View Full Version : Angolanos importantes em Brazil - Important Angolans in Brazil


Matthias Offodile
May 22nd, 2011, 08:40 PM
This thread is dedicated to the strong Angolan community in Brazil...and especially to those that stick out of the mass, professionally speaking.

Matthias Offodile
May 22nd, 2011, 08:43 PM
DIRIGENTE DE AGÊNCIA DE PUBLICIDADE

Paulo Coelho

http://www.revistapronews.com.br/edicoes/111/imagens/capa_04.jpg

Empresa: Mago Publicidade


Angolano, radicado no Brasil. Cursou Jornalismo na UFBA e Administração na FACS. Começou a atuar na propaganda em 1983 na Propeg, de onde migrou para diversas outras experiências em agências, veículos e fornecedores. Em 1993, fundou a Mago Escritório de Arte, com a proposta de ser uma empresa voltada exclusivamente para o design. No ano seguinte, a Mago já atuava como agência e começou a incorporar outros serviços como promoção. Hoje, depois de 15 anos atuando como empresário do ramo, participa ativamente de atividades associativas do mercado publicitário, ocupa o cargo de Diretor para Assuntos Éticos do Sinapro – BA e é membro da Cadin, comissão de avaliação de mídia exterior da Sucom, órgão da Prefeitura Municipal de Salvador..

CEARENSE
May 24th, 2011, 06:31 AM
eu conheço o marido da cantora brasileira Kelly Key que é angolano, não sei o nome dele, mas sei q ele é bonito :D

skytrax
May 24th, 2011, 04:27 PM
eu conheço o marido da cantora brasileira Kelly Key que é angolano, não sei o nome dele, mas sei q ele é bonito :D

Ninguém te perguntou!

CEARENSE
May 25th, 2011, 04:07 AM
^^ o thread perguntou :lol:

Matthias Offodile
May 27th, 2011, 08:16 PM
Brazil´s greatest guitarist is an Angolan


Angolano Nuno Mindelis é o maior guitarrista do Brasil

http://www.nunomindelis.com/http___www.nunomindelis.com/BENVINDO_WELCOME_files/fotopose-PB+leve.gif

A guitarra Fender Stratocaster de Nuno Mindelis grita, chora, dá gargalhadas, sente saudade, se desespera, fala baixinho, conta um segredo... e o público goza de prazer ( no bom sentido).

O homem blues, angolano radicado no Brasil, as apresentações dos últimos dias, tem sido muito concorridas , o público tem lotado o Bourbon Street, em São Paulo, para ouvir músicas de seu mais recente CD, Blues On The Outside.

Blues on the Outside mescla referências clássicas do blues com novidades da música internacional, além de retomar o bom e velho rock, assim como composições tradicionais. Exemplos disso são as faixas Nine to Nine Blues (parceria com Phil Nicholson) e Never off With the Blues, pela qual foi considerado, em 1998, o melhor guitarrista do mundo pela revista norte-americana Guitar Player. O disco foi gravado em Austin, no Texas, e teve as participações do Double Trouble, formado pelo baixista Tommy Shannon e pelo baterista Chris Layton, que tocavam com Steve Ray Vaughan. Não é a primeira vez que esses músicos gravam com Nuno. Mindelis já havia tocado com Shannon e Layton no álbumTexas Bound, de 1996. O novo disco, que sai pela Trama, é, atualmente, o título mais vendido dessa gravadora.

A Muangolê foi conferir um dos shows deste angolano, que ao tocar parece conversar com a guitarra, é extremamente competente, com vocês Nuno Mindelis.

A noite começou com o Jazz Duo, duo de piano e bateria que tocou antes e no intervalo do show de Nuno. No repertório, clássicos do jazz e da bossa nova como Na Baixa do Sapateiro, de Ary Barroso, e Cantaloop Island, de Herbie Hancock. Para quem não conhece, o espaço da casa é lotado de referências ao blues. Fotografias e guitarras de estrelas do blues e adjacências preenchem as paredes do Bourbon. Destaque para a guitarra Gibson Lucille, com dedicatória de B. B. King, exposta no lugar.

Nuno subiu no palco pedindo ao público, ou somente às moças, Shake That Thing, música do gaitista texano Paul Orta. Logo em seguida, emendou o blues/rock que fez de Spinning Wheel, de David Claytion Thomas.

A banda que acompanha Mindelis foi reformulada. Thiago Cerveira continua na gaita e na guitarra, e Andrei está no baixo desde o ano passado. Richard Montano, considerado pela revista Backstage um dos dez melhores bateras brasileiros, e Maurício Pedrosa, que já tocou com Rita Lee e Walter Franco, são os novos nomes do elenco.

Não só a guitarra autografada de Nuno dialoga com o público. Aproveitando o clima intimista da casa, o próprio Mindelis pergunta, comenta, opina: ''Um blues canalha é o que mais gosto. Feio, sujo e desesperado''. ''Quem gosta de Jimmi Hendrix?'', indaga, a certa altura, e manda Hey Joe. No bis, volta aos 60 e faz uma versão solo de Castles Made of Sand, também de Jimmi Hendrix. Ainda no bis, toca Got my Mojo Working, de Muddy Waters. Nessa música, adapta um trecho de Blues Para o Brasil, que é um blues em português do primeiro disco de Nuno, Blues e Derivados.

Na cena blues brasileira, Nuno Mindelis é um dos mais importantes guitarristas. É impressionante a velocidade que atinge nos solos, e pasmem, ele não usa palheta. ''Não quis ficar escravo da palheta'', explica Nuno.


http://mnoticias.8m.com/nunomindelis.htm

Matthias Offodile
May 27th, 2011, 08:27 PM
Victory Business (MG) nomeia representação comercial em São Paulo
Meta é ampliar em 40% o market share da unidade no Estado

http://www.revistahotelnews.com.br/2009/arquivos/noticias/imagem_principal/recorte/fotofilo_pronta.jpg.jpg

A angolana radicada no Brasil, Filomena Sousa ( Filó), é a nova representante comercial do Victory Business, de Juiz de Fora (MG) para o Estado de São Paulo. O objetivo com a contratação, segundo o gerente comercial, Gio Ahmad, é ampliar em 40% o market share da unidade neste mercado.

Filomena Sousa está na hotelaria há 22 anos e já passou por redes como Eldorado, Bourbon e Rede Tropical. Nos últimos cinco anos atua como autônoma, representando empreendimentos independentes no mercado paulista. Para Filó, o segredo é respeitar as características individuais de cada unidade. “Por isso consigo dinamizar os resultados dos meios de hospedagem que comercializo, garantindo assim maior retorno ao hotel investidor”, conta.

Segundo Gio Ahmad, a escolha de Filó para esse trabalho foi consequência de muita pesquisa no mercado de São Paulo." Após entrevistar vários profissionais, optamos estrategicamente pela Filó em razão de toda sua expertise no atendimento às grandes contas corporativas e de eventos, segmentos que norteiam nossas ações de mercado”.

Contatos com Filó podem ser feitos pelo filomena14@terra.com.br ou telefone (11) 9671-3791.

Matthias Offodile
June 12th, 2011, 10:02 PM
Entrevista Exclusiva com Dr Caetano Prata “o primeiro Cirurgião plástico Angolano”








Segunda, 14 Março 2011 16:15

Escrito por Milca Caquesse


http://www.platinaline.com/images/stories/caetano%202.jpg


Dr Caetano Prata nasceu aos três de Março, é casado, é lincenciado em medecina na Especialidade cirugia plastica, estetica e reconstrutiva. É membro associado da sociedade brasileira de ·Cirurgia Plástica Estética e Reconstrutiva. É Angolano, e fala pela primeira vez a uma impressa angolana e respondeu gentilmente com exclusividade todas perguntas da Platina Line.





MILCA CAQUESSE: Digo por experiência própria que é um profissional bastante talentoso, dedicado e paciente... Conte-nos um pouco como escolheu esta profissão...



CAETANO PRATA: Desde menino queria ser médico, como contam os meus pais. Durante a faculdade de medicina, estudava com bastante afinco e demonstrava interesse na especialidade de cirurgia plástica. Realizava leitura sobre e os grandes nomes de referência na cirurgia plástica, tais como Ivo Pitanguy ( referência em cirurgia plástica no Brasil e no mundo ), Gillies, Joseph e etc...



M.C: É o mercado angolano já aberto para as cirurgias estéticas?



C.P: Com o fenômeno da globalização, Angola como muitos países, começa a dar passos muito firmes e seguros na busca de ter em seu território bons profissionais, já que as pessoas mundialmente querem ter sua auto-estima sempre elevada. Isto reflete-se de forma positiva na medida em que cada vez mais pacientes ( homens e mulheres) buscam os nossos serviços, encontrando atendimento, instalações hospitalares, tratamento humanizado, profissional e eficiente por parte de toda equipe médica e enfermeiros.

M.C: Que tipo de cirugias de estética e de reconstrução são mais solicitadas atualmente no nosso país?



C.P: As cirurgias estéticas, mais procuradas nos nossos serviços são: Plástica Mamária de Aumento com Silicone; Plástica Mamária Redutora; Abdominoplastia; Lipoaspiração de Gorduras Localizadas; Próteses de Glúteo “bumbum” e Bioplastia para correcção de rugas de expressão. As cirurgias reconstrutivas mais procuradas são as para queimaduras e suas sequelas; recostrução de deformidades de forma geral; bioplastia para correções de deformidades adquiridas ( sequelas de traumas, pacientes com HIV em que têm perdas de gorduras na face ) e reconstrução mamária pós cirurgia amputação mamária por cancro e etc...



M.C: É notável ver-mos que o mercado da beleza e estética é dos que mais cresce em todo mundo. No seu ponto de vista como profissional da área, porque será que isto acontece?



C.P: Todos amam o belo. O desejo veemente da beleza, da perfeição das formas, sempre imperou na vida do homen. A busca do elixir da vida têm frequência cada vez maior, a medida que se torna mais intensa a procura da longa vida eterna, com qualidade. No entanto, esforços sérios têm sido realizados no intuito de melhorar a qualidade de vida das pessoas. Desta forma tem-se permitido ao indivíduo dispor do binômio inteligência e beleza, ao longo da vida. Ou seja as pessoas adquirem sabedoria com longos anos de vida, podendo chegar nesta fase, com suavidade e de bem com o corpo e a beleza em dia, respeitando os desejos de cada um. Ou seja, o aumento da expectativa de vida, associado a necessidade de vida útil por muito mais tempo, não implicam que aqueles que têm a melhor idade não possam gozar das benesses da cirurgia plástica, ao contrário, podem se quiserem apenas suavizar os efeitos do tempo, ou adotar tratamentos mais evasivos, tudo de acordo com o que desejar.



M.C: Que tipo de cirugias estéticas são mais arriscadas e porquê?





C.P: Lembrar que todas as cirurgias têm riscos inerentes ao próprio procedimento. As cirurgias que demandam maior tempo cirurgico no bloco e alguns tipos de cirurgias combinadas, são em tese as mais arriscadas, devendo ser individualizadas para cada tipo de paciente .



M.C: E na existência de factores de riscos gerais tais, como tabagismo, obesidade e doença cardiaca pré existente, etc.. quais os cuidados a se ter após qualquer tipo de cirugia estética ou de reconstrução?



C.P: Seguir religiosamente as orientações médicas. O repouso e deambulação precoce; dietas específicas e uso de cintas pós cirurgicas apropriadas, esses seriam os cuidados preliminares. A médio e longo prazo, actividades físicas com certa regularidade e mudanças de comportamento e re-educação alimentar são as chaves para um melhor resultado.



M.C: Qual é a diferença entre uma lipoaspiração e a abdominoplastia?



C.P: Ambos os procedimentos são cirurgicos, sendo a lipoaspiração para tratamento de gorduras localizadas ( dando formas ou as realçando ) com uso de finas canulas; já abdominoplastia, serve para tratamento da musculatura abdominal e excisão da redundância da pele em avental pós gestações ou grandes perdas ponderais. Ambos os procedimentos podem ser realizados em simultâneos.



M.C: Pode uma paciente submeter-se a uma lipoaspiração, a uma abdominoplastia ou a um implante de silicone mamário antes de ser mãe?



C.P: Sim, os procedimentos podem ser realizados antes da gestação, não constituem contra-indicações absolutas.



M.C: Que recomendações e conselhos normalmente dá aos seus pacientes quando o procuram para fazer uma cirurgia estética?



C.P: Sempre ver os anseios da paciente e o que de facto ela procura. O estado psicológico dos mesmos, na presença de sinal de distúrbio psicológico ou na busca para salvar o seu casamento com o uso de cirurgia plástica para resgatar o marido ou o conjuge, é-lhe recomendado acompanhamento psicológico. A presença dos pais ou do casal é fundamental para a chave do sucesso para o procedimento, sempre solicito a presença dos mesmos.



M.C: Em que casos não recomenda uma cirurgia estética?



C.P: Pacientes com distúrbios de comportamento e psicológicos.



M.C: Fugindo um pouco do campo das cirugias estéticas, tem sido procurado também para cirurgias de reconstrução?



C.P: Sim! Pacientes com reabsorção de gorduras na face e glútea por HIV têm na bioplastia um óptimo resultado para correcção e devolver a sua auto-estima, sequelas graves de queimaduras e pacientes submetidas a mastectomia pós cancro.



M.C: Falando mais específicamente sobre a cirurgia de reconstrução mamária tive a oportunidade de ler algum tenpo atrás que pesquisadores em Barcelona, desenvolveram uma nova técnica cujo objectivo é a reconstrução imediata da mamã, após a sua retirada fazer uma reconstrução com gel... quer nos dizer o que acha de mais este avanço da tecnologia?



C.P: Essa técnica não é nova. A reconstrução mamaria pode ser realizada de imediato ou tardia com uso de prótese de silicone ou mesmo o próprio tecido da paciente com excelentes resultados.



M.C: Particularmente, acha necessário ou já pensou em passar por algum tipo de cirugia estetica(risos)?



C.P: Risos... Se, necessário claro que faria, mais acho que por enquanto não há necessidade (risos).



M.C: Como é o seu dia-dia?



C.P: Geralmente, tenho uma rotina muito peculiar, atividade física pela manhã com regularidade (ginásio e corrida com grupo de amigos), cirurgias pela manhã e final de semana quase sempre na presença ou em companhia de familiares (na qual me energizo).



M.C: O que gosta de fazer nos seus tempos livres?

C.P: Leitura; actividade física e praia.



M.C: Como visualiza o futuro da medicina estética em Angola?



C.P: Como já foi dito, a busca pela beleza e perfeição das formas em homens, mulheres, jovens, idosos têm evoluido em todo mundo. As pessoas não ficam mais em casa recolhidas, se tem uma deformidade, um excesso de gordura, ou se não lhes agrada o nariz, boca, orelha, seios, glúteos. Isto é uma tendência mundial as cirurgias correctivas e estéticas, só fica insatisfeito hoje quem quer. Assim, inseridos neste contexto, nosso povo angolano, que atravessou tantas dificuldades, mantém a sua estima, vaidade e começa a ter maior cuidado e mudança de comportamento em relacção a sua auto-estima, seguem em busca de tratamentos se julgam que não estão satisfeitos, daí que visualizo uma demanda nesse seguimento.



M.C: Já existem muitos profissionais na área da cirurgia plástica?



C.P: Não! Existem poucos cirurgiões plásticos no País.



M.C: Considera-se um homem realizado?



C.P: Seguindo a teoria de Maslow, “o homem sempre busca a satisfação de suas necessidades, e na medida em que são satisfeitas, outras idéias e aspirações surgem”. Assim, quero ver nosso país ascender cada vez mais, que nosso povo possa estar cada vez melhor, e que possa auxiliar as pessoas a ter sua vida mais feliz no momemto em que satisfazem um desejo de ter uma parte do corpo modificada para melhor como assim idealizava.

M.C: Quais são os seus projectos e perspectivas para este ano?

C.P: Maior divulgação da possibilidade de realizar cirurgias plásticas, com eficiência e qualidade em Luanda.



M.C: Sei que participou na corrida anual Demóstenes de Almeida 2010... Já tem participado ? O que o motivou a correr?



C.P: Sempre tive na corrida a minha válvula de escape para o stress e forma de socializar-me com os mais variados segmentos da sociedade quer seja no país ou no exterior. Já participei em várias corridas as ½ maratonas de Salvador ( Bahia ); do Rio de Janeiro, cerca de 21 km e trajectos mais curtos como as da S.Silvestre, da Record e da Sonangol (10km ). É gratificante terminar uma prova, a sensação é inexplícavel.

M.C: Como membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e membro da Sociedade Brasileira de Reconstrução Capilar está naturalmente diante de uma responsabilidade profissional, como faz para manter o seu bom nome como profissional e primar cada vez mais os seus conhecimentos em sua área de actuação?

C.P: Ter sempre uma conduta de zelo enquanto formador de opinião. Participação regular em congressos e simpósios de cirurgia plástica como participante e como prelector. Participar em cirurgias com outros cirurgiões mais e menos experientes na área de actução, sempre se aprende algo. Invistir na melhora da relação médico-paciente.



M.C: Se não fosse cirugião plastico, que sector da vida profissional lhe fascinaria seguir?



C.P: Sempre cirurgião plástico, amo o que faço.



M.C: O que mais lhe atrai nas mulheres?

C.P: A acapacidade de se reiventarem.



M.C: Tem cuidados especiais com sua aparência física?



C.P: Actividade física e leitura, ou seja corpo são, mente sã.



M.C: Qual é a a sua maior qualidade e qual é o seu maior defeito?

C.P: Ser muito perfeccionista e aceitar desafios, quanto maiores, melhor.



M.C: Sei que a maioria dos seus pacientes, depois de passarem por si têm-no de seguida como um amigo. No caso das mulheres como faz para que o sentimento de amizade e cuidado não seja levado para o lado menos profissional?



C.P: Sou muito bem casado tenho uma companheira maravilhosa, nós nos escolhemos, assim no trabalho busco assim como ela ser profissional.

M.C: Já se sentiu assediado por uma paciente?


C.P: Trato os pacientes como todos gostariam de ser tratados, com educação, respeito e ética, afinal é um ofício, assim não há espaço para este tipo de conduta.



M.C: Qual é o seu maior sonho?



C.P: Ampliar a satisfação estética das mulheres angolanas.


M.C: É um homem feliz?

C.P: Sou feliz por ser angolano, sinónimo de persistência e ser vencedor, pela família que tenho e por ser membro da renomada, sociedade brasileira de cirurgia plástica como especialista.



M.C: Que conselho gostarias de deixar para todas as leitoras e leitores do portal Platinaline sobre os cuidados a terem com a aparência estetica?

C.P: Que cuidem de si, como uma jóia e caso, não estejam satisfeitos com a própria imagem procurem um profissional sério para a devida avaliação e se fazerem as devidas correcções.



Para melhores esclarecimentos e dúvidas, consulte

Matthias Offodile
February 25th, 2013, 10:26 PM
http://www.editorafaces.com.br/wp-content/uploads/2012/07/Ines-Stenesiere.jpg

Inês Stanisiere nasceu em Angola, na África, e veio morar no Brasil aos 4 anos. Desde então, mora no Rio de Janeiro.

É apaixonada por criar e escrever. Está sempre tendo ideias novas e fazendo várias coisas ao mesmo tempo. É jornalista, roteirista de diversos programas de televisão e autora de livros infanto-juvenis desde 2004.

Tem mais de 15 livros publicados, com obras adotadas em escolas de todo o Brasil e que já figuraram nas listas de mais vendidos.

Patchwork é seu livro mais singular porque nasceu “sem querer”; são textos reunidos ao longo de cinco anos sob a inspiração de diferentes fatos, pessoas e sentimentos. Seu Patchwork são retalhos costurados com sensibilidade

http://www.editorafaces.com.br/ines-stanisiere/




Confissões de uma pré-adolescente em livro de Inês Stanisiere pela Editora Planeta



Mudanças no corpo, dificuldades de relacionamento, menstruação, timidez, beijo… realidade tão comum para as adolescentes e revelada de forma fascinante por Carol, menina de 11 anos que, como tantas outras, decide escrever seu dia-a-dia em um diário. Primeiro livro escrito pela especialista no universo infanto-huvenil, Inês Stanisiere, em 1994, a edição atual de o Diário da Carol pela Planeta (80 páginas, R$ 24,90) foi atualizada pela autora, com a inclusão de novos temas, bastante atuais, como bulying e regime. A obra faz parte do Selo Planeta Jovem, direcionado para o público pré-adolescente e adolescente.

Durante um ano inteiro Carol escreve em seu diário, como se este fosse um amigo – ou melhor, uma amiga – experiências, medos, anseios, dúvidas e sonhos. A primeira anotação dela, por exemplo, é sobre aquela espinha horrorosa que aparece na hora mais inapropriada – no caso dela, antes de encontrar o Paulinho.

Brigas com a mãe por causa da bagunça no quarto – e a reconciliação –, a proximidade do aniversário e a expectativa do presente, a volta às aulas, as provas, a chegada de um gatinho de estimação, os inevitáveis ciúmes da amizade da ex-melhor amiga com outra menina, nada escapa do Diário da Carol.

As ilustrações são do designer Vinícius Rossignol Felipe. A diagramação foi especialmente pensada para que o livro se o livro represente um diário, com letra manuscrita, bem fenimina, incluindo colagens, fotos e desenhos.

Sobre a autora

A angolana Inês Stanisiere vive no Brasil desde os quatro anos de idade. Jornalista, roteirista e escritora, participa ativamente de todos os eventos voltados à área de literatura infanto-juvenil, focada especialmente nos universos feminino/masculino: suas semelhanças, diferenças e conflitos.

Dela a Planeta já publicou os livros Laila, a garota detetive; Caderno podrão do Bolinha e do Bolão; Superblog das maravilhooosas e A história secreta das meninas tempestivas.

Em 2011, mais outros dois lançamentos de Inês Stanisiere pela Planeta: De menina para menina e Girl – A Revista da Luma.

Foi roteirista de diversos programas veiculados em emissoras como SBT, Record, Futura, TV Brasil e Canal Brasil. Atualmente escreve para o programa Quebra-cabeça, no ar pela GNT.

Informações com: Fábio Bahr (fabiobahr@lufernandes.com.br) /
Ivani Cardoso (ivanicardoso@lufernandes.com.br)

http://www.lufernandes.com.br/2010/releases/confissoes-de-uma-pre-adolescente-em-livro-de-ines-stanisiere-pela-editora-planeta/

Matthias Offodile
April 9th, 2013, 09:42 PM
JOSÉ GUILHERME MENDES PEREIRA CALDAS

http://www.veleiromussulo.com/wp-content/uploads/2013/03/JG1.jpg

O comandante do Mussulo III é luso-angolano de nacionalidade angolana e Brasileiro de coração, o José Guilherme Mendes Pereira Caldas (JG). Atualmente um médico ilustre grande amante do desporto e dos desafios é destaque no meio científico internacional da sua especialidade, neurorradiologia intervencionista, e um muito competente e animado professor, bem como um ótimo e alegre companheiro de aventuras.

A sua atividade desportiva começou na Baía de Luanda à proa do Snipe do seu irmão José Filipe Pereira Caldas, com apenas 9 anos de idade. O primeiro barco veio aos 12 anos um DABCHICK fabricado em Luanda, em madeira no qual treinou as primeiras velejadas em “solitário” ao explorar sozinho o Mussulo, suas baías, seus baixios e especialmente as suas belezas naturais. A sua adolescência terminou abruptamente em julho de 1975 quando em plena guerra civil a família mudou-se para o Brasil. Os tempos difíceis só foram reencontrar a vela alguns anos depois como sócio-atleta do Iate Clube do Espírito Santo pelo qual foi apurado para dois campeonatos brasileiros de Laser, modalidade que não gostava para regatas pois não tinha biótipo apropriado e só conseguia bons resultados em vento fraco. Em Snipe os resultados apareceram, sendo Campeão Estadual de Snipe em 1977, 1978 e 1979 bem como campeão da Taça Cidade Vitória de Snipe por dois anos consecutivos – 1978 e 1979. Durante esses anos ajudou a construir, velejou e naufragou no primeiro Mussulo, um casco de traineira adaptado para veleiro e propriedade do seu irmão João Pereira Caldas. A Universidade, a carreira, a necessidade de estudar e trabalhar para ganhar a vida levaram ao abandono da vela com o último campeonato brasileiro de Snipe disputado em Porto Alegre no Rio Guaíba em 1979 com um honroso 33 lugar num barco emprestado!
JG
http://www.veleiromussulo.com/wp-content/uploads/2013/03/JG2-231x300.png

Afastado da vela por vinte (20) anos retorna às suas origens e adquire o primeiro barco da classe Oceano; as posses só permitiam um pequeno barco de 30 pés um Cal 9,2. Nele navegou mais de 3700 milhas ao longo da costa brasileira, muitas delas em solitário, isso é que era um barco marinheiro!! Desejoso de um barco para maiores aventuras vende o Cal e endivida-se na compra de um B&B 35 passando para o patamar dos barcos confortáveis para velejar, passear, motorar, etc. Apesar de ser um barco muito confortável, velejava mal, tinha uma performance pífia mas nele velejou 4200 milhas.

Finalmente adquire um FAST 395, e este passa a ser o Mussulo I. Reencontra um barco marinheiro disposto a tudo e nele realiza a viagem Rio-Luanda-Rio, percorre a costa brasileira e completa 17.000 milhas navegadas com esse valente companheiro. A vontade de fazer travessias e viagens longas e dar mais conforto levou à venda do Mussulo I e à aquisição de um Bavaria 49 pés, nomeado Mussulo II. Barco de grande porte estava sediado em Mindelo – Cabo Verde e nele faz a sua terceira travessia transoceânica trazendo o barco para o Brasil. Veleja mais dois anos enquanto planeja a compra de um barco novo.

Decide, então, comprar um barco novo e devolve o Mussulo II a Cabo Verde completando 9500 milhas navegadas nele e realizando a quarta travessia transoceânica. Adquire o Mussulo III, um Bavaria 55, que trás em solitário de Lisboa até Recife com escala em Cabo Verde, em 21 dias. A participação em regatas na Classe Oceano começa em 2009 no pequeno Delta 26 – o Helios do Comandante Marcos Lobo – como tripulante na proa – e continua até hoje com o Hélios II sendo o maior êxito a vitória na Rolex Sailing Week Ilhabela em 2012 bem como o vitória no Circuito de Vela de Ilhabela (leiam o link para o Hélios).

O próximo projeto em andamento é a Regata Cape Town – Rio de Janeiro em 2014 (Cape2Rio-2014).
Com o objetivo de colaborar na divulgação da vela em Angola, África e Brasil ofereceu o seu Mussulo III para representar o Clube Naval de Luanda, integrando o TEAM ANGOLA com uma tripulação majoritariamente angolana incluindo alunos das escolas de vela




Excellent news!!!

Matthias Offodile
April 9th, 2013, 09:43 PM
http://www.veleiromussulo.com/wp-content/uploads/2013/01/IMG_3357small-1024x682.jpg

Matthias Offodile
April 9th, 2013, 09:54 PM
Entrevista com Sidney Santiago


http://portal.rac.com.br/blog/admin/imagens/06052011162516.jpg

Sidney Santiago é um garoto tranquilo. Fala devagar, estabelece pausas, pensa. Tem discurso articulado e, quase sempre, político (no sentido pleno), especialmente quando defende a causa negra.

Formado em artes cênicas pela USP, tendo também estudando história, mas sem completar o curso, Sidney nasceu há 26 anos no Guarujá, mas vive entre São Paulo e Luanda (Angola).

Na capital paulistana, ele mantém o grupo de teatro Os Crespos; na cidade africana atua em arte e educação com crianças e adolescentes – acabou de chegar de Luanda, depois de quatro meses e, no final do ano, volta para outra temporada de seis.

No filme Estamos Juntos, de Toni Venturi, exibido ontem no 15º Cine PE – Festival de Cinema de Recife, que termina hoje, ele vive um integrante do Movimento de Sem Teto do Centro, em São Paulo. Chegou a ser preso de verdade nas filmagens durante uma manifestação na capital paulista.

Na apresentação de hoje pela manhã no debate com a equipe do filme, ele articulou seu discurso nessa direção. Que o filme pudesse ser canal para mostrar as reivindicações do movimento.

Eu o relembro de que no debate do filme Vamos Fazer um Brinde, de Cavi Borges, as atrizes não gostaram da menção da questão negra, defendendo o fato de serem apenas atrizes, prescindindo, portanto, do adjetivo.

Uma das questões era o fato de que no apartamento de uma das garotas do filme havia profusão de referências ao universo branco e muito pouco do negro. E alguém questionou tal postura.

E se defende dizendo que ser branco é como ter um cartão de crédito. “Em nenhum momento o branco é questionado por se apropriar da cultura afro”, responde. Por não ter assistido a Vamos Fazer um Brinde, prefere não entrar em outros méritos, mas se coloca frontalmente contra a postura de “esconder” a negritude e justifica dizendo que classe média alta negra mostrada no filme não está visível, pelo menos para ele.

Personagens
Então, prefere falar do próprio filme. Confessa ter sentido certa angústia, ontem durante a projeção, pois gostaria de ter feito parte do triângulo protagonista. Não pelo protagonismo, simplesmente, mas porque se diz um tanto cansado de ver negros interpretando serviçais ou personagens à margem. “Quero interpretar outros dramas”, enfatiza.

De repente, parece um tanto desanimado, pois sugere que, talvez, esse desejo nunca se realize. Por isso, diz que faz cinema como “bico”. Pergunto se isso é opção ou falta de oportunidades. “Devo admitir que tenho um espaço muito restrito”.

Insisto em que há atores como Lázaro Ramos que conseguiram furar o bloqueio. Ele relativiza dizendo que são casos raros. Lázaro nos anos 2000, Norton Nascimento nos anos 90, Milton Gonçalves nos 70.

Pergunto se isso significa também se afastar da TV (ele atuou em Caminho das Índias, novela da Globo de 2009, e na série Carandiru, de 2005). “Se for para fazer serviçais, seria um retrocesso”, ele afirma.

Diz que gostaria de ver seus estudos e esforços mais valorizados. “Mas a TV não me procura para outros papéis”. Acha também que estabelecer uma plataforma em defesa de uma causa o afasta da TV.

Projetos
Aos poucos, Sidney se refaz do aparente pessimismo. Diz ter adorado vir ao festival, viu muita coisa, conversou com pessoas, ouviu comentários, participou de debates.

Entende que, a exemplo de Cavi Borges que faz cinema com poucos recursos, também pode investir, especialmente com o digital. Conta que tem um roteiro quase pronto de um curta chamado Domingo, história de dois garotos negros que se encontram na Rua Augusta (SP) e se apaixonam.

E remete ao trabalho do grupo de teatro. São frentes distintas, mas viáveis. “O festival me animou a expor também minhas ideias, especialmente no cinema”.

E eu reforço: “É um jeito de você ser protagonista de seus projetos’. Mas não é disso que ele está falando. “Estou pensando em que minha geração pode produzir sem muito dinheiro, o digital está aí para mostrar, mas estou falando de viver outros dramas, não precisa ser protagonista”.

Sidney, portanto, retoma a um dos temas principais da nossa conversa. Mas estou terminando a entrevista e lhe que consiga viver outros dramas e que seus personagens mostrem outros olhares.

E que o cinema saiba aproveitar melhor sua beleza afro e a força que traz no olhar – um dos suportes do filme Doze Trabalhos (Ricardo Elias), pelo qual ganhou prêmio de ator no Festival do Rio, em 2006.

enviada por João Nunes