mopc
June 2nd, 2005, 08:27 PM
Museu do Trem fecha as portas
http://www.revistaferroviaria.com.br/indexnoticia.asp?mensagem=400&tipo=mail&cod=1130&email=mopdc@uol.com.br
2/6/2005 - O Globo
Depois de 21 anos, o Centro de Preservação da História Ferroviária do Rio de Janeiro, mais conhecido como Museu do Trem, no Engenho de Dentro, fechou as portas anteontem. A medida foi decorrente do processo de extinção da Rede Ferroviária Federal (RFFSA). A museóloga responsável pelo local e o estagiário foram demitidos.
Mas, segundo o coordenador de Bens Históricos da RFFSA, Fernando Uchoa, o fechamento é temporário.
— A museóloga e o estagiário devem ser contratados de novo em breve. Todas as etapas da extinção da RFFSA estão sendo cumpridas e o museu vai voltar a funcionar — disse Uchoa.
Para evitar que o imóvel seja invadido, haverá segurança 24 horas por dia. A estrela do acervo do museu é a Baronesa, locomotiva trazida da Inglaterra para inaugurar a Estrada de Ferro Mauá, em 1854. Outra atração é o vagão que serviu ao rei Alberto e à rainha Elizabeth da Bélgica, quando os monarcas visitaram o Brasil em 1920. O vagão foi construído nas oficinas do Engenho de Dentro em 1917.
Como determina a MP 246, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 6 de abril deste ano, os bens históricos da RFFSA deverão passar a ser administrados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Em todo o Brasil são 15 museus. A dúvida é se o órgão, cujos funcionários estão em greve há mais de dois meses, terá dinheiro e pessoal para administrar esses bens. Procurada pelo GLOBO, a superintendente regional do Iphan, Thaís Zugliani, não retornou as ligações.
http://www.revistaferroviaria.com.br/indexnoticia.asp?mensagem=400&tipo=mail&cod=1130&email=mopdc@uol.com.br
2/6/2005 - O Globo
Depois de 21 anos, o Centro de Preservação da História Ferroviária do Rio de Janeiro, mais conhecido como Museu do Trem, no Engenho de Dentro, fechou as portas anteontem. A medida foi decorrente do processo de extinção da Rede Ferroviária Federal (RFFSA). A museóloga responsável pelo local e o estagiário foram demitidos.
Mas, segundo o coordenador de Bens Históricos da RFFSA, Fernando Uchoa, o fechamento é temporário.
— A museóloga e o estagiário devem ser contratados de novo em breve. Todas as etapas da extinção da RFFSA estão sendo cumpridas e o museu vai voltar a funcionar — disse Uchoa.
Para evitar que o imóvel seja invadido, haverá segurança 24 horas por dia. A estrela do acervo do museu é a Baronesa, locomotiva trazida da Inglaterra para inaugurar a Estrada de Ferro Mauá, em 1854. Outra atração é o vagão que serviu ao rei Alberto e à rainha Elizabeth da Bélgica, quando os monarcas visitaram o Brasil em 1920. O vagão foi construído nas oficinas do Engenho de Dentro em 1917.
Como determina a MP 246, assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 6 de abril deste ano, os bens históricos da RFFSA deverão passar a ser administrados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Em todo o Brasil são 15 museus. A dúvida é se o órgão, cujos funcionários estão em greve há mais de dois meses, terá dinheiro e pessoal para administrar esses bens. Procurada pelo GLOBO, a superintendente regional do Iphan, Thaís Zugliani, não retornou as ligações.