View Full Version : No país, principais lideranças empresariais falam "uai"


Julio Rocha
August 23rd, 2010, 03:37 PM
Hegemonia. Minas Gerais conquista a liderança e se consolida à frente da CNI, SBPC, CNT, CBIC e outras


Entre eles: Robson , Clésio, Paulo, Sebastião; tem até mineiro de coração


HELENICE LAGUARDIA

http://www.otempo.com.br/otempo/scripts/diminuator.php?arquivo=/otempo/fotos/20100823/foto_22082010173404.jpg&w=220
De coração. Cledorvino Belini nasceu em São Paulo, mas adotou Minas Gerais como a sua terra


Minas Gerais ultrapassou os limites das montanhas e retomou projeção nacional com mineiros à frente de entidades que comandam um bom pedaço da riqueza do país. Na Confederação Nacional da Indústria (CNI), entidade com 72 anos, assumiu o são-joanense Robson Braga. Na Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC), a segunda mais importante do mundo, entrou o montes-clarense Sebastião Nelson Edy Guerra. Esses são exemplos recentes.

Como presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), o empresário Clésio Andrade já se consolidou como liderança do setor comandando a entidade há 16 anos. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o mineiro Paulo Safady, preside a entidade há oito anos.

Até o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), setor que responde por 23% do PIB industrial brasileiro, o paulista Cledorvino Belini, se considera um mineiro. "Costumo dizer que sou um paulista com dois corações; de São Paulo, onde nasci, e de Minas Gerais, que impregnou minha alma com suas características peculiares, seus valores telúricos e o jeito de ser de seu povo", fez poesia o também comandante da fábrica da Fiat, em Betim (MG) e que assumiu a Anfavea há quatro meses.

Apaixonado por carros, Belini deve grande parte da experiência de 37 anos no setor automotivo à permanência no Estado. "Nossa experiência profissional e pessoal, bastante aclimatada ao jeito negocial mineiro, é de trabalhar por consenso, sempre buscando convergência", elogiou.
O jeito mineiro de ser, Belini levou para sua atuação na Anfavea que, para ele, é e deve ser sempre a partir de uma unidade setorial de posicionamentos. "É isso que dá coerência, legitimidade e representatividade à entidade na defesa de políticas para a indústria automobilística brasileira", disse.



Estilo
Jeito mineiro ajuda a comandar
O estilo do mineiro na administração de empresas e entidades parece ter virado uma grife. “Tem um estilo mais aberto, de conciliação, de agregar, é nato e reconhecido”, enumerou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o belorizontino Paulo Safady.

A CBIC tem 60 entidades empresarias filiadas que geram 50 mil empregos no Brasil. Paulo Safady também foi eleito vice-presidente da Confederação Internacional das Associações de Contratadores, uma entidade composta pelas Federações da Américas, Europa e Ásia.
Para Paulo Safady, até mesmo a localização geográfica do Estado influencia na diferença em relação aos outros. “É por ser um Estado mediterrâneo, por representar um pouco de cada pedaço do país”, define a expansão do comando mineiro.

Engenheiro há mais de três décadas, Paulo Safady considera que a ascensão dos mineiros na economia nacional quebrou um pouco o predomínio de São Paulo. “Também tira as regionalidades do Nordeste e do Sul, que possuem vocação mais protecionista”, alegou.
Até no enfrentamento de conflitos, Paulo Safady considera a origem como fator decisivo na solução de problemas. “Só o mineiro tem algumas características que ajudam a caminhar melhor”, destacou. (HL)


Plástica
Medicina tem comandante do Estado
Jamais um mineiro havia ocupado a presidência da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), considerada a segunda maior sociedade da especialidade do mundo.

Quem conseguiu mudar a tradição foi o cirurgião plástico nascido em Montes Claros Sebastião Nelson Edy Guerra que ocupou o cargo no ano passado. Com 37 anos de experiência na especialidade, Sebastião Nelson cursou medicina na UFMG, onde se formou em 1969.

Pela lógica, o Estado de São Paulo, que congrega o maior número de cirurgiões plásticos, sempre esteve à frente devido ao maior berço eleitoral. “Naturalmente a decisão do futuro dirigente estaria nas mãos deste eleitorado, mas a comunhão de pensamento quebrou este paradigma”, justificou a quebra de uma tradição.

Com uma média de 700 mil cirurgias plásticas por ano no Brasil, Sebastião Nelson terá ainda mais projeção. “Este número será ultrapassado neste ano”, afirmou Nelson. (HL)
Publicado em: 23/08/2010


Fonte:
http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdEdicao=1765&IdCanal=5&IdSubCanal=&IdNoticia=149225&IdTipoNoticia=1

GIM
August 24th, 2010, 12:07 AM
Algumas lideranças mineiras citadas neste tipo de reportagem, que eu particularmente acho bobo ( ou seria melhor: o cúmulo da jequice?), tal como Clésio Andrade são mais prá mineirice (malandragem, coisa rídicula, jeito não muito exemplar), do que mineiridade (comum ou próprio de mineiro, no sentido positivo).... citam até como mineiro, um empresário que... não é mineiro...
E daí que um mineiro ocupa a Chefia da Sociedade de cirurgia plástica???? e se fose um paraibano...um gaucho...???

É a reportagem Jeca Totalhttp://www.skyscrapercity.com/images/smilies/tyty.gif

Emanuel Paiva
August 25th, 2010, 02:21 PM
Algumas lideranças mineiras citadas neste tipo de reportagem, que eu particularmente acho bobo ( ou seria melhor: o cúmulo da jequice?), tal como Clésio Andrade são mais prá mineirice (malandragem, coisa rídicula, jeito não muito exemplar), do que mineiridade (comum ou próprio de mineiro, no sentido positivo).... citam até como mineiro, um empresário que... não é mineiro...
E daí que um mineiro ocupa a Chefia da Sociedade de cirurgia plástica???? e se fose um paraibano...um gaucho...???

É a reportagem Jeca Totalhttp://www.skyscrapercity.com/images/smilies/tyty.gif

:lol: