Fern
February 2nd, 2005, 11:37 PM
So umas fotos do silo:
http://www.cm-lisboa.pt/docs/imagens/050128silo_c.do_combro07.jpg
http://www.cm-lisboa.pt/docs/imagens/050128silo_c.do_combro06.jpg
Características do Silo
O Silo Automóvel da Calçado do Combro conta com uma área total de construção de 8140 m2 e desenvolve-se em 11 pisos sendo quatro dos quais abaixo da cota soleira. Resultante de um investimento total na ordem dos 3.609 mil euros, o silo tem capacidade para 233 lugares de estacionamento, 173 dos quais reservados a residentes e comerciantes das freguesias de Santa Catarina, Encarnação, São Paulo e Mercês, e 60 para estacionamento de rotação.
As tarifas de utilização deste estacionamento privilegiam os residentes da zona, uma vez que o preço mensal é 50% do preço aplicado aos ocupantes dos lugares de rotação. Assim sendo, e a título de exemplo, a assinatura mensal para um residente, por um período de 24 horas, resulta num total de 75€.
O edifício soma, ainda, um terraço/miradouro no último piso, bem como uma loja destinada a restauração no piso térreo.
Lugares de estacionamento aumentam em Lisboa
O Silo Automóvel da Calçada do Combro foi apenas o primeiro. A CML, em conjunto com a EMEL, tem já a decorrer as obras no silo das Portas do Sol, com capacidade para 151 lugares e cujo término está previsto para Junho deste ano. O silo da Damasceno Monteiro, com capacidade para 240 lugares, encontra-se já adjudicado e o silo do Mercado Chão de Loureiro, com capacidade para 230 lugares, encontra-se na fase de análise de propostas.
Lisboa tem vindo a crescer no que respeita a lugares de estacionamento. Nos últimos tempos, a CML inaugurou outros parques (Largo Vitorino Damásio, Campo Mártires da Pátria e Praça de Londres), desta feita subterrâneos, que, juntamente com os 233 lugares do Silo Automóvel da Calçada do Combro, perfaz um total de 1350 lugares.
No que respeita a este assunto, Carmona Rodrigues considera que o problema de estacionamento em Lisboa, apesar de não estar resolvido, está “fortemente melhorado”.
Ja agora o que e que acham deste tipo de silos nas zonas historicas, especialmente com uma arquitectura que nao condiz com a envolvente?
http://www.cm-lisboa.pt/docs/imagens/050128silo_c.do_combro07.jpg
http://www.cm-lisboa.pt/docs/imagens/050128silo_c.do_combro06.jpg
Características do Silo
O Silo Automóvel da Calçado do Combro conta com uma área total de construção de 8140 m2 e desenvolve-se em 11 pisos sendo quatro dos quais abaixo da cota soleira. Resultante de um investimento total na ordem dos 3.609 mil euros, o silo tem capacidade para 233 lugares de estacionamento, 173 dos quais reservados a residentes e comerciantes das freguesias de Santa Catarina, Encarnação, São Paulo e Mercês, e 60 para estacionamento de rotação.
As tarifas de utilização deste estacionamento privilegiam os residentes da zona, uma vez que o preço mensal é 50% do preço aplicado aos ocupantes dos lugares de rotação. Assim sendo, e a título de exemplo, a assinatura mensal para um residente, por um período de 24 horas, resulta num total de 75€.
O edifício soma, ainda, um terraço/miradouro no último piso, bem como uma loja destinada a restauração no piso térreo.
Lugares de estacionamento aumentam em Lisboa
O Silo Automóvel da Calçada do Combro foi apenas o primeiro. A CML, em conjunto com a EMEL, tem já a decorrer as obras no silo das Portas do Sol, com capacidade para 151 lugares e cujo término está previsto para Junho deste ano. O silo da Damasceno Monteiro, com capacidade para 240 lugares, encontra-se já adjudicado e o silo do Mercado Chão de Loureiro, com capacidade para 230 lugares, encontra-se na fase de análise de propostas.
Lisboa tem vindo a crescer no que respeita a lugares de estacionamento. Nos últimos tempos, a CML inaugurou outros parques (Largo Vitorino Damásio, Campo Mártires da Pátria e Praça de Londres), desta feita subterrâneos, que, juntamente com os 233 lugares do Silo Automóvel da Calçada do Combro, perfaz um total de 1350 lugares.
No que respeita a este assunto, Carmona Rodrigues considera que o problema de estacionamento em Lisboa, apesar de não estar resolvido, está “fortemente melhorado”.
Ja agora o que e que acham deste tipo de silos nas zonas historicas, especialmente com uma arquitectura que nao condiz com a envolvente?