View Full Version : RMB - Evandro Chagas - maior complexo para estudo e pesquisa de vírus da América Latina.
Guajará September 25th, 2010, 05:51 PM Campus Ananindeua, região Metropolitana de Belém;
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Evandro Chagas inaugura laboratórios de biossegurança de R$ 25 milhões
Com a participação do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, foi inaugurado no final da manhã de ontem o maior complexo para estudo e pesquisa de vírus da América Latina, composto por dois laboratórios de biossegurança 3, que destinam-se ao trabalho com agentes de risco biológico da classe 3, ou seja, com microrganismos que acarretam elevado risco individual e baixo risco para a comunidade. O complexo, que já está funcionando no campus Ananindeua do Instituto Evandro Chagas (IEC), faz parte das novas instalações da seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas (Saarg) do instituto e custou ao governo federal R$ 25,5 milhões.
http://lh4.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TJ4ZOvUTbeI/AAAAAAAAEhU/CyPSHunALxo/imagem.JPG
Os Laboratórios de Nível de Biossegurança 3 (NB3) e de Biossegurança 3 Animal (NBA3) funcionarão como central de estudos sobre vírus, entre eles o da dengue e o da febre amarela. Além dos arbovírus, aqueles transmitidos por seres artrópodes (insetos e crustáceos), do hantavírus, influenza aviária e vírus zoonóticos, o que significa que o Brasil agora integra a rede de países que detêm tecnologia de ponta na pesquisa de agentes virais de alto risco.
Durante a cerimônia de inauguração do NB3 e do NBA3, além do ministro da Saúde, estiveram presentes a diretora do IEC, a pesquisadora Elisabeth Santos, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Gerson Penna, e a secretária estadual de saúde, Silvia Cumaru.
Elisabeth Santos, diretora do IEC, disse que os laboratórios são um importante passo na área científica dentro da Amazônia, pois permitirão, ainda, que pesquisadores da América Latina e da América Central, trabalhem no monitoramento de antigas e novas doenças virais.
"Vamos continuar a fazer o que já fazíamos antes, mas agora com mais segurança", avaliou.
INVESTIMENTOS
O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério, Gerson Penna, que é paraense, revelou que para 2011 o Instituto Evandro Chagas receberá o dobro de investimentos que recebera este ano e ressaltou, orgulhoso, que a inauguração do NB3 e do NBA3 significa a proteção da humanidade.
"É uma satisfação enorme, como homem da Amazônia, mostrar a importância de se preparar ações de controle em todo o mundo".
Último a se pronunciar, antes de retirar a cobertura das placas de inauguração dos dois laboratórios, o ministro Temporão destacou o trabalho realizado pelo Instituto Evandro Chagas. "Vejo esta instituição como uma irmã. Este instituto é referência para a Organização Mundial de Saúde (OMS) e com esses dois novos laboratórios está ampliando a capacidade de pesquisa", observou.
O ministro adiantou que em breve a instituição será transformada em fundação, o que ampliará ainda mais a sua participação na área científica internacional. "Até o final do ano o Instituto Evandro Chagas passará a ser uma fundação e a doutora Elisabeth Santos me fez prometer que viria pessoalmente. Não tenho como resistir ao charme desta senhora, eu venho", prometeu, brincando, Temporão, que, em seguida, visitou as instalações dos laboratórios inaugurados até seguir para o almoço com a governadora.
http://www.orm.com.br/projetos/oliberal/interna/default.asp?modulo=247&codigo=484283
Sede do Instituto Evandro Chagas em Belém.
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Guajará September 25th, 2010, 05:58 PM A noticia é de grande importância, e a intenção é postar aqui atualizações sobre vírus e outras pesquisas que envolvem o E.C, assim como outras notícias da região.
Guajará September 25th, 2010, 06:07 PM Confirmados 12 casos de dengue tipo 4
Subiu para 12 o total de casos confirmados de dengue tipo 4 em Roraima.
A confirmação partiu do Instituto Evandro Chagas (IEC), de Belém (PA), depois de analisar 70 amostras. Em agosto, havia apenas três situações positivas aqui no Estado. Do total confirmado, 10 foram de Boa Vista e dois do Cantá (um na Vila Central e outro na sede administrativa).
As nove confirmações recentes foram encaminhadas pelo IEC ontem (23) à noite. Os casos de Boa Vista foram identificados nos bairros 13 de Setembro, Senador Hélio Campos, Dr. Silvio Leite e Jóquei Clube.
Dois técnicos do Ministério da Saúde (MS) estão em Boa Vista para acompanhar as ações de combate ao vetor. Segundo o gerente do Núcleo Estadual de Dengue e Febre Amarela, da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), Joel Lima, apesar de o número de casos de dengue 4 não ser elevado, é preocupante, porque essa doença pode se proliferar com o tempo.
Ações
Diante da problemática, as autoridades sanitárias decidiram intensificar as ações na Vila Central, com busca ativa e eliminação de criadouros do mosquito Aedes Aegypti. Na sede do Cantá as atividades de limpeza, orientação e visita às residências foram feitas no mês passado.
Em Boa Vista, 140 agentes de endemias vão visitar as casas dos bairros 13 de Setembro, Senador Hélio Campos, Dr. Silvio Leite e Jóquei Clube, a fim de eliminar os criadouros e alertar aos moradores quanto o risco de proliferação da doença.
Segundo Lima, nesta etapa do trabalho não usaremos inseticidas e nem coletados sangue. “Vamos intensificar a busca e eliminação de criadouros. O uso de inseticida não será possível porque já aplicamos e depende de um prazo para nova aplicação”, justificou.
Dengue no geral
Até o momento, foram confirmados 6.383 casos de dengue em Roraima. São 6.125 clássicos (incluindo os 12 do tipo 4), 181 com complicações, 77 com febre hemorrágica. No ano passado, de janeiro a setembro, foram confirmados 2.878 casos.
“A população tem que se atentar para a evolução da doença e contribuir, mantendo os quintais limpos e evitar o acúmulo de água limpa por mais de cinco dias”, alertou Lima, ao adiantar que as pessoas não devem se medicar por conta própria, o que pode complicar o quadro.
http://www.bvnews.com.br/cotidiano7149.html
Guajará September 25th, 2010, 10:52 PM http://www.iec.pa.gov.br/devidencia/febreamarela/pt/images/banner.jpg
A Febre amarela vem recebendo destaque na mídia brasileira, pois embora a forma urbana esteja erradicada, o país está infestado pelo mosquito transmissor da forma urbana da doença - o Aedes aegypti.
É uma doença infecciosa grave, causada pelo vírus da febre amarela, que em sua forma grave ataca o fígado e os rins, podendo levar à morte. Os principais sintomas são: febre alta, calafrios, dor de cabeça, dores musculares, prostração, náuseas, vômitos com alimentos ou sangue, mucosas da boca e dos olhos amareladas e pele amarelada.
Existem dois tipos diferentes de ciclos da febre amarela: o ciclo silvestre e o ciclo urbano. A febre amarela silvestre é uma doença típica de animais, principalmente de macacos, sendo transmitida do animal doente ao animal sadio por mosquitos de várias espécies dos gêneros Haemagogus e Sabethes que vivem somente nas matas. Deste modo, o homem somente poderá se infectar se for à mata ou às suas proximidades a passeio ou para exercer alguma atividade sem estar vacinado. Já a febre amarela urbana é transmitida do homem doente ao homem sadio através da picada do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue) infectado.
Portanto, ainda há o perigo de disseminação da doença, pois se uma pessoa for picada na mata por um mosquito infectado com o vírus da febre amarela (ciclo silvestre) e vier adoecer numa cidade onde exista o Aedes aegypti em densidade elevada e aí for picada por este mosquito, este poderá se infectar e espalhar a doença pela cidade, provocando uma epidemia da forma urbana da doença.
A doença demora de três a seis dias para se manifestar e a única forma de evitá-la é por meio da vacinação.
A vacina está disponível nos postos de saúde de todo o Brasil e nos postos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) presentes em todos os aeroportos do País. Os portos e aeroportos mantêm permanentemente postos de vacinação.
Recomenda-se que todas as pessoas, especialmente turistas, com destino às regiões consideradas áreas endêmicas da febre amarela tomem a vacina. As regiões Norte e Centro-Oeste, o estado do Maranhão e oeste dos estados da Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul são os locais de maior risco de se contrair a doença. O ideal é se vacinar com dez dias de antecedência para que o organismo tenha tempo de produzir anticorpos protetores.
Qualquer pessoa pode se vacinar (exceto: pacientes febris, portadores de câncer, AIDS severa, e pessoas usando medicamentos imussupressores e menores de 6 meses de idade). Gestantes somente devem ser vacinadas se o risco de exposição for muito grande e não puder ser evitada. A revacinação deve ser feita a cada dez anos. A vacina pode ser aplicada a partir dos seis meses de vida nos locais de risco e dos doze meses em áreas indenes. A recomendação é que todos os que estão planejando viajar para regiões endêmicas da febre amarela procurem os postos de vacinação e sejam vacinados.
Para se prevenir contra febre amarela e dengue, é importante que a população impeça a proliferação do Aedes aegypti. O combate deve ser feito com a eliminação dos mosquitos adultos e, principalmente, com o extermínio dos criadouros de larvas. A água limpa que fica acumulada em locais como caixas d’água, cisternas, latas, pneus, cacos de vidro e vasos de plantas, é propícia para que o mosquito deposite os ovos, que se transformarão em larvas e depois em mosquitos adultos. São simples os cuidados que todos devem tomar não apenas no período de maior incidência de chuva, mas também no cotidiano. Veja algumas ações abaixo:
1- Encha de areia os pratinhos que são colocados abaixo dos vasos de plantas;
2- Jogue no lixo qualquer objeto que possa acumular água, como garrafas e latas;
3- Mantenha a caixa d’água fechada, assim como tonéis e barris;
4- Lave com escova e sabão garrafas e jarras utilizadas para guardar água;
5- Despeje o lixo em sacos plásticos, porém nunca em terrenos baldios;
6- Não deixe água acumulada nas lajes ou calhas;
7- Trate adequadamente a piscina com cloro;
8- Guarde as garrafas, baldes ou latas vazias de cabeça para baixo.
Caso sua dúvida não tenha sido esclarecida, entre em contato.
Referência para esclarecimento no Instituto Evandro Chagas
SAARB - Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas
Laboratório de Referência Nacional para Febre Amarela
End.: Rodovia BR-316 km 7 s/n - Levilândia - 67030-000 - Ananindeua / Pará / Brasil
Tel. Secretaria: +55 (91) 3214- 2288
Fax: +55 (91) 3214-2299
E-mail: saarb@iec.pa.gov.br
http://www.iec.pa.gov.br/devidencia/febreamarela/pt/index.htm
Guajará September 25th, 2010, 11:23 PM Dez estados têm risco muito alto de epidemia de dengue, diz ministro
Projeção para 2011 foi anunciada por José Gomes Temporão.
Ministério da Saúde cria novo indicador chamado Risco Dengue.
Dez estados do Brasil correm risco muito alto de epidemia de dengue no primeiro semestre de 2011, período no qual as incidências da doença aumentam. Outros nove apresentam risco alto e cinco, mais o Distrito Federal, foram considerados como áreas de risco moderado.
O anúncio foi feito por José Gomes Temporão, ministro da Saúde, nesta quarta-feira (1º) em coletiva na sede do Ministério da Saúde, em Brasília.
O risco muito alto está presente nos estados Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernanbuco, Piauí, Rio de Janeiro e Sergipe.
As unidades federativas do Alagoas, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins apresentam risco alto.
Um novo indicador para monitoramento da dengue, com foco nos sorotipos 1, 2 e 3 será adotado por todos o municípios do país para o controle da epidemia. Chamada Risco Dengue, a ferramenta consiste em cinco indicadores, três de saúde, um ambiental e outro demográfico.
Os critérios, circulação do vírus, incidência da doença entre 2000 e 2010, números de infestações, somados a indicador de densidade demográfica e dados sobre abastecimento de água e coleta de lixo, servirão para identificar melhor as áreas com maior chance de desenvolver uma epidemia e antecipar as medidas de combate, especialmente ao vetor Aedes Aegypti.
Um dos objetivos do projeto é o de ampliar a adoção do LIRA, mecanismo anterior para controle da dengue no país, com 80% de eficácia. Para Temporão, o Risco Dengue possui a vantagem de ser mais sensível e permitir a detecção mais rápida do quadro epidemiológico nos "pontos quentes" ou regiões de risco maior.
"É um indicador mais sensível, incorpora o abastecimento de água e a limpeza, além da densidade populacional", disse o ministro. "A probabilidade de avaliar o risco é ainda maior."
Dengue 4
Temporão afirmou que nenhuma medida adicional será tomada em relação à possibilidade de disseminação do sorotipo 4 da dengue, vindo da Venezuela e que afetou três pessoas em Roraima, com outros 9 casos suspeitos analisados no Instituto Evandro Chagas, em Belém.
Para o ministro, o vírus, que não circulava no país há 28 anos, foi combatido com sucesso no estado. "Todas as medidas de contenção como borrifamentos, visitas domiciliar, informação à população e bloqueio dos bairros com casos foram tomadas", disse Temporão. "Do ponto de vista prático, não há evidência do vírus em outros estados."
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/09/dez-estados-tem-risco-muito-alto-de-epidemia-de-dengue-diz-ministro.html
loucopormaniçoba September 26th, 2010, 01:03 AM Muito interessante o fato da RMB estar se tornando um centro de pesquisas científicas (área médica e outras), tecnológicas e de desenvolvimento sustentável. Daqui a alguns anos seremos referência nacional em vários campos. Só um detalhe, esse complexo científico já foi inaugurado a cerca de um mês ou mais, mas achei oportuna, providencial e necessária a criação deste tópico. Valeu!
dricobel September 26th, 2010, 02:59 AM Não fazia idéia de que a estrutura do IEC fosse tão grande em Ananindeua!!!
Guajará September 26th, 2010, 03:18 PM É muito grande mesmo. Acho que a foto acima nem mostra todo o complexo.
Guajará September 26th, 2010, 03:21 PM http://www.iec.pa.gov.br/devidencia/influenzaa/images/inf_a2.jpg
Os vírus influenza são compostos de RNA de hélice única, da família dos Ortomixovírus e subdividem-se em três tipos: A, B e C, de acordo com sua diversidade antigênica. Os vírus podem sofrer mutações (transformações em sua estrutura). Os tipos A e B causam maior morbidade (doença) e mortalidade (mortes) que o tipo C. Geralmente as epidemias e pandemias (epidemia em vários países) estão associadas ao vírus influenza A. As principais características do processo de transmissão da influenza são: alta transmissibilidade, principalmente em relação à influenza A; maior gravidade entre os idosos, as crianças, os imunodeprimidos, os cardiopatas e os pneumopatas; rápida variação antigênica do vírus influenza A, o que favorece a rápida reposição do estoque de susceptíveis na população; apresenta-se como zoonose entre aves selvagens e domésticas, suínos, focas e eqüinos que, desse modo, também constituem-se em reservatórios dos vírus. Outras informações podem ser encontradas no Guia de Vigilância Epidemiológica da Influenza/Ministério da Saúde.
Os sintomas da Gripe, muitas vezes, se assemelham aos do resfriado.
Resfriado: caracteriza-se pela presença de sintomas relacionados ao comprometimento das vias aéreas superiores, como congestão nasal, rinorréia, tosse, rouquidão, febre variável, e menso frequentemente mal-estar, mialgia, cefaléia.
O quadro geralmente é brando, de evolução benigna (2 a 4 dias), mas podem ocorrer complicações como otites, sinusites e bronquites, e quadros graves , de acordo com o agente etiológico em questão. Tem como principal agente causal os Rhinovírus (mais de 100 sorotipos), embora também seja comumente causado pelo vírus Parainfluenza, Coronavírus, Vírus Sincicial Respiratório, Adenovírus, Enterovírus.
Há ainda outros agentes infecciosos, que podem causas sintomas respiratórios que simulam o quadro de resfriado, como Clamydia pneumoniae e Mycoplasma pneumoniae, Streptococcus sp. E agravos não infecciosos: uma série de condições apresentam os principais sintomas de resfriado (tosse, congestão nasal, rinorréia, rouquidão e dor de garganta), a saber: a rinite alérgica (mais comum); a polipose nasal, a rinite atrófica, as alterações do septo nasal e a presença de corpo estranho em cavidade nasal.
Fonte: Ministério da Saúde
Caso sua dúvida não tenha sido esclarecida, entre em contato.
Referência para esclarecimento no Instituto Evandro Chagas
SAVIR - Seção de Virologia
Laboratório de Referência Regional em Influenza
End.: Rodovia BR-316 km 7 s/n - Levilândia - 67030-000 - Ananindeua / Pará / Brasil
Tel. Secretaria: +55 (91) 3214- 2006
Fax: +55 (91) 3214-2005
E-mail: secvirologia@iec.pa.gov.br
http://www.iec.pa.gov.br/devidencia/influenzaa/index.htm
Guajará September 28th, 2010, 02:37 PM http://lh6.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TKIilUB-JyI/AAAAAAAAEmA/4MDcLJAx4_g/A3.jpg
jornal Diário do Pará 22/03/2010 A3.
dricobel September 28th, 2010, 02:42 PM Belém poderia se tornar um pólo de referência em pesquisas relacionadas a área da saúde!!!
Pra começar temos um dos três mais importantes institutos de pesquisas do país, I.E.C. Instituto Evandro Chagas!! :)
Guajará September 28th, 2010, 02:47 PM Belém poderia se tornar um pólo de referência em pesquisas relacionadas a área da saúde!!!
Pra começar temos um dos três mais importantes institutos de pesquisas do país, I.E.C. Instituto Evandro Chagas!! :)
Se tudo der certo, ainda podemos contar com aquele projeto da fábrica de vacinas. :)
depois eu procuro a noticia e posto aqui.
dricobel September 28th, 2010, 02:49 PM ^^
boa notícia, não sabia dessa fábrica de vacinas! :)
Guajará September 28th, 2010, 03:14 PM http://lh3.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TKHpqZRs38I/AAAAAAAAElw/WaL4tOr6htY/atua15.JPG
publicado no jornal O Liberal 09/05/2010.
Guajará September 28th, 2010, 07:19 PM http://lh4.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TKHlF-5X7hI/AAAAAAAAElo/dxk7ZK3zsKE/poder3.JPG
publicado no Jornal O Liberal 28/09/2010 poder3.
dricobel September 28th, 2010, 08:24 PM http://lh3.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TKHpqZRs38I/AAAAAAAAElw/WaL4tOr6htY/atua15.JPG
publicado no jornal O Liberal 09/05/2010.
Tomara que essa fábrica venha para cá :)
Guajará September 29th, 2010, 02:27 PM http://lh4.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TKMwhsPCCUI/AAAAAAAAEmw/kguv1Sqq9lo/A11.JPG
jornal Diário do Pará 29/09/2010 A11.
luiz belenense October 1st, 2010, 01:58 PM Um Instituto de fundamental importância para a nossa região e pro Brasil !!
é um dos 3 únicos centros de pesquisa de referencia no Brasil!
parabéns Fabi, pelo thread :applause:
Guajará October 1st, 2010, 04:54 PM Um Instituto de fundamental importância para a nossa região e pro Brasil !!
é um dos 3 únicos centros de pesquisa de referencia no Brasil!
parabéns Fabi, pelo thread :applause:
Valeu Luiz :okay:
conto com vocês pra postar informações :cheers:
Jorge Luís October 9th, 2010, 01:43 PM E também um dos centros de pesquisas endêmicas mais importantes do mundo. lool
Sergiw October 9th, 2010, 07:52 PM :cheers:
Orgulho para todos nós, amazônidas!
Guajará October 13th, 2010, 02:18 PM http://lh4.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TLWi6hQcgTI/AAAAAAAAEyg/9-qglcTSlb0/atua11.jpg
publicado no jornal O Liberal 13/10/2010 caderno atualidades 11.
Guajará October 13th, 2010, 04:44 PM http://lh5.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TLWkPIAfZpI/AAAAAAAAEy0/RnSi1ceWodI/atua11%2C0.jpg
publicado no jornal O Liberal 13/10/2010 caderno atualidades 11.
luisaugusto October 14th, 2010, 12:12 AM Que beleza hem guajará!
Tecnologia de ponta!
Guajará October 14th, 2010, 02:25 PM Valeu luisaugusto
:okay:
Guajará October 21st, 2010, 06:28 PM http://lh6.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TNLvcciqGNI/AAAAAAAAFFE/eT1cdZVw5Pk/atua7.JPG
publicado no jornal O Liberal 21/10/2010 caderno atualidades 7.
Guajará November 4th, 2010, 07:45 PM http://www.iec.pa.gov.br/devidencia/chagas/pt/images/banner.jpg
Quais as formas de contágio da Doença de Chagas?
A forma de transmissão mais conhecida é pela picada do inseto “barbeiro” contaminado pelo protozoário. Este inseto tem por hábito defecar após sugar o sangue das pessoas, o que ocorre habitualmente no período noturno, enquanto o indivíduo dorme o inseto infectado com o Trypanossoma cruzi, este parasito é eliminado em suas fezes e, pelo contato com o local da picada (que se dá geralmente no rosto, daí o nome de “barbeiro”), ao coçar, penetra na corrente sangüínea da pessoa. Existem outros meios de se transmitir a doença, são eles: a transmissão congênita, ou seja, da mãe chagásica para o filho durante a gravidez, aleitamento materno, transfusão de sangue, mediante a recepção de órgãos transplantados de indivíduos infectados, a contaminação em acidentes de laboratório, mais freqüente pela manipulação de material contaminado e a contaminação por ingestão de alimentos que contenham fezes de barbeiros infectados.
A Doença de Chagas é uma doença grave?
Sim, pode ser. Muitas pessoas adquirem a infecção durante a infância. O estágio mais precoce da infecção geralmente não é grave, causando sintomas que regridem em algumas semanas. Mas às vezes o quadro é grave e pode levar à morte, principalmente as crianças. Entretanto, cerca de 1/3 dos pacientes infectados, os sintomas vão surgir após 10 a 20 anos, diminuindo a expectativa de vida em média de 9 anos.
Quanto tempo depois do contágio aparece os primeiros sintomas?
Para esta resposta é necessário considerarmos as várias formas de transmissão. Na transmissão vetorial, ou seja, através do “barbeiro”, o período médio varia entre 10 a 14 dias após o contato com o inseto vetor. Na transmissão oral os períodos são variáveis e por vezes difíceis de serem identificados, variando entre 3 até 25 dias após a contaminação. Para a transmissão acidental, na qual o parasita é inoculado diretamente na corrente sanguínea, o período de incubação pode ocorrer em até 10 dias. Quando adquirida por transfusão de sangue, o período de incubação varia de 30 a 40 dias.
Considerando as três fases da Doença de Chagas, produzida por Trypanosoma cruzi (aguda, indeterminada, crônica); em geral, as formas crônicas da doença permanecem assintomáticas (sem apresentar sintomas da doença) durante 10 a 20 anos e vão se manifestar mais de 10 anos após a infecção inicial. No entanto neste período assintomático, o parasita continua a se reproduzir em baixos números, causando danos irreversíveis que mesmo com tratamento, geralmente devido à cardiomiopatia (insuficiência cardíaca), pode ser fatal. Há ainda alguns casos de morte súbita.
A doença é curável na maioria dos casos e o tratamento aumenta a esperança e a qualidade de vida.
Quais são os principais sintomas e aspectos clínicos da Doença de Chagas?
Na fase aguda da infecção, os principais sintomas podem ser: febre, aparecimento de gânglios, crescimento do baço e fígado, alterações elétricas do coração e ou inflamação das meninges nos casos graves, que duram em média de 3 a 8 semanas. Se o contato com o barbeiro for na região próxima ao olho, ocorre inchaço neste local (conhecido como "sinal de Romaña"). Se o barbeiro tiver picado a pessoa no braço ou nas pernas, forma-se um furúnculo, chamado de "chagoma de inoculação". Estes sinais constituem as chamadas "portas de entrada" aparentes da infecção.
Na fase crônica, a maioria (cerca de 70%) dos portadores da doença permanece durante longo tempo, em torno de duas a três décadas, sem apresentar nenhum sintoma, ou seja, sem nenhuma alteração de seu quadro clínico. Esta é a chamada forma assintomática ou indeterminada da doença.
Quando surgem os sintomas da fase crônica, eles estão relacionados a distúrbios no coração (forma cardíaca) e/ou no esôfago e intestino (forma digestiva). Nestes casos, a evolução da doença vai depender do grau de acometimento de tais órgãos e do recurso à assistência médica.
Quando o coração é atingido, o comprometimento pode se dar na parte elétrica e as queixas mais freqüentes são as palpitações (sensação de batida do coração fora do ritmo normal), as taquicardias (aceleração das batidas sem causa aparente), sensação de desmaio ou até desmaio propriamente dito (síncope). No comprometimento do músculo cardíaco, ocorrem sintomas como a falta de ar devido a médios e pequenos esforços físicos, tosse freqüente e inchação nas pernas e na barriga.
Nos casos de agressão cardíaca, a miocardiopatia dilatada é um fator de mal prognóstico, ou seja, indica prováveis complicações na evolução da doença, em especial quando há severa disfunção da capacidade de bombear sangue ou quando ocorrem arritmias graves, que podem levar à morte súbita.
A forma cardíaca é a principal causadora de limitações ao doente chagásico, pela incapacitação ao trabalho, e a principal responsável por casos fatais da doença.
A forma digestiva da doença é caracterizada pela dilatação do esôfago e/ou do intestino (respectivamente, mega-esôfago e megacólon), a qual tende a aumentar progressivamente ao longo dos anos.
Quando o órgão comprometido é o esôfago, a principal queixa é a dificuldade de engolir alimentos, especialmente sólidos, além da regurgitação após refeições. No caso do intestino, o indivíduo fica sem evacuar por longos períodos, responde muito pouco ao tratamento com dieta laxativa e necessita freqüentemente de lavagens por via retal.
É importante destacar que, apesar dos casos em que ocorrem alterações cardíacas e digestivas, a maioria dos indivíduos infectados com a doença de Chagas encontra-se na forma assintomática, ou seja, na condição de mero portador, sem repercussões importantes em seu ambiente familiar e de trabalho, mantendo-se nesta condição ao longo de toda a sua vida.
O que fazer quando encontrar um inseto (besouro) que suspeite ser um “barbeiro”?
Não mate, não esmague e nem coloque no álcool. Coloque o inseto numa caixinha ou frasco vazio sem conservante e leve até um posto de referência entomológica (Posto de Saúde, centros de controle de zoonoses, centros de pesquisa) para que ele seja identificado (confirmando se realmente é um barbeiro), e examinado, para sabermos se ele está infectado pelo Trypanosoma cruzi. Se estiver, e se tiver sido encontrado em contato direto com os moradores, vale a pena fazer um exame do sangue destas pessoas. Este exame pesquisa a existência de anticorpos contra o Trypanosoma cruzi no sangue (se há anticorpos, há infecção), considerando-se, porém, que estes anticorpos só aparecem cerca de 30 dias depois da infecção. O Sistema Único de Saúde (SUS) deverá estar preparado para pesquisar na casa a existência de outros barbeiros além do que foi encontrado, e se necessário, deve borrifá-la com inseticida adequado.
Há perigo em tomar o suco do açaí comprado nos pontos de vendas da cidade (Belém)?
Devemos ter cuidado com todo e qualquer alimento consumido não só em Belém, mas em qualquer lugar, quando não sabemos quais os cuidados que foram tomados no preparo do alimento, principalmente os preparados artesanalmente, como é o caso do açaí e do caldo de cana. Porém, devemos verificar se o local onde está sendo batido é limpo e se o fruto passou pelos cuidados necessários para eliminar qualquer risco de contaminação.
O congelamento da polpa do açaí elimina a possibilidade de contrair a Doença de Chagas? À que temperatura da água o Trypanossoma é eliminado?
Sim. O suco do açaí congelado em casa e consumido somente no dia seguinte elimina o protozoário Trypanosoma cruzi no suco.
O congelamento mínimo é de 20°C negativos pelo menos por 8 horas até completa rigidez em freezer. O congelador da geladeira não é recomendado pois não alcança a temperatura de -20°C.
As empresas que comercializam o produto congelam em câmara, onde a temperatura passa de -30°C, isso sem contar antes com a pasteurização e a higienização.
mais informaçoes;
http://www.iec.pa.gov.br/devidencia/chagas/pt/quest.htm#10
Guajará November 5th, 2010, 04:47 PM http://lh6.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TNQYIZ40SoI/AAAAAAAAFGE/sqyAwV8enBA/atua12.JPG
publicado no jornal O Liberal 05/11/2010 atualidades12.
Guajará November 10th, 2010, 02:19 PM http://lh6.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TNqbMsrhf3I/AAAAAAAAFJs/WUUPCU3kGTI/a7.JPG
publicado no jornal Diário do Pará 10/11/2010 A7.
Guajará November 10th, 2010, 02:34 PM http://lh3.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TNqbNS1rLYI/AAAAAAAAFJw/3I-K_7kf1eU/atua10.JPG
publicado no jornal O Liberal 10/11/2010 caderno atualidades 10.
Esse é o nosso ministério da Saúde.
Guajará November 10th, 2010, 09:50 PM Município no Pará tem quase metade da população com casos de malária
Anajás, na Ilha do Marajó, foi construída em cima de criadouros.
Amazônia teve 300 mil casos da doença no primeiro semestre de 2010.
Do Globo Amazônia, com informações do Bom Dia Brasil
O município de Anajás, na Ilha de Marajó, no Pará, registrou cerca de 10 mil casos de malária só no primeiro semestre de 2010. A doença atingiu quase metade da população da cidade, que tem 25 mil habitantes.
Por conta do número elevado de casos, a prefeitura de Anajás mantém uma casa na periferia de Belém. “Todas as semanas chega gente com malária. Vem gente de barco. Vem gente de avião”, diz a coordenadora da Casa de Apoio, Maria Mesquita Soares.
Anajás foi foi construída em cima de um imenso criadouro de mosquitos. Toda a área alagada é foco do mosquito, as casas têm palafitas e uma passarela suspensa ajuda as pessoas a caminharem.
A dona de casa Alzira Martins nem sabe mais quantos exames da doença ela já fez. “Às vezes, a gente guarda papel. Às vezes, não. Tenho uma lata cheia de papéis de malária”, diz ela.
Autoridades municipais em Anajás alegam que não podem fazer mais do que já fazem. “Quando você comprova que é malária, a única medicação é a primaquina e a quinina. São medicamentos que normalmente estão faltando no município”, diz a diretora do Hospital de Anajás, Marilândia Lucena.
Em Brasília, o Ministério da Saúde reconhece que faltou remédio durante uma quinzena. “Faltou, porque o produtor do medicamento, que é a Farmaguinhos da Fiocruz, teve um atraso na chegada da matéria-prima que vem da China. Então, houve esse atraso na entrega e atraso na produção”, explica José Lázaro de Brito Ladislau, do Programa Nacional de Controle da Malária.
Os casos de malária no Brasil estão concentrados na Amazônia. Em 2009, foram 300 mil casos e menos de 100 mortes. No primeiro semestre deste ano, mais de 120 mil. Na África, a malária ainda mata 3 mil crianças por dia.
Frio de quebrar os ossos
No calor equatorial da Amazônia, um dos sintomas da doença faz ter a sensação é de que o corpo congelou. “É um frio que parece que vai quebrar os ossos”, diz um rapaz. “Muito tremor, febre, dor de cabeça, dor nas costas”.
“Já tem o diagnóstico clínico de malária. Nenhum cobertor vai curar isso”, diz o médico José Maria de Souza, do Instituto Evandro Chagas, que estuda a malária há quase 50 anos.
Todos os dias, dezenas de pacientes prostrados e febris esperam para ser atendidos por ele no ambulatório do órgão em Belém, no Pará. “Começam os sintomas hoje em que se incluem a febre. Passa um dia sem febre. E dá febre no outro dia. Ou seja, 48 horas”, diz o médico.
Os números de casos de malária no Brasil já foram muito maiores. O país reduziu a malária de 10 milhões de casos anuais em 1940 para 50 mil em 1970. Mas a doença voltou com força quando governos militares iniciaram projetos de colonização da Amazônia.
“O que existia de malária nos anos de 1960? Alguns milhares de casos na Amazônia. O que aconteceu com a penetração do homem e a alteração do meio ambiente, a fronteira agrícola que se expandiu? O número de malárias passou de alguns milhares para quase 500 mil casos década de 1980”, diz o infectologista Luiz Hildebrando Pereira da Silva.
O Grupo de Controle da Malária do Ministério da Saúde, criado em 1999, conseguiu reduzir o número de casos para 300 mil por ano. “Na ilha de Marajó (PA), teve um pico de malária importante, por causa da atividade econômica. É o homem que penetra certas áreas e aumenta muito a sua participação, aumenta a degradação ambiental, aumenta a produção de mosquito, diz o infectologista.
http://www.globoamazonia.com/Amazonia/0,,MUL1629273-16052,00-MUNICIPIO+NO+PARA+TEM+QUASE+METADE+DA+POPULACAO+COM+CASOS+DE+MALARIA.html
David czs November 11th, 2010, 02:54 AM What do you do?
Guajará November 12th, 2010, 02:03 PM Surto e internações continuam em Viseu
Sexta-Feira, 12/11/2010
Uma semana depois que os primeiros casos começaram a vir à tona, ainda permanece indefinido qual a doença está alarmando o município de Viseu, no nordeste do Pará. Vários casos estão chegando ao Hospital Municipal, único estabelecimento médico ali. Os pacientes apresentam os mesmos sintomas: vômito, febre e diarreia.
Na semana passada, uma menina de 10 meses morreu depois de apresentar os mesmos sintomas, mas a causa mortis não foi confirmada pela Secretaria de Saúde de Viseu. O médico que atendeu afirmou que a menina sofria de uma cardiopatia congênita, o que complicou o caso. Porém, naquele mesmo dia, cerca de 30 crianças permaneciam internadas com o mesmo quadro, inclusive a irmã gêmea do bebê.
Por telefone, a estudante Luciane Barbosa de Souza, 17 anos, relata o problema com a mãe Maria Tercila Barbosa de Souza, 59 anos. “Ela foi internada ontem e vão fazer exames de sangue hoje para saber o que houve”, explica. Também com quadro de diarreia, vômito e febre, a senhora havia sido internada por duas semanas, mas saiu do hospital e retornou com agravamento clínico. Luciane diz que no centro de saúde há várias pessoas internadas com o mesmo quadro. “Na sala onde ela está tem outras duas pessoas da mesma maneira”, lembra. “Do outro lado, também tem crianças assim. “Estamos apavorados, queremos levar ela para Belém”, diz.
A Vigilância à Saúde municipal chegou a iniciar a pesquisa da causa do “surto”. Suspeita-se de contaminação pela água. Mas, segundo a assessoria da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), o município ainda não enviou as informações sobre a investigação sanitária feita. A Sespa aguarda a conclusão da investigação do município para tomar providências. O DIÁRIO tentou contato com a Secretaria Municipal de Saúde de Viseu, mas não conseguiu.
(Diário do Pará)
http://www.diarioonline.com.br/noticia-118617-surto-e-internacoes-continuam-em-viseu.html
David czs November 14th, 2010, 01:00 AM edit
Guajará November 15th, 2010, 05:20 PM http://lh5.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TOFdPQfK_iI/AAAAAAAAFRQ/h15xRD5ZOuw/A5.JPG
Diário do Pará 15/11/2010 A5.
Guajará November 18th, 2010, 02:23 PM http://lh3.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TOUobYU4qnI/AAAAAAAAFUw/VZaHgop5_tk/atua10.JPG
jornal O Liberal 18/11/2010 caderno atualidades 10.
Guajará November 26th, 2010, 05:04 PM Superbactéria mata mais três
Governo do Distrito Federal registra aumento de quase 70% nos casos de
contaminações nos hospitais em menos de duas semanas e anuncia compra de
material para higienização
A Secretaria de
Saúde do Distrito Federal confirmou nesta quinta -feira que subiu para 18 o
número de mortes causadas pela superbactéria KPC (Klebsiella pneumoniae carbapenemase) este ano no DF. O número de pessoas contaminadas pela bactéria aumentou 69,44% em menos de duas semanas. Segundo informações da secretaria, o total passou de 108, em 8 de outubro, para 183, em 17 hospitais.
Na sexta-feira passada, os regist ros somavam 135 casos.
Dos 183 portadores da KPC, um micro-organismo resistente a antibióticos, 46 tiveram quadro de infecção e 61 continuam internados em hospitais públicos e privados do DF. Na semana passada, a Gerência de Invest igação e Prevenção das Infecções da secretaria, responsável pelo levantamento da situação nos hospitais, confirmou 15 mortes relacionadas à infecção e descartou três casos suspeitos.
Na quinta-feira o dado foi novamente revisto e foram confirmados os novos três óbitos.
A secretária de Saúde do Distrito Federal, Fabíola Aguiar, disse que o material médico -hospitalar necessário para conter o avanço da bactéria KPC, em falta nos hospitais da capital, deve estar disponível ainda nesta sexta-feira. Sem licitação, o governo do DF fez uma compra emergencial de cerca de 100 itens considerados essenciais. “ Dada a necessidade de intensificar as ações de combate ao KPC, fizemos uma lista com o que é mais essencial. Essa é a primeira vez que somos obrigados a fazer uma compra emergencial ” , disse a secretária.
O governo do DF informou que o surto da bactéria fez com que os estoques de material descartável e de higiene acabassem nos hospitais. Por isso, o Ministério Público autorizou a compra sem licitação, a um custo de R$ 10 milhões.
O Ministério da Saúde está se mobilizando para combater as infecções nos hospitais, mas também trabalha para resolver a origem desse problema. O grupo de bactérias KPC produz substâncias que podem mostrar resistência aos ant ibiót icos. O isolamento dos pacientes contaminados é importante para que a bactéria não cause outras vítimas. O Instituto Evandro Chagas, laboratório paraense de referência em pesquisas biomédicas, divulgou na
quinta-feira que a morte de Monique, filha do cantor Beto Barbosa, não foi causada pela KPC. A jovem morreu, aos 28 anos, em 8 de outubro, em Belém (PA). A causa ainda é investigada. “ O material coletado de Monique chegou até nós e não se comprovou a infecção pela KPC, que está sendo
chamada de superbactéria. Outros exames ainda estão em curso, o que não exclui a possibilidade de outra bactéria, porque os exames ainda não foram concluídos. Por enquanto só é possível afirmar que essa bactéria, especificamente, não está presente nos exames ” , disse Wyller Mello, vice - diretor do Instituto Evandro Chagas.
TESTES De acordo com Mello, não é possível estabelecer um prazo para a conclusão dos demais exames que investigam a morte da jovem. “ Eles que são feitos para diagnosticar bactéria são exames de cultura. O material chega e é inoculado em sistemas sensíveis ao crescimento da bactéria. É preciso, primeiro, cultivar a bactéria em laboratório para depois fazer a identificação dela. E é difícil definir um prazo para isso porque cada
bactéria tem seu tempo de crescimento ” , explicou.
http://iah.iec.pa.gov.br/iah/fulltext/noticias/2010/22out2010estadodeminas.pdf
Guajará December 5th, 2010, 05:50 PM http://lh5.ggpht.com/_Jwzrd6fytUw/TPvClllD0cI/AAAAAAAAFt8/dmZg8hP3DqE/atualidades14.JPG
jornal O Liberal 05/12/2010 caderno atualidades14.
Egoiano December 9th, 2010, 06:01 AM Governo fará distribuição de guia com informações sobre doença aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS); transmissão da doença é feita por mosquito da dengue
O Ministério da Saúde anunciou hoje (8) que passou a monitorar a doença chikungunya que é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue. Pela primeira vez foram registrados casos da doença no país. Uma das medidas do ministério será a distribuição de um guia com informações sobre a doença aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS).
A chikungunya é causada por um vírus transmitido pela picada dos mosquitos Aedes aegypti e o Aedes albopictus, também transmissores da dengue. Originária do Sudeste Asiático e da África, a doença provoca febre alta e dores fortes nas articulações das mãos e pés.
De acordo com o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho, o governo vai usar as ações de combate à dengue para impedir novos casos da chikungunya. A transmissão ocorre somente por meio do mosquito infectado. Não passa pelo contato de uma pessoa com outra.
Segundo ele, não há motivos para a população se assustar, pois o vírus não circula dentro do Brasil e nem em outros países do continente americano.“Não há necessidade de alarme ou preocupações. Tivemos três casos importados. Todos tiveram boa evolução. As medidas de prevenção e controle foram aplicadas de maneira oportuna, as mesmas de combate à dengue”.
No Brasil, o diagnóstico é feito pelo Instituto Evandro Chagas em Belém (PA). Como o vírus não circula no país, não existe material de diagnóstico para ser comprado. Coelho informou que o governo já está providenciando amostras do vírus para a produção nacional de kits e treinamento dos laboratórios públicos.
Os três primeiros casos no país foram registrados de agosto a outubro, sendo dois homens e uma mulher. Os infectados foram um homem de 41 anos, do Rio de Janeiro e um paulista de 55 anos, que viajaram para a Indonésia, e uma mulher de 25 anos, que esteve na Índia. Todos foram medicados e passam bem, segundo Coelho.
Os sintomas da doença aparecem no período de três a sete dias. Cinco dias após o aparecimento dos sintomas o doente não oferece mais risco de transmissão da doença, caso seja picado por um mosquito. A taxa de mortalidade é considerada baixa, menos de 1%, inferior a da dengue. Em 2006, 1,3 milhão de pessoas foram infectadas na Índia, sem nenhuma morte registrada.
O tratamento é a base de paracetamol e antiinflamatório e a recuperação costuma ocorrer em até dez dias. Na fase crônica, o paciente pode sentir dores nas articulações por seis meses. O vírus pode atingir qualquer pessoa, mas os idosos, as gestantes e crianças estão mais suscetíveis ao desenvolvimento da doença.
A primeira epidemia de chikungunya foi registrada na Tanzânia, em 1952. O nome significa “aqueles que se dobram” em um dos idiomas oficiais da nação africana, e faz referência à aparência curvada dos doentes por causa das dores.
Quem apresentar os sintomas e tiver viajado para as regiões onde há circulação do vírus, a orientação é procurar o serviço médico. O ministério recomenda o uso de repelentes e mosquiteiros aos brasileiros que viajarem para o Sudeste Asiático e a África.
Fonte: http://www.abril.com.br/noticias/ministerio-saude-vai-monitorar-doenca-chikungunya-pais-612157.shtml
Guajará December 9th, 2010, 12:12 PM ^^
nossa muito grave essa nova transmissão desse mosquito.
o mosquito da dengue é uma praga.
Guajará January 13th, 2011, 12:09 PM http://i800.photobucket.com/albums/yy290/goldgemeos/CN%2010/A7.jpg
http://i800.photobucket.com/albums/yy290/goldgemeos/CN%2010/A70.jpg
http://i800.photobucket.com/albums/yy290/goldgemeos/CN%2010/A700.jpg
jornal Diário do Pará 13/01/2011 caderno A7.
Jorge Luís January 14th, 2011, 12:10 AM É por isso que o laboratório de pesquisa de doenças biomédicas do Evandro Chagas acabou de ser reconhecido pelo M.Saúde como o único laboratório biomédico do Brasil com Conceito "A".
Xinguara January 14th, 2011, 06:36 PM Evandro Chagas, Um dos orgullhos paraenses
Jorge Luís January 23rd, 2011, 04:25 PM Instituto Evandro Chagas (PA) inaugura os maiores laboratórios de biossegurança 3 da América do Sul
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, inaugurou nesta segunda-feira (9/8) no Pará o complexo que é hoje considerado o maior da América do Sul em biossegurança 3 para o estudo de vírus que causam doenças como dengue, febre amarela e hantavírus. Os Laboratórios de Nível de Biossegurança 3 (NB3) e de Nível de Biossegurança 3 Animal (NBA3) começam a funcionar no campus Ananindeua do Instituto Evandro Chagas (IEC), na Região Metropolitana de Belém. O investimento do ministério nos dois laboratórios e nas novas instalações da Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas (SAARG) do Instituto foi de R$ 25,5 milhões.
“Este é um momento de reafirmação da boa tradição e da qualidade técnica e científica brasileira”, ressaltou o ministro, na inauguração. Temporão fez uma espécie de prestação de contas das benfeitorias ocorridas no IEC em sua gestão no Ministério da Saúde, desde março de 2007, como a realização de concurso público e a agregação de 75 novos pesquisadores, obras de infra-estrutura e apoio político e institucional para transformar o instituto em uma fundação, inclusive com uma unidade descentralizada no Estado do Acre.
Medidas como essas, como observou o ministro, reforçaram nos últimos anos o IEC como um centro de referência em segurança para a pesquisa brasileira. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, também presente na inauguração, acrescentou: “Este Laboratório de NB3 é um passo fundamental. Significa não só proteção para os profissionais do IEC, mas proteção para a humanidade”.
O NB3 e o NBA3 funcionarão lado a lado no campus, no prédio que sedia a SAARG, e são os únicos nesse nível de segurança que pertencem ao Ministério da Saúde na Amazônia Legal. Foram investidos R$ 13 milhões somente na construção. Já em equipamentos foram mais R$ 12,5 milhões.
No local, serão alvos de estudos os arbovírus (vírus transmitidos por artrópodes), hantavírus, influenza aviária e outros vírus zoonóticos. O objetivo é, além da segurança nacional ante os riscos de surtos e epidemias, a inserção do Brasil entre os países do mundo que detêm e dominam a tecnologia em atividades laboratoriais com agentes virais de risco.
As instalações inauguradas nesta segunda-feira devem ser utilizadas, ainda, para o treinamento e a formação de especialistas de outros países – da América do Sul, da América Central e do Caribe, principalmente. A medida é importante porque há necessidade, por exemplo, do desenvolvimento de testes mais rápidos para a detecção de doenças e, ainda, insumos para a saúde pública. Há previsão de que o conhecimento ali desenvolvido seja transferido, também, para os laboratórios centrais de saúde pública do estados, os LACENs.
Preocupação com surtos e epidemias
Nos últimos anos, desde que foi lançado no mundo o alerta sobre a existência de um vírus que poderia causar uma pandemia de gripe aviária, o governo brasileiro organiza uma estrutura de resposta imediata no país a emergências de saúde pública desse tipo. Entre as diversas ações para esse fim, está a estruturação de uma rede de Laboratórios de Nível de Biossegurança 3 em todo o Brasil, vinculados a instituições de referência, como o IEC.
O Instituto Evandro Chagas já compõe a rede de 147 Centros de Referência Mundial em Vírus da Organização Mundial da Saúde (OMS), que monitoram de antigas a novas doenças. Como exemplo recente dessa atuação, está o monitoramento do vírus que causa a gripe H1N1.
Durante os 65 anos de existência da hoje chamada Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas – e dedicação de pelo menos três gerações de pesquisadores –, 197 tipos diferentes de arbovírus e outros vírus zoonóticos foram isolados no IEC. Vários deles, inclusive, só são encontrados na Amazônia.
Com a ocupação eventualmente desenfreada de espaços florestais – seja para moradia ou para projetos de desenvolvimento econômico, como hidrelétricas –, as alterações ambientais daí decorrentes podem fazer emergir novos vírus. Surtos e epidemias podem, então, ocorrer. Como muitos dos aspectos ecoepidemiológicos, clínicos e laboratoriais são desconhecidos, e inclusive a capacidade desses vírus de infectarem ou não humanos e animais domésticos, torna-se tão importante a criação de laboratórios de ponta, como o NB3 e o NBA3.
http://www.sbinfecto.org.br/default.asp?site_Acao=mostraPagina&paginaId=134&mNoti_Acao=mostraNoticia¬iciaId=19288
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