View Full Version : Thread Energias Alternativas


Pages : 1 [2] 3 4 5

traveler
March 1st, 2006, 11:35 PM
Eu estou contente que Portugal vai construir maquinas e outro produtos para a construcao de eolicas e para a exportacao no marcado da Europa e outros paises.

Filipe_Golias
March 2nd, 2006, 03:23 AM
Este domingo, fui almoçar com a familia à casa nova de um dos meus primos, que se mudou de Coimbra pra cá com a mulher e filha. A casa é o último andar de um dos novos edificios da frente marítima de Matosinhos, logo à beira do Padrão e do porto de Leixões...

Anyway, aqui o que interessa é que quando estavamos a ir pra lá, fartei-me de ver dezenas e dezenas de pás de aerogeradores, amontoadas em cima de camiões :shocked: Até nem percebi logo o que aquilo era, pareciam umas condutas estranhas, mas depois fiquei parvo com o tamanho daquilo e com a grande quantidade :uh: Impressive!

[Smeagol]
March 5th, 2006, 05:41 PM
EDP aposta em novos projectos das ondas


O grupo eléctrico nacional vai apostar na Figueira da Foz.

A provar a potencialidade da energia das ondas está o crescente envolvimento da EDP neste segmento das renováveis. O grupo eléctrico nacional, depois da experiência da ilha do Pico e da Foz do Douro, tem um novo projecto em carteira para a zona da Figueira da Foz, para o qual conta com a colaboração da Efacec e da Aqua Energy, do Reino Unido, devendo o capital da futura sociedade repartir-se em partes iguais pelos três accionistas.

A unidade de produção encontra-se a aguardar a aprovação da DGGE para a atribuição de um ponto de interligação à rede eléctrica. Com uma potência instalada de 100 MW, a primeira fase do projecto envolve, no entanto, apenas 2 MW.

Portugal tem condições para instalar uma potência de cerca de 5 gigawatts em energia das ondas, o equivalente a cerca de 20% do consumo interno de electricidade. As previsões são da Direcção-Geral de Geologia e Energia (DGGE) com base num estudo aos mais de 300 quilómetros da costa portuguesa. "A energia das ondas resulta da acção do vento sobre as grandes extensões dos oceanos, prevendo-se que o mercado mundial associado seja de cerca de 350 mil milhões de euros e o nacional de cinco mil milhões de euros", afirmou à Lusa o director do Centro de Energia das Ondas, António Sarmento, realçando os reduzidos impactes ambientais deste tipo de aproveitamento.

O mesmo responsável assegura que existem condições para comercializar a energia a partir das ondas num prazo de quatro a cinco anos, tudo dependendo da preparação da rede eléctrica para receber essa tecnologia e da capacidade dos fornecedores para produzirem os equipamentos necessários.

Embora as centrais da ilha do Pico e da Foz do Douro sejam construídas junto à costa, é no alto mar que se espera que venha a ser feito o aproveitamento em larga escala.


Por: Ana Maria Gonçalves
Diário Económico



esta semana alguem perguntou se estes investimentos eram todos só pa atinguir as metas dos 39% em 2010...

é claro q não até pq dps em 2015 e 2020 volta a haver metas impostas pela união europeia...

por isso ta-me a parecer q até 2010 em portugal é o boom da energia eolica e dps até 2015 vai ser o boom da energia das ondas... pelo menos já estamos a lançar as bases...

se tudo correr como previsto temos 5 projectos para exploração nesta área todos antes de 2010 :cheers:

*pico (CAO)
*foz do douro (CAO)
*figueira da foz (CAO)
*povua de varzim (AWS)
*viana (WAVETRAIN RTN)

napolit
March 11th, 2006, 11:58 AM
A energía eólica nao é tao ecológica como pode-se pensar, pode chegar a matar a centos de aves num só ano.

napolit
March 11th, 2006, 12:08 PM
Pode ser um pouco desagradavel para algumas pessoas, mas aqui podem ser testigos do que aconteze com muita frequencia às aves nos parques eólicos: http://blog.sekano.org/?p=297

traveler
March 11th, 2006, 12:54 PM
O projecto das ondas, e uma boa ideia para Portugal. As central de ondas hoge sao muito advancadas para producer anergias para o pais. Portugal deviam construir muito centrales na costa todas para a proveitar energias limpas.. :)

JohnnyMass
March 11th, 2006, 05:58 PM
A energía eólica nao é tao ecológica como pode-se pensar, pode chegar a matar a centos de aves num só ano.
pois...

[Smeagol]
March 11th, 2006, 07:38 PM
por isso é existem os chamados estudos de impact ambiental....

para fazer as coisas da melhor maneira e no melhor local de modo a minimizar impacts negativos... :|

JohnnyMass
March 11th, 2006, 10:36 PM
bom, em relação a pássaros é um bocado difícil de evitar....

Portugues
March 12th, 2006, 01:33 AM
Pode ser um pouco desagradavel para algumas pessoas, mas aqui podem ser testigos do que aconteze com muita frequencia às aves nos parques eólicos: http://blog.sekano.org/?p=297

Paciência, a evolução tem os seus custos. Qualquer português prefere um bom banho quente que 7 passaros no ar, por mais que isto doa aos mais sensiveis.

[Smeagol]
March 14th, 2006, 07:05 PM
Portugal é o 5º país do ranking mundial que mais investiu em energia eólica


A Europa antecipou, no final de 2005, as metas fixadas por Bruxelas para este sector em 2010. Os actuais 40.504 MW de potência instalada representam 2,8% do consumo comunitário.

Portugal é já o quinto maior mercado europeu de energia eólica, tendo ocupado posição idêntica, a nível mundial, relativamente à construção de nova potência durante o último ano.

De acordo com um relatório da Associação de Energia Eólica Europeia (AEEE) a que o Diário Económico teve acesso, a Europa acaba de antecipar, em cinco anos, as metas fixadas para o sector, ao atingir uma capacidade instalada acumulada, em funcionamento, de 40.504 MW, contra 34.372 MW registados no final de 2004. Bruxelas tinha acordado, em 1997, no âmbito do Protocolo de Quioto, alcançar 40 mil MW, em 2010.

Só os 6.183 MW adicionais, introduzidos em 2005, representaram para a indústria de aerogeradores um volume de negócios de seis mil milhões de euros.

Ao longo dos últimos 10 anos, entre 1995 e 2005, a capacidade acumulada cresceu, em média, 32% por ano, apesar da desactivação de alguns parques eólicos em Espanha e na Alemanha, num total de 500 MW.

"Apesar de ainda existirem muitas barreiras ao desenvolvimento da energia eólica em muitos países da União Europeia, os números demonstram uma evolução saudável deste mercado", salientou o presidente da AEEE, Arthouros Zervos. " O sector está gradualmente a tornar-se menos dependente de um punhado de mercados chaves na Europa. Esta tendência é ainda mais forte quando se olha para o mercado global em 2005, com mais países a aumentarem significativamente os investimentos em tecnologia eólica, não apenas os EUA e a Índia", acrescentou o mesmo responsável.

Os 40.504 MW de potência instalados na União Europeia no final de 2005 irão produzir, em média, por ano, cerca de 83 TWh de electricidade, o equivalente a 2,8% do consumo comunitário registado em 2004.

Os principais cinco mercados europeus em 2005 foram a Alemanha (1.808 MW), a Espanha (1.764 MW), Portugal (500 MW), Itália (452 MW) e o Reino Unido (446 MW). Em termos de capacidade acumulada, pelo menos dois países, tem mais de 10 GW, a Alemanha e a Espanha, com 18.428 MW e 10.027 MW, respectivamente. Portugal conta com 1.022 MW ligados à rede eléctrica nacional. Em fase de construção encontram-se, porém, mais 953 MW.

Produção eólica nacional próxima das grandes barragens As eólicas em Portugal deverão aproximar-se, no final da corrente década, do volume de energia esperado, nesse horizonte, para as grandes barragens portuguesas, as quais representavam em 2003, de acordo com dados da Direcção Geral de Geologia e Energia, cerca de um terço de toda produção bruta de electricidade. Os últimos dados disponibilizados por este organismo atribuíam à grande hídrica cerca de 16.054 GWh, para um total de produção nacional de 46.852 GWh.

As estimativas da Associação Portuguesa das Energias Renováveis (APREN) apontam para uma contribuição de 10.600 GWh, em 2010 a 2012, provenientes da força do vento. Um valor que inclui a potência relativa aos parques eólicos já em funcionamento, os que se encontram em construção e os que já foram objecto de licenciamento, 1.600 MW, os quais deverão estar operacionais no final de 2008. A este pacote acrescem os 1.700 MW que o Governo decidiu atribuir em concurso, que se encontra a decorrer.

O presidente da APREN, Sá da Costa, acredita ser possível ao Governo cumprir a promessa de atingir 44% da produção de electricidade a partir de fontes renováveis, em 2010. A meta fixada por Bruxelas era de 39%. Para viabilizar este projecto é fundamental que toda a potência que está por atribuir seja licenciada e não haja entraves ambientais à sua construção.

Barragon
March 14th, 2006, 09:07 PM
:applause:

Portugues
March 15th, 2006, 12:18 PM
Este é um dado que não me supreende - Portugal é o 5º país do ranking mundial que mais investiu em energia eólica.

Afinal a Portugália está mesmo ao sabor dos ventos...

No entanto, foram os ventos que um tornaram Portugal um país poderoso e temido, veremos se a história se repete.

Portugues
March 15th, 2006, 12:19 PM
Este é um dado que não me supreende - Portugal é o 5º país do ranking mundial que mais investiu em energia eólica.

Afinal a Portugália está mesmo ao sabor dos ventos...

No entanto, foram os ventos que um dia tornaram Portugal um país poderoso e temido, veremos se a história se repete.

Arpels
March 15th, 2006, 12:24 PM
apesar de repetido gostei do seu post :okay:

Barragon
March 15th, 2006, 07:38 PM
Também eu.... uma coisa acertada por certo :D

TeKnO_Lx
March 15th, 2006, 07:55 PM
quer queriam admitir ou não ,é impressionante, somos a 5 potencia eolica mundial e o 5 maior mercado, sendo nos um pais tão pequeno não deixa de ser EXCELENTE :applause:

e escuso de vos lembrar o potencial que temos em áreas como a enErgia solar, ou das ondas.. aqui nas ondas é que podemos criar um gigante, aliás essa é a intenção do Governo julgo eu

até o director do Expresso disse isso, criar " a Nokia de Portugal"

Barragon
March 15th, 2006, 07:59 PM
O alentejo pode ficar rico com o SOL :D

Arpels
March 15th, 2006, 08:24 PM
é o pitroleo Alentejano :)

Filipe_Golias
March 16th, 2006, 02:56 AM
Há que ser líderes da tecnologia de aproveitamento da energia das marés, urgentemente! Só assim poderemos dar cartas neste sector em incubação do mercado energético mundial.

JohnnyMass
March 16th, 2006, 03:26 AM
tenho fé que ainda vamos ser lideres na matéria a nível mundial!:okay:

Barragon
March 16th, 2006, 09:18 AM
Ah pois vamos ser... só se formos burrinhos e não aproveitarmos :bash:

JohnnyMass
March 16th, 2006, 06:11 PM
acho que estamos a despertar para a realidade.

Arpels
March 16th, 2006, 06:25 PM
a situação força ao acordar Jikas!!

Barragon
March 16th, 2006, 08:54 PM
o que?? :crazy2:

JohnnyMass
March 17th, 2006, 01:27 AM
estamos a acordar para as possibilidades que existem em território nacional...:sleepy:

Arpels
March 17th, 2006, 11:04 AM
o que?? :crazy2:

o problema da energia Barra (o petroleo cada vez mais alto) :bash: infelizmente é pena que so quando chove se lembrem de Santo Antonio mas pelo k vejo estamos no bom rumo :cheer:

Barragon
March 17th, 2006, 11:51 AM
A situação força ao acordar..... ou

A situação força a acordar??

Arpels
March 17th, 2006, 01:20 PM
é a mesma coisa, meti ao porque so agora se esta a acordar em pleno para a situação!!

Portugues
March 17th, 2006, 07:57 PM
Eu gostava de saber quem são os consórcios que estão a explorar a energias eólica em Portugal. Pelo que me chegou aos ouvidos o inimigo espanhol está bem infiltrado, a meter o seu para o bolso!

Filipe_Golias
March 18th, 2006, 01:15 AM
"inimigo espanhol" :crazy: E se for? Estão a fazer o seu trabalho... tal como nós faríamos se tivessemos a mesma capacidade para explorar noutros países.

[Smeagol]
March 18th, 2006, 01:19 AM
pah, sei q as principais electricas espalholas tem investido muito em portugal....

mas olha q n sei se é portugal q esta a roubar mais a espanha... pq a edp controla 100% da hidrocantábrica q é a 4ª maior electrica espanhola :cheers:



06/03/2006
hc energía alcanza un beneficio neto de 173 millones de euros en 2005, un 144% más que el ejercicio anterior
Los 16.510 GWh de energía eléctrica generados suponen un máximo histórico en la compañía
Los 16.510 GWh de energía eléctrica generados suponen un máximo histórico en la compañía.


• La generación de régimen especial, cuya potencia instalada se acerca a los 1.000 MW, creció el 120%, y la producción con renovables ronda los 2.000 GWh

• El fuerte impulso dado a las energías renovables, a través de neo energía, sociedad participada por
hc energía y edp, elevó la inversión también a una cifra record de 1.129 millones de euros, un 267% superior a la del año anterior

• El grupo cuenta ya con más de un millón trescientos mil clientes, repartidos prácticamente al 50% entre electricidad y gas

• La energía suministrada en el mercado liberalizado, tanto eléctrico como gasista, alcanzo índices de crecimiento en torno al 15%

• La calidad del servicio que presta la compañía, medido a través del TIEPI, se sitúa, como viene siendo tradicional, a la cabeza del sector

• Se han iniciado ya las obras de construcción del segundo grupo de ciclo combinado en Castejón, Navarra. El proyectado en Soto de Ribera (Asturias) comenzará a construirse, previsiblemente, esta primavera. La inversión conjunta en ambos grupos alcanzará los 400 millones de euros

• Las nuevas marcas del grupo hc energía y naturgas energia, han consolidado su presencia y aceptación en el mercado

• La información económica se presenta, por primera vez, de acuerdo con los criterios contables internacionales (IFRS), modalidad que ya se venía aplicando tanto en el Grupo edp, como en las principales eléctricas españolas






EDP compra Nuon España por 478 milhões



A NEO – Novas Energias do Ocidente – empresa do Grupo EDP para o desenvolvimento de projectos na área das energias renováveis na Península Ibérica e Europa – chegou a acordo com a Nuon International Renewables Projects para a aquisição da totalidade do capital social da Nuon España, por 478 milhões de euros.

No final de 2005, a dívida financeira líquida da Nuon España, empresa que actua no sector das energias renováveis no mercado espanhol e que detém uma carteira de projectos eólicos com uma potência total de 1 407 megawatts (MW), dos quais 221 MW já se encontram em operação - ascenderá a cerca de 223 milhões de euros. Este valor «inclui o montante de 83 milhões de euros de suprimentos que serão assumidos pela NEO através da sua aquisição a valor nominal», informa a eléctrica nacional num comunicado emitido na passada sexta-feira.

Os referidos parques eólicos situam-se nas regiões da Galiza, Aragão, Andaluzia e Ilhas Canárias, e compreendem activos de elevada qualidade com um número médio de horas de vento que ascende a 2650 por ano, consideravelmente superior à média do sector, em Espanha, que se situa nas 2 350 horas por ano.

A conclusão da presente transacção não se encontra sujeita à aprovação prévia por parte de nenhuma autoridade reguladora, pelo que se prevê que a efectiva transmissão das acções objecto deste contrato fique concluída no decorrer desta semana.

Para além deste negócio que envolveu a EDP, a eléctrica nacional esteve envolvida num outro. A colocação das obrigações referentes à sexta fase de reprivatização do capital social da eléctrica portuguesa geraram um encaixe de 572,8 milhões, de acordo com a Parpública.

O activo subjacente das obrigações é constituído por 160 milhões de acções representativas de 4,376 por cento do capital social da EDP.

:cheers:

Portugues
March 18th, 2006, 02:58 AM
Vocês querem que eu louve o saque com apoio intistucional por parte das empresas do inimigo espanhol?

Filipe_Golias
March 18th, 2006, 04:24 AM
Tens traumas psicológicos graves com Espanha, só podes! :lol

Mas já louvavas o "saque" noutros países por parte de empresas nossas ;)

JohnnyMass
March 18th, 2006, 05:14 AM
que saque? estão a roubar o "nosso" vento é?:lol:

Barragon
March 18th, 2006, 01:11 PM
O vento é só nosso .... temos que por barreiras nas fronteira para não passar para lá... ou então pintamos o vento de uma cor para saberem que é nosso :D

Arpels
March 18th, 2006, 03:13 PM
é simples, pomos letreiros na fronteira a informar o vento k é proibido passar pa la da fronteira sobre pena de multas avultadas :yes:

Arpels
March 18th, 2006, 03:29 PM
edit

Arpels
March 18th, 2006, 03:32 PM
Uma sondagem Expresso/Eurosondagem, divulgada este Sabado pelo semanario, revela que 51,7% votaria a favor da construção de centrais nucleares em Portugal contra 33,5% que não concordam.
Inquiridos tambem sobre as varias formas de energia, 41,8% dos Portugueses consideram negatico o impacto do petroleo sobre o ambiente, seguido do carvão (30,5%), o nuclear - estranha esta posição visto não termos centrais nucleares mas ok - (13,1%) e o gas natural (3,5%).
O estudo de opinião mostra contudo que a maioria dos Portugueses não esta disposta a deixar o carro para usar mais os transportes publicos :bash: devem adorar o preço da gasolina k hoje aumentou mais 2 Cêntimos :rofl:

[Smeagol]
March 18th, 2006, 03:54 PM
n tem lógica nenhuma na questao do nuclear decider sim ou não em prol da opiniao publica... o assunto é muito mais sério... e mais de metade do pais nem sabe como é q funciona uma central nuclear... e nem sabe q a energia eolica é mais barata q a nuclear!!!

e continuo com a minha opiniao de q fazer uma central nuclear agora é um grande erro... :(

JohnnyMass
March 18th, 2006, 09:44 PM
claro^^ é o que se chama mandar bitaites sem perceber nada do assunto.

Arpels
March 18th, 2006, 10:04 PM
discordo da eolica ser mais barata, o maior custo é mesmo a central nuclear, concordo com o desconhecimento desta fonte de energia pela maioria da população, dai o não ser tão numeroso, mas para resolver o problema da energia num futuro proximo não vejo alternativa, existe sim muita alergia a esta fonte de energia devido ao medo k o desastre de Chernobil provocou por esta Europa mas não existe alergia as alterações climaticas criadas pelo usa indiscriminado dos combustiveis fosseis!!

[Smeagol]
March 18th, 2006, 11:42 PM
discordo da eolica ser mais barata, o maior custo é mesmo a central nuclear, concordo com o desconhecimento desta fonte de energia pela maioria da população, dai o não ser tão numeroso, mas para resolver o problema da energia num futuro proximo não vejo alternativa, existe sim muita alergia a esta fonte de energia devido ao medo k o desastre de Chernobil provocou por esta Europa mas não existe alergia as alterações climaticas criadas pelo usa indiscriminado dos combustiveis fosseis!!


ainda nao ouviste dizer q se a central nuclear for para a frente só entra em funcionamento em 2015.... axas q é uma resolução rápida!!!!

se nesses 9anos investirmos o dinheiro em ER'S... é muito melhor, possivelmente antes de 2010 já temos a tecnologia das ondas pronta para a comercialização, sabemos q a nossa costa tem capacidade para produzir 20% nesse tipo de tecnologia, pq investir forte ai :)


Quanto à tua discordia de a eolica ser mais barata.... contra factos n à argomentos :)

Fonte de Energia:_______Custos por kilowatt-hora
Eficiência energética:____ 0-5 cêntimos
Hidroeléctrica:__________ 2-8 cêntimos
Carvão:_______________ 5-6 cêntimos
Vento:________________ 5-8 cêntimos
Petróleo:______________ 6-8 cêntimos
Solar térmica:__________ 9 cêntimos
Nuclear:_______________ 10-12 cêntimos
Solar fotovoltaico:______ 15-20 cêntimos


Fonte - http://www.net.org/proactive/newsro...e.vtml?id=18534

Reflex
March 19th, 2006, 01:52 AM
Interessante esses dados dos custos por kilowatt-hora!:okay:
Só por curiosidade, a central solar que pretendem construir no Alentejo é térmica ou fotovoltaica? (julgo ser a 2ª, né?;))

traveler
March 19th, 2006, 03:52 AM
Estudo Expresso/Eurosondagem revela que maioria dos portugueses quer construção de central
Nuclear sim, obrigado!


51,7 por cento a favor e só 33,5 são contra. Mas a maioria dos portugueses não está disposta a deixar o carro para usar mais os transporte



NUM referendo sobre a construção de centrais nucleares em Portugal, a maioria dos eleitores (51,7%) votaria a favor e 33,5% contra, revela uma sondagem EXPRESSO/Eurosondagem. Questionados também sobre as várias formas de energia, os inquiridos consideram que o petróleo é a que tem um impacto mais negativo no ambiente (41,8%). Segue-se o carvão (30,5%), a nuclear (13,1%) e o gás natural (3,5%). »

traveler
March 19th, 2006, 03:56 AM
A group of Portuguese investors led by businessman and oil millionaire Patrick Monteiro de Barros is interested in building a €3 billion nuclear power plant in Portugal funded and operated by the private sector. The investors who include Pedro Sampaio Nunes, former secretary of state for Science and Innovation and BES-Banco Espírito Santo are considering a European Pressurised Water Reactor, (the latest generation of nuclear plants) offering 1600 megawatts capacity – 25% more generation punch than currently managed by Sines, the biggest in the country. The group says construction would take 57 months and the plant’s useful life would be 60 years. No mention was made of where it might be located (Portugal is an earthquake zone) nor how to nor who would deal with, its waste. According to António Sá da Costa, president of APREN, Portuguese Renewable Energy Association there is no nuclear energy expertise in Portugal so all know-how and components would have to be imported. No one in government was immediately available for comment but supporters of the nuclear option say it is “inevitable” given the continuing surge in oil prices. Domestic electricity production , apart from hydroelectric, is currently dependent on coal and gas. But government says it has no intention of permitting any nuclear energy project in Portugal before 2009. Manuel Pinho, Minister of Economy and Innovation said: "in the current parliamentary term there are no plans to introduce nuclear energy in Portugal".

Barragon
March 19th, 2006, 02:42 PM
Interessante esses dados dos custos por kilowatt-hora!:okay:
Só por curiosidade, a central solar que pretendem construir no Alentejo é térmica ou fotovoltaica? (julgo ser a 2ª, né?;))

é sim. é fotovoltáica. Uma térmica já existe em Sines, agora não te sei explicar.

Portugues
March 20th, 2006, 12:16 PM
Hong Kong construiu uma central nuclear e resolveu os seus problemas de energia. Em Portugal perde-se tempo à espera que haja dias ventosos...

Arpels
March 20th, 2006, 12:41 PM
']ainda nao ouviste dizer q se a central nuclear for para a frente só entra em funcionamento em 2015.... axas q é uma resolução rápida!!!!

se nesses 9anos investirmos o dinheiro em ER'S... é muito melhor, possivelmente antes de 2010 já temos a tecnologia das ondas pronta para a comercialização, sabemos q a nossa costa tem capacidade para produzir 20% nesse tipo de tecnologia, pq investir forte ai :)


Quanto à tua discordia de a eolica ser mais barata.... contra factos n à argomentos :)

Fonte de Energia:_______Custos por kilowatt-hora
Eficiência energética:____ 0-5 cêntimos
Hidroeléctrica:__________ 2-8 cêntimos
Carvão:_______________ 5-6 cêntimos
Vento:________________ 5-8 cêntimos
Petróleo:______________ 6-8 cêntimos
Solar térmica:__________ 9 cêntimos
Nuclear:_______________ 10-12 cêntimos
Solar fotovoltaico:______ 15-20 cêntimos


Fonte - http://www.net.org/proactive/newsro...e.vtml?id=18534

Em causa não estão e não podem estar so os preços do KW, e o impacto paisagistico/cinegetico? vão encher as paisagens protejidas de ventoinhas tambem? quantas aves em vias de extinção vão pagar o pato? e como fazem quando o vento não é suficiente para mover as ventoinhas? td pesa no factor energia, o nuclear assusta mta gente precisamente porque não ha debate e não é explicado as pessoas como é e como funciona, um facto é que muitos paises possuem energia nuclear e o meio ambiente não é assim tão mau, não me venham dizer k o pessoal em Ferrel tinha conhecimento cientifico sobre o nuclear a 30 anos atraz ou hoje mesmo k não acredito!!

Barragon
March 21st, 2006, 12:17 AM
Hong Kong construiu uma central nuclear e resolveu os seus problemas de energia. Em Portugal perde-se tempo à espera que haja dias ventosos...

Nem por isso.... hoje apanhei com um vendaval na cara :lol:

JohnnyMass
March 21st, 2006, 12:30 AM
quem defende o nuclear devia saber o que é que se faz ao urânio depois de usado...

Barragon
March 21st, 2006, 01:15 AM
Exporta-se para a Mongólia e esconde-se debaixo das areias do deserto de gobi :lol:

JohnnyMass
March 21st, 2006, 01:16 AM
^^:hilarious

Filipe_Golias
March 21st, 2006, 01:46 AM
Hong Kong construiu uma central nuclear e resolveu os seus problemas de energia. Em Portugal perde-se tempo à espera que haja dias ventosos...
HK só precisava de meia central nuclear pra funcionar :lol:

quem defende o nuclear devia saber o que é que se faz ao urânio depois de usado...
O urânio não se recicla??? *chocado* :lol:

traveler
March 21st, 2006, 01:49 AM
O uranio nao se recicla? manda para lua.

Portugues
March 21st, 2006, 02:10 AM
De súbito sabemos que é já tarde, mas ainda há tempo para aderir ao Nuclear. Quanto à reciclagem, não é preciso enviar para a Lua. Temos sempre países amigos para onde podemos enviar isso, como Cabo Verde ou São Tomé e Principe.

Barragon
March 21st, 2006, 09:31 AM
:lol: que mente antagonista!

Arpels
March 21st, 2006, 11:00 AM
O uranio nao se recicla? manda para lua.

boa :yes: cria-se uma companhia espacial de recolha de detritos nucleares, 1800 postos de trabalho po planeta!!

Arpels
March 21st, 2006, 11:01 AM
quem defende o nuclear devia saber o que é que se faz ao urânio depois de usado...

certo, tens razão Jikas, agora diz-me o k se faz a escoria k sobra do carvão? :?

[Smeagol]
March 21st, 2006, 03:04 PM
certo, tens razão Jikas, agora diz-me o k se faz a escoria k sobra do carvão? :?


por isso é q o governo esta a lançar um concurso para trocar as centrais a carvao, para centrais a ciclo combinada (gas) :cheers:

Portugues
March 23rd, 2006, 12:49 PM
certo, tens razão Jikas, agora diz-me o k se faz a escoria k sobra do carvão? :?
Repito, temos sempre países amigos para onde podemos enviar isso, como Cabo Verde ou São Tomé e Principe.

Filipe_Golias
March 24th, 2006, 02:41 AM
Para repetir asneiras, nem perca tempo a teclar ;)

Portugues
March 24th, 2006, 10:23 PM
Pronto, alguém tinha que sair ofendido...

Reflex
March 24th, 2006, 10:56 PM
Repito, temos sempre países amigos para onde podemos enviar isso, como Cabo Verde ou São Tomé e Principe.
..e Macau?:D

JohnnyMass
March 24th, 2006, 11:52 PM
O uranio nao se recicla? manda para lua.
o urânio é posto em contentores "muito bem fechadinhos" e deita-se no fundo do mar...:applause:

Reflex
March 25th, 2006, 12:03 AM
Como o vinho pa ficar melhor??:D

JohnnyMass
March 25th, 2006, 12:08 AM
ya!:D de vez em quando vê-se o peixe todo marado quando há fugas!:lol:

Reflex
March 25th, 2006, 12:12 AM
:lol::lol:
Há umas semanas (já nao me lembro onde... talvez Viena) começaram a aparecer uma quantidade enorme de pássaros mortos. Julgo-se logo que era o H5N1 a fazer das suas, mas depois de algumas análises chegou-se à conclusao que eles tinham comidos umas bagas maradas e andam podres de bebados a chocarem a grande velocidade contra tudo o que era prédio!!!:hahano::hahano::hilarious

JohnnyMass
March 25th, 2006, 12:22 AM
:hilarious...precisamos de saber que bagas são essas!:lol:

Reflex
March 25th, 2006, 12:38 AM
Não precisamos nada, já temos o absinto e o ectasy...:D

JohnnyMass
March 25th, 2006, 12:47 AM
era o chamado três em um!:D

Portugues
March 25th, 2006, 01:35 AM
..e Macau?:DLá tinha que vir a piada podre. Esqueça, em Macau não há espaço.
Não é Cabo Verde que tem ilhas praticamente desabitadas? Enviavamos para lá o Urânio em troca de programas sociais e educacionais.

Barragon
March 25th, 2006, 11:53 AM
Há uma unidade hospitalar e de reabilitação por cima do bairro de Alvalade que ocupa uma área muito grande e tem vários edifícios de primeiro andar dispostos simetricamente.

Barragon
March 25th, 2006, 12:11 PM
Central alimentada por biomassa

O concelho de Mogadouro foi o único no distrito de Bragança a ser contemplado, em concurso público, com a construção de uma central eléctrica alimentada por biomasssa. Estas centrais aproveitam derivados lenhosos para os converter em energia eléctrica e a estrutura prevista para Mogadouro terá uma potência de dois megawatts.

O concurso público, aberto pela Direcção-Geral de Geologia e Energia (DGGE) já despertou o interesse de algumas empresas do distrito.

A futura central deverá ficar num raio nunca superior a dez quilómetros da subestação eléctrica da Rede Eléctrica Nacional, na freguesia de Tó, um infra-estrutura que poderá ter pesado na atribuição da central para o concelho de Mogadouro.

Outros dos aspectos favoráveis é a grande mancha florestal que existe em todo o concelho, o que vai permitir "alimentar" a central a preços mais baixos.

Segundo Morais Machado, presidente da Câmara Municipal de Mogadouro, a construção da central é sinónimo de desenvolvimento, criando postos de trabalho e fomentando a limpeza das matas e florestas.

O autarca defendeu, ainda, que a central queime, igualmente, os resíduos urbanos, permitindo " poupar dinheiro no tratamento dos lixos". Francisco Pinto

Fonte: JN

Reflex
March 25th, 2006, 01:54 PM
Lá tinha que vir a piada podre. Esqueça, em Macau não há espaço.
Não é Cabo Verde que tem ilhas praticamente desabitadas? Enviavamos para lá o Urânio em troca de programas sociais e educacionais.
Por essa ordem de ideias o Alentejo também servia muito bem e até se poupava no transporte...;)

Reflex
March 25th, 2006, 01:55 PM
Há uma unidade hospitalar e de reabilitação por cima do bairro de Alvalade que ocupa uma área muito grande e tem vários edifícios de primeiro andar dispostos simetricamente.
Mas essa já não está na moda. Hoje em dia existe uma ali para os lados do Campo Mártires da Pátria com um pátio interior em forma de um grande circulo...

Portugues
March 26th, 2006, 12:12 AM
Por essa ordem de ideias o Alentejo também servia muito bem e até se poupava no transporte...;)

Não é o mesmo. A imprensa não controlada pelo GOverno ao saber da possibilidade rapidamente iria escrever e dizer alarvidades.

Arpels
March 26th, 2006, 01:33 PM
Central alimentada por biomassa

O concelho de Mogadouro foi o único no distrito de Bragança a ser contemplado, em concurso público, com a construção de uma central eléctrica alimentada por biomasssa. Estas centrais aproveitam derivados lenhosos para os converter em energia eléctrica e a estrutura prevista para Mogadouro terá uma potência de dois megawatts.

O concurso público, aberto pela Direcção-Geral de Geologia e Energia (DGGE) já despertou o interesse de algumas empresas do distrito.

A futura central deverá ficar num raio nunca superior a dez quilómetros da subestação eléctrica da Rede Eléctrica Nacional, na freguesia de Tó, um infra-estrutura que poderá ter pesado na atribuição da central para o concelho de Mogadouro.

Outros dos aspectos favoráveis é a grande mancha florestal que existe em todo o concelho, o que vai permitir "alimentar" a central a preços mais baixos.

Segundo Morais Machado, presidente da Câmara Municipal de Mogadouro, a construção da central é sinónimo de desenvolvimento, criando postos de trabalho e fomentando a limpeza das matas e florestas.

O autarca defendeu, ainda, que a central queime, igualmente, os resíduos urbanos, permitindo " poupar dinheiro no tratamento dos lixos". Francisco Pinto

Fonte: JN

boa :okay:

Barragon
March 26th, 2006, 01:39 PM
Não é o mesmo. A imprensa não controlada pelo GOverno ao saber da possibilidade rapidamente iria escrever e dizer alarvidades.

Porque secalhar o resto do mundo é que tem razão...... e não voce!

Reflex
March 27th, 2006, 09:19 PM
Uma muito interessante entrevista de Patrick Monteiro de Barros ao JN.:okay:
http://jn.sapo.pt/2006/03/27/primeiro_plano/refinaria_sines_dar_milhoes.html

Arpels
March 27th, 2006, 09:22 PM
sim interessante, um facto é k a pala da eolica a luz vai subir ou ja subio.

Filipe_Golias
March 27th, 2006, 11:43 PM
Se o preço descesse é que admirava...

Barragon
March 28th, 2006, 12:26 PM
Se for rentável.... o pessoal vai ficar muito interessado :D e aí surgirão +

Arpels
March 29th, 2006, 04:54 PM
Potência instalada em energia renovável cresceu 82 megawatts em Janeiro
29.03.2006 - 16h21 PUBLICO.PT



A produção total de energia eléctrica a partir de fontes de energia renováveis registou um aumento de 82 megawatts em Janeiro, em relação a Dezembro do ano passado, devido à entrada em funcionamento de uma nova central minihídrica e de três novos parques eólicos, revela a Direcção-Geral de Geologia e Energia.

No final de Janeiro de 2006, o total de potência instalada renovável atingiu 6271 megawatts (MW).

Nesse mês, o total da potência instalada eólica era de 1041 MW - distribuída por 104 parques, com um total de 679 aerogeradores em todo o país -, registando um acréscimo de 86 por cento na produção relativamente a Janeiro de 2005. Mais de 70 por cento da potência instalada situa-se em parques com menos de 25 MW.

Até Janeiro de 2006 estavam licenciados 2789 MW de potência eólica. Até 2007 o país deverá ter mais de dois mil MW no sistema eléctrico nacional.

A subida das renováveis fica marcada pelo aumento da produção das grandes hídricas nas bacias do Tejo, Mondego, Douro, Cávado e Lima. As bacias do Tejo e Lima quase triplicaram a sua produção.

"A incorporação de FER [ fontes de energia renováveis] no consumo bruto de energia eléctrica (...) foi de 35 por cento em 2005", revela a Direcção-Geral de Geologia e Energia. "Portugal foi, em 2005, o quinto país da União Europeia a 15 com maior incorporação de energias renováveis".

A produção de electricidade a partir de FER está concentrada no norte, principalmente nos distritos de Bragança (992 MW), Viana do Castelo (780), Vila Real (609), Coimbra (565), Viseu (558) e Guarda (508).

Excluindo a grande hídrica, Viseu (308 MW), Coimbra (298), Vila Real (229), Lisboa (192) e Braga (157) são os principais distritos em termos de potência instalada, representando 58 por cento do total.

Portugal assumiu o compromisso de produzir, em 2010, 39 por cento da sua electricidade final com origem em fontes renováveis de energia.

Barragon
March 29th, 2006, 08:05 PM
Boas notícias... isso é uma notícia geral de como estão as coisas :okay: boa

Arpels
March 30th, 2006, 09:59 AM
pelo andar da carruagem chegaremos la antes de 2010!!

Portugues
March 30th, 2006, 12:00 PM
...se a carruagem não "empanar" pelo caminho!!!

Arpels
March 30th, 2006, 12:04 PM
va rezando para k não!!

[Smeagol]
April 1st, 2006, 12:18 AM
Mota Engil investe 16 milhões em fábrica de biodiesel no porto de Aveiro


A Mota Engil vai arrancar com a construção de uma fábrica de biodiesel no porto de Aveiro em Abril, divulgou a construtora em comunicado à CMVM, avançando que a nova unidade produtiva corresponde a um investimento de 16 milhões de euros. A empresa liderada por António Mota está decidida de apostar nas energias renováveis tendo para isso autonomizado a área de Indústria e Energia cuja actividade é coordenada pela Martifer.

«Em particular no segmento das energias renováveis, esta autonomização pretende dar um impulso a uma área em que o Grupo tem já hoje presença de destaque nomeadamente através do desenvolvimento de projectos de energia eólica, biodiesel e energia das ondas», refere o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O ano passado a Mota Engil investiu numa unidade produtiva de biodiesel na Roménia que deverá estar concluída em Setembro.

A construtora prevê agora «o arranque da construção de outra fábrica em Portugal (no porto de Aveiro) em Abril».

Esta unidade terá capacidade para produzir 100 mil toneladas de biodiesel por ano.

A empresa avança ainda com a possibilidade de iniciar, em 2007, a construção de uma terceira fábrica na Europa com capacidade para produzir até 200 mil toneladas por ano «e neste caso, implicando um investimento na ordem dos 32 milhões de euros».


Por: Maria João Soares
Jornal de Negocios

JohnnyMass
April 1st, 2006, 12:24 AM
aveiro a bombar!:D

Portugues
April 1st, 2006, 01:35 AM
A esperança é um empréstimo que se pede à felicidade meus senhores!

[Smeagol]
April 20th, 2006, 06:44 PM
Grupo de trabalho vai definir zona piloto para testar energia das ondas


O Governo anunciou hoje a criação de um grupo de trabalho que vai definir, até 31 de Dezembro deste ano, uma zona piloto para receber a energia das ondas e estudar a criação de mecanismos de licenciamento para projectos na área. O despacho foi assinado por cinco secretários de Estado dos ministérios da Economia, da Agricultura, da Defesa, do Ambiente e das Obras Públicas, reforçando o interesse do Governo em incentivar o aproveitamento das fontes de energias renováveis.

De acordo com o documento do Governo, o grupo de trabalho deverá definir, em primeiro lugar, um "plano preliminar" com as áreas de características adequadas ao aproveitamento de fontes de energia renovável, tendo em conta a salvaguarda de aspectos ambientais e de segurança.

Este plano deverá resultar na identificação posterior da zona piloto, que receberá a energia das ondas.

O grupo de trabalho vai ainda diagnosticar os constrangimentos da regulamentação em vigor e propor ao Governo a legislação necessária ao estabelecimento de procedimentos de licenciamento expeditos, incluindo a fixação de regras de tarifação e taxas a pagar pelos promotores deste tipo de projectos.

O grupo deverá igualmente "criar um enquadramento tarifário claro para a aquisição de energia produzida, no âmbito dos projectos de produção de electricidade com base na energia das ondas e, bem assim, reservar potência de ligação à Rede Eléctrica de Serviço Público para a zona piloto", lê-se também no despacho governamental.

António Sarmento, presidente do Centro de Energia das Ondas (CEO), congratulou o Governo por "este passo em frente" na investigação de energias renováveis.

O responsável acredita que Portugal reúne condições para se lançar, de forma pioneira, a nível comunitário, na exploração da energia das ondas, por ainda não haver nenhum país com uma estratégia completa nesta área.

Relativamente à definição de uma zona piloto, o presidente do CEO considerou que há em Portugal vários locais com "excelentes condições" para a sua colocação, mas alerta ser necessário avaliar os menores custos de ligação à rede eléctrica.

O responsável lembrou que já existem alguns projectos-piloto nesta área, citando como exemplos a futura central para aproveitamento de ondas no molhe da Foz do Douro, no Porto, e os projectos desenvolvidos na Póvoa de Varzim e Açores.

"Há um conjunto de empresas que já se manifestaram interessadas em explorar esta tecnologia. O grupo de trabalho deverá agora avaliar onde estão as barreiras administrativas e burocráticas que, muitas vezes, acabam por inviabilizar estas iniciativas", disse.

O desenvolvimento das energias renováveis e a eficiência energética estão previstos na Estratégia Nacional para a Energia do Governo e no Plano Tecnológico, para diminuir a dependência energética no país e contribuir para a diminuição das emissões de carbono.

Barragon
April 20th, 2006, 07:48 PM
Já estou há muito tempo a ouvir balelas... nc mais!

Arpels
April 20th, 2006, 08:03 PM
ja a bue k se fala disto ne? :sly: tanto tempo demoraram cas coisas :bash:

Portugues
April 21st, 2006, 11:44 AM
Já estou há muito tempo a ouvir balelas... nc mais!
Tem-se feito alguma coisa? :cheers:

Barragon
April 21st, 2006, 02:49 PM
Pois.... mas é o habito!

TeKnO_Lx
April 30th, 2006, 02:23 PM
O executivo da Câmara de Vagos deliberou, anteontem, alienar oito lotes de terreno (num somatório de quatro hectares) na Zona Industrial (ZI) de Vagos, para a instalação de um consórcio de empresas ligadas à metalomecânica e energia eólica. "O processo está concluído", afirmou o edil Rui Cruz, garantindo que a candidatura já foi aprovada pela autarquia e que estão criadas as condições exigidas para a instalação das empresas.

Ainda na área da energia eólica, está prevista a instalação de um projecto, de maiores dimensões, na futura ZI de Fontão (Sôza). Neste ponto, o vice-presidente da autarquia, Carlos Neves, recusa avançar mais informações, porque "o segredo é a alma do negócio".

Neves reconhece, no entanto, que a aprovação da revisão do Plano Director Municipal, que possibilitará a delimitação da segunda zona industrial do concelho, em Fontão, é "imprescindível". "Este tipo de indústrias, que vêm para a ZI de Vagos e mais tarde para a do Fontão, é fundamental para o concelho, pois é necessário acelerar o desenvolvimento industrial para potenciar desenvolvimento a outros níveis. A energia eólica parece ser o futuro imediato em matéria de alternativas energéticas para o país, pelo que acreditamos que estas são fábricas com muito trabalho e que vêm para ficar", explica o vice-presidente.

"É um negócio de milhões de euros, um projecto industrial que marcará este mandato", garante o presidente da Câmara.

Na reunião da autarquia foi ainda deliberado adquirir dois terrenos (cerca de um hectare), por 52500 euros, entre o nó da A17, EN109 e estrada para Sanchequias ( Santo André), para a futura instalação dos armazéns gerais da Câmara. Os velhos armazéns, situados na saída sul da vila, por detrás do LIDL, deverão ser depois alienados a favor da construção dos novos. Espera-se que as obras tenham início no próximo ano. Zulay Costa

queremos mais,, muitos mais!. :applause:

fred_mendonca
April 30th, 2006, 02:27 PM
boas notícias, qt mais melhor :okay:

[Smeagol]
May 10th, 2006, 04:24 PM
Ondas podem potenciar vendas de 250 milhões


A Martifer avaliou o interesse das ondas, sol e eólicas.

A Martifer Energia acredita que o valor potencial das energias solar, eólica e das ondas no futuro do mercado português poderá ser avaliado em 250 milhões de euros de vendas se forem atingidos os 5 Gw para os quais o mercado nacional tem capacidade.
O investimento industrial potenciado pela energia das ondas poderá atingir os 200 milhões de euros e criar quatro mil postos de trabalho, segundo Carlos Martins, presidente da Martifer. Tendo em conta o grande potencial da energia eólica, a empresa entrou no capital da alemã RePower, prevendo exportações de 360 milhões de euros para um investimento superior a 250 milhões. No que diz respeito à energia solar, Carlos Martins acredita que, em 2020, este sector poderá criar 44 mil postos de trabalho em Portugal

Eólicas e fotovoltaica em destaque

Alberto Barbosa, administrador da Efacec, explicou que o sector eólico em Portugal duplicou em 2005, apresentando uma tendência semelhante para 2006. Por outro lado, o mercado tem potencialidades para crescer mais de 30% ao ano, tornando-se um dos mais atractivos a nível mundial. A Efacec frisou que a indústria portuguesa, no qual a empresa se insere, poderá fabricar praticamente todos os componentes necessários para um parque eólico.
A empresa quer alargar significativamente a sua presença no sector, com o objectivo de duplicar a dimensão nos próximos cinco anos.

Quanto à energia fotovoltaica a meta nacional para 2010 é de 150 MW, segundo Maria João Rodrigues, da Sociedade Portuguesa de Energia Solar. A responsável afirmou que era preciso agilizar os processos de licenciamento, porque com o actual quadro é muito complicada para a implementação de novos projectos.



Por: Alexandra Noronha
Diário Económico

[Smeagol]
May 10th, 2006, 04:27 PM
Açores: Governo regional subsidia energias renováveis


O Governo da Região Autónoma dos Açores vai conceder subsídios, que podem ir até 250 mil euros, às pequenas e médias empresas (PME) e aos particulares que invistam em equipamentos de energia renovável, foi hoje anunciado.

O presidente do Governo regional, Carlos César, indicou que os subsídios não reembolsáveis terão um limite máximo de 250 mil euros para as PME e de mil euros, no caso dos equipamentos para consumo doméstico.

O novo sistema de incentivos pretende estimular a utilização racional da energia e potenciar investimentos de conversão de fontes energéticas renováveis nos sectores empresarial e doméstico, explicou Carlos César, durante a apresentação, na ilha de Santa Maria, das actividades programadas para o «Mês da Energia» nos Açores.

No segundo dia de uma visita do Governo Regional a Santa Maria, o chefe do executivo adiantou que o sistema, denominado ProEnergia, prevê que o incentivo possa ascender a 50 por cento a fundo perdido, nos investimentos realizados em zonas sem acesso de rede eléctrica regional.

«Estamos a falar de painéis solares para aquecimento de água, produção de energia fotovoltaica e utilização de aerogeradores, nos aproveitamentos de mini-hídricas ou produção de bio-gás», precisou Carlos César, acrescentando que os incentivos previstos serão reforçados nas ilhas da coesão, as cinco de menor dimensão do arquipélago.

Segurança do abastecimento, competitividade da economia e respeito do ambiente são «objectivos fundamentais» da política energética do arquipélago, disse Carlos César, que defende a necessidade de diversificar as fontes energéticas nas ilhas.

«A eficiência energética não significa restrição no acesso às oportunidades do conforto e do bem-estar, mas sim a procura de formas menos onerosas para a satisfação das necessidades da comunidade», explicou Carlos César, que entregou hoje várias lâmpadas eficientes, de baixo consumo, a alunos da Escola EBI de Santa Maria e Instituições de Solidariedade Social (IPSS).

O Presidente do Governo Regional anunciou ainda que serão realizadas auditorias energéticas aos edifícios da administração regional, com particular incidência nos sistemas de iluminação, climatização e sistemas de iluminação pública das vias de comunicação terrestres regionais.

Sublinhando que a política energética deve funcionar como «alavanca da economia» regional, Carlos César referiu que com os investimentos a realizar pela eléctrica açoriana EDA, será possível que as energias renováveis representem cerca de 37% da produção no arquipélago, até 2009.

Carlos César referiu que já foram instaladas 21 torres eólicas em seis ilhas do arquipélago (Santa Maria, Graciosa, São Jorge, Pico, Faial e Flores), estando previsto instalar na ilha Terceira mais quatro MW e 7,2 MW em São Miguel.

Em 2005, a produção de energia eléctrica através de fontes renováveis nos Açores atingiu 15,5%, segundo dados da eléctrica EDA.



Diário Digital

[Smeagol]
May 10th, 2006, 04:29 PM
Iberdrola e Universidade de Coimbra poderão desenvolver central de hidrogénio


A Iberdrola Portugal e a Universidade de Coimbra poderão vir a desenvolver em conjunto uma central de armazenamento de hidrogénio, afirmou o presidente da empresa Joaquim Pina Moura.

A Iberdrola Portugal e a Universidade de Coimbra assinaram hoje um protocolo de colaboração e constituíram um grupo de trabalho que deverá apresentar dentro de três meses iniciativas concretas nas áreas do armazenamento de energia, auditorias energéticas e identificação de recursos humanos qualificados.

O armazenamento de energia, particularmente do hidrogénio, é uma das áreas que a Iberdrola está a desenvolver em Espanha e que poderá dar os primeiros passos em Portugal com a criação de uma central de armazenamento.

Outro dos domínios mais "promissores" nesta parceria, segundo Pina Moura, é a identificação de recursos humanos qualificados que poderá resultar na criação de uma "espécie de bolsa de recursos humanos pré-qualificados", onde poderá proceder a recrutamentos para projectos que a empresa venha a desenvolver.

As duas grandes apostas de crescimento orgânico da Iberdrola em Portugal - os parques eólicos e a central de ciclo combinado - estão localizadas na zona Centro do país, recordou Pina Moura.

"As nossas principais apostas são as eólicas, área onde estamos a desenvolver cinco parques eólicos que nos vão dar uma capacidade instalada entre 160 e 170 megawatts (MW), para além do concurso lançado pelo Governo, e a geração, através da central de ciclo combinado na Figueira da Foz", afirmou.

O terceiro domínio de colaboração entre a Iberdrola Portugal e a Universidade de Coimbra será ao nível das auditorias energéticas.

A aposta da Iberdrola Portugal no sector das energias renováveis passará ainda pelo desenvolvimento de projectos na área da biomassa, cogeração, ondas e fotovoltaica, afirmou.




Público

Arpels
May 10th, 2006, 06:24 PM
interessante :sly: ando sempre com a sensação que o hidrogeneo sera o futuro energetico do mundo mas k nimguem lhe liga nepia :yes: e a nivel universitario as nossas universidades podem fazer mto neste campo!!

[Smeagol]
May 10th, 2006, 07:04 PM
e o preço do petroleo que sobe sempre e não desce vai pressionar inda mais os governos europeus a investir nesta àrea...

já toda a gente sabe q o hidrogénio é a futuro para os transportes bem como a fusão é o futuro para a energia... só q para dominarmos a tecnologia a preços de mercado ten-se de gastar muitas furtunas... e isso ninguem quer gastar...

os primeiros a ter essas tecnolias vao ser o novo dubai... mas até lá... vamos ver qt tempo passa...

as minhas previsoes sao para 2020 :okay:

Arpels
May 10th, 2006, 07:21 PM
ya to desejoso por ver como se saira no Dubai :yes:

TeKnO_Lx
May 13th, 2006, 01:51 PM
"O Governo está decidido a "apoiar em grande escala" as energias renováveis e prepara-se para incluir na oferta uma nova fonte a energia das ondas, já no próximo Verão, para quanto está prevista a ligação à rede de uma estrutura que vai ser montada no mar, ao largo da Póvoa de Varzim. As máquinas que a vão produzir foram ontem apresentadas nos Estalaleiros Navais de Peniche, onde estão a ser montadas.

Na ocasião, Castro Guerra, secretário de Estado Adjunto do ministro da Economia e Inovação, destacou que a importância do projecto do Parque de ondas da Aguçadoura não reside apenas na possibilidade de abastecer o consumo doméstico de um aglomerado urbano de 6500 pessoas, mas também na de criar serviços em terra. Na realidade, prevê-se que, até 2020, possa ser produzida 20% da energia consumida através desta tecnologia que, nessa altura, poderá produzir 20 mil megawatts, avançou Sá Costa, administrador do grupo Enersis.

O "Parque de ondas", um projecto pioneiro a nível mundial, vai possuir três máquinas geradoras de 750 kilowatts, num total de mil megawatt/hora. Cada máquina, de tecnologia escocesa Pelamis, tem 150 metros de comprimento e 3,5 metros de diâmetro. Entre cada tudo existe um sistema hidráulico que acciona um gerador eléctrico .

Carlos Mota, administrador dos Estaleiros Navais de Peniche, defendeu a criação de condições junto ao Porto de Peniche para viabilizar a montagem de novos parques no futuro.

:applause:

Barragon
May 13th, 2006, 02:09 PM
:applause: boa boa !!!

[Smeagol]
May 13th, 2006, 02:24 PM
brutal :okay:


ai estao os primeiros MW da energia das ondas.... n estava nada à espera q antes de 2010 já tivessemos qualquer coisa... muito bom :)

TeKnO_Lx
May 13th, 2006, 02:27 PM
A Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA) já identificou um local para a instalação de um parque eólico, que produzirá 120 gigawatts/hora (gwh) por ano. Sem especificar a localização, Henrique Troncho, presidente da empresa, adiantou ao jornal Água&Ambiente que foi estabelecido um contrato com a Ventiveste – consórcio constituído pela Galp, Martifer, Enersis, Efacec, Repower e Power Blades - para o seu desenvolvimento.

Mas este será apenas um dos contributos para que, em 2010, 39 por cento da energia consumida em Portugal seja produzida a partir de fontes renováveis. Com efeito, «o Alqueva tem capacidade para produzir anualmente 460 gwh. Pedrógão 45 e nas seis centrais micro-hídricas, cujos projectos a EDIA está a desenvolver serão produzidos mais 43 GWh por ano», revela o responsável.

A aposta energética passa ainda pelo solar fotovoltaico. Neste sentido, lembra Henrique Troncho, existem projectos para seis centrais cuja produção média anual atingirá no seu conjunto 600 megawatts (MW) por hora. «Uma dessas centrais já se encontra a concurso e para as restantes cinco já foram entregues os pedidos à Direcção-Geral de Geologia e Energia», avança.

Ainda na vertente da energia a empresa identificou potencialidades para o desenvolvimento de projectos associados à produção do biodiesel e do bioetanol, prosseguindo com a experimentação de culturas bioenergéticas em parceria com a Escola Superior Agrária de Beja.

traveler
May 13th, 2006, 11:32 PM
O primeiro parque nacional de ondas capaz de gerar electricidade vai estar operacional já este Verão.
A Enersis e a escocesa Ocean Power Delivery anunciaram hoje que vão instalar este Verão, na Póvoa do Varzim, o primeiro parque de ondas capaz de gerar electricidade, num investimento total de 8,5 milhões de euros.

O parque vai ser constituído por três máquinas, tecnologia Pelamis, com uma capacidade de seis GigaWatts/h (GWh) por ano, o que dará para abastecer electricidade a sete mil pessoas.

A Enersis, que hoje apresentou as máquinas nos estaleiros navais de Peniche, onde estão na fase final de montagem, prevê a sua instalação, ao largo de Aguçadoura, na Póvoa do Varzim, durante o Verão, e a ligação à rede em Agosto.

O projecto é financiado maioritariamente por capitais próprios tendo um apoio de 1,25 milhões de euros do programa de incentivo à modernização da economia PRIME.

Filipe_Golias
May 14th, 2006, 03:14 AM
FANTÁSTICO! :shocked: :applause: Finalmente, teremos a hipótese de nos tornarmos líderes neste sector energético!

[Smeagol]
May 14th, 2006, 07:37 PM
já somos o país do mundo que mais watts produziu em testes na tecnogia das ondas....

e estamos prestes a tornarmo-nos no primeiro país do mundo a explorar este tipo de energia comercialmente.... :okay:


Projectos

*CAO pico (antiga central de testes está a ser remudelada para exploração comercial)

*CAO molhes do douro (Proposta)

*CAO figueira da foz (Proposta)

*Pelamis Aguçadoura (fase final de construção)

*AWS Viana do Castelo (prototipo em testes, primeiro parque antes de 2010)
:bash:

TeKnO_Lx
May 15th, 2006, 04:34 PM
']já somos o país do mundo que mais watts produziu em testes na tecnogia das ondas....

e estamos prestes a tornarmo-nos no primeiro país do mundo a explorar este tipo de energia comercialmente.... :okay:


Projectos

*CAO pico (antiga central de testes está a ser remudelada para exploração comercial)

*CAO molhes do douro (Proposta)

*CAO figueira da foz (Proposta)

*Pelamis Aguçadoura (fase final de construção)

*AWS Viana do Castelo (prototipo em testes, primeiro parque antes de 2010)
:bash:

Energia das ondas cria 40 mil empregos

Portugal poderá criar um cluster industrial em torno do aproveitamento energético das ondas de mar que criará entre 30 a 40 mil empregos. A ideia foi transmitida por vários responsáveis do projecto pioneiro que ontem foi apresentado em Peniche e que deverá, a partir do final do Verão do corrente ano, permitir que a costa portuguesa acolha as primeiras máquinas geradoras de energia a partir de ondas de mar a nível mundial.

Os responsáveis da Enersis e da Ocean Power Delivery (OPD), respectivamente promotor e parceiro tecnológico-industrial, conseguiram levar aos Estaleiros Navais de Peniche (ENP) uma equipa interministerial - três secretários de Estado - à qual manifestamente pretendiam mostrar a magnitude do projecto e dos números que poderá envolver. A nível global, estima-se que o mercado em causa valha 325 mil milhões de euros, um pouco mais do que o produto interno bruto (PIB) português gerado em dois anos.

Mas a corrida, que é de fundo, pode ter de começar a ser ganha logo nos primeiros metros. É que se, como referiu ao DN Max Carcas, da OPD, "é normal que a tecnologia se desenvolva onde o mercado aparece", a perda de oportunidade de lançar um cluster industrial será aproveitada por outros países que estão de olhos postos na energia das ondas.

No porto de Peniche (que ganhou o concurso para a instalação e montagem das três primeiras máquinas, fabricadas na Escócia) os tubos de 50 metros de comprimento por 3,5 de diâmetro convivem agora com as traineiras e dão à administração dos ENP um novo alento para pedir as obras que faltam para crescer.

A tecnologia que agora entra em Portugal - de seu nome Pelamis - consiste em vários tubos cilíndricos (ver foto) que acompanham a onda. Entre eles funciona um sistema hidráulico que acciona um gerador eléctrico. A produção obtida desta forma é passada depois para um cabo que a transporta à rede eléctrica.

Conforme o DN noticiou na sua edição de ontem, a Enersis conta instalar até 2008 uma potência oceânica de 20 Mw, o que contrasta com os 2,25 Mw agora pretendidos. O licenciamento ainda depende de vários ministérios (ver caixa).C

:applause:

[Smeagol]
May 15th, 2006, 07:08 PM
Não sabia que os escoceses da Pelamis tbm queriam fazer a fabrica cá em Portugal… que bom :okay:. É q os holandeses do AWS no ultimo Seminário Aproveitamento de Energia das Ondas em Novembro apresentaram o projecto da sua fabrica a construir em Viana do castelo. Ou seja tamos preste a captar para Portugal as duas melhores tecnologias offshore.

E mercado temos, porque este governo nesta matéria está a portar-se muito bem… fala-se qo governo quer propor como meta 2020 para instalarmos os 20% de capacidade 4000 MW. E para alem disso vamos exportar maquinas para todo o mundo, durante 40 anos. Esta pode ser a salvação da nossa economia. :cheers:


Projecto apresentado pelos holandeses


http://img452.imageshack.us/img452/6002/aws11wa.png (http://imageshack.us)

http://img117.imageshack.us/img117/8652/aws22oi.png (http://imageshack.us)

http://img59.imageshack.us/img59/1637/aws46rm.png (http://imageshack.us)

http://img105.imageshack.us/img105/7594/aws32km.png (http://imageshack.us)

http://img123.imageshack.us/img123/2843/aws51fv.png (http://imageshack.us)

Reflex
May 15th, 2006, 09:36 PM
É só projectos!!:banana::banana:

Eu sou leigo na materia, como tal ha 1 questão que me está a fazer 1 pouco de confusao: depois de gerada a energia nos diversos parques de energias renovaveis, é vendida aos consumidores? E existe alguma diferença no preço para o consumidor final? E ha zonas especificas a serem servidas por essa energia?

Reflex
May 22nd, 2006, 10:20 PM
Ondas vão dar energia a um terço do concelho
O primeiro parque mundial de aproveitamento da energia das ondas, o Okeanós, que será instalado ao largo da Aguçadoura, na Póvoa de Varzim, poderá vir a abastecer mais de um terço do concelho em 2008, já que 10% da energia produzida reverterá a favor do município, ou seja, segundo as estimativas da Enersis, o equivalente ao abastecimento a 25 mil habitantes.

Satisfeito com os impactos que a instalação da tecnologia pioneira poderá ter na Póvoa de Varzim, o vice-presidente da Câmara Municipal, Aires Pereira, lembra que o Okeanós poderá criar "um 'cluster' importante de energias alternativas" no concelho, centenas de novos postos de trabalho e "uma excelente poupança do município em termos energéticos", já que a Câmara lucrará cerca de 10% da energia produzida.

Em 2008, quando estiver concluída a segunda fase do Okeanós, a energia total produzida será suficiente para abastecer uma população de 250 mil habitantes.

"Desta energia, 10%, ou seja, o suficiente para abastecer 25 mil habitantes, revertem a favor do município, o que representará uma economia naquilo que são as despesas da edilidade com a energia eléctrica", explicou, ao JN, Aires Pereira.

Tecnologia em Setembro

Recorde-se que o projecto, uma parceria da portuguesa Enersis com a escocesa Ocean Power Delivery - que desenvolveu a tecnologia -, foi apresentado na passada semana, em Peniche.

Nos Estaleiros Navais de Peniche, a tecnologia está agora a ser montada, para que possa ser rebocada por mar para a Póvoa de Varzim, em Setembro próximo.

O investimento rondará os 8,5 milhões de euros, dos quais 1,25 milhões serão financiados pelo Estado através do Prime (Programa de Incentivos à Modernização da Economia).

O Okeanós está dividido em duas fases Aguçadoura 1 e 2. Numa fase experimental, serão instaladas ao largo da Póvoa três estruturas de produção de energia - pelamis (ler caixa) -, capazes de produzir energia suficiente para alimentar seis mil habitantes.

Numa fase posterior, e, como explicou, ao "Jornal de Notícias", Aires Pereira, "condicionada pelo sucesso da experiência", o objectivo é instalar um parque com 38 pelamis.

O investimento total rondará os 70 milhões de euros e prevê ainda a instalação, provavelmente na região de Peniche, de uma fábrica para produção de pelamis.

Oportunidade única

Para Aires Pereira, esta é uma oportunidade única para a Póvoa de Varzim e para o país, que passará, com o Okeanós, a ser pioneiro neste tipo de tecnologia.

"É um investimento pioneiro e, como tal, vai exportar o nome da Póvoa de Varzim e vai criar condições para que venha cá mais gente conhecer o projecto", afirmou o vice-presidente da autarquia, que acredita que o concelho - que, segundo os investidores, dispõe de condições ideais para a captação da energia das ondas - se tornará numa espécie de centro de exposições de uma tecnologia pioneira ao nível mundial.

Aires Pereira espera, ainda, que a instalação do primeiro parque na Aguçadoura possa vir a servir de alavanca para outros investimentos na área das energias alternativas.

"Além disso, é um grande investimento, que vai obrigar à criação, em terra, de um conjunto de serviços, que irá traduzir-se naturalmente em mais emprego", explicou, ainda, o vice-presidente da autarquia, lembrando, por exemplo, a central de energia eléctrica já em construção junto ao campo de futebol do Aguçadoura.

Invenção escocesa

Com tecnologia desenvolvida pela escocesa Ocean Power Delivery, os pelamis são uns enormes tubos articulados, semi-flutuantes, cada um com 37,5 metros de comprimento e 3,5 metros de diâmetro. Cada pelamis é composto por quatro secções unidas entre si. Em cada uma das três juntas, fica instalado um motor hidráulico. O movimento das ondas faz com que seja bombeado óleo das juntas através dos motores hidráulicos. Estes motores estão acoplados a geradores, que, por sua vez, transformam a energia mecânica em eléctrica. A energia é, depois, transportada por via de um cabo submarino até à subestação eléctrica.
Fonte: JN

Puto
May 22nd, 2006, 10:35 PM
Bem isto é so boas noticias :D espero que vá tudo para a frente! Portugal precisa és destes projectos que aproveitem a nossa vasta costa! ;)

traveler
May 25th, 2006, 03:25 AM
Enercon dominates wind sector
Enercon (Germany) has signed a contract to set up an industrial wind energy complex similar in size to the AutoEuropa motor vehicle cluster at Palmela (south of Lisbon). The plant will supply domestic and export markets with generators converting wind into energy. Enercon with a 30% share, is Portuguese market leader in the field. It is the technological partner in the AEL-Agrupamento Eólica Lusitana headed by EDP (listed) which includes 3 of the 4 four main wind energy promotors in Portugal – Generg (Oriente, Luso-Americana and Gulbenkian foundations), SIIF (EDF France subsidiary) and Enernova (EDP subsidiary). Other partners include Finerge (Endesa group) and Térmica Portuguesa (Sonae Group and Endesa). The investors account for 55% of currently installed, or soon to be awarded, wind energy capacity in the country. The Agrupamento Eólica Lusitana project will supply generators incorporating more than 75% local content. The investment is worth €40 million in a sector where overall investment is set reach €1 billion. Research and support industries will be located around the AEL plant.

TeKnO_Lx
July 7th, 2006, 10:13 AM
A conferência sobre Estratégia Nacional para a Energia, que se realiza hoje no Porto presidida do ministro da Economia e Inovação, vai apresentar projectos de investimento nas energias renováveis no valor de 593 milhões de euros, segundo dados avançados pela agência Lusa.
--------------------------------------------------------------------------

Jornal de Negócios com Lusa


A conferência sobre Estratégia Nacional para a Energia, que se realiza hoje no Porto presidida do ministro da Economia e Inovação, vai apresentar projectos de investimento nas energias renováveis no valor de 593 milhões de euros, segundo dados avançados pela agência Lusa.

Na conferência, que conta ainda com a presença do primeiro-ministro José Sócrates, será apresentado o Parque Eólico do Alto Minho I, descrito como o maior da Europa, num investimento previsto de 343 milhões de euros.
:applause:

O parque, situado na região do Vale do Minho, terá uma potência instalada de 240 MW (megawatts) e é composto por cinco subparques e um estação de ligação à rede eléctrica nacional.

A infra-estrutura terá 120 torres eólicas, com 2 MW cada, é um projecto da empresa VentoMinho, controlada em 85% pela Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho e em 15% pelas câmaras de Paredes de Coura, Valença, Monção e Melgaço.
Este projecto, concluído em dois anos, terá uma produção anual de 667 gigawatts, permitindo evitar a emissão de 466 mil toneladas por ano de CO2.

Na conferência serão ainda apresentados os parques eólicos de São Paio, Espiga e Arga.

Em relação à biomassa, a EDP – Bioeléctrica, empresa partilhada pela EDP e pela Altri (que detém a Celulose do Caima), vai apresentar o seu projecto para construir sete centrais, que representam um investimento de 250 milhões de euros.

As centrais, que se prevê fiquem localizadas nos distritos do Algarve, Santarém, Viseu, Braga, Castelo Branco, Coimbra e Leiria, vão permitir criar 80 postos de trabalho directos e 600 indirectos.

A EDP Bioeléctrica prevê uma produção a partir de biomassa de 750 gigawatts a partir de uma potência instalada de 120 MW.

O projecto, a concluir até 2010, reduzirá as emissões de CO2 em 480 mil toneladas e pretende ainda reduzir a importação de 80 milhões de metros cúbicos de gás natural por ano.

--------------------------------------------------

Portugal a BOMBAR em Alternativas...começamos tarde mas vamos recuperando aos poucos! :applause:

Arpels
July 7th, 2006, 12:24 PM
mto bem, esta-se a investir em algo proveitoso :applause:

TeKnO_Lx
July 7th, 2006, 09:14 PM
ppl viram a noticia? ( i guess not :D) vamos ter o maior parque eolica da Europa, com 120 torres, além da maior central solar que está em construção no Alentejo!

o tuga quando faz faz á grande :applause:

Barragon
July 7th, 2006, 09:23 PM
:applause:

só acredito quando estiver concluido!

fred_mendonca
July 7th, 2006, 10:07 PM
o tuga é o mestre das energias alternativas. :lol:

Nephasto
July 7th, 2006, 11:27 PM
Muito bem!! :applause:

Nephasto
July 7th, 2006, 11:39 PM
Algum de vocÊs sabe os números do consumo anual de energia em Portugal?

Por este artigo (http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diario_economico/nacional/economia/pt/desarrollo/632110.html) parece que é de 48.000GWh por ano. (os 48 mil molhões tem de ser engano).

Arpels
July 8th, 2006, 12:05 AM
so pode ser engano mesmo :sly:

Arpels
July 8th, 2006, 12:06 AM
']Não sabia que os escoceses da Pelamis tbm queriam fazer a fabrica cá em Portugal… que bom :okay:. É q os holandeses do AWS no ultimo Seminário Aproveitamento de Energia das Ondas em Novembro apresentaram o projecto da sua fabrica a construir em Viana do castelo. Ou seja tamos preste a captar para Portugal as duas melhores tecnologias offshore.

E mercado temos, porque este governo nesta matéria está a portar-se muito bem… fala-se qo governo quer propor como meta 2020 para instalarmos os 20% de capacidade 4000 MW. E para alem disso vamos exportar maquinas para todo o mundo, durante 40 anos. Esta pode ser a salvação da nossa economia. :cheers:


Projecto apresentado pelos holandeses


http://img452.imageshack.us/img452/6002/aws11wa.png (http://imageshack.us)

http://img117.imageshack.us/img117/8652/aws22oi.png (http://imageshack.us)

http://img59.imageshack.us/img59/1637/aws46rm.png (http://imageshack.us)

http://img105.imageshack.us/img105/7594/aws32km.png (http://imageshack.us)

http://img123.imageshack.us/img123/2843/aws51fv.png (http://imageshack.us)

isso é bom :sly: venham de la essas fabricas rapidamente!!

Filipe_Golias
July 8th, 2006, 02:25 AM
Portugal a BOMBAR em Alternativas...começamos tarde mas vamos recuperando aos poucos! :applause:

Aos poucos? Acho que tem havido uma tsunami de projectos destes ultimamente... e que muito me satisfazem :okay:

Barragon
July 8th, 2006, 03:01 AM
Eu só fico contente quando a maioria estiver concluído. Este governo até tem feito um bom trabalho.... pena é alguns ministros serem uma cepa torta.

[Smeagol]
July 8th, 2006, 07:52 PM
Concurso das eólicas deverá estar concluído perto do final de Agosto
A fase A do concurso de potência eólica até 1000 MW deverá estar concluído perto do final de Agosto, com a escolha entre o consórcio da EDP-Energias de Portugal e o da Galp Energia, disse hoje Manuel Pinho, ministro da Economia.

DE com Reuters

O ministro adiantou que "a Galp apresentou uma proposta competitiva e que está na luta até à fase final", explicando que "agora há uma fase de audição das partes interessadas, depois uma fase de negociação e depois uma fase de negociação final do contrato.

O júri do concurso de atribuição de potência eólica até 1500 megawatts (MW) decidiu, na Fase A de até 1000 MW, escolher os consórcio liderado pela EDP e o da Galp para passarem a negociações finais.

Fonte próxima do processo disse que o júri, após analisar as propostas para esta Fase A, deu a maior pontuação ao consórcio liderado pela EDP e logo a seguir ao da Galp Energia, tendo ficado nas duas últimas posições o da Iberdrola e o liderado pela Enel e Unión Fenosa.

"(O processo será concluído) possivelmente perto do final de Agosto porque há uma fase de assinatura do contrato que é o vínculo contratual", disse, aos jornalistas, Manuel Pinho, à margem da conferência sobre energia.

Adiantou que "dentro de uma ou duas semanas deverá ser publicado em Diário da República" as regras relativas à nova potência de CCGT e os interessados terão, depois, 15 dias para apresentar as suas propostas.

O concurso para atribuição de licenças de novas centrais de ciclo combinado a gás natural (CCGT) vai ter uma potência total de 3200 MW, distribuída por oito grupos geradores de 400 MW cada.

A EDP-Electricidade de Portugal, a Galp Energia, a Endesa, a Iberdrola, a Tejo Energia detida em 50% pela International Power e a Gás Natural já mostraram interesse nesta nova atribuição de licenças de CCGT em Portugal.

António Castro Guerra, secretário de Estado da Economia, disse, recentemente, que este não será verdadeiramente um concurso porque os concorrentes terão de seguir as regras que estão definidas.

Caso existam vários pedidos de uma CCGT para o mesmo ponto de ligação à rede, a atribuição de licenças dependerá da quota de produção ibérica dos concorrentes.

Em 2005, cerca de 23,7% da produção nacional de energia eléctrica já era originada por CCGT, segundo informação da REN-Rede Eléctrica Nacional.






será q atará tudo proto antes de 2010... vamos ver :cheers:

Barragon
July 8th, 2006, 08:02 PM
Tem que estar... aí a economia vai crescer de vento em poupa :D

[Smeagol]
July 8th, 2006, 08:06 PM
espero bem q sim...

todos sabemos q o problema de portugal é importa energia....

qd tudo isto tiver feito de vamos poupar mts M€...

Arpels
July 8th, 2006, 08:12 PM
tenho uma fesada k estara td prontos antes :yes:

[Smeagol]
July 8th, 2006, 08:39 PM
nós comprometemonos a ter 39% em renovaveis... mas o governo quer chegar aos 43%em 2010 para superar as espectativas...


agora vamos ver... :)

fred_mendonca
July 8th, 2006, 09:16 PM
esperemos que sim.

Reflex
July 8th, 2006, 09:53 PM
Pelos menos os 39% vão ser por certo atingidos!!:okay:

btw, neste momento qual é a percentagem que já foi atingida?

Barragon
July 9th, 2006, 01:47 PM
']nós comprometemonos a ter 39% em renovaveis... mas o governo quer chegar aos 43%em 2010 para superar as espectativas...


agora vamos ver... :)

E depois já não fazem mais nada!

[Smeagol]
July 9th, 2006, 04:22 PM
E depois já não fazem mais nada!


claro q fazem.... :)

estas metas são da Uniao Europeia, não são metas auto propostas... por isso temos de as respeitar se n pagamos multas...

qd chegar-mos a a 2010 virão mais metas... e n te esquecas q já estamos a fazer a cama aos 20% de capacidade previstos para o sector das marés... (e decerto a energia fotovoltaica tbm terá um BUM na proxima decada)

por isso provavelmente 2020 será +-60% em renovaveis e +-40% e centrais de ciclo conbinado a gás natural (neste momentos as CCGN já representao 24%)

e nessa alturas, em termos de electricos, vemo-nos livres do petroleo e do carvão... :cheers:

fred_mendonca
July 9th, 2006, 08:57 PM
e reduzimos as emissões de gazes com efeito de estufa para cumprirmos as metas de quioto. :okay:

Reflex
July 9th, 2006, 11:16 PM
...ou seja, somos uns limpinhos!:D

[Smeagol]
July 16th, 2006, 01:28 PM
BP financia investigação de nova tecnologia solar na Faculdade de Ciências
Diário Económico



Projecto Inovador de Tecnologia Solar da Faculdade de Ciências da UL será financiado nos próximos três anos.

A multinacional BP vai investir cerca de 600 mil euros num projecto de desenvolvimento de uma nova tecnologia de produção energia solar que está a ser desenvolvido por um grupo de investigação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. Este é considerado o maior investimento de uma empresa estrangeira numa pesquisa desenvolvida por uma universidade portuguesa. O contrato será assinado esta sexta-feira com David Carlson, director do "Future Technologies Program" da BP Solar na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.


Por: Madalena Queirós
Diário Económico

Arpels
July 16th, 2006, 02:37 PM
mto bem, é uma area na qual o pais possui vastos recurssos e que merece ser estudada e posteriormente usada como forma de obter energia limpa!!

[Smeagol]
August 2nd, 2006, 09:36 PM
:)

Governo prepara lançamento de concurso de fotovoltaicas



O Governo está a trabalhar no lançamento de um concurso para a atribuição de potência energética a partir de instalações fotovoltaicas, tendo já encomendado pareceres técnicos, apurou o Jornal de Negócios junto de fonte envolvida no processo.

Depois das eólicas e da biomassa, cujos concursos estão a decorrer, a energia solar é assim a próxima aposta do Executivo na área das energias renováveis.



Por: Tânia Ferreira
Jornal de Negócios

-------------------------------------------------------------------




:cheers:
Aprovado projecto de energia com ondas


Foi publicada, ontem, em Diário da República a portaria que concede à Companhia de Energia Oceânica (CEO), empresa do grupo Enersis, a autorização para a instalação, ao largo da Aguçadoura, Póvoa de Varzim, das primeiras três estruturas de captação da energia das ondas, naquela que é a primeira fase do Parque de Ondas da Aguçadoura - o Okeanós. Depois de vários meses a aguardar a emissão da licença e já com as infra-estruturas praticamente montadas nos Estaleiros de Peniche, a Enersis pode, agora, dar início à instalação do primeiro parque mundial de captação da energia das ondas, conforme o previsto, já em Setembro.

Recorde-se que, conforme o JN noticiou, numa apresentação pública do projecto na Assembleia Municipal da Póvoa de Varzim, no início de Julho, a Enersis admitiu que se a autorização, pedida em Dezembro de 2005, não chegasse até ao final do Verão, a primeira fase do parque poderia atrasar-se um ano, pondo mesmo em causa a implantação do Okeanós em Portugal.

Ontem, os cinco ministérios - Defesa Nacional, Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional, Economia e Inovação, Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas e Obras Públicas, Transportes e Comunicações - deram, finalmente, a "luz verde" definitiva ao projecto, isentando a CEO de taxas pela utilização do domínio público marítimo durante a fase experimental.

Numa primeira fase, a Enersis, em parceria com a escocesa Ocean Power Delivery, pretende instalar na Aguçadoura três estruturas de captação da energia das ondas - mais duas se a experiência inicial resultar -, num investimento de 8,5 milhões de euros, 1,25 milhões dos quais financiados pelo programa Prime.

Reflex
August 2nd, 2006, 10:46 PM
É bem, venha isso tudo!!:okay:

traveler
August 2nd, 2006, 11:31 PM
Energia 2006-08-02 18:34
Suzlon ganha parques eólicos em Penamacor
A Fabricante de Geradores Eólicos de origem Indiana Suzlon Wind Energy concluiu as negociações com o Promotor Eólico Tecneira, do Grupo CME, para o fornecimento de 19 Aerogeradores que vão ser instalados em dois Parques Eólicos no Concelho de Penamacor, com uma potência instalada total de 40 MegaWatts.

DE




Segundo um comunicado emitido pela Suzlon, decorrem ainda as negociações para a eventual instalação de mais 40 MegaWatts para um Parque situado no Concelho do Sabugal, do mesmo Promotor.


Segundo o documento, com este Contrato e com outro assinado com um Promotor na Itália na passada semana, a Suzlon Wind Energy "inicia a sua expansão no mercado Europeu, consolidando assim uma estratégia de internacionalização implementada nos últimos 3-4 anos".




No âmbito desta estratégia de internacionalização, a Suzlon adianta que está prevista a construção de um Complexo Industrial (uma Fábrica de Pás e Torres) e de um Centro de Logística, na Europa, sendo Portugal um dos candidatos a essa localização, a par da Itália.

A opção da localização no nosso país, depende em grande parte do resultado do Concurso de Adjudicação de Licenças de Interligação lançado pela DGGE, pois a Suzlon integra o Consórcio VentoNorte, que é um dos Concorrentes.


Imprimir artigo Enviar artigo

Reflex
August 2nd, 2006, 11:39 PM
Aos menos que não hajam destas torres em Portugal, porque das outras...:D

Arpels
August 2nd, 2006, 11:41 PM
:D bem as alternativas estão ai em força!!

[Smeagol]
October 16th, 2006, 04:35 PM
Projecto-piloto de energia das ondas para Lavos



Ao largo da Costa de Lavos, deverá ser instalado um projecto–piloto para produção de electricidade com recurso à energia das ondas.

Neste momento, estão a ser realizados estudos académicos que prevêem a instalação de uma plataforma experimental de aproveitamento da energias das ondas do mar na zona da Costa de Lavos para produção de electricidade.

“Dentro em breve poderá haver notícias acerca do assunto”, avançou o presidente da câmara. Duarte Silva obteve a informação junto de um responsável pelo projecto quando participava na conferência “ENER06”, que termina hoje no Centro de Artes e Espectáculos.
Há já muito que se fala da instalação na costa figueirense de uma central eléctrica tendo como força energética as ondas do mar. Mas, pelo menos por enquanto, tudo poderá não passar de um centro experimental de estudos desta nova tecnologia.
Refira-se que Portugal pretende colocar-se na “vanguarda mundial” da produção de electricidade com base naquele recurso natural, segundo avançou o secretário de Estado Castro Guerra (ver edição de ontem).

Licença para avançar
A propósito de energias renováveis, e segundo avançou ontem o “JN”, que citou Castro Guerra, durante a próxima semana a Iberdrola e a EDP deverão ser informadas acerca da aprovação das licenças para a construção de duas centrais “limpas”. Em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, Duarte Silva considera a medida “muito importante” para a Figueira.
Lembre-se que os dois “gigantes” ibéricos vão produzir energia eléctrica tendo como fonte de alimentação o gás natural. As centrais de ciclo combinado vão ser construídas em Lares, Vila Verde, e Leirosa, Marinha das Ondas, da EDP e Iberdrola, respectivamente. Durante a fase de construção, serão criadas várias centenas de postos de trabalho directos e indirectos. Por outro lado, quando entrarem em funcionamento, as centrais eléctricas poderão estimular a instalação de empresas de grande consumo energético.

Por: Jot’ Alves
As Beiras

mynuster
October 16th, 2006, 04:46 PM
:applause:

Barragon
October 16th, 2006, 05:27 PM
Boa... mais um... daqui a uns anos estamos independentes em termos energéticos :D

Filipe_Golias
October 16th, 2006, 07:46 PM
Mas afinal o que é que já está em marcha e construção dessas centrais de energia das ondas e onde?

Barragon
October 16th, 2006, 09:22 PM
Havia umas ao largo de PEniche.

Arpels
October 17th, 2006, 04:10 PM
pois tb não sei de nada sei e k e uma boa fonte de energia :yes:

[Smeagol]
October 22nd, 2006, 03:51 PM
http://img357.imageshack.us/img357/7233/biodiselhf5.png (http://imageshack.us)

Biodiesel para atenuar a eterna dependência do petróleo

A refinaria que está a ser construída na área de jurisdição do Porto de Aveiro representa um investimento de 28 milhões de euros e vai produzir 100 mil toneladas de biodiesel, a partir de Março de 2007, dando emprego a 40 pessoas.


A primeira pedra da fábrica da Martifer foi lançada no dia 18 de Julho pelo secretário de Estado adjunto da Indústria e Inovação. “Depois de algum pessimismo, a confiança volta a animar os agentes económicos”, disse António Castro Guerra, referindo-se aos últimos dados que revelam um crescimento económico acima das previsões. O governante reconheceu que o investimento da empresa de Oliveira de Frades é “central na estratégia energética do governo”, porque contribui para reduzir “a grande dependência de produtos petrolíferos”, “reduz o impacto ambiental e as emissões de CO2” e “arrasta potencialidades da agricultura”.
A refinaria vai produzir biodiesel a partir de colza, soja e girassol.
O governo português prevê que, até ao final de 2006, 2% do combustível nos transportes seja biocombustível, passando para 3% em 2007 e chegue aos 5,75 % em 2008. Para satisfazer as necessidades em 2008, serão necessárias 500 mil toneladas por ano. É este quadro que permite a Carlos Martins, presidente da Martifer, olhar com muito optimismo para esta nova área de negócio, que poderá expandir-se com mais fábricas em Portugal. O grupo já detém uma na Roménia e prepara-se para construir outra na Polónia.
O Estado prevê isentar os biocombustíveis em 280 a 300 euros por mil litros no que diz ao respeito ao ISP (imposto sobre produtos petrolíferos), mas Carlos Martins considera que não é essa a medida indispensável para que o biocombustível seja competitivo, num quadro com barril de petróleo acima dos 50 dólares. “Bom seria que o produto fosse vendido com taxa de IVA, como um produto normal no mercado”, afirma.
O presidente da Martifer considera ainda que a refinaria pode contribuir para a “superação da PAC [Política Agrícola Comum]”, fixando pessoas em ambientes rurais, devido à industrialização da agricultura. Por outras palavras, se 15% das necessidades de matéria-prima da nova fábrica forem satisfeitas com o girassol produzido em Portugal, como se prevê, o trabalho de muitos agricultores será mais rentável. A dificuldade passa pelo armazenamento do girassol, pelo que Carlos Martins se encontra em conversações com o Ministério da Agricultura, para o eventual uso de silos.
O grupo Martifer é especializado em estruturas metálicas complexas, mas tem vindo a diversificar os seus negócios, investindo nas energias renováveis. Actualmente com 1300 colaboradores, a Martifer “cria 20 novos empregos por dia”, diz Carlos Martins. Para além da fábrica de biodiesel, prepara, através da Repower Portugal, a instalação, na área de jurisdição do Porto de Aveiro, de duas outras unidades fabris, uma de pás e outra de aerogeradores para torres eólicas.

Orgulho no Porto de Aveiro
José Luís Cacho, presidente do Porto de Aveiro, manifestou “incontido orgulho” pelo investimento, visto que se trata de “uma empresa de prestígio, com uma aposta forte na inovação” e “um projecto ‘Amigo do Ambiente’”. É “um sinal claro de quem pretende aproveitar, como é de seu legítimo direito, as vantagens competitivas que o Porto de Aveiro oferece, hoje em dia”, disse, lembrando que, no dia 5 de Julho, fora assinado com a PB Portugal um contrato de construção de um parque de armazenagem de combustíveis.
Ribau Esteves, presidente da Câmara de Ílhavo, congratulou-se com mais este investimento na área do seu concelho, mas reconheceu que, na generalidade, “há alguns problemas que temos que resolver para que a relação com a área urbana seja tranquila e civilizada”. Esses problemas são a ligação ferroviária à Linha do Norte, a terceira e última fase da cintura viária do Porto de Aveiro e a Marina da Barra. “Acarinhamos o desenvolvimento, mas exigimos responsabilidades”, disse, no que pareceu ser um recado ao governo central por meio do secretário de Estado, pelo atraso do processo da Marina.


----------------------------------------------------------------------------



Ramal ferroviário chega ao Porto de Aveiro

A linha de caminho-de-ferro vai estar construída até ao porto de Aveiro nos finais de 2008, princípios de 2009, segundo as declarações de Ana Vitorino, Secretária de Estado dos Transportes, proferidas na segunda-feira, dia 11...
A linha de caminho-de-ferro vai estar construída até ao porto de Aveiro nos finais de 2008, princípios de 2009, segundo as declarações de Ana Vitorino, Secretária de Estado dos Transportes, proferidas na segunda-feira, dia 11, depois da cerimónia de início das obras da Socarpor.
Ana Vitorino adiantou que o concurso para a construção do ramal ferroviário vai iniciar-se até ao final de Setembro e revelou ainda que o concurso para a empreitada de construção da Plataforma Multimodal de Cacia está na fase final de selecção. As propostas para a Plataforma de Cacia variam entre os 6,6 e os 8,5 milhões de euros.
A secretária de Estado dos Transportes admitiu que "através das Plataforma Logística Portuária e da ligação ferroviária, o porto de Aveiro aumentará a sua competitividade, passando a fase de um porto de cargas e descargas para uma estrutura capaz de fixar negócios ".
Mesmo sem linha-férrea, o porto de Aveiro tem crescido todos os meses, como se verificam os resultados obtidos em Agosto. "Movimentou mais 34% de mercadorias que no mesmo mês de 2005", afirmou José Luís Cacho, presidente da Administração do Porto de Aveiro (APA), admitiu que os objectivos passam por um maior crescimento, devidamente sustentado e para o qual contribuirá, de forma decisiva, a construção do ramal ferroviário.

CONQUISTAR ESPANHA
O terminal de granéis agro-alimentares da Socarpor está consoante o plano estratégico do porto de Aveiro, que tem como objectivo alargar a sua área de influência a Espanha, designadamente à região de Castilha e León.
As instalações da Socarpor ocupam uma área total de 20250 m2. Esta construção custará 15 milhões de euros, sendo que o terminal disporá ainda de um armazém com capacidade para 45000 m3.
Esta opção tem ganhos do ponto de produtividade e beneficia o ambiente (não há levantamento de poeiras). Segunda-feira, o presidente da empresa, Rodrigo Leite, criticou a burocracia e o atraso da chegada da linha-férrea ao porto de Aveiro. "Todos os dias perdemos terreno e oportunidades", referiu.


-----------------------------------------------------------------------------



BP vai construir parque de combustíveis líquidos no Porto de Aveiro

A empresa BP Portugal vai investir 23 milhões de euros nos próximos dois anos na construção de um parque de combustíveis líquidos no Porto de Aveiro, anunciou a petrolífera.

Destinado ao armazenamento de gasolina e gasóleo, o parque será erguido em 50 mil metros quadrados de terrenos cedidos por um período mínimo de 22 anos pelo Porto de Aveiro, na zona do novo Terminal de Granéis Líquidos.

Segundo o presidente da BP Portugal, António Comprido, a nova infra-estrutura deverá operar a partir do 4.° trimestre de 2007, e tem por objectivo facilitar a distribuição de combustível no mercado nacional, entre as áreas de influência de Aveiras e Matosinhos".

Actualmente, a BP faz o seu abastecimento marítimo a partir dos portos de Leixões e Sines.

"O novo terminal de Aveiro tem o interesse de permitir optimizar custos de distribuição, mas também o interesse estratégico pela diversificação de produtos, pois a BP está demasiado dependente da refinaria nacional e ter pontos de importação tem uma importância estratégica", disse o responsável.

Segundo o presidente do conselho de administração da BP Portugal, o investimento em Aveiro visa "fortalecer a presença no centro do país e diversificar as fontes de abastecimento".

"É um passo muito importante para as duas instituições: permite ao porto de Aveiro desenvolver as suas valências e enquadra-se, para a BP, no plano estratégico de diversificação das fontes de abastecimento e autonomia no manuseamento dos produtos", adiantou.

O presidente da Administração do Porto de Aveiro (APA), José Luís Cacho, realçou o interesse da estrutura portuária no novo parque da BP por "permitir ao Porto de Aveiro diversificar o terminal de granéis líquidos, cujo movimento é hoje, sobretudo, de produtos químicos".

Luís Cacho destacou as vantagens competitivas que o Porto de Aveiro já oferece e que "se consolidam à medida que diversas obras de vulto se vão finalizando", referindo-se às infra-estruturas terrestres e acessibilidades marítimas do terminal Norte.

O presidente da APA garantiu que o concurso da concessão das operações de carga e de carga do terminal de granéis líquidos avançará "ainda durante o mês de Julho" e anunciou para breve o lançamento do concurso, para a esteira de pipelines de ligação à ponte-cais.

Luís Cacho apontou ainda que "até ao final do ano deverá entrar em operação também o terminal de granéis sólidos", prevendo que em 2009 esteja feita toda a ligação ferroviária, estando a ser preparado o processo da via de cintura.

"Até 2009 deverá ficar concluído o plano de investimentos do Porto de Aveiro e os processos de concessão a privados da actividade portuária. O Porto tem tido um crescimento médio anual de cinco por cento e temos por objectivo, em três a quatro anos, duplicar a carga", salientou este responsável.•

Barragon
October 22nd, 2006, 03:53 PM
:applause: excelente para aveiro :D

daniel322
October 22nd, 2006, 03:55 PM
vai ser mt importante para o desenvolvimento de aveiro :yes:

[Smeagol]
October 22nd, 2006, 04:06 PM
Protocolo da Martifer com a Universidade de Aveiro
Empresa cria unidade de investigações em energias renováveis





Na sessão em que o Ministro da Economia anunciou o polémico fim da crise económica, foram assinados protocolos e contratos de investimento em energias renováveis para enfrentar a crise… energética.

A Martifer e a Universidade de Aveiro assinaram, na última sexta-feira, um protocolo que visa a criação da Martifer Inovação, no campus universitário. A empresa de Oliveira de Frades, especializada em metalomecânica e energias renováveis, prevê dar emprego a 100 pessoas dentro de três anos, arrancando com 30 colaboradores. A nova empresa do grupo Martifer, que recentemente iniciou a construção de uma fábrica de biodiesel na área do Porto de Aveiro, é uma unidade de investigação e desenvolvimento nas áreas das energias verdes e do ambiente e quer reunir a investigação própria de uma universidade à “economia real”. Na carteira de projectos, estão protótipos para produzir energia a partir das ondas, biocombustível de segunda e terceira geração e soluções de armazenamento de energia. “Pretendemos contaminar o ambiente universitário com projectos reais, que os alunos [recém-licenciados, bolseiros e investigadores] sintam a vontade de empreendedorismo, aceitem correr riscos e cumprir prazos. Só pode correr bem”, afirmou Carlos Martins, presidente da Martifer, na sessão que decorreu no Universidade de Aveiro e que contou com a presença de Manuel Pinho, ministro da Economia e Inovação, entre outros governantes, académicos e empresários. Helena Nazaré, reitora da UA, destacou o papel da universidade na formação de recursos humanos, com cursos e mestrados nas áreas da energia, gestão ambiental e eficiência energética e salientou que “o país e a região de Aveiro precisam que a UA se envolva para solucionar a enorme dependência energética”. Na sessão foi ainda assinado um contrato de investimento entre o IAPMEI e a Earth Life, empresa que integra investigadores da UA e se propõe construir painéis solares inovadores na zona industrial de Ovar.

Ministro da Economia anuncia fim da crise

Manuel Pinho considerou as iniciativas “altamente positivas” e afirmou que, “se há uma zona do país que é a bandeira do Plano tecnológico, é Aveiro”. No entanto, o que marcou o encontro foi o decreto do fim da crise, que alimentou reacções e comentários ao longo de todo o fim-de-semana. Segundo o ministro da Economia e Inovação, dados como o aumento das exportações (o terceiro maior na zona Euro), a descida dos números do desemprego e o crescimento do PIB entre os 1,5 e 2 por cento, que fazem pensar que “a palavra crise acabou”. Manuel Pinho passou ainda pela Vulcano. A empresa do grupo Bosch investe este ano 2 milhões de euros (mais 10 milhões por ano, nos seguintes) numa unidade de produção de painéis solares térmicos, criando 54 postos de trabalho. A partir de Março de 2007, a empresa de Cacia produzirá 150 mil painéis por ano, sobretudo para exportar.


será q sobrará uma vaga pa mim :|

mynuster
October 22nd, 2006, 04:53 PM
mto bom para aveiro :D

[Smeagol]
October 22nd, 2006, 05:05 PM
mto bom para aveiro :D

e para mim que vou ser Engenhiro do Ambiente e quero seguir gestao de energias renovaveis :D

Arpels
October 22nd, 2006, 05:10 PM
boa, esta mais avançado k eu esperava esta fonte de energia :shocked:

mynuster
October 22nd, 2006, 05:12 PM
;10192406']e para mim que vou ser Engenhiro do Ambiente e quero seguir gestao de energias renovaveis :D

claro..:D..e fazes mto bem :yes:

Filipe_Golias
October 26th, 2006, 02:52 AM
O porto de Aveiro vai ficar fenomenal! :shocked: E a querer colocar-se na liderança da frente de expansão das energias renováveis em Portugal :applause:

TeKnO_Lx
October 27th, 2006, 01:02 AM
falta mesmo é linha de alta velocidade Aveiro-Vilar Formoso para por o porto de Aveiro a BomBar..

TeKnO_Lx
October 31st, 2006, 09:34 AM
http://thumbs.sapo.pt/?pic=http://jn.sapo.pt/2006/10/31/11625443.jpg&H=250&W=250&errorpic=http://jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif
No final de 2012 Portugal contará com 48 parques eólicos

O consórcio Eólicas de Portugal (EP) recebe hoje, em Viana do Castelo, "luz verde" para a formação de uma nova fileira industrial a produção de aerogeradores. O "maior projecto energético de sempre" no país, num investimento de 1750 milhões de euros, criará, até 2008, 1800 empregos (700 directos) mas, segundo o presidente das EP, Aníbal Fernandes, a partir daí podem ser gerados cinco mil indirectos ao ano (ver entrevista).

A adjudicação da licença para instalar 1200 megawtts de potência eólica no âmbito do concurso lançado em Julho de 2005 é hoje atribuída às EP, numa cerimónia em Viana do Castelo onde será lançada a "primeira pedra" das fábricas que vão ficar nos estaleiros daquela cidade (ENVC).

As unidades vão produzir, em média, 150 aerogeradores por ano, ficando operacionais até finais de 2008. Após satisfeitas as necessidades do concurso (2012/2013), explica Aníbal Fernandes, vão dedicar-se "quase em exclusivo" a exportar, com um impacto de 180 milhões de euros todos os anos na balança.

"Até aqui o país só produzia 20% das máquinas e vai tornar-se independente e exportador", destaca. As regras do concurso obrigam o vencedor a manter as unidades industriais até 2017, mas o responsável acredita que "quem investe assim, é para ficar".

Projecto industrial

O "cluster" industrial inclui sete fábricas de raiz, que abrem faseadamente entre 15 de Outubro de 2007 e 15 de Agosto de 2008. Cinco destas unidades industriais estarão localizadas em Viana do Castelo - pás de rotor, assemblagem e geradores nos ENVC, torres de betão e fibra de vidro (Saertex) -, uma em Sever do Vouga (secções metálicas para torres de betão, a cargo da A. Silva Matos); e uma última em Braga (armaduras de ferro, pela DST). A componente industrial deste investimento ocupará um área total de 125 mil metros quadrados, 100 mil dos quais nos estaleiros de Viana do Castelo.

Está ainda prevista a criação de um centro de formação e investigação e um centro de logística e transporte, que vai dar um novo impulso aos ENVC, de onde as EP vão exportar para além Atlântico.

Além da EDP (40%), integram as Eólicas de Portugal a Enercom (parceiro industrial), a Finerge, a Generg Expansão e a TP.

Investimento fica para sempre

Qual a componente mais importante do projecto? O cluster eólico, uma nova fileira que vai produzir um bem integralmente no país, com múltiplas valências. Só 20% dos componentes de aerogeradores eram feitos cá e passamos a ter capacidade de exportar toda a máquina.



Para onde vão exportar? Logo que se satisfaça o objectivo essencial do concurso, quase em exclusivo para o Sul da Europa e outro lado Atlântico, aproveitando a capacidade logística do porto do Viana.



A partir de quando? 2012/2013, mas até lá as fábricas têm folga para atender a necessidades extra-concurso.



Quando começam a ser criados postos de trabalho? Seis meses antes da operação das fábricas. Mas estimamos que, logo que estejam em pleno [2009] - considerando outras experiências, como a espanhola -, se induzam 5 mil empregos/ano.



Até quando ficarão cá? No mínimo até 2017 [exigido pelo Governo], mas quem investe assim, criando uma fileira como não tinha feito noutro sítio, vai ficar muito mais. Nunca se diz nunca nem sempre, mas atrevo-me a dizer, simbolicamente, que vai ficar para sempre.


:applause:

Arpels
October 31st, 2006, 11:15 AM
mto bem :yes: mto importante esse ultimo ponto.

[Smeagol]
October 31st, 2006, 03:07 PM
autonomos em aerogeradores :okay:

autonomos em paineis fotovoltaicos :okay:

e queros ser autonomos em geradores aquaticos.... :okay:

isto a longo praso vai ser muito benéfica para a economia

Barragon
October 31st, 2006, 08:30 PM
Só não gosto que quando atingirem os objectivos se dediquem exclusivamente à exportação... não faz sentido... chegamos àquela meta e depois pimba...

Filipe_Golias
November 1st, 2006, 05:48 AM
Barra, tb não seria muito viável cobrir o país com parques eólicos só para dar uso ao produto. Já estes 48 parques (que ainda não sei onde nem a sua área) me assustam um bocado, tendo em conta o impacto (visual, ecológico...)

Barragon
November 1st, 2006, 02:43 PM
Claro que pensei nisso.... mas temos muito mar ;)

[Smeagol]
November 30th, 2006, 03:21 AM
No primeiro trimestre de 2006, Portugal tinha j? 1650 MW de pot?ncia e?lica instalada, o que o coloca no 7? lugar do ranking mundial. Mas se o mercado do onshore apresenta um elevado dinamismo, Ana Estanqueiro, directora da Unidade de Energia E?lica e dos Oceanos, do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inova??o (INETI), assinalou hoje no F?rum da Energia, organizado pelo ?gua&Ambiente, que falta ainda fazer uma an?lise da viabilidade de parques e?licos offshore.

?Em 2004, muita coisa faltava fazer no sector e?lico. Hoje preparamos-nos para criar um cluster?, destacou Ana Estanqueiro. Desde ent?o o ritmo de pot?ncia e?lica instalada em Portugal tem crescido a um taxa de 20 por cento ao ano. ?Aos 21 anos, a energia e?lica atingiu a maioridade em Portugal?, afirmou.

Atendendo inclusivamente aos desafios que se colocam no p?s-Quioto, cuja segunda fase de cumprimento dever? ser entre 2013-2020, o futuro da e?lica, defendeu, est? no aproveitamento da energia do vento offshore e no ambiente urbano. No que ao offshore respeita, onde se estima um potencial de mil megawatts, o INETI procedeu a uma avalia??o de locais com potencial e?lico e j? arrancou com campanhas experimentais. O aproveitamento da energia e?lica em ambiente urbano come?a tamb?m a dar os primeiros passos em Portugal em alguns concelhos do Pa?s, revelou.

No final de 2005, segundo dados de Ant?nio Lobo Gon?alves, administrador da Enernova, a Europa tinha instalada uma pot?ncia de 40 GW e a produ??o cifrou-se nos 83 Twh, o equivalente a 2,8 por cento da procura global. O objectivo de crescimento de Portugal ? de aumentar a pot?ncia instalada em 3,2 vezes at? 2008 face aos 1024 MW instalados em 2005, isto ?, para 3250 MW e em 4,3 vezes at? 2010, para 4400 MW.

Arpels
November 30th, 2006, 02:08 PM
7? lugar :uh::applause:

Arpels
November 30th, 2006, 02:32 PM
O enquadramento geoestrutural dos Acores, junto da Crista Medio Atlantica, na confluencia de tres placas tectonicas ? Americana, Africana e Eurasiatica -proporciona uma intensa actividade vulcanica nesta regiao.

A importancia da energia geotermica, uma energia renovavel tem vindo a ganhar proporcoes consideraveis, nao so na ilha de Sao Miguel, como em toda a Regiao Autonoma, em 2002, a energia geotermica na ilha de Sao Miguel representava ja os 29 por cento, enquanto que nos Acores, no mesmo ano representava ja 16 por cento, o consumo tem vindo a aumentar e revela-se significativo o que a juntar a outras fontes de energia alternativa podera reduzir ainda mais a dependencia da importacao de energia.

Mas para nos cingirmos mais directamente ao tema da geotermia, sao quatro os requisitos de um reservatorio geotermico: a fonte de calor; as rochas permeaveis; a agua que se infiltra e as rochas impermeaveis. Sao tambem estes os requisitos cumpridos pela Central Geotermica da Ribeira Grande, esta central estende-se por uma area de 746 km2, nada quando comparada com as centrais geotermicas dos EUA, mas um pouco mais quando comparada ? da ilha Terceira, uma central que compreende uma ?rea de cerca de 400 km2
No que diz respeito ao ranking internacional, os Acores ocupam o 17? lugar com cerca de 16 MWh, contra os 2.228 MWh dos EUA, estes que se encontram no topo da producao geotermica mundial. Cerca de 21 paises produzem ja energia geotermica, formando um total de 49.261 MWh! Nao deixa de ser surpreendente esta diversificacao das varias fontes de energia, nomeadamente a geotermica.

Falando concretamente das vantagens deste tipo de energia endogena, esta apresenta uma viabilidade tecnica e economica elevada, visto que existe uma disponibilidade hidrica bastante abundante e rentavel porque apesar dos custos de investimento inicial serem elevados, os custos de manutencao sao reduzidos. Mas as vantagens nao ficam por aqui. Socialmente, a energia geotermica cria postos de trabalho e desenvolve competencias tecnicas especializadas nos recursos humanos. Ao nivel economico torna possivel a diminuicao do numero de importacoes de fuel, logo a uma reducao do nivel de dependencia externa face aos paises detentores de petroleo, principal combustivel fossil, sendo possivel ainda a utilizacao de recursos economicos a jusante. Numa epoca em que sabemos que o principal combustivel fossil, o petroleo, escasseia de dia para dia a olhos vistos. Em termos estrategicos, possibilidade de diversificacao das fontes de energia, protegendo ainda a Regiao Autonoma de factores da ordem dos nao controlaveis, como e o caso das flutuacoes cambiais e o preco do barril de petroleo, promovendo ainda o nome dos Acores. Ambientalmente, a reducao da emissao dos poluentes atmosfericos e por ultimo a reducao da queima de combustiveis fosseis.
Desta forma a energia geotermica apresenta-se como uma alternativa viavel, limpa e deveras rentavel, quando comparada com as restantes energias renovaveis aproveitadas nos Acores (eolica e hidrica).

Grupo C -Fiona Bradish; Anthony O?Toole; Ricardo Rocha ;Joana Leal ;Carina Andrade

http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/geotermica0.jpg?t=1164892717http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/geotermica1.jpg?t=1164892954
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/geotermica2.jpg?t=1164893030http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/geotermica3.jpg?t=1164893070

Governo dos Acores quer duplicar capacidade de energia renovaveis em tres anos
Ainda este ano vao entrar em funcionamento as centrais geotermica do Pico Vermelho e hidroelectrica do Salto do Cabrito
Data: 22-11-2006

O Governo Acoriano pretende duplicar, num prazo de tres anos, a potencia instalada de producao de energias renovaveis no arquipelago, com destaque para investimentos na ?rea da geotermia, anunciou hoje o secretario regional da Economia.

"Nos proximos tres anos, iremos duplicar a nossa potencia instalada em energias renovaveis e estamos a estudar a possibilidade de ampliar em grande escala o investimento em energia geotermica", adiantou Duarte Ponte, que falava no debate parlamentar das propostas de Plano e Orcamento para 2007.

Segundo o governante, ainda este ano vao entrar em funcionamento as centrais geotermica do Pico Vermelho e hidroelectrica do Salto do Cabrito, enquanto que, em 2009, devera ser inaugurada uma central geotermica na ilha Terceira.

Segundo Duarte Ponte, a producao nos Acores de energia electrica com origem renovavel quase que duplicou entre 1996 e 2005, passando de 69,7 GWh para cerca de 117 GWh registados no ultimo ano.


Lusa

[Smeagol]
November 30th, 2006, 03:50 PM
Nos proximos tres anos, iremos duplicar a nossa potencia instalada em energias renovaveis

Segundo o governante, ainda este ano vao entrar em funcionamento as centrais geotermica do Pico Vermelho e hidroelectrica do Salto do Cabrito, enquanto que, em 2009, devera ser inaugurada uma central geotermica na ilha Terceira.

:cheers: mt bem...

Reflex
December 31st, 2006, 02:34 PM
Anualmente serão produzidas 100 mil toneladas de biocombustível e biodiesel nesta localidade.

O Conselho de Ministros aprovou uma resolução que visa a instalação de uma fábrica de biocombustível da empresa Biovegetal em Vila Franca de Xira.
O investimento, no valor de mais de 27 milhões de euros, irá criar 21 postos de trabalho. Prevê-se que até ao fim do contrato, em 2015, resulte em 41,8 milhões de euros em valor acrescentado acumulado.
A fábrica de Vila Franca produzirá, anualmente, 100 mil toneladas de biocombustível e biodiesel.
Fonte: Autohoje

Arpels
December 31st, 2006, 02:59 PM
mto bem :yes:

Nikom
January 1st, 2007, 12:29 PM
Boas noticias para Vila Franca de Xira :applause:

Barragon
January 2nd, 2007, 01:18 AM
:eek: boa

[Smeagol]
January 19th, 2007, 04:14 AM
Eólico offshore com potencial de mais de 1000MW


Portugal tem um potencial superior a 1 000 MW para a instalação de parques eólicos offshore. Ao que o jornal Água & Ambiente apurou, pelo menos uma empresa alemã e uma portuguesa do sector das renováveis estarão interessadas em avançar com projectos eólicos no oceano.

A Unidade de Energia Eólica e dos Oceanos do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI) começou em 2004 a estudar o potencial eólico ao longo da costa portuguesa e está já a fazer medições reais numa estação. Também foram testados dois modelos de turbina eólica, a GEWE 1500 SL e a Vestas V80 de 2 mil kW.

Até agora a zona Berlengas/Peniche foi identificada como tendo maior potencial, entre as 3000 e as 3700 horas por ano, embora as condições do mar sejam as mais difíceis para instalar as torres.

«Havia uma ideia pré-feita de que a costa portuguesa não tinha as características adequadas para estas tecnologias, mas os dados indicam o contrário», aponta Ana Estanqueiro, directora do grupo de investigação. Toda a costa Sul do Algarve, sobretudo entre Portimão e Vila Real de Santo António, tem bons ventos, de acordo com os estudos do INETI. Mas neste caso, o facto da rede eléctrica distar mais de 45 quilómetros exigiria a construção de novas infra-estruturas. É no Centro e Norte da costa atlântica portuguesa que se «encontra um balanço mais equilibrado entre a existência de infra-estruturas eléctricas e o potencial do vento», aponta a equipa.

Também o Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial (INEGI) e a Faculdade de Ciências de Lisboa estão a fazer a pedido da Rede Eléctrica Nacional (REN) uma revisão do potencial eólico do País, que inclui a capacidade para instalar parques offshore. O documento deverá estar concluído dentro de dois meses.

[Smeagol]
January 19th, 2007, 04:18 AM
O mercado dos biocombustíveis em Portugal será responsável pelo investimento de pelo menos 330 milhões de euros nos próximos três anos. O montante respeita a sete unidades de fabrico de biodiesel, duas de bioetanol e duas unidades de refinação. Mas estas são apenas as unidades de grande porte.

De fora desta contabilização estão ainda sete pequenas unidades que não entram no circuito de distribuição nacional, pois abastecem apenas frotas específicas. Depois da estagnação verifica nos últimos anos, que levou ao incumprimento da meta estabelecida para 2005, o mercado está agora a mexer de tal modo que o País deverá produzir mais biocombustível do que o necessário no horizonte de 2010.

«Se forem instaladas todas as unidades já anunciadas, Portugal ultrapassará a meta de produção de bioediesel e de bioetanol», estima Maria Fernanda Rosa, directora da Unidade de Biomassa do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI). Uma opinião partilhada por Francisco Avillez, do departamento de Economia Agrária do Instituto Superior de Agronomia.

Segundo as contas de Maria Fernanda Rosa, feitas para o Água&Ambiente, face ao consumo de combustíveis fósseis registado por Portugal em 2005, seria necessário produzir 111,5 milhões de litros de biodiesel e 37,5 milhões de litros de bioetanol para se atingir a meta de dois por cento de incorporação de biocombustíveis (2005). Para se alcançar a meta de 5,75 por cento (2010) terão de ser produzidos por ano 325 milhões de litros de biodiesel e 130 milhões de bioetanol.

Considerando a actual produção da Iberol e da Torrejana, que se aproxima de 160 milhões de litros de biodiesel, e os dez milhões produzidos a partir de óleos de frituras das pequenas unidades, Portugal deverá conseguir cumprir este ano a meta de dois por cento de incorporação de biocombustível estabelecida já em 2005.

Somando a produção já existente à que está projectada até 2010 - 100 mil toneladas/ano de biodiesel que a Iberol está a projectar para uma nova unidade (Biovegetal), outras 200 mil toneladas/ano a dividir entre as unidades da Tagol e da Prio Biofuels (Martifer), mais 50 mil toneladas da Valouro, 25 mil da Enerfuel (Enersis), 20 mil toneladas da Sunergy, 3800 toneladas/ano da Avibom Avícola, além do aumento de produção previsto em 40 mil toneladas/ano da Torrejana - a produção chegar às 588,8 mil toneladas/ano, o equivalente a 670 milhões de litros/ano de biodiesel. Face às necessidades legais, a produção nacional deverá registar um excedente de 345 milhões de litros/ano. Isto significa que metade desta produção poderá ser exportada.

Arpels
January 19th, 2007, 11:53 AM
a ver se chegamos as metas estabelecidas :applause:

[Smeagol]
January 19th, 2007, 09:51 PM
NEO avança com eólicas na Bélgica


A NEO – Novas Energias do Ocidente, empresa do Grupo EDP para o desenvolvimento de projectos na área das energias renováveis presente em Portugal, Espanha e França, está a expandir a sua actividade à Bélgica, através da subsidiária GreenWind, na qual detém uma participação de 70 por cento em parceria com investidores locais.

A GreenWind conta já com 161 MW eólicos em desenvolvimento na Bélgica, dos quais 67 MW já possuem licença para construção. A Neo Energia já está a seleccionar os fabricantes para avançar com os parques eólicos. «Espera-se que estes 67 MW entrem em funcionamento até 2008, devendo os restantes 94 MW entrar em operação a partir desta data», acrescenta a EDP.

«A remuneração dos projectos eólicos detidos será estabelecida mediante a realização de contratos bilaterais com as distribuidoras belgas», adianta a EDP em comunicado. Na Bélgica a remuneração dos parques eólicos baseia-se num sistema de preço da energia acrescido de um prémio pela venda de certificados verdes.

A Bélgica tem metas ambiciosas para a energia eólica, esperando-se que estejam instalados cerca de 1 000 MW até 2011. O país tem como objectivo gerar 12 por cento da sua energia através de fontes renováveis. Com este movimento da NEO, a EDP contará com uma quota de mercado de 10-15 por cento em 2010 na Bélgica.

Estes activos serão geridos em conjunto pela equipa da NEO em França e na Bélgica, que conta 16 profissionais a gerir os 29 MW em exploração, 46 MW em construção e aproximadamente 400 MW em desenvolvimento. Este permitirá que a NEO tenha em Junho deste ano quase 5 por cento da quota de mercado de potência eólica instalada em França (75MW em exploração).

Entre França e Bélgica, a EDP, através da sua participada Neo Energia, está a desenvolver um total de aproximadamente 500 MW.

Arpels
January 19th, 2007, 10:07 PM
vai bem lançada a Belgica nesta area :uh: boa NEO ( EDP )....

Arpels
January 19th, 2007, 10:08 PM
não tens um mapa das alternativas por pais na Europa não Smeagol?

[Smeagol]
January 19th, 2007, 11:56 PM
Oconsumo de gás natural em 2020 será seis vezes superior ao de 2002, mas triplicará já em 2012, graças em grande parte à construção de algumas centrais de ciclo combinado a gás natural. E de acordo com o plano de expansão do sistema electroprodutor, elaborado pela REN - Rede Eléctrica Nacional, e entregue ao Governo -, deverão ser construídas em Portugal 11 novas centrais térmicas até 2020, nove das quais de ciclo combinado, com uma potência instalada bruta de 400 MW, e duas de turbina a gás de ciclo simples, com 250 MW.


Beneficios:

Todas as outras fontes de energia entrarão em declínio, especialmente evidente no fuelóleo, que passará de 2,0% para 0,1% e o carvão, que sofrerá uma redução de 27,9% para 21,3%.

As importações registarão uma quebra acentuada, de 14,2% para 8,6%.


O ambiente tbm fica a ganhar, pois de entre as energias não renováveis o gás natural é o que menos polui…

[Smeagol]
January 20th, 2007, 12:05 AM
não tens um mapa das alternativas por pais na Europa não Smeagol?


http://www.lei.ucl.ac.be/multimedia/eLEE/PO/realisations/EnergiesRenouvelables/Enjeux/ProductionElectricite/Figures/tableau2.gif


Este é o panorama inicialmente apresentado entre 1999 e 2010, depois disso ouve algumas alterações, inclusive de Portugal que reviu os valores para de 45% para 39%...

Mas numa forma geral é mais ou menos isso que esta na tabela!

De notar que somos os 3ºs mais ambiciosos… :banana:

Arpels
January 20th, 2007, 12:17 PM
pois 3º. não esta mal não :banana: talves podessem ter aumentado mais a fasquia para incentivar os privados....

Reflex
January 20th, 2007, 01:41 PM
Estamos mesmo muito bem neste parâmetro!!:applause::applause:

[Smeagol]
January 24th, 2007, 08:57 PM
O primeiro-ministro José Sócrates anunciou hoje que o Governo fixou um novo objectivo para o consumo de electricidade em Portugal, através de energias renováveis, querendo alcançar a meta de 45% em 2010, contra os 39% previstos anteriormente.

Cristina Barreto com Reuters

Segundo a Direcção Geral de Geologia e Energia (DGGE), a incorporação de fontes de energia renovável no consumo de energia eléctrica foi de 36% em 2005.

No final de Novembro de 2006, a potência instalada renovável em Portugal atingiu os 6905 megawatts (MW), tendo a produção subido 80% para 13 280 gigawatts (GW).

No debate parlamentar, José Sócrates relembrou que, em 2006, Portugal registou o segundo maior crescimento neste tipo de energia, tendo entrado em funcionamento 36 novos parques eólicos, o que significa um crescimento de 60% da potência instalada.

"Com o ritmo que imprimimos, estamos em condições de, com segurança e realismo, definir um novo compromisso: em 2010, 45% de toda a electricidade consumida terá por base a energia renovável", afirmou o primeiro-ministro.

"Esta meta colocará Portugal na linha da frente das energias renováveis, fazendo do nosso País, a par da Áustria e da Suécia, um dos três países europeus que mais apostam nesta área", acrescentou.

José Sócrates adiantou ainda que vai manter um ritmo elevado de instalação de potência eólica, a aposta nos biocombustíveis, no biogás, na biomassa e também na energia das ondas.

Nos biocombustíveis fixou uma nova meta que é, em 2010, ter 10% do total de combustível gasto nos transportes, através desta forma de energia.

O primeiro-ministro salientou que "a questão crítica" e que é decisiva para o sucesso destas metas é a energia hídrica, adiantando que "Portugal é um dos países com maior potencial hídrico por explorar" (54%), sendo um dos países em que menos cresceu a capacidade hídrica instalada nos últimos trinta anos.

"Vamos reforçar a capacidade de produção das nossas barragens. E fá-lo-emos, para já, em três barragens: Picote, Bemposta e Alqueva", afirmou Sócrates.



:applause:

hiong_nu
January 24th, 2007, 10:21 PM
é bom ver que Portugal começa a ser ambicioso nas políticas ambientais, estou totalmente a favor da política deste governo, apenas faltou uma coisinha. No meu entender, todas as casas novas construídas deviam ter OBRIGATORIAMENTE painéis solares, assim como os prédios. pelo menos um painel por apartamento. Isso, no custo de uma prestação a um banco em 40 anos, encareceria a prestação em 1 ou 2 euros apenas. ou seja, traria lucros imediatos.

Nephasto
January 25th, 2007, 12:00 AM
^^Seria uma grande coisa... se não fosse realmente um grande sobre-custo, está claro.

Arpels
January 25th, 2007, 11:21 AM
era boa ideia sim senhor, melhor ideia k propriamente por impostos para fazer frente aos efeitos da poluição que nem atenuam nem resolvem nada, apenas enchem cofres...

TeKnO_Lx
January 28th, 2007, 11:37 PM
(a noticia está em galego)

Enersis crea en Aguçadoura la primera central mundial que genera luz aprovechando el oleaje

El proyecto cuesta 70 millones y consta de 28 dispositivos que producen 25 megavatios

http://www.lavozdegalicia.es/se_economia/noticia.jsp?CAT=108&TEXTO=5493619



Portugal ya está capturando electricidad en el mar. El invento se llama Pelamis, cuesta 70 millones de euros, y funciona. La escasa capacidad de aprovechamiento eólico del país y el lento desarrollo de otras energías alternativas ha llevado al Gobierno a apostar por la especialización en la energía maremotriz.

Aprovechando las olas del mar y una tecnología de vanguardia que sólo ha sido probada en Escocia, Australia e Italia, la principal energética lusitana lleva invertidos casi 15 millones de euros desde el año 2003, y le quedan por gastar otros 60 hasta el 2012, para llegar a extraer del mar 25 megavatios anuales de energía. Serán suficientes para abastecer de luz durante un año a una población de 20.000 familias.

La empresa Enersis financia en Aguçadoura, a seis kilómetros al norte de Póvoa de Varzim, la primera central energética del mundo que utiliza el oleaje como fuente. El proyecto ha necesitado casi diez años de investigación y cuatro más para llevarlo a la práctica. Pero ya es una realidad. La sociedad escocesa Ocean Power Delivery, que adaptó la tecnología Pelamis, instaló a finales del pasado año los ocho primeros dispositivos, que recogen la energía de las olas a más de siete kilómetros de la costa. Se trata de enormes tubos de 142 metros de largo y 3,5 de diámetro que aprovechan el movimiento del oleaje para capturar energía. Un cable submarino la traslada después a tierra firme, donde se integra en la red eléctrica nacional.

El director del proyecto, el ingeniero de Enersis Rui Barros, lo presentó esta semana en Bilbao durante la II Jornada Internacional sobre Energía Marina. Allí confirmó que, según estimaciones de la secretaria de Estado de Industria e Innovación de Portugal, la producción de energía a partir de las olas oceánicas puede adquirir en los próximos 40 años un valor cercano al 30% del PIB luso, alrededor de 130.033 millones de euros.

Y eso no es todo. El director del centro portugués de Energía de las Olas, Antonio Sarmiento, cree que su país está en disposición de captar «un 10% del mercado mundial de esta tecnología, lo que significaría una cifra de negocio situada por encima de los 360 millones de euros».

Las dos fases

Por ahora, los ocho primeros cilindros Pelamis que ya flotan en la costa norte lusa descargan la energía de las olas en la central de Aguçadoura y generan luz para casi 3.000 familias.

La primera fase del montaje de estructuras se hizo en los astilleros de Peniche, 120 kilómetros al norte de Lisboa. En la actualidad, se trabaja en una segunda fase, hasta completar los 28 dispositivos que se repartirán en el área marina aprobada por el Gobierno. Será entonces cuando la central funcione a pleno rendimiento. Entonces será capaz de abastecer a 20.000 viviendas.

http://www.lavozdegalicia.es/se_economia/noticia.jsp?CAT=108&TEXTO=5493619

:applause:

Nephasto
January 29th, 2007, 01:01 AM
^^Boas notícias! :okay:

PS: A notícia está em castelhano, e não galego. ;)

Arpels
January 29th, 2007, 11:29 AM
ja foram instalados os dispositivos, essa não sabia :okay:

[Smeagol]
January 30th, 2007, 07:26 PM
O aproveitamento energético a partir das hidroeléctricas está de volta ao topo das prioridades governamentais. Em 2020, o Governo conta alcançar os 7000 MW de capacidade instalada, atingindo um objectivo de exploração de cerca de 70 por cento do potencial hídrico nacional, o que representará um aumento de 24 pontos percentuais face ao actual aproveitamento deste potencial.

Com este reforço, que coloca no cerne não só as barragens de Alqueva, Bemposta, Picote, Baixo Sabor e três novas barragens, espera-se contribuir para atingir a nova meta para 2010 de 45 por cento da electricidade ser produzida a partir de energias renováveis, o equivalente a mais seis pontos percentuais do que a meta anteriormente prevista (39 por cento).

«Uma vez lançada uma grande dinâmica nas eólicas, as prioridades são doravante, mais hídrica, mais biocombustíveis e mais eficiência energética», sublinhou Manuel Pinho, ministro da Economia e da Inovação, na passada sexta-feira, numa sessão de apresentação das novas metas para as renováveis que contou com a participação do ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia.

Para inverter a actual tendência que coloca Portugal como um dos países da UE que menos cresceu em matéria de aproveitamento do potencial hídrico nos últimos 30 anos, já em 2010 pretende-se superar os 5000 MW de potência hídrica instalada, através do reforço da potência da barragem de Alqueva em mais 240 MW, o que implica um investimento de 180 milhões de euros. Acresce ainda a antecipação dos reforços de potência das centrais de Picote e Bemposta (mais 409 MW) num investimento de 2,6 mil milhões de euros.

Em 2015, o objectivo é atingir-se os 6250 MW, «concretizando novos projectos estruturantes para o sector e para o País», entre os quais o Baixo Sabor, de acordo com o documento sobre energia e alterações climáticas, apresentado no encontro em que participaram também Carlos Pimenta, presidente da mesa da Assembleia Geral do consórcio Eólicas de Portugal, Diogo Vaz Guedes, da Somague, e Nuno Ribeiro da Silva, da Endesa Portugal. Cinco anos depois a fasquia deverá subir para os 7000 MW, o que colocará Portugal ao nível de países como a Áustria e a Suécia.

Nos biocombustíveis, foi traçada a meta de 10 por cento dos combustíveis rodoviários antecipando em dez anos o objectivo europeu e definida a necessidade de se promoverem fileiras agrícolas nacionais de suporte através da isenção do imposto sobre produtos petrolíferos para os combustíveis fósseis que assegurem a sua incorporação.

Na biomassa, apostou-se na ampliação em 100 MW do objectivo de capacidade instalada em 2010 (mais 67 por cento); no biogás, pretende-se traçar como objectivo os 100 MW de potência instalada em unidades de tratamento anaeróbico de resíduos.

Para o solar fotovoltaico, ficou a promessa de se «garantir o cumprimento efectivo das metas estabelecidas», não só através de projectos como as centrais de Moura e Serpa, mas também da ligação com as políticas e as metas de microgeração. Neste último caso, a ideia é promover-se um programa para a instalação de 50 mil sistemas até 2010, com incentivo à instalação de Água Quente Solar em casas existentes.

Na produção de energia a partir das ondas, pretende-se aumentar a capacidade instalada em 200 MW através da criação de uma zona piloto com potencial de exploração total até 250 MW de novos protótipos de desenvolvimento tecnológico industrial e pré-comercial emergentes.

Por fim, para a energia eólica, o objectivo consiste em aumentar em 1950 MW a meta de capacidade instalada em 2012 (novo total de 5100 MW com acréscimo em 600 MW por upgrade do equipamento) e promover a criação de clusters tecnológicos e de investimento associados à energia eólica.

[Smeagol]
January 30th, 2007, 08:11 PM
não poupo elogios ao gaverno nesta matéria! se as metas anteriores já eram arrojadas estas agora são brutais... para o ambiente e para a economia!


* aumento de 2000MW até 2020 em hidrica. boa :)


*Nos biocombustíveis, meta de 10 por cento dos combustíveis rodoviários antecipando em dez anos o objectivo europeu. :eek2:


*Na biomassa, ampliação em 100 MW em 2010. :)


*No biogás,ampliação em 100 MW em 2010. :)


*Para o solar fotovoltaico, ficou a promessa de se «garantir o cumprimento efectivo das metas estabelecidas» e na microgeração promover um programa para a instalação de 50 mil sistemas até 2010 :applause:finalmente a microgeração


*energia a partir das ondas criação de uma zona piloto com potencial de exploração total até 250 MW ate 2010 :applause:Somos os mais avançados no mundo


*para a energia eólica, o objectivo consiste em aumentar em 1950 MW para alem dos 4500MW já adjudicados... :okay:

Arpels
January 30th, 2007, 08:25 PM
ja adjudicados ker dizer k sem duvida vão avançar certo? :sly: sabes alguma coisas sobre as futuras barragens? isto é, rios? :?

Barragon
January 31st, 2007, 12:33 AM
Acho que neste aspecto estamos muito bem.. mesmo muito bem. Depois da implementação destes projectos todos penso que o nosso país melhorará economicamente bastante mesmo... :yes:

[Smeagol]
January 31st, 2007, 02:21 AM
ja adjudicados ker dizer k sem duvida vão avançar certo? :sly: sabes alguma coisas sobre as futuras barragens? isto é, rios? :?

reforço da potência da barragem de Alqueva em mais 240 MW, reforço de potência das centrais de Picote e Bemposta mais 409 MW e a construção da nova barragem do Baixo Sabor 750MW

na parte eolica só falta lançar o ultimo concurso dos 4500MW inicialmente previstos ou seja 4000MW já foram feitos concursos, falta o governo lançar o ultimo concurso de 500MW. mas pelos vistos foram feitos novos estudos e temos mais um pontencial a adicionar, o potencial off shore, que representa mais 1350MW.

e ainda vao ser aumentos de potencia em alguns parques, que representao mais 600MW adicionais... :)

Arpels
January 31st, 2007, 12:46 PM
fixe :okay:

TeKnO_Lx
February 1st, 2007, 12:54 PM
Câmara local solicita urgência na expropriação de mais terrenos

A construção da primeira de cinco unidades do complexo industrial eólico a instalar em Viana do Castelo pelas alemãs Enercon e Saertex para produção de componentes do mais moderno aerogerador do mundo acaba de ser iniciada num terreno anexo aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC).As restantes estruturas daquele que pretende ser o maior empreendimento do sector no país deverão ser instaladas até Dezembro de 2009. Ontem, a Câmara de Viana do Castelo anunciou ter solicitado ao Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional a declaração de utilidade pública de urgência com vista à expropriação dos terrenos necessários à construção de uma dessas unidades, pela Enerconpor, na área de expansão do Parque Empresarial de Lanheses (PEL).
Segundo a autarquia, esta medida torna-se necessária na medida em que a ampliação do PEL, embora esteja contemplada na nova versão do Plano Director Municipal de Viana do Castelo, não poderá avançar sem que este entre em vigor, como é o caso. O facto de os prazos de instalação e início de laboração estabelecidos pela Enerconpor/Eneop - Eólicas de Portugal - consórcio responsável pelo projecto - serem "muito curtos" justificam o pedido remetido ao Governo com carácter de urgência.
A unidade a instalar no PEL ocupará uma área de 35 mil metros quadrados, mas a autarquia optou por solicitar a possibilidade de expropriação de uma área superior, tendo em vista a possibilidade de instalação naquele parque de outras unidades industriais do futuro cluster eólico de Viana.
A primeira fábrica já em construção junto aos ENVC produzirá pás e, posteriormente, será instalada, no local, uma outra para a produção de torres eólicas. No PEL funcionarão outras duas fábricas de componentes para o futuro aerogerador e o centro administrativo do complexo.
Ao todo, estas unidades possibilitarão a criação de 1200 postos de trabalho. A primeira fábrica deverá começar a operar em Outubro e as restantes ao longo dos próximos dois anos. Em unidades fabris e serviços associados, a Eólicas de Portugal anunciou um investimento global de 161 milhões de euros, dos quais cerca de 100 milhões provêm directamente do estrangeiro.

Arpels
February 1st, 2007, 02:06 PM
zona bem ventosa poracaso :yes: mto bem....

Nephasto
February 1st, 2007, 07:51 PM
Alguém sabe qual o valor do consumo electrico total em Portugal?
Para ter uma noção de quanto representam esses valores.

fred_mendonca
February 1st, 2007, 09:36 PM
A EDP tem em carteira quatro grandes projectos hidroeléctricos, que representam um investimento global de 874 milhões de euros, para uma potência instalada global de 790 megawatts, e estima que todos possam estar a funcionar até 2014. A construção de três deles deverá iniciar-se entre 2007 e 2008. Um deles, a construção da barragem do Baixo Sabor, é já bem conhecido.

A grande novidade é Foz Tua, barragem que a eléctrica quer construir de raiz, após o Sabor. Ainda em fase de estudo prévio, esta barragem deverá representar um investimento de 251 milhões de euros e estima-se que esteja concluída em 2014.

Também com sistema de bombagem de água, tal como a do Sabor, a hidroeléctrica poderá dar um grande contributo para a rentabilização dos projectos eólicos que já existem e dos que vão nascer em Portugal até 2012, ano em que, de acordo com as novas metas estabelecidas pelo Governo, o País deverá ter 5100 megawtts de capacidade instalada de produção de energia a partir do vento, explicaram aos jornalistas os responsáveis da EDP Produção, numa apresentação feita ao jornalistas, junto à Barragem do Alto Rabagão, no Douro. Uma apresentação que teve por objectivo explicar as grandes vantagens destes projectos para o País.

Em períodos de menor consumo do dia e de grande produção eólica, esta energia pode ser aproveitada para fazer bombear a água das albufeiras, permitindo, assim, a sua reutilização para produzir nova energia hidroeléctrica em períodos mais rentáveis, explicaram os responsáveis da eléctrica portuguesa. Isto permite um melhor aproveitamento de projectos eólicos e hídricos nas centrais que disponham do sistema de bombagem.

A produção média anual prevista para a central hidroeléctrica de Foz Tua, de 350 gigawatts/hora, assim como a potência instalada de 208 megawatts, é superior à do Baixo Sabor.

Apesar de tudo, defendeu a António Castro, administrador da EDP Produção, a valência do projecto Sabor é muito maior do que a de Foz Tua. Enquanto esta barragem terá uma capacidade de armazenamento de água de 21 milhões de metros cúbicos, a do Baixo Sabor chegará aos 630 milhões de metros cúbicos. Esta é uma grande mais valia nos tempos que correm, em que a água é um bem que se deve preservar, explicou o gestor, sublinhando ainda que os quatro projectos que a EDP tem em marcha permitirão também reduzir significativamente as emissões da CO2. Ambas têm, no entanto, uma outra vantagem: a de utilizarem o potencial hídrico de rios exclusivamente nacionais, o que não acontece com os restantes projectos hídricos localizados no Douro, que dependem da água vinda de Espanha.

Para José Alberto Franco, director de produção hidráulica da eléctrica, estas duas albufeiras aumentam ainda a possibilidade de controlo das cheias na região, tal como a barragem do Lindoso permite fazer em relação a Ponte de Lima e Ponte da Barca.

Picote II e Bembosta II são os outros dois projectos hidroeléctricos da EDP. Trata-se de dois reforços de potência instalada em barragens já existentes (ver caixas em baixo). Com estes quatro projectos, é possível aproveitar um sexto do potencial hídrico disponível em Portugal, que é maior do que a da grande maioria dos países da Europa, sublinhou João Gonçalves, consultor da administração da EDP Produção para a área das hídricas. Hoje, o País explora apenas 46% do seu potencial hídrico, disse, recordando que nos últimos 30 anos, Portugal fez muito pouco para a promoção das hídricas.

Se todos estes projectos avançarem, Portugal pode beneficiar ainda da redução de emissões de CO2, dado que se não existissem estes novos aproveitamentos hidroeléctricos, a produção de energia teria de ser assegurada por outras centrais mais poluentes. Só a produção do Baixo Sabor, por exemplo, pode permitir a não emissão de cerca de um milhão de toneladas de CO2, ou seja 5% das emissões globais do sector eléctrico.

http://dn.sapo.pt/2007/02/01/economia/edp_projectos_874_milhoes_hidricas.html

[Smeagol]
February 2nd, 2007, 12:00 PM
Em três anos de actividade, a Ecopilhas, sociedade gestora desta fileira de resíduos, já assegurou a recolha e envio para reciclagem de mais de 13 por cento das pilhas e acumuladores usados existentes no mercado nacional.

A entidade responsável por gerir a recolha, triagem e reciclagem das pilhas e acumuladores usados recolheu, durante os anos de 2004, 2005 e 2006, mais de 41 milhões de unidades, anuncia a empresa em comunicado hoje divulgado.

Em 2004, ano em que iniciou efectivamente a distribuição de pilhões, os recipientes utilizados para colocar as pilhas e acumuladores usados, a Ecopilhas recolheu cerca de oito milhões de unidades. No ano seguinte, recolheu mais do dobro da quantidade, tendo conseguido recuperar 17 milhões de pilhas e acumuladores usados. Em 2006, a performance manteve-se, tendo sido igualmente recolhidas 17 milhões de unidades.

As Associações de Municípios e os Sistemas Multimunicipais, a par com os Hiper e Supermercados, são as entidades que mais contribuem (40 por cento cada) para o esforço de recolha. Para Eurico Cordeiro, director-geral da empresa, «os resultados são reveladores da adesão de muitos portugueses ao pilhão e atestam a sua preocupação em contribuir para o desenvolvimento sustentável do nosso país».

«Portugal é o sexto classificado na Comunidade Económica Europeia a seguir a países como a Alemanha, Holanda, Áustria, Bélgica ou França (quase todos com um histórico de pelo menos 10 anos de recolha), o revela a grande motivação dos portugueses perante a causa da reciclagem», sublinha o comunicado.

A legislação europeia definiu como meta para 2012, 25 por cento de recolha de pilhas e acumuladores usados e 50 por cento de eficácia na reciclagem destes materiais. Embora Portugal não disponha de centros de triagem e reciclagem para esta fileira, todas as unidades depositadas são separadas por sistemas químicos e enviadas para reciclagem na Fernwarme Wien, na Áustria.

[Smeagol]
February 2nd, 2007, 12:04 PM
Estamos de parabens... pois mais uma vez neste tipo de sector estamos bem avançados! Sextos em 27 membros é muito bom :okay:

agora vamos é pedir uma central de triagem pa ilhas o pai natal... pois é uma lacuna a ter de se preencher! recolher e exportar é bom... mas recolher, reciclar cá e dps exportar é de certeza bem melhor!

Arpels
February 2nd, 2007, 01:03 PM
yup :yes: bem visto :okay:

Reflex
February 25th, 2007, 10:29 PM
Uma central solar com tecnologia pioneira a nível internacional vai ser construída em Tavira (Algarve), estimando-se que em 2008/09 o projecto produza electricidade para 10 mil pessoas por ano, disse à Lusa o presidente da câmara.

Macário Correia, assegurou que a construção da central solar vai arrancar ainda este ano - «no segundo semestre de 2007» e o local escolhido é o sítio da Capelinha, junto da cidade de Tavira.

«O objectivo é produzir energia eléctrica para a rede de distribuição», afirma Macário Correia.

A obra da central solar, que ocupará uma área de oito hectares (equivalente a oito campos de futebol), deverá estar concluída em finais de 2008 ou inícios de 2009, assegurou à Lusa o director técnico do projecto, Manuel Collares Pereira, professor catedrático do Instituto Superior Técnico.

Collares Pereira adiantou à Lusa que Tavira vai ser palco para ensaiar uma tecnologia australiana com um «sistema inovador» que permitirá utilizar apenas e só a energia solar para fabricar electricidade suficiente para «10 a 12 mil pessoas por ano» que tenham um consumo médio típico.

Com um investimento nacional e estrangeiro na ordem dos 19 milhões de euros, o projecto da central solar no Algarve, cuja construção está a cargo da empresa portuguesa Enerpura, vai estar em Tavira pelo menos durante 25 anos e, por ano, vai produzir 11 a 12 giga-watts (gwh), uma quantidade suficiente para alimentar metade da população de Tavira (cerca de 24 mil habitantes) com electricidade.

O projecto, que vai criar cerca de 40 empregos directos, está a ser desenvolvido pelo consórcio Energia Solar Térmica de Portugal (ESTP), que inclui a empresa australiana SHP, as portuguesas Meci e Enerpura e a Tavira ESTP SA, onde estão incluídos vários parceiros daquele concelho e do Algarve, adiantou Collares Pereira.

O coordenador do projecto acredita que quando a central solar estiver a produzir electricidade a partir do sol «Tavira será visitada por centenas de milhares de pessoas» interessadas em conhecer o sistema inovador.

«Vamos ficar no mapa pelo prestígio», disse Collares Pereira, adiantando que Tavira é apenas o primeiro passo para novas e maiores centrais espalhadas no «País da União Europeia mais rico» em sol.

O Algarve e o Alentejo, mas também a região Oeste de Portugal, são as zonas de Portugal mais interessantes para centrais solares, pelo significativo número de horas de sol que oferecem, disse Collares Pereira, adiantando que já existem outros municípios interessados em acolher a tecnologia, nomeadamente alentejanos.
Fonte: Sol

TeKnO_Lx
February 25th, 2007, 10:40 PM
excelente noticia :applause:

PedroGabriel
February 26th, 2007, 12:36 AM
que tal fazerem na thread inicial com todos os projectos que existem em Portugal, acompanhados de um pequeno texto. De energia eólica, solar e das ondas? isto para que não se perca o fio á meada.

Arpels
February 26th, 2007, 03:53 PM
vinha a ler agora no metro, Tavira a bombar :applause:

Barragon
February 27th, 2007, 02:40 AM
E é ao pé da cidade... ve lá o potencial de todo o concelho que vai lá po Barrocal....

Arpels
February 27th, 2007, 02:24 PM
é assim tão perto da cidade? :uh:

hiong_nu
March 5th, 2007, 11:57 PM
investimentos de 593 milhões de euros, sendo o principal o do Parque Eólico do Alto Minho I, o maior da Europa, com um investimento estimado em 343 milhões de euros. Com uma capacidade de 240 megawatts (MW), este projecto inclui a construção de cinco subparques e uma infra-estrutura eléctrica de ligação à rede nacional, refere a «Rádio Renascença».

O parque contará com 120 torres eólicas de 2 MW de potência e resulta de um projecto da sociedade VentoMinho-Energias Renováveis. O projecto deverá estar concluído em 2008.

Barragon
March 6th, 2007, 01:17 AM
Ficará situado em que concelho?

PedroGabriel
March 6th, 2007, 02:30 AM
^^ ninguém vai fazer uma lista dos projectos existentes, fonix....

hiong_nu
March 6th, 2007, 11:22 AM
Ficará situado em que concelho?

ao que parece, aquilo é tao grande que vai ficar em vários, até porque as montanhas altas costumam ser as divisoes naturais dos concelhos.

Barragon
March 6th, 2007, 12:13 PM
Deve ficar nos concelhos mais interiores espero. São os mais pobres e os que mais necessitam :yes:

hiong_nu
March 6th, 2007, 01:54 PM
penso q é nas serras que dividem os concelhos de Caminha, PAredes de COura, Valença e Monçao.

[Smeagol]
March 7th, 2007, 02:41 AM
Ficará situado em que concelho?

concelhos de Paredes de Coura, Valença, Monção e Melgaço:cheers:

Barragon
March 7th, 2007, 12:43 PM
Já estou a ver a zona... vamos apanhar com os ventos de espanha :lol:

hiong_nu
March 7th, 2007, 02:07 PM
A EDP vai inaugurar esta manhã um empreendimento hidroeléctrico da Venda Nova 2, que implicou um investimento de 160 milhões de euros com a incorporação nacional de cerca de 80%. A cerimónia vai contar com a presença do presidente da eléctrica, António Mexia, assim como do ministro da Economia, Manuel Pinho.

Com uma potência disponível de cerca de 200 mega watts, esta central, localizada na Serra da Cabreira (Cabeceiras de Basto), vai permitir uma produção média anual de 22 giga watts hora, o suficiente para abastecer cerca de 85 mil lares.

Reflex
March 8th, 2007, 04:48 PM
Já estou a ver a zona... vamos apanhar com os ventos de espanha :lol:
Eles ficam com a água dos rios ibéricos e nós com o vento!:lol:

PedroGabriel
March 9th, 2007, 01:05 AM
Já estou a ver a zona... vamos apanhar com os ventos de espanha :lol:
agora queremos bom vento vindo de Espanha. :D Mas este não nos atinge fica retido.

Arpels
March 12th, 2007, 12:28 PM
Segunda etapa do Roteiro da Ciência arranca esta manhã no Minho
Energias renováveis levam Cavaco Silva ao futuro maior complexo eólico da Europa
12.03.2007 - 08h58 Ana Peixoto Fernandes



Da paisagem povoada por montanhas que se elevam junto à sede do concelho de Vila Nova de Cerveira sobressaem desde Fevereiro do ano passado as ventoinhas gigantes de um parque eólico, o de S. Paio, que hoje será visitado pelo Presidente da República.

O empreendimento que Cavaco Silva visita no arranque da segunda etapa do Roteiro da Ciência, dedicado às tecnologias limpas, integra um megaprojecto que nos próximos anos fará nascer cerca de uma dezena de parques do género na região do Alto Minho.

Deste investimento de muitos milhões de euros saiu um outro ainda maior, um cluster eólico, que implicará a construção de cinco unidades fabris das alemãs Enercon (quatro) e Saertex (uma) para produzir, a partir de Dezembro de 2009, em Viana do Castelo, o mais moderno aerogerador do mundo. O Parque Eólico de S. Paio, estrutura que abrange as freguesias de Loivo, Sopo e Covas, constitui, com os seus 12,2 milhões de euros, o maior investimento de sempre no concelho de Vila Nova de Cerveira.

Ali, como noutros concelhos da região, a chegada das torres eólicas tem sido encarada pacificamente, não havendo notícia de protestos ou reclamações de populações ou autarcas. Já o mesmo não se pode dizer quanto à forma como os projectos são implementados no terreno. No concelho de Melgaço, é conhecida uma situação em que duas freguesias disputam a implantação do maior número de torres no seu território, devido aos fortes ganhos fi nanceiros que estas implicam para as autarquias. Em Arcos de Valdevez, a polémica foi outra.

A maioria dos parques eólicos a construir nos próximos anos irá debitar a sua energia na Rede Eléctrica Nacional através da subestação de Pedralva, em Braga. Para o efeito, será construída uma linha de alta tensão com cerca de 50 quilómetros, uma espécie de “autoestrada da energia”, cujo traçado foi publicamente contestado pela Câmara de Arcos de Valdevez e várias juntas de freguesia do concelho, por, alegadamente, passar “pelo meio das casas”.

A situação terá sido, entretanto, sanada pela empresa Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho (EEVM), que admitiu fazer “alguns ajustes” ao traçado para minimizar os impactes sobre as zonas mais povoadas. O Parque Eólico de S. Paio, que Cavaco Silva visitará para, de forma simbólica, reforçar o argumento de que as energias renováveis são um importante recurso de futuro para o desenvolvimento do país, é constituído por cinco aerogeradores e foi implantado numa zona de montanha em terrenos baldios.

1800 novos empregos

Cada aerogerador tem uma potência unitária de 2MW e uma altura de torre de 64 metros. A sua produção de energia eléctrica é de 24,4 GW/ano. O megaempreendimento de que faz parte tem vindo a ser anunciado pela EEVM como o maior projecto eólico em toda a Europa, que permitirá ao Alto Minho assumir-se como exportador de electricidade.

Em relação ao cluster eólico que se perspectiva, o investimento a realizar entre 2006 e 2011 ronda os 1750 milhões de euros e prevê a criação de 1800 postos de trabalho directos. Em unidades fabris e serviços associados prevê-se um investimento global de 161 milhões de euros, dos quais cerca de 100 milhões provêm directamente do estrangeiro.

Na instalação de parques eólicos, 48 no total e uma potência de 1200 MW, espalhados sobretudo pelas regiões Norte e Centro, o investimento ascende a mais 1470 milhões de euros. Do pacote de investimentos fazem ainda parte 35 milhões de euros destinados ao financiamento de um sistema científico e oito milhões para a criação de centros de despacho para a gestão da produção eólica.

Reflex
June 14th, 2007, 12:25 AM
A Ventominho assinou ontem com um consórcio bancário liderado pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) um contrato para uma linha de financiamento de 350 milhões de euros para a construção daquele que será o maior parque eólico da Europa. O parque, com 240 megawatts (MW) de potência, estende-se pelos municípios de Melgaço, Monção, Paredes de Coura e Valença e estará totalmente operacional no fim de 2008.

Em declarações ao JN, Carlos Pimenta, administrador da Ventominho, explica que este parque vai produzir o equivalente a 1,25% da electricidade consumida no país, num valor de produção anual de 55 milhões de euros. O Alto Minho, sublinha, "vai tornar-se num exportador líquido de energia para o resto do território nacional", graças a um projecto que vai potenciar o "cluster" eólico da Enercom, formado pelo consórcio (liderado pela EDP) vencedor do concurso de atribuição de 1000 MW eólicos.

Este 'cluster', vai criar, no total, 1800 empregos. Seis das 29 fábricas que o integram - duas da A. Silva Matos, em Sever do Vouga, e quatro da Tegopi (grupo Quintas), em Vila Nova de Gaia - estão já a exportar torres metálicas e verão as encomendas crescer com este projecto.

O novo parque vai precisar de 120 aerogeradores a produzir por este "cluster" e o acordo com a Enercom, explica Pimenta, prevê que a incorporação nacional do projecto Ventominho supere os 95%. "Como a velocidade de construção do parque é superior à produção actual de máquinas, parte dos aerogeradores será importada. Mas a mesma quantidade será depois exportada pelas fábricas do 'cluster'", diz.

Nesta altura, adianta o responsável, uma máquina está já montada e estão prontas as fundações para mais 35, prevendo-se que os primeiros ensaios sejam feitos no final do ano. No início de 2007 arranca a produção comercial, que vai aumentando à medida que forem postos no terreno os aerogeradores.

O consórcio Ventominho é composto pela EDF Energies Nouvelles (o "braço armado" da eléctrica francesa para as renováveis), pela Finerge (grupo Endesa) e pela DST de Braga. Os quatro municípios abrangidos pelo projecto detêm 15% do capital, estando a negociar a sua venda à empresa bracarense.

Já o consórcio bancário que vai financiar o projecto numa linha de crédito a 18 anos é liderado pela CGD e integra ainda o BCP e o Barclays - bancos que vão avançar com cerca de metade dos 350 milhões. O restante será assegurado pelo Banco Europeu de Investimentos, naquela que é a sua primeira operação de financiamento na área das renováveis, sublinha Carlos Pimenta.
Fonte: JN

Mr Strangelet
June 14th, 2007, 12:41 AM
Acho que foi a proposito deste parque que o PR veio ha uns meses ao alto minho
falar de um futuro mega parque eolico!!

pedrodepinto
June 14th, 2007, 01:29 PM
Acho que foi a proposito deste parque que o PR veio ha uns meses ao alto minho falar de um futuro mega parque eolico!!

Julgo que foi isso :yes:...

Arpels
June 14th, 2007, 01:49 PM
grande projecto de facto :yes:

dvfer
June 14th, 2007, 01:52 PM
andam com ventoinhas e toradeiras...... não ataquem o problema com a verdadeira solução = energia nuclear, e depois qd houver uma grande crise de petroleo ver como ficamos... n é por acaso que a prórpia União Europeia considerou a energia nuclear como prioritaria...

ta na moda sermos "ecologicos"...ver s nao hipotecamos o futuro a medio prazo.... qd houver a crise energetica que se adivinha, depois lembrem-.se das ventoinahs e do poder electrico delas..

Mr Strangelet
June 14th, 2007, 04:58 PM
^^ Opa, lá isso é...E aqui ha uns tempos chegou-se a falar que uns franceses queriam construir uma central de energia nuclear inovadora em Portugal..

tcpor
June 14th, 2007, 05:25 PM
Cuidado com as centrais nucleares. Têm uma vida muito reduzida e são potencialmente perigosas. Para além disso, o urânio que Portugal tem não é de qualidade suficiente para servir de matéria-prima energética, logo, teríamos que importar. Imprudente.

A partir do momento em que somos dos países da Europa com mais dias de sol por ano, temos, obrigatoriamente, que o aproveitar. O mesmo se passa com o vento, os rios e as marés. Todas estas fontes de energia devem ser aproveitadas.

Felizmente, Portugal é dos primeiros países do mundo a utilizar estes tipos de energia primária. :)

Há que aumentar a produção energética através dos recursos renováveis que, felizmente, temos.

Abraços,

dvfer
June 14th, 2007, 05:34 PM
sim..mas ainda há uns tempos dizeram que o algarve td e alentejo teriam de ter ventoinhas p Portugal depender so d renovaveis..

..qd alguem m mostrar que com renovaveis ficamos sem ser dependentes do petroleo..... o q eu sei é q 25% da nossa energia é hidro e uns 70% vem do petroleo....e eu n vejo as renovaveis a baixarem mt esse valor... isto é mt bonito mas daqui a 15 anos qd houver falta d petroleo generalizada tlv nos vamos lembrar que s calahr teria sido melhor construir algo "mais potnete"

lol..o uranio tinah d ser importado..e depois?? o petroleo ja o é..estamos completamente na mão de quem nos dá petroleo...

é q é mt bonito, renovaveis p isto, renovaveis p aquilo...mas e verdadeira independencia energetica em relacao ao petroleo?? zero..o q eu vejo é a França e EUA a reactivarem a construcao d centrais nucleares, c Russia, India, Brasil, CHina a começarem a construir mais e nos a ficarmos p tras, mais uma vez...a proxima geracao vai aporveitar esta p ilustrar a "nossa visão"... nao sei s reparam, mas sp q inauguram umas ventoinhas, nc ng nos diz o q isso representa efectivamente em percentagem na energia total do país...

Mr Strangelet
June 14th, 2007, 05:40 PM
^^ custumam dizer o numero de casas que vai servir, o que são muitas casas, mas acaba por não ser uma percentagem substancial da população tuga...

tcpor
June 14th, 2007, 05:46 PM
dvfer :nono:

Nada disso.

Quando foram inauguradas as novas centrais fotovoltaicas no Alentejo foi referido que uma significativa percentagem da população a sul de Portugal seria abrangida e beneficiada com esta "nova" energia.

É normal que a percentagem de energia extraída a partir de recursos renováveis seja reduzido porque iniciamos há pouco tempo! Isto não é estalar os dedos e já está!

Só há um aspecto a apontar em relação à energia fotovoltaica e eólica: o impacto ambiental (irónico :bash: ) e visual.

Quanto à tua primeira frase está completamente errada nem nunca ninguém disse tal coisa. A energia eólica (das "ventoinhas") é produzida em lugares onde haja muito vento, dando, por isso, preferência ao norte e centro mais montanhoso e mais vulnerável aos ventos de oeste (as ditas nortadas).

Abraço,

dvfer
June 14th, 2007, 05:51 PM
"muita população"...isto p mim é areia que mandam p os nossos olhos.. e essa do alentejo era um estudo p msotrar a area total necesaria p ficarmos idnependetes c renovaveis..

o q eu sei é q um conjunto de empresarios esta a encher-se com isto.... com esta onda "ecologica" q o povo passa, mas ng percebe bem pq, está a encehr-se a conta destas "centrais"..

eu queria ver numeros!!! queria ver o que estamos a produzir!! o q eu vejo é relatorios e dizer que mais que os 70% da nossa dependencia ao petroleo é a energia q comrpamos a França e Espanha... somos um páis sem independência energética... e nao é c ventoinhas q la vamos....

numeros, relatorios...é q o pais n é so casas: é fabricas, transportes publicos, ilumincao publica... quero ver em relatorios aquilo q ja ivnestimos nestas"energias renovaveis" e o que isso se revelou em menos dependecia do petroleo!

Mr Strangelet
June 14th, 2007, 05:53 PM
Na austrália vão aproveitar o calor do deserto australiano para fazer uma estrutura de 1km (é o que se diz para já) de altura que vai abastecer de electricidade milhoes de pessoas...Estará pronta em 2012
http://www.enviromission.com.au/

http://www.youtube.com/watch?v=0tWlP0knKQU
http://www.youtube.com/watch?v=llHhaL6Hf7E&mode=related&search=

Uma torre deste género mas mais pequena, desenvolvida pela mesma empresa, em Espanha...


Vejam esta central na California
http://www.youtube.com/watch?v=nTIFDkpTYm4&mode=related&search=

tcpor
June 14th, 2007, 06:08 PM
dvfer, é algo novo e, por isso, ainda não há números.

Sei que tenho para lá para casa um estudo sobre as energias renováveis mas está para o monte e dá muito trabalho procurá-lo.

Mas vou ver se arranjo um tempinho para te mostrar a viabilidade do projecto.

Mentaliza-te que, em tudo, as empresas lucram sempre com a "cegueira do povo". Seja com o petróleo, com as energias renováveis ou com a nuclear. :bash:

dvfer
June 14th, 2007, 06:15 PM
pois..é bom que nao haja numeros, deve dar jeito.....

somos sp os ultimos em td...tb chegaremos a nuclear, qd as facturas comecarem a apertar mt...ai sim, vamos acordar..mas c emt d, noc aso do TGV, aeroporto internacional..la chegaremos, la chegaremos.... ams entretanto vamos tds pagando as facturas...

tcpor
June 14th, 2007, 06:20 PM
Ai ai o TGV...

Não podemos sofrer o típico mal de: "eles têm, também temos de ter!"

Já te disse que a proposta nuclear é inviável. Sabias que grande parte da energia utilizada nos Açores é renovável (energia das marés)?

Não sejamos injustos. Portugal está a ser pioneiro e não "atrasado" na questão energética. Quanto ao TGV, Portugal está a ser "estúpido", pois é mais um projecto muito reticente.

dvfer
June 14th, 2007, 06:27 PM
Porutgal inovador?? acho que estamos é a ficarmos atrasados outra vez.. tu aidna nao me disseste um dado concreto que diga q as renovaveis estao a baixar a nossa dependecia do petroleo!! o q eu sei é q tds os outros países tao a ir p o nuclear e que a União Europeia definiu a energia nuclear como estrategica!! isso é q eu vejo.... so vejo o nosso país a fcar totalmente dependente de energia estrangeira e pior q isso: a n descolar do petroleo!! isso é o q eu vejo...

deste-m o exemplo dos açores..epa nem voui comentar por respeito a quem vive na ilha, mas n compares um ilheu com uma "terra" onde vivem 10 milhoes d pessoas.

tcpor
June 14th, 2007, 06:36 PM
deste-m o exemplo dos açores..epa nem voui comentar por respeito a quem vive na ilha, mas n compares um ilheu com uma "terra" onde vivem 10 milhoes d pessoas.

Para essa tua frase sem nexo respondo apenas com o seguinte: Teoria de Malthus.

Quanto ao resto, o facto de começarmos há uns dois meses com a abertura das novas centrais eólicas e fotovoltaicas serve para nem ter que comentar o que dizes.

dvfer
June 14th, 2007, 06:43 PM
ia..os Açores devem ter industria, transportes, ilumincacao publica, populacao, "insfrasterturas culturais".... devemt er grandes gastos energeticos devem....

eu so gostava q m dissesem pq q a França por exemplo, um dos paises mais desenvolvidos do mundo, continua a investir forte e feio no nuclear e pq q a nossa "mãe" União Europeia a definiu como estrategica... depois queixem-se qd os russos cortarem a torneira...

tcpor
June 14th, 2007, 06:54 PM
dvfer não foste ver em que consiste a Teoria de Malthus... :ohno:

A França tem urânio de boa qualidade e tem petróleo. Contudo, provavelmente não notaste mas, as eleições presidenciais ficaram marcadas pela tentativa de ambos os concorrentes (Sarkozy e Royal) tentarem esconder a real importância da energia nuclear no país. Ambos apontaram para menos de 50% quando ela é bem superior a esse número.

E, caso não saibas (mais uma vez), a União Europeia delimitou metas que os 27 países membros têm que atingir até 2011, no que diz respeito às energias alternativas.

Percebo o teu descontentamento mas não podemos andar a "atirar ao ar" quando há normas, leis e projectos sobre o tema.

Nephasto
June 14th, 2007, 06:57 PM
A construcção de centrais nucleares e as anergias alternativas não são opções opostas! Mau era!

São sim opções complementares.
Não tem sentido virem dizer que as energias renováveis estão mal, porque o que precisamos é de nucluar... também precisamos e devemos construir renovaveis. Simplesmente não chega para termos independência energética.. já se sabe.

Eu pessoalmente sou a favor da construcção de centrais nucleares, mas também sou e muito a favor de todos os projectos de energias renováveis, como eólicas, solares, ou mesmo energia das ondas, se isso alguma vez der alguma coisa palpável.

dvfer
June 14th, 2007, 06:58 PM
vamos ver...o q eu sei é q a França reactivou o seu "programa" de cosntrucao d centrais nucleares,a ssim como os EUA..isso é q eu sei... e q a CHina ou India estao a cosntrui-las...

deposi quero ver..n é preciso ser um genio p ver o q ai vem..o petroleo vai esgotar, a nergia vai disparar ou nao existir e vamos ter que construir centrais nucleares..a n ser q s ivnente algo miraculoso ate la.... enegias renovaveis ns ao solucao..pois o q vale teres enegia emc asa, qd transportes ou industrias pararam??..nada...

Mr Strangelet
June 14th, 2007, 07:04 PM
^^ por mim o petroleo esgotava ja, não se queimava mais merda nenhuma, e a (merda) da sociedade humana havia de ter que se por a pau e desenvolver de vez as energias alternativas...Para mim este fenomeno do aquecimento global é o primeiro sinal do falhanço e a falta de rumo e objectivos que o ser humano consegue assumir e cumprir em comum!!
Parece que se anda a fazer coceguinhas aqui e ali, com protocolos de merda e acordos de treta, mas acção não se ve

Nephasto
June 14th, 2007, 07:07 PM
^^?

A energia produzida pelas centrais (sejam elas renovaveis, nucleares ou o que seja) pode (e será cada vez mais no futura) ser usada para mover os ditos transportes.
Seja por métodos directos (movidos a baterias electricas), quer seja (e será, com toda a certeza) por métodos indirectos, usando o hidrogénio como método de armazenágem de energia, que será usado para alimentar os transportes.
Para produzir hidrogénio basta energia e água.

Por isso, num mundo idílico, bastava teres (por exemplo) parques eólicos, para alimentar todas as necessidades energéticas do país, assim como dos seus transportes, sem produzir sequer 1 grama de CO2, nem usar petróleo.

É óbvio que ainda falta muito para lá chegar, mas se queremos ter um desenvolvimento sustentável (que será a única solução para o desenvolvimento a longo prazo) o futuro será nestas linhas.

Nephasto
June 14th, 2007, 07:09 PM
^^ por mim o petroleo esgotava ja, não se queimava mais merda nenhuma, e a (merda) da sociedade humana havia de ter que se por a pau e desenvolver de vez as energias alternativas...

Se tu gostas de viver em cenários apoctalíticos, é lá contigo.

Eu por mim prefiro viver em paz e numa sociedade próspera, e esperar que o o problema da dependência do petróleo se vá resolvendo, como terá que resolver... não há outro remédio, visto o petróleo ir escasseando cada vez mais...

dvfer
June 14th, 2007, 07:10 PM
o q eu vejo sao milhoes p ventoinhas e a dependecia em relacao ao petroleo a nao descer...isso é q eu vejo....

em percentagem global....enfim..é o q eu digo, alguem anda-se a encher mt a conta disto.

tcpor
June 14th, 2007, 07:11 PM
Nephasto, nem mais! Finalmente alguém que concorda comigo, "xiça"! :)

dvfer, não, não vês. Portugal não tem "milhões de ventoinhas". E por acaso a dependência do petróleo tem descido. Claro que não é de um dia para o outro como estou farto de dizer mas não queres ver.