View Full Version : Projectos no Centro, Sul e Ilhas (Madeira e Açores)


Pages : 1 2 3 4 [5]

mynuster
November 23rd, 2007, 07:49 PM
A Sociedade Viseu Polis consignou, na segunda-feira (dia 19), as obras de recuperação e arranjo paisagístico de parte do monumento da Cava de Viriato, orçadas em dois milhões de euros.
O projecto, que tem um prazo de execução de 270 dias (nove meses), incide sobre parte da área do talude da Cava de Viriato, em forma octogonal, na praça e nas rua dos Plátanos, Picadeiro e Coval, explicou o arquitecto Gameiro Fernandes, administrador do Viseu Polis.
Segundo o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, as obras “vão actuar onde as pessoas moram” e num espaço que não era usado. “Dentro de pouco tempo, teremos mais um equipamento a ser fruido pelos viseenses e mais um elemento para atrair turistas, no âmbito do turismo cultural”, sublinhou Ruas, esclarecendo que a intervenção “é a possível” tendo em conta que a Administração Central se pôs de fora do projecto inicial. O autarca referiu-se, nomeadamente, à criação de um centro interpretativo para a cava que, numa fase inicial, teve o apoio do Ministério da Cultura.
Fernando Ruas lembrou ainda que o monumento, classificado em 1910, “nunca teve uma intervenção”, para além dos arranjos envolventes feitos num dos seus mandatos, e, fruto do abandono, “alguns dos lados do octógono foram desaparecendo”.
O representante da Câmara na sociedade Viseu Polis, Américo Nunes, destacou a oportunidade que a intervenção vai criar, com o aprofundamento dos estudos, de definir a origem da Cava de Viriato e determinar se ela é romana ou Árabe. “Trata-de de um monumento sui generis na Península Ibérica”, lembrou o autarca aludindo a uma construção equivalente, no Iraque, na região de Samarra. Uma eventual polémica sobre a origem da cava “dará ainda mais visibilidade ao monumento”, destacou.

Trabalhos. A recuperação e arranjo da Cava de Viriato divide-se nas intervenções na área de talude, entre as intercepções com a Rua do Coval, para o lado Poente. A empreitada consiste na limpeza e reformulação, em termos de geometria (movimento de terras) dos taludes, incluindo transplante e manutenção de árvores; espaços verdes com plantações, sementeiras e relvados; iluminação; caminhos pedonais em calçada ou lageado de granito; e a colocação de mobiliário urbano, como bancos, papeleiras e parqueamentos de bicicletas.
Na praça, entre a Rua do Picadeiro e o Coval, a empreitada prevê a colocação de equipamentos de apoio, como WC e bar; zonas de estadia e espaços verdes; iluminação e mobiliário urbano, como bancos, bebedouros, parqueamentos de bicicleta e painéis informativos.
Os trabalhos nas ruas dos Plátanos, Coval e Picadeiro consistem na execução de infra-estruturas e de pavimentos com acabamentos em cubo de granito.

:cheers:

mynuster
November 23rd, 2007, 07:51 PM
http://www.jornaldocentro.pt/imagens.php?src=imagens-bin_imagem_jpg_0029024001195818962-654.jpg&x=780&y=590

O deputado do PS José Junqueiro anunciou, esta semana, o arranque do novo Hospital de Lamego, em 2009, num investimento próximo dos 40 milhões de euros.
Segundo o deputado, que aproveitou o momento para fazer um balanço da primeira parte do mandato do Governo, o estudo prévio do novo Hospital de Lamego, que ficará integrado no Centro Hospitalar de Vila Real, já “está na posse da câmara municipal” e contempla Cuidados de Convalescença, Cirurgia de Ambulatório e Consulta Externa Alargada.
O novo Hospital de Lamego chegou a ter, em 2006, concurso de adjudicação aberto, mas a “inadequação do projecto” às necessidades actuais levou o ministro da Saúde, Correia de Campos, a suspender o concurso e a criar, através do Despacho nº6157/2006, um grupo de trabalho para a revisão do programa da nova unidade hospitalar.
Segundo o ministro, o projecto anterior, concebido há 20 anos, sofria “simultaneamente de subdimensionamento em algumas valências e de sobredimensionamento noutras”.
Mas o problema mais grave residia, de acordo com Correia de Campos, na “rigidez e total impossibilidade de reconversão à mutação ocorrida nas necessidades de hospitalização”, referindo-se ao envelhecimento progressivo da população; ao aparecimento de uma população sazonal turística em quantidade crescente e com necessidades de saúde muito específicas; à redução acelerada da natalidade na região e à rapidez de comunicação viária facilitada pela A24 que contrasta com a dificuldade de circulação na margem sul do Douro entre os concelhos de Cinfães, Resende, Lamego, Tarouca, Armamar e São João da Pesqueira.
Assumindo as características de “proximidade”, o novo Hospital de Lamego será “dotado de bons cuidados nas especialidades básicas, hospital de dia, consulta externa diferenciada e urgência básica qualificada, dispondo de uma plataforma tecnológica de alta qualidade e ainda de um número adequado de leitos de convalescença para descongestionar os serviços de agudos das patologias prevalentes nos utentes, anormalmente envelhecidos, abrangidos na área de influência deste hospital”, precisa o ministro da Saúde.
No despacho que cria o grupo de trabalho para a revisão do programa do novo hospital, Correia de Campos reafirma o compromisso assumido pelo Governo, assegurando que a nova unidade será construída até 2010 e avança com um calendário, que já está atrasado em relação ao prazo avançado esta semana pelos deputados do PS.
O cronograma prevê a aprovação do projecto de execução até Janeiro de 2008 e o início da construção até Novembro desse mesmo ano. A conclusão está prevista para 2010 e a abertura do novo hospital ocorrerá até 30 de Novembro de 2010.

Tom_Lisboa
November 23rd, 2007, 08:04 PM
Optimo hospital, surprendo-me como estão os hospitais em portugal, lindos. Outro dia vi um em viana, man aquilo parece um predio de escritorios modernissimo.

Tambem vejo q a saúde esá melhor, com tantos hospitais novos e em construção (comparo a 10 anos atras, sei q ainda eh um mer**) .. d qualquer jeito, pt sempre teve fama de pessima saude, mesmo aqui no brasil :lol: .. nota-se q em 10 aninhos isso muda (quanto aos hospitais, pq nossos profissionais (medicos) nao vejo q sejam mto bons ou q venham a melhorar). Os hospitais em pt estão mto bons parebens




Quanto a reabilitação da zona ribeirinha em melgaço e caminha. OPTIMO. e pelo q vejo eh de qualidade. E outra. Os espanhois q olharem da fronteira, vão ver uma país mto geitoso e bonito do outro lado. vão eh qrer vir pa ca :D

pedrodepinto
November 23rd, 2007, 11:19 PM
Parece esteticamente atraente :okay:!

fred_mendonca
November 24th, 2007, 02:05 PM
Bom projecto! :applause:

Arpels
November 24th, 2007, 02:22 PM
bonito sim sr :yes: não é um edificio de grande aparato arquitectonico, pelo menos pelo render.

pedrodepinto
November 24th, 2007, 10:17 PM
Mas é agradável ao olhar :yes:!

faialense
November 25th, 2007, 01:27 PM
Grandes projectos para a Madeira! :okay:
Tanto desenvolvimento deve ter sido a razão por que alguém teve a brilhante ideia de lançar uma "poll" sobre a independência do arquipélago...
Realmente, a Madeira começa a destoar da mediocridade e atavismo em que se atolou o "continente".
Até parece mal... Um turista que aterra no Funchal ainda fica convencido de que Portugal é um país decente e desenvolvido.

pedrodepinto
November 25th, 2007, 01:33 PM
Até parece mal... Um turista que aterra no Funchal ainda fica convencido de que Portugal é um país decente e desenvolvido.

Com efeito, o Funchal está muito desenvolvido :yes:!

HugoK
November 25th, 2007, 06:28 PM
Ainda vai ser o Funchal a terceira cidade portuguesa :lol:

Tom_Lisboa
November 25th, 2007, 07:16 PM
Até parece mal... Um turista que aterra no Funchal ainda fica convencido de que Portugal é um país decente e desenvolvido.

E não é? Vocês tão mto mal agradecidos, os outros "europeus" tão conseguindo nos inferiorizar. E isso não pode acontecer.´Nós somo um país desenvolvido, com um PIB per capita de US$ 23000, e um IDH q beira os 0.910

Realmente só não somos tão desenvolvidos no interior, onde já existem imensos projectos de reabilitação, requalificação, melhoria na infra-estrutura, saíde/educação, e td mais.


Fico imensamente triste quando ouço um comentario destes :ohno:

faialense
November 25th, 2007, 08:17 PM
US$ 23000? A Grécia que era o único consolo deste país já vai nos $35000...
Nós encostamos à berma e estamos a ver um por um dos antigos commies a ultrapassar-nos em grande velocidade.
Em poucos anos passamos de 14º para 20º (!) país c/o PIB per Capita mais baixo da U.E.
Já só faltam 7...
Biliões de Euros de fundos de coesão ao longo de 20 anos e acabamos a levar porrada de paises que ainda têm estátuas de Lenine e Marx nas praças das suas cidades...
Lamentável.

HugoK
November 25th, 2007, 08:20 PM
Por alguma razão Portugal é o exemplo do que não se deve fazer (http://www.dn.sapo.pt/2006/12/28/economia/portugal_ajuda_novos_membros_mostran.html) :ohno:

PedroGabriel
November 27th, 2007, 12:36 PM
Ainda vai ser o Funchal a terceira cidade portuguesa :lol:

tás a brincar, mas o Funchal está-se a metropolizar e tb já pensei nisso. E, não parece estar tão longe assim, pelo contrário.

Ondas
November 27th, 2007, 12:50 PM
Alguns projectos para o Montijo, da empresa Azenha e Santos (http://www.azenhaesantos.com/ilidio.html) :okay:

Todos as imagens foram tiradas do site ;)

Edifício Falcão

http://www.azenhaesantos.com/falcao/fotos%20falcao/fachada%20falcao.jpg

Empreendimento Vila Sol

http://www.azenhaesantos.com/vila/fotos/fachada%20predio.jpg

http://www.azenhaesantos.com/vila/fotos/fachada%20predio1.jpg

Empreendimento Quinta das Palmeiras

http://www.azenhaesantos.com/palmera/fotos/fachada%20predio1.jpg

Empreendimento Varandas do Montijo

http://www.azenhaesantos.com/varandas/fotos/varandas%20predio.jpg

Vivendas

http://www.azenhaesantos.com/vivendas/foto%201.jpg

http://www.azenhaesantos.com/vivendas/foto%202.jpg

:cheers:

mynuster
December 14th, 2007, 10:19 PM
noticia dirigida em especial para o Prof Godin ;)

Depois da abertura do concurso para a requalificação da 1.ª fase da Quinta da Cruz, que custará um milhão de euros, a Câmara Municipal está decidida a dar a volta completa a este novo espaço verde concelhio (entre Vildemoinhos e S. Salvador), realizando sucessivas obras.

O executivo camarário quer dar à ‘Quinta’ a dimensão que merece e os viseenses esperam para a poderem desfrutar. Para já, acaba de ser autorizada a abertura de novo concurso público, contemplando, desta feita, as zonas edificadas. A imóvel principal albergará um museu de arte contemporânea. As obras em questão deverão arrancar em 2009, apontando-se o final das mesmas para 2009. Os trabalhos da 1.ª fase estão relacionados com a transformação dos jardins em espaço pedagógico. O concurso de adjudicação dos trabalhos, que contempla ainda a recuperação de um moinho.

O prazo de execução é de 365 dias. Todo o projecto está voltado para aproveitamento da dimensão dos jardins e diversidade da flora existente, colocando a estrutura à fruição do público, especialmente das crianças. A reabilitação e valorização dos espaços prosseguirão em etapas subsequentes. O Presidente da Câmara Municipal informou que há já um protocolo com a Fundação Serralves para fazer deslocar algumas exposições temporárias a Viseu. Recorde-se que para a ‘Quinta’ está também previsto um jardim aromático e ainda a construção dos Arquivos Distrital e Concelhio.

:cheers:

pedrodepinto
December 16th, 2007, 07:36 PM
Gostei do projecto da Quinta das Palmeiras :okay:!

Viriatox
December 23rd, 2007, 03:58 PM
Arquinho vai ser remodelado

A Câmara de Amarante aprovou, na última reunião do executivo, a requalificação do Arquinho, um dos mais emblemáticos sítios da cidade de Amarante e uma das mais importantes e tradicionais portas de entrada do Centro Histórico. Serão investidos 1,370 milhões de euros nas obras que deverão iniciar-se em Maio. Um ano depois devem estar concluídas, de acordo com os termos do concurso público.

O único voto contra foi do vereador independente eleito na lista do PS, Carlos Silva, que discordou da proposta de requalificação do "Largo Conselheiro António Cândido" (Arquinho).

A solução escolhida para o Largo Conselheiro António Cândido e Rua António Carneiro assenta em três pressupostos "condicionamento do estacionamento de veículos privados; fomento do trânsito pedonal, configurando- -se o Largo do Arquinho "como um rossio na verdadeira acepção da palavra". Prevê-se, ainda, a instalação de dois edifícios multifuncionais de apoio ao trânsito pedonal. "Aqueles edifícios poderão albergar serviços vários, onde a vertente de apoio ao cidadão seja o objectivo primordial", explica fonte autárquica.

O projecto de execução prevê a demolição da placa central do Largo Conselheiro António Cândido, a substituição dos pavimentos, a construção de novo canal para a ribeira de Padronelo e desactivação do actual sob o edifício Navarras.

O novo canal (aqueduto subterrâneo em betão armado) vai ter percurso, na continuação do construído a montante há cinco anos, pela Rua António Carneiro, faixa norte/nascente do Largo Conselheiro António Cândido e Rua Padre Joaquim Teixeira da Silva, desembocando no rio Tâmega na Avenida Beira Rio. Na nova placa central será construído um edifício multifuncional.

As redes de abastecimentos e de drenagens contemplam novos ramais domiciliários, além da manutenção de algumas espécies serão plantadas mais 70 árvores.

JN

costa
January 2nd, 2008, 07:47 PM
Pista de neve artificial nasce em Famalicão

O projecto para a criação de um “skipark” nas traseiras do empreendimento comercial Lago Discount, em Ribeirão, Vila Nova de Famalicão, deverá arrancar o mais brevemente possível. A novidade é avançada pelo presidente da Câmara Municipal, Armindo Costa, que considera o projecto “de grande envergadura e interesse para o concelho”. O "skiparque" é uma estrutura cuja superfície simula a neve natural, permitindo a prática de desportos de Inverno em qualquer época do ano.

Depois do executivo municipal ter aprovado, por unanimidade, em reunião de Câmara, a proposta para o arrendamento de um terreno, situado junto à zona comercial de Ribeirão, para a instalação do skipark, a autarquia espera agora o desenvolvimento do projecto.

Com uma localização privilegiada, beneficiando da proximidade da Estrada Nacional 14 e do nó de ligação às auto-estradas A3, que liga o Porto a Braga, e A7, que liga Guimarães à Póvoa de Varzim, o terreno, propriedade da Câmara Municipal, tem uma área total de 11.500 metros quadrados e apresenta o desnivelamento apropriado para a colocação deste equipamento desportivo, oferecendo, assim, as condições ideais para o projecto.

Segundo a proposta apresentada pela empresa “Multibusiness – Consultoria de Gestão, Limitada”, a única a operar no mercado com este tipo de equipamentos, só serão necessários sete mil metros quadrados do terreno, para a implantação do skipark, sendo que o restante ficará disponível para os fins que a autarquia considerar mais conveniente.

O contrato de arrendamento será válido por um período de dez anos, mediante o pagamento de uma renda mensal de 1.500 euros (300 contos). Para além da renda, o município beneficia ainda do direito de utilização do espaço, reservando às escolas do ensino pré-escolar e dos 1.º, 2.º e 3.º ciclos o acesso gratuito ao skipark, por um tempo mínimo de duas horas diárias, em período de actividades lectivas.

Visivelmente optimista quanto às potencialidades deste investimento para o concelho, Armindo Costa salienta que “o skipark é um excelente negócio para a autarquia, na medida em que o terreno em questão, por ser bastante acidentado não tem qualquer utilidade”.

Assim, para além de tornar viável a ocupação de um terreno, que muito dificilmente seria proveitosa, “a instalação deste equipamento no concelho irá permitir a criação de mais postos de trabalho”, assinalou ainda o autarca.

FAMALICÃO CONCORRE COM SERRA DA ESTRELA

Representando um investimento total na ordem dos 800 mil euros, o skipark de Famalicão terá apenas como concorrente o skipark já existente na localidade de Manteigas, na Serra da Estrela.

Com o objectivo de, pelo menos, igual o número de visitantes do Parque de Manteigas, o skipark de Famalicão espera receber cerca de 30 mil pessoas por ano, tendo em conta a proximidade do concelho famalicense com grandes cidades, como Braga, Porto, Guimarães, Viana do Castelo, Barcelos, entre outras.

O terreno onde vai ser instalada a pista, situa-se nas traseiras do Centro Comercial “Lago Discount”, imediatamente a seguir ao parque de estacionamento localizado no topo do empreendimento.

De acordo com o projecto, o edifício principal que albergará todos os serviços administrativos e armazém de equipamentos, será instalado no nível do parque de estacionamento. Descendo para um primeiro nível do terreno, será o acesso às pistas. A pista principal contará com uma largura de 30 metros e terá um comprimento de cerca de 120 metros, terminando na cota inferior do terreno.

http://www.cm-vnfamalicao.pt/image.php?id_im=1857
Terreno onde vai nascer a pista de neve artificial

O projecto já tem algum tempo, mas penso que ainda está de pé.

pedrodepinto
January 2nd, 2008, 08:35 PM
Muito interessante :okay:! Queremos é neve :lol:!

mynuster
January 2nd, 2008, 08:46 PM
:banana:

Mateus_
January 4th, 2008, 11:55 AM
Famalicão, the city of snow!

Barragon
January 4th, 2008, 01:58 PM
Muito bom :okay:

Zarco
January 5th, 2008, 02:15 PM
tás a brincar, mas o Funchal está-se a metropolizar e tb já pensei nisso. E, não parece estar tão longe assim, pelo contrário.

Já é a 3a!

Só que não conhece...

Zarco
January 5th, 2008, 02:22 PM
http://img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/Madeira/funchalnuevo_01.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v26/Marco77/Projectos_maquetes/Madeira/funchalnuevo_02.jpg

ALGUEM PODERIA ME DIZER COMO ESTA ESTE PROJECTO ?? NAO SEI SE JA FOI FEITO, EM CONSTRUCAO, CANCELADO .. se alguem souber ;)

Projecto do arquitecto Bofill, o " Funchal Centrum", onde esta o "Dolce Vitta" incluído...

Jºa construído.

costa
January 5th, 2008, 06:23 PM
Dois centros comerciais com o mesmo nome

O concelho de Vila Nova de Famalicão poderá acolher mais um centro comercial. O resumo não técnico do estudo de impacte ambiental para o novo 'shopping' já está a decorrer. Deverá ser edificado na área da antiga Crump, junto à Estrada Nacional 14, na freguesia de Calendário.

A questão, porém, não está na proliferação de centros comerciais. A piada da história é que este novo centro comercial terá o mesmo nome, "Famalicão Shopping", que o que se pretende construir na antiga fábrica Vipral, entre as freguesias de Antas e Cabeçudos, e que foi noticiado já pelo JN. A ser concretizados, os dois 'shoppings' com o nesmo nome ficarão a uma distância de quatro quilómetros.

O resumo não técnico do centro comercial que se propõe para Calendário, a que o JN teve acesso, aponta, como base de argumentação, o facto de as instalações da antiga empresa Crump se encontrarem "abandonadas e em elevado estado de degradação". O conjunto comercial, segundo o documento, está em fase de "anteprojecto" e ocupará uma área com cerca de 36 mil metros quadrados.

Um hipermercado, diversas unidades comerciais, prestação de serviços, estabelecimentos de bebidas e de restauração, cinemas e respectivas áreas de armazém e de apoio vão integrar o novo empreendimento comercial.

Está prevista a construção de um edifício autónomo (retail), o imóvel onde se localizará o 'shopping' e num outro plano ficarão prédios que correspondem a unidades autónomas. "O local onde se pretende implementar o conjunto comercial e envolvente requer alguns cuidados de integração urbanística e arquitectónica, para além do desenho rodoviário, pois trata-se de uma zona que sofreu uma descaracterização profunda devido à desactivação de algumas unidades fabris e que necessita urgentemente de ser requalificada", aponta o resumo não técnico.

Parecer favorável

De acordo com o mesmo documento, a instalação da superfície comercial terá obtido já o parecer positivo da Comissão de Coordenação da Região Norte (CCDRN). Na informação relativa ao pedido de autorização prévia de localização do 'shopping', aquela comissão terá, segundo o resumo não técnico, considerado "viável" a localização do novo espaço comercial na freguesia de Calendário e nas antigas instalaçõesfabris.

O documento prevê que os acessos sejam feitos a partir de uma "nova via a criar, paralela à estrada nacional existente e que adquire características de uma faixa de aceleração ou abrandamento". Já os acessos e saídas "pela mão contrária" serão feitos, diz o documento, a partir de um túnel a criar sob a Estrada Nacional 14.

Fonte: http://jn.sapo.pt/2008/01/05/porto/dois_centros_comerciais_o_mesmo_nome.html

:lol: :nuts:

daniel322
January 6th, 2008, 12:44 AM
estranho.. pensava que os nomes dos shoppings eram registados..

mynuster
January 6th, 2008, 12:45 AM
LOOOOL :nuts:

Marco Bruno
January 6th, 2008, 01:35 AM
Sendo assim eu vou abrir em Benfica o Centro Comercial Vasco da Gama

Barragon
January 6th, 2008, 11:38 PM
Aqui no Barreiro é a mesma história :lol:

Existe já há uns 10 anos o Centro comercial "O Fórum" .... 100 metros abaixo está a nascer o Fórum Barreiro. Não é o mesmo nome mas... pronto :lol:

mynuster
January 7th, 2008, 12:37 AM
depois quando disseres: "Vamos ao forum?" ou "Foste ao forum?" perguntam: "Qual?" :lol:

JohnnyMass
January 8th, 2008, 01:01 AM
Projecto do arquitecto Bofill, o " Funchal Centrum", onde esta o "Dolce Vitta" incluído...

Jºa construído.queremos ver fotos então!:D

Arpels
January 9th, 2008, 12:39 AM
Aqui no Barreiro é a mesma história :lol:

Existe já há uns 10 anos o Centro comercial "O Fórum" .... 100 metros abaixo está a nascer o Fórum Barreiro. Não é o mesmo nome mas... pronto :lol:

ya ele é foruns em todo o lado no Barreiro :yes:

Viriatox
January 19th, 2008, 02:52 AM
PARQUE EXPO REQUALIFICA COVA DA IRIA

A Parque EXPO e a Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) da Cova da Iria celebraram um contrato para o desenvolvimento de uma intervenção de reabilitação e revitalização deste território, estabelecendo uma parceria no âmbito da iniciativa “Acção Integrada de Valorização Urbana – Fátima 2017”, da Câmara Municipal de Ourém.

A prestação de serviços da Parque EXPO tem por objectivo a concepção, planeamento e implementação de um plano que defina uma estratégia de intervenção para a Cova da Iria, núcleo central de Fátima, uma cidade de referência no roteiro mundial do turismo cultural e religioso, visitada anualmente por cinco milhões de pessoas.

Numa primeira fase, a Parque EXPO assume a responsabilidade pela elaboração de um documento de enquadramento estratégico e operacional do conjunto das intervenções, do seu planeamento e viabilidade, que venha a constituir o Master Plan da SRU. Cabe ainda à Parque EXPO apoiar a SRU da Cova da Iria no processo de elaboração de candidatura aos programas operacionais do QREN.

Posteriormente, a Parque EXPO estará disponível para, caso se mantenha o interesse da SRU e da Câmara Municipal de Ourém, realizar a gestão e implementação desta operação, durante um prazo estimado de dez anos.

Actualmente, Fátima necessita de soluções integradoras, que promovam a melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes, das acessibilidades, bem como das condições de conforto para as centenas de milhares de turistas que diariamente a visitam.

A Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU), constituída pela Câmara Municipal de Ourém, tem como objectivo intervir na Área Crítica de Recuperação e Reconversão Urbanística (ACRRU) da Cova da Iria – Fátima, coincidente com o Plano de Pormenor da área entre as Avenidas Papa João XXIII e D. José Alves Correia da Silva. A esta sociedade foram dados poderes para concretizar outras intervenções, que constituem a denominada “Acção Integrada de Valorização Urbana – Fátima 2017”.

A Parque EXPO é a única empresa portuguesa certificada, segundo a Norma NP EN ISSO 9001:2000, nas áreas de Prospecção, Concepção e Gestão de projectos de renovação urbana e de requalificação ambiental.

O prazo de elaboração do plano de requalificação da Cova da Iria é de quatro meses, sendo a sustentabilidade ambiental, económica e social o princípio orientador de todo o processo.

2007-12-14

Viriatox
January 19th, 2008, 06:05 PM
Reabilitação de área desqualificada

Porto de Aveiro tem à venda nova frente urbana junto à ria
15.01.2008 - 10h59 Lusa

Vai surgir em Aveiro uma nova frente urbana no seguimento do programa Polis, entre os canais da Ria, na zona da antiga lota, que a administração portuária tem à venda por 11 milhões de euros.

São cerca de 120 mil metros quadrados junto ao centro da cidade que foram agora desanexados do domínio público, por decreto-lei publicado no “Diário da República”, e integram o património da Administração do Porto de Aveiro (APA).

A reconversão da zona da antiga Lota do Porto de Aveiro era “o eixo de maior expressão” da intervenção do Programa Polis na cidade de Aveiro, mas apesar disso não chegou a ser concretizada antes da extinção da sociedade AveiroPolis, tendo os respectivos projectos passado para a autarquia.

O programa previa a reabilitação de uma área desqualificada e desactivada, numa zona sensível e próxima do centro da cidade, mediante a construção de espaços de lazer, zonas habitacionais, de comércio e de serviços.

A Câmara de Aveiro havia manifestado interesse em adquirir a área, mas não tem disponibilidade financeira para o valor atribuído, e a APA vai avançar para a venda a fim de realizar dinheiro que lhe permita realizar obras de acessibilidade marítima.

Nova ponte prevista

“O objectivo, dentro da deliberação do accionista, é promover a venda do terreno e a desanexação do domínio público foi feita com o intuito de delimitar o terreno, do ponto de vista dominial, de forma ao processo ser claro e transparente”, explicou à Lusa José Luís Cacho, presidente da Administração do Porto de Aveiro.

Na qualidade de herdeira dos projectos da sociedade Polis, é a Câmara de Aveiro a responsável pelas benfeitorias que estão a ser feitas na área que a APA pretende vender.

O projecto envolve a construção de uma nova ponte sobre o canal das Pirâmides, a consolidação da plataforma da antiga Lota, bem como a reparação da eclusa do canal central.

São obras comparticipadas em 75 por cento por fundos comunitários e assumidas pela Câmara de Aveiro, que já recebeu a comparticipação financeira.

José Luís Cacho compreende as dificuldades da autarquia para adquirir a área, mas lembra que o valor dos terrenos foi encontrado através de uma avaliação independente e justifica que seja a Câmara que os esteja a valorizar, com um protocolo celebrado entre as partes.

Câmara disponível para colaborar

“Foi feito um protocolo com a Câmara, pelo qual ela executava a contenção periférica dos terrenos, e que estabelecia também a alienação da área do Tir-Tif [antigo parque de camiões junto à alfândega]. Vendendo os terrenos na lota, entregamos ao Município os do Tir-Tif”, explicou.

Élio Maia, presidente da Câmara de Aveiro, disse à Lusa estar disponível para colaborar com a APA: “Temos interesse em que se resolva e não propriamente no terreno, por dificuldades financeiras, porque são valores muito elevados para as actuais possibilidades do Município, mas estamos disponíveis para colaborar com o proprietário numa solução”.

O autarca salienta que, pelo acordo firmado com a APA, o Município está a realizar as obras na lota, mediante a contrapartida da cedência de cerca de 70 mil metros quadrados na zona do Tir-Tif, mas desconhece que haja alguma cláusula que faça depender essa cedência da venda dos terrenos abrangidos pelo Polis.

Quanto à área do Tir-Tif, onde a Fundação Bissaya Barreto pretendeu, em tempos, construir um parque temático, Élio Maia diz que nada está ainda definido sobre o seu destino, após reverter para a Câmara.

-----------------------------------------------------------------

O projecto: http://caminho-azul.blogspot.com/2008/01/requalificao-da-antiga-lota-de-aveiro.html

:cheers:

P.S.: Não percebi muito bem o interesse da Câmara, este tipo de projectos é melhor deixá-los à iniciativa privada.

NewTomorrow
January 25th, 2008, 08:47 PM
Praia da Vitória recebe Parque Combustíveis na terça-feira


O Parque de Combustíveis da Praia da Vitória, na ilha Terceira, com capacidade para armazenagem de 30.060 metros cúbicos de combustível e gás, custou 33,5 milhões de euros e é inaugurado na próxima terça-feira.

Com este investimento a capacidade de armazenagem de combustíveis dos Açores aumenta, aproximadamente, 30 por cento, uma infra-estrutura destinada ao abastecimento de aviões, navios e das ilhas dos grupos central e ocidental do arquipélago.
Elementos fornecidos pelos responsáveis da «Terparque» indicam que o parque pode receber, armazenar e expedir gasolinas sem chumbo 95 e 98; gasóleo, marine diesel; Jet A-1 (aviação) gás butano (granel e garrafa); fuelóleo; betumes; águas oleosas e óleos usados.

Com a entrada em funcionamento do novo parque as operações de combustível deixam de ser efectuadas através pela infra-estrutura militar do «South Tank Farm» da Base das Lajes, o que, segundo os responsáveis, responde aspirações dos empresários locais.

Também passa a permitir o abastecimento de navios em rotas internacionais, superando, assim, uma importante lacuna na competitividade do porto oceânico da Praia da Vitória.

O parque, que vai criar 19 postos de trabalho directos, é propriedade das empresas açorianas Iberazoria (50,5 por cento), Bencom (26 por cento) e SAAGA (23,5 por cento) responsáveis por 75 por cento do investimento total.

O custo total da obra (33,5 milhões euros), financiado maioritariamente pela Caixa Geral de Depósitos, foi repartido pela Terparque (24 milhões) e pela Bencom (9,5 milhões de euros) apoiados em 15 por cento por fundos europeus (5 milhões).

Implantado na Zona Industrial do Porto da Praia da Vitória, o «Terparque» está servido por 18 tanques, ocupando uma área total de 45,641 metros quadrados.

Está também dotado de um serviço de Incêndios, ar comprimido, redes de distribuição de água e energia eléctrica, posto de transformação e gerador de emergência, estação de tratamento de águas residuais industriais e domésticas, posto médico e báscula.

Para abastecimento do terminal foram instalados três pipe-lines, um dos quais multiprodutos para a recepção de produtos brancos (gasolinas, gasóleos e Jet A-1), um de produtos pretos de 10 polegadas e um de 6 polegadas para Gás butano.

NewTomorrow
January 25th, 2008, 08:50 PM
Aberto concurso para compra de reboques de assistência em catástrofe
--------------------------------------------------------------------------------
Regional

25/01/2008 08:01:8

O Governo Regional dos Açores anunciou ontem a abertura de concurso público para a aquisição de dois reboques de assistência em catástrofe devidamente apetrechados.
Segundo o Executivo, esses equipamentos destinam-se à assistência em eventos multi-vítimas, ficando um estacionado em Angra do Heroísmo e o outro em Ponta Delgada.
Os dois reboques aéro-transportáveis a adquirir serão fornecidos com geradores de energia eléctrica, diverso material de emergência, designadamente um tenda, contentores de água, macas, garrafas de oxigénio, colares cervicais, imobilizadores de cabeça, balões ressuscitadores, mantas térmicas e variado material de reforço hospitalar.
A sua aquisição insere-se no âmbito do Plano de Emergência Sanitária em Caso de Catástrofe na Macaronésia (PLESCAMAC), do programa comunitário Interreg III B.

Viriatox
January 26th, 2008, 04:08 AM
Aveiro

Investidor propôs substituir quarteirão na Avenida
2008/01/24

A Câmara de Aveiro já recebeu uma proposta para a substituição de um quarteirão inteiro na Avenida Dr. Lourenço Peixinho, junto à estação ferroviária, ao abrigo do plano de requalificação que a autarquia quer implementar na principal artéria da cidade, noticia o Diário de Aveiro.

«O município tem em sua posse um estudo que prevê a homogeneização das cérceas nos cinco pisos, tendo já recebido projectos para a substituição de vários edifícios à luz das novas regras, revelou o vice-presidente da edilidade. Em entrevista ao programa «A Uma Só Voz», da Aveiro FM e Diário de Aveiro, Carlos Santos admitiu terem já chegado à Câmara «propostas concretas» para a reabilitação da Avenida Dr. Lourenço Peixinho que se encontram a ser «acompanhadas» pela autarquia.

Segundo o vereador, «estão reunidas as condições necessárias para se impulsionar a renovação de um espaço que é da maior importância para os aveirenses», advertindo que a intervenção «exige regras claras» que «têm de ser desenvolvidas, discutidas previamente e em profundidade para assim se obter o consenso possível e evitar mais esperas no futuro».

O objectivo do município é «evitar a descaracterização» que tem afectado a artéria, vista como «a via urbana mais emblemática de Aveiro».

Dos planos para a Avenida faz parte a construção de um parque de estacionamento subterrâneo no âmbito da implementação da Carta Educativa, prevendo-se que a superfície fique totalmente destinada à circulação de peões. «É fundamental libertar o espaço público para o tornar atractivo e apetecível», afirmou.

A entrevista pode ser ouvida hoje (19 horas) ou domingo (9 horas) na Aveiro FM e lida em resumo na edição de amanhã do Diário de Aveiro - Diário de Aveiro - notícia não acessível on line

Viriatox
January 26th, 2008, 04:26 AM
Figueira da Foz

Autarquia reclama áreas não utilizadas pelo porto comercial

A autarquia da Figueira da Foz reclama diversas áreas ribeirinhas não utilizadas pelo porto comercial da cidade, aguardando a constituição da empresa que vai gerir aquela estrutura para formalizar uma proposta à tutela, revelou hoje o presidente da Câmara.

Esta posição da Câmara Municipal da Figueira da Foz é expressa depois de, na passada semana, o Governo ter aprovado um decreto que permite a transferência a custo zero para as câmaras municipais dos terrenos desafectados às administrações portuárias, ambição antiga de autarquias ribeirinhas e da Associação Nacional de Municípios Portugueses.

«A gestão do porto [da Figueira da Foz] será assumida por uma nova empresa que tem o porto de Aveiro como único accionista. Estamos à espera que seja constituída e que a delimitação da área portuária seja feita», disse à agência Lusa o presidente da autarquia, Duarte Silva (PSD).

O autarca lembra que, na vigência do Governo de coligação PSD/CDS-PP, a Câmara Municipal e a delegação local do Instituto Portuário de Transportes Marítimos (IPTM) chegaram a assinar um protocolo com aquela finalidade, que, no entanto, acabou «chumbado» pelos serviços centrais do Instituto.

«O IPTM nacional considerou que não era oportuno por ser uma decisão com várias implicações», sustentou.

No entanto, Duarte Silva garante que as áreas que interessam ao município - que incluem parte da zona ribeirinha entre o cais comercial até perto da foz do rio Mondego e o chamado Parque das Gaivotas, junto à praia - constam de um «acordo de princípio» já estabelecido com o porto de Aveiro.

Ali, a autarquia pretende ver nascer estruturas de apoio ao clube náutico, marina de recreio e actividades marítimas, alguns espaços comerciais e, no caso do parque das Gaivotas, um espaço multiusos.

«Não é para fazer prédios» sublinhou o autarca, confrontado com as declarações do ministro da tutela, Mário Lino, que, aquando da apresentação da legislação, explicou que o novo decreto possui mecanismos para obstar à especulação imobiliária.

Entretanto, a oposição socialista no executivo autárquico aplaudiu o decerto governamental, defendendo que a Câmara Municipal identifique as áreas que quer ver no domínio público municipal e promova uma consulta pública sobre eventuais projectos para a zona ribeirinha.

«A Câmara tem de identificar as áreas, propô-las o quanto antes ao Governo e iniciar uma consulta pública para que as pessoas da Figueira da Foz possam dizer o que querem para ali», disse à Agência Lusa o vereador António Tavares.

O decreto governamental mereceu, igualmente, a concordância por parte do deputado do PSD pelo círculo de Coimbra, Miguel Almeida, autor de um requerimento na Assembleia da República, em Novembro de 2007, onde preconizava aquela solução.

«Parece-me bastante positivo. Vem no seguimento daquilo que a Figueira da Foz defende há largos anos. Não faz sentido que áreas sem utilização portuária estejam na dependência dos portos», disse Miguel Almeida.

Alertou, no entanto, para a necessidade do decreto incluir mecanismos que permitam aos municípios intervir nas zonas ribeirinhas.

«Não defendo a especulação imobiliária, mas os terrenos da zona ribeirinha [do Mondego] também não podem ser transferidos para depois ficarem sem nenhuma possibilidade de utilização», frisou.

24-01-2008

Viriatox
January 26th, 2008, 04:39 AM
Luso: «LusoInova» prevê criação de 1000 empregos

A Câmara da Mealhada apresentou ontem o «LusoInova», projecto de desenvolvimento estratégico do Luso, que pretende ser um pólo turístico, através do investimento privado, que pode rondar os 50 milhões de euros e irá criar 1000 novos empregos até 2013

Quase um ano depois de ter lançado a ideia, a Câmara Municipal da Mealhada, juntamente com os parceiros Sociedade Água de Luso e Universidade de Coimbra, apresentou o projecto «LusoInova» - Centro de Saúde, Beleza e Bem-Estar. Um projecto elaborado por uma empresa de consultadoria que traça um rumo estratégico para o Luso, enquanto centro de turismo, neste caso baseado nas vertentes de saúde, beleza e bem-estar e todos os investimentos que, directa ou indirectamente, lhe estão associados. Efectivamente, trata-se de um plano que é sustentando sobretudo naquilo que for a apetência do investimento privado e que, num prazo que vai até 2013 pretende devolver ao Luso um vigor turístico ímpar «capaz de projectar o concelho, a região e mesmo o país como destino privilegiado», como referiu Carlos Cabral, presidente da Câmara da Mealhada.
O projecto aposta num segmento médio/médio alto, dirigido sobretudo a uma população com idade compreendida entre os 35 e os 60 anos e prevê a criação de quatro novas unidades hoteleiras, diversas clínicas de estética, pequenas unidades de investigação dedicadas à cosmética e anti-envelhecimento, o desenvolvimento da Zona Industrial de Barrô, ginásios, SPA, e lojas comerciais, como explicou a empresa autora do projecto.
Em termos gerais, o projecto aponta para um investimento na ordem dos 50 milhões de euros, a criação de 43 empresas e 1000 novos empregos, sendo certo que, na perspectiva da empresa de consultadoria, tudo dependerá e muito da iniciativa privada, sendo certo que «antes de quatro anos não prevejo que o projecto possa começar a dar os primeiros resultados».
Alberto da Ponte, administrador da Água do Luso, mostrou-se confiante no desenvolvimento do projecto, dando conta que a empresa não perdeu de vista a reestruturação termal do Luso – cujo projecto previa o início das obras em 2007 – pedindo «paciência» à população e tranquilizando-a ao dizer que «brevemente o projecto começará a ser desenvolvido».
Presente esteve também o coordenador do QREN para a Região Centro, dando conta que, para a região, estão previstos ao abrigo deste Quadro três mil milhões de euros, e considerando que, «se existirem projectos consistentes, válidos e com qualidade para o Luso, venham eles».
QREN que, como foi admitido, pode ter um papel determinante no desenvolvimento do projecto, já que se trata de investimentos que, como confidenciou ao nosso Jornal um dos empresários locais da área da construção presente, «só está acessível, numa primeira fase a grandes grupos económicos dado os elevados valores que podem envolver estes investimentos».
Apesar de louvarem que se tenha traçado um plano estratégico para o Luso, a verdade é que a apreensão foi um sentimento reinante no final da apresentação, quer por parte de empresários, quer mesmo de autarcas como o presidente da Junta de Freguesia do Luso que, ao nosso Jornal, não deixaria de confidenciar que «já não será no meu tempo que isto se irá concretizar», acrescentando ainda que «pelo que vi hoje, estão previstas muitas novas construções, mas a Câmara não se pode esquecer que, antes disso, é preciso considerar na revisão do PDM a disponibilização de terrenos que, neste momento não existem para esse efeito».

António Jorge Pires
Diario de Aveiro

Barragon
January 26th, 2008, 03:00 PM
^^ Estes projectos estão todos trocado... Regionalização vem depressa :(

Viriatox
January 30th, 2008, 04:35 AM
Murça

Plano urbanístico ao fim de 8 anos

Eduardo Pinto

O plano urbanístico de Murça já está em vigor depois de uma espera de oito anos para obter a sua aprovação. Agora vai permitir expandir a malha urbana da vila, o que era aguardado há muito pelas entidades públicas e provadas locais.

O presidente do município, João Teixeira, queixou-se por várias vezes de ver "amarrado" o desenvolvimento da sede de concelho, considerando que a vila já era "acanhada" e tinha necessidade de um plano para a redefinir. Abrem-se agora mais possibilidades para criar novos espaços de urbanização, quer para a construção privada de novas habitações quer para obras públicas. É o caso do parque desportivo, da zona de lazer, do centro escolar, novos arruamentos, entre outros.

Até ao momento só era permitido construir, em algumas zonas da vila, edifícios com rés-do-chão e primeiro andar. Com o novo plano urbanístico será possível edificar até um limite de um rés-do-chão mais três andares. "De outra forma ninguém estaria interessado em construir cá", salienta João Teixeira.

De acordo com o Plano Urbanístico foi ainda definido um conjunto de áreas para equipamentos colectivos privados e públicos, como é o caso de um parque urbano de que "Murça já sente necessidade".

Por outro lado, permite a construção de uma "avenida ecológica". Um projecto desenvolvido pela autarquia e que vai rasgar o miolo da vila, desde o jardim Herói Milhões até ao Bairro da Barroca.

A faixa ecológica paralela à avenida terá uma largura de 10 metros e nela será implantado um canal de regularização de um ribeiro e terá passagens pedonais. Nesta área verde a vegetação dominante será a autóctone da região Oliveiras, Carvalhos e Castanheiros, mas também a giesta, a carqueija, o rosmaninho, entre outras.

"Vamos fazer aqui um campo experimental de plantas e pequenas árvores, para o qual contamos com o apoio de especialistas na área", complementa João Teixeira. A avenida é construída em duas fases e custa um milhão e trezentos mil euros.

JN (http://jn.sapo.pt/2008/01/23/norte/plano_urbanistico_fim_8_anos.html)

Karsh
February 7th, 2008, 10:27 PM
Nunca tinha posto aqui projectos em Bragança... Aqui ficam dois:

Circular Interior de Bragança

http://img155.imageshack.us/img155/3369/circularim3.th.jpg (http://img155.imageshack.us/my.php?image=circularim3.jpg)

A 1ª fase da Circular Interior de Bragança, que vai ligar as avenidas da Cidade de Zamora e das Forças Armadas, já está em obras.
O auto de consignação da obra, que vai custar cerca de 2,2 milhões de euros, foi assinado no passado dia 21.
O prazo de execução da empreitada, adjudicada à ACA Construções – Alberto Couto Alves S.A., é de 16 meses, à excepção dos acessos à zona envolvente do Centro de Saúde de Bragança II, que deverão estar prontos dentro de oito meses.
Nesta fase, a circular terá uma extensão de 1100 metros, com duas faixas de rodagem em cada sentido e um separador central de 3 metros. Os passeios laterais para a circulação de peões também serão construídos com 3 metros de largura.
Trata-se de uma via fundamental para a mobilidade urbana entre estas duas zonas da cidade.
No futuro, a Circular irá estender-se até à Zona Industrial das Cantarias. A obra, que se deverá desenrolar em três fases, representa um eixo estruturante para distribuir o tráfego na cidade. Desta forma, está garantida uma maior mobilidade, melhorando, assim, a qualidade de vida dos cidadãos e facilitando a vida aos visitantes.
Esta via, que terá um total de 7,5 quilómetros, só será concluída dentro de “alguns anos”, segundo previsões da Câmara Municipal de Bragança.

Fonte: Jornal Nordeste


Centro de Saúde de Santa Maria (Bragança II)

http://img517.imageshack.us/img517/7342/centrosaudeev6.th.jpg (http://img517.imageshack.us/my.php?image=centrosaudeev6.jpg)

O Programa Funcional para o Centro de Saúde de Santa Maria - Centro de Saúde de Bragança II- já recebeu a aprovação, no passado dia dois deste mês, do secretário de Estado adjunto do ministro da Saúde, Adão Silva.
Segundo informou a Sub-região de Saúde de Bragança, através de comunicado de imprensa, o projecto do novo centro contempla, entre outros espaços, uma unidade de saúde familiar, área de cuidados na comunidade, unidade operativa de saúde pública, unidade de meios de diagnóstico, espaço de tratamento e de espe-cialidades, um serviço de atendimento a situações urgentes, uma unidade polivalente, um Centro de Aconselhamento e Detecção Precoce do HIV/SIDA, um centro de documentação e informação e um centro para acções de formação e conferências.
O Centro de Saúde II de Bragança, que irá ocupar uma área bruta de aproximadamente 4.350 metros quadrados e que irá custar cerca de quatro milhões e quatrocentos mil euros “incluindo o respectivo equipamento e apetrechamento completo”, ficará dimensionado para aproximadamente 21 mil utentes do concelho de Bragança. E, ao que tudo indica, irá começar a funcionar no decorrer do segundo semestre do próximo ano. O local escolhido para a sua localização foi a Quinta da Trajinha, próximo do Centro de Educação Especial da cidade.
Segundo António Subtil, coordenador da Sub-região de Saúde de Bragança, o concelho de Bragança conta com cerca de 40 mil utentes, mas o actual centro de saúde está dimensionado para apenas 20 mil. Tendo em conta esta situação, o responsável frisa a “importância” que novo espaço vai ter para a população de todo o concelho.

Fonte: C.M. de Bragança

mynuster
February 7th, 2008, 11:57 PM
:okay:

Andre_Filipe
February 8th, 2008, 03:09 AM
Teatro Municipal da Guarda candidato a prémio ibero-americano



http://thumbs.sapo.pt/?pic=http://jn.sapo.pt/2008/02/08/15484111.jpg&H=250&W=250&errorpic=http://jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif

O Teatro Municipal da Guarda (TMG) é um dos sete trabalhos de arquitectura nacionais candidatos ao prémio "Melhor Obra" da Bienal Ibero-Americana de Arquitectura e Urbanismo (BIAU), a realizar no final de Abril, em Lisboa. A BIAU, promovida desde 1998 pelo ministério espanhol da Habitação, é o mais importante fórum dos arquitectos ibero-americanos. O TMG foi projectado por Carlos Veloso, guardense radicado no Porto, e está aberto ao público desde Abril de 2005.

Barragon
February 8th, 2008, 01:09 PM
Muito bem :applause:

NewTomorrow
February 8th, 2008, 07:14 PM
^^ Estes projectos estão todos trocado... Regionalização vem depressa :(



os Açores não deveria estar aqui

Deveria estar separado

NewTomorrow
February 8th, 2008, 08:50 PM
Pousadas de Angra do Heroísmo e Marina da Horta reabrem ao público
As Pousadas de Portugal acabam de reabrir a Pousada de São Sebastião, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira e a Pousada de Santa Cruz, na Marina da Horta, na ilha do Faial, nos Açores.
Instalada no Forte de São Sebastião, datado do século XVI, exemplo único da arquitectura militar, e conhecido como o Castelinho, a Pousada de São Sebastião, encontra-se dentro da zona histórica da Cidade de Angra.
Com um total de 29 quartos, esta Pousada detém uma vista sobre o mar e o Monte Brasil, num ambiente místico, entre as ruínas das altas muralhas.
A Pousada Angra do Heroísmo dispõe, ainda, de duas piscinas exteriores e a possibilidade de realizar jogos em família ou actividades como pesca, mergulho, caminhadas, equitação e passeios de barco. Esta inclui uma sala de conferências polivalente, para reuniões, banquetes e cocktails – Sala dos Canhões.
Na Marina da Horta, a Pousada de Santa Cruz encontra-se instalada numa Fortaleza do século XVI, construída em frente a uma baía e considerada Monumento Nacional. Esta Pousada, com um total de 28 quartos.
Para desfrutar dos prazeres da ilha do Faial, é possível realizar actividades ao ar livre, tais como excursões a pé, de bicicleta, a cavalo ou mergulho e, para actividades profissionais, a Pousada dispõe de uma sala para reuniões com acesso à Internet e material audiovisual.
As Pousadas de Portugal prepararam uma promoção especial de reabertura, com programas de três e cinco noites, a partir de 38 euros por pessoa, incluindo oferta de uma garrafa de vinho Pousadas ao jantar e alojamento gratuito de crianças até aos 12 anos, no quarto dos pais.

Andre_Filipe
February 9th, 2008, 03:23 AM
Maior parque eólico da Europa já produz energia
pedro correia

Parque Eólico do Alto Minho I abarca os concelhos de Monção, Melgaço, Paredes de Coura e Valença


Ana Peixoto Fernandes

Omaior empreendimento de produção de energia da Europa, designado Parque Eólico do Alto Minho I, que abarca os concelhos de Monção, Melgaço, Paredes de Coura e Valença, já está a produzir energia eléctrica, embora a conclusão da sua instalação só esteja prevista para o próximo mês de Outubro.

A rentabilização do investimento de cerca de 400 milhões de euros iniciou-se em finais de Dezembro com a ligação do parque à rede eléctrica e a activação dos sub-parques de Mendoiro-Bustavade (Monção), Picoto-S.Silvestre (Valença/Monção), Santo António e Picos (Melgaço). Esta fase, segundo o director de projecto, José Miguel Oliveira, envolveu já a produção de electricidade que vai sendo injectada na rede eléctrica. "Em finais de Janeiro o Parque Eólico do Alto Minho I já tinha produzido cerca de 2 GWh de electricidade, o que corresponde a 10 por cento do consumo anual de electricidade no concelho de Melgaço", declarou, ao JN, aquele responsável.

O império de eólicas que, actualmente, está a ser erguido no território de Monção, Melgaço, Paredes de Coura e Valença, implicará a instalação de 120 torres, distribuídas por cinco sub-parques. As obras foram iniciadas em Fevereiro de 2006 e, nesta altura, o conjunto de aerogeradores que formam o Parque Eólico Alto Minho I, estão a ser ligados de forma gradual, sendo objectivo final atingir uma produção de 600 GWh/ ano. Quando atingir a velocidade de cruzeiro, este empreendimento produzirá, segundo os promotores do projecto, o equivalente a cerca de "quatro vezes" o consumo de energia eléctrica nos quatro concelhos e "1% da electricidade do país".

Melgaço terá três pólos de produção de energia eólica, em Picos, com 26 torres, Alto Corisco, com 33, e Santo António, com 16. Valença e Paredes de Coura produzirão a partir de um subparque comum, o de Picoto/S. Silvestre, e o subparque de Mendoiro em Monção, será o "coração do projecto", com as suas 26 torres e uma subestação de transformação que receberá, através de dezenas de quilómetros de cabos subterrâneos, toda a energia. A produção será transportada para uma futura estação a construir pela Rede Eléctrica Nacional, em Pedralva (Braga), através de mais de 50 quilómetros de linha de alta tensão.

Viriatox
February 9th, 2008, 07:34 PM
Óbidos: PDM suspenso para reduzir índices de construção

A Assembleia Municipal de Óbidos aprovou a suspensão do Plano Director Municipal em 28% do concelho para poder construir um parque verde com 600 hectares e baixar os índices de construção em futuros empreendimentos turísticos.

A proposta da suspensão do Plano Director Municipal (PDM), e a consequente entrada em vigor de medidas preventivas, foi explicada sexta-feira à noite pelo presidente da Câmara aos deputados municipais tendo por base a apresentação de um plano de ordenamento do turismo, a aplicar em cerca de 4.500 hectares junto à Lagoa de Óbidos e à zona costeira.

«Face à procura muito elevada [para a construção de empreendimentos turísticos] percebemos que se aprovássemos tudo íamos dar cabo disto», disse o presidente da autarquia, Telmo Faria (PSD).

Nesse sentido, afirmou o autarca, «nas áreas mais sensíveis a construção tem que ser zero». A ideia foi «encontrar uma solução que possibilite a criação de um parque verde municipal de 600 hectares, maior que o Parque de Monsanto, a ser construído de raiz e que afasta das áreas mais sensíveis toda a edificabilidade», disse Telmo Faria.

«Ao edificar o parque bloqueiam-se em futuras operações quaisquer iniciativas de carácter imobiliário junto à Lagoa de Óbidos dando-lhe um carácter público numa área hoje privada e dominada pela exploração florestal de eucalipto», explicou.

«Ao mesmo tempo criamos um sistema de cooperação aos proprietários», que ficam com a possibilidade de construir em zonas afastadas dos valores ambientais que a autarquia quer preservar.

Do plano, que estipula as novas regras de intervenção naquele território, poderão ser aprovadas 20 mil novas camas turísticas (existem já 5.600 construídas) em vez das 39 mil permitidas pelo PDM aprovado em 1996.

Segundo a autarquia, a zona do concelho onde o PDM foi suspenso já concentra muito investimento privado, «mais de mil milhões de euros» (em empreendimentos turísticos com hotéis de cinco estrelas, campos de golfe e turismo residencial) que garantirão a criação de cinco a sete mil empregos nos próximos anos.

A Câmara «manterá os compromissos já assumidos» com promotores turísticos cujos projectos já estão aprovados mas garante que esta «é uma decisão de natureza estratégica com implicações a longo prazo», disse Telmo Faria.

«São medidas que visam qualificar e não prejudicar ninguém» concluiu aludindo ao facto de ter envolvido os proprietários no processo de elaboração do plano. As propostas foram elaboradas ao longo dos últimos dois anos «de forma concertada com a Comissão de Coordenação de Lisboa e Vale do Tejo» e fazem parte do «Plano de Estrutura do Bom Sucesso», documento considerado inovador por Telmo Faria e que está em consulta pública nos próximos 30 dias.

Diário Digital / Lusa

09-02-2008 12:53:56

:nuts:

pedrodepinto
February 10th, 2008, 01:27 PM
Bons projectos para Bgragança :okay:!

NewTomorrow
February 29th, 2008, 02:41 PM
Empresa de emigrante aposta nos transportes marítimos
Regional | 2008-02-28 11:42

A Canadamar, empresa com sede no Canadá propriedade de um empresário açoriano, quer investir no transporte marítimo de passageiros e mercadorias entre as ilhas açorianas, uma operação que pretende iniciar este ano com três catamarans.
João Amaral, dono da empresa, entrega hoje na APIA - Agência para a Promoção de Investimento nos Açores, o segundo projecto de investimento para o arquipélago, que contempla a aquisição de um terceiro barco, a juntar a outros dois que pretende adquirir.
Natural da ilha de São Jorge, este empresário, que durante vários anos esteve emigrado no Canadá, decidiu regressar aos Açores e investir na melhoria dos transportes marítimos entre as ilhas.
No seu entender, os açorianos “podem e merecem ter um serviço em condições”, por isso, propõe ligações regulares entre os três grupos de ilhas - Ocidental, Central e Oriental - com três embarcações de construção recente, todos elas com velocidades máximas próximas dos 35 nós.
A intenção passa por ligar, diariamente, as ilhas da região e facilitar a circulação de pessoas e bens entre todo o arquipélago.
Um dos catamarans, com 55 metros de comprimento, destina-se a assegurar as ligações entre Ponta Delgada, Praia da Vitória, Santa Cruz da Graciosa e Santa Cruz das Flores.
O outro barco, de maiores dimensões (74 metros), terá capacidade para 400 passageiros e mais de 80 viaturas e efectuará a ligação diária entre Horta/Pico/São Jorge e Praia da Vitória, regressando à Horta no mesmo dia.
Hoje, João Amaral pretende entregar na APIA - Agência para a Promoção do Investimento nos Açores (tal com fez com o projecto relativo aos dois primeiros catamarans), um segundo projecto de investimento para a compra de um terceiro barco, apenas para a ligação entre as ilhas de São Miguel e Santa Maria.
Uma operação a realizar por um navio com 48 metros de comprimento e capacidade para transportar 300 passageiros e 12 viaturas.
O empresário recusa-se, para já, a revelar o valor dos investimentos nos novos barcos, mas garante que não conta com apoios do Governo Regional para avançar com estes projectos.
João Amaral adiantou apenas que quer aceder aos fundos comunitários destinados a este tipo de investimentos, desde que a APIA, que agora os vai avaliar, considere que são prioritários para o arquipélago.
Se os investimentos da Canadamar forem aprovados, os barcos de João Amaral vão fazer concorrência aos navios da empresa pública Atlânticoline, que estão a ser construídos na sequência de um encomenda do Governo Regional.
O empresário salientou que não quer “guerras com ninguém”, mas não deixa de fazer reparos à opção do Governo de gastar mais de 40 milhões de euros na construção de barcos que considera lentos, que vão levar mais tempo a percorrer todas as ilhas da região apenas durante uma parte do ano.
João Amaral garante que pretende praticar preços de bilhete semelhantes aos da Atlânticoline, com excepção das tarifas promocionais para jovens, famílias e idosos, que “só o Governo pode dar”.
Além disso, o empresário propõe operações regulares durante todo o ano, desde que as condições meteorológicas assim o permitam.


Açoriano Oriental

Viriatox
March 1st, 2008, 02:17 AM
BRAVO!! :pepper: Um bom exemplo.

http://canadamar.com/ São grandes os bichinhos do homem :D

NewTomorrow
March 1st, 2008, 08:08 PM
Parque tecnológico em São Miguel em 2010
Governo dos Açores adjudica projecto de futuro
parque tecnológico de São Miguel na próxima
semana. Em 2010, a obra estará concluída


Açoriano Oriental

NewTomorrow
March 1st, 2008, 08:10 PM
BRAVO!! :pepper: Um bom exemplo.

http://canadamar.com/ São grandes os bichinhos do homem :D


Uma ligação Açores Lisboa via Ferry era muito bom

Viriatox
March 1st, 2008, 08:46 PM
Excelente noticia essa do parque tecnologico em São Miguel :).

pauloluso
March 1st, 2008, 11:51 PM
Excelente noticia essa do parque tecnologico em São Miguel :).

Vou pedir ao meu chefe para mudarmos para lá:lol:

NewTomorrow
March 2nd, 2008, 08:23 AM
Ferry para a Atlântico Line (açores)
http://bp2.blogger.com/_sJyEnaNZHVI/R8REPyK9-yI/AAAAAAAADF0/G7ilG2IsTUE/s400/navio_258_profile_cor.jpg


Este navio e o que se vai seguir no estaleiro (construção 259), são unidades construídas à medida para as ligações inter-ilhas no Arquipélago dos Açores, por iniciativa do Governo Regional respectivo cujo partido de Governo fez uma aposta política nesta actividade.
Serão navios destinados a proporcionar um serviço público sazonal subsídiado ao mais alto nível. A sua operação tem em vista a promoção da mobilidade e o desenvolvimento das relações sociais e comerciais entre as 9 ilhas açoreanas. Parte da população, nomeadamente estudantes e jovens, poderão viajar entre as Ilhas por preços simbólicos de €1.

http://bp1.blogger.com/_sJyEnaNZHVI/R8REHiK9-xI/AAAAAAAADFs/lq6BMZ-AwWc/s400/navio_258_profile.jpg

Em construção, nº258, no estaleiro de Viana do Castelo.
Comprimento total 97 m
Boca 18 m
Pontal ao convés principal 7 m
Calado 4,6 m
Velocidade de cruzeiro 19 nós
Sistema de propulsão Diesel Eléctrico com propulsores azimutais (o que lhe permite operacionalidade nos diversos Portos dos Açores) 2 motores com 2 linhas de veios e hélices de passo variável
Passageiros 750 Tripulação 40
Viaturas 140
Classificação Lloyd´s Register of Shipping “Classe conforto” – PCAC 33 Lloyd´s Register of Shipping

:cheers: