Reflex
January 19th, 2005, 09:10 PM
O pavilhão Carlos Lopes está em adiantado estado de degradação. Construído há 72 anos no alto do Parque Eduardo VII, o equipamento aguarda o arranque de um projecto de reabilitação que o reintegre no contexto da prática desportiva da cidade. «Este executivo deveria, pelo menos, ter realizado obras de manutenção», acusa a vereadora comunista Rita Magrinho que, no anterior mandato, tinha o pelouro do Desporto.
Indignada com a "ausência de uma política desportiva em Lisboa", a autarca recorda que "durante os 12 anos de gestão da responsabilidade dos vereadores do PCP, o pavilhão Carlos Lopes foi objecto de um conjunto de intervenções, mais ou menos complexas, cuja comprovação por ser feita através dos relatórios das actividades da Câmara Municipal".
Foi ainda, argumentou Rita Magrinho, "definido um programa para a sua recuperação, adaptação e valorização". O projecto, estimado em 12,5 milhões de contos, previa a criação de uma sala com polivalência funcional para espectáculos desportivos e culturais, núcleo de salas para fins desportivos e outras para investigação e apoio ao desporto".
Quando o actual executivo tomou posse, a recuperação do Carlos Lopes voltou à ordem do dia, nomeadamente com a ideia de que as verbas do casino que iria ser instalado no Parque Mayer contribuíriam para a intervenção. Mas nada avançou e o pavilhão desportivo "mais simbólico para a cidade" continua a degradar-se. "Um dos torreões está até em risco de cair" acrescentou a vereadora.
Rita Magrinho chama ainda a atenção para outros equipamentos que "estão parados", como por exemplo o pavilhão do bairro da Boavista.
(JN)
Indignada com a "ausência de uma política desportiva em Lisboa", a autarca recorda que "durante os 12 anos de gestão da responsabilidade dos vereadores do PCP, o pavilhão Carlos Lopes foi objecto de um conjunto de intervenções, mais ou menos complexas, cuja comprovação por ser feita através dos relatórios das actividades da Câmara Municipal".
Foi ainda, argumentou Rita Magrinho, "definido um programa para a sua recuperação, adaptação e valorização". O projecto, estimado em 12,5 milhões de contos, previa a criação de uma sala com polivalência funcional para espectáculos desportivos e culturais, núcleo de salas para fins desportivos e outras para investigação e apoio ao desporto".
Quando o actual executivo tomou posse, a recuperação do Carlos Lopes voltou à ordem do dia, nomeadamente com a ideia de que as verbas do casino que iria ser instalado no Parque Mayer contribuíriam para a intervenção. Mas nada avançou e o pavilhão desportivo "mais simbólico para a cidade" continua a degradar-se. "Um dos torreões está até em risco de cair" acrescentou a vereadora.
Rita Magrinho chama ainda a atenção para outros equipamentos que "estão parados", como por exemplo o pavilhão do bairro da Boavista.
(JN)