timao2011
January 31st, 2011, 03:48 PM
Após um boom imobiliário que resultou em espigões de mais de 30 andares por toda a cidade de Santos, a prefeitura enviou à Câmara Municipal um projeto para reduzir em até 30% o tamanho dos novos empreendimentos.
Segundo o governo municipal, um dos objetivos é conter o trânsito, um problema na cidade onde a frota de veículos cresce de forma alarmante - há um carro para cada 1,6 habitante. O outro é melhorar a "ambiência", ou seja, evitar prédios muito grandes em relação ao entorno, que causem grande impacto visual e prejudiquem a iluminação.
O problema tem sido verificado em algumas vias. A Rua Clay Presgrave Amaral, por exemplo, área nobre no bairro do Gonzaga, atraiu várias torres que formam uma espécie de paredão em relação a antigas casas da via e pioraram o trânsito. No José Menino, torres de 33 andares bloqueiam a vista da praia e do jardim da orla que se tinha desde o Morro do Itararé. O maior prédio da cidade, que terá 38 andares, está em construção.
Os espigões surgiram com a revisão das regras de uso do solo feita em 1998, quando o limite de altura não passou a ser mais um parâmetro para autorizar obras. Os limites de altura de dez andares, de 1968, e de 14 andares, de 1986, deram origem à maioria dos prédios da cidade.
Agora, a prefeitura quer reduzir o aproveitamento das áreas de novos empreendimentos, diminuindo a área total construída em até 30% nas vias mais estreitas da cidade, que representam metade das ruas de Santos. Isso poderá reduzir a altura dos novos prédios, mas as construtoras também poderão reduzir o empreendimento na horizontal, erguendo prédios estreitos.
Nas ruas mais largas, a redução do aproveitamento pretendida é de até 10%.
O secretário de Planejamento de Santos, Bechara Abdalla Pestana Neves, afirma que a mudança resultaria em prédios com menos unidades e menos carros. Essa é uma alternativa viável, uma vez que a configuração urbanística já está estabelecida. A porção insular de Santos, onde vivem 99% dos habitantes, tem apenas 39 quilômetros quadrados, menos que a Subprefeitura da Lapa, em São Paulo.
Positivo. Bechara afirma que esse é um aspecto que vem sendo aperfeiçoado de um modelo que aponta como positivo. Segundo o secretário, o solo argiloso de Santos exige que prédios com mais de dez andares tenham estacas a 50, 60 metros de profundidade para evitar que entortem, como vários dos antigos.
Prédios mais estreitos reduzem o número de estacas necessárias e tornam o projeto mais viável. Segundo ele, os prédios ficam mais altos, mas a área é a mesma e não ajuda a adensar a população. "Os prédios atuais são mais distantes uns dos outros.Ha um ganho em iluminaçao,ventilaçao e segurança
noticia estadao
A medida nao vai reduzir a altura dos edificios e sim a largura de acordo com o secretario
ou seja os predios vao poder ficar ate mais altos desde que eles sejam mais estreitos o que facilita o transito,a ventilaçao e a iluminaçao
se uma construtora quiser construir um predio largo ele tera que ser baixo se ela quiser construir um predio mais alto tera que ser estreito evitando um edificio colado no outro
axei a noticia otima tomara que agora surjam edificios mais altos em santos sem prejudicar o entorno
Segundo o governo municipal, um dos objetivos é conter o trânsito, um problema na cidade onde a frota de veículos cresce de forma alarmante - há um carro para cada 1,6 habitante. O outro é melhorar a "ambiência", ou seja, evitar prédios muito grandes em relação ao entorno, que causem grande impacto visual e prejudiquem a iluminação.
O problema tem sido verificado em algumas vias. A Rua Clay Presgrave Amaral, por exemplo, área nobre no bairro do Gonzaga, atraiu várias torres que formam uma espécie de paredão em relação a antigas casas da via e pioraram o trânsito. No José Menino, torres de 33 andares bloqueiam a vista da praia e do jardim da orla que se tinha desde o Morro do Itararé. O maior prédio da cidade, que terá 38 andares, está em construção.
Os espigões surgiram com a revisão das regras de uso do solo feita em 1998, quando o limite de altura não passou a ser mais um parâmetro para autorizar obras. Os limites de altura de dez andares, de 1968, e de 14 andares, de 1986, deram origem à maioria dos prédios da cidade.
Agora, a prefeitura quer reduzir o aproveitamento das áreas de novos empreendimentos, diminuindo a área total construída em até 30% nas vias mais estreitas da cidade, que representam metade das ruas de Santos. Isso poderá reduzir a altura dos novos prédios, mas as construtoras também poderão reduzir o empreendimento na horizontal, erguendo prédios estreitos.
Nas ruas mais largas, a redução do aproveitamento pretendida é de até 10%.
O secretário de Planejamento de Santos, Bechara Abdalla Pestana Neves, afirma que a mudança resultaria em prédios com menos unidades e menos carros. Essa é uma alternativa viável, uma vez que a configuração urbanística já está estabelecida. A porção insular de Santos, onde vivem 99% dos habitantes, tem apenas 39 quilômetros quadrados, menos que a Subprefeitura da Lapa, em São Paulo.
Positivo. Bechara afirma que esse é um aspecto que vem sendo aperfeiçoado de um modelo que aponta como positivo. Segundo o secretário, o solo argiloso de Santos exige que prédios com mais de dez andares tenham estacas a 50, 60 metros de profundidade para evitar que entortem, como vários dos antigos.
Prédios mais estreitos reduzem o número de estacas necessárias e tornam o projeto mais viável. Segundo ele, os prédios ficam mais altos, mas a área é a mesma e não ajuda a adensar a população. "Os prédios atuais são mais distantes uns dos outros.Ha um ganho em iluminaçao,ventilaçao e segurança
noticia estadao
A medida nao vai reduzir a altura dos edificios e sim a largura de acordo com o secretario
ou seja os predios vao poder ficar ate mais altos desde que eles sejam mais estreitos o que facilita o transito,a ventilaçao e a iluminaçao
se uma construtora quiser construir um predio largo ele tera que ser baixo se ela quiser construir um predio mais alto tera que ser estreito evitando um edificio colado no outro
axei a noticia otima tomara que agora surjam edificios mais altos em santos sem prejudicar o entorno