Al-Madan
February 19th, 2011, 07:33 PM
Localização:
http://img836.imageshack.us/img836/5609/riofrio.jpg
Render:
http://www.dressageportugal.pt/wp-content/uploads/2011/02/rio-frio-geral.JPG
"A Sociedade Agrícola de Rio Frio deverá investir entre 20 a 30 milhões de euros até 2018 para criar naquela zona do concelho de Palmela um “projecto turístico inovador”, capaz de se destacar a nível nacional e internacional. Ramos Rocha, presidente da sociedade, explica que o objectivo principal passa por “aliar a valorização e modernização do agro-industrial”, potenciando a produção de vinho de qualidade, de carne de bovino e de cavalos puro-sangue lusitanos, “com outros projectos turísticos baseados na história e cultura do território e na recuperação do património já edificado”.
O projecto turístico, que prevê assim a recuperação de 80 mil metros quadrados de construção, prevê o nascimento na zona de um hotel de 4 estrelas, com piscina, spa, ginásio e 116 camas, que ocupará parte das antigas adegas e o edifício de descasque de arroz. “O estabelecimento hoteleiro, em articulação com outras casas de campo, com outras residências turísticas e outras casas rurais, integrará os elementos industriais de maior valor histórico”, avança o presidente da empresa promotora do investimento.
Apesar de ainda existirem projectos já candidatados ao Proder (Programa de Desenvolvimento Rural) e de outros que ainda o serão, a Sociedade Agrícola de Rio Frio está já a investir em algumas operações, nomeadamente a nível da plantação de uma nova vinha de 150 hectares e de um novo centro de vinificação. A estas empreitadas, que permitirão ao projecto desenvolver assim a sua componente mais ligada ao enoturismo, deverá juntar-se em breve a reconversão e o aumento do efectivo bovino para 1500 animais e a criação, na herdade, do Parque Rio Frio, orientado para a melhoria do montado de sobro e para a valorização da fauna e flora locais.
“Trata-se de um projecto articulado e alinhado com a ambição e estratégia de afirmação regional da Área Metropolitana de Lisboa a nível nacional e internacional”, justifica Ramos Rocha. Além do parque Rio Frio e da componente hoteleira, o projecto antecipa ainda a recuperação de parte das adegas antigas e o desenvolvimento de um verdadeiro centro hípico, que pressupõe, entre outras empreitadas, a reactivação da coudelaria Rio Frio e a recuperação do antigo picadeiro, todas elas “visando a criação de um verdadeiro pólo competitivo do cavalo que permita o desenvolvimento da fileira dos cavalos portugueses”.
O centro hípico prevê mesmo a existência de um hipódromo, com uma pista para treinos e uma outra para competições, a construção de um novo picadeiro coberto com capacidade para 524 lugares sentados, uma casa das rações, 96 novas boxes, a recuperação de outras 500 nas antigas pocilgas, uma bancada coberta, parques de estacionamento, tendas e boxes desmontáveis e, finalmente, a existência de um centro de eventos e de um museu. Para viabilizar este último é necessária uma inventariação de todo o espólio existente ligado à terra.
“A aldeia será o elemento chave e vai ser o elemento aglutinador de todo o resto”, afiança Ramos Rocha. Perante a magnitude do projecto, Ana Teresa Vicente, presidente da Câmara Municipal de Palmela, afirma que a autarquia “sempre acarinhou o projecto”, uma vez que este é “mais um exemplo do desenvolvimento que se tem procurado para o município, sempre ligado ao mundo rural”. “É a prova de que é possível investir, não descaracterizando aquilo que existe, mas sim aproveitando e reabilitando algo que já é de Rio Frio”, sustenta."
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=articlesDetailFo&rec=14014
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"A Sociedade Agrícola de Rio Frio deverá investir entre 20 a 30 milhões de euros até 2018 para criar naquela zona do concelho de Palmela um “projecto turístico inovador”, capaz de se destacar a nível nacional e internacional. Ramos Rocha, presidente da sociedade, explica que o objectivo principal passa por “aliar a valorização e modernização do agro-industrial”, potenciando a produção de vinho de qualidade, de carne de bovino e de cavalos puro-sangue lusitanos, “com outros projectos turísticos baseados na história e cultura do território e na recuperação do património já edificado”.
O projecto turístico, que prevê assim a recuperação de 80 mil metros quadrados de construção, prevê o nascimento na zona de um hotel de 4 estrelas, com piscina, spa, ginásio e 116 camas, que ocupará parte das antigas adegas e o edifício de descasque de arroz. “O estabelecimento hoteleiro, em articulação com outras casas de campo, com outras residências turísticas e outras casas rurais, integrará os elementos industriais de maior valor histórico”, avança o presidente da empresa promotora do investimento.
Apesar de ainda existirem projectos já candidatados ao Proder (Programa de Desenvolvimento Rural) e de outros que ainda o serão, a Sociedade Agrícola de Rio Frio está já a investir em algumas operações, nomeadamente a nível da plantação de uma nova vinha de 150 hectares e de um novo centro de vinificação. A estas empreitadas, que permitirão ao projecto desenvolver assim a sua componente mais ligada ao enoturismo, deverá juntar-se em breve a reconversão e o aumento do efectivo bovino para 1500 animais e a criação, na herdade, do Parque Rio Frio, orientado para a melhoria do montado de sobro e para a valorização da fauna e flora locais.
“Trata-se de um projecto articulado e alinhado com a ambição e estratégia de afirmação regional da Área Metropolitana de Lisboa a nível nacional e internacional”, justifica Ramos Rocha. Além do parque Rio Frio e da componente hoteleira, o projecto antecipa ainda a recuperação de parte das adegas antigas e o desenvolvimento de um verdadeiro centro hípico, que pressupõe, entre outras empreitadas, a reactivação da coudelaria Rio Frio e a recuperação do antigo picadeiro, todas elas “visando a criação de um verdadeiro pólo competitivo do cavalo que permita o desenvolvimento da fileira dos cavalos portugueses”.
O centro hípico prevê mesmo a existência de um hipódromo, com uma pista para treinos e uma outra para competições, a construção de um novo picadeiro coberto com capacidade para 524 lugares sentados, uma casa das rações, 96 novas boxes, a recuperação de outras 500 nas antigas pocilgas, uma bancada coberta, parques de estacionamento, tendas e boxes desmontáveis e, finalmente, a existência de um centro de eventos e de um museu. Para viabilizar este último é necessária uma inventariação de todo o espólio existente ligado à terra.
“A aldeia será o elemento chave e vai ser o elemento aglutinador de todo o resto”, afiança Ramos Rocha. Perante a magnitude do projecto, Ana Teresa Vicente, presidente da Câmara Municipal de Palmela, afirma que a autarquia “sempre acarinhou o projecto”, uma vez que este é “mais um exemplo do desenvolvimento que se tem procurado para o município, sempre ligado ao mundo rural”. “É a prova de que é possível investir, não descaracterizando aquilo que existe, mas sim aproveitando e reabilitando algo que já é de Rio Frio”, sustenta."
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