Reflex
January 28th, 2005, 02:35 AM
O Governo ratificou hoje o Plano de Pormenor da Unidade Operativa de Planeamento 1 (Unop1) de Tróia, que abre caminho ao arranque das obras de requalificação do empreendimento turístico da Torralta, no concelho de Grândola.
O Plano de Pormenor da Unop1 abrange a zona mais importante de Tróia, para onde está previsto um investimento global de 250 milhões de euros, que contempla a construção de um casino, um hotel de cinco estrelas, três aparthotéis de quatro estrelas, um centro de conferências, uma marina e um novo cais para "ferry-boats".
Em declarações à Lusa, o Presidente da Câmara de Grândola, Carlos Beato, congratulou-se com a aprovação do documento "em tempo recorde" e considerou tratar-se de uma decisão de grande importância para o futuro do concelho e de todo o litoral alentejano.
"Só o novo Hotel/Casino, que deverá estar concluído em 2007 vai criar cerca de 500 postos de trabalho", disse Carlos Beato, procurando evidenciar a importância do empreendimento para a promoção do emprego na região alentejana.
"A ratificação do Plano de Pormenor, em sede de Conselho de Ministros, vai permitir o arranque das obras de requalificação do empreendimento turístico e a demolição de dois edifícios – duas torres – inacabados", frisou Carlos Beato, que elogiou a "celeridade do processo de decisão do actual Governo" e a "paciência do grupo Sonae Turismo ao logo dos últimos sete anos".
No passado dia 14 de Janeiro, os accionistas da Torralta aprovaram uma redução de capital social da empresa de 75 milhões para 50 mil euros seguida de aumento do capital até 20,6 milhões de euros, e uma autorização para futuros aumentos de capital até 100 milhões de euros, de forma a permitir o arranque imediato das obras após a ratificação do Plano de Pormenor da Unop1 pelo Governo.
O presidente do Conselho de Administração da Torralta, Nuno Jordão, disse na altura que "a empresa não poderia arrancar com o projecto de desenvolvimento turístico de Tróia sem regularizar previamente a sua situação financeira".
Segundo Nuno Jordão, a Torralta tinha um capital social de 75 milhões de euros mas os prejuízos acumulados eram superiores a 250 milhões de euros.
O principal accionista da Torralta é a Imoareia, do grupo Sonae, que detém 87 por cento do capital social da empresa.
Para além da Unidade Operativa de Planeamento 1, aprovada pela autarquia em Janeiro de 2004 e ratificada pelo Governo um ano depois, em Janeiro de 2005, a Câmara de Grândola também já aprovou a Unop2, que abrange a zona das moradias turísticas de Tróia, e que está em fase de discussão pública.
De acordo com a autarquia, a Unop3, onde será construído um hotel de cinco estrelas, junto ao antigo Parque de Campismo de Tróia, está ainda em fase de conclusão do projecto de arquitectura e a Unop4, entre a estrada e a caldeira de Tróia, em fase de elaboração do projecto.
As Unidades Operativas de Planeamento 5 e 6 estão em fase de elaboração dos respectivos Planos de Pormenor e as UNOP7 e UNOP8 ainda em fase estudo prévio.
(http://ultimahora.publico.pt/shownews.asp?id=1214316)
O Plano de Pormenor da Unop1 abrange a zona mais importante de Tróia, para onde está previsto um investimento global de 250 milhões de euros, que contempla a construção de um casino, um hotel de cinco estrelas, três aparthotéis de quatro estrelas, um centro de conferências, uma marina e um novo cais para "ferry-boats".
Em declarações à Lusa, o Presidente da Câmara de Grândola, Carlos Beato, congratulou-se com a aprovação do documento "em tempo recorde" e considerou tratar-se de uma decisão de grande importância para o futuro do concelho e de todo o litoral alentejano.
"Só o novo Hotel/Casino, que deverá estar concluído em 2007 vai criar cerca de 500 postos de trabalho", disse Carlos Beato, procurando evidenciar a importância do empreendimento para a promoção do emprego na região alentejana.
"A ratificação do Plano de Pormenor, em sede de Conselho de Ministros, vai permitir o arranque das obras de requalificação do empreendimento turístico e a demolição de dois edifícios – duas torres – inacabados", frisou Carlos Beato, que elogiou a "celeridade do processo de decisão do actual Governo" e a "paciência do grupo Sonae Turismo ao logo dos últimos sete anos".
No passado dia 14 de Janeiro, os accionistas da Torralta aprovaram uma redução de capital social da empresa de 75 milhões para 50 mil euros seguida de aumento do capital até 20,6 milhões de euros, e uma autorização para futuros aumentos de capital até 100 milhões de euros, de forma a permitir o arranque imediato das obras após a ratificação do Plano de Pormenor da Unop1 pelo Governo.
O presidente do Conselho de Administração da Torralta, Nuno Jordão, disse na altura que "a empresa não poderia arrancar com o projecto de desenvolvimento turístico de Tróia sem regularizar previamente a sua situação financeira".
Segundo Nuno Jordão, a Torralta tinha um capital social de 75 milhões de euros mas os prejuízos acumulados eram superiores a 250 milhões de euros.
O principal accionista da Torralta é a Imoareia, do grupo Sonae, que detém 87 por cento do capital social da empresa.
Para além da Unidade Operativa de Planeamento 1, aprovada pela autarquia em Janeiro de 2004 e ratificada pelo Governo um ano depois, em Janeiro de 2005, a Câmara de Grândola também já aprovou a Unop2, que abrange a zona das moradias turísticas de Tróia, e que está em fase de discussão pública.
De acordo com a autarquia, a Unop3, onde será construído um hotel de cinco estrelas, junto ao antigo Parque de Campismo de Tróia, está ainda em fase de conclusão do projecto de arquitectura e a Unop4, entre a estrada e a caldeira de Tróia, em fase de elaboração do projecto.
As Unidades Operativas de Planeamento 5 e 6 estão em fase de elaboração dos respectivos Planos de Pormenor e as UNOP7 e UNOP8 ainda em fase estudo prévio.
(http://ultimahora.publico.pt/shownews.asp?id=1214316)