View Full Version : Complexo Portuário do Itaqui - MA
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Futuras ampliações
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motense February 27th, 2011, 12:26 AM Usina Termelétrica MPX Itaqui
A MPX Itaqui possui capacidade de geração de 360MW médios, o suficiente para abastecer, em média, 65% do Estado do Maranhão. Foram comercializados 315 MW médios no leilão A-5 ocorrido em Outubro de 2007, garantindo uma receita fixa durante 15 anos, a partir de janeiro de 2012, de cerca de R$ 252 milhões (base: março 2009), indexada ao índice de inflação IPCA. O PPA prevê repasse integral dos custos de combustível, incluindo o impacto da variação cambial, para o preço da energia.
Em março de 2009, o IBAMA emitiu Licença de Instalação para a MPX Itaqui, assegurando a continuidade das obras do empreendimento, iniciadas em fevereiro de 2009 com uma Licença de Instalação específica para o canteiro de obras e terraplenagem, e o cronograma segue conforme planejado. A planta está prevista para entrar em operação em setembro de 2011 e utilizará o Porto de Itaqui, já em operação, para recebimento do carvão necessário para operá-la.
O empreendimento tem contrato EPC assinado com a Mabe Construção e Administração de Projetos Ltda., uma sociedade entre as empresas Tecnimont e EFACEC. As turbinas serão supridas pela Siemens e as caldeiras pela Doosan Babcock.
Em Dezembro de 2009 foi aprovado o pacote de financiamento com os Bancos BNDES, Bradesco, Votorantim e BNB para a MPX Itaqui, um total de R$ 1,241 bilhões. O contrato de financiamento com o BNDES Direto prevê um empréstimo no valor total de R$ 797 milhões e do Bradesco e Votorantim no valor total de R$ 241 milhões, ambos com prazo total de 17 anos.Em complementação ao financiamento do BNDES e Bancos Repassadores, o empreendimento conta com um empréstimo do BNB-FNE, no montante total de R$ 203 milhões (em R$ nominais),também com prazo total de 17 anos.
•Total do investimento: R$ 1,6 bilhão
•Investimento total até 2009: R$ 630 milhões
•Investimento em 2010 e 2011: 1,07 bilhão
•Início da Operação: Segundo semestre de 2011
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http://www.mpxitaqui.com.br/
motense February 27th, 2011, 12:28 AM Alumar - Consórcio de Alumínio do Maranhão
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O Consórcio de Alumínio do Maranhão - ALUMAR é um dos maiores complexos de produção de alumina e alumínio primário do mundo. Inaugurado em Julho de 1984, é formado pelas empresas Alcoa, RioTintoAlcan e BHP Billiton, e desempenha um importante papel para a economia do Maranhão.
A Alumar estrutura o seu modelo de negócios apoiada no conceito de sustentabilidade, incorporando ao seu dia-a-dia, critérios que asseguram o sucesso econômico, a excelência ambiental e a responsabilidade social. Um dos pilares desse modelo é o Sistema de Gestão da Alcoa (ABS), que busca a melhoria contínua na qualidade do sistema produtivo: diminuir custos, reduzir o tempo de produção e melhorar as condições de saúde, segurança e meio ambiente no local de trabalho. Para o ABS, as pessoas estão sempre em primeiro lugar.
O Consórcio conta hoje com 90% de funcionários maranhenses e centenas de fornecedores locais, com uma produção que bate recordes a cada ano. Em 2007 a área da Redução alcançou a marca das 450.000 toneladas de alumínio produzidas e a Refinaria da fábrica produz aproximadamente 1.657.000 toneladas de alumina.
O sistema de gerenciamento de meio ambiente da Alumar é certificado pelas Normas ISO14001, há dez anos. Totalmente alinhadas com o mercado global, as práticas de gestão ambiental da Alumar estão integradas às práticas operacionais. E é por esse excelente desempenho na área ambiental que a Alumar vem recebendo reconhecimentos nacionais e internacionais. Em 2007, pelo quarto ano consecutivo, o Consórcio recebeu o prêmio “Benchmarking Ambiental Brasileiro”, referente a atitude responsável e competitiva da empresa.
A Alumar faz da segurança e do cuidado com a saúde prioridades no dia-a-dia dos funcionários. Seu sistema de gerenciamento é baseado em rigorosos padrões de controle de riscos e programas de prevenção, tendo como foco a conscientização e a participação dos funcionários. A Alumar é certificada pela OHSAS 18001, grupo de normas internacionais que estabelece um padrão mundial para o sistema de gerenciamento de segurança do trabalho e saúde ocupacional. O resultado desse empenho é a satisfação e o bem-estar em um ambiente de trabalho livre de incidentes.
Redução
A Redução é a parte final da cadeia produtiva da Alumar. Ela é composta pelas áreas de Eletrodos, Salas de Cubas, Sistema de Transporte de Alumina e Banho, Sistema de Tratamento de Gases e Lingotamento.
A Alumina produzida na Refinaria é dissolvida num banho eletrolítico fundido a 950 ºC dentro das cubas eletrolíticas, sendo reduzida (daí o nome de Redução) para Alumínio. O metal retirado das cubas é transportado para ser resfriado em moldes e refrigerados a água no lingotamento.
A área da Redução produz anualmente cerca de 440 mil toneladas de Alumínio, que são comercializadas em todo o mundo.
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Refinaria
Na Refinaria, a bauxita recebida no Porto da Alumar, é refinada e transformada em alumina, matéria-prima do alumínio. Durante o ano, são produzidas 1,5 milhões de toneladas, com a Expansão da Refinaria, esse número subirá para 3,5 milhões.
A Refinaria é composta pelas áreas: Digestão, Clarificação, Precipitação e Calcinação. O minério é refinado através de um processo conhecido como o Processo Bayer, no qual a bauxita é misturada a uma solução de soda cáustica e enviada à digestão, onde é aquecida sob pressão, ocorrendo a dissolução da alumina.
A Fábrica da Redução consome em torno de 60% da alumina produzida na Refinaria e o excedente é comercializado através do Porto da Alumar. A Alumina constitui uma importante matéria prima para as indústrias de cerâmicas, vidros, medicamentos e cosméticos.
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Porto
(faz parte do complexo portuário do itaqui, embora um pouco mais afastado dos demais atracadouros)
Construído na confluência do Estreito dos Coqueiros com o Rio dos Cachorros, na baía de São Marcos, o Porto da Alumar recebe aproximadamente 150 navios cargueiros por ano, com capacidade de até 50 mil toneladas. Após a expansão, o complexo portuário da Alumar receberá anualmente mais de 300 návios cargueiros, com capacidade de 75 mil toneladas.
No Porto acontece o desembarque das matérias-primas e dos insumos usados na produção do Alumínio (bauxita, coque, piche, carvão e soda cáustica). A operação de embarque do excedente de produção da alumina, também é realizada pelo Porto.
Este complexo portuário é composto por um cais de 260 metros de comprimento, defensa de atracação, dolfin Duque D´Alba (protetor de pilares), bóia de amarração e equipamentos de carga e descarga. A estrutura feita para armazenagem de materiais, possui pátios descobertos com capacidade para 250.000 toneladas de bauxita e 75.000 toneladas de carvão, além de um tanque para estocagem de soda cáustica de 18.000m3, silos e galpões para 34.000 toneladas de coque calcinado, 8.000 toneladas de piche e 100.000 toneladas de alumina.
O sistema de controle de acesso a área restrita e circuito de monitoramento (CFTV) do porto da Alumar recebeu a certificação ISPS CODE (Código Internacional de Proteção de Embarcações e Instalações Portuárias), diretriz para a elaboração dos planos de segurança portuária de cada porto e terminal do país, público e privado, que opere no comércio internacional.
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Como se deu a expansão
Em 10 de Dezembro de 2009 foi inaugurada a Expansão da Refinaria de Alumina da Alumar. Iniciado em Janeiro de 2007, o projeto de expansão demandou investimentos de R$ 5,2 bilhões e elevará de 1,5 para 3,5 milhões de toneladas a produção anual de alumina (a substância extraída da bauxita que constitui a principal matéria prima para a produção de alumínio). A refinaria do Consórcio Alumar, gerida pela Alcoa, é de propriedade da Alcoa (54%), BHP Billiton (36%) e Rio Tinto Alcan (10%).
No pico da obra de expansão da refinaria, o Consórcio empregou cerca de 13 mil funcionários, com aproximadamente 70% de maranhenses, sendo 30% do próprio município de São Luís. Além disso o projeto se tornou benchmark em segurança no trabalho quando alcançou a marca de 20 milhões de homens-horas trabalhadas sem incidentes com afastamento.
Mais de 350 empresas do Estado foram contratadas ao longo do projeto, resultando em R$ 2,3 bilhões destinados à economia maranhense. Além disso, graças à expansão da refinaria, foram criados consórcios de empresas maranhenses, gerando uma grande cadeia de desenvolvimento local.
Os procedimentos na área de saúde e segurança do trabalho, na ampliação da Refinaria, foram reconhecidos com o prêmio Proteção Brasil 2009, da revista Proteção, especializada em segurança industrial. A Alumar venceu nas seguintes categorias: Ações corretivas em Saúde e Segurança do Trabalho-SST, Comunicação em SST, Higiene Ocupacional, Política de SST para Terceirizados e Trabalho em Altura.
Expansão da Alumar em números
Valor total do investimento: R$ 5,2 bilhões
Funcionários na obra (pico): 13 mil
Produção: 3,5 milhões de toneladas anuais
Concreto: 71 mil metros cúbicos
Estrutura metálica: 25 mil toneladas
Tubulação: 210 mil metros
Cabos: 2,4 milhões de metros
Equipamentos elétricos: 2550
Equipamentos mecânicos: 3.300
Instrumentos: 4.650
Parque Ambiental
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www.alumar.com.br (http://www.alumar.com.br/default.aspx)
motense February 27th, 2011, 12:29 AM reservado
motense February 27th, 2011, 12:38 AM reservado
hugoslz February 28th, 2011, 04:12 PM Legal! Bota umas fotos da Aluma, da Pelotização e da Vale!
Santista10 February 28th, 2011, 07:34 PM A termoelétrica é gigante. :cheers:
motense March 2nd, 2011, 03:42 AM Legal! Bota umas fotos da Aluma, da Pelotização e da Vale!
Tô fazendo isso, é que dá trabalho! :lol:
Reservei espaços lá em cima pra isso, vou colocar o TEGRAN tb e quem sabe fazer um thread do distrito industrial pra juntar aqui.
motense March 4th, 2011, 07:38 PM Ponte de acesso do Píer IV da Vale está 55% concluída
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Ponte de acesso do Píer IV da Vale está 55% concluída
A Vale divulgou já ter construído 900 metros da ponte de acesso do Píer IV, em fase de implantação no Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM), em São Luís. Quando concluída, a ponte terá 1.620 metros de comprimento. Segundo a empresa, o atracadouro é a sua maior obra de infra-estrutura portuária da America Latina, capaz de movimentar até 100 milhões de toneladas de minério por ano.
A sustentação da ponte de acesso se dá por meio de estacas que estão sendo implantadas na fase atual da obra. As estacas são feitas de concreto armado moldadas no local e revestidas de chapas de aço.
O Píer IV faz parte de um conjunto de obras iniciadas em 2010 com o objetivo de aumentar a capacidade logística do Sistema Norte da empresa, composto pela Estrada de Ferro Carajás (EFC) e o TPPM.
Com profundidade mínima de 25 metros, o Píer IV terá dois berços de atracação, além de capacidade para receber até 53 navios por mês. Com a obra, o TPPM terá a maior capacidade de embarque de carga do Brasil, em toneladas. Em 2009, a Vale embarcou 86,8 milhões de toneladas de minério de ferro no TPPM. De janeiro a novembro do ano passado, as remessas chegaram a 81 milhões de toneladas.
Segundo informes da Vale, com o Píer IV, o TPPM será o único porto do Brasil capaz de carregar completamente os maiores graneleiros do mundo como o Berge Stahl (com 355 mil toneladas de capacidade de carga) e os futuros Valemax, também chamados de Chinamax, com até 400 mil toneladas de porte bruto (TPB). Entretanto, desde o ano passado, circulam notícias sobre um processo de dragagem em trâmite no Complexo de Tubarão (ES), também operado pela mineradora, o que habilitará o porto a receber tais embarcações.
Cronologia - A obra do Píer IV teve início no segundo semestre do ano passado. A estimativa de término das obras é em 2014. No entanto, já no segundo semestre de 2012 um berço do Píer IV deve entrar parcialmente em operação. O custo estimado da obra é de R$ 400 milhões.
Em maio de 2009, a mineradora obteve a Licença Prévia (LP) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) para a construção do Píer IV. A Licença de Instalação (LI) foi expedida pelo órgão ambiental no segundo semestre daquele ano. Uma outra etapa da obra foi cumprida em março do ano passado, com a autorização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) para o empreendimento.
Em outubro de 2010, foi concluída a montagem de um dos principais equipamentos utilizados na construção do Píer IV, uma estrutura de 110 toneladas chamada de "jaqueta", termo técnico usado para designar a plataforma de trabalho para cravação de estacas. O equipamento foi armado no cais sul do Porto do Itaqui, mais precisamente no Berço 102, e depois transportado para o canteiro da obra.
Píer IV
- Profundidade mínima: 25 m;
- Ponte de acesso: 1.620 m;
- Capacidade para carregar dois navios simultaneamente;
- Dois conjuntos de carregadores de navios: com capacidade para 16 mil ton/hora, cada;
- Capacidade para receber navios de 150 mil até a 400 mil toneladas;
- 2,6 mil trabalhadores no pico das obras
http://imirante.globo.com/oestadoma/...gina189289.asp
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motense March 18th, 2011, 03:42 AM Operação inaugura linha regular de contêineres no Porto do Itaqui
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Um guindaste de terra e um de bordo retiraram do navio de bandeira do Reino Unido, CMA CGM Platon, 150 contêineres, nesta quinta-feira (17), no berço 102 do Porto do Itaqui. A operação inaugura uma linha regular de contêineres para São Luís, ampliando a vocação do porto maranhense, que sempre foi de movimentação de granéis.
Os contêineres foram trazidos pela armadora CMA CGM, que atua em mais de 450 portos no mundo e cobre a maior parte dos portos na costa brasileira. A operação conteinerizada tem custos reduzidos em relação as movimentações graneleiras, abrindo um novo mercado para importação e exportação de cargas.
A operação, iniciada à meia noite da quinta-feira (17), foi feita com os trabalhadores portuários avulsos, os chamados TPAs, escalados pelo Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo) do Itaqui. Teve como operadora portuária a empresa Brazil Marítima.
O descarregamento contou com a presença de empresários da comunidade portuária, além de técnicos da Emap. O navio desatracou na maré das 11h30 da manhã desta quinta-feira, completando 12 horas de estadia no Porto do Itaqui.
"Em potencial, serão beneficiadas as empresas maranhenses de pequeno e médio porte, que poderão utilizar o porto para exportar pequenas cargas para diversos locais do mundo via contêiner", afirmou o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Luiz Carlos Fossati.
Com a conclusão da ferrovia Norte-Sul - que será interligada ao Porto do Itaqui através da Estrada de Ferro Carajás -, o leque de oportunidades de negócios se amplia para movimentação de cargas também dos estados do Piauí, Pará e Tocantins. "Vimos, juntamente com a Emap, a demanda do Maranhão para operações com contêiner e acreditamos no potencial do Porto do Itaqui para operações desse tipo", afirma Alessandro Fernandes, gerente Regional Norte da CMA CGA.
Segundo o responsável pela área de operações da Emap, Gustavo Lago, cargas frigoríficas, alumínio e equipamentos são alguns dos produtos que podem ser transportados via contêiner, atendendo, inclusive, a demanda das grandes indústrias atualmente em instalação no Maranhão e das que venham a se instalar.
A linha regular para o Maranhão terá periodicidade quinzenal. Até o final do ano pode tornar-se semanal, o que garante movimentação de mais cargas em menor tempo dentro do Porto do Itaqui (just in time). "A próxima operação está programada para o mês de abril", afirmou Gustavo Lago.
http://www.oimparcialonline.com.br/noticias.php?id=75335
motense April 29th, 2011, 01:51 PM São Luís terá o segundo maior porto do mundo em 2014
O diretor geral da Antaq, Fernando Fialho disse que o Complexo Portuário de São Luís será o segundo maior do mundo em 2014. Segundo ele, com os investimentos públicos e privados nos três portos locais – Itaqui, Ponta da Madeira e Alumar – será possível movimentar cerca de 350 milhões de toneladas em cargas, cerca de 200 milhões mais do que hoje e cerca de um quinto das cargas portuárias que o país movimentará na época.
“O Complexo Portuário de São Luís, formado pelos Portos do Itaqui, da Vale e da Alumar, deverá se tornar nos próximos anos o segundo maior complexo do mundo, só perdendo para Roterdã, na Holanda, com previsão de movimentação de até 350 milhões de toneladas por ano”, ressaltou.
Somente a Vale deverá movimentar 250 milhões de toneladas entre minério de ferro, cobre,m níquel, soja, fertilizantes e carvão nos próximos quatro anos, quando o píer IV estiver funcionando.“Levamos 25 anos para atingir a marca das 100 milhões de toneladas. Agora chegaremos ás 250 milhões em apenas quatro anos. È um feito extraordinário”, disse Spinelli.
Para fazer tudo isso, estão sendo investidos cerca de US$ 3 bilhões na ampliação dos três portos de São Luís e mais US$ 4,5 bilhões na construção de mais um porto na baía de São Marcos: o terminal portuária do Mearim, que está sendo planejado em conjunto pela Aurizônia - que desenvolve o projeto da Companhia Siderúrgica do Mearim, em Bacabeiras - e pela Petrobrás para apoiar a construção da refinaria premium.
Movimentação
No ano passado, o Complexo Portuário de São Luís movimentou mais de 117 milhões de toneladas, sendo 12,6 milhões no porto público do Itaqui. A expectativa é que com o Tegram em pleno funcionamento e a construção de um novo berço, de número 108, em 10 anos esse número atinja a cifra de 30 milhões de toneladas.
“A construção do berço 108, que irá ampliar ainda mais a movimentação de granéis líquidos no Porto do Itaqui, acaba de ser confirmada pelo Governo Federal como uma das prioridades de investimento”, anunciou Fossati.
http://www.oimparcialonline.com.br/noticias.php?id=79158
Thuin April 30th, 2011, 10:24 PM Com 350Mt, um porto ficaria atrás do que movimentam hoje, pela ordem
Xangai
Cingapura
Roterdã
Tianjin
Ningbo
e
Cantão
Isso de portos individuais, administrativamente circunscritos. A baía de São Marcos, como um todo, é que deverá movimentar 350Mt, entretanto, ou seja você tem que comparar é com esta lista aqui:
http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_world%27s_busiest_port_regions
motense May 1st, 2011, 03:59 AM ^^
Não só desses Thuin,
veja: http://aapa.files.cms-plus.com/PDFs/WORLD%20PORT%20RANKINGS%202009.pdf
eduardo76 May 1st, 2011, 04:53 AM Execelente thread, parabéns pela iniciativa!
Alcântarense May 1st, 2011, 11:34 AM já tá entre os meus favoritos! :)
diogosantos May 1st, 2011, 07:00 PM São Luís terá o segundo maior porto do mundo em 2014
“O Complexo Portuário de São Luís, formado pelos Portos do Itaqui, da Vale e da Alumar, deverá se tornar nos próximos anos o segundo maior complexo do mundo, só perdendo para Roterdã, na Holanda, com previsão de movimentação de até 350 milhões de toneladas por ano”, ressaltou.
http://www.oimparcialonline.com.br/noticias.php?id=79158
Já está observado por alguns forisitas acima, mas gostaria de reforçar o quão fantasiosa é esta notícia, pois os dados do ranking de portos de 2009 mostram que uma capacidade de 350 mil toneladas deixaria os portos de São Luís, todos juntos, no sétimo lugar em 2009. EM 2009! Sétimo lugar! Não é segundo lugar, e não é em 2014. Como a China sim cresce e amplia sua infrestrutura, um porto de 350 mil toneladas em 2014 não ocupará nem mesmo o décimo lugar, deixando os portos de São Luís mais ou menos na mesma posição.
http://aapa.files.cms-plus.com/PDFs/WORLD%20PORT%20RANKINGS%202009.pdf
Imagine... segundo lugar em 2014... Recomendo que o Hugo promova uns pacotes turísticos para Singapura, pra maranhense ir conhecer o VERDADEIRO segundo maior porto do mundo e, sentar e chorar... (472 mil toneladas em 2009...)
Fotos do porto de Singapura(este sim o segundo maior do mundo, que Itaqui teria que superar para tomar sua posição):
http://www.blogmercante.com/wp-uploads/2010/07/singapore.jpg
http://www.portstrategy.com/__data/assets/image/0020/236243/Pasir_Panjang_terminal,_Singapore_PSA.jpg
http://www.rfapac.com/images/singapore_port_panorama.jpg
http://i.images.cdn.fotopedia.com/flickr-2740105178-image/Countries_of_the_World/Asia/Singapore/Singapore-Port_of_Singapore-image.jpg
http://www.evolution-revolution.org/wp-content/uploads/2010/05/singapore-port1.jpg
http://www.newgeography.com/files/imagecache/Chart_Story_Inset/port-singapore.jpg
Kaique May 2nd, 2011, 04:25 AM E tem mais, Singapura, Roterdã e Xangai são exportadores de industricalizados e importadores de matérias primas. O que quer dizer que suas cargas possuem valor agregado muito maior.
O porto de São Luís é essencialmente de matérias primas, a maior parte do volume é de minério de ferro, bauxita, alumínio, grãos e combustíveis, nada que vá gerar muita renda para a cidade ou o estado, enquanto for exportado inatura.
Thuin May 2nd, 2011, 04:43 PM Agora que foi situado o porto no mundo, situando no Brasil:
As maiores regiões portuárias hoje são Vitória (~135Mt, ferro), Sepetiba-Ilha Grande (~130Mt, ferro e petróleo), São Luís (~118Mt, ferro), Santos (~93Mt, variada), e São Sebastião (~47Mt, petróleo).
Com as expansões já em curso ou confirmadas, elas ficariam em
São Luís: 300Mt
Sepetiba-Ilha Grande: 240Mt
Vitória: 160Mt
Santos: 140Mt
Açu: 110Mt
São Sebastião: 70Mt
lusorod May 2nd, 2011, 08:40 PM Muito legais essas fotos do porto, mas esperava ver um oceano de conteineres....o porto nao parece ser muito movimentado nessas fotos que vcs mostraram.
motense May 17th, 2011, 01:48 PM Usina viabilizará contêiners no Porto do Itaqui
Marcela Mendes
Publicação: 17/05/2011 08:06
Ourilândia, PA - Já operando acima da capacidade, o Porto do Itaqui começará a atender mais uma demanda de carga regular: 10 mil conteineres de níquel por ano. A Vale inaugurou oficialmente na tarde de ontem a primeira usina de beneficiamento de níquel da mineradora, a Usina Onça Puma localizada no Pará, que terá capacidade anual de produzir 53 mil toneladas do minério. Desse total, 95% serão exportados pelo Porto do Itaqui, com destinos principalmente para a Europa e a Ásia.
O Diretor-Presidente da Vale – até esta sexta-feira, 20 –, Roger Agnelli, esteve em São Luís para uma reunião com a Governadora do Maranhão Roseana Sarney (PMDB) antes de seguir para o município de Ourilândia do Norte, no Pará, e inaugurar a usina. Ele comentou que na oportunidade conversou com a autoridade sobre a situação do Porto e a alertou sobre a necessidade de ampliação.
Na visão dele, a urgência é para a construção do Terminal de Grãos do Maranhão, o Tegram, que desafogaria o trânsito das outras cargas e acabaria com as filas para carregamento e descarregamento de navios. “Estive com a governadora e falei com ela sobre essa situação. O estado do porto é crítico.As filas são grandes e constantes. Ele tem que ser ampliado”, destacou o Diretor-Presidente da Vale.
Agnelli também comentou que a mineradora já vem investino e vai continuar atuando para duplicar a Estrada de Ferro Carajás e na construção de mais um pier da Vale no Porto do Itaqui.
“Pelos nossos projetos , em dois anos devemos começar a exportar 160 milhões de toneladas de minério de ferro por ano pelo Porto do Itaqui, isso representa um volume 60% maior do que o que praticamos hoje. O porto tem que estar preparado”, analisou ele.
Níquel
Com a produção de níquel no interior do Pará, o porto também será a porta de escoamento deste mineral, com uma demanda de cerca de 10 mil conteineres por ano, em decorrência de um contrato firmado entre a Vale e a CMA CGM, terceiro maior armador do mundo. Para atender a demanda, cerca de 50 vagões da EFC foram adaptados para carregar até três contêineres cada um.
A Vale iniciou neste mês sua primeira operação de níquel no Brasil. Onça Puma, em Ourilândia do Norte, no Sudeste do Pará, é uma das maiores plantas de produção de ferro-níquel do mundo. O empreendimento, que abrange as cidades de Ourilândia do Norte, Tucumã e Parauapebas, tem capacidade de produção anual de 220 mil toneladas de ferro- níquel, que contém 53 mil toneladas de níquel, produto extremamente valorizado na indústria siderúrgica.
Apesar de ter sido inaugurada oficialmente ontem, a Usina Onça Puma já estava em operação. O primeiro embarque de 1.078 toneladas de ferro-níquel ocorreu na quinta-feira (11) de maio pelo Porto do Itaqui. O produto foi transportado em 52 contêineres pela EFC. O destino final serão Ásia e Europa.
Investimentos
A Vale é a segunda maior produtora mundial de níquel, com operações em Canadá, Indonésia e Nova Caledônia, e tem refinarias de níquel no Reino Unido, Japão, Taiwan e China, mas ainda não tinha iniciado as atividades nesse ramo no Brasil. “O mercado de aço inox (principal produto do níquel) é pequeno no Brasil, por isso vamos mandar para o exterior grande a maior parte da produção”, continuou Agnelli.
O Projeto Onça Puma foi adquirido pela Vale em novembro de 2005, visando aproveitar depósitos de níquel laterítico, um tipo de minério encontrado mais próximo à superfície em regiões quentes e úmidas. A planta de produção de níquel vai utilizar o minério oriundo de duas áreas nas Serras do Onça, que fica perto da planta industrial, e do Puma, a cerca de 16 quilômetros.
O empreendimento inclui uma subestação de energia para atender à unidade operacional. O excedente de produção de energia será cedido à concessionária de energia do Estado do Pará para melhorar e ampliar a oferta em Ourilândia do Norte, Tucumã, Xinguara e São Félix do Xingu, municípios vizinhos ao projeto.
Caminho do Níquel
O níquel é extraído na Usina Onça Puma, no Município de Ourilândia do Norte, percorre 360 quilômetros dentro dos conteineres (sobre caminhões prancha) até Parauapebas, onde é tranferido para os vagões e percorre mais 892 quilômetros da Estrada de Ferro Carajás até chegar ao Porto do Itaqui.
http://www.oimparcial.com.br/app/noticia/negocios/2011/05/17/interna_negocios,80913/usina-viabilizara-conteiners-no-porto-do-itaqui.shtml
motense May 17th, 2011, 01:52 PM Antaq aprova projeto do Terminal de Grãos do Maranhão
O projeto segue para apreciação do TCU e a expectativa da EMAP é que o TEGRAM comece a mudar a logística de escoamento da produção de grãos no país a partir da safra de 2013.
O Maranhão acaba de dar mais um passo importante na concretização do Projeto do Terminal de Grãos (TEGRAM), que teve hoje (28/04) a aprovação da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) publicada no Diário Oficial da União. O projeto segue para apreciação do Tribunal de Contas da União (TCU) e a expectativa da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), que gerencia o Porto do Itaqui, é que o TEGRAM comece a mudar a logística de escoamento da produção de grãos no país a partir da safra de 2013.
O anúncio foi feito pelo diretor da Antaq, Fernando Fialho, durante o I Seminário Portos do Brasil e do Maranhão, realizado pela Assembléia Legislativa do Maranhão. Fialho lembrou à platéia de mais de 300 pessoas que os projetos de infraestrutura são demorados e que por isso mesmo é preciso planejar as ações com antecedência para que não haja empecilhos ao crescimento da economia.
“O Complexo Portuário de São Luís, formado pelos Portos do Itaqui, da Vale e da Alumar, deverá se tornar nos próximos anos o segundo maior complexo do mundo, só perdendo para Roterdã, na Holanda, com previsão de movimentação de até 300 milhões de toneladas por ano”, ressaltou.
Novas demandas na área portuária, como a construção de mais de 350 embarcações para a Petrobras nos próximos 10 anos visando à exploração do pré-sal, o potencial do estado para o turismo náutico, a navegação hidroviária interligando as cidades do interior ao Itaqui e ao mercado mundial e, também, a formação de oficiais da Marinha Mercante foram algumas das possibilidades de empreendimentos listadas pela ANTAQ.
No início do segundo semestre, informou o presidente da EMAP, Luiz Carlos Fossati, deve ser realizado o processo licitatório para a construção do Terminal de Grãos do Maranhão. “O TEGRAM vai mudar completamente o escoamento de grãos produzidos no Sul do estado e no Centro-Oeste do país.
No ano passado, o Complexo Portuário de São Luís movimentou mais de 117 milhões de toneladas, sendo 12,6 no porto público do Itaqui. A expectativa é que com o TEGRAM em pleno funcionamento e a construção de um novo berço, de número 108, em 10 anos esse número atinja a cifra de 30 milhões de toneladas. “A construção do berço 108, que irá ampliar ainda mais a movimentação de granéis líquidos no Porto do Itaqui, acaba de ser confirmado pelo Governo Federal como uma das prioridades de investimento”, anunciou Fossati.
A informação foi confirmada pessoalmente pelo Ministro dos Portos, Leônidas Cristino, durante o evento. De R$ 1,9 bilhão destinado para o Nordeste, R$ 279,4 milhões terão como destino o Porto do Itaqui para construção e recuperação de berços e dragagem. “O governo federal tem que estar mais próximo dos portos. Estamos preparando planos consistentes para melhorar e modernizar os portos brasileiros. O Itaqui é importantíssimo para o país e por isso devemos trabalhar em conjunto para fazer novos investimentos”, destacou o ministro.
Fonte: Coordenadoria de Comunicacão EMAP
Texto: Cíntia Machado
(98) 3216-6050/ 3216-6020
http://www.emap.ma.gov.br/frmNoticiaDetalhe.aspx?id_noticia=4483
motense May 17th, 2011, 01:58 PM Empresas têm interesse no Tegram, contêineres e granel líquido no Itaqui
Os empresários tiveram reuniões com o presidente da EMAP, Luiz Carlos Fossati; o diretor de Planejamento e Desenvolvimento, Daniel Vinent, e a gerente de Arrendamentos, Ellen Brissac, durante a 17ª edição da Intermodal South America.
A direção da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) teve uma série de reuniões em São Paulo, na semana passada, com os principais players ligados ao agronegócio nacional e internacional, como traders e prestadores de serviços logísticos e de armazenagem. O maior interesse das empresas é saber o status do projeto do Terminal de Grãos do Maranhão (TEGRAM), que em plena atividade mudará o eixo das exportações do país pelo Porto do Itaqui.
Os empresários tiveram reuniões com o presidente da EMAP, Luiz Carlos Fossati; o diretor de Planejamento e Desenvolvimento, Daniel Vinent, e a gerente de Arrendamentos, Ellen Brissac, durante a 17ª edição da Intermodal South America, que reuniu mais de 45 mil pessoas durante três dias em São Paulo.
“Obtivemos muitas informações também com fabricantes de equipamentos. Esses dados serão bastante úteis na formulação do orçamento da estrutura do TEGRAM”, explicou Ellen Brissac, acrescentando que o empresariado demonstrou muita expectativa em relação ao projeto TEGRAM. Com previsão para entrar em funcionamento em 2013, o Terminal de Grãos terá capacidade estática de armazenamento de 500 mil toneladas (base soja) e movimentação final de 10 milhões de toneladas/ano.
As empresas expositoras e visitantes também demonstraram interesse em implantar novos negócios utilizando a infraestrutura do Itaqui, como operações com granéis líquidos e cargas em contêineres. “A procura por operadores portuários do Itaqui também foi bastante grande”, frisou Ellen.
Este ano, seis empresas que operam no Itaqui participaram da maior feira de transporte e logística das Américas juntamente com a EMAP: Juliana Transportes, NSSX, COPI, Brazil Marítima, Pedreiras Transportes e Granel Química.
“Viemos à feira em busca de novos negócios e esse objetivo foi alcançado”, explicou o gerente da NSSX, Alfredo Souza. “A nossa expectativa inicial era ter contato com várias empresas do setor logístico, conhecer novas tendências em todos os modais e prospectar novos clientes”, resumiu Claudemir Garcia, coordenador comercial da Companhia Operadora Portuária do Itaqui (COPI).
Fonte: Coordenadoria de Comunicacão EMAP
Texto: Cíntia Machado
(98) 3216-6050/ 3216-6020
http://www.emap.ma.gov.br/frmNoticiaDetalhe.aspx?id_noticia=4383
Alcântarense June 11th, 2011, 08:28 PM Porto do Itaqui alia desenvolvimento e sustentabilidade
"O Porto do Itaqui é referência na área ambiental". Foi o que enfatizou o gerente de Meio Ambiente da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Marcos Maia, durante encerramento da Semana de Meio Ambiente promovida pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). A empresa acaba de selar uma parceria com a Universidade Federal do Maranhão (Ufma) que qualifica, ainda, mais o porto maranhense entre aqueles que mais valorizam as práticas ambientalmente corretas.
Maia fez um paralelo da situação dos portos nacionais desde 1998 - quando não havia nenhum tipo de visão sustentável no setor portuário - até os dias de hoje, quando esta visão se ancora em estratégias de atuação das empresas. Ele apresentou a todos os presentes um esboço do que pode ser feito, em níveis organizacionais, para aliar sustentabilidade e desenvolvimento nos portos do país.
"Fazer as coisas de maneira correta custa bem menos à sociedade. É preciso ter em mente que sustentabilidade é andar para frente, é ter desenvolvimento com qualidade para o planeta", frisou o representante da Antaq. Maia também explicou que todo tipo de projeto estrutural, como os de engenharia, devem, obrigatoriamente, passar pelo crivo de um órgão de gestão ambiental.
Na ocasião, a Emap lançou a campanha "Eu pratico consumo consciente". "Os valores de sustentabilidade levam à responsabilidade social, saúde e segurança no local de trabalho e geração de sucesso econômico", disse o gerente de Saúde, Segurança no Trabalho e Meio Ambiente da Emap, Emanoel Varão. A meta é a reciclagem de 70% de todos os resíduos gerados na empresa gestora do Porto do Itaqui. O foco é o combate ao desperdício. "Temos que trabalhar agora para que no futuro nossos filhos e netos tenham recursos naturais para viver na Terra", frisou. Algumas das ações adotadas são a distribuição de canecas retornáveis e sacolas ecológicas para os empregados.
Mais ação
O último dia da Semana do Meio Ambiente na Emap começou com o plantio de mudas na área verde do prédio do Centro de Negócios do Porto do Itaqui.
Empregados voluntários e diretores, incluindo o presidente da empresa, Luiz Carlos Fossati, participaram da ação de incentivo à preservação do meio ambiente. Além desse plantio na Emap, 200 mudas foram plantadas no primeiro dia do evento na Unidade Integrada Jupiaçu, localizada no Anjo da Guarda, com a participação dos alunos de 8 a 12 anos, das 3ª e 4ª séries.
http://www.oimparcial.com.br/app/noticia/urbano/2011/06/08/interna_urbano,83115/porto-do-itaqui-alia-desenvolvimento-e-sustentabilidade.shtml
Alcântarense June 11th, 2011, 08:49 PM Soja produzida na região de Pedro Afonso (TO) começa a ser exportada
A saída dos grãos começou no início da segunda quinzena
de maio e o pico se dá até o final do próximo mês de julho
É intenso o movimento de caminhões no pátio da Unidade de Grãos da Coapa. O motivo é que está acontecendo o escoamento dos grãos comercializados antecipadamente pelos produtores através de contratos com as tradings responsáveis pela exportação do produto.
De Pedro Afonso os grãos seguem para os terminais da Valec em Colinas do Tocantins e Porto Franco (MA), de onde são transportados de trem para o Porto de Itaqui (MA). Depois a produção é enviada de navio para outros países, principalmente para a China grande consumidora da oleaginosa.
Segundo o gerente da Unidade de Grãos da Coapa, Nelzivan Carvalho Neves, o escoamento da safra começou em maio, depois de um período de secagem no armazém, e deve seguir até o próximo mês de julho, quando o sojicultor aguarda melhores preços para comercialização no mercado externo, também deve vender seu produto. Atualmente a saca de soja de 60 kg está sendo vendido em média pelo valor de R$ 41,00.
Até esta quinta-feira, dia 9 de junho, já haviam sido transportadas 25 mil toneladas do produto. Outras 48 mil toneladas estão estocadas no armazém que nesta safra recebeu 73.800 toneladas, quantidade recorde de recebimento nos quase 13 anos de existência da Coapa.
A saída dos grãos começou no início da segunda quinzena de maio e o pico se dá até o final do próximo mês de julho. Em média, cada caminhão transporta 35 toneladas e são carregados cerca de 30 caminhões diariamente. Vinte pessoas estão trabalhando na unidade de grãos atualmente, realizando atividades como conferência, classificação, carregamento e manutenção.
Nelzivan Carvalho Neves explicou que, apesar do grande movimento de caminhões, não tem havido tumulto, pois o sistema de expedição de cargas implantado pela Coapa, que envolve tecnologia de ponta e colaboradores capacitados, está funcionando satisfatoriamente. “Inclusive diminuímos o horário de almoço para uma hora, pagando hora extra, e estamos trabalhando até 10 da noite para agilizar ainda mais o escoamento da safra”, lembrou Neves, acrescentando que o armazém já está pronto para receber o milho e o sorgo produzidos na Safrinha 2011.
Safra recorde
Neste ano a Unidade de Grãos da Coapa recebeu a maior quantidade de soja em seus 13 anos de operação. Com capacidade estática de beneficiar e armazenar 60 mil toneladas do grão, a unidade movimentou um total de 73.500 toneladas. A colheita da safra de soja 2010/2011 na região de Pedro Afonso registrou um índice de produtividade considerado recorde. Mesmo com a diminuição da área plantada de 50 mil hectares para 48 mil, a produção média foi de 51 sacas de soja de 60 kg por hectare, quantidade superior a última colheita que foi de 48 sacas.
O gerente da Unidade de Grãos, Nelzivan Carvalho Neves, informou que o armazém teria capacidade de receber uma quantidade ainda maior, mas as empresas responsáveis pela comercialização e exportação da soja tiveram dificuldades logísticas para enviar o produto para o Porto de Itaqui em São Luis de onde é levado de navio para o exterior.
Números da safra 2010/2011
- Armazém bate recorde: 71.800 toneladas recebidas de 90 sojicultores de Pedro Afonso, Tupirama, Santa Maria do Tocantins, Centenário, Recursolândia, Itacajá, Goiatins, Tupiratins, Guaraí, Miranorte e até de Porto Nacional.
- 47 cooperados da Coapa entregaram 49.400 toneladas de soja e 68 produtores entregaram 22.400 toneladas.
- Média de 51 sacas por hectare, número superior a última safra.
- Gerados cerca de 1500 empregos temporários. (Por Fred Alves)
http://www.valec.gov.br/clipping/20110610-1.htm
Alcântarense June 28th, 2011, 04:35 AM Cargas de pelotas aumentam 161% no Terminal da Vale em Ponta da Madeira
Nos primeiros cinco meses do ano o volume dos carregamentos da Vale em São Luís já alcançou 53,25%
Pelotas de minério de ferro, em pátio de estocagem da Vale
Nos primeiros cinco meses do ano o volume dos carregamentos efetuados no terminal portuário da Vale em São Luís já alcançou 53,25% das remessas ao exterior feitas em 2010, quando foi retomada a produção da usina de pelotização
Os embarques da produção da usina de pelotização da Vale no Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM) tiveram um crescimento de 161,54% no acumulado de janeiro a maio deste ano, em comparação com os resultados do mesmo período do ano passado. O volume de carga subiu de 893.247 toneladas (t) em 2010 para 2.336.209 t neste ano. As estatísticas são da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).
Somente no mês de maio deste ano, a mineradora movimentou 519.191 t de pelotas no TPPM, equivalente a 28,37% a mais do que em maio de 2010, que totalizou 404.455 t. Este ano, foram embarcadas 371.129 t de pelotas em janeiro, 635.624 t em fevereiro, 359.990 t em março e 450.275 t em abril. Em 2010, não houve movimentação de pelotas nos meses de janeiro e fevereiro.
A produção da usina de pelotização da Vale foi retomada em março do ano passado com 70.226 t, após mais de um ano paralisada (em virtude da crise econômica mundial de fins de 2008), e terminou o ano com 4.386.938 t produzidas. Isto significa que a produção deste ano já atingiu 53,25% do volume registrado em 2010. A usina tem capacidade anual de produção de 7,5 milhões/t.
Minérios – De acordo com as estatísticas, a Vale obteve bom desempenho também na movimentação de minérios no TPPM. O principal produto é o minério de ferro, que alcançou um volume de 7.658.841 t em maio deste ano. No acumulado dos cinco primeiros meses, as remessas chegaram a 35.857.699 t, equivalente a um crescimento de 11,06% em relação ao mesmo período do ano passado.
As operações com minério de manganês também apresentaram alta (16,86%) no resultado acumulado de janeiro a maio deste ano (792.739 t), no comparativo com o exercício anterior. Outro produto que também apresentou alta no período em referência foi o ferro-gusa. Os carregamentos efetuados no berço 105 do Porto do Itaqui, arrendado à Vale, que o denomina Píer II, chegaram a 134.883 t em maio deste ano, equivalente a uma alta de 83,37% em relação a maio de 2010. No acumulado dos cinco primeiros meses (de 2010 e de 2011), a movimentação cresceu 59,59%, passando de 477.261 t para 761.648 t.
Cabe ressaltar que, desde dezembro de 2010, o Píer II tem sido utilizado por outras empresas além da Vale, por conta da renegociação com a Emap do arrendamento do atracadouro. A quebra da exclusividade nas operações se deu, em especial, nos embarques de ferro-gusa. No Píer II também ocorrem embarques de soja, que de janeiro a maio alcançaram o volume de 763.083 t (20,08% em relação ao mesmo intervalo de 2010), além de operações com cobre, que chegaram a 143.736 t no período em referência (alta de 3,86%).
Mais - A pelotizadora de São Luís foi inaugurada em 26 de março de 2002, um investimento de US$ 408 milhões que gerou 2.500 empregos diretos e indiretos em sua construção. Em 2007, a unidade atingiu seu pico máximo de produção: 7,05 milhões de toneladas. Usada na fabricação de aço, a pelota é um produto de altíssimo valor agregado por proporcionar maior produtividade nas usinas siderúrgicas. Para se chegar à pelota o minério de ferro é misturado ao calcário, bentonita e antracita, um tipo de combustível sólido, além de outros insumos.
Lugar: PORTOSMA
Fonte: O Estado/Emap/Vale
Data da Notícia: 27/06/2011
http://www.portosma.com.br/noticias/noticia.php?id=2548
Alcântarense June 28th, 2011, 10:28 PM Movimento de cargas já supera a marca de 2010
O Complexo Portuário de São Luís movimentou mais de 49 milhões de toneladas entre janeiro e maio.
SÃO LUÍS - O Complexo Portuário de São Luís (CPSL), que integra o porto público organizado do Itaqui e os terminais de uso privativo (TUP) Ponta da Madeira (Vale) e Alumar, movimentou 49.235.009 toneladas (t) de carga no período de janeiro a maio deste ano. O volume é 17,66% maior do que o registrado no mesmo intervalo do ano passado, que chegou a 41.844.773 t. Os dados são da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).
No balanço do período, este ano o CPSL movimentou 10.280.154 t em janeiro, 9.038.072 t em fevereiro, 9.143.483 t em março e 10.145.635 t em abril. Considerando apenas a movimentação do mês de maio, a alta no volume de carga foi de 26,32%, passando de 8.413.347 t em 2010 para 10.627.665 t neste ano.
No comparativo dos dois períodos em referência, houve também aumento no número de embarcações que atracaram no sistema portuário da Ilha. Foram 575 navios mercantes nos cinco primeiros meses de 2010, contra 651 neste ano (alta de 13,22%).
Desempenho - Conforme as estatísticas, o Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM) apresentou o melhor desempenho do período. Foram movimentadas 38.986.647 t nos três atracadouros da empresa (Píer I, Píer III/Sul e Píer III/Norte) e mais 1.705.291 t no Píer II, berço localizado no Porto do Itaqui, arrendado à mineradora. No somatório, o volume de carga chegou a 40.691.938 t (82,64% da movimentação do CPSL), equivalente a um aumento de 15,9% em relação ao mesmo período de 2010.
Em segundo lugar em volume de carga movimentada, o Porto da Alumar apresentou um crescimento de 36,66% na movimentação de carga nos cinco primeiros meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado, subindo de 3.166.105 t em 2010 para 4.920.951 t em 2011. Esse resultado equivale a 9,99% da movimentação de carga do CPSL.
O Porto do Itaqui movimentou no período em referência 3.622.120 t (equivalente a 7,35% das operações do CPSL) em 271 navios mercantes.
Produtos - Destaque para os embarques da produção da usina de pelotização da Vale no TPPM, que cresceram 161,54% este ano (janeiro a maio) em comparação com o ano passado, subindo de 893.247 t em 2010 para 2.336.209 t neste ano.
A Vale obteve bom desempenho também na movimentação de minérios. O principal produto é o minério de ferro, que chegou a 35.857.699 t no período em referência (11,06% de aumento em relação a 2010). As operações com minério de manganês alcançaram 792.739 t (alta de 16,86%). Os carregamentos de ferro-gusa aumentaram 59,59%, passando de 477.261 t em 2010 para 761.648 t este ano. Os embarques de soja alcançaram o volume de 763.083 t (20,08% em relação ao mesmo intervalo de 2010). As operações com cobre chegaram a 143.736 t no período em referência (alta de 3,86%).
No Terminal da Alumar, as descargas de óleo combustível tiveram a maior alta do período em referência (119,25%), passando de 36.779 t em 2010 para 80.637 t este ano. Em segundo lugar ficaram os desembarques de carvão e coque, que passaram de 25.356 t no ano passado para 55.305 t em 2011 (crescimento de 118,11%).
Em seguida ficaram as operações com alumina, que tiveram uma alta de 113.016 t em 2010 para 238.911 t neste ano (diferença de 111,4%). O maior volume de carga do TUP Alumar foi de bauxita, que passou de 468.185 t no ano passado para 683.037 t em 2011 (de janeiro a maio), uma alta de 45,89% no período. A movimentação de soda cáustica no terminal teve relativo crescimento (2,1%), subindo de 39.187 t para 40.101 toneladas.
No Porto do Itaqui, destaque para os desembarques de fertilizantes, que aumentaram 123,19% no período de janeiro a maio deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Foram 268.054 t neste ano, contra 120.101 t em 2010.
Além das operações com fertilizantes, o Itaqui movimentou 2.911.930 t de derivados de petróleo no período em referência (3,18% a menos do que no ano passado). As operações com ferro-gusa chegaram a 81.246 t (baixa de 59,80%), com trigo alcançaram 40.112 (queda de 4,41%), e desembarques de arroz somaram 48.976 t (0,75% a menos do que em 2010).
http://imirante.globo.com/noticias/2011/06/28/pagina277986.shtml
lusorod June 29th, 2011, 01:19 AM Otimo, esse porto tem um potencial gigantesco e esse potencial a meu ver ainda e´sub aproveitado! Os investimentos nesse porto me deixam super feliz
ALLAN CK July 6th, 2011, 05:11 AM Cargas de pelotas aumentam 161% no Terminal da Vale em Ponta da Madeira
http://www.portosma.com.br/noticias/noticia.php?id=2548
A usina de pelotização SÃO LUIS, ficou um bom tempo parada por causa da redução de demanda por pelotas no mercado internacional,mas, mesmo assim, ainda está aquém da sua capacidade de produção.
ALLAN CK July 6th, 2011, 05:22 AM Movimento de cargas já supera a marca de 2010
http://imirante.globo.com/noticias/2011/06/28/pagina277986.shtml
O Complexo Portuário de São Luis, possui 03 portos:
*ITAQUI-berços 101,102.103,104,105 e 106, sendo que o 105 é arrendado pela VALE, também conhecido como Pier 02;
*PONTA DA MADEIRA-Pier 01(um berço) e o Pier 03(02 berços)
*ALUMAR(02 berços)
Bom, dito isto, então cada Porto movimentou até maio:
Ponta da Madeira-38.986.647 ton.
Itaqui----------------5.327.411 ton.
Alumar---------------4.920.951 ton.
Tudo isto é para as pessoas não confundirem movimentação de cargas de Ponta da Madeira com a da Vale. Ponta da Madeira movimentou 38.9 milhões de toneladas e a movimentação da Vale, incluem Ponta da Madeira, Pier 105 do Itaqui e outras cargas movimentadas em outros berços do Itaqui, como locomotivas, trilhos, níquel, etc...
ALLAN CK August 1st, 2011, 12:08 PM Itaqui movimenta 6,6 milhõe/t de carga
Derivados de petróleo, soja, ferro-gusa e fertilizantes são os principais produtos da pauta
Relatório divulgado pela administradora do porto revela uma alta de 11,61% em relação ao mesmo período do ano passado; derivados de petróleo, soja, ferro-gusa e fertilizantes são os principais produtos da pauta de operações
O Porto do Itaqui movimentou 6.628.377 toneladas (t) de carga em 359 navios mercantes no primeiro semestre deste ano. No comparativo com o mesmo período do ano passado, que registrou 5.938.359 t, verifica-se um aumento de 11,61%. Os dados são da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), considerando os cinco atracadouros públicos (berços 101, 102, 103, 104 e 106) e o berço 105, arrendado à mineradora Vale, que o denomina Píer II. Entretanto, o atracadouro também é utilizado em operações de outras empresas desde o fim do ano passado, por isso consta do relatório da Emap.
Neste ano, o Itaqui registrou um fluxo crescente de movimentação de carga. Foram 853.606 t em janeiro, 844.110 t em fevereiro, 1.024.813 t em março, 1.421.976 t em abril (o melhor resultado do semestre), 1.176.230 t em maio e 1.307.642 t em junho. O principal item da pauta portuária do Itaqui são os produtos derivados de petróleo, com um volume de 3.409.241 t no semestre, sendo 1.023.632 t destinadas ao abastecimento do mercado interno e 2.385.609 t na modalidade entreposto, isto é, produtos destinados aos estados vizinhos do Maranhão. No comparativo com os seis primeiros meses do ano passado, que registrou 3.527.751 t de derivados de petróleo, verifica-se uma diferença de 3,47%.
Ranking – A soja foi o segundo produto de maior movimentação no Itaqui, cujas operações foram concentradas no berço 105 (Píer II, da Vale). Foram 1.143.439 t de janeiro a junho deste ano, contra 961.609 t no mesmo intervalo do ano passado, o que significa uma alta de 18,9%. Neste ano, não foram registradas cargas de soja nos meses de janeiro e fevereiro. As operações tiveram início em março, com 196.704 t, crescendo para 279.572 t em abril, 286.807 t em maio e 380.356 t em junho. Os embarques de ferro-gusa chegaram a 964.317 no primeiro semestre deste ano, contra 802.398 t no mesmo intervalo do ano passado, equivalente a uma alta de 20,17%. Cabe ressaltar que, neste ano, o fluxo de remessas de ferro-gusa apresentou um quadro descendente, começando em 263.700 t em janeiro, passando a 172.515 t em fevereiro, 84.495 t em março, apresentando ligeira alta em abril com 170.130 t, decrescendo novamente em maio com 152.054 t e finalizando o semestre com 121.423 t em junho. As operações com fertilizantes ficaram em terceiro lugar na lista de produtos de maior movimentação no Itaqui, com 345.303 t no semestre, alta de 117,65% em relação ao mesmo período de 2010, que registrou um volume de 158.644 t. Neste ano, os descarregamentos de fertilizantes tiveram uma alta gradual, começando com 25.120 t em janeiro, aumentando para 64.594 t em fevereiro, decaindo para 53.939 t em março e para 48.931 t em abril, subindo novamente para 75.470 t em maio e 77.249 t em junho.
PRINCIPAIS CARGAS
- Derivado de petróleo........................3.409.241
- Soja........................................1.143.439
- Ferro-gusa....................................964.317
- Fertilizante..................................345.303
- Cobre.........................................172.242
- Antracita......................................80.498
- Cimento........................................70.304
- Arroz..........................................63.871
- GLP............................................61.928
- Trilhos........................................53.942
- Trigo..........................................50.574
- Calcário.......................................43.977
- Abastecimentos.................................39.510
- Milho..........................................36.824
- Carvão.........................................17.466
- Alumínio.......................................16.771
- Clínquer.......................................16.516
- Carga geral....................................12.753
- Manganês........................................9.301
- Óleo vegetal....................................7.038
- Álcool..........................................6.811
- Malte...........................................3.000
- Fluoreto........................................1.538
- Contêiner.......................................1.213
Lugar: PORTOSMA
Fonte: O Estado
Data da Notícia: 27/07/2011
ALLAN CK August 2nd, 2011, 03:16 AM Etanol do Tocantins vai ser escoado pelo Porto do Itaqui
Produção da Bunge será transportada pela Norte-Sul para abastecer mercado das regiões Norte e Nordeste
Usina da Bunge, em Tocantins
Produção da usina da Bunge inaugurada neste mês vai ser transportada pela Ferrovia Norte-Sul para abastecer os mercados das regiões Norte e Nordeste
A Bunge vai produzir etanol para abastecer o Norte e o Nordeste brasileiro a partir da unidade inaugura neste mês em Pedro Afonso (TO). Ao instalar a usina próxima da ferrovia Norte-Sul, a Bunge pretende utilizar a rede ferroviária para levar o etanol até o porto de Itaqui, no Maranhão, de onde seguirá por cabotagem até as regiões consumidoras. De acordo com o presidente da Brunge do Brasil, Pedro Parente, o empreendimento logístico vai reduzir o custo de transporte em 50%. Com capacidade de moagem de 2,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, o primeiro projeto “greenfield” (construído do zero) da Bunge foi erguido em uma região pioneira, onde não há outras usinas de cana em um raio de mais de mil quilômetros.
Lugar: PORTOSMA
Fonte: O Estado
Data da Notícia: 01/08/2011
ALLAN CK August 8th, 2011, 03:26 AM Ponta da Madeira, no Maranhão, fecha o semestre com 58,6 mi/t de cargas
Terminal apresentou alta de 12,11% no desempenho comparado com o mesmo período do ano passado
Caminhão fora de estrada a serviço da Vale em Carajás
Terminal da Vale no Maranhão apresentou uma alta de 12,11% no desempenho comparado com o mesmo período do ano passado; operações com minério de ferro totalizam 88,45% do volume de carga embarcado, seguido das remessas de pelotas e de ferro-gusa
O Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM), operado pela Vale, no Maranhão, movimentou 58.649.088 toneladas (t) de cargas de janeiro a julho deste ano. O resultado é 12,11% maior do que o obtido no mesmo período do ano passado, quando a mineradora registrou a marca de 52.310.444 toneladas.
O maior volume de operações do TPPM são as remessas de minério de ferro, com 51.878.189 toneladas nos sete primeiros meses do ano, equivalente a 88,45% do resultado geral. Foram 49.423.329 toneladas na modalidade ferro fino e 2.454.860 na modalidade ferro super fino. Neste último caso, verifica-se uma ligeira queda na movimentação, no comparativo de junho, que chegou a 304.536 t, com o resultado de julho, com 271.882 t (diferença de 10,72%). Já em relação à modalidade ferro fino, verifica-se um crescimento de 32,05%, passando de 6.655.262 t em junho, para 8.788.810 t em julho.
Além disso, a mineradora também apresentou queda na movimentação de pelotas (aglomerado de minério de ferro). Os embarques da produção da usina de pelotização da Vale em São Luís (MA) registrou 357.243 t em junho e 279.104 t em julho (diferença de 27,99%). No acumulado de janeiro a julho, as remessas de pelotas chegaram a 2.972.556 t, e no mesmo período do ano passado alcançaram a marca de 2.006.543 t (alta de 48,13%).
No último bimestre, o TPPM também registrou crescimento na movimentação de minério de manganês, passando de 36.310 t em junho para 279.300 t em julho (alta de 669,2%), resultado que não inclui os embarques realizados no Porto do Itaqui. No acumulado de janeiro a julho, o terminal registrou 1.108.349 t, o que significa um crescimento de 4,36% em relação ao mesmo período de 2010, que computou 1.061.984 t. Destaque também para as remessas de ferro-gusa no TPPM, que apresentaram um crescimento 233,08% no último bimestre, passando de 66.243 t em junho para 220.646 t em julho. No acumulado dos sete primeiros meses do ano, as operações com ferro-gusa chegaram a 1.048.537, contra 623.379 t no mesmo intervalo do ano passado (alta de 68,2%).
Neste ano, ainda não foi registrada nenhuma movimentação de minério de ferro granulado no TPPM, mas de janeiro a julho do ano passado as remessas dessa modalidade do produto chegaram a 324.180 t. Os embarques de soja, de janeiro a julho deste ano, chegaram a 1.446.695 t, contra 1.251.698 t no mesmo período de 2010 (crescimento de 15,57%). No último bimestre deste ano, as operações do produto caíram de 380.356 t em junho para 266.432 t em julho (diferença de 29,95%).
O último produto da pauta de movimentação do TPPM, e também o de menor volume, é o cobre, que também apresentou baixa no resultado bimestral, passando de 28.507 t em junho para 22.519 t em julho (diferença de 21%). No acumulado dos sete primeiros meses do ano, as remessas de cobre chegaram a 194.762 t, contra 236.122 t obtidas no mesmo intervalo do ano passado (diferença de 17,51%).
Cargueiros – O TPPM registrou também 349 cargueiros em operação de janeiro a julho deste ano, contra 321 navios no mesmo período de 2010 (alta de 8,7%). Neste ano, foram carregados 56 navios em janeiro, 44 em fevereiro, 45 em março, 50 em abril, 51 em maio, 44 em junho e 59 em julho. Destaque para o embarque inaugural do cargueiro Vale Brasil, o maior do mundo em sua categoria, que atracou no TPPM em maio e está previsto para retornar neste mês ao Maranhão. Ainda em relação às operações ocorridas de janeiro a julho deste ano, destaque para o Píer III, com dois atracadouros, que recebeu 210 cargueiros. Em seguida ficou o Píer I, com 91 navios atendidos, e na seqüência o Píer II, com 43 navios. No período em questão, a Vale atracou cinco cargueiros no Porto do Itaqui.
Click no link para saber mais sobre o movimento de cargas no COMPLEXO PORTUÁRIO DE SÃO LUÍS.
Lugar: PORTOSMA
Fonte: Assessoria Vale/O Estado/Portosma
Byer August 8th, 2011, 03:32 AM O Porto do Itaqui e de Rotterdã são os únicos que comportam embarcações de grande calado para transporte de Ferro.Muito bom todos esses investimentos para modernizar ainda mais esse importante corredor de exportação do Brasil :cheers:.
Alcântarense August 9th, 2011, 02:41 AM Maranhão poderá ganhar um novo terminal portuário e estaleiro
Diretor-geral da Antaq, Fernando Fialho disse que novo porto vai ser no município de Bacabeira.
SÃO LUÍS – Já está em andamento na Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), um projeto de construção de um novo porto no Maranhão. O novo porto será no município de Bacabeira. Segundo o diretor-geral da Antaq, Fernando Fialho, os estudos técnicos iniciais para a viabilidade da obra já foram feitos. “Um estudo de viabilidade técnica já foi realizado e foi identificado que existem condições de fundura suficientes para que os navios cheguem até lá. Vai ser preciso fazer uma dragagem num determinado trecho, mas teremos um terminal portuário no Estado muito eficiente”, afirmou.
De acordo com Fernando Fialho, outro projeto que já está em andamento na Agência Nacional de Transportes Aquaviários é o de trazer para o Maranhão um estaleiro de reparos. “Estive recentemente participando de uma reunião com o Sindicato dos Estaleiros do Brasil (Sinval) e as condições são as melhores possíveis. O Maranhão recebe por ano cerca de 1200 navios, quando a Refinaria de Petróleo estiver em pleno funcionamento nós vamos receber mais de três mil navios aqui no Estado. Toda essa demanda vai viabilizar o funcionamento do estaleiro”, acrescentou Fernando Fialho.
Com relação a ampliação do Porto do Itaqui, o diretor-geral da Antaq informou durante a entrevista concedida a Rádio Mirante AM que toda a área do entorno do porto precisa ser regulamentada. “Sem a mudança do terreno de zona rural para zona industrial nós corremos um sério risco de perder investimentos. A área que fica entre o Porto do Itaqui e o Rio dos Cachorros tem 4500 mil hectares, preservando um espaço para as comunidades locais ainda restariam 2500 mil hectares que poderiam ser aproveitados para a construção de indústrias. Isso é do tamanho da retroárea do Porto de Suape, em Pernambuco”, continuou Fernando Fialho.
Outro ponto considerado importante é a construção de um terminal de contêineres dentro do Porto do Itaqui. “Temos espaço para isso. E há um projeto de planejamento para essa ampliação que foi deixado ainda na minha gestão na Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap)” finalizou.
http://imirante.globo.com/noticias/2011/08/08/pagina281665.shtml
ALLAN CK August 9th, 2011, 04:03 AM Será que Fernando Fialho está falando do Terminal Portuário do Mearim que será em Bacabeira ou realmente se trata de um outro Porto? O sexto.
Alcântarense August 9th, 2011, 11:41 AM é sim, é do Mearim que ele tá se referindo.
Alcântarense August 9th, 2011, 11:42 AM Itaqui acompanha crescente demanda por combustível
A demanda interna do Maranhão por combustíveis aumentou 10% no último ano, acompanhando um crescimento em todo o país. No Porto do Itaqui, a movimentação de derivados de petróleo corresponde a mais de 50% das operações e será incrementada com a construção do berço 108, totalmente dedicado a granéis líquidos. O Itaqui é um dos principais entrepostos do Norte-Nordeste e responsável por parte do abastecimento de estados como Pará, Piauí e Tocantins, entre outros.
De acordo com a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), o aumento da demanda por combustível, causada por uma crescente na aquisição de automóveis, não gera atrasos nesse tipo de operações e muito menos risco de desabastecimento. Pelas regras de atracação, navios com alimentos, derivados de petróleo e de passageiros têm preferência.
O Itaqui, de acordo com informações da Emap, mantém um berço totalmente dedicado a operações com derivados de petróleo e outro preferencial para esse tipo de operação, o berço 104. "É importante dizer que não houve atraso no desembarque ou transbordo de combustíveis e que os navios de derivados fundeados não competem com outras cargas para atracar", explicou o diretor de Operações da Emap, Gustavo Lago.
No primeiro semestre de 2011, foram movimentados mais de 3,5 milhões de toneladas de derivados de petróleo no Itaqui visando aos mercados interno e estados vizinhos. Entre os derivados estão gasolina, diesel, óleo bruto e querosene de aviação. O fluxo no Itaqui - que mantém uma capacidade de tancagem aproximada de 200 mil metros cúbicos estático - está normal.
Independente do cenário atual, a Emap se prepara para atender demandas dos próximos anos. A empresa irá licitar, no valor de R$ 80 milhões, a construção do berço 108, totalmente dedicado a granéis líquidos. A obra, que integra um conjunto de ações que visam à expansão do porto maranhense, irá aumentar em até 40% a capacidade operacional do Itaqui e se traduz em mais investimentos, já que derivados de petróleo representam mais da metade da movimentação no porto.
Primeiro semestre
No primeiro semestre de 2011, o Itaqui teve um aumento de 12% na movimentação de cargas em relação ao mesmo período do ano passado, saltando de 5,9 milhões de toneladas para 6,6 milhões. As operações com fertilizantes sofreram um incremento de 118%. Ferro gusa, cimento, clínquer e antracita também contribuíram para esse resultado. Os números mostram, de acordo com a Emap, que o Itaqui está preparado para atender às demandas atuais e futuras.
http://www.jornalpequeno.com.br/2011/8/8/itaqui-acompanha-crescente-demanda-por-combustivel-165534.htm
ALLAN CK August 10th, 2011, 05:19 AM 10/8/2011
00:21:03
Anuário Estatístico Aquaviário Ano: 2010
Capítulo 2 - Movimentaçăo Portuária
SubCapítulo 2.1 - Movimentaçăo Total de Cargas nos Portos e Terminais
Tabela: 2.1.4 - MOVIMENTAÇĂO TOTAL DE CARGAS NOS PORTOS ORGANIZADOS POR NATUREZA - 2010 Portos
Granel Sólido (t)
Granel Líquido (t)
Carga Geral (t)
Total (t)
Portos
Granel Sólido (t)
Granel Líquido (t)
Carga Geral (t)
Total (t)
PORTO DE MACAPÁ-AP
945.023
144.858
-
1.089.882
PORTO DE PORTO VELHO-RO
2.227.213
-
187.198
2.414.411
PORTO DE BELEM-PA
547.733
2.193.987
444.354
3.186.074
PORTO DE SANTAREM-PA
820.853
130.652
128.078
1.079.583
PORTO DE VILA DO CONDE-PA
13.239.550
2.120.902
1.187.550
16.548.002
PORTO DE ITAQUI-MA
5.264.828
6.975.768
326.494
12.567.090
PORTO DE FORTALEZA-CE
1.110.707
2.128.497
1.109.817
4.349.022
PORTO DE AREIA BRANCA-RN
3.133.908
-
-
3.133.908
PORTO DE NATAL-RN
113.140
-
182.751
295.891
PORTO DE CABEDELO-PB
710.454
592.274
68.690
1.371.418
PORTO DE RECIFE-PE
1.514.535
25.328
321.118
1.860.981
PORTO DE SUAPE-PE
697.761
4.126.335
4.165.558
8.989.653
PORTO DE MACEIÓ-AL
1.983.572
824.682
175.493
2.983.747
PORTO DE ARATU-BA
1.790.774
3.840.212
2.310
5.633.296
PORTO DE ILHEUS-BA
145.346
-
49.685
195.031
PORTO DE SALVADOR-BA
481.390
7.020
2.948.327
3.436.737
PORTO DE VITORIA-ES
1.507.118
274.131
4.786.836
6.568.084
PORTO DE ANGRA DOS REIS-RJ
-
-
101.552
101.552
PORTO DE FORNO-RJ
226.603
-
-
226.603
PORTO DE ITAGUAÍ-RJ
50.581.323
560.952
1.623.229
52.765.505
PORTO DE NITEROI-RJ
-
98
72.625
72.723
PORTO DE RIO DE JANEIRO-RJ
1.134.121
114.599
5.697.917
6.946.636
PORTO DE SANTOS-SP
38.382.805
13.078.466
33.939.883
85.401.154
PORTO DE SAO SEBASTIĂO-SP
615.474
-
49.979
665.453
PORTO DE ANTONINA-PR
200.280
-
49.645
249.925
PORTO DE PARANAGUÁ-PR
26.403.411
2.051.013
5.893.981
34.348.405
PORTO DE IMBITUBA-SC
1.226.982
119.027
544.751
1.890.760
PORTO DE ITAJAÍ-SC
-
3.067
3.629.142
3.632.209
PORTO DE SAO FRANCISCO DO SUL-SC
5.322.431
57.500
4.152.605
9.532.536
PORTO DE PELOTAS-RS
32.270
-
-
32.270
PORTO DE PORTO ALEGRE-RS
942.170
8.043
9.244
959.457
PORTO DE RIO GRANDE-RS
6.077.761
2.621.545
7.570.028
16.269.333
T O T A L
167.379.535
41.998.955
79.418.837
288.797.328
33
ALLAN CK August 10th, 2011, 05:26 AM 10/8/2011
00:33:27
Anuário Estatístico Aquaviário Ano: 2010
Capítulo 2 - Movimentaçăo Portuária
SubCapítulo 2.1 - Movimentaçăo Total de Cargas nos Portos e Terminais
Tabela: 2.1.1 - MOVIMENTAÇĂO TOTAL DE CARGAS NOS PORTOS ORGANIZADOS E TERMINAIS DE USO PRIVATIVO-POR NATUREZA, ORDEM DE GRANDEZA E COMPOSIÇĂO ESTRUTURAL - 2010 Porto/TUP
Granel Sólido (t)
%
Granel Líquido (t)
%
Carga Geral (t)
%
Total (t)
%
Porto/TUP
Granel Sólido (t)
%
Granel Líquido (t)
%
Carga Geral (t)
%
Total (t)
%
TUP CVRD TUBARĂO - ES
106.709.083
12,80
1.051.204
0,13
-
-
107.760.287
12,92
TUP PONTA DA MADEIRA - MA
96.194.809
11,54
-
-
169.318
0,02
96.364.127
11,56
PORTO DE SANTOS-SP
38.382.805
4,60
13.078.466
1,57
33.939.883
4,07
85.401.154
10,24
PORTO DE ITAGUAÍ-RJ
50.581.323
6,07
560.952
0,07
1.623.229
0,19
52.765.505
6,33
TUP ALMIRANTE BARROSO - SP
38.118
-
46.550.822
5,58
482.260
0,06
47.071.199
5,64
TUP ALMIRANTE MAXIMIANO DA FONSECA - RJ
43.453
0,01
39.569.204
4,75
-
-
39.612.657
4,75
TUP MBR - RJ
37.718.177
4,52
-
-
-
-
37.718.177
4,52
PORTO DE PARANAGUÁ-PR
26.403.411
3,17
2.051.013
0,25
5.893.981
0,71
34.348.405
4,12
TUP PONTA DE UBU - ES
22.903.436
2,75
87.868
0,01
14.688
-
23.005.992
2,76
TUP MADRE DE DEUS - BA
480.552
0,06
19.770.097
2,37
16.792
-
20.267.441
2,43
PORTO DE VILA DO CONDE-PA
13.239.550
1,59
2.120.902
0,25
1.187.550
0,14
16.548.002
1,98
TUP PORTO TROMBETAS - PA
16.528.497
1,98
-
-
-
-
16.528.497
1,98
PORTO DE RIO GRANDE-RS
6.077.761
0,73
2.621.545
0,31
7.570.028
0,91
16.269.333
1,95
PORTO DE ITAQUI-MA
5.264.828
0,63
6.975.768
0,84
326.494
0,04
12.567.090
1,51
TUP ALMIRANTE TAMANDARÉ (ILHA D´ÁGUA) - RJ
-
-
11.842.997
1,42
-
-
11.842.997
1,42
TUP ALMIRANTE SOARES DUTRA - RS
-
-
11.322.227
1,36
-
-
11.322.227
1,36
TUP CVRD PRAIA MOLE - ES
10.587.986
1,27
-
-
-
-
10.587.986
1,27
PORTO DE SAO FRANCISCO DO SUL-SC
5.322.431
0,64
57.500
0,01
4.152.605
0,50
9.532.536
1,14
TUP ALUMAR - MA
8.484.453
1,02
644.156
0,08
-
-
9.128.610
1,09
TUP SĂO FRANCISCO DO SUL - SC
53.411
0,01
9.005.546
1,08
-
-
9.058.957
1,09
PORTO DE SUAPE-PE
697.761
0,08
4.126.335
0,49
4.165.558
0,50
8.989.653
1,08
TUP PORTOCEL - ES
-
-
-
-
8.149.826
0,98
8.149.826
0,98
PORTO DE RIO DE JANEIRO-RJ
1.134.121
0,14
114.599
0,01
5.697.917
0,68
6.946.636
0,83
TUP PRAIA MOLE - ES
-
-
8.508
-
6.802.393
0,82
6.810.901
0,82
TUP MANAUS - AM
101.881
0,01
6.469.697
0,78
-
-
6.571.578
0,79
PORTO DE VITORIA-ES
1.507.118
0,18
274.131
0,03
4.786.836
0,57
6.568.084
0,79
TUP BIANCHINI - RS
4.892.856
0,59
1.176.391
0,14
-
-
6.069.247
0,73
PORTO DE ARATU-BA
1.790.774
0,21
3.840.212
0,46
2.310
-
5.633.296
0,68
TUP USIMINAS - SP
3.649.616
0,44
-
-
1.010.006
0,12
4.659.622
0,56
PORTO DE FORTALEZA-CE
1.110.707
0,13
2.128.497
0,26
1.109.817
0,13
4.349.022
0,52
TUP HERMASA GRANELEIRO - AM
4.151.602
0,50
44.775
0,01
-
-
4.196.378
0,50
TUP TERMINAL DE MINÉRIOS E METÁLICOS AMAPÁ - AP
4.101.121
0,49
-
-
-
-
4.101.121
0,49
TUP PORTONAVE - SC
-
-
-
-
4.016.286
0,48
4.016.286
0,48
PORTO DE ITAJAÍ-SC
-
-
3.067
-
3.629.142
0,44
3.632.209
0,44
TUP PECÉM - CE
-
-
659.357
0,08
2.906.119
0,35
3.565.476
0,43
PORTO DE SALVADOR-BA
481.390
0,06
7.020
-
2.948.327
0,35
3.436.737
0,41
TUP CARMÓPOLIS - SE
-
-
3.274.554
0,39
36.370
-
3.310.925
0,40
TUP SUPER TERMINAIS - AM
-
-
-
-
3.189.629
0,38
3.189.629
0,38
PORTO DE BELEM-PA
547.733
0,07
2.193.987
0,26
444.354
0,05
3.186.074
0,38
PORTO DE AREIA BRANCA-RN
3.133.908
0,38
-
-
-
-
3.133.908
0,38
PORTO DE MACEIÓ-AL
1.983.572
0,24
824.682
0,10
175.493
0,02
2.983.747
0,36
TUP OMNIA - PA
2.553.463
0,31
-
-
-
-
2.553.463
0,31
TUP GUAMARÉ - RN
34.697
-
2.447.756
0,29
-
-
2.482.453
0,30
PORTO DE PORTO VELHO-RO
2.227.213
0,27
-
-
187.198
0,02
2.414.411
0,29
TUP COTEGIPE - BA
2.392.913
0,29
-
-
-
-
2.392.913
0,29
TUP SOLIMŐES - AM
-
-
2.101.673
0,25
-
-
2.101.673
0,25
TUP ULTRAFÉRTIL - SP
1.777.994
0,21
318.657
0,04
-
-
2.096.651
0,25
TUP YARA BRASIL FERTILIZANTES - RS
1.811.969
0,22
241.382
0,03
11.373
-
2.064.724
0,25
PORTO DE IMBITUBA-SC
1.226.982
0,15
119.027
0,01
544.751
0,07
1.890.760
0,23
PORTO DE RECIFE-PE
1.514.535
0,18
25.328
-
321.118
0,04
1.860.981
0,22
TUP ARACRUZ - BA
-
-
-
-
1.724.944
0,21
1.724.944
0,21
TUP CATTALINI - PR
-
-
1.692.441
0,20
-
-
1.692.441
0,20
TUP CHIBATĂO - AM
-
-
-
-
1.591.837
0,19
1.591.837
0,19
TUP GREGÓRIO CURVO - MS
1.581.562
0,19
2.376
-
-
-
1.583.938
0,19
TUP PORTO MURUCUPI - PA
813.372
0,10
713.217
0,09
4
-
1.526.593
0,18
Demais Portos/TUP
15.654.148
1,88
8.339.672
1,00
10.709.663
1,28
34.703.486
4,16
T O T A L
505.887.090
60,67
208.457.610
25,00
119.538.097
14,34
833.882.796
100,00827
TOTAL DE CARGAS DO MARANHÃO: 118.059.827 ton.
ALLAN CK August 11th, 2011, 05:02 AM Vale terá até o final do ano 4 novos supergraneleiros
Depois do Vale Brasil, a empresa terá um tota de 19 supergraneleiros do tipo Valemax
O gerente geral de Engenharia de Navegação da Vale, Nelson Coelho, disse, na semana passada, que a companhia espera receber até o fim do ano quatro novos navios com capacidade de 400 mil toneladas cada um, os chamados Valemax. Os supergraneleiros, de acordo com informações divulgadas em jornais do Sudeste, compõem uma frota de 19 embarcações que a companhia encomendou no exterior, sendo 12 na China e sete na Coréia do Sul. Deste total, o coreano nomeado Vale Brasil foi entregue em maio. Em setembro chegará o Vale Rio e em outubro, o Vale China, todos coreanos. Entre os chineses, há a certeza de entrega de apenas um. O segundo pode chegar ao país em dezembro de 2011 ou em janeiro de 2012.
O executivo afirmou que todos os navios chegaram para trazer certo equilíbrio de preço aos fretes. Atualmente, o valor do frete está em torno de US$ 13 por tonelada nestes navios. "Eles foram projetados numa época em que os fretes chegaram a superar a barreira dos US$ 100", comentou, destacando que não há planos para a construção de novas unidades.
Sobre as críticas do mercado chinês aos supergraneleiros, o executivo disse que a questão é muito mais política do que técnica. "Há três portos com condições de receber estas embarcações na China. Não há impedimento técnico", disse. Segundo ele, o super navio que embarcou em maio, retorna para nova viagem em setembro e deve atracar em São Luís (MA).
Mais - O Vale Brasil, primeiro da frota de supergraneleiros da mineradora Vale, fez a sua segunda atracação no Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM), em São Luís, neste fim de semana. O navio tem 362 metros de comprimento e capacidade de carga de 390 mil toneladas. Em sua primeira viagem, em fins de maio deste ano, o navio tinha como destino o mercado chinês, mas chegou à Ásia (questões de mercado, informou a Vale), descarregando em portos europeus.
http://www.portosma.com.br/noticias/noticia.php?id=2579
ALLAN CK August 12th, 2011, 05:35 AM A Emap está estudando um local para o seu Terminal de Contêiners. Na minha opinião, o local mais apropriado é a parte norte, que fica entre o Pier 106 do Porto do Itaqui e o Pier l do Terminal Portuário de Ponta da Madeira. Nessa área a profundidade varia entre 19m. e 23m. Lá, seria ô Terminal. Na parte Sul do itaqui, já nâo existe esse calado, talvêz podendo chegar a 14m dragando, portanto seria mais um Terminal.
Lembrando que o maior navio porta-contêiners do mundo é o Emma Maersk que tem 397m de comprimento(maior que o Vale Brasil) e calado de 16m(carregado)
Poderia-se fazer com os contêiners, o que já se faz com os combustíveis, ou seja, trazer nesses super navios e aqui embarcar em navios menores para outros portos.
ALLAN CK August 13th, 2011, 03:21 AM EMAP tem aprovação do projeto TEGRAM
O projeto do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), que acaba de ter a aprovação do Tribunal de Contas da União (TCU), fará com que o Maranhão, na próxima década, eleve para até 20% a sua participação na exportação de soja no mercado nacional.
O empreendimento, orçado em R$ 262 milhões na primeira fase, desperta o interesse de empresas que atuam com a armazenagem e exportação de granéis sólidos de origem vegetal, como soja, milho e farelo de soja. Uma das contribuições do Tegram, de acordo com o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) Luiz Carlos Fossati é que ajudará a impulsionar a cadeia do agronegócio no estado e demais regiões da área de influência do Porto do Itaqui.
Com o objetivo de dar maior oportunidade aos investidores, na primeira fase do projeto serão oferecidos quatro lotes para arrendamento, limitada uma unidade por participante. Cada licitante vencedor deverá implantar o seu projeto com construção de um armazém com capacidade estática para até 125 mil toneladas/cada (base soja). Em conjunto, as empresas vencedoras serão responsáveis pela operacionalização do projeto, incluindo todo sistema de recepção e expedição da carga.
“As empresas deverão se consorciar para operacionalização de todo o sistema, assumindo individualmente a obrigatoriedade de movimentação de um volume mínimo anual de carga”, explica o Diretor de Planejamento e Desenvolvimento da Emap, Daniel Vinent.
Outros aspectos bastante relevantes são o gerenciamento ambiental da obra e a interligação ferroviária do Porto do Itaqui. A Emap já dispõe do licenciamento ambiental da área. O ramal ferroviário, que conectará o Itaqui à Ferrovia Norte-Sul, de responsabilidade da Vale, já está em fase de finalização do projeto.
Após a publicação do edital, deverá ser obedecido o prazo mínimo de 45 dias para a abertura das propostas. Os licitantes vencedores poderão explorar o negócio por 25 anos, podendo ser prorrogado por igual período.
A primeira fase do Terminal de Grãos do Maranhão deverá entrar em operação em 2013. Em sua segunda fase, com investimentos de mais R$ 76 milhões oriundos da iniciativa privada, a movimentação de grãos poderá dobrar, chegando a 10 milhões de toneladas/ano. A movimentação de grãos será feita inicialmente pelo berço 103 e para a segunda fase será utilizado o berço 100, cuja obra será concluída em 2012.
A contribuição do Tegram para o agronegócio maranhense
A soja é a principal cultura agrícola nacional, tanto em termos de volume de produção quanto de área cultivada. Somada aos seus derivados, a soja é o principal item da pauta de exportação do Brasil. Nos últimos anos, o Sul do país vem perdendo espaço na produção para o Centro-Oeste, especialmente Mato Grosso, já que a região detém 50% desse mercado.
O Maranhão ainda tem uma contribuição nacional pequena na produção e na exportação pelo Porto do Itaqui (6,4%, em 2009, ou 2 milhões de toneladas), mas isso deverá mudar com a implantação do Terminal de Grãos.
Apesar de uma produção ainda tímida no estado, a área de influência do Porto do Itaqui concentra praticamente metade da produção nacional, que é de 67 milhões de toneladas de acordo com dados da safra 2009/2010. Isso dá ao Maranhão uma posição privilegiada frente aos principais mercados consumidores internacionais do país, como China, Japão e Europa.
Outro dado importante é que portos como Santos, Paranaguá e Rio Grande, que juntos concentram o maior volume de exportação da soja brasileira, enfrentam problemas de logística. Com a produção crescente no Centro-Oeste e a oferta de hidrovia e as ferrovias de Integração do Centro-Oeste e da Norte-Sul em operação, surgirá um novo reordenamento da exportação de soja, já que ficará mais barato escoar a produção do agronegócio nacional, como a soja, pelo porto maranhense. O Porto do Itaqui, entre cargas de outros estados, passaria a contar com um incremento significativo da soja produzida no Mato Grosso.
Por outro lado, a maior oferta de grãos no estado pode ser a matéria-prima para a instalação e desenvolvimento da indústria visando o beneficiamento de soja e milho e, conseqüentemente, um impulso para a verticalização da cadeia do agronegócio no estado com a produção e beneficiamento da produção de carne, como frango, agregando valor o produto produzido, consumido e também exportado pelo Maranhão.
http://www.ma.gov.br/imprensa/index.php?Id=18192
ALLAN CK August 13th, 2011, 05:11 AM MOVIMENTAÇÃO PORTUÁRIA PRIMEIRO SEMESTRE DE 2011 dos 03 PORTOS DO MARANHÃO:
PONTA DA MADEIRA 45.9 ton.
ITAQUI 6.6 ton.
ALUMAR 6.1 ton.
fonte: ANTAQ
Alcântarense August 17th, 2011, 03:00 AM Portos registram 220,2 mi/t no segundo trimestre
Sistema público operou 67,6 m/t no período enquanto os terminais privativos chegaram a 142,6mi
Terminais portuários do Maranhão
Sistema público alcançou 67,6 milhões de toneladas no período enquanto os terminais privativos chegaram a 142,6 milhões de toneladas; Complexo Portuário de São Luís foi destaque no relatório da Agência Nacional de Transportes Aquaviários
Os portos e terminais brasileiros movimentaram 220,2 milhões de toneladas no segundo trimestre de 2011, crescimento de 6,7% em comparação com o mesmo período do ano passado. No primeiro semestre, foram movimentados 420,6 milhões de toneladas (t), aumento de 7,1% sobre igual período de 2010. As informações são do Boletim Portuário do segundo trimestre de 2011, elaborado pela Gerência de Estudos e Desempenho Portuário, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Operações no Complexo Portuário de São Luís (Itaqui, Ponta da Madeira e Alumar) foram tiveram destaque no cenário nacional.
“Como previmos no primeiro boletim, as importações arrefeceram e tiveram crescimento de 10,9% no segundo trimestre frente a igual período em 2010”, lembrou o gerente da área, Fernando Serra. As cargas que mais contribuíram para a expansão de 7,1% da tonelagem de cargas movimentadas no primeiro semestre foram fertilizantes/adubos, produtos siderúrgicos e bauxita. As taxas de crescimento dos três grupos de mercadoria situaram-se bem acima das demais, com crescimentos de 32,5%, 24,4% e 19,0%, respectivamente.
Desempenho - “O segundo trimestre foi marcado pelo maior dinamismo dos terminais de uso privativo frente aos portos organizados, ao contrário do que aconteceu no primeiro trimestre”, ressaltou Serra. De fato, os portos organizados exibiram taxa de crescimento de 2,9% na tonelagem movimentada, enquanto os terminais apresentaram aumento de 8,9% neste segundo trimestre, frente ao mesmo período de 2010.
Os portos organizados foram responsáveis pela movimentação de 67,6 milhões/t de cargas no segundo trimestre. No acumulado do ano, a movimentação chegou a 145,2 milhões/t (acréscimo de 5,8% em relação a 2010). Dentre os 10 maiores portos organizados, destacam-se, no primeiro semestre, as variações positivas de Vitória, no Espírito Santo, com 40,9%; Suape, em Pernambuco, com 17,7%; Itaqui, no Maranhão, com 12,7%; e Itaguaí, no Rio de Janeiro, com 7,6%.
Privados - Os terminais de uso privativo (TUP) foram responsáveis por 142,6 milhões/t movimentadas no segundo trimestre, aumento de 8,9% frente a 2010. No acumulado do ano obteve-se crescimento de 7,8% frente ao acumulado de 2010. Nesse período, foram movimentadas 275,3 milhões de toneladas. Nos primeiros seis meses, os TUPs que exibiram as maiores taxas de crescimento foram os seguintes: Alumar (61,8%) e Ponta da Madeira (8,9%), no Maranhão; Porto Trombetas (PA), com 23%; Almirante Barroso, em São Sebastião, no Rio de Janeiro, com 13,1%; e Ponta de Ubu, no Espírito Santo, com 5,8%. No acumulado do semestre, devido à maior taxa de crescimento apresentada pelos terminais de uso privativo, essas instalações aumentaram sua participação no total de cargas movimentadas pelas instalações portuárias brasileiras. Os TUPs foram responsáveis por 65,5% do total de cargas movimentadas, contra 65% no acumulado do primeiro semestre de 2010.
Vale – No segundo trimestre deste ano, a movimentação de carga no Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM) foi de 24.956.239 milhões/t, o que significa uma alta de 19,98% em relação ao mesmo período do ano passado, que registrou 20.798.728 milhões/t. Neste caso, os relatórios compreendem a movimentação dos três atracadouros de Ponta da Madeira (Píer I, Píer III/Sul e Píer III/Norte, utilizados para operações com minério de ferro, pelota e minério de manganês), bem como do berço 105 do Porto do Itaqui, arrendado à Vale, que o denomina Píer II (utilizado para movimentação de ferro-gusa, soja e cobre, principalmente). Destaque para os embarques de minério de ferro, principal item da pauta de Ponta da Madeira, que registrou 21.888.611 milhões/t no segundo trimestre deste ano, contra 17.704.344 milhões/t no mesmo intervalo de 2010, o que representa uma alta de 23,63%.
Alumar – A movimentação de cargas no segundo trimestre deste ano no Terminal da Alumar foi de 3.107.821 milhões/t, contra 1.747.055 milhões/t no mesmo período do ano passado (alta de 77,88%). Destaque para as remessas de bauxita, que saltaram de 1.221.903 milhões/t em 2010, para 2.067.752 milhões/t neste ano (alta de 69,22%). No comparativo do segundo trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, verifica-se aumento de 155,18% nas operações com alumina, de 35,76% de soda cáustica e de 27,72% de carvão e coque.
Itaqui – No caso do Porto do Itaqui, a movimentação de carga no segundo trimestre deste ano foi de 2.513.886 milhões/t, contra 2.199.279 milhões/t no mesmo intervalo do ano passado, o que significa uma alta de 14,3%. Neste caso, o relatório leva em conta apenas o desempenho do cais público (berços 101, 102, 103, 104 e 106), excluindo a movimentação do berço 105 (Píer II, da Vale). Destaque para as operações com derivados de petróleo, que alcançaram 1.977.352 milhões/t no segundo trimestre deste ano, contra 1.787.740 milhões/t no mesmo intervalo de 2010 (alta de 10,6%). A movimentação de fertilizantes também apresentou crescimento, passando de 117.201 mil/t no ano passado, para 201.649 mil/t neste ano (diferença de 72,05%). Além de derivados de petróleo e fertilizantes, o Itaqui também opera cargas de minério de manganês, alumínio, trigo, carga geral, arroz, óleo de soja, álcool, carvão, bentonita e antracita (utilizados na fabricação de alumínio), clínquer (subproduto do cimento), cimento, calcário, bauxita, ferro-gusa e malte (insumo para cervejarias).
Santos - O Porto de Santos (SP) apresentou elevação de 3,2% na tonelagem movimentada. Esse desempenho ajudou a recuperar a queda de 0,8% apresentada no primeiro trimestre. Essa recuperação se deu por conta do melhor desempenho da soja no segundo trimestre, crescimento de 8,8%, frente ao segundo trimestre de 2010. No primeiro trimestre, a movimentação de soja havia declinado em 13,7%. Embora tenha havido melhora no desempenho da movimentação de soja no segundo trimestre, Santos ainda apresenta queda de 0,7% na movimentação do produto no acumulado do ano. “Mas o que de fato tem prejudicado o desempenho de Santos é a movimentação de açúcar. No acumulado do ano, a movimentação foi 17,9% menor do que no mesmo período do ano anterior. Por outro lado, destacamos que a movimentação de contêineres e fertilizantes tem amenizado o desempenho negativo do açúcar”, comentou Serra. O peso bruto dos contêineres movimentados no porto santista aumentou 10,8% no acumulado do ano, frente a 2010. A movimentação de fertilizantes cresceu 171,7% na mesma base de comparação. “Como apontado no boletim do primeiro trimestre, esse ano houve uma tendência à antecipação das compras de fertilizantes e adubos”, lembrou Serra.
Números
- 24,9 Milhões de toneladas de carga foram movimentadas no Terminal Portuário Ponta da Madeira no segundo trimestre de 2011
- 3,1 Milhões de toneladas de carga foram movimentadas no Terminal da Alumar no segundo trimestre de 2011
- 2,5 Milhões de toneladas de carga foram movimentadas no Porto do Itaqui no segundo trimestre de 2011
Clique no link para saber mais sobre CARGAS
no Complexo Portuário do Maranhão.
Lugar: PORTOSMA
Fonte: O Estado/Redação
Data da Notícia: 14/08/2011
http://www.portosma.com.br/noticias/noticia.php?id=2583
ALLAN CK August 17th, 2011, 06:13 PM Portos e terminais do Brasil movimentam 412 milhões de toneladas no 1º semestre de 2011
http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario/portos-e-logistica/11221-portos-e-terminais-do-brasil-movimentam-412-milhoes-de-toneladas-no-1o-semestre-de-2011
58.6 milhões de ton. nos 03 portos do Maranhão, mais de 14% do volume total.
ALLAN CK August 18th, 2011, 06:06 PM Portos da Ilha mostram superáfit 2011-08-18 10:07
O volume de cargas embarcadas (exportação) no Complexo Portuário de São Luís (CPSL) foi maior do que os desembarques (importação), no primeiro semestre deste ano, de acordo com relatórios da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O complexo é formado pelo porto público organizado do Itaqui e os terminais de uso privativo (TUP) Alumar e Ponta da Madeira (Vale). Desconsiderando a movimentação da Vale, que opera praticamente com exportação, com 45.776.038 toneladas (t) no período, a soma dos superávits do Itaqui e da Alumar chega a 685.927 t.
No caso do Itaqui, os embarques para o exterior somaram 2.367.755 t, contra 2.299.942 t de produtos importados (diferença de 2,94%). Já o Terminal da Alumar, considerando apenas a modalidade de navegação de longo curso (comércio internacional) que registrou 1.185.824 t de produtos exportados e 567.710 t de cargas importadas, apresentou o melhor índice do complexo (diferença de 108,87%).
Itaqui - O Porto do Itaqui, segundo as estatísticas da Antaq, embarcou 1.399.227 t no segundo trimestre de 2010 e 1.521.488 t no mesmo período deste ano, o que significa um aumento de 8,73% no volume de exportações. No quesito importação, o porto também registrou alta, com 1.050.174 t no segundo trimestre do ano passado e 1.335.945 t no mesmo intervalo deste ano, equivalente a uma alta de 27,2%.
O relatório destaca também as operações marítimas. Neste quesito, o Itaqui movimentou 6.604.477 t no semestre, sendo 4.669.757 t na modalidade navegação de longo curso (comércio internacional) e 1.934.720 t na navegação de cabotagem (mercado interno, transporte entre portos do mesmo país ou região).
No exercício semestral, o Itaqui apresentou uma diferença de 16,36% na movimentação de granéis líquidos (principalmente derivados de petróleo), com 3.500.900 t, e de granéis sólidos (minérios, fertilizantes e grãos agrícolas), com 3.008.634 t. A movimentação de contêineres chegou a 323 TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), com 2.402 t. As operações com carga geral chegaram a 92.540 t.
Alumar - No comércio internacional, o Terminal da Alumar exportou 621.115 t de carga no segundo trimestre deste ano, contra 195.093 t no mesmo período do ano passado (diferença de 218,35%). Seguindo o comparativo análogo, as importações saltaram de 249.217 t para 294.640 t do segundo trimestre de 2010 para o mesmo intervalo deste ano (diferença de 18,22%).
A respeito da movimentação de carga do Terminal da Alumar no primeiro semestre deste ano, considerando as modalidades de operações marítimas, as cargas destinadas para a navegação de longo curso chegaram a 1.753.534 t, enquanto a navegação de cabotagem registrou 4.361.673 t, um sinal de que as operações portuárias da empresa têm maior enfoque no mercado interno. Destaque para as operações com bauxita, que chegaram a 4.156.455 t no semestre. (Fonte: O Estado do Maranhão)
http://clippingma.webnode.com.br/news/portos-da-ilha-mostram-superavit/
ALLAN CK August 19th, 2011, 04:56 AM Executivo da Petrobras reafirma que a Refinaria Premium I é prioridade
O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, reafirmou ontem que a Refinaria Premium I, em Bacabeira, não só é uma prioridade para a companhia, como necessária para atender ao crescimento da demanda por derivados de petróleo no país. De 2016 a 2020, a capacidade de refino do Brasil será elevada em mais 1,065 milhão de barris/dia, e somente o Maranhão responderá por mais da metade dessa produção, ou seja, 600 mil barris/dia.
"A Premium I será a maior refinaria da Petrobras", ressaltou Paulo Roberto Costa, durante detalhamento à imprensa sobre os projetos do Plano de Negócios 2011-2015 da companhia nas áreas de Refino, Transporte, Comercialização, Logística e Petroquímica. A apresentação ocorreu na sede da empresa.
Segundo o diretor da Petrobras, o adiamento do início da operação da primeira etapa da refinaria Premium I em dois anos - de 2014 para 2016 - foi resultado de revisões, de ajustes no Plano de Negócios da companhia, mas que o projeto é fundamental para o país.
Ele informou que a Premium I está em pleno serviço de terraplenagem - as obras foram retomadas mês passado após um logo período de inverno (de dezembro de 2010 a junho de 2011). "Temos hoje no canteiro de obras de 2.800 a 3.000 trabalhadores e 415 equipamentos realizando os serviços de terraplenagem", garantiu.
Paulo Roberto Costa disse que o cronograma de obras da refinaria será atualizado conforme o andamento dos serviços e que os recursos para a instalação da refinaria estão garantidos. O empreendimento é orçado em US$ 19,8 bilhões, maior projeto de refino da América Latina.
De acordo com o novo Plano de Negócios 2011-2015 da Petrobras, a primeira etapa da Refinaria Premium I entrará em operação em 2016, com capacidade para produzir 300 mil barris/dia de petróleo. Volume que será ampliado em mais 300 mil barris/dia em 2019 com a entrega da segunda fase.
Os 600 mil barris/dia de petróleo que serão processados pela Refinaria Premium I, em Bacabeira, equivalem hoje a um terço da atual produção brasileira de petróleo, correspondente a 1,8 milhão de barris/dia.
Investimentos - O novo Plano de Negócios da Companhia estabeleceu em US$ 74,4 milhões os investimentos nas áreas de refino, transporte e comercialização e na área petroquímica. Pelo menos 50,1% desse volume de recursos será destinado à ampliação do parque de refino.
Nesse processo de ampliação do parque de refino, além do Maranhão, a Petrobras tem projetos de refinaria nos estados do Ceará (Premium II), Pernambuco (do Nordeste) e Rio de Janeiro (Comperj).
Há 32 anos, a Petrobras não construía refinarias no Brasil. "Sem novas refinarias, vamos importar até 1 milhão de barris de diesel em 2020. Hoje, importamos 5% do que vendemos em derivados líquidos. Os EUA importam 3%. Este ano já não temos como atender ao mercado interno. Se não construirmos, importamos, gerando riqueza lá fora", ressaltou.
http://clippingma.webnode.com.br/news/executivo-da-petrobras-reafirma-que-a-refinaria-premium-i-e-prioridade/
ALLAN CK August 24th, 2011, 05:25 AM O inicio desse convênio foi feito no gov. Jacksom Lago!
23/08/2011 - 18h37
Jica apresenta relatório do projeto de expansão do Itaqui
O estudo representa a segunda fase dos trabalhos no porto maranhense, iniciada em 2009.
SÃO LUÍS - A Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) apresentou, nesta terça-feira (23), ao do Comitê Diretor formado pelas Secretarias de Estado de Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Sedinc), de Planejamento, Orçamento e Gestão (Seplan), Casa Civil e Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) o relatório da Fase II do Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica para a expansão do Porto do Itaqui.
A apresentação ocorreu na sala de reunião da vice-governadoria, no Palácio Henrique de La Rocque e contou a presença do secretário de Estado de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Maurício Macedo; do presidente da Emap, Luiz Carlos Fossati, além de representantes da Casa Civil e da Seplan.
O relatório desenvolvido pela Jica faz um diagnóstico dos aspectos técnicos e econômicos da expansão do Itaqui com a construção dos berços 98 e 99. Os dois novos berços, que segundo o estudo seriam concluídos entre 2016 e 2017, terão a característica de terminais multiuso, o que significa que podem movimentar tanto cargas gerais como granéis sólidos e líquidos.
O estudo elaborado pela Jica, que contempla a expansão da infraestrutura portuária, representa a segunda fase dos trabalhos no porto maranhense, iniciada em 2009. Segundo o Presidente da Emap, Luiz Carlos Fossati, a importância do estudo está no alinhamento dele com o planejamento estratégico que vem sendo elaborado pela Emap para os próximos 20 anos. “Hoje temos grandes projetos prestes a serem iniciados, como o berço 108 e o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), e outros já em fase de conclusão como o berço 100.
Pelos estudos da Jica o prazo de conclusão dos dois novos berços está de acordo com o nosso plano estratégico de expansão do Porto do Itaqui que vai significar um impulso ao desenvolvimento do Maranhão” afirmou Fossati. Para o secretário da Sedinc, Mauricio Macedo, a parceria com a Jica é muito importante para o Maranhão e o estudo de viabilidade técnica da expansão do Porto do Itaqui foi bem conduzido.
De acordo com Macedo, o governo, por meio da Sedinc, Emap, Seplam e Casa Civil, tem 30 dias para analisar o relatório apresentado e fazer as considerações finais. “A Emap precisa expandir o Porto do Itaqui. A economia maranhense está em processo de crescimento e o Itaqui é estratégico para o desenvolvimento do estado”, disse Macedo ao destacar a importância do estudo de expansão do porto.
O representante da Jica, Masayuki Eguchi disse que o trabalho foi satisfatório e que esse ainda é o início da cooperação entre a instituição e o governo maranhense. “Nós esperamos poder contribuir e colaborar na fase de implementação da expansão do porto”, disse o executivo. A missão da agência japonesa é detectar possíveis oportunidades de investimento em grandes projetos nos países
em desenvolvimento.
http://imirante.globo.com/noticias/2011/08/23/pagina283044.shtml
Thuin August 25th, 2011, 05:59 PM Portos da Ilha mostram superáfit 2011-08-18 10:07
O volume de cargas embarcadas (exportação) no Complexo Portuário de São Luís (CPSL) foi maior do que os desembarques (importação), no primeiro semestre deste ano, de acordo com relatórios da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O complexo é formado pelo porto público organizado do Itaqui e os terminais de uso privativo (TUP) Alumar e Ponta da Madeira (Vale). Desconsiderando a movimentação da Vale, que opera praticamente com exportação, com 45.776.038 toneladas (t) no período, a soma dos superávits do Itaqui e da Alumar chega a 685.927 t.
No caso do Itaqui, os embarques para o exterior somaram 2.367.755 t, contra 2.299.942 t de produtos importados (diferença de 2,94%). Já o Terminal da Alumar, considerando apenas a modalidade de navegação de longo curso (comércio internacional) que registrou 1.185.824 t de produtos exportados e 567.710 t de cargas importadas, apresentou o melhor índice do complexo (diferença de 108,87%).
Itaqui - O Porto do Itaqui, segundo as estatísticas da Antaq, embarcou 1.399.227 t no segundo trimestre de 2010 e 1.521.488 t no mesmo período deste ano, o que significa um aumento de 8,73% no volume de exportações. No quesito importação, o porto também registrou alta, com 1.050.174 t no segundo trimestre do ano passado e 1.335.945 t no mesmo intervalo deste ano, equivalente a uma alta de 27,2%.
O relatório destaca também as operações marítimas. Neste quesito, o Itaqui movimentou 6.604.477 t no semestre, sendo 4.669.757 t na modalidade navegação de longo curso (comércio internacional) e 1.934.720 t na navegação de cabotagem (mercado interno, transporte entre portos do mesmo país ou região).
No exercício semestral, o Itaqui apresentou uma diferença de 16,36% na movimentação de granéis líquidos (principalmente derivados de petróleo), com 3.500.900 t, e de granéis sólidos (minérios, fertilizantes e grãos agrícolas), com 3.008.634 t. A movimentação de contêineres chegou a 323 TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), com 2.402 t. As operações com carga geral chegaram a 92.540 t.
Alumar - No comércio internacional, o Terminal da Alumar exportou 621.115 t de carga no segundo trimestre deste ano, contra 195.093 t no mesmo período do ano passado (diferença de 218,35%). Seguindo o comparativo análogo, as importações saltaram de 249.217 t para 294.640 t do segundo trimestre de 2010 para o mesmo intervalo deste ano (diferença de 18,22%).
A respeito da movimentação de carga do Terminal da Alumar no primeiro semestre deste ano, considerando as modalidades de operações marítimas, as cargas destinadas para a navegação de longo curso chegaram a 1.753.534 t, enquanto a navegação de cabotagem registrou 4.361.673 t, um sinal de que as operações portuárias da empresa têm maior enfoque no mercado interno. Destaque para as operações com bauxita, que chegaram a 4.156.455 t no semestre. (Fonte: O Estado do Maranhão)
http://clippingma.webnode.com.br/news/portos-da-ilha-mostram-superavit/
Mais não-notícia do que essa manchete é difícil. A maioria dos berços do complexo portuário de São Luiz nem equipamento de desembarque tem.
ALLAN CK August 26th, 2011, 06:02 AM È verdade. Até poucos anos atrás ainda operavam no porto guindastes da década de 70 e para ser franco, acho que ainda estão por lá.
A Emap foi criada em 2001, portanto esta completanto 10 anos de funcionamento e já teve quase 10 presidentes. Um ou outro desenvolve algum projeto e quando quer pôr em prática, já esta chegando a hora de sair
Agora imagine voce se o Itaqui fosse um porto bem equipado e bem administrado, quantos milhões de toneladas estariamos movimentando? Acredito que já teriamos superado porto como o do Rio Grande que ano passado movimentou um pouco mais de 16 milhões de ton., mas isso é questão de tempo.
ALLAN CK September 2nd, 2011, 03:35 AM MARANHÃO VAI LICITAR TERMINAL DE GRÃOS
Qui, 01 de Setembro de 2011 07:34
Depois de seis anos de avanços e retrocessos, o Maranhão poderá ganhar um terminal portuário de grande porte para escoar parte da safra de soja das regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste. O Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) está orçado em R$ 262 milhões, a ser investido pelo setor privado. O Tegram está sendo planejado para movimentar 5 milhões de toneladas por ano em uma primeira etapa, a partir de julho de 2013. Em um segundo momento, o terminal pode dobrar o volume.
A ampliação terá investimentos adicionais de R$ 76 milhões, segundo cálculos da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), responsável pelo empreendimento. No total, a construção do Tegram pode somar R$ 338 milhões. Hoje, a Emap, que é ligada ao governo maranhense, publica o edital de licitação para arrendar o Tegram, projeto aguardado há anos pelo agronegócio. A abertura das propostas está prevista para 18 de outubro. O Tegram é um projeto interessante do ponto de vista logístico pela sua conexão com o sistema ferroviário.
Na licitação do Tegram vão ser oferecidos quatro lotes para arrendamento por 25 anos renováveis por igual período. Cada lote terá área total de 40.327 metros quadrados. Em cada lote serão construídos silos de armazenagem com capacidade estática para 125 mil toneladas de soja. Os ganhadores terão de formar consórcio para elaborar em conjunto o projeto de construção das estruturas de armazenagem, de recebimento e de expedição dos grãos nos navios.
"É um projeto de grande impacto para o Brasil", disse o presidente da Emap, Luiz Carlos Fossati. Ele afirmou que levantamento feito pela Emap indicou 20 empresas interessadas no projeto. O Tegram vai permitir o escoamento da soja via Ferrovia Norte-Sul (FNS), a qual se liga no trecho norte à Estrada de Ferro de Carajás (EFC), que chega ao porto do Itaqui, em São Luís, onde será implantado o projeto.
Fossati disse que na licitação cada empresa poderá ficar com um lote. Mas se alguma área não tiver proposta o ganhador de um dos outros lotes poderá fazer oferta pelo lote vazio. Na proposta de arrendamento, os concorrentes vão oferecer um valor a ser pago em parcela única, no ato de assinatura do arrendamento, a título de "oportunidade de negócio". Esse valor vai definir o ganhador. Também será feito pagamento inicial de R$ 1,88 milhão.
O ganhador se compromete a pagar R$ 1,60 por metro quadrado por mês como parcela fixa pela área total a ser arrendada. Esse pagamento será feito em 300 parcelas mensais. Outro ponto é a parcela de pagamento variável por tonelada movimentada. Essa taxa será de R$ 2,03 por tonelada em cada operação de carregamento de navio. A Emap informou que em caso de empate na licitação, entre duas ou mais propostas, a classificação se fará por sorteio em ato público com todos os licitantes sendo convocados.
Fonte: Valor
http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario/portos-e-logistica/11423-maranhao-vai-licitar-terminal-de-graos
ALLAN CK September 2nd, 2011, 04:55 AM O TEGRAM E O FUTURO
2011-09-01 09:43
A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Porto do Itaqui, publica hoje o edital de licitação para a construção do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), projeto que promete aumentar em até 20% a participação do estado (atualmente na faixa de 6%) no mercado exportador de grãos. Atualmente, o volume de produtos agrícolas embarcados no sistema portuário de São Luís e que chega pelo complexo ferroviário Carajás/Norte-Sul gira em torno de 2,5 milhões de toneladas. Em 2013, quando a primeira etapa do Tegram entrar em operação, serão cinco milhões de toneladas, para aumentar para até 15 milhões de toneladas na terceira etapa, prevista para 2024.
O Tegram é uma estrutura logística aguardada com muita expectativa pelo setor agrícola do Maranhão, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Piauí, Pará e Bahia. Esses estados atualmente respondem por praticamente metade da produção nacional, que é de 67 milhões de toneladas, conforme a última safra. A Conab projeta para o Maranhão uma safra de no mínimo 1,6 milhão de toneladas de soja para 2011.
Em relação à logística, o Maranhão tem preparado a sua infraestrutura para atender à demanda do mercado. Além do Tegram no Porto do Itaqui, a Vale já projetou a ampliação da sua área de estocagem (silos) e também da malha ferroviária do Terminal Portuário Ponta da Madeira, além da duplicação de mais de 900 quilômetros da Ferrovia de Carajás. Acrescente-se a esse cenário favorável ao Maranhão a sua posição geográfica privilegiada frente aos principais mercados internacionais do país, como China, Japão e Europa.
Vale lembrar que portos como o de Santos (SP), de Paranaguá (PR) e do Rio Grande (RS), que atualmente concentram o maior volume de exportação da soja brasileira, enfrentam problemas de logística.
Outro detalhe a se destacar em relação ao Tegram é que a maior oferta de grãos no estado pode ser o chamariz para a instalação e desenvolvimento da indústria agropecuária, visando ao beneficiamento de soja e milho e, consequentemente, um impulso para a verticalização da cadeia do agronegócio no estado com a produção e beneficiamento de carne, como frango, agregando valor ao produto consumido e também exportado pelo Maranhão.
O Tegram, enfim, é um projeto que traz otimismo ao setor agroindustrial nacional, pois inverte a logística da prestação de serviço, antes concentrada no Sul e Sudeste, para o Norte e Nordeste. O entusiasmo foi também evidente na declaração prestada ontem pelo presidente da Emap, Luiz Fossati, que sinalizou a existência de planos para a construção de um segundo Tegram no Itaqui.
A licitação e os planos para o futuro indicam, com precisão, que o Maranhão é, de fato, o polo econômico do futuro na região.
http://clippingma.webnode.com.br/news/editorial-o-tegram-e-o-futuro/
motense September 2nd, 2011, 02:25 PM ^^
Tanto o TEGRAN quanto o terminal de Contêiners serão importantes.
É preciso que esses projetos se concretizem o quanto antes.
ALLAN CK September 2nd, 2011, 05:50 PM Motense, cadê as fotos?
ALLAN CK September 2nd, 2011, 06:22 PM VOLUME DE CARGAS NO TERMINAL DA ALUMAR APRESENTA ALTA DE 55.73%
A movimentação de cargas no Terminal da Alumar, nos sete primeiros meses deste ano, foi de 7.071.997 toneladas (t), o que representa um crescimento de 55,73% em relação ao mesmo período do ano passado, que registrou 4.541.085 t. Os dois atracadouros da metalúrgica são utilizados na movimentação de carvão, coque (tipo de carvão produzido no processo de refino de petróleo), soda cáustica, alumina, bauxita e óleo combustível.
As estatísticas são da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). No quadro geral, o maior volume de carga do Terminal da Alumar foi registrado em junho, com 1.143.650 t, e o menor volume conferido em fevereiro, com 832.640 t. Em média, o desempenho da metalúrgica foi de 1.010.285 t/mês, contra 648.726 t/mês no mesmo intervalo de 2010.
No período em referência, o maior volume de carga no Terminal da Alumar foi de bauxita, com 4.746.485 t, equivalente a 67,11% da movimentação total. Em 2010, de janeiro a julho, as operações com a commodity chegaram a 3.119.685 t, o que significa uma alta de 52,14% em relação a 2011.
Neste ano, a movimentação de bauxita no Terminal da Alumar começou com 687,8 mil/t em janeiro, caindo para 585,4 mil/t em fevereiro, subindo para 764,8 mil/t em março, decrescendo para 617 mil/t em abril, novamente aumentando para 683 mil/t em maio e para 767,6 mil/t em junho e apresentando uma ligeira queda em julho, com 640,6 mil/t.
Ranking - O segundo produto de maior movimentação no Terminal da Alumar é a alumina, que nos sete primeiros meses do ano chegou a 1.457.335 t, o que significa uma alta de 77,76% em relação ao mesmo intervalo do ano passado, que registrou 819.792 t. Este ano, o mês de maior volume da commodity foi junho, com 250,8 mil/t, e o pior desempenho foi fevereiro, com 150,8 mil/t.
As operações de carvão e coque ficaram em terceiro lugar na movimentação de cargas do terminal, com 383,9 mil/t no período, o que representa uma alta de 20,26% em relação ao mesmo intervalo de 2010, que registrou 319,3 mil/t. Este ano, em média, o terminal registrou 54,8 mil/t/mês, contra 45,6 mil/t/mês no ano passado.
Pauta - A movimentação de soda cáustica no Terminal da Alumar chegou a 344,3 mil/t nos sete primeiros meses de 2011, contra 223,4 mil/t no mesmo período de 2010 (alta de 54,13%), com média de 49,1 mil/t/mês este ano e 31,9 mil/t/mês no ano passado. Neste ano, foram 38,4 mil/t em janeiro, 39,6 mil/t em fevereiro, 40 mil/t em março, 79,7 mil/t em abril (melhor desempenho), 40 mil/t em maio e também em junho e 66,4 mil/t em julho.
Por fim, completando a pauta de operações do Terminal da Alumar, as descargas de óleo combustível chegaram a 139,7 mil/t no acumulado de janeiro a julho deste ano, contra 58,8 mil/t no mesmo intervalo de 2010 (alta de 137,49%). A média deste ano ficou em 19,9 mil/t e a do ano passado em 8,4 mil/t.
Mais
A movimentação de navios mercantes no Terminal da Alumar também registrou alta nos sete primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período de 2010. Os dois atracadouros da metalúrgica receberam 200 embarcações este ano e 144 no ano passado.
FONTE: O Estado do Maranhão
motense September 3rd, 2011, 09:12 PM Motense, cadê as fotos?
Vou arrumar um tempo pra concluir.
ALLAN CK September 7th, 2011, 04:28 AM Movimentação de cargas no Itaqui pode superar as expectativas para 201116h46 - 06/09 | Emap
O Porto do Itaqui bateu novo recorde de movimentação de cargas nos berços públicos em agosto. Foram 994 mil toneladas contra 957 mil toneladas registradas em 2007, o melhor desempenho do período até então. O resultado, que já elevou em meio milhão de toneladas a previsão para 2011, é fruto da otimização da logística de terra no embarque e desembarque de cargas, na melhor qualificação dos operadores portuários, da parceria entre a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) e a comunidade portuária e na utilização de uma linha regular de contêiner.
O calcário, por exemplo, teve um crescimento de 193%, saltando de 45 mil toneladas para 131 mil. Em menos de 24 horas, a Companhia de Operação Portuária do Itaqui (Copi) operou 13.464 toneladas do produto, o que proporcionou a antecipação da saída do navio em quatro dias e a diminuição do tempo de espera na fila de navios. O calcário que vem do Canadá é utilizado na Usina de Pelotização da Vale e atende à demanda da indústria siderúrgica.
Já o fertilizante teve alta de 101%, passando de 270 mil toneladas para 544 mil toneladas. As operadoras portuárias Copi e Brazil Marítima movimentaram 23.900 toneladas de fertilizantes em menos de 72 horas, um novo recorde para o porto. A marca anterior, de 2010, era de 16 mil toneladas. “O Itaqui vem se firmando como porto importador também de fertilizante, a exemplo do que já acontece com derivados de petróleo”, explicou o diretor de Operações da Emap, Gustavo Lago.
O fertilizante que entra pelo porto é distribuído em toda a área de influência do Itaqui, que passa pelo Maranhão, Pará, Tocantins, Piauí, Bahia e Mato Grosso. O aumento da demanda por esse produto sinaliza para um crescimento da área plantada e, consequentemente, para uma maior produção de grãos nessa região. Nesse sentido, cresce a importância do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), que terá licitação, no dia 18 de outubro, e que desperta o interesse de grandes empresas de logística e do agronegócio, dentro e fora do país.
Clínquer e cimento, que também ajudaram a elevar as estatísticas do Itaqui, estão ligados ao desenvolvimento da indústria da construção civil no estado. “Essa é mais uma oportunidade de negócio no Maranhão que vai ser consolidada com a instalação de uma grande fábrica de cimento no estado”, frisou Lago.
O aumento da produtividade diária e da recepção de mais 20 navios em relação ao mesmo período do ano passado são resultados da parceria entre a Emap e a comunidade portuária. Com a melhoria na gestão operacional está sendo possível ganhar em eficiência, rapidez e segurança nas operações mesmo com a interdição do berço 101 para reforma, que deve ser finalizada em julho de 2012.
Somados ao fertilizante, calcário, clínquer, cimento, derivados de petróleo e carvão, ferro níquel, também exportado por meio de contêiner, ajudará a elevar a expectativa de movimentação anual de cargas do Itaqui de 13 para 13,5 milhões este ano. Em 2010, foram 12,6 milhões de toneladas.
http://www.ma.gov.br/agencia/noticia.php?Id=18824
ALLAN CK September 9th, 2011, 06:20 PM ESFORÇO DO GOVERNADOR DO PIAUI PODE TRAZER + CARGAS PARA O PORTO DO ITAQUI
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Dilma Rousseff quer Rio Parnaíba navegável
Sex, 09 de Setembro de 2011 07:07
Dilma Rousseff envia técnicos do Ministério dos Transportes para fazer projetos e encaminhar navegabilidade do rio Parnaíba
Por determinação da presidente Dilma Rousseff, técnicos do Ministério dos Transportes fizeram visita de vistoria ao rio Parnaíba, de Santa Filomena e Guadalupe, onde ficam as eclusas da Barragem de Boa Esperança, para levantamento de dados e detalhamento do projeto de navegabilidade do rio Parnaíba.
O projeto de navegabilidade do rio Parnaíba, através de chatas como ocorre no rio Tietê, de São Paulo, foi solicitado à presidente Dilma Rousseff pelo governador Wilson Martins, que também conversou com empresário do setor de transporte por hidrovias paera saber qual o calado necessário para o transporte de mercadorias e grãos pelas águas do rio.
O coordenador de Comunicação Social do Governo do Estado, Fenelon Rocha, afirmou que a Comissão de Técnicos do Ministério dos Transportes estão voltando ao Piauí para nova vistoria e aprofundar o detalhamento dos dados para encaminhamento do projeto de viabilidade da navegabilidade do rio Parnaíba.
Ele falou que o governador Wilson Martins aposta na navegabilidade do rio Parnaíba para o transporte de grãos da região dos Cerrados para Teresina, de onde podem sair para exportação pelos portos no Ceará, Maranhão e Pernambuco, mas também conseguir seu beneficiamento e industrialização.
Os técnicos do Ministério dos Transportes virão ao Piauí no final do mês de setembro.
A hidrovia do rio Parnaíba também pode ser usada para o transporte da produção agrícola dos municípios do Maranhão que ficam na bacia do rio.
Fonte: Meio Norte
http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario/portos-e-logistica/11550-dilma-rousseff-quer-rio-parnaiba-navegavel
ALLAN CK September 10th, 2011, 04:26 AM VALE inicia duplicação da EFC
September 06 2011
A Vale iniciou a duplicação da Estrada de Ferro Carajás nos trechos das cidades maranhenses de Santa Rita, Itapecuru Mirim, Bom Jesus das Selvas, Açailândia e Cidelândia; e na paraense, Marabá. Estão sendo efetuadas obras de terraplanagem, drenagem, construção de obras de arte especiais (bueiros, passagens de gado, passagens de veículos, etc), superestrutura. Também estão sendo instalados rabichos ferroviários, infraestrutura de sinalização, energia e telecomunicações.
Os trechos receberam a liberação do Ibama em dezembro de 2010. Atualmente, a Vale está realizando estudos complementares para a liberação dos demais trechos para obras. A mineradora não informou os prazos das obras, que estão sendo executadas pela Odebrecht.
A Estrada de Ferro Carajás tem 892 km e a expansão consiste na duplicação de 625 km de trechos da ferrovia nos estados do Maranhão e Pará. A nova linha está sendo construída na mesma faixa da linha principal. Além disso, está sendo feita a modernização do sistema de sinalização ferroviária, telecomunicações e energia da EFC.
O projeto faz parte do Programa Capacitação Logística Norte da Vale para o transporte de 230 milhões de toneladas ao ano (mtpa) a partir de 2014. No ano passado, a ferrovia transportou 104 milhões de toneladas. Para atingir sua meta de crescimento, a companhia está expandindo as estruturas no Terminal Portuário de ponta da Madeira, da Estrada de Ferro Carajás e irá construir um ramal ferroviário de 100 km ligando a mina de Canaã dos Carajás à EFC, em Parauapebas.
A ampliação da ferrovia está sendo feita para atender a demanda da mina de Carajás e, futuramente, o projeto Serra Sul, com capacidade estimada em 90 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. O projeto ainda está sujeito a licenças ambientais e aprovação do conselho de administração da Vale.
http://www.ibralog.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=125%3Avale-inicia-duplicacao-da-efc&catid=36%3Ainfraestrutura-ferrovias&Itemid=13&lang=en
ALLAN CK September 10th, 2011, 04:38 AM Grupo Atlântica dará início à obra do Estaleiro Naval do Maranhão
Ribamar Cunha
Subeditor de Economia
A partir da segunda quinzena deste mês, o grupo maranhense Atlântica, por meio de uma de suas empresas, a Internacional Marítima, dará início às obras de terraplenagem do Estaleiro Naval do Maranhão, que será construído nas proximidades do terminal de passageiros da Ponta da Espera, na área Itaqui-Bacanga. O empreendimento, que demandará investimentos de R$ 120 milhões, será instalado em parceria com a companhia holandesa Toss.
Segundo o presidente do grupo Atlântica, Luiz Carlos Cantanhede, o projeto de construção do estaleiro foi aprovado pela Marinha Mercante e já dispõe de licença concedida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) para o início das obras.
Cronograma - O Estaleiro Naval do Maranhão, previsto para iniciar as operações em setembro de 2012, terá a finalidade de construir e efetuar reparos e manutenção de embarcações de pequeno porte, como rebocadores, balsas, barcaças e lanchas. "O estado carece da oferta de serviços de reparação e manutenção de embarcações e o estaleiro vem pra ocupar esse espaço", observou o empresário Luiz Carlos Cantanhede.
Inicialmente, dos R$ 120 milhões orçados para a instalação do estaleiro, serão aplicados R$ 29 milhões na compra de equipamentos e nas primeiras obras de construção. Parte dos recursos é capital próprio e outra parte será oriunda de aporte de financiamento bancário.
De acordo com o presidente do grupo Atlântica, na fase de construção serão gerados cerca de 800 empregos diretos e 600 postos de trabalho quando o estaleiro entrar em operação. Luiz Carlos Cantanhede informou que a Internacional Marítima treinará mão de obra para trabalhar na indústria naval.
Projetos - No plano de expansão do Grupo Atlântica há a intenção de firmar mais parcerias com o objetivo de fabricar embarcações de fibra de vidro e de fornecer serviços para plataformas de exploração de petróleo (também chamado de navegação off shore).
Além de Maranhão e São Paulo, o grupo Atlântica está em Roraima, Pará, Rio de Janeiro, Tocantins, Rio Grande do Norte e Amapá, garantindo oito mil empregos. Suas oito empresas prestam serviços em diversas áreas - segurança, serviços gerais, recuperação de áreas degradadas, hotelaria, brigada de emergência, manutenção de canais marítimos, limpeza industrial, engenharia e segurança do trabalho.
Mais
A Internacional Marítima atua desde 1998 nos estados do Maranhão, Pará, São Paulo e Rio de Janeiro. Opera nas áreas de rebocagem portuária, navegação de apoio portuário e marítimo, amarração e desamarração de navios, transporte de cargas e passageiros na navegação interior de percurso longitudinal e travessia, manutenção e reparos navais, construção naval, balizamento náutico, locação, operação e manutenção de embarcações e equipamentos portuários e serviços de operação de embarcações.
FONTE: O Estado do Maranhão
http://maranhaomaravilha.blogspot.com/2011/09/grupo-atlantica-dara-inicio-obra-do.html
ALLAN CK September 15th, 2011, 06:08 PM EMAP divulga o Porto do Itaqui na Região Tocantina
2011-09-15
IMPERATRIZ - A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Porto do Itaqui, montou um estande na 11ª Feira do Comércio e Indústria de Imperatriz (Fecoimp), que teve início ontem (14) e vai até sábado (17), na Região Tocantina. Na oportunidade, o Porto do Itaqui, que participa da feira em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Indústria e Comércio (Sedinc), mostrará ao empresariado local a mais recente atividade portuária: o início das operações da linha regular de contêiner, que marca uma nova fase na história do porto maranhense significando a mudança da concepção inicial de vocação graneleira para a entrada numa seara que abrange um volume bem mais diversificado de cargas. A novidade traz para a indústria da região novas perspectivas de exportação de vários produtos do Maranhão e de regiões próximas a custos reduzidos.
Com a conclusão da Ferrovia Norte-Sul (FNS), que será interligada ao Porto do Itaqui por meio da Estrada de Ferro Carajás (EFC), o leque de oportunidades de negócios se amplia para a movimentação de cargas também do Piauí, Pará e Tocantins. Segundo o secretário de Estado do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Maurício Macedo, Imperatriz já é um grande centro de abastecimento e distribuição de produtos e está em vias de ser um centro produtor de móveis, produtos do agronegócio, entre outros.
"O que estava faltando para potencializar o desenvolvimento da região, que tem uma grande vocação industrial, era uma grande indústria. A chegada da Suzano marca o início de uma fase promissora" observa Macedo.
A presença do porto na Fecoimp se justifica pelo fato de ser reconhecida como uma importante vitrine para negócios. Criada pela Associação Comercial e Indústrial de Imperatriz, a feira faz parte do Calendário Brasileiro de Exposições & Feiras, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o que garante visibilidade nacional e internacional ao evento.
"Queremos mostrar aos potenciais clientes da região que eles serão beneficiados, principalmente os que fazem parte do grupo de empresas maranhenses de pequeno e médio porte, que poderão utilizar o porto para exportar pequenas cargas para diversos locais do mundo via contêiner", afirma Luiz Fossati, presidente da Emap.
http://clippingma.webnode.com.br/news/emap%20divulga%20o%20porto%20do%20itaqui%20na%20regi%c3%a3o%20tocantina/
ALLAN CK September 20th, 2011, 03:02 AM CENTRO-OESTE ESPERA PELO TEGRAM
2011-09-17 10:37
BRASÍLIA - A construção do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) para aumentar a capacidade de estocagem e movimentação de produtos agrícolas no Porto do Itaqui, em São Luís (MA); o andamento das obras das rodovias BR-158 e BR-163 que levarão a soja produzida em Mato Grosso aos portos no Norte e Nordeste e o panorama do setor de armazenagem no Brasil foram discutidos, nesta semana, pela Câmara Temática de Infraestrutura e Logística (CTLOG) do Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária (Mapa), sob a presidência de José Ramos Torres de Melo Filho, vice-presidente diretor da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
O anúncio da publicação do edital de licitação, em fins de agosto deste ano, que definiu as regras para selecionar as empresas que construirão quatro armazéns de grãos em Itaqui foi comemorado pelos integrantes da CTLOG.
"Desde 1992, esta é a primeira notícia de uma obra de grande vulto no porto. Os novos terminais de armazenagem proporcionarão o aumento da capacidade de exportação em 10 milhões de toneladas", explicou Torres de Melo, que também é responsável pela área de Infraestrutura e Logística da CNA.
Segundo informes da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), responsável pelo Itaqui, os novos armazéns terão capacidade para armazenar até 125 mil de toneladas de grãos, cada um. O início de operação do Tegram está previsto para ocorrer no primeiro semestre de 2013.
Na oportunidade, o representante da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja), Edeon Vaz Ferreira, mostrou o andamento das obras das rodovias BR-158 e BR-163. Segundo ele, a conclusão das obras nessas estradas facilitará o escoamento da produção agrícola da região Centro-Oeste para os portos das regiões Norte e Nordeste.
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O Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), orçado em R$ 262 milhões na primeira fase, prevê movimentar cinco milhões de toneladas de carga no primeiro ano de operação. A abertura das propostas está marcada para 18 de outubro. (Fonte: O Estado do Maranhão)
http://clippingma.webnode.com.br/news/centro-oeste-espera-pelo-tegram/
ALLAN CK September 21st, 2011, 06:03 AM Portos registraram 82,6 milhões de toneladas de janeiro a agosto
Cezar Scanssette
Editor de Portos
O Complexo Portuário de São Luís (CPSL), formado pelo porto público organizado do Itaqui e pelos terminais de uso privativo (TUP) da Alumar e Ponta da Madeira (Vale), movimentou 82.697.941 toneladas (t) de janeiro a agosto deste ano. O resultado é 13,26% maior do que o obtido no mesmo período de 2010, que registrou 73.010.147 t. Os dados são da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Itaqui.
Segundo as estatísticas deste ano, o CPSL atendeu 1.072 navios mercantes no período em referência, o que dá uma média de 134 navios/mês, com taxa de estadia de 4,41 navios/dia. Considerando o volume de carga, o sistema portuário movimentou, em média, 340.320 t/dia.
O principal produto da pauta portuária de São Luís é o minério de ferro, que registrou 60,4 milhões/t no período em referência, contra 55,6 milhões/t no mesmo intervalo do ano passado (diferença de 8,68%). Os embarques de minério de ferro correspondem a 73,13% da movimentação total do CPSL e são realizados no Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM), formado por três atracadouros de navios, denominados Píer I, Píer III/Norte e Píer III/Sul. A mineradora também utiliza em suas operações o berço 105 do Porto do Itaqui, também chamado de Píer II.
A bauxita ficou em segundo lugar na pauta portuária de São Luís, com 5,5 milhões/t, equivalente a 6,68% da movimentação do sistema portuário. No comparativo com o mesmo intervalo de 2010, que registrou 3,6 milhões/t, verifica-se um crescimento de 50,9%. A bauxita é produto de maior movimentação do Terminal da Alumar, com dois atracadouros de navios, localizado a 10 quilômetros ao sul do Porto do Itaqui.
A movimentação de derivados de petróleo no Porto do Itaqui ocupou o terceiro lugar na pauta de operações do CPSL, com 4,8 milhões/t, equivalente a 5,91% do resultado geral. No comparativo do resultado de janeiro a agosto de 2010, percebe-se pouca diferença (1,58%) em relação ao desempenho deste ano.
Fechando a lista dos produtos de maior movimentação do CPSL, o volume de embarques de pelotas (aglomerados de minério de ferro) chegou a 3,3 milhões/t nos oito primeiros meses deste ano, o que significa 4,1% do resultado geral. No comparativo com o mesmo intervalo de 2010, que registrou 2,5 milhões/t, verifica-se uma alta de 35,86%. Ressalte-se que, no ano passado, não foram registradas operações com pelotas em janeiro e em fevereiro.
Pauta - Destaque também para a movimentação de soja no TPPM, que ocupou o quinto lugar na pauta de operações do CPSL. O produto chegou a 1,8 milhão/t de janeiro a agosto deste ano, contra 1,5 milhão/t no mesmo período de 2010 (diferença de 16,24%). Na sequência ficou a alumina, cujo volume de embarques correspondeu à sexta maior operação de carga do CPSL no período em referência, com 1,6 milhão/t este ano, contra 901 mil/t nos oito primeiros meses de 2010 (alta de 81,14%).
A movimentação de ferro-gusa este ano (de janeiro a agosto) também apresentou alta em relação ao mesmo intervalo de 2010, passando de 955 mil/t para 1,31 milhão/t, equivalente a uma diferença de 37,87%. No caso das operações com minério de manganês, oitavo produto da pauta do CPSL, houve uma diminuição do volume carregado, passando de 1,17 milhão/t em 2010 para 1,11 milhão/t este ano, o que representa uma queda de 4,87%.
Os desembarques de fertilizantes no Porto do Itaqui ficaram em nono lugar na pauta de operações do sistema portuário. Foram 544,9 mil/t de janeiro a agosto deste ano, contra 270,3 mil/t no mesmo período de 2010 (alta de 101,6%). Em décimo lugar na pauta do CPSL em ordem de volume ficou a movimentação de carvão/coque, com 446,9 mil/t.
http://maranhaomaravilha.blogspot.com/2011/09/portos-registraram-826-milhoes-de.html
ALLAN CK September 22nd, 2011, 05:59 PM Itaqui terá R$ 772 milhões para aplicar em projetos de expansão
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Os projetos de expansão da logística portuária do Itaqui foram apresentados pelo presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Luiz Fossati, durante a abertura da 5ª Semana de Administração de Empresas (Sead), da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). Para uma plateia de mais de 300 futuros administradores, o gestor falou sobre os desafios da modernização e ampliação da cadeia logística do complexo portuário do Itaqui e da necessidade de qualificação da mão de obra local. Intitulada A logística empresarial em um novo cenário de investimentos e desenvolvimento no Maranhão, a 5ª Sead tem por objetivo discutir a logística do estado.
Nos próximos dois anos, de 2011 a 2013, serão investidos no Complexo Portuário de São Luís cerca de R$ 772 milhões provenientes de recursos próprios, federais e privados. A expansão da cadeia logística visa atender a crescente demanda dos empreendimentos que somam mais de R$ 120,2 bilhões de investimentos em terras maranhenses. Para a capital São Luís, os recursos estão na ordem de R$ 25,3 bilhões. Cerca de 10 mil empregos serão gerados com as obras de melhorias no porto.
"São necessários agilidade, competitividade, segurança e confiança para atender a enorme demanda de negócios na área portuária nos próximos anos", ressaltou Luiz Fossati. Ele ministrou a palestra magna, intitulada A logística empresarial em um novo cenário de investimentos e desenvolvimento no Maranhão, abrindo a Semana de Administração.
Expansão do Porto do Itaqui deverá refletir o desenvolvimento do MA
Estimativa de alta nas operações de carga inclui a diversificação de produtos no estado
O Porto do Itaqui é estratégico e funciona como o motor de desenvolvimento para o estado, segundo o presidente da Emap, Luiz Fossati. De janeiro a agosto de 2011, já foram movimentadas quase 10 milhões de toneladas e a projeção para o ano é de 13,5 milhões de toneladas, com perspectiva de até 62,5 milhões de toneladas nos próximos anos, até 2020. Mas, para que isso aconteça, foi traçado um planejamento para o Itaqui até 2030.
Entre as ações estratégicas está o fortalecimento da área de qualidade com ênfase na logística portuária; expansão da infraestrutura; aumento da produtividade com a modernização de equipamentos, capacitação técnica de funcionários e fomento à conteinerização mediante implantação de um terminal de contêiner, previsto para Itaqui.
Investimentos da ordem de R$ 126 milhões oriundos da Emap serão destinados para vários projetos de melhoria da infraestrutura portuária, entre eles a pavimentação e ampliação de pátios, construção do novo armazém, pavimentação das retroáreas, modernização do sistema de combate a incêndio, entre outras melhoria.
Recursos federais somando R$ 396 milhões serão designados à construção do berço 100 e alargamento do cais sul (Serveng), recuperação dos berços 101/102 (consórcio CNO/AG), dragagem (consórcio Camargo/Serveng) e para a construção do berço 108.
Entre os investimentos destaca-se o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), que destinará R$ 262 milhões na primeira fase de instalação do projeto que prevê movimentação de até 5 milhões de toneladas de grãos a partir do segundo semestre de 2013.
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A 5ª Sead visa elevar a qualidade do ensino da Administração, através de palestras, minicursos e apresentação de trabalhos científicos. É uma oportunidade para se atualizar nos conceitos científicos e práticos, como forma de sintonia com o horizonte de desenvolvimento que se desenha no Maranhão, com a chegada de grandes investimentos, como a Refinaria Premium I, a ampliação do Porto do Itaqui e a fábrica de celulose da Suzano, em fase de instalação no sul do estado.
FONTE: caderno Portos de O Estado do Ma.
http://maranhaomaravilha.blogspot.com/2011/09/itaqui-tera-r-772-milhoes-para-aplicar.html
ALLAN CK September 28th, 2011, 05:12 AM ITAQUI MOVIMENTOU 9,5 MILHÕES DE TONELADAS DE CARGAS EM 8 MESES
2011-09-27 17:31
Cezar Scanssette
Editor de Portos
OPorto do Itaqui movimentou 9.535.920 toneladas (t) de carga no período de janeiro a agosto deste ano, o que representa uma alta de 13,68% em relação ao mesmo intervalo do ano passado, que registrou 8.388.374 t. Os dados são da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Itaqui. Considerando o desempenho geral, o resultado deste ano indica uma movimentação média de 1.191.990 t/mês e de 39.242 t/dia.
As estatísticas correspondem às operações nos atracadouros públicos (berço 101, 102, 103, 104 e 106) e também do berço 105, arrendado à Vale, que o denomina Píer II, que passou a movimentar cargas não exclusivas da mineradora desde o início deste ano. O atracadouro é utilizado em geral para operações com ferro-gusa e soja, embora tenham sido registrados embarques de milho e cobre no período. No total, as operações no berço 105 chegaram a um volume de 3.248.681 t, o que equivale a 34,06% da movimentação global.
Ressalte-se que é no berço 105 que se concentram os embarques de soja no sistema portuário de São Luís (CPSL), que alcançaram um volume de 1.819.578 t de janeiro a agosto deste ano. Além da soja, o atracadouro foi utilizado para carregamentos de ferro-gusa (1.149.930 t), cobre (242.349 t) e milho (36,8 mil/t).
No caso da soja e de outros produtos agrícolas, há no Itaqui uma perspectiva de redirecionamento da movimentação para o berço 103, que será utilizado nas operações do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), projeto em fase de licitação e que deve entrar em funcionamento no início de 2013, com previsão de movimentar até cinco milhões de toneladas de carga no primeiro ano.
Público - Considerando a movimentação dos atracadouros públicos, o Itaqui chegou à marca de 6.287.239 t nos oito primeiros meses deste ano, equivalente a um aumento de 6,08% em relação ao mesmo período de 2010, que registrou 5.926.675 t.
Neste contexto, destaque para as operações com derivados de petróleo, que compõem o maior volume de carga do porto, com 4.890.463 t no período em referência, o que corresponde a 51,28% do resultado global. Em segundo lugar ficaram os desembarques de fertilizantes, com 544.946 t, equivalente a 5,71% do quadro geral. Foram também registrados embarques de ferro-gusa no cais público do Itaqui, com 168 mil/t, bem como de calcário e bauxita que, somados os resultados, chegaram a 131,9 mil/t.
Destaque também para as operações com carga geral, com 103,6 mil/t, bem como de arroz, com 87,1 mil/t. As operações com bentonita e antracita, produtos utilizados na indústria do alumínio, chegaram a 80,4 mil/t. A movimentação de cimento e de clínquer (insumo utilizado na fabricação do cimento) alcançaram a marca de 80,2 mil/t.
Navios - De janeiro a agosto deste ano, o Porto do Itaqui recebeu 499 navios mercantes, sendo 54 no berço 105 e 445 nos demais atracadouros, de acordo com os relatórios da Emap. Na média, o porto recebeu 62,3 navios/mês e 2,05 navios/dia. Em relação à taxa de estadia, o Itaqui apresentou um desempenho de 11,68 horas/navio. Em relação ao mesmo intervalo do ano passado, que registrou 468 navios atendidos, verifica-se uma alta de 6,62%.
Ressalte-se que, pelo menos nos últimos três meses, o berço 101 registrou pouca movimentação de carga e/ou descarga, e mais para abastecimento de outros navios. O atracadouro é mais utilizado em operações com gás liquefeito de petróleo (GLP), que foram transferidas para os demais berços do Itaqui, por causa das obras de construção do berço 100 (em andamento), para evitar risco de acidentes.
FONTE: JORNAL O ESTADO, ED 17941, ECONOMIA
http://clippingma.webnode.com.br/news/itaqui%20movimentou%209,5%20milh%C3%B5es%20de%20toneladas%20de%20carga%20em%208%20meses/
ALLAN CK September 29th, 2011, 05:56 AM 9.535.920 / 8 = 1.191.990 x 12= 14.303.880
É isso. O porto poderá atingir essa marca, que não é histórica, isto porque em 2001 movimentou 15.149.033 ton.Era o 1º ano da administração da EMAP, mas com certeza ainda comprindo os contratos firmados pela CODOMAR.
ALLAN CK September 29th, 2011, 05:59 AM SONHO DISTANTE
FERROVIA TRANSNORDESTINA PODERÁ LIGAR OS PORTOS DE ITAQUI, PECÉM E SUAPE
A idéia é levar ramais até Teresina e viabilizar o escoamento do cerrado pelo porto do Itaqui, no Maranhão
Lideranças políticas e empresariais piauienses defendem a ligação da ferrovia em Eliseu Martins, no Cerrado, até Teresina, para facilitar o escoamento da produção agrícola até a zona portuária de São Luís, pela linha da Companhia Ferroviária do Nordeste
A ferrovia Transnordestina, empreendimento projetado para interligar o Cerrado piauiense aos portos de Pecém (CE) e Suape (PE), poderá ter um ramal de ligação com o Porto do Itaqui, em São Luís (MA), de acordo com a proposta de lideranças políticas e empresariais do Piauí. Se concretizada essa ideia, a Transnordestina vai integrar os maiores portos do Nordeste. Além disso, em reforço a essa proposta, a Câmara de Vereadores de Campina Grande (PB), pleiteia junto ao Executivo paraibano que reivindique do Governo Federal uma ligação ferroviária do Porto de Cabedelo à Transnordestina, a fim de compor uma rede de integração com Suape, Pecém e Itaqui.
No Piauí, a Transnordestina vai chegar até o município de Eliseu Martins, região de cerrado, para receber a produção agrícola e de minérios do Sul do estado e de regiões vizinhas, a partir de 2013. O assunto foi discutido na primeira quinzena deste mês, quando representantes da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) tiveram uma audiência na Secretaria de Fazenda do Piauí para discutir o processo de instalação da ferrovia.
Na ocasião, os representantes Transnordestina Logística também falaram da construção de um ramal entre Palmerais (próximo ao Rio Parnaíba) e Teresina (capital) para o escoamento da produção da Suzano Papel e Celulose. “O ramal se conectaria até a malha já existente. Faríamos o trecho de ligação da fábrica Suzano até a linha da CFN que passa por Teresina para escoar a produção no Porto de Itaqui, no Maranhão”, disse o diretor administrativo financeiro da Transnordestina, Ricardo Fernandes.
Paraíba – No início deste mês, a Câmara Municipal de Campina Grande (PB), através do vereador-presidente Nelson Gomes (PRP), defendeu gestões junto ao governador Ricardo Coutinho e à bancada federal do seu estado no Congresso Nacional para contemplar a Paraíba com a Transnordestina. Para Gomes, um ramal da Transnordestina é adequado para a interligação do Porto de Cabedelo aos portos de Pecém, Suape e Itaqui. Na ocasião, disse Nelson Gomes, cujo requerimento foi aprovado por unanimidade que é necessário contemplar com um ramal do empreendimento a Paraíba, pois a integração de Cabedelo aos demais portos nordestinos elevará a capacidade de escoamento da produção nessas localidades e beneficiará toda a Região Nordeste.
Mais - A ferrovia Transnordestina, pelo projeto atual, vai ligar a região Sul do Piauí aos portos de Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco, facilitando o escoamento da produção. A ferrovia tem 1.728 km de extensão, sendo 420 km em território piauiense. Na totalidade, a obra está orçada em R$ 5,4 bilhões, sendo R$ 1,2 bilhão investido no Piauí.
Lugar: PORTOSMA
Fonte: O Estado
Data da Notícia: 29/09/2011
http://www.portosma.com.br/noticias/noticia.php?id=2606
ALLAN CK September 29th, 2011, 06:15 AM UNIÃO VAI NEGOCIAR CONTRATOS DE 16 PORTOS
Qua, 28 de Setembro de 2011 08:10
O governo federal renegociará os contratos de todos os portos que têm a administração delegada a Estados, municípios e à iniciativa privada, para ter mais influência na gestão e dividir os investimentos em obras como dragagem e ampliação de capacidade.
A revisão deverá abranger 16 portos, que receberam quase 93 milhões de toneladas de mercadorias no ano passado, o equivalente a 32% do movimento total no sistema. O Valor apurou que a prioridade do governo é mexer nos contratos de três terminais: Paranaguá (PR), Rio Grande (RS) e Itaqui (MA). Mas também estão na lista portos como Imbituba (SC), único concedido até agora ao setor privado, e São Francisco do Sul (SC), cujo contrato com o governo catarinense já expirou e foi renovado ontem, em caráter provisório, por mais oito meses.
O processo de repactuação deverá começar no primeiro semestre de 2012, tão logo a Secretaria de Portos receba a versão final dos estudos que compõem o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP), um diagnóstico dos investimentos e das necessidades de ampliação nos terminais brasileiros pelos próximos 20 anos.
A União quer indicar representantes próprios - não necessariamente o presidente - nas diretorias-executivas dos portos delegados e participar mais ativamente da gestão. Também pretende transformar esses portos, que normalmente funcionam como superintendências dos governos estaduais ou municipais, em sociedades de economia mista, a exemplo do que ocorre já com as 18 companhias docas.
O ministro-chefe da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, recebeu sinal verde do Palácio do Planalto para levar adiante a revisão. Na avaliação do governo, há portos delegados que não cumprem à risca a exigência de reinvestir integralmente o lucro obtido com as tarifas. Em alguns casos, as receitas portuárias entram em um caixa único das prefeituras ou dos Estados, gerando confusão no momento de definir o orçamento para obras nos terminais.
Em casos extremos, embora isso deva ser mais exceção do que regra, a União poderá retomar a gestão dos portos. Trata-se de um assunto em que auxiliares diretos da presidente Dilma Rousseff preveem alto potencial de atrito com governos estaduais e municípios.
Para evitar desgaste antecipado, o governo faz segredo sobre os portos em que avalia que o mau desempenho operacional poderá levar à medida mais extrema, de retomada da administração. Na maioria dos casos, porém, a intenção é fazer uma renegociação pacífica, com o objetivo de "compartilhar investimentos e obrigações", segundo definiu um interlocutor de Dilma.
A análise do Planalto é que a União assumiu sozinha obras relevantes nos portos delegados, no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e é injusto não participar da gestão dos terminais. "Hoje temos uma relação distante com esses portos. Não queremos essa distância", comentou o auxiliar da presidente.
No porto de Rio Grande, transferido ao governo gaúcho, foram investidos R$ 462,4 milhões no prolongamento dos molhes em 1,3 milhão de metros cúbicos. O aprofundamento dos canais de Itajaí, sob gestão da prefeitura, está sendo bancado com recursos federais. Em Itaqui, cuja administração compete ao Maranhão, a União aplicou R$ 73 milhões em dragagem do canal de acesso e assumiu a maior parte do investimento na recuperação de um berço e na construção de outro.Com o plano de logística portuária em mãos, o governo federal espera ter um raio-X completo das ampliações de capacidade necessárias nas próximas duas décadas. Além das obras em si, pretende identificar onde há riscos de "sobreposição de investimentos". Ou seja, evitar que dois portos próximos - ou com a mesma vocação - façam obras desnecessárias e entrem em "concorrência predatória". Cada autoridade portuária tem liberdade para definir suas tarifas. Assim, acredita-se que será possível otimizar os recursos disponíveis.
Com esse diagnóstico, a União quer discutir uma divisão dos investimentos com os governos estaduais e municipais responsáveis pelos portos delegados. Estudo recente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou a necessidade de investir R$ 42,8 bilhões em 265 obras para superar os gargalos atuais da infraestrutura portuária. Segundo o estudo, o PAC cobre apenas 23% das necessidades totais. "Esse fato reforça o entendimento de que é fundamental que as obras do PAC sejam executadas segundo seus cronogramas físicos, isto é, sem atrasos, para que o país não passe por um colapso do sistema portuário nos anos à frente", constatou o Ipea.
Em Paranaguá, maior porto delegado do Brasil, com 34,3 milhões de toneladas movimentadas em 2010, a renegociação é encarada com tranquilidade, segundo Airton Vidal Maron, superintendente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa). "Hoje todas as nossas ações são coordenadas com o governo federal."
Para o superintendente, "é justo que a União esteja inserida na administração", já que ela participa dos investimentos. Hoje, a relação é "harmônica", tanto com a Secretaria de Portos, quanto com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), mas nem sempre foi assim, disse Maron. Um contrato de delegação negociado em 2001 e com validade de 25 anos (renováveis por mais 25 anos) transferiu a administração de Paranaguá para o governo paranaense.
O advogado Fábio Alves Moura, do escritório FHCunha e especialista em infraestrutura, observa que, "em geral, as cláusulas dos contratos de delegação são bastante vagas e não especificam condições objetivas de operação", o que pode dificultar uma renegociação. Para ele, o sistema portuário não conseguiu acompanhar o crescimento da demanda nos últimos anos, apresentando "custos altos e eficiência operacional reduzida". "O próprio modelo, com portos públicos, privados e delegados, traz alguma confusão", diz.
Fonte:Valor Econômico/ Daniel Rittner | De Brasília
http://www.portosenavios.com.br/site/noticiario/portos-e-logistica/11853-uniao-vai-renegociar-contratos-de-16-portos
ALLAN CK October 1st, 2011, 06:19 AM MAIS 2 MILHÕES DE CARGAS RUMO AO ITAQUI
SUZANO ENERGIA RENOVÁVEL TERÁ DUAS FÁBRICAS NO MARANHÃO
Por Stella Fontes | Valor
SÃO PAULO - A Suzano Energia Renovável, empresa da Suzano Papel e Celulose que vai produzir e comercializar pellets de madeira para produção de energia, terá duas fábricas no Estado do Maranhão. Segundo o presidente da companhia, André Dorf, a terceira unidade fabril prevista no primeiro ciclo de implantação da Suzano Energia Renovável também deverá ficar no Nordeste.
Ontem à noite, a Suzano Papel e Celulose anunciou a assinatura de um protocolo de intenções com o governo do Maranhão, com previsão de aportes de R$ 1 bilhão. O montante é referente a duas das três unidades fabris previstas na primeira fase da Suzano Energia Renovável, que se encerra em 2014. Num segundo momento, que se estende até 2020, serão erguidas outras duas fábricas.
Cada uma das unidades do Maranhão terá capacidade instalada para 1 milhão de toneladas anuais de pellets de madeira, que serão exportados, especialmente para a Europa. A escolha daquele Estado, conforme Dorf, levou em conta a disponibilidade e o preço da terra e a infraestrutura logística, entre outros fatores. “Em termos de transporte, economizamos cinco ou seis dias de frete marítimo em relação ao Sudeste”, conta.
Pesou ainda o relacionamento da Suzano Papel e Celulose com o governo estadual. A companhia está construindo uma fábrica de celulose branqueada de eucalipto em Imperatriz, no Maranhão, cujas operações serão iniciadas no fim de 2013. Conforme Dorf, não há sinergia física entre os projetos. “São localidades opostas”, diz. Para a Suzano Energia Renovável, já foi comprada área para plantio de florestas suficiente para abastecer mais de uma fábrica.
Conforme o executivo, a Suzano segue trabalhando na estrutura de capital da Suzano Energia Renovável, que deverá receber um sócio. Porém, outras alternativas também estão em análise — a definição, por enquanto, é a de que o controle permanecerá nas mãos da Suzano.
(Stella Fontes | Valor)
http://www.valor.com.br/empresas/1029554/suzano-energia-renovavel-tera-duas-fabricas-no-maranhao
Alcântarense October 11th, 2011, 08:38 PM Terminal de grãos do MA deve sair do papel após 7 anos
SÃO PAULO - Idealizado em 2004 e prometido para 2007, o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), no Porto de Itaqui, deve finalmente sair do papel. Após sucessivos adiamentos, no próximo dia 18, às 10 horas, a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) abre os envelopes das companhias interessadas na licitação para a construção de quatro silos no local, com capacidade estática para 500 mil toneladas.
O edital foi publicado em agosto, após a aprovação definitiva do projeto pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e, de acordo com o presidente da Emap, Luiz Carlos Fossati, cerca de cem empresas nacionais e internacionais se interessaram pelo empreendimento. "Esperamos que entre 20 e 25 delas participem da licitação", afirmou em entrevista à Agência Estado.
O investimento na primeira fase soma R$ 262 milhões, para quatro armazéns com capacidade estática de 125 mil toneladas cada (base soja). As empresas vencedoras, uma por lote, poderão explorar o negócio por 25 anos, renováveis por mais 25, e serão responsáveis pela operacionalização do projeto, incluindo o sistema de recepção e expedição da carga. Se tudo correr dentro do cronograma, esta primeira fase deverá entrar em operação no final de 2013, com capacidade para movimentar 5 milhões de toneladas ao ano. A expectativa é que a terraplenagem seja iniciada já no último trimestre deste ano e as obras comecem no primeiro semestre de 2012. Na segunda fase, a movimentação pode chegar a 10 milhões de toneladas por ano. O objetivo, segundo Fossati, é elevar a participação de Itaqui na exportação nacional de soja dos atuais 3% para 20%.
A construção do Tegram é necessária para que o porto maranhense eleve sua capacidade de embarque de grãos, hoje realizada por uma estrutura mantida pela Vale, em Ponta da Madeira, e com capacidade limitada a cerca de 2 milhões de t por ano. O empreendimento é considerado por representantes do agronegócio do Centro-Oeste do País como fundamental para baratear o custo de transporte dos grãos dessa região para os mercados externos. Atualmente, cerca de 80% da soja exportada pelo Brasil sai pelos portos de Paranaguá e Santos.
De acordo com Edeon Vaz Ferreira, gerente da Comissão de Logística da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja) e coordenador do Movimento Pró-Logística, o escoamento por Itaqui poderia reduzir em 20% o custo do transporte da soja - hoje em US$ 120 por tonelada - na região nordeste de Mato Grosso, inicialmente a mais beneficiada pela obra.
Acesso - Embora positiva, a construção de Tegram terá que ser acompanhada de uma série de outras obras para que a soja do Centro-Oeste, maior produtor nacional, chegue a Itaqui. Edeon Vaz lembra que ainda faltam acessos ferroviários e rodoviários que liguem as várias regiões de Mato Grosso ao porto. Enquanto algumas das obras necessárias estão em curso, outras têm apenas a fase inicial do projeto em curso.
Ele cita, por exemplo, a construção da Ferrovia de Integração Centro-Oeste, cuja primeira fase deve ser concluída apenas em 2014, e depois sua interligação com a Ferrovia Norte-Sul. É necessária também a pavimentação de 180 km da BR-080, que pode ligar o nordeste de Mato Grosso até Itaqui, via ferrovia Norte-Sul. Os projetos ambiental, básico e executivo dessa obra devem ficar prontos apenas no segundo semestre de 2012.
O nordeste de Mato Grosso, região mais beneficiada por esse conjunto de obras, fica a cerca de 1.700 km de Itaqui e a 2.100 km de Paranaguá. Ferreira destaca que, quando tudo estiver pronto e em operação, a principal diferença será o transporte por ferrovia na maior parte do trajeto. "Serão apenas 350 km de transporte por rodovia", afirmou. Hoje produtor de cerca de 800 mil toneladas de soja, o nordeste mato-grossense deve colher cerca de 2 milhões de t na safra 2013/14. "A região poderá agregar mais três milhões de hectares de plantio sobre pastagem, caso esse corredor de exportação se realize", previu. Já o Maranhão produz atualmente 1,6 milhão de toneladas da oleaginosa, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento.
O agronegócio responde hoje por 23,5% da movimentação total do Porto de Itaqui, que cresceu 14,6% entre janeiro e setembro deste ano, para 10,8 milhões de toneladas, ante o mesmo período de 2010. A expectativa da Emap é atingir 13,5 milhões de t em 2011. Os embarques de soja nos nove primeiros meses do ano aumentaram 72%, para 1,2 milhão de toneladas. Já os desembarques de fertilizantes cresceram 97,8%, para 661 mil t.
http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,terminal-de-graos-do-ma-deve-sair-do-papel-apos-7-anos,87698,0.htm
ALLAN CK October 20th, 2011, 05:41 AM JUSTIÇA FEDERAL SUSPENDE LICITAÇÃO DO TEGRAM APÓS AÇÃO DE EMPRESA
2011-10-19 09:42
A 5º Vara Federal da Seção Judiciária do Maranhão notificou ontem a Comissão Especial de Licitação da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) determinando a suspensão da sessão de abertura de envelopes com as propostas das companhias interessadas na construção e exploração comercial do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram). Mesmo com o processo suspenso, a Emap divulgou as empresas credenciadas a participar do processo de licitação [tendo em vista que a notificação ocorreu somente após a sessão ter sido encerrada] e informou que adotará as providências legais cabíveis para dar prosseguimento à concorrência.
A notificação e intimação que determinaram a suspensão do processo foram expedidas pelo juiz federal José Carlos do Vale Madeira, da 5ª Vara Federal da Seção Judiciária no Estado do Maranhão, após ação impetrada pela empresa Cosan Operadora Portuária S.A.
A Emap informou que outras duas ações movidas pelas empresas Bunge e Cargil, na Justiça Federal, em Brasília, e na Justiça Estadual, no Maranhão, respectivamente, tiveram os pedidos de liminar indeferidos.
De acordo com o presidente da companhia, Luiz Carlos Fossati, a Emap vai recorrer da ação para dar prosseguimento ao processo licitatório, pela importância que o projeto representa para o agronegócio nacional. Ele afirmou que uma nova data deverá ser marcada para a abertura das propostas de preços e análise dos documentos de habilitação das empresas interessadas. "Estamos confiantes de que, após os esclarecimentos a serem fornecidos pela Emap, a Justiça identificará a regularidade dos procedimentos adotados e já previamente aprovados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU)", assegurou.
Segundo a Emap, as empresas interessadas na construção e exploração comercial do Tegram, apresentaram ontem as propostas comerciais para a participação do processo de licitação dos lotes I, II, III e IV do projeto.
Foram credenciadas as companhias Granol Indústria Comércio e Exportação S.A., CGG Trading S.A., Novaagri Infra-Estrutura de Armazenagem e Escoamento Agrícola S.A e a Glencore Serviços e Comércio de Produtos Agrícolas LTDA. Participam ainda o Consórcio Crescimento, formado pelas empresas Louis Dreyfus Commodities Brasil S.A e Amaggi Exportação e Importação LTDA, e pelo Consórcio Interalli, formado pelas empresas Interalli Administração e Participações S.A., CBL Companhia Brasileira de Logística S.A. e pela FSF Administração e Participações LTDA.
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/justi%C3%A7a%20federal%20suspende%20licita%C3%A7%C3%A3o%20do%20tegram%20apos%20a%C3%A7%C3%A3o%20de%20empresa/
ALLAN CK October 20th, 2011, 05:54 AM PETROBRÁS VAI CONSTRUIR MAIS UM BERÇO NO ITAQUI
19/10/2011
A Petrobras está negociando com a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) a construção e o arrendamento do berço 108 do Porto de Itaqui para a movimentação de granéis líquidos, como derivados de petróleo. A informação é do secretário-executivo da Secretaria Especial de Portos (SEP), Mário Lima, que palestrou ontem no Pernambuco Petroleum Business, que será encerrado hoje em Ipojuca (PE). A Emap, porém, não confirma as negociações.
O contrato de arrendamento da área deve ter validade de 25 anos, podendo ser renovado pelo mesmo período. O berço será operado pela Transpetro, braço logístico da petroleira. Atualmente, todos os berços públicos do Itaqui podem operar derivados de petróleo. No entanto, os berços 104 e 106 são os que mais recebem combustíveis da Petrobras.
As empresas do sistema Petrobras e a Emap estudam agora um processo de individualização da operação de derivados no Itaqui. Ainda não há prazo para a conclusão dos estudos.
A Petrobras deve utilizar a área para exportar derivados produzidos pela refinaria Premium I, que está sendo construída no município de Bacabeira. A unidade está na fase de terraplanagem. As obras estão a cargo da empresa mineira Fidens. Orçada em US$ 20 bilhões, a Refinaria Premium I terá capacidade de refino de 600 mil barris/dia e inauguração prevista para 2014.
Licitação - Em junho deste ano, a Emap anunciou que, inicialmente, a licitação do berço 108 do Porto do Itaqui seria realizada pela Secretaria Especial de Portos (SEP) e o gerenciamento da construção do atracadouro também ficaria a cargo da instituição. Posteriormente, o presidente da Emap, Luiz Carlos Fossati, havia afirmado que tentava articular junto à SEP, com o apoio do Governo do Estado, a confirmação do aporte de R$ 80 milhões a serem investidos na construção de um novo berço exclusivo para granéis líquidos e a prerrogativa de conduzir todo o processo licitatório, previsto para meados de agosto, além de todo o gerenciamento da obra.
Na época, Fossati havia afirmado também que a consolidação do novo berço iria alavancar a capacidade de operação com granéis líquidos do Porto do Itaqui. Uma audiência com o ministro Leônidas Cristino (SEP) aconteceu em Brasília (DF), naquele mês, e contou com a participação de deputados da bancada maranhense e de representante do Governo do Estado no Distrito Federal, Marco Antônio Taccolini.
O berço 108, dedicado para granéis líquidos, vai movimentar de 3 milhões a 4 milhões de toneladas por ano, o que significará um aumento de cerca de 40% na capacidade operacional do Itaqui. Esse tipo de carga corresponde hoje a mais de 50% das movimentações totais no porto maranhense.
Mais
O novo berço do Itaqui representa a geração de mais oportunidades de investimento na área de derivados de petróleo com a ampliação do parque de tancagem. Cenário favorável para a expansão das empresas como o que já acontece com o Terminal Marítimo do Maranhão (Temmar) e a Odfjell Terminals (Granel Química) que já operam no porto.
FONTE:JORNAL O ESTADO DO MARANHÃO
http://maranhaomaravilha.blogspot.com/2011/10/petrobras-vai-construir-mais-um-berco.html
ALLAN CK October 28th, 2011, 06:02 AM UMA ETAPA VENCIDA
19h20 - 27/10 | Emap
SUCESSO NA LICITAÇÃO DO PRIMEIRO LOTE DO TERMINAL DE GRÃOS DO MARANHÃO
As propostas comerciais das empresas licitantes relativas ao Lote I do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) foram conhecidas, nesta sexta- hoje (27), em sessão pública realizada pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), que considera o processo como bem sucedido. A Novaagri Infraestrutura de Armazenagem e Escoamento Agrícola S.A ofertou um valor de oportunidade de negócio de R$ 62 milhões, sendo classificada como a maior proposta. Uma nova sessão, com data ainda não definida, será realizada para abertura dos envelopes contendo os documentos de habilitação e as propostas comerciais para os Lotes II, III e IV.
Para este primeiro Lote, além da Novaagri, a CGG Trading S.A. ofereceu R$ 25,5 milhões, a Glencore Serviços e Comércio de Produtos Agrícolas Ltda, R$ 21,7 milhões, e o Consórcio Crescimento, formado pelas empresas Louis Dreyfus Commodities Brasil S.A e Amaggi Exportação e Importação Ltda, a quantia de R$ 15,1 milhões.
A empresa Granol Indústria Comércio e Exportação S.A., apesar de ter feito o credenciamento de seu representante na sessão realizada no último dia 18 foi excluída do certame, uma vez que não entregou os envelopes com as propostas comerciais e documentos de habilitação.
Já o Consórcio Interalli, formado pelas empresas Interalli Administração e Participações S.A., CBL Companhia Brasileira de Logística S.A. e pela FSF Administração e Participações Ltda, foi desclassificado da concorrência porque não identificou os envelopes com as propostas comerciais dos lotes licitados, impossibilitando a regular abertura e análise dos documentos pela Comissão de Licitação.
Apesar do êxito da licitação, que já realizou duas sessões, e do claro interesse das empresas participantes na instalação do Tegram demonstrado pelos valores ofertados, empresas que detém o monopólio do mercado de grãos no estado e que não estão participando do processo, permanecem tentando, através de medidas judiciais, inviabilizar a concretização do arrendamento do Tegram.
"Fica clara a intenção de algumas empresas em barrar a construção de um projeto que é de vital importância para o agronegócio nacional e que trará um grande impacto para o desenvolvimento econômico de várias regiões do país", destacou o presidente da Emap, Luiz Carlos Fossati, que considerou um sucesso o resultado do processo licitatório, até aqui, com a abertura das propostas comerciais para o primeiro lote.
Tanto a Bunge quanto a Cargill já movimentam grãos utilizando instalações que possuem dentro da área do Terminal Portuário da Vale, em São Luís, e exportam pelo berço 105 do Porto do Itaqui, atualmente arrendado à mineradora. As instalações da Bunge compreendem um armazém e um silo com capacidade estática de 50.000 e 23.000 toneladas, respectivamente.
No caso específico da Bunge, já há um contrato de arrendamento celebrado com a Emap desde 97 e cujo objeto é o arrendamento de uma área medindo mais de 29 mil m² com a finalidade de instalar uma indústria de extração e refino de óleo de soja e produção de margarinas e que, no entanto, nunca saiu do papel. Em função disso, foi proposta uma ação de rescisão contratual com reintegração de posse.
http://www.ma.gov.br/agencia/noticia.php?Id=19994
Alcântarense November 9th, 2011, 09:06 PM Porto do Itaqui alia crescimento à responsabilidade ambiental
SÃO LUÍS - A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), administradora do Porto do Itaqui, comemora mais uma conquista: obteve este ano todas as licenças ambientais da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema). Por meio dessas autorizações, a Emap garante a viabilidade ambiental dos projetos que ampliam e melhoram a infraestrutura do Itaqui. Um crescimento pautado na sustentabilidade, contribuindo para o desenvolvimento social e crescimento econômico do Maranhão.
A licença de operação do Itaqui foi renovada pela Sema e tem validade de dois anos. “Isso significa que todos os projetos estratégicos do porto estão em consonância com os princípios da sustentabilidade ambiental”, enfatizou Luiz Carlos Fossati, presidente da Emap. Nos próximos dois anos, de 2011 a 2013, serão investidos no Complexo Portuário de São Luís cerca de R$ 772 milhões provenientes de recursos próprios, federais e privados. A expansão da cadeia logística visa atender a crescente demanda dos empreendimentos. Cerca de 10 mil empregos serão gerados com as obras de melhorias no porto. A concessão das licenças ambientais pela Sema é o pontapé inicial para que os projetos sejam implementados.
“O Itaqui está entre os cinco portos licenciados no Brasil, consequência dos trabalhos realizados de forma planejada no intuito de cumprir todas as exigências dos órgãos ambientais”, ressaltou o coordenador de meio ambiente da Emap, Daniel Aroucha.
Projetos
O mais importante projeto atualmente no Porto do Itaqui, o Tegram, com processo de licitação em curso, também já teve a sua licença de instalação renovada com validade até 2012. A construção do berço 100, que atenderá o Tegram em sua segunda fase e que será entregue no segundo semestre do ano que vem, está dentro dos padrões ambientais exigidos pela legislação. A obra de recuperação do berço 102, em andamento, está em dia com os órgãos ambientais.
Outra concessão da Secretaria Estadual foi a aprovação para a instalação do berço 108, que será exclusivo para operação de granéis líquidos e que aumentará a capacidade operacional do Porto do Itaqui em mais de 50%, movimentado entre 3 e 4 milhões de toneladas/ano. A nova estrutura irá ampliar a movimentação de derivados de petróleo no porto maranhense, que hoje já totaliza mais de 50% do total de suas operações.
A empresa Suzano Celulose, que instalará um terminal na área do Complexo Portuário de São Luís para escoamento de sua produção, também terá todo o processo de regularização ambiental, como licenciamento, estudos ambientais e autorizações, com o suporte da Emap.
http://imirante.globo.com/noticias/2011/11/09/pagina290472.shtml
ALLAN CK November 10th, 2011, 05:17 PM A Suzano Celulose está passando por uma grave crise de individamento. Pelo menos, o que parece, a empresa não cogita parar as obras da fábrica de Celulose em Imperatriz. Com a crise e mais o anúncio da construção do Terminal Portuário do Mearim em 2012, espero que a Suzano não desista do seu Terminal Portuário no Itaqui.
ALLAN CK November 24th, 2011, 04:42 AM VALE MOVIMENTOU 87,3 MI DE TONELADAS DE JANEIRO A OUTUBRO
2011-11-23 10:53
Volume de carga deste ano é 7,63% maior do que o alcançado no mesmo período do ano passado em Ponta da Madeira
De janeiro a outubro deste ano, a Vale movimentou 87.381.654 toneladas (t) de carga no Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM), que integra três atracadouros (Píer I, Píer III/Norte e Píer III/Sul), bem como o berço 105 do Porto do Itaqui, arrendado à mineradora, que o denomina Píer II. No comparativo com o mesmo período de 2010, que registrou 81.190.690 t, verifica-se um crescimento de 7,63%.
De acordo com as estatísticas da empresa, o maior volume de carga este ano foi de minério de ferro, que chegou a 77.462.723 t no período, o que equivale a 88,64% da movimentação total da empresa. Além disso, o TPPM registrou o embarque de 4.334.878 t de pelota (minério de ferro usinado), o que representa 4,96% do resultado geral.
O terceiro produto de maior movimentação no TPPM é a soja, que chegou a um volume de 2.350.777 t no período em referência. Em geral, os embarques de soja são concentrados no Píer II. Como destaque, as estatísticas indicam uma queda de 50,5% na movimentação de soja no comparativo dos resultados de setembro e de outubro deste ano, que registraram 297.021 t e 197.354 t, respectivamente.
Em quarto lugar na movimentação de carga do TPPM, as remessas de minério de manganês alcançaram a marca de 1.466.357 t, de janeiro a outubro deste ano (o relatório excetua as operações da commodity no Porto do Itaqui). Entretanto, considerando os dois últimos meses da estatística em referência, percebe-se uma queda de 130,3% nas operações, passando de 260.298 t em setembro para 113.011 t em outubro.
Alta - As remessas de ferro-gusa passaram de 73.007 t em setembro para 150.201 em outubro deste ano, o que equivale a uma alta de 105,7%. No acumulado do ano, os embarques do produto chegaram a 1.442.883 t, o que significa o quarto maior volume de operações do terminal.
Considerando o resultado do último bimestre, verifica-se uma alta também na movimentação de cobre, que passou de 27.019 t em setembro para 54.668 t em outubro (crescimento de 102,3%). A movimentação total da commodity no acumulado do ano chegou a 324.036 t. (Fonte: O Estado do Maranhão)
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/vale-movimentou-87-3-mi-de-toneladas-de-janeiro-a-outubro/
Alcântarense November 30th, 2011, 12:35 AM Emap planeja colocar o Porto do Itaqui entre os 10 maiores do mundo
O porto maranhense deverá saltar dos atuais 12,6 milhões de toneladas movimentadas em 2010, o segundo do país, para 79,7 milhões de toneladas em 2020 e assim alcançar a liderança nacional em granéis sólidos e líquidos. A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), que trabalha no desenvolvimento e implementação do Planejamento Estratégico do Porto do Itaqui, quer torná-lo de classe mundial. O Itaqui é hoje o principal indutor do crescimento econômico do Maranhão, que tem previsão de investimentos da ordem de R$ 120 bilhões até 2016.
Para atender demandas atuais e futuras, a Emap atualiza o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) e o Programa de Arrendamento, investe na expansão da infraestrutura portuária, na modernização de equipamentos e no fomento de cargas em contêiner.
Atualmente, 50% da movimentação de carga no Porto do Itaqui são de derivados de petróleo, o que deve sofrer um incremento de 40% com a entrada em operação de um novo berço, de número 108, cujo processo de construção, no valor de R$ 80 milhões, será conduzido pela Emap.
O Plano de Negócios da empresa prevê uma nova matriz de carga com ampliação de linha regular de contêiner; a entrada em funcionamento do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), no final de 2013, cujo processo licitatório está em andamento; e com a introdução de novos produtos como celulose e pellets, da empresa Suzano Papel e Celulose. A descarga de carvão para a MPX e de cobre e níquel para a Vale também influenciarão nesses números.
Dos R$ 120 bilhões esperados em investimentos, R$ 25,3 bilhões têm São Luís como destino e impactam direta ou indiretamente na atividade portuária. Mais de R$ 600 milhões estão sendo aplicados diretamente no Porto do Itaqui, como a construção de novos berços, reformas estruturais, Tegram e dragagem. Investimentos da Termoelétrica MPX Itaqui, da Vale e da Alumar, a duplicação da BR 135 pelo DNIT, uma fábrica de cimentos da Votorantim e a implantação da Dimensão Aços Planos também integram a lista.
Para atender a expectativa de crescimento do estado, a Emap elegeu um modelo de gestão que equilibra as questões econômica, política, social, cultural e ambiental. O Itaqui, por exemplo, está entre os cinco portos do país a possuir a renovação de todas as licenças ambientais para os principais projetos que estão sendo implementados.
Nos próximos 20 anos, há pelo menos 90 novos projetos que estão sendo vistos pela Emap como oportunidades de inovação. "Nosso objetivo é elevar o Complexo Portuário à categoria World Class (classe mundial), ter a liderança brasileira na movimentação de granéis sólidos e líquidos e o compromisso de gerar 6.500 empregos diretos e 32 mil indiretos", destacou o presidente da Emap, o executivo Luiz Carlos Fossati. Ele participou, nesta terça-feira (29), como palestrante do I Seminário Internacional "Logística: Base para o Desenvolvimento Sustentável", edição Maranhão, realizado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
Até 2030, quando a meta é atingir uma movimentação de 149,7 milhões de toneladas por ano, a previsão é que o Porto do Itaqui acompanhe as tendências globais competitivas entre os portos, esteja alinhado ao desenvolvimento do Maranhão e do país, seja globalizado com prioridades locais e se transforme em um polo industrial e de logística funcionando 24 horas por dia.
http://www.ma.gov.br/agencia/noticia.php?Id=20637
ALLAN CK November 30th, 2011, 05:12 PM NOVO PÍER PARA ITAQUI
2011-11-30 11:07
O ministro dos Portos anunciou investimento de R$ 80 milhões para agilizar a movimentação de derivados de petróleo, como álcool, óleo diesel e gasolina.
Nos próximos dias, será assinada autorização da construção do berço 108 do Porto do Itaqui. A previsão é que certame ocorra até o fim do ano. A informação foi dada pelo ministro dos Portos, José Leônidas Menezes Cristino, durante a abertura do I Seminário Internacional “Logística, base para o desenvolvimetno sistentável”, promovido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
O aporte de recursos para a obra será de R$ 80 milhões, e o novo berço do Itaqui será instalado ao norte do Porto. A idéia é utilizá-lo para movimentar granéis líquidos, como álcool, óleo diesel, gasolina e outros derivados do petróleo.
Estima-se que a área movimente de 3 milhões a 4 milhões de toneladas por ano de produtos, um aumento de aproximadamente 40% na capacidade operacional do Itaqui. Esse tipo de carga corresponde hoje a mais de 50% das movimentações totais no porto maranhense.
Segundo Leônidas Cristino, que apresentou o painel !Logística brasileira sob a ótica do setor portuário”, o novo berço do Itaqui representa a geração de mais oportunidades de investimento na área de derivados de petróleo com a ampliação do parque de tancagem. Cenário favorável para a expansão das empresas como o que já acontece com o Terminal Marítimo do Maranhão (Temmar) e a Odfjell Terminals (Granel Química), que já operam no porto.
“Esta obra integra o conjunto de ações que visam expandir e modernizar as instalações do Porto do Itaqui, afinal de contas, o Maranhão está se desenvolvendo e seu complexo portuário está entre os sete mais estratégicos do país”, declarou o ministro, informando que ao todo, estão sendo investidos R$ 206 milhões no Itaqui.
Também está em andamento, com 70% das obras concluídas, a ampliação do cais sul, que inclui a cosntrução do berço 100, a ser utilizado em uma segunda fase do Projeto do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram). Na primeira fase, será usado o berço 103, já existente.
Evento
Desde ontem, representantes do setor aquaviário, empresários, estudantes universitários, pesquisadores e a sociedade têm discutido políticas públicas e estratégias para desenvolvimento da logística do Brasil, no I Seminário Internacional “Logística, base para o desenvolvimento sustentável”.
O evento, que ocorre até hoje, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, é realizado pela Antaqu com apoio do governo do estado e tem como objetivo apresentar e discutir modelos, experiências e soluções voltadas para o desenvolvimento e melhoria da relação porto/cidade.
Personagem da notícia
O diretor- geral da Antaq, Fernando Fialho, explicou que a escolha de São lUís para sediar o primeiro seminário deu-se pelas suas potencialidades logísticas. Complexo Portuário de São Luís (Itaqui, Ponta da Madeira e Porto da Alumar) e sua localização geográfica privilegiada, que o colocou entre os sete mais estratégicos do país. “Usar melhor as nossas hidrovias, a cabotagem na costa brasileira é melhor alternativa”, disse o diretor- geral da Antaq.
Atualmente, no estado, a Agência trabalha o projeto de navegação dos rios Mearim e Itapecuru, ainda em fase de elaboração. “Estamos realizando as análises preliminares, como o levantamento de profundidade e navegabilidade dos rios, além de ações de executividade relativas às matas ciliares, entre outros aspectos”, afirmou.
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/novo-pier-para-itaqui/
ALLAN CK December 1st, 2011, 05:12 PM EMBARQUE MAIOR DE GRÃOS
2011-12-01 10:11
Movimentação de soja e milho deve superar a marca recorde deste ano em 2012 e para isso foram investidos R$ 130 milhões
2012 é o ano do desenvolvimento no Maranhão, segundo economistas. Pelo menos, em termos de escoamento de produção, as projeções conferem. Segundo Marcello Spinelli, diretor de logística da Vale, a empresa estima movimentar no Complexo Portuário de São Luís, mais de 3 milhões de toneladas de grãos, em especial, soja, no ano vindouro. A declaração foi dada ontem, no último dia do I Seminário Internacional “Logística, base para o desenvolvimento sustentável”, promovido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
De acordo com Marcello, atualmente são escoados pelos portos do estado, cerca de 2,2 milhões de toneladas de grãos ao ano, números que a Vale pretende superar ainda mais nos próximos anos.
A pretensão é tornar a suficiência do sistema para abarcar a produção maranhense, e boa parte dos estados do Tocantins, Pará e oeste da Bahia. “Queremos chegar a casa das 8 milhões de toneladas logo na primeira fase de implantação do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram)”, afirmou o diretor de logística.
Para abranger este novo volume de produção que será movimentado, a Vale tem investido em logística e infraestrutura. Um dos investimentos foi o Novo Armazém no Terminal Portuário da Ponta da Madeira (TPPM), com um aporte de recursos da ordem de R$ 130 milhões, aumentando a capacidade do sistema norte do Porto. Assim se chegará a uma capacidade estática de grãos de, em média, 240 mil toneladas.
“Não podemos fazer infraestrutura quando a demanda já esta no gargalo. Temos que nos antecipar e é isso que estamos fazendo”, declarou Spinelli.
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/embarque%20maior%20de%20gr%c3%a3os/
ALLAN CK December 1st, 2011, 05:17 PM PEDRO BRIT VISITA PORTO DO ITAQUI
O diretor da ANTAQ, Pedro Brito, visitou nesta quarta-feira (30) o Porto de Itaqui, em São Luís, onde foi recebido pelo presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Luiz Carlos Fossati, e por toda sua diretoria.
Brito conheceu as obras em execução e os novos projetos, que deverão levar o porto maranhense a aumentar o volume de cargas movimentadas dos atuais 12,6 milhões de toneladas, em 2010, para 79,7 milhões de toneladas, em 2020.
“A EMAP trabalha no desenvolvimento do planejamento estratégico do porto para torná-lo de classe mundial”, enfatizou Fossati ao presidente da ANTAQ.
Hoje, o complexo portuário de São Luís é o principal indutor do crescimento econômico do Maranhão, que tem previsão de investimentos da ordem de R$ 120 bilhões até 2016. E para atender às demandas atuais e futuras, a Emap atualiza o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) e o Programa de Arrendamento, investe na expansão da infraestrutura, na modernização de equipamentos e no fomento de cargas em contêineres.
O diretor da ANTAQ visitou as obras de construção do berço 100, que atenderá ao projeto do TEGRAM em sua segunda fase e que será entregue no segundo semestre do ano que vem. A movimentação de grãos poderá dobrar, chegando a 10 milhões de toneladas/ano.
O Plano de Negócios da empresa prevê uma nova matriz de carga, com a ampliação da linha regular de contêiner. A introdução de novos produtos, como celulose e pellets, da empresa Suzano Papel e Celulose, a descarga de carvão para a MPX e de cobre e níquel para a Vale também influenciarão no aumento do volume de cargas. Nos próximos 20 anos, há pelo menos 90 novos projetos que estão sendo vistos pela Emap como oportunidades de inovação.
http://www.antaq.gov.br/Portal/Noticias_Det.asp?DSTitulo=&IDNoticia=22389
Alcântarense December 5th, 2011, 11:33 PM Emap conclui licitação para construção do Terminal de Grãos
empresas vencedoras da licitação ofertaram juntas o montante de R$ 143,1 milhões.
SÃO LUÍS - A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) anuncia, nesta segunda-feira (5), os vencedores do processo de licitação para arrendamento e construção dos quatro primeiros lotes do Terminal de Grãos (Tegram), localizado no Porto do Itaqui, em São Luís, no Maranhão. Com a construção, o Porto do Itaqui, que hoje movimenta 2 milhões de toneladas de grãos anualmente, terá capacidade para escoar 5 milhões de toneladas de grãos a partir do final de 2013. Na segunda fase do projeto, a capacidade deve dobrar para atingir 10 milhões de toneladas. Ao todo, serão investidos R$ 322 milhões pela iniciativa privada.
As empresas vencedoras da licitação ofertaram juntas o montante de R$ 143,1 milhões. A NovaAgri Infra-Estrutura de Armazenagem e Escoamento Agrícola S.A ofereceu R$ 62 milhões; a Glencore Serviços e Comércio de Produtos Agrícolas Ltda, R$ 35,4 milhões; a CGG Trading S.A, R$ 25,5 milhões; e o Consórcio Crescimento, integrado pelas empresas Louis Dreyfus Commodities Brasil S.A e Amaggi Exportação e Importação Ltda, a quantia de R$ 20,2 milhões.
Atualmente, cerca de 80% da soja exportada pelo Brasil passa pelos portos de Paranaguá e Santos, que enfrentam gargalos de logística. Porém, com a produção de grãos crescente no Centro-Oeste e na região Sul do Maranhão e no Piauí, somada a maior oferta de hidrovia e ferrovias de integração, possibilitará o surgimento de uma nova lógica da exportação de soja no país. Quando o Tegram estiver funcionando com sua capacidade plena, projeta-se que cerca de 11,5 % da produção do país poderá passar pelo Porto do Itaqui. “O novo terminal mudará o eixo de exportação de grãos do país. Conseguiremos baratear o custo do transporte dos grãos produzidos no Centro-Oeste que são direcionados para exportação. Será um grande avanço para a infraestrutura portuária do país e contribuirá para que o Brasil possa continuar aumentando ano a ano suas exportações”, diz Luiz Carlos Fossati, presidente da Emap.
Pela sua localização, no Nordeste do país, o Porto do Itaqui também traz vantagens como a proximidade tanto dos estados produtores de grãos quanto dos mercados consumidores, como China, Japão e Europa. Uma viagem do Porto de Paranaguá ao Porto de Rotterdam (Holanda), por exemplo, demora de 17 a 18 dias. Já, se for feita a partir do Porto de Itaqui, o trajeto dura, no máximo, 14 dias.
Projeto
Após a assinatura do contrato, as empresas vencedoras terão 30 dias para a constituição de um consórcio entre elas, e três meses para submeterem o projeto de engenharia à aprovação da Emap. Na sequência, poderão começar a construção dos armazéns e sistemas de recepção e expedição, que constituem a primeira fase do Tegram.
Cada uma das empresas terá direito a arrendamento de um dos lotes por 25 anos, renováveis por igual período. Em cada lote, cuja área total é de 40.327 metros quadrados, serão construídos silos com capacidade estática para armazenar 125 mil toneladas de soja. A previsão é que as obras se iniciem no primeiro semestre de 2012 e que o terminal entre em operação no final de 2013. Nessa etapa, o Tegram já atingirá a capacidade de movimentar 5 milhões de toneladas de grãos anualmente.
Paralelamente, com investimentos de R$ 167 milhões do Governo Federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento, está sendo construído o berço 100. Essa infraestrutura, com conclusão prevista para maio de 2012, permitirá o desenvolvimento da segunda fase do projeto e atingirá a marca dos 10 milhões de toneladas por ano.
As empresas deverão se consorciar para operacionalização de todo o sistema. Elas serão responsáveis pela operacionalização do projeto, incluindo todo o sistema de recepção e expedição de cargas. Cada uma deverá contribuir, como parcela fixa e mensal pela área total a ser arrendada, com R$ 1,60 por metro quadrado utilizado. Além disso, as empresas se comprometem a pagar uma taxa de R$ 2,03 por tonelada movimentada em cada operação de carregamento.
Sobre o Porto de Itaqui:
Em operação desde a década de 70, o Porto do Itaqui é administrado há 10 anos pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). Atualmente, emprega 122 profissionais e em 2010 registrou 12,6 milhões de toneladas movimentadas, 9,76% a mais que em 2009. A previsão é que em 2030 esse número chegue a cerca de 150 milhões de toneladas.
As principais cargas movimentadas são: derivados de petróleo, alumínio, cobre, etanol, ferro-gusa, farelo de soja, minério de manganês, soja, antracita, arroz, carga geral, calcário, feritlizante, fluoreto, GLP, óleo vegetal, trigo, trilhos e contêineres além das atividades de apóio à prospecção offshore de petróleo.
Sobre o Terminal de Grãos:
. Terminal de Grãos do Maranhão poderá movimentar 5 milhões de toneladas de grãos por ano a partir do final de 2013;
. Obra muda o eixo de exportação de grãos do país;
. Investimento total da iniciativa privada será de R$ 322 milhões;
. Empresas vencedoras ofertaram juntas R$ 143,1 milhões pela oportunidade do negócio.
http://imirante.globo.com/noticias/2...na292757.shtml
Alcântarense December 7th, 2011, 01:04 AM Obras de terminal em Itaqui devem começar até maio
A Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) confirmou ontem os vencedores da licitação para os três lotes remanescentes para a construção e administração do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), no porto de Itaqui, em São Luís.
Conforme o Valor antecipou ontem, Glencore, CGG Trading e Consórcio Crescimento (formado pela francesa Louis Dreyfus Commodities (LDC) e a Amaggi Exportação) vão se juntar à NovaAgri, que arrematou o primeiro lote do projeto.
Juntas, as empresas ofereceram R$ 143,1 milhões pelo direito de explorar o terminal por um período de 25 anos, renováveis por mais 25. A NovaAgri deu o maior lance, R$ 62 milhões, acompanhada de longe pela suíça Glencore, com uma oferta de R$ 35,4 milhões. A CGG Trading S.A (braço da Cantagalo General Grains, controlada pelo grupo têxtil Coteminas) pagou R$ 25,5 milhões e o Consórcio Crescimento, R$ 20,2 milhões. Cada uma deverá pagar uma parcela fixa e mensal de R$ 1,60 por metro quadrado utilizado e mais R$ 2,03 por tonelada movimentada em cada operação de carregamento.
A previsão é que as companhias invistam R$ 322 milhões em conjunto na construção da infraestrutura necessária para escoar até 10 milhões de toneladas de grãos. A meta é começar a operar no fim de 2013, com 50% da capacidade total e um investimento mínimo de R$ 262 milhões.
Luiz Carlos Fossati, presidente da Emap, diz que o contrato com as empresas vencedoras será assinado dentro de 30 dias. A partir de então, elas terão até três meses para concluir o projeto e submetê-lo à aprovação da Emap. "O objetivo é que as obras comecem entre abril e maio", afirma.
O Tegram é considerado estratégico para o escoamento da produção de grãos dos Estados do Centro-Oeste, Norte e Nordeste, que hoje enfrenta uma longa - e custosa - viagem até os portos do Sul e Sudeste. Quando estiver funcionando com plena capacidade, calcula Fossati, o Tegram poderá escoar até 11% da produção agrícola do país. Sua licitação foi alvo de ações na Justiça por parte de Cosan, Bunge e Cargill, que questionaram a viabilidade financeira do empreendimento - destas, apenas a Cargill mantém a ação.
O Porto de Itaqui movimenta cerca de 12,5 milhões de toneladas de cargas por ano, com grande participação de derivados de petróleo e metais. Os planos de crescimento são ambiciosos. Segundo Fossati, os projetos em andamento visam a elevar esse número a 80 milhões de toneladas em 2020. (GFJ)
http://www.valor.com.br/empresas/1124410
ALLAN CK December 7th, 2011, 11:57 PM Fotos do navio graneleiro, com problemas de rachaduras no casco, na Baia de São Marcos
http://noticias.uol.com.br/album/111206_cargueirovale_album.jhtm?abrefoto=2#fotoNav=9
ALLAN CK December 29th, 2011, 03:55 AM EXPERIÊNCIA DA EMAP COM TEGRAM, SERVE DE BENCHMARK PARA OUTROS PORTOS
A Companhia Docas do Pará quer licitar projeto semelhante ao Terminal de Grãos do Maranhão.
O êxito na condução do processo licitatório do Terminal de Grãos do Maranhão (TEGRAM), cujas empresas vencedoras foram conhecidas no início deste mês, está despertando o interesse de administrações de outros portos que pretendem executar projetos similares. Hoje (21/12), o presidente da Companhia Docas do Pará, Carlos José Ponciano da Silva, reuniu-se com o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP), Luiz Carlos Fossati.
Em janeiro de 2012, a EMAP assinará contrato com as empresas vencedoras do certame e no mês seguinte as mesmas formarão um consórcio. Entre fevereiro e julho é o prazo que as empresas que irão explorar o TEGRAM têm para elaborar o projeto executivo do terminal. O documento deverá ser submetido à aprovação da EMAP até agosto, quando iniciam as obras de construção do empreendimento. O início da operação, com previsão de movimentação de 5 milhões de toneladas/ano, é final de 2013. Em uma segunda fase, o TEGRAM terá a sua capacidade duplicada.
“Temos o projeto para construção de um terminal de grãos no Pará com capacidade para 10 milhões de toneladas anuais. A vinda ao Maranhão é para aprendermos com a experiência adquirida com o TEGRAM”, disse o presidente da CDP, Carlos José Ponciano da Silva. Ele explicou que a carga que deverá ser destinada ao estado vizinho é oriunda da área de influência da hidrovia do Tocantins e que não compete com o Maranhão, já que a maioria dos grãos que serão exportados via Itaqui chegarão pelo modal ferroviário.
Os portos do Norte e Nordeste do país, segundo o presidente da EMAP, Luiz Carlos Fossati, desempenham um papel importante na lógica do escoamento da produção agrícola nacional já que representam uma economia no valor do frete, menos tempo de viagem e menor impacto ambiental se comparado à logística de escoamento por outros portos brasileiros. Ele acrescentou ainda que há uma grande demanda reprimida tanto no que se refere ao plantio em áreas já disponíveis quanto aos grãos já produzidos.
“Mesmo com a entrada em operação dos terminais de grãos no Maranhão e no Pará, que juntos terão capacidade para 20 milhões de toneladas/ano, portos como o de Santos, em São Paulo, e Paranaguá, no Paraná, ainda manterão a hegemonia no escoamento do agronegócio brasileiro”, lembrou Ponciano.
http://www.emap.ma.gov.br/frmNoticiaDetalhe.aspx?id_noticia=5443
ALLAN CK December 29th, 2011, 03:58 AM NOVO BERÇO AMPLIARÁ A CAPACIDADE DO PORTO ITAQUI EM 40%
18h42 - 28/12 | Emap
O edital de licitação da construção do berço 108 foi publicado, nesta quarta-feira (28), pela Comissão Central Permanente de Licitação (CCL) do Governo do Maranhão. A licitação está marcada para ocorrer no dia (3) de fevereiro de 2012. A empresa vencedora deverá iniciar a obra, que tem 14 meses para ser concluída, ainda no primeiro semestre do próximo ano. O Termo de Compromisso que garante o repasse de R$ 70 milhões do Governo Federal para construção de um novo berço no Porto do Itaqui já foi assinado. O píer 108, como é chamado, será totalmente dedicado à movimentação de granéis líquidos. O empreendimento aumentará em 40% a capacidade do porto maranhense em operar com derivados de petróleo.
O Porto do Itaqui já é um dos maiores entrepostos de derivados de petróleo do Norte e Nordeste do país. De janeiro a novembro deste ano, já foram movimentadas 6,5 milhões de toneladas de granéis líquidos. Isso representa cerca de 50% de toda a movimentação no Itaqui. Além de abastecer o mercado interno, os derivados seguem para outros estados via cabotagem, a navegação entre portos marítimos nacionais.
“Com a construção de um novo berço, teremos um incremento em torno de 40% na nossa movimentação de derivados de petróleo, o equivalente a 2,5 milhões de toneladas”, informou o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária, Luiz Carlos Fossati. Ele acrescentou que o convênio com a Secretaria de Portos é uma demonstração da confiança na capacidade da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) em conduzir grandes projetos com impacto na economia do estado.
Entre outros benefícios para o Maranhão, a movimentação de derivados de petróleo como gasolina, querosene de aviação e óleo diesel, representa uma das maiores arrecadações para o estado do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
A entrada em operação está prevista para o segundo semestre de 2013. Antes disso, em maio de 2012, o berço 100, que será utilizado posteriormente em uma segunda fase do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), entrará em operação. As duas obras integram um conjunto de ações e projetos que visam expandir e adequar às instalações portuárias do Itaqui.
http://www.ma.gov.br/agencia/noticia.php?Id=21238
Alcântarense December 29th, 2011, 06:17 PM Novo berço ampliará a capacidade do Itaqui em 40%
SÃO LUÍS - O edital de licitação da construção do berço 108 foi publicado, nesta quarta-feira (28), pela Comissão Central Permanente de Licitação (CCL) do Governo do Maranhão. A licitação está marcada para ocorrer no dia (3), de fevereiro de 2012. A empresa vencedora deverá iniciar a obra, que tem 14 meses para ser concluída, ainda no primeiro semestre do próximo ano.
O Termo de Compromisso que garante o repasse de R$ 70 milhões do Governo Federal para construção de um novo berço no Porto do Itaqui já foi assinado. O píer 108, como é chamado, será totalmente dedicado à movimentação de granéis líquidos. O empreendimento aumentará em 40% a capacidade do porto maranhense em operar com derivados de petróleo.
O Porto do Itaqui já é um dos maiores entrepostos de derivados de petróleo do Norte e Nordeste do país. De janeiro a novembro deste ano, já foram movimentadas 6,5 milhões de toneladas de granéis líquidos. Isso representa cerca de 50% de toda a movimentação no Itaqui. Além de abastecer o mercado interno, os derivados seguem para outros Estados via cabotagem, a navegação entre portos marítimos nacionais.
“Com a construção de um novo berço, teremos um incremento em torno de 40% na nossa movimentação de derivados de petróleo, o equivalente a 2,5 milhões de toneladas”, informou o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária, Luiz Carlos Fossati. Ele acrescentou que o convênio com a Secretaria de Portos é uma demonstração da confiança na capacidade da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) em conduzir grandes projetos com impacto na economia do estado.
Entre outros benefícios para o Maranhão, a movimentação de derivados de petróleo como gasolina, querosene de aviação e óleo diesel, representa uma das maiores arrecadações para o estado do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
A entrada em operação está prevista para o segundo semestre de 2013. Antes disso, em maio de 2012, o berço 100, que será utilizado posteriormente em uma segunda fase do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), entrará em operação. As duas obras integram um conjunto de ações e projetos que visam expandir e adequar às instalações portuárias do Itaqui.
http://imirante.globo.com/noticias/2...na294862.shtml
Alcântarense January 1st, 2012, 08:01 PM Movimentados 159 navios de carga este mês
O Complexo Portuário de São Luís, que integra o Porto do Itaqui, o Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM/Vale) e o Porto da Alumar, num total de 11 atracadouros, recebeu 159 navios no mês de dezembro deste ano. Os dados são do sítio eletrônico da empresa de praticagem Pratimar.
De janeiro a agosto deste ano, o complexo portuário movimentou 82.697.941 toneladas (t) de cargas. O resultado é 13,26% maior do que o obtido no mesmo período de 2010, que registrou 73.010.147 t. Os dados são da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Porto do Itaqui.
O Porto do Itaqui, segundo os dados da Pratimar, foi o que mais recebeu embarcações em dezembro, com o registro de 59 operações. O berço 104, o mais movimentado do porto, recebeu 18 graneleiros, seguido pelos berços 106 e 102/Centro, com 14 operações cada. O atracadouro 103/Norte operou 11 navios.
De acordo com a Pratimar, o Terminal Portuário Ponta da Madeira movimentou 51 navios este mês. Do total, 18 navios foram operados no Pier III Sul e outros 15 no Pier I, os dois de maior movimentação. O Pier III Norte operou 13 navios e o Pier II trabalhou com cinco embarcações no período.
O porto da Alumar operou 32 navios em dezembro. Destes, 19 no Pier II e 13 no Pier I. No campo "outros portos", com destaque ao terminal pesqueiro, a Pratimar destaca a movimentação de 14 embarcações no período, o que completa a movimentação portuária de 159 navios.
Balanço - Até o mês de agosto, o complexo portuário de São Luís havia movimentado 82.697.941 toneladas (t) de cargas. O principal produto foi o minério de ferro, que registrou 60,4 milhões/t no período em referência, contra 55,6 milhões/t no mesmo intervalo do ano passado (diferença de 8,68%). Os embarques de minério de ferro correspondem a 73,13% da movimentação total do CPSL e são realizados no Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM), formado por três atracadouros de navios, denominados Píer I, Píer III/Norte e Píer III/Sul. A mineradora também utiliza em suas operações o berço 105 do Porto do Itaqui, também chamado de Píer II.
A bauxita ficou em segundo lugar na pauta portuária de São Luís, com 5,5 milhões/t, equivalente a 6,68% da movimentação do sistema portuário. No comparativo com o mesmo intervalo de 2010, que registrou 3,6 milhões/t, verifica-se um crescimento de 50,9%. A bauxita é produto de maior movimentação do Terminal da Alumar, com dois atracadouros de navios, localizado a 10 quilômetros ao sul do Porto do Itaqui.
A movimentação de derivados de petróleo no Porto do Itaqui ocupou o terceiro lugar na pauta de operações do CPSL, com 4,8 milhões/t, equivalente a 5,91% do resultado geral. No comparativo do resultado de janeiro a agosto de 2010, percebe-se pouca diferença (1,58%) em relação ao desempenho deste ano.
Fechando a lista dos produtos de maior movimentação do CPSL, o volume de embarques de pelotas (aglomerados de minério de ferro) chegou a 3,3 milhões/t nos oito primeiros meses deste ano, o que significa 4,1% do resultado geral. No comparativo com o mesmo intervalo de 2010, que registrou 2,5 milhões/t, verifica-se uma alta de 35,86%. Ressalte-se que, no ano passado, não foram registradas operações com pelotas em janeiro e em fevereiro. Os dados dos três últimos meses do ano em movimentação de cargas ainda serão divulgados.
Mais
Um dos navios operados no porto da Vale no período é o Vale Beijing, que apresentou problemas em um dos tanques de lastro e permanece fundeado na Baía de São Marcos por causa do risco de naufrágio. Na quarta-feira, uma operação para tentar fazer a remoção de óleo do navio fracassou e obriga a empresa Smit a programar uma nova investida.
Números
59 Navios operaram no Porto do Itaqui
51 Navios movimentaram o Terminal Portuário Ponta da Madeira
32 Navios foram registrados no Porto da Alumar
http://www.guiasaoluis.com.br/ver.asp?pagina=934
ALLAN CK January 7th, 2012, 05:13 AM EMAP PLANEJA COLOCAR O PORTO DO ITAQUI ENTRE OS MAIORES DO MUNDO
Entre as mudanças iniciadas está a implantação de 90 novos projetos num horizonte de 20 anos
O Porto do Itaqui inicia a sua escalada rumo ao ranking dos 10 maiores portos do mundo. Em 2011, o porto maranhense atingiu a marca de 14 milhões de toneladas movimentadas, um aumento de 11% em relação ao ano anterior. A previsão é de que ao fim de 2015, quando já estarão em pleno funcionamento o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) e o berço 108, píer totalmente dedicado a derivados de petróleo, o porto maranhense movimente quase o dobro de carga. Para atender a demanda por novos investimentos no estado com forte impacto social e econômico, calculados em mais de R$ 100 bilhões, a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Itaqui, trabalha com um planejamento estratégico para os próximos 20 anos para torná-lo o porto de classe mundial.
Do total de cargas movimentadas no ano passado no Porto do Itaqui, 7 milhões de toneladas (t) foram de derivados de petróleo. Metade desse total abastece o Maranhão e os outros 3,5 milhões/t seguem via cabotagem para outros estados do Norte e Nordeste do país.
Arrecadação - A importação de derivados de petróleo (gasolina, querosene de aviação e óleo diesel) tem alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 25%, a maior delas. No ano passado, segundo dados da Secretaria de Estado da Fazenda do Maranhão (Sefaz), a arrecadação de ICMS, até novembro, foi de R$ 2,9 bilhões. Calcula-se que o impacto da importação de derivados na arrecadação de ICMS foi de aproximadamente R$ 1 bilhão.
A título de comparação, o PIB do Maranhão, a soma de todas as riquezas produzidas no estado, de acordo com dados do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), em 2009, dado mais recente, foi de aproximadamente R$ 40 bilhões. As importações de derivados pelo Itaqui contribuem com 2,5% do PIB estadual.
A contribuição do Itaqui para a economia do estado vai continuar crescendo, já que no próximo mês será licitado um novo berço, o de número 108, totalmente dedicado a granéis líquidos, no valor de R$ 70 milhões. A ampliação da infraestrutura resultará em um aumento de 40% na movimentação de granéis líquidos. A previsão é que o berço seja entregue no fim de 2013. Deve-se somar a esses números mais 5 milhões de toneladas de grãos com a entrada em operação do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram). Em 2010, foram movimentados 2,2 milhões de toneladas de soja e no ano passado 2,6 milhões/t.
Fertilizantes - O Itaqui também ampliou as operações com fertilizantes, acompanhando a demanda do setor do agronegócio. Foram movimentadas 928 mil toneladas em 2011 contra 669 mil em 2010, um aumento de quase 39%. Foram também com granéis sólidos alguns dos recordes de produtividade alcançados em 2011: uma média de 3,3 mil toneladas de fertilizantes desembarcadas por dia. Esse número deverá ser ainda mais significativo em 2012 com a entrada em operação de um quarto guindaste do operador portuário COPI com capacidade para operar 64 toneladas.
O equipamento, que dará mais agilidade na descarga de granéis sólidos, contêineres, carga geral e de projetos, junta-se a três outros da Brazil Marítima, com 100 toneladas de capacidade; um de 40 t, da NSSX; e um segundo da COPI, com 60 t, todas empresas que operam no Porto do Itaqui.
Diversificar a pauta de produtos é a solução
De acordo com a diretoria da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), o Itaqui está preparado tanto para receber quanto para enviar mercadorias para os principais mercados mundiais. Alguns dos produtos importados são os derivados de petróleo, fertilizantes e trigo. Ferro-gusa, manganês, soja, cobre, carga em contêiner, alumínio e níquel são exportados pelo porto púbico, sendo os dois últimos com valor agregado. No ano passado, dos 14 milhões movimentados mesmo com o berço 101 paralisado para reforma desde maio, 7,3 milhões de toneladas foram exportadas e 6,6 milhões de toneladas importadas.
"Serão aplicados mais de R$ 1,1 bilhão diretamente no Porto do Itaqui nos próximos três anos, o que inclui construção de novos berços, como o 100, que entrará em operação em maio deste ano e que depois dará suporte ao Tegram, em uma segunda fase", frisou o presidente da Emap, Luiz Fossati, para adequar o porto à forte demanda por novos empreendimentos no estado.
"Identificamos 90 novas oportunidades de projetos no Itaqui, orçados em mais de R$ 6 bilhões, para execução nos próximos 20 anos, quando deveremos figurar entre os 10 maiores portos do mundo", destacou Fossati. Até lá, a administração do Porto do Itaqui quer conquistar também a liderança nacional na movimentação de granéis sólidos e líquidos, bem como a geração de 6,5 mil empregos diretos e 32 mil indiretos e o compromisso social e ambiental em todas as suas ações.
Mais
O Porto do Itaqui integra o Complexo Portuário de São Luís (que integra ainda o Terminal Portuário Ponta da Madeira e o Terminal da Alumar). Juntos, os três portos encerraram o ano com 128,9 milhões de toneladas contra 117 milhões registradas em 2010. Em uma linha ascendente, a estimativa é de que o complexo atinja a marca de 284 milhões de toneladas em 2015 e 424 milhões em 2030. Apenas no Itaqui atracaram 785 navios. Em todo o complexo o número sobe para 1.679 embarcações.
FONTE: JORNAL O ESTADO DO MARANHÃO
http://maranhaomaravilha.blogspot.com/2012/01/emap-planeja-colocar-o-porto-do-itaqui.html
ALLAN CK January 11th, 2012, 05:29 PM VALE MOVIMENTOU 106,9 MILHÕES DE TONELADAS DE CARGAS EM 2011
2012-01-11
Terminal Portuário Ponta da Madeira ultrapassou pela primeira vez a faixa de 100 milhões de toneladas
O Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM/ Vale), localizado em São Luís (MA), ultrapassou, em 2011, a faixa de 100 milhões de toneladas (t) de carga movimentada, registrando 106.948.295 (t). O resultado supera em 7,41% a movimentação de cargas de 2010, que chegou a 99,5 milhões/t. Com a marca atingida no ano passado, verifica-se que o volume de carga no TPPM duplicou nos últimos 11 anos, isto é, em 2001, o terminal registrou 49,2 milhões/t, o que significa uma diferença de 117% em relação ao desempenho atual, de acordo com levantamento feito pelo sítio eletrônico PortosMA, especializado no setor portuário e marítimo local.
A movimentação de carga do TPPM em 2011, de acordo com os relatórios, representa 82,9% do volume total do Complexo Portuário de São Luís (CPSL), que registrou 128,9 milhões/t, de acordo com divulgação feita na semana passada pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Porto do Itaqui. Além do TPPM, o complexo é formado pelo Itaqui, que fechou o ano com 14 milhões/t, e o Terminal da Alumar, que registrou cerca de 8 milhões/t no período.
Terminal - De acordo com os relatórios de operação do TPPM, o maior volume de carga movimentada em 2011 foi de minério de ferro, com 95.576.178 t, o que significa 89,36% do resultado geral. O segundo produto de maior movimentação no terminal foi a pelota (aglomerado de minério de ferro usinado), com 4.901.499 t, o que representa 4,58% do desempenho total.
Em terceiro lugar ficaram os embarques de soja, com 2.540.725 t. Na sequência, vieram as remessas de minério de manganês, com 1.831.300 t, seguidas pelos carregamentos de ferro-gusa, com 1.694.194 t.
O relatório registra, por fim, a movimentação de cobre no TPPM, que chegou a 404.399 t no ano passado.
O relatório operacional informa ainda que, em 2011, foram utilizados 625 navios cargueiros no TPPM, sendo 54 navios somente no mês de dezembro, dos quais 48 foram utilizados para embarques de minério de ferro, dois para minério de manganês, dois para remessas de cobre e outros dois para operações com ferro-gusa, não sendo registrada operação com soja no período. (Fonte: O Estado do Maranhão
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/vale%20movimentou%20106%2c9%20milh%c3%b5es%20de%20toneladas%20de%20carga%20em%202011/
ALLAN CK January 12th, 2012, 05:29 PM VALE AMPLIA CONTRATO COM EMPRESA E TRANSPORTE DE GRÃOS DEVE CRESCER 215%
2012-01-12 08:33
Acordo com a ADM, multinacional processadora de grãos, prevê o uso de malha logística da mineradora para escoamento a portos
Rio - Quase 2 milhões de toneladas de produtos agrícolas originados ou processados pela empresa processadora de grãos ADM no Brasil serão escoadas pela malha logística da Vale este ano. No ano passado, segundo a mineradora, os volumes movimentados para a multinacional americana somaram 615 mil toneladas. As empresas acabaram de ampliar o contrato, ao negociar o volume que será transportado este ano, que soma um total 215% superior às operações realizadas em 2011.
O novo contrato fechado para 2012 consolida ainda mais a parceria entre a Vale e a ADM para o transporte de milho, soja e farelo de soja. Segundo Elton Pássaro, gerente-geral comercial da Vale, o acordo prevê a utilização de soluções que interliguem linha férrea e terminais ferroviários aos complexos portuários de Ponta da Madeira (MA), Santos (SP) e Tubarão (ES).
"Trata-se do aumento da participação de um cliente considerado importante pela Vale", explica Pássaro. Os detalhes financeiros da transação não foram divulgados.
Antes do novo acordo, a ADM usava apenas um dos corredores de escoamento da Vale - de Araguari, no Triângulo Mineiro, até o porto de Vitória (ES). Agora, a multi também utilizará o corredor que liga Araguari ao Porto de Santos e o que une Colinas (TO) até Ponta da Madeira.
Com este último trecho, destaca a Vale, a ADM volta a transportar soja no Sistema Norte, pela Ferrovia Norte-Sul. "Com o terminal de grãos no porto de São Luís [Tegram, em fase de elaboração de projeto], esse trecho norte vai crescer", afirma Pássaro. No trecho entre Araguari e Santos, o contrato também representa, para a Vale, movimento agrícola novo em um ramo sem operações com produtos do setor no ano passado.
Procurada, a ADM não se pronunciou sobre o novo contrato com a Vale.
Maior utilização - Segundo Elton Pássaro, o contrato propicia não só o transporte de grande volume de carga, mas a utilização constante do sistema logístico da empresa dedicado a terceiros. O acordo foi elaborado de forma a manter estáveis os volumes transportados, considerando os períodos de safra e entressafra dos produtos.
Para o Complexo de Tubarão, por exemplo, a Vale transportará para a ADM soja no primeiro semestre e milho, no segundo. Já para o Porto de Santos, o transporte de soja será alternado com o de farelo de soja. Dessa maneira, a empresa conseguirá um grande aproveitamento do sistema, levando em consideração fatores sazonais e os picos de exportação do mercado.
"Possuímos um grande reconhecimento do mercado pelo transporte de açúcar até Santos. O contrato com a ADM representa nossa entrada em grande escala no transporte de grãos ao mesmo destino", ressalta Pássaro.
Sistema Norte - Com o contrato com a Vale, a ADM volta a transportar soja no Sistema Norte. O produto será transportado pela Ferrovia Norte-Sul desde Colinas (TO), passando pela Estrada de Ferro Carajás até chegar ao Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís.
Para a exportação da carga, serão utilizados navios de grande porte, com capacidade para até 85 mil toneladas. Com o contrato, a ADM poderá se tornar uma das primeiras empresas a utilizar o novo galpão que a Vale irá instalar no terminal portuário, com capacidade para 45 mil toneladas.
Mais
- A ADM é uma das maiores tradings de grãos do mundo. No Brasil, a soja é o carro-chefe dos negócios. A empresa tem quatro unidades de processamento da oleaginosa no país, com capacidade conjunta para 4 milhões de toneladas por safra. Além disso, exporta o grão.
- Em todas as suas áreas de negócios, incluindo fertilizantes e cadeias como a sucroalcooleira, transporta mais de 15 milhões de toneladas por ano. Em informações divulgadas recentemente ao Valor, a empresa realçou que, além do transporte fluvial pelas hidrovias Tietê-Paraná e Paraguai-Paraná, seu escoamento tinha o suporte de operações próprias nos portos de Santos, Tubarão, Paranaguá (PR), São Francisco do Sul (SC), Rio Grande (RS), Ponta da Madeira e Aratu (BA). (Fonte: O Estado do Maranhão
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/vale%20amplia%20contrato%20com%20empresa%20e%20transporte%20de%20gr%c3%a3os%20deve%20crescer%20215%25/
ALLAN CK January 12th, 2012, 05:33 PM NOVO NAVIO DESCARREGA HOJE BAUXITA NO PORTO DA ALUMAR
2012-01-12 08:22
Está programado para atracar hoje no Terminal da Alumar o navio cargueiro Juruti, em sua segunda viagem, a serviço da empresa. O navio foi entregue no início de dezembro do ano passado, em cerimônia discreta, e realizou o primeiro carregamento de 52,9 mil toneladas na última semana daquele mês. O nome da embarcação é uma homenagem ao município de Juruti, localizado no oeste do Pará, onde ocorre a extração de bauxita. Na região também há um terminal portuário homônimo à cidade.
O navio tem 225 m de comprimento e 32 m de largura, com calado (distância que vai da linha d'água até o fundo da embarcação) de 11,3 m. O cargueiro percorre cerca de 1,6 mil km em cada viagem do Terminal Portuário de Juruti até o porto da Alumar, em São Luís, distância percorrida, em média, em 80 horas.
O primeiro navio a sair carregado do porto de Juruti com destino a São Luís foi o Norsul Camocim, em outubro de 2009. Na ocasião, o cargueiro de 199 m de comprimento e 30 m de largura desembarcou 43 mil toneladas de bauxita.
De acordo com informes da empresa, as reservas minerais na região de Juruti permitem a previsão de uma vida útil do empreendimento de, no mínimo, 70 anos. Para absorver toda a produção de Juruti, foi iniciada em janeiro de 2007 a expansão da Refinaria do Consócio de Alumínio do Maranhão (Alumar), com o objetivo de ampliar a produção de alumina de 1,5 milhão de toneladas (t) por ano para 3,5 milhões/t/ano, um investimento estimado em R$ 4,9 bilhões.
Mina - Com uma reserva de cerca de 700 milhões de toneladas, a mina de Juruti possui um dos maiores depósitos de bauxita de alta qualidade do mundo, com cerca de 49% de alumina disponível no minério. Perde apenas, em teor de alumina, para a bauxita encontrada em solo africano, que detém cerca de 50% de concentração.
Os números do empreendimento são grandiosos: 28 milhões/m³ de terra movimentada, 55 mil/m³ de concreto estrutural, 26 mil toneladas de estruturas metálicas e 7 mil toneladas de trilhos, tudo isso para construir a mina de Juruti, iniciada em julho de 2006. Foram investidos R$ 3,5 bilhões no empreendimento.
Mais
Da bauxita é extraída a alumina, que, por meio do processo de redução, é transformada em alumínio. A produção é constituída por uma série de reações químicas. A bauxita é moída e acrescida de uma solução de soda cáustica, que a transforma em pasta. Aquecida sob pressão e recebendo novas quantidades de soda cáustica, esta massa se dissolve e forma uma solução que passa por processos de sedimentação e filtragem. Nesta etapa são eliminadas todas as impurezas e a solução restante fica pronta para que dela seja extraída a alumina. (Fonte: O Estado do Maranhão
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/novo-navio-descarrega-hoje-bauxita-no-porto-da-alumar/
ALLAN CK January 14th, 2012, 05:25 AM RAÍZEN SE FORTALECE NA REGIÃO NORTE
Qui, 12 de Janeiro de 2012 07:21
A Raízen, joint venture entre Cosan e Shell, vai investir cerca de R$ 600 milhões entre este ano e abril de 2013 para melhorar sua infraestrutura logística no transporte de combustível no país e exterior. "Temos planos agressivos, que incluem investimentos em novos terminais, tancagem e exploração de melhor escoamento de líquidos por ferrovias e hidrovia", disse ao Valor Leonardo Gadotti Filho, vice-presidente de logística, distribuição e trading do grupo. De olho no mercado americano, a empresa quer ter um terminal dedicado a etanol na região Nordeste.
O foco da companhia é melhorar a eficiência nas regiões Norte e Nordeste, sobretudo na Bacia Amazônica, com a substituição de caminhões por trilhos e cabotagem e, no futuro, ter uma integração maior com hidrovia.
Os projetos do grupo focam a região do Mapito (Maranhão, Piauí e Tocantins), onde a fronteira agrícola para cana-de-açúcar começou a ser explorada e se consolida como importante atividade de negócios. "Temos uma base em Itaqui [no Maranhão], mas vamos avançar os investimentos, com um terminal de derivados, etanol e tancagem. Hoje, chegamos com o produto por navio, via cabotagem, e recebemos etanol por caminhão. No futuro, queremos receber esse etanol por vagão, num modal mais eficiente, via Norte-Sul e suprir Palmas [TO], que hoje é caminhão, por vagão. Em um segundo momento, vamos exportar por Itaqui, que é uma grande porta de saída, não só para etanol. Através da ferrovia, conseguiremos transportar etanol para Itaqui e dali poderemos embarcar para os Estados Unidos, só com dois terços do frete que você pagaria [por Santos]."
Segundo Gadotti, a Raízen também está olhando oportunidades de expansão de transporte de combustíveis em locais onde a Petrobras está planejando novas refinarias. "Estamos olhando com lupa os portos de Suape (PE), Pecém (CE)" e Macabeira (MA)", afirmou. "Em Maranhão, por exemplo, podemos trazer diesel por vagão e retornar com etanol, seja para exportação, ou cabotagem, para abastecer a região do Amazonas. Fazemos isso hoje por caminhão até Porto Velho."
A fotografia atual da infraestrutura para o escoamento de combustíveis no país é ineficiente. "Hoje, o etanol sai de caminhão do interior de Goiás [onde a Raízen tem usinas] e vai até Santos. São mais de 1.000 caminhões que chegam a carregar um navio, por exemplo", disse Gadotti. Segundo ele, a Raízen quer mudar esse cenário. "Itaqui é uma alternativa para o médio prazo para exportar. E quando tivermos um mercado mais aberto para hidrocarbonetos, vamos passar a importar também."
Em Tocantins, o grupo vai investir em um terminal e um centro coletor de etanol, que não será necessariamente produzido só pela Raízen. O grupo vai funcionar como originador e levar produtos terceiros. Atualmente, a Bunge, que é produtora de etanol no Estado, utiliza a malha da Norte-Sul, com contrato de longo prazo com a Vale. "Vamos ter as duas pontas, levando o produto para o interior e retornando com etanol e biodiesel, a chamada logística reversa." Os aportes nos dois Estados devem ficar em cerca de R$ 150 milhões.
Os planos futuros da companhia também incluem explorar o transporte fluvial. "Estamos analisando. Atualmente, contratamos esse serviço na bacia do Amazonas, para suprir Santarém, Porto Velho e Manaus. Saímos de Belém para Manaus por barcas. A meta é não terceirizar mais e sim ter nossa própria infraestrutura."
A Raízen movimenta entre 21 bilhões a 22 bilhões de litros de combustíveis por ano, dos quais o etanol responde por 9%, gasolina 33%, diesel 44% e outros, que inclui querosene de aviação, 15%. Nas regiões Norte e Nordeste do país, disputa mercado de distribuição com o Ultra, controladora da Ipiranga.
No ano passado, o grupo deu início a um programa de modernização e ampliação de seus 53 terminais. A Raízen reativou quatro pontos de distribuição na região Centro-Oeste, apostando na maior demanda nas regiões de Cuiabá, Alto Taquari e Rondonópolis, no Mato Grosso, e Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
A empresa tem pressa para criar novos modais, substituindo os caminhões por vagões e balsas. Hoje uma pequena parte do combustível da Raízen sobe para o Norte para atender a Bacia Amazônica via barcaças. "Inauguramos a rota de cabotagem entre Santos e Belém. O mercado não fazia isso. Era tudo caminhão."
Em Paulínia (SP), o maior centro de distribuição em volume do país, a Raízen também está investindo em tancagem e já está em conversações para aumentar capacidade de descarregamento de vagões. Sócia de um terminal exportador em Santos - o Terminal Exportador de Álcool de Santos (Teas) -, a empresa também busca elevar sua eficiência nas regiões Sul e Sudeste do país. "A região Sul está mais consolidada na parte de ferrovia, mas ainda tem como melhorar."
Na região de Ourinhos (SP), onde a Raízen tem um grande polo produtor de etanol, com uma oferta de 500 milhões de litros, a empresa possui um centro coletor de combustível e poderá levar combustível para os portos de Paranaguá (PR), como alternativa para exportação, ou para o de Santos.
Fonte: Valor Econômico/Mônica Scaramuzzo | De São Paulo
http://www.portosenavios.com.br/site/noticias-do-dia/portos-e-logistica/13668-raizen-se-fortalece-na-regiao-norte
ALLAN CK February 6th, 2012, 04:01 AM GOVERNO ASSINA CONTRATO COM EMPRESAS ARRENDATÁRIAS DO TEGRAM
Porto do Itaqui deve passar a 7,5 mi de toneladas a capacidade de exportação de grãos
SÃO LUÍS - O Porto do Itaqui deve elevar de 2,5 milhões para 7,5 milhões de toneladas a capacidade de exportação de grãos com a construção do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), apenas na primeira etapa do projeto. Nesta quinta-feira (2), em solenidade realizada no Palácio dos Leões, foram assinados os contratos com as empresas arrendatárias do terminal, que contou com a participação do secretário-chefe da Casa Civil, Luís Fernando Silva, representando a governadora Roseana Sarney; do presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Luiz Carlos Fossati; do diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), Fernando Fialho; secretários de Estado; e de representantes das empresas.
Além de ampliar a exportação, o terminal vai impulsionar o agronegócio, a criação de emprego e renda e o desenvolvimento do Estado. O Tegram terá capacidade estática de armazenamento de 500 mil toneladas (base soja), compreendendo quatro armazéns com capacidade de 125 mil toneladas/cada e movimentação final de 10 milhões de toneladas/ano na sua segunda fase, prevista para 2019. A construção dos terminais começa este ano, e a operação efetiva, em 2013.
A partir da construção desse terminal, nós teremos o segundo maior complexo portuário do país. O Tegram vai, com certeza, mudar o curso da história da produção de grãos no Maranhão como estímulo à produção e ampliação da capacidade de exportação. “Isso faz com que o Porto do Itaqui se consolide, definitivamente, como o eixo exportador de grãos do Brasil”, destacou Luís Fernando Silva. Também presentes os secretários de Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Mauricio Macedo; e de Agricultura, Pecuária e Pesca, Cláudio Azevedo.
Na primeira fase será produzido um faturamento de R$ 3,5 bilhões. Na segunda etapa, esse faturamento deve aumentar para R$ 10 bilhões/ano. Os estudos apontam que a produção, produtividade das lavouras de soja, área cultivada, demanda doméstica e exportação vão continuar crescendo em toda a área de influência do Porto do Itaqui (Piauí, Tocantins, Mato Grosso e do Sul do Pará). Isso torna o porto maranhense o canal natural para as exportações de soja, com menores custos de transporte, maior ganho para os produtores e diminuição no tempo de acesso aos principais mercados mundiais consumidores (China, Japão e Europa).
Movimentação de carga
O presidente da Emap, Luiz Carlos Fossati, explicou que, como são quatro empresas proprietárias dos lotes do Tegram, então o pequeno produtor vai ter alternativas para lidar com essas empresas e negociar o transporte dos seus produtos para o Itaqui. “Essa modelagem que nós fizemos vai propiciar ao pequeno produtor que se aproxime dessas empresas que possam realmente transportar os grãos das suas regiões para o Itaqui”, enfatizou Fossati.
“Nós esperamos que hoje, com a produção represada da Região Sul do Maranhão e Centro-Oeste do Brasil, por falta desse escoamento, com a abertura desse canal, os produtores vão produzir mais e com custos menores. Com esses custos menores, terão dinheiro para reinvestir em novas plantações, e nós, aqui, vamos acompanhar essa evolução”, completou o presidente.
Com o Tegram e outros projetos estratégicos desenvolvidos pela Emap, a movimentação de cargas deverá dobrar até 2015, chegando a 28 milhões de toneladas. A projeção para 2030 é que o Itaqui alcance a marca de 150 milhões de toneladas movimentadas/ano e que figure na lista dos 10 maiores portos do mundo.
O diretor da Antaq, Fernando Fialho, disse que a assinatura do contrato marca não somente um novo momento do sistema portuário do Estado, mas, também, do agronegócio maranhense e brasileiro. “Criar essa infraestrutura que vai permitir a exportação de mais cinco milhões de toneladas de soja é muito importante para o desenvolvimento do agronegócio do Maranhão, setor que tem gerado tanta riqueza e que gera tantas oportunidades de trabalho no interior do Estado”, destacou Fialho.
Nova etapa
Após a assinatura do contrato, as arrendatárias terão 30 dias para formação de um consórcio. Em seguida, deverão elaborar o projeto executivo e submeter à aprovação da Emap. O início das obras está previsto para agosto deste ano, e a operação, para o final de 2013. Juntas, a título de taxa de‘oportunidade de negócio, as arrendatárias ofereceram R$ 143,1 milhões. Além disso, serão investidos pela iniciativa privada outros R$ 322 milhões na criação da infraestrutura para operacionalização do Tegram.
Ao falar sobre as viabilidades no novo negócio, o empresário Josué Christiano Gomes a Silva, da empresa CGG Trading S/A, uma das quatro arrendatárias, destacou a importância econômica e social do Porto do Itaqui.
“Se dividirmos o Brasil em dois, no hemisfério Norte e Sul, nós temos mais ou menos metade da produção de soja e milho produzida no hemisfério Norte e metade no hemisfério Sul, aproximadamente 50 milhões de toneladas em cada um. Só que o hemisfério Sul consome esta soja e o Norte é altamente excedente na produção dessa soja e de milho, e não tem a capacidade de escoamento. Agora, com o advento do Tegram, em conjunto com a Ferrovia Norte-Sul e a de Carajás, vai se viabilizar o escoamento de grande parte dessa soja por aqui”, observou Josué.
http://imirante.globo.com/noticias/2012/02/02/pagina298042.shtml
Alcântarense February 10th, 2012, 11:54 PM Movimentação de derivados de petróleo melhorará no Itaqui
O porto deverá movimentar 150 milhões de toneladas de carga em 2030
SÃO LUÍS - O Porto do Itaqui deverá movimentar 150 milhões de toneladas de carga em 2030, como indica o Plano de Negócios da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) para o período. A estimativa é de que quase 30% dessa movimentação seja de granéis líquidos, aproximadamente 43 milhões de toneladas. Para atingir essa meta, uma das estratégias da Emap é a expansão portuária com a construção de mais atracadouros, como o de número 108, totalmente dedicado a granéis líquidos, cuja licitação acaba de ser concluída.
A construtora Cejen Engenharia Ltda, vencedora da licitação, terá 14 meses para concluir a obra, no valor de R$ 49,3 milhões, no sentido sul do Porto do Itaqui. No ano passado, o porto maranhense movimentou 14 milhões de toneladas, devendo dobrar em 2015. Metade da carga movimentada, no ano passado, foi de derivados de petróleo (gasolina, diesel, querosene de aviação). Parte dessa carga, 50%, segue via cabotagem para outros Estados do Norte-Nordeste e o restante é destinada ao consumo interno.
“Além de incrementar a movimentação do Itaqui, o crescimento das operações com derivados de petróleo representa a maior arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Maranhão”, destacou o presidente da Emap, Luiz Carlos Fossati. O ICMS é o principal componente da arrecadação estadual, que em 2011, segundo dados da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), foi de R$ 3,7 bilhões. No mesmo período, apenas a receita de ICMS somou R$ 3,2 bilhões, um aumento de 15,76% em relação ao ano anterior. Em 2011, o Maranhão foi o Estado que mais cresceu em receita de ICMS.
Previsão
A estimativa é que nos próximos 20 anos, horizonte do planejamento realizado pela Emap, o Itaqui movimente granéis líquidos (derivados de petróleo, soda caústica e biodiesel) em quatro berços. Atualmente, apenas o de número 106 está em funcionamento e o 108, que acaba de ser licitado, entrará em operação já em 2013. Nos próximos anos, outros dois berços serão construídos visando atingir a meta de movimentar mais de 43 milhões de toneladas de granéis líquidos. Apenas com o 108, a movimentação desse tipo de carga já sofrerá um acréscimo de 40%.
Apenas a curto prazo, entre 2012 e 2016, será investido aproximadamente R$ 1 bilhão na infraestrutura portuária do Itaqui, sendo R$ 250 milhões com recursos próprios da Emap, R$ 540 milhões da iniciativa privada e R$ 150,00 milhões do governo federal. A Emap já identificou quase uma centena de oportunidades para desenvolvimento de novos projetos que visam tornar o Itaqui um dos 10 maiores portos do mundo.
http://imirante.globo.com/noticias/2...na299057.shtml
ALLAN CK March 6th, 2012, 05:11 PM CANAL DO PANAMÁ PODERÁ EXPANDIR A LOGÍSTICA PORTUÁRIA DO MARANHÃO
2012-03-06 08:55
Pesquisadores avaliam o potencial do Itaqui como porto concentrador de cargas.
A ampliação do Canal do Panamá, megaprojeto orçado em US$ 5,25 bilhões e que deve ser concluído em fins de 2014, promete grande desenvolvimento para o setor portuário brasileiro, em especial do Nordeste, com a criação de hub ports, isto é, polos de movimentação de cargas para exportação. Nesta perspectiva, há projetos para os portos do Pecém e Mucuripe (CE), Suape (PE), Salvador (BA) e Itaqui (MA), que poderão utilizar o Canal do Panamá como via de acesso ao mercado asiático e expandir as suas linhas de comércio.
O Canal do Panamá, com 81 quilômetros de extensão, liga os oceanos Atlântico e Pacífico e, atualmente, oferece condições de navegabilidade apenas para navios da classe Panamax, uma infraestrutura com dimensões limites de até 305 m de comprimento, 33,5 m de largura e 26 m de profundidade. Com o projeto de expansão, o canal poderá receber a geração Pós-Panamax, mais utilizada atualmente pelos armadores internacionais e à qual os portos brasileiros (assim como no resto do mundo) vêm se adaptando nos últimos anos.
Neste sentido, o setor portuário do Maranhão encontra-se em situação privilegiada, pois tem condições de receber a geração Pós-Panamax e até os gigantescos mineraleiros Valemax, de 365 m de comprimento, 66 m de largura e capacidade de carga de 390 mil toneladas.
No caso do Maranhão, entende-se o Itaqui como vetor de um complexo portuário instalado na Baía de São Marcos, que inclui um porto público organizado e dois terminais de uso privativo (TUP): Ponta da Madeira e Terminal da Alumar e ainda o desativado Terminal Pesqueiro Porto Grande, que atualmente é utilizado para operações com barcos de apoio marítimo (offshore). Além disso, está em andamento um projeto de construção de um TUP na foz do Rio Mearim (que desemboca na Baía de São Marcos), uma parceria da Vale com o Grupo Aurizônia.
Pesquisa - Em artigo recentemente publicado na internet, pesquisadores avaliaram o potencial do Itaqui para a economia do Maranhão. São eles: Paulo Roberto Ambrosio Rodrigues (mestre em Administração e professor da Fundação Getúlio Vargas) e Audemir Leuzinger Queiroz (coordenador do curso de Gestão Portuária do Instituto Laboro de Pós-graduação), ambos ligados à Universidade Estácio de Sá.
Segundo os pesquisadores, para se tornar um hub port, os pré-requisitos básicos de um porto são: boa localização geoeconômica, dispor de bons acessos marítimos e terrestres, calado acima de 14 metros, além de oferecer altos índices de produtividade. E o Itaqui, concluíram os professores, reúne todas essas características.
O canal de acesso do Porto do Itaqui possui profundidade natural mínima de 27 metros e largura aproximada de 1,8 km. Os acessos rodoviários são de boa qualidade, através da BR-135, que se conecta com toda a região Norte a outras rodovias federais (BR-316, BR-322, BR-230, BR-226 e BR-010). Os acessos ferroviários ao porto do Itaqui se dão pela Estrada de Ferro Carajás (809 km) e Ferrovia Norte-Sul (215 km).
O Porto do Itaqui está situado nas proximidades da linha do Equador, a partir de onde é possível alcançar rapidamente via marítima os grandes parceiros comerciais do Brasil situados no hemisfério norte, diz o artigo.
Além disso, há também o fator da área de influência terrestre do porto (hinterlândia), no que se refere ao desenvolvimento econômico da região em que está situado e dos custos do transporte terrestre que faz essas ligações. Quanto menores são esses custos, mais aumenta a hinterlândia portuária. A título de exemplo, os fertilizantes descarregados no Porto do Itaqui são destinados aos estados: Maranhão, Pará, Piauí, Tocantins, Bahia e Mato Grosso.
Agronegócios - Além disso, de acordo com a pesquisa, constata-se que há inúmeros projetos de agronegócios em diferentes fases de implantação no sul do Piauí, sul do Maranhão, leste do Pará (em especial no eixo Marabá/Carajás/São Geraldo do Araguaia), além de diversos pontos do Tocantins, notadamente voltados para a fruticultura, entre Porto Nacional e Aguiarnópolis. Há previsão que todos esses novos polos produtores estejam em franca produção até o final de 2012, ocasião em que já estará concluída a última eclusa de Tucuruí e outras obras no Rio Tocantins, possibilitando a navegação fluvial desde Miracema a Porto Franco. Até lá, também já deverão estar em operação os novos trechos da Ferrovia Norte-Sul, ou seja, Aguiarnópolis/Wanderlândia e Colinas do Tocantins/Couto Magalhães. A disponibilidade desse conjunto de obras de infraestrutura provocará a aceleração de outros projetos frutícolas direcionados à exportação, requerendo o escoamento via portos marítimos.
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/new...maranh%c3%a3o/
ALLAN CK March 23rd, 2012, 06:27 AM ASSINADO CONTRATO PARA CONSTRUÇÃO DE UM NOVO PIER PETROLEIRO NO PORTO DO ITAQUI
O prazo para conclusão da obra é de 14 meses e deverá custar aos cofres público quase 50 milhões de reais
Por Cíntia Machado, da Emap
A Empresa Maranhense de Administração Portuária e a Cejen Engenharia assinaram nesta quarta-feira, 21, contrato para construção do berço 108. O píer integra o programa de ampliação e modernização das instalações portuárias do Itaqui e será o responsável pelo aumento de 40% na movimentação de derivados de petróleo, que no ano passado representou metade da carga operada no porto maranhense, o equivalente a 7 milhões de toneladas.
Luiz Carlos Fossati, presidente da EMAP, pediu rigidez no cumprimento do prazo de construção da obra, que é de 14 meses, assim como no atendimento às normas de segurança e meio ambiente. ?Essas são algumas das prioridades do Itaqui, que ocupa a 5ª posição nacional na área de gestão ambiental?, destacou. A construção do novo berço está prevista no plano de negócios da EMAP e ajudará a empresa a atingir uma das suas metas, que é passar dos atuais 14 milhões de toneladas movimentadas para 30 milhões até 2015. Em 2031, quando a movimentação deverá alcançar 150 milhões de toneladas, a perspectiva é tornar o Itaqui um porto de classe mundial.
Em 20 anos, a quantidade de granéis líquidos movimentadas deverá ultrapassar a marca dos 43 milhões de toneladas/ano. Os derivados de petróleo no Itaqui estão no topo da lista dos produtos que mais contribuem para arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no Maranhão. A partir do dia 11 de abril, a empresa Cejen, com sede em Curitiba, terá 14 meses para concluir a obra. A Cejen venceu a licitação realizada em fevereiro deste ano e irá construir o novo píer por R$ 49,3 milhões. O presidente da Cejen, Ceciliano J. Ennes Neto, anunciou na ocasião que o grupo tem um braço especializado em operações portuárias e que também tem interesse em atuar no Maranhão nessa área com movimentação de granéis sólidos. A empresa, que existe há 25 anos, é especializada na construção de pontes e portos, a exemplo do Porto São Francisco do Sul, em Santa Catarina. No Porto de Antonina, no Paraná, a operadora portuária Interportos, que integra o grupo, realizou descarga offshore de navios.
http://www.portosma.com.br/noticias/noticia.php?id=2688
ALLAN CK March 31st, 2012, 04:50 AM CAPITANIA ANUNCIA AUMENTO NO NÚMERO DE PRÁTICOS EM SÃO LUIS
2012-03-28 09:09
Atualmente há 21 profissionais que atuam na manobra dos navios mercantes em atividade na Baía de São Marcos; três novos candidatos à função iniciaram os treinamentos neste mês sob a supervisão da Capitania dos Portos do estado
ACapitania dos Portos do Maranhão (CPMA) divulgou ontem a informação de que três ovos praticantes de prático estão em treinamento para atuar na Baía de São Marcos. Atualmente, 21 práticos habilitados pela Marinha exercem a atividade em São Luís, que manobram cerca de 1.200 navios mercantes por ano, média de 100 por mês.
A CPMA não divulgou o nome dos três novos candidatos à praticagem. O prazo mínimo para a conclusão do treinamento é de um ano e deverão realizar cerca de 500 manobras.
De acordo com a CPMA, em nota, com a perspectiva de aumento do tráfego aquaviário na Baía de São Marcos, a Marinha do Brasil decidiu aumentar o número de Práticos que atuam no Complexo Portuário de São Luís (CPSL), formado pelo Porto do Itaqui, Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM) e Terminal da Alumar.
Ainda segundo a Capitania, considerado como um dos concursos mais difíceis do país, o processo seletivo à categoria de Praticante de Prático/2011, organizado pela Diretoria de Portos e Costas da Marinha, selecionou três novos profissionais, que se apresentaram à Capitania dos Portos no dia 20 deste mês. Eles já estão realizando os rigorosos treinamentos nos navios que atracam em São Luís, entre eles os maiores navios cargueiros do mundo, que utilizam o porto da Vale.
Em relação à estimativa de aumento do tráfego de navios na Baía de São Marcos, conforme a nota da CPMA, informações do setor portuário e do Governo do Estado dão conta de que o número de embarcações no CPSL pode duplicar nos próximos anos. Isso deve ocorrer por causa de novos empreendimentos em fase de instalação no estado, como a Refinaria Premium I, em Bacabeira (a 60 km de São Luís), cuja produção, estimada em 600 mil/barris/dia no pico de operações, vai movimentar cerca de 100 navios por mês, em média.
*Além disso, o Porto do Itaqui está em processo de finalização do berço 100 e deve iniciar em breve a construção do berço 108, aumentando para sete o número de atracadouros públicos (um dos berços, o 105, é arrendado à Vale).
* No TPPM, a Vale está em fase de construção do Píer IV, com dois atracadouros, elevando para cinco o número de berços em Ponta da Madeira.
*Em Bacabeira, na foz do Rio Mearim, que desemboca na Baía de São Marcos, existe um projeto de construção de um porto, com dois atracadouros, que deverá ser construído pela Vale, em parceria com o Grupo Aurizônia. Em resumo, dos atuais 11 atracadouros (públicos e privados) em operação, o CPSL deverá saltar para 17 até o fim desta década. E, segundo fontes do setor, há planos para a construção de mais atracadouros no Itaqui, que seriam os berços 99, 98 e 97 (ao sul do cais).
Concurso - A Marinha do Brasil iniciou o seletivo para praticantes de prático, em âmbito nacional, em junho do ano passado. Na ocasião, foram abertas 81 vagas.O profissional, ao término do processo, tem uma remuneração variável, que pode chegar a R$ 130 mil mensais caso o porto seja bastante movimentado.
O praticante de prático é um aquaviário do grupo de práticos e se habilita, caso conclua o treinamento com avaliação satisfatória (no caso do Maranhão, a entidade avaliadora é a CPMA), um programa de treinamento denominado Programa de Qualificação do Praticante de Prático, com duração mínima de 12 e máxima de 20 meses, e se for aprovado no Exame de Habilitação para Prático.
Os profissionais do ramo não são militares ou servidores/empregados públicos, assim como não exercem função pública. O prático trabalha na iniciativa privada, normalmente de forma individual ou em grupo, sendo sua remuneração basicamente dependente dos serviços realizados para as empresas de navegação.
A praticagem entra em cena numa pequena lancha, que encosta no navio na entrada do porto. Já na cabine de comando do navio, o prático vê o movimento do porto, da maré, do vento, verifica instrumentos, faz cálculos e passa orientações. Ele então move o navio até que pare no cais sem nenhum arranhão. Concluído o trabalho, o prático recebe o pagamento.
O prático é certificado em apenas uma Zona de Praticagem (ZP), que é a área geográfica dentro da qual se realizam os serviços de praticagem.
Seleção - O processo seletivo constou de prova escrita; apresentação de documentos, seleção psicofísica e teste de suficiência física; prova de títulos; e prova prático-oral. A aplicação da prova escrita ocorreu em 27 de agosto de 2011, no Rio de Janeiro (RJ). Para participar do seletivo, os candidatos (ambos os sexos) devem ter idade mínima de 18 anos até 20 de março de 2012; curso de nível superior concluído até 16 de fevereiro de 2012; ser aquaviário da seção de convés ou de máquinas e de nível igual ou superior a 4, prático ou praticante de prático até 16 de fevereiro de 2012; ou pertencer ao grupo de amadores, no mínimo na categoria de mestreamador, até a data de encerramento das inscrições.
Maranhão - Sobre a praticagem no estado, há pouca informação atualizada e bastante pesquisa histórica na internet. Os 21 práticos que atuam na Baía de São Marcos trabalham em regime de 10 dias de trabalho seguido de 10 dias de repouso. Existe a Associação dos Práticos do Estado do Maranhão, presidida pelo prático José Roberto Taranto, informação divulgada nos jornais locais, quando da visita de práticos do Espírito Santo a São Luís, durante a operação de atracação do navio Vale Brasil em Ponta da Madeira, em maio de 2011.
A praticagem no Maranhão teve início com a criação da Capitania dos Portos do Estado do Maranhão, em 28 de julho de 1846, pelo Decreto Nº 460, na gestão do presidente da Província, desembargador João José de Moura Magalhães, em 22 de
setembro de 1856, surgiu uma Associação de Práticos da Barra e Baía São Marcos, com sede própria no Parque 15 de Novembro, 232 - Centro, São Luís, sobrado de dois andares, que ainda conserva no alto um timão em alto-relevo. (Fonte: O Estado do Maranhão)
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/capitania%20anuncia%20aumento%20no%20numero%20de%20praticos%20em%20s%c3%a3o%20luis/
ALLAN CK March 31st, 2012, 04:54 AM Editorial: ITAQUI ENTRE OS GRANDES
2012-03-29 08:18
Números levantados pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) confirmam, de maneira inequívoca e indiscutível, que o Complexo Portuário do Maranhão é o quarto maior do país em movimentação de cargas, com 128 milhões de toneladas no ano passado. Só fica atrás dos complexos do Espírito Santo (169 milhões/t), Rio de Janeiro (161 milhões/t) e São Paulo (146 milhões/t), mas deixa para trás, com larga diferença, outros16.
As informações da Antaq não surpreendem, apesar de causar forte impressão quando os números que traduzem o Complexo Portuário de São Luís. Isso porque o fato de que desde o início da implantação do Porto do Itaqui ficou evidente a sua vocação para se tornar polo regional de saída e entrada de produtos os mais diversos. Sua localização é privilegiada em relação aos grandes mercados da Europa e da Ásia e sua profundidade lhe permite receber navios de todos os calados, inclusive alguns, como o colossal Berge Stahl, que só aportam em São Luís e dois ou três portos do planeta, entre eles o de Nápoles, na Itália, e Roterdan, na Holanda.
Tudo no Complexo Portuário de São Luís é medido por escala crescente de grandeza. O Porto do Itaqui, que é o porto-mãe do complexo, já é um dos mais importantes do Nordeste, em razão de receber e escoar mercadorias as mais diversas e da sua consolidação como entreposto regional de distribuição de combustíveis. Ao lado, o gigantesco complexo de Ponta da Madeira, por onde saem do Brasil, em direção a outros continentes, o precioso minério de ferro extraído da Serra de Carajás e, agora, a soja produzida no Maranhão e em Goiás, devendo também, em breve, escoar produtos agrícolas de Mato Grosso. O porto de Ponta da Madeira é referência mundial na sua modalidade.
Ao lado do Complexo Portuário do Itaqui está também o porto da Alumar, que abastece o megacomplexo industrial voltado para a produção de alumínio e alumina. E tudo indica que será ampliado nos próximos anos com a construção de um porto para atender à Refinaria Premium I, que a Petrobras está implantando em Bacabeira. De acordo com o projeto básico, segundo especialistas, o futuro porto será um dos maiores da região. Sua construção deve ser iniciada no ano que vem, de acordo com previsão feita recentemente por porta-vozes da petroleira.
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/editorial-itaqui-entre-os-grandes/
ALLAN CK March 31st, 2012, 04:59 AM SETOR PORTUÁRIO DO MARANHÃO É O 4º MAIOR DO PAÍS,diz Antaq
2012-03-29 08:28
Estatísticas da agência revelam o volume de carga movimentada no ano passado nos estados
O Complexo Portuário de São Luís (CPSL) é o quarto maior do país em volume de movimentação de carga, com 128,8 milhões de toneladas (t) em 2011. Os dados são da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). À frente dos portos da Ilha está o sistema portuário de São Paulo, com 146 milhões/t (3º da lista); Rio de Janeiro, com 161,4 milhões/t (2º do ranking), e Espírito Santo, com 169,7 milhões/t, o maior volume registrado no período.
Os dados da Antaq referem-se à movimentação em 19 estados, consolidados até ontem no sistema on-line da Agência. No comparativo com o resultado de 2010, verifica-se que os quatro maiores sistemas portuários, por unidade da federação, mantiveram as suas posições no ranking.
No caso do Maranhão, o volume de cargas cresceu de 118 milhões/t em 2010 para 128,8 milhões/t em 2011 (diferença de 9,15%, o maior índice dos quatro primeiros da lista). No biênio em referência, São Paulo passou de 141,4 milhões/t para 146,1 milhões/t (alta de 3,32%). De 2010 para 2011, a movimentação de carga no Rio de Janeiro subiu de 152,5 milhões/t para 161,5 milhões/t (diferença de 5,9%), respectivamente, enquanto o sistema portuário do Espírito Santo passou de 164,2 milhões/t para 169,7 milhões/t (alta de 3,34%).
O sistema portuário maranhense, formado pelo porto público organizado do Itaqui e pelos terminais de uso privativo (TUP) Ponta da Madeira (TPPM/Vale) e Terminal da Alumar, com 11 atracadouros operacionais, de acordo com os dados gerais da movimentação de carga, teve como principal atividade os embarques de granel sólido, com 120,8 milhões/t em 2011.
Em segundo lugar ficaram os produtos líquidos, principalmente derivados de petróleo, com 7,8 milhões/t movimentadas no ano passado. O CPSL, segundo dados da Antaq, movimentou ainda 1.476 contêineres em 2011, com um peso total de 18.120 t.
Itaqui - De acordo com informações divulgadas pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Porto do Itaqui, do total de cargas movimentadas no ano passado, 7 milhões/t foram de derivados de petróleo. Metade desse total abasteceu o Maranhão e os outros 3,5 milhões/t seguiram via cabotagem para outros estados do Norte e Nordeste do país.
A importação de derivados de petróleo (gasolina, querosene de aviação e óleo diesel), tem alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 25%, a maior delas. No ano passado, segundo dados da Secretaria de Estado da Fazenda do Maranhão (SEFAZ), a arrecadação de ICMS, até novembro, foi de R$ 2,9 bilhões. Calcula-se que o impacto da importação de derivados na arrecadação de ICMS foi de aproximadamente R$ 1 bilhão.
O Itaqui também ampliou as operações com fertilizantes, acompanhando a demanda do setor do agronegócio. Foram movimentadas 928 mil toneladas em 2011 contra 669 mil em 2010, um aumento de quase 39%. Foram também com granéis sólidos alguns dos recordes de produtividade alcançados em 2011: uma média de 3,3 mil toneladas de fertilizantes desembarcadas por dia.
Vale - De acordo com os relatórios de operação do TPPM, o maior volume de carga movimentada em 2011 foi de minério de ferro, com 95,5 milhões/t, o que significa 89,36% do resultado geral. O segundo produto de maior movimentação no terminal foi a pelota (aglomerado de minério de ferro usinado), com 4,9 milhões/t, o que representa 4,58% do desempenho total.
Em terceiro lugar ficaram os embarques de soja, com 2,54 milhões/t. Na sequência vieram as remessas de minério de manganês, com 1,83 milhão/t, seguidas pelos carregamentos de ferro-gusa, com 1,69 milhão/t. O relatório registra, por fim, a movimentação de cobre no TPPM, que chegou a 404,3 mil/t no ano passado.
Alumar - A movimentação de carga no Terminal da Alumar em 2011 ficou em 12,6 milhões/t. A bauxita foi o produto de maior volume, com 8,6 milhões/t, seguido pelas operações com alumina (2,4 milhões/t), carvão/coque (643,8 mil/t), soda cáustica (622,7 milhões/t), e óleo combustível (228, mil/t). O terminal registrou 354 atracações de navios no ano passado. (Fonte: O Estado do Maranhão)
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/setor%20portuario%20do%20maranh%c3%a3o%20e%20o%204%c2%ba%20maior%20do%20pais%2c%20diz%20antaq/
ALLAN CK April 6th, 2012, 04:38 AM LOGÍSTICA DO MARANHÃO FAVORECE NEGÓCIOS DE ESTADOS VIZINHOS
2012-04-04 08:40
Logística portuária do Maranhão atrai negócios de outros estados
A expansão portuária do Maranhão e a Ferrovia Norte-Sul (FNS) estão atraindo a implantação de novos negócios no estado e em regiões vizinhas. Neste sentido, a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Porto do Itaqui, no mês passado, divulgou o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ), que revela a existência de pelo menos 90 empreendimentos ligados direta ou indiretamente à infraestrutura de escoamento da produção industrial e de grãos agrícolas. Mais recentemente, a Braxcel Celulose e a Raízen (empresa do setor de transporte de combustíveis) anunciaram novos investimentos visando ao aproveitamento da logística de transporte maranhense.
Em fins de março deste ano, a Braxel Celulose anunciou um investimento de R$ 4,1 bilhões na construção de uma indústria a cerca de 300 km de Palmas (TO), no município de Peixe, com início de operação previsto para 2018. A empresa conta com a FNS para escoar 1,5 milhão de toneladas (t) por ano de celulose pelo Porto do Itaqui, com vista a produzir 3 milhões/t/ano até 2023.
A fábrica da Braxcel deverá entrar em operação em um momento em que outros grandes grupos do setor terão ampliado suas atividades, como a Suzano Papel e Celulose, que desenvolve um projeto industrial no Maranhão estimado em US$ 2,3 bilhões (aproximadamente RS 4,2 bilhões), com expectativa de produção de 1,5 milhão/t/ano de produtos, previsto para 2013.
Porto - Em janeiro deste ano, a distribuidora de combustíveis Raízen anunciou a intenção de investir cerca de R$ 600 milhões até abril de 2013 em estrutura logística, com vista ao transporte de derivados de petróleo para o exterior e para a Região do Mapito (Maranhão, Piauí e Tocantins).
Para atingir o objetivo, a empresa pretende investir em terminais marítimos para cabotagem (navegação comercial entre portos da mesma região ou país) e utilizar a Ferrovia Norte-Sul para atingir o mercado interno.
Na ocasião, o vice-presidente da Raízen, Leonardo Gadotti Filho, informou que a empresa já possui uma base no Itaqui e que pretende expandir o setor de terminais de derivados de petróleo, etanol, aumentando o pátio de tancagem (novos tanques).
"Hoje, chegamos com o produto por navio, via cabotagem, e recebemos etanol por caminhão. No futuro, queremos receber esse etanol por vagão, num modal mais eficiente, via Norte-Sul e suprir Palmas [TO], que hoje é caminhão, por vagão. Em um segundo momento, vamos exportar por Itaqui, que é uma grande porta de saída, não só para etanol. Através da ferrovia, conseguiremos transportar etanol para Itaqui e dali poderemos embarcar para os Estados Unidos, só com dois terços do frete que você pagaria [por Santos]", informou Gadotti Filho, na ocasião.
Segundo Gadotti Filho, a Raízen também visa oportunidades de expansão de transporte de combustíveis em locais onde a Petrobras está planejando novas refinarias, como nos portos de Suape (PE), Pecém (CE) e Bacabeira (MA).
Etanol - Antecipando-se ao cenário atual, em julho de 2011 a empresa Bunge informou o início do transporte de etanol para as regiões Norte e Nordeste, valendo-se da Ferrovia Norte-Sul e do Porto do Itaqui. O produto saiu da usina da empresa em Pedro Afonso (TO), com uma economia no frete estimada em 50%.
A usina de Pedro Afonso, segundo informou a Bunge, na ocasião, tem capacidade de moagem de 2,5 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, um investimento de R$ 600 milhões, com capacidade de produção de 120 milhões de litros de etanol.
Além do etanol, produtores de soja de Pedro Afonso (TO), desde junho de 2011, iniciaram a utilização da logística férrea e portuária do Maranhão para escoar a sua produção. A última safra (colhida em fins de 2011) começou a ser transportada em fins de fevereiro deste ano. Até o ano passado, a Cooperativa Agroindustrial de Pedro Afonso (Coapa) estimava colher mais de 73 mil/t de grãos.
A rota da soja de Pedro Afonso começa com o carregamento do produto em caminhões, com destino aos terminais ferroviários da empresa Valec em Colinas (TO) e em Porto Franco (MA), para embarque no Porto do Itaqui, mais precisamente no berço 105, arrendado à Vale, que o denomina Píer II. O principal objetivo é atingir o mercado asiático. (Fonte: O Estado do Maranhão)
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ALLAN CK April 9th, 2012, 05:56 PM EMAP APRESENTA O ITAQUI EM EVENTO LOGÍSTICO INTERNACIONAL
Intermodal South América começa segunda e vai até quarta-feira, em São Paulo (SP)
Publicado em 09/04/2012 às 08h50
O projeto de expansão e as oportunidades de negócios do Porto do Itaqui serão apresentados em evento de alcance nacional, na próxima semana. Trata-se da Intermodal South América, realizada nos dias 10, 11 e 12 deste mês, em São Paulo (SP). Oficialmente, até ontem, a administradora do porto não havia divulgado nenhuma informação a respeito do evento.
De acordo com o Diário Oficial do Estado, do dia 26 de março deste ano, a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), divulgou a contratação (processo número 0353/2012) da Octaplan Arquitetura e Promoção Ltda., para criação de layout, construção, instalação e desmontagem de estande da Emap na feira, a um custo de R$ 297.814,16.
Na Intermodal, tida como o maior evento do gênero na América Latina, a Emap poderá mostrar os projetos em andamento e os que estão em fase de implantação no Porto do Itaqui, como o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), orçado em cerca de R$ 500 milhões. Os contratos de arrendamento do terminal foram assinados no início de fevereiro deste ano, com a promessa de elevar o setor portuário maranhense à lista dos 10 maiores portos do mundo, com uma movimentação de produtos agrícolas da ordem de 5 milhões de toneladas/ano na primeira fase, gerando um faturamento de R$ 3,5 bilhões/ano e, na segunda fase, cerca de R$ 10 bilhões/ano.
Com o Tegram e outros projetos estratégicos desenvolvidos pela Emap, a movimentação de cargas deverá dobrar até 2015, chegando a 28 milhões de toneladas. A projeção para 2030 é que o Itaqui alcance a marca de 150 milhões de toneladas movimentadas/ano.
Oportunidades - Além do Tegram, a Emap também divulgou, em fevereiro deste ano, o Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ), que vai subsidiar ações capazes de estruturar o porto maranhense para suportar e absorver de forma sustentável o desenvolvimento que se projeta para os próximos 20 anos, como a disponibilização de novas áreas de arrendamento.
A poligonal do Itaqui conta hoje com 28 contratos de arrendamento, sendo 23 com atividades operacionais de movimentação e armazenagem de carga e os demais com atividades administrativas, serviços e plantas industriais, estando alguns em fase de implantação. O perímetro portuário conta atualmente vários lotes disponíveis ao fechamento de novos contratos de arrendamento, num total de 371.560 m². Celulose, pellets (tipo de combustível granulado que pode ser feito de diversos tipos de biomassa como serragem, cascas e podas de árvores), contêiner, derivados de petróleo, soja, farelo de soja, milho, carga geral e de projetos são algumas das cargas que deverão representar as maiores demandas nos próximos anos.
A direção da Emap ressaltou, ainda, que a área que corresponde ao fluxo das ferrovias Norte-Sul e Carajás, denominada Corredor Centro-Norte, compreende um dos mais promissores espaços de desenvolvimento do país e nela está inserida o Porto do Itaqui, cujo desenvolvimento não afeta apenas o Maranhão, sua área de influência direta, mas também a região como um todo, dando continuidade ao processo de reforço estratégico para o Brasil.
http://www.correiomaranhense.com.br/noticias/emap-apresentara-o-itaqui-em-evento-logistico-internacional-2133.html
ALLAN CK April 11th, 2012, 05:09 AM EXPANSÃO DO ITAQUI
10 de abril, 2012 - 18h30
No plano de negócios da Emap, os novos berços foram desenhados para atender a crescente demanda por cargas de projeto, granéis líquidos, granéis sólidos de origem florestal e carga geral, além de contêiner. Em maio deste ano, será entregue o berço 100. Inicialmente, o píer será utilizado para movimentação de carga geral e de projeto, assim como celulose e pellets em seguida. O píer 100 também será utilizado para operações com grãos na segunda fase do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), prevista para 2019, quando a movimentação total deverá atingir 10 milhões de toneladas/ano. Para a primeira fase do Tegram, que entra em operação no final de 2013, será usado o berço 103, já existente.
Além do 100, o berço 108 também entrará em operação ao final do próximo ano. A obra, que será iniciada nos próximos dias, possibilitará o aumento em 40% das operações com granéis líquidos. Atualmente, o Itaqui movimenta quase sete milhões de toneladas de derivados de petróleo por ano, sendo o segundo maior entreposto do Norte-Nordeste.
Além desses dois projetos, já está em desenvolvimento estudo para implantação do Terminal de Contêineres do Maranhão (Tecom), que terá capacidade para operar até 230 mil contêineres/ano. No ano passado, quando foi criada uma linha regular de contêineres, o Itaqui operou 10 mil contêineres com ferro níquel e carga geral. A viabilidade de operar também contêineres refrigerados, com carga do Maranhão e de outras regiões do país já foi comprovada. O Tecom terá três berços (96, 95 e 94), será interligado ao Distrito Industrial por uma ponte e contará com pátio de contêiner em terra e acesso rodoferroviário.
Já em 2016, os berços 99 e 98 deverão ser implantados para operação de granéis e carga geral. Complementando a expansão do Itaqui no sentido sul será construído ainda o berço de número 97. Na Ilha de Guarapirá (110 e 109) serão construídos mais dois berços para atracação de navios petroleiros, o que tornará o porto maranhense referência nacional na movimentação de granéis líquidos.
Todas as obras estão alinhadas com a questão ambiental. Desse ponto de vista, o Porto do Itaqui já tem uma das melhores performances do país, como atestou a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) por meio do Índice de Qualidade da Gestão Ambiental. O porto maranhense também está entre os cinco do Brasil a possuir todas as licenças de operação ambiental, assim como as demais licenças necessárias à implantação de grandes projetos. Além disso, a Emap implantou, este ano, um Programa de Resíduos Sólidos que permitirá ir além da reciclagem de materiais. A iniciativa prevê ações de educação ambiental dentro e fora da empresa que conscientizem funcionários e comunidades do entorno a adotar um consumo consciente dos recursos naturais hoje disponíveis.
matéria completa:
http://www.ma.gov.br/index.php/agencia/noticias/?id=29033
ALLAN CK April 30th, 2012, 06:18 PM MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS NO PORTO DA ALUMAR CHEGA A 3 MILHÕES DE TONELADAS
012-04-28 08:44
Resultado é referente ao primeiro trimestre deste ano; operações com bauxita alcançaram 2 milhões de toneladas.
O Terminal da Alumar, com dois atracadouros de navios, localizado 10 km ao sul do do Porto do Itaqui, movimentou 3.003.315 toneladas (t) de carga no primeiro trimestre deste ano. No comparativo com o mesmo período do ano passado, que registrou 2.956.780 t, verifica-se um crescimento de 2% no resultado. O principal produto é a bauxita, responsável por 67% do volume de carga da metalúrgica.
De acordo com a estatística da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), divulgada nesta semana, a movimentação de bauxita no Terminal da Alumar neste ano chegou a 2.012.604 t, uma variação pequena (1%) em relação ao mesmo período do ano passado, que registrou 2.038.100 t. Neste ano, a metalúrgica registrou 667,3 mil/t da commodity em janeiro, 699,7 mil/t em fevereiro e 645,4 mil/t em março. No comparativo com o mesmo período de 2011, verifica-se uma queda de 3% em janeiro (687,8 mil/t), seguida de uma alta de 20% em fevereiro (585,4 mil/t) e outra queda de 16% em março (764,8 mil/t)
Também apresentaram uma ligeira queda (1%) as operações com alumina, passando de 589,7 mil/t no primeiro trimestre de 2011 para 586,4 mil/t no mesmo intervalo deste ano. No comparativo mensal, verifica-se que a movimentação da commodity passou de 191,9 mil/t em janeiro de 2011para 235,2 mil/t no mesmo intervalo deste ano (alta de 23%). Considerando o mês de fevereiro, verifica-se uma queda de 8%, passando de 150,8 mil/t em 2011 para 138,6 mil/t no período atual. Em relação a março, novamente o quadro estatístico apresentou baixa (14%), passando de 246,8 mil/t para 212,5 mil/t, respectivamente, de 2011 para 2012.
Alta - O terceiro item da pauta do terminal é o somatório das operações com carvão e coque, que tiveram uma alta de 8% nos três primeiros meses deste ano, no comparativo com o mesmo período de 2011. Foram 182,8 mil/t em 2012 contra 169,4 mil/t no ano passado.
Também em alta, segundo as estatísticas, ficaram as operações com soda cáustica, que passaram de 118,1 mil/t no primeiro trimestre do ano passado, para 161,1 mil/t no mesmo intervalo deste ano, o que equivale a uma diferença de 36%.
O quinto item da pauta de operações do Terminal da Alumar, o óleo combustível, também apresentou um quadro de crescimento (46%), que registrou 41,2 mil/t nos três primeiros meses de 2011, e chegou a 60,3 mil/t no mesmo período deste ano.
Destaque para o comparativo do mês de janeiro, que chegou a 8.189 t em 2011 e alcançou a marca de 29.748 t em 2012, alta de 263%, explicada pela retomada, desde o primeiro semestre do ano passado, das operações de abastecimento no terminal, o que antes era feito no Porto do Itaqui. Em relação a fevereiro, a movimentação chegou a 19,1 mil/t em 2011 e 15,6 mil/t em 2012 (queda de 19%). Em março, as operações apresentaram alta de 8%, sendo 13,9 mil/t no ano passado e 15 mil/t neste ano.
Navios - O total de atracações de navios cargueiros no terminal sofreu pouca alteração no exercício trimestral deste ano em relação ao do ano passado. Foram 82 embarcações em 2011, sendo 31 em janeiro, 22 em fevereiro e 29 em março. Em 2012, foram 81 navios, sendo 27 no primeiro mês, 22 no segundo e 32 em março. (Fonte: O Estado do Maranhão)
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/movimenta%c3%a7%c3%a3o-de-carga-no-porto-da-alumar-chega-a-3-milh%c3%b5es-de-toneladas/
Alcântarense May 2nd, 2012, 06:39 PM PORTOS MOVIMENTARAM 27,9 MILHÕES DE TONELADAS DE JANEIRO A MARÇO
A movimentação de cargas no Complexo Portuário de São Luís (CPSL) chegou a 27.906.652 toneladas (t) no período de janeiro a março deste ano. Nesse período, os portos da Ilha receberam 380 navios mercantes. No ano passado, considerando o mesmo intervalo, o volume de carga chegou a 28.461.709 t (diferença de 2%), e o total de navios chegou a 387.
A estatística é da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Porto do Itaqui, que integra o complexo, assim como o os terminais de uso privativo (TUP) da Alumar e Ponta da Madeira (TPPM/Vale). No total, o sistema tem 11 atracadouros, sendo cinco públicos no Itaqui (berços 101, 102, 103, 104 e 106) e o berço 105 arrendado à Vale, que o denomina Píer II e que opera cargas próprias e de terceiros desde fins do ano passado. Além disso, o TPPM tem três atracadouros, denominados Píer I, Píer III/Norte e Píer III/Sul. No Terminal da Alumar, há dois atracadouros.
O produto de maior volume de carga movimentada no CPSL é o minério de ferro (73,37%), embarcado no TPPM. No primeiro trimestre deste ano, a Vale carregou 20.479.779 t da commodity, o que representa uma queda de 2% (a exemplo do resultado geral do Complexo) em relação ao mesmo período do ano passado.
No primeiro trimestre deste ano, em comparação ao resultado de 2011, os carregamentos da commodity apresentaram um quadro de queda em janeiro, passando de 7,9 milhões/t para 7,5 milhões/t (diferença de 4%). Em fevereiro, o volume decresceu de 6,5 milhões/t para 5,8 milhões/t (baixa de 11%). Em março, o quadro se reverteu, com aumento de 6.469.494 t para 7.054.798 t (alta de 9%).
No TPPM, também ocorreram remessas de minério de manganês, com 223,4 mil/t este ano, contra 486,7 mil/t no ano passado, uma diferença de 54%. Além disso, houve registro de baixa de 15% na movimentação de pelotas, passando de 1,3 milhão/t em 2011 para 1,1 milhão/t este ano.
No quadro geral, a movimentação de carga no Píer II (berço 105 do Itaqui) apresentou alta de 2%, passando de 781,7 mil/t para 793,9 mil/t. O relatório da Emap revelou a movimentação de soja, com alta de 34% no período em referência, passando de 196,7 mil/t em 2011 para 263,1 mil/t neste ano. O detalhe é que só houve embarque da commodity no mês de março, tanto no ano passado como em 2012.
O maior volume de cargas do Píer II no primeiro trimestre deste ano foi de ferro-gusa, que, entretanto, apresentou um quadro de queda (15%) em relação ao mesmo intervalo de 2011, passando de 477,2 mil/t para 407,2 mil/t, respectivamente.
O relatório estatístico destaca ainda as operações com cobre, que tiveram alta de 21% no exercício em referência, passando de 70,9 mil/t em 2011 para 85,6 mil/t neste ano. Por fim, no Píer II também ocorreram embarques de milho, que aumentaram de 36,8 mil/t para 37,9 mil/t de 2011 para 2012, respectivamente, uma alta de 3%.
Itaqui - O volume de carga no Porto do Itaqui cresce 16% no primeiro trimestre deste ano em relação ao ano passado. Foram 2,2 milhões de toneladas (t), contra 1,9 milhões/t no mesmo período de 2011. A alta foi puxada pela movimentação de derivados de petróleo (1,7 milhão/t), principal produto da pauta de operações do porto, o que significa 76,8% do resultado geral. Os resultados referem-se à movimentação de carga nos atracadouros públicos em atividade no Itaqui (berços 102, 103, 104 e 106). O berço 101 está inativo desde fins de 2011, pois está em reforma.
Ainda em relação às operações com derivados de petróleo, no comparativo mensal, a estatística revela uma queda de 10% em março deste ano em relação ao mesmo intervalo de 2011. A movimentação caiu de 631,7 mil/t para 571,4 mil/t , respectivamente.
Já nos meses de janeiro e de fevereiro, o quadro foi inverso, isto é, de alta. No primeiro mês do ano, o volume de derivados de petróleo chegou a 599,8 mil/t, contra 402,9 mil/t em 2011 (diferença de 49%). Em fevereiro, o volume chegou a 552,8 mil/t, o que representa um crescimento de 9% em relação ao mesmo intervalo de 2011, que registrou 505,2 mil/t.
O segundo produto de maior volume da pauta de operações do Itaqui foi o carvão, que no primeiro trimestre deste ano chegou a 169,6 mil/t. No ano passado, considerando o mesmo período, não há registro de movimentação de carvão no Itaqui.
Na sequência do ranking ficaram os descarregamentos de fertilizante, com 146,8 mil/t de janeiro a março deste ano, o que representa uma alta de 2% em relação ao mesmo intervalo de 2011. Em quarto lugar ficaram as operações com ferro-gusa, com 43.457 t este ano, um resultado muito aproximado do alcançado ano passado, com 43.468 t (diferença de 11 t apenas).
As operações com carga geral ficaram em quinto lugar no ranking de movimentação de cargas do Itaqui. Foram 39,8 mil/t este ano e 73,6 mil/ t no ano passado, o que significa uma queda de 46%. Em queda também ficaram as operações com arroz, que chegaram a 36,8 mil/t em 2011 e neste ano computaram 29,7 mil/t (diferença de 19%).
Na sequência, ficaram as operações com cimento e clínquer (subproduto do cimento), registradas em conjunto nas estatísticas da Emap. A movimentação este ano chegou a 23,5 mil/t, contra 16,5 mil/t em 2011, o que significa uma alta de 42%.
Alumar - O Terminal da Alumar, com dois atracadouros de navios, localizado 10 km ao sul do Porto do Itaqui, movimentou 3.003.315 toneladas (t) de carga no primeiro trimestre deste ano. No comparativo com o mesmo período do ano passado, que registrou 2.956.780 t, verifica-se um crescimento de 2% no resultado. O principal produto é a bauxita, responsável por 67% do volume de carga da metalúrgica.
A movimentação de bauxita neste ano chegou a 2.012.604 t, uma variação pequena (1%) em relação ao mesmo período do ano passado, que registrou 2.038.100 t. Neste ano, a metalúrgica registrou 667,3 mil/t da commodity em janeiro, 699,7 mil/t em fevereiro e 645,4 mil/t em março. No comparativo com o mesmo período de 2011, verifica-se uma queda de 3% em janeiro (687,8 mil/t), seguida de uma alta de 20% em fevereiro (585,4 mil/t) e outra queda de 16% em março (764,8 mil/t).
Também apresentou uma ligeira queda (1%), as operações com alumina, passando de 589,7 mil/t no primeiro trimestre de 2011 para 586,4 mil/t no mesmo intervalo deste ano. No comparativo mensal, verifica-se que a movimentação da commodity passou de 191,9 mil/t em janeiro de 2011 para 235,2 mil/t no mesmo intervalo deste ano (alta de 23%). Considerando o mês de fevereiro, verifica-se uma queda de 8%, passando de 150,8 mil/t em 2011 para 138,6 mil/t no período atual. Em relação a março, novamente o quadro estatístico apresentou baixa (14%), passando de 246,8 mil/t para 212,5 mil/t, respectivamente, de 2011 para 2012.
Alta - O terceiro item da pauta do Terminal da Alumar é o somatório das operações com carvão e coque, que tiveram uma alta de 8% nos três primeiros meses deste ano, no comparativo com o mesmo período de 2011. Foram 182,8 mil/t em 2012 contra 169,4 mil/t no ano passado.
Também em alta, segundo as estatísticas, ficaram as operações com soda cáustica, que passaram de 118,1 mil/t no primeiro trimestre do ano passado, para 161,1 mil/t no mesmo intervalo deste ano, o que equivale a uma diferença de 36%.
O quinto item da pauta de operações do Terminal da Alumar, o óleo combustível, também apresentou um quadro de crescimento (46%), que registrou 41,2 mil/t nos três primeiros meses de 2011, e chegou a 60,3 mil/t no mesmo período deste ano.
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/new...-a-mar%c3%a7o/
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ALLAN CK May 4th, 2012, 06:16 PM PORTOS DE SÃO LUÍS CHEGAM À MARCA DE 575 NAVIOS, DE JANEIRO A ABRIL DESTE ANO
2012-05-04 12:08
Tráfego de embarcações aumentou 12,08% em relação ao mesmo período do ano passado; Itaqui e Ponta da Madeira tiveram o maior número de atracações.
O Complexo Portuário de São Luís (CPSL) recebeu 511 navios mercantes e mais 64 embarcações de apoio marítimo (offshore) de janeiro a abril deste ano. O resultado é 12,08% maior do que o obtido no mesmo período do ano passado, que registrou 513 embarcações. Os dados são da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) e do site da empresa de praticagem Pratimar, que monitora diariamente a movimentação de navios nos portos da Ilha e na Baía de São Marcos.
No comparativo mensal de 2011 com 2012, verifica-se uma oscilação relativamente pequena dos números do tráfego de navios, mais especificamente no período de janeiro a março, sendo a maior diferença registrada em abril, que subiu de 126 embarcações no ano passado para 144 neste ano (alta de 14,28%).
No primeiro mês do período em referência, o total de embarcações no CPSL (exceto em Porto Grande) passou de 132 no ano passado para 139 neste ano (variação de 5,03%). Em fevereiro, foram 116 atracações em 2011 contra 120 em 2012 (alta de 3,44%). Em março houve decréscimo no quadro estatístico, passando de 132 navios em 2011 para 128 neste ano.
De acordo com os resultados deste ano, o Porto do Itaqui foi o que mais recebeu navios, com 238 unidades no quadrimestre, sendo 63 em janeiro, 60 em fevereiro, 62 em março e 53 em abril. Em segundo lugar ficou o Terminal Portuário Ponta da Madeira (TPPM/Vale), com 166 navios, sendo 42 em janeiro, 34 em fevereiro, 38 em março e 52 em abril. O Terminal da Alumar registrou 107 embarcações, sendo 27 em janeiro, 22 em fevereiro, 32 em março e 26 em abril.
Vale ressaltar ainda o movimento de navios em Porto Grande, antigo terminal pesqueiro que está sendo utilizado para operações de navios de apoio marítimo (offshore), que recebeu 64 embarcações no quadrimestre, sendo 15 em janeiro, 16 em fevereiro, 20 em março e 13 em abril.
Desempenho - Considerando a média aritmética, levando-se em conta que o primeiro quadrimestre deste ano teve 121 dias, o sistema portuário de São Luís atendeu 4,33 navios/dia, contra uma taxa de estadia de 4,27% alcançada no mesmo período de 2011.
Em relação aos resultados atuais, calcula-se uma média de atendimento de 5,54 horas/navio, uma ligeira alta no desempenho em relação a 2011, que atingiu a marca de 5,61 horas/navio no mesmo intervalo.
Números
575 Navios atracaram no sistema portuário de São Luís.
511 Navios mercantes atracaram no sistema portuário.
64 Navios de apoio marítimo (offshore) atracaram no sistema portuário. (Fonte: O Estado do Maranhão)
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/portos-de-s%c3%a3o-luis-chegaram-%c3%a0-marca-de-575-navios%2c-de-janeiro-a-abril-deste-ano/
ALLAN CK May 12th, 2012, 07:34 PM CONSTRUÇÃO DO NOVO BERÇO PETROLEIRO DO ITAQUI É INICIADA
2012-05-10 08:39
A construção do berço 108 do Porto do Itaqui segue o cronograma divulgado pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do porto
A construção do berço 108 do Porto do Itaqui segue o cronograma divulgado pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do porto. O canteiro de obras já está montado, localizado na área posterior ao berço 103, ao lado do portal de entrada do cais. O empreendimento, orçado em R$ 49,3 milhões, tem prazo de 14 meses para ser concluído e deve aumentar em 40% a movimentação de derivados de petróleo, que no ano passado representou metade da carga operada no porto maranhense, o equivalente a 7 milhões de toneladas.
Com o berço 108, o porto terá três píeres (berços 104 e 106) especializados em operações com derivados de petróleo, responsáveis por mais da metade do volume de carga movimentada no Itaqui. O projeto do novo atracadouro vem sendo definido desde 2010, mas somente no fim do ano passado ganhou aval do Governo Federal, que garantiu recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A Cejen Engenharia Ltda. foi a empresa vencedora da concorrência.
Trâmites - A assinatura do contrato de construção do novo atracadouro ocorreu no dia 21 de março deste ano, na sede da Emap. A estatal vinha anunciando a concorrência pública desde junho de 2011. Até aquela data, estava definido que a Secretaria de Portos (SEP) realizaria o certame, que acabou executado pela Emap, no início deste ano. O resultado foi divulgado em fevereiro último.
No fim de março, a Emap divulgou no Diário Oficial do Estado (DOE) o pedido de licença da instalação à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais (Sema) para construção do canteiro de obras do empreendimento.
Anteriormente a esta ação, a gestora do porto publicou no DOE a abertura de concorrência (número 013/2012) para contratação de empresa de engenharia para execução de serviços profissionais especializados na assistência técnica ao gerenciamento, fiscalização, assessoria técnica e controle das obras de construção do berço 108.
Negócios - A construção do novo berço está prevista no plano de negócios da Emap e ajudará a empresa a atingir uma das suas metas, que é passar dos atuais 14 milhões de toneladas movimentadas para 30 milhões até 2015.
Em 2031, quando a movimentação deverá alcançar 150 milhões de toneladas, a perspectiva é tornar o Itaqui um porto de classe mundial. Em 20 anos, a quantidade de granéis líquidos movimentada deverá ultrapassar a marca dos 43 milhões de toneladas/ano. Os derivados de petróleo no Itaqui estão no topo da lista dos produtos que mais contribuem para arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Luiz Fossati, presidente da Emap, na ocasião, pediu rigidez no cumprimento do prazo de construção da obra, assim como no atendimento às normas de segurança e meio ambiente, o que se pode verificar com a recente publicação no DOE dos pedidos de licenciamento ambiental e concorrência pública para a contratação de uma empresa de engenharia para fiscalizar as obras.
Na oportunidade, o presidente da Cejen, Ceciliano Ennes Neto, ressaltou que o grupo tem um braço especializado em operações portuárias e que também tem interesse em atuar no Maranhão nessa área com movimentação de granéis sólidos. A empresa, que existe há 25 anos, é especializada na construção de pontes e portos, a exemplo do Porto São Francisco do Sul, em Santa Catarina. No Porto de Antonina, no Paraná, a operadora portuária Interportos, que integra o grupo, realizou descarga offshore (serviço de apoio marítimo) de navios. (Fonte: O Estado do Maranhão)
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/constru%c3%a7%c3%a3o-do-novo-ber%c3%a7o-petroleiro-do-itaqui-e-iniciada/
ALLAN CK May 20th, 2012, 07:14 AM OS PRINCIPAIS PORTOS/TUPS DO NORDESTE
TUP PONTA DA MADEIRA-MA------------ 102.260.814 ton.
TUP MADRE DE DEUS-BA-------------------20.701.120 ton
ITAQUI-MA.---------------------------------.13.913.818 ton
TUP ALUMAR-MA----------------------------12.717.959 ton
SUAPE-PE------------------------------------11.004.193 ton
ARATU-BA-------------------------------------5.188.342 ton
FORTALEZA-CE--------------------------------4.309.971 ton
TUP PECÉM-CE--------------------------------3.749.808 ton
SALVADOR-BA---------------------------------3.484.219 ton
MACEIÓ-AL-------------------------------------3.305.545 ton
TUP GUAMARÉ-RN ----------------------------2.838.762 ton
TUP COTEGIPE-BA-----------------------------2.751.525 ton
AREIA BRANCA-RN-----------------------------2.523.650 ton
TUP ARACRUZ-BA------------------------------2.234.382 ton
RECIFE-PE---------------------------------------1.998.676 ton
CABEDELO-PB-----------------------------------1.754.942 ton
http://www.antaq.gov.br/Portal/Estatisticas_Anuarios.asp
ALLAN CK May 23rd, 2012, 04:14 AM SEGUNDO RELATÓRIO DA ANTAQ, ITAQUI É O SEXTO MAIOR PORTO PÚBLICO DO PAÍS
2012-05-19 16:49
A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) divulgou nesta semana o Anuário Estatístico Aquaviário (AEA) referente à movimentação no setor portuário nacional em 2011, que chegou à marca de 886 milhões de toneladas (t). Os 106 terminais privativos alcançaram o volume de 577 milhões/t, enquanto os 36 portos públicos chegaram a 309 milhões/t. Neste ranking, o Porto do Itaqui (MA) ficou em sexto lugar, com 13,9 milhões/t, à frente de Suape (PE), com 11 milhões/t e São Francisco do Sul (SC), com 10 milhões/t. O Porto de Santos (SP) lidera a lista, com 85,9 milhões/t.
Dos 10 portos públicos de maior movimentação de carga no país, destaque para Itaguaí/Sepetiba (RJ), em segundo lugar no ranking, com 58 milhões/t; Paranaguá (PR), com 37,4 milhões/t; Rio Grande (RS), com 17,9 milhões/t; Vila do Conde (PA), com 16,6 milhões/t, seguido por Itaqui e Suape e São Francisco do Sul; na sequência vêm Vitória (ES), com 8,1 milhões/t e Rio de Janeiro (RJ), com 7,7 milhões/t.
Itaqui -
De acordo com informações divulgadas pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Porto do Itaqui, do total de cargas movimentadas no ano passado, 7 milhões/t foram de derivados de petróleo. Metade desse total abasteceu o Maranhão e os outros 3,5 milhões/t seguiram via cabotagem para outros estados do Norte e Nordeste do país.
A importação de derivados de petróleo (gasolina, querosene de aviação e óleo diesel) tem alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de 25%, a maior delas. No ano passado, segundo dados da Secretaria de Estado da Fazenda do Maranhão (Sefaz), a arrecadação de ICMS até novembro foi de R$ 2,9 bilhões. Calcula-se que o impacto da importação de derivados na arrecadação de ICMS foi de aproximadamente R$ 1 bilhão.
A título de comparação, o PIB do Maranhão, a soma de todas as riquezas produzidas no estado, de acordo com dados do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC), em 2009, dado mais recente, foi de aproximadamente R$ 40 bilhões. As importações de derivados pelo Itaqui contribuem com 2,5% do PIB estadual.
O Itaqui também ampliou as operações com fertilizantes, acompanhando a demanda do setor do agronegócio. Foram movimentadas 928 mil toneladas em 2011 contra 669 mil em 2010, um aumento de quase 39%. Foram também com granéis sólidos alguns dos recordes de produtividade alcançados em 2011: uma média de 3,3 mil toneladas de fertilizantes desembarcadas por dia. (Fonte: O Estado do Maranhão)
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/segundo-relatorio-da-antaq-itaqui-e-o-sexto-maior-porto-publico-do-pais/
ALLAN CK May 25th, 2012, 05:51 AM AMERICANA CHS COMPRA PARTE DE TERMINAL NO MA
Qui, 24 de Maio de 2012 08:57
A CHS do Brasil acertou a compra de 25% do Terminal Corredor Norte (TCN), no porto de Itaqui, no Maranhão. Com isso, a subsidiária da maior cooperativa de grãos e energia dos Estados Unidos passa a integrar o projeto do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), obra considerada estratégica para o escoamento dos grãos produzidos no Centro-Oeste e na região conhecida como Mapito (enclave entre Maranhão, Piauí e Tocantins). O anúncio oficial deve ser feito nesta quinta-feira, nos Estados Unidos.
O TCN é o veículo criado pela NovaAgri - empresa controlada pelo fundo P2 Brasil, uma joint venture formada por Pátria Investimentos e Grupo Promon - para operar um dos quatro lotes do Tegram em uma concessão de 25 anos (renováveis por mais 25), após concorrência vencida em outubro do ano passado. A NovaAgri segue como controladora do TCN, com 75% das ações.
A NovaAgri deve investir cerca de R$ 65 milhões na empreitada, que começa a operar no fim de 2013. Os recursos serão destinados à construção de um armazém, com capacidade estática para 125 mil toneladas de grãos, além das estruturas de recebimento e de expedição dos grãos nos navios.
O valor da negociação não foi revelado, mas a NovaAgri desembolsou R$ 62 milhões pelo direito de explorar seu quinhão no novo terminal - a maior oferta entre as vencedoras da licitação, grupo que inclui ainda a suíça Glencore, a CGG Trading (braço da Cantagalo General Grains, controlada pelo grupo têxtil Coteminas) e o Consórcio Crescimento (formado pela francesa Louis Dreyfus e a brasileira Amaggi Exportação).
Em sua primeira incursão fora dos Estados Unidos, a CHS desembarcou no Brasil em 2006, quando comprou parte da trading brasileira Multigrain.
Em maio do ano passado, porém, a companhia americana vendeu sua fatia para a Mitsui, por US$ 225 milhões. Na ocasião, a trading japonesa também adquiriu as ações do sócio-fundador da Multigrain, Paulo Roberto Garcez. O empresário é atualmente o controlador da Agrícola Estreito, uma das sócias estratégicas da Cantagalo General Grains, que arrematou um dos lotes no Tegram.
Além de sócia da NovaAgri no TCN, a CHS será usuária do novo terminal, que possui ligação com a Ferrovia Norte-Sul. Com isso, garantirá acesso privilegiado à produção de milho e soja do Centro-Oeste e das novas fronteiras agrícolas no Norte e Nordeste, que hoje enfrenta uma longa - e custosa - viagem de caminhão até os portos do Sul e do Sudeste.
As obras do Tegram começam em agosto e devem consumir cerca de R$ 262 milhões (rateados entre as quatro empresas) em sua primeira fase, quando o terminal será capaz de escoar 5 milhões de toneladas de soja. A previsão é que essa capacidade dobre nos anos seguintes, o que elevará o investimento total para a casa dos R$ 322 milhões.
Fundada no auge da Grande Depressão, em 1929, e controlada por produtores rurais e outras cooperativas, a CHS é uma das maiores empresas de commodities dos Estados Unidos, com operações que vão desde a comercialização de grãos à operação de refinarias de petróleo. No ano passado, a empresa faturou US$ 36,9 bilhões em 2011, dos quais US$ 25,8 bilhões vieram do agronegócio.
Fundada em 2008, a NovaAgri é essencialmente uma empresa de armazenagem e escoamento de produtos agrícolas. Além do terminal recém adquirido no Maranhão, a companhia opera seis armazéns e um terminal portuário em Montevidéu, com uma receita total de R$ 25,7 milhões.
Em abril de 2010, a NovaAgri recebeu um aporte (de valor não-revelado) e passou a ser controlada pelo fundo P2 Brasil, que captou US$ 1,15 bilhão para investir em empresas de infraestrutura no país - desse montante, 93% são de investidores estrangeiros. O fundo também controla a Hidrovias do Brasil, empresa que criou também em 2010.
Fonte: Valor Econômico/Por Gerson Freitas Jr. | De São Paulo
http://www.portosenavios.com.br/site...terminal-no-ma
ALLAN CK May 25th, 2012, 05:56 AM MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS NO TERMINAL DA ALUMAR TEM ALTA DE 6% NO QUADRIMESTRE
2012-05-24 16:58
Volume das operações subiu de 3,8 milhões de toneladas no ano passado para 4,1 milhões de toneladas neste ano.
A movimentação de cargas no Terminal da Alumar, em São Luís (MA), apresentou uma alta de 6,09% no primeiro quadrimestre deste ano em relação ao mesmo intervalo do ano passado. O volume das operações subiu de 3.887.688 toneladas (t) em 2011 para 4.124.766 t em 2012. O relatório estatístico foi divulgado nesta semana, pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), gestora do Porto do Itaqui e autoridade portuária da região.
A bauxita é o principal produto da movimentação de carga do Terminal da Alumar. O volume de cargas da commodity passou de 2.655.149 t de janeiro a abril de 2011 para 2.738.834 no primeiro quadrimestre deste ano, o que significa uma alta de 3,15%.
Produtos -
Depois da bauxita, a commodity de maior volume de movimentação de carga no Terminal da Alumar foi a alumina, que apresentou alta de 14,82% no primeiro quadrimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2012. Foram 746.103 t em 2011 e 856.681 t neste ano.
O Terminal da Alumar também movimentou, segundo o relatório da Emap, cargas de carvão e coque, cujo somatório alcançou o volume de 223.881 t no primeiro quadrimestre de 2011 e de 197.853 t no mesmo intervalo deste ano, o que equivale a uma redução de 11,62%.
Também foi registrada a movimentação de óleo combustível, com alta de 39,05%, passando de 64.637 t nos quatro primeiros meses de 2011 para 89.878 t no mesmo período deste ano. (Fonte: O Estado do Maranhão)
Ler mais: http://clippingma.webnode.com.br/news/movimenta%c3%a7%c3%a3o-de-cargas-no-terminal-da-alumar-tem-alta-de-6%25-no-quadrimestre/
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