View Full Version : Notícias econômicas e de investimentos em SP


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Slice Shot
January 15th, 2012, 03:20 AM
^^E quem, minimamente esclarecido, nesse país, ainda cai no "conto do PAC"?

Renaudt
January 15th, 2012, 07:54 AM
^^
Eu não sou de defender o Governo Federal não, mas tenho família em Araçatuba e pelo que estou sabendo as obras do PAC referente a essa hidrovia estão a todo vapor, inclusive gerando muitos empregos por lá!

Slice Shot
January 15th, 2012, 02:33 PM
^^
Eu não sou de defender o Governo Federal não, mas tenho família em Araçatuba e pelo que estou sabendo as obras do PAC referente a essa hidrovia estão a todo vapor, inclusive gerando muitos empregos por lá!

Sinceramente eu não duvido disso que você fala, algumas coisas sempre aparecem e geram repercussão onde são executadas mas falando em termos de escala e de percentual executado em relação a tudo que se prometeu tem muita coisa emPACada Brasil afora...

Dom Drácula
January 17th, 2012, 07:00 PM
Mogi terá megaprojeto no Taboão

De frente para a Rodovia Presidente Dutra, no bairro chamado Chácaras Guanabara, próximo da divisa de Mogi das Cruzes com Guararema e colado com o Taboão. Ali será instalado o maior empreendimento industrial da história recente do Município mogiano, cujo anúncio oficial está marcado para 15 horas de hoje, na Prefeitura. Os detalhes do megaprojeto têm sido mantidos sob o mais absoluto sigilo, mas O Diário apurou que se trata de um condomínio para empresas dos segmentos de indústria e logística, encabeçado pela Walled Incorporadora, uma das gigantes do setor imobiliário.

E gigante também é a área adquirida pela empresa da família Gozzi para o ambicioso projeto: 500 mil metros quadrados. Ou seja, praticamente cinco vezes o tamanho do Mogi Shopping Center. De construção, serão 275 mil m2, o que equivale a 30 campos de futebol do tamanho do Maracanã. Para fins de comparação, são quatro vezes a fábrica da Gerdau (antiga Aços Villares), instalada na Avenida Engenheiro Miguel Gemma e uma das maiores de Mogi.

"Será o maior condomínio industrial de Mogi das Cruzes, com um grande impacto no desenvolvimento de toda a cidade e na geração de receitas a partir do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). É um belíssimo gol de placa", dispara o prefeito Marco Aurélio Bertaiolli (PSD), sem dar maiores detalhes sobre o empreendimento. "Só posso adiantar que será um condomínio para indústrias de grande porte e empresas de logística", conclui.

Pelo que apurou O Diáriono entanto, o meganegócio, que já tinha sido alardeado pelo secretário municipal de Desenvolvimento, Marcos Damásio, no final do ano passado, consiste num condomínio projetado para abrigar pelo menos seis indústrias de grande porte, com foco especial no setor de automobilístico. Na lista de possíveis parceiros para ocupar o espaço estão nada menos que três grandes montadoras de porte, as quais estão a procura de áreas no Estado para se instalar e que poderão servir de âncoras: a americana BMW e as chinesas Jac Motors e Chery.

A implantação do condomínio industrial na Chácaras Guanabara consumiu pelo menos cinco anos de trabalho para retificação da área, que teve também o seu zoneamento alterado justamente para propiciar o desenvolvimento econômico numa região hoje bastante carente de infraestrutura. Além de estar colado à Rodovia Presidente Dutra, o novo polo industrial também vai ficar na "boca" do Rodoanel, tanto no trecho leste, já em execução, quanto no futuro trecho norte, que vai fechar o anel viário.


Anúncio
Representantes dos principais setores econômicos de Mogi das Cruzes e Região começaram a receber ontem os convites para o evento que será realizado hoje no gabinete do prefeito. Não há maiores informações, apenas o convite para que prestigiem a "grande conquista" da Cidade e um dos maiores negócios da história empresarial local.

Segundo informações obtidas por O Diário, a família Gozzi, fundadora da Walled Incorporadora, que tem negócios principalmente no Bairro do Tatuapé, chegou a Mogi das Cruzes por intermédio de um empresário mogiano que também atua no segmento, mas com foco principal no campo residencial e comercial.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16058&c=11&lang=1

Funbot
January 17th, 2012, 08:14 PM
Jac e Chery ?

BrunoB.
January 17th, 2012, 09:31 PM
Jac e Chery ?

Pior ainda...BMW americana.....parei de ler por ai.....:hammer:

Renaudt
January 17th, 2012, 10:35 PM
Sinceramente eu não duvido disso que você fala, algumas coisas sempre aparecem e geram repercussão onde são executadas mas falando em termos de escala e de percentual executado em relação a tudo que se prometeu tem muita coisa emPACada Brasil afora...

Eu concordo contigo, estou falando desse projeto de Araçatuba especificamente, já o resto...

"emPACada" :lol:

gerd.jak
January 18th, 2012, 01:17 AM
Pior ainda...BMW americana.....parei de ler por ai.....:hammer:

Nem Porto Rico nem Guam: Baviera, o 51° estado americano!

vitinhooo
January 18th, 2012, 03:10 AM
Nem Porto Rico nem Guam: Baviera, o 51° estado americano!

E bastava uma 'googlada'... Tão simples...

Dom Drácula
January 18th, 2012, 11:38 AM
:lol: WTF?

Dom Drácula
January 18th, 2012, 11:40 AM
Mais uma sobre o megaprojeto para Mogi, a fonte é a mesma :lol:


Megaprojeto gera 15 mil empregos


Com obras previstas para começar já no próximo mês, a direção da Walled Incorporadora anunciou ontem um investimento de R$ 600 milhões na implantação de um condomínio industrial no Bairro Chácaras Guanabara, na divisa de Mogi das Cruzes com Guararema e nas margens da Rodovia Presidente Dutra. Com potencial para gerar até 15 mil empregos diretos e indiretos, e abrigar até 20 empresas de médio e grande porte, o empreendimento terá a primeira indústria funcionando no primeiro semestre de 2013 e, como antecipado com exclusividade por O Diário na edição de ontem, a montadora alemã BMW poderá ser uma das atrações do novo complexo.

"Já temos 14 indústrias encaminhadas para se instalar aqui. São empresas de segmentos diversos, tanto na modalidade de desenvolvimento logístico, como indústrias de médio porte. E tem, também, indústrias automotivas. A BMW é uma das empresas para a qual ofertamos o empreendimento e eles estão estudando", adiantou o empresário e arquiteto José Gozzi, responsável pelo projeto da Walled Incorporadora.

"A BMW cabe ali", comentou Wilson Roberto Soares, gerente de Relações Institucionais e Internacionais da Investe SP, agência de fomento da Secretaria de Estado de Desenvolvimento. "Estamos conversando com a BMW e vários municípios do Estado estão sendo avaliados. Esse empreendimento com certeza se encaixa nas necessidades da montadora, mas é a própria empresa que decide quando, como e onde se instalar", completou o representante estadual.

De acordo com o arquiteto Gozzi, o novo condomínio industrial vai abrigar indústrias nacionais e multinacionais, atraídas, entre outros fatores, pela localização de Mogi, que passa a ser ainda mais estratégica diante das restrições impostas por São Paulo para o tráfego de caminhões. "Estamos na rota de desenvolvimento nacional, que é o eixo Rio-São Paulo, e adianto que há outras montadoras que também estamos em contato, mas não posso dizer quais são. Só a BMW", disse o empresário.

Segundo apurado por O Diário, as outras montadoras que estão na mira dos empreendedores são as asiáticas, entre elas, a Jac Motors e a Chery, que já está construindo uma planta em Jacareí, mas pode implantar em Mogi, que está a poucos quilômetros, uma segunda unidade.

"Não viemos para ser mais um e, sim, para fazer a diferença". A declaração feita pelo arquiteto Gozzi durante a apresentação do megaprojeto para a Chácaras Guanabara deixa claro que a Walled Incorporadora está fincando os pés em Mogi das Cruzes com a pretensão de ocupar um importante capítulo no desenvolvimento da Cidade. E não quer perder tempo nisso. Tanto que a meta da empresa é iniciar a construção do condomínio industrial até o próximo mês e ter ele totalmente consolidado no intervalo máximo de cinco anos. "Só precisamos da licença ambiental, que está na fase final do processo e só depende desse alvará que estamos recebendo hoje", explicou.

Nos 500 mil metros quadrados localizados dentro do território mogiano, a Walled vai instalar quatro blocos, de tamanhos diferenciados, para instalação das empresas. Os blocos poderão ser ocupados por uma única indústria, como ser fracionado para outras. O local terá a completa infraestrutura, assim como portaria e 1.710 vagas de estacionamento, inclusive para carretas. Serão dois acessos: um pela Rua Mônaco, dentro do Bairro Chácaras Guanabara, e outro pela Avenida América, no lado de Guararema e com acesso pela Rodovia Presidente Dutra.

"Toda a arrecadação de impostos estará dentro do município de Mogi", frisou o secretário municipal de Planejamento e Urbanismo, João Francisco Chavedar, ao lembrar que o condomínio industrial é resultado de um trabalho de vários anos e que demandou, em especial, a retificação cartorária da área, que era tributada por Mogi e por Guararema.

http://www.odiariodemogi.inf.br/noticia_view.asp?mat=34247&edit=6

zolin
January 18th, 2012, 12:56 PM
Mais uma sobre o megaprojeto para Mogi, a fonte é a mesma :lol:


Megaprojeto gera 15 mil empregos


Com obras previstas para começar já no próximo mês, a direção da Walled Incorporadora anunciou ontem um investimento de R$ 600 milhões na implantação de um condomínio industrial no Bairro Chácaras Guanabara, na divisa de Mogi das Cruzes com Guararema e nas margens da Rodovia Presidente Dutra. Com potencial para gerar até 15 mil empregos diretos e indiretos, e abrigar até 20 empresas de médio e grande porte, o empreendimento terá a primeira indústria funcionando no primeiro semestre de 2013 e, como antecipado com exclusividade por O Diário na edição de ontem, a montadora alemã BMW poderá ser uma das atrações do novo complexo.

"Já temos 14 indústrias encaminhadas para se instalar aqui. São empresas de segmentos diversos, tanto na modalidade de desenvolvimento logístico, como indústrias de médio porte. E tem, também, indústrias automotivas. A BMW é uma das empresas para a qual ofertamos o empreendimento e eles estão estudando", adiantou o empresário e arquiteto José Gozzi, responsável pelo projeto da Walled Incorporadora.

"A BMW cabe ali", comentou Wilson Roberto Soares, gerente de Relações Institucionais e Internacionais da Investe SP, agência de fomento da Secretaria de Estado de Desenvolvimento. "Estamos conversando com a BMW e vários municípios do Estado estão sendo avaliados. Esse empreendimento com certeza se encaixa nas necessidades da montadora, mas é a própria empresa que decide quando, como e onde se instalar", completou o representante estadual.

De acordo com o arquiteto Gozzi, o novo condomínio industrial vai abrigar indústrias nacionais e multinacionais, atraídas, entre outros fatores, pela localização de Mogi, que passa a ser ainda mais estratégica diante das restrições impostas por São Paulo para o tráfego de caminhões. "Estamos na rota de desenvolvimento nacional, que é o eixo Rio-São Paulo, e adianto que há outras montadoras que também estamos em contato, mas não posso dizer quais são. Só a BMW", disse o empresário.

Segundo apurado por O Diário, as outras montadoras que estão na mira dos empreendedores são as asiáticas, entre elas, a Jac Motors e a Chery, que já está construindo uma planta em Jacareí, mas pode implantar em Mogi, que está a poucos quilômetros, uma segunda unidade.

"Não viemos para ser mais um e, sim, para fazer a diferença". A declaração feita pelo arquiteto Gozzi durante a apresentação do megaprojeto para a Chácaras Guanabara deixa claro que a Walled Incorporadora está fincando os pés em Mogi das Cruzes com a pretensão de ocupar um importante capítulo no desenvolvimento da Cidade. E não quer perder tempo nisso. Tanto que a meta da empresa é iniciar a construção do condomínio industrial até o próximo mês e ter ele totalmente consolidado no intervalo máximo de cinco anos. "Só precisamos da licença ambiental, que está na fase final do processo e só depende desse alvará que estamos recebendo hoje", explicou.

Nos 500 mil metros quadrados localizados dentro do território mogiano, a Walled vai instalar quatro blocos, de tamanhos diferenciados, para instalação das empresas. Os blocos poderão ser ocupados por uma única indústria, como ser fracionado para outras. O local terá a completa infraestrutura, assim como portaria e 1.710 vagas de estacionamento, inclusive para carretas. Serão dois acessos: um pela Rua Mônaco, dentro do Bairro Chácaras Guanabara, e outro pela Avenida América, no lado de Guararema e com acesso pela Rodovia Presidente Dutra.

"Toda a arrecadação de impostos estará dentro do município de Mogi", frisou o secretário municipal de Planejamento e Urbanismo, João Francisco Chavedar, ao lembrar que o condomínio industrial é resultado de um trabalho de vários anos e que demandou, em especial, a retificação cartorária da área, que era tributada por Mogi e por Guararema.

http://www.odiariodemogi.inf.br/noticia_view.asp?mat=34247&edit=6

mas a BMW, vai é querer doação de terreno e não comprar terreno.???

WalPaulista
January 18th, 2012, 02:17 PM
Pessoal, vocês estão todos enganados:

BMW quer dizer Boston MotorWorks!

Os jornalistas não precisam mais de diploma justamente pelo nível avançado de conhecimento que eles têm na prática!

Alexandre SP
January 18th, 2012, 11:05 PM
BIBLIOTECA DeA
Fonte:
18/01/2012
Caderno: Serviços
São Paulo já tem plano para receber a Apple
São Paulo - Enquanto o governo federal costura os últimos detalhes financeiros
para viabilizar a produção da norte-americana Apple no Brasil, o governo de São
Paulo já possui um plano definido para receber a empresa no estado, o qual
destaca o perfil da infraestrutura local e as minúcias sobre a oferta de isenção fiscal
que será oferecida no negócio. Tão logo Brasília defina o grupo de investidores
envolvidos, São Paulo irá apresentar esta proposta que também inclui o nome do
município que receberá as linhas de telas sensíveis a toque utilizadas no tablet da
empresa do Vale do Silício.
"Dentro de 90 dias o governo tem de concluir as bases de investimento no caso da
operação da Apple. Depois disso o poder federal vai solicitar as condições que São
Paulo tem a oferecer para receber a produção", contou ao DCI Paulo Alexandre
Barbosa, secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado
de São Paulo.
Barbosa conta, ainda, que os principais atrativos do estado citados no plano são a
oferta de infraestrutura de transporte por terra, por meio das rodovias, e também
destacou a capacidade de escoamento pelos aeroportos e pelo Porto de Santos, o
maior da América Latina e que é gerenciado pela Companhia Docas do Estado de
São Paulo (Codesp), uma autarquia federal.
Em março de 2011, a chinesa Foxconn, responsável pela fabricação de produtos da
Apple na China, estaria estudando a implantação de uma linha de montagem da
gigante americana em Jundiaí (SP), em uma fábrica onde já produz computadores
para a Hewlett-Packard (HP) e para a Sony. À época, o secretário de
Desenvolvimento do município, Ari Castro Nunes Filho, afirmou que a empresa
chinesa já teria encomendado um estudo para a possível instalação de uma linha
de montagem da Apple na cidade. A informação sobre o estudo não foi confirmada
pela Apple nem pela Foxconn, que disse "não comentar especulações". Jundiaí, tem
se transformado em um polo de informática brasileiro. Além da Sony e da HP,
Itautec e AOC concentram suas linhas de montagem na cidade.
Os municípios vizinhos Indaiatuba e Salto também estudam a viabilidade de
receber empresas de tecnologia. Outros exemplos que podem ser encontrados pelo
País são o Porto Digital, em Pernambuco, e o Parque Tecnológico Parque dos Sinos,
em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Atualmente, a região de Jundiaí está
finalizando um projeto de lei para dar incentivo à indústria de montagem de
eletrônicos que prevê redução de IPTU, ISS (Imposto Sobre Serviços) e o ITBI
(Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis).
Concorrência
A indefinição que tem girado em torno da produção paulista da Apple deu margem
para que outros estados entrassem na disputa. Outra cidade brasileira também
mostrou que quer uma fábrica igual é Campo Grande, bairro da zona oeste do Rio
BIBLIOTECA DeA
de Janeiro. O governo do estado ofereceu à Foxconn um espaço de pouco mais de
dois milhões de metros quadrados, através da Companhia de Desenvolvimento
Industrial do Estado do Rio (Codin), que também faz parte da Secretaria de Estado
do Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços.
A companhia tem interesse em ocupar a área graças à sua proximidade com o
Porto de Itaguaí. "Eles gostaram muito do espaço. Vamos ver", disse Conceição
Robeiro, presidente da Codin, sem detalhar maiores informações.
Nem a Apple e nem a Foxconn divulgam dados sobre a fabricação dos produtos por
aqui. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando
Pimentel, havia afirmado que o projeto está em andamento e os primeiros iPads
serão montados este ano. O que falta para a comercialização é a disponibilização de
uma rede de assistência técnica suficiente para atender à nova demanda.
O projeto da fábrica ainda não decolou porque a firma só irá abrir a unidade no país
se os recursos financeiros vierem do Brasil. Especula-se no mercado que é isso o
que está atrasando o início do projeto.
A novela já se arrasta desde abril de 2011, quando o ministro da Ciência e
Tecnologia, Aloizio Mercadante, e a presidente da República, Dilma Rousseff,
divulgaram um investimento de US$ 12 bilhões no Brasil por parte da Foxconn. Na
época, o governo estimava que a produção de iPads brasileiros começaria em
novembro do mesmo ano.
Microsoft
Assim como já o fizeram a americana Dell e a alemã SAP, chamado SAP Labs e que
fica no Rio Grande do Sul, a Microsoft inaugurou ontem o primeiro centro de
tecnologia da empresa no País. De acordo com Michel Levy, presidente da Microsoft
no Brasil, o Microsoft Technology Center (MTC), presente em 17 países, estimulará
a criação de startups brasileiras qualificadas no mercado de tecnologia. Com
investimento de US$ 10 milhões, o centro de tecnologia conta com a colaboração
de 15 parceiros, entre eles HP, AMD, Intel, Dell e Nokia. "Este era o momento certo
para trazer uma iniciativa que já existe há nove anos. O mercado brasileiro está
passando por um momento chave de transformação tecnológica nunca antes visto",
diz Levy.
O MTC, localizado em São Paulo, é o segundo e maior centro de tecnologia da
América Latina. O primeiro centro foi inaugurado no México no ano passado. O
centro possui 1.300 metros quadrados de salas interativas, cenários customizados
às necessidades das empresas e laboratórios para desenvolvimento de soluções.
O centro conta com equipe de arquitetos da informação para auxiliar no
desenvolvimento de diversas soluções. Além desta grande investida no Brasil, a
empresa inaugurou, em parceria do Ministério da Ciência e Tecnologia, a primeira
fábrica do videogame Xbox no País.
No evento, Microsoft e Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação assinaram um
protocolo de intenções para fomentar a inovação da tecnologia no Brasil. Seis
cidades - confirmadas somente São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife -
receberão incubadoras para startups.
Bruno De Oliveira

http://doclink.demarest.com.br/fds/fds.aspx?lib=BIBLIOTECA&doc=158737

Alexandre SP
January 18th, 2012, 11:08 PM
Caderno: Empresas - Pág. B-4
Relojoarias europeias desembarcam no Brasil
Por Assis Moreira | De Genebra
Panerai e IWC, que participaram do Salão de Genebra, abrem lojas em São Paulo
Duas marcas da alta relojoaria europeia, a suíça IWC e a italiana Panerai, vão
inaugurar suas próprias butiques no Brasil em abril. Ambas vão se instalar e
concorrer no shopping JK Iguatemi, em São Paulo. E o desafio comum as duas será
fazer os brasileiros comprarem no Brasil, já que o preço no exterior é mais atrativo.
"Os brasileiros são bons gastadores no exterior'', diz a diretora de marketing da
IWC para America Latina, Andrea Schellmoser. Ela conta que em Miami, onde
trabalha, a cada dia desembarcam 3 mil brasileiros. Em certos momentos, eles
representam 90% dos clientes de algumas lojas.
A atração por relógios de qualidade comprados no exterior se justifica pela enorme
diferença de preços em relação ao Brasil. Um modelo da marca suíça Beume &
Mercier que custa US$ 2,2 mil numa relojoaria de Genebra era vendido em
dezembro por R$ 7 mil (quase US$ 4 mil) num shopping de Brasília. Com a
diferença, o brasileiro pode pagar a passagem de avião e passar o fim de semana
em Genebra, comprar o mesmo relógio e adquirir outras mercadorias, mesmo na
Suíça, um dos países mais caros do mundo.
A Federação das Indústrias de Relógios da Suíça não cessa de reclamar da tarifas
de importação de 35% no Brasil. E comerciantes brasileiros dizem que, somados
outros impostos, a taxação equivale a 100% do valor do produto estrangeiro, o que
segundo eles justificaria o alto preço interno.
Para as indústrias suíças, que controlam o mercado global de marcas de luxo, o
governo brasileiro deveria ser o primeiro a procurar estimular os brasileiros a
comprar internamente e poupar o uso de divisa no exterior, atenuando o déficit nas
contas correntes.
A IWC tem modelos custando entre US$ 4 mil e US$ 750 mil. E pode reduzir
ligeiramente o preço, de forma a estimular a compra do relógio em São Paulo, mas
não muito. Um analista nota que marca famosa não vai fazer liquidação de suas
coleções e arranhar sua imagem construída pacientemente no mundo do luxo.
BIBLIOTECA DeA
A italiana Panerai, conhecida por modelos clássicos, abre sua primeira boutique
própria no Brasil também atraída pela pujança econômica do país. Seus modelos
custam entre US$ 5 mil e US$ 200 mil. A marca espera ter vantagem entre os
descendentes de italianos, que provavelmente a conhecem. Inicialmente, a Panerai
produzia somente para a Marinha italiana e nos anos 1990 que começou a produzir
comercialmente. Julio Sato, diretor para a America Latina e Caribe, acha que o
momento é ideal para a marca se instalar no Brasil, levando seu estilo e tecnologia.
Em todo caso, no Salão Internacional da Alta Relojoaria de Genebra, onde só entra
quem é convidado, o interesse maior é a China. A demanda procedente de China,
Hong Kong, Taiwan e Macau cresceu 51% no ano passado. Globalmente, a industria
suíça fechou o ano com exportações de mais de US$ 18 bilhões.
No entanto, a prudência exige rigor para 2012. Muitos relógios foram vendidos no
fim do ano, mas ninguém sabe em que patamar estão os estoques, ou seja, se as
relojoarias conseguiram vender tudo. Os grandes relógios, com 47 milímetros em
media, continuam dominando a tendência.

http://doclink.demarest.com.br/fds/fds.aspx?lib=BIBLIOTECA&doc=159138

Godfall
January 20th, 2012, 09:00 PM
Economia paulista acompanha PIB do país, mas mínimo estadual cresce mais

Valor Econômico


O crescimento econômico do país está mais "democrático". Desde 1986, a média de avanço da economia brasileira é maior que a de São Paulo - Estado economicamente mais forte. Os dados macroeconômicos de São Paulo em 2011 mostram que o Estado acompanhou o desempenho brasileiro, apresentando ligeiro destaque no setor industrial. Ainda assim, o reajuste de 15% apresentado ontem pelo governo paulista, que elevou o salário mínimo regional de R$ 600 para R$ 690 a partir de 1º de março, representa um aumento real de 7,99%, 0,4 ponto percentual a mais que o praticado no mínimo nacional. Em 2012, a valorização do piso brasileiro foi de 7,59%, passando de R$ 545 para R$ 622.

"O reajuste é superior ao nacional, mas não é tão diferente. A economia de São Paulo é mais dinâmica e essa é a lógica do piso regional: economias mais fortes avançam mais", disse o governador Geraldo Alckmin (PSDB).

O impacto do reajuste do salário mínimo regional na economia de São Paulo será de pelo menos R$ 7,7 bilhões em onze meses, de acordo com cálculo realizado pelo Valor. Cerca de 7,8 milhões de pessoas serão contempladas pela correção.

No acumulado dos três primeiros trimestres do ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) de São Paulo e do Brasil cresceram no mesmo ritmo: 3,2% na comparação com o mesmo período de 2010. A inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi praticamente igual nos dois casos. A taxa em São Paulo ficou em 6,49%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e a nacional foi de 6,50% em 2011.
Ao mesmo tempo, a indústria paulista cresceu pouco mais que a nacional. A produção física em São Paulo avançou 0,5% até novembro, enquanto a alta no país foi de 0,4% no mesmo período. Em contrapartida, o desempenho do comércio varejista no país foi melhor que em São Paulo. Enquanto o resultado nacional para a evolução do volume de vendas foi de 6,7% no acumulado até novembro, em São Paulo o índice ficou em 5,8%.

"A perda de importância de São Paulo está desacelerando, provavelmente devido ao aumento da relevância do setor de serviços na economia brasileira, que tem destaque no Estado. A permanência de indústrias mais resistentes como a Embraer e as montadoras que, por precisarem estar próximas a centros tecnológicos, mantêm-se em São Paulo, também justifica a redução desse ritmo", diz Francisco Pessoa, economista da LCA Consultores.

Segundo levantamento da Tendências Consultoria, a economia brasileira avançou, em média, 2,4% anualmente entre 1986 e 1995. A paulista, 2,0% no mesmo período. Entre 1996 e 2005, o crescimento brasileiro anual se manteve em 2,4%, enquanto que o paulista caiu para 1,7%. A estimativa é que entre 2006 e 2010 os índices se aproximem, com um crescimento médio anual de 4,7% no país e 4,8% em São Paulo.

Essa relativa reação do Estado seria sustentada, na opinião do economista Adriano Pitoli, da Tendências, pela alta taxa de investimento, pelos projetos de infraestrutura e pela "expressiva capacidade de atrair investimentos que ainda tem", na comparação com as outras unidades da Federação. "A tendência que observamos e que se mantém para o longo prazo é que o Estado cresça abaixo da média do país. Mas não é São Paulo que passou a acompanhar o desempenho brasileiro, e sim as economias dos outros Estados que convergem para a realidade paulista", afirma Pitoli. "Estados muito pequenos estão crescendo bastante, seja pela expansão das fronteiras agrícolas, por grandes investimentos em infraestrutura, como em Pernambuco, ou por causa do petróleo. O Rio de Janeiro, por exemplo, ficou durante muito tempo estagnado e agora volta a acelerar com a descoberta de reservas energéticas e com os eventos esportivos em 2014 e 2016", completa Pessoa.
Ontem, Alckmin se comprometeu a antecipar a data-base do mínimo no Estado até que ela se iguale à nacional em 2014. Cerca de 33 mil servidores públicos em São Paulo que recebem o piso salarial terão o contracheque reajustado em 14,28%, para R$ 720, o que implicará em um impacto de R$ 37 milhões nas contas do Estado, segundo o governador. A receita tributária de São Paulo cresceu 3,7% no acumulado até novembro, segundo a Secretaria Estadual da Fazenda, atingindo R$ 108 bilhões. Até setembro, a arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cresceu 4,6% no Estado, enquanto que no país o avanço foi de 4,9%.
O projeto de lei que altera o salário mínimo paulista será encaminhado pelo Executivo à Assembleia Legislativa nos próximos dias.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16074&c=11&lang=1

Não sei se a pesquisa da LCA ou de outras consultorias privadas levou em consideração o fato de que SP estará entre os maiores produtores de petróleo e gás natural do Brasil até 2020. Com uma diferença: ao contrário da maior parte dos outros estados produtores nós temos a maior rede de fornecedores do Brasil, logo, o efeito spill-over fica retido no estado muito mais do que em outros lugares.

O PIB acompanhando o crescimento brasileiro, com estabilização do crescimento demográfico (menores taxas de nascimento e de migração), aumento nos índices de saneamento básico, saúde e educação para mim bastam. Um estado rico e justo socialmente.

Godfall
January 20th, 2012, 09:04 PM
Economia de Jundiaí ganha ‘nova escrita’

Ainda sem explicitar seus planos de negócios, multinacional Pilot Pen vai construir fábrica na cidade Fábio Pescarini
fabio.pescarini@bomdiajundiai.com.br (fabio.pescarini@bomdiajundiai.com.br)
A história da recente alavancada na economia de Jundiaí vai começar a ser escrita com caneta própria, a partir da chegada da nova unidade da multinacional de origem japonesa Pilot Pen.

Os planos para a construção da fábrica começaram a se tornar públicos no dia 25 de novembro, quando a marca divulgou na Junta Comercial do Estado a abertura de uma filial na avenida José Benassi, no Distrito Industrial de Jundiaí.

Aos acionistas, a informação foi dada em reunião realizada quatro dias antes. Na ata publicada no “Diário Oficial do Estado”, em 29 de novembro, explicou-se que será instalado o novo parque fabril, com a atividade de fabricação de produtos, estoque de produtos acabados e semi-acabados, matéria-prima, materiais para embalagem e embalagens.

Os planos ganharam força nesta quinta-feira, quando a Pilot Pen publicou edital, também no “Diário Oficial do Estado”, tornando público que recebeu licença prévia da Cetesb (Companhia Ambiental do Estado) para a instalação de uma fábrica de canetas na área do Distrito Industrial de Jundiaí, terreno que já mantém há cerca de dois anos.

A Pilot Pen não respondeu ao e-mail enviado ontem sobre seus planos para a nova fábrica, mas, segundo o BOM DIA apurou, o lançamento da pedra fundamental está programado para a primeira semana de fevereiro.

Gigante / A marca é referência mundial na fabricação de produtos para escritório. Em seu site, a empresa afirma ser líder no mercado nacional de marcadores. E também é forte na produção e comercialização de canetas esfefográficas e hidrográficas, lapiseiras, almofadas e tintas para carimbos e importa canetas finas.

No Brasil, a Pilot Pen tem fábrica em São Miguel Paulista, na Zona Leste de São Paulo. A empresa chegou ao país em 1954.
Segundo dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em 2010 as vendas da unidade brasileira para o mercado internacional giraram em torno de US$ 1 milhão. Os números do ano passado ainda não foram atualizados pelo governo federal.

Arima vai expandir sua unidade jundiaiense
Não só a boa e velha caneta tem planos de expansão em Jundiaí. Também a comunicação informatizada ganha investimentos. É que a Arima vai expandir suas instalações daqui. A fábrica de telefones celulares e smartphones divulgou ontem ter conseguido licença prévia para implantação da unidade que já mantém sua fábrica no Distrito Industrial.

A multinacional de origem taiwanesa foi a sétima maior importadora entre as empresas instaladas em Jundiaí no ano passado e dobrou o valor da compra de componentes entre 2010 e 2011, passando de US$ 32,6 milhões para US$ 68,7 milhões.

http://www.redebomdia.com.br/noticia/detalhe/10580/Economia+de+Jundiai+ganha+%91nova+escrita%92

zolin
January 21st, 2012, 12:28 PM
ficou imaginando se jundiai ficar com a fábrica da BMW...

.

gerd.jak
January 23rd, 2012, 01:37 PM
Algumas coisas novas, outras antigas. O tema da chamada nem é tratado (rede de metrô em 2018). Novidades para mim são o trem expresso para Guarulhos e São José dos Campos (havia a possibilidade remota, mas não o fato), e o trem para o porto de São Sebastião.

São Paulo quer antecipar rede de metrô para 2018 (http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,sp-preve-investimentos-de-r-25-bi-ate-2015-,825383,0.htm)

23/01/2012 - O Estado de S.Paulo

A carteira de parcerias público-privadas (PPPs) do Estado de São Paulo prevê investimentos de R$ 25 bilhões até 2015. Há, pelo menos, 13 projetos aprovados com estudos em desenvolvimento. Boa parte deles envolve um setor crítico de São Paulo: a mobilidade urbana. Estamos focando nossos esforços numa área que tem tirado a competitividade da região metropolitana, observa o vice-governador do Estado, Guilherme Afif Domingos.

Segundo ele, o Estado tem o maior portfólio de PPPs do mundo e inclui projetos de médio e grande portes. Nos últimos anos, conseguiu contratar três empreendimentos, cujos investimentos somaram quase R$ 6 bilhões: a linha 4 do metrô, a estação de tratamento de água Taiaçupeba e a Linha 8 Diamante da CPTM. Para Afif, a crise mundial pode representar uma grande oportunidade para São Paulo deslanchar o programa.

As economias tradicionais estão debilitadas, com vários projetos suspensos. Os investidores estão à procura de empreendimentos estruturados em países emergentes, avalia ele. Uma das prioridades será antecipar a construção da rede de metrô de 2025 para 2018. São 120 quilômetros, diz Afif. O que não fizemos em 40 anos podemos fazer em oito. Segundo o vice-governador, a ideia é elaborar projetos que criem competição com o carro, hoje um dos principais meios de locomoção do paulista.

Nessa linha, o Estado planeja quatro trens expressos na região metropolitana e no interior. O ponto de partida será sempre a estação paulistana da Água Branca. Dali sairão trens com velocidade entre 160 km e 180 km por hora para Jundiaí e Campinas; Guarulhos e São José dos Campos; São Roque e Sorocaba; e Baixada Santista. Juntas, essas linhas vão somar 400 km de trilhos e investimentos de R$ 16 bilhões. A dúvida é se alguns trechos não vão ser inviabilizados pelo projeto federal do trem-bala, entre Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.

No setor de cargas, um dos destaques é o Porto de São Sebastião e seus acessos terrestres. Além da duplicação da Tamoios e das marginais da baixada de Caraguatatuba, o governo estuda uma ligação ferroviária entre Jacareí e o porto. A ideia é usar a estrada de servidão da Petrobrás que desce para a Serra do Mar, comenta Afif.

Segundo ele, em Jacareí seria construída uma área retroportuária, já que São Sebastião não tem espaço suficiente para a movimentação de carga.

O programa paulista de PPPs ainda inclui a construção de seis fóruns, três complexos prisionais, de 10.100 vagas, seis hospitais e a reforma de outros seis hospitais.

PauloEdgar
January 23rd, 2012, 02:56 PM
Algumas coisas novas, outras antigas. O tema da chamada nem é tratado (rede de metrô em 2018). Novidades para mim são o trem expresso para Guarulhos e São José dos Campos (havia a possibilidade remota, mas não o fato), e o trem para o porto de São Sebastião.

São Paulo quer antecipar rede de metrô para 2018 (http://revistaferroviaria.com.br/index.asp?InCdEditoria=1&InCdMateria=14951)

23/01/2012 - O Estado de S.Paulo

A carteira de parcerias público-privadas (PPPs) do Estado de São Paulo prevê investimentos de R$ 25 bilhões até 2015. Há, pelo menos, 13 projetos aprovados com estudos em desenvolvimento. Boa parte deles envolve um setor crítico de São Paulo: a mobilidade urbana. Estamos focando nossos esforços numa área que tem tirado a competitividade da região metropolitana, observa o vice-governador do Estado, Guilherme Afif Domingos.

Segundo ele, o Estado tem o maior portfólio de PPPs do mundo e inclui projetos de médio e grande portes. Nos últimos anos, conseguiu contratar três empreendimentos, cujos investimentos somaram quase R$ 6 bilhões: a linha 4 do metrô, a estação de tratamento de água Taiaçupeba e a Linha 8 Diamante da CPTM. Para Afif, a crise mundial pode representar uma grande oportunidade para São Paulo deslanchar o programa.

As economias tradicionais estão debilitadas, com vários projetos suspensos. Os investidores estão à procura de empreendimentos estruturados em países emergentes, avalia ele. Uma das prioridades será antecipar a construção da rede de metrô de 2025 para 2018. São 120 quilômetros, diz Afif. O que não fizemos em 40 anos podemos fazer em oito. Segundo o vice-governador, a ideia é elaborar projetos que criem competição com o carro, hoje um dos principais meios de locomoção do paulista.

Nessa linha, o Estado planeja quatro trens expressos na região metropolitana e no interior. O ponto de partida será sempre a estação paulistana da Água Branca. Dali sairão trens com velocidade entre 160 km e 180 km por hora para Jundiaí e Campinas; Guarulhos e São José dos Campos; São Roque e Sorocaba; e Baixada Santista. Juntas, essas linhas vão somar 400 km de trilhos e investimentos de R$ 16 bilhões. A dúvida é se alguns trechos não vão ser inviabilizados pelo projeto federal do trem-bala, entre Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.

No setor de cargas, um dos destaques é o Porto de São Sebastião e seus acessos terrestres. Além da duplicação da Tamoios e das marginais da baixada de Caraguatatuba, o governo estuda uma ligação ferroviária entre Jacareí e o porto. A ideia é usar a estrada de servidão da Petrobrás que desce para a Serra do Mar, comenta Afif.

Segundo ele, em Jacareí seria construída uma área retroportuária, já que São Sebastião não tem espaço suficiente para a movimentação de carga.

O programa paulista de PPPs ainda inclui a construção de seis fóruns, três complexos prisionais, de 10.100 vagas, seis hospitais e a reforma de outros seis hospitais.

Ótima noticia !!

jmviel
January 23rd, 2012, 03:33 PM
Sinceramente, parece pura especulação.

Funbot
January 23rd, 2012, 07:00 PM
Fábrica da BMW no Brasil pode ser instalada em Santa Catarina (http://carplace.virgula.uol.com.br/fabrica-da-bmw-no-brasil-pode-ser-instalada-em-santa-catarina/)



De acordo com a revista alemã Automobilwoche, a fábrica ficará em Santa Catarina.

Olha São Paulo perdendo mais uma.

Mantronix
January 23rd, 2012, 07:43 PM
O Alckmin irá mostrar que é muito incompetente mesmo se perder mais essa!

Perdeu Fiat pra Pernambuco, Nissan pro Rio e agora BMW para Santa Catarina!
Até agora no Governo dele não conseguiu ganhar uma disputa por uma montadora aqui para SP!

Graças ao Serra São Paulo ganhou 3 fabricas, a Toyota em Sorocaba, a Hunday em Piracicaba e a Cherry em Jacareí que diferença de estilos, o Serra realmente se empenhava para ganhar investimentos para o Estado de SP, já o Alckmin não esta nem aí se perder e depois vem com desculpinha de guerra fiscal, infelizmente temos uma banana governando SP!

zolin
January 23rd, 2012, 08:25 PM
Fábrica da BMW no Brasil pode ser instalada em Santa Catarina (http://carplace.virgula.uol.com.br/fabrica-da-bmw-no-brasil-pode-ser-instalada-em-santa-catarina/)



De acordo com a revista alemã Automobilwoche, a fábrica ficará em Santa Catarina.

Olha São Paulo perdendo mais uma.

:ohno:

triste mesmo ver sp perdendo a BMW...
mas já estava traçado a muito tempo, que sp não ganha mais nada mesmo...
triste...

zolin
January 23rd, 2012, 08:26 PM
O Alckmin irá mostrar que é muito incompetente mesmo se perder mais essa!

Perdeu Fiat pra Pernambuco, Nissan pro Rio e agora BMW para Santa Catarina!
Até agora no Governo dele não conseguiu ganhar uma disputa por uma montadora aqui para SP!

Graças ao Serra São Paulo ganhou 3 fabricas, a Toyota em Sorocaba, a Hunday em Piracicaba e a Cherry em Jacareí que diferença de estilos, o Serra realmente se empenhava para ganhar investimentos para o Estado de SP, já o Alckmin não esta nem aí se perder e depois vem com desculpinha de guerra fiscal, infelizmente temos uma banana governando SP!

no caso da nissan ai teve o dedo de eki...

:ohno:

Rajude
January 23rd, 2012, 08:52 PM
Fábrica da BMW no Brasil pode ser instalada em Santa Catarina (http://carplace.virgula.uol.com.br/fabrica-da-bmw-no-brasil-pode-ser-instalada-em-santa-catarina/)



De acordo com a revista alemã Automobilwoche, a fábrica ficará em Santa Catarina.

Olha São Paulo perdendo mais uma.

O Alckmin irá mostrar que é muito incompetente mesmo se perder mais essa!

Perdeu Fiat pra Pernambuco, Nissan pro Rio e agora BMW para Santa Catarina!
Até agora no Governo dele não conseguiu ganhar uma disputa por uma montadora aqui para SP!

Graças ao Serra São Paulo ganhou 3 fabricas, a Toyota em Sorocaba, a Hunday em Piracicaba e a Cherry em Jacareí que diferença de estilos, o Serra realmente se empenhava para ganhar investimentos para o Estado de SP, já o Alckmin não esta nem aí se perder e depois vem com desculpinha de guerra fiscal, infelizmente temos uma banana governando SP!

:ohno:

triste mesmo ver sp perdendo a BMW...
mas já estava traçado a muito tempo, que sp não ganha mais nada mesmo...
triste...

Infelizmente sou obrigado a concordar a respeito da avaliação do Alckmin até certo ponto. O desempenho do Governo dele para atração de indústrias no primeiro ano de governo foi algo sofrível, vergonhoso. Obviamente que há alguns anúncios importantes, mas as automobilísticas são fundamentais pois dizem respeito ao final de cadeia produtiva, e por isso é um dos segmentos que mais geram empregos, renda, e potencial para desenvolvimento de C&T. A Guerra Fiscal é um problema sim, e um problema seríssimo, mas efetivamente o Estado não pode ficar de braços cruzados enquanto isso acontece. Eu estive lendo a pesquisa da Fundação SEADE de pesquisa de investimentos anunciados 2010 e achei engraçado, porque lá eles contabilizam investimentos da SABESP que serão realizados pela próxima década inteira, recursos que certamente serão contabilizados novamente em pesquisas dos próximos anos em parte, pois todo ano a empresa anuncia seu plano de investimento, e por aí vai, dentre outras questões. O Estado realmente precisa rever certas posições a respeito da política de atração de investimentos. A situação não está absolutamente terrível, pois apesar dessas perdas recebemos algumas, mas ainda assim está consideravelmente ruim. A Foxconn vem aí, quero só ver, isso sem falar das demissões da JBS, fechamento da fábrica de Presidente Epitácio, enfim... Interpretações da lei afirmam que os Estados poderiam somente conceder incentivos fiscais sem passar pelo CONFAZ para operações dentro do próprio Estado, e baseando-se nisso SP diz que "não desrespeita a lei", mas enquanto isso outros a desrespeitam e o resultado está aí, precisa mudar, apesar de investimentos importantes anunciados no setor de infraestrutura especialmente.

zolin
January 23rd, 2012, 09:06 PM
o que acontece é que sp, precisa ser mais humilde...
porque sp, já não tá mais com tanta moral assim...
e infra estrutura, boas estradas etc...
agora tudo isso não tem mais importancia..
e sp é como qualquer outro da federação....
a bmw é uma prova disso...
o que pesou foi salario...
então sp que se cuide e muito porque não ganha mais nada e ainda pode perder....
o que é triste mesmo...

zolin
January 23rd, 2012, 09:07 PM
e vai perder muitos outros investimentos por vir...

Dom Drácula
January 23rd, 2012, 10:59 PM
Honda prepara investimento de R$ 1 bilhão no Brasil

nvestimento será destinado para ampliar o índice de nacionalização dos componentes dos carros nacionais e supostamente para produção do Brio

Apesar de ter negado a vinda do Brio no Salão de Tóquio do ano passado, a Honda deverá rever seus planos e pode trazer o compacto emergente ao Brasil e reforçar suas vendas no mercado nacional. A marca japonesa, entretanto, deve anunciar nos próximos meses um investimento de mais de R$ 1 bilhão para suas instalações no País a serem aplicados até 2014, segundo a Folha de S. Paulo.

Este investimento será destinado para ampliar o índice de nacionalização dos componentes dos automóveis produzidos pela Honda em sua unidade em Sumaré (SP). Hoje esse índice é de 73%, mas com o desabastecimento causado pelas tragédias nos países na Ásia, a empresa não quer correr riscos de também diminuir sua produção e vendas no território nacional.

Para a produção do Brio, parte desse investimento também será direcionado para a renovação da linha de produção da Honda, que deverá atualizar tanto as dos modelos atuais da marca como de novos modelos, no caso do hatch pequeno.

http://www.blogauto.com.br/honda-prepara-investimento-de-r-1-bilhao-no-brasil/

Dom Drácula
January 23rd, 2012, 11:00 PM
^^Sem Dramalhões.

Godfall
January 23rd, 2012, 11:43 PM
^^Sem Dramalhões.
:cheers:



tem muito mimi nesse fórum com pouco conteúdo técnico e muita especulação na base do conhecimento jornalisticamente construído...

Edmundo
January 23rd, 2012, 11:43 PM
o que acontece é que sp, precisa ser mais humilde...
porque sp, já não tá mais com tanta moral assim...
e infra estrutura, boas estradas etc...
agora tudo isso não tem mais importancia..
e sp é como qualquer outro da federação....
a bmw é uma prova disso...
o que pesou foi salario...
então sp que se cuide e muito porque não ganha mais nada e ainda pode perder....
o que é triste mesmo...

Eu discordo de você. Eu acho que a infra-estrutura, o parque instalado e o vasto potencial humano são enormes vantagens competitivas de São Paulo.

Por isso que espanta a incompetência do governador em atrair investimentos. Com um pouco de lobby por parte do executivo estadual, não há nenhuma razão para uma fábrica como esta se instalar fora do estado. Incentivo fiscal e salários altos são problemas que podem ser contornados por um governador aguerrido, como foi o caso do Governo Serra, que diga-se o que quiser dele, pelo menos nos dois anos de seu governo conseguiu impedir a sangria de fábricas para fora do estado e até atrair algumas mais.

A verdade é que o Alckmin é muito, mas muito fraco. Não é a toa que o PT odeia o Serra e mantém relações cordiais com o Alckmin. O Serra é o único verdadeiro adversário político do PT na atualidade.

Slice Shot
January 23rd, 2012, 11:48 PM
o que acontece é que sp, precisa ser mais humilde...
porque sp, já não tá mais com tanta moral assim...
e infra estrutura, boas estradas etc...
agora tudo isso não tem mais importancia..
e sp é como qualquer outro da federação....
a bmw é uma prova disso...
o que pesou foi salario...
então sp que se cuide e muito porque não ganha mais nada e ainda pode perder....
o que é triste mesmo...


e vai perder muitos outros investimentos por vir...

Nossa, o seu pessimismo em relação a SP parece até algo viceral. Uma torcida mesmo...pelo jeito que você fala...

Fenomeno Vip
January 24th, 2012, 12:47 AM
Mas São Paulo tem que ganhar tudo, sempre? Já não basta Hyundai, Toyota, Chery, Hitachi, etc? Sempre ter que ser São Paulo? Daqui a pouco é melhor fazer uma moeda só pra São Paulo, separar o Estado do Brasil porque não há como um estado tão rico fazer parte da república federativa brasileira.

Os outros estados também precisam evoluir. Se todas as montadoras estivessem indo pra um único estado, aí sim seria motivo de preocupação. Mas não é o caso! A FIAT vai para Pernambuco, a Nissan para o Rio e a BMW para Santa Catarina! Não são nem mesmo na mesma região.

Eu torço demais para São Paulo, mas também torço para que outros estados prosperem!

Fenomeno Vip
January 24th, 2012, 01:32 AM
Algumas coisas novas, outras antigas. O tema da chamada nem é tratado (rede de metrô em 2018). Novidades para mim são o trem expresso para Guarulhos e São José dos Campos (havia a possibilidade remota, mas não o fato), e o trem para o porto de São Sebastião.

São Paulo quer antecipar rede de metrô para 2018 (http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,sp-preve-investimentos-de-r-25-bi-ate-2015-,825383,0.htm)

23/01/2012 - O Estado de S.Paulo

A carteira de parcerias público-privadas (PPPs) do Estado de São Paulo prevê investimentos de R$ 25 bilhões até 2015. Há, pelo menos, 13 projetos aprovados com estudos em desenvolvimento. Boa parte deles envolve um setor crítico de São Paulo: a mobilidade urbana. Estamos focando nossos esforços numa área que tem tirado a competitividade da região metropolitana, observa o vice-governador do Estado, Guilherme Afif Domingos.

Segundo ele, o Estado tem o maior portfólio de PPPs do mundo e inclui projetos de médio e grande portes. Nos últimos anos, conseguiu contratar três empreendimentos, cujos investimentos somaram quase R$ 6 bilhões: a linha 4 do metrô, a estação de tratamento de água Taiaçupeba e a Linha 8 Diamante da CPTM. Para Afif, a crise mundial pode representar uma grande oportunidade para São Paulo deslanchar o programa.

As economias tradicionais estão debilitadas, com vários projetos suspensos. Os investidores estão à procura de empreendimentos estruturados em países emergentes, avalia ele. Uma das prioridades será antecipar a construção da rede de metrô de 2025 para 2018. São 120 quilômetros, diz Afif. O que não fizemos em 40 anos podemos fazer em oito. Segundo o vice-governador, a ideia é elaborar projetos que criem competição com o carro, hoje um dos principais meios de locomoção do paulista.

Nessa linha, o Estado planeja quatro trens expressos na região metropolitana e no interior. O ponto de partida será sempre a estação paulistana da Água Branca. Dali sairão trens com velocidade entre 160 km e 180 km por hora para Jundiaí e Campinas; Guarulhos e São José dos Campos; São Roque e Sorocaba; e Baixada Santista. Juntas, essas linhas vão somar 400 km de trilhos e investimentos de R$ 16 bilhões. A dúvida é se alguns trechos não vão ser inviabilizados pelo projeto federal do trem-bala, entre Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro.

No setor de cargas, um dos destaques é o Porto de São Sebastião e seus acessos terrestres. Além da duplicação da Tamoios e das marginais da baixada de Caraguatatuba, o governo estuda uma ligação ferroviária entre Jacareí e o porto. A ideia é usar a estrada de servidão da Petrobrás que desce para a Serra do Mar, comenta Afif.

Segundo ele, em Jacareí seria construída uma área retroportuária, já que São Sebastião não tem espaço suficiente para a movimentação de carga.

O programa paulista de PPPs ainda inclui a construção de seis fóruns, três complexos prisionais, de 10.100 vagas, seis hospitais e a reforma de outros seis hospitais.

EXCELENTE notícia!!!! Gostaria muito que o governo tivesse como prioridade máxima a construção da que seria a Circle Line de São Paulo...

http://www.estadao.com.br/fotos/metropoleC3_ok.jpg

Rajude
January 24th, 2012, 09:26 AM
o que acontece é que sp, precisa ser mais humilde...
porque sp, já não tá mais com tanta moral assim...
e infra estrutura, boas estradas etc...
agora tudo isso não tem mais importancia..
e sp é como qualquer outro da federação....
a bmw é uma prova disso...
o que pesou foi salario...
então sp que se cuide e muito porque não ganha mais nada e ainda pode perder....
o que é triste mesmo...

e vai perder muitos outros investimentos por vir...

Nos últimos anos a participação de SP na economia nacional permaneceu estável, e deve ficar assim (se considerarmos em termos reais até ganhou um pouco de participação); a maior perda se deu nas décadas de 80 e 90. O que acontece atualmente é uma mudança de holofotes para o RJ, em razão das olimpíadas e de fatores econômicos importantes, e para o nordeste, que, embora num ritmo menos frenético do que se costuma anunciar pela propaganda, tem tido um desenvolvimento mais importante. Em outras décadas, SP crescia muito, mas a migração era de tal ordem que fazia com que o PPC crescesse menos que a média nacional, portanto esse crescimento mais equilibrado é positivo para SP.

A preocupação atual é que no ano de 2010 especificamente, salvo em razão de algumas obras de infraestrutura geralmente protagonizadas pelo Governo, não ocorreram grandes anúncios de investimentos que se concretizaram por parte do setor produtivo, de modo que a minha preocupação é se essa postura permanecer, mas pode mudar. Entretanto isso não significa que, no geral, estejamos ruins. Porém SP não pode se contentar com a mediocridade. Quando existe dúvida a respeito desse tipo de coisa é preferível criticar do que elogiar. Essa conversa de que está tudo uma maravilha também não é positivo. Pode até estar bom, mas sempre é possível fazer melhor, e precisa ser feito, mas é uma crítica mais cautelosa, sem muito desespero.

Mantronix
January 24th, 2012, 04:22 PM
Não SP não precisa ser mais humilde não , o que SP precisa é defender os interesses de seu povo melhor, uma montadora gera muitos e muitos empregos seja diretamente e indiretamente, SP tem uma infra estrutura ainda muito superior a outros estados do Brasil!
Na verdade o Governo Alckmin é muito fraquinho, sempre foi! Quem não se lembra da 1º vez que ele foi Governador do Estado de SP?
Foi a pior época, foi a maior fuga de fábricas do estado de SP para outros estados do Brasil na história, e agora me parece que nesse 2º mandato o Alckmin esta a fim de repetir a Historia, ele é fraco, falta brio para ele, ele não briga por investimentos de montadoras, acha normal perder para outros estados, se conforma com pouca coisa e assim SP vai perdendo investimentos importantissimos que não deveria perder se tivesse uma Governador com um minimo de vergonha na cara como por exemplo o Serra teve!
As desculpas do Alckmin como guerra fiscal estão cada vez mais vergonhosas, ta na hora do Alckmin parar de se acovardar e entrar nessa guerra fiscal tambem.

Hello_World
January 24th, 2012, 04:26 PM
^^
vocês falam como se esses investimentos já estivessem garantidos,

o estado de SP não perdeu nenhum investimento, eles nunca foram efetivados, essa especulação é tudo que as empresas querem, mas NADA estava garantido!

Moss@d
January 24th, 2012, 05:14 PM
Não SP não precisa ser mais humilde não , o que SP precisa é defender os interesses de seu povo melhor, uma montadora gera muitos e muitos empregos seja diretamente e indiretamente, SP tem uma infra estrutura ainda muito superior a outros estados do Brasil!
Na verdade o Governo Alckmin é muito fraquinho, sempre foi! Quem não se lembra da 1º vez que ele foi Governador do Estado de SP?
Foi a pior época, foi a maior fuga de fábricas do estado de SP para outros estados do Brasil na história, e agora me parece que nesse 2º mandato o Alckmin esta a fim de repetir a Historia, ele é fraco, falta brio para ele, ele não briga por investimentos de montadoras, acha normal perder para outros estados, se conforma com pouca coisa e assim SP vai perdendo investimentos importantissimos que não deveria perder se tivesse uma Governador com um minimo de vergonha na cara como por exemplo o Serra teve!
As desculpas do Alckmin como guerra fiscal estão cada vez mais vergonhosas, ta na hora do Alckmin parar de se acovardar e entrar nessa guerra fiscal tambem.

Eu preferia não intervir, mas foi necessário. Sinto muito, mas você não poderia estar mais equivocado. Mario Covas pegou um estado falido, que mais gastava do arrecadava e com tantos problemas que era mais fácil fechar as portas e se mudar para outro lugar. Com uma reforma fiscal começada pelo Covas, ele sacrificou seu mandato aumentando arrecadação, cortando gastos, fazendo sacrifícios que poucos fariam (isso muitos anos antes da Lei de Responsabilidade Fiscal). Geraldo Alckmin e Serra deram continuidade a isso, diminuindo o tamanho do estado e aumentando sua capacidade de investimento. Alckmin, por exemplo, é o melhor governador que o estado de São Paulo poderia ter. Ao invés de se preocupar com guerra fiscal para conseguir empresa A ou B, está investindo pesado em infraestrutura (mobilidade urbana, presídios, hospitais, etc.), pesquisa e desenvolvimento, acesso da população à burocracia (Poupatempo), além de educação e preparação de mão de obra qualificada para o mercado.

Existe uma diferença muito grande entre São Paulo e as outras unidades da federação: enquanto o resto do país fica procurando empresa para dar "pelamordedeus" alguns empregos, os paulistas estão muito mais preocupados em formar empresários e estimular o empreendedorismo. E não poderiam estar mais corretos. O Alckmin, com todas as suas falhas, é um ótimo governante porque é responsável. Não é marketeiro que nem o Serra, o Pitta, o Maluf ou a Marta. E o preço por trabalhar muito e falar pouco é gente criticando e dizendo que ele é "picolé de chuchu". Essa é a cultura do país do avesso. Tem que ter estardalhaço, senão não é competente... vai entender...

HRLR
January 24th, 2012, 07:14 PM
Ultimamente, São Paulo vem colecionando sucessivas derrotas.

Se é politicagem na esfera federal visando beneficiar determinados Estados, se é incompetência do governo estadual... eu não sei.

Só sei que isso não é normal, não.

HRLR
January 24th, 2012, 07:20 PM
Não SP não precisa ser mais humilde não , o que SP precisa é defender os interesses de seu povo melhor, uma montadora gera muitos e muitos empregos seja diretamente e indiretamente, SP tem uma infra estrutura ainda muito superior a outros estados do Brasil!
Na verdade o Governo Alckmin é muito fraquinho, sempre foi! Quem não se lembra da 1º vez que ele foi Governador do Estado de SP?
Foi a pior época, foi a maior fuga de fábricas do estado de SP para outros estados do Brasil na história, e agora me parece que nesse 2º mandato o Alckmin esta a fim de repetir a Historia, ele é fraco, falta brio para ele, ele não briga por investimentos de montadoras, acha normal perder para outros estados, se conforma com pouca coisa e assim SP vai perdendo investimentos importantissimos que não deveria perder se tivesse uma Governador com um minimo de vergonha na cara como por exemplo o Serra teve!
As desculpas do Alckmin como guerra fiscal estão cada vez mais vergonhosas, ta na hora do Alckmin parar de se acovardar e entrar nessa guerra fiscal tambem.

Concordo com absolutamente tudo.

Dom Drácula
January 24th, 2012, 07:44 PM
São Paulo reduziu pobreza pela metade na década passada

Crescimento da renda na zona rural foi um dos principais fatores para redução das desigualdades no estado

São Paulo – Um levantamento feito pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Avançadas (Ipea) mostra que o número de pessoas vivendo em situação de pobreza extrema em São Paulo caiu pela metade na década passada.

Em 2001, o número de paulistas ganhando menos de 67 reais por mês – critério utilizado para definir a situação de pobreza extrema – chegava a 4,2% da população. Este percentual passou a 2% em setembro de 2009. A renda domiciliar per capita estadual passou de 738,2 reais a 806,9 reais neste período.

A melhora na distribuição de renda no estado foi melhor do que a média nacional. Entretanto, ela se mostrou menos intensa do que a observada na região Sudeste como um todo, na qual o percentual de pessoas em situação de pobreza passou de 5,6% para 2,3% no período considerado.

Zona rural

Boa parte deste desempenho se deve à melhora nas condições de vida na zona rural. Enquanto a renda domiciliar per capita média nas áreas urbanas cresceu 8,5% entre 2001 e 2009, no campo este aumento foi de 35,6%.

Entretanto, apesar do aumento da renda média no campo, o número de pessoas em situação de miséria aumentou de 2,9% no início da segunda metade da década passada para 3,6% atualmente.

Segundo o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, esta aparente contradição tem a ver com o fato de que o setor rural no estado se modernizou, sendo atualmente um dos mais dinâmicos. “As modificações tecnológicas, a mecanização, e o aumento das indenizações no caso de demissões aumentou a renda. Entretanto, aumentou o número de desempregados”, explica.

http://exame.abril.com.br/economia/brasil/cidades/noticias/sao-paulo-reduziu-pobreza-pela-metade-na-decada-passada

WalPaulista
January 24th, 2012, 10:13 PM
Pelo amor de Deus, meu...

São Paulo só "está perdendo mais uma" para quem não tem lido esse fórum.

É que o pessoal tem tanto a idéia de que qualquer um que se instale no Brasil tenha que escolher ou considerar São Paulo que, quando outros estados chegam a ser considerados e ganham, o que não é sempre, ai dá impressão que perdemos.

Nenhuma sede de multinacional, por exemplo, vem para se instalar fora da capital.

Godfall
January 24th, 2012, 10:37 PM
Não SP não precisa ser mais humilde não , o que SP precisa é defender os interesses de seu povo melhor, uma montadora gera muitos e muitos empregos seja diretamente e indiretamente, SP tem uma infra estrutura ainda muito superior a outros estados do Brasil!
Na verdade o Governo Alckmin é muito fraquinho, sempre foi! Quem não se lembra da 1º vez que ele foi Governador do Estado de SP?
Foi a pior época, foi a maior fuga de fábricas do estado de SP para outros estados do Brasil na história, e agora me parece que nesse 2º mandato o Alckmin esta a fim de repetir a Historia, ele é fraco, falta brio para ele, ele não briga por investimentos de montadoras, acha normal perder para outros estados, se conforma com pouca coisa e assim SP vai perdendo investimentos importantissimos que não deveria perder se tivesse uma Governador com um minimo de vergonha na cara como por exemplo o Serra teve!
As desculpas do Alckmin como guerra fiscal estão cada vez mais vergonhosas, ta na hora do Alckmin parar de se acovardar e entrar nessa guerra fiscal tambem.


Ok, vamos dar uma chance para quem quer viver com drama queen mode on:

quais seriam as medidas, dentro da competência constitucional delegada aos estados, que o senhor sugeriria ao nosso governador caso tivesse a oportunidade de se encontrar com ele e sua equipe de secretários?

henriquett
January 25th, 2012, 01:28 AM
Eu preferia não intervir, mas foi necessário. Sinto muito, mas você não poderia estar mais equivocado. Mario Covas pegou um estado falido, que mais gastava do arrecadava e com tantos problemas que era mais fácil fechar as portas e se mudar para outro lugar. Com uma reforma fiscal começada pelo Covas, ele sacrificou seu mandato aumentando arrecadação, cortando gastos, fazendo sacrifícios que poucos fariam (isso muitos anos antes da Lei de Responsabilidade Fiscal). Geraldo Alckmin e Serra deram continuidade a isso, diminuindo o tamanho do estado e aumentando sua capacidade de investimento. Alckmin, por exemplo, é o melhor governador que o estado de São Paulo poderia ter. Ao invés de se preocupar com guerra fiscal para conseguir empresa A ou B, está investindo pesado em infraestrutura (mobilidade urbana, presídios, hospitais, etc.), pesquisa e desenvolvimento, acesso da população à burocracia (Poupatempo), além de educação e preparação de mão de obra qualificada para o mercado.

Existe uma diferença muito grande entre São Paulo e as outras unidades da federação: enquanto o resto do país fica procurando empresa para dar "pelamordedeus" alguns empregos, os paulistas estão muito mais preocupados em formar empresários e estimular o empreendedorismo. E não poderiam estar mais corretos. O Alckmin, com todas as suas falhas, é um ótimo governante porque é responsável. Não é marketeiro que nem o Serra, o Pitta, o Maluf ou a Marta. E o preço por trabalhar muito e falar pouco é gente criticando e dizendo que ele é "picolé de chuchu". Essa é a cultura do país do avesso. Tem que ter estardalhaço, senão não é competente... vai entender...

concordo totalmente
um poko d industrias fora do estado d sp não faz mal a ninguém

Slice Shot
January 25th, 2012, 03:00 AM
Eu preferia não intervir, mas foi necessário. Sinto muito, mas você não poderia estar mais equivocado. Mario Covas pegou um estado falido, que mais gastava do arrecadava e com tantos problemas que era mais fácil fechar as portas e se mudar para outro lugar. Com uma reforma fiscal começada pelo Covas, ele sacrificou seu mandato aumentando arrecadação, cortando gastos, fazendo sacrifícios que poucos fariam (isso muitos anos antes da Lei de Responsabilidade Fiscal). Geraldo Alckmin e Serra deram continuidade a isso, diminuindo o tamanho do estado e aumentando sua capacidade de investimento. Alckmin, por exemplo, é o melhor governador que o estado de São Paulo poderia ter. Ao invés de se preocupar com guerra fiscal para conseguir empresa A ou B, está investindo pesado em infraestrutura (mobilidade urbana, presídios, hospitais, etc.), pesquisa e desenvolvimento, acesso da população à burocracia (Poupatempo), além de educação e preparação de mão de obra qualificada para o mercado.

Existe uma diferença muito grande entre São Paulo e as outras unidades da federação: enquanto o resto do país fica procurando empresa para dar "pelamordedeus" alguns empregos, os paulistas estão muito mais preocupados em formar empresários e estimular o empreendedorismo. E não poderiam estar mais corretos. O Alckmin, com todas as suas falhas, é um ótimo governante porque é responsável. Não é marketeiro que nem o Serra, o Pitta, o Maluf ou a Marta. E o preço por trabalhar muito e falar pouco é gente criticando e dizendo que ele é "picolé de chuchu". Essa é a cultura do país do avesso. Tem que ter estardalhaço, senão não é competente... vai entender...

Nossa, falou tudo e falou bonito!

thunderhawk_123
January 25th, 2012, 04:32 AM
De acordo com secretário de Ciência e Tecnologia, já está definido o nome do município que receberá a produção da empresa norte-americana



Por: bruno de oliveira

SÂO PAULO

Enquanto o governo federal costura os últimos detalhes financeiros para viabilizar a produção da norte-americana Apple no Brasil, o governo de São Paulo já possui um plano definido para receber a empresa no estado, o qual destaca o perfil da infraestrutura local e as minúcias sobre a oferta de isenção fiscal que será oferecida no negócio. Tão logo Brasília defina o grupo de investidores envolvidos, São Paulo irá apresentar esta proposta que também inclui o nome do município que receberá as linhas de telas sensíveis a toque utilizadas no tablet da empresa do Vale do Silício.

“Dentro de 90 dias o governo tem de concluir as bases de investimento no caso da operação da Apple. Depois disso o poder federal vai solicitar as condições que São Paulo tem a oferecer para receber a produção”, contou ao DCI Paulo Alexandre Barbosa, secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo.

Barbosa conta, ainda, que os principais atrativos do estado citados no plano são a oferta de infraestrutura de transporte por terra, por meio das rodovias, e também destacou a capacidade de escoamento pelos aeroportos e pelo Porto de Santos, o maior da América Latina e que é gerenciado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), uma autarquia federal.

Em março de 2011, a chinesa Foxconn, responsável pela fabricação de produtos da Apple na China, estaria estudando a implantação de uma linha de montagem da gigante americana em Jundiaí (SP), em uma fábrica onde já produz computadores para a Hewlett-Packard (HP) e para a Sony. À época, o secretário de Desenvolvimento do município, Ari Castro Nunes Filho, afirmou que a empresa chinesa já teria encomendado um estudo para a possível instalação de uma linha de montagem da Apple na cidade. A informação sobre o estudo não foi confirmada pela Apple nem pela Foxconn, que disse “não comentar especulações”. Jundiaí, tem se transformado em um polo de informática brasileiro. Além da Sony e da HP, Itautec e AOC concentram suas linhas de montagem na cidade.

Os municípios vizinhos Indaiatuba e Salto também estudam a viabilidade de receber empresas de tecnologia. Outros exemplos que podem ser encontrados pelo País são o Porto Digital, em Pernambuco, e o Parque Tecnológico Parque dos Sinos, em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Atualmente, a região de Jundiaí está finalizando um projeto de lei para dar incentivo à indústria de montagem de eletrônicos que prevê redução de IPTU, ISS (Imposto Sobre Serviços) e o ITBI (Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis).

Concorrência

A indefinição que tem girado em torno da produção paulista da Apple deu margem para que outros estados entrassem na disputa. Outra cidade brasileira também mostrou que quer uma fábrica igual é Campo Grande, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro. O governo do estado ofereceu à Foxconn um espaço de pouco mais de dois milhões de metros quadrados, através da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio (Codin), que também faz parte da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços.

A companhia tem interesse em ocupar a área graças à sua proximidade com o Porto de Itaguaí. “Eles gostaram muito do espaço. Vamos ver”, disse Conceição Robeiro, presidente da Codin, sem detalhar maiores informações.

Nem a Apple e nem a Foxconn divulgam dados sobre a fabricação dos produtos por aqui. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, havia afirmado que o projeto está em andamento e os primeiros iPads serão montados este ano. O que falta para a comercialização é a disponibilização de uma rede de assistência técnica suficiente para atender à nova demanda.

O projeto da fábrica ainda não decolou porque a firma só irá abrir a unidade no país se os recursos financeiros vierem do Brasil. Especula-se no mercado que é isso o que está atrasando o início do projeto.

A novela já se arrasta desde abril de 2011, quando o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e a presidente da República, Dilma Rousseff, divulgaram um investimento de US$ 12 bilhões no Brasil por parte da Foxconn. Na época, o governo estimava que a produção de iPads brasileiros começaria em novembro do mesmo ano.

Microsoft

Assim como já o fizeram a americana Dell e a alemã SAP, chamado SAP Labs e que fica no Rio Grande do Sul, a Microsoft inaugurou ontem o primeiro centro de tecnologia da empresa no País. De acordo com Michel Levy, presidente da Microsoft no Brasil, o Microsoft Technology Center (MTC), presente em 17 países, estimulará a criação de startups brasileiras qualificadas no mercado de tecnologia. Com investimento de US$ 10 milhões, o centro de tecnologia conta com a colaboração de 15 parceiros, entre eles HP, AMD, Intel, Dell e Nokia. “Este era o momento certo para trazer uma iniciativa que já existe há nove anos. O mercado brasileiro está passando por um momento chave de transformação tecnológica nunca antes visto”, diz Levy.

O MTC, localizado em São Paulo, é o segundo e maior centro de tecnologia da América Latina. O primeiro centro foi inaugurado no México no ano passado. O centro possui 1.300 metros quadrados de salas interativas, cenários customizados às necessidades das empresas e laboratórios para desenvolvimento de soluções.

O centro conta com equipe de arquitetos da informação para auxiliar no desenvolvimento de diversas soluções. Além desta grande investida no Brasil, a empresa inaugurou, em parceria do Ministério da Ciência e Tecnologia, a primeira fábrica do videogame Xbox no País.

No evento, Microsoft e Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação assinaram um protocolo de intenções para fomentar a inovação da tecnologia no Brasil. Seis cidades — confirmadas somente São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife — receberão incubadoras para startups.

http://www.panoramabrasil.com.br/sao-paulo-ja-tem-plano-para-receber-a--apple-id79291.html

tchelllo
January 25th, 2012, 11:07 AM
o que acontece é que sp, precisa ser mais humilde...
porque sp, já não tá mais com tanta moral assim...
e infra estrutura, boas estradas etc...
agora tudo isso não tem mais importancia..
e sp é como qualquer outro da federação....
a bmw é uma prova disso...
o que pesou foi salario...
então sp que se cuide e muito porque não ganha mais nada e ainda pode perder....
o que é triste mesmo...

e vai perder muitos outros investimentos por vir...

Mas quanto recalque homem...

Para notar isso basta ver que vc trata São Paulo em terceira pessoa, como se São Paulo fosse alguém, uma pessoa te incomodando e até atribui sentimentos humanos ao lugar, insinuando falta de humildade, falando que o lugar não tem moral, enfim, parece que você está se referindo ao seu vizinho mais rico e mais paparicado.

Chega a ser engraçado. :lol:

Dom Drácula
January 25th, 2012, 11:22 AM
São Paulo, 458 anos, é a capital para quem quer empreender

São Paulo, que aniversaria hoje, é o quinto centro financeiro mais atrativo do mundo para investimentos em mercados emergentes, segundo a revista britânica The Banker

Ao completar 458 anos de vida, São Paulo celebra também o fato de ser, hoje, o quinto centro financeiro mais atrativo do mundo para investimentos em mercados emergentes, de acordo com dados da revista britânica especializada The Banker. A cidade fica atrás apenas de Hong Kong, Cingapura, Londres e Nova York. Segundo André Sacconato, diretor de pesquisa da Brain - entidade privada que tem como objetivo transformar o Brasil em um polo internacional de investimentos e negócios -, a cidade, ao contrário do que muitos repetem, não é um mercado saturado. Há espaço para novos empreendimentos, já que o dinamismo da metrópole a configura como um ambiente propício para novos negócios.

Em relação à liderança na América Latina, ainda há muito para ser feito, afirma Sacconato. Ele explica que até poucos anos atrás empresas que decidiam investir na região abriam sede em Miami, Estados Unidos, e não em um país latino. A cidade americana oferecia, na visão dos empresários estrangeiros, um mercado sólido e tinha a vantagem de ser próxima da América Latina. "Isso vem mudando. Na última década, as empresas viram que é melhor sediar o empreendimento em uma grande cidade da região. E, depois de 2008, com o fato de o Brasil ter superado a crise internacional de maneira rápida, São Paulo vem ganhando cada vez mais destaque", afirma o executivo.

Estimativas da Brain dão conta de que nos próximos cinco anos a capital paulista vai se tornar, de fato, o centro financeiro da América Latina. E com essa liderança virá também uma demanda por serviços. Nesse sentido, toda a economia da cidade ficará aquecida. "Haverá oportunidades de negócios tanto para produtos quanto para serviços. Em especial para aquelas atividades indiretas que não necessariamente estão ligadas aos polos financeiros", diz Sacconato. Ele cita as pequenas e médias de tecnologia da informação, de consultoria, de alimentação e de compras em geral como nichos em que apostar.

Cidade se destaca em meio a outras capitais
O que torna São Paulo atraente para os negócios são fatores como uma estrutura financeira sólida - bancos, bolsa, acesso a crédito - mão de obra qualificada - é a cidade com o maior número de faculdades - e uma infraestrutura física melhor do que a encontrada nas outras capitais. Além disso, a BM&FBovespa, sediada na cidade, é a maior bolsa da América Latina e a terceira maior do mundo em valor de mercado.

Outro dado que ajuda a mostrar a importância da capital para o empresariado é a quantidade de encontros corporativos. Segundo a Brain, a cidade recebe o maior número de eventos da América Latina, o que ajuda a colocar o Brasil na sétima posição mundial em volume de eventos. São cerca de 90 mil por ano em São Paulo, o que dá 72% do mercado de feiras de negócios do País.

Para Fernando Schmitt, diretor de membership e de unidades regionais da Câmara Americana de Comércio (Amcham), a importância de São Paulo para o mundo dos negócios é fruto da concentração de grandes empresas e instituições financeiras - nacionais e internacionais. "Isso faz com que ela seja uma das dez maiores cidades do mundo em termos de Produto Interno Bruto (PIB)", afirma. "São Paulo pode ser traduzida em oportunidades para empresas de todos os portes e tamanhos, que encontram na cidade um ambiente de expansão e desenvolvimento, com um mercado de consumo e de trabalho aquecidos", detalha.

Mesmo com a atratividade em alta, a cidade ainda possui entraves que minam a possibilidade de aumentar as parcerias internacionais. O diretor de pesquisa da Brain cita quatro pontos críticos: talento e capital humano, infraestrutura física - falta melhorar a qualidade dos aeroportos e do transporte público, por exemplo, - conectividade (tecnologia da informação) e imagem - no sentido de que boa parte dos investidores estrangeiros ainda desconhecem as qualidades da metrópole. "Parcerias entre o governo e a iniciativa privada podem fazer com que as dificuldades, se não forem totalmente sanadas, ao menos diminuam. O objetivo é criar um ambiente empresarial ainda mais competitivo, que ajude a desenvolver a cidade, o País e a criar empregos", aponta Sacconato.

http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/619/464/img.terra.com.br/i/2012/01/24/2195097-0918-rec.jpg

http://invertia.terra.com.br/empreendedor/noticias/0,,OI5574356-EI19586,00.html

Rajude
January 25th, 2012, 01:07 PM
SP propõe reajuste do Piso Salarial Regional em até 15%
Projeto de lei com novos valores de R$ 690, R$ 700 e R$ 710 será encaminhado à Assembleia Legislativa

O governador Geraldo Alckmin anunciou nesta quinta-feira, 19, os novos valores propostos para o Piso Salarial Regional em São Paulo. O Projeto de Lei (PL) altera as três faixas salariais de R$ 600, R$ 610 e R$ 620 para R$ 690, R$ 700 e R$ 710, respectivamente. Desta forma, a primeira faixa salarial será reajustada em 15%, a segunda faixa em 14,75% e a terceira em 14,52%. A estimativa é que o piso beneficie mais de 7,8 milhões de trabalhadores do estado. O projeto será enviado para aprovação da Assembleia Legislativa nos próximos dias.

"Estamos anunciando hoje os três pisos estaduais. Primeiro piso, R$ 690, com a vigência a partir de 1º de março. O segundo piso também com vigência a partir de 1º de março, R$ 700 reais, o terceiro piso, R$ 710", afirmou o governador.

Outro projeto de lei que será enviado à Assembleia estabelece um piso salarial de R$ 720 para cerca de 33 mil servidores públicos estaduais. Atualmente o valor é de R$ 630,00. Representantes das centrais sindicais participaram da discussão dos novos valores do piso junto com a Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho, antes do anúncio oficial.

"Durante alguns meses realizamos reuniões prévias para levarmos ao governador Geraldo Alckmin estes valores. Nosso compromisso é manter um canal permanente de diálogo com o meio sindical", explicou o secretário do Emprego, Davi Zaia. Ainda segundo ele, estas reuniões com as centrais prosseguem em abril com objetivo de aperfeiçoar o piso, incluindo propostas de antecipação dos reajustes para coincidir com a data de vigência do salário mínimo nacional, em janeiro.

O Piso Salarial Regional

O Piso Salarial Regional do Estado de São Paulo foi fixado pela Lei nº 12.640/07 - alterada pela Lei nº 12.967/08 e pela Lei nº 13.485/09 que reajustaram os valores em 2008 e 2009, respectivamente. A medida contribui para que os trabalhadores paulistas recebam salários superiores ao salário mínimo nacional, já que as condições da demanda de mão de obra e de custo de vida no Estado levam, de um modo geral, a salários superiores à média nacional. Os pisos incorporaram especificidades do mercado de trabalho paulista.

A medida beneficia os trabalhadores da iniciativa privada que não possuem piso salarial definido por lei federal, convenção ou acordo coletivo de trabalho. As três faixas salariais são estabelecidas de acordo com grupos de ocupação de trabalhadores. A Lei Complementar Federal nº 103/2000 autoriza a instituição de pisos regionais pelos Estados.

Faixas salariais e grupos de ocupações

1ª faixa - Passa de R$ 600 para R$ 690

Trabalhadores domésticos, serventes, trabalhadores agropecuários e florestais, pescadores, contínuos, mensageiros e trabalhadores de serviços de limpeza e conservação, trabalhadores de serviços de manutenção de áreas verdes e de logradouros públicos, auxiliares de serviços gerais de escritório, empregados não-especializados do comércio, da indústria e de serviços administrativos, cumins, "barboys", lavadeiros, ascensoristas, "motoboys", trabalhadores de movimentação e manipulação de mercadorias e materiais e trabalhadores não-especializados de minas e pedreiras;

2ª faixa - Passa de R$ 610 para R$ 700

Operadores de máquinas e implementos agrícolas e florestais, de máquinas da construção civil, de mineração e de cortar e lavrar madeira, classificadores de correspondência e carteiros, tintureiros, barbeiros, cabeleireiros, manicures e pedicures, dedetizadores, vendedores, trabalhadores de costura e estofadores, pedreiros, trabalhadores de preparação de alimentos e bebidas, de fabricação e confecção de papel e papelão, trabalhadores em serviços de proteção e segu¬rança pessoal e patrimonial, trabalhadores de serviços de turismo e hospedagem, garçons, cobradores de transportes coletivos, "barmen", pintores, encanadores, soldadores, chapeadores, montadores de estruturas metálicas, vidreiros e ceramistas, fiandeiros, tecelões, tingidores, trabalhadores de curtimento, joalheiros, ourives, operadores de máquinas de escritório, datilógrafos, digitadores, telefonistas, operadores de telefone e de "telemarketing", atendentes e comissários de serviços de transporte de passageiros, trabalhadores de redes de energia e de telecomunicações, mestres e contramestres, marceneiros, trabalhadores em usinagem de metais, ajustadores mecânicos, montadores de máquinas, operadores de instalações de processamento químico e supervisores de produção e manutenção industrial;

3ª faixa - Passa de R$ 620 para R$ 710

Administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compras e de vendas, agentes técnicos em vendas e representantes comerciais, operadores de estação de rádio e de estação de televisão, de equipamentos de sonorização e de projeção cinematográfica e técnicos em eletrônica.

Da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=217457

-

O que me chamou atenção em especial foi um dado que eu pensava que fosse consideravelmente menor: o mínimo estadual tem impacto sobre o salário de 7,8 milhões de trabalhadores, que representa cerca de 20% da população do Estado e 1/3 da população economicamente ativa. Ademais, todos os anos os reajustes tem sido muito acima do nacional, embora pudesse ser num ritmo ainda mais acelerado. O temor do Governo Estadual é que elevando demais o salário mínimo a informalidade aumente, então é preciso ter cautela, além de fatores de competitividade. Mas do ponto de vista da dinâmica e da realidade econômica de São Paulo seria possível. De qualquer maneira, esse aumento é ótimo. Mais importante do que conceder aumentos estratosféricos é manter um ritmo constante, sustentável, e relativamente alto.

Slice Shot
January 25th, 2012, 01:09 PM
^^Se até o fim do governo os servidores públicos não tiverem aumento salarial significativo eles vortaram em massa na oposição na próxima eleição! :yes:

Slice Shot
January 25th, 2012, 01:37 PM
25/01/2012 - 09h40
PIB de SP pode mais do que dobrar em 30 anos

VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

SP 458 anos Uma condição paira sobre São Paulo. Se a cidade conseguir melhorar a qualidade de vida que oferece a seus moradores, em 2040 cada paulistano ganhará mais do que o dobro do que ganha hoje, em média.

Com isso, a renda per capita será de R$ 93 mil. Esse impulso na economia será ancorado especialmente no crescimento de atividades criativas, ligadas à indústria do entretenimento, comunicação, lazer e turismo.

No entanto, caso os problemas de congestionamento, falta de área verdes e segurança persistam na vida dos paulistanos, a cidade não conseguirá acompanhar de perto o crescimento médio projetado para o país, de 3% a 3,5% ao ano.

A previsão é do Profuturo (Programa de Estudos do Futuro), da FIA (Fundação Instituto de Administração) da USP.

http://f.i.uol.com.br/folha/cotidiano/images/12024953.jpeg

Mas o que tem a ver qualidade de vida com o crescimento da economia?

Como a população de São Paulo vai crescer pouco, o aumento da renda média do trabalhador que mora em São Paulo depende do aumento da produtividade de seu trabalho, ao gerar serviços com alto valor agregado.

Isso, além de produzir mais em setores como tecnologia, serviços de saúde, educação, lazer, entretenimento, diz o professor James Wright, do Profuturo.

Esses trabalhadores do futuro terão de ser cada vez mais qualificados. E gente qualificada é disputada.

"A competição entre cidades para hospedar bons empregos e pessoas talentosas é cada vez mais forte. Isso ocorre porque as empresas podem buscar lugares alternativos, e é mais fácil realocar uma operação de serviços do que uma operação industrial", afirma Wright.

Por isso, diz o professor, se São Paulo não corrigir seus desequilíbrios, vai ser tornar cada vez menos dinâmica e menos atrativa para empresas e mão de obra especializada, já que às vezes um bom salário não compensa a falta de qualidade de vida.

"Estaremos competindo com cidades como Rio, Buenos Aires, Bogotá, Miami e Cidade do Cabo", explica Wright.

LInk:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1039034-pib-de-sp-pode-mais-do-que-dobrar-em-30-anos.shtml

Slice Shot
January 25th, 2012, 01:38 PM
^^A BM&F BOVESPA já não é mais a terceira bolsa com maior valor de mercado do mundo mas sim a segunda! :D

Dom Drácula
January 25th, 2012, 01:46 PM
^^O que comentar né? São Paulo rocks!

Rajude
January 25th, 2012, 01:50 PM
^^

Fazendo um paralelo com o PIB Estadual, há estimativas da secretaria estadual de Planejamento que indicam que a partir de meados da década 30 o PIB do Estado deverá começar a ultrapassar países como Espanha, Itália, além de vários outros, inclusive em termos proporcionais (PPC), processo que pode ser ainda mais acelerado com a crise internacional. Ou seja, foram mais ou menos 100 anos para deixar de ser a região mais pobre do país e se consolidar como a vanguarda do progresso nacional, e mais cerca de 100 anos para ultrapassar regiões milenares, que certamente se confirmará.

Dom Drácula
January 25th, 2012, 02:01 PM
^^Hoje se não me engano o PIB estadual é maior que o da Argentina, confirma?

Rajude
January 25th, 2012, 02:08 PM
^^
Sim, e isso já faz alguns anos.
Fiz uma conta rápida baseando-se na tabela do ranking do PIB dos países (PPC FMI-2010) (http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_PIB_%28Paridade_do_Poder_de_Compra%29), considerando que SP representou 33,5% do PIB nacional em 2010, e o resultado é que o PIB do Estado foi de US$727 milhões em 2010, enquanto o PIB da Argentina resultou em US$642 milhões no mesmo ano.

Dom Drácula
January 25th, 2012, 03:17 PM
^^
Sim, e isso já faz alguns anos.
Fiz uma conta rápida baseando-se na tabela do ranking do PIB dos países (PPC FMI-2010) (http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_PIB_%28Paridade_do_Poder_de_Compra%29), considerando que SP representou 33,5% do PIB nacional em 2010, e o resultado é que o PIB do Estado foi de US$727 milhões em 2010, enquanto o PIB da Argentina resultou em US$642 milhões no mesmo ano.

^^Valeu pelas informações, segue mais algumas bem interessantes

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Se fosse um país, cidade de São Paulo seria a 40ª maior economia do mundo

SÃO PAULO - A cidade de São Paulo completa 458 anos nesta quarta-feira (25). Se a capital paulista fosse um país, ela seria a 40ª maior economia do mundo. É o que revelou um levantamento realizado pela Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens de Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).

A cidade gera um PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 389 bilhões ou de US$ 195,29 bilhões. O montante é superior ao PIB de países como Israel, Cingapura, Egito e Chile. Os dados são relativos a 2009.

Futuramente, a colocação de São Paulo no ranking deve aumentar, pois ainda serão divulgados dados de 2010 e 2011. Períodos em que a economia brasileira apresentou taxas de crescimento acima da média global.

América Latina
Na comparação com países da América Latina, São Paulo ocupa a 5ª posição, perdendo apenas para Brasil (US$ 1.624.983), Argentina (US$ 310.351), Venezuela (US$ 325.678) e Colômbia (US$ 234.182). Para ter uma ideia, o PIB paulistano equivale a 62,93% do PIB argentino.

O estudo confrontou também os dados paulistanos com 50 estados dos EUA (Estados Unidos da América). No ranking geral, São Paulo, ficou em 25º lugar, ficando a frente de Kentucky (29ª colocação) e Washington D.C (35ª colocação).

Números impressionantes
Dados oficias da cidade mostram como a cidade de São Paulo é grandiosa. A capital é sede de 38% das 100 maiores empresas privadas de capital nacional, 63% grupos internacionais instalados no Brasil; 17 dos 20 maiores bancos; oito das 10 maiores corretoras de valores; 1.769 estabelecimentos de saúde; 40 hospitais públicos, 61 hospitais particulares, 146 faculdades e 26 universidades.

Em 2010, São Paulo recebeu 1,7 milhão de visitantes em 2010, sendo 10,1 milhões de turistas nacionais e 1,6 milhão de estrangeiros; 56,1% dos turistas vêm a negócios; 22,4% para participar de eventos; 10,9% a lazer; 4% para estudos; 2,6% para visitar parentes e amigos e 2,5% para assuntos relacionados a saúde.

Além disso, a cidade é sinônimo de diversão, com 60 teatros; 110 museus; 260 salas em 55 cinemas; 280 salas de teatro (600 espetáculos teatrais em média por ano); 40 centros culturais; 64 parques e áreas verdes; sete grandes casas de espetáculos; 294 salas para shows e concertos; mil academias de ginástica; sete estádios de futebol.


http://www.infomoney.com.br/atividade-economica/noticia/2323312-fosse+pais+cidade+sao+paulo+seria+40_+maior+economia+mundo

Rajude
January 25th, 2012, 03:46 PM
^^
No caso do Estado seria exatamente a 20ª economia.

henriquett
January 26th, 2012, 01:08 AM
^^Valeu pelas informações, segue mais algumas bem interessantes

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Se fosse um país, cidade de São Paulo seria a 40ª maior economia do mundo

SÃO PAULO - A cidade de São Paulo completa 458 anos nesta quarta-feira (25). Se a capital paulista fosse um país, ela seria a 40ª maior economia do mundo. É o que revelou um levantamento realizado pela Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens de Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).

A cidade gera um PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 389 bilhões ou de US$ 195,29 bilhões. O montante é superior ao PIB de países como Israel, Cingapura, Egito e Chile. Os dados são relativos a 2009.

Futuramente, a colocação de São Paulo no ranking deve aumentar, pois ainda serão divulgados dados de 2010 e 2011. Períodos em que a economia brasileira apresentou taxas de crescimento acima da média global.

América Latina
Na comparação com países da América Latina, São Paulo ocupa a 5ª posição, perdendo apenas para Brasil (US$ 1.624.983), Argentina (US$ 310.351), Venezuela (US$ 325.678) e Colômbia (US$ 234.182). Para ter uma ideia, o PIB paulistano equivale a 62,93% do PIB argentino.

O estudo confrontou também os dados paulistanos com 50 estados dos EUA (Estados Unidos da América). No ranking geral, São Paulo, ficou em 25º lugar, ficando a frente de Kentucky (29ª colocação) e Washington D.C (35ª colocação).

Números impressionantes
Dados oficias da cidade mostram como a cidade de São Paulo é grandiosa. A capital é sede de 38% das 100 maiores empresas privadas de capital nacional, 63% grupos internacionais instalados no Brasil; 17 dos 20 maiores bancos; oito das 10 maiores corretoras de valores; 1.769 estabelecimentos de saúde; 40 hospitais públicos, 61 hospitais particulares, 146 faculdades e 26 universidades.

Em 2010, São Paulo recebeu 1,7 milhão de visitantes em 2010, sendo 10,1 milhões de turistas nacionais e 1,6 milhão de estrangeiros; 56,1% dos turistas vêm a negócios; 22,4% para participar de eventos; 10,9% a lazer; 4% para estudos; 2,6% para visitar parentes e amigos e 2,5% para assuntos relacionados a saúde.

Além disso, a cidade é sinônimo de diversão, com 60 teatros; 110 museus; 260 salas em 55 cinemas; 280 salas de teatro (600 espetáculos teatrais em média por ano); 40 centros culturais; 64 parques e áreas verdes; sete grandes casas de espetáculos; 294 salas para shows e concertos; mil academias de ginástica; sete estádios de futebol.


http://www.infomoney.com.br/atividade-economica/noticia/2323312-fosse+pais+cidade+sao+paulo+seria+40_+maior+economia+mundo

sendo bem chato
o certo seria 11,7 milhões(10,1+1,7)??

gerd.jak
January 26th, 2012, 11:19 AM
^^Se até o fim do governo os servidores públicos não tiverem aumento salarial significativo eles vortaram em massa na oposição na próxima eleição! :yes:

Para nosso alívio, o peso de estadodependentes no estado de SP é muito menor que no restante do país. :yes:

Dom Drácula
January 26th, 2012, 11:41 AM
sendo bem chato
o certo seria 11,7 milhões(10,1+1,7)??

Sendo mais chato ainda 10,1+1,7 seriam 11,8 :nuts: não 11,7

Mas vc tem razão o estagiário de jornalismo comeu bola.

Slice Shot
January 26th, 2012, 08:04 PM
edit...

Hello_World
January 26th, 2012, 11:32 PM
CTO confirmado (http://www.jcmogi.com.br/noticias/dia-a-dia/dia-a-dia/3040-)

No fim da tarde desta segunda-feira, 23, terminou a ‘novela’ entre o Itaú-Unibanco e a Prefeitura de Mogi Mirim. O banco confirmou a vinda do Centro Tecnológico de Operações (CTO) para a cidade, disputa que vinha ocorrendo com Campinas até quinta-feira, 19.

Na semana passada, conforme publicado no Jornal Cidade, o Itaú-Unibanco havia dispensado Campinas das negociações e adiantou que o anúncio de que Mogi Mirim seria escolhida fosse dado no início dessa semana.

A aprovação da cidade foi concluída com a entrega da escritura das terras ao banco e com o pagamento de R$ 1 milhão em impostos e taxas à Prefeitura e do valor de R$ 100 mil ao Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae). O Itaú-Unibanco enviou nota à imprensa na última segunda-feira comunicando a decisão. A assessoria e a Prefeitura convocaram uma entrevista coletiva, com o prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) para tratar o assunto.

Durante a coletiva, o prefeito ressaltou a importância do empreendimento para a cidade, dizendo que o CTO “terá importância semelhante à que a International Paper (na época Champion) teve para Mogi Guaçu quando foi implantada”. Segundo ele, o data center influenciará toda a região.

Um dos pontos destacados foi a necessidade de profissionais qualificados para trabalhar na empresa, o que pode elevar o nível de ensino nas escolas técnicas e na Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Mogi Mirim.

A infraestrutura disponibilizada ao empreendimento poderá gerar uma “grife” para o município, uma vez que, a energia elétrica e fluxo de água precisarão ser constantes para o funcionamento do CTO. “Mogi Mirim poderá se tornar referência nacional por estar abrigando um empreendimento deste porte, o que pode atrair mais empresas”, explica o prefeito.

Dom Drácula
January 26th, 2012, 11:32 PM
Sany inicia construção de sua fábrica brasileira

A Sany do Brasil anunciou nesta quinta-feira, 26 de janeiro, o início das obras para construção de seu primeiro parque fabril, na cidade de Jacareí, interior de São Paulo. No terreno de 560 mil m², os trabalhos de terraplanagem foram iniciados imediatamente após a publicação, no dia 17 de janeiro, na Imprensa Oficial do Estado, das licenças legais autorizando as obras no local.

A empresa de origem chinesa assinou um protocolo de intenções em fevereiro de 2010, no Palácio dos Bandeirantes, com a Investe São Paulo, que apoiou a empresa na obtenção de licenças, na assessoria tributária e na procura de sua futura planta industrial. “Ficamos satisfeitos em ver que mais uma empresa atendida pela Investe São Paulo está construindo sua fábrica e em breve começará a contratar pessoas e iniciar sua produção”, disse o presidente da Investe São Paulo, Luciano Almeida.

No mês de abril, a empresa anunciará a concorrência das construtoras para a execução da obra. “Com a obtenção das licenças de instalação, podemos avançar com vários processos da obra para otimizar nosso cronograma. Inclusive, já estamos bem adiantados na adaptação do projeto da matriz às especificações do mercado brasileiro”, explica Juliano Lemos, gerente de infraestrutura da Sany. Segundo ele, a expectativa é de que a construção seja concluída no primeiro trimestre de 2013.

A instalação da fábrica em Jacareí foi formalizada com a Prefeitura do Município em abril de 2011, quando foi firmada a parceria entre Sany e Jacareí. A empresa também se compromete a aplicar o investimento de US$ 200 milhões (R$ cerca de 340 milhões) na concepção da fábrica, que poderá gerar até mil empregos diretos quando a produção estiver em plena capacidade.

Atualmente, a Sany possui uma unidade fabril em São José dos Campos, também no interior de São Paulo, onde são montadas escavadeiras, guindastes sobre caminhão e bombas de concreto.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16092&c=11&lang=1

Hello_World
January 26th, 2012, 11:36 PM
Itaú Unibanco implantará CTO em Mogi Mirim (http://portalmogiguacu.com.br/2010/noticias.php?id=7486)

http://animado.org/categorias/fogos_de_artificio/imagens/fogos029.gif

Slice Shot
January 27th, 2012, 12:34 AM
^^Que bom hein..., é a descentralização economica avançando mais ainda no estado! :cheers:

Hello_World
January 27th, 2012, 12:44 AM
Região afetada diretamente pelo CTO do Itaú: http://g.co/maps/he3mx

Abrindo um pouco mais o leque: http://g.co/maps/fy76k

Local exato: http://g.co/maps/wv945

CuriosoCPS
January 27th, 2012, 01:54 AM
CTO confirmado (http://www.jcmogi.com.br/noticias/dia-a-dia/dia-a-dia/3040-)

No fim da tarde desta segunda-feira, 23, terminou a ‘novela’ entre o Itaú-Unibanco e a Prefeitura de Mogi Mirim. O banco confirmou a vinda do Centro Tecnológico de Operações (CTO) para a cidade, disputa que vinha ocorrendo com Campinas até quinta-feira, 19.

Na semana passada, conforme publicado no Jornal Cidade, o Itaú-Unibanco havia dispensado Campinas das negociações e adiantou que o anúncio de que Mogi Mirim seria escolhida fosse dado no início dessa semana.

A aprovação da cidade foi concluída com a entrega da escritura das terras ao banco e com o pagamento de R$ 1 milhão em impostos e taxas à Prefeitura e do valor de R$ 100 mil ao Serviço Autônomo de Água e Esgotos (Saae). O Itaú-Unibanco enviou nota à imprensa na última segunda-feira comunicando a decisão. A assessoria e a Prefeitura convocaram uma entrevista coletiva, com o prefeito Carlos Nelson Bueno (PSDB) para tratar o assunto.

Durante a coletiva, o prefeito ressaltou a importância do empreendimento para a cidade, dizendo que o CTO “terá importância semelhante à que a International Paper (na época Champion) teve para Mogi Guaçu quando foi implantada”. Segundo ele, o data center influenciará toda a região.

Um dos pontos destacados foi a necessidade de profissionais qualificados para trabalhar na empresa, o que pode elevar o nível de ensino nas escolas técnicas e na Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Mogi Mirim.

A infraestrutura disponibilizada ao empreendimento poderá gerar uma “grife” para o município, uma vez que, a energia elétrica e fluxo de água precisarão ser constantes para o funcionamento do CTO. “Mogi Mirim poderá se tornar referência nacional por estar abrigando um empreendimento deste porte, o que pode atrair mais empresas”, explica o prefeito.

Parabéns a Mogi Mirim.

Uma pena que a prefeitura de Campinas jogue contra a cidade com sua inércia.

zolin
January 27th, 2012, 03:48 PM
parabéns a mogi mirinm pela expetacular conquista...
do Itau...

zolin
January 27th, 2012, 03:51 PM
Ultimamente, São Paulo vem colecionando sucessivas derrotas.

Se é politicagem na esfera federal visando beneficiar determinados Estados, se é incompetência do governo estadual... eu não sei.

Só sei que isso não é normal, não.

tem toda razão...

Rajude
January 28th, 2012, 03:09 AM
Ritz quer desenvolver retroporto no Guarujá

A Ritz Engenharia pretende desenvolver retroporto em terreno de um milhão de metros quadrados que está negociando no Guarujá (SP), em área próxima à margem esquerda do porto de Santos. A aposta da empresa é estimulada, principalmente, pela demanda crescente por galpões e pátios para armazenagem de contêineres por parte de fornecedoras de produtos e serviços para a cadeia de petróleo e gás, na Baixada Santista, em função dos investimentos do pré-sal.

Os projetos relacionados à exploração da camada pré-sal da Bacia de Santos vêm atraindo expressivo volume de recursos para a região da Baixada Santista. Para desenvolver o retroporto da Ritz, os investimentos podem chegar a R$ 650 milhões. Os desembolsos são estimados em R$ 500 milhões, e a avaliação preliminar do terreno aponta valor de R$ 100 milhões a R$ 150 milhões.

Os proprietários da área entrarão como sócios do projeto do retroporto a ser desenvolvido. O valor final do terreno ainda depende de que parcela da área total poderá ser aproveitada para construção. Sem detalhar a localização exata, o sócio da Ritz, Paulo Succar, afirma que se trata de terreno a cerca de 15 minutos de carro da margem esquerda do porto de Santos. "A expectativa é que as negociações da área sejam definidas até abril", afirma.

Há potenciais investidores interessados no projeto, segundo ele, mas a Ritz só vai buscar, formalmente, aportes para desenvolver o retroporto após fechar negócio com os donos da área. Os potenciais interessados são fundos de investimento com capital estrangeiro que já investem no setor de construção no Brasil. "O projeto deverá ter múltiplos investidores. É possível que haja um fundo líder que monte um grupo de fundos", conta Succar. Conforme o executivo, parcelas do projeto poderão ser securitizadas, futuramente, por meio de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs).

O início das obras deve levar pelo menos dois anos, segundo Succar. Após ser fechada parceria com as duas pontas - proprietários do terreno e futuros sócios investidores -, a Ritz, que será minoritária no projeto, irá atrás dos potenciais ocupantes. A intenção é oferecer galpões no formato de build-to-suit (construção sob medida) para atender aos fornecedores de produtos e serviços para a Petrobras. O projeto terá também pátios para armazenagem de contêineres ou destinados a empresas que não necessitam de espaços cobertos, mas precisam de área para armazenar peças pesadas, como brocas.

Há vários outros investimentos em curso em projetos relacionados à exploração da camada pré-sal na Baixada Santista. É o caso do Complexo Bagres, plataforma logística de serviços na área naval e de offshore que será instalada na Ilha dos Bagres, na área continental de Santos. A São Paulo Empreendimentos Portuários está desenvolvendo o complexo. Os aportes para as obras de infraestrutura, estimados em R$ 1,8 bilhão, serão financiados com capital próprio e de fundos. O Complexo Bagres terá, entre outras atividades, estaleiro de reparos navais, base de apoio logístico às atividades de petróleo e gás, terminal de movimentação de sólidos e retroárea de apoio.

A região da Baixada Santista tem recebido também investimentos em portos e retroportos não relacionados à exploração do pré-sal. Os planos da própria Ritz abrangem a construção, no retroporto, de silos para a armazenagem de grãos, embarcados em larga escala no porto de Santos. De janeiro a novembro, o porto de Santos registrou movimentação recorde de quase 89 milhões de toneladas, com destaque para a exportação de açúcar, soja e milho.

Outro investimento na região não ligado a petróleo e gás é o terminal portuário privado multiuso desenvolvido pela Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Embraport). Com investimentos de R$ 2,3 bilhões e previsão de início das operações em 2013, o terminal terá capacidade de movimentação de dois milhões de TEUS (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e dois bilhões de litros de etanol ao ano. O projeto do terminal é uma parceria entre a Odebrecht TransPort, a DP World e a Coimex.

Fonte: Valor Econômico/Por Chiara Quintão | De São Paulo

http://portosenavios.com.br/site/noticias-do-dia/portos-e-logistica/13876-ritz-quer-desenvolver-retroporto-no-guaruja

Godfall
January 29th, 2012, 02:12 AM
Americana ganha incubadora de empresas

Todo Dia

Com investimento de R$ 250 mil, espaço terá 14 salas, mas pode ser expandido para abrigar 25 empresas
Parceria entre a Fidam (Feira Industrial de Americana) e a RPI (Rede Paulista de Incubadoras), a Incubadora Americana será apresentada hoje. O objetivo é incentivar o empreendedorismo inovador e tecnológico na cidade. O investimento na estrutura física do empreendimento é de R$ 250 mil e o local tem uma área total de mil metros quadrados, anexa aos pavilhões da Fidam.
Serão 14 salas, com espaços entre 30 metros quadrados e 100 metros quadrados, podendo, por isso, ter o total de salas ampliado para 25 com refeitório e banheiros. As salas estão em fase de acabamento e deverão estar prontas em no máximo dois meses.
As incubadas serão da área de tecnologia e inovação, com projetos inovadores que precisam de espaço e orientação especializada para se desenvolver de maneira sustentável. “A Fidam sempre serviu para apresentar o que as indústrias de Americana produzem para o Brasil e o mundo. Não poderíamos deixar de construir aqui uma área para as futuras empresas dispostas a aliar inovação e tecnologia. Nosso País precisa ser forte também nesse setor”, explicou José Pedro Furlan, presidente da Fidam.
VANTAGENS
As empresas incubadas poderão ficar no local por até dois anos, período em que deverão estar prontas para caminhar sozinhas no mercado. Os principais atrativos são a ausência do pagamento de aluguel por este período, além de consultoria jurídica, contábil e mercadológica, e orientações de pesquisadores e professores doutores com especialidades em diversas áreas. “Isso é um grande incentivo aos jovens empreendedores, que devem concentrar esforços para colocar as ideias em prática”, ressaltou Furlan.
MOTIVAÇÃO
O interesse da RPI pela parceria foi motivado pelo forte apelo da RMC (Região Metropolitana de Campinas), cujo PIB (Produto Interno Bruto) soma R$ 85,7 bilhões, sendo superior a de 19 Estados brasileiros. “Americana precisa de um ambiente que fomente a criação de empresas. A região tem várias faculdades e cursos técnicos de reconhecida qualidade. Nosso foco está justamente nos jovens que estão se preparando nas unidades de ensino”, afirmou o diretor superintendente da RPI, Wladimir dos Santos.
A RPI foi criada em 2009 e mantém 30 incubadoras no Estado de São Paulo, com média de 15 empresas em cada, nas mais diversas áreas de atuação. A rede é formada por um grupo de gestores que visa fortalecer o movimento do empreendedorismo inovador por meio de ações técnicas, políticas, institucionais e gerenciais.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16094&c=11&lang=1

Godfall
January 29th, 2012, 02:13 AM
Itaú e Santander investem em centros tecnológicos no interior

Folha de S. Paulo

De olho no aumento da demanda por serviços financeiros e no crescimento do uso de novas tecnologias, Itaú, Unibanco e Santander planejam investimentos bilionários na construção de novos centros tecnológicos.
Maior banco privado do país, o Itaú Unibanco anuncia hoje a construção de um centro de dados em Mogi Mirim (151 km de SP).
O investimento só na primeira parte da obra - compra de terreno e construção de imóveis - é de R$ 800 milhões.
Na mesma região, em Campinas (93 km de SP), o Santander já constrói um polo de tecnologia, pesquisa e processamento que vai custar R$ 450 milhões também apenas em sua fase inicial.
O centro de dados é uma espécie de "cérebro" da instituição financeira, responsável por gerenciar toda a troca de informações entre agências, caixas eletrônicos e sistemas de acesso de clientes -como celular e internet.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16095&c=11&lang=1

Godfall
January 29th, 2012, 02:15 AM
Best Western firma parceria com construtora para 30 hotéis no Brasil

Valor Econômico

Uma das maiores redes de hotéis do mundo, a americana Best Western quer aumentar sua presença no Brasil. Firmou, no fim do ano passado, parceria com a construtora capixaba Incortel, que promete acrescentar 30 hotéis à rede até 2017.
Segundo o diretor da Best Western para a América do Sul, Richard Rehwaldt, a maior parte do plano de expansão se dará com hotéis a serem construídos. A Incortel irá arcar com o custo da construção, previsto em R$ 30 milhões a R$ 40 milhões, em média para cada empreendimento.
"A Incortel identifica os locais onde há potencial, compra o terreno, desenvolve o projeto e vai a procura dos investidores que recebem uma percentagem da receita total do hotel", explica Rehwaldt. Segundo a diretora da Incortel, Maria Cecília Zon Rody, o retorno do investimento é de cerca de 1% ao mês.
Também há possibilidade de usar a bandeira Best Western em hotéis em construção e em alguns já em operação. O contrato prevê que a Incortel opere também como consultora para os hoteleiros que queiram usar a marca.
A Incortel vem procurando oportunidades no Rio, onde há duas negociações em andamento, na Zona Sul e outra no Centro.
Outro objetivo é a entrada no mercado paulistano, onde há uma negociação para o uso da bandeira. "Daremos prioridade às principais capitais onde ainda não temos presença. As oportunidades surgiram no Rio, mas o próximo passo será São Paulo", diz Rehwaldt.
Em fevereiro, será inaugurado o primeiro hotel fruto da parceria em Linhares, Espírito Santo. Até o meio do ano, estão previstas inaugurações em Belo Horizonte (MG) e Rio Branco (AC), este último um empreendimento pronto que recebeu a bandeira.
Para ter a marca Best Western, o proprietário hoteleiro precisa desembolsar um total de R$ 110.050 ou R$ 1.056 por apartamento. Caso o hotel tenha poucos apartamentos, o que vale é o desembolso total.
Os novos hotéis serão administrados pela operadora Hotelaria Brasil, que já opera um hotel da rede em Macaé, interior do Rio de Janeiro.
Presente no país desde 1994, a Best Western possui atualmente 17 hotéis em território brasileiro, somando um total de cerca de 1.800 quartos. Em 2010, a rede gerou US$ 1,16 bilhão em receita para seus 4,1 mil associados. Criada como uma associação de hotéis independentes em 1946, a rede Best Western conta atualmente com 4.400 hotéis em 90 países.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16096&c=11&lang=1

Rajude
January 29th, 2012, 04:09 AM
Consema aprova gasoduto da Comgás
Obra deverá suprir a demanda da Região Metropolitana de São Paulo

O Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) aprovou, por 23 votos favoráveis, nenhum contrário e duas abstenções, projeto de reforço da Rede Tubular de Alta Pressão (RETAP) em São Paulo e São Bernardo do Campo, de responsabilidade da Companhia de Gás de São Paulo - Comgás. O ato ocorreu no dia 24 de janeiro, durante a primeira reunião do plenário de 2012. Também prevista na ordem do dia, a análise do Plano de Manejo da Estação Ecológica de Jataí foi retirada da pauta.
O projeto da Comgás se faz necessário, pois, segundo o empreendedor, a atual rede tubular não será suficiente para abastecer a necessidade de gás natural na Região Metropolitana de São Paulo a partir de 2014, mantidas as projeções de crescimento da demanda. Com a obra, a capacidade de fornecimento do recurso será ampliada em aproximadamente 40%.

A tubulação tem vida útil estimada em 40 anos e o gasoduto terá 26 quilômetros - 24 dentro da represa Billings e dois em trecho terrestre -, incluindo um pequeno trecho dentro do Parque Estadual da Serra do Mar. A previsão é que haja supressão de vegetação de 1,2 hectare e, para realizar a contrapartida, o parecer da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) prevê que 0,408% do valor do empreendimento seja destinado para compensação ambiental.

O conselheiro Carlos Sanseverino, que representa a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), mostrou-se preocupado com possíveis acidentes com gás natural. “Qual é a estrutura para casos de emergência ambiental e humana?”, questiona ele. Segundo técnicos da Cetesb, o detalhamento desse tipo de ação deve ser apresentado posteriormente, na fase de obtenção da licença de operação. O empreendedor também afirmou ter um seguro que cobre prejuízos próprios e de terceiros em caso de acidentes.

Dessa forma, o parecer da Cetesb aprovado conclui que “Considerando o caráter de interesse público da obra e que os impactos ambientais poderão ser mitigados com a devida implementação dos programas ambientais propostos pelo empreendedor, entende-se que o empreendimento é ambientalmente viável”.

Loteamentos

Foram aprovados também pelo Consema dois loteamentos, um deles denominado Misto Aquarius, de responsabilidade da Serveng – Civilsan S/A, em São José dos Campos e outro em Itupeva, chamado Residencial Sant´Anna da Grama, de responsabilidade da Jaguari Comercial e Agrícola Ltda.

Com área de 362,8 hectares, o empreendimento em São José dos Campos foi considerado de baixo impacto ambiental, não afetando significativamente a fauna e a flora e nem cortando Área de Preservação Permanente. Apesar disso, a proposta prevê como medida de mitigação a destinação de recursos para o Refúgio de Vida Silvestre da Mata da Represa, em Caçapava, proposta que ainda será avaliada pela Câmara de Compensação Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente (SMA).

Já o empreendimento em Itupeva refere-se a um condomínio de veraneio de alto padrão, de baixa densidade e em local sem processo erosivo importante ou problema de permeabilidade do solo. Em alguns pontos há necessidade de intervenção em Área de Preservação Permanente e, como medida compensatória, o parecer técnico prevê o plantio de 18.389 mudas de espécies nativas.

http://www.ambiente.sp.gov.br/verNoticia.php?id=1331

Cabe lembrar que de acordo com a LCP nº 140, sancionada pela presidente em 8 de dezembro do ano passado, o GF perdeu autoridade para embargar ou intervir nas licenças expedidas pelo Estado, que agora passa a ser uma tarefa de competência privada dos Estados (exceto em territórios específicos da nação, mas que não dizem respeito ao Estado de SP, exceto para atividades no oceano). Além disso, o LCP 140 também deu autonomia para que os Estados tenham o poder de conceder aos municípios autorização para expedir licenças das atividades de baixo impacto ambiental, e para aprovar (ou não) o manejo e supressão de vegetação, além de diversas outras questões mais específicas, como aprovar criadouros de fauna silvestre, exercer controle ambiental do transporte fluvial ou terrestre de produtos perigosos, controle da pesca, enfim, uma série de questões, que parte delas já ocorria na prática, porém a LCP 140/2011 veio definir com mais propriedade as atribuições e responsabilidades de cada um, substituindo a lei 6938/1981. Do ponto de vista prático para SP, isso significa que, conforme já começou a ser feito, o Estado poderá desburocratizar mais o processo de licenciamento, mas sempre respeitando a lei federal, e exercer maior controle sobre o seu meio ambiente, tendo como base as diretrizes e exigências gerais colocadas pela constituição federal. Ponto positivo para o federalismo Brasileiro, e para SP.

thunderhawk_123
January 29th, 2012, 04:15 PM
Empresas de tecnologia contratam até 300 pessoas de uma só vez.
Engenheiros são cobiçados por multinacionais dentro das universidades.



A expansão iminente da Foxconn em Jundiaí (fabricante de produtos da Apple) e da Samsung em Campinas criou uma versão para o Vale do Silício no interior de São Paulo. Nos Estados Unidos, essa região na Califórnia ficou conhecida por concentrar importantes empresas de tecnologia.
O movimento de um lado aquece o mercado local, mas fica a desejar em relação à qualificação de mão de obra. De olho principalmente nos incentivos fiscais, essas empresas operam muitas vezes sem nenhum investimento em pesquisa e desenvolvimento.
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Governo federal autoriza Foxconn a ter benefício fiscal para fabricar iPads
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Ainda assim, o movimento é comemorado. O paulista Ricardo Vitor Germano é um deles. Ele nasceu, estudou e conta nos dedos as vezes em que saiu de Hortolândia, cidade com pouco mais de 200 mil habitantes e vizinha a Campinas. Aos 18 anos, ainda não fala inglês, não tem curso técnico e acaba de se matricular na universidade, onde vai estudar sistemas de informação pelos próximos 4 anos. No entanto, quando o assunto é emprego, o rapaz não tem do que reclamar. Ele foi contratado para uma vaga temporária na Motorola, que mantém uma fábrica vizinha a sua casa. A experiência acaba de chegar ao fim, mas ele já foi convidado a participar da seleção em uma concorrente, também localizada na região, e que planeja expansão para o primeiro trimestre deste ano.
O caso de Ricardo Germano não é isolado. Ele, na verdade, desfruta de algumas coincidências que o coloca em vantagens a outros jovens pelo Brasil afora. Germano está na idade certa, mora no lugar ideal, justamente no momento em que a chegada de multinacionais da área de eletroeletrônicos e os planos de expansão para produção de equipamentos de alto valor agregado superaqueceram o mercado de trabalho em Campinas e Jundiaí.
Nesta quarta-feira (25), por exemplo, o governo federal publicou no Diário Oficial da União uma portaria em que habilita a empresa taiuanesa Foxconn a receber incentivos fiscais para a produção de tablets no Brasil. A companhia, que fabrica produtos da Apple, como o iPad, pretende investir US$ 12 bilhões no país nos próximos anos para a produção de equipamentos.

Processo de seleção para empresa de tecnologia na
cidade de Campinas (Foto: Renato Jakitas/G1)
Como decorrência direta desse movimento, nas ruas que compõem os bairros centrais dessas cidades, as agências de recursos humanos encampam processos que chegam a recrutar até 300 operários de uma só vez, enquanto profissionais de nível técnico e superior, como engenheiros e desenvolvedores de tecnologia, são disputados por empresas do porte de Samsung, Motorola e IBM dentro das salas de aulas das universidades.
“Essas empresas gostam de jovens e não se preocupam com o fato de termos ou não experiência. Uma vez contratado, eles nos dão treinamento”, conta Germano. “Além de poder mexer com tecnologia, que é muito bacana, tem também a possibilidade de colocar no currículo a experiência dentro de uma empresa grande, uma multinacional. Por isso, me motivo tanto para trabalhar nesse mercado.”.

O paulista Ricardo Vitor Germano: aos 18 anos e disputado pelo mercado (Foto: Renato Jakitas/G1)
"Hoje em dia nossa região vive uma situação de pleno emprego. Engenheiros e técnicos saem da sala de aula já empregados", atesta Rodolpho França Hunger, gerente do CPQD, polo de tecnologia avançada em Campinas que congrega 17 empresas voltadas basicamente aos segmentos de inovação.
"Recebo comitivas toda as semanas de executivos e empresários estrangeiros querendo informações para se instalarem aqui. Geralmente, a seleção para os principais cargos começa dentro da univerdade", conta Hunger.

Logística e incentivos
Companhias multinacionais de eletroeletrônicos transferindo unidades industriais do exterior ou de outros estados para áreas próximas a Campinas e Jundiaí não chega a representar, propriamente, uma novidade para a geografia industrial brasileira. Esse movimento foi inaugurado em 1975 com a chegada da fábrica da HP em Campinas. Na época, dois fatores foram preponderantes à atração da norte-americana: a proximidade estratégica com a Unicamp, que havia sido criada em 1962, e a distância relativamente curta até Santos, principal porto de escoamento da produção nacional - cerca de 180 km em estradas de pista dupla.
O movimento, entretanto, ganhou em proporções nos últimos seis anos após a criação de uma medida provisória por parte do governo federal, pacote de benefícios batizado de "MP do Bem". A ideia era conceder incentivos fiscais de tal ordem a incentivar grandes empresas a instalarem unidades fabris no Brasil. As concessões de impostos podem chegar a 100% do investimento em novos itens ou processos.
Foi esse o caminho que, por exemplo, trouxe algumas corporações conhecidas até a região, como Dell e AOC, além de outras desconhecidas do público em geral, mas responsáveis por concentrar a produção de marcas famosas. São empresas, em sua maioria, provenientes do continente asiático, que empregam milhares de pessoas pelo mundo como Arima, Compalead, Benchmark e a própria Foxconn, a maior integrante do grupo.
Tablets
Em 2006, a Foxconn, que fabrica os produtos que levam a logomarca da Apple, abriu uma unidade em Indaiatuba voltada à fabricação de aparelhos celulares. Um ano depois, a empresa inaugurou a sua maior planta no país, em Jundiaí. O local foi desenvolvido para a fabricação de computadores, notebooks e netbooks, além das placas mãe desses equipamentos, tendo como clientes Dell, HP, Sony Vaio e EMC². Agora, a aposta ficará mesmo para os tablets.

Unidade da Foxconn em Jundiaí: expectativa é de 1,5 mil empregos novos para a produção de tablets da Apple (Foto: Renato Jakitas/G1)
A unidade, que já conta com 3 mil funcionários, deverá, por conta da nova linha de tablets, recrutar mais 1,5 mil operários até março que vem.
"A Foxconn é uma gigante e construiu sua competitividade justamente por meio dessa facilidade com que amplia, reduz e volta a ampliar suas linhas de produção. Atualmente, ela pode em muito pouco tempo desmontar metade de uma fábrica e montá-la do outro lado do planeta. Como o Brasil é um mercado importante atualmente, é de se esperar que a empresa comece rapidamente a produzir por aqui os tablets da Apple. Não apenas essa empresa, como também outras", afirma Dario Sassi Thober, diretor do Instituto Wernher von Braun, que presta serviço de pesquisa para grandes fabricantes de eletroeletrônicos.
De olho nesse movimento da Foxconn, por exemplo, Cláudia Caversan, gerente executiva da agência RH Maior, especializada em recrutamento para empresas que integram o "Vale do Silício" brasileiro, já estuda abrir uma unidade da agência em Jundiaí. Atualmente a empresa tem um escritório na cidade de Campinas. “Nossa experiência sugere que essas empresas preferem trabalhar com agências de recursos humanos fisicamente presentes na cidade em que elas estão. Por isso, nossa expectativa é estar já no próximo mês em Jundiaí”, conta a executiva.
Além da Foxconn, outras cinco empresas planejam ou já começaram a produzir tablets em grande escala a partir de suas unidades regionais: a Samsung, que atualmente faz computadores, celulares, placas de circuito integrado, além de soluções de software; a AOC Envision, que produz monitores e computadores; a Arima, especialista em placas de circuito integrado; a ZTE, que faz celulares e modens de internet móvel; e a Itautec, única representante brasileira desse grupo.
Em operação na região desde 2007, a Itautec matém na região aproximadamente 1,3 mil funcionários diretamente envolvidos na atividade de produção, que hoje inclui linhas de notebooks, desktops, netbooks. Em dezembro de 2011, a Itautec anunciou o lançamento de uma linha de tablets para fins corporativos. A unidade já começou a operar e os equipamentos começam a chegar no mercado.

Unidade da Itautec inaugurou uma linha de produção de tablets em dezembro de 2011 (Foto: Renato Jakitas/G1)
Arrecadação
Novas empresas, projetos de expansão de capacidade industrial e um ritmo alto de contratações impactam imediatamente no dia a dia dessas cidades. Do ponto de vista da arrecadação, as empresas de eletroeletrônicos já ocupam lugar de destaque na economia das cidades que compõem o raio de alcance das grandes Campinas e Jundiaí.
Especificamente em Jundiaí, os fabicantes de eletroeletrônicos já estão no quarto lugar em um ranking de impacto no Produto Interno Bruto (PIB) local elaborado pela Prefeitura. A fabricação de celulares, notebooks e afins perdem em poder de contratação de mão de obra e arrecadação de impostos apenas para as área de bebidas, alimentos e o segmento de serviços.
“Mas tudo indica que a participação dessas empresas de tecnologia deve crescer cada vez mais", diz o prefeito de Jundiaí, Miguel Haddad (PSDB). "A gente já planeja que esse mercado ocupe a liderança no PIB da nossa cidade daqui a oito, dez anos”, estima.
Já Campinas, que segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, foi a 12ª cidade que mais criou empregos no Brasil em 2011 - com saldo positivo de 18.939 empregos entre contratações e demissões -, o segmento já é considerado o segundo em importância, apenas atrás das indústria automotiva.

Eduardo Gurgel, diretor de desenvolvimento econômico
da Prefeitura de Campinas (Foto: Renato Jakitas/G1)
"Essas empresas precisam estar no Brasil. E nós, aqui em Campinas, temos mão de obra qualificada, escolas técnicas, faculdades voltadas para a formação tecnológica e know how em pesquisa. Esse, acho, é nosso diferencial", destaca o diretor de Desenvolvimento Econômico de Campinas, Eduardo Gugel do Amaral.
Pesquisa e desenvolvimento
Mas se por um lado há know how tecnológico e esperança numa participação maior do segmento no bolo da economia local, pelo outro também impera um desconforto nessas cidades pela maneira como as empresas de eletroeletrônicos operam no Brasil.
Ao contrário da imagem apregoada como uma versão verde-amarela do Vale do Silício, a famosa região na Califórnia que concentra boa parte das empresas de tecnologia instaladas nos Estados Unidos, Campinas e Jundiaí estão mais para uma versão paulista da Zona Franca de Manaus. Ou seja: nessas empresas, muito se fabrica, mas pouco se inventa.
A consequência imediata desse fato é que a maioria esmagadora da mão de obra local é destinada para a linha de produção. São operadores que raramente recebem salários acima dos R$ 2 mil e, mais raramente ainda, vislumbram um plano de carreira. Isso porque ainda não existe uma cadeia produtiva instalada no Brasil para o mercado de eletroeletrônicos. As empresas importam todos os acessórios, peças e componentes para apenas montá-los nas unidades brasileiras. Todas as demais fases do processo, anterioriores e posteriores à produção, são resolvidos na sede das empresas, fora do Brasil.
“Não tem cadeia produtiva mesmo. Por isso, até mesmo os engenheiros e tecnólogos contratados por essas empresas dificilmente vão desenvolver alguma coisa. Vão somente gerenciar o andamento da linha de produção”, afirma o presidente do Sindicado dos Metalúrgicos de Campinas e Região, Jair dos Santos.
Rodolpho França Hunger, gerente do CPQD, concorda. Poucas fabricantes de celulares, computadores e, agora, tablets, contam com departamentos de pesquisa e desenvolvimentos de novos produtos no Brasil, diz ele. No entanto, o executivo acredita que a região já reúne condições para começar a atrair essas áreas.
“É importante contar com departamentos destinados ao desenvolvimento e pesquisa, o que demanda funções e salários maiores. Mas aqui dentro do CPQD, por exemplo, dominamos a tecnologia de telecomunicações. A Unicamp está montando seu parque científico, a exemplo do que deu início ao Vale do Silício no Estados Unidos. Enfim, acho que isso [a instalação de uma cadeia produtiva para o segmento de eletroeletrônicos] é questão de tempo”, destaca Rodolpho.
O professor José Antônio Ribeiro Milani, que dá aulas de Gestão de Projetos em TI da faculdade Veris, também vê similaridades entre a região paulista e o Vale do Silício norte-americana. Para ele, contudo, Campinas e Jundiaí é parecida com os primórdios do parque tecnológico californiano. O professor, que também é gerente de projetos da Stefanini IT Solutions, prestadora de serviços de consultoria para a IBM, viveu lá no início da década passada. “É bem parecido com a região de Campinas. Tem estradas, aeroporto e escolas muito boas por perto.”

http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2012/01/27/infovaledosilicio.jpg

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/01/vale-do-silicio-paulista-cria-empregos-mas-faz-pouca-pesquisa.html

Hello_World
January 30th, 2012, 03:06 AM
^^
o G1 esqueceu de Sumaré...

Dom Drácula
January 31st, 2012, 11:30 AM
O que explica o boom imobiliário em Santos

Expectativa de investimentos da indústria de óleo e gás e obras de infraestrutura sem precedentes são os principais responsáveis por valorização dos móveis na cidade


São Paulo – Nos últimos seis anos, o preço dos imóveis disparou nas principais cidades do país. Poucos locais, entretanto, experimentaram valorização tão rápida e consistente quanto Santos, o principal município do litoral paulista. Entre 2003 e 2007, o PIB santista cresceu 115%, um percentual que faria inveja até mesmo aos chineses. Os investimentos têm sido liderados pelas empresas de transporte e logística e pela indústria de óleo e gás. Até 2020, 45 bilhões de reais devem ser investidos na cidade. Como boa parte dos ambiciosos projetos estão apenas começando a ser implementados, existe a expectativa de que os preços dos imóveis continuem pressionados no município

A indústria do petróleo vai responder pela maior parte do crescimento econômico. Para explorar os bilhões de barris de petróleo encontrados na Bacia de Santos, a Petrobras já começou a erguer sua sede na cidade. Entre 2013 e 2017, serão construídas três torres apenas para abrigar os funcionários da empresa. A chegada da estatal também tem incentivado uma série de fornecedores da indústria de óleo e gás a se instalar no município. Apenas esse setor deve elevar em 30% o número total de empregos em Santos.

O processo é muito parecido com o que foi visto em Macaé, no litoral norte do Rio de Janeiro. A cidade fluminense se transformou no principal entreposto da Petrobras para a exploração da Bacia de Campos. Também em Macaé, a riqueza do petróleo inflacionou o preço de imóveis e serviços.

Mas Santos não vive só do petróleo. A cidade há décadas abriga o maior porto do país. A capacidade dos terminais de cargas está sendo ampliada e deve crescer 150% até o final de 2013. A cidade também deve ganhar um novo terminal de passageiros que será usado para o embarque e desembarque em navios de cruzeiros marítimos. Outra obra bilionária ligada ao porto é o Mergulhão, uma via subterrânea que vai unir o bairro do Valongo à região portuária e promete acabar com as filas de caminhões que desembarcam mercadorias no local.

Até obras que há décadas são cogitadas parecem que agora devem sair do papel. Entre elas, está a ligação subterrânea entre Santos e Guarujá. O túnel de quase 1 km interligaria duas das mais importantes cidades do litoral paulista e acabaria com o desconforto e a demora em um percurso que hoje é realizado em balsa.

Outra obra de infraestrutura importantíssima para o mercado imobiliário é o veículo leve sobre trilhos (VLT). Previsto para ter o primeiro trecho entregue em 2014, o VLT teria um percurso de 15 km entre o Valongo e São Vicente. No futuro, cidades como o Guarujá e a Praia Grande também seriam integrados. As obras de mobilidade urbana viabilizariam a ocupação imobiliária de bairros mais afastados do centro da cidade sem afogar o trânsito

Santos ainda espera receber um campus da Universidade de São Paulo, 5.500 unidades habitacionais do CDHU e as obras de revitalização urbana da área portuária. São todos esses projetos que têm movimentado a economia santista e alimentado as expectativas de riqueza que dão fôlego ao boom imobiliário

Preços


Não há dados oficiais sobre os preços dos imóveis na cidade, mas alguns empreendimentos podem ser considerados emblemáticos. Um delas é o Legend, lançado pela Odebrecht Realizações Imobiliárias neste mês. No terreno que hoje é ocupado pelo clube Sírio Libanês, a empresa vai erguer um empreendimento de uso misto que inclui 310 apartamentos residenciais, 228 quartos de hotel e uma nova sede para o clube. O hotel será operado pela francesa Accor, maior administradora do Brasil, com a bandeira Novotel. Em apenas dez dias, foram vendidos 100% dos quartos de hotel e 35% dos apartamentos.

Os preços de venda não são nenhuma liquidação e podem ser considerados salgados mesmo quando comparados com São Paulo. O metro quadrado médio dos quartos de hotel alcançou 13.800 reais. Para se ter uma ideia do que isso significa, o principal lançamento hoteleiro de São Paulo no ano passado custou menos do que isso. O novo Ca’d’oro saiu em média por 12.000 reais o metro para quem comprou algum de seus 147 quartos. O empreendimento será erguido pela incorporadora Brookfield no Baixo Augusta, um bairro central da capital paulista que passa por um intenso processo de revitalização.

Os preços dos apartamentos residenciais do Legend também se comparam aos de bairros de classe média-alta em São Paulo. Os imóveis estão à venda por cerca de 7.500 reais o metro quadrado, o mesmo preço de lançamentos recentes feitos em bairros como Pompeia ou Vila Mariana. A tabela abaixo mostra como evoluíram os preços dos imóveis lançados pela Odebrecht em Santos e ilustra o boom na cidade

“O que impressiona em Santos é a velocidade de vendas, que é sempre muito rápida”, diz Marcello Arduin, diretor de incorporação da Odebrecht Realizações Imobiliárias. Foi o sucesso dos lançamentos já realizados que motivou a empresa a decidir pela abertura de uma sede em Santos apenas para tratar dos empreendimentos localizados no litoral paulista e no ABCD. Junto com o escritório que será aberto em Campinas, serão as primeiras sedes da Odebrecht Realizações Imobiliárias fora de capitais estaduais

Grandes incorporadoras que atuam em Santos, como a Cyrela, a Gafisa ou a PDG, não possuem uma sede na Baixada. A decisão da Odebrecht de seguir um caminho diferente foi motivada pela dificuldade em encontrar bons terrenos na cidade. Nos bairros centrais, a escassez de terrenos levou a um aumento dos preços dos lançamentos, que já se situam nos patamares da tabela abaixo:

Com a sede, a Odebrecht terá um time de executivos dedicados exclusivamente a encontrar bons espaços para fazer lançamentos de ao menos 300 milhões de reais por ano na cidade. A tendência é de que a população comece a migrar para áreas que estão sendo revitalizadas ou que devem receber pesados investimentos nos próximos anos. Esse é o caso de bairros como Valongo e Paquetá. Se todas as obras de mobilidade urbana que estão sendo planejadas realmente saírem do papel, outras regiões também serão beneficiadas, como Cubatão, Guarujá, São Vicente e Praia Grande.

“Os preços já subiram muito nas regiões centrais da cidade, mas ainda há um bom potencial de valorização em bairros um pouco mais afastados”, diz Arduin, da Odebrecht.

O economista Luiz Calado, autor do livro “Imóveis: seu guia para fazer da compra e da venda um grande negócio”, faz um alerta aos investidores sobre os elevados preços de imóveis na cidade. Para ele, há um boom de lançamentos em Santos e os valores exigidos para fechar uma transação hoje já embutem a expectativa de desenvolvimento e revitalização do município nos próximos anos. Novas valorizações só devem acontecer se as obras esperadas realmente saírem do papel. “Eu ouço falar do túnel que vai ligar Santos ao Guarujá desde que sou criança e o negócio nunca saiu”, afirma Calado, que é natural de Santos.

Se o desenvolvimento esperado não se materializar ou se a economia brasileira tiver um desempenho abaixo do esperado, os preços dos imóveis podem até recuar. “Basta ver o que aconteceu em Miami. Os preços dos imóveis estão 40% mais baixos do que no pico, e lá não falta infraestrutura”, afirma. Ninguém é capaz de prever o comportamento de qualquer mercado imobiliário. Portanto, é bom ser prudente quando os preços estão elevados.

http://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/imoveis/noticias/o-que-explica-o-boom-imobiliario-em-santos?page=3&slug_name=o-que-explica-o-boom-imobiliario-em-santos

Godfall
January 31st, 2012, 11:31 AM
PAC da Copa poderá incluir revitalização do porto de Santos

Por Fernanda Pires | Valor
SANTOS – Os ministros dos Portos, Leônidas Cristino; do Esporte, Aldo Rebelo; e do Turismo, Gastão Vieira, se comprometeram a tentar incluir o programa de revitalização do porto de Santos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa do Mundo.
O compromisso foi firmado na tarde desta segunda-feira em Santos e atende a pedido do prefeito da cidade, João Paulo Papa (PMDB). O projeto de recuperação do cais santista, denominado Porto Valongo, prevê a revitalização dos armazéns 1 a 8, hoje sem utilidade para movimentação de carga.
No local, a Prefeitura pretende licitar a construção de um complexo turístico, náutico e empresarial. O investimento estimado é de aproximadamente R$ 1 bilhão. (...)
O lobby contou com a presença de Pelé, que almoçou na sede da Prefeitura de Santos com as autoridades federais e fez coro para que o projeto seja tratado com prioridade pelo governo federal. "É para isso que estamos aqui", disse o ex-jogador.

(...)
(Fernanda Pires | Valor)





http://www.valor.com.br/brasil/2511058/pac-da-copa-podera-incluir-revitalizacao-do-porto-de-santos

Dom Drácula
January 31st, 2012, 11:35 AM
Boas notícias para Santos hoje :cheers:

Rajude
January 31st, 2012, 11:46 AM
SP acelera regularização de empreendimentos agropecuários com baixo potencial poluidor
CATI disponibiliza formulário para obtenção da declaração de conformidade

Com o objetivo de facilitar o processo de adequação ambiental dos produtores rurais paulistas, as secretarias de Agricultura e Abastecimento, Meio Ambiente e da Justiça e da Defesa da Cidadania assinaram, no final do ano passado, uma resolução conjunta que desburocratiza a regularização para empreendimentos agropecuários com baixo potencial poluidor e de degradação.

Esses empreendimentos serão dispensados de licença ambiental, mediante apresentação da Declaração de Conformidade da Atividade Agropecuária para a Secretaria de Agricultura.

O procedimento para obtenção da declaração começou a valer na última sexta-feira, 20, data de publicação da Resolução SAA-3, de 19-1-2012. De acordo com o documento, o agricultor deve preencher o formulário pela internet e se dirigir até a Casa da Agricultura do município onde se localiza a propriedade, munido de CPF (do declarante e do proprietário do imóvel, caso não sejam a mesma pessoa), inscrição no CNPJ Rural e contrato de arrendamento, comodato ou equivalente, no caso de o declarante não ser o proprietário do imóvel.

O formulário pode ser acessado no site da Cati . Se o produtor não tiver acesso à internet, o preenchimento poderá ser feito na Casa da Agricultura. As informações fornecidas no formulário serão automaticamente enviadas para um banco de dados e conferidas pelo técnico do local, onde a declaração será impressa e protocolada.

"Vale lembrar que, mesmo com a dispensa, o agricultor fica impedido de realizar qualquer tipo de desmatamento ou atividades que possam intervir em áreas de preservação permanente ou suprimir a vegetação nativa", explica assessor de Políticas Públicas da Cati, Alexandre Mendes.

Dentre os empreendimentos que podem solicitar a Declaração de Conformidade estão o cultivo de espécies de interesse agrícola temporárias, semiperenes e perenes; criação de animais domésticos de interesse econômico, exceto as atividades de avicultura, suinocultura e aquicultura, desde que não sejam de subsistência; apicultura em geral e ranicultura; reforma e limpeza de pastagens quando a vegetação a ser removida seja constituída apenas por estágio pioneiro de regeneração de acordo com a legislação vigente e projetos de irrigação.

Ampliações de plantio ou atividades pecuárias e novos projetos agropecuários, cuja área ultrapasse os mil hectares, deverão ser licenciados pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), órgão da Secretaria de Meio Ambiente.

Da Secretaria de Agricultura e Abastecimento

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=217507&c=6&q=SP+acelera+regulariza%E7%E3o+de+empreendimentos+agropecu%E1rios+com+baixo+potencial+poluidor

Resoluções vão desburocratizar o licenciamento ambiental
Empreendimentos com pequeno potencial poluidor e degradador serão dispensados do licenciamento

Em cerimônia realizada no Palácio dos Bandeirantes nessa terça-feira, 27, o Governo do Estado de São Paulo promoveu a assinatura de duas resoluções para a desburocratização do licenciamento ambiental, uma conjunta (SMA/SAA/SJDC Nº 01, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2011) e uma da Secretaria do Meio Ambiente (SMA Nº 74, DE 27 DE DEZEMBRO DE 2011). Além do governador Geraldo Alckmin, a resolução conjunta também foi assinada pelos secretários estaduais Bruno Covas, do Meio Ambiente, Mônika Bergamaschi, de Agricultura e Abastecimento, e Fabiano Marques de Paula, secretário em exercício da Justiça e da Defesa da Cidadania.

Ainda estiveram presentes na cerimônia o secretário de Recursos Hídricos, Edson Giriboni, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Barros Munhoz, e Braz Albertini, presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de São Paulo (Fetaesp).

A resolução assinada entre as três secretarias autorizará a dispensa do licenciamento ambiental para empreendimentos agropecuários com pequeno impacto ambiental. Dessa forma o pequeno produtor rural tem maior facilidade para conseguir financiamentos e trabalhar dentro da legalidade. Para obter a dispensa o produtor deverá entregar na Secretaria da Agricultura e Abastecimento uma Declaração de Conformidade da Atividade Agropecuária e ficará então passível de fiscalização.

Segundo o documento, caberá à Secretaria da Justiça, por meio da Fundação Instituto de Terras do Estado de São Paulo (Itesp), o recebimento da declaração para os beneficiários dos projetos da reforma agrária e para os remanescentes das comunidades quilombolas por ela assistidos.

Segundo Bruno Covas, esse tipo de “licença declaratória representa a confiança do Governo de São Paulo no produtor rural”. O processo declaratório já é aplicado em alguns casos pelo órgão licenciador, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), que nessa situação passa a ser somente fiscalizador. “As fiscalizações da Cetesb mostram que em 99,5% dos casos a declaração está de acordo com a realidade, o que demonstra a seriedade do empreendedor paulista”, complementa Covas.

As atividades que ficam dispensadas da licença ambiental são o cultivo de espécies de interesse agrícola temporárias, apicultura em geral e ranicultura, criação de animais, exceto as atividades de avicultura, suinocultura e aquicultura. O mesmo vale para atividade de reforma e limpeza de pastagens, quando a vegetação a ser removida for constituída apenas por estágio pioneiro de regeneração e ainda para projetos de irrigação.

Ainda, a implantação ou regularização de poços rasos ou profundos e de estruturas para permitir a captação ou lançamento superficial em corpos d'água, bem como a regularização de barragens e travessias destinadas a atividades agropecuárias também ficam dispensadas de licença, mas ainda precisam da outorga ou cadastro para a utilização de recurso hídrico.

Já a resolução de autoria da SMA dispensa a licença ambiental sem a necessidade da declaração. O documento lista uma série de atividades que não se enquadram como Projetos Agrícolas e não impactam o meio ambiente. Portanto, desde que não impliquem em supressão de vegetação nativa ou intervenção em áreas de Preservação Permanente (APPs), não dependerão da licença ambiental: a limpeza de várzeas, reservatórios e similares, com área de espelho d’água menor de 1 hectare; a construção de reservatórios d’água com até 50 mil m²; a manutenção e recuperação de vertedouros, aterro de açude, estradas, cercas e similares; a recuperação e reforma de pontes; a construção ou reforma de barracão para atividades agropecuárias ou de centros de atendimento ao turismo rural; a reforma de imóveis rurais sem ampliação e a aquisição de implementos, máquinas e insumos agrícolas.

O Governador Geraldo Alckmin elogiou a iniciativa. “Sem a licença o produtor não consegue financiamento. Não podemos punir quem quer trabalhar. A medida vai desburocratizar a atividade e facilitar a vida dos pequenos produtores, que normalmente são os mais prejudicados.” finalizou

http://www.ambiente.sp.gov.br/verNoticia.php?id=1327

zolin
January 31st, 2012, 06:47 PM
Boas notícias para Santos hoje :cheers:

boa mesmo...

Godfall
January 31st, 2012, 10:20 PM
Foxconn terá mais 5 fábricas no Brasil, diz secretário Publicidade


CAMILA FUSCO
DE SÃO PAULO

A taiwanesa Foxconn, que fabrica os iPads da Apple, deverá montar mais cinco fábricas no Brasil, além da já anunciada planta para a produção de telas de cristal líquido.
A informação foi dada hoje pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento do Estado de São Paulo, Julio Semeghini.
BNDES coordena negociação com Foxconn para projeto de US$ 4 bi (http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1022546-bndes-coordena-negociacao-com-foxconn-para-projeto-de-us-4-bi.shtml)
Produção do iPad na China é questionada (http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1040633-producao-do-ipad-na-china-e-questionada.shtml)
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da Foxconn afirmou que por enquanto não há confirmação sobre novas fábricas.
Segundo Semeghini, estarão envolvidas fábricas de gabinetes para notebooks e PCs, componentes eletrônicos, conectores, baterias, e de elementos de mecânica de precisão.
A negociação agora é pela localização dessas fábricas. São Paulo quer o investimento, assim como possivelmente os Estados vizinhos.
"Estamos aguardando os executivos voltarem das comemorações do Ano Novo chinês para retormarmos as negociações", disse Semeghini.
Cada uma das plantas deverá ter cerca de mil funcionários, segundo o secretário. Os investimentos não estão definidos, mas devem ser de "centenas de milhares de dólares", segundo o secretário.
As partes produzidas por aqui ajudarão também na montagem dos produtos da Apple, segundo o secretário. Por enquanto, a empresa começa a importar os kits para montagem de iPads e iPhone no Brasil.
BENEFÍCIOS
A empresa já recebeu do governo federal os benefícios fiscais (http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1039300-foxconn-recebe-isencao-para-produzir-tablets-no-brasil.shtml) para produzir tablets no Brasil.
Segundo portaria publicada no dia 25 no "Diário Oficial da União", a empresa terá direito aos benefícios previstos no decreto 5.906 de setembro de 2006.
A determinação prevê isenção ou redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS e Cofins para empresas que invistam em atividades de pesquisa e desenvolvimento de produtos de tecnologia.
Segundo a portaria, a regra valerá para tablets com telas sensíveis ao toque, sem teclado e com peso inferior a 750 gramas.
Também estão incluídos na medida os acessórios, cabos, fontes de alimentação e manuais de operação que são relativos aos tablets.
A expectativa é que a Foxconn comece a produzir os aparelhos --principalmente os iPads, da Apple-- na fábrica em Jundiaí, interior paulista.
Entre 2010 e 2011, a Foxconn investiu R$ 300 milhões para a construção de sua terceira fábrica no município, destinada aos aparelhos da Apple, em uma planta prevista para 1.400 funcionários.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1041802-foxconn-tera-mais-5-fabricas-no-brasil-diz-secretario.shtml

Dom Drácula
February 1st, 2012, 11:41 AM
Foxconn terá mais 5 fábricas no Brasil, diz secretário Publicidade


CAMILA FUSCO
DE SÃO PAULO

A taiwanesa Foxconn, que fabrica os iPads da Apple, deverá montar mais cinco fábricas no Brasil, além da já anunciada planta para a produção de telas de cristal líquido.
A informação foi dada hoje pelo secretário de Planejamento e Desenvolvimento do Estado de São Paulo, Julio Semeghini.
BNDES coordena negociação com Foxconn para projeto de US$ 4 bi (http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1022546-bndes-coordena-negociacao-com-foxconn-para-projeto-de-us-4-bi.shtml)
Produção do iPad na China é questionada (http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1040633-producao-do-ipad-na-china-e-questionada.shtml)
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da Foxconn afirmou que por enquanto não há confirmação sobre novas fábricas.
Segundo Semeghini, estarão envolvidas fábricas de gabinetes para notebooks e PCs, componentes eletrônicos, conectores, baterias, e de elementos de mecânica de precisão.
A negociação agora é pela localização dessas fábricas. São Paulo quer o investimento, assim como possivelmente os Estados vizinhos.
"Estamos aguardando os executivos voltarem das comemorações do Ano Novo chinês para retormarmos as negociações", disse Semeghini.
Cada uma das plantas deverá ter cerca de mil funcionários, segundo o secretário. Os investimentos não estão definidos, mas devem ser de "centenas de milhares de dólares", segundo o secretário.
As partes produzidas por aqui ajudarão também na montagem dos produtos da Apple, segundo o secretário. Por enquanto, a empresa começa a importar os kits para montagem de iPads e iPhone no Brasil.
BENEFÍCIOS
A empresa já recebeu do governo federal os benefícios fiscais (http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1039300-foxconn-recebe-isencao-para-produzir-tablets-no-brasil.shtml) para produzir tablets no Brasil.
Segundo portaria publicada no dia 25 no "Diário Oficial da União", a empresa terá direito aos benefícios previstos no decreto 5.906 de setembro de 2006.
A determinação prevê isenção ou redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS e Cofins para empresas que invistam em atividades de pesquisa e desenvolvimento de produtos de tecnologia.
Segundo a portaria, a regra valerá para tablets com telas sensíveis ao toque, sem teclado e com peso inferior a 750 gramas.
Também estão incluídos na medida os acessórios, cabos, fontes de alimentação e manuais de operação que são relativos aos tablets.
A expectativa é que a Foxconn comece a produzir os aparelhos --principalmente os iPads, da Apple-- na fábrica em Jundiaí, interior paulista.
Entre 2010 e 2011, a Foxconn investiu R$ 300 milhões para a construção de sua terceira fábrica no município, destinada aos aparelhos da Apple, em uma planta prevista para 1.400 funcionários.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1041802-foxconn-tera-mais-5-fabricas-no-brasil-diz-secretario.shtml

"Segundo o secretário de São Paulo, Júlio Semeghini, fábricas devem ficar entre São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José dos Campos"

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/industria/noticias/foxconn-abrira-mais-cinco-fabricas-diz-secretario

CuriosoCPS
February 1st, 2012, 11:41 AM
Gigante de tecnologia avalia se instalar no Ciatec (http://correio.rac.com.br/correio-popular/noticias--correio-popular/104496/2012/01/31/gigante-de-tecnologia-avalia-se-instalar-no-ciatec.html)

Campinas está na disputa para atrair um grande empreendimento americano na área de software

Será que agora vai?

Rajude
February 1st, 2012, 12:15 PM
"Segundo o secretário de São Paulo, Júlio Semeghini, fábricas devem ficar entre São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José dos Campos"

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/industria/noticias/foxconn-abrira-mais-cinco-fabricas-diz-secretario

Ou seja, basicamente no complexo metropolitano expandido. Claro que o ideal seria que fosse feito lá para o Oeste, mas na inexistência prática dessa possibilidade está ótimo. Só espero que se confirme , porque evidentemente os outros Estados vão fazer ótimas propostas. Caso se confirme em SP, será algo fenomenal para o Estado, não apenas em razão desses investimentos, mas pela possibilidade de criar um novo polo de alta tecnologia no Estado, já que um investimento como esse pode atrair outros empreendimentos.

marcoasantos
February 1st, 2012, 02:37 PM
Ou seja, basicamente no complexo metropolitano expandido. Claro que o ideal seria que fosse feito lá para o Oeste, mas na inexistência prática dessa possibilidade está ótimo. Só espero que se confirme , porque evidentemente os outros Estados vão fazer ótimas propostas. Caso se confirme em SP, será algo fenomenal para o Estado, não apenas em razão desses investimentos, mas pela possibilidade de criar um novo polo de alta tecnologia no Estado, já que um investimento como esse pode atrair outros empreendimentos.

Essa é minha grande preocupação Rajude. São cinco fábricas, e todas a serem instaladas no complexo metropolitano expandido. Ou seja, o meu marior questionamento é: Porque não há investimentos desse porte sendo anunciados em regiões acima de 300km da capital? O unico investimento de monta que se tem noticia é em Araçatuba, mas o mesmo é feito por uma empresa de economia mista (Petrobrás), e do grupo Cosan, em bioeletricidade.

Acredito que há a necessidade do governo estudar essa questão e ver o que pode ser feito para ampliar a competitividade dessas regiões (que já são perdem por suas distãncias do centro nervoso do estado), fazendo com que elas possam atrair nem que seja um unico investimento desse tipo, que já faria uma grande diferença para uma região inteira. Se o problema é gestão, o governo do estado passaria a assumir itens relacionados a desenvolvimento economico, como desenvolvimento de projetos de parques tecnologicos, projetos de ampliação e capacitação de mão de obra, direcionar relacionamentos entre investidores, entre outros itens.

Moss@d
February 1st, 2012, 03:14 PM
Ou seja, basicamente no complexo metropolitano expandido. Claro que o ideal seria que fosse feito lá para o Oeste, mas na inexistência prática dessa possibilidade está ótimo. Só espero que se confirme , porque evidentemente os outros Estados vão fazer ótimas propostas. Caso se confirme em SP, será algo fenomenal para o Estado, não apenas em razão desses investimentos, mas pela possibilidade de criar um novo polo de alta tecnologia no Estado, já que um investimento como esse pode atrair outros empreendimentos.

Infelizmente ainda não temos um planejamento estratégico voltado para o desenvolvimento acelerado do oeste do estado, da mesma forma que não temos um governo mais acessível ou alguma política de descentralização do eixo Baixada-Capital-Campinas.

Hiago Aparecido
February 1st, 2012, 03:26 PM
Ou seja, basicamente no complexo metropolitano expandido. Claro que o ideal seria que fosse feito lá para o Oeste, mas na inexistência prática dessa possibilidade está ótimo. Só espero que se confirme , porque evidentemente os outros Estados vão fazer ótimas propostas. Caso se confirme em SP, será algo fenomenal para o Estado, não apenas em razão desses investimentos, mas pela possibilidade de criar um novo polo de alta tecnologia no Estado, já que um investimento como esse pode atrair outros empreendimentos.

Séria ótimo para o estado e fico torcendo para que Sorocaba ganhe a sua Foxconn

Godfall
February 1st, 2012, 03:57 PM
GE Energy esquenta mercado com pré-sal

Brasil Econômico

Com o petróleo e os eventos esportivos, divisão investe US$ 150 milhões em fábricas no país para crescer até 20%

A GE Energy está otimista com o potencial de oportunidades deste ano. De acordo com Marcelo Soares, presidente da divisão para a América Latina,a expectativa é aumentar entre 10% a 20% a carteira de pedidos. “Essa variação visa dois tipo de cenário: um mais conservador e outro mais agressivo, estimulado pelos grandes eventos olímpicos e o pré-sal”, destacou.
Em 2011, a GE Energy registrou um saldo de US$ 5,4 bilhões em entrada de pedidos no bloco, um crescimento de 71%, ante o ano anterior. Para continuar crescendo, a empresa está investindo US$ 30 milhões na fábrica de Jandira em São Paulo, principal unidade da empresa na América Latina.
Os planos seguem com a injeção de também US$ 30 milhões, na fábrica de Macaé, além do aporte de US$ 90 milhões nas operações em Niterói. Na Bahia, ainda sem local definido, a divisão assinou um protocolo de intenções com o governo baiano para a instalação de uma fábrica de equipamentos para a indústria eólica no Estado. “Estamos estudando lugares como Camaçari, mas nem sempre ficar próximoaos concorrentes é uma boa estratégia”, informou o presidente.
A empresa irá instalar um centro de pesquisas global no país, que, segundo Soares, deve iniciar operações em 2013. No ano passado, os negócios da GE do Brasil teve um avanço de 53%, com o resultado de US$ 3,7 bilhões.
América Latina
O Brasil representou cerca de 40% das operações da GE Energy em 2011. Soares revela que neste ano o objetivo da divisão é expandir para países onde a presença não é tão representativa, como Colômbia e Peru. “Atualmente, nossas operações ficam mais concentradas no Brasil, México e Venezuela. Planejamos expandir para outros mercados. No nosso foco está também o Chile, que possui boas oportunidades para a mineração, além da Argentina que já está no nosso radar”, afirma o executivo.

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Godfall
February 1st, 2012, 03:59 PM
A cidade que fabrica talentos

Brasil Econômico

Com intensa atividade cultural e artística e um roteiro de mais de 110 museus, feiras e eventos, São Paulo se situa entre as metrópoles que oferecem as melhores oportunidades para quem deseja trabalhar na indústria criativa

Adoniran Barbosa é considerado o pai do samba paulista. Criativo como só ele, o artista é um símbolo da cidade, principalmente no bairro do Bixiga, onde cansou de declamar seus enredos. E em um evento para comemorar o aniversário de São Paulo, nada melhor que “Trem das Onze” para abrir a sessão, vista por cerca de quase 200 pessoas criativas em um teatro da Avenida Paulista.

São Paulo agora com 458 anos, já é uma senhora com dotes criativos. Com diversos eventos como o São Paulo Fashion Week, Bienal do Livro e um roteiro como mais de 110 museus, a cidade mostra que não fica atrás de outras grandes metrópoles e tem o potencial certo para ser considerada criativa como: estimular talentos. Para Ana Carla Fonseca, especialista no tema, uma cidade criativa precisa ter a prevalência de três elementos: inovação, conexão e cultura. “É preciso trabalhar conexões entre público e privado ou, por exemplo, o,local com o global.”

Na obra Cidades Criativas – Perspectivas, a assessora emeconomia criativa para a Organização das Nações Unidas (ONU) destaca que São Paulo é uma grande cidade na trilha da criatividade. “A capital paulistana abriga hoje 90 mil eventos anuais, 12.500 restaurantes, pessoas de todo o mundo e foi eleita por duas vezes o melhor destino de negócios da América Latina”. Mas destaca que se as inovações e a cultura são suas marcas características, a cidade tem, porém, profunda carência de conexões, motivado por seu processo histórico. “Foi somente no século XIX, com a riqueza gerada pelo ciclo do café e a chegada de grandes contingentes de imigrantes, que a cidade começou a definir suas formas econômicas e cultural”, afirma Ana.

No livro, ela destaca que São Paulo reúne muitas cidades em uma só. Cheia de competências criativas e espírito empreendedor, a autora narra que essas qualidades não são suficientes para apoiar uma estratégia de desenvolvimento equânime. “A baixa qualidade do transporte público não ajuda a reunir as regiões e penaliza por horas a fio quem é obrigado a atravessar o município ou a região metropolitana. Some-se a isso uma carência de várias outras conexões: entre as pastas públicas; entre gestões públicas; e entre as singularidades de cada bairro, fruto da miopia em reconhecer que cada área da cidade tem histórias e identidades culturais complementares, nesse complexo caleidoscópio.”

Emprego criativo
Em 2010, as atividades do núcleo do setor criativo empregavam 771 mil trabalhadores formais em todo o país. E São Paulo sai na frente dentre os treze estados apurados pelo estudo “A Cadeia da Indústria Criativa no Brasil”. A cidade destacou-se pelo maior número de empregados no núcleo da indústria criativa brasileira com 315 mil trabalhadores. E trabalhar nessa indústria é lucrativo, principalmente na capital paulista. A pesquisa elaborada pela Firjan mostra que em 2010 a renda média mensal de quem atua neste setor em São Paulo é de R$ 2.775. Já a médiado núcleo criativo nacional foi de R$ 2.296, valor 45% superior à remuneração média (R$ 1.588)dos empregados formais.

A análise por segmentos evidencia a força do mercado de trabalho paulistano no que diz respeito à indústria criativa. Em São Paulo, a maior remuneração entre as atividades desse núcleo é no setor de televisão e rádio (R$ 3.362 mensais em média). Na outra ponta aparece filme e vídeo (R$ 1.289).

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Godfall
February 1st, 2012, 04:00 PM
USP se inspira no MIT e constrói centro avançado de pesquisas

Terra

Com previsão de inauguração para março, o Centro Interdisciplinar em Tecnologias Interativas (Citi) é a nova "menina dos olhos" da Universidade de São Paulo (USP). O centro faz parte de um grupo de 43 projetos do Programa de Apoio à Pesquisa, selecionados pela universidade para receber um total de R$ 70 milhões. Com as obras em andamento, o prédio, localizado no chamado bolsão da Escola Politécnica da USP, vai se transformando em um espaço moderno que abrigará tecnologias e profissionais de diversas áreas, com um modelo inspirado nas inovações do Massachusetts Institute of Technology (MIT), dos Estados Unidos .
"A Universidade de São Paulo é eminentemente uma universidade de pesquisa, mas faltavam iniciativas para a pesquisa interdisciplinar e para a construção de redes temáticas", explica o coordenador do centro, professor Marcelo Zuffo. Para ele, o Citi foi criado em uma época em que a importância da tecnologia no cotidiano dos brasileiros cresceu muito, sendo vista também como ferramenta de ascensão social.
Ao mesmo tempo, para Zuffo, a área de tecnologias interativas vive uma crise: com a indústria cada vez mais avançada e alcançando rapidamente o mesmo patamar das pesquisas, os centros universitários têm de acompanhar esse processo. "No universo das tecnologias interativas, nós chegamos à conclusão de que a USP precisava construir um centro de alta qualidade, aos moldes, por exemplo, do MIT Media Lab", explica o professor. O Citi já está instituído desde 28 de outubro e agora busca parcerias com empresas e várias entidades públicas nas diversas esferas governamentais, desde municipais até federais.
Dentro desta ideia de democratização das informações e da tecnologia, um dos principais conceitos desenvolvidos no Citi será o de "think tank", um espaço para constante troca de ideias, reunindo profissionais de diversas áreas e talentos. Conceito bastante difundido nos países europeus, o think tank, no Brasil, está presente em poucas áreas, principalmente no setor político, explica Zuffo, que considera o conceito uma ferramenta essencial na definição de políticas públicas. "No Brasil, não só temos no setor político, mas existem, ao redor do mundo, diversos think tanks em várias áreas, e nós somos, de fato, o primeiro do País na área de tecnologia de ponta", diz.
Além de professores e alunos da USP, de áreas como engenharia, matemática, farão parte do Citi acadêmicos das faculdades de medicina e de filosofia, ciências e letras de Ribeirão Preto, realizando estudos em tecnologia musical, por exemplo. O conceito multidisciplinar, portanto, é uma das grandes bandeiras do centro. "O mais importante é ter esse pessoal todo trabalhando junto", defende o professor. Projeto aposta no conceito de 'fábrica laboratório'
Além do think tank, outra diretriz do Citi é o conceito de "fab lab" (fábrica laboratório). "O centro tem dois focos: o de ser formulador de políticas públicas a partir de tecnologias interativas e o conceito de fábrica laboratório. Ou seja, é um centro que não vai ficar apenas na teoria", explica o professor. Dessa forma, dentro do direcionamento em pesquisa interdisciplinar, básica e em inovação, serão desenvolvidos diversos projetos com tecnologias interativas, e também estão previstos para 2012 vários seminários sobre a discussão em torno do papel das tecnologias.
Além disso, o Citi também desenvolve pesquisas que tiveram início no Laboratório de Sistemas Integrados da USP, o LSI, em áreas como banda-larga, TV digital, tablets e realidade virtual. Zuffo, que também participa do laboratório, explica que o início das operações do centro não significa o fim das pesquisas no LSI: "Essas duas organizações vão crescer muito mais, pois a necessidade de projetos utilizando tecnologia de ponta está aumentando, e talvez haja uma demanda por mais atividades dentro do LSI, devido a uma pressão para que a universidade desenvolva um número cada vez maior de pesquisas e experimentos". É a ciência mais próxima do cotidiano de uma população que consome cada vez mais aparatos tecnológicos. 

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Godfall
February 1st, 2012, 04:01 PM
Embraer vai construir centro de serviços em SP

Brasil Econômico

Fabricante de jatos também assumiu o controle da OGMA, companhia portuguesa de serviços de aviação civil e militar
A Embraer vai anunciar em breve a construção de um centro de manutenção de aviões executivos em Sorocaba (SP).A empresa venceu no último dia 27 uma licitação realizada pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) para ocupar uma área de 20 mil metros quadrados no aeroporto da cidade nos próximos dois anos, pagando um aluguel de R$ 162.650,00 mensais - R$ 2 a mais do que o preço mínimo estipulado no edital da concessão, da qual foi a única concorrente.
O contrato deve ser formalizado em 9 de fevereiro. O valor não inclui os investimentos que deverão ser realizados na construção do centro de manutenção. A Embraer confirma que venceu a licitação, mas não quis dar mais detalhes sobre o empreendimento. Hoje, há pouco mais de 100 jatos executivos da Embraer em operação no Brasil. A manutenção da frota local é realizada na fábrica da empresa em São José dos Campos (SP) e em oficinas autorizadas em todo o país.
O aeroporto de Sorocaba é voltado para aviação geral (executiva, aero desportiva e táxi aéreo) e também abriga hangares de fabricantes de jatinhos como Bombardier e Dassault Falcon. No ano passado, o aeroporto recebeu 65,3 mil pousos e decolagens, transportando 77,5 mil passageiros, segundo a Daesp.
Controle da OGMA
A Embraer Defesa e Segurança, presidida por Luiz Carlos Aguiar, assumiu o controle da OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal S.A., ao adquirir a participação da European Aeronautics Defence and Space (EADS) no consórcio Airholding, dona de 65% das ações da OGMA.
O valor da transação é de € 13 milhões. O negócio depende de autorização dos órgãos reguladores do Brasil e da Europa. A Airholding foi criada em2005 pela Embraer (com 70% de participação no consórcio) e pela EADS (dono dos outros 30%) para adquirir a participação da OGMA. - os outros 35% permanecem com a estatal portuguesa Empordef.
A OGMA criada em 1918 para produzir componentes e realizar manutenção de aeronaves civis e militares. A empresa tem sede em Alverca, a 15 quilômetros de Lisboa, e tem 1,6 mil funcionários.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16108&c=6&lang=1

Godfall
February 1st, 2012, 04:02 PM
Gollog investe R$ 11 milhões em Cumbica

Valor Econômico

A Gollog, braço de transporte de cargas da Gol Linhas Aéreas, anuncia hoje um investimento de R$ 11 milhões em um novo terminal no Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica). Segundo o diretor da Gollog, Carlos Figueiredo, é o maior investimento da empresa em 11 anos de atividade.
O investimento da Gollog nos últimos dois anos chega a R$ 15 milhões, incluindo R$ 3 milhões aplicados em 2010 em um terminal no Aeroporto de Congonhas. Em 2012, a empresa planeja investir em outros sete terminais em aeroportos onde já atua, mas o orçamento ainda está sendo definido.
"O terminal novo deverá significar um crescimento de 18% no faturamento só da operação em Cumbica, no primeiro ano de atividades", afirma Figueiredo. De acordo com o executivo, a área de operação da Gollog em Cumbica, assim como sua capacidade de processamento de cargas, vai triplicar com o investimento no novo terminal.
Figueiredo lembra que a Gollog já operava em um terminal alugado da Infraero, em Cumbica, com 1,5 mil metros quadrados. O novo terminal é uma concessão de 20 anos e está numa área de 10 mil metros quadrados, dos quais 5 mil metros quadrados de área construída. Há ainda a possibilidade de a Gollog fazer uma ampliação vertical, de 3 mil metros quadrados.
No terminal antigo de Cumbica, a Gollog processava 55 toneladas de remessas por dia. Com a ampliação, serão 150 toneladas diárias. A companhia trabalha com dois tipos de carga, conta Figueiredo. O maior volume vem dos pacotes acima de 30 quilos. As encomendas expressas, entre 10 e 20 quilos, respondem por 23% do volume da Gollog.
A Gollog opera por meio dos compartimentos de carga dos aviões da Gol Linhas Aéreas. Figueiredo afirma que o modelo de negócios da Gollog não prevê uma frota própria de aviões cargueiros. A Gol tem atualmente 118 aviões e opera, em média, 960 voos por dia. A Gollog tem 110 unidades operacionais espalhadas pelo país, sendo 108 franquias. Apenas duas operações são próprias, as de Cumbica e Congonhas.
"O mercado mundial já vem sinalizando uma desaceleração, com um quarto trimestre mais fraco. No nosso caso não temos visto desaceleração", diz Figueiredo. De acordo com ele, o crescimento de 17% da Gollog em 2011 está quase três vezes acima da média do mercado doméstico de transporte de cargas, de 6,38% segundo a Infraero.
O último relatório do transporte mundial de cargas, divulgado em novembro pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) mostra uma redução de 3,8% na comparação com igual período de 2010. No acumulado de 11 meses, o envio de remessas acumula recuo de 0,5% ante o mesmo período de 2010.
A América Latina e o Oriente Médio foram as únicas regiões que mostraram expansão em novembro, de 3,3% e 4,7% na comparação anual, respectivamente.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16110&c=6&lang=1

Godfall
February 1st, 2012, 04:06 PM
Indústria criativa e o Citi da USP soam como a polonaise de chopin para os meus ouvidos....

É disso que o estado precisa....muito mais do que montadoras, que são bem-vindas claro, mas fomentar a pesquisa, a tecnologia, a inovação, em áreas de baixo impacto ambiental isso é pensar no futuro...

marcoasantos
February 1st, 2012, 05:05 PM
Infelizmente ainda não temos um planejamento estratégico voltado para o desenvolvimento acelerado do oeste do estado, da mesma forma que não temos um governo mais acessível ou alguma política de descentralização do eixo Baixada-Capital-Campinas.

Atentando que essa alta concentração de investimentos na macrometrópole pode ocasionar um efeito de ampliação do abismo economico das regiões de São Paulo, que já é grande, podendo até afetar áreas sociais que estão bem. Sou favorável a uma politica de pequenas ações que estimulem a um investimento na região, (não necessariamente um megapacote de programas), mas que possa um ou dois investimentos de grande porte irem para essa região do Estado já seria bom, concomitante com a ampliação dos investimentos na macrometrópole.

Rajude
February 1st, 2012, 05:33 PM
Essa é minha grande preocupação Rajude. São cinco fábricas, e todas a serem instaladas no complexo metropolitano expandido. Ou seja, o meu marior questionamento é: Porque não há investimentos desse porte sendo anunciados em regiões acima de 300km da capital? O unico investimento de monta que se tem noticia é em Araçatuba, mas o mesmo é feito por uma empresa de economia mista (Petrobrás), e do grupo Cosan, em bioeletricidade.

Acredito que há a necessidade do governo estudar essa questão e ver o que pode ser feito para ampliar a competitividade dessas regiões (que já são perdem por suas distãncias do centro nervoso do estado), fazendo com que elas possam atrair nem que seja um unico investimento desse tipo, que já faria uma grande diferença para uma região inteira. Se o problema é gestão, o governo do estado passaria a assumir itens relacionados a desenvolvimento economico, como desenvolvimento de projetos de parques tecnologicos, projetos de ampliação e capacitação de mão de obra, direcionar relacionamentos entre investidores, entre outros itens.

Infelizmente ainda não temos um planejamento estratégico voltado para o desenvolvimento acelerado do oeste do estado, da mesma forma que não temos um governo mais acessível ou alguma política de descentralização do eixo Baixada-Capital-Campinas.

Atentando que essa alta concentração de investimentos na macrometrópole pode ocasionar um efeito de ampliação do abismo economico das regiões de São Paulo, que já é grande, podendo até afetar áreas sociais que estão bem. Sou favorável a uma politica de pequenas ações que estimulem a um investimento na região, (não necessariamente um megapacote de programas), mas que possa um ou dois investimentos de grande porte irem para essa região do Estado já seria bom, concomitante com a ampliação dos investimentos na macrometrópole.

Eu concordo plenamente marcoasantos, mas a questão é: como se daria esse(s) programas(s)? Incentivos fiscais? Investimentos por parte do Estado? O problema é que São Paulo já não consegue atrair com tanta facilidade assim investimentos para as regiões mais bem estruturadas do Estado, quanto mais escolher exatamente em que lugar o investimento deve ocorrer, além do que a legislação impõe limites para a concessão de incentivos fiscais (o problema é que ela é imprecisa), por isso é preciso ser feito a reforma tributária que efetivamente reduza o ICMS interestadual para 2% ou 4% na origem, porque assim os Estados, na prática, poderiam legislar apenas sobre as operações dentro do próprio Estado, e eventualmente sobre a concessão de incentivos para exportações.

Porém, independente dessa reforma, que é federal e implica em outras questões positivas para SP, mas que não é preciso detalhar aqui agora embora não sejam nenhum segredo, o que o Estado poderia fazer, dentro das possibilidades legais, é ampliar os investimentos nessas regiões do Estado, que em parte já está sendo feito, com reformas e ampliações de rodovias, aeroportos, hidrovia tietê, fatecs e etecs, mas que poderiam ser ampliadas, entretanto é difícil o Estado atrair grandes empreendimentos para o Oeste, as vezes isso não se trata simplesmente de uma escolha a ser feita, ou seja, essa escolha inexiste, porque a lei do mercado manda, e as empresas vão onde elas acharem que dá mais lucro... De qualquer maneira, efetivamente falta um plano de longo prazo para desenvolver melhor as regiões mais a Oeste do Estado, ainda que existam algumas iniciativas, e em parte há possibilidades legais para o Estado fazer isso, embora algumas questões dependam da federação. A questão é detalhar a fundo, e pensar, dentro das possibilidades legais, quais medidas efetivamente o Estado poderia fazer para desenvolver melhor o Oeste do Estado, mas também o complexo metropolitano expandido, que também enfrenta grandes desafios, e harmonizar isso...

Moss@d
February 1st, 2012, 05:44 PM
Eu concordo plenamente marcoasantos, mas a questão é: como se daria esse(s) programas(s)? Incentivos fiscais? Investimentos por parte do Estado? O problema é que São Paulo já não consegue atrair com tanta facilidade assim investimentos para as regiões mais bem estruturadas do Estado, quanto mais escolher exatamente em que lugar o investimento deve ocorrer, além do que a legislação impõe limites para a concessão de incentivos fiscais (o problema é que ela é imprecisa), por isso é preciso ser feito a reforma tributária que efetivamente reduza o ICMS interestadual para 2% ou 4% na origem, porque assim os Estados, na prática, poderiam legislar apenas sobre as operações dentro do próprio Estado, e eventualmente sobre a concessão de incentivos para exportações.

Porém, independente dessa reforma, que é federal e implica em outras questões positivas para SP, mas que não é preciso detalhar aqui agora embora não sejam nenhum segredo, o que o Estado poderia fazer, dentro das possibilidades legais, é ampliar os investimentos nessas regiões do Estado, que em parte já está sendo feito, com reformas e ampliações de rodovias, aeroportos, hidrovia tietê-paraná, fatecs e etecs, mas que poderiam ser ampliadas, entretanto é difícil o Estado atrair grandes empreendimentos para o Oeste, as vezes isso não se trata simplesmente de uma escolha a ser feita, ou seja, essa escolha inexiste, porque a lei do mercado manda, e as empresas vão onde elas acharem que dá mais lucro... De qualquer maneira, efetivamente falta um plano de longo prazo para desenvolver melhor as regiões mais a Oeste do Estado, ainda que existam algumas iniciativas, e em parte há possibilidades legais para o Estado fazer isso, embora algumas questões dependam da federação. A questão é detalhar a fundo, e pensar, dentro das possibilidades legais, quais medidas efetivamente o Estado poderia fazer para desenvolver melhor o Oeste do Estado, mas também o complexo metropolitano expandido, que também enfrenta grandes desafios, e harmonizar isso.

Acho que aí é que você se engana, querido. Dá pra fazer muita coisa além da infra básica que vc citou. Eu não conheço o oeste a fundo para saber de sua indentidade e essência, mas em termos gerais, pode-se investir em atrações turísticas, como marcos, museus, aproveitar a localização estratégica próximo à fronteira interestadual, criar eventos específicos de grande porte (tipo o Festival de Inverno de Campos do Jordão), centros de excelência em pesquisa de áreas que essa região possui força (tipo o Embrapa), promover "transferências simbólicas" da sede do governo da Capital para lá.

Enfim... é o que me vem à cabeça de momento... mas não tenha dúvidas que se pode fazer muito, sem que seja infraestrutura básica ou depender do mercado para que se instale aí. Veja o caso de Dubai, que usou os recursos do petróleo para tornar-se um grande destino turístico internacional, apenas com algumas mega-construções. Puro marketing. O oeste paulista tem cacife para fazer até melhor!

marcoasantos
February 1st, 2012, 06:05 PM
Acho que aí é que você se engana, querido. Dá pra fazer muita coisa além da infra básica que vc citou. Eu não conheço o oeste a fundo para saber de sua indentidade e essência, mas em termos gerais, pode-se investir em atrações turísticas, como marcos, museus, aproveitar a localização estratégica próximo à fronteira interestadual, criar eventos específicos de grande porte (tipo o Festival de Inverno de Campos do Jordão), centros de excelência em pesquisa de áreas que essa região possui força (tipo o Embrapa), promover "transferências simbólicas" da sede do governo da Capital para lá.

Enfim... é o que me vem à cabeça de momento... mas não tenha dúvidas que se pode fazer muito, sem que seja infraestrutura básica ou depender do mercado para que se instale aí. Veja o caso de Dubai, que usou os recursos do petróleo para tornar-se um grande destino turístico internacional, apenas com algumas mega-construções. Puro marketing. O oeste paulista tem cacife para fazer até melhor!

O que eu vejo, é que não precisam de grandiosos projetos que tentem forçar no limite da legislação do estado. Acredito que projetos simples, como apresentações da região a investidores e capacitação de gestores publicos para projetos de desenvolvimento já resolveriam.

Em casos mais extremos o governo do estado aponta o projeto (como o parque tecnologico), e a prefeitura só aponta o local, deixando os estudos a cargo da secretaria de planejamento e desenvolvimento economico. Falta também ampliar novas oportunidades economicas. A idéia do Mossad sobre turismo é muito boa, falta somente uma estruturação do plano e apresentação a investidores da capital e a sociedade. O governo estadual não precisa dar muito, mas o pouco que puder ser feito já dá um bom destaque. Por exemplo, quantos investidores sabem que o maior aeroporto em volume de cargas do DAESP é em Bauru? Ou que as ligações até Marilia e Araçatuba são duplicadas, que o Oeste é servido de uma rede de Aeroportos capazes de receber uma boa quantidade de võos? Que as mesmas ficam perto de regiões agricolas e fortes mercados consumidores como o Norte do Paraná? Acho que é questão de maior evidenciação e pequenas idéias, mas que fazem grande diferença.

Rajude
February 1st, 2012, 06:28 PM
Acho que aí é que você se engana, querido. Dá pra fazer muita coisa além da infra básica que vc citou. Eu não conheço o oeste a fundo para saber de sua indentidade e essência, mas em termos gerais, pode-se investir em atrações turísticas, como marcos, museus, aproveitar a localização estratégica próximo à fronteira interestadual, criar eventos específicos de grande porte (tipo o Festival de Inverno de Campos do Jordão), centros de excelência em pesquisa de áreas que essa região possui força (tipo o Embrapa), promover "transferências simbólicas" da sede do governo da Capital para lá.

Enfim... é o que me vem à cabeça de momento... mas não tenha dúvidas que se pode fazer muito, sem que seja infraestrutura básica ou depender do mercado para que se instale aí. Veja o caso de Dubai, que usou os recursos do petróleo para tornar-se um grande destino turístico internacional, apenas com algumas mega-construções. Puro marketing. O oeste paulista tem cacife para fazer até melhor!

Eu não disse que não é possível exercer influência sobre a lei do mercado, mas ela efetivamente manda, no que diz respeito a atração de empresas. Ou seja, a companhia tem, necessariamente, interesse no lucro. O que o Estado pode fazer? Ampliar a possibilidade dessa empresa ter lucro, seja reduzindo impostos, criando fatecs, etecs, eventos, etc. Mas o objetivo do capitalismo, que é ter lucro, sempre vai definir para onde as empresas vão. O que o Estado pode fazer é influenciá-la, mas não mudar a lógica de como o sistema funciona, exceto que o sistema se altere evidentemente, mas não é o caso aqui. Fora isso, as ações que você mencionou certamente podem ajudar bastante, mas em parte elas já são feitas, e não são suficientes, especialmente numa perspectiva de longo prazo.

O que eu vejo, é que não precisam de grandiosos projetos que tentem forçar no limite da legislação do estado. Acredito que projetos simples, como apresentações da região a investidores e capacitação de gestores publicos para projetos de desenvolvimento já resolveriam.

Em casos mais extremos o governo do estado aponta o projeto (como o parque tecnologico), e a prefeitura só aponta o local, deixando os estudos a cargo da secretaria de planejamento e desenvolvimento economico. Falta também ampliar novas oportunidades economicas. A idéia do Mossad sobre turismo é muito boa, falta somente uma estruturação do plano e apresentação a investidores da capital e a sociedade. O governo estadual não precisa dar muito, mas o pouco que puder ser feito já dá um bom destaque. Por exemplo, quantos investidores sabem que o maior aeroporto em volume de cargas do DAESP é em Bauru? Ou que as ligações até Marilia e Araçatuba são duplicadas, que o Oeste é servido de uma rede de Aeroportos capazes de receber uma boa quantidade de võos? Que as mesmas ficam perto de regiões agricolas e fortes mercados consumidores como o Norte do Paraná? Acho que é questão de maior evidenciação e pequenas idéias, mas que fazem grande diferença.

Essas ações são importantes, e em parte elas já ocorrem, mas não são suficientes. A Investe SP tem realizado importantes ligações com as prefeituras, fazendo esse intercâmbio entre as companhias e os municípios, de modo que sem dúvida essas ações influenciam, mas do ponto de vista factual, o complexo metropolitano expandido é onde se concentra o maior mercado consumidor, infraestrutura, mão de obra, etc. São esses fatores que efetivamente definem para onde as empresas vão ou não, especialmente as maiores. Ou seja, pequenas ações são fundamentais, mas se o Estado realmente quiser alterar a dinâmica do desenvolvimento, com um plano de desenvolvimento de longo prazo, elas não serão suficientes, e isso não significa que sejam irrelevantes.

Rajude
February 1st, 2012, 06:56 PM
Com investimentos de R$ 800 mi, Libra tira projetos da gaveta
Expansão do terminal de contêiners do Porto de Santos (SP) deve sair do papel este ano, assim como as obras no porto do Rio de Janeiro

O Grupo Libra deve colocar na rua os projetos de expansão dos terminais de contêineres em Santos e no porto do Rio de Janeiro este ano. Nos dois terminais, a companhia deve investir cerca de R$ 800 milhões. O investimento no terminal paulista — de R$ 550 milhões — é o mais complexo, segundo o presidente da empresa, Marcelo Araújo. Ele espera para o primeiro semestre a sinalização do governo para o início das obras.

Com a verba investida, o grupo Libra espera dobrar a capacidade de movimentação de contêineres no terminal de Santos, saltando dos atuais 900 mil TEUs (medida equivalente a contêineres de 20 pés) para 1,8 milhão de TEUs. “Vamos ligar os dois terminais e aumentar o berço de atracação”, disse Araújo ao BRASIL ECONÔMICO.

A ideia da Libra é deslocar a avenida e as linhas férreas que passam pelo meio dos terminais e reposicioná-las ao lado de seus muros externos, que separama zona portuária da avenida Mario Covas Júnior, anexando as instalações. Com as obras, o cais da Libra passaria dos 1,1 quilômetro de extensão hoje para 1,4 quilômetro.

Segundo Araújo, assim que a companhia receber o sinal verde o segundo passo é conseguir financiamento para o projeto. “Vamos às fontes oficiais e também aos bancos comerciais. Temos caixa para parte dos recurso”, disse o executivo. Outro projeto que vai sair da gaveta é a expansão do terminal de contêineres do Rio. Araújo acrescentou que lá serão investidos R$ 250 milhões para também dobrar a capacidade de movimentação.

Hoje, o terminal da Libra no Rio pode movimentar 450 mil TEUs. A meta é chegar a 900 mil TEUs. “Esse é um projeto que está mais adiantado já começamos as obras”, disse o executivo. Quando os projetos ficarem prontos, a empresa terá capacidade de 2,4 milhões de TEUs, o dobro da atual.

O Libra, que no ano passado faturou cerca de R$ 1 bilhão e movimentou 1 milhão de TEUs, demorou dois anos para se recuperar da crise econômica de 2008. “Este ano esperamos um crescimento de 8%a 10% na movimentação. O mercado agora está favorável”, disse Araújo.

Interesse em Aeroportos
Outro setor que o Grupo Libra aposta é o aeroportuário. A empresa agora tem em seu escopo a Costa do Sol Operadora Aeroportuária SA, que detém a administração do aeroporto de Cabo Frio (RJ). O terminal hoje tem a segunda maior pista do estado e e uma área de cargas com 60 mil m², sendo 18mil m² cobertos, e está qualificado para atender todos os regimes aduaneiros.

“É um setor que nos interessa no longo prazo. A próxima rodada de licitação de aeroportos estamos analisando. O processo de segunda-feira não participaremos.”. No dia 6 serão concedidos os terminais de Guarulhos, Viracopos (SP) e Brasília.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16111&c=6&lang=1

Robson_Lima
February 2nd, 2012, 01:43 AM
Hotelaria

Incorporadora investe R$ 222 milhões na região
Um dos empreendimentos é um hotel de bandeira internacional, no Campolim (indicado em vermelho na foto), que será inaugurado antes da Copa de 2014 - Por: Pedro Negrão

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Notícia publicada na edição de 31/01/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 1 do caderno B - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.
Amilton Lourenço
amilton.lourenco@jcruzeiro.com.br

Não é novidade que Sorocaba passa por um ótimo momento. A cidade tem recebido vários investimentos dos setores privado e público que, além de garantir boa infraestrutura ao município, contribui para o desenvolvimento econômico da região, garantindo mais emprego e renda para a população. Sob a influência desse cenário, as incorporadoras La Rioja e Midza Empreendimentos Imobiliários acabam de fechar parceria para construir um hotel de bandeira internacional no bairro Campolim, em Sorocaba.

O empreendimento será inaugurado antes da Copa de 2014 e será erguido em área de 2.360 metros quadrados, localizada na esquina das ruas Carlos Eugênio da Siqueira Salermo e Horácio Cenci, a menos de 50 metros do Shopping Esplanada e Carrefour. A obra custará R$ 32 milhões e irá gerar 150 empregos diretos e 600 indiretos. Além do hotel, a La Rioja está investindo mais R$ 190 milhões no mercado imobiliário de Sorocaba e região, com a construção de mais de 1500 apartamentos residenciais, gerando 670 vagas diretas e mais 1.500 indiretas.

O hotel

O local do novo hotel é de fácil acesso, fica próximo ao hipermercado Extra, Shopping Esplanada, bares, restaurantes, casas noturnas, pontos de comércio, de serviços e torres comerciais localizados nas imediações. A decisão da incorporadora La Rioja em investir nesse ramo foi tomada após a contratação de estudo de viabilidade mercadológica e econômica. "Sorocaba e outras cidades vizinhas estão crescendo muito economicamente, especialmente, no setor industrial. Atenta às demandas que estão surgindo a cada ano, a La Rioja vem investindo no mercado imobiliário desde de 2005. Agora, por meio de pesquisa, identificamos a oportunidade de construir um hotel que atenda ao público empresarial", comenta Wilson Ferreira, diretor executivo da Incorporadora.

"O levantamento que encomendamos detectou que os hotéis de Sorocaba têm ocupação superior a 90%. Na região do Campolim esse índice é ainda maior. Os números motivaram a empresa a investir nesse segmento", complementa Ferreira. O nome da rede hoteleira e o projeto de construção com o número de quartos serão divulgados nos próximos dias, garante Ferreira. "O que eu posso dizer agora é que o empreendimento destina-se ao público corporativo. O hotel será de padrão 4 estrelas e terá uma ala exclusiva para o segmento empresarial com sala de convenções com 600 lugares."

Mercado imobiliário

Além do hotel, a La Rioja segue apostando na expansão industrial e desenvolvimento econômico regional. Em Sorocaba, a incorporadora está construindo diversos prédios residenciais, totalizando R$ 110 milhões de investimentos. No total, são 820 novos apartamentos. "Esperamos entregar todos os empreendimentos em 30 meses. Nos canteiros de obras, temos 440 trabalhadores", afirma Wilson Ferreira. Entre os empreendimentos, estão: Villa Sunset, Dubai Business Center, Terrace Park e o Life (todos no Campolim) e Life Norte (zona norte).

Em Tatuí, após o Life Tatuí, lançado em 2011, já são previstos 2 novos empreendimentos, que vão somar R$ 60 milhões. Dois terrenos de 6 mil m2 já foram adquiridos pela Incorporadora com essa finalidade. Em um deles será erguido um condomínio de apartamentos de 2 dormitórios, num total de 230 unidades. Para o outro terreno, estão previstos apartamentos de 3 dormitórios, com 168 unidades.

Boituva

Já em Boituva, a incorporadora está investindo mais R$ 20 milhões na construção de 200 apartamentos. "A vinda de indústrias como a Toyota e suas sistemista estimula o mercado. Muitos preferem morar numa cidade menor como Boituva, que tem boa qualidade de vida e fica muito próxima do parque da montadora. Acredito que é mais rápido chegar à Toyota partindo de Boituva do que de Sorocaba", comenta Ferreira.
"É uma região de oportunidades. Isso alavanca o mercado imobiliário", finaliza.

Além da construção civil, as atividades do Grupo La Rioja estão presentes em diversos segmentos de mercado: importação e distribuição de alimentos e bebidas finas, processamento e industrialização de pescados, agronegócios, agroindústria, importação de pneus, concessionárias de automóveis e transporte rodoviário de cargas.
http://portal.cruzeirodosul.inf.br/acessarmateria.jsf?id=361751

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Aviação

28.01.2012. Sorocaba terá unidade da Embraer

(*) Equipe VIVAcidade

Sorocaba - A Embraer vai instalar uma de suas unidades em Sorocaba, no aeroporto estadual "Bertram Luiz Leupolz".

A confirmação oficial aconteceu ontem, após a empresa ganhar a licitação pública que autoriza a sua instalação em uma área de 20 mil m2 no aeroporto de Sorocaba.

Em 09 de fevereiro, a Embraer, uma das maiores empresas aeroespaciais do mundo, assinará o contrato para a utilização da área junto ao Daesp - Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo.

(*) Equipe VIVAcidade - 28.01.2012
http://www.vivacidade.com.br/cidade_textos_interno.php?id_cidade=3981

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Shopping Center

29/01/2012 05:33
Sorocaba vai ganhar seu 10º shopping
Novo empreendimento vai ser construído onde atualmente se encontra o Hospital Jardim das Acácias Pedro Guerra
pedro.guerra@bomdiasorocaba.com.br

Sorocaba vai ganhar seu 10º shopping. O empreendimento vai funcionar na avenida General Carneiro, onde atualmente fica o Hospital Jardim das Acácias com área de 43.684 metros quadrados.

O BOM DIA teve acesso ao RIV (Relatório de Impacto de Vizinha). A empresa que entrou com o pedido foi a Enplanta Shopping Participações Ltda. A empresa é associada da Sonae Sierra Brasil, especialista em shopping centers.

Não fala
O BOM DIA entrou em contato com a assessoria de imprensa da empresa para saber qual o valor de investimento e quantos empregos diretos e indiretos vai gerar na cidade. A assessoria não confirmou e nem negou o empreendimento em Sorocaba. “A Sonae Sierra Brasil possui apenas três projetos em desenvolvimento, nas cidades de Uberlândia, Londrina e Goiânia”. A nota enviada ao BOM DIA não fala sobre projetos futuros como esse das Acácias.

Projeto
De acordo com o documento que está a disposição do público na Secretaria de Habitação, pavimento térreo da Prefeitura de Sorocaba, a entrada para pedestres será feita pela avenida general Carneiro e a de veículos pela rua Humberto de Campos, uma das laterais que desemboca na avenida Afonso Vergueiro. A previsão é de que o shopping tenha quatro restaurantes, duas escadas rolantes dois conjuntos de sanitários, além de espaço para duas lojas âncoras, outras 19 lojas médias e 89 lojas satélites.

O primeiro piso superior terá a mesma distribuição que o térreo. Já no piso inferior o espaço deve contar com três lojas âncoras, cinco lojas semi-âncoras, 17 lojas médias e 95 satélites e dois estacionamentos. Está previsto serviço de manobrista dos veículos.

O pavimento de lazer prevê praça de alimentação para 20 lojas fast foods e 17 lojas de serviço. O espaço vai contar com centro de diversões, boliche, cinemas e academia. Pela avenida Afonso Vergueiro haverá o acessos a mais um estacionamento. A capacidade total do shoppping será para 2.317 veículos.

RIV
De acordo com o secretário de Habitação e Urbanismo da Prefeitura de Sorocaba, José Carlos Comitre, o RIV é documentado obrigatório apresentado por qualquer empresa que pretende fazer um empreendimento na cidade. “Neste documento deve constar todos os impactos que serão causados, desde trânsito e ambiental”, comentou ele.

O RIV protolocado pela Enplanta Shopping também será analisado pela Secretaria de Meio Ambiente e pela Urbes – Trânsito e Transportes. A Urbes deverá analisar se as propostas apresentadas nas questões viárias solucionam o aumento da demanda de veículos e a pasta de meio ambiente se deverá ter alguma compensação ambiental devido as árvores existentes no terreno.

Pela legislação, a prefeitura pode recusar o empreendimento. Mas quando um RIV é feito, as sondagens para verificar que isso não vai ocorrer, no geral, já foi feita.

História dos shoppings de Sorocaba
1981 - O Sorocaba Shopping é o pioneiro na cidade e hoje tem 130 lojas, 9 salas de cinema e recebe 180 mil veículos e 550 mil visitantes ao mês.
1989 - O Panorâmico Shopping Center nasce e hoje tem a Decathlon como âncora associada, escolas, hotel e dois cinemas.
1991 - O Esplanada Shopping chega com 180 lojas e hoje recebe 1,1 milhão de pessoas por mês, vindas de 26 cidades.
2010 - O Shopping Villàggio traz o conceito “Fashion Mall” com 98 lojas, estacionamento subterrâneo e o Villàggio Medical Center.

Inaugurações previstas
- Abril de 2012 - Plaza Shopping Itavuvu
- Segundo semestre de 2012 - Shopping Cheda’s
- Abril de 2013 - Shopping Cidade Sorocaba
- Setembro de 2013 -Shopping Iguatemi (Votorantim)
- Final de 2013 - Pátio Cianê Shopping (Terminal Santo Antônio)

Plaza Shopping abre as portas em abril
O empreendimento na avenida Itavuvu é pioneiro no setor na zona norte da cidade

Tatiane Patron
tatiane.patron@bomdiasorocaba.com.br

O Plaza Shopping Itavuvu, situado na avenida Itavuvu, zona norte, será inaugurado em 25 de abril. A afirmação é do diretor da FOC Empreendimentos Imobiliários e sócio do estabelecimento, Cristiano Mascarenhas de Barros.

Na terça-feira, uma das instalações do shopping vai ser inaugurada. Trata-se da rede Sonda Supermercado que está chegando em Sorocaba. O antigo supermercado Economax, que foi vendido ao Sonda.

Os manuais de conduta do shopping foram entregues aos lojistas em dezembro, para que pudessem se organizar para atender as regras do estabelecimento. A zona norte conta com 200 mil habitantes, a região que mais se expande em Sorocaba.

Âncoras
Uma praça gourmet contará com vasta diversidade gastronômica. Haverá quiosque Chopp Bhrama, Café com Cachaça, chocolateria. Já na Praça de Alimentação, estarão presentes Burger King, Subway, Grilleto, Parmeggio, Café Donuts, O Mineiro, Sorveteria Urbana, Kojima Pastelaria, Sanduiche de Mortadela e Quiosque de Churros e Algodão Doce.

Segundo a diretoria do empreendimento, outras duas marcas internacionais estão em negociação com o shopping nos ramos de Pizzaria e Frango em Pedaços.

Para os demais ramos do varejo, estão confirmadas: Camisaria Colombo, Bradesco, Empório 31, Poderoso Timão, CVC Turismo, Lotéricas Caixa, Vivo, Pocoloco Tricot, Kafifa Calçados, Banco 24Horas, Mahogany Cosméticos, Asa Modas, Euforia Modas, Abracadabra Moda Infantil, RealTech Informática, entre outras lojas de moda feminina, esportiva, unissex e acessórios.

SUPERMERCADO
O Plaza Shopping Itavuvu, localizado na zona norte, recebe a nova âncora do empreendimento na área de supermercado. O Sonda Supermercados é uma das maiores redes de varejo alimentício do estado e abrirá suas portas na terça-feira.

O sócio do Plaza Shopping, Christian Pensa, afirma que a inauguração da loja é uma estratégia de expansão do grupo. O Sonda Supermercado marca o início da sua entrada em Sorocaba se instalando no espaço do futuro shopping. “A rede pretende instalar outras lojas na cidade com o objetivo de rentabilizar seu centro de distribuição na região”, explica Pensa.

Os fatores que contribuiram para a vinda da rede à Sorocaba são qualidade de atendimento, logística de entrega, sortimento de produtos, incluindo peixaria. A rede existe desde 1970 e foi criada no sul do Brasil.

Nova rede
O Sonda Supermercados comprou a loja Economax e promete dobrar o faturamento, para isso a proposta é abaixar os preços dos produtos.

31 e 25
Dia 25 de abril é a data prevista para inauguração do shopping, mas da âncora Sonda vai ser na próxima terça, dia 31 de janeiro.
http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/11515/Sorocaba+vai+ganhar+seu+10%26ordm%3B+shopping

zolin
February 2nd, 2012, 10:53 AM
Atentando que essa alta concentração de investimentos na macrometrópole pode ocasionar um efeito de ampliação do abismo economico das regiões de São Paulo, que já é grande, podendo até afetar áreas sociais que estão bem. Sou favorável a uma politica de pequenas ações que estimulem a um investimento na região, (não necessariamente um megapacote de programas), mas que possa um ou dois investimentos de grande porte irem para essa região do Estado já seria bom, concomitante com a ampliação dos investimentos na macrometrópole.

concordo plenamente...
o oeste paulista é um belo exemplo...
Dracena, por exemplo vive só do comercio...

:ohno::ohno:

zolin
February 2nd, 2012, 10:55 AM
parabéns para sorocaba que com uma boa administração faz a cidade colher bons investimentos

Godfall
February 2nd, 2012, 12:58 PM
‘O Brasil e os outros emergentes são a joia da coroa’Segundo Gustavo Marin, presidente do Citigroup no Brasil, há grandes oportunidades de negócio no mundo ‘multipolar’que surgiu com a crise iniciada em 2008

Maior banco do mundo durante décadas, o Citigroup quase sucumbiu à crise das hipotecas de alto risco nos Estados Unidos. Só resistiu porque foi resgatado pelo governo americano. Passados mais de três anos do auge da confusão, o banco se reorganizou e definiu como prioridade a atuação nos países emergentes, entre os quais o Brasil. "Naquela época, teve gente que bateu na porta para dizer que tinha interesse na operação brasileira. O banco foi claro: o Brasil não está à venda. Ao lado dos outros emergentes, forma a joia da coroa", relata o presidente do Citi no Brasil, Gustavo Marin.
Nesta entrevista, o uruguaio, que comanda a unidade brasileira desde 2005, fala sobre as apostas para os próximos anos no País, e revela que a sede para a América Latina pode ser transferida da Cidade do México para São Paulo. A seguir, os principais trechos da entrevista:

(...)

O HSBC mudou a sede da América Latina do México para São Paulo. O Citi tem algum plano semelhante?
Isso está sendo discutido.
Existe a possibilidade?
Sim. Está em estudo dentro de um plano de reestruturação das diferentes regiões do mundo.
Por que a discussão?
Em primeiro lugar, pela importância do Brasil. Poderia ser uma forma de sinalizar a importância do Brasil dentro da América Latina. Há ainda outras considerações internas para justificar (uma eventual mudança).

(...)

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios%20setor-financeiro,o-brasil-e-os-outros-emergentes-sao-a-joia-da-coroa,101511,0.htm

Nos próximos anos veremos São Paulo desbancar Miami e Cidade do México...

Hiago Aparecido
February 2nd, 2012, 01:49 PM
parabéns para sorocaba que com uma boa administração faz a cidade colher bons investimentos

É sim Zolin, a cidade cresce bastante e a administração pública na para de investir em infraestrutura e serviços, ainda temos muito que avançar mas estamos no caminho certo.

Hiago Aparecido
February 2nd, 2012, 01:50 PM
‘O Brasil e os outros emergentes são a joia da coroa’Segundo Gustavo Marin, presidente do Citigroup no Brasil, há grandes oportunidades de negócio no mundo ‘multipolar’que surgiu com a crise iniciada em 2008

Maior banco do mundo durante décadas, o Citigroup quase sucumbiu à crise das hipotecas de alto risco nos Estados Unidos. Só resistiu porque foi resgatado pelo governo americano. Passados mais de três anos do auge da confusão, o banco se reorganizou e definiu como prioridade a atuação nos países emergentes, entre os quais o Brasil. "Naquela época, teve gente que bateu na porta para dizer que tinha interesse na operação brasileira. O banco foi claro: o Brasil não está à venda. Ao lado dos outros emergentes, forma a joia da coroa", relata o presidente do Citi no Brasil, Gustavo Marin.
Nesta entrevista, o uruguaio, que comanda a unidade brasileira desde 2005, fala sobre as apostas para os próximos anos no País, e revela que a sede para a América Latina pode ser transferida da Cidade do México para São Paulo. A seguir, os principais trechos da entrevista:

(...)

O HSBC mudou a sede da América Latina do México para São Paulo. O Citi tem algum plano semelhante?
Isso está sendo discutido.
Existe a possibilidade?
Sim. Está em estudo dentro de um plano de reestruturação das diferentes regiões do mundo.
Por que a discussão?
Em primeiro lugar, pela importância do Brasil. Poderia ser uma forma de sinalizar a importância do Brasil dentro da América Latina. Há ainda outras considerações internas para justificar (uma eventual mudança).

(...)

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios%20setor-financeiro,o-brasil-e-os-outros-emergentes-sao-a-joia-da-coroa,101511,0.htm

Nos próximos anos veremos São Paulo desbancar Miami e Cidade do México...

São Paulo está se transformando numa super potência

Slice Shot
February 2nd, 2012, 09:02 PM
Pelo que eu saiba a Cidade do México pelo menos São Paulo já desbancou...

Godfall
February 2nd, 2012, 09:56 PM
Então, no quesito de subsedes de conglomerados financeiros a Cidade do México ainda é referência.

As maiores operações ainda podem ser aqui, mas muitos bancos têm a sua "sede para AL" na Cidade do México. Além do NAFTA há a presença de uma das duas unidades do Banco de Compensações Internacionais (BIS - sigla em inglês) fora da Basiléia (é este banco que estabelece os famosos "critérios de Basiléia").

Quando o Meirelles foi cogitado para ser candidato à prefeitura de SP já o imaginei como sendo um tremendo ativo para que SP pudesse fazer frente aos hubs financeiros do mundo, inclusive fazendo lobby para a transferência da unidade da Cidade do México para cá. Claro que SP tem uma das três bolsas mais movimentadas, mas ser um hub financeiro não é apenas isso é muito mais. É ter uma legislação (tributária, trabalhista, imobiliária, telecomunicação e de imigração) favorável, é ter infra-estrutura impecável (em especial na parte de suporte físico para TI) e ter um excelente ambiente de negócios.

Para isso é preciso muito esforço das três esferas públicas. O Meirelles seria um dínamo para este processo.

Mas enfim....


Aliás, saibam que o GF está com um plano de uma nova bolsa para commodities.....não sei....tenho receio de que ela se instale no RJ...não há nada confirmado, mas pode ser que tenha um dedinho eikiano por aí.

Pelo menos a plataforma de quotação de valores na área de mercado de energia que ele criou há um ano e meio tem "sede" em SP. A operação é toda virtual, mas o parceiro do Eike é de SP e a "sede real" fica num escrit'orio na faria lima....

Até hoje os cariocas não digeriram bem a perda da Soma....

Godfall
February 2nd, 2012, 10:00 PM
Unesp será referência em física teórica

Folha de São Paulo

Na semana que vem, Instituto de Física Teórica passa a ser sede sul-americana de centro internacional ligado à Unesco
Na prática, isso vai render pesquisas em parceria internacional e cursos para cientistas daqui e de fora
Em outubro do ano passado, o físico russo Ilya Bakhmatova desembarcou em São Paulo para fazer um pós-doutorado de dois anos no IFT (Instituto de Física Teórica).
Apesar de estranhar o calor -ele chegou no começo do verão- e a distância de casa, ele queria trabalhar com Nathan Berkovits, pesquisador do IFT. "Ele é muito famoso internacionalmente e criou um grupo importante".
Berkovits, contratado na década de 1990 pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), guarda-chuva institucional do IFT, é um dos cérebros que têm atraído cientistas estrangeiros ao instituto.
A fama das pesquisas em física teórica feitas por aqui é tamanha que o IFT vai se tornar, a partir da semana que vem, a sede sul-americana do ICTP (Centro Internacional de Física Teórica).
Isso significa que o IFT terá pesquisas em parceria com o centro e cursos para pesquisadores daqui e de fora.
Para 2012 estão previstos três cursos rápidos temáticos -as chamadas escolas avançadas. O dinheiro virá do ICTP e da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
No ano passado, uma das escolas avançadas oferecidas no IFT contou até com Edward Witten -físico dos EUA que é considerado o "Einstein da atualidade".
Hoje, 25% dos 60 alunos do IFT, que só tem pós-graduação, são estrangeiros. A média de alunos de fora na Unesp é de menos de 1%.
"O fato de só termos pós-graduação facilita a internacionalização e a contratação de pesquisadores de fora", diz Berkovits, que é norte-americano. Isso porque as regras de concursos para pesquisadores são mais flexíveis do que para docentes.
MÃO DUPLA
Mas não é apenas o IFT que recebe cientistas. Muitos daqui vão para o exterior.
O físico Sérgio Novaes, por exemplo, tem dois orientandos no Cern (Organização Europeia de Pesquisa Nuclear), perto de Genebra, na Suíça.
"A ideia é que os pesquisadores estejam circulando o tempo todo", afirma.
No IFT, Novaes coordena os trabalhos com o Cern, que incluem análise de dados.
"Temos acesso a todos os dados produzidos no acelerador de partículas do Cern."
Hoje, a física de partículas é uma das principais linhas de estudo do IFT. Mas o diretor do instituto, Juan Carlos Garcia, quer diversificar. "As pesquisas com o Cern vão render bastante neste ano."

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16116&c=11&lang=1

Godfall
February 2nd, 2012, 10:02 PM
Novo terminal de Cumbica abre no dia 8

Folha de São Paulo

Webjet vai operar no terminal 4 do aeroporto, que tem capacidade para receber 5,5 milhões de passageiros por ano
Inauguração atrasou após o desabamento de parte da estrutura metálica do terminal, ocorrido em dezembro
O governo federal inaugura no dia 8 de fevereiro o novo terminal de passageiros do aeroporto de internacional de Cumbica, em Guarulhos (Grande SP), o mais movimentado do país. A Webjet vai operar no terminal.
O terminal está pronto desde o dia 24, mas não havia ainda a definição de qual empresa iria utilizá-lo. Agora, a companhia aérea vai instalar seus equipamentos no local. A data e a empresa foram definidas ontem à noite.
No dia 2 de dezembro, parte da estrutura metálica do futuro terminal desabou - dois funcionários ficaram com ferimentos leves. O acidente atrasou a entrega, prevista para 20 de dezembro.
A nova ala fica na antiga área de cargas do aeroporto. O acesso entre os terminais será feito por ônibus que a Infraero colocará à disposição.
O terminal 4 tem capacidade para 5,5 milhões de passageiros anuais. O espaço tem 12,2 mil m², destinados à operação doméstica. Até a definição da Webjet, a mais cotada para operar no terminal era a Gol. A Infraero investiu cerca de R$ 86 milhões.
Além do novo terminal, Cumbica ganhará até o final do semestre um equipamento antineblina para permitir o pouso de aviões em condições climáticas adversas.
Chamado de "ILS Cat-III", o dispositivo permite pousar sem nenhuma visibilidade vertical -e com visibilidade horizontal de 225 metros. A última etapa para implantação irá ocorrer de 6 a 8 de fevereiro. Uma das duas pistas de Cumbica ficará fechada por três horas, à tarde.
Segundo a Infraero, o passo seguinte é a aprovação do equipamento pela Anac (agência reguladora), o que é estimado para junho.
A instalação do equipamento não significa que todos os aviões que operam ali poderão usá-lo para aterrissagens, já que a tripulação precisa estar treinada.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16117&c=11&lang=1

Godfall
February 2nd, 2012, 10:04 PM
Volkswagen constrói hidrelétrica de R$ 160 milhões em São Paulo

Voto

Usina fica entre Ipuã e Ituverava; esse é o segundo investimento da Volkswagen do Brasil em pequenas centrais hidrelétricas
A Volkswagen anunciou nesta quarta-feira, 1, que construirá, em parceria com a Pleuston Serviços, a Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Monjolinho, no rio Sapucaí, entre as cidades de Ipuã e Ituverava (SP). A usina terá 25,5 MW de capacidade instalada e receberá investimentos de R$ 160 milhões. A participação da Volkswagen no empreendimento, que tem previsão de inauguração para meados de 2014, é de 51%.
Esse é o segundo investimento da Volkswagen do Brasil em PCHs. A PCH Anhanguera, a primeira central hidrelétrica da empresa, está localizada no mesmo rio onde será construída Monjolinho, possui 22,68 MW de capacidade instalada, e foi inaugurada em março de 2010. Juntas, as duas usinas responderão por cerca de 40% do consumo total de energia da empresa.
Em nota, a Volkswagen afirma que o investimento nas PCHs reforça o objetivo estratégico da companhia de investir em sustentabilidade. Diz, ainda, que a empresa é a primeira indústria automobilística a investir em infraestrutura para gerar energia limpa e renovável no Brasil.


http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16118&c=11&lang=1

Alexandre SP
February 3rd, 2012, 12:20 AM
ECONOMIA
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 13:55
SP quer ter centro de monitoramento do pré-sal


O secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal, disse hoje que o Estado se ofereceu para receber um centro de monitoramento para a exploração do pré-sal. Segundo ele, o monitoramento seria voltado não apenas a eventuais vazamentos, mas também a outras atividades relacionadas ao desenvolvimento do pré-sal, envolvendo tanto a Petrobras como outros operadores e seus fornecedores.



"Achamos que esse é o procedimento mais objetivo que nós temos a fazer no curto prazo", afirmou ao ser questionado sobre o posicionamento do governo paulista em relação ao vazamento de petróleo ocorrido anteontem na Bacia de Santos, a 250 quilômetros de Ilhabela, litoral de São Paulo.



Ele também defendeu que a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) deveria ser sempre considerada em seus questionamentos sobre o que for liberado pelo Ibama. Conforme lembrou o secretário, a Cetesb havia sugerido iniciativas adicionais ao plano emergencial de contenção de acidentes apresentado pela Petrobras para a exploração do pré-sal na Bacia de Santos. "Mas isso é dentro de um espírito que não é conflitivo, é de colaboração e de prevenção. Nós tivemos três episódios nos últimos meses que deixaram um certa inquietude", acrescentou Aníbal, lembrando também do vazamento da Chevron em Campos, e do vazamento da Transpetro no Rio Grande do Sul.



O secretário participou hoje de evento de assinatura de protocolo de intenções com a empresa italiana Saipem, fornecedora de serviços à Petrobras. A empresa pretende construir uma Base Logística de Dutos Submarinos no litoral de São Paulo.



Protocolo de intenções



Aníbal disse que um protocolo de intenções com a Petrobras poderá ser assinado em breve. Em novembro do ano passado, o governo paulista se reuniu com o então presidente da estatal à época, José Sergio Gabrielli, para pedir parcerias que levem ao desenvolvimento da indústria do petróleo e gás no Estado. Entre as solicitações estava a criação, no Estado, de um Parque Tecnológico de Petróleo e Gás da estatal.



Ele disse que há duas semanas a presidência da Petrobras se manifestou sugerindo a assinatura do protocolo de intenções entre estatal e o governo paulista "o quanto antes". "Por nós, nenhum problema. Assinamos e depois terminamos de concluir todos os procedimentos relativos ao protocolo. A minha expectativa é de que isso ocorra logo. A sinalização havia sido que isso poderia ser feito assim que Gabrielli voltasse de Davos". Ele acredita que o centro de pesquisa fará parte do protocolo de intenções, mas indicou que o centro de monitoramento provavelmente será discutido à parte.





http://www.dgabc.com.br/News/5939632/sp-quer-ter-centro-de-monitoramento-do-pre-sal.aspx

Slice Shot
February 3rd, 2012, 03:23 AM
^^Até parece que a Petrobras, embora seja uma empresa federal, vai priorizar algum investimento em centros de monitoramento ou coisa do genero não esteja certo de ter a sede no Rio de Janeiro né? A cúpula administrativa jamais permitiria algo desse tipo, por razões meio que óbvias inclusive, a meu ver.

marcoasantos
February 3rd, 2012, 03:32 AM
^^Até parece que a Petrobras, embora seja uma empresa federal, vai priorizar algum investimento em centros de monitoramento ou coisa do genero não esteja certo de ter a sede no Rio de Janeiro né? A cúpula administrativa jamais permitiria algo desse tipo, por razões meio que óbvias inclusive, a meu ver.

Brincadeiras e discussões a parte, mas e se fosse a Paulipetro? Já imaginou a Paulipetro trabalhando e desenvolvendo energias no estado de SP?

Rajude
February 3rd, 2012, 03:43 AM
^^
Só pra lembrar, salvo engano meu, foi o Serra que extinguiu a Paulipetro quando foi Secretario de Planejamento do Montoro. Se ela tivesse continuado e desenvolvido tecnologia, quem sabe... Entretanto, obviamente, o Serra não era vidente pra saber que mais de duas décadas depois descobririam um oceano de Petróleo na costa do Estado. Fazer o que... Por outro lado, quem sabe tenhamos uma surpresa e a Petrobras decide instalar o centro, embora seja difícil... :)

marcoasantos
February 3rd, 2012, 03:50 AM
^^
Só pra lembrar, salvo engano meu, foi o Serra que extinguiu a Paulipetro quando foi Secretario de Planejamento do Montoro. Se ela tivesse continuado e desenvolvido tecnologia, quem sabe... Entretanto, obviamente, o Serra não era vidente pra saber que mais de duas décadas depois descobririam um oceano de Petróleo na costa do Estado. Fazer o que... Por outro lado, quem sabe tenhamos uma surpresa e a Petrobras decide instalar o centro, embora seja difícil... :)

Coloquei a Paulipetro como uma alegoria de como o Estado de SP pensava em crescimento economico e desenvolvimento regional, tanto que essa mesma empresa, quando de sua implantação buscava petróleo do outro lado do Estado (beirando o Paraná), talvez como forma de desenvolver a região, (entre outras ações polêmicas que o Maluf colocou, como a transferencia da capital do estado, pro meio de SP).

É interessante ver essas histórias, e ver como algumas deram certo (como o aeroporto de Guarulhos, que ninguem acreditava ser de necessidade, e hoje vive apertado) e outras não vingaram. São formas de ver a gestão economica de SP. Mas que seria interessante ver uma concorrente a Petrobrás atuando em SP, isso seria.

Rajude
February 3rd, 2012, 04:19 AM
^^
Porém a lei limita a participação de companhias privadas na exploração do pré-sal, então sempre haverá participação da Petrobras. Empresas privadas (nacionais) relacionadas ao petróleo, pelo que eu me lembre, só existe a OGX (do Eike) e a Braskem... Algumas propostas não vingaram porque mostraram-se inviáveis pela prática. Outras, como a transferência da capital para o Centro do Estado, não vingaram por falta de apoio político.

Rajude
February 3rd, 2012, 12:44 PM
Tranquilidade de Viracopos vai abrigar 90 milhões em 2041
Valor Econômico

Os corredores tranquilos do aeroporto de Viracopos, a calma dos comerciantes e a falta de pressa dos usuários para os procedimentos de embarque parecem compor o quadro de um gigante adormecido. Em pouco tempo, o crescimento já exponencial de passageiros nos últimos anos deve ganhar novo impulso com a ampliação das instalações que fará de Viracopos o maior aeroporto da América do Sul, após 30 anos de concessão,

Distante 99 quilômetros da capital paulista, Viracopos está situado no município de Campinas e despontou como alternativa para passageiros a partir de 2006. Nesse momento, o aeroporto de Congonhas já se mostrava insuficiente para atender à crescente demanda de voos domésticos e Guarulhos, na Grande São Paulo, enfrentava dificuldades para implementar os planos de ampliação.

O aeroporto de Viracopos, que na década de 90 era mais voltado para o transporte de cargas, é agora a principal aposta do governo federal para melhorar a estrutura aeroportuária paulista. O plano de investimento, a ser tocado em sua maior parte pelo concessionário que vencer o leilão de 6 de fevereiro, elevará a capacidade dos 7,6 milhões de passageiros, em 2011, para 90 milhões em 2041.

Antes da construção do aeroporto de Guarulhos, em 1985, Viracopos era o principal terminal de passageiros internacionais de São Paulo. Operavam lá companhias como a Air France e empresas que já saíram do mercado, como Pan American, Braniff e a brasileira Varig. O auge dessa operação foi na década de 80. Com Guarulhos pronto, os voos internacionais regulares de passageiros deixaram Viracopos e só foram retomados em 2010, com a chegada da companhia portuguesa TAP.

O ganho de receita durante a concessão será o maior entre os três aeroportos a serem licitados. É esperado um incremento de 348% nas receitas tarifárias, que passarão de R$ 347 milhões em 2012 para R$ 1,5 bilhão após os 30 anos de concessão. As receitas não tarifárias, por sua vez, aumentarão 1.378%, de R$ 44 milhões para R$ 651 milhões até 2042.

O aeroporto também exigirá o maior aporte do investidor entre os três terminais que serão licitados - R$ 9,9 bilhões em 30 anos. Hoje, estão sendo investidos R$ 877 milhões pela Infraero na construção de um novo terminal de passageiros e adequação do existente, obras que devem terminar em 2013, e um terminal provisório, entregue no ano passado.

Para a segunda pista, que deve ser feita na primeira fase de investimento da concessão, já foi obtida a licença ambiental prévia, em janeiro de 2011, e o projeto executivo está em elaboração. A obtenção das demais licenças e o investimento na segunda pista são responsabilidades do próximo operador. Entre as metas da concessão estão a construção de mais duas pistas, entre 2021 e 2031.

O salto no movimento em Viracopos se deu em 2008 com a chegada da companhia Azul. O número de embarques e desembarques de passageiros passou de 1 milhão em 2007 para 3,4 milhões em 2009. Hoje, a Azul tem a sua maior base em Viracopos, com 168 voos para cerca de 40 destinos.

"Campinas tinha um enorme potencial de tráfego, que era ignorado. Era inconcebível imaginar uma região, com uma economia do tamanho do Chile, ser atendida, na época, por 18 voos diários", diz Gianfranco Beting, diretor da Azul. Agora, seis companhias operam no aeroporto, com menos voos: Trip (13 voos), Gol (13), TAM (6), Pluna (2) e TAP (1).

As receitas futuras da expansão do aeroporto servirão para o desenvolvimento local, segundo a prefeitura de Campinas. O prefeito Pedro Serafim (PDT) afirma que a cidade vai se preparar à medida que a ampliação do aeroporto for ocorrendo. "Existem mais bônus do que ônus para o município nesse investimento", diz ele.

A ampliação de Viracopos passa pela ocupação de uma área rural de colonização alemã e suíça. As primeiras famílias chegaram na região em 1884 e hoje moram no local 2 mil pessoas. Para a construção da segunda e da terceira pistas, serão desapropriados 17,5 km2, envolvendo o bairro alemão de Friburgo e parte das propriedades da comunidade suiça Helvétia.

A área total a ser desapropriada até o fim da ampliação pode aumentar, dependendo da construção da quarta pista. "Toda obra causa impacto, e o licenciamento foi dado pensando na forma adequada de compensar as perdas", diz o secretário de Assuntos Jurídicos de Campinas, Antônio Caria Neto. Há 868 processos de desapropriação em andamento, e mais 918 para serem ajuizados, conta.

A expansão do aeroporto para o lado rural foi decidida em 2008, quando a prefeitura e o governo federal desistiram de avançar para uma região mais adensada, de ocupação irregular, próxima à rodovia Santos Dumont. A avaliação de alguns é que a prefeitura quis reduzir o ônus político de ocupar uma área com cerca de 30 mil famílias. Caria Neto diz que a duplicação da rodovia em 2008 foi um dos fatores que pesaram na decisão, já que a ampliação do aeroporto na área antes considerada causaria interferência na estrada.

Carmelo Campreher, 50 anos, é morador de Helvétia desde que nasceu e se tornou um dos representantes da resistência local ao crescimento do aeroporto, apesar de sua propriedade não estar na área de desapropriação. "Estamos falando de manter uma tradição e uma história, e não há preço que pague isso", diz ele.

A região possui uma escola onde são ministradas aulas em alemão, a réplica de uma igreja suíça e um cemitério. Todos serão poupados, mas segundo Campreher, os prejuízos para quem vai ficar próximo ao aeroporto serão grandes. "Já sofremos problemas com ruídos, poluição, e isso vai se agravar." O morador conta que os primeiros colonos receberam em sua casa soldados da Primeira Guerra, que desceram num voo forçado no local onde futuramente seria construído Viracopos. "O que era um prazer contar, virou desgosto", diz.

O aeroporto, porém, caiu no gosto dos passageiros. A rapidez do atendimento nos balcões e a oferta de transporte gratuito das empresas aéreas de São Paulo até o aeroporto fazem de Viracopos uma escolha vantajosa, segundo quem usa o terminal. Não se veem lá as filas enormes no check-in, comuns em Congonhas e Guarulhos. A carioca Carla Guimarães, 47 anos, conta que se espantou a primeira vez que comprou passagem para São Paulo e viu que iria desembarcar em Campinas. "Não tinha ideia de onde era, mas depois percebi que não é tão longe e o acesso para São Paulo é bom", diz ela, que viajava a trabalho.

A distância da capital, que poderia ser uma desvantagem, é compensada, segundo usuários, pela oferta de transporte pelas empresas aéreas, e pelas boas vias de acesso - rodovias Anhanguera, Bandeirantes e Santos Dumont.

Lilian Ramos, 43 anos, e Alberto Silva, 41 anos, moram na capital paulista e foram para Viracopos com um ônibus da Azul, saindo do metrô da Barra Funda, a dez minutos de casa. O casal viajava para Recife com a filha de cinco anos. Segundo Lilian, ir a Campinas foi uma opção melhor do que o aeroporto de Cumbica. "Chegamos em Viracopos em uma hora e pouco. Para Guarulhos, teríamos que pegar um táxi e ficaria bem mais caro", diz ela, que descartou a possibilidade de ir de transporte público por causa da bagagem e pela experiência anterior de Silva com a "confusão" de Guarulhos.

Para quem estava em Viracopos pela primeira vez, como Joseana Diniz, 26 anos, chamou atenção a organização. "O atendimento foi tranquilo e o local é bem sinalizado", diz ela, que foi de carro da capital paulista para o aeroporto e deixou o veículo em um estacionamento próximo, que cobra R$ 18 a diária. Ela estava a caminho de Vitória, no Espírito Santo.

Lojistas ouvidos pelo Valor disseram que não sabem se algo vai mudar, mas esperam que o contrato de cinco anos para permanência no aeroporto seja respeitado. Há, contudo, grande expectativa com a chegada no investidor privado. "Acho que a concessão vai aumentar o número de clientes. Somos dependentes do trabalho das empresas aéreas. Ficamos de olho, por exemplo, nos dias que chegam voos internacionais, para tentar chamar a atenção dos passageiros", conta Renata Pinheiro, gerente de loja de roupas no aeroporto.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16115&c=6&lang=1

Caso essa concessão se concretize será ótimo, mas é preciso ter em vista que brevemente será também necessário o terceiro aeroporto para suprir a demanda, e talvez se o projeto dele fosse acelerado, bem como as obras de ampliação dos existentes, seria possível desativar Congonhar, que, dentre outras coisas, permitira fazer um planejamento melhor daquela região da cidade, inclusive liberando o gabarito, bem planejado. Entretanto, certamente isso não ocorrerá, exceto que depois de feita a concessão de Viracopos o GF autorize o GESP a fazer concessão do novo aeroporto, que acho difícil. Ademais, fico pensando como deve ser essa região em 2041... Segundo as estimativas do Estado nós começaremos a passar países como Espanha e Itália em meados da década de 30 em termos de PIB, além da capital que também se tornará uma das mais ricas do mundo. Porém, junto ao aeroporto, existe o Trem Alucinado (TAV), e estou torcendo muito por ele, embora esteja pessimista, porém caso não se concretize será uma perda de tempo terrível.

Godfall
February 3rd, 2012, 03:21 PM
IPT investe em ramo recente da ciência

Valor Econômico

Quando uma empresa de tecnologia perde a corrida por um segmento de mercado, uma estratégia que pode adotar para retomar a dianteira é investir em uma área nova e com poucos competidores. O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), estatal vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, decidiu adotar essa estratégia para atrair mais parcerias e reforçar sua receita anual, de R$ 200 milhões em 2011.
No segundo semestre, a estatal pretende inaugurar oficialmente seu primeiro laboratório de bionanotecnologia - um ramo da ciência que começou a ganhar ímpeto no mundo em 2010 e tem um potencial de geração de receita global de US$ 2 trilhões a US$ 3 trilhões por ano. "Nossa estratégia consiste em entrar em uma área nova no mundo inteiro, com pouca concorrência, para acelerar o processo de inovação no país", afirma João Fernando Gomes de Oliveira, presidente do IPT.
O executivo afirma que já firmou contratos com companhias privadas, avaliados entre R$ 4 milhões e R$ 5 milhões no total, para desenvolver pesquisas. A expectativa é chegar a R$ 10 milhões em contratos até o fim do ano e atrair investimentos de R$ 45 milhões a R$ 47 milhões em cinco anos. Entre as empresas com projetos na área de bionanotecnologia com o IPT estão Oxiteno, pertencente ao Grupo Ultra, Vale, Petrobras e Raízen, joint venture formada pela Cosan e a anglo-holandesa Shell.
As pesquisas serão realizadas sempre com três fontes de recursos, divididas de forma igualitária: investimento de empresa privada, subvenção do governo e recursos da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). As empresas e estatais deverão compartilhar a gestão das patentes geradas a partir das pesquisas.
No foco do IPT estão pesquisas que preveem o uso da bionanotecnologia nas áreas de energia, química, petroquímica e farmacologia. O foco de trabalho é bastante específico: o interesse do IPT é unir os conhecimentos de nanotecnologia e de biotecnologia para desenvolver novos processos de produção industrial. E produzir em larga escala dispositivos e equipamentos para as indústrias interessadas em adotar esses novos processos. "Como são procedimentos novos, as indústrias não encontram equipamentos no mercado", afirma Oliveira.
Para montar o laboratório, o IPT investiu R$ 46 milhões em dois anos - R$ 21 milhões foram usados na construção de um prédio novo no IPT, com 8 mil metros quadrados de área. A obra ficou a cargo da Esquadro Construtora, vencedora da licitação. Os outros R$ 25 milhões vêm sendo usados na aquisição de equipamentos.
O IPT também recebeu autorização do governo do Estado para contratar por concurso público 250 profissionais, sendo 100 pesquisadores com experiência na área de bionanotecnologia. Do total de pesquisadores aprovados, 60 já foram contratados. A expectativa é de que o restante seja incorporado no segundo semestre, quando a nova unidade estiver pronta para operar.
O laboratório representa um ponto de virada na história recente do IPT. O Instituto foi fundado em 1899, com o foco no desenvolvimento de pesquisas voltadas ao aprimoramento industrial. Na década passada, a estatal passou por momentos difíceis, recebendo investimentos mínimos do governo do Estado (R$ 2 milhões a R$ 5 milhões ao ano) e sem contratações.
No fim da década, o IPT desenvolveu um plano de metas para revitalizar a área de pesquisas e atrair mais parcerias com empresas privadas e reforçar seu caixa. O plano foi submetido aos governos estadual e federal e, em 2009, a estatal recebeu um investimento de R$ 100 milhões, sendo R$ 57 milhões do governo do Estado de São Paulo e R$ 43 milhões do BNDES.
Os recursos foram usados na construção de três laboratórios, incluindo o de bionanotecnologia, e em reformas em 19 unidades. O orçamento anual do IPT é de R$ 200 milhões, sendo R$ 100 milhões obtidos com a prestação de serviços a empresas. Verbas de governo representam a outra metade. Por ano, o Instituto atende a uma média de 3,5 mil companhias de todos os segmentos industriais.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16121&c=11&lang=1

Que orgulho do IPT!

Godfall
February 3rd, 2012, 03:22 PM
Wal Paulista, manifeste-se em defesa da comunidade germânica da RMC!! eheh

Godfall
February 3rd, 2012, 04:09 PM
SP inicia atividades da Incubadora Social e Tecnológica da USP Leste

Espaço é destinado para que novas empresas se desenvolvam até poderem competir sozinhas no mercado
(Atualizado às 11h45)

O governador Geraldo Alckmin deu início nesta sexta-feira, 3, às atividades da Incubadora Social e Tecnológica da USP Leste, que dará suporte a projetos de inovação tecnológica e que possam, prioritariamente, beneficiar a população da zona Leste de São Paulo.

O espaço é destinado para que novas empresas se desenvolvam até poderem sobreviver sozinhas no mercado. Além de ampliar a chance de sucesso e a competitividade de novas iniciativas, a implantação da Incubadora Social e Tecnológica possibilitará a criação de novas tecnologias e inovações para a sociedade, o desenvolvimento da ciência, o aumento da geração de empregos qualificados na região da zona Leste de São Paulo e Cone Leste Paulista, contribuindo também com o crescimento da economia.

A incubadora terá capacidade de gerir empresas nas áreas de computação, alta tecnologia, têxtil, saúde, entretenimento, além de serviços públicos. Nesta primeira fase, seis projetos contarão com apoio técnico, administrativo, recursos de infraestrutura e treinamentos sobre como administrar um empreendimento. Mais oito projetos estão programados para receber suporte da Incubadora no segundo semestre de 2012.

Investimentos

Em suas etapas iniciais, o projeto conta com o apoio de R$ 515.833,58 da USP Leste e R$ 663.552,00 da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia. A partir da estruturação e início de operação, haverá a busca de financiamento em órgãos de fomento e desenvolvimento, em entidades de suporte a novos empreendimentos e em empresas da iniciativa privada envolvidas com projetos sociais e de inovação tecnológica.

Público envolvido

A incubadora é aberta, por meio de edital, a todos os empreendedores da sociedade em geral que se habilitem a desenvolver projetos nas áreas estabelecidas e que podem também ser oriundos da Universidade de São Paulo, como alunos, professores e funcionários.

Para a gestão dos empreendimentos estarão envolvidos de forma regular professores e alunos da USP. A comunidade da zona Leste de São Paulo e o Cone Leste Paulista serão fonte de pesquisa de necessidades, geração de ideias e apoio nas soluções encontradas.

Infraestrutura

O prédio recém-construído no campus USP Leste disponibiliza 12 salas para as futuras empresas instaladas, oferecendo os recursos de estrutura física e de comunicação necessários para o desenvolvimento das atividades e também estrutura de secretaria e apoio.

Da USP Leste

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=217604&q=USP+Leste+inicia+projetos+de+inovação+tecnológica

Rajude
February 3rd, 2012, 07:48 PM
Porto terá 1ª base do pré-sal em julho
A Tribuna

A primeira base paulista de apoio logístico à exploração da camada pré-sal da Bacia de Santos iniciará as atividades em julho próximo. O anúncio foi feito pela companhia italiana Saipem, responsável pelo empreendimento, ontem, durante solenidade de assinatura de um protocolo de intenções com a Secretaria de Energia do Estado de São Paulo, na sede da pasta, na Capital.

A unidade será erguida no antigo terreno da mineradora Nobara, no Centro Industrial e Naval de Guarujá (Cing), próximo à entrada do Porto de Santos, em frente à Ponta da Praia. E em uma primeira fase, irá armazenar e embarcar dutos submarinos para abastecer plataformas e sondas na costa.

O protocolo prevê a cooperação da pasta para a implantação da base em Guarujá. É o primeiro resultado concreto do esforço empreendido pelo Governo de São Paulo para vencer a concorrência de outros estados e atrair empreendimentos da cadeia de petróleo e gás.

Nesta primeira etapa, a Saipem investirá R$ 17 milhões para ocupar 92 mil metros quadrados da área. Também serão contratados 50 profissionais.

A instalação da unidade custará, no total, cerca de US$ 300 milhões (valor que inclui o preço pago na compra do terreno de 354 mil metros quadrados), liberados à medida que cada fase der resultados financeiros. Quando totalmente implantada, a base irá gerar 1.000 empregos.

O projeto tornou-se público em 10 de outubro passado, com a publicação de um comunicado ao mercado (fato relevante) pela Saipem.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16125&c=6&lang=1

Secretaria de Energia assina protocolo para cooperação com a 1º grande empresa a se instalar na Baixada Santista para exploração do Pré-Sal
No evento, o secretário José Aníbal defendeu que os investimentos sejam revertidos em melhoria da qualidade de vida da população

O secretário de Energia de São Paulo, José Aníbal, e o CEO da Saipem no Brasil, Giorgio Martelli, assinaram nesta quinta-feira, 2/2, Protocolo de Intenções para cooperação no desenvolvimento do projeto de construção de uma Base Logística de Dutos Submarinos no Litoral de São Paulo. A empresa é a primeira grande fornecedora da Petrobras para o Pré-Sal a se instalar na Baixada Santista.

O Subsecretário de Petróleo e Gás Natural, Henrique Gross, explicou o papel do CEPG (Conselho Estadual de Petróleo e Gás Natural), coordenado pela Secretaria de Energia, no desenvolvimento do Litoral de São Paulo. “Esse ato representa a primeira base de apoio logístico offshore. Nós temos feito esforços para desenvolver o litoral. O CEPG tem como principal tarefa integrar todas as secretarias do estado. Temos realizado reuniões e grupos de trabalho para desenvolver o Litoral com o melhor aproveitamento dos recursos do estado.”

Segundo o secretário de Energia, José Aníbal, todos os investimentos do Governo no Litoral de São Paulo buscam uma transformação na qualidade de vida da população e melhorias para as cidades. “Temos que ter o foco principal na gente da região e de São Paulo. Para isso o Estado está implantando uma unidade da Politécnica em Santos e outros cursos técnicos pelo Centro Paula Souza”, disse. A Secretaria de Energia também negocia com a Petrobras o desenvolvimento de dois Centros de Pesquisas e Laboratórios em São Paulo, um na Baixada e outro na cidade de São Paulo.

“Nós queremos que daqui a 10 anos todo o litoral de São Paulo tenha uma condição de vida melhor, com maior renda e maior qualificação profissional. O ideal é que não se tenham favelas. Para isso, o Governo de São Paulo tem sido parceiro, não só da Petrobras, que é a grande investidora e estimuladora deste processo de desenvolvimento da exploração do petróleo e gás no Pré-Sal da Bacia de Santos, como também dos outros fornecedores e empreendedores que estarão envolvidos nesse processo”, afirmou o secretário.

Em sua fala, Giorgio Martelli citou algumas parcerias já em andamento com o Governo do Estado. “Estamos desenvolvendo com a Dersa uma maneira de aproveitarmos as balsas do canal de Santos para o transporte de insumos. Também estudamos a possibilidade de utilizarmos uma segunda rota que será suficiente para a demanda”, disse.

O programa de investimentos da Saipem do Brasil se dará em duas etapas. Primeiro será construída uma Base Logística de Dutos Submarinos e depois implantado um Centro de Tecnologia e Construção Offshore. Ao todo devem ser investidos R$ 117 milhões e criados cerca de 1.000 postos de trabalho.

Participaram da cerimônia de assinatura representantes do Investe São Paulo; da Dersa; das prefeituras do Guarujá, Praia Grande e Peruíbe; da Petrobras; da FIESP e da Agência Metropolitana da Baixada Santista (AGEM), entre outros.

http://www.energia.sp.gov.br/lenoticia.php?id=204

Edu Brasilis
February 5th, 2012, 01:08 AM
Imóveis: cidades próximas de SP se tornam alternativas para morar e investir

SÃO PAULO – A falta de terrenos na cidade de São Paulo tem feito com que os poucos lotes que ainda estão disponíveis sejam disputados pelas construtoras e incorporadoras, que, ao pagarem mais caro, também cobram valores mais altos pelos imóveis que constroem.

“Existe uma grande escassez de terrenos, principalmente nas regiões mais valorizadas da cidade, como Ibirapuera, Itaim Bibi e Vila Nova Conceição. Isso acaba refletindo no valor do metro quadrado do apartamento”, afirma o diretor de Incorporações da Sispar Empreendimentos Imobiliários, Paulo Roberto Funari.

Artigo completo: http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2327440-imoveis+cidades+proximas+tornam+alternativas+para+morar+investir

----------------------

Segundo a opinião emitida na notícia, as cidades da Grande SP com maior potencial de crescimento estão no eixo Castelo Branco - Raposo Tavares.

Espero que, caso isso se concretize devido a esses fatores, o resultado seja um desenvolvimento planejado e associado à qualidade de vida.

Dom Drácula
February 5th, 2012, 01:19 AM
O dinheiro está em São Paulo (http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/77681_O+DINHEIRO+ESTA+EM+SAO+PAULO)

Slice Shot
February 5th, 2012, 01:35 AM
Imóveis: cidades próximas de SP se tornam alternativas para morar e investir

SÃO PAULO – A falta de terrenos na cidade de São Paulo tem feito com que os poucos lotes que ainda estão disponíveis sejam disputados pelas construtoras e incorporadoras, que, ao pagarem mais caro, também cobram valores mais altos pelos imóveis que constroem.

“Existe uma grande escassez de terrenos, principalmente nas regiões mais valorizadas da cidade, como Ibirapuera, Itaim Bibi e Vila Nova Conceição. Isso acaba refletindo no valor do metro quadrado do apartamento”, afirma o diretor de Incorporações da Sispar Empreendimentos Imobiliários, Paulo Roberto Funari.

Artigo completo: http://www.infomoney.com.br/imoveis/noticia/2327440-imoveis+cidades+proximas+tornam+alternativas+para+morar+investir

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Segundo a opinião emitida na notícia, as cidades da Grande SP com maior potencial de crescimento estão no eixo Castelo Branco - Raposo Tavares.

Espero que, caso isso se concretize devido a esses fatores, o resultado seja um desenvolvimento planejado e associado à qualidade de vida.

Eu acredito na existência de uma bolha imobiliária na cidade. Os preço dos imóveis em São Paulo estão absurdos até mesmo nos imóveis mais simples e distantes dos bairros nobres!

Moss@d
February 5th, 2012, 07:46 AM
Eu acredito na existência de uma bolha imobiliária na cidade. Os preço dos imóveis em São Paulo estão absurdos até mesmo nos imóveis mais simples e distantes dos bairros nobres!

Já me cantaram essa bola... é bom ficar de olho, a tendência é que ela estoure em pouco tempo...

kikoeduardo
February 5th, 2012, 02:33 PM
Eu acredito na existência de uma bolha imobiliária na cidade. Os preço dos imóveis em São Paulo estão absurdos até mesmo nos imóveis mais simples e distantes dos bairros nobres!

Está absurdo mesmo... esses dias eu fiquei assutado quando vi um apto de frente ao cemitério vila nova cachoeirinha que é um lugar horrível, o apto de 44m² em construção já estava 186mil...

Edu Brasilis
February 5th, 2012, 06:18 PM
Eu acredito na existência de uma bolha imobiliária na cidade. Os preço dos imóveis em São Paulo estão absurdos até mesmo nos imóveis mais simples e distantes dos bairros nobres!

Já me cantaram essa bola... é bom ficar de olho, a tendência é que ela estoure em pouco tempo...

Está absurdo mesmo... esses dias eu fiquei assutado quando vi um apto de frente ao cemitério vila nova cachoeirinha que é um lugar horrível, o apto de 44m² em construção já estava 186mil...

À medida que existe um maior poder de consumo para as classes sociais é natural que haja, acredito, um aumento na procura por imóveis e isso causa um incremento nos preços dos imóveis. Da mesma forma, à medida que mais construções são feitas menos espaços acabam restando para esses empreendimentos e também assim acaba acarretando num aumento na faixa de valores cobrados em negócios de imóveis.

A questão é como perceber onde existe uma sobrevalorização nisso tudo? Se existe, isso compõe uma bolha e toda bolha estoura um dia.

Com tantas informações apontando nesse sentido, por que as pessoas competentes não vem a público para alertar e assim permitir ações preventivas para que ela se desinfle sem causar problemas? Quais seriam as consequências se houvesse esse estouro? O que poderia ser feito para minimizar esses fatos se isso ocorresse?

Acho que temos todas as condições para evitar que isso ocorra, falta só avisar as pessoas competentes que não queremos que isso aconteça e pedimos uma solução preventiva o quanto antes. Acho que esse é um tipo de pensamento proativo que muitos no país ainda não conseguem compreender.

Ou preferem que outros ajam por eles, assim eles ficam só observando...

zolin
February 5th, 2012, 09:57 PM
O dinheiro está em São Paulo (http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/77681_O+DINHEIRO+ESTA+EM+SAO+PAULO)

Não acredito não....
A BMW, já bateu martelo em SC...
E a Foxcom, vai para onde o governo federal mandar...
E ai SP, está fora...

:ohno:

Dom Drácula
February 6th, 2012, 01:44 AM
SP tem 63% do fluxo de passageiros de voos internacionais, diz estudo

1,4 milhões passaram pelos aeroportos de SP em 2011, diz Investe SP.
Levantamento mostra alta de 43% nos aeroportos regionais do estado.

O estado de São Paulo respondeu por 63,1% do fluxo de voos internacionais realizados no país em 2011, mostra levantamento da Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade (Investe São Paulo), a partir de dados da Infraero. Ao todo, cerca de 57,5 milhões circularam pelos aeroportos paulistas no ano passado, sendo 11,4 milhões passageiros de voos internacionais, o que representa uma alta de 10% em relação a 2010.

Nesta segunda-feira, acontece o leilão dos aeroportos de Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Brasília. A abertura dos envelopes com as propostas das empresas interessadas em administrá-los está marcada para as 10h, na Bolsa de Valores de São Paulo.

No ranking elaborado pela agência do governo de São Paulo, o Rio de Janeiro aparece em segundo lugar, com um total de 3,7 milhões de passageiros, ou 20,5% do fluxo
Internacional do ano passado. Rio Grande do Sul ocupa a terceira colocação, contabilizando 568 mil pessoas (3,1%), seguido por Minas Gerais (420 mil ou 2,3%) e Brasília (384 mil ou 2,1%).

Ao todo, foram registrados 18,1 milhões de embarques e desembarques internacionais no país em 2011, um crescimento de 13,7% na comparação com o ano anterior. Em 2010, o estado de São Paulo respondeu por 65,27% do fluxo de passageiros de voos internacionais, seguido por Rio de Janeiro (19,5%), Rio Grande do Sul (2,8%), Bahia (2,1%) e Minas Gerais (1,9%).

Segundo o levantamento, o Aeroporto Internacional de Guarulhos respondeu sozinho por 62,48% dos embarques e desembarques de voos internacionais em todo o país, recebendo um total de 11,34 milhões de passageiros. O aeroporto Internacional de Campinas recebeu 112 mil passageiros ou 0,62% do total, com uma alta de 164% em relação a 2010.

SP responde por 73% da carga aérea
O estudo mostra que também aumentou o total de carga aérea internacional transportada em 2011 nos aeroportos paulistas. Segundo a Investe SP, foram transportadas 562 mil toneladas no ano passado, alta de 16% ante 2010.

Os aeroportos do estado responderam por 73,4% de todo o fluxo de carga internacional. Em segundo lugar, aparece o Rio de Janeiro, com 85 mil toneladas (11,13%), seguido do Amazonas (58 mil t ou 7,57%) e Paraná (25 mil t ou 3,29%

Segundo a Investe SP, o estado de São Paulo respondeu por 26,91% dos embarques e desembarques domésticos nos aeroportos administrados pela Infraero em 2011. O fluxo de passageiros em Guarulhos, Congonhas, Campo de Marte, Campinas e São José dos Campos, aumentou 14,8% em relação a 2010, totalizando mais de 43,4 milhões de pessoas.

O Rio de Janeiro ficou na segunda posição, recebendo 20,3 milhões de passageiros de vôos domésticos no ano passado ou 12,6% dos embarques e desembarques nos aeroportos administrados pela Infraero. Na sequência, aparecem o Distrito Federal (15 milhões ou 9,3%) e Minas Gerais (11 milhões ou 6,8%).

Aeroportos regionais
O levantamento mostra que nos 30 aeroportos regionais administrados pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp), o crescimento foi de 43,4%, com um total de 2,57 milhões de passageiros ante 1,79 milhão em 2010.

Considerando o total de pessoas que circularam nos aeroportos que não estão sob a administração da Infraero, os embarques e desembarques domésticos em São Paulo somaram 45,99 milhões.

Transferência para a iniciativa privada
Para o presidente da Investe São Paulo, Luciano Almeida, o crescimento da demanda nos aeroportos regionais abre oportunidades para investimentos da iniciativa privada no setor.

"O governo de São Paulo estuda a transferência da administração dos aeroportos estaduais para a iniciativa privada há muitos anos. Quem sabe por meio de uma MIP (Manifestação de Interesse da Iniciativa Privada), não aparece um projeto inovador que tenha viabilidade econômica e que seja uma excelente oportunidade de ampliação da infraestrutura dos aeroportos regionais de São Paulo", diz Almeida.

Criada em outubro de 2011, a MIP permite que empresas apresentem ao estado projetos de parceiras público-privadas e é uma tentativa de atrair novos investidores e de agilizar os trâmites para projetos de infraestrutura.

Pelo modelo, após uma proposta ser aceita pelo estado, é feita uma primeira licitação para definir o melhor projeto. Se, ao final do processo licitatório, outro investidor for contratado, todas as despesas efetuadas para a realização dos estudos são ressarcidas pelo vencedor do processo.

http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/02/sp-tem-63-do-fluxo-de-passageiros-de-voos-internacionais-diz-estudo.html

Dom Drácula
February 6th, 2012, 11:50 AM
São Paulo busca R$ 6 bi perdidos na guerra fiscal

São Paulo - Os prejuízos causados pela guerra fiscal começam a ser recuperados pelo Estado de São Paulo. Nos dois primeiros meses deste ano, por meio de autos de infração, a Secretaria da Fazenda paulista conseguiu lavrar R$ 6,2 bilhões, que deixariam de ser arrecadados por conta da redução de impostos em outros estados, considerados inconstitucionais, no âmbito da substituição tributária.

De acordo com o coordenador de Administração Tributária da secretaria, José Clovis Cabrera, o programa Tolerância Zero lavrou, em janeiro, R$ 2,8 bilhões em autos de infração gerados por benefícios concedidos à empresa. Este número subirá para R$ 3,4 bilhões neste mês de fevereiro. Cabrera explica que substituição tributária é quando, dentro de uma cadeia produtiva, um contribuinte faz uma retenção antecipada de impostos por todos participantes da produção até vender o produto, e recebe um crédito do estado por essa operação, para não ter que arcar com os custos de todo o processo. "Mas se um fabricante de refrigerante estabelecido em um estado que concede benefícios vende para São Paulo com impostos dos demais da cadeia já retidos, ele deixa de recolher uma parcela para o Estado de São Paulo." Segundo ele, essa questão da substituição tributária é uma faceta da guerra fiscal, diferentemente da glosa de créditos do ICMS.

http://www.dci.com.br/-Sao-Paulo-busca---R$-6--bi-perdidos-na---guerra-fiscal--7-409364.html

Godfall
February 6th, 2012, 12:13 PM
E depois dizem que o GESP não está fazendo nada em relação à guerra fiscal...

Dom Drácula
February 6th, 2012, 01:40 PM
Presença da Infraero desafia privatização de aeroportos

Os três mais atraentes aeroportos brasileiros passam hoje para as mãos da iniciativa privada: Guarulhos, Campinas e Brasília.

A expectativa é de um leilão acirrado para ver quem fica com as joias da coroa aérea nacional. Se isso ocorrer, será pela atratividade financeira, já que para advogados, especialistas e empresários consultados pela Folha o negócio é de grande risco.

Isso decorre, em parte, da velocidade com que o processo de concessão ocorreu (menos de um ano entre a decisão de privatizar e o leilão) e de uma decisão política do governo relativa ao processo: obrigar os vencedores a serem sócios da estatal Infraero, até então detentora do monopólio na área.

http://f.i.uol.com.br/folha/mercado/images/12036468.gif

O engenheiro Josef Barat, ex-conselheiro da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), prevê problemas.

"Como o governo obrigou os licitantes a terem um grande operador aeroportuário no consórcio, é certo que haverá choques entre as culturas desse operador e da Infraero, empresa que não tem um bom histórico", disse Barat.

No mercado, a esperança é que o governo saia aos poucos do negócio, diluindo a participação da Infraero nas concessionárias. Mas há o temor de que ocorram pressões políticas e interferência na gestão das novas empresas.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1044355-presenca-da-infraero-desafia-privatizacao-de-aeroportos.shtml

Godfall
February 6th, 2012, 05:19 PM
Privatização de aeroportos rende R$ 24,5 bilhões ao governo

Guarulhos foi arrematado por R$ 16,2 bilhões pela Invepar, Brasília por R$ 4,51 bilhões pelo InfrAmérica e Viracopos por R$ 3,82 bilhões pelo Aeroportos Brasil


O governo federal arrecadou R$ 24,535 bilhões no leilão de privatização dos aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF) nesta segunda-feira, o que representou ágio de 347,9% sobre os valores mínimos estipulados. O maior lance foi dado pelo consórcio Invepar ACSA, que levou o aeroporto de Guarulhos por R$ 16,213 bilhões, ágio de 373%.

O aeroporto de Viracopos será administrado pelos próximos 30 anos pelo Consórcio Aeroportos Brasil, parceria entre os grupos Triunfo Participações, UTC Participações e a operadora de aeroportos Egis.
O grupo aceitou pagar R$ 3,821 bilhões pelo aeroporto da cidade de Campinas, distante 100 km de São Paulo, ágio de 159%.

O consórcio InfraAmérica, composto pelas empresas Infrazix Participações e Corporación América, ficou com o Aeroporto de Brasília. O grupo vai desembolsar R$ 4,51 bilhões para administrar o aeroporto pelos próximos 30 anos. O terminal da capital federal registrou o maior ágio do leilão: 673%.
Ficaram de fora da disputa grandes empresas como Odebrecht, Queiroz Galvão e Ecorodovias. Ao todo 11 consórcios participaram da disputa.

A sistemática do leilão foi complexa. Os consórcios poderiam apresentar propostas para os três leilões, que acontecem simultaneamente, mas só poderiam vencer um. De início, valeram as propostas entregues na última quinta-feira, dia 2, que atingiram ao menos 90% do valor da maior proposta. Em seguida, foi aberta uma rodada de ofertas viva voz. Nessa fase, só o aeroporto de Brasília recebeu novas propostas.


A primeira proposta aberta foi para o aeroporto de Campinas. O consórcio Aeroportos Brasil ofereceu R$ 3,82 bilhões, mais que o dobro da proposta inicial.

A segunda foi do consórcio Operadora Brasileira de Aeroportos, entregue pela Votorantim Corretora, no valor de R$ 12 bilhões, pelo aeroporto de Guarulhos.

A terceira proposta foi apresentada também para Guarulhos, pela corretora Bradesco, representanto a Advent Assur, no valor de R$ 8,53 bilhões.
A proposta do consórcio Invepar por Guarulhos arrancou dos presente um sonoro óooo. Foi de R$ 16,213 bilhões, superando com folga os R$ 12 bilhões do consórcio rival mais próximo.

http://economia.ig.com.br/empresas/infraestrutura/comeca-o-leilao-dos-aeroportos-de-cumbica-viracopos-e-brasilia/n1597616234543.html

Rajude
February 6th, 2012, 05:22 PM
^^
Ótima notícia, embora isso também me leve a pensar que seria possível construir um grande aeroporto inteirinho com os recursos adquiridos na privatização...

Godfall
February 6th, 2012, 05:22 PM
impressionante o valor arrecadado.....

espero que façam bom uso dele!

Godfall
February 6th, 2012, 05:33 PM
Primeiro pagamento de aeroportos sairá em meados de 2013, diz fonteRecursos arrecadados pelo leilão serão destinados ao Fundo Nacional de Aviação Civi


Ricardo Leopoldo, da Agência Estado
SÃO PAULO - A primeira parcela do pagamento referente aos leilões dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília, que geraram uma arrecadação de R$ 24,5 bilhões, deve ser paga em meados de 2013, segundo uma fonte que assessorou diretamente um dos consórcios que participaram do processo de concessão, cujo leilão foi realizado hoje na BM&FBOVESPA. Segundo ele, o primeiro pagamento vai ser feito 12 meses após terem sido firmados os contratos com os grupos vencedores, com previsão para maio.

Os recursos arrecadados pelo leilão dos três aeroportos serão destinados ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC). A proposta do governo é destiná-los à modernização dos aeroportos que estão sob controle do governo federal. No caso do aeroporto de Guarulhos, leiloado por R$ 16,213 bilhões, serão pagas 20 parcelas de um vinte avos (1/20) cada referente a um ano de concessão, a começar em meados de 2013.
Nesse mesmo período também deve ser iniciado o pagamento da concessão do aeroporto de Viracopos, em Campinas, cujo prazo de concessão é de 30 anos, com pagamentos anuais de um trinta avos (1/30) de R$ 3,821 bilhões. A concessão do aeroporto de Brasília terá 25 anos e o consórcio vencedor deverá pagar o primeiro vinte e cinco avos do valor de R$ 1,471 bilhão, assim que o contrato for assinado.

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia%20geral,primeiro-pagamento-de-aeroportos-saira-em-meados-de-2013-diz-fonte,101920,0.htm

Dom Drácula
February 6th, 2012, 07:10 PM
Metrô no Grande ABC começa a sair do papel

O projeto da Linha 18-Bronze do Metrô, que ligará São Bernardo à Capital por meio de monotrilho, começará a ser definido ainda em fevereiro. Nesta semana, a Secretaria de Transportes Metropolitanos publicou no Diário Oficial do Estado chamamento público para que as empresas interessadas no modal se apresentem para desenvolver estudos técnicos sobre a futura linha. A construção e a operação do sistema serão feitas por meio de PPP (Parceria Público-Privada).

Este é o primeiro passo para a licitação que vai escolher a empresa responsável pelo serviço. De acordo com a publicação oficial, os interessados têm até dez dias para se manifestar e quatro meses para concluir o projeto. Nessa etapa, as companhias participantes devem apresentar projeto de engenharia, estimativa de gastos e receitas, aspectos ambientais, análise de riscos e cronogramas, entre outros requisitos.

Para o líder do PSDB na Assembleia Legislativa e integrante efetivo da comissão de Transportes, deputado Orlando Morando, a publicação no Diário Oficial representa a garantia de que o Metrô realmente virá para a região. "Agora, mais do que nunca, acabou o discurso e começou o prático."

O tucano acredita que as obras deverão ser iniciadas em janeiro de 2013. A previsão é de que a primeira fase do projeto, até o Paço Municipal de São Bernardo, fique pronta em 2015. A segunda, que amplia o trajeto até o bairro Alvarenga, no mesmo município, ficaria pronta no ano seguinte. O orçamento total previsto é de R$ 4,1 bilhões.
Para o secretário de Transportes e Vias Públicas de São Bernardo, Oscar Silveira Campos, o monotrilho irá auxilar na organização do transporte na cidade. O município será o que abrigará maior trecho do itinerário. "A necessidade de São Bernardo é ter transporte bem estruturado. Hoje está diagnosticado que 90% das linhas passam pela Avenida Faria Lima. Está clara a necessidade de um transporte estrutural."

PRÓXIMOS PASSOS
Orlando Morando explica que a companhia que apresentar o melhor projeto não necessariamente será a vencedora da licitação. "Se a empresa ‘X' apresentar o melhor projeto e a ‘Y' vencer a licitação, a ‘Y' terá que reembolsar a outra empresa para compensar o investimento aplicado nos estudos técnicos", explica. O modelo de chamamento público é comum em casos de parcerias com a iniciativa privada.

Demanda inicial é estimada em 295 mil passageiros por dia
O governo do Estado estima que a demanda inicial de passageiros por dia seja de 295 mil pessoas na Linha 18-Bronze do Metrô. Para atender a esse contingente, o trecho terá à disposição 20 veículos. Dessa forma, o intervalo entre trens será de 166 segundos.

A estimativa é de que até 2030 a demanda diária aumente para 472 mil passageiros. O número de composições deve dobrar, o que fará com que o intervalo médio caia para 113 segundos.

A linha terá ao todo 20 quilômetros, divididos entre 18 estações em São Bernardo, Santo André, São Caetano e São Paulo. A conexão com a rede tradicional do Metrô será na Estação Tamanduateí, na Capital. Toda o trajeto será elevado e terá como base os corredores já existentes na região. Ainda não foi fechado o número total de desapropriações ao longo do traçado.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16129&c=11&lang=1

Hello_World
February 7th, 2012, 12:31 AM
Tirando o comentário do Zolin :D essa página tá D+


Go Brazil!
http://animado.org/categorias/fogos_de_artificio/imagens/fogos029.gif

Rajude
February 7th, 2012, 02:26 AM
Tirando o comentário do Rajude :D essa página tá D+


Go Brazil!
http://animado.org/categorias/fogos_de_artificio/imagens/fogos029.gif

Oras, qual o problema do meu comentário? Quero saber! :lol:

Hello_World
February 7th, 2012, 02:55 AM
:doh:


:lol:

já arrumei.

Rajude
February 7th, 2012, 04:04 AM
^^
Ah bom. :D
Só espero que essa confusão não ocorre sempre quando você não comenta, porque senão... :lol:

WalPaulista
February 7th, 2012, 02:24 PM
São Paulo lo lo lo!

Godfall
February 7th, 2012, 02:35 PM
Em 2011 produção industrial subiu em nove de 14 Estados, mostra IBGE

Por Diogo Martins | Valor

RIO – A produção industrial subiu em nove dos 14 locais observados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2011, informou a Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional (PIM/PF Regional) de dezembro, divulgada nesta terça-feira.
O Estado do Paraná obteve o melhor desempenho entre 2010 e 2011, com alta de 7%, seguido por Espírito Santo, cujo crescimento no período foi de 6,8%. Na mesma base de comparação, a produção industrial em Goiás avançou 6,2%, ao passo que no Amazonas o setor cresceu 4%.
No Rio de Janeiro, a produção industrial avançou 0,3% no ano passado ante 2010, enquanto em São Paulo o setor cresceu 0,2%, abaixo da média nacional, de 0,3%.
O Estado do Ceará registrou a maior baixa, de 11,7%, na passagem de 2010 para 2011. Na mesma base comparativa, quedas representativas também ocorreram nas produções de Santa Catarina, com recuo de 5,1%, e região Nordeste, onde o decréscimo foi de 4,7%.




http://www.valor.com.br/brasil/2520750/em-2011-producao-industrial-subiu-em-nove-de-14-estados-mostra-ibge


Só lembrando os desavisados de plantão que crescer 0.2% em SP ou 0.3% no RJ é muito mais do que 4% do AM por uma simples razão de diferença na base de cálculo.

Ou seja, não é porque Angola tem um crescimento de 20% do PIB que ela vai bater os EUA quando estes têm um crescimento de 0.5% do PIB.

Mas de qualquer forma isso revela as consequências da guerra fiscal. Porém, como diria o geógrafo Milton Santos isso faz parte da região concentrada (sudeste-sul-parte do centro-oeste) cujo eixo de comando está em SP (as sedes dessas empresas estão quase todas aqui).

Na década de 1990 sofremos com o deslocamento da indústria e a perda da participação no PIB, em meados de 2000 estancamos essa perda e estamos mantendo o patamar de participação com leve alta, porém no setor de serviços estamos avançando a passos largos e no setor de pesquisa e desenvolvimento apenas aumentamos a nossa já monstruosa participação.

ps.: caros, caso vocês achem que este tipo de notícia seja mais pertinente ao thread notícias gerais do ESP eu a desloco para aquele thread.

Godfall
February 7th, 2012, 02:42 PM
Depois de se fixar nos Estados Unidos, Renesas volta-se ao Brasil

Valor Econômico

A fabricante de semicondutores japonesa Renesas pode não ser tão conhecida quanto companhias como Intel e AMD, que fazem chips para computadores, celulares e tablets - aparelhos desejados por consumidores de todo o mundo. Mas a falta de notoriedade não significa que a companhia desempenha um papel secundário no setor. Pelo contrário.
Com faturamento anual superior a US$ 10 bilhões e 46 mil funcionários, a companhia é a quinta maior do mundo em sua área de atuação e fabrica componentes que auxiliam no funcionamento de sistemas de direção de veículos, equipamentos de ar-condicionado, brinquedos, refrigeradores e outros dispositivos.
Na lista de mais de sete mil produtos estão componentes com nomes misteriosos como diodos, transistores e microcontroladores que são fundamentais para a fabricação de circuitos eletrônicos.
Com dez anos de atuação no mercado internacional, a Renesas planeja ampliar sua presença no Brasil. "Estávamos focados em nos estabelecer nos Estados Unidos. Mas, agora, é a hora de crescer no Brasil", diz ao Valor Ali Sebt, presidente e executivo-chefe da companhia para as Américas.
O primeiro passo para ampliar a presença no país está previsto para ocorrer hoje, com a inauguração de um escritório próprio na cidade de São Paulo. Até agora a Renesas operava no Brasil por meio de distribuidores. Segundo Sebt, a companhia reúne 100 clientes e tem um faturamento de US$ 25 milhões por ano no país. "Pode parecer pouco, mas em termos de volume é um número significativo, já que cada componente custa entre US$ 1 e US$ 3", diz.
A princípio, o escritório em São Paulo estará voltado à prestarão serviços de assistência técnica e a serviços destinados a ajudar os clientes locais a desenvolver projetos de circuitos eletrônicos. "O mercado brasileiro tem muita demanda por projetos que precisam ser feitos sob medida por conta da legislação, ou para atender a características do país", diz Sebt.
A estimativa é de que o mercado brasileiro de semicondutores movimenta cerca de US$ 800 milhões em vendas por ano, de acordo com empresa de pesquisa iSuppli. Em termos globais, o mercado é estimado em US$ 312 bilhões. A Intel é a líder mundial, com receita de US$ 49,6 bilhões. Em segundo lugar está a Samsung, com US$ 29,2 bilhões. Na sequência estão Texas Instruments (US$ 14 bilhões) e Toshiba (US$ 13,3 bilhões).
No Brasil, segundo Sebt, excluindo os chips de computador, a liderança no mercado de semicondutores é da Freescale, companhia resultante de uma divisão da Motorola em 2004. "Queremos estar entre os três primeiros, ou mesmo na liderança em um período de três a cinco anos", diz. O executivo afirma que o Brasil também será usado como base para a expansão dos negócios na América Latina.
Criada em 2002, por meio de uma joint venture entre as japonesas Hitachi e Mitsubishi, a Renesas ganhou os contornos atuais em 2009, quando se uniu
à divisão de semicondutores da também japonesa NEC. A fabricação de seus produtos é feita no Japão e outros países da Ásia.
Segundo Sebt, não há planos da Renesas para produzir semicondutores no Brasil por enquanto. O executivo reconhece, no entanto, que ter alguma etapa do processo de fabricação de componentes eletrônicos no país não é uma ideia descartada. A Ásia é imbatível em relação ao custo de produção de semicondutores, afirma o executivo, mas o Brasil poderia tornar-se um centro para a produção de componentes com finalidades específicas, cujo preço é atraente e não exige uma escala de produção maciça.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16127&c=11&lang=1

Se quisermos concorrer com a Ásia temos de ter, principalmente, três coisas: educação + infra-estrutura + baixo custo fiscal.

As duas primeiras são resultado de um esforço de todas as esferas administrativas, a segunda passa pelo GF, mas deve ter participação e iniciativa dos Estados.

Independentemente da questão federativa com reconhecimento de maior autonomia à unidades federativas, o sistema tributário nacional tem de ser revisto. Isso é algo que TODOS os governos desde 1988 foram omissos.

Godfall
February 7th, 2012, 02:46 PM
Governo prepara MPs que reduzem imposto de setor que inovar

O Estado de São Paulo

Medidas baixam tributos para importação de máquinas para produção de bens com conteúdo tecnológico
A presidente Dilma Rousseff prepara quatro medidas provisórias que vão estabelecer Regimes Tributários Especiais (RTE) para facilitar a importação de máquinas para produção, no Brasil, de equipamentos de alto conteúdo tecnológico nas áreas de semicondutores, TV digital, telecomunicações e computadores pessoais.
O objetivo do governo ao cobrar menos imposto na aquisição de máquinas é fazer com que a indústria consiga fabricar produtos melhores e mais avançados gastando menor número de horas, o que aumenta a competitividade. A desoneração vai focar mercadorias que não estão disponíveis no mercado brasileiro, justamente para dotar a indústria local dessas tecnologias. “Muitas vezes o setor industrial reclama do câmbio, de tributos, mas tem um dever de casa que precisa ser feito. Estamos perdendo produtividade há 10 anos”, avaliou Mauro Borges Lemos, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), e um dos formuladores da política industrial do governo, lançada em agosto do ano passado.
As medidas fazem parte de um processo de ampliação e revisão dessa política. Apesar do otimismo do governo, ainda há dúvidas sobre a eficácia do pacote. Algumas ações comemoradas inicialmente, como a desoneração da folha de pagamento, acabaram provocando insatisfação em setores que foram contemplados.
A demora na regulamentação do programa que prevê a devolução às empresas de 3% do valor exportado em manufaturados também foi alvo de críticas.
Com os novos RTEs, o governo espera incentivar um salto tecnológico, que não foi alcançado quando foram dados os primeiros incentivos ao setores de semicondutores e TV digital, em 2007. Essa também é a ideia que está por trás do novo regime automotivo, ainda em gestação. Com as novas regras, o governo aposta na fabricação de automóveis com maior conteúdo tecnológico no País.
Bancos
O governo também quer deslanchar agora medidas que não saíram do papel. Uma delas envolve os bancos públicos. O núcleo mais próximo à presidente tenta “harmonizar” as políticas de financiamento dessas instituições. O objetivo é fazer com que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco do Brasil, por exemplo, atuem como coadjuvantes da política industrial. O governo quer aumentar a tecnologia dos produtos fabricados no Brasil e o conteúdo local de equipamentos comprados com o dinheiro subsidiado desses bancos.
As medidas provisórias passaram pelo chamado “espancamento” de ideias “à nona casa decimal” pela equipe de gestores da Casa Civil, com o objetivo de checar possíveis defeitos e antecipar problemas na execução dos programas.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16128&c=11&lang=1


Isso é fundamental. Independentemente disso ser parte de um processo de atração da Foxconn e outras empresas e da localização das fábricas da Foxconn, o mais importante é o impacto imediato que terá sobre as empresas que já produzem no Brasil.

Os estados de SP, PR, RS e RJ, principalmente, serão muito beneficiados por essa medida.

Talvez o mais prejudicado seja o AM por causa da redução da vantagem comparativa gerada pela Zona Franca.

Godfall
February 7th, 2012, 02:48 PM
Acelera SP discute Plano de Mobilidade Regional para o Grande ABC

Objetivo do plano é contribuir para uma melhor circulação viária e otimização dos transportes públicos da região, que registra um fluxo de 5,6 milhões de pessoas por dia

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paulo Alexandre Barbosa, e o gerente de Relações Institucionais e Internacionais da Investe SP, Wilson Soares, estiveram nesta segunda-feira, 6 de fevereiro, em Santo André, para mais uma edição do Acelera São Paulo. Eles se reuniram com prefeitos do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC para anunciar uma série de ações e investimentos do Governo do Estado de São Paulo que vão beneficiar toda a região.
Entre outros assuntos, foi discutida a importância do Plano de Mobilidade Regional – estudo cujo convênio, no valor de R$ 1 milhão, foi assinado em 28 de dezembro, sendo R$ 800 mil provenientes do Programa de Fomento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e R$ 200 mil contrapartida do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC.
Segundo o secretário Paulo Alexandre Barbosa, o objetivo do plano é contribuir para uma melhor circulação viária e a otimização dos transportes públicos, além da inclusão social e a acessibilidade. "O projeto vai trabalhar com um cenário para os próximos 15 anos. A região do grande ABC é responsável por 15% do total de viagens diárias realizadas em toda a metrópole, o que representa um fluxo de 5,6 milhões por dia", acrescenta.
Por meio do estudo, será realizado um diagnóstico e indicação de ações de mobilidade urbana para os municípios de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Mauá, Diadema, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra, além das conexões com as cidades vizinhas. Entre as metas estão: a integração do sistema de transporte público da região; o incentivo do uso de ciclovias para transporte de pequenos trajetos; a qualificação da infraestrutura do transporte não motorizado; a melhora da circulação viária; o gerenciamento de rotas de tráfego de carga e a implementação de campanhas sobre a mobilidade. “Melhorar a mobilidade urbana do ABC vai contribuir consideravelmente para aumentar a competitividade da região, tornando-a ainda mais atraente para os investidores”, ressaltou Soares.
O secretário anunciou também 2.450 vagas dos cursos do programa Via Rápida Emprego, previstas para o primeiro semestre de 2012, em municípios da região do Grande ABC. Lançado pelo governador Geraldo Alckmin em julho de 2011, o programa oferece cursos básicos de qualificação profissional com o intuito de capacitar gratuitamente a população que está em busca de oportunidade de emprego.
Coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, o programa oferece mais de 150 modalidades de cursos gratuitos, nas áreas da construção civil, comércio, serviços e indústria, com duração de 30 a 90 dias, dependendo da ocupação.
Os encontros do Acelera São Paulo pretendem percorrer todo o Estado, dividido em 14 regiões com afinidades econômicas, para fortalecer o diálogo e a troca de experiências entre os poderes públicos municipais, a secretaria e os setores produtivos regionais.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16131&c=11&lang=1

Rajude
February 7th, 2012, 03:45 PM
Só lembrando os desavisados de plantão que crescer 0.2% em SP ou 0.3% no RJ é muito mais do que 4% do AM por uma simples razão de diferença na base de cálculo.

Ou seja, não é porque Angola tem um crescimento de 20% do PIB que ela vai bater os EUA quando estes têm um crescimento de 0.5% do PIB.

Mas de qualquer forma isso revela as consequências da guerra fiscal. Porém, como diria o geógrafo Milton Santos isso faz parte da região concentrada (sudeste-sul-parte do centro-oeste) cujo eixo de comando está em SP (as sedes dessas empresas estão quase todas aqui).

Na década de 1990 sofremos com o deslocamento da indústria e a perda da participação no PIB, em meados de 2000 estancamos essa perda e estamos mantendo o patamar de participação com leve alta, porém no setor de serviços estamos avançando a passos largos e no setor de pesquisa e desenvolvimento apenas aumentamos a nossa já monstruosa participação.

ps.: caros, caso vocês achem que este tipo de notícia seja mais pertinente ao thread notícias gerais do ESP eu a desloco para aquele thread.

Num espectro geral, de toda a federação, esse resultado negativo em 2011 deu-se principalmente por conta da supervalorização do real, que acarreta na invasão dos importados e na menor competitividade para exportar.

Quanto ao crescimento de SP comparado aos demais Estados, a lógica da base de crescimento tem limitações. A China já é a segunda economia do mundo e continua a crescer 10% ao ano; a Alemanha, mesmo sendo a maior economia da Europa, foi o país que mais viu sua indústria crescer nos últimos anos, enquanto países periféricos como Grécia, e vários outros, mantiveram-se estagnados, portanto o crescimento industrial está mais relacionado à questão de competitividade e existência de mercado consumidor do que propriamente a base econômica.

Em síntese, a lógica de valorização do capital e crescimento da produção não se limita ao tamanho das economias, e sim à estagnação das cadeias produtivas. No caso do Brasil, outros Estados crescem mais que SP na questão industrial não simplesmente porque as economias deles são menores ou mais pobres, e sim porque eles são mais competitivos e tem pra onde exportar. É correto afirmar que, quanto mais rica uma região fica, menos competitiva ela acaba ficando no setor industrial, mas isso não é uma regra, vide Alemanha e outros países. Além disso, mesmo do ponto de vista da economia interna, SP ainda não chegou no patamar de desenvolvimento que leva à estagnação de consumo das cadeias produtivas. Se, comparando com a Europa, SP tivesse as mesmas condições da Alemanha, e os outros Estados, como Grécia, não tomassem iniciativas, SP cresceria mais que os outros, assim como a Alemanha cresce mais na Europa, sem entrar em detalhes da razão disso, e em particularidades do Brasil, mas a lógica é basicamente essa. A lógica da base econômica serve para explicar em parte que se uma indústria automobilística (por exemplo) se instalar em um Estado 'X', o PIB desse Estado crescerá mais em termos proporcionais, entretanto ela não explica por que a indústria se instalou nessa região, que é a base da questão. Além disso, grande parte do crescimento do setor industrial se deve à variação da capacidade instalada e ampliações da estrutura já existente. Diga-se de passagem, o nordeste é a região cuja industria tem mais sofrido com o real supervalorizado (a produção industrial caiu 4,7% lá), mas como a composição da indústria na economia Paulista é bem maior, no conjunto geral acabamos sofrendo mais.

Em geral, há diversas questões que levam o Estado de São Paulo a ser menos competitivo do que alguns Estados em diversas situações: guerra fiscal, salários maiores, etc. Por outro lado, temos infraestrutura melhor, melhores universidades, etc. Obviamente não há uma região que é mais competitiva que a outra para todos os casos e para todas as cadeias produtivas, mas o importante nesse caso é o balanço geral.

http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2080_3200_091513_837811.gif

henriquett
February 8th, 2012, 12:31 AM
Depois de se fixar nos Estados Unidos, Renesas volta-se ao Brasil

Valor Econômico

A fabricante de semicondutores japonesa Renesas pode não ser tão conhecida quanto companhias como Intel e AMD, que fazem chips para computadores, celulares e tablets - aparelhos desejados por consumidores de todo o mundo. Mas a falta de notoriedade não significa que a companhia desempenha um papel secundário no setor. Pelo contrário.
Com faturamento anual superior a US$ 10 bilhões e 46 mil funcionários, a companhia é a quinta maior do mundo em sua área de atuação e fabrica componentes que auxiliam no funcionamento de sistemas de direção de veículos, equipamentos de ar-condicionado, brinquedos, refrigeradores e outros dispositivos.
Na lista de mais de sete mil produtos estão componentes com nomes misteriosos como diodos, transistores e microcontroladores que são fundamentais para a fabricação de circuitos eletrônicos.
Com dez anos de atuação no mercado internacional, a Renesas planeja ampliar sua presença no Brasil. "Estávamos focados em nos estabelecer nos Estados Unidos. Mas, agora, é a hora de crescer no Brasil", diz ao Valor Ali Sebt, presidente e executivo-chefe da companhia para as Américas.
O primeiro passo para ampliar a presença no país está previsto para ocorrer hoje, com a inauguração de um escritório próprio na cidade de São Paulo. Até agora a Renesas operava no Brasil por meio de distribuidores. Segundo Sebt, a companhia reúne 100 clientes e tem um faturamento de US$ 25 milhões por ano no país. "Pode parecer pouco, mas em termos de volume é um número significativo, já que cada componente custa entre US$ 1 e US$ 3", diz.
A princípio, o escritório em São Paulo estará voltado à prestarão serviços de assistência técnica e a serviços destinados a ajudar os clientes locais a desenvolver projetos de circuitos eletrônicos. "O mercado brasileiro tem muita demanda por projetos que precisam ser feitos sob medida por conta da legislação, ou para atender a características do país", diz Sebt.
A estimativa é de que o mercado brasileiro de semicondutores movimenta cerca de US$ 800 milhões em vendas por ano, de acordo com empresa de pesquisa iSuppli. Em termos globais, o mercado é estimado em US$ 312 bilhões. A Intel é a líder mundial, com receita de US$ 49,6 bilhões. Em segundo lugar está a Samsung, com US$ 29,2 bilhões. Na sequência estão Texas Instruments (US$ 14 bilhões) e Toshiba (US$ 13,3 bilhões).
No Brasil, segundo Sebt, excluindo os chips de computador, a liderança no mercado de semicondutores é da Freescale, companhia resultante de uma divisão da Motorola em 2004. "Queremos estar entre os três primeiros, ou mesmo na liderança em um período de três a cinco anos", diz. O executivo afirma que o Brasil também será usado como base para a expansão dos negócios na América Latina.
Criada em 2002, por meio de uma joint venture entre as japonesas Hitachi e Mitsubishi, a Renesas ganhou os contornos atuais em 2009, quando se uniu
à divisão de semicondutores da também japonesa NEC. A fabricação de seus produtos é feita no Japão e outros países da Ásia.
Segundo Sebt, não há planos da Renesas para produzir semicondutores no Brasil por enquanto. O executivo reconhece, no entanto, que ter alguma etapa do processo de fabricação de componentes eletrônicos no país não é uma ideia descartada. A Ásia é imbatível em relação ao custo de produção de semicondutores, afirma o executivo, mas o Brasil poderia tornar-se um centro para a produção de componentes com finalidades específicas, cujo preço é atraente e não exige uma escala de produção maciça.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16127&c=11&lang=1

Se quisermos concorrer com a Ásia temos de ter, principalmente, três coisas: educação + infra-estrutura + baixo custo fiscal.

As duas primeiras são resultado de um esforço de todas as esferas administrativas, a segunda passa pelo GF, mas deve ter participação e iniciativa dos Estados.

Independentemente da questão federativa com reconhecimento de maior autonomia à unidades federativas, o sistema tributário nacional tem de ser revisto. Isso é algo que TODOS os governos desde 1988 foram omissos.

fabricar semicondutores no brasil em larga escala vai demorar um poko ainda
mais só d existir o escritório já é uma mostra q essas empresas estão nos vendo com outros olhos

Rajude
February 8th, 2012, 05:52 PM
Petrobras terá centros tecnológicos em São Paulo
Valor Econômico

A Bacia de Santos terá pelo menos três projetos para apoio à exploração, produção e formação de mão de obra. A Petrobras e o governo de São Paulo assinaram ontem um protocolo de intenções para implantação da base logística de apoio às atividades no pré-sal e de dois centros tecnológicos - um na Baixada Santista e outro na capital. Ainda, o projeto contempla um centro de monitoramento via satélite e de certificação.

O anúncio foi feito pelo presidente da Petrobras, José Gabrielli, e pelo secretário estadual de Energia, José Aníbal, na última visita oficial de Gabrielli à capital paulista.

"O Brasil tem de se preocupar em não ter uma imagem associada ao vazamento de petróleo", afirmou Aníbal, citando o recente caso de vazamento no pré-sal da Bacia de Santos e o mais dramático, da Chevron, na Bacia de Campos, em novembro passado. "Queremos fazer aqui algo semelhante ao que a Petrobras tem no Rio com o Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenp)", disse.

"Esse memorando abre mais um espaço institucional para que as discussões se acelerem. Agora, a construção dessa base logística depende fortemente do crescimento da atividade produtiva de Santos", disse Gabrielli, quando questionado sobre a velocidade das negociações de uma área no porto de Santos para construção do terminal de apoio offshore.

As negociações entre a Petrobras e o governo Alckmin intensificaram-se há dois meses. Com a descoberta do pré-sal, a expectativa é que a arrecadação de São Paulo com royalties saia de R$ 60 milhões em 2011 para R$ 3 bilhões, em 2020. Hoje, pelo menos 60% dos fornecimentos da Petrobras são feitos por São Paulo, como equipamentos para exploração e refino.

Na semana passada, a italiana Saipem anunciou a construção de uma base logística em uma área do Guarujá (SP) na altura da entrada do porto de Santos. Quando pronta, será a primeira unidade no litoral paulista de apoio às demandas do pré-sal. O investimento será de R$ 300 milhões. A primeira fase irá armazenar e embarcar dutos submarinos para abastecer plataformas e sondas. "A Saipem disse que está buscando terreno para ter produção na Baixada. Além dela existem várias outras [empresas interessadas], mas são procedimentos que ainda não estão fechados", afirmou Aníbal.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16136&c=6&lang=1

Governo de São Paulo assina Protocolo de Intenções com a Petrobras
Será criado Comitê Executivo para desenvolver Plano de Ação no estado

O secretário de Energia, José Aníbal, e o presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, assinaram hoje Protocolo de Intenções para estabelecer as diretrizes das ações conjuntas para a efetivação da cadeia produtiva do Pré-sal no estado de São Paulo. Para isso será formado um Comitê Executivo composto por representantes do Governo do Estado e da Estatal.

“O Protocolo de Intenções prevê manter a posição colaborativa que o estado de São Paulo vem tendo com a Petrobras e com as empresas que vão trabalhar na exploração do Pré-sal. Nós queremos incrementar as relações com a empresa para desenvolver pesquisas, atrair fornecedores e criar um centro de monitoramento do Pré-sal. O governador Geraldo Alckmin quer que as iniciativas se multipliquem na área de inovação tecnológica”, disse Aníbal. Segundo ele, em parceria com a Petrobras, o IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) já desenvolve estudos em águas profundas.

A ideia é que sejam construídos dois centros no estado de São Paulo, um de pesquisa e outro de monitoramento, complementares aos Cenpes do Rio de Janeiro. As unidades potencializarão as atividades de pesquisa e inovação realizadas nas universidades paulistas, levando em consideração as questões ambientais e de segurança, de fundamental importância para o litoral.

“Esse Protocolo de Intenções tenta designar um primeiro conjunto de ações para que nós possamos potencializar e ampliar a presença da Petrobras em São Paulo. Vamos discutir os projetos de infraestrutura e de retaguarda da atividade de petróleo de tal maneira que nós possamos ter uma agenda de trabalho comum entre a Petrobras e o governo”, afirmou Gabrielli.

http://www.energia.sp.gov.br/lenoticia.php?id=205

Dom Drácula
February 8th, 2012, 05:58 PM
^^60% dos fornecimentos de bens e serviços da Petrobras saem de São Paulo :eek:

Isso é muita coisa, São Paulo tem atenção dessa estatal sim, ao contrário do que dizem.

Rajude
February 8th, 2012, 06:07 PM
^^
Sim, mas não por causa desses 60%, pois eles dizem respeito à empresas privadas instaladas em SP, que fabricam equipamentos para a Petrobras, uma vez que é em SP que está instalado a maior parte do parque industrial relacionado ao Petróleo. Mas ainda assim, a companhia tem investido bem em SP com a descoberta do pré-sal, só temos que esperar pra ver se os investimentos efetivamente irão se consolidar. De qualquer maneira, a Petrobras não tem pra onde correr. Se o Petróleo está aqui ela é praticamente obrigada a investir aqui, embora alguns investimentos não sejam tão obrigatórios assim. Eu pessoalmente, mesmo a Petrobras sendo Estatal e basicamente do RJ, tendo a crer que ela investirá onde julgar que vai dar mais lucro, ao menos é isso que se espera de uma empresa com administração competente.

Dom Drácula
February 8th, 2012, 06:14 PM
^^Sim, é uma atenção indireta e certa, não terá como fugir, mas confesso que fiquei surpreso com esse dado, sempre soube do enorme parque industrial que temos (chega a quase 50% do país), mas achava que no setor petrolífero a coisa era mais dividida, mas não é, São Paulo concentra e muito.

Rajude
February 8th, 2012, 06:20 PM
^^
Sim, porque embora ao longo do tempo SP nunca tivesse petróleo, sempre estivemos perto da Bacia de Campos, então essa proximidade, aliado com políticas públicas estaduais para fomentar o crescimento desse setor ao longo do tempo, possibilitou com que tivéssemos esse parque industrial do setor de petróleo, e que inclusive é mais caracterizado como "máquinas e equipamentos", então também acabam servindo outros segmentos da indústria. Quanto a industria em geral, temos cerca de 40% atualmente.

É interessante pensar que, no longo prazo, teremos não apenas o maior parque industrial e maior capacidade de refino, mas também seremos o segundo maior produtor de petróleo, e quem sabe num prazo de três décadas poderemos nos tornar o maior produtor. Com a ativação plena do campo de mexilhão, a propósito, já seremos o maior produtor de gás natural. Segundo estimativas que vi a produção desse campo isoladamente equivaleria à 50% da importação diária da Bolívia.

Dom Drácula
February 8th, 2012, 06:29 PM
^^Se o GESP investisse em pelo menos auxiliar a capacitação de empresas, para se tornarem fornecedoras da Petrobras, dava pra aumentar ainda mais esse dado de fornecimento.

Godfall
February 8th, 2012, 07:35 PM
O GESP já o faz. Por isso criou a Secretaria de Energia. Mas o apoio vem mais via Investe SP e Agência de Fomento Paulista.

Não se esqueçam que na época do Serra foi feito um grupo de trabalho coordenado pelo Goldman e pelo Goldemberg para aproveitar as oportunidades nos setores de bioenergia e petróelo & gás.

O relatório resultou, entre outras coisas, na política de redução de ICMS para os setores envolvidos e na própria criação da secretaria de energia.

Godfall
February 9th, 2012, 05:13 PM
3M monta fábrica para atender setor de petróleo e gás

Valor Econômico

Apostando na força do mercado brasileiro de petróleo e gás e em seu potencial para ser uma plataforma de exportações, a multinacional americana 3M escolheu o país para construir sua nova fábrica do setor industrial. Em Ribeirão Preto (SP), a unidade inaugurada hoje produzirá microesferas de vidro ocas, um produto de alta tecnologia voltado para atender o pré-sal.
"A demanda pelo produto tem crescido e nossa capacidade global precisava ser expandida", afirmou ao Valor, o diretor de operações industriais, Afonso Chaguri.
Com investimentos de R$ 22 milhões, a capacidade de produção da fábrica é de 250 a 400 toneladas por mês. Primeiramente, a empresa acredita que mais da metade do volume de vendas será dedicado às exportações. Em poucos anos, no entanto, a 3M prevê que a crescente demanda doméstica absorverá toda a produção, o que vai gerar nova necessidade de expansão. "Calculamos que em três anos, teremos que dobrar a capacidade da fábrica", afirmou o executivo.
É a primeira unidade desse tipo na América Latina e a quinta da empresa a entrar em operação no mundo, após as operações nos Estados Unidos (2), França e Coreia do Sul. A confiança da multinacional na demanda pelo produto está ligada às necessidades da indústria brasileira de utilizar matérias-primas mais resistentes e eficazes. As microesferas de vidro são misturadas a outros componentes, como resinas, polipropileno e cimento, tornando os materiais mais resistentes e leves. As microesferas podem ser aplicadas ainda em tintas, no setor de mineração e automotivo.
A 3M projeta que, no início, as vendas do produto aumentem seu faturamento em cerca de 5% ao ano. No ano passado, os resultados das operações no país alcançaram R$ 2,7 bilhões, alta de 13% ante 2010. Os investimentos na nova unidade fazem parte de um plano maior da empresa, que envolve o reforço de sua participação no setor de energia e petróleo. Hoje, a área industrial da subsidiária tem apenas 5% de seu portfólio direcionado para esse segmento, mas a meta da matriz é que essa participação chegue a 15% até 2015.
No Brasil, a área industrial representa quase metade das vendas, ao contrário do que ocorre internacionalmente, onde a 3M é mais conhecida por seus produtos de consumo, como as fitas adesivas transparentes, o Durex, e os materiais para limpeza Scotch-Brite. Seu portfólio inclui ainda produtos voltados para o setor de saúde e para a área de telecomunicações. Das sete fábricas no país, cinco fornecem produtos para a indústria.
Hoje a subsidiária é a quinta maior da americana, que faturou globalmente US$ 30 bilhões em 2011. As estimativas apontam para um crescimento no faturamento de 16% neste ano no Brasil. Estão previstos investimentos de US$ 75 milhões no país - ante os US$ 61 milhões desembolsados no ano passado - sendo que grande parte será direcionada para a indústria.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16142&c=11&lang=1

Godfall
February 9th, 2012, 05:17 PM
Energia eólica brasileira já é a mais barata do mundo

Terra

Com investimento de R$ 8 bilhões, o número de parques eólicos no Brasil mais que duplicou nos últimos dois anos. Em 2009, eram 33 unidades, agora são 71. Até 2016, a expectativa é de que outras 218 estações sejam instaladas. Ainda assim, o Brasil não estará nem perto de atingir sua capacidade eólica. Juntos, os parques que já operam, têm potencial para gerar 1,4 gigawatt (GW) por ano, sendo que a capacidade brasileira de geração gira em torno de 350 GW por ano, mais do que suficiente para abastecer todo o País. Para se ter uma ideia, o consumo energético nacional é de 117 GW por ano.
A energia eólica é considerada nova no País, começou a começou a ser utilizada em 2004. Mesmo assim, a presidente-executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica), Elbia Melo, avalia que o Brasil está caminhando para se tornar uma potência no setor. Segundo dados da Abeeólica, a energia proveniente dos ventos corresponde hoje a apenas 1,3% da matriz energética brasileira. Até 2014, o setor deve alcançar 5,6%. "É pouco, mas considerando que estamos falando de uma energia jovem é um crescimento significativo. Além disso, ainda há muito espaço para avanços tecnológicos", explica.
Mapas eólicos indicam que os ventos no País são fortes, constantes e sem rajadas, uma grande vantagem em relação a outras nações. Isso faz com que a parte dos ventos que é efetivamente transformada em energia seja maior. É possível aproveitar de 42% a 45%, podendo chegar a 50%, em locais de Belo Horizonte. Já a média europeia é de apenas 32%. Essa característica colabora para baratear o custo da energia eólica. Prova disso é que, atualmente, a energia eólica produzida no Brasil é a mais barata do mundo. Custa cerca de R$ 105,00 por megawatts/hora (MWh), enquanto a europeia sai, em média, R$ 300,00 por MWh. "A energia eólica já se firmou como fonte limpa, renovável e competitiva. Se antes tínhamos dúvidas disso, agora não temos mais", diz Elbia. Na comparação com outras fontes de geração, a eólica também vem ganhando destaque. É a segunda mais barata, perdendo apenas para a hidráulica (entre R$ 80,00 e R$ 90,00 por KW/h). Com leilões de 2009 à 2011, o governo contratou quase 3 GW de energia eólica para os próximos 5 anos. Para atender à demanda criada, a capacidade instalada eólica quintuplicará durante o período.
Para Elbia, se 2011 foi o ano da consolidação da energia eólica na matriz energética nacional, 2012 será o da solidificação da indústria do setor. Não só dos parques de geração, mas também da cadeia produtiva. Atualmente, existem dez empresas fabricantes de equipamentos no País. Outras duas devem se instalar aqui até o final do ano. "A expectativa para esse ano é consolidar a indústria como um todo, com todas as partes da cadeia", diz Elbia.
Sobre a possibilidade de explorar outras regiões além da nordeste e sul, a presidente-executiva da Abeeólica é otimista. Ela revela que, com novas tecnologias, é possível produzir torres cada vez mais altas com maior capacidade de captação de ventos. A partir disso, estuda-se explorar os Estados de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. Torres de medição já foram instaladas para verificar se compensa investir nessas áreas. As pesquisas ainda não foram finalizadas, mas já apresentam sinais positivos.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16141&c=11&lang=1


SP já tem, em Sorocaba, uma das principais indústrias de energia eólica....se conseguirmos desenvolver tecnologia necessária para tornar a produção de energia eólica economicamente viável em SP seria fantástico!

Energia eólica, PCHs, gás metano (aterros sanitários), bioenergia (cana de açúcar e outros) e petróleo & gás natural.....quem sabe SP não poderia se tornar autossuficiente?

Dom Drácula
February 9th, 2012, 07:08 PM
Eldorado Celulose planeja terminal próprio em Santos

A Eldorado Brasil Celulose e Papel planeja construir um terminal no porto de Santos exclusivo para exportação. A instalação embarcará toda a celulose produzida na fábrica que a empresa está erguendo no município de Três Lagoas (MS). Quando pronta, a unidade fabril terá capacidade para produzir 1,5 milhão de toneladas por ano. A previsão é que esteja operacional até o fim de novembro.

O projeto de um terminal em Santos integra um plano de investimento de R$ 6,2 bilhões da Eldorado para produzir e escoar sua produção. A infraestrutura logística para transpor os 800 km entre a fábrica e o cais contará ainda com mais três terminais e responderá por aproximadamente 8% do total de investimento previsto.

O primeiro terminal ficará na origem: um porto fluvial próprio nas proximidades da fábrica, às margens do rio Paraná, com oferta para movimentar 4 milhões de toneladas anuais. O processo de licenciamento do porto está no fim. No meio do trajeto serão erguidas duas instalações multimodais: um terminal rodoferroviário em Aparecida do Taboado (MS) e outro ferrofluvial em Pederneiras (SP).

A celulose será transportada até o porto de Santos por trens. "Não vamos ter modal rodoviário, isso será um tremendo ganho para o porto", afirma o gerente executivo de logística da companhia, Alvaro Ivan Bunster. Os vagões que serão utilizados terão capacidade para levar 88 toneladas de fibra. Atualmente, o maior do mercado carrega 72 toneladas da carga.

Há um ano, a Eldorado solicitou à Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) a abertura de licitação de uma área na margem direita (Santos) do porto para construir o terminal. O local exato não está definido. O Valor apurou que a Codesp gostou do projeto e estuda algumas das poucas regiões ainda disponíveis para arrendamento na margem direita do canal de navegação. "Existem algumas possibilidades", afirma o presidente da Codesp, José Roberto Serra, citando quatro armazéns diferentes: o 9, 10, 11 e o 32.

Hoje o conselho de acionistas da Codesp se reúne e um dos itens da pauta é a votação do plano diretor do porto, instrumento que define a natureza da carga a ser movimentada em cada trecho do complexo. A expectativa é que daí saia a decisão do melhor local para o projeto da Eldorado.

"Avaliamos as duas margens [Santos e Guarujá], mas no caso da celulose a direita está mais preparada porque já existem terminais que movimentam e exportam celulose. A ideia é ter concentração desse tipo de carga para facilitar o carregamento dos navios e a chegada dos trens", diz Bunster. A VCP, Fibria e NST operam áreas no porto para exportação de celulose.

Apesar de fazer sigilo sobre o local requisitado, o executivo afirma que o tamanho das possíveis áreas varia entre 18 mil metros quadrados e 29 mil metros quadrados.

A decisão de escoar a produção por Santos é resultado de um estudo que aferiu a melhor relação custo-cadeia, já que a fábrica ficará na divisa entre Mato Grosso do Sul e São Paulo. "E também porque há, em Santos, certa preferência de armadores que transportam a celulose, pois existem outras empresas que escoam por lá", diz Bunster.

Como a fábrica começa a produzir em novembro, a Eldorado alugou área privada fora do porto sob concessão da Codesp para atender a demanda enquanto não consegue o arrendamento. Trata-se de uma área contígua ao porto, próxima a berços de atracação e com desvio ferroviário. "Assim conseguimos construir o projeto portuário de maneira mais tranquila", afirma o executivo. O local conseguirá suprir 100% do volume, que no primeiro ano deverá bater em 1,3 milhão de toneladas. Mesmo se vencer o leilão na margem direita, a Eldorado estuda manter o aluguel da área privada, que está preparada para movimentar carga em contêiner. A maior parte da celulose, porém, será embarcada solta, nos chamados navios "breakbulk".

Como a Eldorado movimentará sobretudo carga própria, poderia optar pela construção de um terminal privativo - modalidade que dispensa licitação, dependendo apenas da autorização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Mas o terminal privativo precisa ser feito do zero, inclusive a infraestrutura de acostagem, com o respectivo licenciamento ambiental. Daí a opção por participar de uma licitação de uma área pública, explica Bunster. "Tendo 5 milhões ou 6 milhões de toneladas na mão, não descartamos essa possibilidade no futuro."

Questionado qual a estratégia se a Eldorado perder a licitação, o executivo afirma: "Temos uma segunda alternativa caso isso venha a acontecer, mas não podemos falar. É muito confidencial".

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16143&c=11&lang=1

EricoWilliams
February 9th, 2012, 07:45 PM
3M monta fábrica para atender setor de petróleo e gás

Valor Econômico



http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16142&c=11&lang=1

Bastante interessante o fato da fábrica se localizar em Ribeirão, fora dos tradicionais eixos industriais e ainda mais voltada para o pré-sal.

Godfall
February 9th, 2012, 08:35 PM
vero....


A fábrica de celulose de Três Lagoas é um case interessante. Uma das razões para sua localização na margem sul-mato-grossense (eu odeio este gentílico) foi justamente uma decorrência da guerra fiscal, aliado aos preços menores do hectare no outro estado e o acesso à energia barata produzida pelas hidroelétricas ao longo do rio paraná (mais para o interior de MS a energia é mais cara do que a paulista). Porém, por estar localizado justamente na divisão entre os estados há um efeito spill over sobre São Paulo. Neste caso, esse efeito vai além da renda gerada por atividades secundárias (comércio, fornecimento de materiais, etc.), mas passa por investimentos na infra-estrutura e logística. Ou seja, mesmo que a fábrica esteja no MS não teve como escapar de SP.

Hello_World
February 9th, 2012, 09:31 PM
O simples fato de existir uma divisa muda alguma coisa? :|

Hello_World
February 9th, 2012, 09:33 PM
Bastante interessante o fato da fábrica se localizar em Ribeirão, fora dos tradicionais eixos industriais e ainda mais voltada para o pré-sal.

prevejo um mimimi



:D

rafael_ms
February 9th, 2012, 10:39 PM
vero....


A fábrica de celulose de Três Lagoas é um case interessante. Uma das razões para sua localização na margem sul-mato-grossense (eu odeio este gentílico) foi justamente uma decorrência da guerra fiscal, aliado aos preços menores do hectare no outro estado e o acesso à energia barata produzida pelas hidroelétricas ao longo do rio paraná (mais para o interior de MS a energia é mais cara do que a paulista). Porém, por estar localizado justamente na divisão entre os estados há um efeito spill over sobre São Paulo. Neste caso, esse efeito vai além da renda gerada por atividades secundárias (comércio, fornecimento de materiais, etc.), mas passa por investimentos na infra-estrutura e logística. Ou seja, mesmo que a fábrica esteja no MS não teve como escapar de SP.

^^^^^^
Ela mesmo produz energia e vende
fonte http://www.canalrural.com.br/canalrural/jsp/default.jsp?uf=2&section=Canal%20Rural&id=3362832&action=noticias
rafael_ms

EricoWilliams
February 10th, 2012, 12:39 AM
vero....


A fábrica de celulose de Três Lagoas é um case interessante. Uma das razões para sua localização na margem sul-mato-grossense (eu odeio este gentílico) foi justamente uma decorrência da guerra fiscal, aliado aos preços menores do hectare no outro estado e o acesso à energia barata produzida pelas hidroelétricas ao longo do rio paraná (mais para o interior de MS a energia é mais cara do que a paulista). Porém, por estar localizado justamente na divisão entre os estados há um efeito spill over sobre São Paulo. Neste caso, esse efeito vai além da renda gerada por atividades secundárias (comércio, fornecimento de materiais, etc.), mas passa por investimentos na infra-estrutura e logística. Ou seja, mesmo que a fábrica esteja no MS não teve como escapar de SP.

Creio que essa questão da celulose, seria praticamente impossível SP levar, pois não oferece a abundancia de terras como no MS, mas de fato, não há como escapar de SP, pois a logística de empresas que se instalam em estados vizinhos, dependem da infra-estrutura e até mesmo de prestação de serviços vindo do lado paulista.

prevejo um mimimi



:D

Não sei por que, foi uma observação. De fato é curioso que uma industria voltada para o pré-sal fique em Ribeirão. Se fosse algo relacionado à cana seria natural.

hdmais
February 10th, 2012, 01:16 PM
:bash:

Tudo isso para exportar Celulose. Por que não fabricar Papeis (e seus derivados) Cadê o valor agregado . Estão indo pelo mesmo caminho das Mineradoras.

Exportar só matéria prima é a forma mais primária (amadora) que se tem conhecimento.
E o governo fica ohando o trem passar.:lol::lol::cheers::nuts:

Godfall
February 10th, 2012, 01:51 PM
a questão não é abundância de terra, mas o seu valor. Não é porque a área do estado de MS é maior que o preço será necessariamente menor. O que falei foi: o custo da terra em sp é mais caro (por vários motivos).

Agora, há terra suficiente para se plantar eucalipto ou pinus para celulose em sp (o estado de sp é um dos maiores produtores e tem as maiores fábricas nessa área e na de mdf), a questão é o custo.

Interessante a informação sobre a geração de energia, mas a UTE ainda não está pronta; logo, a energia para a construção de todo o complexo e para o seu funcionamento até o início da UTE tem de vir de algum lugar.

ps.: não acho que o governo deva interferir na decisão de um agente econômico privado sobre o melhor modo de aproveitar a sua atividade. o que ele pode fazer é promover incentivos. mas não sou um especialista na atividade econômica desse setor para dizer, categoricamente, se a produção de celulose é necessariamente mais adequeda do que a de papel.

Rajude
February 10th, 2012, 08:46 PM
Quanto mais valor agregado tiver melhor. Entretanto essa questão é nacional, pois com o real sobrevalorizado as empresas estão perdendo competitividade, e isso torna menos custoso importar o produto do que produzi-lo aqui, de modo que isso acarreta num processo de desindustrialização. Se o GF criasse uma política industrial decente esse tipo de questão ocorreria bem menos.

Quanto a questão da guerra fiscal é complicado, justamente porque essas indústrias dependem da logística de SP, ou seja, elas pagam tributos para outro Estado, inclusive em detrimento de gerar empregos numa das regiões mais pobres de SP, mas quem suporta essas empresas do ponto de vista de infraestrutura, as vezes até de mão de obra qualificada, é SP. Isso é um prejuízo econômico enorme para o Estado, mas principalmente para região Oeste.

Quanto ao preço das terras, sem dúvida alguma em SP os terrenos são mais caros, mas os preços não são uniformes, ou seja, o preço de um terreno no Oeste do Estado é muito menor do que nas regiões mais próximas do Complexo Metropolitano Expandido, provavelmente bem próximo ao preço praticado no Leste do MS, então se comparando o Oeste de SP com o Leste do MS, não acho que os preços sejam tão distintos assim. Mas seria interessante dados concretos. De qualquer maneira, certamente o que determinou ir para MS foi a questão fiscal, inclusive isso acontece recorrentemente, por isso espero que aprovem o quanto antes a reforma tributária mais recentemente proposta pelo Min. da Fazenda e o Governador.

Entretanto quanto aos preços médios do terreno por Estado:
Porém, evidentemente, isso inclui o Estado todo, então embora seja uma curiosidade, não é o melhor para fazer esse tipo de comparação.
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/images/2083_3203_074500_95853.gif
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=2083&id_pagina=1&titulo=Indice-Nacional-da-Construcao-Civil-varia-0,59-%-em-janeiro

Godfall
February 13th, 2012, 04:35 PM
Softtek, do México, instala centro de desenvolvimento no Brasil

Valor Econômico

O interesse pelo mercado brasileiro de tecnologia da informação (TI) vem aumentando consideravelmente nos últimos anos. O potencial de consumo interno, no entanto, parece pouco a pouco deixar de ser o único fator de impulso aos investimentos por parte das empresas estrangeiras do setor no país.
A mexicana Softtek é uma das companhias que começam a enxergar o Brasil sob um viés mais amplo, sem abandonar o interesse pelas oportunidades de receita no país. Fornecedora de serviços de TI - como o desenvolvimento de softwares sob medida e adaptações de sistemas de parceiros -, a empresa está investindo inicialmente R$ 3 milhões na mudança para uma nova sede em Barueri (SP). Entre outras instalações, o local vai abrigar um centro de pesquisa e desenvolvimento. A ideia é usar essa estrutura para criar produtos e serviços que serão lançados no pais e replicados posteriormente em outras subsidiárias da companhia.
Francisco Lara, executivo-chefe da empresa no Brasil, diz que algumas ofertas globais da Softtek são desenvolvidas e testadas atualmente no país, mas em escala reduzida. "Nosso centro mundial de excelência para a criação de ofertas da [fabricante alemã de software] SAP está localizado no Brasil e foi responsável por inovações adotadas em outros países", diz Lara. Como reflexo desse cenário, afirma o executivo, o brasileiro Mauro Okamoto hoje atua na Softtek como diretor global de ofertas de serviços SAP nos Estados Unidos.
Sob a nova estrutura, cuja previsão é entrar em operação em abril, a Softtek planeja criar centros de excelência associados a parceiros. A proposta é desenvolver produtos segmentados por vertentes tecnológicas, como mobilidade, que posteriormente possam ser oferecidos a empresas de diferentes setores da economia. Para implantar essa estratégia e transferir tecnologia, a Softtek vai deslocar temporariamente cerca de 100 profissionais de suas operações no México e nos Estados Unidos. "A previsão é contratar 300 funcionários especificamente para pesquisa e desenvolvimento no Brasil até 2013, dos quais cem devem ser incorporados ainda neste ano", diz Lara. Atualmente, a companhia conta com cerca de 1,2 mil funcionários no Brasil.
Ao mesmo tempo, o investimento na nova sede vai ao encontro da previsão de crescimento anual superior a 30% para a subsidiária brasileira nos próximos três anos. Em 2011, o Brasil manteve-se como a segunda operação mundial da Softtek, à frente da matriz mexicana e atrás apenas dos Estados Unidos. Com uma receita de R$ 170 milhões, a filial brasileira respondeu por 28% do faturamento global da empresa.
Com 225 clientes ativos no Brasil, uma das estratégias da Softtek para ganhar terreno no país é acompanhar o processo de internacionalização das empresas brasileiras. Atualmente, esse modelo já é usado para clientes como a Ambev e a Votorantim, cujas operações na América Latina são atendidas a partir do Brasil. "Esse movimento de expansão internacional das companhias brasileiras será cada vez mais frequente, especialmente em segmentos como engenharia e construção, metalurgia, bens de consumo e finanças", afirma o executivo.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16148&c=11&lang=1

Godfall
February 13th, 2012, 04:52 PM
Estava conversando este fds com um pessoal importante da Johnson & Johnson e eles me disseram que está quase completa a transferência da unidade da AL de Miami para SP!


Isso é um processo que está acontecendo em grande vulto. Uma revolução silenciosa fantástica. Não necessariamente isso se reverte em novas fábricas ou novos prédios em SP, como alguns aqui gostariam de ver (para os quais investimento só é investimento se tiver plaquinha de inaguração), mas isso se reverte na consolidação de SP como um pólo de decisões com efeitos internacionais, o que aumenta ainda mais o papel da cidade no mundo.

Isso é um dos fatores do ranking sobre cidades globais da GaWC (Globalization and World Cities), um laboratório de pesquisas em geografia urbana da Universidade de Loughborough (RUGB). A GaWC é um dos mais renomados centros de estudos de cidades globais e desenvolvem uma série de mecanismos para mensurar esse fenômeno e, com isso, produzem índices bem interessantes.

Para mais informações:

http://www.lboro.ac.uk/gawc/rb/rb323.html

Godfall
February 13th, 2012, 05:06 PM
SP será 'Vale do Silício' da América do Sul, diz diretor da Campus

"São Paulo vai ser o Vale do Silício da América do Sul", afirmou o diretor-geral da Campus Party, Mario Teza, sobre o legado do evento de tecnologia que terminou ontem em São Paulo.
A quinta edição brasileira, que ocorreu pela primeira vez no pavilhão de exposições do Anhembi, recebeu R$ 18 milhões em investimentos e 7.500 participantes --5.500 deles acampados.
Teza exaltou a presença de investidores e disse que os campuseiros tiveram a oportunidade de tomar lições de empreendimento para transformar ideias em negócios.
Neste ano, os convidados não foram tão conhecidos como os de edições anteriores --Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA, e Steve Wozniak, cofundador da Apple, já passaram pelo evento.
Na avaliação de Teza, o sucesso não depende de grandes nomes, pois os ingressos se esgotaram antes mesmo do anúncio da programação. "Nós aumentaremos a intensidade da elaboração da agenda pelos visitantes, isso é que é o barato. Eles não vêm aqui somente pelas estrelas."

http://www1.folha.uol.com.br/tec/1047879-sp-sera-vale-do-silicio-da-america-do-sul-diz-diretor-da-campus.shtml

Godfall
February 13th, 2012, 05:10 PM
Exército brasileiro prepara sistema para prevenir ataques cibernéticos (http://www.forte.jor.br/2012/02/11/exercito-brasileiro-prepara-sistema-para-prevenir-ataques-ciberneticos/)



Programa das Forças Armadas terá simulador de ataques; ativistas já atacaram sites do Banco Central e de outras instituições


http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2011/05/vinheta-clipping-forte12.jpghttp://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/02/Ccomgex.jpg (http://www.forte.jor.br/wp-content/uploads/2012/02/Ccomgex.jpg)

O Exército brasileiro anunciou a compra de novos softwares para segurança e prevenção contra ataques cibernéticos.
As medidas fazem parte de um planejamento mais abrangente do governo brasileiro para criar um sistema de defesa e contra-ataque de possíveis ameaças a páginas e redes institucionais e de proteção a dados sensíveis.
“Hoje temos um preparo mínimo para cenários de ataque. Temos uma grande rede, a EBnet, que reúne os quartéis em todo o país, e ela está bem blindada, mas há pontos de vulnerabilidade”, disse à BBC Brasil o general Antonino Santos Guerra, diretor do Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (Ccomgex).
Em janeiro, as Forças Armadas concluíram duas licitações para a compra de um antivírus e de um programa que simula ataques cibernéticos, no valor total de cerca de R$ 6 milhões. Os dois programas serão desenvolvidos por empresas brasileiras.
Na última sexta-feira, o grupo de hackers Anonymous Brasil atacou o site do Banco Central e as páginas dos bancos BMG, Citibank e PanAmericano, que ficaram temporariamente instáveis.
O grupo também assumiu a autoria de ataques aos sites dos bancos Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e HSBC, que aconteceram durante a semana.
Também na última sexta-feira, o FBI anunciou que está investigando como ativistas ligados ao grupo Anonymous conseguiram interceptar uma conferência telefônica entre agentes americanos e a britânica Scotland Yard, em que discutiam ações legais contra os hackers.
Outros ataques em sites institucionais americanos e gregos foram registrados.
Defesa cibernética

“Os ataques que registramos até agora são parecidos com os que acontecem em qualquer empresa. Tentativas de roubos de senhas, negações de serviço, etc. Mas o modo como se obtém uma senha de banco é o mesmo que se pode usar para obter dados confidenciais do Exército. E já tivemos sites do governo derrubados”, afirma Guerra.
Segundo o general, o simulador de guerra cibernética treinará os oficiais em pelo menos 25 cenários de diversos tipos de ataque contra redes semelhantes às do Exército.
A Ccomgex, que coordena a compra do antivírus e do simulador de ataques cibernéticos faz parte do Centro de Defesa Cibernética do Exército (CDCiber), criado em 2010 para concentrar a administração de todas as ações de proteção virtual da organização.
O programa adquirido por R$ 5,1 milhões será desenvolvido pela empresa carioca Decatron e atualizado de acordo com as necessidades da organização, o que deve facilitar a manutenção do sistema de segurança, de acordo com o general.
O antivírus, no valor de R$ 800 mil, também está em fase de desenvolvimento e deverá ser entregue pela empresa BluePex, de Campinas (SP), dentro de 12 meses.
O diretor do Ccomgex diz que a preferência por empresas nacionais para o programa de proteção do Exército deve estimular a competição e o avanço das empresas de tecnologia e sistemas de segurança no Brasil.
Por isso, as empresas que venceram as licitações terão prazos maiores para realizar mudanças customizadas nos programas, de acordo com as necessidades das Forças Armadas.
O orçamento previsto para o CDCiber em 2012 é de R$ 83 milhões, que devem ser destinados a pelo menos outras quatro aquisições que incluem equipamentos, softwares e o treinamento de pelo menos 500 oficiais.
“Temos cursos externos para militares das três forças e também no mercado universitário, para pós-graduações. No futuro, queremos contratar pessoas que conhecem a área para trabalhar aqui, ou que possam dar consultoria”, disse Guerra.
Roubos eletrônicos

O especialista em segurança cibernética Mikko Hypponen, da empresa finlandesa F-Secure, diz que o Brasil se distingue de outros países pela frequência de ataques cibernéticos relacionados ao roubo de dinheiro.
No entanto, o país já começa a registrar ataques a sites de instituições governamentais e empresas privadas de grupos de ativistas, como o Anonymous e o LulzSec, que tem ‘divisões’ nacionais.
“Na maioria dos países, os ataques são feitos por pessoas de fora. O Brasil é diferente porque boa parte dos ataques alveja os bancos e a maioria deles é feita por pessoas do próprio país”, disse Hypponnen à BBC Brasil.
Segundo o especialista, o Brasil é considerado o número 1 em criar ‘cavalos de Troia’, espécies de programas maliciosos, para atacar bancos.
“Esses programas nem tentam romper os sistemas de segurança do bancos, que são, em geral, muito bons no Brasil. Mas eles infectam os computadores pessoais dos clientes, para poder entrar em suas contas quando elas acessam os bancos online”, explica.
Para o general Antonino Guerra, o Brasil ainda não precisa se preocupar com ataques realizados por outros países nem com a espionagem de seus cidadãos. “Somos um pais pacífico, não é esse o tipo de problema que temos aqui”, diz.
No entanto, Hypponnen acredita que o governo brasileiro precisará se preocupar também com a segurança de empresas privadas, caso queira prevenir possíveis crises.
“Boa parte da infraestrutura crítica do Brasil não é gerida pelo governo e sim por companhias privadas, como a telefonia e as usinas nucleares. Para garantir que o país conseguirá operar durante uma crise, é preciso garantir que essa infraestrutura continuará a funcionar. O governo tem que ter um papel mais ativo em ajudar as empresas a protegerem suas redes”, afirma.
Em comunicado enviado à BBC Brasil, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência (GSI) disse que ‘os ataques mais preocupantes são aqueles que visam acesso indevido a informações sigilosas da Administração Pública Federal’ e afirmou que a preparação do órgão contra possíveis ataques tem sido ‘adequada’.
De acordo com o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança (CERT), que reúne notificações de ataques eletrônicos em todo o país, o Brasil registrou quase 400 mil ataques a computadores em 2011.
Cerca de metade das fraudes registradas, segundo o CERT, foram páginas falsas, geralmente de bancos, criadas para roubar dinheiro dos usuários. A outra metade das notificações corresponde quase completamente aos cavalos de Troia, que dão acesso a contas bancárias quando elas são acessadas pela internet.
O centro, que recebe dados de empresas, universidades, provedores de Internet e Grupos de Segurança e Resposta a Incidentes (CSIRT), diz que as segundas-feiras são os dias com mais incidentes reportados e que mais de 80% dos ataques tem origem no Brasil.
Segundo dados da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), as fraudes bancárias realizadas pela internet e computadores dos clientes custaram R$ 685 milhões aos bancos só no primeiro semestre de 2011, 36% a mais do que no mesmo período em 2010.
FONTE: G1, BBC




http://www.forte.jor.br/

Gutovsky
February 14th, 2012, 01:10 AM
Estava conversando este fds com um pessoal importante da Johnson & Johnson e eles me disseram que está quase completa a transferência da unidade da AL de Miami para SP!


Isso é um processo que está acontecendo em grande vulto. Uma revolução silenciosa fantástica. Não necessariamente isso se reverte em novas fábricas ou novos prédios em SP, como alguns aqui gostariam de ver (para os quais investimento só é investimento se tiver plaquinha de inaguração), mas isso se reverte na consolidação de SP como um pólo de decisões com efeitos internacionais, o que aumenta ainda mais o papel da cidade no mundo.

Isso é um dos fatores do ranking sobre cidades globais da GaWC (Globalization and World Cities), um laboratório de pesquisas em geografia urbana da Universidade de Loughborough (RUGB). A GaWC é um dos mais renomados centros de estudos de cidades globais e desenvolvem uma série de mecanismos para mensurar esse fenômeno e, com isso, produzem índices bem interessantes.

Para mais informações:

http://www.lboro.ac.uk/gawc/rb/rb323.html

Isso é muito bom! Na verdade, trata-se da consequência lógica do enriquecimento da cidade, passa-se a ter uma relevância muito grande para todas as empresas num espaço muito pequeno, e que acaba se tornando na opção lógica para o ponto principal da tomada de decisões. Isso gera um ciclo virtuoso, que enriquece a população, melhora os serviços e distribui a riqueza de uma forma mais sustentada - vide Londres, NYC, Hong Kong e Singapura, que já passaram por esse processo! Só precisamos agora de políticos de qualidade, com espírito mais gestor, que saibam aproveitar esse momento...

Dom Drácula
February 14th, 2012, 05:04 PM
Honda terá centro logístico de R$ 190 mi em SP

Unidade será construída em Paulínia (SP), cidade vizinha a Sumaré, onde montadora mantém fábrica de automóveis
Em 2011, marca perdeu mercado e teve queda de 26,5% nas vendas após problemas com terremoto no Japão

A Honda Logistic Inc., braço da montadora japonesa Honda na área de transportes e logística, vai investir R$ 190 milhões na construção de um novo centro de distribuição e logística de peças para automóveis e motos.

Em 2011, a marca perdeu mercado e registrou queda de 26,5% nas vendas de carros no Brasil com os problemas de logística e abastecimento de peças após o terremoto seguido de tsunami que atingiu o Japão no começo do ano passado.

O centro será construído numa área de 500 mil metros quadrados em Paulínia (117 km de São Paulo), cidade vizinha a Sumaré, onde a Honda mantém a fábrica e a produção de três modelos: o Civic, o City e o Fit.

Na primeira fase, em 2012, a empresa deve investir R$ 25 milhões só na construção. Em 2013, serão mais R$ 25 milhões. A Honda Logistic não descarta a possibilidade de aumentar o complexo. A previsão é gerar 391 empregos.

No projeto encaminhado à Prefeitura de Paulínia para concessão de benefícios, a empresa afirmou que o espaço para atividades dentro da fábrica em Sumaré estão limitados para expansão.

O objetivo, segundo a empresa, é agregar valor à cadeia de suprimentos e abastecimento da Honda e alcançar a meta de construir um planejamento estratégico para as próximas décadas.

Conforme lei sancionada pelo prefeito de Paulínia, José Pavan Júnior (DEM), a Honda Logistic terá isenção total de IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) e pagará alíquota de 2% (e não de 5%) sobre o ISS (Imposto Sobre Serviços) por dez anos.

O terreno foi doado pela prefeitura. Em contrapartida, a empresa terá que construir duas creches e licenciar os veículos da frota no município, além de garantir outras exigências quanto à geração de empregos.

Na semana passada, a Honda afirmou que retomou o nível de produção que mantinha antes dos problemas no Japão. Os funcionários que estavam em licença remunerada retornaram ao trabalho.

Segundo a empresa, a produção em dois turnos subirá para 510 automóveis por dia. A direção da Honda Logistic não se manifestou sobre os investimentos em Paulínia.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1048287-honda-tera-centro-logistico-de-r-190-mi-em-sp.shtml
http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16156&c=11&lang=1

zolin
February 14th, 2012, 08:40 PM
bom este investimento da honda na região...

marcoasantos
February 14th, 2012, 08:59 PM
Honda terá centro logístico de R$ 190 mi em SP

Unidade será construída em Paulínia (SP), cidade vizinha a Sumaré, onde montadora mantém fábrica de automóveis
Em 2011, marca perdeu mercado e teve queda de 26,5% nas vendas após problemas com terremoto no Japão

A Honda Logistic Inc., braço da montadora japonesa Honda na área de transportes e logística, vai investir R$ 190 milhões na construção de um novo centro de distribuição e logística de peças para automóveis e motos.

Em 2011, a marca perdeu mercado e registrou queda de 26,5% nas vendas de carros no Brasil com os problemas de logística e abastecimento de peças após o terremoto seguido de tsunami que atingiu o Japão no começo do ano passado.

O centro será construído numa área de 500 mil metros quadrados em Paulínia (117 km de São Paulo), cidade vizinha a Sumaré, onde a Honda mantém a fábrica e a produção de três modelos: o Civic, o City e o Fit.

Na primeira fase, em 2012, a empresa deve investir R$ 25 milhões só na construção. Em 2013, serão mais R$ 25 milhões. A Honda Logistic não descarta a possibilidade de aumentar o complexo. A previsão é gerar 391 empregos.

No projeto encaminhado à Prefeitura de Paulínia para concessão de benefícios, a empresa afirmou que o espaço para atividades dentro da fábrica em Sumaré estão limitados para expansão.

O objetivo, segundo a empresa, é agregar valor à cadeia de suprimentos e abastecimento da Honda e alcançar a meta de construir um planejamento estratégico para as próximas décadas.

Conforme lei sancionada pelo prefeito de Paulínia, José Pavan Júnior (DEM), a Honda Logistic terá isenção total de IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) e pagará alíquota de 2% (e não de 5%) sobre o ISS (Imposto Sobre Serviços) por dez anos.

O terreno foi doado pela prefeitura. Em contrapartida, a empresa terá que construir duas creches e licenciar os veículos da frota no município, além de garantir outras exigências quanto à geração de empregos.

Na semana passada, a Honda afirmou que retomou o nível de produção que mantinha antes dos problemas no Japão. Os funcionários que estavam em licença remunerada retornaram ao trabalho.

Segundo a empresa, a produção em dois turnos subirá para 510 automóveis por dia. A direção da Honda Logistic não se manifestou sobre os investimentos em Paulínia.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1048287-honda-tera-centro-logistico-de-r-190-mi-em-sp.shtml
http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16156&c=11&lang=1

Tá ai uma idéia a ser passada aos prefeitos das cidades do Oeste do Estado para tentar atrair investimentos...Reduzir ISS a 1% e não cobrar o IPTU das áreas doadas, com contrapartida de construção de um equipamento publico.

Hello_World
February 14th, 2012, 10:52 PM
^^
Tem que ter muita lábia... quem diria que Mogi Mirim "roubaria" o Itaú de Campinas...

Conheço várias cidades aqui na minha região que oferecem terreno e isenção de impostos para a instalação de indústrias, muitas inclusive com menos de 50 mil habitantes!

Paulistinha
February 14th, 2012, 11:18 PM
Uma medida muito boa que é adotada em alguns outros estados, é o governo dar uma isenção de um determinado imposto por um período de tempo em troca da construção de creches, escolas e postos de saúde por parte privada.

Funbot
February 15th, 2012, 01:12 AM
Freudenberg Não Tecidos investe na modernização da fábrica brasileira
(http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=191386)

Empresa investe cerca de R$ 4,3 milhões para atualização tecnológica, aumento de produtividade e eficiência das linhas de produção de entretelas não tecidas.

A Freudenberg Não Tecidos, líder global do mercado de entretelas e a única do Brasil a fornecer entretelas não tecidas para todas as aplicações, anuncia um plano de investimento de cerca de R$ 4,3 milhões para modernização das linhas de produção da unidade de Jacareí (SP). Neste sentido, o Grupo Freudenberg, do qual a empresa faz parte, lembra que os investimentos no Brasil totalizam R$ 100 milhões nos últimos cinco anos e que um novo plano para os próximos cinco anos será divulgado ainda neste ano.

O diretor industrial da empresa na América do Sul, Klaus Homberg, conta que estes investimentos serão divididos em duas etapas. A primeira será na unidade de negócios que atende a indústria calçadista e, a outra, na linha de entretelas em geral. “As empresas do Grupo Freudenberg são reconhecidas pela inovação dos produtos que fornece e, para isso, investem continuamente em atualização tecnológica”, comenta. Assim, os objetivos destes aportes, além de acompanhar a evolução dos produtos de manufatura, estão relacionados à racionalização dos processos e ao aumento da produtividade e da eficiência das linhas de produção, sem interferir em mão de obra.

No caso da unidade que atende o mercado calçadista, Homberg informa que os investimentos chegarão a R$ 2,3 milhões para a modernização de toda a linha de produção e o aumento da capacidade produtiva será de 25%. Na linha de entretelas em geral, a empresa prevê um amento de 15% da produção em razão da substituição de grande parte dos equipamentos e da aquisição de novas máquinas e reforma de algumas máquinas já instaladas, com investimento de cerca de R$ 2 milhões.

A Freudenberg Não Tecidos atua no País com duas divisões de negócios: entretelas e filtração. “Atualmente, produzimos 190 milhões de metros de não tecidos no Brasil e fornecemos filtros de ar-condicionado de cabine de veículos para todas as montadoras e filtros de gases e líquidos para as principais indústrias, com destaque para o setor de petróleo e gás”, explica Enrique Schwarck, diretor geral da empresa no Brasil. Sobre os investimentos na fábrica brasileira, ele ressalta que, “ao dispor de equipamentos que garantam maiores níveis de eficiência, flexibilidade e agilidade, a fábrica atende com excelência as elevações das demandas das indústrias que atende”.

Desenvolvimento, qualidade e atendimento - A Freudenberg Não Tecidos mantém foco no atendimento às necessidades dos clientes como uma fornecedora criteriosa e atenta aos mínimos detalhes e com foco em inovação e desenvolvimento de produtos e soluções de alta tecnologia. Como ocorre em todas as empresas que compõem o Grupo Freudenberg, a divisão de Não Tecidos investe em melhoria contínua em todas as etapas e processos, da produção até o pós-venda.

A empresa fornece produtos para diversas atividades industriais. Entre elas estão as entretelas para as confecções e mercado calçadista; produtos para filtração de gases e líquidos para o setor de petróleo, gás e outras indústrias; filtros para ar-condicionado de veículos; e materiais não tecidos para servir de matéria-prima para indústrias de higiene, que produzem fraldas descartáveis, absorventes femininos e panos de limpeza pessoal.

A Freudenberg Não Tecidos atua no desenvolvimento e fabricação de entretelas, material para calçados, material higiênico para uso em fraldas e absorventes femininos, e também em material para filtração. Os principais setores de atuação da empresa são as indústrias de confecção, calçadista, fraldas descartáveis, absorventes femininos e panos de limpeza pessoal, além do mercado de filtração de gases e líquidos.

A empresa atua no Brasil desde 1985. Sua unidade fabril de Jacareí (SP) e os escritórios comerciais de São Paulo (SP) e Novo Hamburgo (RS) contam com cerca de 300 funcionários e atendem mais de 3 mil clientes ativos.

O Grupo Freudenberg, de origem alemã, atua nos segmentos de vedação, controle de vibrações, não tecidos, lubrificantes especiais, agentes desmoldantes, filtração dentre outros. Emprega mais de 34 mil pessoas em 59 países, com um faturamento anual acima de € 5,4 bilhões.

No Brasil, está presente com sete empresas: Chem-Trend, EagleBurgmann, Freudenberg Não Tecidos, Freudenberg-NOK, Klüber Lubrication, SurTec e Vibracoustic.

Dom Drácula
February 15th, 2012, 12:39 PM
Aeroporto no Guarujá pode sair neste ano

O governo está incentivando o início de operação, ainda para este ano, de um novo aeroporto de passageiros no Guarujá (SP), informa reportagem de Dimmi Amora publicada na Folha desta quarta-feira.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

O projeto começaria com um terminal para 500 mil passageiros ao ano e poderia chegar à capacidade de 1 milhão, absorvendo a demanda da região, que hoje usa os aeroportos da capital, e também da Petrobras. A estatal será parceira na utilização da unidade, aproveitando-a para a operação do pré-sal na bacia de Santos.

A prefeita do Guarujá, Maria Antonietta de Britto, reuniu-se no início deste mês em Brasília com o ministro da Aviação Civil, Wagner Bittencourt, e representantes da Aeronáutica e da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para apresentar o projeto da nova unidade, que seria feita na base aérea da cidade que hoje é subutilizada.

"Nossa intenção é ainda neste ano começar com uma pequena operação para receber voos fretados com passageiros de transatlânticos", afirmou a prefeita após o encontro.

Na reunião, o ministro disse que pretende usar a experiência do Guarujá para incentivar outras parcerias entre Estados, municípios e iniciativa privada para cumprir seu projeto de desenvolver a aviação regional.

http://f.i.uol.com.br/folha/mercado/images/1204621.jpeg

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1048856-aeroporto-no-guaruja-pode-sair-neste-ano.shtml

Dom Drácula
February 15th, 2012, 01:05 PM
Conselho da Região Metropolitana debate o local do novo aeroporto da região

A 3ª reunião do Conselho da Região Metropolitana, promovida nesta terça-feira (14), foi dominada por discussão sobre o local onde deverá ser construído o novo aeroporto da região. “Encerramos a fase de organização do conselho, de implantação de suas câmaras temáticas e sub-regionais. Agora estamos preparados para discutir junto com o Governo do Estado os principais temas que afligem a Grande São Paulo”, disse o prefeito Gilberto Kassab, que preside o Conselho.

Ficou definido também no encontro, que as reuniões do conselho passarão a ser itinerantes, deixando de ocorrer somente na capital paulista. Em razão disso, e também considerando que quatro municípios (Osasco, Caieiras, Mogi das Cruzes e São Bernardo do Campo) manifestaram interesse em apresentar áreas para a construção do novo aeroporto de São Paulo, foi decidido que a próxima reunião, no dia 1º de março, será realizada em Osasco. As demais ocorrerão nas outras três cidades que também pleiteiam a vaga.

No encontro desta terça-feira também foram definidos como temas centrais na pauta do próximo encontro a política de drenagem do Governo do Estado para os municípios e o combate às drogas. Além disso, Kassab, que é o presidente do conselho, pediu para que todos os prefeitos se dediquem a organizar as demandas de seus municípios para que elas possam ser pauta de futuras reuniões.

O Conselho de Desenvolvimento da Região Metropolitana de São Paulo é um instrumento de deliberação sobre planos, projetos, programas e obras estratégicas a serem executadas na Região Metropolitana com recursos oriundos do Fundo de Desenvolvimento. Os membros do conselho tomaram posse no dia 20 de setembro em cerimônia realizada no auditório do Ibirapuera, na Zona Sul. Ao todo, 39 prefeitos, 17 secretários de Estado e dois representantes da Assembléia Legislativa fazem parte do colegiado, cujo objetivo comum é promover a cooperação articulada entre os municípios.

http://www.cadernosp.com.br/cidade/4936/Conselho-da-Regi%E3o-Metropolitana-debate-o-local-do-novo-aeroporto-da-regi%E3o/

Godfall
February 15th, 2012, 01:37 PM
Se o GF alterar a legislação sobre aviação civil e possibilitar que os governos estaduais façam PPP, Concessões ou Privatizações dos aeroportos locais poderemos transferir, nos vários modelos mencionados, à iniciativa privada os 31 aeroportos do GESP.

Isso somado a novos aeroportos (3 aeroporto da capital, aeroporto para jatos executivos, aeroporto para a baixada santista), à reforma dos aeroportos de guarulhos e viracopos, mais a modernização da hidrovia tietê-paraná (cujo sonho seria uma eclusa em itaipu estendendo-a até BsA e Montevidéu...mas isso seria muito difícil pelo alto custo), com a manutenção da nossa malha viária e incorporação de "novas" rodovias estratégicas (rodoanel, tamoios, etc.), aliada à ampliação dos portos (santos e são sebastião), mais o alcoolduto, mais a instalação do sistema 4G de telefonia e toda a nova malha de fibra ótica e, por fim, todas as obras de mobilidade urbana da RMSP (metrô, cptm, etc.)....ufa!.....com tudo isso SP estará pronto para competir com Shangai, NYC, Londres, etc.

ps.: esse novo arranjo metropolitano criado no nosso estado irá revolucionar a forma de elaboração e execução de políticas públicas....estamos apenas no começo!

Godfall
February 15th, 2012, 01:41 PM
não temos ferro, bauxita, mas ainda assim:
Vale usará terminal em Santos para soja e açúcar

Por Fernanda Pires | Para o Valor, de Santos
A Vale Fertilizantes pretende se tornar a maior operadora de logística integrada para exportação de granéis sólidos do porto de Santos (SP).

Projeto integrado, que une porto de fertilizantes e a ferrovia FCA, terá investimentos de US$ 3,5 bilhões .

Para ler a matéria completa cadastre-se abaixo ou assine o Valor

http://www.valor.com.br/empresas/2531006/vale-usara-terminal-em-santos-para-soja-e-acucar

marcoasantos
February 15th, 2012, 02:33 PM
não temos ferro, bauxita, mas ainda assim:
Vale usará terminal em Santos para soja e açúcar

Por Fernanda Pires | Para o Valor, de Santos
A Vale Fertilizantes pretende se tornar a maior operadora de logística integrada para exportação de granéis sólidos do porto de Santos (SP).

Projeto integrado, que une porto de fertilizantes e a ferrovia FCA, terá investimentos de US$ 3,5 bilhões .

Para ler a matéria completa cadastre-se abaixo ou assine o Valor

http://www.valor.com.br/empresas/2531006/vale-usara-terminal-em-santos-para-soja-e-acucar

Pelo jeito que vai, se o Porto de Santos não receber os devidos investimentos urgentes vai acabar enfrentando grandes problemas!!!! O governo do Estado precisa desenvolver projetos para por em evidencia e aumentar a competittividade do porto de São Sebastião, e já pensar em projetos para a construção de um terceiro porto na região sul do Estado (o que já foi aventado, mas precisa ser posto em prática), E juntamente a isso ampliar o uso de outros modais caso seja necessário, como por exemplo a internacionalização do Aeroporto de Cargas Moussa Tobias, de Bauru (o maior aeroporto de cargas em volume administrado pelo DAESP)

vitinhooo
February 15th, 2012, 03:10 PM
Tá ai uma idéia a ser passada aos prefeitos das cidades do Oeste do Estado para tentar atrair investimentos...Reduzir ISS a 1% e não cobrar o IPTU das áreas doadas, com contrapartida de construção de um equipamento publico.

Sim. Mas mesmo assim seria difícil atrair esse tipo de investimento. A Honda já possui fábricas na região, e a esmagadora maioria do mercado consumidor(e também das concessionárias da marca) encontra-se num raio de 200km da cidade onde vai ser instalada o CD. Acho que a eventual isenção fiscal que poderia ocorrer no oeste paulista para atrair esse investimento não compensaria os custos logísticos.

Rajude
February 15th, 2012, 11:05 PM
Tá ai uma idéia a ser passada aos prefeitos das cidades do Oeste do Estado para tentar atrair investimentos...Reduzir ISS a 1% e não cobrar o IPTU das áreas doadas, com contrapartida de construção de um equipamento publico.

Sim. Mas mesmo assim seria difícil atrair esse tipo de investimento. A Honda já possui fábricas na região, e a esmagadora maioria do mercado consumidor(e também das concessionárias da marca) encontra-se num raio de 200km da cidade onde vai ser instalada o CD. Acho que a eventual isenção fiscal que poderia ocorrer no oeste paulista para atrair esse investimento não compensaria os custos logísticos.

E inclusive os custos sociais (do município), pois o objetivo de atrair uma indústria é, antes de tudo, melhorar a vida da população, e não apenas fazer crescer o PIB. Além disso, não é um incentivo tão grande. Para terem uma ideia o ISS + IPTU equivalem a menos de 10% do total de tributos pagos direta ou indiretamente pelo país. A maior parte dos municípios vivem por conta do FPM, e, no caso de SP, por conta das transferências estaduais do ICMS, que são bem maiores do que as transferências do FPM, em razão do método de cálculo do mesmo, que evidentemente beneficia muito mais os municípios dos demais Estados.

Incentivos dessa natureza deveriam ser bancados pelo Estado, pois este sim tem fôlego para dar incentivos importantes e sustentá-los, a fim de fazer desenvolver as regiões mais pobres do território. O problema é que a legislação é inespecífica, de modo que ninguém tem certeza a respeito de até que ponto o Estado pode ir. O entendimento existente é que os Estados podem alterar as alíquotas setoriais do ICMS, concedendo incentivos que abarquem o total da economia, mas no caso de incentivos direcionados à uma indústria especifica é preciso passar pelo Confaz. De uma forma ou de outra, é essencial que ocorra a reforma tributária, especialmente para deixar claro até que ponto os incentivos podem ser concedidos ou não, pois alguns desrespeitam a lei e não acontece nada, outros não o fazem, e alguns acabam crescendo por desrespeitarem a lei.

Rajude
February 16th, 2012, 01:49 PM
Para SP, Amazonas quer ter monopólio de tablets
Secretário da Fazenda paulista reage a ataque do governo amazonense e diz que apenas ajustou a situação dos equipamentos à legislação em vigor

Em mais um capítulo da guerra fiscal, o secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, Andrea Calabi, disse ontem que o Amazonas quer deter o monopólio da produção de tablets no Brasil. Para ele, causa indignação a contestação do governo amazonense relativa às normas paulistas que concederam incentivos fiscais à produção de tablets no Estado.

"O que o governo amazonense fez foi uma defesa da sua indústria de transformação entre aspas, porque muitas vezes é mera maquilagem, com o intuito de criar obstáculos a que novas empresas se instalem em território paulista", afirmou Calabi ao Estado. A taiwanesa Foxconn, montadora de produtos Apple, por exemplo, instalou uma fábrica em Jundiaí, interior paulista, para produzir tablets.

Calabi alega que São Paulo já tinha uma diferenciação tributária para equipamentos de informática e simplesmente ajustou, em agosto do ano passado, a classificação fiscal dos tablets à legislação em vigor. "Não foram concedidos novos benefícios, mas tão somente mantidos os já existentes para o setor de bens de informática."

Como resposta, o governo do Amazonas acusou São Paulo de promover guerra fiscal e entrou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF).

O governo amazonense argumenta que os incentivos fiscais concedidos por São Paulo para a produção de tablets resultaram em abatimento total do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), à revelia do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne secretários da Fazenda de todas as unidades da Federação.

A decisão da administração paulista, segundo o governo do Amazonas, teria impacto negativo, sob o argumento de que os produtos fabricados na Zona Franca de Manaus são taxados em 12% ao entrar em São Paulo.

O secretário da Fazenda de São Paulo lembra que a produção de equipamentos de informática conta com incentivos fiscais concedidos pela União e por todos os Estados em que as indústrias desse setor estão instaladas, como Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e Amazonas. "Foi dado tratamento beneficiado à produção de informática em São Paulo para fazer frente aos benefícios concedidos nesses outros Estados", argumenta.

Ainda assim, segundo ele, as empresas instaladas no Amazonas têm condição melhor de competitividade. Além do conjunto de benefícios fiscais concedidos à Zona Franca de Manaus, os produtos de informática ainda são beneficiados com o chamado "crédito estímulo", que resulta no abatimento de 100% do ICMS devido. "Quando esses produtos vêm para São Paulo, os fabricantes declaram crédito de 12% de ICM que eles de fato não pagaram. Isso faz com que o crédito falso de 12% que o Amazonas dá para o tablet seja empurrado para São Paulo pagar."

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,para-sp-amazonas-quer-ter-monopolio-de-tablets-,836605,0.htm

A despeito dessa ADIN promovida pelo Amazonas, estou confiante. Caso o STF determine que isso é inconstitucional, espero que o Estado de SP se prepare para entrar no STF com centenas de ADINs e um exército de advogados contra todos os incentivos fiscais concedidos pela totalidade dos Estados Federados nos últimos anos, pois a natureza desse incentivo é setorial e não direcionado à uma empresa específica, logo não pode ser considerado inconstitucional. Caso seja considerado, então ou eu estou mal informado a respeito desse caso específico dos tablets, ou então começará a ocorrer uma guerra nos tribunais muito mais fervorosa, até que seja realizada a reforma tributária, que deverá deixar a lei clara a fim de se evitar múltiplas interpretações, eu espero.

Godfall
February 16th, 2012, 01:52 PM
Mas, pelo menos, isso é um sinal de que o GESP não está dormindo a respeito da guerra fiscal.

Avante tropas paulistas!!

Dom Drácula
February 16th, 2012, 01:55 PM
^^Dá pra fazer a rapa, além dessa que já foi feita.


São Paulo busca R$ 6 bi perdidos na guerra fiscal

São Paulo - Os prejuízos causados pela guerra fiscal começam a ser recuperados pelo Estado de São Paulo. Nos dois primeiros meses deste ano, por meio de autos de infração, a Secretaria da Fazenda paulista conseguiu lavrar R$ 6,2 bilhões, que deixariam de ser arrecadados por conta da redução de impostos em outros estados, considerados inconstitucionais, no âmbito da substituição tributária.

De acordo com o coordenador de Administração Tributária da secretaria, José Clovis Cabrera, o programa Tolerância Zero lavrou, em janeiro, R$ 2,8 bilhões em autos de infração gerados por benefícios concedidos à empresa. Este número subirá para R$ 3,4 bilhões neste mês de fevereiro. Cabrera explica que substituição tributária é quando, dentro de uma cadeia produtiva, um contribuinte faz uma retenção antecipada de impostos por todos participantes da produção até vender o produto, e recebe um crédito do estado por essa operação, para não ter que arcar com os custos de todo o processo. "Mas se um fabricante de refrigerante estabelecido em um estado que concede benefícios vende para São Paulo com impostos dos demais da cadeia já retidos, ele deixa de recolher uma parcela para o Estado de São Paulo." Segundo ele, essa questão da substituição tributária é uma faceta da guerra fiscal, diferentemente da glosa de créditos do ICMS.

http://www.dci.com.br/-Sao-Paulo-busca---R$-6--bi-perdidos-na---guerra-fiscal--7-409364.html

Godfall
February 16th, 2012, 01:58 PM
Ministro das Relações Exteriores alemão elogia economia brasileira

MSN

O ministro alemão de Relações Exteriores, Guido Westerwelle, disse nesta terça-feira em São Paulo que o Brasil tem uma história de sucesso e reconheceu que a Alemanha e a Europa subestimaram a América Latina.
'Tenho convicção de que a região foi subestimada', disse o chefe da diplomacia alemã durante a inauguração do Centro Alemão de Inovação e Ciência (DWIH), em São Paulo.
Westerwelle acrescentou que o país é 'dinâmico' e afirmou que o Brasil e a Alemanha são 'sócios naturais'. Além disso, assegurou que ambos compartilham da mesma visão de 'liberdade, dignidade do ser humano, estado de direito e democracia'.
O ministro ressaltou a importância que tem para uma economia o capital humano ao dizer que 'a matéria-prima de nossos tempos não está no subsolo, mas é a matéria-prima de nossas mentes'.
Além disso, explicou que o Centro, que além de São Paulo também funciona em Nova York, Moscou e Tóquio, e está sendo construído em Nova Délhi e no Cairo, apoia a cooperação nos setores de educação, formação profissional, ciência e pesquisa.
O ministro lembrou ainda que São Paulo tem a maior concentração de indústrias alemães que investem em pesquisa fora do país europeu.
Já o diretor da Confederação de Câmaras de Indústria e Comércio Alemãs (DIHK), Martin Wansleben, disse que a cidade é uma 'vitrine para o mundo'.
O presidente da Câmara Brasil-Alemanha, Weber Porto, salientou que o Centro será um 'catalisador da troca entre os dois países, não só entre instituições de pesquisa, mas também de pequenas e médias empresas'.
Para Porto, a crise internacional tem impacto em todo o mundo, mas ressaltou a força do mercado interno brasileiro como um dos elementos que atenuam o impacto da recessão no país.
Após a inauguração do Centro Alemão de Inovação e Ciência, Westerwelle e a delegação alemã irão para o Rio de Janeiro, onde encerrarão sua viagem ao Brasil.
Nesta segunda-feira, o ministro se reuniu em Brasília como o chanceler brasileiro, Antonio Patriota, num encontro que serviu de preparação para a visita que a presidente Dilma Rousseff fará à Alemanha em março.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16164&c=11&lang=1


ps1.: eu sempre fico com um sorriso no rosto quando tomo ciência de uma boa informação sobre P&D em nosso estado!!

ps2.: adorei a ordem de prioridade da visita: 1o. SP, 2o. RJ e 3o. DF ehehehe......

WalPaulista
February 16th, 2012, 02:38 PM
Um alemão elogiando São Paulo é sempre um bom elogio...

Se quiserem mandar uns para morar aqui, sejam bem-vindos.

Godfall
February 16th, 2012, 04:47 PM
ahahahahha.....eu me divirto com o Wal querendo fomentar a imigração alemã para o Brasil!.....


Wal, serve austríacos e suíços de Zurich??

marcoasantos
February 16th, 2012, 05:26 PM
ahahahahha.....eu me divirto com o Wal querendo fomentar a imigração alemã para o Brasil!.....


Wal, serve austríacos e suíços de Zurich??

:lol::lol::lol::lol::lol:Eu prefiro japoneses!!! Já tem bastante da minha região de origem, (Marilia), mas poderia ter mais ainda!!! :lol::lol::lol::lol::lol::lol:

Edu Brasilis
February 16th, 2012, 10:01 PM
Ministro das Relações Exteriores alemão elogia economia brasileira

MSN

O ministro alemão de Relações Exteriores, Guido Westerwelle, disse nesta terça-feira em São Paulo que o Brasil tem uma história de sucesso e reconheceu que a Alemanha e a Europa subestimaram a América Latina.
'Tenho convicção de que a região foi subestimada', disse o chefe da diplomacia alemã durante a inauguração do Centro Alemão de Inovação e Ciência (DWIH), em São Paulo.
Westerwelle acrescentou que o país é 'dinâmico' e afirmou que o Brasil e a Alemanha são 'sócios naturais'. Além disso, assegurou que ambos compartilham da mesma visão de 'liberdade, dignidade do ser humano, estado de direito e democracia'.
O ministro ressaltou a importância que tem para uma economia o capital humano ao dizer que 'a matéria-prima de nossos tempos não está no subsolo, mas é a matéria-prima de nossas mentes'.
Além disso, explicou que o Centro, que além de São Paulo também funciona em Nova York, Moscou e Tóquio, e está sendo construído em Nova Délhi e no Cairo, apoia a cooperação nos setores de educação, formação profissional, ciência e pesquisa.
O ministro lembrou ainda que São Paulo tem a maior concentração de indústrias alemães que investem em pesquisa fora do país europeu.
Já o diretor da Confederação de Câmaras de Indústria e Comércio Alemãs (DIHK), Martin Wansleben, disse que a cidade é uma 'vitrine para o mundo'.
O presidente da Câmara Brasil-Alemanha, Weber Porto, salientou que o Centro será um 'catalisador da troca entre os dois países, não só entre instituições de pesquisa, mas também de pequenas e médias empresas'.
Para Porto, a crise internacional tem impacto em todo o mundo, mas ressaltou a força do mercado interno brasileiro como um dos elementos que atenuam o impacto da recessão no país.
Após a inauguração do Centro Alemão de Inovação e Ciência, Westerwelle e a delegação alemã irão para o Rio de Janeiro, onde encerrarão sua viagem ao Brasil.
Nesta segunda-feira, o ministro se reuniu em Brasília como o chanceler brasileiro, Antonio Patriota, num encontro que serviu de preparação para a visita que a presidente Dilma Rousseff fará à Alemanha em março.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16164&c=11&lang=1


ps1.: eu sempre fico com um sorriso no rosto quando tomo ciência de uma boa informação sobre P&D em nosso estado!!

ps2.: adorei a ordem de prioridade da visita: 1o. SP, 2o. RJ e 3o. DF ehehehe......


De acordo com a notícia, primeiro foi DF, depois SP e então RJ...

zolin
February 16th, 2012, 10:54 PM
Sim. Mas mesmo assim seria difícil atrair esse tipo de investimento. A Honda já possui fábricas na região, e a esmagadora maioria do mercado consumidor(e também das concessionárias da marca) encontra-se num raio de 200km da cidade onde vai ser instalada o CD. Acho que a eventual isenção fiscal que poderia ocorrer no oeste paulista para atrair esse investimento não compensaria os custos logísticos.

bom exemplo...

:banana:

tchelllo
February 17th, 2012, 12:20 AM
ps2.: adorei a ordem de prioridade da visita: 1o. SP, 2o. RJ e 3o. DF ehehehe......


Independente da prioridade da visita, SP é nada menos que o lugar que mais possui sedes de empresas alemãs fora da alemanha não? Logo, eles sabem a nossa importância... :-)

Godfall
February 17th, 2012, 12:56 PM
SP lança edital para obras no Parque Tecnológico de Ribeirão Preto

Estão previstos recursos de R$ 11,2 mi; em empreendimentos em todo o Estado já foram investidos mais de R$ 77 mi
O governador Geraldo Alckmin lançou nesta quarta-feira, 15, o edital de licitação para obras no Parque Tecnológico de Ribeirão Preto. A intervenção prevê a construção dos dois blocos de edifícios, correspondentes ao Centro de Desenvolvimento e Inovação Aplicada em Equipamentos Médico-Hospitalares e Odontológicos (CEDIMA) e à Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (SUPERA).

"O parque é dentro do campus da USP, é um dos maiores campi da universidade, com 5,6 milhões de m². Então não há dúvida de que ele vai atrair muitas empresas para fazer pesquisa, inovação e crescer em Ribeirão Preto, além de dar oportunidade às pequenas empresas, através da incubadora", afirmou o governador.

O total de investimentos previstos é de R$ 11,2 milhões. Esses recursos provêm da SDECT e USP. A Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto ficará responsável pela infraestrutura de acesso, água, esgoto e outros serviços públicos. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paulo Alexandre Barbosa e o reitor da Universidade de São Paulo (USP), João Grandino Rodas, também participaram do evento.

Sobre o Parque Tecnológico de Ribeirão Preto

A vocação é direcionada a equipamentos médico-hospitalares, biotecnologia, fármacos, cosméticos, bioenergia e tecnologia da informação e comunicação (TIC). Ele é instalado em um terreno de 300 mil m² dentro do campus da USP - que compreende uma área total de 5 milhões de m², no bairro Monte Alegre.

"As empresas que forem para o parque tecnológico terão incentivo de crédito, incentivo fiscal, de retirada de carga tributária, e utilização de créditos de ICMS para os investimentos. A vocação do parque tecnológico de Ribeirão será voltada à biotecnologia, às indústrias farmacêutica, química, de medicamentos, hospitalar, odontológica, médica, além da área de tecnologia de informação e comunicação, enfim, um leque muito grande", enumerou o governador.

Entre os objetivos da iniciativa estão: o fortalecimento da indústria local de equipamentos médicos, hospitalares e odontológicos (EMHO); a atração de empresas e o estímulo ao surgimento de start ups, na área de Biotecnologia; o fortalecimento das indústrias locais e outras relacionadas às áreas de pesquisa das universidades e institutos da região; o incentivo para a criação de novas empresas de base tecnológica; o fornecimento de soluções científicas e tecnológicas nas áreas de Saúde, Biotecnologia e TIC e promoção do crescimento do setor produtivo local e do desenvolvimento econômico regional.

Além do núcleo administrativo, centro empresarial, escola de formação tecnológica, laboratórios da Usp e de outras universidades da região, o Parque contará com três espaços prioritários. Entre eles: Centro de Desenvolvimento e Inovação Aplicada em Equipamentos Médico-Hospitalares e Odontológicos (CEDINA) - oferecerá infraestrutura, serviços técnicos, tecnológicos e de capacitação específicos para áreas de equipamentos médico-hospitalares (incluindo certificação), biotecnologia, fármacos, medicamentos e cosméticos, o que o torna único no Brasil.

A Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (SUPERA) visa a criação, desenvolvimento e aprimoramento de micro e pequenas empresas de base tecnológica, desde a prospecção de projetos até a graduação de negócios. A incubadora recebeu da ANPROTEC o prêmio pelo Melhor Projeto de Promoção da Cultura do Empreendedorismo Inovador de 2007 e o prêmio de Melhor Incubadora do Sudeste em 2010.

Para a instalação de empresas, será cedida área por instrumento contratual, a título oneroso e por prazo determinado.

Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec)

Criado em 2003, o SPTec oferece apoio e suporte aos parques tecnológicos, com o objetivo de atrair investimentos e gerar novas empresas intensivas em conhecimento ou de base tecnológica, que promovam o desenvolvimento econômico, científico e sustentável do Estado. De 2003 a 2010, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) repassou mais de R$ 53 milhões na realização de obras e estudos para a implantação de parques tecnológicos. Em 2011, os cinco convênios firmados totalizaram mais de R$ 24,3 milhões.

No Estado de São Paulo existem 30 iniciativas para implantação de Parques tecnológicos. Dessas 11 em discussão e 19 já credenciadas no SPTec, sendo uma com credenciamento definitivo: Parque Tecnológico de São José dos Campos e outras 18 com credenciamento provisório: Araçatuba, Barretos, Botucatu, Campinas (três iniciativas: Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp, CPqD e CTI-TEC), Ilha Solteira, Mackenzie-Tamboré, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, ParqTec São Carlos, EcoTecnológico Damha São Carlos , São José do Rio Preto, São Paulo (duas iniciativas: Jaguaré e Zona Leste) e Sorocaba.

Como fazer parte do SPTec

Para a obtenção do credenciamento provisório no sistema, o interessado (prefeitura ou entidade gestora) deve enviar a SDCET: comprovação de propriedade de uma área de no mínimo 200 mil m²; documento manifestando o apoio à implantação do parque subscrito por empresas locais, bem como centros e instituições de ensino e pesquisa; apresentação de projeto básico do empreendimento, contendo o esboço do projeto urbanístico e estudos prévios de viabilidade econômica, financeira e técnico-científica e a apresentação de requerimento por parte da pessoa jurídica justificando o pleito. Após a aprovação dos documentos, o credenciamento é efetuado por meio de uma resolução válida por dois anos.

http://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/lenoticia.php?id=217723

Godfall
February 17th, 2012, 12:58 PM
Desculpem-me, eu não li corretamente a reportagem sobre a visita alemã....


Mas só corroborando o que o Tchello disse, SP é o maior parque industrial da Alemanha fora da Alemanha.

Godfall
February 17th, 2012, 02:15 PM
A Duratex voltou atrás e confirmou o investimento em Itapetininga!!

Duratex prevê investimentos adicionais de R$ 650 milhões em 2012

Por Chiara Quintão | Valor
SÃO PAULO - A Duratex prevê investimentos adicionais de cerca de R$ 650 milhões em 2012. Os aportes serão direcionados para concluir as obras civis e a montagem dos equipamentos da nova linha de MDF em implantação na unidade de Itapetininga (SP). Essa linha tem começará a operar no início do próximo ano e terá capacidade anual de 520 mil metros cúbicos.
Os recursos irão também para plantio de árvores e para manter a base florestal que a empresa já possui. A Duratex vai destinar aportes ainda para finalizar e inaugurar a nova unidade de louças sanitárias em Queimados (RJ) no segundo semestre.
Em relatório, a empresa informa que dará continuidade ao seu plano de expansão da capacidade produtiva mesmo com os desafios em função “dos possíveis desdobramentos da grave crise de liquidez existente nos países do bloco europeu”. No ano passado, os investimentos somaram R$ 635,8 milhões.

http://www.valor.com.br/empresas/2535210/duratex-preve-investimentos-adicionais-de-r-650-milhoes-em-2012

:cheers:

zolin
February 18th, 2012, 01:58 AM
bom a confirmação deste investimento...

Robson_Lima
February 18th, 2012, 03:51 PM
Sorocaba representará o Brasil no forum mundial das águas.

HjZJx5vWGyE&list=UUur9ivUvAyZQRl-F97IixTg&index=5&feature=plcp
http://www.youtube.com/watch?v=HjZJx5vWGyE&list=UUur9ivUvAyZQRl-F97IixTg&index=5&feature=plcp

WalPaulista
February 19th, 2012, 10:13 PM
Austríacos, suíços, escandinavos (incluindo finlandeses), ingleses e franceses, belgas, holandeses... todos os povos que sempre fizeram bonito na imigração para São Paulo eu adoraria receber.

Nâo vejo porque não?

WalPaulista
February 19th, 2012, 10:59 PM
[QUOTE=WalPaulista;88702291]Austríacos, suíços, escandinavos (incluindo finlandeses), ingleses e franceses, belgas, holandeses... todos os povos que sempre fizeram bonito na imigração para São Paulo eu adoraria receber.^

Por que, tem notícias de pessoas dessa região vindo para cá?

Jundiaiense da Silva
February 20th, 2012, 01:49 AM
[QUOTE=WalPaulista;88702291]Austríacos, suíços, escandinavos (incluindo finlandeses), ingleses e franceses, belgas, holandeses... todos os povos que sempre fizeram bonito na imigração para São Paulo eu adoraria receber.^

Por que, tem notícias de pessoas dessa região vindo para cá?

Acredito que ele tenha se referido ao fato que austríacos e alguns suíços - como os de Zurich - são historica, etnica e linguisticamente ligados ao povo alemão. Ou seja, não são 'made in Germany' como você sugeriu ao falar sobre a comitiva alemã, mas quebram o galho. :lol:

WalPaulista
February 21st, 2012, 05:22 PM
Na verdade eu considero os austríacos e suíços alemães com outro nome.

Godfall
February 22nd, 2012, 11:39 PM
Eike anuncia que nova fábrica da Foxconn terá sede em Minas Gerais
Autor(es): Agência O Globo:Lino Rodrigues
O Globo - 16/02/2012
BNDES teria interesse no negócio. Para ONG, tédio causou suicídios na China


SÃO PAULO e PEQUIM. O empresário Eike Batista, dono do grupo EBX e homem mais rico do país, disse ontem que a fábrica de telas sensíveis ao toque que será montada em sociedade com a taiwanesa Foxconn terá sede em Minas Gerais. Segundo ele, que não especificou a cidade, os estudos estão em fase adiantada e, além da EBX e da Foxconn, o BNDES mostrou interesse no negócio.

O investimento previsto é de US$ 2,5 bilhões.

Eike não deu detalhes sobre o montante que será investido pelo que ele chamou de consórcio brasileiro. Mas disse que os brasileiros terão uma participação de 60% no empreendimento. Para ele, os atuais parceiros são suficientes, embora não tenha descartado outros investidores.

— Por enquanto, nós (EBX) e a Foxconn estamos tocando esse negócio. O BNDES já disse que quer entrar — afirmou Eike, antes de participar do evento CEO Conference, organizado pelo BTG Pactual para investidores.

Eike contou que na conversa que teve com o diretor-executivo da Apple, Tim Cook, no início do mês, a parceria com a maior fabricante mundial de componentes eletrônicos foi aprovada.

Além de ter ficado feliz com a sociedade, Cook teria dito que, em breve, montará lojas no Brasil.

— Ele (Cook) me disse que ficou muito feliz em saber que estamos fazendo essa parceria com a Foxconn — disse Eike, lembrando que todo o esforço da taiwanesa e de outras multinacionais que estão se instalando no Brasil é para fugir das alíquotas de importação.

O projeto da Foxconn no Brasil, anunciado no ano passado, prevê US$ 12,5 bilhões em investimentos no país. No Brasil desde 2003, a empresa taiwanesa possui quatro fábricas em território brasileiro e, além da Apple, produz equipamentos para multinacionais como Sony, Nokia e Dell. As telas que serão produzidas na unidade de Minas Gerais, afirmou Eike, não serão destinadas apenas à Apple.

Mas as condições de trabalho nas fábricas chinesas onde iPads e iPhones são produzidos são melhores do que em unidades têxteis e demais instalações na China, segundo uma associação sem fins lucrativos que investiga o assunto. Auret van Heerden, presidente da Fair Labor Association (FLA), não apresentou conclusões imediatas, mas assinalou que tédio e alienação podem ter contribuído para o estresse que levou alguns funcionários da Foxconn ao suicídio.

A FLA estuda as condições de trabalho nos oito maiores fornecedores da Apple na China, após relatos de suicídios, uma explosões e condições de escravidão envolvendo a Foxconn.

Após as primeiras visitas à empresa — que fabrica 70% dos produtos Apple — , Heerden disse que as instalações são de primeira classe e que as condições físicas são bem acima da média.

"Fiquei surpreso ao entrar no pátio da Foxconn, quão tranquilo ele é comparado a uma fábrica de roupas", disse. "Então os problemas não envolvem o ambiente nocivo de uma unidade têxtil.

É mais uma questão de monotonia, tédio e, talvez, alienação." Além da Foxconn, investigadores da FLA — que lida com suicídios na China desde os anos 1990 — visitarão instalações, como de Quanta, Pegatron e Wintek.


http://oglobo.globo.com/tecnologia/fabrica-da-foxconn-em-mg-tera-producao-de-telas-para-tv-tablet-3995800

Godfall
February 22nd, 2012, 11:40 PM
Bem, agora sabemos que uma das fábricas irá para MG.

Veremos o que será das outras.

Godfall
February 22nd, 2012, 11:42 PM
Aliás, passarinhos verdes me contaram nesse fds que a siderúrgica mexicana comprou um enorme terreno no bairro industrial de pindamonhangaba para as suas futuras instalações...

zolin
February 22nd, 2012, 11:47 PM
Bem, agora sabemos que uma das fábricas irá para MG.

Veremos o que será das outras.

:ohno::ohno:

como ele é do Rio...
as outras vão para lá .....

:ohno::ohno:

Godfall
February 23rd, 2012, 12:05 AM
as coisas não são tão simples assim.....mas enfim...

Godfall
February 23rd, 2012, 12:07 AM
Scania ampliará distribuição com novo centro logístico no Brasil

As novas instalações ficarão em Campinas, no Estado de São Paulo, e permitirão aumentar a capacidade em 60%, segundo a companhia

A fabricante de caminhões sueca Scania anunciou nesta quarta-feira que investirá o equivalente a 45 milhões de euros, cerca de R$ 102,3 milhões, para elevar a capacidade de distribuição, incluindo a construção de um novo centro logístico no Brasil.


Foto: Getty ImagesAmpliar
Scania vai investir R$ 102 milhões para elevar a capacidade de distribuição e construir um novo centro logístico no Brasil
Com 16 mil metros quadrados, as novas instalações ficarão em Campinas, no Estado de São Paulo, e permitirão aumentar a capacidade de distribuição na América do Sul em 60%, detalhou a empresa sueca em comunicado.

Até agora, o fornecimento de peças na região era feito a partir de um centro situado junto à fábrica em São Paulo. A Scania vai ampliar ainda o centro de distribuição de Opglabbeek (Bélgica) com prédio anexo de 36,5 mil metros quadrados.

As novas instalações na Europa e na América do Sul devem entrar em atividade no primeiro trimestre de 2013. "O investimento é feito para que continuemos garantindo a máxima disponibilidade de peças para o crescente número de veículos da Scania na estrada", assinalou no comunicado Jan Andries Oldenkamp, à frente da divisão de logística da firma sueca.

http://economia.ig.com.br/empresas/industria/scania-ampliara-distribuicao-com-novo-centro-logistico-no-brasil/n1597647625529.html

Hello_World
February 23rd, 2012, 12:25 AM
^^
pelo que li na notícia postada no thread da RMC o local escolhido foi Vinhedo.

arthur.leao
February 23rd, 2012, 01:29 AM
Aliás, passarinhos verdes me contaram nesse fds que a siderúrgica mexicana comprou um enorme terreno no bairro industrial de pindamonhangaba para as suas futuras instalações...

Já não é antigo isso?


Pinda confirma acertos finais para instalação de siderúrgica mexicana

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pindamonhangaba confirma que uma grande empresa dor ramo de siderurgia vai se instalar no município. Após todos os trâmites necessários, o grupo de investidores liberou a informação de que a empresa GV do Brasil vai mesmo construir uma planta no Vale do Paraíba

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Álvaro Staut Neto, as negociações tiveram início no dia 16 de abril de 2010, e em 23 de novembro do mesmo ano, foi assinado o protocolo de intenções. “Foi uma negociação demorada porque implicou em estudos técnicos, mas enfim, o acordo foi fechado. Eles compraram uma área de 1,3 milhões de m², sendo a escritura lavrada e registrada em cartório no dia 15 de agosto deste ano.”, confirmou Staut.

Ainda segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, com a liberação dos laudos da Cetesb e outras documentações, o serviço de terraplanagem já poderá ser iniciado na próxima semana. ‘Por ser uma indústria de base, a expectativa é que a vinda dessa siderúrgica crie em seu entorno um complexo de outras empresas menores, que lhe darão sustentação, além de outros serviços como transporte e logística.’, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico.

A planta da siderúrgica GV do Brasil vai aportar em Pindamonhangaba um investimento próximo de R$ 600 milhões, e vai gerar 700 empregos diretos. A área construída será de 150 mil m² e o faturamento anual previsto é de R$ 1,4 milhões.

fonte: http://asemexbra.com.br/pinda-confirma-acertos-finais-para-instalacao-de-siderurgica-mexicana/

Observação: ele provavelmente quis dizer bilhões, e não milhões no fim do texto.

WalPaulista
February 23rd, 2012, 03:05 PM
São Paulo lo lo lo!!!

Eu estava pensando hoje: já pensou como seria monótono esse fórum se fosse durante os anos 80?

Ainda bem que ele existe nesse momento ótimo que São Paulo está vivendo!

WalPaulista
February 23rd, 2012, 03:07 PM
Você tem parentes da Áustria e da Suíça?

Com relação a alemães com outro nome, é uma brincadeira pela parte étnica, já que se eu dissesse para um holandês, austríaco ou suíço uma coisa dessas eu receberia um poker face. :)

Loro.
February 23rd, 2012, 05:39 PM
Pinda confirma acertos finais para instalação de siderúrgica mexicana

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pindamonhangaba confirma que uma grande empresa dor ramo de siderurgia vai se instalar no município. Após todos os trâmites necessários, o grupo de investidores liberou a informação de que a empresa GV do Brasil vai mesmo construir uma planta no Vale do Paraíba

Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Álvaro Staut Neto, as negociações tiveram início no dia 16 de abril de 2010, e em 23 de novembro do mesmo ano, foi assinado o protocolo de intenções. “Foi uma negociação demorada porque implicou em estudos técnicos, mas enfim, o acordo foi fechado. Eles compraram uma área de 1,3 milhões de m², sendo a escritura lavrada e registrada em cartório no dia 15 de agosto deste ano.”, confirmou Staut.

Ainda segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, com a liberação dos laudos da Cetesb e outras documentações, o serviço de terraplanagem já poderá ser iniciado na próxima semana. ‘Por ser uma indústria de base, a expectativa é que a vinda dessa siderúrgica crie em seu entorno um complexo de outras empresas menores, que lhe darão sustentação, além de outros serviços como transporte e logística.’, disse o secretário de Desenvolvimento Econômico.

A planta da siderúrgica GV do Brasil vai aportar em Pindamonhangaba um investimento próximo de R$ 600 milhões, e vai gerar 700 empregos diretos. A área construída será de 150 mil m² e o faturamento anual previsto é de R$ 1,4 milhões.

fonte: http://asemexbra.com.br/pinda-confirma-acertos-finais-para-instalacao-de-siderurgica-mexicana/


Excelente! :cheers1:

Godfall
February 23rd, 2012, 06:46 PM
Em relação aos investimentos em Pinda eu não me lembrava que a notícia postada anteriormente já trazia a informação sobre o terreno da Simec.


Sobre a minha árvore genealógica eu posso dizer que parte da minha família fugiu da Alemanha porque entre os anos de 1939 e 1945 as pessoas da minha religião ganhavam bilhetes de trens só de ida para campos de "recreação"....



ps.: agora que eu percebi, se fosse um cara mais religioso teria de colocar G'dfall eheheheh.....desculpem-me....piadinha interna.....

Godfall
February 23rd, 2012, 06:52 PM
Meritor inaugura centro de operações em Barueri/SP

Portal O Mecânico

Para aumentar sua capacidade logística, a divisão de aftermarket da Meritor transferiu seu centro de distribuição de peças para Barueri/SP. O novo galpão começou a operar neste mês de fereveiro, tem 5 mil m² e mais de 3,5 mil posições de armazenamento. Segundo a Meritor, o projeto levou oito meses para ser concluído e recebeu um investimento de R$ 1,7 milhão em infraestrutura.

Para Ângelo Morino, diretor de aftermarket da Meritor na América Latina, entre os benefícios e qualidades do novo centro de distribuição estão melhor fluxo de recebimento e carregamento de materiais, redução de custo de logística, atendimento mais ágil aos clientes e maior capacidade de armazenamento, já preparada para uma futura expansão dos negócios na linha de remanufaturados.

O galpão também possui soluções ecológicas, como o reaproveitamento de água pluvial e aproveitamento de iluminação natural do sol visando a redução do consumo de energia elétrica. Ângelo também ressalta que a nova operação está alinhada com a estratégia global de aftermarket da empresa, adotada também na Índia, China e Austrália, que, de acordo com ele, permite acelerar o atendimento e até antecipar as necessidades dos clientes.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16176&c=11&lang=1

Godfall
February 23rd, 2012, 06:53 PM
GE lança projeto de biogás no Brasil

Brasil Econômico

Combustível obtido através de resíduos orgânicos gera energia e reduz gastos em indústrias

A GE Energy, braço do segmento de energia do conglomerado americano, coloca em operação no mercado brasileiro um projeto pioneiro na América Latina cujo equipamento desenvolvido pela companhia utiliza biogás como combustível. A iniciativa é voltada principalmente para unidades produtivas que geram resíduos orgânicos, que são transformados em energia elétrica e vapor através da tecnologia desenvolvida pela empresa americana.

Entre os benefícios, está a redução dos gastos com eletricidade e gás natural, além da diminuição da emissão de gás carbônico durante o processo produtivo. O primeiro projeto de cogeração de energia a entrarem operação no mercado latino-americano foi instalado na fábrica da Bio Springer Brasil, especializada na produção de matéria-prima alimentícia à base de levedura, que fica na cidade de Valinhos, no interior de São Paulo. A GE comercializa os equipamentos no mercado em conjunto com a empresa espanhola Lonjas, especializada em projetos de engenharia e construção para unidades produtivas e que é parceira da companhia no mercado europeu desde a década de 90.

O valor do contrato foi de US$ 500 mil (cerca de R$ 860 mil) “Temos uma expectativa muito grande com essa área pois o potencial com essa fonte de energia na América Latina é muito grande”, afirma Wendell Oliveira, diretor executivo da divisão de motores a gás da GE. A expectativa da GE é fechar mais três projetos de cogeração de energia a biogás até o meio desse ano. Além do mercado brasileiro, a companhia cita Chile e Colômbia como potenciais mercados para a iniciativa.

Por conta das diferentes demandas que podem surgir na área, a GE conta com umportfólio de cinco equipamentos cujas capacidades de geração de energia variam de 300 quilowatts a 9,5 megawatts (potência suficiente para abastecer uma cidade de 80 mil habitantes). “A utilização de cada modelo depende da aplicação e tamanho do projeto”, diz o diretor da GE.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16175&c=6&lang=1

Godfall
February 23rd, 2012, 06:54 PM
USP é universidade que mais forma doutores no mundo

Agência Fapesp

A Universidade de São Paulo (USP) é a universidade que mais forma doutores mundialmente. A constatação é do Ranking Acadêmico de Universidades do Mundo (ARWU, na sigla em inglês) por indicadores, elaborado pelo Centro de Universidades de Classe Mundial (CWCU) e pelo Instituto de Educação Superior da Universidade Jiao Tong, em Xangai, na China, que aponta a universidade paulista como a primeira colocada em número de doutorados defendidos entre 682 instituições globais.

O ranking também indica a USP como a terceira colocada em verba anual para pesquisa, entre 637 universidades, além de a quinta em número de artigos científicos publicados, entre 1.181 instituições em todo o mundo, e a 21ª em porcentagem de professores com doutorado em um universo de 286 universidades.

Na avaliação de Vahan Agopyan, pró-reitor de Pós-Graduação da USP e membro do Conselho Superior da FAPESP, a liderança mundial na formação de doutores, apontada pelo levantamento global, deve-se à tradição da pós-graduação da USP no Brasil.

Em 1965, quando foram definidas as novas diretrizes da pós-graduação no país, baseadas no trabalho de Newton Sucupira (1920-2007) – responsável pela criação do Conselho Federal de Educação, atualmente Conselho Nacional de Educação – a USP já possuía um número muito expressivo de docentes com doutorado, e se destacou como a universidade que viria a suprir a demanda do país por mestres e doutores.

“Nas décadas de 1970 e 1980, praticamente metade dos doutorados no Brasil eram realizados na USP, e hoje mais de 20% dos pós-graduandos no país também obtém o título de doutor aqui. Isso permitiu que a universidade se tornasse um grande centro mundial de pós-graduação, agora confirmado por esse ranking internacional”, disse Agopyan à Agência FAPESP.

Nos últimos dez anos tem diminuído o número de mestrandos e de doutorandos na USP. Em 2011, pela primeira vez o número de doutorandos na universidade, que celebrou em agosto a concessão de 100 mil títulos de pós-graduação, foi maior que o de mestrandos.

“É um reflexo do aumento no número de programas de mestrado oferecidos em todo o país. Em função disso, os pós-graduandos estão preferindo realizar mestrado em sua própria região e procuram a USP para fazer doutorado ou alguma outra atividade mais especial”, avaliou Agopyan.

Por outro lado, o número de estudantes de pós-graduação da USP tem se mantido estável nos últimos anos. Atualmente, a universidade conta com cerca de 23 mil alunos de pós-graduação stricto-sensu e titulou 2.192 doutores e 3.376 mestres em 2011 – números que oscilaram pouco nos últimos 15 anos.

“Nós já somos grandes e estamos trabalhando no máximo da nossa capacidade há vários anos. Cada um dos nossos docentes tem, em média, mais de cinco orientandos, que é um número elevadíssimo”, afirmou Agopyan.

Segundo o pró-reitor, esse fenômeno também é comum às principais universidades no mundo, como as norte-americanas, europeias e chinesas listadas no ranking, cujo número de pós-graduandos também está bastante estável e seus programas de pós-graduação operam no limite de suas capacidades.

Um dos fatores atribuídos por Agopyan para a USP continuar liderando a formação de doutores é a atuação da universidade em todas as áreas do conhecimento, sendo que as universidades no exterior normalmente têm algumas áreas de especialidade. “Somos uma instituição pluridisciplinar”, destacou.

Na avaliação de Agopyan, o desafio agora é ser não apenas a maior, mas a melhor em formação de doutores no mundo. Para isso, a USP tem buscado padrões internacionais de qualidade, por meio da promoção da mobilidade de seus docentes e alunos para outros países, da avaliação e do apoio aos seus programas de pós-graduação. “Não queremos apenas quantidade, mas sim qualidade”, afirmou.

A FAPESP desembolsou R$ 277,3 milhões em 2010 com Bolsas no país, dentro de seu Programa de Bolsas. Desse total, por vínculo institucional do pesquisador responsável pelo projeto ou do bolsista, a USP recebeu R$ 132,7 milhões (ou 47,87%). Em 2010, a FAPESP concedeu 1.362 bolsas de Doutorado e Doutorado Direto.

Destaques das universidades paulistas

Além da USP, o ranking elaborado pela CWCU apontou a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como a 38ª colocada em número de doutorados defendidos, a 138ª em número de artigos publicados e a 62ª em percentual de professores com doutorado.

Por sua vez, a Universidade Estadual Paulista (Unesp) obteve a 55ª posição em doutorados concedidos, a 150ª colocação em número de artigos publicados e o 31º lugar em percentual de professores com título de doutor.

Um outro ranking divulgado em janeiro, o Web of the World Universities, conhecido como Webometrics, que mede a visibilidade das universidades nos principais mecanismos de busca da internet, apontou a USP como a 20ª colocada e a primeira da América Latina, seguida na região pela Universidade Nacional Autônoma do México, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a Unesp. A Unicamp obteve a 9ª colocação entre as universidades latino-americanas.

Outras universidades brasileiras que figuram entre as dez mais bem colocadas no ranking latino americano são a Universidade Federal de Santa Catarina, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Universidade de Brasília e a Universidade Federal do Paraná.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16177&c=6&lang=1

Godfall
February 24th, 2012, 04:37 AM
A notícia é mais antiga, mas interessante:

Inaugurações impulsionam Programa Nuclear da Marinha


20/02/2012 — O Programa Nuclear da Marinha ganhou impulso com a inauguração, ontem (16/01), da Unidade Produtora de Hexafluoreto de Urânio (Usexa) e do Centro de Instrução e Adestramento Nuclear (Ciana), nas dependências do Centro Experimental Aramar (CEA), em Sorocaba (SP).

A cerimônia contou com as presenças do ministro de Ciência e Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp; do comandante da Marinha, almirante-de-esquadra Julio Soares Moura Neto, e do diretor-geral do Material da Marinha, almirante-de-esquadra Arthur Pires Ramos.

A inauguração da Usexa e do Ciana estabelece um marco para o país no processo de enriquecimento de urânio, possibilitando a produção de combustível nuclear para as usinas de geração de energia.

A Usexa é uma unidade piloto onde se obtém hexafluoreto de urânio nuclearmente puro, por meio da conversão do concentrado de urânio natural. Em síntese, produz-se a matéria prima para a etapa de enriquecimento de urânio, para produzir combustível nuclear para usinas como as de Angra.

A unidade está dimensionada para processar 40 toneladas de hexafluoreto de urânio e é uma das poucas instalações comissionadas recentemente no mundo. Os trabalhos técnicos e projetos de sistemas embasaram-se em estudos e pesquisas feitas no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) nos anos 1990, acrescendo-se instrumentação, materiais e dispositivos eletrônicos atualizados e engenharia para aumento de escala.

A unidade apresenta um índice de nacionalização de cerca de 80%, gerando empregos de nível médio e superior, na sua maioria, na região de São Paulo e Sorocaba.

Instrução e adestramento

O Ciana funciona como uma espécie de simulador destinado a capacitar alunos para a obtenção da licença de operação do Laboratório de Geração Núcleoelétrica (Labgene), uma planta nuclear projetada por brasileiros, que deve ser inaugurada em Aramar em 2014.

O centro servirá para a formação de operadores do Labgene e das tripulações dos futuros submarinos nucleares brasileiros (SN-BR). A instrução será supervisionada pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), que aplicará provas teóricas e práticas aos alunos.



http://www.naval.com.br/blog/#axzz1nAzN26Xl

Godfall
February 24th, 2012, 12:35 PM
GM vai investir R$ 710 milhões em fábrica de transmissões em Joinville


Automóveis. Segundo a montadora, recursos já fazem parte do novo plano de investimentos do grupo para o Brasil, cujo número final ainda está sendo discutido com a matriz, nos EUA: nova fábrica deve abastecer o mercado interno e exportar para a Europa

A General Motors confirmou ontem a construção de uma segunda unidade em Joinville (SC), para a produção de transmissões, com início de atividades em 2014. O custo do projeto, de R$ 710 milhões, já faz parte do novo pacote de investimento que a empresa anunciará em breve para ser aplicado a partir de 2013. O plano quinquenal atual, de R$ 5 bilhões, se encerra neste ano.

(...)

O programa em andamento, de R$ 5 bilhões, foi usado para a renovação de toda a linha de produtos da marca, que será concluída neste ano com seis lançamentos. Parte do aporte também foi dedicado à ampliação das fábricas de automóveis de Gravataí (RS), São Caetano do Sul e São José dos Campos e da unidade de componentes de Mogi das Cruzes (SP).

A fábrica de São Caetano, a mais antiga do grupo, terá a capacidade ampliada de 220 mil para 280 mil carros ao ano. A de Gravataí, a mais jovem, será ampliada de 240 mil para 350 mil veículos ao ano. A GM produz no Brasil atualmente os modelos Celta, Prisma, Corsa, Cobalt, Meriva, Cruze, Zafira, Montana, S10 e Blazer. Dessa lista, Celta, Prisma e Blazer devem ser substituídos por modelos totalmente novos. (...)"

http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,gm-vai-investir-r-710-milhoes-em-fabrica-de-transmissoes-em-joinville-,839794,0.htm

ps1: isso mostra a diferença do modelo de investimento no resto do brasil e em sp. como temos um parque industrial muito maior do que os outros os investimentos tendem a ir para as unidades já instaladas não havendo a necessidade de uma nova (mas claro que isso é uma generalização).


ps2: como eu já tinha cantado a bola, o fato de SC ter bauxita, portos em excelentes condições e mão de obra qualificada fez do estado uma alternativa interessante para o setor automobilístico. E não dá nem para usar a tese da conspiração política, pois o governo de SC não tem nenhuma expressão no cenário político nacional. Como diria o meu amigo Ricardo, é uma questão de vantagens comparativas...

Godfall
February 24th, 2012, 01:08 PM
Grupo finlandês monta fábrica de pontes-rolantes em Sorocaba

Valor Econômico

A finlandesa Konecranes pôs o Brasil no topo das prioridades da empresa, uma das maiores fabricantes mundiais de equipamentos de elevação. "O Brasil é um dos cinco primeiros na lista de países nos quais estamos investindo", diz Pekka Lundmark, presidente da Konecranes. A empresa investiu em uma fábrica em Sorocaba (SP) que começou a produzir, em janeiro, pontes-rolantes, equipamento de elevação utilizado pela indústria. A fábrica, com capacidade de produzir até 250 pontes-rolantes por ano, ainda vai ser oficialmente inaugurada, mas a data não está marcada.

A fábrica foi montada a partir da compra de equipamentos novos e vai fornecer pontes-rolantes com capacidade de elevação de até 80 toneladas. A empresa não divulga o valor investido. Até investir na fábrica brasileira, a Konecranes tinha no Brasil um escritório comercial e de serviços aberto em 2008.

Em Sorocaba, serão fabricadas as estruturas metálicas das pontes-rolantes. Os principais componentes dessas pontes serão importados de outras unidades fora do Brasil. A empresa também vai trabalhar em parceria com fabricantes brasileiros subcontratados na parte de fabricação de estruturas metálicas, as quais passam por um processo de montagem dos componentes importados.

Com sede em Hyvinkää, no interior da Finlândia, a Konecranes registrou vendas de € 1,9 bilhão no ano passado, com alta de 23% sobre 2010. Cerca de 60% do negócio da empresa corresponde aos equipamentos de elevação enquanto 40% relacionam-se com a prestação de serviços. A Konecranes tem em suas operações globais cerca de 400 mil equipamentos de elevação sob manutenção, dos quais 75% foram construídos por outros fabricantes. É um indicativo da importância dos serviços para esta companhia. "Vejo potencial para o crescimento dos serviços também no Brasil", diz Lundmark.

O executivo afirma que a fábrica brasileira vai atender as exigências de conteúdo local para habilitar-se, como fornecedora, às linhas de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Wagner Barbosa, diretor-presidente da Konecranes no Brasil, diz que a empresa está em fase final do processo de aprovação do credenciamento junto ao BNDES para ser uma fornecedora da linha de financiamento Finame. Aprovado o processo pelo banco, os clientes da Konecranes vão poder utilizar a Finame para financiar a compra dos equipamentos fabricados em Sorocaba.

Lundmark esteve no Brasil, na semana passada, como integrante da delegação empresarial liderada pelo primeiro-ministro finlandês, Jyrki Katainen. Ele afirma que a fábrica de Sorocaba poderá ser ampliada, o que depende do desenvolvimento do mercado, mas ainda não há decisão tomada sobre o assunto.

"Quando olhamos as oportunidades de crescimento, fica claro que o Brasil é um dos cinco primeiros da lista", diz Lundmark. Os outros países são China, Índia, Rússia e Indonésia. A empresa também considera regiões como um todo e, neste caso, dá atenção ao Oriente Médio.

A América do Sul responde por menos de 10% das vendas globais da Konecranes. E, deste total, o mercado brasileiro é responsável por cerca de dois terços. O Brasil, portanto, é um mercado de menos de 100 milhões de euros em vendas anuais para a empresa, mas Lundmark entende que há potencial para aumentar essa cifra. Europa, Oriente Médio e África responderam por cerca de 50% das vendas da empresa e a Ásia por 21%, em 2011.

Lundmark diz que a meta da companhia é alcançar participação de mercado global de 30%, entre equipamentos e serviços, mas não há data para atingir esse percentual. A participação atual da empresa é de 16% quando se combina a venda de equipamentos e a prestação de serviços para o setor.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16182&c=11&lang=1

Dom Drácula
February 24th, 2012, 03:19 PM
Governo japonês vai financiar programa de redução de perdas de água da Sabesp

País deve investir US$ 440 milhões para a ampliação dos investimentos do programa



A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) assinou um contrato com a agência de fomento do governo japonês (Jica) no valor de US$ 440 milhões para financiamento da ampliação e aceleração dos investimentos do Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água da Sabesp. Criado em 2009, o programa tem a meta de baixar as perdas dos atuais 25,6% para um percentual de até 15% no fim desta década.

A Sabesp dará uma contrapartida de US$ 240 milhões. "A redução das perdas é prioridade para a Sabesp a fim de que seja garantida a segurança do abastecimento na Região Metropolitana de São Paulo", afirmou Dilma Pena, diretora-presidente da companhia.

Dentro do programa, estão previstas a troca de 875 mil ramais prediais, substituição de 1,6 mil hidrômetros e troca de 674 km de redes de água, além de pesquisa de vazamentos invisíveis por meio de geofones, tecnologia de detecção por meio de escuta noturna de barulho de jatos de água abaixo do nível do solo.

"Esse conjunto de ações resultará na redução de 1% das perdas por ano, o que equivale à quantidade de água necessária para atender a 300 mil pessoas", declarou Dilma. Os investimentos até 2016 serão de R$ 1,9 bilhão, provenientes da Sabesp, da Jica e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).


http://www.piniweb.com.br/construcao/infra-estrutura/governo-japones-vai-financiar-programa-de-reducao-de-perdas-de-251285-1.asp

WalPaulista
February 24th, 2012, 04:47 PM
Pro São Paulo Fiant Eximia

Dom Drácula
February 24th, 2012, 06:20 PM
Oito das dez companhias mais inovadoras do Brasil estão no Estado de São Paulo

Levantamento da Investe São Paulo aponta que, das dez companhias mais inovadoras do País, oito estão no Estado de São Paulo


O ambiente de negócios no Estado de São Paulo é propício para o desenvolvimento de empresas inovadoras aponta levantamento realizado pela Investe São Paulo, com base no ranking da revista norte-americana Fast Company. Das dez companhias mais inovadoras do País, oito estão no Estado.

A empresa mais inovadora do Brasil está sediada no município de Piracicaba. A Bug Agentes Biológicos, especializada em produzir insetos para combater pragas em lavouras de cana-de-açúcar, milho, tomate e outras culturas, foi criada , a partir da iniciativa de dois engenheiros agrônomos, Danilo Scacalossi Pedrazzoli e Diogo Rodrigues Carvalho, na época, mestrandos na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP).

Entre 2005 e 2009, os sócios receberam R$ 1,2 milhão para o desenvolvimento de projetos dentro do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (Pipe), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). “O Pipe é uma ferramenta de apoio do Governo do Estado para o financiamento do desenvolvimento de pesquisas em pequenas empresas. O objetivo é promover a inovação tecnológica, aumentar a competitividade dessas empresas e contribuir para a colocação de pesquisadores no mercado de trabalho”, explica o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paulo Alexandre Barbosa.

Os recursos liberados pelo Pipe foram fundamentais para a Bug se firmar. Desde então, a empresa se transformou em uma das maiores produtoras brasileiras de insetos para controle biológico de pragas. “O caso de sucesso da Bug é um exemplo de que as empresas inovadoras encontram um ambiente fértil para se desenvolver no Estado de São Paulo”, afirma o diretor de Investimentos e Negócios da Investe SP, Hans Schaeffer.

Ele acredita que, além de linhas de financiamento específicas para a criação de novos negócios e produtos, outro fator determinante para que o Estado seja um grande polo de tecnologia e inovação é o fato das grandes universidades do País se localizarem no Estado. Schaeffer relata que a Investe SP tem recebido visitas de diversos investidores estrangeiros e brasileiros interessados em instalar centros de pesquisa no Estado.

Em 15 de fevereiro, foi inaugurado o Centro Alemão de Inovação e Ciência em São Paulo. O objetivo da instituição é catalisar a troca entre os dois países, envolvendo não só instituições de pesquisa, mas também pequenas e médias empresas.

Em janeiro deste ano, foi a vez da Microsoft inaugurar, também na capital paulista, o maior centro de tecnologia da América Latina. Com um investimento de US$ 10 milhões, a instituição estimulará a criação de empresas digitais no mercado de tecnologia brasileiro.

Mais empresas paulistas no ranking
A Boo-box, maior empresa de tecnologia para publicidade na internet da América Latina, com sede em São Paulo, ocupa a segunda colocação no ranking das empresas mais inovadoras do Brasil. Inserir publicidade em mídias sociais, fazendo a ponte entre o anunciante e os donos de comunidades, blogs e perfis em redes sociais é o principal serviço oferecido pela empresa, criada em 2007.

Em terceiro lugar, aparece a Stefanini IT Solution, empresa prestadora de serviços na área de tecnologia da informação, criada em 1987 em São Paulo. Hoje, a empresa está entre as mais internacionalizadas do País, presente em 28 países.

Na quinta colocação está a Embraer de São José dos Campos, quarta maior fabricante de aviões do mundo. A empresa criada em 1969 é exemplo de um dos polos de tecnologia do interior de São Paulo.

Tal como o polo de tecnologia de São José dos Campos (SP), que se desenvolveu ao redor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), destacam-se, no Estado, os polos de São Carlos e Campinas. Para estimular o desenvolvimento de mais polos, atrair investimentos e propiciar o surgimento de empresas intensivas em conhecimento ou de base tecnológica, o Governo do Estado de São Paulo criou, em 2003, o Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec).

Hoje, em todo o Estado, existem 30 iniciativas para implantação de Parques Tecnológicos. Desse total, 11 estão em discussão e 19 já foram credenciados no SPTec. De 2003 a 2010, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) repassou mais de R$ 53 milhões na realização de obras e estudos para a implantação desses parques. Em 2011, os cinco convênios firmados totalizaram mais de R$ 24,3 milhões.

Ainda entre as dez primeiras empresas mais inovadoras do Brasil no ranking da revista norte-americana Fast Company estão as paulistas: Predicta, empresa de marketing digital; F*Hits, blog coletivo de moda criado pela Alice Ferraz Comunicação; Apontador, site destinado à localização de serviços de propriedade da LBSLocal; e a Vostu, principal desenvolvedora de jogos para o Orkut, que tem escritório em São Paulo.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16184&c=11&lang=1

zolin
February 24th, 2012, 07:20 PM
boas noticias...

Rajude
February 24th, 2012, 07:38 PM
Governo japonês vai financiar programa de redução de perdas de água da Sabesp

País deve investir US$ 440 milhões para a ampliação dos investimentos do programa



A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) assinou um contrato com a agência de fomento do governo japonês (Jica) no valor de US$ 440 milhões para financiamento da ampliação e aceleração dos investimentos do Programa Corporativo de Redução de Perdas de Água da Sabesp. Criado em 2009, o programa tem a meta de baixar as perdas dos atuais 25,6% para um percentual de até 15% no fim desta década.

A Sabesp dará uma contrapartida de US$ 240 milhões. "A redução das perdas é prioridade para a Sabesp a fim de que seja garantida a segurança do abastecimento na Região Metropolitana de São Paulo", afirmou Dilma Pena, diretora-presidente da companhia.

Dentro do programa, estão previstas a troca de 875 mil ramais prediais, substituição de 1,6 mil hidrômetros e troca de 674 km de redes de água, além de pesquisa de vazamentos invisíveis por meio de geofones, tecnologia de detecção por meio de escuta noturna de barulho de jatos de água abaixo do nível do solo.

"Esse conjunto de ações resultará na redução de 1% das perdas por ano, o que equivale à quantidade de água necessária para atender a 300 mil pessoas", declarou Dilma. Os investimentos até 2016 serão de R$ 1,9 bilhão, provenientes da Sabesp, da Jica e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).


http://www.piniweb.com.br/construcao/infra-estrutura/governo-japones-vai-financiar-programa-de-reducao-de-perdas-de-251285-1.asp

Excelente. Cabe lembrar que a meta do Estado é ter todos os municípios do Interior atendidos pela companhia com 100% de coleta de esgoto, 100% de água tratada, e 100% de abastecimento de água até 2014; até 2016 devem ser os municípios do litoral, e até 2018 a RMSP. Tendo essa meta efetivamente alcançada e com a redução das perdas poderemos dizer que somos um Estado desenvolvido ao menos no que diz respeito a essa questão, e, diga-se de passagem, com índices de tratamento consideravelmente melhores do que regiões de alguns países desenvolvidos. :)

Após isso, não sou a favor da privatização plena da SABESP, mas sou a favor de que o Estado faça um concessão de 30 anos, com um contrato obviamente bem elaborado, pois poderia arrecadar uma boa quantia de recursos para investir, ou então poderia expandir a atuação da companhia, como aliás já está sendo feito com a instalação de PCHs. O valor de mercado da SABESP está em torno de R$10 bilhões, embora o valor patrimonial esteja em torno de R$23 bilhões. Também falta o GF isentar o COFINS/PASEP do saneamento.

Doug_ata
February 24th, 2012, 11:22 PM
Na quinta colocação está a Embraer de São José dos Campos, quarta maior fabricante de aviões do mundo. A empresa criada em 1969 é exemplo de um dos polos de tecnologia do interior de São Paulo.
Não era a terceira?

Rajude
February 25th, 2012, 01:09 AM
^^
Pelo que eu sei ela é a terceira em fabricação de jatos civis. Talvez se considerando também a aviação militar ela seja a quarta, mas não tenho certeza.

Hello_World
February 25th, 2012, 03:10 AM
100 páginas de boas notícias!

:cheers:

Godfall
February 25th, 2012, 12:08 PM
Kassab pode ter 140% mais para investir em ano eleitoral



Do secretário municipal de Finanças, Mauro Ricardo Costa, ao fazer projeções sobre o montante de investimentos da Prefeitura de São Paulo em 2012, em entrevista ao jornal Valor Econômico:

- A expectativa neste ano é ter quase R$ 6 bilhões de investimentos. Esse investimento depende da concretização da fonte de recursos.

Na projeção menos otimista, já há R$ 4,3 bilhões em caixa para investimentos em 2012. No ano passado, foram investidos R$ 2,5 bilhões.

\ (http://colunistas.ig.com.br/poder-economico/page/2/)

Doug_ata
February 25th, 2012, 04:50 PM
^^
Pelo que eu sei ela é a terceira em fabricação de jatos civis. Talvez se considerando também a aviação militar ela seja a quarta, mas não tenho certeza.

Valeu pela explicação. Em alguns sites eu vejo escrito "terceira maior fabricante de aviões do mundo", sem especificar.

Slice Shot
February 26th, 2012, 12:24 AM
Cabe ressaltar os constantes erros cometidos por jornalistas que podem gerar confusão também!

arthur.leao
February 27th, 2012, 04:24 AM
Bunge terá mais R$ 1 bilhão para investir no Brasil

A presidente Dilma Rousseff demonstrou ontem uma "preocupação grande" com a produção de etanol no país, segundo relatou o presidente da Bunge Brasil, Pedro Parente, após anunciar um investimento adicional de R$ 1 bilhão da multinacional em audiência com a presidente.

Indicado para presidir o conselho da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), Parente disse, à saída do Palácio do Planalto, que Dilma "manifestou a necessidade" de "superar" o mau desempenho no setor, principalmente após o resultado abaixo do esperado da última safra de cana-de-açúcar.

"A presidenta tem uma visão da relevância estratégica desse setor muito grande. E que essa relevância é maior ainda por se tratar de um setor que responde por uma parte importante do fornecimento de combustível e energia no nosso país", afirmou.

Ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso, Parente comunicou a Dilma o novo aporte da Bunge Brasil, embora ainda não tenha explicado quais áreas da empresa receberão esses recursos. A empresa já havia anunciado, em agosto de 2011, a destinação de US$ 2,5 bilhões, até 2016, para suas oito usinas no país.

Segundo a Unica, desde o início da safra 2011/12, em abril, até 1º de fevereiro deste ano, a produção de açúcar no Centro-Sul teve queda de 6,76% em relação à apurada na safra anterior. A produção de etanol hidratado (usado diretamente nos veículos) teve queda acumulada no período de 28,79%, alcançando 12,8 bilhões de litros.

No ano passado, o governo brasileiro adotou medidas para evitar que a alta do etanol chegasse ao bolso do consumidor e para incentivar o desenvolvimento do setor, mas as ações ainda não surtiram o efeito desejado.

Em outubro, foi reduzido de 25% para 20% o teor de etanol misturado à gasolina vendida nos postos. O objetivo é evitar o desabastecimento de álcool e a alta do preço nas bombas. Dados do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras (Sindicom), que representa 60% do mercado do biocombustível, apontam que o consumo de etanol hidratado atingiu 413,324 milhões de litros em janeiro, um recuo de quase 40% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em comparação a dezembro, a redução é de 15,1%.

Além disso, em dezembro, a presidente editou uma Medida Provisória que prevê incentivos para a estocagem de etanol e para os canaviais. O texto ainda não tem previsão para ser apreciado pelo Congresso.

O presidente da Bunge Brasil disse que a empresa ainda estuda onde investirá os R$ 1 bilhão anunciados ontem e que não há um prazo para a aplicação dos recursos. "Pode ser imediatamente, pode ser em um ano. O fato é que está autorizado o dispêndio", declarou. Parente informou que há a possibilidade de a multinacional explorar o cultivo da palma para a produção de óleo, alimentos e cosméticos.

Ele afirmou que a Bunge já está investindo US$ 400 milhões na expansão de uma usina em São Paulo e US$ 200 milhões na renovação de canaviais. Parente não quis comentar sua provável nomeação como presidente do conselho da Unica na próxima assembleia, de 6 de março. "Eu só falo depois de eleito".

fonte: http://www.valor.com.br/empresas/2540106/bunge-tera-mais-r-1-bilhao-para-investir-no-brasil

arthur.leao
February 27th, 2012, 04:51 AM
Paulistano nunca esteve tão otimista

Satisfeitos com a situação econômica atual e apostando em melhoras no futuro, os paulistanos elevaram em 7,5% o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da região metropolitana de São Paulo, que passou de 158,3 pontos em janeiro para 170,1 pontos em fevereiro. O resultado é o maior da série histórica apurada pela Federação do Comércio de Bens, Serviço e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que teve início em junho de 1994. A escala varia de 0 a 200 pontos, sendo que a marca 100 separa o otimismo do pessimismo.

Para Fábio Pina, assessor econômico da FecomercioSP, os dados refletem principalmente o otimismo dos paulistanos com o mercado de trabalho. "Emprego, renda e crédito são as bases da confiança e do consumo", diz.

A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo ficou em 5,5% em janeiro, a exemplo do índice nacional, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Esse é o menor índice já registrado para o mês na região desde o início da série histórica, em 2002. O rendimento médio real da região é o mais alto entre as seis regiões pesquisadas. Em janeiro, ele ficou em R$ 1.763,70, o que representa um avanço de 2,2% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Esse valor ainda é 5,5% maior que a média nacional em janeiro, segundo a PME. A massa de rendimento médio na região metropolitana de São Paulo chegou a R$ 16,7 bilhões em janeiro, 3% a mais que há um ano.

Dos dois componentes do índice de confiança, o Índice de Condições Econômicas Atuais (ICEA), que mede o grau de satisfação dos consumidores com o momento atual da economia, foi o que teve maior elevação. A alta foi de 10,5%, com o indicador passando de 151,9 pontos em janeiro para 167,9 pontos em fevereiro. O reajuste de 14% no salário mínimo, que entrou em vigor em janeiro, explica Pina, serviu de catalisador. "Passado esse primeiro momento, as pessoas se acostumam com a renda extra. Por isso, é possível que tenhamos um ajuste para baixo no índice nos próximos meses, mesmo sem piora na situação atual", observa o assessor econômico da FecomercioSP.

No Índice de Expectativa do Consumidor (IEC), a alta foi de 5,6% em fevereiro, para 171,7 pontos, depois de registrar 162,6 pontos no mês anterior. Pina destaca que, também neste caso, o grande responsável pelo avanço foi o mercado de trabalho. "A maior parte da confiança do consumidor se baseia em emprego e renda. Há alguma influência do cenário externo, mas é pequena", diz. "O que importa é que quem está empregado não tem medo de perder o trabalho, e quem não está conta com boas perspectivas de conseguir serviço."

fonte: http://www.valor.com.br/brasil/2543428/paulistano-nunca-esteve-tao-otimista

arthur.leao
February 27th, 2012, 04:58 AM
Centros de dados ganham reforço no país em 2012


A adoção crescente de dispositivos móveis nas companhias vai obrigar as gerências de tecnologia da informação (TI) a investir na computação em nuvem. O modelo, que prevê o acesso a dados, softwares e conteúdo via internet, sem que nada disso esteja no dispositivo do usuário, também demandará investimentos no reforço dos centros de dados.

Entre as companhias ouvidas pelo Valor, o maior investimento em centro de dados é da Telefônica. O principal projeto da operadora na área de TI começou a ser delineado há dois anos. A companhia vai colocar em atividade o primeiro centro de dados que combina as operações de telefonia fixa e móvel do grupo. Inicialmente, serão transportados para essa unidade as bases de dados de produtos para o cliente e plataformas de serviços como o celular pré-pago.

O novo centro de dados, localizado em um terreno de 70 mil metros quadrados em Santana de Parnaíba (SP), vai consumir investimentos de R$ 400 milhões até 2013 e está projetado para acomodar os planos de expansão da operadora até 2019. "Mas acho que vamos esgotar a capacidade antes disso", afirma Christiane Edington, diretora de TI da Telefônica. A companhia usava quatro centros de dados e um mainframe [computador de grande porte]. Após a mudança, ficará com a unidade de Santana de Parnaíba, um centro de contingenciamento em São Paulo e um centro para desenvolvimento, homologação e testes em Campinas.

(...)

No setor industrial, a montadora Toyota também informou que pretende fazer ajustes na infraestrutura de TI, incluindo centros de dados, equipamentos de rede e virtualização de servidores. "Neste ano de 2012, estamos na fase de implementação dos sistemas", diz Eduardo Barboni, gerente de TI da companhia.

fonte: http://www.valor.com.br/empresas/2543344/centros-de-dados-ganham-reforco-no-pais-em-2012

arthur.leao
February 27th, 2012, 05:38 AM
Achei que seria interessante postar essa matéria que saiu na IstoÉ (cortei e colei apenas o que interessa a nós):

Os gringos querem o seu dinheiro
Prepare-se para investir em empresas estrangeiras. Cada vez mais, elas vêm ao Brasil para buscar recursos em reais para financiar seu crescimento.

Depois de séculos dependendo do humor dos bancos internacionais, o mercado de capitais brasileiro mudou de direção. Hoje, a bolsa brasileira desponta como uma fonte de recursos para empresas de fora, especialmente as latino-americanas. No início de fevereiro, a Pacific Rubiales, companhia de capital canadense que explora petróleo na Colômbia, lançou os Brazilian Deposit Receipts, os famosos BDRs, na BM&FBovespa. Negociados na bolsa, esses papéis representam ações de empresas não brasileiras. No caso da Pacific Rubiales, cada BDR equivale a uma unidade de seu capital. “Vemos o Brasil como um mercado em crescimento para captar recursos e acreditamos que há muitas oportunidades para empresas listadas na bolsa”, diz Ronald Pantin, principal executivo da companhia.

(...)

Há poucos anos seria improvável que uma empresa britânica considerasse a BM&FBovespa como uma concorrente da City, ou que uma companhia canadense preferisse o centro de São Paulo ao quarteirão financeiro de Toronto. No entanto, além da Ferrous e da Pacific Rubiales, várias corporações vêm testando o mercado brasileiro. No dia seguinte ao IPO da empresa canadense, começaram a circular os BDRs da incorporadora argentina TGLT, que tem a PDG Realty como principal acionista. Os BDRs são divididos em patrocinados e não patrocinados. Os primeiros se subdividem em três níveis. Os dois níveis superiores permitem que a empresa capte recursos novos. Os não patrocinados só têm um nível, que não permite a captação de recursos novos.

Os bancos têm sido os grandes indutores desse processo. No início de fevereiro, o Citibank criou um BDR não patrocinado (lançado pelo banco, e não pela companhia que emitiu as ações) com papéis de 50 empresas americanas, elevando para 75 o número de companhias estrangeiras listadas na BM&FBovespa. São nomes globais como Walmart, Coca-Cola, Google e Microsoft. “Essas companhias ainda não enxergam o Brasil como sua principal fonte de captação de recursos, mas elas não se negam a ter seu nome vinculado à bolsa daqui”, diz Márcio Veronesi, diretor de serviços qualificados ao mercado de capitais do Citibank. O objetivo estratégico do banco é facilitar o trânsito das grandes empresas globais para todos os mercados financeiros.

Vai levar algum tempo para o Brasil se tornar um celeiro global de capital, mas estamos gerando demanda para isso”, diz Veronesi. Em janeiro, a movimentação diária desses papéis na BM&FBovespa foi de R$ 369,3 milhões e a maior fatia veio dos títulos nã patrocinados (leia quadro). “O volume de negócios com os BDRs, patrocinados ou não, ainda é pequeno em comparação com o tamanho do mercado, mas esses títulos têm sido analisados por fundos de pensão e sua importância tende a crescer com o tempo”, afirma Júlio Ziegelmann, diretor de renda variável da BM&FBovespa. No que depender dos bancos, a cifra deve crescer depressa. Nos próximos meses, Bradesco e Deutsche Bank devem apresentar ao mercado outros dois lotes de dez certificados.

(...)

Nada impede as pessoas físicas de participar. “É preciso fazer um pedido específico às corretoras, mas os investidores não costumam fazer isso”, afirma. “As empresas esperam o mercado conhecê-las para depois fazer a abertura de capital.” Na América Latina, o único mercado com produtos semelhantes aos BDRs é o México, mas o Brasil oferece vantagens como o crescimento da economia, a estabilidade das regras e juros cada vez mais baixos, que estimulam a diversificação dos investimentos. “O dinheiro tem cada vez menos pátria e as condições do País são boas para atrair investidores e quem precisa de dinheiro”, diz José Macedo, diretor da empresa de gestão de ativos portuguesa Selecta, que acaba de montar um escritório no Brasil. “É uma questão de tempo para São Paulo se tornar um centro financeiro de relevância mundial.”

fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/78570_OS+GRINGOS+QUEREM+O+SEU+DINHEIRO


Obs: São Paulo é hoje o 44º principal centro financeiro mundial (http://www.indicadorbrasil.com.br/2011/09/sao-paulo-esta-fora-do-ranking-dos-dez-principais-centros-financeiros-do-mundo/). No entanto, já é o 5º centro financeiro mais atrativo do mundo para gerenciamento de investimentos em mercados emergentes e o 3º centro financeiro mais promissor do mundo (http://brainbrasil.org/media/S%C3%A3o%20Paulo%20458%20anos%20-%20O%205%C2%BA%20centro%20financeiro%20mais%20atrativo%20do%20mundo.pdf). Além disso, será, em cinco anos e definitivamente, o centro financeiro da América Latina.

Tudo isso indica que o projeto BRAiN está dando certo! :cheers:

Godfall
February 27th, 2012, 12:53 PM
Fico feliz com isso.

Mas temos de lembrar que o RJ está com um projeto de trazer uma bolsa americana para lá, a Nyse.

Tanto que o Rio Investors Day 2012 não terá mais um palestrante da BM&F Bovespa e sim um da Nyse.

Até hoje os cariocas não admitem ter perdido a Soma no final dos anos 1990.

Porém, a Nyse que iria se instalar neste ano prorrogou o prazo para 2013/2014.

Godfall
February 27th, 2012, 12:55 PM
Arthur Leão é bom lhe ver de novo por aqui!

E muito obrigado pelas contribuições!!

Dom Drácula
February 27th, 2012, 02:25 PM
Fico feliz com isso.

Mas temos de lembrar que o RJ está com um projeto de trazer uma bolsa americana para lá, a Nyse.

Tanto que o Rio Investors Day 2012 não terá mais um palestrante da BM&F Bovespa e sim um da Nyse.

Até hoje os cariocas não admitem ter perdido a Soma no final dos anos 1990.

Porém, a Nyse que iria se instalar neste ano prorrogou o prazo para 2013/2014.

Que bom, isso é um começo, pois monopolio da Bovespa é nocivo para o mercado de ações no país, mas quebra-lo será uma tarefa árdua.

WalPaulista
February 27th, 2012, 03:00 PM
Oh, abre alas, paulista, pois é São Paulo que passa!

Marchemos cheios de glória, conosco marcha a vitória!

jmviel
February 27th, 2012, 06:21 PM
Centros de dados ganham reforço no país em 2012


A adoção crescente de dispositivos móveis nas companhias vai obrigar as gerências de tecnologia da informação (TI) a investir na computação em nuvem. O modelo, que prevê o acesso a dados, softwares e conteúdo via internet, sem que nada disso esteja no dispositivo do usuário, também demandará investimentos no reforço dos centros de dados.

Entre as companhias ouvidas pelo Valor, o maior investimento em centro de dados é da Telefônica. O principal projeto da operadora na área de TI começou a ser delineado há dois anos. A companhia vai colocar em atividade o primeiro centro de dados que combina as operações de telefonia fixa e móvel do grupo. Inicialmente, serão transportados para essa unidade as bases de dados de produtos para o cliente e plataformas de serviços como o celular pré-pago.

O novo centro de dados, localizado em um terreno de 70 mil metros quadrados em Santana de Parnaíba (SP), vai consumir investimentos de R$ 400 milhões até 2013 e está projetado para acomodar os planos de expansão da operadora até 2019. "Mas acho que vamos esgotar a capacidade antes disso", afirma Christiane Edington, diretora de TI da Telefônica. A companhia usava quatro centros de dados e um mainframe [computador de grande porte]. Após a mudança, ficará com a unidade de Santana de Parnaíba, um centro de contingenciamento em São Paulo e um centro para desenvolvimento, homologação e testes em Campinas.

(...)

No setor industrial, a montadora Toyota também informou que pretende fazer ajustes na infraestrutura de TI, incluindo centros de dados, equipamentos de rede e virtualização de servidores. "Neste ano de 2012, estamos na fase de implementação dos sistemas", diz Eduardo Barboni, gerente de TI da companhia.

fonte: http://www.valor.com.br/empresas/2543344/centros-de-dados-ganham-reforco-no-pais-em-2012



A Telefônica tem que investir mesmo. Porque vai prestar um serviço ruim assim lá em Madri!

arthur.leao
February 28th, 2012, 07:17 AM
Arthur Leão é bom lhe ver de novo por aqui!

E muito obrigado pelas contribuições!!

Obrigado :)

Este thread é o que eu mais gosto de contribuir :lol: e o bom é que sempre existem novidades para colocar aqui!

A Telefônica tem que investir mesmo. Porque vai prestar um serviço ruim assim lá em Madri!

:lol:

arthur.leao
February 28th, 2012, 07:18 AM
Japonesa Horiba reestrutura operações no Brasil

A japonesa Horiba, especializada na fabricação de equipamentos para medição e análise, vai investir cerca de R$ 15 milhões para erguer uma fábrica em Jundiaí (SP). A expectativa é de que as operações tenham início a partir de 2013.

A nova sede da companhia vai abrigar as operações de três das cinco empresas que compõem a holding: a divisão Medical, presente no Brasil há mais de 10 anos no segmento de hematologia; a Scientific, voltada para pesquisa e desenvolvimento; e a área Process & Environmental, focada em análises relacionadas a processos e meio ambiente. A companhia informou que deverá investir cerca de R$ 500 mil na compra de equipamentos e outros R$ 300 mil para obras de arruamento. Os segmentos de semicondutores e o automotivo da companhia também têm operações no Brasil, mas por meio de parcerias, e não devem se juntar a esse complexo.

Com essa nova estrutura, a Horiba deve dobrar a capacidade de produção instalada dos atuais dois milhões de litros anuais de reagentes, utilizados nos processos de diagnósticos in vitro, para quatro milhões de litros. A companhia também deverá contratar novos colaboradores, entre eles, quatro PhDs, que devem reforçar a equipe da divisão Scientific.

Hamilton Ibanes, presidente da companhia no Brasil, informou, por meio de sua assessoria, que com esses investimentos a subsidiária brasileira deverá responder por uma boa parte do faturamento global da companhia. "Estamos satisfeitos com o reconhecimento da Horiba Instrument Brasil como referência para o desenvolvimento dos negócios da América do Sul. Essa é uma prova de que estamos no caminho certo para contribuir com o crescimento da nossa companhia de maneira global", disse.

Os executivos da companhia nos EUA acompanham hoje a instalação da pedra fundamental, que marca oficialmente o início das obras.

fonte: http://www.valor.com.br/empresas/2545398/japonesa-horiba-reestrutura-operacoes-no-brasil

Godfall
February 28th, 2012, 12:12 PM
Caterpillar investe

Todo dia

A Caterpillar Brasil, fábrica de peças e equipamentos industriais, vai inaugurar dia 14 de março, na sede de Piracicaba, uma nova linha de produção de motores e grupos geradores para o mercado de óleo e gás brasileiro. Os produtos atenderão operações marítimas e de petróleo no Brasil para acompanhar a expansão do pré-sal. Uma área dentro da empresa foi adaptada para receber a nova linha de montagem. As instalações terão um grupo gerador Série 3500, em condições similares a uma plataforma de petróleo para que sejam demonstrados diferenciais técnicos e aplicações. No dia da inauguração vão estar presentes, o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e o prefeito de Piracicaba, Barjas Negri (PSDB).

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16192&c=6&lang=1

Rajude
February 28th, 2012, 06:27 PM
Nível de atividade industrial cai pelo quinto mês consecutivo
Indicador da Fiesp/Ciesp sinaliza início de ano fraco para o setor

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista registrou queda de 0,8% em janeiro sobre dezembro, na série com ajuste sazonal. Sem o ajuste, o índice despencou 4,1% na comparação com o mês anterior. Este é o quinto mês consecutivo de queda.

De janeiro a dezembro de 2011 o indicador acumula variação positiva de 0,7% em relação ao mesmo período de 2010, descontando o ajuste à sazonalidade. Os números foram divulgados na manhã desta terça-feira (28) pela Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) ficou em 79% no mês de janeiro 2012 ante 78,4% em dezembro de 2011. Na leitura com ajuste sazonal, o componente aumentou pouco mais de um ponto percentual, de 80,5% em dezembro do ano passado para 81,7% neste mês.

Dos setores avaliados pela pesquisa, destacam-se perdas em:

Fabricação de Máquinas, Aparelhos e Materiais Elétricos, com queda expressiva de 5,6% sobre dezembro, em termos ajustados, castigados principalmente pela forte entrada de produtos importados. O coeficiente de importação do setor atingiu o patamar de 38,4% no quarto trimestre de 2011.

Veículos Automotores também anotaram baixa, de 5,7% na série com ajuste sazonal.

Expectativa

A percepção dos empresários com relação ao cenário econômico no mês corrente, no entanto, aumentou mais de seis pontos em fevereiro ante janeiro e ficou em 48,8. A expectativa é medida pelo Sensor Fiesp.

O item mercado também subiu para 50,4 pontos ante 41,4 em janeiro deste ano. O estoque ficou praticamente estável com 43,7 pontos em fevereiro versus 43,4 no mês anterior.

Vendas apresentaram ganho superior a oito pontos e chegaram a 48,2 em fevereiro, enquanto investimento cresceu mais de seis pontos, de 46,3 em janeiro para 53,1 em fevereiro.

http://www.fiesp.com.br/agencianoticias/2012/02/28/atividade_industrial_cai_quinto_mes_consecutivo.ntc

Godfall
February 29th, 2012, 01:10 AM
Whirlpool inaugura primeiro laboratório para lava-louças no Brasil

Brasil Econômico

A Whirlpool Latin America, fabricante que atua no Brasil com as marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, acaba de inaugurar seu primeiro laboratório de lava-louças no Brasil. Localizado em Rio Claro, interior de São Paulo, o espaço tem como função ampliar a velocidade do desenvolvimento e aprovação técnica dos projetos de lava-louças produzidas pela companhia em Manaus.

http://www.investe.sp.gov.br/noticias/lenoticia.php?id=16198&c=11&lang=1