Mr Strangelet
June 14th, 2007, 07:12 PM
^^ Lol,O meu problema não é a dependencia do petroleo, é o aquecimento global!!
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View Full Version : Thread Energias Alternativas Mr Strangelet June 14th, 2007, 07:12 PM ^^ Lol,O meu problema não é a dependencia do petroleo, é o aquecimento global!! dvfer June 14th, 2007, 07:13 PM Eu por mim prefiro viver em paz e numa sociedade próspera, e esperar que o o problema da dependência do petróleo se vá resolvendo, como terá que resolver... não há outro remédio, visto o petróleo ir escasseando cada vez mais... eu gostava mt disso..mas o q eu vejo é a energia a aumentar, os combustiveis a aumentar...e a dependencia em relacao ao petroleo a nao descer..isso é q eu vejo... dvfer June 14th, 2007, 07:14 PM dvfer, não, não vês. Portugal não tem "milhões de ventoinhas". E por acaso a dependência do petróleo tem descido. Claro que não é de um dia para o outro como estou farto de dizer mas não queres ver. tem?? interesante..depois qd tiveres tempo msotra-me os numeros em q t baseias p isso..e n conta descer dos 70% para os 69.5%... isso n é nada..quero ver descidas concretas e nao redundantes. Mr Strangelet June 14th, 2007, 07:17 PM Eu sou a favor daquilo que se tem feito em relação ás energias renováveis, sou a favor da complementaridade de várias energias limpas, e também sou a favor da subida do preço do petróleo...que suba até aos 100dolares, a ver s aí não se pensa a sério no assunto...ja que o aquecimento global nao sensibiliza ninguem, ao menos que o dinheiro sensibilize! Nephasto June 14th, 2007, 07:18 PM Por acaso há uns tempor aparecia um artigo sobre energia eólica no expresso creio, e em Espanhã, uma parte bastante significativa(da ordem dos 10 ou 20 porcento creio) da energia nacional provem da energia eólica. Fiquei espantado... sabia que estavam a contruir muitas eólicas por lá, mas não sabia que era assim tanto. E não me venham dizer que isto não é fazer baixar a dependencia do petróleo... andre_carneiro June 14th, 2007, 07:27 PM Eu sou a favor daquilo que se tem feito em relação ás energias renováveis, sou a favor da complementaridade de várias energias limpas, e também sou a favor da subida do preço do petróleo...que suba até aos 100dolares, a ver s aí não se pensa a sério no assunto...ja que o aquecimento global nao sensibiliza ninguem, ao menos que o dinheiro sensibilize! Picas-te? depois vais a londres ou aos states em barco à vela...:lol: deixa estar o petroleo onde está e vamos lá arranjar soluções antes do barril chegar a 100$:nuts: Mr Strangelet June 14th, 2007, 07:34 PM lol, não vou :D Opa, é assim, eu digo isto em relação a falta de desenvolvimento e á inércia que está a haver em relação á aplicação dás energias alternativas e limpas...Ha anos que se fala em energia a partir do hidrogénio, marés, fissão nuclear, e muitas outras coisas, e as aplicações actuais sao umas coisinhas para atirar areia para os olhos, e que para o publico geral estão a preçoes exorbitantes...E porque? por causa do império do petróleo, em vez de se investir na investigação, aplicação, produção e desenvolvimento destas tecnologias, investe-se em plataformas de prospecção de petróleo... dvfer June 14th, 2007, 07:47 PM o pior é que o petroleo esta a financiar o islamo-fascismo.... qd ha um atentado, o dinheiro p fazer esse atentado veio do "nosso" dinheiro..o q n deixa d ser ironico. andre_carneiro June 14th, 2007, 07:51 PM lol, não vou :D Opa, é assim, eu digo isto em relação a falta de desenvolvimento e á inércia que está a haver em relação á aplicação dás energias alternativas e limpas...Ha anos que se fala em energia a partir do hidrogénio, marés, fissão nuclear, e muitas outras coisas, e as aplicações actuais sao umas coisinhas para atirar areia para os olhos, e que para o publico geral estão a preçoes exorbitantes...E porque? por causa do império do petróleo, em vez de se investir na investigação, aplicação, produção e desenvolvimento destas tecnologias, investe-se em plataformas de prospecção de petróleo... Mas ò "strange nugget" :D muitas dessas fontes de energia já estão "inventadas" como é o caso das celulas de hidorgenio. Já há carros desportivos que não ficam atrás de Ferraris ou Porches totalmente limpos "Tesla Motors" (http://www.teslamotors.com/index.php), a fissão nuclear vai ser testada lá p 2015... mas vês investimento? o que é bonito e se vê muito é dizer que se vai reduzir as emissões quando o mais importante era gastar todo o dinheiro que vai ser perdido nessas reduções no desnvolvimento de novas formas de energia! Pq para já por muito que baixem as emissões... ainda n tou a ver aviões a voar sem querosene! Mr Strangelet June 14th, 2007, 07:52 PM o pior é que o petroleo esta a financiar o islamo-fascismo.... qd ha um atentado, o dinheiro p fazer esse atentado veio do "nosso" dinheiro..o q n deixa d ser ironico. Pois, é deveras irónico...Se formos a ver de que tipo de industrias é que senhores como os Bin Ladens, que financiam o terrorismo, são donos e sócios... Mas ò "strange nugget" muitas dessas fontes de energia já estão "inventadas" como é o caso das celulas de hidorgenio. Já há carros desportivos que não ficam atrás de Ferraris ou Porches totalmente limpos "Tesla Motors", a fissão nuclear vai ser testada lá p 2015... mas vês investimento? o que é bonito e se vê muito é dizer que se vai reduzir as emissões quando o mais importante era gastar todo o dinheiro que vai ser perdido nessas reduções no desnvolvimento de novas formas de energia! Pq para já por muito que baixem as emissões... ainda n tou a ver aviões a voar sem querosene! Lool, foste ver o que é o strangelet tb :okay: Oh andre, mas sabes o que é interessante e ja tenho visto e lido em vários sitios? é que o investimento que se faz nas reduções tem tido retornos fantásticos nas empresas e países que os aplicam...Por exemplo, aqui ha uns tempos vi um problema sobre a BP, que nos ultimos anos tem tomado uma série de medidas para optimizar o rendimento dos seus combustiveis, para tornar o processo de refinaria mais ecológico, e na propria aplicação das renovaveis e etc etc, e pelos vistos, os retornos tem sido fantasticos, o investimento ta a ser amortizado a mais de 100% pedrodepinto June 14th, 2007, 08:37 PM E aqui ha uns tempos chegou-se a falar que uns franceses queriam construir uma central de energia nuclear inovadora em Portugal.. Desde que cumprisse as recomendações/obrigações de segurança vê-la-ia com muito bons olhos ;)... O problema é as populações, quase sempre indignadas com o "progresso" :ohno:... Contudo, com o potencial de Portugal em quase todas as energias alternativas, julgo que não seria necessário a construção de uma central nuclear. Temos de aproveitar os nossos benefícios :okay:! Nephasto June 14th, 2007, 08:39 PM ^^O investimento em renováveis começa(e continuará a ser) cada vez maior.. tanto mais quanto o preço do petróleo aumente! E cada vez mais o "ecológico" começa a ser mais economicamente rentável, o que é óptimo e crucial, visto ser isso que atrai dinheiro! dvfer June 14th, 2007, 08:40 PM acabei d ver na Sic Noticias..... ..a nossa factura de energia do ano passado representa 5% do PIB portugues, a mais alta d sp!!! devido ao aumento do petroleo...ainda aumentámos a nossa dependencia do petroleo mais... e c estas renovaveis tds...claramente já tamos a ver o futuro... .aguardo p medidas d fundo. tugavalenciano June 14th, 2007, 08:42 PM Maior park Eólico da Europa... A Ventominho assinou ontem com um consórcio bancário liderado pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) um contrato para uma linha de financiamento de 350 milhões de euros para a construção daquele que será o maior parque eólico da Europa. O parque, com 240 megawatts (MW) de potência, estende-se pelos municípios de Melgaço, Monção, Paredes de Coura e Valença e estará totalmente operacional no fim de 2008. Em declarações ao JN, Carlos Pimenta, administrador da Ventominho, explica que este parque vai produzir o equivalente a 1,25% da electricidade consumida no país, num valor de produção anual de 55 milhões de euros. O Alto Minho, sublinha, "vai tornar-se num exportador líquido de energia para o resto do território nacional", graças a um projecto que vai potenciar o "cluster" eólico da Enercom, formado pelo consórcio (liderado pela EDP) vencedor do concurso de atribuição de 1000 MW eólicos. Este 'cluster', vai criar, no total, 1800 empregos. Seis das 29 fábricas que o integram - duas da A. Silva Matos, em Sever do Vouga, e quatro da Tegopi (grupo Quintas), em Vila Nova de Gaia - estão já a exportar torres metálicas e verão as encomendas crescer com este projecto. O novo parque vai precisar de 120 aerogeradores a produzir por este "cluster" e o acordo com a Enercom, explica Pimenta, prevê que a incorporação nacional do projecto Ventominho supere os 95%. "Como a velocidade de construção do parque é superior à produção actual de máquinas, parte dos aerogeradores será importada. Mas a mesma quantidade será depois exportada pelas fábricas do 'cluster'", diz. Nesta altura, adianta o responsável, uma máquina está já montada e estão prontas as fundações para mais 35, prevendo-se que os primeiros ensaios sejam feitos no final do ano. No início de 2007 arranca a produção comercial, que vai aumentando à medida que forem postos no terreno os aerogeradores. O consórcio Ventominho é composto pela EDF Energies Nouvelles (o "braço armado" da eléctrica francesa para as renováveis), pela Finerge (grupo Endesa) e pela DST de Braga. Os quatro municípios abrangidos pelo projecto detêm 15% do capital, estando a negociar a sua venda à empresa bracarense. Já o consórcio bancário que vai financiar o projecto numa linha de crédito a 18 anos é liderado pela CGD e integra ainda o BCP e o Barclays - bancos que vão avançar com cerca de metade dos 350 milhões. O restante será assegurado pelo Banco Europeu de Investimentos, naquela que é a sua primeira operação de financiamento na área das renováveis, sublinha Carlos Pimenta. pedrodepinto June 14th, 2007, 08:43 PM Excelente notícia :applause:! Nephasto June 14th, 2007, 08:46 PM ainda aumentámos a nossa dependencia do petroleo mais... e c estas renovaveis tds...claramente já tamos a ver o futuro... N aumentamos a dependencia... o petróleo é que subiu.. n é culpa nossa. Em termos de % que o petróleo representa em relação à nosso total de produção de energia, a dependência está a baixar! dvfer June 14th, 2007, 08:47 PM N aumentamos a dependencia... o petróleo é que subiu.. n é culpa nossa. Em termos de % que o petróleo representa em relação à nosso total de produção de energia, a dependência está a baixar! o que disseram na Sic Noticias n foi isso.. ...mas eu vou pesquisar agora... a nossa facvtura c o petroleo aumentou em volume e em despesa(por causad o aumento)...mas vou invistigar. dvfer June 14th, 2007, 08:52 PM Portugal desperdiça 60% da energia que consome Cada português gastou, em média, 12 barris de petróleo no ano passado. São dados da BP, divulgados pelo “Diário Económico”, que mostram que este valor recorde para o consumo representa também um máximo no desperdício. Portugal desperdiça 60% da energia que consome. Há três anos consecutivos que a economia portuguesa está a perder eficiência no uso do petróleo e a factura energética não pára de aumentar. No ano passado ultrapassou mesmo os 5% do Produto Interno Bruto, o valor mais alto dos últimos onze anos. SIc Noticias (http://sic.sapo.pt/online/noticias/dinheiro/20070614+Desperdicio+de+energia.htm) estava inserido nisto que ouvi.... na peça deram a entender que nao so tinha aumentado a factura como mm o nivel d consumo..mas pelo texto nao posso conluir isso..portanto, podem esqecer o q disse...espero por relatorios finais e em percentagens.:) snitrom June 14th, 2007, 09:26 PM Gostaria de chamar a atenção, porque certos comentários não diferenciam, de que energia =/= energia eléctrica, energia eléctrica C energia. É preciso ter cuidado quando se lê relatórios, documentos, etc sobre este assunto. Energia inclui também o consumo de combustíveis pelos carros, aviões, etc, áreas, actualmente, nada tem a ver com o sector eléctrico. Se querem os documentos oficias sobre a produção/consumo de energia eléctrica em Portugal vão ao site www.ren.pt. snitrom June 14th, 2007, 09:30 PM Produção de energia Eólica hoje: http://www.ren.pt/sections/exploracao/dpe/chart.asp?DATE=14-06-2007&Refresh=6%2F14%2F2007+8%3A29%3A07+PM snitrom June 14th, 2007, 09:36 PM Produção Líquida Anual por Tipo de Central em 2006 http://www.ren.pt/sections/tecnica/eeprtc/chart.asp?YEAR=2006 Produção Líquida Anual por Tipo de Central em 2001, muito rico em hidrica: http://www.ren.pt/sections/tecnica/eeprtc/chart.asp?YEAR=2001 Outras fontes de energias, eólica, biomassa, entre outras é o verde escuro, reparem só no crescimento nos últimos 6 anos. andre_carneiro June 14th, 2007, 09:58 PM Produção Líquida Anual por Tipo de Central em 2006 http://www.ren.pt/sections/tecnica/eeprtc/chart.asp?YEAR=2006 Produção Líquida Anual por Tipo de Central em 2001, muito rico em hidrica: http://www.ren.pt/sections/tecnica/eeprtc/chart.asp?YEAR=2001 Outras fontes de energias, eólica, biomassa, entre outras é o verde escuro, reparem só no crescimento nos últimos 6 anos. Bom... mas mesmo assim repara no valor da energia de comb fosseis!... é por isso que apoio a energia nuclear... pode não ser limpa mas não é tão suja como a combustão! E pode ser um passo intermedio até à energia renovavel a 100% que acredito ser possivel num futuro! Já agora n vamos ter parques eolicos no mar? A Holanda já faz isso... é um boa aproveitamento de espaço "morto"! andre_carneiro June 14th, 2007, 09:58 PM peço desculpa pelo double :( Produção Líquida Anual por Tipo de Central em 2006 http://www.ren.pt/sections/tecnica/eeprtc/chart.asp?YEAR=2006 Produção Líquida Anual por Tipo de Central em 2001, muito rico em hidrica: http://www.ren.pt/sections/tecnica/eeprtc/chart.asp?YEAR=2001 Outras fontes de energias, eólica, biomassa, entre outras é o verde escuro, reparem só no crescimento nos últimos 6 anos. Bom... mas mesmo assim repara no valor da energia de comb fosseis!... é por isso que apoio a energia nuclear... pode não ser limpa mas não é tão suja como a combustão! E pode ser um passo intermedio até à energia renovavel a 100% que acredito ser possivel num futuro! Já agora n vamos ter parques eolicos no mar? A Holanda já faz isso... é um bom aproveitamento de espaço "morto"! Mr Strangelet June 14th, 2007, 10:18 PM peço desculpa pelo double :( Bom... mas mesmo assim repara no valor da energia de comb fosseis!... é por isso que apoio a energia nuclear... pode não ser limpa mas não é tão suja como a combustão! E pode ser um passo intermedio até à energia renovavel a 100% que acredito ser possivel num futuro! Já agora n vamos ter parques eolicos no mar? A Holanda já faz isso... é um bom aproveitamento de espaço "morto"! O invetimento que vamos fazer no mar vai ser para explorar a energia das ondas...Na povoa do varzim em breve começam a construção do primeiro parque!! O que me preocupa mais na energia nuclear são os residuos resultantes, que são literalmente enterrados para não nos chatearem tao cedo outra vez... Mas ainda ha um longo caminho para percorrer..Ainda dependemos mais de 50% das energias fosseis, visto que grande parte d importada também é fossil.. Enfim, como disse atrás, so quando o petroleo começar a dar prejuizo é que vai haver um impulso a sério!! andre_carneiro June 14th, 2007, 10:48 PM O invetimento que vamos fazer no mar vai ser para explorar a energia das ondas...Na povoa do varzim em breve começam a construção do primeiro parque!! O que me preocupa mais na energia nuclear são os residuos resultantes, que são literalmente enterrados para não nos chatearem tao cedo outra vez... Mas ainda ha um longo caminho para percorrer..Ainda dependemos mais de 50% das energias fosseis, visto que grande parte d importada também é fossil.. Enfim, como disse atrás, so quando o petroleo começar a dar prejuizo é que vai haver um impulso a sério!! Pois mas mesmo essas estações de energia a partir de ondolações tem repercuções ecológicas que os parques eolicos no mar não têm!!! Quanto à energia Nuclear, os residuos segundo sei são perigosos durante apenas 30 anos depois do seu uso! Bem enterrados... são menos poluentes que uma fabrica de electricidad de carvão! De qq maneira e como disse seria um passo intermedio de 15-20 anos até à energia 100% limpa! É mm uma questão de inteligencia mundial! se diminuissem a necessidade de petroleo para este tipo de coisas a procura baixaria e com ela o preço por barril! E por isso todos os serviços completamente dependentes deste tipo de combustivel como o aereo! Já agora chegaste a ver o Tesla? Mr Strangelet June 14th, 2007, 11:06 PM Pois mas mesmo essas estações de energia a partir de ondolações tem repercuções ecológicas que os parques eolicos no mar não têm!!! Quanto à energia Nuclear, os residuos segundo sei são perigosos durante apenas 30 anos depois do seu uso! Bem enterrados... são menos poluentes que uma fabrica de electricidad de carvão! De qq maneira e como disse seria um passo intermedio de 15-20 anos até à energia 100% limpa! É mm uma questão de inteligencia mundial! se diminuissem a necessidade de petroleo para este tipo de coisas a procura baixaria e com ela o preço por barril! E por isso todos os serviços completamente dependentes deste tipo de combustivel como o aereo! Já agora chegaste a ver o Tesla? Tas a falar de repercursões em termos de assoreamento e afectação da vida marinha? 30 anos??Hummm, não creio, tenho ideia que é substancialmente mais... Isso da inteligência mundial é o que eu defendi mais num post mais atrás...Mas convictamente digo-te, enquanto houver petroleo, enquanto houver barões do petroleo, enquanto os "grandes" senhores do ocidente ganharem balurdios por causa do petróleo, enquanto o petróleo for crucial para a economia mundial, a dependencia vai ser sempre crescente... Tesla? Estas a falar da bobina de tesla? andre_carneiro June 14th, 2007, 11:12 PM Tesla? Estas a falar da bobina de tesla? nop... vê só esta beleza: http://marketplace.publicradio.org/i/slides/2006/tesla/tesla_stock.jpg 100% electricidade :banana: http://www.teslamotors.com/ Mr Strangelet June 14th, 2007, 11:22 PM ^^ Ah, lol, ganda maquinão, bem bonito, quando for rico quero um :colgate: andre_carneiro June 14th, 2007, 11:26 PM ^^ Ah, lol, ganda maquinão, bem bonito, quando for rico quero um :colgate: Olha sou sincero... para a tecnologia que tem e o carro que é... não é nada caro! 92.000$ é muito pouco p um carro desportivo de alta gama como este! n? Mr Strangelet June 14th, 2007, 11:32 PM :drool: Ta muito aquem daquilo que eu imaginava...Não por ser electrico, mas pelo desempenho que ele tem enquanto carro electrico...Quem puder investir este dinheirinho, depois poucos custos tem!! Arpels June 15th, 2007, 12:43 AM nop... vê só esta beleza: http://marketplace.publicradio.org/i/slides/2006/tesla/tesla_stock.jpg 100% electricidade :banana: http://www.teslamotors.com/ bemmmmmmmmmmm :happy: com o tempo vai baixar concerteza, parace k vem ai legislação k compenssa a compra de veiculos não poluentes ja para este ano e para 2008 com redução em grande dos impostos!! Barragon June 15th, 2007, 12:45 AM O gráfico também mostra que aumentaram as importações :ohno: hiong_nu June 15th, 2007, 09:22 AM peço desculpa pelo double :( Já agora n vamos ter parques eolicos no mar? A Holanda já faz isso... é um bom aproveitamento de espaço "morto"! nao queiras comparar a profundidade do Oceano Atlântico para o Mar do Norte, em contrapartida, eles não tem potencial quase nenhum em energias das ondas. andre_carneiro June 15th, 2007, 10:42 AM nao queiras comparar a profundidade do Oceano Atlântico para o Mar do Norte, em contrapartida, eles não tem potencial quase nenhum em energias das ondas. Não estou a propor por geradores eolicos ao largo dos açores claro! Teremos certamente locais com profundidade pouca suficiente para ancorar geradores flutuantes! É uma questão de investir no estudo destas hipoteses... Temos uma das maiores superficies de mar da europa... só digo que o aproveite-mos! Barragon June 15th, 2007, 11:18 AM nao queiras comparar a profundidade do Oceano Atlântico para o Mar do Norte, em contrapartida, eles não tem potencial quase nenhum em energias das ondas. Em dois dias lá iam as ventoinhas eólicas à vida :lol: o atlantico é ruim Os únicos sitios mais calmos seriam nos estuários pedrodepinto June 15th, 2007, 03:12 PM Produção de energia Eólica hoje: http://www.ren.pt/sections/exploracao/dpe/chart.asp?DATE=14-06-2007&Refresh=6%2F14%2F2007+8%3A29%3A07+PM Muito interessante :okay:! PedroGabriel June 15th, 2007, 03:29 PM Produção Líquida Anual por Tipo de Central em 2006 http://www.ren.pt/sections/tecnica/eeprtc/chart.asp?YEAR=2006 Produção Líquida Anual por Tipo de Central em 2001, muito rico em hidrica: http://www.ren.pt/sections/tecnica/eeprtc/chart.asp?YEAR=2001 Outras fontes de energias, eólica, biomassa, entre outras é o verde escuro, reparem só no crescimento nos últimos 6 anos.obrigado. Muito interessante, queria ver esses dados :) A cena da energia das ondas nunca mais soube de nada. O mal é que ainda se importa muita energia, é preciso mais parques eolicos. Das ondas ainda é preciso ver se o prototipo funciona mesmo. Arpels June 15th, 2007, 06:43 PM eu continuo a defender os dois, nuclear e alternativas, as alternativas não são nem numca serão suficientes para a demanda de energia do pais. snitrom June 15th, 2007, 08:45 PM A verdade é que Portugal precisa de uma nova unidade eléctrica de backup mais limpa. Actualmente é a central de Sines que tem esse papel, mas é a Carvão, é poluente demais. É que não sei se repararam, mas em Portugal só existe uma unidade a Carvão, a de Sines, e esta produz 31,4% da electricidade nacional. andre_carneiro June 15th, 2007, 09:54 PM A verdade é que Portugal precisa de uma nova unidade eléctrica de backup mais limpa. Actualmente é a central de Sines que tem esse papel, mas é a Carvão, é poluente demais. É que não sei se repararam, mas em Portugal só existe uma unidade a Carvão, a de Sines, e esta produz 31,4% da electricidade nacional. :sly: só uma?! de certeza... xiii Arpels June 15th, 2007, 10:01 PM se for enorme uma chega, ai com 200 km2 de area :D andre_carneiro June 15th, 2007, 10:38 PM Portal das Energias Renovaveis (http://www.energiasrenovaveis.com/) Não sei se conheciam! PedroGabriel June 15th, 2007, 11:24 PM :sly: só uma?! de certeza... xiii e chega, e já coloca Portugal entre os mais poluentes da Europa, o ideal é Sines abastecer apenas 10% a médio prazo. pedrodepinto June 16th, 2007, 01:47 PM e chega, e já coloca Portugal entre os mais poluentes da Europa, o ideal é Sines abastecer apenas 10% a médio prazo. É verdade :(... Arpels June 16th, 2007, 03:30 PM era optimo, ainda estpu em duvida se iremos pagar a tal multa porcausa de Kioto :( Mr Strangelet June 16th, 2007, 03:42 PM ^^ De certeza que não somos os unicos que não cumprimos os objectivos.. Arpels June 16th, 2007, 03:45 PM cada um k se amanhe lol, tenho fé k ainda vamos conseguir, numca mais começam a por os dispositivos de maré :dunno: andre_carneiro June 16th, 2007, 03:57 PM No jornal de ontem (Diario do Minho) vinha um artigo que falava no aproveitamento do "entulho" florestal: silvas, giestas, ramos partidos... para prod de energia! Não é propriamente uma fonte de energia renovavel mas pensando bem é uma fonte genial de productos combustiveis! As proprias empresas de produção de energia responsabilizavam-se pela limpeza das florestas e isso certamente diminuiria as consequencias dos fogos florestais! Tb os proprietarios de zonas florestais poderiam agora apostar em arvores mais tradicionais como o carvalho ou pinheiro que permitem o crescimento de vegetação por baixo em vez de preferirem o eucalipto, arvore de crescimento rápido mas totalmente tóxico para o solo! As empresas pagariam tb a estes proprietarios pelo "seu matagal" e todos ficavamos a ganhar: menos fogos, mais floresta limpa e menos dependencia de Petroleo... Mr Strangelet June 16th, 2007, 04:10 PM ^^ Só agora é que se lembraram disso? Em Espanha ha empresas dedicadas a isso ha mais de 20 anos... Mas mesmo tarde, felicito esta iniciativa!! Se for realmente aplicada, só pode trazer vantagens.. Arpels June 16th, 2007, 08:24 PM é a tal biomassa, ja ca devia estar a n de decadas!! andre_carneiro June 16th, 2007, 08:32 PM ^^ Pois :ohno: O tal artigo fala de uns simposios e explicações que a Florestis (Assoc. das Florestas) vai dar no concelho de Caminha! Arpels June 16th, 2007, 08:36 PM foi preciso o pais arder para se lembrarem disto com tanta mata a anos á espera da limpeza, isso sim :bash: andre_carneiro June 16th, 2007, 08:38 PM foi preciso o pais arder para se lembrarem disto com tanta mata a anos á espera da limpeza, isso sim :bash: Diz antes: Vai ser preciso o país arder... pq são só actos informativos... não vejo anunciar qq invstimento Arpels June 16th, 2007, 08:49 PM :( GLUP!! PedroGabriel June 16th, 2007, 08:55 PM 38 quilómetros de ondas até à Póvoa vão produzir energia arquivo jn Plataforma para aproveitamento de ondas em Viana tem vários anos Miguel Rodrigues O aproveitamento da energia das ondas será uma realidade na costa do distrito de Viana do Castelo, uma das sete zonas prioritárias designadas pelo Governo para a implementação deste tipo de estruturas, revelou o vereador do Ambiente da autarquia vianense, José Maria Costa. No total "existirão oito quilómetros de costa entre Viana do Castelo e Caminha e 38 quilómetros entre Viana e a Póvoa de Varzim, passando por Esposende que serão aproveitados para a captação deste tipo de energia", revelou ainda José Maria Costa que falava à margem do seminário sobre energias renováveis, realizado ontem numa iniciativa da Câmara Municipal em parceria com a Gestinviana e a Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Ainda sem datas definidas, o vereador refere que este projecto culminará um conjunto de outros que vão no sentido da captação empresarial na área das energias renováveis para o concelho. "Temos já em funcionamento o parque eólico de Carreço-Outeiro que tem neste momento um projecto de ampliação que fará duplicar a sua produção, estando prevista a entrada em funcionamento desta segunda fase do parque no próximo ano", disse José Maria Costa. Um segundo projecto que está a ser implementado é o da produção de energia do biogás associadas às pilhas de hidrogénio, no aterro sanitário da Resulima, que a partir do mês de Outubro, previsivelmente, produzirá até 2,4 Mw. No parque empresarial de Lanheses surgirá uma unidade fabril vocacionada para a produção de biodiesel, reaproveitando o óleo de consumo doméstico. A unidade terá uma capacidade de produção de três mil toneladas de biodiesel, sendo que o arranque da empresa deverá acontecer no final do ano. Para além destes, existem ainda dois projectos para a implantação de unidades de produção de energia eléctrica através da produção de biomassa em Monção e em Ponte de Lima. "Embora não estando situadas no concelho, Viana do Castelo irá beneficiar destas infra-estruturas pois existe um protocolo que envolve não só a Câmara Municipal como os próprios produtores", garantiu José Maria Costa. andre_carneiro June 16th, 2007, 09:02 PM ^^ muita actividade sim senhor! :banana: pedrodepinto June 16th, 2007, 09:11 PM era optimo, ainda estpu em duvida se iremos pagar a tal multa porcausa de Kioto :( Quase de certeza que sim, estamos muito longe de cumprir Quioto :(... Diz antes: Vai ser preciso o país arder... pq são só actos informativos... não vejo anunciar qq invstimento Que dizer :(?! Arpels June 17th, 2007, 02:31 PM e a multa é um pastelão. Barragon June 17th, 2007, 02:46 PM ^^ Só agora é que se lembraram disso? Em Espanha ha empresas dedicadas a isso ha mais de 20 anos... Mas mesmo tarde, felicito esta iniciativa!! Se for realmente aplicada, só pode trazer vantagens.. é a tal biomassa, ja ca devia estar a n de decadas!! Este pessoal só come é queijo... então há uns dois anos já está a funcionar a de Mortágua e de Cantanhede entre outras que não me lembro. Já tiveram aí threads sobre essas centrais. Mr Strangelet June 17th, 2007, 03:04 PM Este pessoal só come é queijo... então há uns dois anos já está a funcionar a de Mortágua e de Cantanhede entre outras que não me lembro. Já tiveram aí threads sobre essas centrais. Por acaso não sabia, nunca ouvi falar...Além disso eu também tenho 3 mesinhos no fórum... :dunno: pedrodepinto June 17th, 2007, 03:07 PM Além disso eu também tenho 3 mesinhos no fórum... :dunno: Tens de lhe dar um "desconto", Barra :D! Arpels June 17th, 2007, 03:47 PM eu confesso, hoje o meu almoço foi queijo, um verdadeiro almoço Holandez :D pedrodepinto June 17th, 2007, 04:08 PM eu confesso, hoje o meu almoço foi queijo, um verdadeiro almoço Holandez :D Seu maroto, (sempre) a comer queijo :hilarious! Arpels June 17th, 2007, 04:38 PM é o apelo do queijo :laugh: apenas comentei aquilo porque o Diário do Minho so agora se lembrou, era mais uma ironia :) andre_carneiro June 18th, 2007, 04:10 PM O Governo anunciou hoje a construção de mais cinco barragens no país e o apoio à construção de edifícios energeticamente inteligentes, bem como a instalação de painéis solares em casa de particulares, disse o ministro da Economia, Manuel Pinho. "Vamos construir mais cinco barragens e reforçar a potência com vista a duplicar a capacidade [das existentes]", disse Manuel Pinho, à margem da 2ª edição da conferência Thinknomics — Internacionalizar para Vencer, a decorrer em Lisboa. Sem querer adiantar as localizações, o ministro sublinhou "a enorme aposta" do Governo nas energias hídricas, adiantando que apenas 43 por cento do seu potencial está a ser utilizado e que é possível ir muito além nesta matéria. Há cerca de ano e meio, o Governo anunciou a intenção de construir as cinco barragens — adiantando na altura a do Baixo Sabor, Foz do Tua e Linhares — e de reforçar a de Picote e Bemposta. Questionado sobre eventuais incentivos do Governo, Manuel Pinho destacou dois aspectos: a eficiência energética do edifícios e os painéis solares térmicos. "Vamos criar normas e certificações para a construção de edifícios que poupam energia. Quanto aos painéis solares, nomeadamente para aquecimento das águas, não há razão para não ir mais além. Estes painéis são instalados por cada pessoa, mas poderão ser amortizados em nove a dez anos. Há que construir um investimento", adiantou Manuel Pinho, deixando outros pormenores para Julho. in Público (http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1297005) Arpels June 18th, 2007, 04:20 PM boas notcias :yes: os edificios inteligentes devem ser apoiados a nivel estatal, edificio inteligente não é luxo é necessidade face ao meio hambiente. Mr Strangelet June 19th, 2007, 11:49 PM A PA Residel pretende investir 25 milhões de euros numa central termoeléctrica a biomassa florestal em Ponte de Lima, criando 30 postos de trabalho directos e entre 250 a 300 indirectos, anunciou esta sexta-feira um responsável do grupo. Segundo Nuno Alves, a central produzirá 10 MVA e o arranque do projecto está apenas à espera do resultado do concurso lançado pela Direcção Geral de Geologia e Energia, que deverá ser conhecido dentro de um mês. «Temos grandes perspectivas de sermos os vencedores», garantiu Nuno Alves, que falava no decorrer de um seminário sobre energias renováveis promovido pela Câmara de Viana do Castelo, no âmbito do Dia Europeu do Vento. A central, cujo prazo de construção será de 18 meses, ficará instalada em Ardegão, Ponte de Lima, e consumirá 100 mil toneladas de biomassa por ano, 25 por cento das quais sairá das florestas do Alto Minho. «O projecto vai implicar a limpeza de mais de 200 mil hectares de floresta», acrescentou, frisando a sua importância para a prevenção dos fogos florestais. O projecto inclui ainda a construção de seis parques para recolha da biomassa, estrategicamente distribuídos, e um outro mesmo à entrada da central. Se isto sempre for para a frente, pode ser um bom contributo para a diminuição dos incendios na zona!! Arpels June 20th, 2007, 04:34 PM esta esta boa, combustivel apartir de sementes :dunno: Investimento de 80 milhões de euros Sines vai ter refinaria de biocombustível em 2009 20.06.2007 - 13h15 Lusa A empresa GreenCyber, de Pedro Sampaio Nunes, vai construir uma refinaria de biocombustível em Sines, com uma capacidade para produzir 250 mil toneladas por ano a partir de oleaginosas parcialmente produzidas em Portugal. A unidade, que representa um investimento de 80 milhões de euros, deverá estar a funcionar em 2009. Dos 80 milhões de euros previstos, 60 milhões destinam-se à construção da refinaria e 20 milhões à compra do primeiro volume de produção de oleaginosas, a maior parte das quais será importada do Brasil, de Angola e de Moçambique. O projecto da refinaria envolve um outro complementar, designado FirstForce, de produção e esmagamento de sementes de oleaginosas no Brasil, em Moçambique e em Angola, para o qual estão previstos 300 milhões de euros. Pedro Sampaio Nunes anunciou que a FirstForce está a negociar naqueles três países 400 mil hectares para plantação directa e um milhão de hectares de concessão para agricultura familiar, cujas sementes serão depois vendidas à empresa. "Estamos agora na fase de negociação com os vários Governos para podermos estabilizar" os projectos, disse. A produção da refinaria será escoada para o mercado interno, que vai necessitar de 800 mil toneladas de biocombustível por ano para cumprir a nova meta de uma incorporação de dez por cento nos combustíveis rodoviários em 2010, em função da isenção de ISP (Imposto sobre Produtos Petrolíferos) que receber do Governo, disse o responsável. A restante produção destina-se à exportação. GreenCyber aposta na investigação em microalgas Devido à necessidade de grandes volumes de oleaginosas para a produção de biocombustíveis — uma vez que das sementes se extrai em média 80 por cento de farinha e apenas 20 por cento de óleo —, a GreenCyber associou-se a um projecto pioneiro de investigação que passa pelo cultivo de microalgas para a produção de biocombustíveis. O projecto — que envolve um investimento de 2,5 milhões de euros nesta primeira fase — está a ser desenvolvido pela Necton, através da sua subsidiária Alga Fuel, ao qual se associaram a GreenCyber, sendo também um projecto que está a ser estudado pela Espírito Santo Ventures. O objectivo é produzir microalgas a uma escala industrial que possam substituir a colza e a soja na produção de biocombustíveis. As vantagens são notórias: as micro-algas reproduzem-se rapidamente, tendo uma produtividade 200 a 300 vezes superior às restantes oleaginosas; e a área ocupada na sua produção é cem vezes inferior à das culturas tradicionais, sendo precisos apenas 2500 hectares para abastecer uma refinaria de 250 mil toneladas, face às necessidades de 500 mil hectares de soja e de 250 mil hectares de girassol. As microalgas têm ainda a vantagem de sequestrar dióxido de carbono no seu processo de desenvolvimento, contribuíndo assim para a redução das emissões de gases com efeito de estufa. O mepresário considera que se este projecto da Alga Fuel resultar, "é uma revolução total que põe em causa o negócio tradicional das petrolíferas". "Daí que tenhamos apresentado este projecto à Galp, que está também a estudar um projecto semelhante em parceria com a Eni", disse. Barragon June 20th, 2007, 05:12 PM Por acaso não sabia, nunca ouvi falar...Além disso eu também tenho 3 mesinhos no fórum... :dunno: :pet: hehe era para meter um boneco no fim da frase para não soar tão agressivo :D é para ser lido num tom engraçado. Barragon June 20th, 2007, 05:14 PM Cada edifício do país deveria ter no topo painéis solares.... EDP não deixa :bash: Estupidez! Arpels June 20th, 2007, 06:43 PM a EDP não deixa? :eek2::eek2: pedrodepinto June 20th, 2007, 10:25 PM a EDP não deixa? :eek2::eek2: Não deixa :sly:?! Se houvesse mais incentivos e bonificações, haveria muitos mais painéis :yes:... Mr Strangelet June 20th, 2007, 11:30 PM :pet: hehe era para meter um boneco no fim da frase para não soar tão agressivo :D é para ser lido num tom engraçado. Looool :lol: Barragon June 21st, 2007, 01:07 AM A EDP deixa mas é com muito imposto em cima.... claro que não querem perder o monopólio. Arpels June 21st, 2007, 11:36 AM é com cada coisa mais estranha neste pais :ohno: mas quem é a EDP para dizer a um particular que para por um painel solar tem de pagar imposto :rant: Mr Strangelet June 21st, 2007, 06:05 PM É a empresa que sem concorrencia (so concorrencia virtual) anda aqui a chular o país como quer.. Arpels June 21st, 2007, 08:09 PM a falta de concorrencia é um problema grave :yes: Mr Strangelet June 21st, 2007, 09:02 PM Pois é...Vejamos o exemplo da P.T....faz umas campanhas meias fantasma, já que continua com o monopólio, mas nota-se uma mudança de postura, já não tão arrogante, e mais competitiva.. dvfer June 21st, 2007, 09:08 PM a PT é a vergonha nacional..e somos tds roubados devido a isso. Arpels June 22nd, 2007, 04:46 PM Gostei desta noticia, vamos ver os efeitos na pratica apartir de Julho :applause: Mais eficiência Certificado energético obrigatório para novas construções a partir de Julho 22.06.2007 - 13h32 Lusa As casas que vão ser construída depois de Julho deste ano vão ter um certificado de eficiência energética, tal como acontece com os electrodomésticos. A entrada em vigor da nova legislação, a 1 de Julho, obriga à certificação energética dos novos edifícios destinados à habitação e serviços, ou que sejam objecto de grandes obras de remodelação. A exigência decorre da calendarização do Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos edifícios, que transpõe uma directiva comunitária relativa ao desempenho energético, que vai estender-se, já em 2009, às construções existentes, quando forem transaccionáveis. Segundo André Cruz, da Vulcano, os novos regulamentos de eficiência energética das casas e edifícios entram em vigor já em Julho, mas não se aplicam a construções já iniciadas. Apesar disso, a certificação vai ter impacto no valor comercial das casas, o que é importante para os promotores imobiliários, que podem ver desvalorizados pelo mercado os espaços ainda sem certificação. No âmbito do sistema nacional de certificação energética, está a ser criada uma bolsa de peritos para verificar a eficiência energética na fase de licenciamento das construções e depois na fase de execução da obra. "Para obter a licença de habitação de uma casa vai ser preciso obter o certificado energético", esclareceu André Cruz. Acções regulares de monitorização dos consumos energéticos Além da aplicação dessas normas ao mercado habitacional, os edifícios de serviços vão estar sujeitos a acções regulares de monitorização dos consumos energéticos, à imagem do que se passa com as inspecções obrigatórias aos automóveis, para garantir que mantêm a eficiência energética certificada. Na sequência do Protocolo de Quioto, a Europa criou quotas de emissão de gases de estufa. A grande responsabilidade dos edifícios no consumo energético leva a que se tente agora, pela via legislativa, impor uma maior eficiência. Os países do Sul da Europa, como Portugal, apostam na energia solar térmica por ser, nas energias alternativas, a mais testada e mais económica, pelo que, segundo António Manso, também da Vulcano, o novo enquadramento legislativo e a exposição solar deverão conduzir a um rápido crescimento desse tipo de soluções. Vulcano investiu 12 milhões de euros no fabrico de painéis solares A Vulcano investiu 12 milhões de euros na fábrica de Aveiro em linhas de produção de painéis solares, que começaram a produzir em Abril, com capacidade para fabricar 150 mil painéis anuais. Estudos de mercado realizados por aquela empresa do grupo Bosh indicam que até 2014, em Portugal, haverá um painel solar por cada quatro esquentadores no parque habitacional português. No entanto, o investimento do grupo Bosh destina-se, sobretudo, à exportação para os países do Sul da Europa e para a América Latina, contando duplicar a produção em três anos. Na década de 80, houve em Portugal um impulso nos sistemas solares térmicos, nomeadamente com a concessão de crédito, mas a experiência "não foi a melhor, quer porque ainda não havia o desenvolvimento tecnológico que hoje existe, quer por impreparação dos instaladores, o que criou apreensão no consumidor final em relação a este tipo de soluções". Pelos novos regulamentos, todos os sistemas à venda no mercado serão obrigados a ter certificação; os próprios instaladores deverão ser certificados, como acontece nas instalações a gás; e os equipamentos deverão ter uma garantia de manutenção de seis anos. Em relação aos benefícios fiscais, pode ser feito o abatimento no IRS até 30 por cento do valor do investimento mas, na prática, poucos serão os consumidores beneficiados, já que se excluem os que estão a usufruir de crédito à habitação. dvfer June 22nd, 2007, 04:49 PM pais pobre, com manias de rico..lol. pedrodepinto June 22nd, 2007, 07:27 PM Gostei desta noticia, vamos ver os efeitos na pratica apartir de Julho :applause: Excelente notícia :applause:! Contudo, exige-se ver os efeitos na prática ;)... [Smeagol] June 23rd, 2007, 02:28 AM Central de ondas na Foz do Douro deverá começar a funcionar dentro de um ano A Central da Foz do Douro, para aproveitamento da energia das ondas, deverá entrar em funcionamento dentro de um ano e implicará um investimento total de 7 milhões de euros, afirmou à Lusa o director do Centro de Energia das Ondas. Tiago Figueiredo Silva Segundo António Sarmento, a central, que terá uma potência instalada de 1 megawatt (MW), está neste momento a aguardar a decisão do Ministério das Obras Públicas relativamente ao início dos trabalhos de adaptação do molhe à instalação da central. "Se a decisão for tomada em breve, a central poderá estar pronta dentro de um ano", afirmou. Os investimentos previstos são de 4 milhões de euros para a parte da construção civil e de 3 milhões de euros para o equipamento, estando assegurado um financiamento comunitário de 2,4 milhões de euros. A central no molhe norte da barra do rio Douro, através da tecnologia de quebra-mar, é o segundo protótipo de energia das ondas junto à costa a ser desenvolvido em Portugal. O projecto envolve a EDP, que vai explorar a central, a Efacec, responsável pela construção, a Consulmar, enquanto empresa projectista, o Instituto Portuário e dos Transportes (IPTM), e o Centro de Energia das Ondas, Instituto Superior Técnico e Ineti, na parte da investigação. Portugal é um dos países pioneiros no desenvolvimento desta tecnologia, o que tem suscitado o interesse de outros países. O Centro de Energia das Ondas recebeu esta semana a visita de técnicos chilenos da empresa Proconsa Ingeneria, interessados em recolher informações sobre o projecto e a construção da central da Foz do Douro e avaliarem o estado da tecnologia em Portugal. Dado o interesse dos técnicos chilenos em construírem um projecto semelhante no Chile, que tem uma costa com mais de 4.000 quilómetros de extensão com grande potencial energético, António Sarmento considera que esta é uma oportunidade para as empresas envolvidas na central da Foz do Douro estabelecerem uma parceria para o desenvolvimento de um protótipo conjunto. Prevê-se que a central da Foz do Douro possa produzir no final do primeiro ano de funcionamento 1,2 milhões de quilowatts/hora de energia, o equivalente ao consumo de 500 a 600 famílias. Portugal tem um potencial energético correspondente a 250 quilómetros da costa ocidental portuguesa, onde poderão ser instalados cerca de 5 gigawatts (GW) de potência, com um mercado associado de 5 mil milhões de euros. O Governo tem afirmado interesse em desenvolver a energia das ondas em Portugal, tendo aumentado o objectivo para 250 megawatts (MW) através da criação de uma zona piloto para receber novos protótipos de desenvolvimento tecnológico industrial. A zona piloto criada pelo Governo localiza-se numa área 25 quilómetros quadrados a norte de São Pedro de Moel. O outro projecto de aproveitamento da energia das ondas, desenvolvido pela Enersis e pela escocesa Ocean Power Delivery, deverá arrancar definitivamente em Julho com a colocação na água da primeira máquina ao largo da Aguçadoura, na Póvoa do Varzim. O parque de ondas, pioneiro a nível mundial, vai ser constituído por três máquinas, de tecnologia Pelamis, com uma capacidade instalada de 6 GWH por ano. Imprimir artigo Enviar artigo [Smeagol] June 23rd, 2007, 02:42 AM A zona piloto criada pelo Governo localiza-se numa área 25 quilómetros quadrados a norte de São Pedro de Moel. alguem sabe q tecnologia é esta q vao desenvolver nesta zona piloto? Mais uma vez volta a dizer: Portugal tem um potencial energético correspondente a 250 quilómetros da costa ocidental portuguesa, onde poderão ser instalados cerca de 5 gigawatts (GW) de potência, com um mercado associado de 5 mil milhões de euros. para que o NUCLEAR agora??? se somos os pioneiros na tecnologia...e ainda temos potencial cá!!! vamos é por estes 5000Mw (capacidade igual á energia eolica) a funcionar e dps vem cá o mundo todo comprar a nossa tecnologia... mais simples n pode ser... :okay: dvfer June 23rd, 2007, 11:36 AM vamos ver.... de promessas ta o inferno cheio.... isso é numeros muito altos.. a frança com tanta frente atlantica considera prioritario o nuclear e Portugal as ondas... devemos ser mais espertos... devemos ser um dos motores da UE. Barragon June 23rd, 2007, 02:33 PM a PT é a vergonha nacional..e somos tds roubados devido a isso. É por isso que tenho cabo :D mesmo no telefone. Gostei desta noticia, vamos ver os efeitos na pratica apartir de Julho :applause: Mais eficiência Certificado energético obrigatório para novas construções a partir de Julho 22.06.2007 - 13h32 Lusa As casas que vão ser construída depois de Julho deste ano vão ter um certificado de eficiência energética, tal como acontece com os electrodomésticos. A entrada em vigor da nova legislação, a 1 de Julho, obriga à certificação energética dos novos edifícios destinados à habitação e serviços, ou que sejam objecto de grandes obras de remodelação. A exigência decorre da calendarização do Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos edifícios, que transpõe uma directiva comunitária relativa ao desempenho energético, que vai estender-se, já em 2009, às construções existentes, quando forem transaccionáveis. Segundo André Cruz, da Vulcano, os novos regulamentos de eficiência energética das casas e edifícios entram em vigor já em Julho, mas não se aplicam a construções já iniciadas. Apesar disso, a certificação vai ter impacto no valor comercial das casas, o que é importante para os promotores imobiliários, que podem ver desvalorizados pelo mercado os espaços ainda sem certificação. No âmbito do sistema nacional de certificação energética, está a ser criada uma bolsa de peritos para verificar a eficiência energética na fase de licenciamento das construções e depois na fase de execução da obra. "Para obter a licença de habitação de uma casa vai ser preciso obter o certificado energético", esclareceu André Cruz. Acções regulares de monitorização dos consumos energéticos Além da aplicação dessas normas ao mercado habitacional, os edifícios de serviços vão estar sujeitos a acções regulares de monitorização dos consumos energéticos, à imagem do que se passa com as inspecções obrigatórias aos automóveis, para garantir que mantêm a eficiência energética certificada. Na sequência do Protocolo de Quioto, a Europa criou quotas de emissão de gases de estufa. A grande responsabilidade dos edifícios no consumo energético leva a que se tente agora, pela via legislativa, impor uma maior eficiência. Os países do Sul da Europa, como Portugal, apostam na energia solar térmica por ser, nas energias alternativas, a mais testada e mais económica, pelo que, segundo António Manso, também da Vulcano, o novo enquadramento legislativo e a exposição solar deverão conduzir a um rápido crescimento desse tipo de soluções. Vulcano investiu 12 milhões de euros no fabrico de painéis solares A Vulcano investiu 12 milhões de euros na fábrica de Aveiro em linhas de produção de painéis solares, que começaram a produzir em Abril, com capacidade para fabricar 150 mil painéis anuais. Estudos de mercado realizados por aquela empresa do grupo Bosh indicam que até 2014, em Portugal, haverá um painel solar por cada quatro esquentadores no parque habitacional português. No entanto, o investimento do grupo Bosh destina-se, sobretudo, à exportação para os países do Sul da Europa e para a América Latina, contando duplicar a produção em três anos. Na década de 80, houve em Portugal um impulso nos sistemas solares térmicos, nomeadamente com a concessão de crédito, mas a experiência "não foi a melhor, quer porque ainda não havia o desenvolvimento tecnológico que hoje existe, quer por impreparação dos instaladores, o que criou apreensão no consumidor final em relação a este tipo de soluções". Pelos novos regulamentos, todos os sistemas à venda no mercado serão obrigados a ter certificação; os próprios instaladores deverão ser certificados, como acontece nas instalações a gás; e os equipamentos deverão ter uma garantia de manutenção de seis anos. Em relação aos benefícios fiscais, pode ser feito o abatimento no IRS até 30 por cento do valor do investimento mas, na prática, poucos serão os consumidores beneficiados, já que se excluem os que estão a usufruir de crédito à habitação. :pepper: mynuster June 23rd, 2007, 02:41 PM Gostei desta noticia, vamos ver os efeitos na pratica apartir de Julho :applause: Mais eficiência Certificado energético obrigatório para novas construções a partir de Julho 22.06.2007 - 13h32 Lusa As casas que vão ser construída depois de Julho deste ano vão ter um certificado de eficiência energética, tal como acontece com os electrodomésticos. A entrada em vigor da nova legislação, a 1 de Julho, obriga à certificação energética dos novos edifícios destinados à habitação e serviços, ou que sejam objecto de grandes obras de remodelação. A exigência decorre da calendarização do Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos edifícios, que transpõe uma directiva comunitária relativa ao desempenho energético, que vai estender-se, já em 2009, às construções existentes, quando forem transaccionáveis. Segundo André Cruz, da Vulcano, os novos regulamentos de eficiência energética das casas e edifícios entram em vigor já em Julho, mas não se aplicam a construções já iniciadas. Apesar disso, a certificação vai ter impacto no valor comercial das casas, o que é importante para os promotores imobiliários, que podem ver desvalorizados pelo mercado os espaços ainda sem certificação. No âmbito do sistema nacional de certificação energética, está a ser criada uma bolsa de peritos para verificar a eficiência energética na fase de licenciamento das construções e depois na fase de execução da obra. "Para obter a licença de habitação de uma casa vai ser preciso obter o certificado energético", esclareceu André Cruz. Acções regulares de monitorização dos consumos energéticos Além da aplicação dessas normas ao mercado habitacional, os edifícios de serviços vão estar sujeitos a acções regulares de monitorização dos consumos energéticos, à imagem do que se passa com as inspecções obrigatórias aos automóveis, para garantir que mantêm a eficiência energética certificada. Na sequência do Protocolo de Quioto, a Europa criou quotas de emissão de gases de estufa. A grande responsabilidade dos edifícios no consumo energético leva a que se tente agora, pela via legislativa, impor uma maior eficiência. Os países do Sul da Europa, como Portugal, apostam na energia solar térmica por ser, nas energias alternativas, a mais testada e mais económica, pelo que, segundo António Manso, também da Vulcano, o novo enquadramento legislativo e a exposição solar deverão conduzir a um rápido crescimento desse tipo de soluções. Vulcano investiu 12 milhões de euros no fabrico de painéis solares A Vulcano investiu 12 milhões de euros na fábrica de Aveiro em linhas de produção de painéis solares, que começaram a produzir em Abril, com capacidade para fabricar 150 mil painéis anuais. Estudos de mercado realizados por aquela empresa do grupo Bosh indicam que até 2014, em Portugal, haverá um painel solar por cada quatro esquentadores no parque habitacional português. No entanto, o investimento do grupo Bosh destina-se, sobretudo, à exportação para os países do Sul da Europa e para a América Latina, contando duplicar a produção em três anos. Na década de 80, houve em Portugal um impulso nos sistemas solares térmicos, nomeadamente com a concessão de crédito, mas a experiência "não foi a melhor, quer porque ainda não havia o desenvolvimento tecnológico que hoje existe, quer por impreparação dos instaladores, o que criou apreensão no consumidor final em relação a este tipo de soluções". Pelos novos regulamentos, todos os sistemas à venda no mercado serão obrigados a ter certificação; os próprios instaladores deverão ser certificados, como acontece nas instalações a gás; e os equipamentos deverão ter uma garantia de manutenção de seis anos. Em relação aos benefícios fiscais, pode ser feito o abatimento no IRS até 30 por cento do valor do investimento mas, na prática, poucos serão os consumidores beneficiados, já que se excluem os que estão a usufruir de crédito à habitação. optimo! :applause: Barragon June 23rd, 2007, 02:50 PM Com a quantidade de prédios que são construídos, não há dificuldade nenhuma de se meterem painéis solares virados a sul. Já vi em alguns edifícios. mynuster June 23rd, 2007, 02:50 PM :yes: dvfer June 23rd, 2007, 03:00 PM É por isso que tenho cabo :D mesmo no telefone. pena é q o cabo (tvcabo) é do estado tb.. somos roubados de tds os lados. Barragon June 23rd, 2007, 03:01 PM Eu tenho rabovisão :D dvfer June 23rd, 2007, 03:03 PM ah..entao ta bom..:D! mynuster June 23rd, 2007, 03:05 PM eu tb :D.. mas tb ja mudei n sei quantas vezes de isp.. tvcabo-cabovisao-tvcabo-cabovisao..... :bash:.. espero parar por aqui :lol: Barragon June 23rd, 2007, 03:06 PM Eu primeiro tive a tvcabo e depois assim que a cabovisão apareceu, meti logo porque tinha telefone de borla :D (por IP) só pago o que gasto mynuster June 23rd, 2007, 03:08 PM :yes: Barragon June 23rd, 2007, 03:11 PM Não me tem dado problemas de sinal. :okay: mynuster June 23rd, 2007, 03:14 PM por aqui tb n :D.. até agora estou satisfeito com o serviço :yes: dvfer July 27th, 2007, 03:02 PM Alimentos vão ficar mais caros Portugal: biocombustíveis provocam subida do preço dos cereais O aumento do preço dos cereais, utilizados como matéria-prima para os biocombustíveis, vão provocar uma subida do preço de alimentos básicos em Portugal, alerta a Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA). Os produtos mais afectados com esta inflação são: rações para animais (o que torna a carne mais cara), pão, óleo, massas, cereais para o pequeno-almoço, farinhas e ovos. A Associação do Comércio e Indústria da Panificação (ACIP) já anunciou que o pão vai sofrer um aumento entre os oito e os 10 por cento, este ano. O aumento dos restantes produtos está para breve. Biocombustíveis aumentam pressão sobre cereais Além de outras causas, a «pressão» sobre os cereais deve-se à utilização destes produtos no biocombustível. «Cada vez mais os stocks alimentares são utilizados nas energias alternativas em vez de serem canalizados para a alimentação. Além disso, o facto de a União Europeia e outros países estarem a dar incentivos para estes combustíveis está a provocar uma distorção no mercado», afirmou Pedro Queiroz, director-geral da FIPA, avamça o Diário de Notícias. O responsável adiantou que não «está contra os combustíveis limpos, mas se a política ambiental está a afectar bens essenciais alimentares, devia ser revista». Apenas dois por cento da produção de cereais são utilizados nos biocombustíveis. Mas Pedro Queiroz diz que é uma percentagem significativa se tivermos em conta que os stocks mundiais estão em baixo. De acordo com um estudo elaborado pela HBR, «os stocks nunca estiveram tão baixos na Europa. Dão apenas para dois meses de consumo». A culpa é do clima A visão dos agricultores é bem diferente. O secretário-geral da Confederação dos Agricultores de Portugal, Luís Mira, disse que «os preços subiram devido às alterações climatéricas e ao aumento da procura face à oferta», escreve o Diário de Notícias. O aumento da procura é explicado pelo crescimento da população mundial e também pela subida do consumo em países em desenvolvimento, como a China e a Índia. «A política comunitária em matéria de bioetanol não é a causa da situação actual», segundo um comunicado do Comité das Organizações Profissionais Agrárias da União Europeia. Arpels July 27th, 2007, 05:13 PM biocombustiveis ne :| biocomerciantes talvez!! pedrodepinto July 28th, 2007, 11:53 PM Alimentos vão ficar mais caros Portugal: biocombustíveis provocam subida do preço dos cereais O aumento do preço dos cereais, utilizados como matéria-prima para os biocombustíveis, vão provocar uma subida do preço de alimentos básicos em Portugal, alerta a Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares (FIPA). Poderá designar-se por contradição :|... fred_mendonca July 29th, 2007, 02:15 AM Mas o ambiente fica a ganhar! pedrodepinto July 29th, 2007, 02:25 PM Mas o ambiente fica a ganhar! Claro :yes:. dvfer July 29th, 2007, 06:57 PM excelente.... nao morremos do aquecimento global, morremos à fome. fred_mendonca July 29th, 2007, 10:41 PM Mas temos de apostar nestes novos combustíveis! Kaique July 29th, 2007, 11:04 PM ^^ Vivemos o mesmo dilema em escala muito maiores. Há muito, que deixam de plantar alimento para produzir cana, agora será a segunda marcha dos cereais. Eis um dos porquês para as mazelas sociais do Brasil é a má distribuição de terra e dos produtos do campo. Tomara a europa não repetir o modelo. Uma classe média agrária sadia é fundamental para a sustentabilidade de um país. pedrodepinto July 30th, 2007, 12:24 AM Mas temos de apostar nestes novos combustíveis! Para garantir pelo menos o futuro :yes:! dvfer July 30th, 2007, 12:47 AM muito bom.. garantimos o futuro e entretanto andamos a "matarmo-nos" para ter comida... o futuro e tal é mt importantes, mas gostava de viver o presente!!! fred_mendonca July 30th, 2007, 04:24 PM Mas o aquecimento global é o presente, e não o futuro! [Smeagol] September 14th, 2007, 09:07 PM Portugal atingiu os 2000 MW de potência eólica :banana: Esta fonte de produção de energia já assegura cerca de 8% de eletricidade consumida anualmente em Portugal, prevendo-se que em 2010 este valor atinja os 15%. LA APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis assinalou, em comunicado divulgado nesta segunda-feira (11), que Portugal atingiu, em Agosto, 2000 MW de potência instalada em parques eólicos. "Em Portugal esta fonte de produção de energia encontra-se em crescente desenvolvimento e já assegura cerca de 8% de electricidade consumida anualmente no nosso país, prevendo-se que em 2010 este valor atinja os 15%. Actualmente, com os aerogeradores já instalados, em cada hora de consumo de electricidade 5 minutos sejam de origem eólica", informa a APREN. A aposta em parques eólicos feita um pouco por todo o país, nos últimos anos, vem-se concretizando aos poucos, permitindo aos consumidores de elctricidade libertarem-se progressivamente do jugo imposto pelos produtores de combustíveis fósseis. No comunicado, a Associação destaca as vantagens da energia eólica face a outras fontes. O vento, bem como o Sol, a chuva e as ondas, existem em abundância no nosso País são inesgotáveis e há milhões de anos que não têm custo o que se manterá durante mais uns milhões de anos. "Comportamento diverso têm os combustíveis fósseis, pois além de serem limitados, duram muito menos que os recursos naturais, além de custarem sempre muito mais que aqueles recursos naturais. Não é só no que toca aos custos directos mas também aos indirectos, como são as alterações climáticas provocadas pelos gases com efeito de estufa provenientes da queima daqueles combustíveis". Segundo os dados publicados pela Direcção Geral de Energia e Geologia os preços em dólares dos principais combustíveis fósseis subiram em média, entre 2000 e 2006, 15% o petróleo bruto, 11% o carvão e 10% o gás natural. Considerando o custo do kWh de electricidade ao longo do ciclo de vida de qualquer centro produtor, constata-se que os que usam os recursos naturais - em especial os mais usados em Portugal: as centrais hídricas e parques eólicos - serão sempre mais baratos que as centrais térmicas que queimam combustíveis fósseis. Há casos em que os custos iniciais das centrais a partir de fontes renováveis são maiores, mas com o aumento constante dos preços dos combustíveis fósseis, ditado pelo aumento da procura, os custos das centrais térmicas irão ultrapassar aqueles valores e acrescentando os custos das licenças de CO2, então é que não restam dúvidas. A APREN – Associação de Energias Renováveis - é uma entidade privada sem fins lucrativos cujos associados são as principais empresas independentes nacionais de Produção de Electricidade de Fontes Renováveis. Fazem ainda parte da Associação diversas entidades nacionais interessadas neste sector. Arpels September 14th, 2007, 09:12 PM Smeagollll olha aqui http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=523120 :wink2: Ondas September 14th, 2007, 09:18 PM Este thread já passa (em muito!) dos 500 posts... :| :lock: Barragon September 15th, 2007, 12:29 PM Não faz mal :lol: OPO.RVK September 15th, 2007, 05:57 PM Parece q finalmente passou á realidade. " O primeiro parque de ondas português, e pioneiro a nível mundial, deverá ser inaugurado no dia 3 de Outubro, ao largo da Póvoa do Varzim, afirmou à Lusa o administrador da Enersis, António Sá da Costa. O projecto, com um investimento de 8,5 milhões de euros e uma capacidade para produzir seis gigawatts/hora (GWh) por ano de electricidade, tem sido desenvolvido pela portuguesa Enersis e pela escocesa Ocean Power Delivery. Segundo António Sá da Costa, as três máquinas de tecnologia Pelamis encontram-se na água "há meses, estando agora a proceder-se aos ensaios e afinações finais". "Estamos a fazer tudo para que seja inaugurado a 3 de Outubro e até lá já deverá estar a produzir electricidade para a rede", afirmou. O parque, pioneiro a nível mundial, vai ser instalado ao largo de Aguçadoura, na Póvoa do Varzim, e terá uma capacidade instalada para abastecer de electricidade sete mil pessoas. Cada máquina Pelamis tem 150 metros de comprimento e 3,5 metros de diâmetro e será colocada no mar (offshore), tendo cabos marítimos que permitem fazer a ligação à rede. " Arpels September 15th, 2007, 09:10 PM peço desculpa pessoal, vou abrir o thread novo. Arpels September 15th, 2007, 09:10 PM Parece q finalmente passou á realidade. " O primeiro parque de ondas português, e pioneiro a nível mundial, deverá ser inaugurado no dia 3 de Outubro, ao largo da Póvoa do Varzim, afirmou à Lusa o administrador da Enersis, António Sá da Costa. O projecto, com um investimento de 8,5 milhões de euros e uma capacidade para produzir seis gigawatts/hora (GWh) por ano de electricidade, tem sido desenvolvido pela portuguesa Enersis e pela escocesa Ocean Power Delivery. Segundo António Sá da Costa, as três máquinas de tecnologia Pelamis encontram-se na água "há meses, estando agora a proceder-se aos ensaios e afinações finais". "Estamos a fazer tudo para que seja inaugurado a 3 de Outubro e até lá já deverá estar a produzir electricidade para a rede", afirmou. O parque, pioneiro a nível mundial, vai ser instalado ao largo de Aguçadoura, na Póvoa do Varzim, e terá uma capacidade instalada para abastecer de electricidade sete mil pessoas. Cada máquina Pelamis tem 150 metros de comprimento e 3,5 metros de diâmetro e será colocada no mar (offshore), tendo cabos marítimos que permitem fazer a ligação à rede. " thread anterior http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=222671 Arpels September 15th, 2007, 09:13 PM esperemos k sim, para falar verdade e como ja comentei noutro thread so mesmo quando vir nas noticias as imagens é k acredito :( tanto tempo demora td... pedrodepinto September 16th, 2007, 01:06 PM Temos de esperar para ver :yes:! PedroGabriel September 16th, 2007, 03:01 PM o projecto foi atrasado em um ano, porque a praia da aguçadoura é uma praia de surf, ou seja, tem sempre grandes ondas e eles não conseguiam trabalhar, não estavam á espera que a ondulação fosse tão persistente e tiveram que esperar pelo Verão deste ano. Arpels September 16th, 2007, 03:02 PM mas ja se ve movimentos na zona:? PedroGabriel September 16th, 2007, 03:30 PM Não vou muito a essa zona, não é a minha praia, se vem que a que vou, é pco mais de 1 km de distancia dessa praia e no mar não vejo nada, tb nunca procurei. :D vou ver se vejo de cima do cabo quando for lá. Mas fui há uns tempos e já tinham feito lá uma cena na praia, penso que era deste projecto, um pequeno edificio normal para por a electricidade na rede. De qualquer maneira é tudo em mar alto. só há um fio que vem para a praia. ou seja, é tudo invisivel e continuará a ser, é um dos lemas do projecto, barcos sempre ouve. Logo nada de estranho pelo que sei, só alugando um barco ou fazendo pesca submarina. é assim que funciona: http://www.poweron.ch/upload/cms/user/3142PelamisModellkl.jpg Arpels September 16th, 2007, 03:32 PM estou a ver, so mandando a gaivota mesmo espiar :laugh: PedroGabriel September 16th, 2007, 03:37 PM aqui nesta imagem indicam mesmo em frente ao cabo: http://www.hydro.com/library/images/press_room/news/2005_05/portugal_251x449.jpg Não sei se é verdade. Barragon September 16th, 2007, 03:42 PM Parece que desenharam um cabo maior para se ver :lol: PedroGabriel September 16th, 2007, 03:46 PM Parece que desenharam um cabo maior para se ver :lol: na verdade nos mapas de Portugal ve-se muito bem, tu é que não o reconheces. http://www.intempus.pt/Imagens/Portugal/portugal_mapa.jpg PedroGabriel September 16th, 2007, 03:47 PM mais de perto, mapa do minho: http://www.geocities.com/RainForest/9468/minho2.gif PedroGabriel September 16th, 2007, 03:51 PM aqui já se vê menos, realmente nada que se compara a Sao Vicente ou Carvoeiro. Mas é um cabo com duas cabeças. Chama-se Cabo de Santo André. aqui já se nota menos, mas ainda se nota. http://www.travel-images.com/portugal-map.jpg Mapa satelite, nota-se muito bem. http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg pedrodepinto September 16th, 2007, 04:01 PM Excelente imagem de satélite :drool:! dvfer September 16th, 2007, 04:02 PM é mt giro isto e tal.. espero que seja rentavel como fonte de energia. pedrodepinto September 16th, 2007, 04:06 PM É uma grande aposta :yes:! Ondas September 16th, 2007, 04:49 PM aqui já se vê menos, realmente nada que se compara a Sao Vicente ou Carvoeiro. Mas é um cabo com duas cabeças. Chama-se Cabo de Santo André. aqui já se nota menos, mas ainda se nota. http://www.travel-images.com/portugal-map.jpg Mapa satelite, nota-se muito bem. http://64.141.110.41/maps/portugal_mapas/s_portugal1p.jpg Isto foi na época de incêndios :yes: pedrodepinto September 17th, 2007, 12:30 AM Talvez no ano passado :yes:... Barragon September 17th, 2007, 02:28 AM São Pedro da Cova a arder :lol: Sim é um pequeno cabo :yes: jose.a September 19th, 2007, 04:13 PM o projecto foi atrasado em um ano, porque a praia da aguçadoura é uma praia de surf, ou seja, tem sempre grandes ondas e eles não conseguiam trabalhar, não estavam á espera que a ondulação fosse tão persistente e tiveram que esperar pelo Verão deste ano. Aquilo é uma praia de surf, para gajos que se droguem ou kk coisa do género. As ondas formam-se pai 500 metros da costa e até mete medo olhar para lá, vêm todas seguidinhas e gigantes . Já fui lá muitas vezes, mas nessa zona nunca molhei os pés sequer... PedroGabriel September 19th, 2007, 04:37 PM até meninas surfam ali: CttqXg2s1uo jose.a September 19th, 2007, 04:47 PM Sabes onde fica a terra de Aguçadoura, estaciona aí o carro, a praia ta cheia de gente. Anda 400/500 metros para norte, não vês ninguém na praia, até te pago se te meteres dentro de água. jose.a September 19th, 2007, 05:13 PM Estarreja: 100 M€ para gerar electricidade a partir de lamas O ministro da Economia, Manuel Pinho, anunciou hoje que Estarreja vai receber «um investimento inovador», estimado em 100 milhões de euros, numa unidade de aproveitamento de lamas para produzir vapor e energia. Em declarações à agência Lusa, Manuel Pinho confirmou que o projecto, que envolve um grupo de empresas privadas, será liderado pela «Águas de Portugal», cabendo ao governo «estimular estes projectos». Segundo a Lusa apurou, a nova unidade de cogeração deverá aproveitar como matéria-prima as lamas resultantes do sistema multimunicipal de tratamento de fluentes da Ria de Aveiro, explorado pela SIMRia, empresa do universo «Águas de Portugal». As empresas do complexo químico de Estarreja deverão ser os clientes do projecto, quer absorvendo a energia eléctrica produzida, quer consumindo o vapor de água gerado por esse processo, o que lhes irá permitir eliminar caldeiras destinadas a esse fim, reduzindo as emissões. O projecto de aproveitamento de lamas para produção de energia e vapor deverá socorrer-se de «tecnologia de ponta austríaca» e começou a ser delineado pela 2Águas de Portugal« há cerca de dois anos, envolvendo três dos grandes grupos do sector químico, presentes no complexo de Estarreja: CUF, Air Liquide e Dow Portugal. José Eduardo Matos, presidente da Câmara de Estarreja, disse à Lusa encarar »com curiosidade e atenção« o anúncio feito hoje pelo ministro da Economia, dado não ter conhecimento de desenvolvimentos recentes do projecto, que inicialmente apontava para a possibilidade do investimento vir a ascender ao dobro do que hoje foi anunciado, dando lugar à criação de dezenas de postos de trabalho. O anúncio da unidade de cogeração em Estarreja foi feito pelo ministro da Economia durante a visita de dois dias ao distrito de Aveiro, no âmbito da iniciativa mensal »Economia Presente«, de governação de proximidade. Diário Digital / Lusa http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=6&id_news=86443 PedroGabriel September 19th, 2007, 05:19 PM Sabes onde fica a terra de Aguçadoura, estaciona aí o carro, a praia ta cheia de gente. Anda 400/500 metros para norte, não vês ninguém na praia, até te pago se te meteres dentro de água. pagas bem?! OuMun September 27th, 2007, 04:03 AM A subida do preço do petróleo e a compra de combustível em Espanha pelos portugueses fez reduzir as emissões de gases poluentes em Portugal (mais do que a maioria das medidas do Programa Nacional para as Alterações Climáticas), uma redução de cerca de 381 mil toneladas de dióxido de carbono, diz a Quercus. A Galp anunciou que os portugueses compram entre 100 a 150 milhões de litros de combustíveis rodoviários em Espanha. Esses combustíveis não são contabilizados para efeitos do cumprimento nacional do Protocolo de Quioto, que estabelece metas da redução dos gases de efeito de estufa. Francisco Ferreira, da associação Quercus, adverte que "efectivamente não se trata de uma redução" nas emissões de CO2, mas sim de "um desvio em termos de contabilidade". Os últimos dados da Direcção-geral de Energia e Geologia indicam, efectivamente, que as vendas de combustíveis em Portugal desceram no último semestre. O governo já andava a indicar uma redução nas emissões de CO2. A aldrabice socrática do costume... é preciso alertar! PedroGabriel September 27th, 2007, 11:37 AM http://www.cm-pvarzim.pt/groups/staff/conteudo/noticias/parque-de-ondas-de-agucadoura-2013-sessao-de-demonstracao-a-03-de-outubro/image Póvoa de Varzim, 26.09.2007 - É inaugurado, a 3 de Outubro, o primeiro parque de ondas a nível mundial, instalado em Aguçadoura, Póvoa de Varzim. Para a cerimónia inaugural são esperados vários membros do governo e altas individualidades. Parque de Ondas de Aguçadoura – sessão de demonstração a 03 de Outubro A realização de uma sessão pública de demonstração e o descerramento de uma placa, na estação de controlo, que se encontra junto ao campo de futebol da freguesia, assinalarão a entrada em funcionamento de toda a estrutura, constituída por três máquinas Pelamis, de 750 kilowatts cada, que se encontram posicionadas a cerca de cinco quilómetros da costa. Poderá consultar o programa da sessão aqui. (http://www.adi.pt/docs/Demonstracao_OKEANOS.pdf) Trata-se da primeira fase do projecto Okeanós, cujo investimento é superior a oito milhões e meio de Euros e que está a ser desenvolvido pela ceo – Companhia da Energia Oceânica, S.A., cujo principal accionista é o grupo Enersis e o parceiro tecnológico escocês Pelamis Wave Power. Numa segunda fase prevê-se instalar, até finais de 2009, máquinas similares, com uma potência de cerca de 20 MVA, num investimento que se estima superior a 70 milhões de Euros. A terceira fase deste projecto prevê a instalação de parques de energia de ondas com potência total rondando 550 MW com o objectivo de tornar esta fonte de energia renovável competitiva com outras, nomeadamente a eólica. Esta primeira fase do Projecto Okeanós beneficia de Ajudas Públicas do Programa de Incentivos à Modernização da Economia – Prime, sendo co-financiado pelo feder. Para conhecer os marcos mais importantes do desenvolvimento do conceito Pelamis bem como dos trabalhos do projecto do Parque de Ondas de Aguçadoura, primeira fase do projecto Okeanós, poderá visitar a exposição intitulada “Parque de Ondas da ENERSIS”, patente na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, de 06 a 26 de Outubro Barragon September 27th, 2007, 12:38 PM :applause: muito bem PedroGabriel September 27th, 2007, 03:06 PM CEO - Companhia de Energia Oceânica, S.A. Projecto OKEANÓS 3 de Outubro de 2007 Programa da Sessão de Demonstração 14:30 Partida de autocarro do Novotel Porto Vermar para a marina de Póvoa de Varzim 15:00 Embarque no cais da marina de Póvoa de Varzim no catamaran para a visita ao parque das ondas da Aguçadoura * 16:00 Desembarque e partida de autocarro para a estação de controlo em terra, na Aguçadoura e regresso ao Novotel concluída a visita 16:45 Pausa para café 17:00 Sessão técnica detalhada da primeira fase do PROJECTO OKEANÓS e visionamento de vídeo sobre os marcos mais importantes 17:45 Debate 18:00 Fim da Sessão Técnica e da Sessão Pública de Demonstração Local: Novotel Porto Vermar, Rua da Imprensa Regional, 4490 – 518 Póvoa de Varzim Parece mesmo uma coisa em grande. pedrodepinto September 27th, 2007, 06:19 PM Excelente notícia :okay:! Arpels September 27th, 2007, 06:50 PM bem, olhando para a foto a distancia em relação a terra é de facto consideravel :uh: pedrodepinto September 27th, 2007, 08:59 PM A foto não está agora visível :(! PedroGabriel September 27th, 2007, 10:38 PM http://expresso.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/127312 A Póvoa está a partir tudo. :P Porto, 27 Set (Lusa) - A empresa portuguesa de painéis solares termodinâmicos Energie quer duplicar a produção e as vendas até 2012, para mais de 15 milhões de euros, fruto da aposta no "exponencial" mercado norte-americano e na Europa. Em entrevista à agência Lusa no âmbito da inauguração, hoje, da primeira fase da nova fábrica da Energie, na Póvoa de Varzim, a maior do sector a nível mundial, o presidente da empresa adiantou que a unidade pretende dar resposta à crescente procura, nomeadamente estrangeira, que vinha registando. Na primeira fase do projecto, a inaugurar hoje, Luís Rocha investiu três milhões de euros de capitais próprios em instalações de 3.000 metros quadrados e equipamento. Um investimento a duplicar já em 2008 ou 2009, altura em que a empresa espera concretizar a segunda fase do projecto e aumentar, para 6.000 metros quadrados, a área fabril disponível, respondendo assim ao crescimento previsto das exportações. A escolha da zona de Laúndos, na Póvoa de Varzim, para instalar a nova fábrica resultou apenas do "amor à pátria" de Luís Rocha, a quem a Junta Autónoma da Galiza ofereceu um terreno e 50 por cento do investimento a fundo perdido para acolher a unidade do outro lado da fronteira. Apesar de nenhum apoio financeiro ter recebido do Estado português, o empresário afirma-se um "português que quer investir na sua terra, com a sua gente", pelo que fez avançar o projecto apenas com capitais próprios e prepara agora uma candidatura a apoios públicos para a segunda fase do investimento. Criada em nome individual em 1981, com capitais exclusivamente portugueses e a designação Lar Bombas, a empresa alterou a sua estrutura em 1986 para uma sociedade por quotas e, há dois meses, reformulou o nome para Energie, que desde sempre identificou os painéis solares que fabrica. Um nome de sonoridade estrangeira que, segundo explicou à Lusa Luís Rocha, pretendeu inicialmente contornar "a dificuldade em vender produtos portugueses" no exterior, iludindo a origem dos produtos. "Felizmente, há já alguns anos que tal deixou de ser necessário, pois o sucesso da nossa internacionalização quebrou um pouco esse gelo e conquistou a confiança dos nossos clientes", afirmou o empresário. Apesar de se ter lançado na internacionalização há apenas dois anos e meio, as exportações representam hoje 40 por cento do volume de negócios da Energie, 30 por cento das quais para o país onde a empresa se estreou a vender para o estrangeiro: Espanha. Os restantes 10 por cento das vendas para o exterior são canalizadas para França (onde foi criada a revendedora Energie França, com um parceiro local), Irlanda, Inglaterra, Bélgica e Luxemburgo. Recentemente, foi criada a Energie EUA, detida a 50 por cento pela empresa portuguesa e o restante por um parceiro local, traduzindo a forte aposta de Luís Rocha num mercado que "assusta, pela exponencialidade que está a demonstrar" em apenas um ano. "Trata-se de uma aposta muito séria, porque o mercado norte-americano está a revelar-se de grande interesse", sustentou, recusando arriscar previsões de facturação num país que, garante, "vai ter uma expansão brutal do mercado". ler com atenção. Acabou de dar na SIC. E, a empresa é auto-sustentavel com paineis solares proprios. mynuster September 27th, 2007, 11:22 PM boa noticia para a Póvoa! :yes: Viriatox September 28th, 2007, 01:56 AM Governo aprova projecto de 43,9 M€ em Montemor-o-Velho O Governo aprovou hoje um contrato de investimento de 43,9 milhões de euros para a instalação em Montemor-o-Velho de uma plataforma de produção de tecnologia, que envolverá a criação de 166 postos de trabalho. A aprovação do contrato entre o Estado Português e três empresas de desenvolvimento de sistemas para energias alternativas foi anunciado no final do Conselho de Ministros pelo titular da pasta da Presidência, Pedro Silva Pereira. Segundo o Governo, a plataforma de produção de tecnologia «será altamente automatizada e flexível para a produção de pilhas de combustível e sistemas de processamento de hidrocarbonetos e de produção de energia». Pelas estimativas existentes, em 2016, ano do termos do contrato com o Estado, o investimento deverá permitir um volume de vendas de 576,8 milhões de euros e de um valor acrescentado de cerca de 163,6 milhões de euros em valores acumulados desde 2009. Ainda de acordo com o Executivo, cerca de 80% da produção destinar-se-á à exportação e espera-se que o investimento «apresente importantes efeitos de arrastamento em actividades a montante e jusante, bem como proporcione a interacção e cooperação com entidades do sistema científico e tecnológico no desenvolvimento de produtos de carácter tecnológico». Diário Digital / Lusa 27-09-2007 19:49:00 Alguém me explica o que é uma plataforma de produção de tecnologia? não fica muito claro na noticia. :dunno: OuMun September 28th, 2007, 02:13 AM Caro amigo, é um termo pomposo para enganar a populaça burra que assim até pensa que vive num país de 1ª água. Só cai quem quer, ou quem não sabe... jose.a September 28th, 2007, 02:30 AM ler com atenção. Acabou de dar na SIC. E, a empresa é auto-sustentavel com paineis solares proprios. Aquí não de aplica o ditado: "Em casa de ferreiro, espeto de pau" :colgate: daniel322 September 28th, 2007, 02:35 PM A aprovação do contrato entre o Estado Português e três empresas de desenvolvimento de sistemas para energias alternativas foi anunciado no final do Conselho de Ministros pelo titular da pasta da Presidência, Pedro Silva Pereira. Segundo o Governo, a plataforma de produção de tecnologia «será altamente automatizada e flexível para a produção de pilhas de combustível e sistemas de processamento de hidrocarbonetos e de produção de energia». realmente não é claro, mas está dito na notícia.. muito bom para montemor.. e coimbra :D Viriatox October 25th, 2007, 12:51 AM Barragens: EDP paga 195 M€ e uma renda anual de 12,6 M€ à EDIA A EDP Produção vai pagar à EDIA pela exploração das barragens do Alqueva e do Pedrógão 195 milhões de euros à cabeça e uma renda anual durante 35 anos de 12,6 milhões de euros a preços correntes, explicou à Lusa fonte da empresa. «A contrapartida financeira associada à celebração deste acordo consiste num pagamento inicial de 195 milhões de euros e no pagamento de uma renda anual no montante de 12,6 milhões de euros durante a vigência do contrato», refere o comunicado. O contrato hoje assinado entre a EDP Produção e a EDIA-Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva atribui à eléctrica a exploração das centrais hidroeléctricas do Alqueva e do Pedrógão durante 35 anos. A EDP refere que vai, simultaneamente, proceder a investimentos adicionais, no valor de cerca de 156 milhões de euros, para a construção de reforços de potência nas centrais do Alqueva (em mais 240 megawatts de potência com bombagem) e de Pedrógão (em cerca de 19 megawatts adicionais de potência instalada). A empresa refere que o acordo hoje assinado vem regularizar a situação da exploração da barragem do Alqueva, dando «execução aos direitos históricos de exploração detidos pela EDP Produção». A EDP afirma ainda que a integração da exploração destas duas centrais no seu portfólio de produção de energia «representa mais um passo na implementação das orientações estratégicas definidas em matéria de reforço do investimento em energias renováveis e de redução da exposição da empresa às emissões de C02». Diário Digital / Lusa 24-10-2007 16:22:00 Arpels February 25th, 2008, 02:40 PM Boeing realiza vôo experimental com biocombustível domingo, 24 fevereiro 2008 . BBC LONDRES - O primeiro vôo de um avião comercial parcialmente movido a biocombustível foi realizado neste domingo, 24, do aeroporto de Heathrow, em Londres, para Amsterdã, em meio a controvérsias sobre o impacto ecológico da iniciativa, informou a BBC. O Boeing 747, operado pela companhia Virgin Atlantic, voou sem passageiros a bordo e teve um de seus 4 motores movido a biocombustível, enquanto que os outros três usaram combustível convencional. O uso de cerca de 20% de biocombustível serviu para reduzir o risco do vôo, já que os demais motores eram capazes de fornecer a potência necessária para o avião, caso houvesse algum problema. Ambientalistas dizem que a iniciativa da Virgin Atlantic não é uma solução para diminuir o aquecimento global, porque plantações seriam utilizadas para gerar combustível, reduzindo a produção de comida. "Nós achamos que o vôo de biocombustível da Virgin é mais um afastamento das soluções reais para as mudanças climáticas", afirmou Kenneth Richter, do grupo ambientalista Friends of the Earth. "Se olhar-mos as últimas pesquisas científicas sobre biocombustíveis, elas mostram claramente que os biocombustíveis ajudam muito pouco na redução de emissões. E ao mesmo tempo nós estamos muito preocupados em relação ao impacto desta expansão em larga escala da produção de biocombustível para o meio-ambiente e os preços dos alimentos." Congelamento do biocombustível A Virgin Atlantic, no entanto, insiste que o uso de biocombustível ajuda no corte das emissões de gases causadores do efeito estufa. "Alguns de nós na indústria estamos de fato fazendo algo para reduzir nossas emissões de carbono. Eu não considero que seja só propaganda - é progresso, é de fato reduzir a contribuição da indústria da aviação nas emissões de CO2", afirmou Paul Charles, diretor da empresa aérea. A companhia utilizou uma mistura de óleo de coco babaçu e disse que ela não compete com fontes de alimento importantes. Um dos problemas em utilizar o biocombustível em aviões é de que ele congela facilmente em grandes altitudes. A tecnologia ainda está a ser desenvolvida pelas companhias GE e Boeing, mas a Virgin acredita que em 10 anos as linhas aéreas poderão utilizar a energia dos biocombustíveis normalmente. http://www.biodieselbr.com/noticias/em-foco/r1-primeiro-voo-biocombustivel-bem-sucedido-24-02-08.htm NewTomorrow February 25th, 2008, 04:00 PM O Embraer Ipanema foi o primeiro avião do Mundo movido a alcool http://i83.photobucket.com/albums/j318/FLOYD_ALBATROIZ/Ipanema3.jpg http://i83.photobucket.com/albums/j318/FLOYD_ALBATROIZ/img_ipanema_alcool.jpg http://i83.photobucket.com/albums/j318/FLOYD_ALBATROIZ/img_ipanema_apresentacao_zoom.jpg NewTomorrow February 25th, 2008, 04:03 PM Biomassa na Madeira projecto da nova central está a ser feito com o apoio do instituto superior técnico Data: 21-02-2008 A Nutruton Energias, empresa que resulta de uma associação do Grupo Siram, do empresário Sílvio Santos, com outros dois sócios no Continente, vai construir uma central de biomassa e duas fotovoltaicas na Madeira, uma das quais na ilha do Porto santo. O investimento na fábrica de energia através da transformação de produtos florestais e outros detritos animais, com capacidade para cinco megawatts, deverá totalizar cerca de 40 milhões de euros, estando para já em aplicação cerca de cinco milhões. O projecto da nova central, que a Nutruton espera estar a funcionar em 2010, está a ser feito em parceria com Instituto de Engenharia Mecânica (Instituto Superior Técnico de Lisboa), com quem foi assinado no último dia de Janeiro um protocolo para avançar com um programa de investigação e desenvolvimento. A Nutruton arrancou com uma carteira de negócios de cerca de 120 milhões de euros, só na Região Autónoma da Madeira. Uma das centrais fotovoltaicas será construída no Porto Santo e servirá de apoio aos empreendimentos imobiliários e turísticos do Grupo Siram e dos associados da Nutruton, também com interesses nas empresas investidoras na ilha dourada. Luís Marques Mendes, que foi secretário-geral do PSD, é desde o final de Outubro passado administrador-delegado da Nutruton Energias. Nesta qualidade já esteve na Madeira algumas vezes e tem prosseguido todos os contactos com vista à expansão da nova empresa de produção de energias renováveis. Na semana passada esteve na República de Cabo Verde, onde a empresa espera abrir uma das suas bases de produção. A Nutruton Energias considera que alguns países africanos, nomeadamente Cabo Verde e Angola, poderão acolher este tipo de investimentos, além de outros países da Europa Central e de Leste, onde já decorreram contactos preliminares. NUTRUTON ENERGIAS A Nutruton Energias, uma nova empresa dedicada ao sector das energias renováveis é resultado de um consórcio entre a Siram Ewe, Energy, Water & Environment SGPS (sub-holding do grupo Siram SGPS), o grupo Nutroton e o grupo JVC, que junta os interesses dos empresários Sílvio Santos, Joaquim Coimbra e Leitão Amaro, em capitais tripartidos. O objectivo "é complementar os investimentos turísticos e imobiliários do grupo Siram em Portugal e lá fora com os negócios do consórcio presente no sector das energias renováveis, numa lógica de criação de sinergias". O negócio estender-se-á a outros países, nomeadamente Cabo Verde. Diario de Noticias Madeira pedrodepinto February 25th, 2008, 04:51 PM Muito interessante :okay:! E o projecto da Póvoa de Varzim, em que fase se encontra :okay:? NewTomorrow February 25th, 2008, 06:23 PM Energias Renováveis:2 Maior central solar do mundo em Portugal A maior central solar do mundo de produção de electricidade através de energia solar foi inaugurada recentemente em Portugal. Situada em Serpa, no Alentejo, esta é uma forte aposta nas energias renováveis, num país em que o Sol briha, em média, 1600 horas por ano no Norte e até 3300 horas no Sul, segundo dados do Instituto de Meteorologia. Ao todo são 52 mil painéis fotovoltaicos, com uma potência total de 11 megawatts (de referir que a maior central está instalada na Alemanha, dispõe de uma capacidade de produção de energia de 12 Mw), que transformarão a radiação solar em electricidade suficiente para suprir o consumo de oito mil pessoas. Esta central de energia solar fotovoltaica contou com um financiamento de cerca de 75 milhões de dólares, cerca de 56,4 milhões de euros, em 2006. http://www.ge.com/es/docs/442700_Serpa.jpg CENTRAL FOTOVOLTAICA SOLAR DE SERPA Construído em Serpa pelas empresas General Electric, PowerLight e Catavento, o equipamento deverá ter companhia em breve, uma vez que Moura, também no Alentejo, irá receber uma unidade ainda maior, com 62 MW de potência, sendo que outros projectos estão também em curso na região. Para conhecer a potencialidade do continente na produção de energia através do Sol, a Comissão Europeia desenhou um mapa sobre a Europa, onde se destaca o local onde a electricidade solar seria mais barata.É em Portugal, mais precisamente no polígono formado pelo Algarve e zona leste do Alentejo, onde o Sol reina à vontade. Em contraste, o líder absoluto deste aproveitamento solar, com uma quota de 86%, é um país bem mais frio e nebuloso, a Alemanha. Refira-se que o Governo Português fixou um tecto de 15o MW, até 2010, para a potência instalada de centrais fotovoltaicas. Até meados do ano passado, as unidades já aprovadas pelo Ministério da Economia e da Inovação somavam 93 MW, estando já incluídas neste conjunto as megacentrais de Serpa e de Moura. Ficha técnica da Central Local: Brinches (concelho de Serpa, distrito de Beja) Equipamento: 52 300 Painéis Potência Instalada: 11 MWp Investimento aproximado: 62 000 000 euros Produção Anual Esperada: 21 000 MWh Poupanças equivalentes em Petróleo: 1720 Toneladas/ano (12556 barris/ano) Emissões Evitadas de CO2: 19 000 Toneladas por ano. pedrodepinto February 25th, 2008, 06:26 PM Recentemente :|... Há quase um ano! NewTomorrow February 25th, 2008, 07:58 PM Recentemente :|... Há quase um ano! so coloquei devido a imagem e as caracteristicas da central pedrodepinto February 25th, 2008, 09:15 PM Eu sei, e agradeço-te por isso :okay:! Barragon February 26th, 2008, 02:28 AM A maior central foi inaugurada... contudo a maior está situada na alemanha :lol: Viriatox February 26th, 2008, 03:49 AM A da foto é a de Alemanha, certo? seria interessante ver fotos assim das de Serpa e Moura, mas isso deve ser pedir muito :D Arpels February 26th, 2008, 12:19 PM A maior central foi inaugurada... contudo a maior está situada na alemanha :lol: estranho ne? :lol: NewTomorrow February 26th, 2008, 02:30 PM A da foto é a de Alemanha, certo? seria interessante ver fotos assim das de Serpa e Moura, mas isso deve ser pedir muito :D Não a foto é a de Serpa a da Alemanha é esta : http://energiasrenovaveis.files.wordpress.com/2007/08/solenergi_waldpolenz_36750a.jpg A de Moura eu ainda não encontrei fotos NewTomorrow February 26th, 2008, 02:30 PM encontrei esta foto diz que é a da Amareleja http://www.vozdaplanicie.pt/files/197/11862.jpg NewTomorrow February 26th, 2008, 02:31 PM edit Viriatox February 26th, 2008, 08:37 PM wow, obrigado então, tinha ficado com a sensação de que era na Alemanha pelo canal e pelos campos. NewTomorrow February 28th, 2008, 04:08 PM Em campanha destinada a incentivar a eficiência energética EEM vai distribuir 100 mil lâmpadas de baixo consumo A partir do próximo mês de Março as lâmpadas mais gastadoras serão mais caras com a aplicação de uma taxa aprovada pelo governo português para incentivar a utilização racional de energia. O valor da taxa varia entre os 0,41 euros, no caso das lâmpadas incandescentes de utilização genérica com potência entre 15 watts (W) e 200 W, e os 6,77 euros no caso das lâmpadas de vapor de mercúrio de alta pressão sem iodetos, geralmente utilizadas na iluminação urbana e industrial, com potência entre 50 W e 1000 W. Isentas de taxa, ficam as lâmpadas incadescentes reflectoras, de calote, de construção reforçada e de utilização em frigoríficos, fornos e micro-ondas, bem como as lâmpadas fluorescentes tubulares e as de halogéneo, por ainda não existir a correspondente alternativa de alta eficiência energética. Segundo o decreto-lei que aprova a cobrança destas taxas a partir de Março, o consumo em iluminação é um potencial de poupança energética a explorar no âmbito da Estratégica Nacional para a Energia e dos compromissos assumidos no âmbito do Protocolo de Quioto. 100 mil lâmpadas distribuídas na Região Neste âmbito, o JM apurou que a Empresa de Electricidade da Madeira (EEM) vai liderar na Região, uma campanha, a lançar em breve, que visa a distribuição de 100 mil lâmpadas de alta eficiência energética junto dos consumidores madeirenses, quer sejam do sector doméstico quer sejam do sector empresarial. A iniciativa decorre de uma campanha que está a ter lugar ao nível nacional, organizada pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), que visa aumentar a eficiência energética no consumo de electricidade. O JM soube que no âmbito da campanha, que será apresentada em breve pela EEM, os consumidores domésticos que assim o desejarem irão receber um determinado número de lâmpadas (10 no máximo) de baixo consumo energético, as quais têm uma média de duração entre 8-10 anos, e cujo valor (mais baixo do que se fossem compradas no comércio) será debitado na sua conta de electricidade ao longo de um determinado prazo (entre 6 meses e um ano). Segundo nos foi dito, trata-se de lâmpadas “de reconhecida qualidade” e o que o consumidor irá pagar pelas lâmpadas “será muito inferior ao que irá poupar”. O sector do comércio e indústria terá também acesso à campanha de distribuição de lâmpadas, mas terá que apresentar um documento a justificar onde serão utilizadas as mesmas, “para evitar que voltem a ser comercializadas”. Jornal da Madeira napolit February 28th, 2008, 07:00 PM Como estou muito interessado no mundo da energia solar, estou a buscar coisas quando tenho tempo e encontrei que essa central nao é a maior, mas "era" :P: Título fugaz Teniendo en cuenta la celeridad con la que se construyen y ponen en marcha nuevas plantas solares, y la aparente competencia por ver quién construye la más potente, el título de “la más grande del mundo” (o la segunda más grande del mundo) puede tener una duración muy limitada, y no sería la primera vez. A principios de 2007, la primera planta solar del mundo era la instalación portuguesa de Serpa, con 11 MW, y en marzo, la de Beneixama le arrebató el puesto, con 20 MW. Puede que el país vecino vuelva a recuperar el récord pronto, si la central que tiene prevista en Moura, con 62 MW y más de 350.000 paneles no encuentra un competidor a su altura. http://energiadiario.com/publicacion/spip.php?article4221 Nao é a maior do mundo, mas isso é secundário, o importante é o importante desenvolvimento que está a ter a energia solar no mundo, e nos seguintes anos vai melhorar muito, especialmente com a fabricaçao a escala industrial de semiconductores que nao sao só de Si. Agora mesmo está a desenvolver-se muito as técnicas para a utilizaçao de outro tipo de semiconductores, a utilizaçao do Si é simplesmente porque é o semiconductor mais barato por a sua abundáncia na natureza (mas tao tao utilizado que há uns meses as fábricas pararam de fabricar placas fotovoltaicas porque nao havia suficente Si no mercado para todas as fábricas do mundo), e por ter a tecnologia mais desenvolvida, mas nos seguintes anos isso vai cambiar e vai melhorar-se a eficiéncia (as propiedades do Si como semiconductor muitas vezes nao sao as melhores). Arpels February 28th, 2008, 07:12 PM por falar em lâmpadas incandescentes, as que mais gastam, e no seu fim, hoje vinha esta noticia no Público: Medida pedida pela Quercus 28.02.2008 - 15h16 Lusa O ministro da Economia, Manuel Pinho, disse hoje que o fim da venda das lâmpadas incandescentes em 2011, reclamado hoje pela Quercus, é uma questão a debater no quadro da discussão pública sobre o Plano de Eficiência Energética. "O Plano de Eficiência Energética está em discussão pública e essas opiniões manifestam-se exactamente no âmbito da discussão", afirmou em Bruxelas o ministro, quando instado a comentar o "mega-postal" hoje "endereçado" pela Quercus ao Ministério da Economia e Inovação a pedir que sejam banidas em 2011 as lâmpadas incandescentes. Questionado sobre se considera exequível o prazo indicado pela Quercus, Manuel Pinho apenas acrescentou: "Vamos ver". A associação de defesa do ambiente "endereçou" hoje um postal com quatro metros ao ministro Manuel Pinho a defender o fim da venda das lâmpadas incandescentes em 2011, por serem pouco eficientes face a alternativas como as lâmpadas economizadoras. Trata-se de uma antecipação da meta prevista no Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética, elaborado pelo Governo, que quer pôr fim ao uso destas lâmpadas em 2015. napolit February 28th, 2008, 07:13 PM Seria ainda mais prioritário cambiar os lampadas dos semáforos por leds :P. Pouparia-se um 80 % da energia consumida :). Arpels February 28th, 2008, 07:22 PM sim era bom, ai tem-se feito isso tb Napolit?:? napolit February 28th, 2008, 07:36 PM Bem, depende de que cidade, mas em muitas delas que já sao led's (e noutras o 100% dos semáforos sao de LED's), noutras vilas ou cidades nao há nenhum com led's, por isso ainda há muito trabalho para cambiar todos os semáforos. E em Japao, se nao estou enganado, o 100 % sao de LED's. No meu bairro pelo menos sim que sao led's (acho que até tu vistes os led's da minha cidade :lol:, quando fizeram semáforos com figuras de mulher com fralda em vez de um "homem" :lol:, ouviste a história, nao é?) Arpels February 28th, 2008, 07:46 PM ya lol :lol: bem o Japão a 100% é fantastico... NewTomorrow February 29th, 2008, 03:39 PM Supermercados pagam a clientes que não usem sacos de plástico Internacional | 2008-02-29 11:14 Numa medida sem precedentes, uma rede de supermercados de Barcelona, Espanha, está a fazer descontos de dois cêntimos por cada 10 euros de compras a clientes que prescindam dos sacos de plástico. A campanha "Melhor que um saco de plástico" partiu da rede de supermercados catalã "Bon Preu" (Bom preço em português) e tem como objectivo consciencializar os clientes para a necessidade de uma redução drástica do número de sacos de plásticos utilizados. "O custo do saco é simbólico em comparação com os benefícios que traz ao impacto ambiental a poupança de sacos de plástico", pode ler-se num panfleto informativo da cadeia de supermercados que implementou a iniciativa inovadora em Espanha. Esta acção pretende chamar a atenção para o facto de o plástico ser um material impermeável e não degradável que provoca a morte de numerosos animais marinhos. Diversos estudos efectuados demonstram, entre outros exemplos, o caso das tartarugas que morrem lentamente por ingerir sacos de plástico por serem facilmente confundíveis com as medusas de que se alimentam e que lhes obstruem o estômago. Os catalães usam em média seis sacos de plástico por compra, o que equivale a mais de 11 milhões de sacos de um só uso, por semana. A organização traçou como meta reduzir os sacos de plástico utilizados em dez milhões de unidades em 2008. Em declarações à Lusa, uma responsável do supermercado Esclat de Valls (Tarragona) confirmou o êxito da campanha. Assegurou que os próprios clientes tomam a iniciativa de se fazer acompanhar de outro tipo de recipientes para transportar as compras. Apesar do sucesso da campanha, a direcção desta rede de supermercados ainda não dispõe de números concretos, já que a acção decorre apenas há 10 dias. O Governo Regional da Catalunha está a tentar encontrar formas de reduzir o número de sacos plástico em 30 por cento até 2009 e em 50 por cento até 2012. A nível nacional em Espanha, o Ministério do Meio Ambiente decidiu substituir 70 por cento dos sacos de plásticos pelos de papel até 2015. Uma das alternativas para pôr de lado o plástico é o uso de um carrinho com rodas que cada vez mais as pessoas guardam em sua casa para irem às compras, os sacos de papel que custam cinco cêntimos e as caixas de cartão. A rede de supermercados "Bon preu" decidiu implementar esta campanha inovadora numa época em que diversas cadeias de hipermercados cobram pelos sacos de plástico solicitados pelo cliente. Açoriano Oriental Barragon February 29th, 2008, 07:37 PM sim era bom, ai tem-se feito isso tb Napolit?:? Aqui estão a ser todas substituidas :D NewTomorrow March 1st, 2008, 11:28 PM Melhorar a qualidade poupando energia I seminário de Luminotecnia juntou arquitectos e engenheiros Data: 01-03-2008 Como poupar energia, melhorando a qualidade do ambiente luminoso, a relação da energia com o ambiente e os efeitos da luz na arquitectura estiveram ontem em discussão no I Seminário de Luminotecnia, no auditório do Museu Casa da Luz. Neste seminário interdisciplinar, que resultou de uma parceria entre a Secção Regional da Madeira da Ordem dos Engenheiros e dos Arquitectos, o presidente da Direcção do Centro Português de Iluminação, Vítor Vajão, falou sobre a eficiência energética na iluminação de edifícios, alertando para o modo como poupar e optimizar os consumos de energia, melhorando simultaneamente a qualidade do ambiente luminoso. "Toda a melhoria que se faça em termos de utilização racional de energia trata-se de respeitar a melhoria de condições", apontou, frisando que, dentro desta óptica, há uma série de possibilidades ao dispor, desde os vários tipos de lâmpadas, como escolher aparelhos de iluminação para tirar o máximo de partido dessas fontes de luz e até na maneira como se deve fazer um projecto. "Não basta ter uma boa fonte de luz para sair um bom projecto", alertou, referindo que há bons exemplos práticos de controlo de gastos de energia. Vítor Vajão disse que cada vez há uma sensibilidade maior para os problemas da iluminação. "Infelizmente, a luminotecnia está entre a engenharia e a arquitectura e pertence às duas, mas a tendência no nosso país é de, até agora, não pertencer a ninguém", frisou, garantindo que este trabalho tem de ser feito em conjunto, já que "não há um bom projecto de arquitectura sem um bom projecto de iluminação e estrutura". O presidente da Secção Regional da Ordem dos Engenheiros, Armando Ribeiro, frisou a importância deste seminário, referindo que a solução luminotécnica para cada caso, relacionado com o ambiente e com a economia de energia, tem interesse redobrado para os engenheiros. A questão estética e educacional foram os tópicos focados pelo presidente da Secção Regional da Ordem dos Arquitectos, Elias Homem de Gouveia, reforçando a importância desta parceria no terreno. Diario de Noticias Madeira NewTomorrow March 1st, 2008, 11:32 PM http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010115070913-semaforo-plano.jpg Pesquisadores da USP de São Carlos (SP), criaram um novo modelo de semáforo plano, baseado em diodos emissores de luz , mais leve e que não requer postes especiais para instalação. Semáforo de LEDs O semáforo de LEDs consome dez vezes menos eletricidade do que os semáforos tradicionais e possui um sistema de baterias que mantém seu funcionamento durante uma hora e meia em caso de queda de energia. A utilização de LEDs reduz o peso do semáforo e aumenta a qualidade da luz emitida, assim como sua durabilidade, como explica o engenheiro Luiz Gussen: "Sua aparência é semelhante à da tela de um monitor de cristal líquido. A vida útil dos componentes de iluminação é de 50 mil horas, superior à dos modelos convencionais, que duram entre 5 e 8 mil horas, o que poderá reduzir os custos de manutenção". Semáforo plano O protótipo do semáforo plano tem 70 centímetros (cm) de altura por 25 cm de largura, para se adequar às especificações das leis de trânsito. "O novo modelo poderá ter entre 20 e 30 milímetros de espessura e pesar no máximo dois quilos, enquanto os semáforos comuns têm de 20 a 25 centímetros e cerca de 20 quilos", afirma o engenheiro. O sistema de [So membros registados podem ver os links. ] existente no semáforo plano garante seu funcionamento em casos de falta de energia elétrica por até uma hora e meia. "As baterias permitem manter o trânsito normal, evitando o caos no tráfego", ressalta Luiz Gussen. "Além disso, o consumo de energia dos LEDs é dez vezes menor do que o das lâmpadas convencionais". Postes de iluminação De acordo com o engenheiro, o semáforo plano poderá ser instalado em postes convencionais de iluminação e energia elétrica. "Como o novo modelo é mais leve, a instalação não apresenta dificuldades nem requer o uso de postes muito robustos", destaca. "As prefeituras poderiam fazer convênios com as distribuidoras de eletricidade para instalar a sinalização na rede de postes já existentes". Os pesquisadores já estão em contato com empresas que demonstraram interesse em fabricar o semáforo. "O produto hoje está na fase de protótipo, cabendo ao setor produtivo adotar a tecnologia e desenvolver aspectos como o design e o sistema de fixação", aponta Gussen. "O custo de produção e instalação deverá ser menor do que os modelos existentes no mercado e, considerando a relação entre custo e benefício total do produto, ele poderá gerar uma economia de 20% em relação ao semáforo convencional". Segundo o engenheiro, apesar de não haver nenhuma parceria acertada com a indústria, as prefeituras de Ribeirão Preto, Franca e São Carlos, no interior de São Paulo, já se dispuseram a usar o semáforo. __________________ NewTomorrow March 1st, 2008, 11:34 PM Gigante escocês investe 800 milhões para entrar nas eólicas em Portugal http://www.negocios.pt/upload/CN/images/e%C3%B3lica_vento_parque_energia_pq.jpg A eléctrica escocesa SSE, através da recém-adquirida Airtricity, elegeu Portugal como um dos seis mercados na Europa onde quer crescer fora do Reino Unido, sobretudo, no negócio das eólicas. Para o mercado nacional, a empresa tem um projecto totalmente inovador, pretendendo abrir o caminho na produção de energia eólica em regime ordinário. A eléctrica escocesa SSE, através da recém-adquirida Airtricity, elegeu Portugal como um dos seis mercados na Europa onde quer crescer fora do Reino Unido, sobretudo, no negócio das eólicas. Para o mercado nacional, a empresa tem um projecto totalmente inovador, pretendendo abrir o caminho na produção de energia eólica em regime ordinário. Em Portugal, as renováveis, incluindo as eólicas, funcionam ainda todas em regime especial, ou seja, as empresas têm assegurada uma tarifa subvencionada para gerar energia a partir do vento. Mas em Espanha, por exemplo, cerca de 98% dos produtores vão já ao mercado, restando apenas na tarifa alguns parques experimentais, segundo dados da Asociación Empresarial Eólica (AEE), representativa do sector. Também na Irlanda este é um esquema muito habitual. A Aircitrity é disso prova, tendo todos os seus parques eólicos ali a funcionar em regime de mercado livre. "Temos muita experiência neste negócio e, além disso, estamos conscientes de que de outra forma não iríamos conseguir entrar neste negócio em Portugal, uma vez que as licenças de produção e exploração de parques eólicos em regime especial estão já todas atribuídas", explica em entrevista ao Jornal de Negócios, o "country-manager" da Aircitricy, Luís Lopo Antunes. Jornal de Negocios NewTomorrow March 1st, 2008, 11:35 PM Óbidos quer ser a primeira eco-vila portuguesa Transformar Óbidos na primeira eco-vila portuguesa é o objectivo do programa «OB2 - Óbidos Sustentável». A iniciativa nasceu de uma parceria entre a empresa municipal Requalifica e a Ecochoice, empresa de consultoria em construção sustentável ligada ao grupo Lena. A implantação de práticas de planeamento e construção mais sustentáveis e o cumprimento do programa «Óbidos Carbono Social» são algumas das medidas previstas para trazer inovação ao sector imobiliário e construção local e prestar serviços ao nível das práticas construtivas mais ecológicas, refere a autarquia em comunicado. O «OB2 - Óbidos Sustentável» será apresentado no dia 27 de Fevereiro, na conferência «A Sustentabilidade nos Municípios», que decorrerá no Museu Municipal de Óbidos Portal Ambiente NewTomorrow March 1st, 2008, 11:36 PM Esgoto vai aquecer piscina do Fluvial Será que lembra a alguém utilizar a água dos esgotos para aquecer as nossas casas ou indústrias? Claro que lembra.Nas "Jornadas Quercus de Arquitectura Sustentável", Tiago Macedo Franco, engenheiro de uma empresa ligada ao planeamento e gestão de recursos hídricos, apresentou um projecto de uso do esgoto para climatização e refrigeração de edifícios. O sistema, com patente suíça desde há 25 anos, pretende reutilizar a energia disponível nas águas residuais. Já em utilização em alguns países europeus - na Suíça, por exemplo, abastece mais de 300 mil habitações -, o sistema aplica-se, basicamente, onde é necessário aquecer as águas imóveis, piscinas públicas, estabelecimentos de saúde, residências para idosos e indústrias agro-alimentares, entre outros. Nas tubagens de águas residuais são colocados permutadores, por onde os esgotos passam a caminho de bombas de calor. A temperatura máxima que a rede de aquecimento pode atingir no Inverno é de 70 graus Celsius. Tiago Franco classificou o sistema de "robusto, fiável, fácil de instalar, económico e ecológico". E assegurou que o investimento inicial - que pode ir dos 200 mil euros aos dois milhões - tem um retorno assegurado em pouco tempo. Aquele responsável referiu que um primeiro projecto piloto em Portugal deverá ser concretizado no Porto pela companhia municipal de águas da cidade, em colaboração com a Agência de Energia do Porto. "O estudo está em fase de conclusão e insere-se no empenho da autarquia em reduzir os consumos energéticos", referiu. Segundo Tiago Franco, o projecto nascerá na Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Sobreiras, junto à zona da Foz, e terá um potencial de calor da ordem dos 1500 quilowats. "Para se ter uma ideia, com essa capacidade é possível aquecer cerca de 300 apartamentos", explicou. Tiago Franco referiu que o sistema de recuperação de calor nas redes de drenagem servirá para aquecimento da piscina do Fluvial e da pousada de juventude existente naquela zona da cidade. Jornal de Notícias NewTomorrow March 1st, 2008, 11:42 PM Portugueses estudam eólicas no país de Chavez -------------------------------------------------------------------------------- Portugueses estudam eólicas no país de Chavez A Galp, a EDP e a Martifer, três das 15 empresas que integram a comitiva empresarial que acompanha o secretário de Estado do Comércio, Fernando Serrasqueiro, numa visita de quatro dias à Venezuela, têm como objectivo estudar oportunidades de negócios no domínio das energias renováveis, nomeadamente da eólica, disse ao DN o governante. "O Governo venezuelano tem um programa para o desenvolvimento da produção de energia eólica e prepara-se para lançar, em breve, alguns concursos para a construção de parques electroprodutores. As empresas portuguesas podem vir a explorar algumas destas oportunidades, incluindo a Galp, que além de ser uma compradora de petróleo poderá também ser fornecedora de energia daquele País", explicou Serrasqueiro. A petrolífera já deu, aliás, alguns passos no sentido de se tornar uma parceira da Venezuela para o sector energético. Em Outubro passado assinou um memorando de entendimento com a Petróleos da Venenzuela, que lhe abre perspectivas para entrar na exploração de petróleo no país de Hugo Chavez, assim como participar num projecto de liquefação de gás. Da comitiva empresarial portuguesa fazem ainda parte empresas dos sectores da construção e reparação naval, a Lisnave, de construção civil e obras públicas, entre as quais se destaca a Lena Construções e a Ramos Catarino, da banca, a Caixa Geral de Depósitos, de eletromecânica , a Efacec, de metalomecânica, a A. Silva Matos, e ainda várias do sector agro-alimentar. A visita que se iniciou ontem à Venezuela é segunda que Fernando Serrasqueiro faz este ano aquele país. Depois da primeira, realizada no final de Janeiro, e na qual participaram também 15 empresas portuguesas, deslocou-se a Lisboa uma delegação de membros do governo venezuelano para visitarem, outras tantas empresas nacionais que poderiam ser suas potenciais fornecedoras de produtos e serviços, entre as quais os Estaleiros de Viana do Castelo. Após a vinda desta delegação, o ministro dos Petróleos da Venezuela, Rafael Ramirez, e o ministro da Economia português, Manuel Pinho assinaram, também em Lisboa, o memorando de entendimento que estabelece as linhas gerais de um futuro acordo comercial complementar entre Portugal e a Venezeula, que tem como objectivo reduzir o défice de 200 milhões de euros da balança comercial entre os dois países, desfavorável para o lado português. Com excepção da Galp, nenhum das empresas que faz parte da actual comitiva esteve na anterior. O objectivo, diz o secretário de Estado, é dar a conhecer outras empresas e os produtos e serviços que podem prestar, e, por outro lado, perceber em quais a Venezuela poderá estar interessado. Tudo para que, no decurso da visita do Primeiro Ministro português aquele país, prevista para Abril, possam ser assinados contratos de investimento e de compra de produtos portugueses, que serão pagos com uma percentagem do petróleo venezuelano que consumimos. "Uma percentagem que o Governo português gostaria que fosse, no mínimo de 50%", diz Serrasqueiro.| ANA TOMÁS RIBEIRO PEDRO SARAIVA-ARQUIVO DN NewTomorrow March 1st, 2008, 11:43 PM No período de um ano Portugueses desperdiçam energia que daria para iluminar 714 mil lares O sector residencial em Portugal desperdiça cerca de 10% da energia que consome. Este valor corresponde a 1.857 GWh, que seriam suficientes para, por exemplo, iluminar 714 mil lares portugueses. O sector residencial em Portugal desperdiça cerca de 10% da energia que consome. Este valor corresponde a 1.857 GWh, que seriam suficientes para, por exemplo, iluminar 714 mil lares portugueses. O primeiro índice nacional que mede a eficiência energética no sector doméstico, desenvolvido pela UnionFenosa e hoje divulgado, indica que Portugal atinge um valor de 6 pontos num máximo de 10. "Com a adopção de melhores hábitos seria evitada a emissão de 700 mil toneladas de CO2, tanto como podem absorver 7 milhões de árvores", acredita a UF. Isto seria equivalente a poupar 178 milhões de euros. Os portugueses já têm como pontos fortes alguns hábitos como não colocar comida quente no frigorifico ou desligar o aquecimento quando não há ninguém em casa, usando ainda, de forma eficiente, as máquinas de lavar roupa e loiça. Pelo contrário, a iluminação de baixo consumo tem ainda uma utilização reduzida, havendo também dificuldade na interpretação e controlo da factura energética. "Os lares com maior capacidade socioeconómica apresentam melhores resultados no estudo, sobretudo devido à aquisição de equipamentos mais eficientes", revelou esta manhã o administrador com o pelouro comercial Carlos Lopez Navaza. Os portugueses com menos de 35 anos e sem filhos são quem faz uma gestão mais eficiente da energia. Em contrapartida, as donas de casa com mais de 50 anos são as que mais desperdiçam. Para a elaboração do índice, apoiado pela ERSE, no âmbito do PPCE – Plano de Promoção de Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica, foram realizadas 1.800 entrevistas telefónicas, nos 18 distritos de Portugal continental, dizendo a UF que há um grau de confiança de 95%. A ERSE, segundo Isabel Apolinário, responsável do regulador por este projecto, considera que a Fenosa tem "tido um papel exemplar na eficiência energética tanto em Portugal como em Espanha". Tânia Ferreira Jornal de Negócios NewTomorrow March 1st, 2008, 11:44 PM Martifer inaugurou maior seguidor solar http://www.asbeiras.pt/uploads/noticias/56347.gif A Martifer, SA implantou na zona industrial de Oliveira de Frades, onde tem as suas instalações, o primeiro protótipo de seguidor solar destinado ao aproveitamento de espaços para a produção de energia a partir de fontes renováveis. Desenvolvido pela Martifer Energy Systems e com uma área disponível para instalação de painéis fotovoltaicos de 234 m_, o protótipo de seguidor solar implantado, ontem, pela empresa no parque industrial de Oliveira de Frades é um dos maiores no mercado internacional e o maior do mercado português. O seguidor solar pretende aproveitar ao máximo, o ângulo de incidência dos raios solares, que, devido ao constante movimento da Terra, vai variando ao longo do dia, fazendo com que as instalações fotovoltaicas fixas apenas consigam converter em energia eléctrica uma pequena parte da radiação proveniente do Sol. Para reduzir essas perdas, este seguidor solar é capaz de orientar um conjunto de painéis fotovoltaicos em direcção ao Sol, traduzindo–se em ganhos de produção energética na casa dos de 30% a 40%. Segundo a empresa, uma das características que distingue este produto “é a adaptação a qualquer tipo de painel fotovoltaico existente no mercado”. O controlo é feito por automação, que, através de um programa de astronomia, determina a posição de máximo rendimento, a cada instante. Está projectado para suportar ventos até 140 Km/h. Com a produção deste seguidor solar, a Martifer pretende “não só responder em tempo útil às necessidades dos actuais mercados, mas também intervir ao nível do aproveitamento de espaços para a produção de energia a partir de fontes renováveis, e contribuir para a preservação dos bens ambientais e para o desenvolvimento sustentável”. A Martifer, SGPS é líder ibérico do sector das estruturas metálicas, desenvolvendo também actividades nas áreas de equipamentos para a produção de energia, como torres para parques eólicos e outros componentes e fábricas de biodisel. Tem negócios em Portugal, Espanha, Polónia, Roménia, República Checa, Alemanha, Brasil, Angola e Estados Unidos. António Figueiredo As Beiras Online NewTomorrow March 1st, 2008, 11:45 PM Apoiados pelo Governo CDS-PP quer criar Planos Energéticos Municipais O CDS-PP quer que o Governo apoie as autarquias na elaboração de Planos Energéticos que promovam a utilização racional de energia e as energias renováveis. O projecto de resolução dos democratas-cristãos prevê que o Executivo e as autarquias estabeleçam contratos-programas para a elaboração de Planos Energéticos Municipais no prazo de dois anos, através das agências municipais de energia e ambiente. Primeiro, segundo a proposta do CDS-PP, deverá realizar-se a caracterização de cada concelho em termos de território, clima, demografia e parque edificado, para depois se efectuar a caracterização energética e definição de oportunidades de economia e energia. Estes planos deverão ainda avaliar o potencial de energias renováveis disponíveis, a evolução da procura e oferta de energia, e propor acções que visem o aumento da eficiência, a diminuição da intensidade energética dos concelhos e, consequentemente, a redução de emissões de gases com efeito de estufa. NewTomorrow March 1st, 2008, 11:50 PM -------------------------------------------------------------------------------- Reciclagem aumenta no município de Abrantes e retira 309 toneladas dos aterros A recolha selectiva de embalagens, metais aumentou mais de setenta por cento em Abrantes durante o ano de 2007. Segundo os indicadores da VALNOR, em 2007, Abrantes registou um aumento significativo no que diz respeito à recolha selectiva dos resíduos aproveitáveis para reciclagem. Além das embalagens, o papel/cartão também registou uma subida na ordem dos 23 por cento. Segue-se o vidro que registou um aumento de 18 por cento. Em relação aos resíduos sólidos urbanos (RSU’s) verificou-se que, em 2007, o concelho depositou em aterro menos 309 toneladas, significando que estes resíduos a menos correspondem ao aumento verificado na recolha selectiva. No total este esforço representa uma diminuição de cerca de dois por cento, já que os aterros receberam em 2007 mais de 15 mil toneladas. Graças aos sistemas de gestão criados, estes materiais, que são consumidos e rejeitados, deixaram de ser encarados como lixo sem qualquer aproveitamento possível, passando a ser considerados como fonte de matéria-prima e energia. “Estas estatísticas revelam que os abrantinos estão cada vez mais sensibilizados para as causas ambientais e empenhados em participar na recolha selectiva”, diz a câmara no site oficial. Um processo que começa em casa de cada um, com a separação dos resíduos de acordo com a sua composição e com a posterior deposição num dos 234 ecopontos que se encontram espalhados pelo concelho. O mirante -Diário Online NewTomorrow March 1st, 2008, 11:58 PM vejam este video sobre : como é feita a geração de Energia Elétrica pelas Ondas do Mar iTplImvTF9c Um video sobre a energia Fotovoltaica 7T6EONdTWFE Eolicas 1GDQMT8FoJc NaWhJGNyMpA pedrodepinto March 2nd, 2008, 02:46 AM http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/imagens/010115070913-semaforo-plano.jpg Pesquisadores da USP de São Carlos (SP), criaram um novo modelo de semáforo plano, baseado em diodos emissores de luz , mais leve e que não requer postes especiais para instalação. Semáforo de LEDs Bem pensado :okay:! Barragon March 2nd, 2008, 04:13 PM Boas notícias NT :okay: Viriatox March 3rd, 2008, 05:34 AM Em parceria com a Suzlon Martifer quer criar "cluster" industrial eólico "offshore" em Portugal O grupo Martifer pretende, em parceria com a indiana Suzlon, instalar em Portugal um "cluster" industrial para a produção de equipamentos para parques eólicos "offshore", adiantou Carlos Martins, presidente da Martifer, ao Jornal de Negócios Online. "Este cluster poderá vir a ser o maior exportador português", garantiu. "Estamos a tentar materializar em Portugal uma plataforma industrial para a indústria eólica ‘offshore’. Em parceria com a Suzlon e a REpower, queremos que Portugal seja a plataforma deste ‘cluster’ para a Europa e a América", frisou Carlos Martins, ontem à noite, depois de uma concorrida conferência dada na Escola de Gestão do Porto (EGP). O presidente da Martifer não quis adiantar pormenores sobre este projecto, lembrando que são apenas candidatos e que o Governo português estará ainda a estudar o modelo de lançamento de um concurso para o efeito. Durante a conferência na EGP, Carlos Martins garantiu que um tal "cluster" poderá gerar exportações superiores à da AutoEuropa. No sector eólico, a Martifer está a desenvolver uma série de investimentos industriais em Portugal, no quadro do consórcio Ventinveste, onde detém uma participação de 33%, após ter vencido um concurso de 400 MW de potência eólica. A nível internacional, está a investir neste sector no Leste europeu, nos Estados Unidos e na Austrália. Recorde-se que a indiana Suzlon, uma das maiores construtoras de turbinas eólicas do mundo, contou com o apoio da Martifer na conquista do controlo da alemã REpower, uma das maiores produtoras mundiais de aerogeradores. Até Junho do próximo ano, o grupo português deverá vender, por cerca de 270 milhões de euros, os seus 25% no capital da REpower à Suzlon, multinacional indiana com a qual a Martifer está a desenhar uma parceria diversificada, quer em termos sectoriais quer a nível geográfico. Arpels March 3rd, 2008, 12:52 PM boa ideia esse semaforo :yes: NewTomorrow March 3rd, 2008, 01:43 PM Esta noticia não é de energias renovaveis mais de reciclagem Eu acho que deveria-se criar um Tread para " ideias verdes" ou mudar o nome deste tread aqui vai: Um dos piores resíduos domésticos cria graves problemas ambientais Governo estuda viabilidade da reciclagem de fraldas http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/11_90964.jpg O Governo tem em estudo a eventual criação de um sistema de reciclagem nacional de fraldas descartáveis. Em causa está o facto de todos os dias toneladas destes resíduos (considerados um dos piores resíduos domésticos) serem depositadas em aterros, onde podem resistir 500 anos. A colocação de fraldas em aterro é, assim, um problema ambiental que vários países têm evitado, precisamente, através da aposta na reciclagem. O Governo está a estudar a viabilidade financeira de um sistema de reciclagem nacional de fraldas descartáveis, já que toneladas destes resíduos são todos os dias depositadas em aterros, onde podem resistir 500 anos, ou queimadas em incineradoras. Com excepção dos distritos de Lisboa e Porto, onde as incineradoras da Valorsul e Lipor queimam o lixo doméstico, e de pequenos sistemas de tratamento do lixo como o do concelho de Oeiras, no resto do País o destino das fraldas são os aterros, onde podem demorar 500 anos a deteriorar-se. Dados da Valorsul, a que a agência Lusa teve acesso, indicam que os têxteis sanitários (fraldas, pensos higiénicos) representam cerca de cinco por cento da totalidade dos resíduos sólidos urbanos recebidos pelos carros de lixo de recolha indiferenciada. "Dentro desses cinco por cento, podemos afirmar que a maior parte são fraldas", afirmou fonte da Valorsul, que trata o lixo dos concelhos da Amadora, Lisboa, Loures, Odivelas e Vila Franca de Xira. Os últimos estudos internacionais sobre as fraldas, consideradas um dos piores resíduos domésticos, indicam que cada bebé usa cerca de cinco mil fraldas nos primeiros dois ou três anos, o que corresponde a cerca de uma tonelada de resíduos. A sua colocação em aterro é um problema ambiental que vários países têm evitado, recorrendo à instalação de centros de reciclagem que, á semelhança da Sociedade Ponto Verde que recolhe as embalagens, recolhe as fraldas e recicla o plástico e pasta de papel que as compõem. "A possibilidade de instalar unidades de reciclagem de fraldas está a ser alvo de um estudo de viabilidade económica e financeira que deverá estar concluída no final deste semestre", afirmou à Lusa fonte do Ministério do Ambiente. Há já uma empresa interessada no negócio, que desde há dois anos aguarda regulamentação e autorização parta instalar três unidades de reciclagem, um negócio que promoveu recentemente em Espanha. Por definir está a forma como poderão ser recolhidas as fraldas, se colocando ecopontos em locais específicos (como creches ou maternidades) ou fazendo a recolha porta-a-porta. Aura Carvalho, da Tecnoexpor, empresa que está a tentar trazer a tecnologia para Portugal, explica que as fraldas descartáveis têm um baixo valor calórico para incineração e que a sua tecnologia pode retirar por completo as fraldas descartáveis dos aterros. A tecnologia, desenvolvida pela empresa Knowaste, mas divulgada pela Tecnoexpor, desinfecta e separa todos os componentes das fraldas - a pasta de papel, o plástico - e transforma-os em produtos reciclados, como telhas, solas de sapatos ou papel de parede. Jornal da Madeira Viriatox March 5th, 2008, 03:20 AM 2008-02-27 Fábrica de painéis solares em Oliveira do Bairro Nasceu em Oliveira do Bairro a primeira fábrica em Portugal que produz painéis fotovoltaicos de ultima geração. A Solar Plus representa para já um investimento de 18 milhões de euros na região da Bairrada e a criação de 170 postos de trabalho. VIDEO (http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=329223&tema=29) Arpels March 5th, 2008, 01:29 PM é bem :yes: julgava que ainda estaria em construção. kraque69 March 6th, 2008, 04:26 AM boa ideia esse semaforo :yes: Em Portugal já existem semáforos de LED'S. São um espectáculo, mesmo com o sol, vêem-se perfeitamente, se fundirem leds continuam a funcionar e ainda gastam menos luz... :ok: Mas é bom que desenvolvam cada vez mais este tipo de tecnologias! NewTomorrow March 6th, 2008, 02:43 PM -------------------------------------------------------------------------------- Portugal notificado por não transpor directiva que define requisitos de concepção ecológica A Comissão Europeia enviou, na semana passada, pareceres fundamentados a Portugal, Finlândia, Grécia e Luxemburgo, por não terem comunicado a transposição da Directiva Concepção Ecológica, que visa reduzir o impacto ambiental dos produtos que consomem energia e é um dos pilares da estratégia da União Europeia para a eficiência energética. Apesar das cartas de notificação que lhes foram enviadas em Setembro do ano passado, estes quatro países não comunicaram ainda a transposição integral da directiva a Bruxelas, pelo que esta se viu obrigada a dar início à segunda fase do processo por infracção. O diploma, que deveria ter sido transposto até Agosto de 2007, cria um quadro para definir os requisitos de concepção ecológica dos produtos que consomem energia. «Calcula-se que um conjunto integrado de tais requisitos permitirá aos consumidores europeus poupar milhares de milhões de euros por ano em facturas de energia e poderá contribuir significativamente para os objectivos da UE em matéria de alterações climáticas e utilização sustentável da energia», frisa a Comissão Europeia. Recorde-se que Bruxelas está a preparar requisitos de concepção ecológica para os produtos com mais elevado potencial de redução de energia, como caldeiras e equipamento digital e de iluminação. Tendo em conta que os requisitos para os primeiros grupos de produtos começarão a entrar em vigor no próximo ano, é «essencial que as necessárias disposições normativas sejam transpostas a tempo para o direito nacional», acrescenta. Portal Ambiente NewTomorrow March 6th, 2008, 02:44 PM Ventinveste quer incentivos adicionais para o projecto eólico A possibilidade que está a ser analisada por Manuel Pinho em relação à atribuição de mais incentivos não é consensual O consórcio Ventinveste, liderado pela Galp, que ganhou a fase B do concurso eólico, candidatou-se a ajudas financeiras para parte do seu projecto, segundo apurou o PÚBLICO. A serem concedidos os apoios, trata-se de uma subsidiação dupla que contrariará as regras do concurso público internacional que decorreu no ano passado. O assunto não é assumido oficialmente e não é pacífico junto da administração pública. O concurso, tal como para a fase A, previa apenas a valorização do investimento proposto pelos candidatos tendo como incentivo a tarifa de que beneficia a energia eólica e os pontos de ligação à rede eléctrica. Foi, desde o início, "entendido de forma clara", na expressão de um dos elementos, que não havia lugar para mais incentivos - pelo que o assunto nunca chegou a ser abordado anteriormente. Os subsídios ora pedidos respeitam à parte industrial e à construção das linhas eléctricas que ligarão os parques à rede de alta tensão da REN, mas é nesta última possibilidade que o grupo aposta. O mesmo já não aconteceu com a fase B: a Ventinveste juntou à candidatura a projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN), que entregou junto da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), o pedido de incentivos adicionais ao investimento, dois dossiers para os quais espera agora resposta. Se o "tratamento" PIN é considerado necessário para este tipo de projectos com forte impacto industrial e com uma longa caminhada burocrática pela frente, já a candidatura a incentivos adicionais reflecte uma abertura, pelo menos, tácita do Ministério da Economia a discutir a questão. Dos vários contactos realizados pelo PÚBLICO, constatou-se que essa abertura não é aceite de forma consensual. Outra questão ainda por esclarecer também é a de constituição do Fundo de Inovação, no valor de 35 milhões de euros, a ser gerido pelo Estado. O depósito desta verba, segundo as regras do concurso, é concomitante com a assinatura do contrato com o Estado, mas, no caso da Ventinveste, poderá vir a beneficiar de um prazo de nove anos. Para a fase A, o montante requerido era igual e nas mesmas condições, tendo sido realizado de imediato pelo consórcio vencedor, a Eólicas de Portugal, liderado pela EDP e Enercon. As condições do concurso foram iguais para as duas fases. O PÚBLICO tentou contactar o ministro da Economia, Manuel Pinho, a Galpenergia e a Martifer, mas não foi possível até ao fecho desta edição. Embora o projecto tenha sido aprovado pelo Estado há quase meio ano e seja o mesmo Estado a conceder os pontos de ligação dos parques eólicos à rede eléctrica, o processo de licenciamentos promete, ainda assim, ser difícil. A Ventinveste quer instalar oito parques eólicos em Montalegre, Moimenta da Beira, Arganil, Cantanhede, Góis, Porto de Mós (dois) e Cadaval, mas muitos dos locais previstos pelo próprio Estado interferem com os planos directores municipais (PDM) respectivos e com a localização em zonas da Rede Ecológica Nacional (REN) e da Rede Agrícola Nacional (RAN). A Galpenergia, com 34 por cento do consórcio, em parceria com a Martifer (31 por cento), a Enersis (30 por cento), a Repower (três por cento), que acabou entretanto por ser comprada pela Suzlon em asso- ciação com a Martifer, e a Efacec (dois por cento) ganharam no ano passado a fase B do concurso de atribuição de potência eólica, no total de 400 MW. A proposta previa o investimento de 636 milhões de euros, num cluster industrial de 15 unidades, na instalação de oito parques eólicos em cinco distritos e no fundo de inovação. Promete criar mais de 1300 postos de trabalho. O consórcio deverá começar a produzir a tempo de o primeiro parque eólico entrar em funcionamento em 2009. Em 18 de Setembro passado, o Estado assinou o contrato com a Ventinveste, em Aveiro, um ano depois de ter feito o mesmo com a Eólicas de Portugal, à qual foi atribuída uma capacidade de 1200 MW eólicos. Com um valor económico alegadamente menos interessante que o da fase anterior, por ter uma escala menor, há quem diga também que os locais disponíveis para instalação de parques eólicos são second best, com os melhores a terem sido adjudicados à Eólicas de Portugal. A Ventinveste é uma holding com subholdings para a parte eólica e industrial, com esta última a deter a Reblades, a sociedade para a fábrica de pás em Aveiro, e a Ventipower, que fica com a montagem final, em Oliveira de Frades. Publico NewTomorrow March 6th, 2008, 02:45 PM Energia para mudar "Se o governo de uma cidade não consegue demonstrar liderança com o uso de energias renováveis e soluções para usar a energia de uma forma eficiente, é difícil que tenha credibilidade perante os cidadãos, como protector do meio ambiente." Isto disse o presidente executivo de uma grande empresa energética norte-americana, citado pelo "Wall Street Journal". De facto, é nas cidades que são esperadas as mudanças mais significativas em termos de energia, com implicações em muitos aspectos da vida urbana. Sob o pano de fundo da alta do preço do petróleo, que já ultrapassou, parece que para ficar, a barreira dos 100 dólares/barril, e das alterações climáticas, ameaça global já em curso e principal "legado" da utilização intensiva de energia de origem fóssil (mesmo por cá), alguma coisa mexe. Está em discussão o Plano Nacional para a Eficiência Energética (que deve ser a primeira das preocupações) e entrou em vigor o regulamento que obriga à certificação energética dos edifícios (para já, apenas os novos) e à instalação de painéis solares para aquecimento. Parece é que os esforços não são ainda suficientes. Mudar de vida implica mesmo liderança e implica tornar prioritário, politicamente, o combate às causas das alterações climáticas. Emitir menos dióxido de carbono e outros gases de efeito de estufa para a atmosfera pode não ser tarefa fácil, sobretudo se não se alterar profundamente as rotinas, o modo de organização do território e da vida quotidiana, a forma como vemos o uso da energia. Convém dar uso às energias renováveis, preferindo sempre o paradigma descentralizador que a microgeração permite, também por efeito da evolução tecnológica acelerada nesta matéria. Ao mesmo tempo, importa encarar de outra forma as políticas de transportes, o consumo, o planeamento do espaço urbano. Boas ideias vão surgindo a cidade do Porto, contando com a sua Agência de Energia, definiu metas temporais e objectivos na redução das emissões poluentes e na alteração do modelo energético urbano. A instalação de milhares de metros quadrados de painéis solares em bairros sociais é outra medida a aplaudir, devendo ser alargada ainda. A introdução do factor "eficiência energética" nos critérios de atribuição de créditos para construção e na reabilitação da Baixa é também extremamente positiva. Em Vila Nova de Gaia, a Autarquia encetou um esforço de racionalização e poupança na iluminação pública, esse factor permanente de desperdício. Oliveira de Azeméis adjudicou a construção de um pavilhão gimnodesportivo municipal com recurso à energia solar e à biomassa, outro exemplo a seguir. Algumas empresas privadas anunciaram investimentos vultosos em energia solar e em auditorias ao seu próprio consumo energético, o que é de saudar. Muito mais poderia referir. Falta agora um impulso coordenado, que dê escala e dimensão, juntando vontades, que, isoladas, dificilmente estarão à altura dos desafios. A Área Metropolitana do Porto deveria eleger como programa político a causa das alterações climáticas e a mudança no plano energético, com medidas comuns nestas matérias, também no ordenamento correcto do território e na protecção das zonas verdes, estrutura de mobilidade e construção sustentável, entre outros. Como o estão a fazer Londres, Paris e tantas outras metrópoles europeias. Para tal, as fronteiras dos concelhos são demasiado estreitas. Com visão de futuro, na dimensão metropolitana é possível pensar realmente o tal desenvolvimento sustentável, tão falado e abusado mas ainda pouco ou nada traduzido em políticas efectivas e participadas. Bernardino Guimarães , Ambientalista Agencia Lusa NewTomorrow March 6th, 2008, 02:46 PM INA e APA lançam quarto curso de políticas do ambiente O Instituto Nacional de Administração (INA), em parceria com a Agência Portuguesa do Ambiente, lançou a quarta edição do Diploma de Especialização em Políticas de Ambiente (DEPA). Este curso destina-se especialmente a gestores e quadros superiores da administração pública central, regional e local, gestores e quadros superiores das empresas, e ainda consultores na área do ambiente. O DEPA tem como objectivo criar competências no domínio da aplicação e desenvolvimento das políticas de ambiente e na integração das questões ambientais nas políticas públicas e nos projectos de desenvolvimento. Os tópicos programáticos incluem instrumentos e avaliação das políticas de ambiente; responsabilidade ambiental; relações do ambiente com as políticas de desenvolvimento sustentável; ordenamento do território e urbanismo; transportes, saúde, agricultura, pescas, indústria, comércio e serviços; participação pública; e acesso à justiça em matéria de ambiente. Esta iniciativa decorrerá de 28 de Março a 12 de de Setembro nas instalações do INA, em Algés. Portal Ambiente NewTomorrow March 6th, 2008, 02:46 PM Edifício do Parque em Matosinhos com certificação Domus Natura O Edifício do Parque, que está neste momento em construção em Matosinhos, pela mão da promotora RAR Imobiliária, será o primeiro empreendimento em Portugal objecto de certificação em termos de sustentabilidade Domus Natura, uma metodologia desenvolvida pelo grupo SGS. A certificação só será atribuída no final da construção do edifício, contudo, desde a fase de projecto que o edifício está a ser acompanhado. A certificação Domus Natura reflectir-se-á na redução dos impactos ambientais do empreendimento, designadamente na redução dos consumos de água e energia eléctrica, na redução das emissões de dióxido de carbono e, ainda, na preservação da natureza e do meio ambiente. O Edifício do Parque terá painéis solares e irá aproveitar as águas pluviais para a rega dos espaços verdes. Foi também sugerido pela SGS que 15 por cento dos apartamentos estivessem preparados para pessoas com mobilidade reduzida. Portal Ambiente __________________ NewTomorrow March 6th, 2008, 02:47 PM Na província fronteira a Macau China constrói parque eólico marítimo para reduzir escassez energética A China vai construir o maior parque eólico marítimo do país na província de Guangdong, no sul da China, fronteira a Macau, para reduzir a escassez energética na região, informa hoje a imprensa estatal chinesa. O parque, que vai ocupar uma área de 240 quilómetros quadrados de superfície marítima, inclui geradores com uma capacidade de produção de 1,25 milhões de quilowatts, uma central energética com capacidade de oito milhões de quilowatts e ainda um porto, segundo a agência noticiosa oficial chinesa Nova China. O município de Lufeng, a cidade costeira mais próxima do local do parque eólico, e a empresa Guangdong Baolihua New Energy Stock vão financiar o projecto, segundo a agência. A província de Guangdong, fonte da maior parte das exportações chinesas, sofre há anos de uma falta crónica de energia. A escassez de 2008 ameaça ser a mais grave dos últimos 30 anos, devido ao aumento da procura e às quebras no sistema de abastecimento causadas pelos nevões do último Inverno, o pior do último meio século. Segundo a Nova China, os responsáveis do governo local esperam que o parque eólico "alivie a pressão e optimize a estrutura energética" da província. Segundo números citados pela agência Xinhua, os parques eólicos na China, até ao final de 2007, tinham uma capacidade instalada de 6.05 milhões de quilowatts, representando um aumento de 2.67 milhões de quilowatts em relação ao ano transacto. Estão assim cumpridas as metas para a energia eólica previstas para 2010. Actualmente, a China é o quinto país com maior capacidade eólica instalada, ainda longe da Alemanha (com uma capacidade de 20.6 milhões de quilowatts). PÚBLICO __________________ NewTomorrow March 6th, 2008, 02:48 PM UE não consegue inverter tendência de aumento das emissões do sector dos transportes Um novo relatório publicado pela Agência Europeia do Ambiente (AEA) indica que o sector dos transportes tem de aplicar medidas rigorosas para ajudar a Europa a cumprir os seus objectivos em matéria de redução das emissões de gases com efeito de estufa. Este estudo, efectuado a nível da União Europeia (UE), revela que os compromissos voluntários para melhoria da eficiência dos veículos, assumidos pelos construtores automóveis, não permitiram obter ganhos suficientes. Por outro lado, as taxas de ocupação dos veículos privados têm vindo a descer gradualmente. Uma situação preocupante quando cerca de 12 por cento das emissões totais de dióxido de carbono da UE são produzidas pela queima de combustível nos veículos de passageiros, indica o relatório «Climate for a transport change». O transporte feito por automóvel cresceu 18 por cento entre 1995 e 2004, tendo sido responsável pelo transporte de 74 por cento de todos os passageiros. Já o crescimento do transporte ferroviário foi mais moderado, atingindo os 9 por cento. O transporte de mercadorias está a crescer a um ritmo mais rápido do que a economia. Entre 1995 e 2005 cresceu cerca de 30 por cento. O documento, apresentado ontem em Bruxelas, exorta os decisores políticos a dar resposta à procura de transportes de forma «séria e objectiva». «Se os transportes, em particular os rodoviários, tivessem acompanhado as tendências observadas noutros sectores económicos, há vários anos que podíamos estar na liderança no plano internacional, graças ao cumprimento dos nossos objectivos em matéria de emissões de gases com efeito de estufa no âmbito do Protocolo de Quioto», destaca Jacqueline McGlade, directora executiva da Agência Europeia do Ambiente Portal Ambiente __________________ NewTomorrow March 6th, 2008, 02:48 PM Bragança é o distrito que mais energia renovável produz O distrito de Bragança, com 1000 MW, é aquele que regista maior produção de energia eléctrica a partir de fontes de energia renováveis (FER), segundo as estatísticas rápidas da Direcção-Geral de Energia e Geologia, relativas ao mês de Dezembro de 2007. Na lista dos distritos com maior produção seguem-se Viana do Castelo (830 MW), Viseu (766 MW), Coimbra (731 MW), Vila Real (628 MW) e Braga (614 MW). Excluindo a grande hídrica, Viseu, Coimbra, Castelo Branco, Lisboa, Vila Real, Braga, Santarém e Guarda são os principais distritos em termos de potência instalada, correspondendo a potência destes oito distritos a 74 por cento do total. No final de Dezembro, Portugal tinha 7 409 MW de capacidade instalada para produção de energia eléctrica a partir de FER. O acréscimo de potência instalada, relativamente a Novembro, deveu-se à entrada em funcionamento de uma nova central eólica. A potência eólica instalada no final de Dezembro situava-se em 2 108 MW, distribuída por 152 parques, com um total de 1 132 aerogeradores ao longo de todo o território. A incorporação de FER no consumo bruto de energia eléctrica foi de 36 por cento em 2006. Portugal foi, em 2005, o sexto país da União Europeia (UE15) com maior incorporação de energias renováveis. A descida de um lugar, relativamente a 2004, deve-se ao forte decréscimo da produção hídrica em 2005. Portal Ambiente NewTomorrow March 6th, 2008, 02:49 PM Três cidades portuguesas recebem projectos vencedores do Europan Loures, Odivelas e Santo Tirso vão receber projectos de equipas nacionais, premiadas na 9ª edição do concurso Europan, que abrangeu 73 cidades europeias e reuniu cerca de 2000 equipas projectistas. O mote proposto foi «Urbanidade Europeia - Cidade sustentável e novos espaços públicos», e nas três cidades portuguesas seleccionadas saíram vencedores os projectos coordenados por Tiago Cardoso Tomás (Loures), Sílvia Benedito (Odivelas) e Gilberto Pereira (Santo Tirso). Em Loures, na zona do Prior Velho, quinze hectares de estudo e oito de projecto eram as áreas definidas pelo programa. O Projecto «Unir os Tempos», de acordo com o jornal Arquitecturas, propôs um sistema de circulação pedonal, com percursos entre as áreas habitacionais, os módulos de serviços e comércio, o novo hotel e o futuro parque urbano. O objectivo foi «a obtenção de um conjunto urbano equilibrado, qualificado e plenamente integrado na sua envolvente urbana». Considerada uma «área urbana crítica», o Sítio do Barruncho, em Odivelas, contava com uma área de estudo de 33 hectares e sete de projecto. A proposta «Odi-Vilas» tomou como bases conceptuais as ideias de ligação civismo e ecologia, com a criação de parcelas destinadas a jardins domésticos, parques com linhas de água e uma praça central. No Vale da Ribeira do Matadouro, em Santo Tirso, pretendia-se a valorização das «potencialidades paisagísticas e patrimoniais» da região. No projecto «Slow | Fast Landscape» a eficiência energética foi uma preocupação, recorrendo o projecto a ventilação natural passiva, protecção solar, energias renováveis e coberturas ajardinadas nos edifícios. NewTomorrow March 6th, 2008, 02:50 PM Portugal organiza a I Conferência Internacional Energia Solar Portugal vai organizar em Outubro, em Lisboa, a primeira Conferência Internacional de Energia Solar (Eurosun) depois de uma disputa renhida com vários países, nomeadamente, com a Áustria, afirmou o presidente da Sociedade Portuguesa de Energia Solar, Nuno Ribeiro da Silva. Nuno Ribeiro da Silva, que participou hoje na Conferência Internacional de Energia Renovável de Washington (WIREC 2008), a convite do Departamento de Energia norte-americano, aproveitou a ocasião para apresentar a Conferência Eurosun que se vai realizar em Lisboa entre 7 e 10 de Outubro, na FIL. O congresso vai destacar os aspectos científicos da energia solar, dando prioridade aos avanços de conhecimento e tecnológicos na área, estando por isso a ser convidados cientistas, técnicos, arquitectos e engenheiros de todo o mundo. O objectivo é tornar a energia solar responsável por pelo menos 50 por cento da energia consumida nos edifícios novos e restaurados até 2030, de modo a responder aos objectivos fixados pela União Europeia de ter 20 por cento da energia produzida na União Europeia, em 2020, a partir de fontes renováveis. A integração de painéis solares nos edifícios será crucial para se atingir este objectivo. O congresso Eurosun será presidido por Manuel Collares Pereira. Diário Digital / Lusa NewTomorrow March 6th, 2008, 02:50 PM Projectos de barragens, centrais de ciclo combinado, parques eólicos e infra-estruturas Sector energético vai receber investimentos de 12 mil milhões de euros até 2012 Novos parques eólicos, bem como novas barragens e centrais de ciclo combinado, estão em projecto para os próximos quatro anos O ministro da Economia, Manuel Pinho, afirmou que Portugal vai investir 12 mil milhões de euros no sector energético até 2012, entre barragens, centrais de ciclo combinado, parques eólicos e infra-estruturas. Manuel Pinho, em declarações aos jornalistas após a sua intervenção na Conferência Internacional de Energias Renováveis de Washington (WIREC 2008) , afirmou que existe "muito investimento e que o segredo é criar os incentivos certos e um quadro regulatório estável". Esta mesma mensagem foi passada durante a sua intervenção perante milhares de congressistas no painel ministerial do WIREC, onde Manuel Pinho afirmou que Portugal tem uma "história de sucesso" nas energias renováveis. Neste painel, que contou também com a participação do comissário europeu da Energia, Andris Piebalgs, vários ministros relataram as experiências dos seus países na área das energias renováveis. O ministro da Economia afirmou que Portugal é nesta matéria um exemplo, tendo para 2020 o quinto objectivo mais ambicioso a nível europeu e talvez mundial em matéria de energias renováveis. Manuel Pinho lembrou que Portugal tem, neste momento, as duas maiores centrais fotovoltaicas do mundo e que foi o país europeu onde a potência eólica mais cresceu entre 2005 e 2006, excedendo já os 2000 megawatts (MW) em operação. O governante referiu também que o país é pioneiro na energia das ondas, na sequência de um projecto de grandes dimensões que estará em breve em operação. A nível de centrais hídricas, a sua produção deverá aumentar em cerca de 50 por cento, no espaço de cinco a sete anos, a actual capacidade instalada de 4800 MW. O ministro sublinhou ainda que o objectivo para a incorporação de biocombustíveis nos combustíveis rodoviários é de dez por cento em 2010. Manuel Pinho destacou como prioridade para Portugal a "combinação entre o vento e a água" e afastou em definitivo a opção nuclear, por considerar que o país não necessita dela. 05.03.2008 - 12h41 Barragon March 7th, 2008, 01:55 PM ^^ Boas notícias :okay: pedrodepinto March 8th, 2008, 02:13 AM Em Portugal já existem semáforos de LED'S. São um espectáculo, mesmo com o sol, vêem-se perfeitamente, se fundirem leds continuam a funcionar e ainda gastam menos luz... :ok: Mas é bom que desenvolvam cada vez mais este tipo de tecnologias! Plenamente de acordo :yes:! Viriatox March 13th, 2008, 04:01 AM Alqueva: Central mini-hídrica do Roxo em concurso de 2,9 ME Beja, 12 Mar (Lusa) - A empresa gestora do Alqueva anunciou hoje o lançamento de um concurso para a construção da central mini-hídrica do Roxo, no valor de 2,9 milhões de euros. Trata-se de um concurso para a execução da empreitada e o fornecimento dos equipamentos da central mini-hídrica, localizada no limite do regolfo da albufeira do Roxo e que aproveitará os caudais a transferir de Alqueva para aquela albufeira. Segundo a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA), a nova central será equipada com um grupo de turbina-gerador do tipo Francis, com uma potência de 1,7 Megawatts (MW). Trata-se da quinta central mini-hídrica lançada pela EDIA, no âmbito do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva. A empresa já tinha lançado os concursos para as centrais de Serpa, Odivelas e Alvito, cujos processos estão a decorrer, e concluído a construção da mini-hídrica do Pisão, situada junto à barragem do Pisão. Além de Pisão, Alvito, Odivelas, Serpa e Roxo, está prevista uma mini-hídricas em Vale do Gaio, em fase de avaliação, e uma Central Reversível na Estação Elevatória dos Álamos, o que completa a série de sete pequenas centrais a instalar na Rede Primária e que irão aproveitar os caudais transferidos de Alqueva para os diferentes sub-sistemas de rega na produção de energia limpa. A potência instalada no conjunto das sete centrais mini-hídricas ultrapassará os 21 MW. Lusa/Fim Viriatox March 13th, 2008, 05:38 AM Peniche: parque mundial de energia das ondas em 2009 A portuguesa Eneólica está a desenvolver ao largo da praia da Almagreira, niche, um projecto-piloto de produção de energia a partir das ondas, usando tecnologia pioneira em todo o mundo que está a ser instalada no fundo do mar. O objectivo é a partir do final de 2009 criar, em Peniche, um grande parque mundial de energia das ondas e entrar numa fase de exploração comercial do projecto com uma potência instalada entre os 50 e os 100 megawatts (MW). Nessa altura, o investimento ascenderá a 100 milhões de euros e colocará Portugal na linha da frente no segmento da produção mundial de energia a partir do movimento das ondas. «O mar em Portugal tem as melhores condições para o aproveitamento da energia das ondas, dada a ondulação mais ou menos forte e com alguma regularidade», reconheceu à agência Lusa o administrador da Eneólica, Agostinho Ribeiro, considerando que, no contexto da costa portuguesa, Peniche aparece como sendo «a melhor zona», por todas estas características da «ondulação de fundo». «Se o projecto vier a demonstrar toda a sua viabilidade técnica e financeira, em finais de 2009 estamos em condições de passarmos a projecto comercial», adiantou, revelando que o objectivo da empresa passa também por «construir um cluster industrial em Peniche», para a montagem e manutenção de toda a tecnologia. Agora, os equipamentos são transportados da Finlândia por arrastões até ao Porto de Peniche e montados nos Estaleiros Navais da cidade, para daí serem levados para a Almagreira, onde em Abril de 2007 foi instalada a primeira e única máquina «Wave Roller», a 20 metros de profundidade e a 500 milhas da praia. A tecnologia foi criada pela finlandesa AW Energy e, além de Peniche, está a ser testada pelo Centro Europeu de Energia Marítima (Orkney), ao largo do mar da Escócia. «É a única empresa [em todo o mundo] com tecnologia para o aproveitamento da energia das ondas no fundo do mar», revelou Agostinho Ribeiro, explicando que, pelo contrário, os mecanismos até aqui existentes no segmento da energia das ondas «aproveitam energia com tecnologias flutuantes à superfície» e revelam-se pouco eficazes em situações de tempestade porque «vêm parar à terra». Sabendo à partida que «o fundo do mar é mais tranquilo», a AW Energy desenvolveu este conceito inovador em todo o mundo, cujo projecto que está agora pela primeira vez a ser testado «não é para aproveitar as ondas à superfície, mas as de fundo, e conciliar as características do fundo do mar, a movimentação das areias e as características da ondulação». Através de pás flutuantes que acompanham o movimento das águas, a tecnologia é capaz de captar energia para depois ser transformada em electricidade, como demonstra o protótipo com uma potência de 15 kilowatts (KW) que se encontra em Peniche. «Até agora a demonstração está a resultar, o projecto está já a produzir energia» que não está ainda a ser debitada para a rede eléctrica. «Já estamos a estender o cabo para terra e queremos estar a injectar energia no prazo de dois meses», adiantou o responsável, estimando que o investimento é de 50 mil euros. Todos os movimentos debaixo de água e possíveis avarias nos equipamentos são captados por três câmaras de videovigilância, cujas imagens podem ser visualizadas através da sala de controlo de uma estação que funciona junto à praia da Almagreira. É a partir daí que, no local ou à distância através da internet, uma equipa composta por seis técnicos (portugueses e finlandeses) consegue monitorizar dados- como potência e energia geradas em tempo real- que vão sendo processados em dois computadores. Dentro de um mês, se as condições do mar assim o permitirem, um segundo equipamento será colocado no fundo do mar. Até ao final deste ano, a Eneólica pretende instalar outros dez, de modo a ficar com uma capacidade de produção de 100 KW, que poderão fornecer electricidade a 20 habitações. Com um investimento entre 3 a 4,5 milhões de euros, «quatro vezes maior» ao das eólicas, o projecto-piloto deverá estar concluído em finais de 2009 com a instalação de dezenas de máquinas que permitirão ter uma potência total instalada de 1 MW, suficientes para produzir até 2 GW/ano que, por sua vez, serão capazes de «abastecer um aglomerado com cerca de dois mil habitantes». A rentabilidade financeira associada à produção é ainda imprevisível, tendo em conta que os projectos existentes de energia das ondas estão todos numa fase embrionária de demonstração. A Eneólica concorreu no início deste ano ao concurso para instalação de um projecto de aproveitamento de energia das ondas na zona-piloto entre São Pedro de Moel e a Póvoa do Varzim, delineada pelo Governo. A Eneólica opera na área das energias renováveis dentro do Grupo Lena, integrando a sub-holding Lena Ambiente e Energia, que movimenta por ano 90 milhões de euros, representando 18 por cento do volume de negócios do consórcio português. Diário Digital / Lusa 12-03-2008 Barragon March 13th, 2008, 09:59 PM :applause: NewTomorrow March 14th, 2008, 10:43 PM Campanha de substituição da Empresa de Electricidade da Madeira começa hoje Lâmpadas eficientes poupam 2 milhões de euros http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/11_91781.jpg A Empresa Electricidade da Madeira começa hoje a campanha de substituição de lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes compactas de baixo consumo. Cada cliente pode substituir até um limte de 10 lâmpadas, com um preço unitário de 1,80 €, sendo que o custo a suportar pelo consumidor não é efectuado aquando do levantamento mas sim em 12 prestações mensais de 15 cêntimos por lâmpada, através da factura de electricidade. Os interessados devem dirigir-se à sede da empresa no Funchal ou à sua rede de lojas na cidade do Funchal: Nazaré e Loja do Cidadão, e nos concelhos da Região Autónoma da Madeira, incluindo o Porto Santo. A campanha vai decorrer até ao final do corrente ano e é realizada no âmbito do PPEC (Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia, promovido pela ERSE - Entidade Reguladora do Sector Energético). A ideia é permitir a distribuição de 100 mil lâmpadas para o sector residencial/doméstico e outras 100 mil para o sector de comércio e serviços. Além do preço competititivo das lâmpadas economizadoras, a empresa sublinha que, considerando uma utilização adequada dos equipamentos, as poupanças serão bastante superiores ao valor mensal a pagar. Neste sentido, a título indicativo, exemplifica os benefícios expectáveis, em cada sector: Em relação ao sector residencial/doméstico, perspectiva a poupança de 50 euros por lâmpada, em electricidade durante a vida útil, estimada em seis anos, com uma utilização média diária de quatro horas. Além disso, a empresa diz que evita a emissão de 320 kg de CO2 para a atmosfera e permite o consumo cinco vezes inferior a uma lâmpada incandescente. Quanto ao sector do comércio e serviços, a poupança será de 56 euros por lâmpada, em electricidade durante a vida útil, estimada em três a quatro anos, com uma utilização média diária de oito horas. Evita a emissão de 417 kg de CO2 para a atmosfera e possibilita o consumo cinco vezes inferior a uma lâmpada incandescente. As razões que estão na origem desta nova campanha prendem-se com a constatação de que a região autónoma tem registado, nos últimos anos, um grande crescimento da procura de energia eléctrica. Realidade que, para além das questões ambientais e económicas, associadas à utilização de combustíveis fósseis importados, coloca dificuldades ao sistema electroprodutor e às redes de transporte e distribuição. Neste sentido, a empresa decidiu unir esforços para minimizar os problemas ambientais, que o consumo desajustado de electricidade pode provocar. Assim, a presente iniciativa tem como grandes objectivos reduzir os consumos de energia eléctrica na RAM e a potência em horas de ponta, reduzir a importação e utilização de combustíveis fósseis e reduzir as emissões de dióxido de carbono e de outros poluentes para a atmosfera. Complementarmente, espera sensibilizar os consumidores para as vantagens económicas e ambientais da eficiência energética, designadamente aquando da aquisição de novos equipamentos. Como resultados globais esperados, considerando a substituição de 200 mil lâmpadas incandescentes com uma potência média 60 W por lâmpadas fluorescentes compactas de 15 W, nos sectores residencial/doméstico e comércio e serviços, os resultados globais estimados são a redução dos consumos de energia eléctrica em 19.700 MWh/ano (este consumo equivale ao consumo aproximado de energia eléctrica no concelho de Santana); redução da importação de fuelóleo na ordem das 4.530 toneladas/ano; a redução das emissões de dióxido de carbono em 13.840 toneladas/ano; a redução dos custos de energia eléctrica para os consumidores em 2.090.000 euros/ano e a redução da potência em horas de ponta: 5,8 MW (nocturnas) e 4,5 MW (diurnas). Jornal da Madeira Viriatox March 15th, 2008, 05:16 AM Excelente iniciativa :applause: Viriatox March 15th, 2008, 05:47 AM Em parceria com AlgaFuel e INETI Galp investe 2 milhões para produzir biocombustível a partir de microalgas Projecto piloto será implementado em 2009 A Galp Energia assinou esta quinta-feira um acordo para formar um consórcio com a AlgaFuel e o Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), com vista à produção de biocombustíveis a partir de microalgas. O projecto, que terá para a Galp um investimento de «um a dois milhões de euros», passará por quatro grandes fases, explicou o presidente da petrolífera, Manuel Ferreira de Oliveira, em conferência de imprensa. Numa primeira fase, de estudos laboratoriais, a AlgaFuel vai identificar as melhores espécies de microalgas (também conhecidas como plâncton) e na segunda, será instalado um projecto protótipo/piloto. Esta segunda fase, segundo o responsável, deverá ser concretizada em 2009 e terá um hectare de dimensão. Posteriormente, na terceira e quarta fases, o INETI vai colher as microalgas e produzir biomassa, a partir da qual a Galp produzirá biocombustível. O arranque desta última fase, de produção industrial, não tem ainda data estimada, uma vez que «dependerá dos resultados conseguidos ao longo do projecto piloto», afirmou Ferreira de Oliveira, garantindo apenas que pretende que a mesma seja atingida «no mais curto espaço de tempo possível». De acordo com o presidente da AlgaFuel, Nuno Coelho, também presente na conferência, para a produção de microalgas é necessário CO2, algo que a Galp produz em grandes quantidades na sua refinaria de Sines. É que, por cada 20 toneladas de petróleo que a empresa refina, produz quatro toneladas de CO2, que permitem gerar duas toneladas de biomassa e estas geram uma tonelada de biocombustível. 2008/03/13 Agência Financeira Barragon March 15th, 2008, 04:26 PM :eek: meu deus.. há solução para tudo. NewTomorrow March 26th, 2008, 04:50 PM Veículos ecológicos para todos os gostos Híbridos, eléctricos, GPL, gás natural… a escolha é sua. A AHEG – Automóveis Híbridos e Ecológicos Lda é a primeira empresa nacional a importar e comercializar todo o tipo de veículos «amigos do ambiente». Há diversas marcas e modelos à escolha, mas a empresa destaca o Toyota Camry Hybrid, uma berlina de luxo, que será proposta no mercado português com um 2.4 de 138 cv associado a um motor eléctrico de 105 kw, debitando no conjunto 187 cv. O valor: 43.800 euros. O Toyota Highlander Hybrid, os Fiat Doblò Electric, Fiorino Electric e a Iveco Daily Bimodale Hybrid são outras das unidades disponíveis. Para conhecer toda a gama e serviços da AHEG aceda ao seu website clicando aqui. http://www.aheg.net/index.php [Smeagol] March 26th, 2008, 11:25 PM Central de Moura começa a produzir energia 2008-03-18 Depois de vários anos de impasses, a central fotovoltaica de Moura começou ontem a produzir electricidade. Nesta fase foram ligados 2,5 MW de potência de injecção na rede, disse ao AmbienteOnline Francisco Aleixo, director-geral da Amper Central Solar, empresa criada para construir e gerir a central que é propriedade da espanhola Acciona. Com uma capacidade instalada de 46,41 MW, a unidade vai implicar um investimento de 237,6 milhões de euros. Os painéis instalados são em silício policristalino e pertencem à Yingli Solar. Este projecto, um dos mais aguardados na região do Alentejo, recebeu em Outubro de 2005 a licença de estabelecimento para a produção de energia eléctrica. NewTomorrow March 27th, 2008, 10:56 PM 24-03-2008 Um em cada quatro portugueses admite adquirir equipamentos nos próximos 12 meses - Estudos Lisboa, 13 Mar (Lusa) - Um em cada quatro portugueses admite adquirir equipamentos para a produção de energia renovável nos próximos 12 meses e, em média, estão dispostos a investir 3.500 euros, indica um estudo hoje divulgado pelo banco Cetelem. O documento tem por base uma amostra de cerca de 1.000 pessoas das diferentes regiões do país (entrevistadas entre 15 de Outubro e 2 de Novembro de 2007) e pretendeu conhecer melhor a apetência dos consumidores portugueses para investirem em equipamentos para produção de energia renovável. De acordo com o director-geral do Cetelem Portugal, Miguel Cabaça, os portugueses estão dispostos a investir na melhoria das condições de habitação, através de investimentos em equipamentos "amigos do ambiente", sendo esta predisposição uma "forte oportunidade" para os mercados de venda e instalação deste tipo de equipamentos. No entanto, o estudo do banco de crédito ao consumo conclui que o investimento em remodelações motivado pela aquisição de equipamentos de produção de energias renováveis "ainda não é uma prioridade". Os principais motivos que impulsionam a aquisição deste tipo de equipamento prendem-se com a preservação do ambiente (referida em 40 por cento dos casos), com a redução da despesa mensal com electricidade (37 por cento) e com a rentabilização do investimento através de venda de energia excedentária (14 por cento). Por outro lado, acrescenta o relatório, 35 por cento dos entrevistados referem que o principal obstáculo à compra destes equipamentos é o elevado preço de venda, com 32 por cento a mencionarem o facto de não possuírem condições financeiras para o fazerem. Vinte por cento dos inquiridos afirmaram que a sua habitação actual não integra as condições necessárias à instalação de equipamentos para produção de energia renovável. Em 28 por cento dos casos, os inquiridos admitiram poder vir a comprar um equipamento para a produção de energias renováveis através de um crédito. No caso dos inquiridos que planeiam adquirir este tipo de equipamentos, 51 por cento estimaram investir mais de 1.000 euros na aquisição de equipamento de produção de energia renovável, sendo os painéis fotovoltaicos (referidos em 71 por cento dos casos) e os recuperadores de calor/lareiras (14 por cento) os equipamentos mais referidos. Em média, os inquiridos pretendem investir cerca de 3.500 euros, conclui o estudo do Observatório Cetelem dedicado às Energias Renováveis. De acordo com os dados da instituição de crédito, do grupo BPN Paribas, existem mais de 3 mil estabelecimentos em Portugal no mercado dos equipamentos de aquecimento central e de produção de energia eléctrica. A facturação conjunta das sociedades, que constituem 80 por cento dos estabelecimentos, ultrapassou os 3 mil milhões de euros. Os distritos de Lisboa e Porto são os principais distritos em termos de volume de negócios, com 46 por cento e 20 por cento de quota, respectivamente. RTP NewTomorrow March 27th, 2008, 10:57 PM 25-03-2008 EDP assina contrato de 53 milhões para barragem da Bemposta http://www.energiasrenovaveis.com/images/upload/04212_2_3.jpg A EDP, através da EDP Produção, assinou esta segunda-feira com o consórcio formado pelas empresas VA TECH Escher Wyss, VA TECH HYDRO e ENSUL MECI, o contrato de fornecimento dos equipamentos relativo ao reforço de potência de Bemposta. O contrato no valor de 53 milhões de euros compreende a totalidade das instalações e equipamentos da central e circuito hidráulico. Esta nova central hidroeléctrica de Bemposta II, cujo contrato para a empreitada geral de construção civil do reforço de potência foi assinado com a Somague no passado mês de Fevereiro, vai exigir um investimento total de 130 milhões de euros, e aumentará em 80 por cento a potência da central existente. Em comunicado, a EDP informa também que a entrada em serviço industrial de Bemposta II está prevista para o 2º semestre de 2011. Será constituída por uma central subterrânea em poço, a cerca de 60 metros de profundidade, um circuito hidráulico em túnel e diversos poços e túneis auxiliares e de acesso. A central será equipada com um grupo gerador constituído por uma turbina tipo Francis e por um alternador com potência nominal de 191 MW / 212 MVA. Este investimento insere-se no âmbito do plano de investimentos do Grupo EDP em energias renováveis, no dominio hidrico, aumentando a sua presença e explorando o potencial já existente. As acções da EDP seguem a derrapar 2,17% para 3,60 euros. Agência Financeira NewTomorrow March 27th, 2008, 10:59 PM DGEG isenta mais de 987 milhões de litros de biodiesel 2008-03-27 A comissão de avaliação da isenção parcial de ISP a biocombustíveis propôs, provisoriamente, a atribuição de isenção parcial a 987 534 000 de litros para os anos de 2008, 2009 e 2010, às empresas Torrejana, Iberol, Prio, Biovegetal, Sovena, Valouro e Greencyber. Em 2008 serão atribuídas isenções a 317 478 000 de litros, sendo que a Iberol será a empresa com maior quantidade isenta – 90 190 000 litros. No ano seguinte, a quantidade sobe para 331 608 000 litros, cabendo a maior fatia novamente à Iberol, com 69 040 000 litros isentos. Em 2010 vai até aos 338 448 000 litros, sendo que a Iberol tem, de novo, mais produção isenta: 64 965 000 litros. Com menos quantidade isenta está a Greencyber (11 364 000 litros). Às quantidades propostas a isenção de ISP acrescem as quantidades reservadas a título de prémios, que apenas serão entregues aos operadores após verificação do cumprimento das condições que lhes deram origem. Entre 2008 e 2010 serão atribuídos prémios a 44 520 000 litros. Em 2008 a Prio será a única contemplada, com 4 530 000 litros. Já em 2009 constam os nomes da Torrejana, com 1 141 000 litros, a Iberol, com 113 000, e a Sovena, com 9 147 000. Em 2010, a Greencyber terá o valor mais alto dos três anos, com 22 572 000 litros. Não foram consideradas para efeitos de atribuição de isenção as candidaturas da Bioportdiesel, da Gondwana e da Enerfuel, informa a Direcção Geral de Energia e Geologia. Já a candidatura apresentada pela Cleanmotor foi excluída por não se encontrar devidamente instruída. NewTomorrow March 27th, 2008, 11:00 PM EDP adquire Millennium Energy por 3,5 milhões de euros 2008-03-27 A EDP, através da Naturgas Energia, comprou à Iberese e à Ingeteam Corporación os 50 por cento da Millennium Energy, uma empresa de prestação integral de serviços energéticos. O negócio envolveu um total de 3,5 milhões de euros. A Naturgas Energia adquiriu os 35 por cento à Iberese, do Grupo Sacyr Vallehermoso, e os 15 por cento à Ingeteam Corporación, e passa assim a controlar a totalidade da Millennium Energy. Com uma facturação consolidada de 8,5 milhões de euros em 2007, a Millennium agrupa participações de empresas de cogeração e outras relacionadas igualmente com o sector energético. Detém a Tecman, uma empresa que se dedica à execução e manutenção de instalações de gás, eléctricas, canalização e climatização em geral, e a Cogeração Montjuic. Esta aquisição enquadra-se na actual politica comercial da Naturgas Energia, que tem como um dos objectivos potenciar a sua oferta de serviços energéticos de valor acrescentado aos seus clientes NewTomorrow March 27th, 2008, 11:01 PM Energia com presença reforçada na Tektónica 2008-03-27 Um espaço dedicado à energia, com soluções onde as empresas participantes poderão apresentar as suas propostas mais recentes, é uma das novidades da edição deste ano da Tektónica – Feira Internacional de Construção e Obras Públicas. Outra das novidades da 10ª edição da iniciativa, que decorrerá de 20 a 24 de Maio, em Lisboa, é a realização de uma conferência sobre eficiência energética em edifícios. «Em destaque estarão temas como o novo enquadramento legal, a certificação energética e da qualidade do ar interior, bem como novas soluções ao nível dos materiais, sistemas e equipamentos», adianta Jorge Oliveira, gestor da Tektónica, ao AmbienteOnline. O evento contará ainda com o lançamento de um livro, que contemplará os produtos portugueses presentes na Tektónica 2008 que apresentem factores diferenciadores capazes de trazer mais-valias ao mercado. «Este livro será uma excelente ferramenta de trabalho, única em Portugal, para arquitectos, engenheiros, projectistas, construtores e empreiteiros», acrescenta. NewTomorrow March 27th, 2008, 11:03 PM REN investiga soluções para controlo de aerogeradores 2008-03-26 O departamento de investigação e desenvolvimento da Redes Energéticas Nacionais (REN) está a desenvolver uma tecnologia eficaz para o controlo da geração de energias renováveis, como a eólica ou a solar. A solução em estudo refere-se a «mecanismos de controlo de aerogeradores em marcha», ou seja, enquanto ainda estão em funcionamento, adiantou ao AmbienteOnline José Penedos, presidente da REN, no final do evento do programa Massachussets Institute of Technology em Portugal (MIT Portugal), onde se fez o balanço da sua implantação, a qual teve início há ano e meio. O termo técnico da tecnologia é Fault Ride Trough Capability, contextualiza José Penedos. Esta tecnologia propõe-se resolver o problema da intermitência do funcionamento dos sistemas, associado por exemplo à energia eólica, e para o qual ainda não existe qualquer solução em todo o mundo, refere o responsável. «A grande vantagem é permitir que, em situações de intempérie, os aerogeradores continuem a rodar a uma velocidade diferente, mas sem paragens, ao mesmo tempo que funcionam como protectores da própria rede», conclui o presidente da REN. Também Jorge Borrego, administrador da Galp Energia, anunciou a parceria entre o seu departamento de inovação e desenvolvimento, o MIT Portugal e o Laboratório Nacional de Engenharia Civil. O objectivo é conhecer o comportamento térmico dos edifícios, criando quatro tipologias construtivas para avaliar as soluções tecnológicas e o impacto ambiental e económico da sua implantação. «Passamos a maior parte do nosso tempo em edifícios, sejam residenciais ou de serviços, pelo que é importante melhorarmos o seu comportamento térmico», acrescentou a mesma fonte. Painéis solares, isolamentos térmicos, interiores e exteriores, e microgeração são algumas das soluções que vão ser estudadas no âmbito deste projecto. Hoje, ainda no âmbito da conferência do MIT Portugal, a EDP e a Galp Energia vão assinar um protocolo com as universidades portuguesas, as agências regionais de energia e ambiente das regiões autónomas dos Açores e da Madeira e o MIT-Portugal, para a criação do conceito de «ilhas sustentáveis». A estratégia é combinar a utilização de energias renováveis, como a geotermia na ilha de São Miguel, com energias não renováveis, centrando-se a investigação na possibilidade de tornar estas regiões autónomas, também ao nível do consumo de energia. NewTomorrow March 27th, 2008, 11:05 PM Barragem de Ribeiradio com estatuto de projecto PIN 2008-03-25 http://www.ambienteonline.pt/fotos/noticias/barragem_1206455391.jpg O projecto para o aproveitamento hídrico de Ribeiradio-Ermida, atribuído ao agrupamento constituído pela Eviva Energy e pela EDP, ganhou o estatuto de projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN). A decisão foi deliberada no passado dia 11 de Fevereiro, pela Comissão de Avaliação e Acompanhamento dos Projectos PIN (CAA-PIN), da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal. O projecto passará a ser acompanhado pela CAA-PIN junto de todas as entidades responsáveis ou participantes na respectiva tramitação orçamental, anunciou fonte do grupo Martifer, que detém a Eviva. O aproveitamento hidroeléctrico de Ribeiradio-Ermida, com uma potência total instalada de 78,1 MW, terá como finalidade principal a produção de energia hidroeléctrica. Garantirá ainda os volumes necessários para o abastecimento público, industrial e rega, tanto a jusante do aproveitamento como a partir das albufeiras que serão criadas (Ribeiradio e Ermida). Prevê-se que a construção do aproveitamento, cujo custo estimado é da ordem dos 122,9 milhões de euros, tenha um prazo de execução de 47 meses. NewTomorrow April 2nd, 2008, 06:35 PM Desejo de João Cunha e Silva na assinatura do protocolo com o MIT Região será referência nas energias renováveis http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/17_93158.jpg O vice-presidente do Governo Regional assumiu ontem que a Madeira quer ser a «breve trecho» uma «referência» no âmbito das energias renováveis. Para isso deu um importante passo ontem ao ser celebrado um protocolo de cooperação entre a Agência Regional de Energia e Ambiente, a fundação que representa o MIT-Portugal e várias empresas. O vice-presidente do Go- verno Regional, João Cunha e Silva, espera que a Madeira seja «a breve trecho» uma «região de referência na procura de soluções inovadoras» no âmbito das energias renováveis e de eficiência energética. «Hoje é um dia particularmente feliz para todos, sobretudo para a Região Autónoma da Madeira», disse João Cunha e Silva, no final do seu discurso, ontem, após a celebração do acordo de parceiros institucionais do Programa MIT-Portugal para a Formação Avançada de Recursos Humanos, Investigação, Desenvolvimento, Demonstração e Investimentos em Sistemas Sustentáveis de Energia em Meio Insular. O protocolo de cooperação assinado entre a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, em representação do programa MIT-Portugal, e a Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma da Madeira conta com várias empresas madeirenses como parceiros empresariais. O protocolo tem três objectivos essenciais: promover o desenvolvimento e a demonstração de novas tecnologias e soluções energéticas em contexto insular; melhorar o conhecimento científico e tecnológico no domínio da energia; e catalisar a inovação, o empreendedorismo, a formação avançada e novos talentos e oportunidades de negócio no domínio da energia. Neste momento, há cerca de 80 candidatos de todo o Mundo para o programa de doutoramento nesta área dos sistemas sustentáveis de energia em meio insular, o que é um «motivo de grande satisfação» para o MIT Portugal. Destes, serão escolhidos cerca de 20 candidatos para uma formação de três anos, dividida entre os EUA e Portugal. Para o vice-presidente do Governo Regional, este é mais um passo para a adaptação do modelo de desenvolvimento regional, que desde os primórdios da Autonomia gira em torno das grandes obras. Hoje, o Executivo entende que é tempo de adaptar o modelo que em três décadas tornou a Madeira «uma das regiões mais desenvolvidas do país e, se calhar, da Europa». Perante uma «conjuntura difícil», o Executivo tem apostado na «implementação da qualidade», no «empreendedorismo» e em outras parceiras, como a feita entre a Universidade da Madeira e a universidade americana de Carnigie Mellon. Apesar de querer «ir mais além», as «dificuldades financeiras» e a «escassez do mercado» obrigam a que o Governo Regional seja «selectivo», apostando apenas «em alguns nichos». «Estamos convencidos que a energia pode ser um desses sectores», disse João Cunha e Silva, falando do trabalho desenvolvido no âmbito do Plano de Política Energética Regional, nomeadamente os projectos de alargamento da Central Eléctrica da Calheta, dos Fins múltiplos dos Socorridos e do Gás Natural. A concretização destes projectos, aliás, vai «possibilitar que a breve prazo» o Governo Regional possa afirmar que em 2017 a Madeira utilizará 27% da sua energia proveniente de fontes eólicas e hídricas, ultrapassando assim, em muito, a meta definida pela União Europeia, que determinou que em 2020 os estados-membros atinjam 20% de utilização de energias renováveis. Por outro lado, o vice-presidente falou também da importância da interligação existente com as empresas, desejando que esta prática resulte em benefícios para esses investidores e para a própria Região. Empresas da Região aderem ao programa do MIT O acordo firmado ontem entre a Fundação para a Ciência e a Tecnologia, em representação do programa MIT-Portugal, e a Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma da Madeira, tem como parceiros empresariais a Empresa Electricidade da Madeira, o Grupo Sousa, o BANIF, a Horários do Funchal, a Cimentos Madeira, a Cabo TV Madeirense, a Fomentinvest SGPS e a Nutroton Energias. Marques Mendes reúne-se com Cunha e Silva O antigo líder da comissão política nacional do PSD, Luis Marques Mendes, esteve ontem no salão nobre do Governo Regional na qualidade de administrador executivo da empresa Nutroton Energias S.A, uma das parceiras do MIT-Portugal. Após a celebração do protocolo de cooperação, Marques Mendes reuniu-se durante cerca de uma hora com o vice-presidente do Governo Regional. À saída, Marques Mendes não quis fazer qualquer comentário, apesar do interesse manifestado pelos jornalistas em saber como tinha analisado os polémicos elogios de Jaime Gama a Alberto João Jardim e ao desenvolvimento regional, na abertura do congresso da ANAFRE, no passado fim-de-semana. «Não faço comentários», disse apenas. Breves Paulo Ferrão, representante da MIT-Portugal, diz que uma das «grandes prioridades» do programa para as energias renováveis é o projecto “green island”, que vai permitir que sejam estudados sistemas energéticos típicos da Madeira e dos Açores. O MIT espera que haja pelo menos «um ou dois» dos 20 alunos a dedicarem-se inteiramente a estes tópicos das ilhas. Se assim for, juntam-se aos três alunos que já as estudam. «Temos de demonstrar agora a capacidade de desenvolver - a universidade e as empresas em conjunto - novas ideias que se concretizem em novos produtos que possam, de facto, ser produtos de qualidade internacional. Mas isso não se faz sem parceria. Isto é muito difícil de fazer», entende Paulo Ferrão. «Não estamos a oferecer para estudar castelos no ar. Estamos a oferecer para estudar tecnologias, para estudar soluções que sejam pedidas pelas empresas. É absolutamente crítico que as empresas não adoptem um papel passivo» neste processo, disse Paulo Ferrão. O protocolo ontem assinado prevê a criação de um fundo para o qual cada parceiro empresarial contribui com 10.000 euros. O mesmo valor terá de dar a Agência Regional da Energia e Ambiente da Região. Jornal da Madeira NewTomorrow April 4th, 2008, 09:33 PM Unidade de produção permitirá em 2016 que 97,5 por cento da energia seja renovável Madeira produz biopetróleo http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/14_93298.jpg O Porto Santo vai ter uma unidade de produção industrial de biopetróleo marinho. O objectivo é que em 2016 a ilha seja electricamente auto-suficiente. Neste momento, a produção de energia renovável na “ilha dourada” é de apenas cinco por cento. Daqui a oito anos, deverá ser de 97,5 por cento. Porto Santo auto-sustentável com biocombustível marinho A Vice-Presidência do Governo Regional, através da Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), vai instalar na ilha do Porto Santo uma unidade industrial de produção de biopetróleo marinho (a partir de micro algas), com o intuito de substituir o fuelóleo actualmente utilizado por biopetróleo marinho, tornando, assim, a ilha electricamente auto-suficiente. A instalação do projecto, ontem apresentado pelo vice-presidente do Governo Regional e pelo presidente da EEM, deverá ir para o terreno daqui a aproximadamente seis meses e o objectivo é, no último trimestre de 2009, já estar a ser produzido biopetróleo marinho. Actualmente, a produção de energia renovável no Porto Santo situa-se nos cinco por cento, sendo que o objectivo é que, em 2016, haja uma produção de 97,5 por cento. Na apresentação, o vice-presidente do Executivo sublinhou o facto de a Região estar a ir ao encontro das directrizes da União Europeia no que concerne às energias renováveis e ao meio ambiente e destacou o facto de, desta forma, o Porto Santo passar a ser autónomo e «absolutamente independente do petróleo». João Cunha e Silva frisou que este projecto é mais um sinal de concretização plena do plano de política energética do Governo Regional. «Temos dado provas concludentes de execução plena desse plano de política energética, que vai levar a Região Autónoma da Madeira a ser referência em termos de energias renováveis na Europa e se calhar no mundo», salientou. Por outro lado, lembrou que este passo é o puro exemplo da adaptação do modelo de desenvolvimento às novas circunstâncias e à nova conjuntura. «Quando falo em inovação e em novas tecnologias, é isto. Este projecto é inovação. Este projecto são novas tecnologias. Nós estamos a adoptar os novos paradigmas. Estamos a dar passos muito fortes, muito largos e muito decisivos em relação ao futuro», salientou, acrescentando que «se calhar a União Europeia vai ter de olhar para este cantinho do mundo como uma referência nesta matéria». João Cunha e Silva revelou ainda que atendendo a que o projecto segue as orientações comunitárias deverá receber apoios da União Europeia. De referir também que uma vez bem sucedido no Porto Santo, o projecto irá replicar-se na Madeira. «O nosso objectivo final, a prazo, é que o sucesso que se alcance no Porto Santo venha a acontecer também na Madeira, numa dimensão muito maior», disse o governante. Afirma o presidente da Empresa de Electricidade da Madeira Menos 17 toneladas de fuelóleo importadas Com a instalação da unidade industrial de produção de biopetróleo marinho, em parceria com a “Bio Fuel Systems” (uma das entidades que dominam mais a tecnologia), o presidente da Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), que apresentou o projecto, refere que pretende-se ter energia renovável que ocupe o lugar actualmente ocupado pela energia produzida a partir do petróleo, ou seja, aumentar a produção de energia renovável de cinco para 97,5 por cento (em 2016). «Esta estação visa substituir o fuelóleo actualmente utilizado no Porto Santo e tornar a ilha electricamente auto-suficiente a médio prazo, com base num recurso energético ilimitado, limpo e ecológico», referiu. De acordo com Rui Rebelo, desta forma, evita-se a importação de fuelóleo em 17 mil toneladas, diminui-se a dependência do exterior, reduz-se 50 mil toneladas de Dióxido de Carbono (CO2) tornando a ilha do Porto Santo numa «ilha de referência ambiental e tecnológica». Este responsável justificou a escolha do Porto Santo para ser o pioneiro nesta matéria a nível regional com o facto de ser uma ilha com baixa penetração de energias renováveis, por não haver possibilidade de ali instalar equipamentos hidroeléctricos, por haver restrições em incrementar a componente eólica, por haver uma quase total dependência do petróleo e por ser uma ilha que «tem uma dimensão adequada para se transformar numa ilha verde, através da implementação de uma tecnologia inovadora e emergente». Rui Rebelo explicou que neste sentido prevê-se uma instalação com cerca de 600 bioaceleradores electromagnéticos (tubos translúcidos onde a matéria-prima será tratada) e respectivos equipamentos auxiliares, ocupando uma área inferior a um hectare. Este responsável referiu ainda que biopetróleo será utilizado pelos actuais grupos electroprodutores existentes na central do Porto Santo, implicando apenas uma pequena adaptação. Refira-se por fim que o biocombustível marinho é considerado a energia do futuro, porque substitui o petróleo, reduz o CO2, limpa a atmosfera, é inesgotável, seguro, super produtivo e sustentável. Madeira poderá exportar gasolina Para além da produção de energia eléctrica, o vice-presidente do Governo Regional destaca que o projecto pode ser ainda mais aliciante, pois o remanescente da biomassa poderá ser utilizado para outros fins. «Não queremos só produzir energia de forma limpa e sustentada. Podemos refinar o que resta, pois isso poderá ser aproveitado noutras indústrias e noutros sectores. Quem sabe não faremos gasolina e estaremos a exportá-la daqui a uns anos?», apontou João Cunha e Silva. Tendo em conta estas possibilidades, o governante afirma que «é fantástico dizer-se isto como uma coisa que poderá acontecer em breve na Região». «Se assim for, nós estamos perante um caso extraordinário e que resulta numa iniciativa fantástica e numa medida inédita, porque algumas experiências nesta matéria já aconteceram pelo mundo, mas da forma como vamos fazê-lo aqui, a Madeira dará um grande exemplo nesta matéria», acrescentou. Jornal da Madeira NewTomorrow April 5th, 2008, 08:53 AM Trabalho de investigadores do Departamento de Química da Universidade da Madeira vai ser apresentado amanhã na Confer Biodiesel feito de sementes de anona http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/14_93366.jpg O primeiro congresso em Portugal, inteiramente dedicado à bioenergia, começa amanhã, na Universidade do Minho, na cidade de Guimarães e vai contar com a apresentação de um trabalho de investigadores do Departamento de Química da Universidade da Madeira. Vão ser apresentadas as primeiras conclusões de um dos trabalhos de doutoramento orientados por Paula Castilho que explora a possibilidade de produzir biodiesel a partir de sementes de anona. «Se o óleo de girassol pode mover uma máquina, porque é que a anona não pode se também tem altos teores de óleo?», questionou aquela investigadora química, que também é responsável pelo Departamento de Química . Reconhece que este é um trabalho de investigação que certamente não ultrapassará a escala piloto na Região, «mas pode ter interesse, porque a Madeira pode funcionar como um laboratório para o mundo». E é nesta base que o grupo de investigação de Paula Castilho vai fazer a publicação dos resultados na Conferência Internacional de Bioenergia, que termina no próximo dia 9 de Abril, e que terá como temática os desafios e as oportunidades das energias alternativas. O biodiesel é renovável e biodegradável e usualmente é obtido a partir da reacção química de óleos ou gorduras com álcoois na presença de um catalisador. Este combustível substitui total ou parcialmente o petrodiesel em geradores, motores de automóveis, entre outros. Aproveitar a semente para óleo e a polpa para compotas e sumos Numa conversa com a nossa equipa de reportagem, a investigadora defende a possibilidade de uma valorização integrada da anona que começa com a recolha dos frutos que não estão em condições de colocar à venda. «Para a produção de biodiesel, eu só quero a semente, o resto é “lixo”, mas antes de ser lixo posso tirar a polpa (se conseguirmos descobrir um antioxidante com segurança alimentar adequada que impeça que ela fique escura em pouco tempo, e estamos a trabalhar nisso) e transformar em compotas, sumos ou polpa congelados e nós ficamos com as sementes, «porque estamos a chegar a 25 por cento de teor de óleo. As sementes contêm ainda outros tipos de substâncias que podem ser de interesse por exemplo na área farmacológica, mas isso é complementar da extracção do óleo», explicou Paula Castilho. Reconhece que esta matéria prima só por si não é suficiente para alimentar uma fábrica de biodiesel na Madeira, mas adianta que «para produzir biodiesel, posso usar óleo de anona juntamente com óleo da grainhas das uvas, que vão para compostagem. Pode-se ir também buscar os óleos alimentares usados nos hotéis e, se calhar, aí já resulta um volume de matéria-prima para uma unidade de produção a uma escala razoável». Esta seria uma forma de, por exemplo, abastecer parcialmente as máquinas e barcos da frota pesqueira. «Se houver algum biodiesel que seja produzido na Madeira é menos combustível fóssil que se gasta, além de que os resíduos desta produção continuam a poder ser usados na compostagem, em vez de irem directamente do campo para o lixo. Assim, é do campo para a fábrica e aproveita-se 25 por cento, diminuindo a quantidade de resíduos, e ficamos com um produto de maior valor acrescentado», esclareceu. Para Paula Castilho, interessa produzir conhecimento que conduza a produtos de alto valor acrescentado para que possamos exportá-lo para qualquer parte do mundo. Jornal da Madeira NewTomorrow April 6th, 2008, 03:41 AM 'Por um mundo melhor' um painel solar com embalagens descartáveis deu prémio a escola da Fajã da Ovelha Data: 05-04-2008 http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/050408/dn0401020301.jpg Garrafas transparentes, pacotes de leite, sacos pretos, tubos e muita dedicação. O projecto apresentado pela Escola Básica da Fajã de Ovelha no âmbito do concurso 'Rock in Rio Escola Solar' - um painel solar composto por materiais descartáveis - é simples e barato, mas ficou nos primeiros 20 vencedores entre as 197 escolas que, a nível nacional, se apresentaram a concurso. O segredo do sucesso passou pelo envolvimento de toda a comunidade escolar, num projecto vocacionado para uma área que abraçam há muito tempo e com a mesma convicção: o ambiente. Após várias ideias, e sempre com o intuito de encontrar um projecto que se enquadrasse à área da escola, a escolha abraçada foi a criação de um painel solar com materiais descartáveis. A ajuda de alunos e professores na recolha destes materiais foi fundamental. Um só painel leva cerca de 1250 garrafas, 1250 embalagens de leite e uns tantos sacos de plástico pretos, para além de um sistema de tubagem. "O nosso projecto consiste numa cópia dos modelos originais de painéis solares e nós pensámos porque não fazer a mesma coisa, utilizando embalagens descartáveis", explicou um dos mentores do projecto, Renato Azevedo, professor de Ciências Naturais nesta escola. Para além de este projecto sensibilizar a população para a necessidade de reutilizar, a vertente social assume particular destaque. Uma vez que a escola está inserida numa comunidade rural, os responsáveis pelo projecto fizeram um levantamento das famílias mais carenciadas da zona e a ideia passa por instalar os painéis solares em dez agregados para depois quantificar os benefícios financeiros dessas famílias e ambientais. Segundo Paula Sacramento, professora de Geografia, que também participou activamente nos trabalhos, antes de enviarem o projecto para o continente, foram feitos testes para verificar a viabilidade. De momento, só falta instalar alguns painéis nos agregados familiares escolhidos a dedo. "A água da rede anda à volta dos 18 graus e nos testes que fizemos conseguimos a água em 45 graus", frisou Renato Azevedo. No dia 31 de Dezembro de 2007, o projecto foi enviado para o continente, após muito trabalho de campo. Se para uns, o bom resultado alcançado foi uma surpresa, para o professor de Ciências Naturais foi uma confirmação das expectativas que entretanto depositara no trabalho que abraçou. "Eu estava à espera porque o nosso projecto tem várias virtudes e uma delas é ser simples e barato", frisou, referindo que o apoio de várias entidades regionais foi crucial para chegarem a este posto. O director da escola, Delfim Lourenço, explicou que vão ser instalados painéis fotovoltaicos na escola, a exemplo das outras 19 escolas. Os 400 painéis que serão implementados nestes estabelecimentos de ensino vão permitir arrecadar cerca de 50 mil euros anuais para apoiar projectos sociais portugueses ao longo de 15 anos. A responsabilidade é muita, mas Delfim Lourenço destaca o empenho da comunidade, sempre que se estabelece um objectivo comum. Neste trabalho, estiveram associados muitos rostos, para além dos de Renato Azevedo e de Paula Sacramento. Muitas foram as mãos que se dedicaram a cortar garrafas de plástico transparentes e a recortar pacotes de leite, para depois moldá-los, colocá-los dentro das garrafas e acrescentar um saco de plástico. Ana Nunes, aluno do 8º ano, foi uma das voluntárias. "Fiquei muito contente com o lugar alcançado pela escola porque somos uma escola nova e é bom saber que estamos a conseguir prémios", disse, garantindo que "o projecto foi bem pensado". O orgulho desdobra-se pela comunidade escolar. 'Por um mundo melhor' é o lema do Rock in Rio, mas também deste estabelecimento que já pensa em projectos futuros na área do ambiente. "pequenos contributos" para o ambiente Para além dos painéis solares, criados a partir de materiais descartáveis, a Escola EB 1, 2, 3 Professor Francisco M. S. Barreto, na Fajã da Ovelha, desenvolve paralelamente outros projectos na área do ambiente. Nas traseiras da escola, Renato Azevedo, também responsável pelo 'Clube Eco', criou um espaço onde está a ser produzido um composto "excelente para as plantas". Nos dois espaços reservados para este efeito, deitam todos os dias papel e restos de comida. Com a 'ajuda' de uma espécie de minhocas cedidas pela Quinta Pedagógica dos Prazeres, é forma-se um adubo que depois é utilizado nos jardins da escola. O professor de Ciências Naturais congratula-se pelo facto de a capacidade dos tanques estar a ficar "muito pequena" e reforça o facto de, com estas iniciativas, a instituição ajudar na redução do lixo. "É um pequeno contributo", frisou. A Escola Básica da Fajã da Ovelha é já uma repetente no que diz respeito à conquista de prémios a nível nacional. No ano passado, esta instituição participou num concurso novamente com uma vertente ambiental e ficou em primeiro lugar na categoria de audiovisuais. Diario de Noticias Madeira Barragon April 11th, 2008, 02:39 PM Portugal tem energia cada vez mais «limpa» Já alcançou a meta europeia de consumo de electricidade produzida com fontes de energias renováveis O ex-eurodeputado e empresário Carlos Pimenta sustentou esta sexta-feira que Portugal, que em 2009 terá um amplo complexo fabril de equipamentos eólicos, já alcançou a meta europeia de consumo de electricidade produzida com fontes de energia «limpas». Em declarações à Agência Lusa, Carlos Pimenta explicou que uma directiva europeia de 2001 determinou que, em 2010, a electricidade consumida nos Estados-membros seja produzida em 39 por cento por fontes de energia alternativas (água, vento, sol, biomassa...). «Portugal não só ganhou esta aposta como vai ultrapassá-la face aos projectos concretos em curso e previstos para 2009 e 2010 [em termos de construção de parques eólicos]», defendeu o empresário ligado ao sector. O ex-secretário de Estado do Ambiente falava à Lusa no dia em que o primeiro-ministro, José Sócrates, abordará a política de energia no debate quinzenal da Assembleia da República. Carlos Pimenta apontou que, nos últimos cinco anos, Portugal investiu mais de três mil milhões de euros na construção de parques eólicos, estimando-se para este ano investimentos de mais de mil milhões de euros. «Autoeuropa do Vento» O ambientalista adiantou que, no próximo ano, deverá começar a funcionar um complexo de 19 fábricas, com sede em Viana do Castelo, que produzirá equipamentos eólicos para os mercados interno e externo. O projecto, que envolve o maior fabricante de tecnologia eólica do mundo, de origem alemã, e 29 empresas associadas, incluindo a EDP, permitirá, depois de todo construído, a exportação de equipamentos da última geração, gerando uma receita de mais de 300 milhões de euros anuais. Actualmente, existem duas fábricas a laborar em Viana do Castelo, que terão ramificações para outras zonas do Norte e Centro do país. Segundo Carlos Pimenta, serão criados dois mil postos de trabalho directos e oito mil indirectos na chamada «Autoeuropa do Vento», numa analogia à fábrica de automóveis da Volkswagen de Palmela. O empresário referiu que uma nova directiva europeia fixou para 2020 que 20 por cento da totalidade da energia consumida nos Estados-membros seja produzida por fontes renováveis. Depois do vento, o sol Questionado sobre se Portugal está preparado para responder a este desafio, Carlos Pimenta respondeu que «é possível ganhá-lo» se for encarado como «um grande objectivo económico». «Portugal tem potencial. O sector eólico foi um bom agoiro. Agora, é preciso replicar na energia solar», exemplificou, notando que no «Chipre não há casa sem painel solar». O antigo eurodeputado salientou, face às alterações climáticas e ao aumento do preço dos combustíveis, que as fontes «limpas» têm quatro vantagens: «Produzem energia, poupam importações, geram emprego e são boas para o ambiente». Barragon April 21st, 2008, 12:41 PM Renováveis com mais energia O recurso a fontes inesgotáveis de energia, que a natureza nos dá, como o sol, o vento, e as ondas para produzir electricidade, reduz custos de emissões de CO2, a dependência dos combustíveis fósseis e melhora o ambiente. Mas só nos finais dos anos 90, início desta década, os ventos começaram a soprar a seu favor em Portugal. A União Europeia exigiu metas mais ambiciosas aos Estados-membros, quer para a produção de electricidade a partir de fontes renováveis quer para a redução de emissões de dióxido de carbono. E o aumento do preços do petróleo e do gás natural nos mercados internacionais, a partir de 2002 também ajudaram ao seu desenvolvimento. Por isso, Portugal, como um dos países da UE mais dependente do petróleo e um dos mais atrasados em renováveis, lançou-se numa verdadeira corrida contra o tempo. O Governo de José Sócrates acelerou os concursos para eólicas e agilizou o licenciamento de projectos. Os privados responderam e o balanço é positivo. No final de 2007, o país ultrapassou a meta estabelecida pela União Europeia para 2010, que prevê a produção de 39% da energia eléctrica consumida a partir de fontes renováveis. Naquele ano, as renováveis já asseguraram 42% da produção. E a potência instalada de energia a partir de fontes renováveis continua a crescer, aumentando de 4 846 MW em 2000, para 7 409 MW no final do ano passado, de acordo com as estatísticas da Direcção Geral de Energia e Geologia. Mas o Governo quer que o país vá além das metas acordadas com Bruxelas. A Estratégia Nacional para a Energia tem como objectivos para o País que a produção de energias renováveis represente 45% do consumo em 2010 e que a incorporação de biocombustíveis utilizados nos transportes aumente de 5,75% para 10%. Esta última meta contribuirá para reduzir as emissões de CO2 no sector dos transportes, aquele que mais contribui para o aumento das mesmas. Os privados consideram que estas metas são "perfeitamente atingíveis".| Fonte: DN tcpor April 21st, 2008, 01:32 PM Só tenho a aplaudir as metas alcançadas e os objectivos traçados! Finalmente, Portugal a querer ser "alguém" em algo importante! :applause: _Rick_ April 21st, 2008, 01:44 PM Por isso, Portugal, como um dos países da UE mais dependente do petróleo e um dos mais atrasados em renováveis, lançou-se numa verdadeira corrida contra o tempo. :ohno::ohno::ohno: Eu acho que os jornalistas já se habituaram a dizer a frase "Portugal é um dos países mais atrasados" e já nem vão pesquisar. Portugal dos países mais atrasados na questão de renováveis???? :nuts::nuts::nuts: À conta de quê?? É uma das poucas coisas que lideramos na EU. :| Vamos lá a ver a nossa situação quando estas metas foram propostas (2005): Title: Renewable energy in final energy consumption (2020 target) EU Member State 2005 Figure 2020 Target 1 Sweden 39.8% 49% 2 Latvia 34.9% 42% 3 Finland 28.5% 38% 4 Austria 23.3% 34% 5 Portugal 20.5% 31% 6 Estonia 18% 25% 7 Romania 17.8% 24% 8 Denmark 17% 30% 9 Slovenia 16% 25% 10 Lithuania 15% 23% 11 France 10.3% 23% 12 Bulgaria 9.4% 16% 13 Spain 8.7% 20% EU 8.5% 20% 14 Poland 7.2% 15% 15 Greece 6.9% 18% 16 Slovakia 6.7% 14% 17 Czech republic 6.1% 13% 18 Germany 5.8% 18% 19 Italy 5.2% 17% 20 Hungary 4.3% 13% 21 Ireland 3.1% 16% 22 Cyprus 2.9% 13% 23 Netherlands 2.4% 14% 24 Belgium 2.2% 13% 25 United Kingdom 1.3% 15% 26 Luxembourg 0.9% 11% 27 Malta 0% 10% Dados: http://www.energy.eu/#renewable Se estar em 5º lugar na tabela de 27 países e em estar acima da proposta média da EU 15 anos antes da meta é ser atrasado.......então mais vale desistir de tentar liderar. Mesmo quando estamos 15 anos à frente ----- estamos atrasados :dunno: Realmente começo a concordar que os tugas se fazem muito de coitadinhos também. Olhem para a vergonha que é o Reino Unido com 1.3% e propor apenas ter 15% em 2020. Isso sim é ser atrasado nesta materia. tcpor April 21st, 2008, 01:51 PM _Rick_ e se compararmos esses dados com os revelados pelo Barra, ainda mais demonstra o nosso empenho em sermos líderes nesta matéria! :okay: _Rick_ April 21st, 2008, 02:03 PM ^^ Sim ;) :yes: Esta área é certamente uma área que nos podemos orgulhar. Se a união europeia terá em 2020 uma percentagem razoável de energias renováveis.........em muito o deverá aos países bálticos/escandinavos e a Portugal. Sendo que destes países Portugal e Suécia são os mais populosos (Portugal mais que Suécia) e portanto os que vão puxar as más percentagens de países populosos como Alemanha, Reino Unido e Italia para cima. :okay: Barragon April 21st, 2008, 02:07 PM Eles estavam a falar em analepse quando disseram aquilo de Portugal ser um dos mais atrasados :D Barragon April 21st, 2008, 02:09 PM ^^ Sim ;) :yes: Esta área é certamente uma área que nos podemos orgulhar. Se a união europeia terá em 2020 uma percentagem razoável de energias renováveis.........em muito o deverá aos países bálticos/escandinavos e a Portugal. Sendo que destes países Portugal e Suécia são os mais populosos (Portugal mais que Suécia) e portanto os que vão puxar as más percentagens de países populosos como Alemanha, Reino Unido e Italia para cima. :okay: Esses países maiores pecam pelo Nuclear :ohno: e também pela enorme industrialização. Por outro lado, se formos comparar os recursos hídricos da Suécia e a área do país com o nosso... Rexluso April 21st, 2008, 03:51 PM Então os amantes das comparações com Espanha não veem cagar postas de pescada? Barragon April 21st, 2008, 04:34 PM :lol: não vale a pena... neste assunto Espanha nem tem hipótese tcpor April 21st, 2008, 04:40 PM :lol: não vale a pena... neste assunto Espanha nem tem hipótese Mas tem todo o potencial. Sinceramente, não entendo a postura deles em relação a um tema em que são, tal como nós, tão dependentes do exterior. :ohno: Barragon April 21st, 2008, 04:41 PM Por mim podem fazer como quiserem... a Galiza tem vindo a apostar nas eólicas e tem grande potencial nas marés... a ver se fica independente de Espanha :pepper: tcpor April 21st, 2008, 04:47 PM ^^ é. Estão a tentar acompanhar Portugal. :D Agora, ainda há muito por fazer no nosso país, em relação à obtenção de energia através dos recursos renováveis. Há ainda um longo caminho pela frente. Sei que ainda fica muito caro criar as infraestruturas e que os ganhos (ainda) não são os mesmos que os ganhos com as energias captadas dos recursos não-renováveis. Começamos com a energia das marés nos Açores, passamos pela energia hidráulica e estamos neste momento a apostar nas eólica e fotovoltaica, sem esquecer as anteriores. Agrada-me que saibamos evoluir. :okay: _Rick_ April 22nd, 2008, 08:07 PM Mas tem todo o potencial. Sinceramente, não entendo a postura deles em relação a um tema em que são, tal como nós, tão dependentes do exterior. :ohno: Tem uma razão de ser........chama-se energia nuclear. A maior parte destes países encostou-se a isso para reduzir as suas emissões e não se viu pressionada para obter energia a partir de fontes limpas. É de notar que Portugal está acima dos limites estabelecidos para nós pelo protocolo de Quioto :(. Vamos ter consequencias por isso. Por seu lado, se não estou em erro, Reino Unido não os vai ter por causa da energia nuclear. Portugal saltou o nuclear e foi directo para as renováveis. Demora mais a reduzir o CO2.....mas no final compensa. Suécia também depende do nuclear mas decidiu-se há uns bons anos atrás (não tenho certeza mas acho que foi por consulta pública) descomissionar todas as fabricas de nuclear.........e começaram a investir nos vastos recursos hidricos que têm. Basicamente os outros países foram pela solução fácil.........nós fomos pela ideal. :dunno: Cada uma tem as suas vantagens e desvantagens. Neste momento, o que começa a ser preocupante em Portugal é a poluição dos carros. Isso sim é preciso mudar. Usamos demasiado o carro por cá Barragon April 22nd, 2008, 09:08 PM O ideal seria um carro que funcionasse a CO2 e deitasse O2 pelo escape... se nas plantas é possível... porque não nos carros? traveler April 29th, 2008, 02:36 AM 3rd generation solar panels producer Energie (Portugal, solar) is to open a €2 million plant at Parque Industrial de Laundos (PIL), Póvoa de Varzim (north) as part of the first stage of investment which by 2010 will see the company reach global No 1 as a manufacturer of atmospheric energy panels – solar panels of the 3rd generation. Luís Rocha, Energie chairman said the business plan calls for turnover of €10 million a year and monthly production of 30,000 square meters of panels by 2010. 60% of current production is for the domestic market but the company also has clients in Spain, France, Belgium, Ireland, Luxembourg, the UK and the U.S. Energie panels generate power from the atmosphere and stand out from earlier generations of solar panels because they work whether the sun is shining or not. NewTomorrow April 29th, 2008, 03:57 AM Novo projecto para Biodiesel Data: 28-04-2008 Conscientes que a Madeira aposta forte na produção de energias renováveis, com vista a libertar-se do peso que representa a dependência do petróleo e seus derivados, surge agora um novo projecto, independente e com uma ambição moderada. Com um milhão de euros ou pouco mais, a Fundação Excalibur (ver destaque) pretende criar uma fábrica de produção de biodiesel através de microalgas e, também, óleos usados, que em alguns meses poderá fornecer energia e, no futuro, quiçá, a venda no exterior. A encabeçar o projecto na Madeira está a bióloga Paula Marília Figueira, que explica que após surgir a ideia do projecto contactaram uma empresa brasileira especializada nesta área, o Planeta Biodiesel, para encetar a parceria de produção de microalgas. "Como sou madeirense, surgiu a ideia de apresentarmos o projecto cá", confessa. "Inicialmente, parecia algo distante da realidade, mas apercebemo-nos que esta é uma área necessária e não seria tão difícil de colocar em prática". Após a escolha da Madeira, foi preciso dar a conhecer a ideia. "Fizemos já algumas apresentações a entidades regionais, como a Secretaria Regional do Ambiente e Recursos Naturais, a SIRAM e a Sociedade de Desenvolvimento da Madeira", exemplificou a responsável. "Agora estamos à procura de investidores privados, que será a parte mais difícil", reconhece. "O projecto tem um plano de viabilidade, as áreas necessárias de instalação, volume de produção. Ou seja, toda aparte técnica". Zona Franca do Caniçal seria ideal A parte mais importante, o capital poderá, por isso, surgir com as negociações já encetadas. Depois, vem a questão da localização. Aí, também, há a possibilidade do Caniçal. "Tivemos boa receptividade da Secretaria Regional, dado que o Governo está aberto a projectos nesta área", conta Paula Marília Figueira. "Aí, transmitiram-nos que encontrar um terreno é uma parte sempre difícil. Estamos ainda a avaliar, mas uma zona favorável seria na Zona Franca da Madeira, onde também existem outras unidades fabris, além de ser uma zona com boa exposição solar, essencial para a produção das algas. O projecto prevê, contudo, a instalação de um fotobioreactor, que produz luz 24 horas contínuas". O espaço necessário? "Um hectare de área (dimensão de um campo de futebol ou 10 mil metros quadrados), que seria já significativo para a nossa dimensão", garante a bióloga. Inicialmente, o investimento na instalação de máquinas rondaria os 250 mil euros", mas depois com a efectiva produção, "ascenderia a um milhão de euros ou no máximo dois milhões de euros", contabiliza. "Entre seis a oito meses para nos instalarmos e a produção de combustível avançaria em menos de um ano". "A estimativa de produção seria de três mil litros de biodiesel por dia, quando a fábrica estivesse a funcionar em pleno. "Esta serviria para, por exemplo, utilizar nos transportes públicos, como biodiesel puro ou como aditivo". Além da produção de microalgas - uma opção cada vez mais real, precisamente por causa da utilização de cereais como biodiesel, que tem gerado escassez nos mercados mundiais -, o projecto da Fundação pretende reciclar óleos usados, aproveitando a recolha que já é feita na Madeira. "Em dois a três meses poderíamos instalar a maquinaria, que ficaria numa área combinada com o das microalgas", conclui. Só falta o sim dos investidores ou grupo de investidores que, em princípio, podem vir a ser madeirenses com negócios fora da Madeira. Fundação Excalibur A Fundação Excalibur foi criada com o objectivo de promover e incentivar projectos inovadores no âmbito das energias renováveis e de protecção ambiental. A Fundação tem sede em Cascais e o presidente é o advogado Luis Belo Morais. Num contexto onde a produção de energias fósseis atinge limites de produção e procura, mas também ciente que os biocombustíveis de origem vegetal (cereais nomeadamente) está a colocar a produção alimentar em ruptura, em 2007 e após alguns contactos entre diversos parceiros e colaboradores nos projectos em que esta está envolvida no país e no estrangeiro, surge a hipótese de elaborar um projecto sobre o planeamento de usinas na vertente da produção de biodiel a partir de plantas. Esta ideia, já existente no Brasil e apoiada fortemente pelo governo federal, ainda está em fase de estudo e implementação em Portugal. A produção de energia através de microalgas, organismos procarióticas que em condições óptimas multiplicam-se rapidamente e reduzem os custos de produção, em relação à que se consegue a partir de plantas vasculares e agrícolas. De referir que há tipos de microalgas que chegam a ter 40% da sua massa composta por íipidos, que permitem extrair o óleo para ser convertido em biodiesel. Diario de Noticias Madeira NewTomorrow April 29th, 2008, 04:02 AM Carris distinguida pelo seu comportamento energético 2008-04-29 A Comissão Europeia distinguiu a Carris com o prémio GreenBuilding Partner Award 2008, reconhecendo a boa prática energética da empresa implementada no Edifício “A” do Complexo de Miraflores. Esta distinção, criada em 2008, premeia a eficiência no comportamento energético em edifícios não-residenciais. O Prémio foi atribuído durante a quinta conferência do Improving Energy Efficiency in Commercial Buildings 08, que decorreu em Frankfurt (Alemanha), em Abril. O GreenBuilding é um programa voluntário criado pela Comissão Europeia, que visa a melhoria dos níveis de poupança energética e ambiental. Os proprietários de edifícios não-residenciais são aconselhados e motivados a implementarem medidas de poupança de energia, recebendo, assim, o reconhecimento público por estas acções NewTomorrow April 29th, 2008, 04:03 AM Borba: Investidores chineses querem apostar em energias renováveis Borba, Évora, 28 Abr (Lusa) - A exploração de energias renováveis poderá atrair investidores chineses ao concelho alentejano de Borba (Évora), depois de as relações comerciais já se estenderem aos sectores do vinho e das rochas ornamentais. O presidente da Câmara Municipal de Borba, Ângelo de Sá, adiantou hoje à agência Lusa que investidores da província chinesa de Zhejiang já se mostraram interessados em parcerias para investimentos na área das energias renováveis no concelho alentejano. "Ainda estamos numa fase inicial de contactos, mas poderá haver investimentos chineses em Borba", afirmou o autarca. Para já, as relações comerciais entre o concelho de Borba e a região de Zhejiang passam pelos sectores do vinho e das rochas ornamentais. A Adega Cooperativa de Borba está a apostar nas exportações de vinho para aquela região chinesa, tal como outros produtores do concelho. O presidente do município destacou a importância da aposta no desenvolvimento das relações comerciais e institucionais do concelho com a província de Zhejiang, na China, tendo em vista as oportunidades de investimento e o reforço das exportações. Ângelo de Sá lembrou que as relações institucionais entre Borba e a província de Zhejiang têm vindo a ser reforçadas através de visitas de delegações de governantes daquela região chinesa ao concelho alentejano. A mais recente visita de uma delegação, que integrava sete governantes de Zhejiang, ocorreu a semana passada, tendo-se registado idêntica iniciativa em Setembro de 2007, as quais integraram visitas a empresas dos sectores dos mármores e vinhos. Segundo o autarca, as visitas têm servido para troca de impressões sobre as duas regiões relativamente às potencialidades económicas e oportunidades de investimento. O autarca avançou ainda que Borba pretende geminar-se com a cidade chinesa de Taizhou, na região de Zhejiang. NewTomorrow April 29th, 2008, 04:08 AM 26-04-2008 Distrito em quinto lugar nas eólicas O distrito de Santarém é o quinto do país na produção de energia eólica, com perto de meia centena de torres de energia eólica instaladas, ainda que concentradas até agora em dois concelhos: Mação e Rio Maior. A potência destas torres representa já cerca de 104 megawtts, com o grosso dessa produção localizado no parque natural da serra de Candeeiros. Para breve, anuncia-se a instalação de outro parque eólico em Minde, concelho de Alcanena. O “Parque Eólico Chão Falcão 3” está previsto nascer no lugar de Vale Alto e conta já com a aprovação da Câmara de Alcanena. Este equipamento terá 13 torres e cada uma irá produzir dois megawatts por hora, funcionando cerca de 2 mil horas por ano. A instalação destes parques representa ainda custos significativos na medida em que cada uma destas torres eólicas, que podem oscilar entre os 60 e 100 metros de altura, custa em média, entre os 45 e 60 milhões de euros. Para já existem três empresas fabricantes com equipamento instalado no distrito: a Enarcon, a Vestas e a Neg-Micon. A Vieira Alves Metalomecânica (VAM), sedeada em Abrantes, está já a dar passos pioneiros neste sector com a produção das primeiras torres eólicas fabricadas no distrito. A empresa prevê produzir cerca de 100 torres por ano, cada uma com cerca de 100 metros de altura. Na Europa, os campeões da energia eólica são a Alemanha e a Dinamarca (este país também com a novidade da instalação de torres eólicas em pleno Mar do Norte), de onde importamos de resto boa parte da tecnologia, nomeadamente os geradores. Temos contudo já empresas portuguesas a fabricarem as hélices e as torres, que também exportamos para o mercado espanhol. O Ribatejo NewTomorrow April 29th, 2008, 04:08 AM 27-04-2008 Painéis solares cobrem edifício nas traseiras da Casa da Música O edifício que está a ser construído nas traseiras da Casa Música, na Boavista, Porto, vai acolher a nova sede da EDP no Norte, apresentando "características inovadoras na área energética". Telas de ensombramento das fachadas com capacidade para captação fotovoltaica, painéis de aquecimento solar e energia eólica na cobertura são elementos que vão marcar o imóvel, numa óptica de "auto-suficiência". Os painéis colocados nas fachadas deverão rodar de acordo com a orientação solar, emprestando um aspecto original ao edifício, cuja inauguração está prevista para o início de 2010, de acordo com as previsões da EDP. "O objectivo é a auto-suficiência energética, prevendo-se que a nova sede Norte venha a ser o primeiro edifício com classificação energética superior", acrescenta a informação da EDP. Chegou a estar prevista a implantação da sede do BPN naquele imóvel, mas o edifício será, então, a sede da EDP. Rui Costa, responsável da Adicais, promotora do empreendimento, explicou que está a ser negociada com a instituição bancária a sua instalação num edifício do mesmo quarteirão (gaveto da Avenida da Boavista com a Rua de 15 de Novembro), que até já está pronto. Sete pisos acima do solo Na nova sede Norte do grupo "irão trabalhar cerca de 700 trabalhadores administrativos". "A concentração de serviços num único edifício permite libertar alguns dos 27 imóveis que o grupo ocupa actualmente na cidade do Porto", explica a empresa. O edifício (um dos dois que compõem o imóvel que tanta polémica deu por causa das vistas do janelão das traseiras da Casa da Música) tem sete pisos acima do solo (seis de escritórios, com 10 mil metros quadrados, e um de comércio, com 1500 metros quadrados) e dois pisos subterrâneos, com 250 lugares para estacionamento, zonas de arquivo e áreas de armazenamento. Voltado para a Avenida da Boavista e para a Casa da Música (cuja imagem poderá reflectir-se nos painéis solares), o prédio terá um "auditório com características técnicas inovadoras", entre outras valências para a criação de "bom ambiente de trabalho". Os trabalhadores da EDP terão direito, então, a espaços de ambiente anti-stress, designadamente SPA, ginásio, salas de leitura, de audiovisual e zonas de restauração, entre outros. Vizinhança por definir "A qualidade e inovação urbanística do imóvel [o projecto é do arquitecto Ginestal Machado], bem como a localização central e junto a um equipamento cultural de referência garantem o reforço da visibilidade e do prestígio da marca EDP", acredita a empresa. Ainda não está definido quem ocupará o outro edifício nas traseiras da Casa da Música, que ficará ligado por uma pala e uma cave à sede do EDP. Esta configuração dos dois edifícios foi a solução encontrada para manter sem barreiras o janelão das traseiras do equipamento cultural. NewTomorrow April 29th, 2008, 04:18 AM 26-04-2008 Distrito em quinto lugar nas eólicas O distrito de Santarém é o quinto do país na produção de energia eólica, com perto de meia centena de torres de energia eólica instaladas, ainda que concentradas até agora em dois concelhos: Mação e Rio Maior. A potência destas torres representa já cerca de 104 megawtts, com o grosso dessa produção localizado no parque natural da serra de Candeeiros. Para breve, anuncia-se a instalação de outro parque eólico em Minde, concelho de Alcanena. O “Parque Eólico Chão Falcão 3” está previsto nascer no lugar de Vale Alto e conta já com a aprovação da Câmara de Alcanena. Este equipamento terá 13 torres e cada uma irá produzir dois megawatts por hora, funcionando cerca de 2 mil horas por ano. A instalação destes parques representa ainda custos significativos na medida em que cada uma destas torres eólicas, que podem oscilar entre os 60 e 100 metros de altura, custa em média, entre os 45 e 60 milhões de euros. Para já existem três empresas fabricantes com equipamento instalado no distrito: a Enarcon, a Vestas e a Neg-Micon. A Vieira Alves Metalomecânica (VAM), sedeada em Abrantes, está já a dar passos pioneiros neste sector com a produção das primeiras torres eólicas fabricadas no distrito. A empresa prevê produzir cerca de 100 torres por ano, cada uma com cerca de 100 metros de altura. Na Europa, os campeões da energia eólica são a Alemanha e a Dinamarca (este país também com a novidade da instalação de torres eólicas em pleno Mar do Norte), de onde importamos de resto boa parte da tecnologia, nomeadamente os geradores. Temos contudo já empresas portuguesas a fabricarem as hélices e as torres, que também exportamos para o mercado espanhol. O Ribatejo Barragon April 29th, 2008, 11:24 AM Belas notícias :applause: |