View Full Version : Universidade do Minho


j0hnny
November 6th, 2010, 04:28 AM
http://www.e-liderar.org/documents/globalizacao/image022.jpg

Universidade do Minho
Largo do Paço,
4704-553 Braga


http://i56.tinypic.com/zxaf02.jpghttp://i53.tinypic.com/27zyg6s.gif
http://i52.tinypic.com/14azl7r.jpghttp://i51.tinypic.com/2hi4hs0.jpg
http://i55.tinypic.com/1jajk0.jpghttp://i54.tinypic.com/dpeowo.jpg


A Universidade do Minho é uma universidade pública com autonomia administrativa e financeira.
Foi fundada em 1973, tendo iniciado a sua actividade académica em 1975/76.
Com uma população de quase 16.000 estudantes, dos quais cerca de 3.900 são alunos de pós-graduação (mestrado e doutoramento), e com cerca de 1.200 docentes e 600 funcionários, a Universidade do Minho é uma das maiores universidades portuguesas.
A administração da universidade está localizada no centro da cidade de Braga, no Largo do Paço, sendo a maioria das actividades científicas e académicas desenvolvidas nos campi de Gualtar, em Braga, e de Azurém, em Guimarães.
Os cursos nas áreas das Ciências, Ciências Sociais, Economia e Gestão, Letras, Direito e Ciências da Saúde estão predominantemente sedeados em Braga, enquanto que os cursos de Arquitectura, Geografia e Estatística Aplicada, assim como a maior parte dos cursos de Engenharia, são leccionados em Guimarães.
A Universidade do Minho também oferece uma grande variedade de cursos de pós-graduação em todas estas áreas de estudo.
Os estudantes que frequentam a Universidade do Minho podem, conforme as conclusões Comissão Externa de Avaliação da European University Association contar com cursos de qualidade e elevados padrões de ensino.
A qualidade dos cursos resulta do trabalho de pessoal altamente motivado, de um acompanhamento cuidado, da adopção de métodos de ensino inovadores e de um desenvolvimento curricular adequado às exigências do mercado de trabalho.
A Universidade é também reconhecida como uma universidade de investigação, possuindo 85% dos seus docentes o grau de doutor, e sendo dois terços dos seus centros de investigação avaliados com Muito Bom ou Excelente.
A Universidade do Minho organiza as suas actividades de acordo com o chamado "modelo de gestão matricial", que se baseia na interacção entre os projectos (ensino, investigação e serviços especializados à comunidade) e as unidades orgânicas e de recursos (Escolas, Unidades Culturais e Serviços de Apoio), estando organizada por Escolas/Institutos, cada uma com vários departamentos[/CENTER]

Aqui está o tópico para focalizar-mos os projectos, notícias, eventos, informações relativo à Universidade do Minho.
Penso que não fazia muito sentido por exemplo postar noticias relativas à Universidade do Minho no tópico Projectos e Notícias de BRAGA, até porque metade na universidade se situa em Guimarães

j0hnny
November 6th, 2010, 04:30 AM
Entrevista dada pelo presidente da AAUM, Pedro Soares relativamente à nova sede, em maio de 2010


AAUM amealhou 700 mil euros para nova sede

P - Em que fase está o projecto da nova sede da AAUM?
R - É um projecto que, cada vez mais, faz falta à Academia. As associações e os núcleos de estudantes não têm uma sede, não têm condições para o desenvolvi-mento das suas práticas extra-curriculares.

P - Ainda falta muito dinheiro para a nova sede?
R - A AAUM, ao longo dos últimos anos, amealhou uma verba significativa: cerca de 700 mil euros.
P - Por que não lançam os alicerces da obra?
R - Contamos com o apoio de um parceiro essencial, que é a reitoria, para o lançamento da primeira pedra do alicerce. Sentimos que está para breve. A vontade dos estudantes é comprovada por esta verba tão significativa que foi amealhada num período de tempo relativamente curto.

P - O 'Enterro da Gata' gera receitas para essa obra?
R - O 'Enterro da Gata' gera receitas que ajudam a sustentar muitas outras actividades da AAUM ao longo do ano. O que temos feito no final de cada ano é destinar uma parte do saldo da AAUM, que ronda os 40, 50 mil euros para a construção da sede.

P - Então o que falta para lançar a primeira pedra?
R - Falta a definição definitiva do espaço.

P - Dentro do 'Campus' de Gualtar?
R - Terá de ser numa zona do 'Campus' de boa visibilidade, que seja a casa dos estudantes dentro da universidade, que garanta toda a funcionalidade à AAUM, aos seus grupos culturais e a todos os núcleos de curso. Pretendemos a criação de salas de estudo a funcionar 24 horas. A nova sede poderá desenvolver um papel fundamental no desenvolvimento de actividades extra-curriculares.

P - A obra pode avançar neste mandato?
R - Eu gosto de ser optimista. Faremos tudo para isso. É preciso encontrar os parceiros que sustentem a construção e que garantam a sustentabilidade do próprio edifício. É preciso saber que serviços é que vamos lá ter.

P - Há algum comedimento financeiro na organização do “Enterro da Gata”, atendendo às dificuldades financeiras que se vivem?
R - O investimento no cartaz é realista. Claro que não somos alheios à crise que se vive. O cartaz do “Enterro da Gata” é um cartaz de festa e que não entra em loucuras. Contamos com os grandes nomes nacionais e dois nomes internacionais: Daniela Mercury e Emir Kusturica. É um cartaz transversal a vários estilos de música que vai proporcionar uma grande semana de festa.http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=27911


“Nova sede da AAUM avança este ano lectivo e ficará na entrada oeste do campus de Gualtar”
ENTREVISTA 29.10.10 11:09

António Cunha, reitor da Universidade do Minho faz, em entrevista ao ACADÉMICO e Rádio Universitária do Minho, o balanço do seu primeiro ano de mandato.

(...)

Essa cumplicidade com os estudantes pode ser premiada com avanços significativos na construção da nova sede da AAUM?
Certamente que sim. O reitor não tem dúvidas sobre o interesse desse projecto e sobre a importância deste para a universidade. Esse projecto está sinalizado em todos os nossos documentos legais da universidade. Este ano fomos evoluindo com a AAUM no modelo sobre o qual isso será implementado. Estamos a avançar, a sede da AAUM ficará numa zona que chamamos a rotunda oeste da entrada do campus, onde está a segunda portaria, Estamos, neste momento, a trabalhar no projecto final do exterior de toda aquela zona e isso definirá todo o layout do local da implementação da sede da AAUM. Dentro deste quadro, e também tendo em conta que há possibilidades financeiras que a própria AAUM tem para avançar com o projecto, penso que a própria AAUM estará em condições de lançar o projecto a muito curto prazo e depois teremos todos de ter a imaginação, a vontade e a dinamização política para conseguir os meios financeiros para esse investimento. Eu espero bem que possa ocorrer durante os próximos três anos.

Quando fala em ser lançado a curto prazo, é ainda durante este ano lectivo?
O projecto, sim. O projecto terá de ser lançado durante o ano lectivo. Eu quase que diria que o projecto pudesse avançar ainda este ano civil. Parece-me para já difícil mas estamos a trabalhar nesse sentido.
http://academico.rum.pt/index.php/entrevistas/859-nova-sede-da-aaum-avanca-este-ano-lectivo-e-ficara-na-entrada-oeste-do-campus-de-gualtar

Para quem não sabe a Sede actualmente situa-se na rua D. Pedro V incluindo o BA(bar académico). Há cerca de 1 ano disseram me que o edifício iria ter cerca de 3 pisos, provavelmente 1 piso será para o novo BA, os restantes para a direcção , sala de jogos(como há no BA), também acho que me disseram que ia ter um mini-auditório, e provavelmente mais salas para as tunas ensaiarem se calhar.

j0hnny
November 10th, 2010, 03:05 PM
Incêndio destrói laboratórios na Universidade do Minho
10h38m
CARLOS RUI ABREU
Um incêndio destruiu parcialmente, hoje, quarta-feira, um pavilhão de laboratórios do pólo de Azurém da Universidade do Minho, em Guimarães.

O alerta foi dado cerca das oito horas e dentro do antigo prefabricado eram desenvolvidos diversos trabalhos de alunos e investigadores daquela universidade nas áreas de Geografia, Engenharia Mecânica e Engenharia Civil.

No local estão ainda os bombeiros de Guimarães, das Taipas e de Vizela, que conseguiram evitar que as chamas chegassem a uma zona onde estavam armazenados produtos inflamáveis.

http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&Concelho=Guimar%E3es&Option=Interior&content_id=1707179
tive hoje de manha lá aulas e ninguém soube do incêndio e nem reparei em nada:uh:

Karlussantus
November 10th, 2010, 03:53 PM
Aqui está o tópico para focalizar-mos os projectos, notícias, eventos, informações relativo à Universidade do Minho.
Penso que não fazia muito sentido por exemplo postar noticias relativas à Universidade do Minho no tópico Projectos e Notícias de BRAGA, até porque metade na universidade se situa em Guimarães

Como é óbvio a UM merece um tópico próprio. Mas deixo dois reparos ao último parágrafo.

A UM estava nos Projectos e Notícias de BRAGA, porque Braga se refere ao Distrito, tal como podem ver em todas as outras regiões.
Contudo a Norte resolveram há pouco tempo introduzir alguns concelhos... Resta saber onde se colocam as noticias de Fafe, Vizela, Amares, Vila Verde... :ohno:

Depois a divisão da UM não é 50/50, mas 70/30, por exemplo, das 11 escolas/institutos que compõem a UM, 9 estão no campus de Gualtar e 2 em Azurem.

j0hnny
November 10th, 2010, 04:26 PM
:weird: Pois, mas neste caso, o incêndio foi em Guimarães, ia por a noticia em Braga só porque 70/30 da UM fica em Braga? Não tem lógica. Quer dizer, deve ser 60/40 :D até porque só escola/instituto de engenharia é maior que metade das escolas em Braga, em Azurém ainda tem a escola de ciências, pelo menos 3 tem

Karlussantus
November 10th, 2010, 04:55 PM
:weird: Pois, mas neste caso, o incêndio foi em Guimarães, ia por a noticia em Braga só porque 70/30 da UM fica em Braga? Não tem lógica. Quer dizer, deve ser 60/40 :D até porque só escola/instituto de engenharia é maior que metade das escolas em Braga, em Azurém ainda tem a escola de ciências, pelo menos 3 tem

Não tinha mal, porque Guimarães é Distrito de Braga, e ali refere-se ao Distrito. Tal como em Viana, Vila Real, Bragança, Viseu, Aveiro, Coimbra, etc... Não existe Chaves, Figueira da Foz, ...

Quanto às escolas da UM. A de Ciências está em Gualtar.
http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabid=7&pageid=40&lang=pt-PT

gomesccm
November 10th, 2010, 05:09 PM
:weird: Pois, mas neste caso, o incêndio foi em Guimarães, ia por a noticia em Braga só porque 70/30 da UM fica em Braga? Não tem lógica. Quer dizer, deve ser 60/40 :D até porque só escola/instituto de engenharia é maior que metade das escolas em Braga, em Azurém ainda tem a escola de ciências, pelo menos 3 tem

Pois! Mas sabias que só os três cursos de engenharia em Gualtar (informática, biomédia e biologia) possuiu metade da população estudantil da escola! São três, mas o suficiente para que a escola de engenharia esteja 50/50 nos dois campus. De lembrar também que na área de polímeros existem laboratórios no campus de gualtar (http://www.dep.uminho.pt/dep/index.php?p=5&lang=pt).

gomesccm
November 10th, 2010, 05:12 PM
Não tinha mal, porque Guimarães é Distrito de Braga, e ali refere-se ao Distrito. Tal como em Viana, Vila Real, Bragança, Viseu, Aveiro, Coimbra, etc... Não existe Chaves, Figueira da Foz, ...

Quanto às escolas da UM. A de Ciências está em Gualtar.
http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabid=7&pageid=40&lang=pt-PT

Neste caso não concordo contigo. Se não existisse este tópico deveria ir para as noticias de Guimarães.

j0hnny
November 10th, 2010, 05:18 PM
Karlussantus :okay: claro, pensei que seria melhor focalizar tudo que fosse da UM para um tópico à parte, senão bloqueia-se o tópico

http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabid=25&pageid=100&lang=pt-PT
Tem a escola de ciências( ou parte dela)até já tive lá aulas nesse bloco, mas não faço ideia que cursos estão lá
Sei que em baixo tem laboratórios de fisica

j0hnny
November 10th, 2010, 05:29 PM
Pois! Mas sabias que só os três cursos de engenharia em Gualtar (informática, biomédia e biologia) possuiu metade da população estudantil da escola! São três, mas o suficiente para que a escola de engenharia esteja 50/50 nos dois campus. De lembrar também que na área de polímeros existem laboratórios no campus de gualtar (http://www.dep.uminho.pt/dep/index.php?p=5&lang=pt).

Repara
Contando só as vagas da 1ª fase
e Lei só são 3 anos
9358Engenharia Biológica[Mest Integ] 55
9359Engenharia Biomédica[Mest Integ] 50
9119Engenharia Informática[Lic-1º cic] 115 = 220


9360Engenharia Civil[Mest Integ] 105
9362Engenharia de Comunicações[Mest Integ] 30
9366Engenharia Electrónica Industrial e Computadores[Mest Integ] 70
9509Engenharia e Gestão Industrial[Mest Integ] 40
9363Engenharia de Materiais[Mest Integ] 30
9369Engenharia Mecânica[Mest Integ] 60
9364Engenharia de Polímeros[Mest Integ] 32
8090Engenharia Têxtil (regime pós-laboral)[Mest Integ] 30 = 397

j0hnny
November 10th, 2010, 05:44 PM
Mais fotos do incêndio no pavilhão da UMinho (Pólo de Azurém)
Quarta, 10 Novembro, 09:48

Campus de Azurém da UM
Um incêndio deflagrou num dos pavilhões do pólo de Azurém da Universidade do Minho, na manhã desta quarta-feira.

Uma coluna cinzenta de fumo cobriu o céu da cidade, proveniente de um armazém e uma sala de estudo do pavilhão nº 2 do pólo de Azurém, tendo as chamas sido avistadas pelas 07:15 horas.

No local, 33 homens e 10 viaturas, provenientes das corporações de Guimarães, Taipas e Vizela combateram o fogo, sendo que nesta altura (09:30) as chamas já se encontram controladas pelos «Soldados da Paz».

http://www.gmrtv.pt/images/FOTOS_Noticias/2010/Incendios/um_07.jpg

http://www.gmrtv.pt/images/FOTOS_Noticias/2010/Incendios/um_09.jpg

http://www.gmrtv.pt/images/FOTOS_Noticias/2010/Incendios/um_10.jpg

http://www.gmrtv.pt/images/FOTOS_Noticias/2010/Incendios/um_11.jpg

Karlussantus
November 10th, 2010, 06:40 PM
Neste caso não concordo contigo. Se não existisse este tópico deveria ir para as noticias de Guimarães.

Enquanto Guimarães se refere ao concelho, o de Braga referia-se ao Distrito. Por isso aplicava-se aos dois, mais em específico ao concelho de Guimarães, e ainda mais específico à UM.

Claro que a partir do momento em que criam os tópicos dos concelhos de Famalicão e Guimarães, o tópico do Distrito de Braga, parece referir-se ao concelho... mas não é isso que se passa.

Por isso digo que não teria mal colocar no de Braga, claro que o ideal é a UM ter um tópico próprio, tal como referi logo na 1ª msg.

Karlussantus
November 10th, 2010, 06:42 PM
http://www.gmrtv.pt/images/FOTOS_Noticias/2010/Incendios/um_07.jpg

http://www.gmrtv.pt/images/FOTOS_Noticias/2010/Incendios/um_09.jpg

http://www.gmrtv.pt/images/FOTOS_Noticias/2010/Incendios/um_10.jpg

http://www.gmrtv.pt/images/FOTOS_Noticias/2010/Incendios/um_11.jpg

:(

nunosalgado
November 28th, 2010, 09:06 PM
Pois! Mas sabias que só os três cursos de engenharia em Gualtar (informática, biomédia e biologia) possuiu metade da população estudantil da escola! São três, mas o suficiente para que a escola de engenharia esteja 50/50 nos dois campus. De lembrar também que na área de polímeros existem laboratórios no campus de gualtar (http://www.dep.uminho.pt/dep/index.php?p=5&lang=pt).

E parar de dizer asneiras?

sjay
November 29th, 2010, 12:00 AM
E parar de dizer asneiras?

É verdade que não é 50/50, bem longe disso. Mas também é verdade que muitos departamentos têm (ou tinham) departamentos em Braga. Pelo menos há 10 anos era assim

Viriatuus
November 29th, 2010, 11:10 PM
Karlussantus, se fores aos projectos e notícias de Coimbra, 99% respeitam ao concelho de Coimbra, os restantes do distrito vão sendo colocados noutros sítios.

j0hnny
February 18th, 2011, 06:32 PM
Universidade Minho: Construção do Instituto para a Bio-Sustentabilidade deve começar este ano - reitor


A Universidade do Minho (UM) espera arrancar ainda este ano com as obras de construção do Instituto para a Bio-Sustentabilidade (I-BS), em Guimarães.

À margens das comemorações do 37º aniversário da UM, o reitor da universidade considerou que “estão reunidas as condições” para que os trabalhos comecem ainda este ano.

A perspetiva é que a instituto entre em funcionamento antes do fim de 2012.

A iniciativa pretende colocar a investigação científica e a inovação tecnológica ao serviço de “um modelo de vida sustentável e com maior qualidade”, salientou António Cunha.

O projeto tem já garantido, através do Programa Operacional Regional Novo Norte (ON.2), um financiamento comunitário de 4,5 milhões de euros.

O apoio, consagrado no Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), representa cerca de 70 por cento do valor do investimento elegível, que é na ordem dos 6,5 milhões de euros.

O Instituto de Ciência e Inovação para a Bio-Sustentabilidade (IB-S) vai funcionar nos pólos da UM de Gualtar, em Braga, e de Azurém, em Guimarães.

“Os concursos públicos para a construção dos dois edifícios previstos deverão ser lançados durante este ano”, afirmou António Cunha.

As obras devem começar no último trimestre de 2011.
http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=43434

brc20
February 18th, 2011, 06:59 PM
Universidade do Minho cumpre contrato de confiança

Braga, Ensino

2011-02-18
autor-José Paulo Silva


O reitor da Universidade do Minho (UM) espera que o Governo cumpra o ‘Contrato de Confiança’ celebrado há um ano para o desenvolvimento do ensino superior público. Na sessão comemorativa do 37.º aniversário da instituição, António Cunha assumiu, perante o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, a convicção de que a UM cumprirá o Contrato, cujas metas foram inscritas num Programa Específico de Desenvolvimento.

No primeiro ano de vigência do contrato, a UM abriu 12 cursos de licenciatura em regime pós-laboral, o que permitiu a entrada de 400 novos alunos, disse o reitor no discurso do ‘Dia da Universidade’. A par disso, foram iniciados 13 cursos de mestrado com 160 alunos.

“Assim, o número total de estudantes da UM em regime pós-laboral é de 660 alunos”, destacou o reitor, garantindo que “este esforço” de crescimento prosseguirá com a abertura de quatro novos cursos de licenciatura e outros tantos de mestrado. A “expansão da oferta de pós-graduação e pós-laboral” conduzirá a UM aos 18 500 estudantes ainda no corrente ano civil -1 400 dos quais em regime pós-laboral - e aos 20 mil em 2013.

Como ‘desafio’ para o próximo ano lectivo, o reitor da UM confirmou a informação avançada na entrevista ao programa ‘Primeiro Plano’ da Rádio Antena Minho/Correio do Minho: o arranque de novos cursos de Teatro e Design em Guimarães, no âmbito do desenvolvimento do projecto Campurbis.

Também em Guimarães, a UM participará no projecto Laboratório da Paisagem.
Em Braga, estuda-se a readaptação do edifício da reitoria, no Largo do Paço. A ideia é transformá-lo “num espaço de fruição cultural pela sociedade”.

Trata-se de um objectivo de “médio prazo”, tal como a construção de instalações definitivas para a Escola de Enfermagem em Gualtar.

UM em Xangai

À margem das comemorações do 37º aniversário, o reitor da UM anunciou que a instituição “foi convidada para integrar um pólo internacional de ensino de línguas e culturas estrangeiras na Universidade de Xangai”.
A Universidade de Xangai está a implementar aquele centro de estudos e para tal tem convidado algumas universidades do mundo a marcarem presença nesse novo pólo de ensino.
António Cunha deseja que, “muito em breve”, a UM venha a estar presente num dos mais importantes centros económicos do mundo.


Governo reconhece centralidade da Universidade do Minho

O secretário de Estado do Ensino Superior veio ontem a Braga destacar a “centralidade crescente que a UM tem assumido no contexto do ensino superior em Portugal”.
Convidado para as cerimónias do 37º aniversário da instituição, Manuel Heitor sublinhou que a UM “representa hoje, em Portugal, cerca de 9 por cento do número de estudantes do ensino superior público e cerca de 11 por cento dos novos doutorados”.

Sublinhou também que a UM “apresenta valores de mulheres no corpo docente acima da média nacional”. Quarenta e cinco por cento dos professores da UM são mulheres, “o dobro do que acontece, por exemplo, na Alemanha”.

O secretário de Estado recordou que quando a UM nasceu “existiam cerca de seis mil estudantes no ensino superior, um número que na passagem do milénio já era de 380 mil e que hoje chega aos 400 mil”.

Quanto ao número de investigadores, “existiam, nessa altura, perto de 2.000. Hoje, são cerca de 45 mil investigadores, a tempo integral, num total de 75 mil ligados a esta actividade”, acrescentou
“Na altura, a despesa total em ciência e tecnologia representava 0,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB), cerca de 300 milhões de euros, assegurados na sua maioria pelo Estado. Hoje, investe--se na área 2.900 milhões de euros, o equivalente a 1,7 por cento do PIB, com os privados a assegurarem metade desse valor”.

Manuel Heitor manifestou a “confiança” da tutela no futuro da universidade, desejando que a UM “continue a crescer, tanto no alargamento da base de recrutamento do ensino superior, através da atracção de novos públicos, - que é um desígnio nacional - como no reforço da capacidade científica e no envolvimento em redes internacionais”.

A este propósito, o reitor referiu que a investigação na UM está suportada por 1 100 professores e investigadores doutorados e 1 600 alunos de doutoramento, de 40 nacionalidades diferentes e organizados em 32 centros de investigação.

A consolidação da vertente da investigação no corrente ano passa por parcerias estratégicas para a internacionalização com o Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologias (INL) e outras instituições e pelo reforço da parceria entre as universidade do Norte de Portugal e da Galiza, referiu o reitor.

Correio do Minho

Parabéns à Universidade do Minho e longa vida :cheers:

Andre_idol
February 19th, 2011, 01:05 AM
Escusavam era de estragar o site que estava jeitoso que chegasse...

j0hnny
February 19th, 2011, 02:43 AM
Por acaso até gosto do novo visual e no geral o site está melhor estruturado.
Para cada separador, a legenda(à esquerda) encontra-se muito mais organizada. Está muito mais atractivo de se navegar
É verdade que para descobrir os horários dos cursos ainda demorei um bocado, mas já pesquisei rapidamente mais informação que no outro
Na minha opinião está muito bom! Melhor que no outro

Andre_idol
February 20th, 2011, 11:46 PM
^^É na página alunos.uminho agora que se vê isso.

JpGuimarães
February 22nd, 2011, 11:12 PM
Não tinha mal, porque Guimarães é Distrito de Braga, e ali refere-se ao Distrito. Tal como em Viana, Vila Real, Bragança, Viseu, Aveiro, Coimbra, etc... Não existe Chaves, Figueira da Foz, ...

Quanto às escolas da UM. A de Ciências está em Gualtar.
http://www.uminho.pt/Default.aspx?tabid=7&pageid=40&lang=pt-PT

Lá está o do costume com tiques de pequenez a semear a confusão.

Até me era indiferente, mas depois das tuas palavras matreiras por mim é sempre separado do distrito de Braga. E acho que os restantes Vimaranenses devem pensar o mesmo...

Karlussantus
February 22nd, 2011, 11:15 PM
Lá está o do costume com tiques de pequenez a semear a confusão.

Até me era indiferente, mas depois das tuas palavras matreiras por mim é sempre separado do distrito de Braga. E acho que os restantes Vimaranenses devem pensar o mesmo...

Lol, matreiras...

Seja dos municípios... assim todos são felizes. Têm é que colocar ali todos os restantes municípios do Distrito em Sticky, se é que percebes... :ohno:

Depois vai tudo à página dois ver os tópicos activos...

São tiques de pequenez não se colocar todos os municípios...

brc20
February 23rd, 2011, 05:28 PM
Investigador da UMinho galardoado com prémio Fórum Ibérico de PVC

Ensino

2011-02-23
autor-Lusa


Um investigador da Universidade do Minho (UM) venceu a 8.ª edição do Prémio Fórum Ibérico de PVC, atribuído por uma associação espanhola do sector dos plásticos.

Alexandre Ferreira da Silva foi distinguido pelo trabalho, denominado “Estudo da formulação de PVC para produção de folhas inteligentes baseadas em elementos de fibra óptica”, que teve coautoria de José Higino Correia, Paulo Mendes (ambos da UM), Filipe Gonçalves (TMG Automotive), Luís Ferreira e Francisco Araújo (ambos da FiberSensing).

O investigador concebeu uma folha de PVC, fabricada em ambiente industrial, com sensores de fibra ótica integrados, capaz de monitorizar deformação e temperatura e com aplicações na área biomédica, automóvel e de construção civil, entre outras.

O galardão é entregue no dia 23 de março, no Centro Catalão de Plásticos, nos arredores de Barcelona, Espanha.

O projeto de Alexandre Ferreira da Silva nasceu da colaboração entre a Escola de Engenharia da UM, a unidade Automotive da Têxteis Manuel Gonçalves e a FiberSensing.

Alexandre Ferreira da Silva fez o mestrado em Engenharia Biomédica e é investigador do Centro Algoritmi, estando a finalizar o Programa Doutoral em Líderes para Indústrias Tecnológicas (LTI), no âmbito do programa MIT Portugal na área de Engenharia de Concepção e Processos Avançados de Fabrico (EDAM).

O Fórum Ibérico de PVC é uma associação sectorial integrada na Associação Espanhola de Industriais do Plástico (ANAIP) e no Conselho Europeu de Fabricantes de Vinil (ECVM), que representa os fabricantes e transformadores de PVC em Portugal e Espanha.

O PVC é um produto de grande versatilidade e muito frequente no dia-a-dia, sendo por exemplo um dos principais plásticos usados nos equipamentos e produtos médicos.

O seu perfil torna-o um bem essencial, uma vez que é um bom isolante térmico, elétrico e acústico, moldável, resistente, duradouro, impermeável, com boa relação custo/benefício, entre outras características.

Correio do Minho

brc20
March 12th, 2011, 01:48 PM
UM inaugura laboratório pioneiro em Portugal

12 Mar 2011

Investigação endoscópica e cirúrgica em Braga

A Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho inaugura na próxima segunda-feira, em Braga, o primeiro laboratório português de investigação e treino em cirurgia minimamente invasiva, aquando da realização de um curso internacional inédito de cirurgia fetal e neonatal. O Laboratório de Investigação Endoscópica e Cirúrgica implicou um investimento superior a um milhão de euros, estando totalmente equipado com material e imagem de alta definição. A estrutura destina-se à investigação em técnicas de cirurgia sem cicatriz e, simultaneamente, formação diferenciada de médicos/cirurgiões com alcance internacional.




Diário do Minho

brc20
March 12th, 2011, 01:58 PM
Cróniuca de Paulo Monteiro no Correio do Minho:

Minho tem uma universidade cheia de sucesso e prémios

Ideias

2011-03-12
autor-Paulo Monteiro


Na minha última crónica falei do cartão de eleitor, do cartão de cidadão e da confusão nas últimas eleições presidenciais. Fiz referência ao facto do Minho ser... afinal bom. Foi a essa conclusão que chegamos e onde referi o caso da Universidade do Minho que tem somado sucessos atrás de sucessos e prémios atrás de prémios. Disse, na altura, que devíamos dar mais, mas muito mais, valor à Universidade do Minho, do que aquele, que certamente, muitos dão...

A UM é um dos símbolos do Minho e temos que dar valor a isso. E não fazemos publicidade barata. As notícias diárias testemunham o excelente trabalho que a Universidade do Minho tem feito e o reconhecimento que tem tido além fronteiras.

Só neste ano de 2011 foram muitos os prémios e as referências feitas à UM. Ainda esta semana ficamos a saber que a Universidade do Minho está no pódio das academias mais empreendedoras em Portugal, ocupando o terceiro lugar no que respeita a pedidos de patentes apresentadas entre 2001 e 2010.

As notícias devem encher-nos de orgulho. Não nos devemos orgulhar só com os êxitos do Sporting de Braga, do ABC, ou do Vitória, nesta ou naquela modalidade desportiva. Também nas artes e nas letras nos devemos orgulhar deste Minho.

Por isso, hoje, é dia de homenagear uma Academia que mui-to tem feito pela região.
Numa curta pesquisa e podendo faltar alguma referência, aqui deixo alguns dos êxitos alcançados pela UM deste o início do ano e que nos foram enviados ao longos destes meses pelo excelente Departamento de Comunicação superiormente dirigido por Felisbela Lopes:

5 de Janeiro:
Nuno Vasco Lopes, doutorando de Informática da Universidade do Minho, ganhou o ‘Best Student Paper Award’ na 18.ª Conferência Internacional de Software, Telecomunicações e Redes (SoftCOM 2010), realizada na Croácia. O estudo, intitulado ‘A Micro-Mobility Solution for Supporting QoS in Global Mobility’, pro-põe um modelo para melhorar o sistema que suporta os equipamentos móveis com acesso à Internet (telemóveis, iPods, iPhones, PDAs). O objectivo é assegurar o bom funcionamento de aplicações multimédia, como o YouTube, ou com tráfego em tempo real, como o Skype e Go-ogleTalk.

6 de Janeiro:
a actividade física regular e moderada pode ser decisiva para sair de uma depressão grave, conclui um estudo coordenado por Jorge Mota Pereira, doutorando em Psicologia na Universidade do Minho e psiquiatra no Hospital de Magalhães Lemos, no Porto. O estudo, que tem como orientador de doutoramento o professor Jorge Silvério, da Escola de Psicologia da UMinho, intitula-se ‘Mexa-se! Pela sua depressão’ e venceu o primeiro prémio entre os 206 posters apresentados no VI Congresso Nacional de Psiquiatria da Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental.

11 de Janeiro:
o trompetista Pedro Silva, finalista da licenciatura em Música na Universidade do Minho, é o único português a integrar a Orquestra Sinfónica do YouTube. Os 104 elementos desta orquestra mundial foram eleitos após várias audições na Internet.

31 de Janeiro:
o escritor e antigo vice-reitor da Universidade do Minho, Vítor Aguiar e Silva, acaba de ser distinguido com o ‘Prémio Jorge de Sena’, atribuído pelo Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. O troféu reconhe ce o livro ‘Jorge de Sena e Camões. Trinta Anos de Amor e Melancolia’, editado pela Angelus Novus, que mereceu a unanimidade do júri.

7 de Fevereiro:
FMI publica artigo de investigador da UMinho a comprovar que instabilidade política prejudica o crescimento económico. Professor Francisco Veiga analisou 169 países no período 1960-2004.
8 de Fevereiro: uma equipa do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde da Universidade do Minho venceu o ‘Prémio Pulido Valente Ciência 2010’, atribuído pela Fundação Francisco Pulido Valente, em cooperação com a Fundação para a Ciência e a Tecnologia. O trabalho ‘Pathological role of interleukin 17 in mice subjected to repeated BCG vaccination after infection with Mycobacterium tuberculosis’ foi considerado o melhor na área de Inflamação e Imunidade.

10 de Fevereiro:
o investigador Pedro Moreira, do Centro de Tecnologias Mecânicas e de Materiais (CT2M) da Universidade do Minho, foi galardoado no 4.º Congresso Nacional de Biomecânica com uma Menção Honrosa, entregue pela Sociedade Portuguesa de Biomecânica. A distinção foi atribuída na categoria ‘Prémio Jovem Investigador João Martins’, que visa premiar o melhor artigo na área da biomecânica.

22 de Fevereiro:
Luísa Cidália Guimarães Rodrigues, do Centro de Química da Universidade do Minho, foi distinguida com um financiamento de 2.500 euros pelo Programa de Estímulo à Investigação da Fundação Calouste Gulbenkian.

23 de Fevereiro:
Alexandre Ferreira da Silva, doutorando da Universidade do Minho no âmbito do programa MIT Portugal, venceu a 8.ª edição do Prémio Fórum Ibérico de PVC. O investigador concebeu uma folha de PVC, fabricada em ambiente industrial, com sensores de fibra óptica integrados, capaz de monitorizar deformação e temperatura e com aplicações na área biomédica, automóvel e de construção civil, entre outras.

25 de Fevereiro:
Nuno Costa, recém-doutorado em Engenharia Mecânica pela Universidade do Minho, foi contratado pela Federação Internacional do Automóvel, para trabalhar na equipa responsável pela homologação dos equipamentos ligados à segurança dos veículos de competição.

3 de Março:
Helena Sarmento, licenciada em Direito pela Universidade do Minho, acaba de lançar o seu primeiro disco, ‘Fado Azul’. A edição de autor tem 11 faixas com poemas originais (um é musicado por Tino Flores) e as versões ‘Caldeirada’, de Amália Rodrigues, e ‘Canção do desterro’, de José Afonso. O escritor Fernando Dacosta considera que a intérprete está “na primeira linha dos fadistas fadados para puxar-nos o futuro”.

4 de Março:
uma equipa de alunos da Escola de Direito da Universidade do Minho realizou uma prestação brilhante no European Law Moot Court Competition, o mais prestigiado concurso universitário de tribunal simulado na União Europeia e um dos principais do mundo. A equipa, designada ‘Schiller, Beethoven & Associates’, foi uma das 48 seleccionadas para esta edição, sendo a única representante de Portugal nos últimos anos, o que confirma a excelência do ensino do Direito da UE na UMinho.

Mais palavras para quê?
A UM merece todos os elogios e mesmo assim, são poucos, pelo excelente trabalho que vem desenvolvendo ao longos dos anos em todas as áreas...

J.Silva
March 12th, 2011, 03:23 PM
Por falar em UM, já recebi alguns cinco emails de um jovem que desapareceu do polo de azurém em Guimaraes!
Alguem sabe se ainda continua desaparecido? É estranho, desapareceu quando ia para o carnaval em Famalicão...

j0hnny
March 12th, 2011, 03:52 PM
acho que ainda não apareceu :/

j0hnny
March 12th, 2011, 04:41 PM
Apesar do novo Reitor não ser muito acarinhado por grande parte dos estudantes, devido às suas medidas austeras em relação às praxes, (não foi permitido aos caloiros irem pintados e com as camisolas dos respectivos cursos na recepção de boas vindas pelo Reitor por exemplo) , em relação ao desenvolvimento, projectos, visibilidade etc a UM na minha opinião tem evoluído muito. A quantidade de projectos que a UM tem abrangido, o número de sucessos e prémios, já referido aí em cima, é motivo de orgulho por parte de toda comunidade da UM. Estamos numa fase muito boa e melhor será nos próximos tempos.

Além do Instituto para a Bio-Sustentabilidade em principio irá surgir um instituto na UM com parceria com a PJ para investigação e analises de danos.
Por exemplo num acidente de carro determinar se foi culpa do condutor ou culpa dos travões que originou o acidente.

Andre_idol
March 12th, 2011, 11:53 PM
Por falar em UM, já recebi alguns cinco emails de um jovem que desapareceu do polo de azurém em Guimaraes!
Alguem sabe se ainda continua desaparecido? É estranho, desapareceu quando ia para o carnaval em Famalicão...

Não sei se é o mesmo (porque houve um segundo caso que acho que é este a que te referes) mas houve um rapaz que também desapareceu e depois foi encontrado morto. Estudava Economia em Braga. :(

J.Silva
March 12th, 2011, 11:57 PM
Não sei se é o mesmo (porque houve um segundo caso que acho que é este a que te referes) mas houve um rapaz que também desapareceu e depois foi encontrado morto. Estudava Economia em Braga. :(

Nao, o que recebi era residente em Braga e estudava Engenharia (penso) em Guimaraes!

j0hnny
March 13th, 2011, 12:29 AM
Há cerca de 2/3 semanas também desapareceu um aluno de economia da UM e apareceu morto passado uma semana, era de Famalicão. Este é de Braga de adaufe e estuda eng. de comunicações

sjay
March 13th, 2011, 01:06 AM
[DELETED]

Retirei tudo o que disse. Ontem eu hesitei muito em colocar o texto, com medo das especulações típicas de aldeia. Cheguei a escrever mais que uma vez o texto ao longo do dia e acabava sempre por não o publicar. E mesmo assim acabei por colocar informação de forma muito reduzida.
Para quem leu o que escrevi, essa era a informação que na quarta de manhã corria aqui em Adaúfe. Hoje a minha irmã ao vir da missa já veio com informação totalmente oposta. Portanto, ou uma informações está certa, ou ambas não passam de especulação também. Portanto os pormenores neste momento tornam-se acessórios.

O importante é que ele desapareceu na segunda e desde então não tem dado noticias.

deixo aqui a noticia do JN que tem andado a correr pelo facebook.

http://www.jn.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Braga&Concelho=Guimar%E3es&Option=Interior&content_id=1803278

sjay
March 22nd, 2011, 12:36 PM
Boas,

Felizmente o miudo apareceu ontem, bem de saúde. Apareceu ontem na casa dos avós em Figueiredo. Pouco mais sei além do que li de relance no Correio do Minho.

brc20
March 24th, 2011, 08:46 PM
Investigadores portugueses recebem prémio internacional em imunologia

Por JPN - jpn@icicom.up.pt
Publicado: 22.03.2011 | 19:55 (GMT)
Marcadores: Investigação

Uma equipa de investigação da Universidade do Minho venceu o Prémio Jon J. van Rood pela descoberta de um novo factor de risco nos doentes sujeitos a transplante de medula óssea.

O estudo, que revelou que os doentes transplantados são um grupo de risco para infecções fúngicas de difícil tratamento, foi realizado por Francisco Rodrigues e e Agostinho Carvalho, do Instituto de Ciências da Vida e da Saúde da Universidade do Minho, em co-autoria com investigadores do Instituto Pasteur, na França, e da Universidade de Perugia, na Itália.

O galardão, atribuído pelo Grupo Europeu para o Sangue e Transplantação de Medula, distingue o melhor artigo publicado em 2010 na área de imunogenética/imunologia do transplante hematopoiético. A pesquisa foi divulgada pela primeira vez na revista "Blood", considerada a publicação mundial mais citada na área.

Nos pacientes transplantados de medula, a taxa de mortalidade varia entre os 40 e 80 por cento. O trabalho dos investigadores portugueses permitiu identificar, dentro deste grupo, os indivíduos mais susceptíveis a infecções fúngicas.



http://jpn.icicom.up.pt/

brc20
April 19th, 2011, 04:54 PM
Criação do Laboratório Associado ICVS/3B's

http://img16.imageshack.us/img16/7952/image003wd.jpg (http://img16.imageshack.us/i/image003wd.jpg/) http://img825.imageshack.us/img825/9207/image005of.jpg (http://img825.imageshack.us/i/image005of.jpg/)





A Direcção do ICVS/3B’s - Laboratório Associado vem comunicar a criação desta nova estrutura de I&D do Sistema Cientifico e Tecnológico Português. Trata-se do primeiro Laboratório Associado totalmente baseado em grupos da Universidade do Minho.



Este novo Laboratório Associado, que resulta de uma parceria estratégica, construída e consolidada ao longo dos últimos anos entre o Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS), ligado à Escola de Ciências da Saúde (ECS-UMinho), e o Grupo 3B’s - Biomateriais, Materiais Biodegradáveis e Biomiméticos (3B’s), ligado à Escola de Engenharia (EE-UMinho) terá as suas actividades centradas nas Ciências da Saúde, na sua vertente Biomédica e Clínica, e nas Ciências de Engenharias Biomédica e de Materiais (Biomateriais), com uma forte interface entre as Ciências da Saúde/Tecnologias.



O ICVS/3B’s - Laboratório Associado prosseguirá o objectivo de criar valor através do desenvolvimento de produtos e serviços inovadores, resultantes de investigação científica de excelência fortemente competitiva a nível internacional.



A parceria entre o ICVS – uma Unidade de Investigação em Biomedicina e Ciências Clínicas, articulando-se com uma vasta Rede de Unidades Prestadoras de Cuidados de Saúde – e o 3B’s – uma Unidade de Investigação em Tecnologias Aplicadas à Medicina Regenerativa, nomeadamente Biomateriais, Engenharia de Tecidos e Nanomedicina, líder do Instituto Europeu de Excelência em Engenharia de Tecidos e Medicina Regenerativa – associa duas Unidades de nível Excelente (de acordo com a avaliação por painéis internacionais da FCT).



Trata-se de um consórcio de duas Unidades de I&D complementares e com grande potencial de crescimento, representando uma oportunidade singular em Portugal para estimular a inovação e para desenvolver investigação clínica e de translação de forma aplicada, estruturada e ajustada aos desafios actuais e futuros na área das ciências e tecnologias da saúde. Adicionalmente, o ICVS/3B’s - Laboratório Associado oferece um elevado potencial para criar valor através do desenvolvimento de produtos e serviços altamente inovadores, e uma oferta educativa de pós-graduação de excelência reconhecida a nível internacional, particularmente nas áreas ligadas à Biomedicina, Engenharia de Tecidos, à Medicina Regenerativa, à Nanomedicina e à Clínica, com impacto, não só na Universidade do Minho, mas também certamente na rede nacional de I&D, e no tecido empresarial, aos níveis regional, nacional e internacional. O ICVS/3B´s tem como objectivo competir de forma ganhadora com o que de melhor existe nas suas áreas de intervenção a nível internacional.



O Director do Laboratório Associado ICVS/3B´s

Rui L. Reis



O Presidente do Laboratório Associado ICVS/3B´s

Jorge Pedrosa


[/QUOTE]


Gabinete de Comunicação, Informação e Imagem

Universidade do Minho

fernao
April 19th, 2011, 05:36 PM
http://jpn.icicom.up.pt/

O Director do Laboratório Associado ICVS/3B´s

Rui L. Reis



O Presidente do Laboratório Associado ICVS/3B´s

Jorge Pedrosa




muito bom :applause:

j0hnny
May 12th, 2011, 11:33 PM
Ciencia: Investigadora da UMinho premiada nos EUA por estudo sobre próteses nas ancas
ENSINO
http://www.correiodominho.pt/images/25175_230x180.jpeg

Uma investigadora da Universidade do Minho foi premiada nos EUA por uma pesquisa que introduz melhorias na aplicação de próteses de anca com vista a diminuir a frequência de intervenções cirúrgicas de revisão nos pacientes.

Maria João Runa, investigadora do Centro de Tecnologias Mecânicas e de Materiais (CT2M) da Universidade do Minho, foi galardoada com o Best Paper Award na conferência mundial “Wear of Materials”, realizada em Filadélfia, nos EUA.

O estudo que apresentou permite compreender o efeito conjunto das proteínas e dos esforços mecânicos no comportamento de próteses de anca, concluindo que, em determinadas condições de solicitação mecânica, as proteínas podem ter um efeito protetor, prevenindo a degradação dos materiais envolvidos, enquanto noutras condições, características de pessoas com maior atividade física, pode ser observado o efeito oposto.

A pesquisa, premiada de entre as 300 apresentadas, abre assim caminho para a introdução de melhorias nestes dispositivos, no sentido de diminuir a frequência de cirurgias de revisão, penosas para os pacientes e de elevado custo.

A investigação foi realizada no âmbito da dissertação de mestrado, que foi concluída em Dezembro com a classificação máxima, sob orientação dos professores Luís Augusto Rocha, da UMinho, em Guimarães, e Mathew T. Mathew, da Rush University Medical Center, em Chicago.

Será publicado na conceituada revista “Wear” e tem como título 'Corrosion and tribocorrosion behavior of CoCrMo alloy used as hip joint implant materials under simulated body fluids: effect of proteins and normal load'.

;)

brc20
June 3rd, 2011, 07:56 PM
Notícias ligadas à Universidade do Minho


Cientista da Escola de Ciências da UMinho distinguido na Gala da
Ciência - Prémios Seeds of Science 2011



Dezanove investigadores portugueses foram distinguidos com os prémios «Seeds of Science» durante a IV Gala da Ciência que se realizou no dia 21 de Maio no Casino da Figueira da Foz. Verdadeiros óscares da Ciência, os Seeds contemplam diversas áreas, das ciências sociais e humanas às exactas. Os troféus «Júnior», «Consagração» e «Carreira» completam o leque. Atribuídos pelo jornal Ciência Hoje, os «Seeds» de 2011 integram ainda dois «especiais».



Entre os eleitos, encontra-se Nuno Peres, professor e investigador no Departamento de Física da Escola de Ciências da UMinho, pelo estudo do grafeno, descoberto no final de 2004, base do Prémio Nobel da Física 2010 e pela publicação de vários artigos em colaboração com os dois laureados, André Geim e Kostantin Novoselov.




Investigadora da UMinho é co-autora de estudo publicado na revista Science - SIC Notícias Online, 27 Maio 2011

A revista norte-americana Science publica hoje um estudo com co-autoria de uma investigadora da Universidade do Minho que “ajuda a compreender as diferenças culturais entre os povos”, sugerindo soluções para “promover o diálogo intercultural”. O estudo no qual a investigadora da UM Rosa Cabecinhas participou foi realizado em 33 países e focalizou-se "nas diferenças entre culturas “rígidas” e “flexíveis”, anunciou em comunicado a UM. Segundo adianta, por “culturas rígidas” entenda-se as que “têm normas sociais mais coercivas e níveis de sanção do comportamento desviante mais altos”. Este modelo “rigidez/flexibilidade” faz parte de “um sistema complexo que envolve vários processos e exige diversos níveis de análise”, refere Rosa Cabecinhas.



No Portugal que triunfa - Visão, 26 Maio 2011

Cláudio Carvalheira, 34 anos, só espera que o País não lhe atrase o desenvolvimento do negócio. No AveParque, nas Taipas, Guimarães, o edifício das spin-offs faz lembrar uma incubadora de um filme de ficção científica. Não é coincidência. As spin-off são justamente empresas novíssimas, ainda incubadas, a amadurecer. São parceiras da TecMinho, um interface da Universidade do Minho que apoia o empreendedorismo de alunos, ex-alunos e investigadores. Em conversa com médicos seus conhecidos, Cláudio, licenciado em Economia, deu-se conta de uma necessidade: roupa que ajudasse a tratar a dermatite atópica, que atinge entre 10% e 20% da população infantil. Mãos à obra. Plano de negócio, estudo de mercado, procura de um investidor... Em 2009, a New Textiles entrou no mercado. Produz a marca Skintoskin, à venda nas farmácias. (…) Logo no primeiro ano de actividade, a empresa começou a exportar para Espanha (70% da produção), para a República Checa e para Inglaterra. Recentemente, chegou à Alemanha e deverá entrar nos EUA no próximo mês. “Temos também contactos com o Brasil, a Rússia e o Japão”, acrescenta Cláudio.


Entrevista ao professor Nelson Lima - Antena 1 | Portugal em Directo, 24 Maio 2011

A comemorar 15 anos de existência, a Micoteca da Universidade do Minho acaba de ser tornar na primeira colecção de culturas microbianas em Portugal com a certificação máxima de qualidade e a vigésima terceira no mundo. Dentro de um acervo que possui mais de 50 mil espécies, esta micoteca disponibiliza em catálogo cerca de 800 estirpes de fungos. O professor Nelson Lima é o convidado de hoje para falar sobre este projecto. “É uma colecção de microrganismos vivos que nos tentamos perpetua-los para fazermos estudos e caracterização e assim fornecer material biológico de alta qualidade e de referência para a parte clínica, ambiental, biológica, alimentar”, explica. “É uma colecção de fungos filamentosos. Falamos de mofos, bolores, e ferrugens em termos agrícolas. Um dos produtos feito com base nos nossos bolores é o antibiótico penicilina”, acrescenta.

Investigação na Universidade do Minho - TSF | Mundo Novo, 23 Maio 2011

As investigações universitárias seguem os mais variados caminhos e objectivos. Desde nanomateriais a sistemas de protecção de dados, novos alimentos ou, pelos menos, melhorados, e até novas formas de melhorar a comida. Na Universidade do Minho, o professor José Teixeira ajuda a desenvolver o nanopacksafer. Ele diz que o nome do projecto explica o conceito e o objectivo: “Trata-se de aplicar a nanotecnologia para desenvolver embalagens mais seguras com o objectivo de responder as necessidades dos consumidores que querem produtos mais seguros, naturais e de qualidade”, explica. Este é um projecto internacional.

brc20
June 3rd, 2011, 08:21 PM
Notícias sobre a Universidade do Minho



Prémio Científico IBM 2010 atribuído a Alexandra Silva



No passado dia 28 de Maio foi outorgado o Prémio Científico IBM 2010 a Alexandra Silva.

O Prémio Científico IBM, instituído em 1990, é a mais importante distinção em Informática e visa reconhecer trabalhos de elevado mérito científico no campo da computação teórica e aplicada. É destinado a investigadores com menos de 36 anos e premeia, geralmente, trabalhos baseados em teses de doutoramento.

Esta é a primeira vez que o Prémio Científico IBM é atribuído a um graduado da Universidade do Minho. É igualmente a primeira vez que é premiado um trabalho de investigação fundamental em teoria da computação, uma das áreas que é, desde há vários anos, parte da "imagem de marca" do Departamento de Informática.

A Doutora Alexandra Silva concluiu a Licenciatura em Matemática e Ciências da Computação do Departamento de Informática da EEUM com 19 valores. Destacou-se também na defesa da sua tese Kleene Coalgebras na Universidade de Nijmegen em 2010, tendo sido aprovada "cum laude" por unanimidade (ENGINews nº7).

No último concurso da FCT foi-lhe atribuída uma bolsa de pós-doutoramento no grupo HASLab do Centro de Ciências e Tecnologias de Computação, centro associado ao Departamento de Informática da EEUM. Venceu há duas semanas um concurso para Professora Auxiliar em Nijmegem, entre 65 candidatos.



Divulgação na EEUM

divulgacao@eng.uminho.pt


Mundo Novo na Universidade do Minho - TSF | Mundo Novo, 2 Junho 2011

Está prestes a ser terminado concluído um projecto de investigação que como explica o responsável José Mendes, vice-reitor da Universidade do Minho, pretende aliar a tecnologia GPS à saúde e a um melhor ambiente. Chama-se Hi Routes. “É necessário promover o andar a pé e de bicicleta. Os efeitos benéficos são frequentemente anulados pelos riscos que representa andar na cidade. Tem a ver com segurança, ruído e a poluição do ar. Pensamos criar um planeador de rotas que nos permitisse criar itinerários na cidade mais saudáveis, pelas rotas menos poluídas e ruídos, e não necessariamente pelas mais curtas ou mais económicas. Existe já um protótipo, estamos a preparar um planeador de rotas que será disponibilizado pela internet e que terá um navegador GPS digamos móvel que permitirá às pessoas escolher os seus percursos”, explica.



Investigadora da UMinho estuda alterações genéticas de gliomas - CiênciaHoje.pt, 1 Maio 2011

Uma equipa de investigação da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho debruçou-se sobre o estudo das vias moleculares associadas ao desenvolvimento de tumores cerebrais e nas diferenças existentes em gliomas pediátricos e adultos para “adoptar, posteriormente, terapias específicas nos doentes de várias idades – já que “não há estudos sobre o nível de eficácia terapêutica”, referiu Marta Pereira, cientista que desenvolveu a tese de doutoramento “Genética Molecular de Tumores Cerebrais Pediátricos versus Adultos”, a partir do qual se desenvolveu o estudo. No trabalho agora publicado na revista PLoS ONE, fruto de uma colaboração internacional, o grupo centrou-se no papel de um tipo de alteração genética – instabilidade de microssatélites (MSI), que são sequências de DNA bastante susceptíveis à introdução de erros e, se não reparados, podem conduzir à formação de mutações importantes, e consequente desregulação celular e desenvolvimento de tumores – e comparou o seu impacto em gliomas de doentes adultos e de doentes pediátricos.


Projecto optimiza resíduos da olivicultura - Jornal de Notícias, 1 Junho 2011

No final de 2012, vários azeites transmontanos podem vir a ter uma eco-etiqueta com a indicação da pegada de carbono associada à sua produção. Um rótulo que garante ao consumidor que foram cumpridas todas as normas ambientais em todo o processo. É um dos objectivos do projecto OilCA - Melhoria de Competividade e redução da pegada de carbono do sector do azeite – que conta com parceiros de Portugal, Espanha e França, entre ou quais está a Associação de Olivicultores de Trás-os-Montes e Alto Douro (AOTAD). A iniciativa compromete-se a proporcionar às empresas do sector do azeite uma ferramenta que “permite avaliar de um ponto de vista ambiental e económico, tantos os seus processos produtivos com os seus impactos resultantes das possíveis alterações dos mesmos”, explica Jorge Araújo, do Centro para a Valorização dos Resíduos (CVR) da Universidade do Minho.



Para o ano o xadrez e o futsal, em 2014 o andebol e em 2013 talvez o futebol - Canal UP, 31 Maio 2011

A Universidade do Minho cada vez mais se assume como uma potência internacional no que toca à organização de provas desportivas. Depois de conseguir a organização do Mundial de Andebol de 2014, os minhotos apresentam a candidatura ao Europeu de Futebol de 2013. A aposta nas provas internacionais é, sobretudo, “uma forma de promover a actividade desportiva dentro da universidade”. Em quatro anos, podem ser quatro as provas internacionais organizadas pelos minhotos. O nome da Universidade do Minho é cada vez mais recorrente nas lides do desporto universitário, o que orgulha quem, há anos, aposta no desporto. “Trata-se de um projecto com mais de 15 anos e que tem como objectivo principal promover a prática desportiva dentro de portas”, diz ao Canal UP Fernando Parente, responsável pela Divisão de Desporto da Universidade do Minho.

brc20
June 9th, 2011, 04:54 PM
Cirurgia pulmonar pode vir a ser feita através da boca
Investigador da UMinho distinguido com o Prémio da Melhor Comunicação Oral

2011
2011-06-08


Fazer uma cirurgia torácica complexa através da boca, como uma lobectomia pulmonar, pode vir a ser uma prática comum a curto prazo. Este método impede complicações associadas às feridas cutâneas, diminui a dor pós-operatória, os distúrbios fisiológicos e, consequentemente, permite realizar mais cirurgias em regime de ambulatório. Além disso, possibilita retomar a vida activa mais rapidamente.

Estas são as conclusões do estudo de João Moreira Pinto, do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde (ICVS) da Universidade do Minho, que acaba de ser distinguido com o prémio da melhor comunicação oral de 2011, atribuído pela Sociedade Portuguesa de Cirurgia Minimamente Invasiva e pela Associação Portuguesa de Cirurgia de Ambulatório.
O procedimento premiado implica uma incisão da parede torácica de apenas dez milímetros: “Um gastroscópio convencional, com um canal de trabalho para a passagem de instrumentos flexíveis, é introduzido pela boca, e através do esófago. Introduziu-se também um toracoscópio que permite fazer passar instrumentos rígidos e, simultaneamente, visualizar e guiar instrumentos articulados introduzidos pelo esófago”, explica o cirurgião, que está a desenvolver o doutoramento na Escola de Ciências da Saúde (ECS) da UMinho.

O seu trabalho «Lobectomia pulmonar superior direita transesofágica - estudo ‘in vivo’» tem como objectivo resolver as limitações da cirurgia torácica endoscópica por orifícios naturais nos seres humanos. Foi aplicado em modelos suínos, mas pretende-se prolongar o procedimento ao ser humano.

“Os resultados demonstram que a utilização de uma porta transtorácica auxiliar permite efectuar procedimentos endoscópicos transesofágicos mais complexos, proporcionando uma maior segurança e eficiência neste âmbito”, reforça.

A distinção foi-lhe atribuída durante o Congresso de Cirurgia Minimamente Invasiva e de Ambulatório, no Algarve. O estudo foi desenvolvido com a colaboração dos professores Carla Rolanda e Jorge Correia-Pinto, do investigador Aníbal Ferreira e da veterinária Alice Ferreira.

Biografia
João Moreira Pinto licenciou-se em Medicina no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, tendo também presidido a Associação de Estudantes. Foi depois para Timor fazer voluntariado pela Associação Médica Internacional. Começou a trabalhar no Hospital de Braga e, actualmente, está a completar o internato em Cirurgia Pediátrica, no Centro Hospitalar do Porto, e a realizar o doutoramento em Medicina na UMinho, onde também investiga no grupo de Ciências Cirúrgicas do ICVS. Desde 2010, é assistente convidado e dá aulas de Sistemas Orgânicos e Funcionais na licenciatura de Medicina desta instituição.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=49509&op=all

brc20
June 9th, 2011, 04:56 PM
Saúde: Investigadora da UMinho descobriu forma de "prevenir e abrandar" sintomas da doença Machado-Joseph


Braga, 27 mai (Lusa) - Uma equipa liderada por uma investigadora da Universidade do Minho concluiu que com "manipulação genética e farmacológica de genes" é possível prevenir e abrandar os primeiros sintomas da doença de Machado-Joseph (DMJ).

Este estudo, liderado por Patrícia Maciel, da Universidade do Minho (UM), em colaboração com investigadores norte-americanos das universidades de Northwestern, em Chicago, e do Utah, em Salt Lake City, foi publicado na revista "Human Molecular Genetics", anunciou hoje a instituição, através de comunicado enviado à Agência Lusa.

A DMJ é uma "doença neurodegenerativa que atinge milhares de pessoas e caracteriza-se principalmente pela descoordenação dos movimentos corporais, obrigando os doentes a usar cadeira de rodas" e foi "inicialmente identificada em descendentes de portugueses oriundos dos Açores", informa a UM.

Os investigadores, adianta o comunicado, concluíram que "a manipulação genética e farmacológica de genes que determinam a longevidade dos organismos poderá vir a prevenir o aparecimento dos primeiros sintomas da DMJ, bem como abrandar a sua progressão".

A equipa liderada por Patrícia Maciel sugere dois fármacos com "elevado potencial terapêutico, que demonstraram ter consequências positivas no fenótipo neurológico de modelos animais, nomeadamente ao nível da locomoção".

Segundo a investigadora, esta "descoberta vai ter uma boa recetividade no mercado farmacêutico".

Patrícia Maciel explica ainda que estão a ser testados "compostos que já são usados em humanos para o tratamento de outras doenças"

"Desta forma, qualquer achado positivo poderá ultrapassar as fases mais morosas de estudo da segurança de utilização, uma vez que já foram validados em modelos animais", explica.

O estudo mostra também "que é possível recriar doenças neurodegenerativas graves em organismos simples, nomeadamente o nemátode C. elegans, permitindo testar, num curto espaço de tempo, milhares de fármacos de modo a identificar a sua eficácia terapêutica".

Para a investigadora da UM, "a criação deste modelo e a validação da sua utilidade na pesquisa de terapias para a Machado-Joseph são um momento importante", pois "fazem pensar que a possibilidade de encontrar um tratamento farmacológico para esta doença está cada vez mais próxima".

Patrícia Maciel é licenciada em Bioquímica e o doutorada em Ciências Biomédicas, na Universidade do Porto (UP), embora tenha realizado todo o trabalho experimental na Universidade McGill, no Canadá.

Antes de ser investigadora do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde da UM, foi docente no Instituto Superior de Ciências da Saúde-Norte e investigadora no Instituto de Biologia Molecular e Celular da UP.


JYCR.

Lusa/Fim


http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/05/27/saude-investigadora-da-uminho-descobriu-forma-de-prevenir-e-abrandar-sintomas-da-doenca-machado-joseph

brc20
June 9th, 2011, 04:58 PM
Biologia sintética: Peritos internacionais em Braga para discutir área promissora para saúde, indústria e energia

05 de Junho de 2011, 07:49

Porto, 05 jun (Lusa) -- Peritos internacionais vão reunir-se na segunda-feira na Universidade do Minho, em Braga, para discutir sobre biologia sintética, área de investigação recente com grande potencial de aplicação na saúde, indústria e energia.

"É um domínio muito recente, com cinco anos, mais ou menos, mas tem possíveis aplicações muito relevantes, principalmente na saúde, química industrial e bioenergia", disse à agência Lusa Manuel Mota, professor da UMinho atualmente a fazer investigação em biologia sintética no Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos.

A biologia sintética é uma área de investigação emergente da biologia molecular, que se dedica a desenhar e construir componentes e sistemas biológicos que não existem na natureza, assim como redesenhar os já existentes para que desempenhem novas funções.


http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/12637265.html

brc20
June 9th, 2011, 05:02 PM
Universidade do Minho na indústria automóvel
A Universidade do Minho integra consórcio europeu que aplica matérias renováveis na indústria automóvel.
0:57 Quarta feira, 8 de junho de 2011


Universidade do Minho na indústria automóvel

Aplicar matérias renováveis na indústria automóvel é o objectivo principal do consórcio europeu ECOplast, que conta com a parceria do Centro de Biologia Molecular e Ambiental da Universidade do Minho (UMinho).

O consórcio envolve 13 parceiros de cinco países europeus - Espanha, Holanda, Finlândia, Alemanha e Portugal e é coordenado pelo Centro de Tecnologia Automóvel da Galiza.

A principal linha de investigação foca-se na adaptação de bioplásticos disponíveis no mercado e na criação de novos polímeros à base de proteínas, modificados com a ajuda de fibras naturais, cargas minerais, nanopartículas e aditivos para melhorar os seus desempenhos técnicos.

Além disso, o projecto pretende testar novas tecnologias de processamento e adaptar as actuais às características materiais.

A crescente consciência ecológica, juntamente com a nova legislação, tem impulsionado a procura de produtos com elevado valor ambiental.

A indústria automóvel estabeleceu como meta melhorar o seu balanço de carbono através do aumento da utilização de materiais renováveis em automóveis.

Durante quatro anos, o consórcio ECOplast, em conjunto com as instituições dedicadas à investigação e a indústria, vai desenvolver biocompósitos que satisfaçam as especificações exigidas pelo sector de produção.

O site do projecto é www.ecoplastproject.com .




http://aeiou.expresso.pt/universidade-do-minho-na-industria-automovel=f654327

brc20
June 9th, 2011, 05:03 PM
Investigadora estuda tratamento de tumores


Braga
2011-06-02


Marta Pereira, investigadora da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho, está a estudar as alterações genéticas de tumores cerebrais com o objectivo de melhorar o tratamento. A especialista acaba de ver o seu último trabalho publicado na revista internacional ‘PLos ONE’.
Atentar na diferença molecular de tumores cerebrais em crianças e adultos para adoptar, posteriormente, terapias específicas nos doentes de várias idades é um dos objectivos do doutoramento da investigadora.

Refira-se que os tumores cerebrais são a principal causa de morte por cancro em crianças, sendo também um dos responsáveis pela diminuição de anos de vida em doentes oncológicos.
“O tratamento dos tumores pediátricos baseia-se em protocolos terapêuticos aplicados em adultos, quando existem diferenças consideráveis na sua génese. Esta distinção molecular pode vir a ajudar na concepção de fármacos mais eficientes”.

Um dos focos da investigação aponta para a possibilidade de a proteína EGFR ser um alvo terapêutico promissor: “isto faz com que os pacientes possam responder positivamente aos medicamentos direccionados especialmente a esta proteína”, afirma Marta Pereira.
“São medicamentos concebidos para inibir o EGFR e, por conseguinte, travar o crescimento do tumor”.

http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=48765

brc20
June 9th, 2011, 05:07 PM
A roupa que permite medir sinais vitais

05.06.2011 - 18:50 Por Samuel Silva

Imagine que pode usar um boné que faz um eletroencefalograma ou uma camisola que regista o ritmo cardíaco enquanto trabalha. A investigação da Universidade do Minho (UM) está a ser cruzada com os conhecimentos da indústria têxtil para que isto deixe de ser ficção. Produtos como estes podem chegar ao mercado dentro de ano e meio a dois anos.

O projecto chama-se My Health e une 60 investigadores da UM, uma unidade do Serviço Nacional de Saúde e a Têxtil Manuel Gonçalves (TMG), um dos gigantes do sector no Vale do Ave. Na base, está a investigação da UM que permitiu criar protótipos que aliam dispositivos que permitem medir os sinais vitais a peças de roupa usadas quotidianamente. O desafio é criar, agora, produtos suficientemente fiáveis e esteticamente interessantes. "Ninguém quer andar com um capacete a fazer um eletroencefalograma. Mas se aplicarmos os dispositivos num boné tornamos o produto mais apelativo", diz Isabel Furtado, administradora da TMG.

"Temos que perceber como transformar uma boa ideia num produto que traz valor", afirma o director da Escola de Ciência de Saúde da UM, Nuno Sousa.

O projecto divide-se em nove módulos, para aplicações em diversas áreas. Além de um boné ou de um gorro que registe os sinais vitais do cérebro, a equipa está a desenvolver camisolas com sensores que realizam electrocardiogramas, cintas para grávidas que monitorizam a frequência cardíaca fetal e pijamas que medem os sinais vitais durante o sono.

A informação destes dispositivos tornará mais fiável determinados diagnósticos, mas também permitirá conhecer com mais regularidade o estado de saúde dos doentes. O programa será também acompanhado pela Unidade de Saúde do Alto Minho e associado a Unidades de Saúde Familiar.

A UM e a TMG vão colaborar ainda para projectar novos produtos. Os trabalhadores da têxtil farão investigação na universidade e os académicos poderão conhecer mais de perto a realidade empresarial. "Podemos levar as coisas do laboratório para os doentes e vice-versa, num conceito a que chamamos investigação-translação", explica Nuno Sousa.

O My Health é uma de quatro iniciativas no país que une investigadores e empresas. Além do têxtil, está também a trabalhar com a indústria agro-alimentar. Os investigadores da UM identificaram carências de nutrientes e estão a criar suplementos alimentares que ultrapassem esses défices. Em fase de desenvolvimento está a criação de leites e iogurtes com suplementos de iodo. "Temos a ideia de que Portugal tem níveis de iodo elevados. Os estudos mostram que é uma ideia errada", diz Sousa. Alimentos como estes contribuirão para reduzir essas falhas e permitir um crescimento saudável das crianças ou a melhoria da saúde de adultos.



http://www.publico.pt/Sociedade/a-roupa-que-permite-medir-sinais-vitais_1497608

j0hnny
June 9th, 2011, 07:50 PM
A UM tem estado muito bem, a quantidade de notícias, investigações muitas delas premiadas internacionalmente

Karlussantus
June 9th, 2011, 10:15 PM
Wow tanta notícia, brc20 podias por isso também no BA, tem lá tópico só prá UM e tudo! :)

Andre_idol
June 9th, 2011, 11:29 PM
E as obras que estão a fazer na entrada da universidade...alguém sabe o que é?

A minha esperança é que seja uma reformulação da entrada, já que, quem queira entrar no campus tem obrigatoriamente de estar atento aos carros porque há sempre uma estrada a atravessar :ohno:

j0hnny
June 10th, 2011, 03:07 AM
http://sicnoticias.sapo.pt/Lusa/2011/05/27/saude-investigadora-da-uminho-descobriu-forma-de-prevenir-e-abrandar-sintomas-da-doenca-machado-joseph

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j0hnny
June 10th, 2011, 03:12 AM
http://www.publico.pt/Sociedade/a-roupa-que-permite-medir-sinais-vitais_1497608

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5:36

brc20
June 24th, 2011, 02:17 PM
Notícias sobre a Universidade do Minho

Investigadores da Micoteca da UMinho e IBB - Centro de Engenharia Biológica vencem prémios europeus

Utrecht, Holanda
quinta-feira, 16.06.2011


Investigadores da Universidade do Minho - especificamente da Micoteca (MUM), do Instituto para a Biotecnologia e Bioengenharia (IBB) e do Centro de Engenharia Biológica - venceram o primeiro e terceiro prémios como melhor trabalho apresentado no 30º Congresso Europeu de Coleções de Culturas (ECCO XXX). O evento decorreu há dias em Utrecht, na Holanda, reunindo coleções microbianas de 22 países. A MUM esteve presente com oito colaboradores e vários trabalhos científicos.

O 1º prémio foi atribuído a um estudo sobre os aspergilli negros, um grupo de microrganismos avaliado com regime de conservação em óleo mineral da coleção de fungos mais antiga da América Latina: a Micoteca da Universidade de Recife, de 1954. O trabalho, intitulado "Polyphasic identification of Aspergillus section Nigri preserved under mineral oil at URM Culture Collection", é da autoria de Marília Maciel, Cledir Santos, Nelson Lima e Cristina Souza-Motta. Marília Maciel desenvolve o doutoramento em Biologia de Fungos na Universidade Federal de Pernambuco, Brasil, e também na MUM, com bolsa Erasmus Mundus. Para o efeito, a doutoranda integrou as técnicas clássicas com as modernas e espectrais para identificar e caracterizar o material.

O 3º prémio foi atribuído ao trabalho "Three new aflatoxigenic species of Aspergillus section Flavi isolated in Portugal", de Célia Soares, Stephen W. Peterson, Paula Rodrigues, Nelson Lima e Armando Venâncio. O projecto envolveu ainda o Centro Nacional de Bactérias Alimentares Patogénicas e Micológicas do Departamento de Agricultura dos EUA e a Escola Superior Agrária de Bragança. O trabalho propõs três novas espécies para a ciência do género Aspergillus produtores de micotoxinas isolados em Trás-os-Montes. Por esta razão, um dos fungos foi designado Aspergillus transmontanensis. Dado que a MUM comemora os 15 anos, foram homenageados dois professores da UMinho nos epítetos das espécies Aspergillus sergii e Aspergillus mottae, que perpetuam, respectivamente, o antigo reitor Sérgio Machado dos Santos à frente dos destinos da Universidade e o professor Manuel Mota como líder e formador de diferentes gerações de biotecnólogos em Portugal. Célia Soares e Paula Rodrigues foram as responsáveis por estes isolamentos e sua caracterização, no âmbito dos seus doutoramentos em Engenharia Química e Biológica.




UMinho organiza Congresso Europeu de Coleções de Culturas em 2012

Entretanto, foi anunciado que o 31º Congresso Europeu de Coleções de Culturas (ECCO XXXI) vai decorrer em Braga a 14 e 15 de Junho de 2012, numa organização da MUM com as Sociedades Portuguesas de Microbiologia (SPM) e de Biotecnologia (SPBt). O tema geral vai ser "Encurtar distâncias entre a ciência e a sociedade". Esta é a segunda vez que a MUM organiza o congresso, "o que reflete o seu reconhecimento e a liderança internacional na área".

brc20
June 24th, 2011, 02:19 PM
Notícias sobre a Universidade do Minho


UMinho recebe até sábado a maior conferência europeia sobre finanças

Complexo Pedagógico II, campus de Gualtar, Braga
quarta-feira, 22.06.2011


A Escola de Economia e Gestão da UMinho organiza de 22 a 25 de Junho a maior conferência europeia, e uma das principais no mundo, na área da Gestão Financeira de Empresas. A European Financial Management Conference ocorre pela primeira vez numa cidade de média dimensão e tem o Prof. William Sharpe, Nobel da Economia, entre os 300 oradores participantes, que vêm das mais variadas áreas do globo.

As "sessões especiais" vão ser dedicadas à apresentação/discussão de temas com grande actualidade, em particular para Portugal, para a academia e para o "mundo" empresarial.
- Um dos mais prestigiados Prémios Nobel em Economia, Prof. William Sharpe, da Universidade de Stanford (EUA), vai apresentar possiveis soluções para o problema da sutentabilidade financeira das reformas: "Post-retirement Financial Strategies";
- Noutra sessão vai ser tratado um tema muito adequado para Portugal, sobre Empreendedorismo e Capital de Risco: "Entrepreneurial Finance, Venture Capital & Private Equity";
- Na terceira sessão especial serão debatidas "As disfuncionalidades do funcionamento dos mercados financeiros", tal como no ponto anterior com um participante da London School of Economics, considerada a mais distinta escola de economia da Europa e, certamente, do mundo.

Além de outros convidados, vão intervir especialistas reconhecidos nestas áreas pertencentes a reputadas universidades, como a Harvard Business School, Oxford University, London Business School, entre outras. A conferência vai contribuir para prestigiar Portugal a vários níveis, face à envergadura, complexidade organizacional e elevada qualidade.

Programa em anexo.

Mais informações em: www.efmaefm.org (clicar em 2011 Conference, ao cimo à direita).

brc20
June 24th, 2011, 02:22 PM
Notícias sobre a Universidade do Minho

Cerimónias solenes


Reitores de dez universidades brasileiras visitam UMinho na segunda-feira
Largo do Paço, Braga

segunda-feira, 27.06.2011


A Universidade do Minho recebe esta segunda-feira, 27 de Junho, os Reitores e Vice-reitores de dez universidades do Brasil. O objectivo da visita, patrocinada pelo Instituto Camões, é o estreitamento da colaboração nos planos da Investigação e do Ensino, prevendo-se a assinatura de um protocolo.

A comitiva é composta por membros da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (ACAFE), que congrega 16 instituições de 56 cidades, num total de 155 mil estudantes. Os responsáveis vão ser recebidos às 14h30, no Salão Nobre do Largo do Paço, em Braga, pelo Vice-reitor para a Inovação e Empreendedorismo, José Mendes, que fará uma apresentação da UMinho. Segue-se uma reunião de trabalho com a equipa dos Serviços de Relações Internacionais da academia minhota.

A ACAFE é constituída pelas universidades Regional de Blumenau, Comunitária da Região de Chapecó, da Região de Joinville, do Extremo Sul Catarinense, do Planalto Catarinense, do Estado de Santa Catarina, do Oeste de Santa Catarina, do Sul de Santa Catarina, do Alto Vale do Rio do Peixe, do Vale do Itajaí e do Condestado, bem como pelos Centros Universitários de Brusque, de Barriga Verde,de Jaraguá do Sul, de São José e do Desenvolvimento do Alto Vale do Itajaí.

brc20
July 7th, 2011, 01:11 PM
Psicologia da UMinho lidera ranking nacional


Ensino
2011-07-07


autor
José Paulo Silva


O ranking ibero-americano de Psicologia (SIR 2011) classifica a Escola de Psicologia da Universidade do Minho (UM) em primeiro lugar no indicador de colaboração internacional entre instituições ibero-americanas e como primeira instituição portuguesa em todos os indicadores de impacto e produtividade científica no domínio daquela área do saber.

A Escola de Psicologia está colocada em 21º lugar no SIR 2011, que mede o impacto e a produção científica publicada de 902 instituições de investigação.
Aquele ranking foi elaborado pela ‘Scimago Lab’, uma organização especializada na avaliação e produção de rankings institucionais e internacionais e na caracterização bibliométrica dos resultados de produtividade científica das instituições e orga-nismos de investigação de todo o mundo. Realizado em parceria com a ‘Scopus’, líder mundial de bases de dados científicos, este ranking contou ainda com a colaboração da Federação Ibero--americana das Associações de Psicologia (FIAP).

Foram englobadas todas as instituições de investigação científica no domínio da Psicologia, com trabalhos científico s publicados no período de 2005-2009, e incluídas todas as instituições que, em 28 países da América Latina, mais Espanha e Portugal, se dedicam à investigação nos diferentes domínios da Psicologia.

Da análise separada da classificação em cada um dos marcadores adicionais e seleccionados, a UM aparece em primeiro lugar na colaboração institucional, no conjunto de todas as instituições avaliadas.
Classificações excelentes são igualmente as obtidas na qualidade científica, que reflecte o impacto científico médio da instituição, e na “percentagem de publicações de alta qualidade”.


Qualidade científica

No indicador de qualidade científica média, a Escola de Psicologia da UM só é ultrapassada pelas universidades espanholas Autónoma de Madrid, Barcelona, Complutense de Madrid e La Laguna.
“No cômputo geral, o SIR 2011 reconhece e premeia a UM, em geral, e a Escola de Psicologia, em particular, pela excelência do seu desempenho e impacto científico, em termos nacionais e internacionais, entre 2005 e 2009”, destacam os responsáveis daquela unidade orgânica da UM.


Correio do Minho

Andre_idol
July 8th, 2011, 01:16 AM
Uma história...err...interessante que anda a dar que falar por aí http://justpaste.it/e4r :laugh:

http://www.facebook.com/pages/Gelados-UM/144541775622050?sk=wall

j0hnny
July 8th, 2011, 12:59 PM
o que me ri dessa situação toda LOL

brc20
July 12th, 2011, 09:08 PM
Mais de 400 investigadores reunidos em congresso na UM


terça-feira, 05-07-2011


Mais de 400 investigadores reunidos em congresso na UM

O Instituto de Educação da Universidade do Minho (UM) realiza hoje, às 14h30, a cerimónia de abertura do 15.º Congresso Internacional da ISATT – Associação Internacional de Estudos sobre Professores e o Ensino, que decorrer até ao próximo dia 8 de Julho.

A cerimónia terá lugar no anfiteatro A1 do campus de Gualtar, em Braga, e contará com o reitor da UM, António Cunha e a presidente da ISATT, Paulein Meijer (Universidade de Utrecht, Holanda), entre outros. O encontro incide nas preocupações actuais que as escolas e universidades enfrentam num mundo em mudança. No evento vão participar cerca de 400 investigadores e académicos, provenientes de mais de 40 países da África, Ásia, América do Norte, América Latina, Europa e Oceânia.

Diário do Minho

brc20
July 12th, 2011, 09:10 PM
Mário Monte quer internacionalizar Direito

terça-feira, 05-07-2011


Mário Monte quer internacionalizar Direito

José Paulo Silva


Internacionalização é a principal aposta do novo presidente da Escola de Direito da Universidade do Minho (UM). Mário Ferreira Monte, que ontem tomou posse para um mandato de três anos, revelou ao ‘Correio do Minho’ que a captação de alunos estrangeiros para as formações pós-graduadas da escola é uma “cruzada” que a sua equipa vai prosseguir, em consonância com o objectivo estratégico de internacionalização definida pela reitoria da UM.

“O mercado nacional tem as suas limitações e uma forma de as superar é apostar na internacionalização da Escola de Direito e dos seus projectos”, adiantou Mário Monte, que tem como vice-presidentes Américo Gravato Morais, Maria Clara Carvalho e João Sérgio Ribeiro.

O novo presidente da Escola de Direito entende que, atendendo ao “prestígio e respeitabilidade” adquiridos por esta unidade, “está na altura de dar o salto da internacionalização”. Mário Monte, professor associado na Escola de Direito, realça que, no último concurso nacional de ingresso no ensino superior, o curso da UM foi o que registou a nota mais alta no conjunto das licenciaturas em Direito.

Desde este ano lectivo, a Escola passou a oferecer a licenciatura de Direito em horário pós-laboral.
“Nos nossos cursos nunca ficaram lugares para preencher, mas esta é uma realidade que está a mudar”, assinala Mário Ponte para reforçar a necessidade da “aposta na internacionalização”.

O novo presidente da Escola de Direito é autor de mais de duas dezenas de artigos e de alguns livros, entre os quais ‘O Direito Penal Europeu, de Roma a Lisboa - Subsídios para a sua Compreensão e Aplicação’, ‘Da Legitimação do Direito Penal Tributário - em Particular, os Paradigmáticos Casos de Facturas Falsas (Reflexão, Sobretudo, a Partir dos Direitos Português e Espanhol)’ e ‘Protecção Penal do Consumidor. O Problema da (Des)criminalização no Incitamento ao Consumo’.

Mário Monte já tinha assumido, entre 2009 e 2010, de forma interina, a presidência da Escola de Direito. É pós-graduado, mestre e doutor (europeu) em Direito, na especialidade de ciências jurídico-criminais e tem colaborado com diversas universidades.

Correio do Minho

brc20
July 13th, 2011, 12:11 AM
EVITAR REJEIÇÃO EM TRANSPLANTADOS


sexta-feira, 01-07-2011


PRÉMIO DA MULHER EMPRESÁRIA


SANDRA RODRIGUES DOS SANTOS

Desenvolver terapias que permitam solucionar os problemas de rejeição de órgãos transplantados recorrendo a técnicas de terapia celular é o objectivo da Cell2B, empresa de Daniela Couto, vencedora do prémio Mulher Empresária na categoria Start, apoiado pela Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE).

Daniela Couto tirou o curso de Engenharia Biomédica na Universidade do Minho e foi, segundo a própria, "das melhores experiências" que teve. Ainda durante o curso, a jovem engenheira fez um Erasmus em Milão. "Para além dos conhecimentos técnicos que adquiri, foi uma experiência pessoal fantástica", revela.

"Neste momento, estou a terminar o doutoramento em Bioengenharia, no Instituto Superior Técnico (IST). Durante o doutoramento, integrado no Programa MIT-Portugal, passei cerca de dois anos no MIT, onde beneficiei de formação avançada na área de ne- .gócios, estratégica e financeira. Participei em concursos de planos de negócios e estratégicos, nomeadamente na Sloan Business School. Esta experiência foi extremamente enriquecedora também a nível pessoal" adianta Daniela.

A ideia na origem da Cell2B surgiu no âmbito do doutoramento de dois dos fundadores. "A terapia foi desenvolvida no âmbito de um projecto em colaboração entre o Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa e o Laboratório de Bioengenharia em Células Estaminais do IST. A terapia celular desenvolvida para tratar doentes que apresentam sinais de rejeição após transplante de medula óssea foi administrada a sete doentes do IPO de Lisboa, registando resultados muito positivos " adianta Daniela.

Neste momento, a CelbB está "a desenvolver esforços para levar a terapia celular a outros doentes transplantados", embora ainda não esteja no mercado. "É preciso obedecer a todo um conjunto de procedimentos de regulação exigentes, para, após a sua validação e autorização pelas entidades reguladoras, ser então possível entrarmos no mercado europeu", sublinha a engenheira.

"No futuro, espero estar a tratar todos os doentes transplantados com elevadas taxas de sucesso. Eliminar o problema da rejeição de transplantes" frisa Daniela Couto, notando que a segunda dificuldade com que os pacientes se deparam após se encontrar um dador compatível é não rejeitar o órgão transplantado.


Correio Manhã / Primeiro Emprego

brc20
July 13th, 2011, 12:14 AM
Ubisign explora oferta de digital signage

sexta-feira, 01-07-2011

CLAUDIA SARGENTO
Semana Informática

Ubisign explora oferta de digital signage

Embora tenha vindo a crescer nesta área, o mercado português é ainda demasiado pequeno, pelo que a software house se prepara para começar a trabalhar com parceiros internacionais



Corria o ano de 2005, quando Pedro Machado e um segundo sócio decidiram aproveitar uma oportunidade promovida pela Agência de Inovação e pela Comissão de Coordenação da Região Norte e concorreram a um concurso para novas ideias de negócio de base tecnológica.

O projecto chamava-se Ubisign, e «acabou por ser um dos vencedores», explica ao Semana o seu CEO. Na altura, receberam «um prémio de 10 mil euros para elaborar um plano de negócios que permitisse angariar o capital necessário para transformar a ideia em negócio», refere Pedro Machado.

Inicialmente, a Ubisign ficou instalada na Universidade do Minho - instituição à qual ambos os sócios estavam ligados -, mas acabou por procurar uma solução fora do meio universitário, «até porque se tornava necessário financiar mais fortemente o projecto». Em 2007, o Grupo Primavera Software entrou no capital da Ubisign, «tornando-se então sócio minoritário». A mudança permitiu à Ubisign deslocar-se para as instalações da Primavera em Braga.

«Desde então, temos vindo a trabalhar dentro do Grupo, embora actualmente já se tenham verificado alterações de capital», motivo pelo qual «a Primavera já é a detentora da maioria do capital da Ubisign», explica Pedro Machado.

À semelhança da Primavera, a Ubisign é uma software house que trabalha essencialmente soluções na área de digital signage ou corporate TV, desenvolvendo «software para gestão de redes de ecrãs que servem para apresentar conteúdos multimédia, sejam eles numa vertente publicitária, informativa ou de entretenimento».

A companhia conta com uma plataforma cloud oriented, em que qualquer cliente, seja utilizador final, seja alguém que trata da comunicação ou do marketing da empresa, «tem acesso a uma ferramenta online, na qual configura os canais de programação de conteúdos que quer que apareçam nos ecrãs que tem para utilizar». A partir daí, cabe à própria Ubisign «tratar do resto», refere Pedro Machado.

A informação fica alojada numa infra-estrutura de terceiros, embora o serviço seja da própria Ubisign, pelo que o cliente «paga uma mensalidade pela utilização do serviço». Uma estratégia que permite «anular o investimento inicial de aquisição de software», que Pedro Machado considera «uma barreira para a adopção mais generalizada deste tipo de tecnologias».

A oferta da Ubisign está apenas disponível em formato cloud, «uma decisão complicada de tomar na altura em que foi pensada, mas que faz todo o sentido».

Existem, por vezes, clientes de maior dimensão que dizem preferir ter a solução alojada no seu datacenter, no entanto «é relativamente fácil demonstrar ao cliente que o investimento dele acabará por ser muito maior do que se utilizar a nossa infra-estrutura», disse o mesmo responsável.

Neste caso, os custos de gestão «são partilhados por vários clientes», enquanto se tiver a solução só para ele «o cliente vai ter um conjunto acrescido de encargos».

Questionado relativamente à adesão do mercado português à oferta da sua empresa, o CEO da Ubisign refere que «o País até aderiu de forma bastante precoce a estas tecnologias, mas depois aquela onda inicial acabou por se refrear um pouco».

De qualquer das maneiras, começa a ser já frequente «encontrar em locais públicos aplicações desta natureza», como é o caso dos CTT e de algumas repartições públicas, «muitas delas associadas a questões de gestão de filas de espera». Pedro Machado refere ainda que, também no âmbito de uma utilização mais corporativa, «já começa a haver empresas de média e grande dimensão que se preocupam em ter displays nas recepções ou nas cantinas por forma a comunicar com clientes ou numa lógica de passar informação interna para os seus próprios funcionários». De resto, a Ubisign conta já com aplicações associadas a áreas como as universidades, escolas profissionais, escolas particulares ou câmaras municipais.

Em termos da solução, o responsável da companhia explica que até ao momento se trabalhou «numa lógica horizontal, e a plataforma servia para qualquer actividade que necessitasse de comunicar», mas actualmente tem sido feito um esforço de verticalização. Para já, a Ubisign está a trabalhar em três ofertas diferentes: uma dirigida para o sector de imobiliário; uma outra dirigida para o retalho automóvel e uma terceira para o sector da saúde. Esta última «tem um misto de apoio ao visitante/utente, no sentido de localizar os serviços e também de passar informação».

MAIOR INTERACÇÃO E MOBILIDADE

A ideia inicial do projecto pensado para a Ubisign tinha uma forte componente de interacção. Pedro Machado explica que as primeiras aplicações começaram a ser pensadas nesse sentido, contudo rapidamente se percebeu que «as aplicações interactivas têm uma manutenção muito complicada. Por serem tocadas e experimentadas, acabam por se degradar muito rapidamente». A interacção via bluetooth acabou por ser uma opção, sendo que este responsável considera a interacção com os conteúdos algo inevitável: «As pessoas já não estão numa lógica de apenas consumir conteúdos; as pessoas querem consumir e partilhar os seus próprios conteúdos, com as redes sociais a ganharem peso.

Assim sendo, a empresa pensa desenvolver formas «de interagir com os ecrãs, seja por via do telemóvel, seja através dos códigos QR ou interacção por comandos de voz», tendo já conduzido algumas experiências nesse sentido.

No que a números diz respeito, Pedro Machado refere que o volume de negócios da Ubisign tem registado «sempre crescimentos substanciais, na casa dos dois dígitos», mas chama a atenção para o facto de ser preciso ver que «o mercado não está propriamente fácil». E tendo em conta que esta área não se apresenta como uma necessidade básica, «acaba por ser das primeiras a sofrer com o corte do investimento».

Em termos da própria Ubisign, embora inicialmente se tenha verificado «uma retracção», a verdade é que nos últimos tempos, «particularmente no primeiro quadrimestre do ano, surgiram alguns projectos de dimensão considerável» que estão a ser trabalhados. Esta realidade leva Pedro Machado a pensar que 2011 será um ano «bastante melhor do que 2010».

Ainda no que ao negócio diz respeito, a Ubisign começa já a traçar planos de internacionalização: «Estamos a dar os primeiros passos e já fizemos algumas missões, mas para já não há nada concreto. Procuramos angariar parceiros que queiram explorar mercados europeus.» O Brasil poderá também vir a ser um mercado a ponderar, assegurou-nos o responsável da Ubisign, para quem a solução da empresa «tem qualidade para fazer frente a outras que há por aí». Já está, por exemplo, preparada para «trabalhar em outras línguas».

A Ubisign trabalha com empresas de qualquer dimensão, até porque este tipo de oferta «é perfeitamente acessível, uma vez que ronda os 20 euros mensais para uma licença de um player». Mesmo somando o hardware necessário para completar a infra-estrurura, «acaba por estar ao alcance de quase todos», defende Pedro Machado.


Semana Informática

brc20
July 14th, 2011, 06:44 PM
Físico Nuno Peres vence Prémio Gulbenkian Ciência 2011
Investigador da Universidade do Minho


Prémio Gulbenkian Ciência 2011


Nuno Peres é hoje um dos mais reputados físicos teóricos mundiais que trabalham sobre o Grafeno, a forma bidimensional do carbono com um imenso campo de aplicação futura no domínio da electrónica. Investigador da Universidade do Minho tem desenvolvido uma estreita colaboração com Andre Geim e Konstantin Novoselov, (Universidade de Manchester), a dupla que fabricou este material, vencedora do Prémio Nobel da Física em 2010. Nuno Peres e a sua equipa foram autores de um trabalho que previa a existência de uma nova forma do efeito de Hall quântico no Grafeno, tese posteriormente confirmada pela equipa de Manchester e publicada em 2006 na Physical Review B. Este trabalho tornou-se o artigo teórico mais citado do mundo neste novo domínio da Física do Estado Sólido.

Um outro contributo importante de Nuno Peres prendeu-se com a previsão da opacidade do Grafeno, tese que viria também a ser confirmada posteriormente e que deu origem a um trabalho conjunto publicado em 2008 na revista Science. Este trabalho impulsionou uma frutuosa colaboração com o grupo de Manchester, que deu origem a várias outras publicações conjuntas. Nuno Peres tem sido orador convidado em várias conferências internacionais, nomeadamente nas reuniões anuais da American Physical Society. É co-autor do mais citado artigo de revisão sobre Grafeno, publicado na Reviews of Modern Physics (cerca de 1500 citações).

Os elementos do júri responsável por esta escolha foram Fernando Lopes da Silva (presidente), Alexandre Quintanilha, Augusto Barroso, Luís Magalhães e Manuel Nunes da Ponte.



http://www.gulbenkian.pt/index.php?article=3218&langId=1&format=404


:banana:

Karlussantus
July 15th, 2011, 04:41 AM
É um ranking de presença na Internet mas o que é certo é que apesar da dimensão ainda não ser a devida, a UM já parte a loiça toda.

http://www.webometrics.info/top100_europe.asp?country=pt

151 Mundial e número 1 nacional, pela primeira vez! :cheers:

j0hnny
July 15th, 2011, 04:06 PM
Acho que a UP é quem sempre liderou, mas desde janeiro que a UM é que lidera. Penso que actualizam 2 vezes por ano esse rank de visibilidade, por isso já deve faltar pouco para um novo ranking. Acredito numa continuação de liderança da UM

EDIT: afinal é já no dia 29 de Julho ;)

brc20
August 3rd, 2011, 12:35 AM
Primeira ligação à Internet em Portugal foi há mais de 25 anos
Home Page portuguesa criada na Universidade do Minho


2011-08-02


A primeira Home Page portuguesa.


José Valença, docente do Departamento de Informática (DI) da Universidade do Minho, foi um dos pioneiros da Internet em Portugal, quando em 1985 estabeleceu a primeira ligação de Internet no país, permitindo o envio de um “e-mail” entre as antigas instalações da licenciatura de Matemática e Ciências da Computação, em Braga, e a Universidade de Manchester, no Reino Unido. Mais tarde apadrinhou, também, a primeira “Home Page” portuguesa.

O momento inicial contou com a colaboração de vários especialistas, nomeadamente Vasco Freitas, então professor do DI: “Pela primeira vez no país, trocou-se um e-mail via modem a 200 bits por segundo. Foi uma euforia!”, afirma José Valença. Pouco depois, em 1991, foi criada na UMinho a página “Homepage de Portugal”, cujo endereço já se encontra inactivo.
O objectivo era dar a dar visibilidade ao trabalho desenvolvido. “Via-se a Internet como algo só dos académicos. A ideia era haver um mapa na Net da Europa e, nos seus vários sítios, teria esta página portuguesa. A grande preocupação era quem controlava o quê, que todas as páginas deviam ter uma raiz”, recorda.

O tema foi verdadeiramente discutido em Julho de 1995 durante a Conferência World Wide Web, organizada no campus de Gualtar da instituição minhota, em Braga, sob a responsabilidade de José Valença. A UMinho, aliás, assume cada vez mais importância nesta área: “Ganhou-se consistência nos conteúdos, na parte tecnológica, na qualidade de formação e na capacidade de mudar as pessoas, mobilizando-as para criar projectos. Mais importante: adquiriu-se uma cultura própria, dentro e para fora da instituição”, reforça o académico.

José Manuel Esgalhado Valença, de 62 anos, licenciou-se em Engenharia Electrotécnica na Universidade de Lourenço Marques (actual Universidade Eduardo Mondlane) e fez o doutoramento em Engenharia na Universidade de Oxford, no Reino Unido. Em 1980 começou a dar aulas na UMinho, sendo um dos seus professores catedráticos mais antigos.

Esteve na direcção do Centro e no Departamento de Informática e em várias Comissões de Avaliação de cursos. O informático fez ainda parte da equipa da Fundação para a Ciência e Tecnologia e dos grupos de análise de projectos da Comissão Europeia. Foi júri da primeira edição do Prémio IBM e co-fundador da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação.


www.cienciahoje.pt

Não tinha ideia, a UM sempre na vanguarda! :lol:

Andre_idol
August 5th, 2011, 01:36 AM
As coisas que se aprende :D

Andre_idol
September 6th, 2011, 12:33 AM
As obras na biblioteca têm a ver com renovação da ventilação e climatização e parece que também vão fazer algo em relação à fachada. Eu até gosto da fachada do lado da entrada...quero ver o que vão fazer. E o piso inferior era muito porreiro com aqueles corredores gigantes...espero que não mudem. No entanto deviam torná-la maior...está [quase] sempre cheia.

j0hnny
September 6th, 2011, 01:00 AM
Também não fazia ideia:)

Alguém sabe se há novidades relativamente às piscinas que vão construir em Gualtar na UM?

Andre_idol
September 7th, 2011, 12:40 AM
^^Também nunca tinha ouvido falar em tal projecto :lol:

brc20
December 8th, 2011, 03:34 PM
UMinho vence Grande Prémio BES Inovação



ENSINO
2011-12-08

autor-Redacção



A aplicação de nanopartículas de sílico coloridas para tingir tecidos, um método que não polui, não exige sal e poupa 70% da água, valeu a uma equipa da Universidade do Minho (UMinho) o Grande Prémio BES Inovação, atribuído ontem.
A tecnologia, chamada ‘Nano-cor’, é uma revolução na indústria têxtil mundial. Não polui, não exige sal e poupa 70% da água no processo. Além disso, a cor fica mais intensa, uniforme e sólida à lavagem ou atrito. O promotor do conceito é Jaime Rocha Gomes, professor catedrático de Engenharia Têxtil da UMinho.
As vantagens do projecto devem sentir-se dentro de uma década. A aplicação põe assim fim à deposição de corantes nos efluentes, que são de difícil eliminação e bloqueiam a luz à fauna e flora. Em certas zonas do globo, os governos estão mesmo a fechar indústrias de tingimento por falta de abastecimento de água e pela salinização excessiva dos rios e solos envolventes, que impede a agricultura.
“Este prémio vai divulgar o Nanocor e permitir avaliar a sua viabilidade económica. Vamos registar a patente internacional e ajudar a empresa Ecoticket, spin-off da UMinho, a melhorar a tecnologia”, refere Rocha Gomes. Na empresa estão também César Martins, João Gomes, Adriana Duarte e Sandra Sampaio.
As nanopartículas coloridas aplicam-se a todas as fibras naturais, incluindo o cabelo. A equipa de Jaime Rocha Gomes publicou na revista internacional “Coloration Technology” resultados de experiências em que se consegue várias cores e com resistência às lavagens com champô. Evita-se assim os corantes que podem ser potencialmente alérgicos e, a prazo, cancerígenos



Prémio para outro projecto da UMinho

Na rubrica de Recursos Naturais e Alimentação ganhou outro projecto da UMinho. A um plástico aparentemente comum foi adicionado alumínio. O objectivo é remover o fósforo acumulado em reservatórios de água, o qual alimenta as algas e ciano-bactérias, que ao entrarem na cadeia alimentar podem ser perigosas para o homem. O projecto permite ainda recuperar e reutilizar o fósforo, cujas reservas mundiais são escassas.
A investigação premiada envolve o Centro de Engenharia Biológica e o Instituto de Polímeros e Compósitos, ambos da UMinho.
Partiu do doutoramento de Manuel Gonçalves de Oliveira, sob orientação das professoras Ana Vera Machado e Regina Nogueira. Metade dos lagos e reservatórios da Europa, Ásia e América são afectados pelo consumo excessivo de fertilizantes e este grave problema levou os governos a criar leis mais exigentes na regeneração ambiental.



UMinho venceu em 2010

Premiar a excelência na investigação, contribuir para uma economia mais competitiva e promover a cultura empresarial orientada para a inovação são os objectivos do Prémio BES, que nas sete edições recebeu 1226 projectos concorrentes e distribuiu 2,4 milhões de euros.
Em 2010, o Grande Prémio BES também foi para a UMinho. João Mano, do Departamento de Engenharia de Polímeros e investigador do Grupo 3B’s, desenvolveu a tecnologia ‘Drops in Lotus’, que permite isolar gotas carregadas com medicamentos ou células para regenerar órgãos e tecidos.


Correio do Minho


A UMinho sempre na excelência! :banana:

brc20
December 9th, 2011, 06:43 PM
http://img857.imageshack.us/img857/9194/38392621513809522912111.jpg (http://imageshack.us/photo/my-images/857/38392621513809522912111.jpg/)




Inovação do Minho rende 362 milhões - Correio da Manhã, 9 dezembro'11

As 113 empresas criadas por antigos e actuais alunos, professores e investigadores da Universidade do Minho (UM) atingiram, em 2010, 362 milhões de euros de facturação.

brc20
December 9th, 2011, 06:56 PM
Universidade do Minho



Procura do perfeccionismo pode provocar comportamentos alimentares de risco - Expresso Online, 2 dezembro’11

A procura do perfeccionismo pelos atletas de alta competição pode provocar comportamentos alimentares de risco, concluiu um estudo da Universidade do Minho realizado com base em questionários feitos a 299 atletas. Os autores do estudo, Rui Gomes e Luiz Silva, não encontraram no comportamento dos desportistas qualquer associação com a pressão assumida pelo treinador, “não se confirmando assim a importância que outros estudos têm vindo a atribuir aos técnicos na promoção de comportamentos alimentares problemáticos nos atletas”. Os resultados deste trabalho indicam também que a pressão dos pais ao nível da restrição alimentar é superior aos padrões de exigência pessoal dos próprios desportistas.



Estudo sobre crianças expostas ao fumo - RTP1 | Jornal da Tarde, 2 dezembro’11

Quarenta por cento das crianças filhas de pais fumadores estão expostas aos efeitos nocivos do tabaco. Uma em cada três crianças tem fumo em casa e uma em cada quatro convive com a poluição do cigarro quando é transportada de automóvel. Estas são as conclusões de um estudo da que deixam um novo alertas aos fumadores. “Estes pais fumadores expõem as crianças a uma atmosfera carregada de cancerígenos”, explica o professor José Precioso, do Instituto de Educação da UMinho.



Reitor da UM faz balanço positivo do mandato, mas quer fazer mais - RUM, 30 novembro’11

O sistema de garantia de qualidade da actividade interna da Universidade do Minho é um dos pontos positivos que o Reitor António Cunha destaca, agora que chegou a meio do mandato. Em entrevista ao programa Campus Verbal, António Cunha destacou também, no balanço destes dois anos, a reforma administrativa e a gestão financeira da UMinho. Além destes aspectos positivos, o Reitor salienta o Projecto Campurbis, em Guimarães, onde vão ser inauguradas nos próximos meses várias estruturas em que a UMinho aposta forte. No entanto, nestes dois anos houve também alguns projectos que, embora já tenham sido lançados, ainda não foi possível concluí-los, como “futuras instalações em Gualtar e Azurém, ou o complexo Largo do Paço”, os quais “devido aos constrangimentos financeiros demorarão mais algum tempo”.



Semana Europeia da Robótica em Guimarães - RTP 1 | Portugal em Direto, 30 novembro’11

A Escola de Engenharia da Universidade do Minho e a cidade de Guimarães associam-se à Semana Europeia de Robótica, promovendo de 28 de novembro a 4 de dezembro exposições de robótica, um ciclo de cinema, palestras e visitas laboratoriais. As iniciativas têm entrada gratuita e visam dar a conhecer ao público em geral o mundo dos robôs. As atividades vão ter lugar em vários espaços públicos da cidade-berço, como a UMinho, o Museu Martins Sarmento, a Associação Comercial e Industrial (ACIG) e a Fnac. O evento tem apoio da SAR - Soluções de Automação e Robótica, spin-off da UMinho. No Museu Martins Sarmento ficam em exposição vários robôs educacionais, alguns da gama Bot’n Roll e outros construídos na UMinho. Será possível ver o que estes fazem, como se constroem e como funcionam. O destaque da mostra vai para a performance dos robôs “Nico” e do “Lino”, que se associam às Festas Nicolinas da cidade, consideradas das mais antigas festas estudantis portuguesas e que coincidem na data.



CM procura novos talentos a Norte - Correio da Manhã, 30 novembro’11

“Crescer a Norte com talentos saídos da Universidade do Minho (UM)” é apenas um dos objectivos do protocolo assinado, ontem à tarde, entre o Correio da Manhã e a Academia minhota. Entre outras iniciativas, o acordo vai beneficiar, a partir de 2012, três estudantes com mestrado concluído em Ciências da Comunicação, com um estágio remunerado de seis meses no maior jornal nacional. O director do CM, Octávio Ribeiro, que assinou o protocolo no Campus da Universidade do Minho, em Gualtar, Braga, disse esperar que o acordo enriqueça as duas partes. “O Correio da Manhã é o único jornal que aspira a ser um jornal verdadeiramente nacional e esperamos, com a ajuda dos novos talentos da Universidade do Minho, continuar a crescer, sobretudo a Norte”, referiu, sublinhando que, desde que assumiu a direcção, em 2007, o jornal passou de três mil para dez mil vendas diárias, só na região norte.



Investigação tem que criar mais valor para as empresas - Diário do Minho, 30 novembro’11

Tão importante como o apoio ao investimento é a capacidade de transformação do conhecimento em produtos transacionáveis, que gerem riqueza e criem emprego. Esta foi uma das ideias fortes do seminário “Como transformar o conhecimento e a inovação num factor de produção/competitividade para as empresas”, que decorreu ontem na Associação Industrial do Minho. Portugal “até está bem posicionado e aproximou-se dos países desenvolvidos em investigação e desenvolvimento, mas a verdade é que ainda tem dificuldade em converter a investigação em valor acrescentado”, sustentou o vice-reitor da Universidade do Minho José Mendes.



Menstruação antes dos 12 anos aumenta risco de obesidade - SOL Online, 30 novembro’11

As raparigas que têm a primeira menstruação antes dos 12 anos correm um risco acrescido de ficar obesas na adolescência, conclui um estudo de uma investigadora da Universidade do Minho. Por outro lado, o estudo de Raquel Leitão mostra também que “as jovens com menarca precoce já tinham, desde os sete anos, níveis de gordura corporal superiores às restantes”. “Os resultados reforçam, de facto, a relação entre a idade da primeira menstruação e a gordura corporal, mas não explicam se a obesidade é causa ou consequência da maturação sexual precoce”, refere a investigadora. Raquel Leitão é a autora de A obesidade da infância para a adolescência: um estudo longitudinal em meio escolar. O estudo revela que a incidência de obesidade no grupo de raparigas que teve a menarca em idade precoce (inferior aos 12 anos) foi de 24,1 por cento, resultado superior ao das adolescentes que tiveram a primeira menstruação numa idade dita “normal” (entre os 12 e 13 anos) e tardia (superior a 13 anos).



UMinho homenageia Orlando Ribeiro - Correio do Minho, 30 novembro’11

“É importante que os geógrafos portugueses e também os políticos se voltem, de novo, para as missões geográficas nas ex-colónias. É que na última década, uma parte significativa dos estudos tem sido liderada por estrangeiros, e nós temos que reatar esses laços, até por questões culturais”. A chamada de atenção foi feita por Ana Francisca Azevedo, docente no Departamento de Geografia da Universidade do Minho (UMinho), durante as comemorações do centenário do nascimento de Orlando Ribeiro - tido como o grande mestre da geografia em Portugal e no estrangeiro. ‘Portugal Mediterrâneo e Atlântico’ é uma das suas mais famosas obras. A UMinho associou-se a estas comemorações, que decorrem em várias universidades portuguesas e estrangeiras, levando a cabo um colóquio e uma exposição, que passam em revista a vida e obra do investigador.



Formação de jornalistas em Portugal - RTP 2 | Nativos Digitais, 29 novembro'11

São muitas as opções ao dispor de quem deseja formação superior na área do jornalismo. Já o espaço no mercado de emprego move-se na proporção inversa. Estará Portugal a preparar bem os futuros jornalistas? Declarações de Madalena Oliveira, diretora do Mestrado em Ciências da Comunicação na Universidade do Minho, Filipa Gomes, licenciada pela UMinho, Octávio Ribeiro, director do “Correio da Manhã”, Manuel Costa Leal, coordenador de Informação da Rádio Nova, José Rebelo, investigador, Teresa Viana e Daniel Cerejo, licenciados pela Universidade do Porto, e Ana Lídia Almeida, licenciada pela UTAD.



Tecnologia para ecrãs públicos - Porto Canal | Porto Alive, 29 novembro’11

Os ecrãs públicos vão ter muitas das funções do Facebook e, além disso, valorizar a presença física dos utilizadores. Já foi foram colocados alguns ecrãs-protótipos em zonas públicas do distrito de Braga, pelo Departamento de Sistemas de Informação (DSI) da Universidade do Minho. O conteúdo deixa de ser “empurrado” para quem passa, podendo cada um apropriar-se das funções do ecrã. Mais tarde, os ecrãs estarão ligados em rede; alguns irão saudar-nos e até dar cupões. “Os ecrãs que temos habitualmente estão nas ruas servem para distribuir informação às pessoas que passam. Uma das consequências é que têm muito pouco a ver com os interesses e vontades das pessoas que por lá passam”, explica Rui José, professor do DSI da UMinho. Os protótipos estão a ser desenvolvidos no âmbito do projeto PD-Net, que se iniciou em Maio de 2010 e vai ser concretizado até Setembro de 2012 por um consórcio liderado pela Universidade de Lancaster (Reino Unido) e que inclui as universidades do Minho, Lugano (Suíça) e Duisburg-Essen (Alemanha).



Medicina Regenerativa - SIC Notícias | Falar Global, 26 novembro’11

Cientistas portugueses foram escolhidos para coordenarem o Instituto Europeu de Excelência em Engenharia de Tecidos e Medicina Regenerativa. Portugal está na vanguarda desta área de investigação. Pessoas com lesões na espinal medula poderão recuperar a mobilidade perdida. Os comentários são de Rui Reis, diretor dos 3B's – Biomateriais, Materiais Biodegradáveis e Biomimético da Universidade do Minho e do Instituto Europeu de Excelência em Engenharia de Tecidos e Medicina Regenerativa.



Estudo sobre “stalking” - RTP1 | Jornal da Tarde, 25 novembro’11

Foi apresentado em Braga o primeiro estudo nacional sobre “stalking”, um tipo de assédio que se traduz na invasão da privacidade das vítimas. No âmbito do Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres, a Universidade do Minho divulga que quase 20 por cento da população portuguesa já foi alvo de “stalking”. As vítimas são geralmente mulheres solteiras e jovens. As conclusões do primeiro estudo são preocupantes: “Captamos uma prevalência de 19, 5 por cento da população portuguesa já foi alguma vez vítima de “stalking”. O stalter é frequentemente alguém do sexo masculino”, explica Marlene Matos, professora da Escola de Psicologia da UMinho. (…) “A ideia é que os estudos confiram realidade ao fenómeno e, a partir de aí, se crie a necessidade de uma legislação específica para proteger as vítimas e dar conta dos “stalkers”, acrescenta a docente, que esteve presente esta sexta-feira, dia 25, no “I Seminário Internacional sobre Stalking: Perfis, Contextos e Respostas”, realizado no campus de Gualtar.







Universidade do Minho em notícias

brc20
January 3rd, 2012, 05:49 PM
Universidade do Minho e Hospital de Braga criam o Centro Clínico Académico


BRAGA
2012-01-02visitas (225)comentários (0)
autor-Redacção


A Escola de Ciências da Vida e o Instituto de Ciências da Vida da Universidade do Minho, o Hospital de Braga e a José de Mello Saúde estabelecem um protocolo para a operacionalização do Centro Clínico Académico, a funcionar no Hospital de Braga. A escritura pública é assinada no dia 3 de Janeiro, terça-feira, às 10h30, no Hospital.

O Centro Clínico Académico dispõe de um espaço próprio com 12 camas no Hospital de Braga e tem como objectivo efectuar projectos de investigação e ensaios clínicos, prioritariamente nas áreas de neurociências, infecção e microbiologia, ciências cirúrgicas e oncologia.

Presidido rotativamente entre a Universidade do Minho e o Hospital de Braga, por períodos de dois anos, o Centro Clínico Académico será dirigido, neste primeiro mandato, pelo médico Nuno Sousa, director do curso de Medicina da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho


Correio do Minho




Braga: universidade e hospital criam centro de investigação clínica "de ponta"


03/01/2012 - 08:46


A Universidade do Minho (UM) e o Hospital de Braga formalizam esta terça-feira o Centro Clínico Académico, um espaço vocacionado para a investigação “de ponta”, prioritariamente nas áreas de neurociências, infecção e microbiologia, ciências cirúrgicas e oncologia, avança a agência Lusa.

“São as áreas que temos privilegiado no nosso laboratório de investigação e onde, por isso, já temos um importante know-how, mas obviamente outras lhes poderão suceder, no futuro”, disse, à Lusa, Nuno Sousa, director do curso de Medicina da Escola de Ciências da Saúde da UM.

Além disso, o Hospital de Braga também tem “interesse particular” naquelas áreas, nomeadamente a oncologia, os fatores de risco cardiovascular e o metabolismo.

O Centro Clínico Académico disporá de um laboratório na UM e de um espaço próprio com 12 camas no Hospital de Braga, idêntico às restantes áreas de internamento.

“É nesse espaço onde vou poder ‘internar’ os meus ‘doentes’, para fazer investigação clínica”, explicou Nuno Sousa.

Este médico, que será o primeiro presidente do Centro Clínico Académico, disse ainda que esta estrutura visa ajudar a atenuar o “importante défice” de investigação clínica na região e em Portugal.

Investigação, ensaios clínicos e dispositivos médicos serão as grandes apostas do Centro, que pretende transformar a região num “cluster” na área da saúde.

“Estão criadas as condições necessárias para investigação de ponta”, sublinhou Nuno Sousa.

Neste projecto, a UM está representada pela Escola de Ciências da Saúde e pelo Instituto de Investigação de Ciências da Vida e da Saúde, associado ao grupo de investigação 3 B’s (Biomateriais, Materiais Biodegradáveis e Biomiméticos) do Departamento de Engenharia de Polímeros daquela universidade.


http://www.rcmpharma.com/actualidade/id/03-01-12/braga-universidade-e-hospital-criam-centro-de-investigacao-clinica-de-ponta



É bom saber que alguém está preocupado em « atenuar o “importante défice” de investigação clínica na região e em Portugal» e «que pretende transformar a região num “cluster” na área da saúde.». Ainda bem que existe alguém em Braga e na região com objectivos claros, com garra e com vontade de ser excelente.

brc20
January 3rd, 2012, 05:51 PM
Universidade do Minho desenvolve próteses inteligentes para pessoas


TECNOLOGIA & CIÊNCIA
AUTOR: REDAÇÃO | LEITORES: 132
TERÇA-FEIRA, 03 JANEIRO 2012 10:57



O objetivo do projeto é conseguir dotar as próteses da capacidade de se movimentarem como um membro normal do corpo através de interpretações do sistema nervoso do cérebro.

Para já está a ser desenvolvido e testado em robôs mas pode futuramente vir a tratar-se da nova geração de próteses para pessoas que sofrem por exemplo uma amputação de um braço ou de uma perna. A Universidade do Minho, a partir do Departamento de Eletrónica Industrial, em parceria com o Instituto Superior de Engenharia do Porto, está a desenvolver uma nova geração de próteses, que prometem revolucionar os movimentos de cada uma das partes.

A ideia passar por tornar estas mesmas próteses ‘inteligentes’, que façam movimentos mais parecidos com um membro normal e não tão robotizados. Esta nova tecnologia será também capaz de tomar decisões por si só adaptando-se ao ambiente envolvente, a partir de informações que recebe do sistema nervoso do cérebro.

Para já, tudo está a ser testado em robôs. O software implementado dá também a capacidade à máquina de aprender, ou seja, torna-se quase como um humano, não repetindo qualquer má decisão que tome nos seus movimentos.

Para Cristina Pinto, o projeto ‘Locomoção Adaptativa e Inteligente’ poderá vir a dar “uma maior mobilidade, autonomia e reabilitação às pessoas com membros amputados” refere a coordenadora da Universidade do Minho.


http://www.ptjornal.com/201201034689/tecnologia-ciencia/universidade-do-minho-desenvolve-proteses-inteligentes-para-pessoas.html




Universidade do Minho cria robôs que tomam decisões

ENSINO
2012-01-03
autor-Redacção



O Departamento de Eletrónica Industrial da Universidade do Minho está a desenvolver um projeto que procura responder ao desafio ambicioso de dotar robôs de uma mobilidade inteligente e adaptativa.

Segundo Cristina Peixoto Santos, professora da UMinho e coordenadora do projeto, “uma das aplicações futuras passa pela criação de próteses e membros artificiais mais naturais, contribuindo para a mobilidade, autonomia e reabilitação de pessoas com membros amputados”.

A inovação está em integrar controladores biológicos no modelo, conferindo aos robôs um padrão de movimento mais natural e menos robótico e uma capacidade de se adaptar ao meio em que se move.

O objetivo perseguido no trabalho “Locomoção Adaptativa e Inteligente” concentra-se na programação de robôs para que, de forma autónoma, tomem decisões, através de uma arquitetura, que reproduz o que se passa no sistema nervoso humano.


Neste projeto de investigação, que conta com a colaboração do Instituto Superior de Engenharia do Porto, desenvolve-se a arquitetura de controlo da locomoção de robôs quadrúpedes, que permitirá aos robôs lidarem com ambientes desconhecidos, sendo capazes de criar alternativas no seu percurso, perante diferentes tipos de terreno e obstáculos. A aplicação deste trabalho parte dos modelos biológicos, procurando replicar a resposta do sistema nervoso a problemas de controlo.

A originalidade do software de controlo reside na capacidade de aprendizagem, que permite que o robô assimile situações já experienciadas de forma a não repetir o mesmo erro. Este “Locomoção Adaptativa e Inteligente” é financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia com o montante de 197 mil euros e tem conclusão prevista para 2013.


Correio do Minho

brc20
January 3rd, 2012, 06:16 PM
Notícias :

Universidade do Minho



TDT em Portugal: modelo é contestado - RTP1 | Jornal da Tarde, 30 dezembro’11

O modelo que Portugal escolheu para a Televisão Digital Terrestre (TDT) está a ser contestado por alguns especialistas, que consideram que uma oferta onde cabem os quatro canais já existentes poderá ser uma oportunidade perdida. Há mesmo quem defenda que o processo da introdução da TDT em Portugal foi tão confuso que acabou por favorecer as plataformas pagas de TVCabo em vez de beneficiar as populações. (…) Os governos têm estimulado em todo o mundo o fim, ou pelo menos a diminuição, do fosso digital, isto é, a quantidade de pessoas que estão excluídas tecnologicamente. A TDT poderia ser um incentivo para esta diminuição. Em Portugal, não temos visto isso acontecer”, explica Sérgio Denicoli, antigo jornalista da Globo e professor do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho.



Deu-me uma branca! - Expresso | Revista Única, 30 dezembro’11

Decorria o espetáculo, o público esperava e as luzes estavam acesas. A ansiedade e o nervosismo faziam parte das emoções habituais, apesar de não ser a primeira vez que subia a um palco, nem sequer a primeira vez que dizia de cor o mesmo texto. Só que, subitamente, o fim da frase desapareceu-lhe da memória e tudo ficou em suspenso. (...) As alterações decorrem no sistema nervoso central e geram emoções como medo e surpresa, explica João Bessa, psiquiatra, professor e investigador em Neurociências do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde, da Universidade do Minho. Gera-se também um estado de hipervigilância “em que nos tornamos mais atentos aos estímulos externos de forma a preparar-nos para uma resposta imediata”. Só que esse estado pode comprometer a capacidade de decisão de uma forma refletida e baseada em experiências ou memórias, acrescenta João Bessa.



Museu cria ala para escritora Ondina Braga - Jornal de Notícias, 30 dezembro’11

O Museu Nogueira da Silva, de Braga, investiu 163 mil euros na sua renovação para criar um espaço autónomo dedicado à escritora Maria Ondina Braga. O projecto contempla obras no jardim, limpeza de peças de arte, criação de uma nova recepção e um novo percurso de visita. O director do Museu, Carlos Corais, adiantou ao JN que será recuperado um núcleo desactivado de pequenos edifícios no jardim, onde ficará o espaço Ondina Braga, criado no quadro do acordo entre a Universidade do Minho e a família da escritora, que permitiu acolher o seu espólio literário e objectos pessoais. O projeto foi elaborado pelo Centro de Estudos da Escola de Arquitetura da Universidade.



Em análise: Orçamento do Estado/Privatização da EDP - SIC Notícias | Edição da Noite, 29 dezembro’11

Manuel Caldeira Cabral, economista e professor da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, e Pedro Marques Lopes, comentador da SIC, analisam o Orçamento do Estado e a privatização da EDP. (…) A demissão da responsável pelo Orçamento de Estado é, nesta altura, um sinal de problemas? “Acho que nunca é um sinal positivo haver demissões num momento em que é preciso ter o controlo. A ideia do controle trimestral é muito importante para acompanhar a evolução e o andamento das contas. A troika queria até um controlo mensal, embora isso seja muito difícil de fazer. É importante ter este controlo porque senão quando se sabe de algum desvio ou problema já é tarde de mais”, explica o professor da UMinho.

Década de crédito fácil cai aos pés da crise internacional - Jornal de Negócios, 27 dezembro’11

E se Portugal não tivesse pedido ajuda? - Diário Económico, 26 dezembro’11



Nascidos em Guimarães - Visão | Vida e Viagens, 29 dezembro’11

“Não há, no mundo português, quem tenha mais orgulho das suas raízes do que quem nasceu em Guimarães”, garante Alberto Martins, ex-ministro da Justiça e atual deputado pelo Partido Socialista. Numa visita a Guimarães, realça que “merece ser visto e vivido o trajeto de Mumadona, do Castelo à Igreja de Nossa Senhora da Oliveira”. Depois, recomenda que se entre no Museu Alberto Sampaio e subir “Penha acima”. Aí será o tempo de recordar que “aqueles rochedos são as pedras com que se fez o Condado Portucalense”. Alberto Martins nasceu no Largo do Carmo. E entre o castelo e a igreja cresceu a respirar vida bairrista. Hoje, Guimarães faz parte do distrito mais jovem de Portugal, onde “há grandes festivais, ideias criativas” e jovens que, segundo o deputado, animam a inovação tecnológica e científica da Universidade do Minho.



UMinho otimiza o desempenho de plástico biodegradável - Porto Canal | Porto Alive, 28 dezembro’11

O Departamento de Engenharia de Polímeros da Universidade do Minho desenvolveu um polímero biodegradável para a produção de embalagens plásticas mais ecológicas. A investigadora responsável, Ana Vera Machado, refere como “os plásticos são materiais de vida útil curta, e não havendo respostas suficientes para estes resíduos, era determinante desenvolver embalagens num polímero com um desempenho melhorado para este fim de utilização”. Para concretizar este projeto BIOPACK – a partir de polímeros biodegradáveis já existentes, noutro tipo de utilizações – foram produzidos biopolímeros de elevada performance, contornando problemas de incompatibilidade que se relacionavam com propriedades mecânicas desajustadas e um ponto de fusão difícil de trabalhar na extrusão de plástico.



A contestação social e as mudanças na Saúde que marcaram o ano P4 Ali - Diário Económico, 27 dezembro’11

Dois semestres, dois governos, duas narrativas, dois primeiros-ministros. Duas realidades distintas. O ano de 2011 só teve um fio condutor: a austeridade sentida foi sempre inferior à austeridade anunciada e sempre superior à austeridade esperada pela simples razão que, de Janeiro a Dezembro, o país andou sempre a correr atrás do prejuízo. José Sócrates e o PS, sem maioria absoluta, governaram o primeiro semestre e assumiram o ónus de pedir ajuda externa ao FMI, BCE e Comissão Europeia e foram, por isso mesmo, fortemente penalizados nas eleições de 5 de Junho. (…) João Cardoso Rosas, professor da Universidade do Minho, fala de “uma inflexão muito grande na política” ao longo de 2011 porque Portugal passou de “uma liderança crispada no discurso, musculada na sua acção e que transmitia uma imagem de permanente irritação”, para uma “forma distendida, calma e tranquila de fazer política apesar da gravidade do momento e das medidas que estão a ser tomadas serem extremamente penalizadoras”.



Projeto WingBox - Porto Canal | Porto Alive, 26 dezembro’11

O Centro de Computação Gráfica (CCG) da Universidade do Minho, em conjunto com o Departamento de Eletrónica Industrial da mesma instituição, acaba de desenvolver mesas multi-toque Wingbox com conteúdos específicos e personalizados para diversas áreas, como a educação, o entretenimento, a cultura, o turismo, a hotelaria e o mundo empresarial. Os utilizadores poderão interagir de forma autónoma e estimulante com várias aplicações, podendo navegar por mapas, aproximar e afastar as imagens, tocar e arrastar objetos, aumentar e diminuir imagens e virar páginas virtuais. Em estúdio esteve Jerónimo Ribeiro, do Centro de Computação Gráfica UMinho.



Investigadores da UMinho lançam livro sobre carros elétricos - Universia.pt, 26 dezembro’11

Dois investigadores da Universidade do Minho acabam de lançar o livro “Carros Elétricos”, o primeiro a nível mundial a tratar de forma ilustrada e abrangente a evolução deste tipo de veículos. A obra pretende afirmar o impacto crescente que esta tecnologia tem tido, não só na indústria automóvel mas também na sociedade em geral, explicam os autores Jorge Martins e Francisco Brito, do Departamento de Engenharia Mecânica da UMinho.



Aguiar Branco visitou Cabul - SIC | Jornal da Noite, 25 dezembro’11

O Ministro da Defesa diz que as missões portuguesas no exterior, como no Afeganistão, são uma prioridade, já que representam um gesto diplomático significativo do país. Em Cabul, a visita de Aguiar Branco foi feita debaixo de segurança apertada. Aguiar-Branco destacou o papel dos militares em missão no Líbano, Afeganistão e Kosovo, com quem passou o Natal, qualificando-os de “embaixadores de Portugal” e “motivo de orgulho e autoestima” para os portugueses. Um estudo da Universidade do Minho revela que existe um stress pós-traumático dos militares.



Direto do Conselho de Ministros - TVI 24 | Notícias, 22 dezembro’11

(...) “O Governo decidiu aprovar a nomeação dos membros do conselho superior do Conselho de Finanças Públicas, recentemente criado por lei aprovada na Assembleia da República. Os membros, propostos conjuntamente pelo presidente do Tribunal de Contas e do governador do Banco de Portugal, são: Maria Teodora Osório Pereira Cardoso (presidente), Juergen von Hagen (vice-presidente) e Rui Nuno Garcia de Pina Neves Baleiras (vogal executivo), professor associado da Universidade do Minho”, afirma Luís Marques Guedes, secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.



Ensino Superior



Empréstimos bancários beneficiam 14 mil estudantes - Público, 30 dezembro’11

Desde que foi lançado, em 2007, o sistema de empréstimos bancários a taxas reduzidas a estudantes do ensino superior já beneficiou perto de 14 mil alunos. O sistema estava suspenso desde o início do ano lectivo por dívidas do Ministério da Educação e Ciência à Sociedade Portuguesa de Garantia Mútua (SPGM), a entidade que gere o processo, mas será retomado em breve depois das garantias da tutela de que pagará os cinco milhões de euros em falta. Os juros manter-se-ão baixos e os prazos de reembolso alargados, assegura José Fernando Figueiredo, presidente da SPGM. Mas as associações académicas mostram-se preocupadas com o que dizem ser a “lógica de substituição” das bolsas de estudo em que funcionam os empréstimos e com o risco de “endividamento precoce” dos estudantes. Luís Rodrigues, presidente da Associação Académica da Universidade do Minho, diz que o fundo não seria necessário “se a acção social fosse de encontro às necessidades de todos”.

traveler
January 4th, 2012, 12:53 AM
Grande excelência!

brc20
January 5th, 2012, 02:17 PM
Primeiro núcleo nacional de estudantes de Estatística nasce na UMinho


ENSINO
2012-01-05visitas (60)comentários (0)
autor-Redacção



Acaba de nascer o Núcleo de Estudantes de Estatística da Universidade do Minho (NEEUM), o primeiro do género no ensino superior nacional.

Tem como objetivos divulgar a importância da Estatística nos mais diversos âmbitos, desenvolver esta área do saber na UMinho, proporcionar uma maior interação entre alunos e ex-alunos e, ainda, promover workshops, cursos, sessões nas escolas secundárias e ações científico-culturais.

“Os alunos, o cidadão comum e o mundo empresarial não sabem muito bem o que é a Estatística nem o que um técnico deste domínio pode fazer. Queremos por isso dar a conhecer este trabalho e dinamizar um conjunto de projetos, sobretudo no meio académico mas também na sociedade em geral”, refere a doutoranda Susana Faria, da direção do NEEUM.

A próxima atividade, “Workshop de SAS (Statistical Analysis System)”, realiza-se esta sexta-feira, dia 6, das 15h às 17h, na Sala 1.01 da Escola de Ciências da UMinho, no campus de Azurém, Guimarães. O SAS é um novo software estatístico utilizado em mais de 50.000 entidades privadas, públicas, governos e universidades de cerca de 130 países. Este workshop pretende que os alunos tomem conhecimento das capacidades do software, “que poderá ser utilizado num futuro emprego”.

O NEEUM foi criado a 17 de novembro de 2011, está integrado na Associação Académica da UMinho e é constituído por alunos da licenciatura, mestrado e doutoramento em Estatística (inseridos no Departamento de Matemática e Aplicações da Escola de Ciências da UMinho).

O evento de estreia foi a 14 de dezembro e designou-se 1º Encontro do NEEUM. Serviu para incentivar o intercâmbio de conhecimento entre alunos dos vários ciclos de formação, ouvir testemunhos de ex-alunos sobre a sua experiência no mercado laboral e no meio académico, expor trabalhos de investigação de (ex-)estudantes e apresentar a Secção de Jovens Estatísticos da Sociedade Portuguesa de Estatística, considerada a principal associação nacional de jovens estatísticos.



Correio do Minho





UMinho: fato sem fios monitoriza nadadores


ENSINO
2012-01-05visitas (148)comentários (0)
autor-Redacção



O Departamento de Engenharia Têxtil da Universidade do Minho coordena a conceção de um equipamento de treino que pode permitir aos treinadores de nadadores de alta competição avaliarem os diversos parâmetros biométricos e de desempenho, contribuindo para um maior conhecimento e melhores resultados.

O fato é composto por sensores eletrónicos e têxteis integrados, sendo os dados enviados por um sistema sem fios para análise em tempo real. Este equipamento pode vir a ser aplicado noutros desportos e áreas, desde a saúde ao lazer, revela o coordenador do projeto, André Catarino, investigador do Centro de Ciência de Engenharia Têxtil (2C2T) da UMinho.

O projeto chama-se BIOSWIM - Body Interface System based on Wearable Integrated Monitorization e surgiu informalmente em 2005, a partir de conversas entre investigadores do 2C2T, do Centro Algoritmi, ambos da UMinho, do INESC-Porto e da Faculdade de Desporto da Universidade do Porto, tendo-se iniciado em finais de 2007 com apoio da Fundação para a Ciência e Tecnologia.

O objetivo é criar um fato instrumentado de natação, com cerca de vinte sensores colocados em zonas estratégicas, para se analisar parâmetros biomecânicos, fisiológicos e de desempenho do nadador. Por exemplo, o ritmo cardíaco, a atividade muscular, acelerações dos membros, pressão palmar, temperatura timpânica, frequência respiratória e a posição do nadador, entre outros.

“A medição de parâmetros na água era feita, de um modo geral, recorrendo a transmissão de dados baseada em fios, devido à quantidade de informação a transmitir; por outro lado, a maior parte dos sensores é fixada através de fortes adesivos, envolvendo uma preparação morosa”, recorda André Catarino, para acrescentar: “Decidimos por isso pensar em algo fácil de vestir, sem fios ligados ao exterior e que incomode o menos possível”.

Os dados do treino são transmitidos em tempo real à base central e simultaneamente guardados em memória para análise posterior. Deste modo o treinador poderá complementar a sua observação com dados que permitirão aperfeiçoar o desempenho do atleta, assim como aperceber-se de sinais de fadiga extrema, de alerta. O coordenador sublinha que “no mundo há pesquisas em várias vertentes, mas neste projeto procurou-se juntar tudo num único produto”.



Desenvolvimento futuro em várias áreas

Um dos objetivos do BIOSWIM é dar conforto extra aos nadadores, ou seja, a peça ser mais fácil de vestir apesar dos diversos sensores integrados, mantendo uma compressão no corpo semelhante aos fatos de competição. O grupo de investigação tem em mãos possibilidades de desenvolvimentos futuros com potencial impacto, como por exemplo melhoramentos na comunicação sem fios, aumento do número de sensores, desenvolvimento de novos sensores têxteis e melhoramentos no fato de natação, com a inclusão de novos materiais. Outros parâmetros, como os químicos, com base na transpiração, deverão também ser incluídos numa segunda fase deste projeto.


Correio do Minho

brc20
February 3rd, 2012, 04:33 PM
Universidade do Minho



Reforma da administração local - Antena 1 | Antena Aberta, 26 janeiro’12

Queremos saber se o reforço de competências das comunidades intermunicipais pode ser a solução certa para atingir os objetivos da racionalização de despesa no poder local e, também se as comunidades intermunicipais podem resolver de forma mais eficiente os problemas dos cidadãos. Tendo por base os receios do Governo de surgirem buracos financeiros gigantescos em algumas autarquias de forma a comprometerem as metas do défice para este ano, a Antena Aberta ouviu e opinião de vários especialistas e ouvintes sobre as formas como as câmaras municipais usam os recursos. Participação no programa de António Cândido de Oliveira, professor catedrático da Escola de Direito da Universidade do Minho (UMinho), Rui Soalheiro Presidente, da Câmara Municipal de Melgaço e presidente em exercício da ANMP, José Mendes, vice-reitor da UMinho, e Daniel Francisco, investigador do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, entre outros.

José F.G. Mendes comenta atualidade - Porto Canal | Dia em Análise, 24 janeiro’12



Empresa Escola - Revista Exame, 26 janeiro’12

Todas as quartas-feiras, Hugo Areias sai da Eurotux com os colegas para jogar futebol de salão. A trabalhar desde agosto na empresa de Braga, o jovem engenheiro não tem dúvidas de que “uma hora semanal com picardias em campo ajuda a desenvolver o espírito de equipa” e facilita a integração no grupo. Para ele, tal como para os outros 30 colaboradores da empresa bracarense, “o bom ambiente de trabalho é uma mais-valia da Eurotux, formada maioritariamente por engenheiros da Universidade do Minho, muitos dos quais foram colegas de turma. (…) “A filosofia é de compromisso e encoraja-se a partilha de ideias”, sintetiza Ricardo Alves, um dos organizadores das Geek Nights, um encontro mensal noturno para convívio e partilha de conhecimentos que aproxima a Eurotux de outras empresas de Braga e da Universidade do Minho.

Palmas para os seniores - Revista Exame, 1 fevereiro’12



Aplicação “Hi-Routes” - Porto Canal | Porto Alive, 26 janeiro’12

A Universidade do Minho está a desenvolver o projeto Hi-Routes. O programa foi definido para proporcionar às pessoas que andam a pé ou de bicicleta caminhos alternativos aos mais curtos. “Este modelo calcula o caminho mais curto, inclusive apresenta mais de uma alternativa. Os critérios de otimização são muito virados para a geometria da rede. Ora, sabemos que para ir de um ponto ao outro, a distância nem sempre é o elemento mais importante. Há outros fatores a considerar, nomeadamente o ruído e a poluição”, explica Paulo Ribeiro, professor do Departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho.



Mais de quatro mil alunos participaram nas atividades da Escola de Ciências da Saúde - Diário do Minho, 26 janeiro’12

Mais de quatro mil alunos do 1.º ciclo, do ensino básico e secundário participaram nas atividades laboratoriais promovidas pelo Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde (ICVS) da Universidade do Minho no último ano letivo. Nos últimos cinco anos, as atividades laboratoriais, cujo objetivo central é estimular o gosto dos mais novos pela ciência e investigação, já envolveram 200 escolas da região norte e mobilizaram cerca de 60 investigadores. Ontem, os laboratórios do ICVS, membro do ICVS/3B’s Laboratório Associado da UMinho, abriram as portas a cerca de 150 alunos de escolas secundárias de Braga, Ponte de Lima e Rio Tinto que participaram em atividades laboratoriais ligadas a diferentes áreas da biomedicina.



Templo romano de Évora alvo de análise estrutural - SIC Notícias | Cartaz, 25 janeiro’12

Construído há dois mil anos o templo romano de Évora está pela primeira vez a ser alvo de uma análise estrutural para diagnosticar o seu estado e propor planos de reabilitação e conservação. O templo romano, único no país e um dos mais notáveis da Península Ibérica, é um dos casos de estudo do mestrado coordenado pela Universidade do Minho e envolve outras três universidades (Espanha, Itália e República Checa).

Templo Romano alvo, pela primeira vez em 2.000 anos, de moderna análise estrutural - RTP Online, 24 janeiro’12



Reitoria da UMinho define meta dos 19 mil alunos - Correio do Minho, 25 janeiro’12

Atingir os 19 mil estudantes inscritos em cursos que confiram grau académico é um dos objectivos estratégicos do plano de actividades e orçamento da Universidade do Minho (UMinho) para 2012, aprovado anteontem pelo Conselho Geral. A equipa reitoral espera ver subir o número de alunos através da consolidação da oferta em regime pós-laboral e do lançamento de novos cursos de licenciatura e mestrado integrado. Em 2011, a UMinho alargou a sua oferta educativa a 18 400 estudantes, número que não inclui os estudantes em formações não conferentes de grau. A meta dos 19 mil alunos é ambiciosa, tanto mais que no plano de actividades se reconhece que a expansão da oferta formativa se fará com “condições sócio-económicas extremamente difíceis”. De facto, aquele objectivo estratégico é assumido num ano em que a UMinho terá um corte de 24,4 por cento nas receitas do Orçamento de Estado.



Há 288 mil sem trabalho e sem qualquer apoio - Jornal de Notícias, 25 janeiro’12

O subsídio de desemprego chega apenas a um em cada dois desempregados. Em Dezembro estavam inscritas nos Centros de Emprego 605 134 pessoas sem trabalho e destas 288 mil não tinham apoio social. E um novo máximo histórico. (...) Metade dos desempregados não recebe apoios. Qual é o impacto social desta realidade? “Há situações de pobreza e exclusão muito acentuadas, principalmente quando os dois elementos do casal estão desempregados e sem apoios, em que as famílias não têm meios para assegurar a sobrevivência. Outra implicação, nos casos mais extremos, é a violência. Não é por acaso que há um recrudescer dos pequenos assaltos, dos furtos em supermercados. Não me refiro a gangues, mas a um crime não organizado, motivado pelo desespero. Há também cada vez mais pessoas a voltar para casa dos pais, pelo que o impacto não é apenas nos desempregados, mas em toda a família que tem de se mobilizar para os ajudar. É uma situação humilhante, geradora de baixa auto-estima social e isolamento e a falta de laços sociais dificulta o regresso ao mercado do trabalho”, explica Manuel Carlos Silva, diretor do Centro de Investigação em Ciências Sociais da UMinho.



Especialistas querem proibição de fumar dentro dos carros - Diário de Notícias, 25 janeiro’12

Especialistas da Universidade do Minho, do Centro Hospitalar da Cova da Beira e do Hospital do Espírito Santo de Évora defendem que o Estado deve proibir o fumo no interior dos automóveis para evitar acidentes e a exposição das crianças ao fumo ambiental do tabaco (FAT). “Deve ser proibido fumar no automóvel em primeiro lugar porque o cigarro, tal como o telemóvel, distrai o condutor e pode, por isso, contribuir para a ocorrência de um acidente. Mas quando estão crianças no interior, o problema é muito mais grave, pois o fumador expõem-nas ao fumo passivo”, diz José Precioso, investigador e professor do Instituto de Educação da Universidade do Minho, autor de estudos sobre prevenção do consumo de tabaco.



Memórias de Portugal ilustradas em postais - TSF | Notícias, 24 janeiro’12

Os CTT fizeram seguir para o estrangeiro, a partir de Portugal durante todo o ano passado, 5 milhões de postais. Empenhado em enaltecer a importância do postal na historicidade da comunicação, um grupo de investigadores da Universidade do Minho lançou a obra “Portugal ilustrado em postais”. “É um dos canais de suporte que combina imagem e texto. O seu próprio registo é muito semelhante ao que fazemos num blogue. Quando escrevo num blogue, escrevo um texto breve, um apontamento do quotidiano e adiciono uma imagem como se fosse uma espécie de brinde, o mesmo que o postal oferecia no final do século XIX e no princípio do seculo XX”, explica Madalena Oliveira, investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho.

História de cinco cidades portuguesas em postais ilustrados - Jornal de Notícias, 25 janeiro’12

Moisés Martins apresenta “Portugal Ilustrado em Postais” - Porto Canal | Porto Alive, 24 janeiro’12



Portugal quer cooperar com Timor na educação - Sábado Online, 24 janeiro’12

O ministro da Educação, Nuno Crato, disse esta terça-feira, em Díli, onde chegou para uma visita oficial de cinco dias, que Portugal está muito empenhado em cooperar com Timor-Leste em vários aspectos da educação. “Estamos aqui para aprender, para ajudar no que pudermos ajudar. Como sabem, Portugal está muito empenhado em cooperar com Timor em vários aspetos da educação e esperemos que isto seja mais um passo que se desenvolva ao longo de muito tempo”, afirmou o ministro da Educação português. (...) A cooperação entre os dois países no setor da educação assenta na criação de uma rede de escolas de referência, no âmbito do ensino básico e secundário, em apoio à Universidade Nacional do país e na colaboração no sentido de prestar apoio técnico ao Ministério da Educação timorense. A Universidade Católica Portuguesa, a Universidade do Minho e a Universidade de Aveiro ajudaram Timor-Leste a elaborar os programas curriculares.



Inseticida inovador - Porto Canal | Porto Alive, 23 janeiro’12

Carlos Tavares, investigador do Centro de Física da Universidade do Minho, criou um material que pode libertar um inseticida, um repelente, uma fragância, um aroma, um desodorizante por ativação solar. “O projeto em curso envolve o Instituto de Higiene e a Medicina Tropical e visa essencialmente fazer materiais capazes de libertar repelentes inseticidas. Consiste numa cápsula, que é um polímero, que tem décimas de um milímetro, onde é colocado um compósito, como por exemplo um repelente. Na parte exterior colocamos umas partículas, mil vezes mais pequenas do que a própria cápsula, que vão receber a luz solar, abrir os poros da cápsula e libertar o que está la dentro”, explica o professor da Escola de Ciências da UMinho. Os materiais poderão revestir suportes estáticos como tendas, cortinas, vidros de janelas, entre outros. Este projeto na área das Ciências dos Materiais é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).



Emancipada sem querer - Público | Revista Pública, 22 janeiro’12

Maria Cristina de Mello foi notícia em Julho de 2011 quando, aos 80 anos, concluiu o doutoramento em Estudos da Criança, na Universidade do Minho, em Braga. Foi o centro das atenções da imprensa e uma bandeira de orgulho para a academia minhota. Mas o que para muitos foi um feito, quase inédito, tendo em conta que apenas precisou de dois anos e meio para terminar a sua tese, ao contrário dos três habituais, para Maria Cristina foi apenas mais um passo natural na sua carreira. (…) De feito e inédito, Maria Cristina nada vê na sua situação. Não entende sequer o porquê do interesse e não esconde alguma tristeza na forma como o seu doutoramento foi notícia. “Parece que só falam por causa da minha idade, como se aos 80 anos fosse impossível fazer tal coisa", conta à Pública em sua casa, rodeada de livros e de recordações. A máquina de escrever que a acompanhou durante a licenciatura, os diplomas das várias formações pendurados na parede, as fotografias de família e dos seus animais.



José Mendes lança “O Futuro das Cidades” - RTP1 | Bom Dia Portugal, 21 janeiro’12

Foi lançado ontem o livro “O Futuro das Cidades”. O autor é José Mendes, vice-reitor para a Inovação e Empreendedorismo da Universidade do Minho, e este trabalho reflete sobre os desafios que as cidades atuais têm pela frente. Partindo da análise de sete mega-tendências globais, em “O Futuro das Cidades” o autor elenca um conjunto de desafios que se colocam às cidades contemporâneas, propondo o conceito “Cidade Incubadora”. Este ensaio pretende demonstrar que, apesar da conotação da ideia de cidade a fatores de insegurança, poluição ou desigualdade, as urbes representam propostas de valor com potencial. A ideia desta publicação é tornar-se uma referência bibliográfica para os que pensam e planeiam as cidades atuais. Mais do que um tratado ou exercício futurista, o autor propõe, na sua mais recente publicação, um conceito de futuro para as cidades do presente.

Apresentação do livro de José Mendes “O Futuro das cidades” - AAUMTV, 23 janeiro’12

Entrevista a José Mendes - Antena Minho | Primeiro Plano, 26 janeiro’12



Guimarães é oficialmente Capital Europeia da Cultura - TVI | Jornal das 8, 21 janeiro’12

A cidade de Guimarães é oficialmente a Capital Europeia da Cultura (CEC). Direto de Guimarães. Declarações de Rui Massena, maestro, Rui Catarino, da organização da CEC. Há também quem fomenta novos projetos e sabe combater assim o desemprego. Ideias que se podem transformar em negócios. “Estamos a trabalhar com alunos da Universidade do Minho da área do Design, por exemplo, que são extraordinariamente criativos e que conseguem desenvolver produtos que podem ter uma aceitação interessante no mercado. Aquilo que nós fazemos é, através deste processo de ‘mentoring’, ajudá-los a desenvolver um modelo de negócio”, explica Rui Catarino. São projetos que estreitam a ligação das pessoas à cidade, confirmam João Silva e Leni Ferronato, voluntários da CEC.

Guimarães - Capital Europeia da Cultura - Antena 1 | Portugal em Direto, 23 janeiro’12

Capital Europeia da Cultura - RTP 2 | Câmara Clara, 22 janeiro’12

A cidade que esteve para ser demolida - Público, 22 janeiro’12



Ordem para aliviar pressão da troika e estimular a economia - Expresso, 21 janeiro’12

Impostos a disparar, a economia europeia em abrandamento e o crédito bancário estagnado - a combinação não podia ser mais explosiva. Num cenário como este, a recessão, avisam os economistas, poderá prolongar-se por cinco ou mais anos, em vez dos dois já admitidos pelo Governo. Há, por isso, várias vozes a defender um ajustamento do programa de apoio negociado com a troika e a revisão das medidas orçamentais, nomeadamente o prolongamento do cumprimento da meta do défice. Não obstante, dada a delicadeza da situação, os economistas ouvidos pelo Expresso apelam à prudência, dizem que é cedo para Portugal ter essa iniciativa, e advertem que será sempre preferível ser a troika a avançar com essa decisão. “Se a alteração das condições for pedida por nós, que estamos numa posição de fraqueza negocial, esse pedido será sempre um reconhecimento da incapacidade de cumprir. Por isso, será o equivalente a um default (incumprimento)”, diz Pedro Camões, da Universidade do Minho.


Ensino Superior



‘Ranking’ da Eduniversal distingue 27 programas portugueses - Diário Económico, 23 janeiro’12

Cinco escolas portuguesas aparecem nos ‘rankings’ Eduniversal Masters Ranking – The Best Masters and MBA Worldwide, lançados, pela primeira vez, na semana passada. Ao todo são 27 os programas portugueses distinguidos pela consultora francesa Eduniversal, que se especializa na área do ensino superior e visa, através da realização de vários inquéritos de satisfação dos ex-alunos de mestrados, pós-graduações e MBA e uma análise da reputação das escolas estudadas, pintar um quadro dos programas mais adequados para alunos em todo o mundo.




Universidade do Minho em notícias

brc20
February 20th, 2012, 03:54 PM
http://img607.imageshack.us/img607/2787/oddstraume2grbn.jpg (http://imageshack.us/photo/my-images/607/oddstraume2grbn.jpg/)
Odd Rune Straume, Prémio de Mérito à Investigação da UMinho



"Sou um pequeno 'peixe' num grande lago"


A qualidade da investigação em economia em Portugal tem atingido níveis excelentes, particularmente na UMinho e no seu centro NIPE, afirma Odd Rune Straume. Este professor norueguês de 40 anos recebe hoje o Prémio de Mérito Científico da UMinho, que acumula com o Prémio de Melhor Investigador da Escola de Economia e Gestão desta academia em 2011. Ainda assim, define-se com humildade como "um pequeno 'peixe' num grande lago" internacional. Em entrevista ao NÓS, Odd Straume fala da economia no país e no mundo. Considera em particular que o Governo português está a agir bem perante a crise e que a maioria do povo aceita fazer sacrifícios, o que é importante, mas resta saber se as reformas vão a tempo.

17-02-2012 | Texto: Nuno Passos | Fotos: Nuno Gonçalves




É considerado pelos seus pares um dos principais economistas europeus emergentes, nomeadamente nos temas da globalização, concorrência, mercados laborais e saúde. Lida bem com essa responsabilidade?
Essa descrição é muito lisonjeira e eu próprio não me vejo assim. Mas sinto-me naturalmente muito honrado com este reconhecimento dos meus colegas da Universidade do Minho.

Como surgiu a paixão pela economia? Porque decidiu ser investigador e professor na área?
Quando estava no liceu com 16 anos queria ser advogado. Nunca tinha pensado muito em economia ou em ser economista. No entanto, quando frequentei as duas disciplinas, apercebi-me que queria continuar os meus estudos em economia. A decisão de seguir uma carreira académica foi no entanto tomada muito mais tarde.

Que experiências marcantes guarda do seu percurso e com que figuras já privou?
Quando o meu primeiro artigo foi aceite numa revista reputada internacional foi um momento especial para mim. Eu ainda era um aluno de doutoramento e ainda não tinha a certeza de que teria sucesso na carreira académica, pelo que foi muito gratificante ter a primeira confirmação. De certa forma, foi mais importante a primeira publicação do que a própria defesa da tese de doutoramento.


http://img851.imageshack.us/img851/7498/oddstraumegrbn.jpg (http://imageshack.us/photo/my-images/851/oddstraumegrbn.jpg/)
"Foi mais importante para mim ter a primeira publicação numa revista internacional do que fazer a defesa da tese de doutoramento", admite Odd Straume


Como avalia a investigação económica em Portugal? Qual tem sido o papel da UMinho nesta área?
Existem muitos economistas excelentes em Portugal e a minha impressão é que a qualidade da investigação em economia em Portugal está a melhorar continuamente. É também muito encorajador observar que a Universidade do Minho está a desempenhar um papel preponderante neste aspecto. Durante os últimos e recentes anos, a Universidade do Minho tem-se afirmado como uma das melhores universidades em Portugal na área de economia. Em particular, a minha unidade de investigação NIPE é reconhecida como um dos melhores centros de investigação do país. Esta unidade tem muitos investigadores jovens com grande potencial e uma liderança que promove a excelência na investigação.

Considera que o trabalho realizado é suficientemente (re)conhecido a nível europeu e mundial?
Se considerarmos a comunidade académica internacional em economia, eu sou um pequeno "peixe" num grande lago e qualquer reconhecimento tem que ser visto nesta perspetiva. Mas apercebo-me que os meus artigos são citados regularmente e esta forma de reconhecimento é a mais importante para mim. Saber que o meu trabalho é realmente lido e que outros investigadores o acham relevante.

Face à atual conjuntura, como Portugal pode sair da crise económico-financeira?
Esta é uma grande questão e não sei se serei a pessoa indicada para dar as respostas mais adequadas. O problema de longo prazo é a falta de crescimento e isto exige remédios de longo prazo: uma população mais escolarizada, um mercado de trabalho mais flexível e um setor público mais eficiente, por exemplo. A grande preocupação é que Portugal não tenha tempo suficiente para implementar as reformas que são necessárias para estimular o crescimento económico e reduzir o peso da dívida pública.

Como avalia a prestação do Governo, da "troika" e da sociedade civil?
Parece-me que o Governo está a agir razoavelmente bem, dadas as circunstâncias difíceis. Também me parece que a maioria dos portugueses percebe que as medidas de austeridade são necessárias neste momento e muitas pessoas estão dispostas a fazer sacrifícios. Isto é extremamente importante. A ausência de motins como acontece na Grécia é muito encorajador, na minha opinião.

Concorda que a "flexisegurança", modelo importado da Dinamarca, terá sucesso cá? Até que ponto os sindicatos influenciam o mercado laboral?
O modelo da "flexisegurança" já provou ter muito êxito nos países escandinavos e eu sou em geral a favor deste modelo. Em relação aos sindicatos, não há dúvida que têm potencialmente um papel muito construtivo e importante na sociedade. O problema surge quando os sindicatos têm o poder de bloquear ou adiar as reformas necessárias de forma a conseguir um grau suficiente de flexibilidade no mercado de trabalho.


http://img201.imageshack.us/img201/6841/escoladeeconomiaegestod.jpg (http://imageshack.us/photo/my-images/201/escoladeeconomiaegestod.jpg/)
A Escola de Economia e Gestão da UMinho está situada no campus de Gualtar, em Braga



A sua última publicação científica intitula-se "Globalização, produção diferenciada e desigualdade salarial", no Canadian Journal of Economics. Que concluiu este estudo?
Propomos uma nova explicação para a observação empírica de que a globalização tem aumentado a diferença salarial entre trabalhadores mais técnicos e os trabalhadores não diferenciados. Rapidamente a nossa teoria propõe que o aumento da concorrência internacional trará mais incentivos às empresas para inovar e desenvolver novos produtos de forma a sobreviver num mercado mais competitivo. Uma vez que a inovação é altamente intensiva em trabalhadores técnicos, isto fará aumentar a procura relativa de mão-de-obra técnica/especializada e desta forma levará a um aumento da desigualdade salarial.

Tem os cuidados de saúde como um dos seus temas de eleição. Como vê a evolução da qualidade e competitividade do mercado hospitalar, face à latente privatização e rentabilização de recursos?
Na minha investigação tenho-me focado no efeito da concorrência hospitalar dentro do sistema de saúde público. Neste aspecto, Portugal está atrasado relativamente a vários países europeus. Um dos passos importantes para retirar benefícios da concorrência seria permitir aos doentes a escolha livre do hospital público.

Tem analisado os preços de medicamentos na Europa. Há muitas diferenças entre os países?
Estive envolvido num projecto onde foram analisadas as diferenças de preços de medicamentos em dez países no Norte da Europa (Portugal não estava incluído). Mas mesmo entre países similares encontramos diferenças consideráveis nos preços. Isto sugere que existe espaço para políticas reguladoras, de forma a aumentar a concorrência e diminuir os preços de medicamentos.

Conferencista em três continentes

Odd Rune Straume é professor da Escola de Economia e Gestão (EEG) da UMinho. Nasceu há 40 anos na Noruega e é considerado um dos principais economistas emergentes na Europa, nomeadamente nos temas da globalização, mercados laborais e saúde. É membro dos centros NIPE (UMinho) e CESifo (Munique), tendo sido já investigador visitante em oito universidades, como Carnegie Mellon e Warwick. Foi conferencista convidado em três continentes, possui mais de 30 publicações científicas e é coeditor do Portuguese Economic Journal. Teve bolsas da Fundação Meltzer, do Conselho de Investigação da Noruega, da Universidade de York e da FCT. Em 2012 recebe o Prémio de Mérito à Investigação da UMinho, após ter sido o Melhor Investigador da EEG em 2011.


Considera que o capitalismo está para durar e pode ameaçar a independência de vários Estados?
O capitalismo, como sistema económico baseado nos direitos de propriedade privada, tem-se mostrado consistentemente superior relativamente a qualquer outra alternativa conhecida e penso que isto não será alterado num futuro próximo. O debate real não é sobre o capitalismo versus qualquer outro sistema, mas antes acerca de várias políticas a implementar no sistema capitalista.

Que projetos tem em mãos?
Estou envolvido em projectos diferentes de investigação. Estou a trabalhar em novos problemas relacionados com a concorrência nos mercados de saúde e estou envolvido num projecto sobre os efeitos da privatização em Portugal no mercado de trabalho.

Como consegue gerir o tempo, uma vez que acumula a docência e cargos diretivos na EEG, a investigação repartida por Braga e Munique, a coordenação do Portuguese Economic Journal, a orientação de provas, as conferências e research visits em vários países e a consultoria a entidades como a Associação Farmacêutica Norueguesa?
A minha experiência é que o importante não é necessariamente o número de horas que se trabalha, mas antes o quão eficientemente se trabalha. Um dos meus pontos fortes é que tenho um elevado poder de concentração, o que me permite trabalhar com bastante eficiência. Todos os anos, passo também algumas semanas a visitar diferentes universidades estrangeiras, o que me permite trabalhar ininterruptamente durante esses períodos.

O que ainda gostava de publicar e de estudar?
Eu sou fã de futebol e já há muito tempo que tenho uma ideia para escrever um artigo sobre futebol, mas que ainda não concretizei. Talvez este ano...

O que representa para si o Prémio de Mérito da Universidade do Minho?
É uma grande honra e um reconhecimento maravilhoso sobre o meu trabalho. Claro que me motiva ainda mais para fazer mais e melhor investigação no futuro.


http://img849.imageshack.us/img849/1308/oddstraume5grbn.jpg (http://imageshack.us/photo/my-images/849/oddstraume5grbn.jpg/)
Odd Straume é professor associado com agregação do Departamento de Economia da EEG-UMinho

É pianista e violinista nos tempos livres

Uma música. Qualquer música de Warne Marsh.
Um filme. Short Cuts, de Robert Altman.
Um livro. Amor nos Tempos de Cólera, de Gabriel Garcia Marquez.
Um passatempo. Jazz.
Uma aptidão desportiva ou artística. Toco piano e violino.
Um clube. Sheffield Wednesday.
Uma religião. Protestante.
Um partido. Não afiliado.
Uma viagem. Islândia.
Um recanto. A minha sala de música.
Uma qualidade. Pontualidade.
Um defeito. Impaciente.
Uma curiosidade. Críquete.
Uma personalidade. Brian Clough.
Uma frase. "Existem dois tipos de pessoas: aquelas que pensam que tudo pode ser classificado em duas categorias e as outras que não pensam assim."
Um desejo. Boas notícias na imprensa acerca de Portugal.


http://www.uminho.pt/Newsletters/HTMLExt/31/website/conteudo_575.html

brc20
February 20th, 2012, 04:02 PM
João de Deus Pinheiro, antigo reitor da UMinho
"Campi de Gualtar e Azurém são 'meus filhos'"
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João de Deus Pinheiro considera que a UMinho, na qual foi reitor em 1984-85, cresceu demais face ao projeto inicial e, por isso, "a única via é apostar cada vez mais na inovação e na diferença" para se afirmar (inter)nacionalmente. O antigo ministro da Educação defende ao nível do ensino superior que o Governo português preserve os centros de excelência, que as verbas sejam bem geridas e está confiante nas novas gerações de cientistas.

17-02-2012 | Texto: Nuno Passos



Como iniciou a ligação à UMinho?
Foi através do professor Joaquim Barbosa Romero, com quem eu tinha trabalhado na Universidade de Lourenço Marques [atual Universidade de Maputo] e que veio para o Minho com o professor Carlos Lloyd Braga. Ambos desafiaram-me para integrar o corpo docente, estava eu em Inglaterra a fazer doutoramento em Engenharia Química, na especialidade dos fenómenos de transferência, uma mistura entre a Engenharia Química e Mecânica. Quando acabei, vim para a Universidade do Minho.

Como era a Universidade na altura?
Bem, era apenas o Largo do Paço. Estava-se a pensar comprar o edifício da Rua D. Pedro V, no centro de Braga, para concentrar os docentes e “sentar as pessoas” para começar as aulas. Colaborei de início com o professor Romero na elaboração de novos cursos. O professor Lloyd convidou-me para ser o responsável pelo chamado GEID – Gabinete Executivo das Instalações Definitivas, de certo modo fazer a prospetiva de planeamento de novos cursos e instalações. Foi o que fiz nos anos 1976 a 1978. Na altura fui também presidente do Conselho Pedagógico e diretor do Conselho de Cursos de Engenharia. Mas, fundamentalmente, dirigi o GEID, que incidia no planeamento da própria Universidade ao nível físico e dos cursos (neste caso, trabalhei próximo do professor Romero).


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No seu concurso para professor catedrático de Ciências de Engenharia, em outubro de 1979, na Reitoria.


Acumulava várias pastas.
A explicação é simples. Éramos um pequeno grupo de jovens doutorados, refletíamos muito sobre o que era essencial para a Universidade e tínhamos que distribuir as tarefas entre nós. Era eu, o Sérgio Machado dos Santos, o Luís Soares, o Licínio Chainho Pereira, o Lopes Nunes… Para alguns poderem fazer o doutoramento no estrangeiro, outros suportavam um pouco a carga burocrática. Assim foi. Tivemos trabalhos de gestão muito cedo em termos de idade.

O que se recorda dos seus antecessores na Reitoria: Carlos Lloyd Braga, Joaquim Barbosa Romero e Lúcio Craveiro da Silva?
Trabalhei de muito perto com Lloyd Braga. Quando foi ministro convidou-me para chefe de gabinete, estive com ele em Lisboa nesse período. Mas o mais próximo foi Barbosa Romero, uma pessoa excecional, verdadeiramente fora de série do ponto de vista científico e humano, de quem guardo uma memória muito afetiva. O professor Lúcio era também de grande categoria e foi com quem sempre me aconselhei nas vezes em que fui convidado para o Governo. Falávamos bastante, ele era uma pessoa que, apesar da idade, tinha espírito muito jovem e aberto e tinha grande sentido estratégico – por isso foi tão importante na Universidade do Minho.

Por ironia do destino, o professor João de Deus Pinheiro é, dentre os vivos, o reitor mais antigo da UMinho.
É verdade, os três primeiros já faleceram. Mas fui reitor muito cedo. Aliás, do pequeno grupo que referi há pouco, nem sequer sabíamos qual de nós iria ser candidato a reitor. Na altura foi decidido que deveria ser eu a avançar. O programa que apresentei foi pensado com este grupo de colegas e amigos.


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No júri de doutoramento da professora Fátima Morgado, em novembro de 1983, na Reitoria.

Quais foram as principais medidas do seu mandato?
Era um programa algo ambicioso e avant-garde. Muitas pessoas acharam-nos loucos, mas o tempo provou que tínhamos razão ao propormos as medidas e lutarmos por elas. Por exemplo, queríamos que as receitas próprias da Universidade passassem de 5% para pelo menos 30%. Queríamos uma grande ligação à indústria e às atividades económicas locais. Queríamos uma determinada diversificação de cursos e a obtenção de uma certa autonomia no polo de Guimarães.

Quais foram as principais dificuldades nessa fase?
O mandato foi relativamente curto. Na altura tínhamos pouco dinheiro e decidimos que o deveríamos utilizar sem muitas teias burocráticas do Ministério da Educação. Isso não era simples, apesar de termos autonomia administrativa e financeira. Quando depois fui para Lisboa, em 1985, tive ocasião como ministro da Educação de aumentar a autonomia que os reitores tinham na gestão, sobretudo nas novas universidades.

Há quem defenda que, como ministro, ajudou a lançar os campi de Gualtar e Azurém.
Pois, porque eu era das instalações definitivas e toda a parte da compra dos terrenos em Braga e Guimarães e da negociação com os projetistas passou por mim. Os campi de Gualtar e Azurém são “meus filhos” em grande medida. Mas, repito, isso foi um trabalho em equipa. Na UMinho não vale a pena singularizarmos os créditos, sempre houve um espírito de união e, quando eu saí, o professor Machado dos Santos continuou o projeto com toda a força e grande mérito, digamos, numa linha que já vinha de trás, sem que houvesse qualquer soluço.


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João de Deus Pinheiro teve uma forte ligação à UMinho entre 1976 e 1985.

Quase três décadas depois, como vê hoje a UMinho no contexto nacional?
Penso que a Universidade do Minho cresceu demais. Sempre achei que a sua dimensão não deveria ser superior a 10.000 alunos em Braga e 5000 em Guimarães para que mantivesse o espírito inicial, de grande exigência e de grande qualidade científica e pedagógica. Infelizmente isso não foi possível. Dentro dessa limitação, a UMinho tem conseguido manter um certo carisma, muito embora tenha talvez perdido ligeiramente algumas exigências iniciais de inovação que a caracterizaram no meio académico português.

Como perspetiva a evolução desta instituição?
As novas gerações e, em especial, o reitor têm que sentir que esta Universidade só se afirmou pela inovação, quando se afirmou pela diferença, quando lutou contra o establishment, quando não seguiu os caminhos mais fáceis, mesmo quando os alunos protestavam, e que essa tem que ser a única via para uma Universidade que não está numa das maiores cidades do país para se afirmar em termos nacionais e internacionais.

Que pensa sobre o ensino superior em Portugal e a ciência no meio académico?
Sinceramente, durante o consulado do ministro Mariano Gago andou-se para trás, embora com uma aparência de se ter andado para a frente. Creio que se geriu mal e perdeu muito dinheiro. No atual período de vacas magras, espero que o Governo tenha presciência suficiente para perceber que, se há algo a preservar, é sem dúvida os centros de excelência e de qualidade. Pode isto servir para acabar com um certo número de centros com pouca qualidade e apoiar os que têm qualidade – até pode ser um mal que vem por bem para o país, face à conjuntura económica.

Ainda investiga?
Já não. Sou o único português que tem o grau honorífico de D.Sc. e que é membro da Academia Real das Ciências Britânicas de Engenharia. Ao chegar a este patamar académico, enveredei na política e deixei de ter condições para estar “em cima da onda” no conhecimento científico. Perdeu-se um investigador, ganhou-se um “medíocre mais” político, mas paciência…! [risos]

Mantém ligações à UMinho?
Poucas. Faço algumas conferências quando me convidam, como sucedeu recentemente em Braga, e faço-o também noutras universidades e instituições nacionais e estrangeiras.


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Como ministro dos Negócios Estrangeiros, ao lado de Durão Barroso, na reunião de ministros da CEE, em fevereiro de 1992, em Lisboa (foto de Manuel Moura)

O único português com o grau D.Sc.

João de Deus Rogado Salvador Pinheiro nasceu em 11 de julho de 1945, em Lisboa. Fez a licenciatura em Engenharia Química pelo Instituto Superior Técnico, foi docente convidado na Universidade de Lourenço Marques e concluiu o doutoramento em Engenharia Química pela Universidade de Birmingham, em 1976. Nesse ano veio para a UMinho, chegando a professor catedrático do Departamento de Engenharia Biológica em 1979 e a reitor em 1984-85. Tem mais de 60 trabalhos científicos em revistas nacionais e estrangeiras e participou em mais de 300 conferências. É o único português com o grau honorífico de D.Sc. e fellow da Royal Academy of Engineering. Já recebeu a Grã-Cruz da Ordem de Cristo (1993) e da Ordem do Infante D. Henrique (2006).

Afeto ao PSD, foi vice-presidente da Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica (1981-82), secretário de Estado da Educação (1982-83), ministro da Educação e Cultura (1985-87), ministro dos Negócios Estrangeiros (1987-92), presidente do Conselho de Ministros do Conselho da Europa (1990), presidente do Conselho de Ministros da UE (1992), comissário europeu (1993-2000), reitor da Universidade Moderna (2001-02), encarregado de missão para a Reforma da Administração Pública (2003-04) e vice-presidente do Parlamento Europeu (2004-09). Do seu currículo constam ainda os cargos de administrador da Galp, da Lusotur Golfes, da Lusomundo, do Panatlântica e da Fundação Robert Schumann, bem como de presidente da assembleia-geral da World Mouvement Fund Portugal, presidente do Conselho Nacional da Indústria do Golfe e membro do Conselho Superior da Fundação Ilídio Pinho ou do conselho consultivo do Banco Privado Português, entre outros. Tem como hobbies a escrita, a pintura, o golfe e o bridge.



http://www.uminho.pt/Newsletters/HTMLExt/31/website/conteudo_574.html

brc20
July 15th, 2012, 02:19 PM
UMinho: Mais de 10 milhões de euros para o novo Largo do Paço



BRAGA, ENSINO
2012-07-13visitas (393)comentários (0)
autor-José Paulo Silva



O projecto de reconversão e requalificação do complexo do Largo do Paço obrigará a um investimento superior aos dez milhões de euros nos próximos cinco a seis anos, perspectivou ontem o reitor da Universidade do Minho (UMinho), António Cunha, após a assinatura de um protocolo com a Presidência do Conselho de Ministros com aquele objectivo.

O acordo assinado entre a Universidade do Minho e o Governo prevê a deslocalização do Arquivo Distrital de Braga para novas instalações na Rua Abade da Loureira, bem como a requalificação da Biblioteca Pública de Braga e de espaços da ala medieval ocupada pela reitoria. António Cunha destacou a intenção da UMinho em abrir o complexo do Largo do Paço à cidade, o que passará pela criação da designada Casa dos Leitores e da Leitura e de outras valências culturais.
Depois da transferência do Arquivo Distrital de Braga para instalações que a UMinho dispõe na Rua Abade da Loureira - processo que demorará três anos numa perspectiva optimista -, o complexo do Largo do Paço oferecerá outras condições de funcionamento à Biblioteca Pública de Braga.

A intenção da reitoria de deslocalizar para os ‘campi’ universitários de Braga e Guimarães alguns serviços administrativos permitirá requalificar espaços de um conjunto arquitectónico marcante da cidade de Braga, “tornando-o mais adequado a actividades culturais”. António Cunha confia que o “espólio muito rico” que o edifício do Largo do Paço alberga “possa ser visto de uma maneira mais fácil”. Na cerimónia de assinatura do protocolo entre a UMinho esteve presente o presidente da Câmara de Guimarães.
Sem nenhum representante da Câmara de Braga no salão nobre da reitoria, António Cunha disse esperar a colaboração deste munícipio no processo de revitalização de um conjunto arquitectónico começado a construir no século XIV e que continua a impôr-se no centro histórico da cidade.

Correio do Minho




UM: casa nova para um dos mais ricos arquivos de Portugal


BRAGA, ENSINO
2012-07-14
autor-Redacção


Daqui a cinco anos o Arquivo Distrital de Braga (ADB) completa cem anos de actividade, quem sabe nas novas instalações projectadas para o edifício da Universidade do Minho na Rua Abade da Loureira.

A Universidade do Minho e a Presidência do Conselho de Ministros assinaram esta semana um protocolo que formaliza a colaboração para a deslocalização do ADB para instalações mais espaçosas e mais adequadas.

Está dado o primeiro passo para a construção da nova casa do ADB, unidade cultural da Universidade do Minho instalada, desde 1934, em parte do complexo do Largo do Paço.
Apesar da formalização do protocolo através do qual a Direcção Regional da Cultura do Norte se compromete com o apoio técnico para a elaboração do projecto de transformação e ampliação do edifício da Rua Abade da Loureira, o director do ADB, António Sousa, é cauteloso, afirmando que “será certamente sonhar” que no ano do centenário “as novas instalações estarão prontas”.

Seja como for, a reinstalação ADB, instituição fundada a 11 de Agosto de 1917, é uma prioridade para a actual equipa reitoral, no âmbito da requalificação do complexo do Largo do Paço.
O pró-reitor Paulo Ramísio constata que o ADB está “totalmente saturado”, sem as melhores condições para conservar um espólio arquivístico de incalculável valor.

O ADB guarda, entre muitas outras preciosidades documentais, o Cartório do Cabido bracarense, o mais rico e importante de todos os cartórios eclesiásticos portugueses.
Um documento relativo à fundação de Portugal, assinado em 1128 por D. Afonso Henriques, está também depositado na unidade cultural bracarense, tal como os valiosos arquivo do Conde da Barca, o ‘Liber Fidei’ ou o Mapa das Ruas de Braga.

António Sousa destaca que o ADB tem 4,5 quilómetros de documentos, que poderiam facilmente crescer até aos seios se estivessem devidamente acondicionados.
Tendo sido o primeiro arquivo português a dispôr de um sítio na internet, o ADB não acompanhou, no entanto, “os caminhos que as novas tecnologias foram fazendo” nesta área.

A actual direcção está a arrepiar caminho com o processo de normalização arquivística em curso, antecipando António Sousa que, em 2013, serão disponibilizados 200 mil registos digitais de informação e meio milhão de imagens de documentos.



Correio do Minho

brc20
November 7th, 2012, 02:13 PM
Boas notícias:


Universitária cria dispositivo que identifica tipo de sangue em cinco minutos

Sara Pimenta, aluna de Engenharia Biomédica da UMinho, venceu o primeiro prémio num concurso de ideias promovido por um centro de investigação que faz parte da Fraunhofer Gesselchaft

Texto de Lusa • 05/11/2012 - 18:10



Uma aluna da Universidade do Minho (UMinho) desenvolveu um dispositivo portátil que identifica o tipo de sangue de uma pessoa em apenas cinco minutos, uma inovação que pode salvar vidas, anunciou esta segunda-feira aquela academia.

“O procedimento demora cerca de 30 minutos com as técnicas actuais, o que faz com que este aparelho portátil permita salvar vidas em situações de emergência, ao tornar as transfusões de sangue mais seguras”, refere um comunicado da UMinho.

A ideia de Sara Pimenta, aluna de Engenharia Biomédica da UMinho, venceu o primeiro prémio na categoria de Mestrado, num concurso de ideias promovido por um centro de investigação que faz parte da Fraunhofer Gesselchaft, organização europeia de investigação aplicada na área das engenharias.

Prémio: 2000 euros
O concurso desafiava estudantes e investigadores das universidades portuguesas a apresentarem ideias inovadoras e de utilidade prática com potencial de mercado.

O trabalho de Sara Pimenta foi desenvolvido no Centro Algoritmi e sustenta-se num equipamento portátil capaz de identificar e classificar o tipo de sangue de um paciente (sistema ABO-Rh), baseado numa análise espectrofotométrica.

O projecto recebeu um prémio de 2.000 euros. “Espero que esta inovação consiga salvas vidas em casos de emergência. Essa foi sempre a minha motivação quando parti para o projecto”, refere Sara Pimenta, de 23 anos e natural de Felgueiras, que acaba de iniciar o doutoramento em Engenharia Biomédica na UMinho, na área da eletrónica médica.

A Fraunhofer Gesselchaft conta com mais de 20 mil investigadores e um orçamento para Investigação e Desenvolvimento de 1,8 biliões de euros.


http://img685.imageshack.us/img685/4961/sangue1.jpg (http://imageshack.us/photo/my-images/685/sangue1.jpg/)
Aparelho portátil permita salvar vidas em situações de emergência", diz Universidade do Minho


http://img341.imageshack.us/img341/8664/saraz.jpg (http://imageshack.us/photo/my-images/341/saraz.jpg/)
Sara Pimenta é aluna de Engenharia Biomédica da Universidade do Minho


http://p3.publico.pt




http://img837.imageshack.us/img837/1598/jn07denovembro2012.jpg (http://imageshack.us/photo/my-images/837/jn07denovembro2012.jpg/)


JN, 7/11/12

brc20
January 8th, 2013, 02:10 PM
UM desenvolve vasos sanguíneos artificiais



2013-01-08


Um grupo de investigação do Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho está a desenvolver vasos sanguíneos artificiais com base em celulose bacteriana, matéria quimicamente idêntica à vegetal mas produzida no estado puro por micro-organismos.

O objetivo principal é diminuir os problemas vasculares, gerados pelo entupimento dos vasos arteriais, como explicou à RUM o docente e investigador Miguel Gama. “Estamos a utilizar um material que tem propriedades que podem levar à produção de vasos para substituição dos nossos vasos quando eles precisam realmente de ser substituídos, na evidência de que o material tem propriedades prometedoras para esta aplicação, que resultam de trabalhos anteriores publicados por outros grupos e resulta também da nossa própria experiência”.

A utilização de celulose bacteriana poderá tornar o processo cirúrgico mais seguro, uma vez que apresenta um risco de formação de coágulos sanguíneos menor do que o observado com outros materiais, explica Miguel Gama, professor da Escola de Engenharia da Uminho.

“Temos vindo a verificar que a interação com o sangue é benigna, o material não promove alterações no sangue. Existem problemas técnicos por resolver para que se consiga concretizar este objetivo, desde logo a demonstração em modelos animais de que, de facto, os vasos têm um bom desempenho em vivo, também problemas relacionados com a própria produção”.

O projeto está agora a meio, e o tempo total estimado era de três anos. O investigador explica que este ano e meio será suficiente para chegar às conclusões esperadas.

“Será certamente possível chegar a conclusões. Ao fim deste ano e meio teremos ideias claras sobre se podemos passar a uma outra fase, ou se afinal o material não tem esse potencial”.

O Professor Miguel Gama salienta a importância desta investigação, já que “neste momento existem materiais que são utilizados para esta finalidade. São diferentes tipos de plástico, esses materiais não têm as propriedades de interação com o sangue que proporcionem segurança”.



rum.pt




Arquitectura: Skinenergy gera energia a partir do sol, da chuva ou do vento


Este revestimento de tectos de infra-estruturas consegue gerar energia a partir do sol, da chuva ou do vento durante 24 horas, 7 dias por semana


Texto de Katherine Oliveira • 07/01/2013 - 18:56



Design contemporâneo e sustentabilidade energética. São estas as duas valências que o Skinenergy espera trazer ao mercado da arquitectura num futuro próximo. Trata-se de uma espécie de “pele” desenhada para revestir os tectos de infra-estruturas urbanas que consegue aproveitar a energia do sol, da chuva ou do vento.

A principal vantagem do Skinenergy é o facto de ser um “sistema híbrido único no mercado”, uma vez que consegue “gerar energia durante 24 horas, 7 dias por semana, independentemente das condições meteorológicas”, explicou Ricardo Sousa, um dos responsáveis pelo projecto.

Para além disto, a energia conseguida através do Skinenergy pode ser armazenada ou depositada na rede eléctrica pública, à semelhança de qualquer sistema de microgeração de energia normal, nomeadamente painéis solares ou geradores eólicos.

Quanto aos materiais que compõem o Skinenergy, Ricardo Sousa destaca que os revestimentos poderão ter na sua estrutura uma espécie de "pele plástica", constituída por células fotovoltaicas e elementos microgeradores por movimento que geram corrente eléctrica sob pressão.

Na prática, o Skinenergy pode ser colocado tanto em estruturas novas como em estruturas que precisem de ser reabilitadas. "O revestimento também poderia ser aplicado em paragens de autocarro, linhas férreas ou em auto-estradas para alimentar energeticamente as sinalécticas e a publicidade digital”, conta Ricardo Sousa ao P3.

Toda a investigação feita para desenvolver o Skinenergy foi apoiada pela Universidade do Minho. Contudo, Ricardo Sousa salienta que a equipa precisa de um investimento de cerca de “15 mil euros” para concretizar um protótipo que permita mostrar em termos físicos todas as potencialidades do sistema.

Depois disso, o rumo a seguir é em direcção ao Japão, à Alemanha e aos Estados Unidos. Os responsáveis gostavam que Portugal fosse “a principal montra de visibilidade do Skinenergy”, mas, face ao contexto económico actual, isso não é possível, porque o mercado nacional “não tem força” para garantir a sustentabilidade deste tipo de projectos.

O Skinenergy foi desenvolvido por Ricardo Sousa, juntamente com José Sousa e João Pereira. Juntos conseguiram que o Skinenergy fosse vencedor do Prémio Cidades, da iniciativa "Uma Cidade Perfeita", de 2012, com parceria da INTELI, a SIEMENS, a revista Visão e a Sociedade Ponto Verde.


http://p3.publico.pt/cultura/arquitectura/5973/arquitectura-skinenergy-gera-energia-partir-do-sol-da-chuva-ou-do-vento



Centro Clínico Académico de Braga afirma-se como espaço de investigação "de ponta"


quinta-feira, 03-01-2013
Lusa


Braga, 03 jan (Lusa) - O Centro Clínico Académico constituído há um ano pela Universidade do Minho (UM) e pelo Hospital de Braga "ultrapassou todas as expectativas", tendo iniciado o triplo dos projetos de investigação inicialmente previstos, disse hoje o presidente.

Nuno Sousa disse à Lusa que as previsões para 2012 apontavam para o início de seis projetos de investigação, mas este número acabou por ser praticamente triplicado. O Centro Clínico Académico é um espaço vocacionado para a investigação "de ponta", prioritariamente nas áreas cirúrgicas e das neurociências."A investigação clínica tem sido a parente pobre da investigação em Portugal, o que se fica também a dever à falta de uma estrutura como esta, uma situação que estamos empenhados em inverter. A nossa aposta é numa investigação clínica competitiva em termos internacionais", referiu Nuno Sousa.

Constituído há precisamente um ano, o Centro Clínico Académico dispõe de um laboratório na UM e de um espaço próprio com 12 camas no Hospital de Braga, idêntico às restantes áreas de internamento. "É nesse espaço onde posso 'internar' os meus 'doentes', para fazer investigação clínica", explicou Nuno Sousa. Investigação, ensaios clínicos e dispositivos médicos serão as grandes apostas do Centro, que pretende transformar a região num "cluster" na área da saúde. Neste projeto, a UM está representada pela Escola de Ciências da Saúde e pelo Instituto de Investigação de Ciências da Vida e da Saúde, associado ao grupo de investigação 3 B’s (Biomateriais, Materiais Biodegradáveis e Biomiméticos) do Departamento de Engenharia de Polímeros daquela universidade.


http://umonline.uminho.pt/uploads/clipping/NOT_81521/20130104553995471250.pdf



Universidade do Minho publicou 200 livros em 2012


domingo, 06-01-2013
Jornal de Notícias


A UNIVERSIDADE do Minho publicou cerca de 200 livros ao longo de 2012. A este número acrescenta-se, ainda, uma forte atividade literária de docentes, investigadores e alunos que publicam fora do âmbito universitário. Engenharia, Educação, Direito, Ciências Sociais e Ciências Humanas são as Escolas e Institutos que mais publicaram e o Conselho Cultural, que agrega sete unidades, publicou ainda 14 títulos. Os volumes, que incluem também coedições e ebooks, incidem em estudos científicos, congressos, projetos de centros de investigação, revistas periódicas, teses de doutoramento e informação institucional, entre outros temas. Tão profícua atividade levou mesmo o Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade a marcar presença na última edição da Feira do Livro de Braga, onde expôs 60 títulos, de 30 investigadores que aprofundaram estudos sobre investigação científica, jornalismo, televisão, literacia mediática, relações públicas, publicidade, artes visuais, comunicação estratégica e linguagens.

PEDRO VILA-CHÃ

JN



Duas spin-offs da UMinho estão entre as melhores em Portugal


domingo, 06-01-2013
Diário do Minho


A Keep Solutions e a Ubisign, duas das spin-offs da Universidade do Minho (UMinho), encontram-se no top 16 das spin-offs académicas portuguesas com melhor desempenho.
Esta distinção consta do relatório de progresso 2007/2012 da UTEN – University Technology Enterprise Network, que avaliou vários índices de desempenho económico, como o volume de vendas per capita e as operações comerciais voltadas para a internacionalização. A UTEN inclui o Governo português, 14 universidades nacionais, as universidades do Texas, MIT, Carnegie Mellon e Cambridge, o Instituto Fraunhofer e diversos parques e centros de I&D.
Há cinco anos que a Keep Solutions desenvolve produtos e serviços avançados para a gestão de informação e preservação digital, nomeadamente na criação e manutenção de arquivos, museus e bibliotecas digitais. Por seu turno, a Ubisign nasceu em 2006 e cria soluções avançadas de software para suporte de redes profissionais de Digital Signage/CorporateTV. As duas spin-offs estão sediadas em Braga, têm equipas multidisciplinares altamente qualificadas e possuem carteiras de clientes de referência a nível nacional e mundial.
A UTEN Portugal foi criada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e visa reforçar competências em transferência de tecnologia, e desenvolver infraestruturas de comercialização de tecnologia globalmente competitivas e sustentáveis. O relatório está disponível em http://utenportugal.org/wp-content/uploads/uten-2012-progress-report.pdf.

Diário do Minho

brc20
January 31st, 2013, 02:07 PM
Universidade do Minho quer transformar o grafeno em objectos mais acessíveis



Publicado em 2013-01-29


Dois projectos de investigação da Universidade do Minho, financiados pela União Europeia, vão explorar as aplicações industriais do grafeno, um sub-produto da grafite.

O objectivo desta parceria, que vai envolver um investimento de 1,2 milhões de euros, é tornar os produtos tecnológicos baseados nesta matéria em objectos mais úteis e acessíveis à sociedade.

O investigador Nuno Peres, que vai trabalhar num dos dois projetos a financiar pela Comissão Europeia para desenvolvimento da ciência, explicou à Lusa que o objetivo é tornar a descoberta do grafeno em produtos para os consumidores.

O grafeno, material cuja descoberta levou à atribuição de um Prémio Nobel em 2010, "tem um conjunto de propriedades muito interessantes do ponto de vista mecânico, térmico, eletrónico e ótico, que potenciam um conjunto de aplicações", avançou à agência Lusa o físico da Universidade do Minho.

Segundo explicou, a União Europeia decidiu atribuir um financiamento superior a mil milhões de euros a dois grandes projetos científicos, sendo que um deles será a transformação do grafeno em material de consumo.

"O projeto da União Europeia é precisamente levar a investigação que está a ser feita nos laboratórios até à indústria e depois até aos produtos que possam chegar ao consumidor", referiu.

O grafeno é, descreveu Nuno Peres, um material obtido a partir da grafite.

"A grafite é um empilhado de camadas e o grafeno é apenas uma dessas camadas, portanto é um material que tem a espessura de um único átomo de carbono", disse.

A sua autonomização valeu o Nobel da Física de 2010 ao cientista russo-britânico Konstantin Novoselov e ao cientista holandês nascido na Rússia, Andre Geim.

Admitindo que, com o financiamento atribuído pela União Europeia, "é possível daqui a 10 anos [prazo total do projeto] termos um conjunto de produtos a funcionar à base de grafeno com um preço que seja competitivo", Nuno Peres descreve alguns dos usos possíveis.

"Estamos a falar de painéis táteis, do chamado papel eletrónico - que eventualmente possa ser enrolado e onde se possa ler o jornal -, estamos a falar de transístores para o funcionamento de computadores baseados em carbono, de circuitos que, em vez de transportarem sinais elétricos, transportam sinais luminosos, ou para ser mais rigoroso, ondas eletromagnéticas, e que servem para ter circuitos em que a comunicação é feita por luz, portanto de forma mais rápida", disse, acrescentando ainda a possibilidade de ter "sensores para a deteção de certos produtos químicos ou de certo material biológico".

Estas utilizações já foram, aliás, experimentadas em laboratório, mas que precisam de conseguir chegar a um custo razoável.

"Penso que [o grafeno] pode trazer novos circuitos optoeletrónicos" e constituir "um avanço significativo" nas tecnologias de informação e comunicação, as chamadas TIC", assinalou o investigador.

A Universidade do Minho é a única portuguesa que está envolvida no lançamento deste projeto, mas o financiamento - que ronda os 500 milhões de euros a 10 anos - será distribuído por 80 universidades europeias.

O projeto de desenvolvimento do grafeno foi um dos vencedores da iniciativa europeia Future and Emerging Technologies Flagship Projects (Projetos Simbólicos de Tecnologias Futuras e Emergentes) a par do 'Projeto Cérebro Humano', tendo sido escolhido depois de três anos de avaliação por um grupo de investigadores selecionados pela Comissão Europeia.

Nos próximos meses, os parceiros irão negociar os primeiros danos e meio de financiamento com a Comissão Europeia, sendo que o projeto deverá ter início ainda este ano.

"A ciência é o que tem trazido maior benefício para a humanidade", lembrou Nuno Peres, contestando eventuais críticas sobre a atribuição de um investimento de 1,2 milhões de euros a dois projetos científicos numa altura em que a UE vive graves dificuldades financeiras.

"A qualidade de vida que nós temos hoje veio muito dos avanços científicos que foram feitos no passado. Portanto, penso que o investimento em ciência traz, a prazo, garantias aos cidadãos de mais emprego, mais riqueza e melhor qualidade de vida. Acho que é precisamente nestas épocas de crise que vale a pena fazer apostas mais arrojadas e penso que a aposta na ciência é uma aposta segura", concluiu.



JN