pela tecnologia nas décadas seguintes, elevou os 63 mil hectares de café adensado para um total de 107 mil hectares. A revolução permite que o Estado, mesmo com uma área menor nos anos 90, mantenha a produção em alta.
Francismar Lemes
Reportagem Local
> http://www.revistacafeicultura.com.br/index.php?tipo=ler&mat=6504
Encontrei outra reportagem sobre o café em Londrina, esta faz um paralelo com a produtividade em grande escala no passado histórico e o seu desenvolvimento até os tempos atuais. Leia:
25/03/2010 - 08h00
Siga rota do café em Londrina e arredores
RAFAEL MOSNA
da Folha de S.Paulo, enviado especial a Londrina
Desde a geada de 1975 - que aconteceu em julho daquele ano e foi responsável por devastar cafezais no norte do Paraná, a produção de café não é mais tão forte em Londrina.
Universitários ditam o ritmo de Londrina (PR)
Mas o grão ainda é um ícone forte na cidade. O maior shopping se chama Catuaí, o maior teatro chama-se Ouro Verde e um dos hotéis, Sumatra. Todos nomes de variedades de café.
Rafael Mosna/Folha Imagem
Vagão de trem que não está mais em funcionamento e pode ser visitado no "[museu]":http://www2.uel.br/museu histórico, no prédio da antiga estação ferroviária
Vagão de trem que não está mais em funcionamento e pode ser visitado no museu histórico, no prédio da antiga estação ferroviária
Para efeito comparativo, em 1960 Londrina possuía 45.463 hectares de plantações de café e produzia 481.050 sacas beneficiadas do grão. Em 2009, a área de plantação diminuiu para 5.500 hectares, e a produção para 57.760 sacas beneficiadas.
Nas redondezas estão três grandes fábricas. A Cacique, em Londrina mesmo, a Itamaraty, em Rolândia (a 22 km de Londrina), e a Café Iguaçu, em Cornélio Procópio (a 63 km). Ao passar pelas rodovias onde estão localizadas as empresas, dá para sentir de longe aquele cheirinho de café no ar.
Para conhecer um pouco mais sobre essa parte da história da região, o Sebrae Paraná criou a Rota do Café, um roteiro de fazendas históricas, restaurantes rurais e museus.
"A ideia é que o turista possa fazer um roteiro em um final de semana, em um ou dois dias", conta Sérgio Garcia Ozório, gestor de projeto de turismo do norte do Paraná.
Em Londrina, não deixe de visitar a Vinícola Casa Müller, um pequeno sítio tocado pelo casal Eloy Müller, 61, e Cleide Müller, 58, que produz artesanalmente vinhos coloniais. "Há muitos anos preparamos vinho para amigos.
Rafael Mosna/Folha Imagem
Maracujá da Casa Müller, pequeno sítio que produz artesanalmente cerca de dez mil garrafas por ano de vinho colonial
Maracujá da Casa Müller, pequeno sítio que produz artesanalmente cerca de dez mil garrafas por ano de vinho colonial
Para vender, só há dez anos", diz Eloy, que produz cerca de dez mil garrafas por ano. Os melhores meses para visitar o local são junho e julho, quando as parreiras estão abarrotadas.
Próxima à cidade, no município de Arapongas (a 35 km), onde todas as ruas possuem nomes de pássaros, está a fazenda histórica Giocondo, fundada em 1928. Destes tempos, ainda estão as tulhas -onde o café é guardado- e o terrerão, destinado à secagem dos grãos.
"O trabalho é artesanal. Somos especializados no café tipo arábia gourmet e produzimos cerca de mil sacas por ano", conta Fábio Giocondo, neto dos imigrantes italianos que fundaram a fazenda. Quem visita pode comprar o café, moído e torrado, a R$ 10 o quilo.
>http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/noticias/ult338u711728.shtml
Quer saber sobre as estatística de produção do café, faça o downloads de todas as tabelas pelo site do IBGE: ftp://ftp.ibge.gov.br/Producao_Agricola/Estatisticas_Cafe_no_Estado_Parana_1998_2001/
Bom, no próximo post trarei algumas produtoras de café e seu faturamento nesses últimos anos e ainda fotos de suas fábricas.
*As fotos de café do topo se encontra em melhor qualidade no site http://camaraclara.pirgos.kinghost.net/projetos_fotoestrela/pg_04_cafe.htm#
E isso ai pessoal. Um pouco básico. Comentem o que acharam... desculpem pelos possivéis de digitalização do texto... mais estatística>> http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/agropecuaria/estatisticas_cafe_parana/cafe.pdf
(http://camaraclara.pirgos.kinghost.net/projetos_fotoestrela/pg_04_cafe.htm#)
Att,
Mccuisk