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Barragon
April 29th, 2008, 01:30 PM
100 litros de biodiesel


A Associação para o Desenvolvimento e Formação Profissional de Miranda do Corvo (ADFP) vai produzir biodiesel a partir de óleos usados nas suas cozinhas e em restaurantes que aderiram ao projecto, foi ontem anunciado. O presidente da direcção da ADFP, Jaime Ramos, disse que a instituição - que serve cerca de 1300 refeições diárias - comprou para o efeito uma máquina com capacidade para fabricar 100 litros de biodiesel por dia.

Segundo Jaime Ramos, já foi iniciado o processo de licenciamento desta nova actividade, junto da Câmara Municipal, prevendo-se que o combustível produzido possa abastecer o parque de viaturas e os edifícios da associação equipados com aquecimento a gasóleo.

"Há uma semana, começámos a guardar os óleos alimentares utilizados na confecção das nossas refeições", adiantou.

Além dos restaurantes e particulares, a ADFP planeia negociar com bombeiros da região uma "permuta de serviços".

Fonte: JN

NewTomorrow
May 4th, 2008, 10:02 AM
Escassez trava biocombustíveis


A escassez de produção alimentar e a explosão dos preços associada está a obrigar muitos responsáveis políticos a repensar a aposta nos biocombustíveis como solução energética e ambiental de futuro, pelo menos no quadro actual.

Ontem foram os próprios Estados Unidos, cuja aposta no bioetanol já é vista como um contributo para a subida dos preços alimentares, facto que vem sendo reclamado por muitas ONG’s e organismos internacionais – como a Comissão Europeia. “Tem havido, aparentemente, algum efeito [nos preços], uma consequência indesejada do esforço alternativo nos biocombustíveis”, reconheceu Condoleeza Rice, chefe da diplomacia norte-americana. “O debate do etanol pode de facto ser parte do problema e embora acreditemos que os biocombustíveis continuam a ser extremamente importantes, queremos estar seguros de que não estão a produzir um efeito perverso”, acrescentou.

Recentemente, o relator especial das Nações Unidas para o direito à alimentação, Jean Ziegler, defendeu mesmo que a conversão geral da agricultura para a produção de biocombustíveis é “um crime contra grande parte da Humanidade, porque está a perturbar e muito os preços dos alimentos”. Outros problemas a fazer disparar os preços são a distribuição alimentar em zonas de conflito, como o Sudão, e os tectos à exportação impostos por países como a China.

Os biocombustíveis vinham sendo apresentados como o petróleo verde, que reduz dependência energética de zonas de conflito e combate alterações climáticas reduzindo o CO2. Mas com a actual tecnologia – que permite a extracção apenas de bens alimentares como o milho –, este processo precisa de muito terreno arável para produzir matéria suficiente para ser relevante a nível energético. Para muitos agricultores este novo mercado é um ‘el dorado’ porque representa um mercado bem mais estável e rentável, mas isso afasta produção agrícola destinada à alimentação e à produção animal. É essa escassez, aliada à especulação, que tem feito disparar os preços em todo o mundo. Na Europa, os líderes europeus comprometeram-se com uma meta de 10% de biocombustíveis no total do consumo energético para os transportes até 2020. Mas a Europa apenas consome 2% do seu terreno para os biocombustíveis e por isso Bruxelas rejeita qualquer efeito das políticas internas no preço.

Barragon
May 4th, 2008, 11:36 AM
:gaah:

_Rick_
May 4th, 2008, 12:31 PM
^^ Era de certa forma esperado. :dunno:

De qualquer maneira isto não impede que se continuem com projectos como os das algas da Madeira ou a recolha de óleos alimentares usados que começou em Sintra e está a espalhar-se por outras zonas do território.

Aliás a recolha de óleos alimentares usados para produção de biodiesel devia ser uma prioridade. Um programa de recolha destes óleos seria relativamente fácil de aplicar pelo menos aos restaurantes das grandes cidades e alimentaria os transportes públicos destas. Portugal devia pedir fundos europeus para ajudar a implementar esse sistema.

NewTomorrow
May 5th, 2008, 01:30 AM
^^ Era de certa forma esperado. :dunno:

De qualquer maneira isto não impede que se continuem com projectos como os das algas da Madeira ou a recolha de óleos alimentares usados que começou em Sintra e está a espalhar-se por outras zonas do território.

Aliás a recolha de óleos alimentares usados para produção de biodiesel devia ser uma prioridade. Um programa de recolha destes óleos seria relativamente fácil de aplicar pelo menos aos restaurantes das grandes cidades e alimentaria os transportes públicos destas. Portugal devia pedir fundos europeus para ajudar a implementar esse sistema.

deveriam espalhar Oleões como a Papelões , se a maioria de oleos domesticos fosse recolhido ajudaria para aumentar a nossas cotas de Biodisel.

Eu ouvi dizer que a MacDonalds em São Paulo reutiliza os oleos para mover a sua frota de Camiões.
As camaras deveriam dar o exemplo recolhendo os oleos alimentares dos edificios publicos , para usarem na sua frota.

Mateus_
May 5th, 2008, 10:17 AM
Parque eólico de Nogueira com potencial


Seis anos depois do início do processo de instalação de um parque eólico na Serra da Nogueira em Bragança, a exploração de energia poderá ser uma realidade no próximo ano. Esta é a convicção de Carlos Pimenta, administrador da PENOG, uma empresa ligada à exploração do vento, que há vários anos paga o aluguer dos terrenos às freguesias da zona, para ali proceder à realização de estudos ambientais e do vento.

A PENOG trabalha em colaboração com as Câmaras da área de influência, nomeadamente Bragança, Macedo de Cavaleiros e Vinhais. Apesar dos esforços desenvolvidos até agora, o parque não avançou, sobretudo porque na região não existe ligação à rede de alta tensão que permita evacuar a energia produzida. Uma situação que pode resolver-se em breve. A REN (Rede Eléctrica Nacional) já lançou a construção de uma subestação em Macedo de Cavaleiros, que deverá ficar concluída no próximo ano, e terá capacidade para receber a energia produzida na Nogueira. Na região as linhas de alta tensão seguiam apenas o Douro, no percurso das barragens, "no distrito de Bragança não há uma única linha", explicou.

A REN vai ainda criar uma linha estruturante, uma espécie de auto-estrada, entre Chaves e Macedo de Cavaleiros / Mogadouro, atravessando o distrito na diagonal. Na forja está também a instalação de uma ligação a Espanha, onde há grande capacidade de escoamento. "Pode permitir a criação de mais parques na região", acrescentou.

Carlos Pimenta está convicto que ainda este ano será aberto o processo de candidatura. "Se tudo correr bem o processo administrativo deve ser entregue este ano, uma vez aprovada a parte ambiental e eléctrica a obra pode começar durante o próximo ano", afiançou.Glória Lopes

Mateus_
May 5th, 2008, 10:19 AM
Erva dos jardins dá origem a fertilizante natural

Neuza Magalhães classifica de "muito positivo" o projecto da autarquia

Helena Silva

É num terreno, na zona dos Marrazes, em Leiria, que são depositados os resíduos orgânicos retirados dos parques e jardins do concelho. E ali são transformados em fertilizante natural utilizado, sobretudo, na composição das novas áreas verdes da cidade. O projecto é inovador e tem sido matéria de estudo pelos alunos da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria.

Neuza Magalhães, vereadora com o pelouro do Ambiente, considera que se trata de uma prática "muito positiva", que tem como impacto imediato o aproveitamento dos resíduos que, de outra forma, seriam depositados em aterro. Por outro lado, refere ainda, permite substituir os fertilizantes químicos, com vantagens para o ambiente e para a poupança do município.

Foi em 2006 que o projecto começou a desenhar-se. Desde então, conta Manuela Oliveira, coordenadora da Divisão de Espaços Verdes da autarquia, foram sendo testados métodos e procedimentos até se atingir a performance actual, que classifica de "positiva". A qualidade do composto produzido foi já analisada e aprovada pela Escola Agrária de Coimbra e, desde então, começou a ser utilizado como alternativa aos químicos. Só o ano passado, foram recolhidas 900 toneladas de resíduos, dos parques e jardins, e transformados em composto orgânico (180 toneladas). Um valor que representa cerca de metade das necessidades de fertilizante da cidade.

A responsável explica que o objectivo, agora, é desenvolver mais a produção. Por isso, a Câmara apresentou uma candidatura ao QREN, no valor de 227 mil euros, para ampliar o projecto. Para isso será necessário encontrar um novo local, com mais espaço livre.

Neuza Magalhães considera que o novo horto municipal, na zona da Ponte das Mestras (no local da antiga Estação de Tratamento de Águas Residuais) poderá ser o ideal. O objectivo é criar um espaço pavimentado, que possibilite a recolha e drenagem de lixiviados (águas e escorrências) e a aquisição de mais equipamento.

A vereadora explica que o objectivo, num futuro próximo, é alargar o projecto até aos habitantes da cidade, recolhendo e transformando os seus resíduos orgânicos.

Mateus_
May 5th, 2008, 02:30 PM
Taxa de crescimento média anual da potência eólica no país foi de 62,6%


Em Fevereiro, havia já 155 parques eólicos, num total de 1 169 aerogeradores, a funcionar em Portugal continental, somando uma potência instalada de 2170 megawatt (MW), o que representa um aumento de potência de mais de 1800% desde 2001, quando a potência instalada era de apenas 114 MW. Segundo as estatísticas rápidas da Direcção-Geral de Energia e Geologia, a taxa de crescimento média anual da potência nesses sete anos foi de 62,6%.



Em Fevereiro, a energia eólica representou 28,5% do total de energia produzida no país com base em fontes renováveis, incluindo as barragens. Só nos primeiros dois meses deste ano, a produção eólica cresceu 39% quando comparada com igual período do ano passado.



De acordo com o mesmo documento, o número de parques instalados em Portugal era de apenas 16, com um total de 173 aerogeradores. Desde então, o seu número cresceu em média por ano 45,5% e 36,8%, respectivamente.



Os distritos com maior potência instalada são Viseu (405 MW), Castelo Branco (321), Coimbra (273), Lisboa (193), Vila Real (169), Santarém (150), Leiria (149) e Braga (121).



Segundo os registos de projectos licenciados e em curso na passada sexta-feira, já vamos porém nos 318 parques e uma fonte da DGEG admitiu ao JN que, com projectos em vista, o número total chegará aos 350. O concelho com maior número de parques licenciados e em curso é Torres Vedras, com 14, seguindo-se Cinfães, com 11 próprios e três partilhados, e Mafra, com dez.

JN, 05/05/2008

NewTomorrow
May 6th, 2008, 07:06 AM
05-05-2008

Quimonda lança nova fábrica em Vila do Conde e quer mais três
http://www.energiasrenovaveis.com/images/upload/Campo-de_Tiro1_2.jpg

A Quimonda apresentou esta segunda-feira o seu novo projecto de investimento em Vila do Conde: uma unidade de células solares, com um investimento de 70 milhões de euros numa primeira fase. Mas a unidade nacional do grupo multinacional não pretende ficar por aqui e quer construir mais três fábricas na região.

O projecto agora apresentado deverá ser alargado numa segunda fase, com um investimento de mais 30 milhões de euros, aumentando a capacidade de produção para 250 megawatts. Quando estiverem todas as quatro unidades em funcionamento, a produção de células solares deverá representar um gigawatt anual.

Com esta segunda fase serão criados mais 70 postos de trabalho, num total de 150.

A Qimonda Portugal é «a maior fábrica europeia de montagem e teste de produtos de memória e líder das exportações nacionais em 2007».

A produção de semicondutores, nomeadamente de memórias DRAM, é destinada a computadores, servidores e outros terminais digitais, como leitores de MP3, telemóveis, câmaras fotográficas digitais e consolas de jogos, entre outros.

A Qimonda é uma multinacional que actua na produção de semicondutores. A empresa possui cinco unidades de fabrico e seis laboratórios de Investigação & Desenvolvimento em três continentes, tendo gerado um volume global de vendas de 3,61 mil milhões de euros durante o seu ano fiscal de 2007.

A Qimonda AG produz semicondutores para uma enorme variedade de aplicações, através de tecnologia de baixo consumo e alto rendimento.

A apresentação do novo projecto de investimento contou com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates, e do ministro da Economia e Inovação, Manuel Pinho.

NewTomorrow
May 6th, 2008, 07:21 AM
Alentejo: Empresa quer produzir energia com bagaço azeitona

Uma empresa alentejana quer construir uma central de produção de energia, a partir de biomassa, para aproveitar o esperado aumento de bagaço de azeitona oriundo dos lagares do Alentejo, com a exploração dos novos olivais, muitos de espanhóis.
A empresa Mariano Lopes e Filhos, instalada em Alvito (Beja) e propriedade da União de Cooperativas Agrícolas do Sul (UCASUL), compra bagaço de azeitona a lagares do Alentejo, quer para extrair óleo, quer para o tratar.

«Dentro de quatro a cinco anos, com o início da produção dos novos olivais no Alentejo, muitos na 'mão' de empresários espanhóis, a empresa deverá receber três a quatro vezes mais bagaço do que recebe actualmente dos lagares da região», previu o presidente da UCASUL Aníbal Martins, em declarações à agência Lusa.

Após o início da produção dos novos olivais, a empresa prevê receber anualmente «150 a 200 milhões de quilos» de bagaço, constituído por fragmentos de pele, polpa e caroço da azeitona.

A central de biomassa vai permitir produzir energia através do bagaço tratado, o que constitui, para Aníbal Martins, uma «nova oportunidade de negócio».

«Será mais uma forma de valorizar o bagaço», além da extracção de óleo e da produção de bagaço tratado que já são feitas na empresa.

A empresa está a «desenvolver diligências» junto do Ministério da Economia para «obter licença para a central», já que, até agora, «têm sido atribuídas licenças sobretudo a centrais de biomassa a partir de resíduos florestais», disse Aníbal Martins.

Além da central de biomassa «alimentada» a bagaço, com uma potência instalada de três megawatts (MW), o projecto, orçado em 25 milhões de euros, prevê também a instalação de uma outra central de produção de energia, a partir de gás natural, com uma potência de 15 MW.

As duas centrais poderão começar a funcionar «entre dois a três anos após a obtenção da licença», previu Aníbal Martins, referindo que «já há três parceiros interessados no projecto», uma empresa portuguesa e dois grupos, um espanhol e outro belga.

Segundo o responsável da UCASUL, o projecto «só se justifica e será viável se a Mariano Lopes e Filhos receber para tratar a maioria do bagaço em bruto produzido no Alentejo», incluindo o resultante da produção de azeite a partir dos novos olivais dos espanhóis.

«Os empresários espanhóis, que detém boa parte dos novos olivais no Alentejo, estão atentos ao sector da olivicultura na região e poderão também investir na extracção do bagaço», previu Aníbal Martins, referindo que «se houver duas ou mais unidades de transformação de bagaço, o projecto da central de biomassa não será viável».

Equipada com uma central de secagem «capaz de secar todo o bagaço que actualmente se produz e venha a ser produzido no Alentejo», a Mariano Lopes e Filhos recebeu, em 2007, «cerca de 60 milhões de quilos» de bagaço, provenientes de vários lagares privados e cooperativos do Alentejo.

O bagaço recebido, depois de secado, tratado e valorizado, permitiu produzir «cerca de dois milhões de quilos» de óleo de bagaço e «cerca de 15 milhões de quilos» de bagaço tratado.

O óleo de bagaço foi vendido a três clientes espanhóis da empresa, que o refinam e comercializam em Espanha como óleo de cozinha.

O bagaço tratado foi usado como combustível na própria empresa, no processo de secagem daquele subproduto, tendo a parte excedentária sido vendida, sobretudo, a cerâmicas e outras unidades.

Diário Digital / Lusa

NewTomorrow
May 6th, 2008, 07:28 AM
Hummer movido a restos de comida

hGzS40yLIVI

coolfuel

NewTomorrow
May 6th, 2008, 07:45 AM
Carro Electrico "made in" Portugal

VE,fabrico de veiculos de tracção electrica, Lda

http://novaenergia.net/forum/download/file.php?id=231


http://novaenergia.net/forum/download/file.php?id=230

http://www.4freeimagehost.com/uploads/290249311416.jpg

:banana::banana::banana:

Barragon
May 6th, 2008, 01:46 PM
Excelentes :yes:

Tanto o bagaçço de Azeitona como o carro :applause:

traveler
May 8th, 2008, 12:33 AM
Economia
Energia: EDP Renováveis será em 2010 segunda maior empresa mundial cotada a operar no sector

Porto, 30 Jan (Lusa) - A EDP Renováveis, que deverá entrar em bolsa a partir de Maio, será em 2010 a segunda maior empresa mundial cotada a operar no sector, depois da espanhola Iberdrola, estimou hoje o presidente executivo da EDP.

Segundo António Mexia, a empresa - criada em Dezembro de 2007 - ocupa actualmente o quarto lugar em termos de capacidade instalada (depois da Iberdrola, Acciona/Endesa e FPL), mas até 2010 chegará ao número 3 da tabela.

"Estamos com a taxa de crescimento mais elevada entre os `players` de topo. Tivemos a visão certa. Estamos adaptados a um mundo verde e bem equipados para aquilo que se espera deste sector", frisou o responsável em conferência de imprensa no Porto.

Para Mexia, o `timing` escolhido para a Oferta Pública Inicial (IPO) da EDP Renováveis é assim "o certo", tendo em conta a posição de liderança, o crescimento dos resultados, o investimento intensivo e a manutenção do `rating`.

"É a companhia com menos risco relativamente à média do sector e, ao mesmo tempo, aquela que está a crescer e investir mais, ao ritmo do dobro da média do sector", sublinhou.

De acordo com o presidente executivo da empresa, a OPV - que deverá estar em condições para avançar a partir de Maio - irá financiar o esforço financeiro da empresa e aumentar a visibilidade e transparência do valor, facilitando o acesso ao mercado para aumentar o crescimento.

Com o IPO, a EDP vai proceder a um aumento de capital entre 20 a 25 por cento, conforme as condições do mercado.

A partir de 2010, a empresa estima crescer 1.200 MW por ano.

Entre os planos de crescimento da EDP no campo das renováveis, Mexia destacou a expansão eólica fora dos mercados actuais, nomeadamente na América do Norte e Central (México e Canadá), bem como América do Sul (Brasil).

Ao nível da União Europeia (UE), a estratégia da EDP passará pela prospecção em mercados adjacentes com potencial de crescimento atractivo, tal como Itália, Reino Unido e Irlanda.

"A prospecção de `pipeline` na Europa de Leste está em estado menos avançado", disse António Mexia, acrescentando que o objectivo nesta zona é aproveitar a plataforma na Polónia para expandir para os mercados vizinhos.

O objectivo, de acordo com a EDP, é focar em mercados atractivos em termos de estabilidade, retorno e crescimento potencial, alavancando as competências e escalas da EDP.


© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-01-31 17:15:07

Barragon
May 8th, 2008, 01:13 AM
:applause:

[Smeagol]
May 9th, 2008, 04:12 AM
Futuro: edifícios que aproveitam o vento....

http://www.youtube.com/watch?v=Fx5O69XHxuI&feature=related


:okay:

NewTomorrow
May 9th, 2008, 08:38 AM
;20505535']Futuro: edifícios que aproveitam o vento....

http://www.youtube.com/watch?v=Fx5O69XHxuI&feature=related


:okay:

eu já tinha visto renders de Grandes Skyscraper com gandes elices incorporados ,para gerar energia .

agora edificios rotativos que geram energia é o 1º, a tecnologia para fazer este tipo de edificios deve ser a mesma que foi utilizada na CN Tower no Canada (o andar do restaurante gira 360º)

Pesquisando encontrei um projecto de um Skyscraper rotativo para Moscovo que ficara pronto em 2011

vI5grnmmZ8

NewTomorrow
May 9th, 2008, 08:52 AM
A sede da EDP deveria ser como este Skyscraper do Bahrain


http://static.compositesworld.com/images/ct/2007/April/111416-a.jpg


http://static.compositesworld.com/images/ct/2007/April/111416-b.jpg

http://img.qj.net/uploads/articles_module/102137/Bahrain-World-Trade-Center-Turbine-02_qjpreviewth.jpg?693081

http://img.qj.net/uploads/articles_module/102137/Bahrain-World-Trade-Center-Turbine-03_qjpreviewth.jpg?605500

http://img.qj.net/uploads/articles_module/102137/Bahrain-World-Trade-Center-Turbine-01_qjpreviewth.jpg?734983

_Rick_
May 9th, 2008, 09:33 AM
Estão engraçados realmente............mas e em relação ao factor sonoro?? Será que isso não fará muito barulho??

Pergunto isso pois por exemplo na wind parade em Lisboa tem havido alta indignação dos deputados da CML devido à sugestão de ficar com as unidades eólicas espalhadas pela cidade não só durante o festival mas a título permanente. A justificação das criticas é o barulho que elas iam causar.

Honestamente não sei se o barulho é assim tão grave mas eu até gostei da ideia de ter uma ou outra eólica na cidade (em determinados pontos que não façam grande contraste a nivel visual).

Os ambientalistas claro que se queixaram pois "coitados dos morcegos" que sofrem com as eólicas :ohno:

NewTomorrow
May 10th, 2008, 01:33 AM
sobre o barulho das turbinas eu não sei responder , mais acho que com um bom isolamento acustico do edifico deve-se poder suportar o barulho.

Encontrei isto na net e acho que a Brisa e outras consecionarias de autoestradas deveriam utilizar:
Um estudante da Universidade de Arizona desenvolveu uma ideia surpreendente para uma turbina que colheria o vento criado pelos automóveis nas auto-estradas.
Uma vez aceite este projecto da turbina de podia facilmente ser adaptado à maioria das estradas do mundo.
O projecto propõe a instalação de duas turbinas colocadas horizontalmente numa estrutura de aço. De acordo com seus cálculos, conta que cada turbina gera 9,600kwh por ano, o que seria suficiente para fornecer energia a alguns apartamentos.

Interessante!


http://www.archinect.com/images/uploads/turbine_freeway_structure_2.jpg

mais imformação

http://www.archinect.com/schoolblog/entry.php?id=55756_0_39_0_C

a turbina utilizada parece ser uma destas
http://www.metaefficient.com/quiet_revolution_wind_turbine.jpg

Barragon
May 10th, 2008, 01:00 PM
Isso pode ser metido em qualquer lugar, mas só tem uma direcção...

_Rick_
May 10th, 2008, 08:30 PM
^^ Considerando que é a turbulência dos carros que as faz andar (para além do vento claro), diria que os locais são especificos a zonas onde não só os carros andem rápido o suficiente para produzir deslocações de ar significatives (e.g. autoestradas) mas também cuja direcção dos carros coincida com a direcção média dos ventos (se forem efeitos contrários torna-se contraproducente).

De qualquer maneira era uma boa ideia para ser aplicado em algumas autoestradas, garantindo a sua iluminação de noite e quiça dando energia à rede (o que seria extremamente rentável para a BRISA e já não nos tinha de chular tanto com o preço das portagens :|)

NewTomorrow
May 11th, 2008, 01:59 AM
Talvez nem teriamos de pagar mais portagens

NewTomorrow
May 11th, 2008, 05:16 AM
Martifer Solar mostra o seu potencial na Grécia
http://www.energiasrenovaveis.com/images/upload/logo_martifer_7.gif

O Vice-CEO do Grupo Martifer, Jorge Martins, esteve esta quinta-feira, na Grécia, a apresentar a empresa e os investimentos da Martifer Solar a investidores e políticos com interesses no segmento das renováveis. Numa apresentação que contou com mais de uma centena de pessoas, a Martifer Solar deu a conhecer, em Atenas, a sua entrada no negócio solar fotovoltaico. Entre o público estavam vários investidores e responsáveis políticos do sector das energias renováveis. A entrada da Martifer Solar no mercado grego acontece com a aquisição de 60% do capital da empresa grega PVI.

Perante uma sala cheia de investidores o Vice-CEO do Grupo, Jorge Martins, saudou a entrada da PVI no Grupo Martifer e recordou que o acordo entre ambas fez com que Martifer tenha entrado num mercado com um enorme potencial na área da energia solar fotovoltaica como é o mercado grego. “Acreditamos no potencial deste país e na PVI, combinando a experiência das duas empresas cresceremos na Grécia com as directrizes da Martifer” afirmou Jorge Martins. O responsável pela Martifer Solar acrescentou ainda que o mercado grego é de especial relevância estratégica para o Grupo Martifer. A PVI é uma empresa grega da área do negócio solar fotovoltaico com um grande crescimento e experiência neste sector. A conclusão, a breve prazo, das instalações da Martifer Solar na Grécia efectivam uma relação de proximidade com o mercado grego onde o Grupo procura estabelecer acordos e investimentos.

Jorge Martins falou da internacionalização da Martifer Solar, “a nossa entrada na Grécia demonstra bem o potencial de crescimento da Martifer para todo o mundo procurando sempre mercados rentáveis, eficientes e consolidados”. A Martifer Solar está já presente em 6 países, Portugal, Espanha, Itália, Bélgica, Estados Unidos, Angola e agora Grécia, mas a perspectiva é entrar em novos mercados europeus.

O objectivo da Martifer Solar-PVI na Grécia é ser líder no segmento do mercado fotovoltaico grego. Segundo projecções actuais, o mercado grego representará cerca de 700 MW até 2020. Nesta parceria Martifer-PVI, a Martifer garante a experiência de mercados consolidados como o Espanhol e com o seu capital humano e económico e a PVI com o conhecimento do mercado Grego. De acordo com os objectivos do Governo grego a Grécia será uma potência do Sudeste Europeu na área das energias renováveis nos próximos anos.

pedrodepinto
May 11th, 2008, 02:48 PM
Não tenho vindo muito aqui, mas já postaram este projecto?

http://i161.photobucket.com/albums/t219/pedrodepinto/Publico-1.png
Fonte: Público Imobiliário, 23/04/08

NewTomorrow
May 12th, 2008, 01:47 AM
vi esse projecto num progrma da sic noticias

Barragon
May 12th, 2008, 01:50 AM
Excelente :yes:

Viriatox
May 12th, 2008, 06:00 PM
Produzir biocombustíveis a partir de microalgas é solução para crise
2008/05/12

Algas não competem com as culturas alimentares

A produção de biocombustíveis a partir de óleo de microalgas apresenta-se como a solução ideal numa altura em que continua a ser urgente encontrar alternativas ao petróleo, mas o mundo responsabiliza os biocombustíveis pela crise alimentar, avança a «Lusa».

«A alga será seguramente uma das soluções ideais, senão a única. Faz duas coisas importantes: sequestra o co2, necessário para crescer, e no final produz ainda o óleo para biodiesel. De outra forma é difícil conjugar estas duas coisas», explicou Nuno Coelho, director-geral da Algafuel, a primeira empresa portuguesa a produzir óleo de microalgas para biocombustível com fins industriais.

Mas que vantagens têm as algas que as possam tornar numa melhor opção do que o milho ou o girassol?

Uma delas é que não compete com as culturas alimentares, apontou a responsável pela investigação com microalgas no Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), Fernanda Rosa.

«Quando estamos a produzir microalgas não estamos a produzir nada que seja necessário para a alimentação e essa produção pode ser feita em qualquer tipo de terreno, inclusivamente em zonas áridas», disse.

Acrescentou que se tratam de microrganismos que se reproduzem «de uma forma exponencial» e cuja duplicação se faz num dia ou dia e meio, explicando ainda que se desenvolvem em qualquer tipo de água: salgada, salobra, residual e necessitam de pouco mais do que luz solar e dióxido de carbono (CO2).

andre_carneiro
May 12th, 2008, 07:42 PM
^^

Verídico, as algas são quase como uma caixa da pandora dos biocombustiveis! São perfeitos, consomem o mesmo gas que dp libertam na combustão (CO2) como fonte de energia usam a luz solar, fonte inesgotavel e dp no momento de ser utilizados libertam uma quantidade minuscula de CO2 (que é reutilizado como disse) em comparação com os combustiveis fosseis... alem disso n libertam outros compostos nocivos pois a combustão é feita com etanol e O2 = CO2 :)

O problema é que ainda não se pode utilizar sómente o combustivel derivado das algas a 100%... porque simplesmente ainda n é rentavel... ainda n se consegue produzir suficiente quantidade como para competir com os combustiveis.

A minha miuda trabalha na investigação de algas portuguesas no estrangeiro :P o apelidado Sargaço é à vista doutros europeus uma possivel fonte de energia :P

Pelha
May 13th, 2008, 12:38 AM
Números europeus da energia eólica.

http://s185.photobucket.com/albums/x176/etxeorratz2/haizea04.png

http://s185.photobucket.com/albums/x176/etxeorratz2/haizea02.png

Potência eólica gerada por cada 1000 habitantes.

http://s185.photobucket.com/albums/x176/etxeorratz2/haizea05.png

Barragon
May 13th, 2008, 12:47 AM
Pensava que estávamos melhor..

Pelha
May 13th, 2008, 01:10 AM
Pensava que estávamos melhor..

Pois.. A propaganda governamental dos rosinhas ilude muito boa em Portugal..

_Rick_
May 13th, 2008, 08:52 AM
Podiamos estar melhor efectivamente mas tem-se que ver isto sobre outras perspectivas também.

Por exemplo em Espanha a energia eólica representa uma muito maior percentagem das energias renováveis que em Portugal. A energia eólica é de longe a energia renovável mais usada em Espanha (de acordo com os dados de EU é cerca de 2/3). Não tem comparação com o resto. Para eles renovável é quase sinónimo de eólica.

Já o mesmo não se passa em Portugal.

POr esse mapa também diriamos que a Suécia é uma desgraçadinha em energias renováveis (vejam que está abaixo da média europeia). Na realidade a Suécia é o país europeu que mais usa as renováveis de longe. ;) Dá uma abada a todos os outros.

pedrodepinto
May 13th, 2008, 05:06 PM
Pois.. A propaganda governamental dos rosinhas ilude muito boa em Portugal..

Besta termos outras fontes...

Barragon
May 13th, 2008, 05:25 PM
Estava a exagerar... até estamos bem.. o 4º Europeu em termos de energia criada por 1000 hab.

Viriatox
May 14th, 2008, 03:02 AM
Martifer começa a produzir módulos fotovoltaicos em Outubro

A Martifer prevê começar em Outubro a produzir módulos solares fotovoltaicos na fábrica que tem em construção na zona industrial de Oliveira de Frades.

Segundo o presidente do Grupo Martifer, Carlos Martins, a fábrica terá inicialmente capacidade para produzir 50 MW de módulos fotovoltaicos por ano.

«Mas a ideia é atingir os 100 MW por ano, em 2010», avançou, acrescentando que, «quando estiver completo, o investimento nesta fábrica vai chegar perto de 25 milhões de euros».

Trata-se de um sector em que a Martifer está a apostar e onde prevê crescer fortemente este ano, estando, por isso, «a criar capacidade industrial em Portugal essencialmente para exportação», explicou.

Na zona industrial de Oliveira de Frades é visível o avanço das novas fábricas do «cluster» das eólicas.

Segundo o empresário, a fábrica dos aerogeradores deverá estar pronta no Verão e a da assemblagem no final do ano, começando a fazer componentes para alimentar a primeira.

«A fábrica dos aerogeradores está dimensionada para 120 máquinas/ano, um valor que será atingido a partir de 2010», afirmou Carlos Martins, acrescentando que a produção «vai começar este ano, lentamente, e 2009 é um ano de crescimento».

«Depois, obviamente, se se revelar insuficiente para os projectos que nós temos, temos o espaço para a poder ampliar», acrescentou, referindo que se trata de um investimento de oito milhões de euros.

Está ainda em construção a fábrica de componentes internos, um investimento de quatro milhões de euros, que fabricará «peças que vão ser incorporadas na linha de assemblagem».

A Martifer iniciou em 2004 o fabrico de torres eólicas, tendo sido o seu primeiro passo no âmbito das energias renováveis.

Diário Digital / Lusa
13-05-2008 18:59:00

Viriatox
May 14th, 2008, 08:37 PM
Martifer começa a produzir biodisel em Maio
2008/05/14

A Martifer espera iniciar a produção de biodiesel na unidade da Gafanha da Nazaré, Ílhavo, a partir do final deste mês, e a partir de produtos que não integram a cadeia alimentar humana, noticia o Diário de Aveiro.

«Com o cenário da polémica mundial da produção de bio combustíveis associada à carência de alimentos, pelas necessidades para manter aquele tipo de refinarias, Carlos Martins disse que a matéria-prima «não irá competir com produtos da cadeia alimentar».

Na fábrica da Gafanha da Nazaré será produzido biodiesel a partir de cacto, palma, algas, jatrofa e óleo alimentar reciclado. A partir do Brasil, seria abastecida com as oleaginosas soja, mamona e dênde, girassol de Portugal e colza da Roménia, produtos que seriam usados para a transformação industrial, como foi anunciado em 2006.

Quanto ao início da produção de biodiesel, depois da primeira pedra colocada em Julho de 2006, previa-se a sua entrada em funcionamento em Março do ano passado, mas a nova data anunciada anuncia o início da laboração para o final do corrente mês.

Representando um investimento de 25 milhões de euros, a nova unidade fabril terá uma capacidade de produção de 100 mil toneladas de biodiesel e deverá criar 40 postos de trabalho. Foi projectada para abastecer o mercado ibérico e deverá gerar uma facturação anual na ordem dos 70 milhões de euros. (notícia não acessível on line) Diário de Aveiro

Viriatox
May 14th, 2008, 09:06 PM
Prazos de entrega para 2009 e 2011
EDP Renováveis acorda com Acciona compra de aerogeradores
2008/05/14

Com este contarto a energética aumenta para 80% o nível de turbinas contratadas com fabricantes

A EDP Renováveis contratou esta quarta-feira com a Acciona Windpower a compra de aerogeradores nas seguintes condições: fornecimento, instalação, colocação em operação e operação e manutenção de aerogeradores com uma potência unitária de 1,5MW e potência total de 382,5 MW com prazos de entrega entre 2009 e 2011 e opção de compra de aerogeradores com potências unitárias de 1,5MW e 3 MW e potência total de 400 MW para prazos de entrega igualmente entre 2009 e 2011.

Segundo o comunicado emitido pela energética portuguesa à Comissão do Mercados de Valores Mobiliários (CMVM), o referido contrato garante à EDP Renováveis elevados níveis de flexibilidade podendo as turbinas agora contratadas ser instaladas em parques eólicos na Europa ou na América do Norte e abrangendo um grande leque de opções quanto à classe e modelo de turbina a seleccionar para cada parque eólico.

O plano de negócios da EDP Renováveis contempla a construção de em média 1400MW eólicos por ano durante o período 2008-2012.

Com este contrato, a empresa aumenta para 80% o nível de turbinas contratadas com fabricantes para as necessidades definidas pela EDP Renováveis para a capacidade a instalar em 2010.

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Podiam ter comprado à Martifer. :nuts: Parece que não querem alimentar a concorrencia. Com isto não há patriotismos que sejam suficientes :ohno:


* e tive a ver que a Iberdrola foi comprar à Ecotècnia (da francesa Alstom), depois de já ter comprado à General Electric e à Mitsubishi (em vez de a fabricantes espanhois como a Acciona ou a Gamesa). Está gira esta competição no mercado das eolicas. :lol: Mas podiam barrer um bocado para casa, pelo menos no caso das portuguesas.

Barragon
May 14th, 2008, 09:16 PM
Realmente .. que parvoíce...

Só se a Martifer estiver ainda muito verdinha...

Barragon
May 15th, 2008, 12:37 PM
Piscinas de Quarteira aquecidas a energia solar

15.05.2008

O complexo de piscinas municipais de Quarteira, um investimento de 4,7 milhões de euros, abre ao público no próximo dia 2 de Junho. O aquecimento da água da piscina e nos balneários é assegurado por um conjunto de painéis solares com uma área de 200 metros quadrados . Apesar do recurso a energias alternativas, o sistema ainda não dispensa o uso da energia convencional. De acordo com o teste técnico, efectuado anteontem, dia da inauguração, o funcionamento desta infra-estrutura pública representa para a Câmara Municipal de Loulé um custo energético, pago à EDP, de 150 euros por dia.

As piscinas de Quarteira, situadas na zona de fronteira com Vilamoura, obrigaram à criação de uma nova via de comunicação terrestre que passou a unir as duas localidades, pertencentes à mesma cidade (Quarteira), mas historicamente separadas. Do lado da marina de Vilamoura marca presença o turismo de grande poder económico; do outro, em Quarteira, fica a comunidade piscatória em coabitação com o turismo popular.

A construção deste grande complexo de piscinas poderá representar "o primeiro passo para esbater fronteiras" entre as duas localidades. Nesse sentido, adiantou o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Seruca Emídio, encontra-se ainda "em fase de avaliação" o concurso de ideias para apresentação de um projecto para o prolongamento da avenida marginal de Quarteira até Vilamoura.

Apesar de o início de actividades nas piscinas estar marcado para 2 de Junho, na primeira semana de abertura das inscrições para as aulas de natação inscreveram-se 420 pessoas, mas ainda há vagas para as sessões de ensino.
Durante os festejos do nono aniversário da elevação de Quarteira a cidade, o presidente da Câmara Municipal, Seruca Emídio, anunciou para aquela freguesia um conjunto de investimentos, a realizar até ao final do mandado, no montante de 12 milhões de euros. Dos novos equipamentos públicos pensados, o edil louletano destacou as construções de um quartel de bombeiros e de uma escola de ensino básico.

O complexo municipal de piscinas de Quarteira tem uma área total de 2760 metros quadrados e compreende três piscinas (uma com oito pistas de natação, com 25 metros de extensão, e outras duas, ditas de medidas olímpicas, com 50 metros de extensão, e também oito corredores de natação).

Do conjunto dos equipamentos deste complexo, cuja água será aquecida maioritariamente com o recurso aos painéis solares, mas também pelos métodos tradicionais, destaca-se ainda um ginásio e equipamentos de sauna, banho turco e hidromassagem.

Fonte: Público

NewTomorrow
May 16th, 2008, 07:15 AM
Galp vai construir quatro parques eólicos na Venezuela


Ilhas Margaritas, Coche, Península de La Guaira e Catia são os locais onde a Galp vai produzir 72 megawatts de energia eólica. O acordo entre a Galp Energia e a PDVSA será feito em duas fases, que seguirão a fase de estudos, que se encontra qwuase completa. Numa primeira fase, vai definir-se o investimento necessário; e na segunda, será determinada a viabilidade económica do projecto. A decisão final caberá à PDVSA. A ser positiva, esta decisão não prevê, contudo, qualquer pagamento da PDVSA à Galp Energia pela construção dos parques eólicos. O acordo definido, como o Diário Económico avançou esta segunda-feira, compreende antes uma troca de energia renovável por combustível fóssil. Ou seja, em troca dos parques eólicos, a Galp entra na exploração de alguns blocos petrolíferos venezuelanos, retirando cerca de 2 milhões de barris de crude por ano – o que representa, aos preços actuais de mercado, 200 a 400 milhões de dólares.

NewTomorrow
May 16th, 2008, 07:19 AM
Projecto Pelamis Peniche

http://bp0.blogger.com/_oBDDI-oB1SI/RlqvfA8E4YI/AAAAAAAAApU/CDPk8J7Ws9Y/s1600/IMAG0014.JPG

Um parque típico de 30 MW ocupará cerca de 1 km2 de oceano, e fornecerá electricidade para cerca de 20 000 habitações.
Com o intuito de implementar e desenvolver a tecnologia Pelamis em Portugal, foi formada em 2005 a Ocean Power Delivery Portugal SA. Nesta primeira fase serão instaladas três máquinas ao largo da Póvoa de Varzim, seguindo-se mais 28 após a conclusão desta primeira etapa.
A foto retrata a fase de montagem do equipamento que está a ser realizada nos Estaleiros Navais de Peniche.

NewTomorrow
May 18th, 2008, 05:24 AM
Na Mini Olimpíada Solar, realizada em Canárias
Duas medalhas de prata para a Madeira



Duas equipas da Madeira obtiveram medalhas de prata na final inter-regional da Mini Olimpíada Solar, que se realizou, ontem, em Canárias, com a participação de equipas dos três arquipélagos atlânticos, Madeira, Açores e Canárias.
A Região fez-se representar nesta competição com os trabalhos e as equipas vencedoras do Concurso Escolar sobre a Energia Solar que se realizou na Madeira no passado dia 30 de Abril.
Ambas as equipas foram representadas pelos professores e alunos responsáveis pela construção dos trabalhos, designadamente a Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Caniço, em que a equipa “Scorpions” participou com um carrinho movido a electricidade produzida através de energia solar (com células fotovoltaicas), e a Escola Secundária Jaime Moniz, em que a equipa “Hélios” participou com um colector solar construído com materiais reciclados e reutilizados.
A Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma da Madeira (AREAM), entidade co-promotora desta iniciativa, levou ainda, para exposição e demonstração, os trabalhos vencedores na Madeira dos restantes escalões de competição, nomeadamente o Relógio de Sol da equipa “Os Cientistas” da EB1/PE de Boliqueime e o Forno Solar da equipa “Os Construtores” da Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos dos Louros.
Recorde-se que o Concurso escolar sobre a Energia Solar na Região 2007/2008 realizou-se no passado dia 30 de Abril, no Lido, e contou com a participação de 76 equipas de várias escolas da Região, envolvendo cerca de 300 alunos e 65 professores.





Jornal da Madeira

Mateus_
May 20th, 2008, 11:43 AM
Nova fase das eólicas na calha


Quase três anos depois do anúncio, o Governo prepara-se para lançar a fase C do concurso eólico, dirigido a pequenos produtores no valor total de 200 megawatts (MW) que serão distribuídos por 13 lotes no interior do país. A Direcção-Geral de Geologia e Energia referia ontem no seu site que os anúncios oficiais referentes à fase C do concurso eólico lançado pelo Governo em Julho de 2005 "serão enviados para publicação na próxima 2ª feira, dia 19 de Maio [ontem] e que os documentos concursais serão disponibilizados no dia da sua publicação em Diário da República".

"A potência total de 200 MW da Fase C será redistribuída por 13 lotes, colocados a concurso, com potências entre 5 e 50 MW, privilegiando em termos de localização as regiões do interior", refere a nota. Os lotes com maior potência que serão lançados a concurso localizam-se nos concelhos de Torre de Moncorvo, Vila Nova de Ourém, Castelo Branco, Macedo de Cavaleiros, Valpaços e Mirandela e Tábua.

JN, 20/05/08

NewTomorrow
May 29th, 2008, 06:18 AM
Renováveis a 15%


Em 2017, 27% da energia produzida na região será de origem hídrica ou eólica
Assinala-se hoje o Dia Mundial da Energia. Na Região, os derivados de petróleo são ainda a base da produção de energia, embora o caminho esteja já lançado para o aumento das energias renováveis.
Data: 29-05-2008

Racionalizar e renovar. Estas são as duas palavras de ordem para o futuro do sector energético na Região.

Segundo dados da Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), cerca de 85% da electricidade produzida na Madeira tem ainda como fonte de origem os derivados de petróleo. As energias renováveis, sobretudo a hídrica, mas também a eólica e a que é produzida a partir de resíduos sólidos urbanos, através da Estação da Meia Serra, representam actualmente cerca de 15% da produção da energia.

Ao nível hídrico e eólico, prevê-se que a quota de energia produzida venha a aumentar nos próximos anos, com a remodelação do sistema hidroeléctrico dos socorridos, inaugurado em 2007, com a ampliação, até 2012, do sistema hidroeléctrico da Calheta e com a remodelação, entre 2013 e 2017, do sistema hidroeléctrico da Serra de Água. A estas obras junta-se o reforço da potência eólica, com a instalação de novos parques no Paul da Serra.

De acordo com a política energética regional, a percentagem de energia hídrica e eólica deverá chegar aos 19,3%, no próximo ano, aos 25,4%, em 2013, e aos 27%, em 2017. O resultado é um aumento em 2,5 da quota destas duas energias renováveis, superando a média dos 20% definida pela União Europeia, até 2020, e evitando a emissão anual de 205.000 toneladas de CO2.

Os sistemas dos Socorridos, da Calheta e da Serra de Água obedecem também a um novo conceito de exploração hidroeléctrica, que passa pelo funcionamento contínuo das centrais, e não só quando há pluviosidade, através da retenção, acumulação e bombagem de água. É com esse objectivo que é também construída a Barragem do Alecrim, integrada no sistema da Calheta. Além de constituir uma reserva sazonal de água para a produção de energia, a água da barragem será também distribuída ao regadio.

Outras formas de exploração de energias renováveis previstas são a transformação de gás natural em electricidade e a produção de biopetróleo marinho.

Numa primeira fase, o projecto, da responsabilidade da vice-presidência do Governo, através da EEM, a introdução dos gás natural na Madeira estará vocacionada para a produção de energia eléctrica. Numa segundo fase, o fornecimento será aberto a outros sectores, como o doméstico, indústria, hotelaria e transportes. O objectivo é que o gás natural substitua, gradualmente, o fuelóleo, actualmente consumido, em 70%. A entrada do gás natural na Região far-se-á a partir de uma unidade a instalar junto à central térmica da Vitória, na foz da Ribeira dos Socorridos, e que contempla, entre outras coisas, uma plataforma para a acostagem dos navios e a instalação de depósitos de regaseificação.

Já o projecto do biocombustível será implementado no Porto Santo e passa pela produção de biopetróleo a partir de microalgas marinhas. Actualmente, 95% da produção de energia eléctrica naquela ilha tem por origem os derivados de petróleo. Os restantes 5%, são de energia eólica. O objectivo é que em 2016, o Porto Santo seja uma ilha verde e auto-sustentável, com 97,5% da produção de energia de origem renovável: 7,5% eólica e 90% biopetróleo.

Além destes projectos, existe um outro relacionado com a microprodução de energia eléctrica, acessível aos consumidores de energia eléctrica com contrato em baixa tensão, e que pode ter energia como fontes a energia solar fotovoltaica, a energia eólica, a energia hídrica e a biomassa.

De acordo com Filipe Oliveira, da Agência Regional da Energia e Ambiente, e com Isabel Rodrigues, directora do Comércio, Indústria e Energia, estão previstos ainda outros projectos relacionados com uma produção em maior escala de energia fotovoltaica, mas que estão ainda numa fase muito embrionária.

http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/290508/fotomadeira1.jpg

Habitações lideram consumo de luz

Apesar de ser no uso doméstico que é consumida a maior parte da energia, os sectores da hotelaria, comércio e serviços e indústria juntos consomem mais de metade do total de consumo anual, segundo dados da Empresa de Electricidade da Madeira (EEM).

Por outro lado, é no Funchal, o que se explica naturalmente pelo número de população residente e serviços ali instalados, que se consome 50,8% da energia anual da Região, que, em 2006, ascendeu a 830 GWh.

Santa Cruz é o segundo concelho que mais energia consome, não só ao nível doméstico como também industrial, apresentando em relação a este último sector consumos superiores aos verificados no Funchal.

Já os concelhos do Porto Moniz e de São Vicente são os que menos consomem energia na sua totalidade. O primeiro, contudo, é o que mais gasta energia para usos agrícolas.

De referir que a iluminação pública é o quarto maior consumidor de electricidade, tendo, em 2006, recebido 8,5% da energia distribuída.

De acordo com os relatórios e contas da EEM, disponibilizados na página oficial da empresa, tem havido um aumento gradual do consumo de energia, passando-se de 612,14 GWh para 833,40 GWh em 2006.

Recentemente, a EEM aderiu ao Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica, apoiado pela Entidade Reguladora, com vista à comparticipação na aquisição por parte dos consumidores de lâmpadas de baixo consumo.

Ao todo, serão distribuídas 300 mil lâmpadas que permitem a redução de 28 GWh por ano no consumo de energia eléctrica e de 6.600 toneladas por ano de consumo de fuelóleo e evitam também a emissão de 20 mil toneladas de CO2 por ano.

DNoticias Madeira

NewTomorrow
May 30th, 2008, 06:07 AM
Grupo Oceânico promove energias renováveis
2008-05-29

http://www.ambienteonline.pt/fotos/noticias/jogadoresgolf_1212057651.jpg

No âmbito da sua política de desenvolvimento sustentável, o grupo Oceânico, que actua no mercado de empreendimentos imobiliários de luxo na área do turismo residencial, vai aplicar sistemas de microgeração no seu Vilamoura Golf & Garden Resort, no Algarve.


O projecto vai contemplar a instalação de 124 sistemas fotovoltaicos em moradias e 70 em apartamentos. Prevê-se que a instalação destes sistemas solares fotovoltaicos e térmicos, a par da fixação de dióxido de carbono gerada pela extensa área verde do empreendimento, evite a emissão de 640 toneladas de CO2 por ano», de acordo com a empresa.


O grupo sublinha ainda que a instalação destes sistemas equivale a plantar um total de 60 100 árvores ou cerca de 75 hectares de floresta.


Além deste empreendimento, foram também adoptadas medidas de desenvolvimento sustentável no âmbito da construção do resort Royal Óbidos Spa & Golf Resort, assinalado como Projecto de Interesse Nacional (PIN). A MSF – TUR.IM, uma das parceiras, assinou com a Câmara Municipal de Óbidos um acordo de adesão ao programa Carbono Social, que monitoriza e promove a redução das emissões de CO2. A carta de compromisso assinada «aponta para uma construção sustentável, com recurso a painéis fotovoltaicos e materiais reciclados e menos poluentes, de forma a diminuir o impacto ambiental e a utilização de recursos não renováveis», acrescenta.

Arpels
May 30th, 2008, 11:06 PM
bom noticias de alternativas e projectos a elas relacionados não faltam, hoje estava a ver 1 programa num canal com um Americano, por mais energia renovável k se produza numca será suficiente, com a crise do petroleo e o seu possivel esgotamento, para se prescindir de energia nuclear para fazer face á demanda de energia tal como a conhecemos hoje...é uma ajuda á substituição dos combustiveis fósseis mas nem k se encha o mundo de ventoinhas e afins se conseguirá responder ao consumo.

encarnado
May 30th, 2008, 11:46 PM
Haveria ainda a hipotese da energia do espaço retransmitida (não sei como) para a Terra. Lembro-me que numa experiencia espacial lançaram um cabo de um satelite (?) e mediram o diferencial(?) electrico e aquilo dava muita energia. Acabou por se partir o cabo.

Energia Nuclear? Sim!

Arpels
May 31st, 2008, 12:00 AM
:sly: um cabo do espaço á terra?

_Rick_
May 31st, 2008, 12:10 AM
bom noticias de alternativas e projectos a elas relacionados não faltam, hoje estava a ver 1 programa num canal com um Americano, por mais energia renovável k se produza numca será suficiente, com a crise do petroleo e o seu possivel esgotamento, para se prescindir de energia nuclear para fazer face á demanda de energia tal como a conhecemos hoje...é uma ajuda á substituição dos combustiveis fósseis mas nem k se encha o mundo de ventoinhas e afins se conseguirá responder ao consumo.
Depende. Acho que eventualmente será possivel. A tecnologia vai evoluindo e os metodos de obtenção de energia a partir de fontes renováveis estão cada mais avançados. O que se faz hoje é bm melhor do que há uns 20/30 anos atrás obviamente.

Muitos países têm suficientes recursos para terem autonomia energética dos combustiveis facilmente desde que construam as infraestruturas. No fim de tudo depende da população e a maneira como eles vivem a sua vida. Claro que quanto mais densamente povoado é um país mais complicado mas por exemplo a Islândia teria grande facilidade em obter essa independencia energética. É só investir nisso.

daniel322
May 31st, 2008, 12:19 AM
Uma vez que o tópico já existe, coloco apenas aqui o link:

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=635161

Arpels
May 31st, 2008, 12:19 AM
eu acredito k o ser humano tem inteligencia para fazer face ao problema, já há mtas décadas, tem visto é mtos projectos "desaparecer" milagrozamente pelos interessados nos lucros dos combustiveis fósseis, a questão é se se desenvolve essas fontes tecnologicamente avançadas a tempo de sanear a crise energética que se avisinha Rick, entre os avanços possiveis estão já novas centrais nucleares, mais evoluidas em termos ambientais e que se vão modernizando de acordo com os avanços tecnológicos.

_Rick_
May 31st, 2008, 01:15 AM
^^ É uma pergunta que provavelmente ninguem saberá responder. :dunno:
Alguns países estão certamente no bom caminho. Alías a união europeia em geral aponta muito para isso e penso que é de louvar muito o esforço e o desenvolvimento. Este aumento dos preços do petroleo fará com que o esforço apenas se intensifique mais.
Podiamos estar melhor.............sim claro. Deviamos estar. Ignorou-se o assunto durante muito tempo. Em parte também porque as companhias petroliferas não queriam perder o mercado.

Se estaremos todos prontos antes da crise energéticas. Bem todos todos não estaremos. Alguns países aguentarão mais que outros. Mas quando é que se pode dizer que se atingiu crise energética.? :dunno: Quando não houver petroleo para todos? Ainda falta uns bons anos (embora o preço ja está abusivo e tem tendencia a aumentar).

NewTomorrow
June 1st, 2008, 05:40 AM
Madeira é quem mais investe no Ambiente
gasto público por habitante no ambiente é três vezes superior à mÉdia nacional
Data: 01-06-2008

http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/010608/dn0401010401.jpg

Em 2006, a administração pública regional da Madeira, incluindo as onze câmaras municipais, investiu uma média de 280 euros por habitante na defesa e protecção do ambiente, quando no território continental o mesmo indicador rondava os 84 euros por habitante.

Ou seja, o investimento ambiental é três vezes superior na Madeira, sendo que os Açores também ficam longe da média do nosso arquipélago. Segundo dados da Secretaria do Ambiente e Recursos Humanos, cerca de 8,1% do Orçamento da Madeira vai para a área ambiental, quando os orçamentos nacional e dos Açores reservam 3,4 e 3,6% para o mesmo fim. A explicação para esta liderança nacional reside na construção de infra-estruturas realizada nos últimos anos. Só a Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos da Meia Serra e todo o processo de valorização de lixos custaram 153 milhões de euros. A este valor há que somar o investimento nas redes de águas residuais, água potável, recolha de resíduos, florestas e projectos de protecção ambiental (freira do Bugio, freira da Madeira, lobo- marinho, conservação das Desertas, Laurissilva como Património Mundial, etc.).

Com o encerrar do ciclo da construção das grandes infra-estruturas públicas, é previsível que diminua o investimento na área ambiental. No entanto, a própria manutenção e gestão dos equipamentos vai obrigar a uma aposta contínua neste sector.

Sociedade civil não acompanha

O boletim do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativo ao Ambiente em 2006 confirma esta aplicação de fundos públicos, mas também revela que as entidades privadas na Madeira são das que menos se preocupam com as questões ambientais no país. De acordo com aquele documento, apenas 10% das empresas dos sectores industriais que laboram na Madeira realizam medidas de protecção ambiental (monitorização, prevenção, redução ou eliminação de poluição), sendo a cifra mais baixa a nível das regiões do país - Centro 56%, Lisboa 45%, Alentejo e Norte 44%, Açores 24% e Algarve 21%.

Poucos ambientalistas

O peso dos madeirenses entre as 186 mil pessoas envolvidas em organizações não governamentais de Ambiente (ONGA) é também residual - em conjunto, os dois arquipélagos não vão além de 2% do total nacional. Cerca de 78% dos indivíduos ligados a estas associações são de Lisboa. As ONGA dedicam-se sobretudo à realização de acções de sensibilização junto das populações. Curiosamente, o presidente da Quercus, uma das mais conhecidas associações ambientalistas nacionais, é madeirense: Hélder Spínola.

top das oBras em 2007

Lagoa das Águas Mansas - 4,3 milhões de euros.

Sistema adutor Camacha-Santo da Serra - 4,2 milhões.

Adutores das Rabaças, Ribeira Brava e Câmara de Lobos - 4 milhões.

Sistema adutor Machico-Funchal - 3,7 milhões.

Reparação da Levada da Serra do Faial - 1,8 milhões.

Trabalhos a mais do Sistema de Transferência e Triagem de Resíduos - 1,7 milhões.

Valorização da área envolvente à Estação da Meia Serra - 1,6 milhões.


DNoticias Madeira

Barragon
June 1st, 2008, 12:51 PM
Excelentes notícias :yes:

NewTomorrow
June 3rd, 2008, 04:29 AM
Potencial dos resíduos orgânicos mal aproveitado
Temos capacidade para transformar 23 mil toneladas de matéria vegetal, mas como não há separação dos resíduos, a compostagem fica-se pelos 12%.

http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/030608/dn0401020101.jpg

Data: 03-06-2008

Estima-se que quase metade do lixo comum é de origem vegetal, por isso, pode ser facilmente reciclado através de um processo de compostagem. No entanto, das cerca de 144 mil toneladas de resíduos indiferenciados que foram tratados na Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos (ETRS) da Meia Serra em 2007, apenas 2.660 toneladas foram transformadas em fertilizante. Falta separar os resíduos verdes do lixo comum, caso contrário vão directamente para a incineradora.

Os restos de alimentos, cascas de legumes e fruta, de ramagens ou de aparas resultantes da poda dos jardins, como são biodegradáveis, podem ser facilmente transformados em fertilizante. A receita é caseira e não é nova, mas como há cada vez menos espaço em casa para a compostagem, os restos de matéria orgânica acabam por ir todos parar ao caixote do lixo.

Para reciclar ao máximo essa matéria orgânica, e desviá-la da incineração, a Valor Ambiente, responsável pela gestão de resíduos da Madeira, está a pensar implementar um sistema de recolha selectiva de resíduos verdes, como já existe nalguns pontos do país.

Só assim poderá ser aproveitada ao máximo a capacidade de processamento da unidade de compostagem, que funciona desde 2003, na Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos da Meia Serra. Em 2007 foram processadas 2.660 toneladas de resíduos verdes, numa instalação com capacidade para mais de 23 mil toneladas (cerca de 12%).

O programa de recolha selectiva de matéria orgânica funcionará inicialmente junto de grande produtores (restauração e cantinas, hotéis, mercados, feiras e grandes superfícies, lotas de peixe, zonas verdes e campos desportivos relvados, indústrias alimentares, etc.), principalmente nos concelhos do Funchal e Santa Cruz, onde se regista uma maior densidade populacional e uma maior incidência turística.

Todavia, segundo disse ao DIÁRIO, Joana Rodrigues, presidente do Conselho de Administração da Valor Ambiente, não é descabido pensar que o futuro da reciclagem passará pela instalação de um contentor específico para a recolha de matéria orgânica junto do embalão, vidrão, papelão e pilhão, actualmente num ecoponto perto da sua casa.

Adubo à espera de certificação

O fertilizante 100% vegetal produzido pela unidade de Compostagem da ETRS da Meia Serra, ainda não entrou nos circuitos do mercado. Aguarda ainda certificação junto da Direcção Regional do Comércio, Indústria e Energia.

A marca do produto está a ser ultimada, por isso a responsável pela Valor Ambiente espera que o processo esteja concluído ainda este ano. Joana Rodrigues salvaguarda porém que este adubo será introduzido no mercado mediante apenas um "valor simbólico", que não suportará os custos totais de produção.

Até que o processo de autorização para comercialização esteja concluído, o fertilizante produzido na Meia Serra vai continuar a ser gratuito para todos os agricultores que o queiram testar nas suas culturas. "Apenas têm que nos reportar quais os resultados obtidos", acrescentou Joana Rodrigues.

Esta aposta da Valor Ambiente no reaproveitamento dos resíduos orgânicos será acompanhada, no próximo ano, por uma forte campanha de sensibilização. Os madeirenses estão cada vez mais receptivos à necessidade de separar os diferentes resíduos e colocá-los no ecoponto, mas ainda não valorizam totalmente o potencial dos resíduos orgânicos.

Em relação à média da população portuguesa, os madeirenses têm tido um comportamento exemplar. "Somos a Região que mais tem contribuído para que Portugal atinja as metas de reciclagem per capita", sublinhou a responsável pela Valor Ambiente. Em 2007, 17% do total dos resíduos produzidos na Madeira, foram enviados para reciclagem no continente.

Do caixote do lixo à reciclagem

Existe pelo menos três formas de valorização das quase 200 mil toneladas de lixo anualmente produzidas na Madeira. Os resíduos orgânicos dão origem a fertilizante. Os materiais recicláveis transformam-se em novos e os resíduos indiferenciados são reaproveitados sob a forma de energia eléctrica. Assim, nada se perde, tudo se transforma.

Depois de recolhido porta a porta, o lixo comum é encaminhado para a ETRS na Meia Serra, mas antes, de forma a optimizar o transporte, passa por uma Estação de Transferência para ser compactado num contentor com maior capacidade.

Além da Estação de Transferência dos Viveiros, que processa, há mais de 20 anos, o lixo do Funchal e também o de Câmara de Lobos, existem outras três da responsabilidade da Valor Ambiente: no Porto Santo, no Porto Novo ( Santa Cruz) e na Meia Légua, (Ribeira Brava).

Só no Porto Novo chegam diariamente cerca de cinco camiões com capacidade para 18 toneladas de resíduos indiferenciados cada um.

Os resíduos provenientes do Porto Santo são transportados no Lobo Marinho, num contentor hermético e vão directamente do porto do Funchal para a Meia Serra.

A viagem dos resíduos recicláveis é mais longa. O conteúdo dos ecopontos vai todo para a Estação de Triagem da Madeira, no Porto Novo. À chegada, o papel e cartão, e o conteúdo do embalão sofrem um novo processo de triagem, antes de seguirem para o continente.

Na linha de triagem do ecoponto azul e do amarelo, os resíduos são separados consoante o material de que são constituídos, e só depois são enfardados. A separação dos diferentes tipos de embalagens é automática, ao contrário da linha do papel/cartão que depende totalmente dos operadores de triagem.

Máquinas de lavar louça ou roupa, frigoríficos, fogões, aspiradores, óleos lubrificantes usados e pneus podem ser entregues gratuitamente nas Estações de Transferência, assim como sucata, baterias de automóveis e objectos grandes, como colchões por exemplo, consoante uma tarifa em vigor. As lâmpadas fluorescentes são também passíveis de reciclagem, não as coloque no lixo comum.

Existem resíduos que não são passíveis de ser reciclados, nem incinerados. Um colchão, por causa das suas molas, não pode ser colocado na incineradora, por isso é enviado para um aterro sanitário, que é constantemente monitorizado pelos serviços da ETRS da Meia Serra.

No ano passado, do total de resíduos indiferenciados que entraram na ETRS da Meia Serra, 92% foi valorizado, quer orgânica, quer energeticamente, apenas 8% foram para aterro sanitário.

Incineração completa reciclagem

A incineração dos resíduos sólidos urbanos deve ser vista como um processo complementar da reciclagem. Desde que a unidade de incineração começou a laborar na Região, em 2004, a taxa de reciclagem aumentou 34%.

"Com a incineração não queremos produzir apenas energia eléctrica e acabar com a reciclagem", garantiu a presidente do Conselho de Administração da Valor Ambiente.

Ao produzir energia eléctrica a partir da queima do lixo comum estamos também a reciclar. Evitamos o consumo de combustíveis fósseis, e preservamos o ambiente, explicou Joana Rodrigues. Em 2007, a energia eléctrica produzida na incineradora da Meia Serra serviu para alimentar 17.500 fogos, cerca de 21% da população madeirense.

Está comprovado que os índices de reciclagem são maiores em países onde existe incineração.

Desmistificar mitos

Se não separar o lixo em casa, ninguém o separa por si. A partir do momento em que deposita os resíduos no contentor de lixo comum, o seu destino é a incineradora, mesmo que sejam passíveis de serem reciclados.

Nas Estações de Transferência do Porto Novo ou da Meia Légua, assim como na Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos da Meia Serra não é feito qualquer tipo de triagem ao contentor de resíduos indiferenciados recebido.

A incineração dos resíduos indiferenciados na Meia Serra, para a produção de energia eléctrica, não é feita ao ar livre. O lixo comum é queimado num forno-caldeira. Todos os gases aí produzidos são tratados e o ar é constantemente controlado.

Se não tem a certeza de qual o contentor em que deve depositar, por exemplo, um pacote de leite, mais vale colocá-lo no contentor de lixo comum. Ao contrário do que está indicado na embalagem, o pacote de leite deve ser colocado no ecoponto amarelo (embalão). Ao colocá-lo no ecoponto azul (papelão) poderá contaminar todos os resíduos aí depositados se não escorrer bem o conteúdo da embalagem. Ao ser contaminado, todo o papel e cartão do papelão poderão não ser aproveitados, e seguirem totalmente para a inceneradora.

As embalagens de óleo de cozinha podem também ser depositadas no ecoponto amarelo, quando previamente escorridas.

Todos os resíduos separados em casa com destino à reciclagem não são misturados à posteriori. Sofrem um processo de triagem, mas apenas para separar o tipo de material de que são compostos. No caso do ecoponto amarelo (embalão), são separadas as embalagens plásticas das de metal, além disso é preciso também separar as latas de refrigerantes das latas de conserva, pois as primeiras são feitas de alumínio e as últimas de um material ferroso. No caso do ecoponto azul (papelão), o papel, revistas e diários são separados do cartão.


DNoticias Madeira

Barragon
June 3rd, 2008, 04:11 PM
Era bom que cada concelho tivesse uma central dessas.

Barragon
June 5th, 2008, 02:05 AM
Vagos - Painéis adornam zona industrial

2008-05-27

O espaço que rodeia a Zona Industrial de Vagos vai ficar coberto com painéis foto voltaicos de grande produção, no último trimestre deste ano. A ideia, concebida pelo pintor e designer vaguense Fernando Gaspar, que ganhou um concurso de ideias promovido, no ano passado, pelo Núcleo Empresarial de Vagos (NEVA), vai ser implementada.

Segundo Carlos Neves, vice-presidente da Câmara, será criada uma parceria da autarquia com o NEVA, para que o projecto se materialize.

"Actualmente decorrem negociações com o Grupo Martifer para a instalação de uma estação foto voltaica composta por painéis 'girassol', que acompanham o movimento do Sol", avançou Carlos Neves.

Por enquanto ainda não se sabe quanto poderá custar a estação pois "a legislação que regulamenta esse tipo de instalação está para sair e a própria Martifer está a ultimar o desenvolvimento e produção desse tipo de equipamentos, que ainda não são produzidos em série no mercado nacional", disse o autarca.

A energia produzida irá, depois, ser "injectada" na Rede Pública da EDP, tal como a legislação actual prevê, sendo paga aos parceiros do projecto.

Tal como o JN avançou, o concurso foi lançado em 2007 pelo NEVA, com o objectivo de requalificar o perímetro de segurança criado à volta da zona industrial de Vagos, aquando do abate de pinheiros, resguardando as empresas e embelezando a área.

O projecto vencedor foi desenhado pela empresa Protoconcept, de Fernando Gaspar, que levou a melhor sobre as outras duas candidaturas apresentadas.

Em traços gerais, consistia em colocar "vários biombos com uma sequência ritmada, inspirados em elementos naturais da zona, como escamas e ondas" de forma a "tapar a parte de trás das fábricas, que está exposta e é desagradável", explicou o autor.
Mais que uma questão estética, a proposta desenhada encerrava também uma vertente de aproveitamento energético, já que os biombos funcionariam como painéis foto voltaicos, aproveitando a energia solar e canalizando-a para a rede eléctrica daquela área industrial.

Fonte: JN

Viriatox
June 12th, 2008, 03:48 AM
Portugal na Imprensa Inglesa
Portugal é tema no Guardian que faz uma reportagem do jornalista John Vidal sobre a instalação da maior central solar do mundo no concelho de Moura, descrevendo-a como fazendo parte de “Portugal’s ambitious energy plan”.

[09-06-2008] [ aicep Portugal Global ]

Link >> THE GUARDIAN (http://www.guardian.co.uk/environment/2008/jun/06/renewableenergy.alternativeenergy)

Arpels
June 12th, 2008, 02:09 PM
Vagos - Painéis adornam zona industrial

2008-05-27

O espaço que rodeia a Zona Industrial de Vagos vai ficar coberto com painéis foto voltaicos de grande produção, no último trimestre deste ano. A ideia, concebida pelo pintor e designer vaguense Fernando Gaspar, que ganhou um concurso de ideias promovido, no ano passado, pelo Núcleo Empresarial de Vagos (NEVA), vai ser implementada.

Segundo Carlos Neves, vice-presidente da Câmara, será criada uma parceria da autarquia com o NEVA, para que o projecto se materialize.

"Actualmente decorrem negociações com o Grupo Martifer para a instalação de uma estação foto voltaica composta por painéis 'girassol', que acompanham o movimento do Sol", avançou Carlos Neves.

Por enquanto ainda não se sabe quanto poderá custar a estação pois "a legislação que regulamenta esse tipo de instalação está para sair e a própria Martifer está a ultimar o desenvolvimento e produção desse tipo de equipamentos, que ainda não são produzidos em série no mercado nacional", disse o autarca.

A energia produzida irá, depois, ser "injectada" na Rede Pública da EDP, tal como a legislação actual prevê, sendo paga aos parceiros do projecto.

Tal como o JN avançou, o concurso foi lançado em 2007 pelo NEVA, com o objectivo de requalificar o perímetro de segurança criado à volta da zona industrial de Vagos, aquando do abate de pinheiros, resguardando as empresas e embelezando a área.

O projecto vencedor foi desenhado pela empresa Protoconcept, de Fernando Gaspar, que levou a melhor sobre as outras duas candidaturas apresentadas.

Em traços gerais, consistia em colocar "vários biombos com uma sequência ritmada, inspirados em elementos naturais da zona, como escamas e ondas" de forma a "tapar a parte de trás das fábricas, que está exposta e é desagradável", explicou o autor.
Mais que uma questão estética, a proposta desenhada encerrava também uma vertente de aproveitamento energético, já que os biombos funcionariam como painéis foto voltaicos, aproveitando a energia solar e canalizando-a para a rede eléctrica daquela área industrial.

Fonte: JN

estábem, tapa-se a parte menos estética das fábricas e produz-se energia...dois coelhos de 1 cajadada só.

pauloluso
June 13th, 2008, 06:12 PM
Montijo a inovar:banana:
Artigo do Expresso

http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/343473

Montijo
Resíduos 'iluminam' cidade
O projecto está em fase elaboração, de acordo com as condições exigidas pela EDP/Distribuição, para ligação à rede eléctrica.

Carlos A. Carvalho/SemMais Jornal
15:48 | Quinta-feira, 12 de Jun de 2008

Pedro Lemos Vieira
A diferença desta central térmica a biogás é a utilização dos detritos orgânicos provenientes da indústria agro-pecuária da região
Um centro electroprodutor de energia com capacidade para produzir seis Megawats vai nascer no Montijo. O projecto, a implementar na zona industrial de Rilvas, é da responsabilidade da Eneólica, empresa do Grupo Lena para a área das energias renováveis, num investimento de cerca de 55 milhões de euros. Após os necessários acertos ao projecto, a Eneólica "deverá ver a licença de estabelecimento aprovada" pela Direcção Geral de Energia, tendo, depois, ao abrigo da legislação em vigor, dois anos para implementação da sua central, esclarece fonte da DGE.
"Trata-se de uma central térmica a biogás, idêntica a outras já existentes noutros pontos do território, da responsabilidade da Amarsul. A diferença será a utilização de resíduos orgânicos provenientes da indústria agro-pecuária da região, a par de resíduos sólidos urbanos, cuja combustão resultará na produção de energia, na ordem dos 6.454 Kvats, adianta fonte da Direcção Geral de Energia.

De acordo com a mesma fonte, o aproveitamento, por parte da rede eléctrica nacional, acontecerá na base de um ponto de ligação à EDP, a cerca de quatro quilómetros de distância desta unidade, pelo que o promotor do projecto terá de proceder à realização do ramal".
A Eneóloica, detida em 80% pelo Grupo Lena, tem um investimento previsto, para este ano, superior a 73 milhões de euros, destinados a projectos em energias renováveis, sendo que a maior fatia caberá à construção de dois parques eólicos, já em desenvolvimento nos concelhos da Batalha e Pombal, à qual se deverá aduzir estes 55 milhões para o projecto a implementar no Montijo.

NewTomorrow
June 17th, 2008, 04:20 AM
MADEIRA


Jovens mais sensíveis às questões do Ambiente
Só nas escolas da região, em 2006/2007, foram recolhidas 5,5 toneladas de pilhas
Data: 17-06-2008

Embora possam demorar a surtir efeito, as campanhas de sensibilização, na área do Ambiente, colhem frutos dos esforços desenvolvidos, principalmente junto dos mais jovens. De entre as várias campanhas desenvolvidas pela Valor Ambiente, o 'Programa Ecopilhas', de 2006/2007, conseguiu juntar 5,5 toneladas de pilhas e acumuladores usados, num período de três meses, junto de todos os estabelecimentos de ensino da Região. A par desta iniciativa, a Valor Ambiente dedica grande parte dos esforços em visitas às instalações de tratamento de resíduos, envolvendo estabelecimentos de ensino e formação profissional, de todos os níveis e idades. Para além da Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos, na Meia Serra, as visitas estendem-se também ao Centro de Processamento de Resíduos Sólidos, no Porto Santo, à Estação de Transferência da Zona Oeste, na Meia Légua, e à de Transferência da Zona Leste e de Triagem do Porto Novo.

Segundo a presidente do conselho de administração da Valor Ambiente, Joana Rodrigues, "as visitas às instalações constituem momentos de reflexão sobre as consequências da grande produção de resíduos e sobre as boas práticas de reutilização de resíduos e de deposição selectiva, com vista à valorização e/ou reciclagem".

"As campanhas de sensibilização, habitualmente, demoram a surtir efeito nas populações, já que procuram alterar mentalidades e comportamentos adquiridos", explicou. Contudo, reforça que se verifica, principalmente nas crianças, uma grande sensibilização para estas temáticas, "fruto da crescente aposta na educação ambiental nas escolas dos primeiros níveis de ensino".

"As estatísticas demonstram que, nos últimos anos, tem havido, na Região, um progressivo crescimento das quantidades de resíduos encaminhados para a reciclagem e valorização", focou, acrescentando que as quantidades de resíduos provenientes de recolha indiferenciada têm vindo a diminuir. "Em 2007, 17% dos resíduos produzidos na Região foram enviados para a reciclagem", frisou. No caso da recolha de embalagens - no Ecoponto e porta-a-porta -, a Valor Ambiente calcula que, no ano passado, tenha havido um aumento de 5,4% face à quantidade recolhida em 2006.

Outra campanha em andamento na Região - o 'Ecopilhas Hotel' -, já contou com a adesão de 45 unidades hoteleiras da Madeira e Porto Santo, representando 41% das mais de 29 mil camas disponíveis em toda a Região. Com o objectivo de incentivar à recolha de pilhas e acumuladores usados pelos respectivos colaboradores e pelos próprios clientes - e atendendo à dimensão e importância do sector turístico na Região - , este programa, de acordo com Joana Rodrigues, "constitui uma boa oportunidade", não só para sensibilizar o sector e os turistas, mas também para que "cada estabelecimento hoteleiro transmita a imagem da responsabilidade ambiental".

A Valor Ambiente está a preparar novas campanhas e acções de sensibilização para a correcta deposição dos resíduos, tanto no que diz respeito aos resíduos de embalagens, como a outros fluxos, como é o caso dos óleos alimentares usados. "Dar-se-á, brevemente, início à recolha selectiva em toda a Região", sublinhou.


DNoticias Madeira

Barragon
June 17th, 2008, 08:19 PM
Os jovens estão de facto a marcar pontos nestes assuntos.

pauloluso
June 17th, 2008, 09:04 PM
Não percebi tudo, mas a idéia está lá. A fabrica destes automóveis se não estou enganado está localizada perto de Nice, daí a reportagem estar localizada na zona.

http://videos.autodeclics.com/view/515/air-car/

NewTomorrow
June 20th, 2008, 07:37 AM
Talone e Carlos Pimenta querem eólicas que valem 1,3 mil milhões
Os empresários fizeram oferta por negócios da Enersis.

Ana Maria Gonçalves e Ana Baptista

João Talone, ex-presidente da EDP e actual gestor do fundo Magnum Capital Partners, entrou na corrida aos activos da Enersis, empresa portuguesa na área das renováveis detida pelo fundo australiano Babcock&Brown. Mas não está sozinho. Aliou-se ao fundo Nova Energia, gerido por Carlos Pimenta, para concorrer a um portfólio que o mercado avalia em 1,3 mil milhões de euros, incluindo dívida.

Ao que o Diário Económico apurou, a proposta, repartida em partes iguais pelos dois fundos, foi entregue na segunda-feira e até à data é apontada como a única oferta liderada por portugueses. O suporte financeiro está a ser garantido por quatro instituições financeiras – BBVA, BCP, BES e CGD – as mesmas que apoiaram a estratégia de crescimento da Enersis em Portugal. A operação, como costumam fazer estes fundos de ‘private equity’, será alavancada em grande parte por dívida bancária. O Diário Económico tentou, sem sucesso, contactar João Talone e Carlos Pimenta.

A disputar este negócio são dados também como certos os dois gigantes espanhóis – Iberdrola e Unión Fenosa -, embora a Electricité de France e a alemã E.ON tenham sido apontadas como potenciais interessadas.

A participação na Ventinveste, o consórcio que venceu a fase B do concurso lançado pelo Governo para atribuição de 400 MW de licenças eólicas, é apontada como a jóia da coroa da Babcock&Brown em Portugal. Pelo menos, para os seus principais parceiros no projecto, a Martifer e a Galp.

Ambas chegaram a admitir o seu interesse na participação de 30% que a Enersis possui na Ventinveste. Mas o mesmo não se passou com os restantes activos em território nacional, que totalizam quase 900 megawatts (MW). Um bolo que é composto essencialmente por parques já em operação, cerca de 525 MW.

Excluída ficou, então, a entrada da Martifer e da Galp na corrida ao pacote de 2.400 MW que a Babcock&Brown tem espalhado pela Europa, com destaque para Espanha, França, Alemanha, Itália e Grécia. O mesmo acontecendo agora com os fundos de João Talone e Carlos Pimenta.

“Interessam-nos activos que possam ser desenvolvidos”, disse, na altura, o responsável da Martifer, Carlos Martins. Uma posição que, aliás, já tinha sido manifestada pelo presidente da EDP, António Mexia, que se manteve à margem deste processo.


Activos da Enersis voltam a mudar de mãos
Esta não será a primeira vez que os activos, agora na posse da Babcock&Brown em Portugal, mudarão de mão. Originalmente detidos pela Enersis, controlada então pelo empresário Pedro Queiroz Pereira, passariam em 2005 para a esfera daquele que é considerado um dos maiores fundos de investimento mundiais. A Babcock&Brown pagou quase 500 milhões de euros pelo pacote. Recentemente, a EDP comprou-lhe as centrais mini-hídricas instaladas em Portugal. Agora, a crise do ‘subprime’ obriga a Babcock & Brown a colocar em leilão os activos

Pelha
June 21st, 2008, 01:21 AM
A Agência Cascais Energia está a apoiar os munícipes do concelho com um desconto de 200 euros para aquisição de painéis solares, no âmbito do programa “Cascais Solar”, desenvolvido em parceria entre a Câmara Municipal de Cascais e o Grupo de Investigação em Energia e Desenvolvimento do Instituto Superior Técnico.
O programa tem como objectivo ajudar os munícipes no processo de escolha, aquisição e instalação de painéis solares térmicos.

Nesse sentido, foram celebrados protocolos com 10 empresas locais, que garantem a certificação dos equipamentos e dos instaladores. Para além destas vantagens, o programa oferece também o apoio técnico da Agência aos munícipes que o solicitem, bem como informação sobre linhas de crédito para a aquisição de painéis solares.

Cascais Energia (http://www.cascaisenergia.org/Default.aspx?ID=107)

NewTomorrow
June 23rd, 2008, 05:09 AM
ACIF realiza seminário sobre energia
A iniciativa da ACIF realiza-se esta manhã no Hotel Savoy e traz especialistas
Data: 23-06-2008

'A Micro Geração de Energia e a Racionalização Energética' é a denominação dada a um seminário, organizado pela Associação Comercial e Industrial do Funchal (ACIF-CCIM), que terá lugar durante a amanhã de hoje, no Hotel Savoy.

Como oradores foram convidados dois especialistas portugueses: o professor João de Jesus Ferreira (Ad Mesuram Madeira), que falará sobre o primeiro ponto do tema, e o professor Celestino Ruivo (Universidade do Algarve), que falará da racionalização.

O objectivo desta iniciativa é o de "alertar a sociedade madeirense para a necessidade da racionalização energética", mas também contribuir, desse modo, "para uma maior protecção do meio ambiente e para o aumento da competitividade e desenvolvimento sustentável da Região Autónoma da Madeira", salienta a nota da ACIF-CCIM.

O seminário está englobado no projecto EFIENER (Sistema On Line de Eficiência Energética para a Indústria e o Turismo) financiado pelo Interreg III-B e que integra as três regiões europeias da Macaronésia (com Açores e Canárias). Conta ainda na organização da conferência com a parceria da empresa 'Climade - Estudos Projectos Instalação de Ar Condicionado, S.A.'.

Como projecto pioneiro, o EFIENER pretende criar uma solução para monitorizar e gerir vários sistemas de racionalização energética instalados em várias unidades industriais e hoteleiras, contando para isso com a colaboração dos responsáveis pela exploração das empresas.


DNoticias Madeira

NewTomorrow
June 24th, 2008, 06:00 AM
'Perform 3' vai produzir até sete vezes mais energia eólica
Data: 24-06-2008
http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/240608/dn0401070301.jpg
A 'Perform 3' vai aumentar entre seis a sete vezes a capacidade de produção do seu parque eólico em 2009. O incremento vai ser conseguido com a entrada em funcionamento dos oito aerogeradores de 1,5 MW, agora adquiridos à empresa espanhola Eozen. O acordo de fornecimento das novas máquinas foi confirmado ao DIÁRIO pelo sócio-gerente da empresa, Aurélio Tavares, que explicou estarem previstos 32 GWh/ano.

O investimento está inserido no projecto de remodelação e ampliação do parque eólico da empresa na Região. Uma renovação condicionada em parte pela exiguidade das estradas que dão acesso ao Paul da Serra. As pás das máquinas mais potentes medem 42 metros de raio e, como o trajecto permite a passagem de pás com cerca de 35 metros, foi preciso apostar em máquinas menos potentes. De qualquer forma, assegura, "são tecnologia de ponta". O arranque dos trabalhos está previsto para este ano, isto se tudo correr bem com as licenças que faltam, e que estão à espera dos estudos de impacte ambiental. A decisão está prevista Setembro/Outubro.

Os novos equipamentos vão ser instalados naquele que é parque eólico mais antigo de Portugal, substituindo "parte daquelas que são também as máquinas mais antigas da Península Ibérica", lembrou.

A empresa pretende manter algumas máquinas que, apesar de serem quase "pré-históricas, ainda funcionam muito bem", para que, com uma função de museu, possam explicar "à juventude a diferença entre o início e o momento actual da energia eólica", acrescentou o sócio-gerente da 'Perform 3'.

O investimento global ronda os 16,6 milhões de euros, 13, 7 dos quais gastos na aquisição dos novos aerogeradores. Três milhões usados na instalação e transporte das máquinas, que medem 65 metros de altura e implicam o recurso a uma grua cuja transladação para a Madeira vai custar 570 mil euros.


Diario de Noticias Madeira

NewTomorrow
June 24th, 2008, 06:16 AM
Professor universitário defende introdução desta fonte energética na Madeira
Gás natural seria solução alternativa ao petróleo

http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/11_98864.jpg

A introdução do gás natural na Madeira é, segundo o ex-professor universitário João de Jesus Ferreira, umas das soluções para reduzir a dependência energética da Região em relação ao petróleo. Este especialista considera que as energias renováveis “não são a solução”.


A Associação Comercial e Industrial do Funchal (ACIF-CCIM) promoveu ontem no Funchal, no âmbito do projecto Efiener, e em parceria com a Climade - Estudos , Projectos e Instalação de Ar Condicionado, um seminário para abordar a temática “A Micro Geração de Energia e a Racionalização Energética”.
Um dos oradores e especialistas convidados, o ex-professor universitário e responsável por uma empresa de cerfificação energética, João de Jesus Ferreira, considerou, em declarações à comunicação social, que uma das soluções para diminuir a dependência energética da Madeira em relação ao petróleo passa pela “introdução do gás natural na ilha”, salientando ter um projecto que pode ser aplicado em regiões como a Madeira “com centrais dispersas que podem contribuir para a produção de electricidade e para um aumento importante da eficiência energética”.
João de Jesus Correia referiu que as energias renováveis “não vão resolver o problema energético de nenhuma região” e que são “sobretudo um negócio”, salientando que o seu contributo para a produção energética nacional não ultrapassa os 4%.
Destacou todavia as potencialidades futuras do hidrogénio a nível dos transportes e referiu que a energia nuclear tem de ser encarada como uma hipótese para reduzir a dependência energética do País, pois, como sublinhou, o preço do petróleo não vai voltar aos níveis anteriores.
Por outro lado, este ex-professor universitário destacou que deve ser feito um grande esforço no sentido de implementar medidas que conduzem a uma maior eficiência energética, realçando que esta é uma das áreas onde, no imediato, será mais fácil actuar.
O outro orador convidado foi o professor da Universidade do Algarve, Celestino Ruivo, que falou do tema “Racionalização Energética”.


Jornal da Madeira

NewTomorrow
June 27th, 2008, 05:08 AM
Autarquia de Setúbal recebe automóveis híbridos

http://www.autohoje.com/images/stories/noticias2/26062006toyotaprius368.jpg

A Câmara de Setúbal recebeu cinco viaturas híbridas, Toyota Prius. Os automóveis utilizam uma tecnologia de propulsão com maior eficiência energética e tem menor impacto ambiental.

Recorde-se que este modelo da Toyota foi o primeiro modelo híbrido do mundo produzido em série, e tem-se revelado um sucesso de vendas, ultrapassando já 1 milhão de unidades vendidas mundialmente, desde o seu lançamento em 1997.

Em Portugal também está a ser um sucesso. São já mais de mil unidades a circular nas estradas nacionais. Deste volume, 50 unidades integram as frotas municipais, a que agora se inclui os cinco automóveis da Câmara Municipal de Setúbal.

O Toyota Prius, comparado com o modelo convencional do segmento D, pode poupar até uma tonelada de CO2 por

autohoje.com

NewTomorrow
June 29th, 2008, 05:50 AM
Casas com 'selo' ambiental em Julho
Já era assim mas, A partir de agora, as novas casas terão mesmo de instalar painéis solares
Data: 28-06-2008

http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/280608/dn0401020201.jpg

A partir de 1 de Julho todas as novas construções ou grandes remodelações de edifícios antigos serão obrigadas a ter um certificado energético. Os edifícios serão classificados numa escala de eficiência que varia de A+ (alta eficiência energética) a G (baixa eficiência), tal como já acontece nos electrodomésticos.

A partir de 1 de Julho passa a ser obrigatória a certificação energética, mesmo para pequenos edifícios com menos de 1.000 m2, que peçam licença de construção, como é o caso das habitações familiares.

O certificado de eficiência energética terá impacto no valor comercial das casas, o que é importante para os promotores imobiliários, que podem ver desvalorizados, pelo mercado, os espaços sem certificação.

O certificado terá 10 anos de validade (edifícios habitacionais) e seis anos (edifícios de serviços). Ficam sujeitos a acções regulares de monitorização de consumos energéticos, à imagem do que se passa com as inspecções obrigatórias aos carros.

Além disso, todas as habitações com boa exposição solar serão obrigadas a instalar painéis solares de produção de água quente sanitária. As que não o façam terão de justificar junto do projecto de licenciamento. A exigência já está em vigor desde 2006 mas será reforçada passado que foi o período 'pedagógico'.

A exigência de certificado decorre da calendarização do Sistema de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos edifícios, que transpõe uma directiva comunitária relativa ao desempenho energético e vai-se estender, já em 2009, às construções existentes, quando forem transaccionáveis.

Em causa está a aplicação de diplomas como o 'Sistema nacional de certificação energética e qualidade do ar em edifícios' (D.L. 78/2006, de 4 de Abril), 'Regulamento dos Sistemas Energéticos de Climatização em Edifícios' (D.L. 79/2006, de 4 de Abril) e o 'Regulamento das Características de Comportamento Térmico dos Edifícios' (D.L. 80/2006, de 4 de Abril). Diplomas já adaptados à Região através do DLR n.º 1/2008/M.

Contactado pelo DIÁRIO, o engenheiro Filipe Oliveira, da Agência Regional de Energia e Ambiente (AREAM) disse que o certificado energético "é uma garantia de que será cumprida toda a legislação". O técnico de projectos que o assinar (a AREAM acompanha e fiscaliza) assume que o licenciamento cumpre as regras de maximização energética. É mais um documento que será junto ao processo de licenciamento municipal libertando as autarquias desse ónus.

Filipe Oliveira congratula-se pelo facto de Portugal ter despertado tarde mas estar actualmente na vanguarda dos países da União Europeia a implementar sistemas de maximização energética de edifícios. Dá o exemplo da Madeira onde os edifícios representam 34% dos consumos de energia primária total. E mais, 77% da electricidade produzida na Região é consumida por edifícios (ar condicionado, iluminação, electrodomésticos, etc.).

Para Filipe Oliveira, a exigência dos painéis solares faz todo o sentido porque "aproximadamente 1/3 da energia que é consumida numa casa é para produção de águas quentes". O aumento do preço do petróleo deve levar o consumidor a aposta nas energias renováveis, casos dos painéis solares (um encargo a curto prazo mas um investimento a longo prazo). "Para começar a poupar já e no futuro", referiu.

Filipe Oliveira disse que um edifício eficiente, do ponto de vista energético, deve ser pensado de raiz. Isolamento de paredes (pelo exterior), água quente, iluminação natural e ventilação são aspectos a considerar "para melhorar o conforto e poupar energia". É que, casa que precisa de aquecimento nunca é confortável.

Técnico de arquitectura defende 'ecocasa'

Rui Nelson é, há 15/20 anos, um entusiasta da arquitectura biológica e da permacultura, esta última vocacionada para o planeamento de espaços (jardins, vilas, aldeias e comunidades) ambientalmente sustentáveis, socialmente justos e financeiramente viáveis.

Para este agente técnico de arquitectura e engenharia, uma casa mal construída pode dar origem a várias doenças, desde a simples fadiga crónica e insónia à depressão. Na Madeira, acredita que grande parte dos problemas de asma, alergias, bronquites dos madeirenses têm origem na própria casa (humidade, mofo, bolor, ácaros, etc.). A Região é das zonas da Europa com mais humidade. Betonar casas de pedra e colocar alumínio, sem ventilação (ar condicionado natural), é criar uma estufa. "Cada pessoa, quando vai dormir, precisa de cerca de 16 m3 de ar por noite", lembrou.

Para ter uma casa saudável, uma ecocasa, é importante a ventilação natural, paredes duplas (ainda há dificuldades em isolar vigas e pilares), o reaproveitamento de águas (eventualmente uma fossa biológica). O local tem de ser arejado, longe de linhas de alta tensão ou antenas de telemóveis com aberturas viradas a nascente mas evitando encadeamentos. Amplas janelas envidraçadas (com soluções para não criar efeito de estufa) e utilização de tintas biológicas completa o cenário. É que há tintas no mercado que libertam radioactividade.

O ideal "era vivermos debaixo da terra" (telhados de terra e relva/vegetais). Porquê? Porque a temperatura é constante durante todo o ano. A fábrica da Ford, nos EUA, vai nesse sentido. O aquecimento global do planeta dita.

Trata-se de sugerir um regresso aos tempos dos nossos avós onde as casas de pedra (algumas cobertas de palha) eram quentes no Inverno e frescas no Verão e a cal, material que transforma o dióxido de carbono em oxigénio, era o tipo de tinta mais utilizado.

O BI das 'casas inteligentes'

As chamadas 'casas inteligentes', para além das inovações tecnológicas oferecidas pela domótica, são energeticamente poupadas. São concebidas para proporcionar conforto mas também uma utilização integrada e criteriosa de recursos.

Passa pela gestão do lixo doméstico (reutilização de material biodegradável para adubar o jardim); boa disposição das janelas e portas para aproveitar a luz natural; gestão dos gastos de electricidade, não apenas nas lâmpadas de baixo consumo; sistemas de rega automáticos; luzes que acendem e apagam por sensores que reagem à presença humana; programação de horários para activar/desactivar equipamentos; detectores de fugas de gás, inundações, incêndios; painéis solares; etc.

Ora por força da lei ora por bom senso são cada vez mais exigidas às novas construções boas 'performances' ambientais. São disso exemplo os projectos de acústica (Regulamento dos Requisitos Acústicos de Edifícios), Regulamentos de gás, de equipamentos sob pressão, térmico.

As exigências começam no início da construção. A 17 de Junho último, o Parlamento Europeu aprovou uma directiva segundo a qual os Estados-membros deverão aumentar "para um mínimo de 70% em peso" a preparação para a "reutilização e a reciclagem dos resíduos resultantes da construção e da demolição".

Por cá, o Decreto-Lei n.º 46/2008, de 12 de Março, veio determinar que as Câmaras só possam passar licença de habitabilidade às construções se os resíduos daí resultantes (terra, pedra, entulhos) forem transportados para locais devidamente autorizados e com registo comprovativo.

A 25 de Março de 2004, foi publicado o Decreto-Lei nº 68/2004, que obriga o promotor imobiliário a elaborar um documento descritivo das características técnicas e funcionais da habitação. É a Ficha Técnica de Habitação (FTH), uma espécie de 'Bilhete de Identidade' (BI) da casa cuja apresentação é exigível para novas casas desde Agosto de 2004.

O BI da casa exige informações como a descrição do prédio, o promotor imobiliário, o construtor, o autor do projecto de arquitectura, o técnico responsável da obra, os autores dos projectos de especialidades (estruturas, distribuição e drenagem de águas, de energia eléctrica, de gás, de radiodifusão e televisão, de instalações telefónicas, isolamento térmico e acústico).

Pede-se a descrição dos materiais de construção empregues, equipamentos e fabricantes, assim como uma descrição das paredes (paredes interiores de separação de compartimentos, confinantes com outros fogos, entre o fogo e os espaços comuns do edifício, entre o fogo e a caixa do elevador, entre o fogo e locais de comércio ou serviços).

Pavimentos e escadas, revestimentos, portas, janelas e sistemas de protecção de vãos, ventilação e evacuação de fumos e gases, número de lugares de estacionamento público, tipo de utilização, existência ou não de equipamentos colectivos, rampas de acesso, largura mínima das portas , altura dos botões/interruptores, revestimentos, isolamento térmico, drenagem de águas, segurança contra intrusão e contra incêndio são outras informações solicitadas.

No capítulo da FTH dedicado à "Gestão energética e ambiental" exige-se informações sobre o controlo térmico de espaços comuns, ventilação de espaços, iluminação em espaços comuns (natural , artificial, com temporizador, com sensores), evacuação de lixos (recolha selectiva), compartimento para o efeito, sistemas de água, águas residuais, gás, electricidade. Exige-se ainda a descrição da existência ou não de equipamentos ruidosos (geradores, máquinas de ascensores, automatismos de portas de garagens, sistema centralizado de ventilação, ar condicionado ou outros).

Segundo um recente estudo sobre energias renováveis e consumo sustentável, a população portuguesa valoriza imóveis que integram equipamentos de produção de energias renováveis. 66,4% da população afirma valorizar estes equipamentos, por possibilitar uma poupança nos gastos com a energia (16%), a redução da despesa mensal com a electricidade (8,5%), uma poupança energética (8,2%), rentabilidade a longo prazo (6,5%) e benefícios fiscais (1,2%).

Casa inteligente protege o ambiente

Dicas verdes em casa
Diminuir a capacidade do autoclismo colocando válvulas ou garrafas de plástico cheias de água no tanque.

Em vez de usar pesticidas, afastar as formigas espalhando café em pó nas zonas afectadas.

Reutilizar recipientes como latas, bidões, garrafões, etc.. Não despejar óleo usado nem na sanita nem na pia da cozinha.

Tapar as panelas enquanto cozinha ou usar panelas de pressão. Cozinhar com fogo mínimo.

Limpar ou trocar os filtros do exaustor ou do ar condicionado com regularidade.

Escolher electrodomésticos de baixo consumo energético.

Usar água da torneira e não do garrafão.

Evitar abrir e fechar constantemente do frigorífico. Descongelar o aparelho regularmente.

Usar as máquinas de lavar roupa ou louça só quando estiverem cheias. Evitar usar a máquina de secar roupa.

Não deixar os aparelhos em stand-by (TV, computador, DVD, rádio, esquentador, microondas, etc.). Desligar o computador (o maior responsável pelo consumo de energia de um computador é o monitor).

Fazer compostagem com o lixo orgânico doméstico para utilizar nos vasos/jardim.

Usar menos água quente, a necessária c/ esquentador no mínimo.

Tomar duches rápidos (de chuveiro e não de banheira) e reduzir o consumo de gel de banho e champô.

Evitar o uso de sacos de plástico, de embalagens, de papel.

Usar pilhas e baterias recarregáveis.

Aproveitar os dias de sol para secar roupa ao ar livre.

Sempre que puder use as escadas e não os elevadores.

Evitar produtos em spray.

Aproveitar a água de lavar os legumes ou do aquário para regar as plantas. Regar as plantas à noite ou de manhãzinha.

Não deita lixo na sanita.

Desligar o lume um pouco antes de terminar os cozinhados. O calor do tacho é suficiente para acabar de cozer os alimentos.

Usar e abusar de convites electrónicos. Recorrer ao papel reciclado.

Só abrir a porta do forno para tirar o cozinhado/bolo. Abrir a porta só para ver a cozedura implica a perca de 25% de calor.

Substituir as lâmpadas incandescentes por economizadoras.

Plantar uma árvore.

A construção ideal
O ideal é voltar a casa a Sul, respeitando outros factores como a vista, as necessidades de arejamento e a ventilação (poucas janelas a Norte para onde devem ser orientados os anexos secundários, tais como garagens, armazéns, etc.).

Tirar partido da topografia do terreno e da vegetação.

Proporcionar o máximo de iluminação natural às áreas habitáveis.

Escolher materiais amigos do ambiente.

Portas e janelas bem calafetadas (não adianta estar a aquecer uma casa, quando temos grandes perdas térmicas através das paredes não isoladas).

Estores, persianas, palas ou recuos nas fachadas (sempre pelo lado exterior da janela por forma a que não se processe o chamado "efeito de estufa").

Canalizações duplas para que as águas dos banhos e lavatórios - águas cinzentas, possam ser - reutilizadas nas descargas de autoclismos.

Painéis solares (a aquisição e instalação de um painel solar térmico é mais cara do que um sistema de aquecimento a gás ou eléctrico. No entanto, a poupança na energia rentabiliza o investimento em pouco tempo).

Paredes duplas com caixa de ar, drenada e ventilada, entre dois panos de parede.

Vidros duplos com vidros de 6 e 4 mm e uma caixa de ar entre eles de 12 mm.

Escolher uma caixilharia com capacidade de isolamento acústico e térmico (seja madeira, alumínio ou PVC).

Isolante térmico nas paredes e telhado da casa (material impermeável à água mas permeável ao vapor da água para que a casa 'respire').

Material de execução de paredes do género "Pladur" (gesso cartonado) é uma óptima opção para paredes interiores ou para isolar paredes frias e húmidas. O esferovite é um material eficiente e barato.

Utilização de lâmpadas fluorescentes compactas ou de baixo consumo.


DNoticias Madeira




Até que enfim :banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana::banana:

NewTomorrow
July 11th, 2008, 08:14 AM
MADEIRA

Duas empresas querem vender carros eléctricos na Região
Projecto nacional prevê a venda em massa até 2011. Há muitas vantagens para consumidores
Data: 11-07-2008

O projecto nacional para produção e difusão generalizada de veículos 100% dependentes da electricidade, apresentado na quarta-feira, conta com boa aceitação na Madeira, pelo menos da parte empresarial. O facto é que há já duas empresas privadas de madeirenses disponíveis para comercializar estes carros (independentemente da marca) na Região.

Uma intenção adiantada ao DIÁRIO por um responsável da Agência Regional da Energia e Ambiente da Região Autónoma da Madeira (AREAM). Segundo Filipe Oliveira "há pelo menos duas empresas, que não posso revelar os nomes, que querem investir na Região e mostraram interesse em vir a comercializar esses carros", confirma.

Tendo em conta que este é um mercado que, potencialmente, irá crescer nos próximos anos (mais cedo do que muitos analistas esperavam), esta demonstração de interesse é demonstrativo da visão e oportunismo empresarial, o que só é de louvar, caso se concretize.

Para este o engenheiro mecânico "a marca do produtor não é importante", dado que até já existe um projecto exclusivamente português a ser desenvolvido. O certo é que o Governo português já tem garantido dois gigantes da indústria automóvel neste projecto (ver caixa).

Por outro lado, a Madeira já tem dois exemplos de empresas que adoptaram, com relativo sucesso, os carros movidos a electricidade. Uma delas, a Horários do Funchal, tem a 'linha Eco', enquanto a Empresa de Electricidade utiliza carros 100% livres dos combustíveis.

É só vantagens

A começar pela poupança. Um carro movido a electricidade pesará muito menos no bolso do proprietário se optasse por manter um a combustível (gasolina ou gasóleo).

Quanto ao carro em si, "é relativamente simples em termos de concepção", assegura. "Precisa de ter um motor e um sistema de controlo adequado e uma bateria - o elemento mais importante - que tenha boa capacidade e seja leva".

Já quanto à manutenção, também é só simplicidades. "Precisa que haja alguém com competências e formação para trabalhar com os carros, que se diferenciam dos de combustão interna", salienta. E garante: "Diria que são carros fiáveis, apesar de as baterias serem o grande problema. Com a inclinação das nossas estradas, o carro terá muita dificuldade em vencer as subidas se for uma bateria muito pesada. A descer, dependendo do carro e da tecnologia, pode até recarregar as baterias".

O especialista lembra que o carregamento da bateria, é "um problema que pode deixar de o ser", dado que não sendo carros para percorrer grandes distâncias - fala-se em autonomia até 160 km - "quando a pessoa chega a casa e tendo um ponto de ligação, no outro dia de manhã a bateria já está carregada. Além disso, consumiu energia nas horas mais baratas, dado que há contadores com tarifa bi-horária (para quem tem esta opção)", conclui.

Por fim, é preciso contar com a adesão dos consumidores desejosos que surjam alternativas viáveis e mais baratas.

Renault-Nissan

A assinatura da parceria entre o o Governo português e a aliança Renault-Nissan, fazem de Portugal o primeiro país a aderir a este projecto público-privado de massificar os veículos de zero emissões. O Estado português compromete-se, por exemplo, "a estudar as infra-estruturas e organizações necessários para criar uma ampla rede de estações de carga para veículos eléctricos, a nível nacional". A comercialização em larga escala para os consumidores portugueses deverá ter início em 2011. E, para mentalizar os portugueses para esta ideia, o Primeiro-ministro José Sócrates prometeu que estes carros só pagariam 30% do imposto automóvel.


DNoticias Madeira

pauloluso
July 17th, 2008, 02:54 PM
Boa noticia. Não percebo é como é que se pode colocar em zonas urbanas.
Isto não fará ruido? Duvido que dê para pôr na varanda.:lol:

http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/edicion_impresa/empresas/pt/desarrollo/1146870.html

Primeira eólica portuguesa chega a casa por sete mil euros

O equipamento foi desenvolvido pelo INETI que agora está à procura de investidores para criar uma empresa que comercialize a micro-eólica.

Ana Baptista com Célia Marques

José Sócrates foi o primeiro, mas dentro de seis meses qualquer pessoa poderá comprar uma micro-eólica desenvolvida em Portugal e colocá-la em casa para produzir energia e poupar 50% da factura com energia.

Será mais ou menos por esta altura que estará criada a empresa que irá comercializar este equipamento desenvolvido pelo Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI). O preço de venda ao público já está definido e ronda os sete mil euros. “Menos que um painel fotovoltaico que com a mesma potência custa 12.500 euros”, disse ao Diário Económico Ana Estanqueiro, responsável por este projecto, acrescentando que esta eólica, com 2,5 quilowatts (KW), pode ser instalada em moradias com consumos até 1okwa.

Agora falta encontrar os investidores que queiram criar a empresa que vai comercializar esta micro-eólica chamada T.Urban. O capital necessário, diz Ana Estanqueiro, é de um milhão de euros, recuperáveis em cinco anos. Já os sete mil euros a pagar pelos consumidores são recuperáveis nos primeiros seis anos. Isto porque o tempo de vida útil da eólica é de 20 anos, o que significa que nos restantes 14 haverá uma poupança na factura eléctrica de 50%. “A energia que vendemos é quatro vezes mais cara que a que compramos”, explicou Ana Estanqueiro.

A máxima é válida para qualquer equipamento usado na produção caseira de energia – fotovoltaico ou eólico. O fotovoltaico é o mais procurado mas já existem várias empresas a vender micro-eólicas de marcas estrangeiras em Portugal. É o caso da De Viris, uma empresa do grupo Enerpura de Diogo Vaz Guedes, ex-presidente da Somague. Nos painéis fotovoltaicos destaca-se também a De Viris ou a Martifer Solar. Os preços podem ir até aos 20 mil euros.

No entanto, para já, apenas uma empresa vai comercializar painéis solares a custo zero. Trata-se da recém constituída ANGG Energias Renováveis, empresa do sector dos moldes, que tem a representação exclusiva para o mercado português da marca espanhola de painéis fotovoltaicos Photowatt. A comercialização dos painéis será feita em regime de ‘project finance’, a custo zero para o cliente, resultado de uma parceria firmada com o Banco Santander. O banco paga os painéis adquiridos pelas empresas clientes da ANGG na condição de ficar com as receitas da energia que vão gerar e vender à REN, até perfazer o valor do investimento, mais juros. Seis anos em média. Findo esse período, é a empresa que passa a receber a receita energética gerada pelos painéis que adquiriu.

A ANGG vai ter também a primeira unidade industrial em Portugal auto-sustentável em termos energéticos através de energia fotovoltaica, disse ao Diário Económico Pedro Guerra, sócio da ANGG Indústria.


Empresas de microgeração

De Viris - Venda de fotovoltaicos e micro-eólicas
A De Viris, empresa do grupo Enerpura, de Diogo Vaz Guedes, vende, instala e monitoriza painéis fotovoltaicos e micro-eólicos para a produção de energia em casa. Os equipamentos podem atingir os 20 mil euros, mas segundo André Alvim já existem bancos a emprestar dinheiro para a microgeração.


INETI - Fabrico e venda de micro-eólica
A micro-eólica desenvolvida pelo INETI necessita de uma velocidade de vento mínima de 3,5 metros por segundo e de uma área de nove metros quadrados. A empresa criada para vender a T.Urban vai produzir 500 turbinas por ano, algumas para exportar para os PALOP, Brasil ou Magrebe.

Autonomia é uma empresa portuguesa que vende e instala micro-eólicas semelhantes às do INETI, mas cuja produção é feito no estrangeiro. A empresa existe desde 2006 e comercializa aerogeradores com uma potência de 1 kW, capaz de gerar entre 1.500 a 3.000 kWh de energia eléctrica por ano.

visconde
July 18th, 2008, 11:50 PM
pensava que ja era obrigatorio a instalacao dos paineis solares nas casas novas desde 2006..
afinal nao :\
se é so a partir de agora, como funciona isso? e para as casas PLANEADAS agora, ou para as que ja estao em construcao tambem?
(pergunto isto porque em frente a mim estao a construir uma urbanizacao nova e tinha curiusidade em saber se ja viriam com paineis ou nao ..)

NewTomorrow
July 28th, 2008, 08:26 AM
Portugal deverá receber o primeiro fornecimento dentro de quatro anos
Biocombustível de jatrofa
http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/11_101286.jpg



Portugal deverá ter, dentro de quatro anos, o primeiro biocombustível fabricado a partir das plantações de jatrofa, que a SGC Energia tem em Moçambique, disse o presidente da empresa de energias renováveis do grupo liderado por João Pereira Coutinho.
Numa altura em que se discute o recurso à energia nuclear para combater a dependência energética nacional, a SGC Energia aposta na produção de biocombustível a partir de óleo de soja e investe em soluções de investigação e desenvolvimento tendo em vista a produção de combustíveis alternativos ao petróleo a partir de algas e jatrofa.
Presente em Moçambique desde há cerca de dois anos com o projecto ENERTERRA, a SGC Energia tem uma plantação de mil hectares de jatrofa, distribuída por várias zonas do país, que emprega cerca de 600 pessoas.
"Temos em Moçambique um projecto de plantação de jatrofa, que é uma planta energética tóxica, não alimentar, que cresce em áreas semi-áridas que nunca poderiam ser utilizadas para fins agrícolas", disse o presidente da SGC Energia, Vianney Valès, em entrevista à agência Lusa, considerando que este projecto é "um maiores trunfos para fazer dos combustíveis alternativos ao petróleo um negócio sustentável a prazo".
Vianney Valès indicou que estes primeiros anos do projecto ENERTERRA foram dedicados "à selecção e testes das melhores sementes", adiantando que o projecto vai entrar "numa fase industrial a partir deste Verão", altura em que serão plantados "500 a mil hectares por mês".
Com base neste calendário, o presidente-executivo da SGC Energia prevê que a produção de biocombustível oriunda destas plantações chegue a Portugal e à Europa dentro de quatro anos.
"A planta (jatrofa) demora quatro anos a atingir a maturidade, pelo que só daqui a quatro anos é que teremos produção oriunda destas plantações a entrar em Portugal ou na Europa e Portugal a ser exportador desta matéria-prima", afirmou Vianney Valès.
Apesar de se escusar a quantificar os "vários milhões de dólares" investidos no ENERTERRA, o presidente da SGC Energia diz não ter dúvidas de que este projecto atrairá clientes.
"As cinco fábricas (de biocombustíveis que existem) em Portugal são todas clientes potenciais em Portugal", afirmou Vianney Valès, colocando também as fábricas europeias na lista dos possíveis compradores.


Jornal da Madeira

NewTomorrow
July 29th, 2008, 07:12 AM
Toyota vai aumentar produção do Prius

http://www.autohoje.com/images/stories/noticias2/28072008_PRIUS_368.jpg
A Toyota quer atingir, pelo menos, um milhão de automóveis híbridos vendidos por ano, em todo o mundo. Por isso, a marca japonesa, vai aumentar a produção do Prius, em 70 por cento e quer começar a trabalhar nesse objectivo já em 2010.

A próxima geração do Prius vai servir para alargar os horizontes da Toyota. Actualmente são produzidos 280 mil Prius por ano, mas a marca nipónica vai começar a aumentar a produção e quer atingir os 480 mil por ano.

Para isso, a fábrica de Tsutsumi da Toyota deixará de produzir o modelo Wish, para que os trabalhadores tenham mais tempo a dedicar ao Prius.

Entetanto a Toyota também avançou que a fábrica do Mississipi, nos EUA, abrirá portas em 2010 e que também aqui, o modelo híbrido Prius vai ser produzido.

NewTomorrow
July 29th, 2008, 07:16 AM
Renault-Nissan reforça a aposta nas Emissões Zero

http://www.autohoje.com/images/stories/noticias2/28072008_NISSAN_368.jpg
A Aliança Renault-Nissan fez um acordo com Estado do Tennessee, nos EUA, para promover os veículos de Emissões Zero, incluindo veículos eléctricos.

A Nissan tem um plano de negócios de cinco anos, o GT 2012, e que quer ver cumprido. Um dos objectivos é introduzir ZEVs (Zero Emission Vehicles) nos Estados Unidos em 2010 e, dois anos mais tarde, quer começar a comercializar, em massa e a nível mundial, veículos eléctricos.

O anúncio foi dado pelo Presidente e CEO da Nissan, Carlos Ghosn, durante a inauguração do Nissan Américas (um edifício construído em Franklin e que é agora a nova base para as operações da empresa nos EUA, Canadá e México).
Recorde-se que a Aliança Renault-Nissan também já estableceu acordos de projectos de veículos de Emissões Zero, em Israel, Dinamarca e Portugal.

NewTomorrow
July 29th, 2008, 08:14 AM
Martifer Solar implementa a instalação solar fotovoltaica mais alta do mundo.
http://www.energiasrenovaveis.com/images/upload/torremadrid.jpg

A Martifer Solar foi responsável pela engenharia e montagem da instalação solar fotovoltaica da Torre de Cristal, situada no topo do arranha-céus madrileno com 245metros de altura. A instalação de integração arquitectónica usa silício policristalino com tecnologia vidro-vidro da companhia La Veneciana de Saint-Gobain, empresa que desenvolveu os materiais de construção, parte fundamental do projecto. Esta instalação da Torre de Cristal é até hoje o projecto solar fotovoltaico mais alto do mundo.

A implementação da cobertura solar fotovolvaica foi um grande desafio de engenharia e instalação para a Martifer Solar. A altura e as características do edifício fizeram com que fossem necessários alpinistas para levar a cabo a instalação dos vidros, de 120 kilos cada um, que continham as células fotovoltaicas. A somar ao peso dos materiais e à altura da instalação os trabalhadores tiveram que suportar fortes correntes de ar no topo da Torre de Cristal para efectuarem este trabalho. Os engenheiros tiveram de desenvolver um laborioso processo de dimensionamento da instalação para conseguirem a melhor eficiência possível aproveitando a integração total da instalação no edifício.

A cobertura, de 285 m², gera mais de 32 KW, no pico da exposição solar, esta energia é destinada à alimentação do edifício, contribuindo com isto para o seu abastecimento e auto-suficiência energética. A instalação solar fotovoltaica da Torre de Cristal foi um contrato levado a cabo pela companhia vidreira La Veneciana de Saint-Gobain que contratou a Martifer Solar para a execução do projecto e também para a arrojada tarefa de instalação.

Esta cobertura da Torre de Cristal foi para a Martifer Solar uma dos seus projectos mais emblemáticos no que diz respeito a integração arquitectónica, já que é um importante marco que demonstra bem a capacidade da empresa para enfrentar e superar obras de grande complexidade técnica.



Martifer SGPS, SA

NewTomorrow
July 29th, 2008, 08:15 AM
Indústria e Universidades Portuguesas desenvolvem projecto Solar Tiles

http://www.energiasrenovaveis.com/images/upload/solartiles.jpg
O Projecto Solar Tiles – projecto inovador de I&DT a nível mundial –, a ser desenvolvido por um consórcio de 9 entidades nacionais, e que concorre ao QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional num investimento da ordem dos 1,7 milhões de euros, foi apresentado ao público e à comunicação social no dia 9 de Julho, pelas 17h00, nas instalações da Revigrés (Águeda).

A Universidade do Minho é uma das entidades promotoras deste projecto sendo o Professor Vasco Teixeira do Centro de Física (docente e investigador no Departamento de Física da Escola de Ciências da UM) responsável pela equipa de investigação na Universidade do Minho. O know-how adquirido na investigação científica que tem sido desenvolvida na UM na área de ciência de nanomateriais, revestimentos funcionais e nanotecnologias aplicada a sistemas eficientes de energia permitirá desenvolver camadas cerâmicas e filmes finos funcionais para aplicações de energia solar fotovoltaica envolvendo integração arquitectónica e eco-design, como será o caso do projecto Solar Tiles.

O Projecto Solar Tiles – Desenvolvimento de Sistemas Solares Fotovoltaicos em Coberturas e Revestimentos Cerâmicos tem, em termos práticos, a mesma finalidade dos tradicionais painéis solares, ou seja, aproveita a energia solar para produção de electricidade.

Através de um filme que é depositado nos revestimentos cerâmicos, consegue-se captar a energia emitida pelo sol, armazená-la e transformá-la em energia eléctrica. Tal tem como base uma tecnologia extremamente sofisticada, desenvolvida à escala laboratorial e, por isso, com um custo de investimento muito elevado, o que justificou o recurso ao apoio do QREN.

Técnicamente, consiste no desenvolvimento de protótipos funcionais de produtos cerâmicos fotovoltaicos integrados, de elevada eficiência, para o revestimento de edifícios (telhas e revestimentos exteriores de fachada) que incorporem filmes finos fotovoltaicos (da última geração). Pretende-se que os protótipos a desenvolver se caracterizem por uma elevada qualidade estética e desempenho técnico.

O consórcio é constituído por: Revigrés (promotor) e Dominó, empresas de revestimentos cerâmicos; Coelho da Silva, empresa de coberturas cerâmicas; De Viris, Natura e Ambiente, empresa que desenvolve e implementa soluções integradas de sustentabilidade ao nível dos recursos água e energia; entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional, designadamente, CTCV – Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro, INETI – Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, CFUM-Centro de Física da Universidade do Minho, CENIMAT – Centro de Investigação em Materiais da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e a ADENE – Agência para a Energia.

As principais tarefas de I&DT da Universidade do Minho ligam-se ao desenvolvimento de i) camadas espessas cerâmicas nanocompósitas de aderência-ligação /barreira de difusão entre o material base (por exemplo telha ou fachada cerâmica) e a estrutura multicamada (célula fotovoltaica); ii) filmes finos PVD (por pulverização catódica em magnetrão) de TCOs (óxidos condutores transparentes) e iii) encapsulamento da célula solar através de polímeros especiais e aplicação de filmes finos de óxidos compósitos amorfos ou nanocristalinos que confiram grande resistência à transmissão de vapor de água e oxigénio (de modo a evitar a degradação das propriedades ópticas e eléctricas do dispositivo fotovoltaico, no que resultaria perda de eficiência).


Informações adicionais:
Coordenador da equipa Solar Tiles na UM,
Prof. Vasco Teixeira


CFUM-Centro de Física da Universidade do Minho

NewTomorrow
July 29th, 2008, 08:19 AM
Tavira vai ter primeira central solar térmica nacional

http://www.energiasrenovaveis.com/images/upload/AusraHunterValley62_L.jpg
O projecto prevê a ocupação de 10 hectares de estruturas para a produção de energia (dos quais sete de painéis solares), num terreno de 25 hectares a instalar numa área cedida pela associação local de regantes.

A colocação em consulta pública por parte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve tem por objectivo proporcionar a participação alargada de entidades e público interessado no projecto, através da recolha de opiniões antes do licenciamento.

De acordo com o responsável técnico da central, Manuel Collares Pereira - co-fundador da empresa ESTP (Energia Solar Térmica de Portugal) -, se os procedimentos administrativos o permitirem, a central, com uma capacidade para produzir um máximo de 6,5 megawatts, deverá estar a funcionar em meados de 2009.

"É um projecto que tem esbarrado em algumas dificuldades burocráticas, apesar dos apoios que recebeu desde a primeira hora do Ministério da Economia", disse Collares Pereira à Agência Lusa.

Sublinhou que se trata da primeira central de "fabrico" de energia eléctrica a partir de energia térmica produzida pelo sol, já que as outras centrais solares portuguesas - por exemplo a central de 11 megawatts actualmente em construção na zona de Serpa - produzem electricidade "directamente", sem passar pela fase térmica.

"Essas centrais são mais caras e produzem menos energia", sustenta o responsável da ESTP, explicando que a transformação da energia produzida pelo vapor de água em electricidade se faz numa turbina com capacidade para 6,5 megawatts.

O projecto da primeira central solar de produção de energia térmica, capaz de produzir electricidade para 20 mil pessoas, a instalar na zona de Tavira, entra sexta-feira em consulta pública, disse hoje à Lusa fonte da CCDR/Algarve.

"Se considerarmos que uma família de quatro pessoas produz uma média de 3 kilowatts, esta central deverá produzir energia para 20 mil pessoas, embora em certas alturas essa capacidade possa crescer ainda mais, até às 30 mil", disse.

A energia será vendida à empresa Rede Eléctrica Nacional (REN), que introduzirá na rede, afirmou.

"Nunca teremos a certeza se esta energia será consumida no Algarve ou em outras regiões do País", esclareceu.

O projecto, que pressupôs um protocolo, assinado em Dezembro, com a associação de regantes do Aproveitamento Hidroagrícola do Sotavento Algarvio (AHSA), deverá representar um investimento de 20 milhões de euros.

O contrato de concessão à ESTP permitirá aos beneficiários do plano de rega daquela zona do concelho de Tavira arrecadar receitas que possibilitarão a manutenção dos equipamentos de rega.

A empresa Energia Solar Térmica de Portugal nasceu da parceria das empresas portuguesas Enerpura - de que Collares Pereira é vice-presidente - e Meci com a norte-americana Ausra.




Diario Económico Online com Lusa

NewTomorrow
July 29th, 2008, 08:24 AM
Renováveis atingem 7737 MW de potência instalada até Maio
2008-07-25

http://www.ambienteonline.pt/fotos/noticias/energiaeolicaboloresfotopn011_(small)_1216999563.jpg

O total da potência instalada em Portugal atingiu, no final de Maio, 7 737 MW. De acordo com a Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG), o aumento de potência instalada renovável em Maio, relativamente a Abril, ficou a dever-se aos contributos das energias eólica e fotovoltaica, devido à entrada em funcionamento de quatro novas centrais, duas eólicas e duas fotovoltaicas.


No entanto, a produção total de energia eléctrica a partir de fontes de energia renovável (FER) decresceu no período de Janeiro a Maio, relativamente a igual período de 2007, devido ao comportamento da sua componente hídrica, revelam as últimas estatísticas da DGEG. Ainda assim, nos dois últimos meses deste período a produção hídrica foi 8 por cento superior à verificada nos meses homólogos do ano anterior. Também a produção eólica cresceu 47 por cento comparativamente com igual período de 2007. Em Maio, a produção foi 4 por cento superior à registada no mês homólogo do ano anterior.


A produção de energia eléctrica a partir de FER está concentrada no Norte, principalmente nos distritos de Bragança,Viana do Castelo, Viseu, Coimbra, Vila Real e Braga (1001, 1001, 812, 735, 627 e 614 MW, respectivamente). Excluindo a grande hídrica, Viseu, Coimbra, Castelo Branco, Viana do Castelo, Lisboa, Vila Real, Guarda, Braga e Santarém são os principais distritos em termos de potência instalada (562, 468, 363, 336, 289, 247, 224, 174 e 171 MW, respectivamente), correspondendo a potência destes nove distritos a 81 por cento do total, em Maio de 2008.


Quanto à incorporação de FER no consumo bruto de energia eléctrica, e para efeitos da Directiva, foi de 42 por cento em 2007, depois de Portugal se tornar, em 2006, no terceiro país da União Europeia (UE15) com maior incorporação de energias renováveis. A subida de três lugares, relativamente a 2005, deve-se ao aumento acentuado da produção hídrica em 2006, relata o documento.

Mateus_
July 29th, 2008, 11:43 AM
Ligação de eólicas na região custa 15 milhões de euros

Entrou em funcionamento, no ínício deste mês, a subestação de Carrapatelo (no Marco de Canaveses), considerada pela REN "um nó fundamental da Rede Nacional de Transporte de Energia. Trata-se de um investimento de cerca de 15 milhões de euros em energias renováveis.

Segundo a Rede Eléctrica Nacional (REN), a subestação de Carrapatelo "tem como finalidade a alimentação da rede regional de alta tensão da EDPDistribuição", além da "recepção e ligação de energia proveniente de mais quatro subparques eólicos: Aveloso (Cinfães), Carvalhosa (Paços de Ferreira), Picão (Castelo de Paiva) e Arada (Felgueiras), constituindo um total de 56 aerogeradores com uma potência unitária de dois megawatts (MW) de potência.

Refira-se que aquela nova subestação em Carrapatelo, no município do Marco de Canaveses, instalada no antigo edifício de comando (estrutura existente desde 1973), obrigou, segundo a Rede Eléctrica Nacional, a uma reformulação geral do espaço para a instalação da nova estrutura eléctrica.

Esclarece, ainda, a REN que "foi necessário ampliar e reconverter o actual posto de corte (subestação sem transformador)" a 220kV, "em subestação 220/60kV (com transformador).

A REN recorda que toda a obra custou cerca de 15 milhões de euros.

JN, 29/07/2008

NewTomorrow
August 2nd, 2008, 03:45 AM
Interessada na Enersis, em Portugal 2008-08-01 09:33

TATA na corrida à compra das eólicas da Babcock & Brown na Europa

O grupo indiano TATA entrou na corrida para a compra dos activos eólicos da Babcock & Brown na Europa e está interessado no negócio em Portugal, disse hoje à agência Lusa fonte ligada ao processo.

Diario Económico Online com Lusa

A operação está a ser analisada pela participada do grupo indiano para a energia Tata Power, acrescentou a mesma fonte.

A agência Lusa tentou confirmar junto da Babcock&Brown, mas tal não foi possível até ao momento.

A Babcock & Brown anunciou no início do ano que iria vender projectos na Europa, incluindo a Enersis, em Portugal, de modo a conseguir proveitos que permitam uma alavancagem das acções do grupo australiano.

Os activos da Babcock & Brown estão avaliados em 3 mil milhões de dólares e a primeira ronda de ofertas foi realizada em Junho, com os bancos Deutsche Bank e o JPMorgan como intermediários, segundo fontes ligadas ao processo, citadas pela Bloomberg.

O grupo australiano possui cerca de 831 megawatts de capacidade de geração de energia eólica em Portugal, Espanha, França e na Alemanha.

O grupo indiano Tata está em Portugal desde 2005, através do seu ramo de negócios de consultoria, com escritório em Algés, mas o grupo tem empresas na área da energia, tecnologias da informação, metalurgia, nomeadamente no aço, indústria automóvel, farmacêutica e outras.

NewTomorrow
August 4th, 2008, 07:33 AM
Ter uma casa “verde” ajuda a poupar 80% na conta da energia
Casas sustentáveis, casas bioclimáticas, casas eficientes, casas verdes. Expressões que dizem o mesmo: uma habitação bem construída que utiliza materiais amigos do ambiente e da saúde, e que permite poupar 80% em energia. E nem por isso custa mais.

Ana Baptista

Duas da tarde de um dia de muito calor. Lá fora 35 graus centígrados afastam as pessoas da rua. Dentro de casa está fresco.
Pasme-se: não há ar condicionado nem uma ventoinha a funcionar. E também não estamos no Alentejo, numa casa de pedra antiga que isola o calor. Estamos em Sintra, junto à praia e rodeados pela serra. O clima é tudo menos estável: de dia pode estar muito calor e à noite muito frio.

A casa parece normal, como qualquer outra, mas permite o conforto de nos afastar do calor abrasador do Verão sem ser preciso gastar dinheiro. Como? “Basta ter um bom isolamento térmico no exterior, ter janelas de uma dimensão adequada à orientação da casa, sombreamentos exteriores e - mais importante - estar orientada a Sul”, diz Lívia Tirone, arquitecta especializada em projectos sustentáveis e energeticamente eficientes. Em Portugal, a orientação de uma casa deve sempre ser a Sul: “Durante o Inverno o sol está baixo e entra na casa e aquece o interior, e no Verão está mais alto e não sobreaquece a casa.”

Há mais de 20 anos que Lívia Tirone está envolvida na construção sustentável. Na prática, não é mais do que construir bem.

“Uma casa em Portugal que precise de ar condicionado é porque foi mal construída”, diz. São já mais de 200 casas projectadas por esta arquitecta, além de edifícios de escritórios “amigos do ambiente”. E a verdade é que está tudo no desenho. Construir uma casa sustentável não precisa de materiais caros e impossíveis de encontrar; não precisa de mais tempo para se construir; e também não é mais cara ou sofisticada como ainda hoje se pensa. “Usamos os mesmo ingredientes, apenas os misturamos de uma outra forma”, explica Lívia Tirone.

Casas que poupam energia
Uma casa sustentável distingue-se mais pelo conforto do que pelo exterior. “A minha é normalíssima”, comenta António Matias Fernandes, 63 anos. Há 13 anos que mora numa casa sustentável, que lhe permite poupar 80% da energia consumida. “Durante o Inverno todo uso aquecimento duas ou três vezes”, conta. É o mais importante - poupança de energia. Numa altura em que se fala ininterruptamente de renováveis, de alternativas ao petróleo e ainda de poupança de energia a favor do ambiente e para evitar o aquecimento global, ter uma casa sustentável é um primeiro passo.

Uma casa destas, no entanto, tem mais do que um bom isolamento ou uma boa orientação. Estes são apenas os princípios básicos. Em Óbidos, a Lena Construções está a desenvolver o projecto Casa dos Arcos, uma urbanização sustentável de 45 moradias de tipologias T3 e T4. Todas as casas vão ter aquecimento solar das águas sanitárias através de painéis colectores; pisos de laje ventilados para deixar sair o calor; isolamentos térmico e acústico; torneiras misturadoras com redutor de caudal, fazendo mistura de ar na água e reduzindo assim o consumo efectivo e, ainda, janelas com vidros duplos com caixilharia com isolamento térmico para não entrar calor. Além disso, os electrodomésticos serão economizadores de energia, usar-se-ão lâmpadas fluorescentes compactas e tintas ecológicas sem materiais nocivos ou tóxicos para melhorar a qualidade do ar interior.

A grande novidade, contudo, está em algumas áreas das casas: têm coberturas ajardinadas, uma prática comum em alguns países da Europa, como a Noruega ou Espanha. E é usada em ambientes urbanos, ao contrário do que se podia esperar. A erva consome calor, tornando assim a casa mais fresca em dias quentes.

“Escolhi viver numa casa sustentável de forma inconsciente. Quando a vi pela primeira vez, o que mais me chamou a atenção foi a vista, mas a experiência não podia estar a ser melhor”, conta António Matias Fernandes, proprietário de uma casa em Nafarros, perto de Sintra e de Colares. Na sala há uma janela grande, com três metros de comprimento e cinco de altura. “Tenho uma magnífica exposição ao sol e não preciso de ar condicionado”, repara.

António Fernandes está rendido às maravilhas da sua casa sustentável. De tal forma, que, recentemente,quis reconstruir uma casa que já tinha, usando algumas das técnicas da construção bioclimática. Mas não foi assim tão fácil. “Não consegui aplicar tudo, porque não encontrei pessoas suficientes com sensibilidade para isso”, adianta. É um dos grandes problemas deste tipo de construção: o desconhecimento ainda é grande. Tanto do público como dos construtores, engenheiros e arquitectos. “Somos um país muito tradicionalista e estas medidas novas demoram a ser apreendidas e mais ainda a ser aceites”, comenta um agente do sector.

O factor preço
Um dos principais factores de desconfiança está relacionado com o preço. A maioria das pessoas ainda acredita que construir uma casa sustentável é mais caro. Não é bem assim. “Uma casa bioclimática custa mais 5% do que uma casa normal, mas o preço de venda apenas cresce uns 2%. O importante é que consigo reduzir os custos energéticos em 80%”, clarifica Lívia Tirone.

Além disso, os custos adicionais são rapidamente recuperáveis. “Por norma, demora cerca de seis anos, mas se aplicarmos painéis fotovoltaicos o retorno já chega uns 12 anos depois”, explica Manuel Pinheiro, engenheiro do Instituto Superior Técnico.
Produzir energia em casa é cada vez mais uma ambição, apesar de ainda ser dispendioso. Instalar painéis fotovoltaicos custa 20 mil euros e se for uma micro-eólica, o investimento ronda os sete mil.

Manuel Pinheiro acredita que estes equipamentos são caros porque o processo ainda está no início. Este especialista está convencido que dentro de uns anos tudo estará mais generalizado e construir uma casa sustentável será visto como um processo frequente e comum. Para isso, vai ainda ser necessário aumentar a oferta de materiais mais amigos do ambiente. “Apesar de já haver uma gama significativa de materiais, ainda há muita falta de informação”, comenta Manuel Pinheiro, acrescentando: “Só não há oferta porque a procura ainda não justifica.”

Actualmente usa-se muito na construção sustentável a pedra e o mármore, os vidros duplos, as caixilharias com isolamento e os produtos reutilizáveis. “Em vez de colarmos um rodapé à parede, podemos fixá-lo mecanicamente para que não se estrague e possa ser usado novamente”, esclarece Lívia Tirone. Usam-se ainda os isolamentos à base de ingredientes naturais, como os de celulose, comercializados, por exemplo, pela Bio Habitat, empresa portuguesa de materiais de construção naturais. Este isolamento de celulose é constituído por ingredientes semelhantes ao algodão e à lã. Além disso, falamos de materiais locais, mais baratos e fáceis de encontrar. Afinal, uma casa sustentável é uma casa normal… mas bastante melhor.

NewTomorrow
August 4th, 2008, 07:38 AM
29-07-2008

EDP assinou mais um acordo com a Venezuela

http://www.energiasrenovaveis.com/images/upload/bandeira_venezuela.gif


No último dia da visita a Lisboa, num jantar com empresários, o Presidente Hugo Chávez mostrou interesse em ter mais empresas portuguesas a investir na energia eólica no seu país. A eléctrica nacional assinou um protocolo, que conta também com a participação da Martifer.

No último dia da sua visita a Lisboa, quinta-feira à noite, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ainda jantou com empresários portugueses em Oeiras. Um jantar oferecido pelo Ministério da Economia português, no qual o presidente venezuelano fez questão de demonstrar o interesse em ter mais empresas portuguesas em projectos de energia renováveis, nomeadamente eólicas, no seu país, contaram ao DN alguns dos empresários que participaram no encontro.

Um interesse que o embaixador da Venezuela em Lisboa, Lucas Ricón Romero, também tinha manifestado numa entrevista ao DN Bolsa, uma semana antes da visita. "Nós estamos muito interessados em projectos de energia eólica com empresas portuguesas, porque Portugal está avançado na formação de técnicos e engenheiros nesta área", afirmou, na altura, o diplomata.

Mas naquela noite, em Oeiras, só a EDP assinou um acordo com a Petróleos da Venezuela (PDVSA). Um memorando que tem por objectivo o estudo para o desenvolvimento de parques eólicos na Venezuela, confirmou ao DN fonte oficial da eléctrica. O projecto envolve também a participação de outra empresa portuguesa, a Martifer. A mesma fonte não quis, contudo, dar mais detalhes sobre o negócio.

Carlos Martins, o presidente da Martifer, que é um dos maiores players europeus de estruturas metálicas, confirmou o seu envolvimento neste protocolo. Mas admitiu que, se os projectos vierem a avançar, também há a possibilidade de construtoras nacionais entrarem na operação. A A.Silva Matos poderá ser uma delas. Participada do grupo Mota--Engil, a Martifer tem feito nos últimos anos uma forte aposta nas energias renováveis, com investimentos a nível nacional e no estrangeiro. Agora, a empresa prepara-se também para exportar barcos de pescas para aquele mercado sul-americano.

A EDP já tinha assinado anteriormente três acordos, um deles para o desenvolvimento, juntamente com a PDVSA, de parques eólicos fora da Venezuela, nos mercados do Caribe.

A Generg, empresa de energias renováveis, nascida no universo do extinto IPE - Investimentos e Participações Empresariais e hoje participada pela Fundação Oriente, é outra das interessadas em entrar no mercado venezuelano de energias renováveis.

Contactado pelo DN, Carlos Monjardino, presidente da fundação, diz que em Setembro representantes da empresa deslocar-se--ão aquele país para analisar "com calma" as oportunidades existentes.

Reconhece que neste momento há mais interesse da Venezuela em desenvolver projectos de energia eólica. Mas o interesse da Generg estende-se também à energia fotovoltaica.

A petrolífera Galp é outra das empresas que já tem um acordo assinado para o desenvolvimento de quatro parques eólicos no mercado venezuelano.

NewTomorrow
August 4th, 2008, 07:40 AM
Martifer Solar fecha contrato com Solarfun para 30 MW de módulos solares
2008-08-01
http://www.ambienteonline.pt/fotos/noticias/energiasolarfotovoltaicarenovalvelcentralnetplanvaladaresfotopn_(12)_(small)_1217610027.jpg


A Martifer Solar assinou contrato com a empresa chinesa Solarfun para o fornecimento de 30 MW de módulos solares fotovoltaicos em policristalino. O contrato, em vigor entre Janeiro e Dezembro de 2009, juntamente com a produção da Martifer Solar, assegura o abastecimento aos projectos da empresa para este ano em vários países europeus.


De acordo com o contrato, a Solarfun fornecerá 30 MW de módulos fotovoltaicos à Martifer Solar por um preço fixado para todo o período do contrato. Estes módulos serão utilizados nos projectos que a Solar vai desenvolver em Portugal, França, Espanha, Itália, Grécia e noutros mercados onde a empresa tenha interesse.


Henrique Rodrigues, presidente executivo da Martifer Solar salientou, durante a assinatura deste contrato, que «a Martifer Solar está muito motivada para trabalhar com Solarfun e instalar os seus módulos em vários projectos em toda a Europa».


Com este contrato fechado, a Martifer Solar «garante o seu compromisso com o cliente ao assegurar o abastecimento para desenvolver todos os seus projectos sem correr riscos de escassez de stock de painéis fotovoltaicos no mercado».

NewTomorrow
August 4th, 2008, 08:07 AM
Transporte das Peças de uma Torre Eolica

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NewTomorrow
August 4th, 2008, 08:07 AM
Construção de uma Base para uma Torre Eolica

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Montagem de uma Torre Eolica

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pauloluso
August 4th, 2008, 09:50 PM
Excelente. Obrigado

NewTomorrow
August 5th, 2008, 07:20 AM
Bacias do Tejo e Mondego
EDP e CENERG assinam acordo para aproveitamento de Pequenas Centrais Hídricas
A EDP Produção e o grupo GENERG assinaram um acordo que visa o aproveitamento da pequenas centrais hídricas nas bacias dos rios Tejo e Mondego.




A EDP Produção e o grupo GENERG assinaram um acordo que visa o aproveitamento da pequenas centrais hídricas nas bacias dos rios Tejo e Mondego.

As duas empresas, anunciaram esta tarde em comunicado, que vão "identificar, analisar e desenvolver conjuntamente pequenos e médios projectos de produção de energia hidroeléctrica, através da construção e exploração de novos centros electroprodutores hídricos, com potência instalada limitada a um máximo de 30 'mega watts'".

Este acordo visa a "valorização dos recursos hídricos nacionais na produção de electricidade, com isso reforçando a independência energética do País e reduzindo as emissões de dióxido de carbono (CO2)", acrescenta o mesmo comunicado.

Viriatox
August 6th, 2008, 03:48 AM
Para fornecer células solares

Martifer Solar assina acordo com tailandesa Gintech

Válido a partir do início de 2009 e por cinco anos

A Martifer Solar fechou contrato com a companhia Tailandesa Gintech para o fornecimento de células solares para a sua produção de módulos garantindo o fornecimento de 100 MW de células policristalinas a partir de Janeiro de 2009 e durante os próximos 5 anos.

A empresa garante, com este contrato, o fabrico contínuo dos módulos solares fotovoltaicos que vai passar a produzir, a partir do próximo mês de Outubro, na sua nova Fábrica em Oliveira de Frades, explica a empresa portuguesa em comunicado.

Com a fábrica da Martifer Solar o Grupor Martifer entra no reduzido núcleo de produtores de painéis solares fotovoltaicos. A nova Fábrica terá uma capacidade de produção inicial de 50 MW ampliável aos 100 MW no segundo ano de funcionamento.

O acordo fechado com Gintech «é fruto da capacidade de negociação e adaptação da Martifer Solar que desta forma conseguiu assegurar a sua total capacidade de produção de módulo solares fotovoltaicos. Estes factores reforçam a confiança e a segurança do cliente: ao garantir a capacidade de produção da fábrica a Martifer Solar está também a assegurar a disponibilidade de módulos para os projectos que desenvolver», conclui.

NewTomorrow
August 8th, 2008, 06:50 AM
Alguns veiculos Plug In a venda em Portugal e alguns veiculos radicais não poluentes

gem E2
http://www.avem.fr/img/vep/gem2.jpg



http://www.hurricanevalleyautomall.com/addanad/mainpage.php?pagename=north-shore-travel-trailer-fifth-wheel-main-page&id=10

12827€ , 2 portas +1000€

Gem E4
http://www.solarhouse.umd.edu/files/public/images/tech_corner/e4.jpg
http://z.about.com/d/alternativefuels/1/7/v/0/-/-/2007_Gem_e4.jpg

QUdjgBl2vfY
16901€
Consumo 0.02€ por KM
Em Portugal cerca de 12 veiculos entre E2 eE4
Segway
i2

http://i.techrepublic.com.com/gallery/30671-395-500.jpg
fYvOcaz5tp8

5770€ + IVA

Segway
X2

http://planetagadget.com/wp-content/uploads/2007/08/segway_x2_med.jpg

j-qohhyHunQ
6280€ + IVa

EM Portugal 250 unidades da 1º serie e 500 da 2º serie vendidas

Move-Away
http://corporate.why-move.com.pt/Portals/0/wmimages/mwaya.jpg

http://corporate.why-move.com.pt/Portals/0/wmimages/BA054633.JPG

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Em Portugal 15 unidades vendidas
690€

EASY-GLIDER
http://corporate.why-move.com.pt/Portals/0/wmimages/eg3.jpg
http://corporate.why-move.com.pt/Portals/0/wmimages/B6283173.JPG
http://corporate.why-move.com.pt/Portals/0/wmimages/eg4.jpg

pPovi41zsiw
Em Portugal 25 Unidades vendidas
1000€

SQRL
http://corporate.why-move.com.pt/Portals/0/wmimages/sqrl1.jpg
http://corporate.why-move.com.pt/Portals/0/wmimages/sqrl3.jpg

GDtFTj_Y94A

KMX KARTS
http://corporate.why-move.com.pt/Portals/0/wmimages/kmx_gravel_jump.jpg
http://corporate.why-move.com.pt/Portals/0/wmimages/ww9.jpg
1MaUkSa0qEU

WHY-WHEEL

http://corporate.why-move.com.pt/Portals/0/wmimages/magic.jpg
http://corporate.why-move.com.pt/Portals/0/wmimages/why-wheel.jpg
Yab_UA0ERZY&eurl

NewTomorrow
August 9th, 2008, 04:22 AM
Universidade do Minho desenvolve tecnologia de produção de etanol a partir de resíduos agrícolas

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Biocombustíveis:
Universidade do Minho desenvolve tecnologia de produção de etanol a partir de resíduos agrícolas
A Universidade do Minho (UMinho) está a desenvolver uma tecnologia de produção de etanol, a partir de subprodutos ou resíduos agroindustriais, como trigo, centeio, aveia, cevada e milho, revelou hoje à Lusa fonte universitária.

[06-08-2008] [ Lusa/RTP (on-line) ]

Sandra Carvalho, do Departamento de Engenharia Biológica da UMinho, adiantou que o etanol pode ser produzido a partir de "resíduos da agricultura e da produção de açúcar, nomeadamente da palha de cana de açúcar, bagaço de cana, melaços e ainda de resíduos provenientes da industria de papel e cervejeira".

A investigação está a ser desenvolvida pela docente, em parceria com José Teixeira, investigador do mesmo departamento e de Inês Conceição Roberto, investigadora da Universidade de São Paulo, Brasil.

Sandra Carvalho adiantou que o etanol pode também ser obtido a partir de biomassa linho-celulósica.

"Em termos industriais podem ser produzidos dois tipos de etanol, o hidratado - com 4% de água - e o anidro, isento de água", disse.

A investigadora salientou, no entanto, que o aproveitamento de resíduos ou subprodutos exclui a necessidade de ocupar terrenos para produção de biocombustíveis.

"A tecnologia emergente é ambientalmente limpa e permite a redução das emissões gasosas", frisou.

O estudo - sublinhou Sandra Carvalho - "está a ser feito a partir de um balanço mássico que utiliza como matéria-prima resíduos da produção agrícola de cereais em Portugal".

A docente sustentou que a possibilidade de se recorrer a vários tipos de resíduos, "torna esta tecnologia muito atractiva, apesar de não existir ainda em Portugal nenhuma unidade de produção industrial".

Sandra Carvalho referiu que o etanol hidratado é utilizado para mover veículos a álcool e veículos "flex fuel".

O etanol anidro é usado, segundo revelou, como oxigenante da gasolina, em alternativa a aditivos altamente poluentes, como o chumbo tetraetil e o MTBE, oriundos do petróleo.

Sandra Carvalho disse ainda que com o aumento dos problemas ambientais e do efeito de estufa a União Europeia publicou directivas que prevêem uma meta de oxigenação dos combustíveis de 2% em peso, até 2005, e de 5,75%, até 2010. Até 2020 a percentagem subirá para 10%.

No seu estudo, Sandra Carvalho estima que cada tonelada de cana-de-açúcar, cultivada para a fabricação de álcool hidratado e álcool anidro combustível, economiza, respectivamente, a emissão de 0,17 toneladas e 0,25 toneladas de CO2 (dióxido de carbono), um dos gases responsáveis pelo efeito estufa).
A investigadora sustenta também que "o projecto prevê a produção de 158.834 toneladas de etanol hidratado (4% água), a partir de 396.599 toneladas de resíduos agrícolas, o que, atendendo ao preço equivalente praticado no Brasil para etanol hidratado, representa 897 milhões de euros por ano.

Para a equipa de investigadores luso-brasileira, a rentabilidade deste processo está em fase de estudo, dependendo do volume produzido.

"Como se pode confirmar com o exemplo de outros países, é possível", asseguram.
O passo seguinte, referem os investigadores, passa pela procura de empresas que queiram implementar parcerias.

"A utilização dos biocombustíveis, no futuro, é inevitável", sustentam.

Barragon
August 9th, 2008, 01:58 PM
Alentejo aposta nas energias renováveis

09.08.2008

As regiões do Alentejo e da Extremadura espanhola querem criar um grupo de trabalho transfronteiriço para o estudo e difusão das energias renováveis. A ideia é detectar e fomentar o desenvolvimento das melhores técnicas, promover o avanço da investigação ao nível das energias alternativas, e quantificar a biomassa disponível em todas as regiões abrangidas pelo programa. A candidatura para este projecto foi apresentada ao Programa Operativo de Cooperação Transfronteiriça e conta com uma dotação orçamental de 4,5 milhões de euros, co-financiados pelo Feder, devendo ter início em Janeiro do próximo ano. A região do Alentejo, para além da região da Extremadura, participará através dos Institutos Politécnicos de Portalegre e de Beja, da Recet - Associação de Centros Tecnológicos Portugueses, da AreanaTejo - Agência Regional de Energia e Meio Ambiente do Norte Alentejano e Tejo, da Gesamb - empresa municipal gestora de resíduos no distrito de Évora, da Universidade de Évora e da Associação de Defesa do Património de Mértola. O projecto prevê ainda a adopção de várias medidas de carácter transfronteiriço no âmbito do tratamento de resíduos com potencial combustível. M.A.Z.

Público

NewTomorrow
August 12th, 2008, 08:21 AM
Projecto arranca em meados do próximo ano numa zona do Funchal ainda a definir
Câmara vai recolher lixo orgânico porta-a-porta

http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/14_102348.jpg

A Câmara do Funchal vai fazer a recolha selectiva do lixo orgânico, já a partir de meados do próximo ano. De há 18 meses a esta parte decorre um projecto-piloto junto de alguns dos hotéis da capital madeirense. O lixo indiferenciado reduziu para metade e é isso que a autarquia pretende para todo o município. Antes do projecto avançar, será lançada campanha de sensibilização e informação junto da população. Os contentores serão de cor castanha.


A Câmara Municipal do Funchal vai iniciar, em meados do próximo ano, a recolha selectiva ao domicílio de lixo orgânico. Até final deste ano, a autarquia, tal e qual o JM já noticiou, vai fazer chegar a todo o concelho a recolha selectiva domiciliária do vidro, do cartão, do papel e dos plásticos e metais.
O vereador com o pelouro do Ambiente da CMF, Henrique Costa Neves, diz que a Câmara Municipal do Funchal já tem um projecto-piloto, desde há cerca de 18 meses a esta parte, que passa pela recolha selectiva orgânica em alguns dos hotéis e dos restaurantes da cidade, «que está a decorrer muito bem».
«Nós conseguimos reduzir o lixo indiferenciado para menos de metade» — destaca o autarca.
Ontem, o DN de Lisboa dava conta de uma proposta da Agência Portuguesa do Ambiente para que os o lixo orgânico produzido nas casas dos portugueses seja recolhido e reciclado. A ideia é aproveitar os restos de comida para produzir fertilizantes agrícolas e florestais. E anunciava-se que o Governo da República estava a estudar as utilizações que o composto pode ter, para depois avançar para a recolha doméstica.
Na Madeira, à excepção do Funchal, as Câmaras pretendem, primeiro, terminar o processo de recolha selectiva dos materiais já recicláveis. Depois, conforme nos disse José Alberto Gonçalves, edil santacruzense, avançar-se-á para a recolha do lixo orgânico.
A Câmara do Funchal tem o processo mais avançado, até porque começou primeiro com a recolha selectiva. Até final do ano, explica Costa Neves, a prioridade é chegar a todas as casas com a reciclagem dos vidros, cartões, papel, lixo, plásticos e metais. A partir de meados do próximo ano, começará a recolha selectiva do lixo orgânico.
«Não será, numa primeira fase, em todo o concelho. À semelhança do que se fez com os outros materiais, começar-se-á por uma ou duas zonas (baixa e área turística) e depois, aos poucos e poucos, estender-se-á a todo o município» — explica Costa Neves.
O autarca releva a experiência junto de alguns dos restaurantes e dos hotéis da cidade, frisando que todo o projecto envolve bastante ensaio e planeamento.
«Tudo está a decorrer muito bem. Reduzimos o lixo indiferenciado para mais de metade e é isso que pretendemos que aconteça em toda a cidade» — preconiza.
Em meados do próximo ano, arranca então o projecto de recolha selectiva domiciliária do lixo orgânico.
No início deste ano, a Câmara Municipal do Funchal arrancará com uma campanha de divulgação e sensibilização junto da população e ainda vai adquirir os contentores (de cor castanha, como os que já circulam juntos dos hotéis e restaurantes). «Só quando é que as pessoas estiverem suficientemente informadas é que avançaremos» — destaca.



Jornal da Madeira

NewTomorrow
August 19th, 2008, 02:46 AM
China quase na liderança das energias renováveis
http://www.energiasrenovaveis.com/images/upload/bandeira_china.gif

A China está à beira de liderar o ranking mundial de utilizadores de energias renováveis, o que poderá acontecer já em 2009. A Alemanha é o único país que investiu mais em tecnologias com baixo teor de carbono em 2007.

A conclusão, divulgada ontem, resulta do estudo sobre o clima "Revolução limpa da China" e contraria as críticas de que os chineses têm sido alvo, e que dão conta da má qualidade do ar que de Pequim, cidade palco dos Jogos Olímpicos, que começam já no próximo sábado.

O relatório reúne os dados mais recentes sobre o sector das energias renováveis do país. Changhua Wu, co-autor do estudo, afirmou que a rapidez com que a China investiu em energias renováveis deve-se ao facto de este Governo ter percebido que o modelo ocidental de industrialização é insustentável.

"A China enfrenta os mesmos problemas que enfrentou o Ocidente durante a sua revolução industrial e consequente crescimento: poluição, danos ambientais, esgotamento dos recursos", explicou o investigador à BBC News. "Internamente, estamos a conter-nos em muitos aspectos, porque não temos muitos recursos naturais. Dependemos cada vez mais dos mercados internacionais, daí a nossa preocupação".

O abastecimento de energia é uma incerteza no futuro. Com o preço petróleo a bater novos recordes, a aposta em tecnologias renováveis é a melhor opção.

NewTomorrow
August 19th, 2008, 02:48 AM
Açores estudam autonomia energética

http://www.energiasrenovaveis.com/images/upload/per0018p_1.jpg
‘Green Islands’ é o nome de um projecto inovador que poderá mudar a forma como os Açores utilizam os seus recursos energéticos. O objectivo passa por encontrar novas metodologias de rentabilização dos recursos naturais da região, com vista a atingir uma autonomia energética. As ilhas das Flores e São Miguel foram as escolhidas para a fase experimental da iniciativa.

Concebido pelo MIT (Massachusetts Institute of Tecnologies), um dos mais prestigiados institutos dos Estados Unidos, e aplicado em Portugal através de uma parceria com o INESC Porto (Instituto de Engenharia de Sistemas de Computadores), o Green Islands está numa fase inicial de recolha de dados e informações sobre a utilização real dos recursos energéticos nessas ilhas.

O primeiro passo é desenvolver um plano estratégico e implementar parte desse mesmo plano forma a transformar estas duas ilhas açorianas em sistemas com elevado grau de autonomia energética.

Para alcançar esta meta, o projecto vai actuar nos sistemas de transporte, através da introdução de frotas de veículos movidos a electricidade, sobretudo transportes públicos e viaturas de empresas distribuidoras, e irá explorar intensivamente soluções de armazenamento de energia, envolvendo simultaneamente a utilização de soluções avançadas de gestão e controlo do sistema eléctrico de cada ilha. O aumento do grau de autonomia energética será obtido através da maximização da produção de energia eléctrica a partir de recursos energéticos renováveis (sobretudo geotérmicos e eólicos), e através do aumento da eficiência energética ao nível da procura.


Autonomia energética

As ilhas são excelentes laboratórios reais, nos quais se podem organizar e demonstrar novas metodologias para uma transformação económica e ambientalmente sustentável de soluções inovadoras no domínio energético.

Stephen Connor, engenheiro do MIT responsável pelo projecto, disse em recentes declarações, no âmbito da Feira Ambitech, realizada em São Miguel, que “este projecto é de enorme importância para as comunidades, uma vez que vai além da busca por novas tecnologias. O Green Islands visa encontrar metodologias que permitam uma autonomia energética do arquipélago utilizando os recursos naturais das ilhas, de forma a dotar a região de melhores argumentos para encarar os novos desafios económicos e ambientais”. O mesmo destaca ainda: “no último ano o MIT tem desenvolvido um conjunto de iniciativas e actividades que conjuguem o ‘verde’ e ‘inteligência’ como objectos de estudo e base para novas descobertas”.

Este projecto de bandeira do programa MIT – Portugal para a área dos Sistemas Sustentáveis de Energia é pioneiro no sector. A escolha da região deveu-se às particularidades do arquipélago e ao enorme potencial das ilhas em termos de energias renováveis. A secretaria da economia e a EDA vão participar no projecto como observador e parceiro local, respectivamente. O sucesso final do Green Islands pode colocar o nome Açores num avanço importante para a reestruturação energética do globo, como vai ainda dotar a região de uma maior capacidade de enfrentar as novas dificuldades económicas, fruto do aumento dos combustíveis.

NewTomorrow
August 20th, 2008, 07:48 AM
A Martifer Renewables já tem em construção os seus primeiros parques eólicos na Polónia. Os dois projectos, que somam 28 megawatts, localizam-se no Sul da Polónia.

http://www.jornaldenegocios.pt/images/images/parque_eolico_tecneira_m2.gif

A Martifer Renewables já tem em construção os seus primeiros parques eólicos na Polónia. Os dois projectos, que somam 28 megawatts, localizam-se no Sul da Polónia.

Um dos parques, de 10 MW, situa-se junto a Leki Dukielskie e o outro, de 18 MW, junto a Bukowsko, ambos na região de Krosno.

O Presidente da Martifer Renewables, Jorge Martins, esteve esta semana na Polónia a acompanhar o andamento dos trabalhos, de acordo com um comunicado emitido hoje pela empresa.

“O desenvolvimento dos parques está dentro do calendário previsto o que confirma a capacidade da Martifer Renewables para concretizar o portfólio de geração

eléctrica apresentado no seu plano de investimentos”, disse o responsável.

A Martifer Renewables tem já turbinas Repower MM92 contratadas para estes projectos e ambos os parques têm início de produção previsto para o arranque de 2009.

NewTomorrow
August 20th, 2008, 07:58 AM
EDP nega ter adiado trabalhos no Sabor, mas empresa envolvida confirma
19.08.2008 - 21h02


http://ultimahora.publico.clix.pt/imagens.aspx/240888?tp=UH&db=IMAGENS&w=320
A EDP negou, em declarações à Lusa, ter adiado qualquer trabalho arqueológico no vale do Sabor para não atrasar o início da construção da futura barragem, insistindo ainda em reafirmar que "não adjudicou nem teve intenção de adjudicar à Ecossistema qualquer trabalho de sondagens e escavações, pelo que nenhum concurso ou consulta foi suspensa”. Mas é a própria Ecossistema, a empresa que juntamente com a Agri.Pro Ambiente realizou o Estudo de Impacte Ambiental da obra, que desmente a eléctrica nacional.

Numa carta que enviou ao PÚBLICO esclarecendo o seu envolvimento neste processo, a Ecossistema diz o seguinte: “Em Fevereiro de 2007, em plena fase de avaliação do RECAPE (Relatório de Conformidade Ambiental do Projecto de Execução) – procedimento que faz parte da Avaliação de Impacte Ambiental de projectos, conforme o Decreto-Lei nº 69/2000, republicado pelo Decreto-Lei nº 197/2005 – a Ecossistema preparou para informação da dona da obra, a EDP, uma consulta, e não um concurso formal, a três empresas de arqueologia para apresentação de condições (nomeadamente prazos e preços) para a execução de sondagens arqueológicas e de levantamentos arquitectónicos dirigidos aos elementos patrimoniais identificados nos trabalhos realizados no EIA e no RECAPE do Baixo Sabor”. Ainda de acordo com a mesma informação, o propósito desses trabalhos era o de “permitir ter dados substantivos para discutir a oportunidade e a viabilidade da realização desde logo desses trabalhos”.

As três empresas consultadas apresentaram as suas propostas, mas, como acrescenta a Ecossistema, “no decurso da avaliação então a decorrer, acabou a EDP, de acordo com as entidades de tutela do património cultural, nomeadamente como resultado de uma reunião entre estas entidades organizada pela Agência Portuguesa do Ambiente, em Março de 2007, por entender promover os referidos trabalhos na chamada “fase de obra”, ou seja, durante os vários anos que demorará a construção da barragem, integrados com vários outros trabalhos de intervenção patrimonial igualmente definidos no RECAPE ou exigidos pela Comissão de Avaliação. Por essa razão, não teve essa consulta qualquer sequência”.

O principal levantamento dos bens patrimoniais existentes na zona que irá ser submersa tinha sido feito em 2005 pela ERA Arqueologia, uma das empresas que respondeu à consulta da EDP promovida através da Ecossistema (esta firma foi apenas intermediária no processo). Mas já depois desse estudo foi revelada a existência de gravuras rupestres que ainda não eram conhecidas.

NewTomorrow
August 21st, 2008, 08:49 AM
Sabia que do lixo se faz luz?
Já dizia Antoine Laurent Lavoisier que "na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". É, exactamente, com base neste princípio que uma revolução está para a acontecer, em Portugal, no sector da energia. O lixo dos portugueses vai servir como fonte alternativa na produção de electricidade e calor.




Já dizia Antoine Laurent Lavoisier que "na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". É, exactamente, com base neste princípio que uma revolução está para a acontecer, em Portugal, no sector da energia. O lixo dos portugueses vai servir como fonte alternativa na produção de electricidade e calor.



Quando, por exemplo, hoje à noite chegar a casa e ligar o botão da luz, acender a televisão ou o aquecimento central, a energia que estará a alimentar a corrente poderá ter sido gerada a partir do caroço da maçã que comeu no restaurante à hora de almoço ou de quaisquer outros restos de comida e resíduos orgânicos que produziu durante o dia.



Hoje ainda com uma escala reduzida, o peso dos resíduos - que não foi possível aproveitar na reciclagem e compostagem (para agricultura) - no mix produtivo nacional (hídricas, eólicas, gás natural, etc) vai aumentar nos próximos dois a três anos.



A Águas de Portugal (AdP) tem em curso um forte plano de investimentos em instalações de valorização orgânica de resíduos, por via da EGF, a participada para a área dos resíduos . "Até 2011, com o investimento de 190 milhões de euros, deverão estar a funcionar oito novas instalações de valorização orgânica de resíduos que irão permitir desviar de aterro cerca de 246 mil toneladas de resíduos orgânicos por ano", antecipou fonte oficial da AdP ao Negócios.
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Aqui na Madeira já se faz

NewTomorrow
August 27th, 2008, 01:59 AM
Estudo canadiano
Turbinas eólicas causam hemorragias internas aos morcegos
26.08.2008 - 17h54 Nicolau Ferreira
Os morcegos têm motivos para temer as turbinas eólicas. Um estudo científico mostra que o movimento das pás causa uma diminuição da pressão atmosférica, fazendo rebentar os vasos sanguíneos dos pulmões destes mamíferos.

http://ultimahora.publico.clix.pt/imagens.aspx/241418?tp=UH&db=IMAGENS&w=320
(Não há nenhuma estimativa em Portugal do impacte que as turbinas eólicas têm nas populações de morcegos)

Desde que os postes para gerar energia eólica começaram a ser instalados por todo o mundo, começaram a aparecer cadáveres de morcegos à volta das turbinas. O pormenor estranho era a ausência de feridas ou hematomas externos em muitos indivíduos, que tornava inexplicável a razão da morte dos mamíferos. No caso das aves, os cadáveres aparecem com feridas e hematomas, indicando um choque contra as pás.

Ultimamente, a proporção entre morcegos e aves mortas tem-se tornado mais preocupante. Há locais em que o número de cadáveres dos mamíferos é quatro vezes maior do que o das aves, o que é estranho tendo em conta que o sonar detecta melhor objectos em movimento do que parados.

Erin Baerwald, da Universidade do Calgary, Canadá, investigou a questão no campo eólico em Alberta. “Enquanto apanhávamos carcaças, reparei que um grande número não parecia ter feridas externas”, explicou.

Dos 75 morcegos que dissecou, 69 apresentavam hemorragias internas. “Uma descida na pressão atmosférica ao redor das pás das turbinas é uma ameaça indetectável, e explica o grande número de fatalidades de morcegos”, diz a cientista. A velocidade com que as pás giram faz com que a pressão atmosférica desça. Quando os morcegos se aproximam demais das turbinas, esta diferença de pressão faz rebentar os vasos sanguíneos dos pulmões. Chama-se a esta condição barotrauma.

O artigo de Erin Baerwald é publicado hoje na revista científica Current Biology . O estudo mostra que 90 por cento das fatalidades envolveram hemorragia interna e só metade dos morcegos é que tocaram nas pás. A hemorragia não acontece nas aves porque a estrutura pulmonar é diferente e mais resistente.

Os investigadores portugueses também já detectaram este fenómeno. Uma das primeiras barreiras para se entender a verdadeira proporção do problema é a quantificação. “Os corpos são rapidamente apanhados pelos predadores e é geralmente difícil encontrar os cadáveres dos morcegos”, explica ao PÚBLICO Jorge Palmeirim, biólogo e professor na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Muitas espécies de morcegos portugueses estão bem monitorizadas, principalmente as cavernícolas (as que vivem em grutas). Mas existem outras espécies que não existem dados populacionais nem se conhece a ecologia, o que impossibilita saber o efeito que esta pressão tem. “Estamos a falar de mais um factor de mortalidade que afecta espécies que já por si estavam ameaçadas”, explica o perito em morcegos.

A diminuição de insectos (o alimento dos morcegos), os atropelamentos, as sebes com arame farpado são factores que pressionam estes mamíferos, cuja ecologia não prevê este tipo de pressão. Por ano, os morcegos têm uma cria, o que não chega para responder às altas taxas de mortalidade.

Já existem propostas para lutar contra o problema. Parar as turbinas durante os meses em que os morcegos migram é uma das ideias. “Devia haver capacidade para controlar a actividade das turbinas”, diz Jorge Palmeirim. O biólogo sugere a paragem das turbinas durante as alturas em que existe menos vento, que é quando os morcegos estão mais activos nessas zonas.

Publico

NewTomorrow
August 27th, 2008, 08:01 AM
Energia renovável da EDP

Horizon abre delegação em Kansas City
A Horizon Wind Energy, detida a 100% pela EDP Renováveis, inaugurou as suas novas instalações em Overland Park, Kansas City. A empresa está actualmente a construir o parque eólico Meridian Way, de 201 megawatts, em Concordia (Kansas), e centenas de megawatts adicionais ao longo daquele Estado norte-americano.

http://www.jornaldenegocios.pt/images/images/e%F3lica_vento_parque_energia_pq.jpg


A Horizon Wind Energy, detida a 100% pela EDP Renováveis, inaugurou as suas novas instalações em Overland Park, Kansas City. A empresa está actualmente a construir o parque eólico Meridian Way, de 201 megawatts, em Concordia (Kansas), e centenas de megawatts adicionais ao longo daquele Estado norte-americano.

Kansas é o 12º maior Estado dos EUA em termos de energia eólica, com menos de 400 megawatts instalados, mas vai subir no “ranking” este ano, para cerca de 1.000 MW de capacidade total instalada, o suficiente para fornecer energia renovável e limpa a mais de 300.000 casas de Kansas, refere a Bloomberg citando o “site” da empresa.

Existem mais de 1.700 MW de pedidos para projectos eólicos no Kansas. Estes projectos e o contínuo desenvolvimento da energia do vento naquele Estado contribuirão significativamente para o cenário “20% em 2030” proposto pelo Departamento norte-americano da Energia.

“Damos as boas vindas à equipa da Horizon no Kansas e congratulamo-nos com o facto de se unirem a nós no esforço de assegurar um futuro com energia limpa”, disse o governador Mark Parkinson na inauguração das novas instalações da empresa.

Com sede em Houston (Texas), e com delegações regionais no Kansas, Nova Iorque, Oregão, Illinois, Califórnia, Colorado e Minnesota, a Horizon Wind Energy desenvolveu mais de 2.000 MW e opera mais de 1.500 MW de parques eólicos, segundo a empresa.

A Horizon tem actualmente mais de 11.000 MW em desenvolvimento, refere o documento, salientando que a EDP Renováveis é a quarta maior empresa do mundo de energia eólica.

Há um mês, o “Financial Times” noticiou que os Estados Unidos já ultrapassaram a Alemanha como maior gerador do mundo de energia eólica, segundo as estimativas da American Wind Energy Association (AWEA) para o primeiro semestre de 2008.

"Desde 2008 até 2012, temos um plano de investimento que prevê que vamos investir mais de cinco mil milhões de euros nos EUA. Na área das renováveis, os mercados dos EUA e China destacam-se em potencial de crescimento", afirmou recentemente em conferência o director financeiro da EDPR, Rui Teixeira.

O vento é actualmente responsável por 1% da geração de electricidade dos EUA, mas poderá representar 20% em 2030, conforme previsto pelo Departamento norte-americano da Energia.

NewTomorrow
September 1st, 2008, 08:36 AM
Produção eólica vai triplicar com 27 novos aerogeradores
GRUPO SOUSA INVESTE 4 MILHÕES. ENEREEM E PERFORM VÃO TRIPlICAR A SUA PRODUÇÃO
Data: 01-09-2008

http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/010908/dn0401070201.jpg
(A EEM quer fornecer 22% das casas da Madeira através de energia eólica, reduzindo 27 mil toneladas de CO2. )

Nos próximos meses a Madeira vai triplicar a sua capacidade instalada de produção de energia a partir do vento. De acordo com as informações recolhidas pelo DIÁRIO, o navio-ferry da Naviera Armas 'Volcan do Tijarafe' deixa hoje no Porto do Funchal duas torres onde serão instalados igual número de aerogeradores. No Porto do Caniçal outras três torres e respectivos aerogeradores serão descarregados de bordo do 'Madeirense 3'.

Sem confirmação oficial, a chegada destes cinco novos aerogeradores integra um vasto programa de investimentos a realizar por três empresas, surgindo como grande novidade a entrada do Grupo Sousa no negócio das energias renováveis.

De acordo com as informações recolhidas, o Grupo Sousa entrou com 70% do capital da empresa Quinta do Lorde - Energias Renováveis Lda, uma participada da Quinta do Lorde SA.

Sousa investe 4 milhões de euros

O projecto destina-se à construção de um parque eólico constituído por três aerogeradores de 850 kW, com uma potência total de 2,55 MW e implica um investimento de 4 milhões de euros.

Segundo os estudos realizados, estes três novos aerogeradores deverão garantir 10 Gwh/ano, o suficiente para abastecer as necessidades de dois concelhos do Norte da ilha, garantindo uma receita total das vendas de energia eléctrica de cerca de 800 mil euros/ano, contribuindo o projecto para a redução das importações de combustíveis petrolíferos utilizados na produção eléctrica (fuelóleo), que corresponde a cerca de 600.000 euros/ano.

Também a 'Perform 3 - Parques Eólicos Lda' tem em curso a instalação de um novo parque eólico de 6 MW, constituído por 4 aerogeradores, a instalar na Fonte do Juncal, no planalto do Paul da Serra. Os aerogeradores escolhidos são Eozen-Vensys 70, cuja potência nominal é de 1.500 kW. De acordo com os estudos de impacto ambiental desenvolvidos, o promotor estima que a produção de energia eléctrica atinja, pelo menos, 13 GWh/ano. Esta produção representa cerca de 1,5% da energia total emitida na ilha da Madeira em 2005 e é suficiente para abastecer os consumos domésticos dos concelhos de São Vicente (5,41 GWh) e Santana (7,67 GWh).

Com a produção prevista, estima-se uma receita total das vendas de energia eléctrica de cerca de 1,1 milhão de euros/ano, sendo as receitas públicas - via fiscal e através de rendas municipais - estimadas em cerca de 160.000 euros/ano.

Para além disso, é ainda de assinalar uma contribuição do projecto para a redução das importações de combustíveis petrolíferos utilizados na produção eléctrica (fuelóleo), que corresponde a cerca de 900.000 euros/ano, a preços de 2007, e para a redução das licenças de emissão de dióxido de carbono (CO2), que equivale a cerca de 220.000 euros/ano.

Recorde-se que a empresa já tinha tornado público o propósito de aumentar entre seis a sete vezes a capacidade de produção do seu parque eólico, com a entrada em funcionamento de oito aerogeradores de 1,5 MW, que deverão garantir uma produção de 32GWh/ano.

O investimento global da 'Perform 3' deverá rondar os 16,6 milhões de euros, 13, 7 dos quais gastos na aquisição dos novos aerogeradores. Três milhões serão usados na instalação e transporte das torres e aerogeradores, que implica o recurso a uma grua cujo transporte para a Madeira vai custar 570 mil euros.

Região compra mais 12

Já a ENEREEM, Energias Renováveis, Lda., empresa participada pela Empresa de Electricidade da Madeira SA (85% do capital), Casa da Luz (7,5%) e pela Agência Regional da Energia e Ambiente da Madeira, com uma quota de 7,5%, tem em marcha um projecto que visa instalar dois novos parques no Paul da Serra. Nesta fase foram encomendados 12 novos aerogeradores, que se destinam-se ao projecto de Pedras (6) e de Loiral, ambos localizados no Paul da Serra.

Estes parques eólicos terão uma produção anual estimada de aproximadamente 38,7 Mwh, o que corresponde à poupança de emissão de 27 mil toneladas de CO2, quando comparada com a electricidade produzida a partir de fuel. A energia produzida garante o abastecimento a cerca de 15.870 habitações da Madeira, representando 22% do número total de habitações na ilha.

CURIOSAS

Está prevista a instalação de cerca de 25 MW no período 2007-2010, o que representa um acréscimo de 290% face à potência actual instalada na Madeira;
A produção expectável alcançará pelo menos 55 GWh/ano, ultrapassando o triplo da emissão de energia eólica na rede, face a 2006;
A Região detém, através da ENEREEM, 41,3% da capacidade eólica total instalada, utilizando para o efeito 6 aerogeradores;
Com esta aposta, a Região poupará cerca de 6 milhões de euros com a importação de fuelóleo, reduzindo em 1,5 milhões de euros a factura que paga pelas licenças de emissão de CO2;
Sabendo-se que a produção de energia a partir do vento representa apenas 2,5% do total da produção regional - em Portugal vale 2,3% - a vinda de 27 novos aerogerados aumentará o peso das eólicas para uns significativos 7,5%;
Considerando um crescimento médio da procura de 3,8% até 2018, os investimentos em energias renováveis permitirão que a Região esteja acima do objectivo de 20%, consagrado, para o ano de 2020, pelo Conselho Europeu;
Durante 2007, em cada hora de electricidade consumida em Portugal 5 minutos tiveram origem em parques eólicos;
Alemanha (23%), Estados Unidos (17%) e Espanha (16%) são os maiores produtores mundiais.


DNoticias Madeira


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NewTomorrow
September 1st, 2008, 08:58 AM
Martifer sai da Repower e encaixa 269,9 milhões de euros
A Martifer anunciou hoje que acordou vender à indiana Suzlon a sua posição na alemã REpower de aproximadamente 22,48%. Um negócio avaliado em mais de 269,9 milhões de euros.


"A Martifer anuncia que assinou um acordo de compra de acções com a Suzlon pelo qual as partes antecipam a transacção da posição detida pela Martifer no capital da Repower", afirma a empresa portuguesa em comunicado enviado esta madrugada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Segundo o acordo, a Martifer vai vender à Suzlon 2 060 788 acções representativas de aproximadamente 22,48% do capital social da Repower, pelo valor de 269 963 288 euros, em transacção a efectuar até ao dia 15 de Dezembro de 2008.

Após o negócio, a Suzlon torna-se assim maioritária na REpower.

Recorde-se que a Martifer efectuou uma parceria com os indianos da Suzlon no âmbito da disputa pelo controlo da REpower, tendo conseguido derrotar a rival Areva. Nesse acordo, ficaram previstas opções de venda e de compra que poderiam ser exercidas por ambas as partes.

Após o desinvestimento, os planos da Martifer passam por manter apenas um acordo de licenciamento de tecnologia com a REpower, sétimo maior produtor mundial de aerogeradores para parques eólicos, conforme explicaram os irmãos Carlos e Jorge Martins, presidente e vice-presidente da Martifer, respectivamente, em entrevista ao Diário Económico, em Junho de 2007.



Diario Economico

NewTomorrow
September 2nd, 2008, 01:13 AM
Chegaram hoje ao Porto do Funchal abordo do Ferry Volcan de Tijarafe ,6 torres de energia eólica com 24 m e pesando 30 toneladas cada.


http://4.bp.blogspot.com/_sJyEnaNZHVI/SLwlzGxR47I/AAAAAAAAFE4/I2r3tg1EbK8/s400/Picture+006.jpg

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(fotos FarinhaFerry)

NewTomorrow
September 3rd, 2008, 07:07 AM
Madeira terá no final de 2009
1/5 de energia “limpa”


http://1.bp.blogspot.com/_sJyEnaNZHVI/SMKNrCbMzfI/AAAAAAAAFJQ/izbyqDD2yGI/s400/A.jpg
A Madeira deverá produzir no final do próximo ano cerca de 1/5 da sua energia através de fontes limpas como a eóloca e a hídrica. Para 2017, o patamar a atingir será de 27 por cento. Para já, estão a chegar à região autónoma novos equipamentos para montar mais aerogeradores.


No final de 2009, princípios de 2010, a Madeira deverá ter atingido a produção de energias renováveis em torno dos 20 por cento. Antecipa, desta forma, a directiva da Uniã Europeia que propõe aos estados membros que atinjam tal valor em 2020.
Quem o diz é Rui Rebelo, presidente da Empresa Electricidade da Madeira, que refere ainda que a política governamental regional aponta que em 2017 a fasquia de energia produzida através de aerogeradores eólicos públicos e privados e de centrais hidro-eléctricas chegue aos 27 por cento. Um incremento acentuado tendo em linha de conta que, actualmente, a produção na região autónoma anda em torno dos 14 por cento.
Neste momento, a par do transporte para a região autónoma de equipamentos para a instalação de novos aerogeradores para o Grupo Sousa, estão a chegar igualmente para a Empresa Electricidade da Madeira.
Rui Rebelo diz que estão a ser instalados 18 novos equipamentos no Paúl da Serra, concretamente nos parques de 15 MW do Loiral e das Pedras.
Mais adiantou o presidente que, depois da entrada em funcionamento da Estação de Fins Múltiplos dos Socorridos, que veio contribuir para o incremento da produção de energia eólica, a empresa prepara-se para intervir em obras de benefiação nas centrais da Calheta, em primeiro lugar, e da Serra de Água.

Acerca do transporte, refira-se que o ferry da Naviera Armas «Volcán de Tijarafe», que liga semanalmente o porto de Portimão ao do Funchal Funchal, e ainda aos de Tenerife e de Las Palmas, tem estado a transportar torres para energia eólica a ser instalada na ilha da Madeira.
Ao longo de dois meses, cerca de 50 veículos especializados da Laso Transportes irão carregar estes equipamentos directamente na fábrica, na Galiza e, sem quaisquer manipulações adicionais, farão a entrega dos mesmos nos diversos locais de obra, nas montanhas da Madeira.
Tudo isto em menos de quatro dias ponto a ponto.
A maior parte dos veículos carregados têm, respectivamente, 25 e 27 metros de comprimento, o que não constitui qualquer dificuldade para a enorme garagem do navio.
Seguem também a bordo gruas de grande capacidade da Cariano & Irmão que serão empregues na montagem das torres.





Jornal da Madeira

Barragon
September 5th, 2008, 12:21 AM
Excelentes notícias.

NewTomorrow
September 6th, 2008, 05:31 AM
esta semana chega mais peças para as Torres Eolicas


VOLCAN DE TIJARAFE TRANSPORTA MAIS 2 EÓLICAS E LEVA CAMIÃO DA AFA
Data: 06-09-2008

............Será um fim-de-semana de intenso trabalho para o agente da Naviera Armas na Madeira. Porque a Via Oceano não só presta serviço aos passageiros do 'Volcan de Tijarafe', como está envolvida numa operação sem precedentes de descarga de material pesado. Quer nos portos, quer e sobretudo na transferência da carga pesada até ao Paul da Serra.

Para este fim-de-semana está previsto o transporte e desembarque de duas torres eólicas, ........


.......Pás das eólicas

Dez conjuntos de pás e igual número de cabinas de novos aerogeradores vão ser desembarcados a partir de amanhã no Porto do Caniçal. O transporte deste equipamento é feito a partir de Itália, estando a chegada do 'Fehn Heaven' - de bandeira gibraltina - prevista para as 20.40 horas de hoje.

Já no 'Madeirense 3' outras duas torres eólicas vão ser desembarcada, na segunda-feira, no Porto do Caniçal. Recorde-se que no último fim-de-semana foram desembarcadas 5 torres eólicas, de um projecto que envolve a aquisição de vinte e sete por parte de três empresas distintas, pelo que durante as próximas semanas vão ser desembarcadas na Região mais torres e outro equipamento necessário à instalação de novos parques eólicos........

DNoticias Madeira


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NewTomorrow
September 6th, 2008, 07:29 AM
Umas fotos interesantes de fabricas de torres Eolicas em Espanha

Mientras nadie me diga los contrario, os voy a enseñar las 2 factorías más grandes de España, y de las más grandes de Europa (la de LM lo es seguro).

Para que os hagais una idea, podemos comparar con la capacidad instalada por Gamesa en España que se puede sacar de aquí:


http://www.gamesa.es/es/productos/aerogeneradores/fabricacion/proceso-de-fabricacion-y-montaje-de-aerogeneradores

En ella se puede leer que Gamesa produce en España el 25% de las torres que necesita para suministrar sus contratos, y el otro 75 lo subcontrata. Comonor que es la otra factoría de Torres que os voy a mostrar es uno de esos proveedores, así como LM tambien es otro de los proveedores de Gamesa pero en este caso a nivel mundial pues tiene factorias en todos los continentes...

Ese 25% de Gamesa en sus plantas españolas representan unas 400 torres al año, en esta factoría se producen más de 700...

...si a eso le añadimos que la suma de las superficies de TODAS las factorías de Gamesa para torres en España no llega a ser tan grande como la de Comonor, y que la suma de TODAS las factorías de Gamesa para palas en España no llegan a se tan grande como la factoría de LM os podeis hacer una idea de cómo son las 2 factorías que os voy a enseñar....


empezamos por la factoría de LM que ocupa junto con sus campas una superficie de 300.000 metros y naves de 50.000...


http://img171.imageshack.us/img171/5995/lmnh0.jpg


fotos a pie de pista:


Empezamos con algunas campas

http://img166.imageshack.us/img166/3889/cimg0110bx5.jpg (http://imageshack.us)

y aquí podemos ver las 2 ampliaciones que se están realizando: el anexo aal edificio que vemos enfrente y la pequeña nave al fondo a la derecha en al que se producen LAS PALAS MÁS GRANDES DEL MUNDO!!!!

http://img222.imageshack.us/img222/2715/cimg0113kb9.jpg

el resto de la factoría desde este punto:

http://img222.imageshack.us/img222/8687/cimg0114qp7.jpg

rodeamos la instalación pero nos hacemos una idea del tamaño de una de sus 3 naves, que es la de la derecha, la de la izquierda de Comonor, luego hablamos de ella.....



http://img222.imageshack.us/img222/678/cimg0115jf7.jpg

La otra nave en la que se incluyen las oficinas

http://img222.imageshack.us/img222/455/cimg0120fl4.jpg

y para terminar otra campa, con las increibles vistas que tenemos de Ponferrada....

http://img166.imageshack.us/img166/3351/cimg0119zf4.jpg




y seguimos con la de Comonor que ocupa más de 400.000 metros con todas sus campas y más de 50.000 en naves...


http://img171.imageshack.us/img171/1208/coiperuy5.jpg



y la otra mitad del polígono de la Llanada, con otrs 1.000 empleados entre todas sus factorías y subiendo....

2 de las ampliaciones hacia la N-VI de tal forma que el polígono ya se ha echado encima de dicha carretera....


http://img222.imageshack.us/img222/7681/cimg0112id9.jpg



http://img222.imageshack.us/img222/9460/cimg0111kx9.jpg


vista general de todo lo nuevo...al fondísimo a la derecha se puede ver otra campa fuera del polígono a la orilla de la N-VI con unos humildes 25.000 metros cuadrados....


http://img166.imageshack.us/img166/4020/cimg0116rj3.jpg

Y esta es la factoría culpable de semejante exageración:


http://img167.imageshack.us/img167/9958/cimg0117go1.jpg


http://img222.imageshack.us/img222/7277/cimg0118le4.jpg


http://img166.imageshack.us/img166/4564/cimg0121zr6.jpg

uno se encuentra a casi todas las empresas representadas en este polígono.....

http://img222.imageshack.us/img222/571/cimg0122ef9.jpg



Espero que s haya parecido interesante el reportaje, para cualquier consulta a vuestra disposión.

un saludo :)

NewTomorrow
September 9th, 2008, 07:00 AM
Madeira reciclou 1,19 milhões de baterias

http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/17_104330.jpg

A Madeira enviou em 2007, através do sistema Ecopilhas, 1,19 milhões de pilhas e baterias para reciclagem. Em comparação com os valores registados no ano anterior, verificamos que a Região foi aquela que mais cresceu, enviando cerca de 11 vezes mais unidades.


De acordo com os números divulgados, ontem, pela Ecopilhas, a Região Autónoma da Madeira enviou para reciclagem um total de 1.197.800 pilhas e baterias.
Só no ano passado, segundo os mesmos dados, foram recolhidos 981.000, um aumento substancial, se atendermos que, no ano anterior, foram enviadas 80 mil unidades.
Em relação aos Açores, a Região fica bem colocada, uma vez que a Madeira envia quase o dobro do número de pilhas e baterias enviadas pelo arquipélago açoriano, que nos últimos quatro anos enviou 591.880 unidades para reciclagem.
Já no contexto nacional, verificamos que na frente da Madeira surje a Grande Lisboa, com 24.999.800 pilhas e bateriais enviadas para reciclagem, a região do litoral com 13.010.480, Grande Porto com 9.776.280, Interior Norte com 6.957.720, Algarve com 2.217.160 e o Interior Sul com 2.158.680. Números que se justificam, de alguma maneira, pelas diferentes dimensões populacionais.
Um dado muito curioso a reter dos dados divulgados ontem foi a relação entre as pilhas e baterias enviadas em 2007 e o volume de unidades enviadas no ano anterior. Efectivamente, numa análise estatística, verificamos que a Madeira foi a que mais cresceu percentualmente, ou seja, enviou em 2007 cerca de onze vezes mais pilhas e baterias que no ano anterior.
O sistema de recolha da Ecopilhas envolve actualmente mais de 1.600 entidades entre empresas, hospitais, escolas, supermercados, associações de municípios e sistemas multimunicipais, responsáveis por mais de 15.000 pontos de recolha. Destes, cerca de 12.000 são da responsabilidade dos municípios e 3.000 da responsabilidade directa da Ecopilhas.



Jornal da Madeira

NewTomorrow
September 10th, 2008, 07:08 AM
Martifer avança com fábrica de torres eólicas no Texas
A Martifer vai arrancar, este mês, com a construção da Fábrica de Torres Eólicas nos Estados Unidos, num investimento de cerca de 40 milhões de dólares, anunciou a empresa em comunicado.




A Martifer vai arrancar, este mês, com a construção da Fábrica de Torres Eólicas nos Estados Unidos, num investimento de cerca de 40 milhões de dólares, anunciou a empresa em comunicado.

“A Martifer, através da Martifer Energy Systems, divisão do Grupo para os equipamentos de energia, vai arrancar, este mês, com a construção da Fábrica de Torres Eólicas nos Estados Unidos”, informa a empresa em comunicado divulgado hoje.

A segunda Fábrica de Torres Eólicas que o Grupo Martifer constrói, num espaço de 4 anos, ficará localizada na cidade de San Angelo, Texas, e representa um investimento que ronda os 40 milhões de dólares.

O Governador do Texas, Rick Perry, anunciou o pacote de incentivos atribuídos pelo Estado - 945 mil dólares do Texas Enterprise Fund (TEF) que somam aos 12 milhões de dólares da COSA (City of San Angelo) e da COSA DC (City of San Angelo Development Corporation).

Estes incentivos “foram determinantes para a Martifer se decidir pelo Texas para a localização desta unidade”, de acordo com o presidente da Martifer Energy Systems, António Pontes.

A construção da Fábrica de Torres Eólicas deve estar concluída no segundo semestre de 2009 e vai criar 225 postos de trabalho.

Em 2013 a fábrica terá uma capacidade de produção anual de 400 torres.


Jornal de Negocios

NewTomorrow
September 10th, 2008, 07:08 AM
Poupança de energia já equivale ao consumo de 165 mil famílias
Os resultados do PPCE - Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica, em 2007, excederam todas as expectativas. Os consumos de energia evitados pelas famílias e empresas portuguesas "são muito superiores aos, inicialmente, estimados", revelou ontem a ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, entidade promotora do programa, cuja implementação é depois da responsabilidade de várias empresas a operar em Portugal.



Os resultados do PPCE - Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica, em 2007, excederam todas as expectativas. Os consumos de energia evitados pelas famílias e empresas portuguesas "são muito superiores aos, inicialmente, estimados", revelou ontem a ERSE - Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, entidade promotora do programa, cuja implementação é depois da responsabilidade de várias empresas a operar em Portugal.



O conjunto das 26 iniciativas de eficiência energética que, no ano passado, foram implementadas nos segmentos residencial e da indústria, permitiram poupanças de energia eléctrica equivalentes ao consumo anual de 165 mil famílias e um benefício social de 46 milhões de euros, de acordo com a ERSE.



Perante estes dados, o regulador classifica como um "êxito" o PPCE de 2007 - que contou com um orçamento de 10 milhões de euros, financiado por via da tarifa cobrada aos consumidores finais. A entidade presidida por Vítor Santos diz ainda que os benefícios das medidas implementadas em 2007 terão impacto até 2023, tanto em consumos evitados, como em custos evitados para o sector eléctrico.




Jornal de Negocios

[Smeagol]
September 10th, 2008, 11:31 AM
http://img214.imageshack.us/img214/9488/moura1fz2.jpg

http://img214.imageshack.us/img214/7268/moura2vg3.jpg

http://img54.imageshack.us/img54/2843/moura3sm0.jpg

NewTomorrow
September 11th, 2008, 07:56 AM
não da para ver a grande dimensão desse central

NewTomorrow
September 11th, 2008, 08:05 AM
Talone sem Pimenta na corrida à compra da Enersis


O processo de venda da portuguesa Enersis pela australiana Babcock & Brown (B&B) entrou em fase de "avaliação dos activos há cerca de duas semanas. O Negócios apurou que a Magnum Partners, liderado por João Talone, se mantém na corrida, apesar de o fundo Nova Energia, gerido por Carlos Pimenta, ter abandonado o consórcio comprador.




O processo de venda da portuguesa Enersis pela australiana Babcock & Brown (B&B) entrou em fase de "due dilligence" (avaliação dos activos) há cerca de duas semanas. O Negócios apurou que a Magnum Partners, fundo de investimento ibérico que, em Portugal, é liderado por João Talone, se mantém na corrida, apesar de o fundo Nova Energia, gerido por Carlos Pimenta, ter abandonado o consórcio comprador.

Depois de um vasto leque de empresas internacionais de "alto porte" - entre as quais mais nenhuma presença portuguesa - ter manifestado interesse nesta venda, tudo indica que apenas os franceses da Suez e os espanhóis da Iberdrola estejam a fazer concorrência a Talone.


Jornal de Negocios

[Smeagol]
September 18th, 2008, 02:10 AM
Offshore marcará crescimento português na eólica depois de 2015
2008-09-17

Portugal terá de investir nos parques eólicos offshore de modo a fazer face ao decréscimo de instalação de energia eólica que se começará a verificar em 2015. Quem o diz é Ana Estanqueiro, directora da unidade de energia eólica e dos oceanos do Instituto de Engenharia, Tecnologia e Inovação, que participou no seminário sobre energia eólica offshore, promovido pela Embaixada Britânica, e que decorreu esta manhã no Centro Cultural de Belém.

Segundo a investigadora, numa primeira fase será possível instalar cerca de 3500 MW de potência eólica offshore com tecnologia convencional. A costa norte de Portugal, principalmente Viana do Castelo e Porto, tem a 40 metros de profundidade um potencial de 500 MW. Já no centro, entre Peniche e Cascais, esse potencial pode chegar aos 700 MW, sendo que a zona da Figueira da Foz pode representar 100 MW, e a zona de Lisboa poderá disponibilizar 1000 MW. Numa segunda fase, a especialista refere que será necessário recorrer a tecnologia flutuante para o deep offshore, a instalar a pelo menos 40 metros de profundidade.

O evento reuniu várias empresas e associações da Grã-Bretanha que se dedicam à energia eólica offshore, tanto ao nível do projecto, como da construção, manutenção, investimento e investigação. Os oradores salientaram as oportunidades que se abrem às empresas portuguesas que queiram ser parceiros ou investidores nesta área na Grã-Bretanha, uma vez que foi lançada uma terceira fase de disponibilização de locais pelo governo britânico, com vista à instalação de parques eólicos deep offshore.

De acordo com alguns dos oradores, o Reino Unido beneficia da experiência obtida com as plataformas de petróleo e gás natural, e a Escócia tem mesmo 25 por cento do potencial europeu de energia eólica offshore. Até 2020 a expectativa é chegar à instalação de 25 GW de energia eólica offshore.

NewTomorrow
September 18th, 2008, 08:14 AM
Martifer Renewables entra no mercado búlgaro


A Martifer formalizou a entrada na Bulgária, através da Vesto, sociedade comercial de direito búlgaro detida a 100% pela Martifer Renewables, a subsidiária da Martifer dedicada à promoção de projectos de geração eléctrica a partir de fontes de energia renováveis.



De acordo com um comunicado hoje divulgado pela Martifer, a sua subsidiária para as renováveis vai passar a estar presente na Bulgária com um parque eólico de 12,6MW no nordeste do país, cuja construção deverá arrancar já no próximo ano, e a empresa estima que a produção anual atinja os 70 000MWh.

O mesmo documento diz que para além deste projecto, a Vesto está a analisar a possibilidade de desenvolver vários projectos naquela região com vista à exploração de futuros parques eólicos.

A Martifer recorda que no final de 2007 a Bulgária tinha 29MW de projectos eólicos em operação e 700MW em fase de licenciamento.

Segundo a NEK, empresa eléctrica búlgara de capitais públicos, 16 % do consumo energético daquele país deve começar a ser produzido a partir de fontes renováveis, no curto prazo, mas para isso a Bulgária deve instalar 1450MW de parques eólicos. Para a Martifer Renewables, esta duplicação da capacidade de produção do país constitui uma enorme oportunidade de expansão na Europa, um mercado com elevado potencial para projectos de geração eléctrica a partir de fontes renováveis.

A mesma fonte diz que o total de projectos da Martifer Renewables em desenvolvimento, a partir de fontes de energia renováveis, soma a esta altura mais de 3300MW, em todo o mundo.

DIario Economico

NewTomorrow
September 19th, 2008, 08:29 AM
Aposta nas Renováveis é a estratégia certa para enfrentar choque petrolífero


O primeiro-ministro, José Sócrates, garantiu hoje que a "forte aposta" de Portugal nas energias renováveis nos últimos três anos vai continuar, sublinhando que esta é a estratégia certa para fazer face ao "choque petrolífero" em curso.

Diário Económico Online com Lusa

"É absolutamente fundamental que o país tome consciência que não deve estar tão dependente do petróleo, e a melhor forma de reduzir essa dependência é aumentar a percentagem de electricidade baseada em energias renováveis, aproveitando a energia que podemos produzir aqui", referiu.

José Sócrates falava em Viana do Castelo, durante a cerimónia de lançamento da primeira de uma fábrica de pás de rotor da Enercon, um investimento de 55 milhões de euros que criará 500 postos de trabalho e que integra um cluster eólico que aquela empresa alemã está a instalar no concelho.

Sócrates lembrou que nos dois anteriores choques petrolíferos "todos disseram" em Portugal que era preciso reduzir a dependência do petróleo, mas "nada se fez".

"Não estou disponível para que tudo volte a acontecer sem ninguém fazer nada. Ninguém nos perdoaria se, daqui a 15 ou 20 anos, aqui estivessem os actores da nova geração dizendo que vivemos o terceiro choque petrolífero e nada fizemos. Não quero que isso aconteça", afirmou.

O primeiro-ministro sublinhou a aposta nos últimos três anos na energia eólica e hídrica, garantindo que estes continuarão a ser os sectores que "puxarão" pela energia do país.

"Três anos depois, podemos dizer que Portugal está numa situação no mundo que nos coloca no conjunto de países mais evoluídos em termos de energias renováveis", frisou.

O chefe do Governo disse ainda que esta aposta nas energias renováveis é também "essencial" para a modernização da indústria e da economia do país, apontando como exemplo o cluster que a Enercon está a instalar em Viana do Castelo.

Este cluster integra ainda uma outra fábrica de pás de rotor, uma fábrica de geradores, uma unidade de mecatrónica, uma fábrica de torres de betão e um centro administrativo e de formação. No total, significa um investimento de 200 milhões de euros e vai criar 2500 postos de trabalho directos e 7500 indirectos.

O ministro da Economia, Manuel Pinho, lembrou, por seu lado, que o país passou de uma potência instalada de 500 mega-watts de energia eólica em 2004 para os actuais 2500 mega-watts, um valor que até 2010 subirá para 5000.

Uma aposta que permitirá poupar mais de mil milhões de euros por ano, quer em termos de CO2 quer em termos de combustíveis fósseis.

~

Diario Economico

NewTomorrow
September 22nd, 2008, 08:27 AM
Chega a energia a ondas
O investimento é financiado em 15% por apoio público. Enersis e a OPD pagam o restante



Data: 22-09-2008

O primeiro parque mundial de aproveitamento da energia das ondas vai ser inaugurado amanhã ao largo da Póvoa de Varzim, na costa norte portuguesa, num investimento global superior a 8,5 milhões de euros. Este projecto pioneiro, da responsabilidade da Enersis e da escocesa Ocean Power Energy (OPD), que é o parceiro tecnológico, terá capacidade para produzir, numa primeira fase, energia eléctrica suficiente para alimentar uma povoação com cerca de seis mil habitantes.

Nesta fase, foram instaladas três máquinas de aproveitamento energético, com capacidade para produzirem 750 kilowatts (kw) cada uma, o que permitirá uma produção média anual de sete gigawatts por hora (Gwh). As máquinas, instaladas a cerca de cinco quilómetros ao largo da Póvoa de Varzim, têm forma cilíndrica e medem cerca de 50 metros de comprimento, com um perímetro de 3,5 metros, dos quais apenas um fica acima do nível da água.



DNoticias Madeira

Barragon
September 22nd, 2008, 02:26 PM
Parque de ondas inaugurado amanhã

00h30m

O primeiro parque mundial de aproveitamento da energia das ondas vai ser inaugurado esta terça-feira ao largo da Póvoa de Varzim, na costa norte portuguesa, num investimento global superior a 8,5 milhões de euros.

Este projecto pioneiro, da responsabilidade da Enersis e da escocesa Ocean Power Energy (OPD), que é o parceiro tecnológico, terá capacidade para produzir, numa primeira fase, energia eléctrica suficiente para alimentar uma povoação com cerca de seis mil habitantes. Até 2020, a Enersis conta instalar 5000 megawatts. Nesta fase, foram instaladas três máquinas de aproveitamento energético, com capacidade para produzirem 750 kilowatts cada uma, o que permitirá uma produção média anual de sete gigawatts por hora .

As máquinas, instaladas a cerca de cinco quilómetros ao largo da Póvoa de Varzim, na Aguçadoura, têm forma cilíndrica e medem cerca de 50 metros de comprimento, com um perímetro de 3,5 metros, dos quais apenas um fica acima do nível da água.

A energia produzida pelas ondas do alto mar, consideradas mais estáveis do que as ondas de rebentação ou mesmo do que a gerada pelo aproveitamento do vento, é posteriormente encaminhada através de um cabo submarino para uma subestação de ligação à rede eléctrica.

O investimento neste projecto é financiado em 15% por apoios públicos, sendo o restante integralmente assumido pelos dois parceiros envolvidos, a Enersis e a OPD, dado que, actualmente não existe apoio bancário.

A segunda fase, a decorrer até e 2009, prevê a instalação de uma fábrica para a produção das máquinas e consequente exportação das mesmas. A terceira fase será o início da actividade comercial.

JN

NewTomorrow
September 23rd, 2008, 02:18 AM
Chegada ao Porto do Funchal de mais 2 Torres eolicas

http://1.bp.blogspot.com/_sJyEnaNZHVI/SNe2EOT3dRI/AAAAAAAAHKA/vlcHJORvhvE/s200/Picture+101.jpg

http://1.bp.blogspot.com/_sJyEnaNZHVI/SNe13a0OCvI/AAAAAAAAHJ4/F7bgraJ2-OA/s200/Picture+103.jpg
(Fotos Blog Farinha Ferry)

NewTomorrow
September 23rd, 2008, 06:02 AM
A Câmara Municipal de Lisboa, em parceria com a EDP começou a instalar os pontos de carregamento para veículos eléctricos.

http://www.autohoje.com/images/stories/noticias2/22092008_edp_368.jpg

Segundo o vereador da Mobilidade da autarquia de Lisboa, Marcos Perestrello, esta parceria marca o início de um processo que, num futuro próximo, pode provocar uma grande mudança na circulação da cidade. «O que estamos hoje a fazer é criar condições para que estes veículos, com tecnologias mais limpas, substituam os actuais combustíveis fósseis, muito mais poluentes», explicou o vereador.

Os pontos de carregamento de veículos eléctricos localizam-se em Belém, no Marquês de Pombal, na Baixa (Rua dos Sapateiros), na Praça de Londres, no Chiado (Rua António Maria Cardoso) e na Estrela (Rua Domingos Sequeira).

Apesar de se tratarem de tomadas comuns, a instalação técnica dos equipamentos requer alguns dispositivos de segurança e de identificação dos utilizadores. O actual equipamento ainda exige um longo período para carregamento de um veículo (mais de duas horas).

De acordo com a EDP, os veículos eléctricos apresentam-se hoje como uma solução com muitos benefícios para a qualidade do ar em zonas urbanas, para a redução do ruído e para as emissões de CO2.

NewTomorrow
September 23rd, 2008, 08:36 AM
Cluster’ português da energia das ondas ganha novo fôlego
Empresa que vai gerir zona piloto, ao largo de Peniche, será conhecida em Outubro. REN e CGD são apontadas como potenciais candidatas.


É uma das últimas bandeiras energéticas do Governo de Sócrates que falta concretizar. No início de Outubro será aprovado, em Conselho de Ministros, o figurino das bases de concessão da entidade gestora da zona piloto da energia das ondas, situada em São Pedro de Moel. A garantia foi dada ao Diário Económico pelo Ministério da Economia.

Ficarão assim reunidas as condições para promover um novo ‘cluster’ industrial que colocará Portugal na vanguarda desta tecnologia pioneira, à semelhança do que aconteceu com a Dinamarca, quando, na década de 50, deu os primeiros passos na energia eólica.

O objectivo é criar uma sociedade semelhante à Parque Expo que permita agilizar todos os processos de licenciamento, através de um regime de excepção. Esta terá ainda que garantir os pontos de ligação das futuras centrais à rede eléctrica nacional, condicionantes que obrigarão a futura empresa a assumir parte dos custos associados à promoção da energia das ondas, os quais serão posteriormente repassados para o consumidor final.

Apesar de não haver confirmação oficial, fontes do sector dão como certa a atribuição destas competências à REN, actualmente responsável pela gestão das principais infra-estruturas nacionais de electricidade e gás natural, e à Caixa Geral de Depósitos.

A decisão final estará apenas dependente da eliminação das reservas colocadas inicialmente pela REN, grande parte delas relacionada com os custos do projecto piloto.

Garantida está, até agora, segundo o Ministério da Economia, a conclusão da elaboração do projecto de decreto-lei das bases de concessão, estando apenas a aguardar parecer da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, depois de ter sido ouvida a Comissão do Domínio Público Marítimo.

Os futuros candidatos à instalação de projectos nesta zona piloto ficarão sujeitos a três tipos de tarifas eléctricas, que serão negociadas caso a caso. O critério variará consoante a fase de desenvolvimento da tecnologia proposta.

Até lá, e à margem deste processo, Portugal prepara-se para dar o primeiro grande pontapé de saída na energia das ondas.

Fruto de negociação directa com o Estado, o projecto da Enersis, que será lançado hoje no Norte do País, tem como alvo a costa da Póvoa de Varzim.

Com um investimento global na ordem dos 8,5 milhões de euros, para uma potência de 2,25 ‘megawatts’ (três máquinas), a qual permitirá fornecer electricidade a cerca de seis mil pessoas, este projecto resulta de uma parceria com a Pelamis Wave Power, o parceiro tecnológico do grupo australiano.

Esta primeira fase, que permitirá aperfeiçoar a tecnologia, poderá atingir os 3,7 MW. A tarifa assegurada pelo promotor foi fixada em 248 euros por MW, uma das mais atractivas de todas as renováveis a operar em Portugal.

Caso seja bem sucedida, seguir-se-á uma nova etapa, orçada em 90 milhões de euros e que envolverá 25 máquinas (18,5 MW), destinada a garantir a performance dos equipamentos. Será um teste à sua manutenção e operação que, se for ultrapassado, garantirá a viabilidade comercial desta tecnologia. A vida útil do projecto é de 15 anos.


Candidatos à zona piloto

1 - Tecdragon prepara 150 milhões
A Tecdragon propõe-se investir 150 milhões de euros numa unidade de produção de energia eléctrica a partir das ondas do mar, com base na tecnologia ‘Wave Dragon’. O projecto luso-dinamarquês dará dar origem a um parque de 49 MW, com vários módulos de 7 MW cada. Em causa está um investimento de 18 a 20 milhões de euros por módulo. A empresa garante que consegue ter o parque a funcionar 12 a 15 meses depois de conseguir as licenças de que precisa para operar.

2 - Martifer avança com protótipo
A Martifer tem em curso um investimento de cerca de dez milhões de euros num projecto-piloto em Aveiro, o PIDREO (Projecto de Investigação e Desenvolvimento para a Recuperação da Energia das Ondas). A zona escolhida para esta primeira experiência da Martifer no sector da energia oceânica deverá ser ao largo de São Pedro de Moel. As previsões da empresa apontam para a colocação em água deste protótipo no próximo ano.

3 - EDP reforça aposta nas ondas
A EDP não quer ficar à margem deste novo negócio que começa agora a dar os primeiros passos. Conta já com um projecto piloto de energia das ondas, localizado na Foz do Douro, no Porto. A central de energia terá uma potência instalada da ordem dos 750 KWh (kilowatts/hora). Paralelamente, envolveu-se com o Centro de Energia das Ondas no projecto de 400 Kwh na ilha do Pico, com o objectivo de aumentar a fiabilidade desta central.

4 - Grupo Lena dá primeiros passos
O grupo Lena, com forte implantação na área da construção e das obras públicas, quer apostar na energia das ondas através de uma parceria com a finlandesa AWEnergy – que detém a tecnologia ‘Wave Roller’, já patenteada. Esta tecnologia aproveita a energia das ondas de fundo. O projecto deverá ser instalado na zona piloto agora criada pelo Governo, ao largo de São Pedro de Moel, através da sua participada Eneólica.



Diario Economico

NewTomorrow
September 24th, 2008, 08:34 AM
Cluster para aproveitar energia das ondas
Data: 24-09-2008



A EDP, Efacec, Babcock&Brown (que detém a Enersis) e Pelamis constituíram ontem um consórcio para desenvolver o parque de ondas da Aguçadoura e potenciar um 'cluster' português na área do aproveitamento da energia das ondas.

Ontem, inaugurado ao largo da Póvoa de Varzim, o parque de ondas da Aguçadoura é pioneiro a nível mundial, num investimento de 8,8 milhões de euros (financiados em 15% por apoios públicos).

Apesar de estar ainda em fase "pré-comercial", o objectivo do projecto é viabilizar a utilização de energia das ondas como fonte de electricidade. Até agora, a responsabilidade do projecto esteve com a empresa portuguesa Enersis e com a parceira tecnológica escocesa Pelamis Wave Power, mas o acordo ontem assinado abriu também o projecto à EDP e à Efacec. O grupo de investimento australiano Babcock&Brown detém a Enersis, tendo no entanto já tornado pública a intenção de vender a companhia portuguesa. Nos termos do acordo de parceria ontem assinado, a Pelamis Wave Power surge como parceiro tecnológico, com 23%, com os restantes 77% divididos pela Babcock&Brown (46,2%), Efacec (15,4%) e EDP (15,4%, com opção de compra de mais 15,4% do grupo australiano).

O objectivo é, contudo, que esta parceria ultrapasse o projecto da Aguçadoura e se estenda a outros projectos experimentais na área da energia das ondas, estando já na calha outros parques de ondas semelhantes. Para o efeito a EDP, a Babcock&Brown e a Efacec criaram também o consórcio Ondas de Portugal, detido a 45% pela EDP, 35% pela Babcock&Brown e o restante pela Efacec.


DNoticias Madeira

andre_carneiro
September 24th, 2008, 11:48 PM
A Câmara Municipal de Lisboa, em parceria com a EDP começou a instalar os pontos de carregamento para veículos eléctricos.

http://www.autohoje.com/images/stories/noticias2/22092008_edp_368.jpg

Segundo o vereador da Mobilidade da autarquia de Lisboa, Marcos Perestrello, esta parceria marca o início de um processo que, num futuro próximo, pode provocar uma grande mudança na circulação da cidade. «O que estamos hoje a fazer é criar condições para que estes veículos, com tecnologias mais limpas, substituam os actuais combustíveis fósseis, muito mais poluentes», explicou o vereador.

Os pontos de carregamento de veículos eléctricos localizam-se em Belém, no Marquês de Pombal, na Baixa (Rua dos Sapateiros), na Praça de Londres, no Chiado (Rua António Maria Cardoso) e na Estrela (Rua Domingos Sequeira).

Apesar de se tratarem de tomadas comuns, a instalação técnica dos equipamentos requer alguns dispositivos de segurança e de identificação dos utilizadores. O actual equipamento ainda exige um longo período para carregamento de um veículo (mais de duas horas).

De acordo com a EDP, os veículos eléctricos apresentam-se hoje como uma solução com muitos benefícios para a qualidade do ar em zonas urbanas, para a redução do ruído e para as emissões de CO2.

De louvar!
Ao nivel de paris onde já vi algumas tb...
Mas a questão é: já há veiculos eléctricos à venda?!

fred_mendonca
September 25th, 2008, 12:04 AM
:applause:

NewTomorrow
September 25th, 2008, 12:53 AM
De louvar!
Ao nivel de paris onde já vi algumas tb...
Mas a questão é: já há veiculos eléctricos à venda?!

claro que a , vai a pagina 12 deste tread e veras os veiculos electricos que se vende em Portugal
Ficaras um pouco disiludido mais isto é o inicio

andre_carneiro
September 25th, 2008, 01:03 AM
:okay:

Eu tinha visto ja... mas parto do principio que n estejam a colocar estes postos de recarga para aqueles veiculos!!! :bash:
Parecem, são, carros de golf, ninguém numa cidade vai andar com aquilo :ohno:

Que é feito do projecto do EcoVinci do Porto e de outros carros que prometiam!

NewTomorrow
September 25th, 2008, 04:14 AM
:okay:

Eu tinha visto ja... mas parto do principio que n estejam a colocar estes postos de recarga para aqueles veiculos!!! :bash:
Parecem, são, carros de golf, ninguém numa cidade vai andar com aquilo :ohno:

Que é feito do projecto do EcoVinci do Porto e de outros carros que prometiam!


Nunca mais ouvi falar do ecoVinci , devem ainda estar a desenvolver.

Sobre os outros que prometiam?

A Toyota ira lançar o Prius Plugin no ano que vem (Plug In carros com tomadas)

http://blog.wired.com/cars/images/2008/06/11/plugin_prius01.jpg
http://66.160.188.111/.ee9cc16/cmd.233/embedded..ee9cc20
A Smart vai lançar para o ano que vem o Smart mhd

http://www.whnet.com/4x4/pix/smartev8.jpg
http://www.whnet.com/4x4/pix/emobilitysm.jpg


Já a encomendas Portuguesas do Tesla Rodstar
http://www.fuel-efficient-vehicles.org/energy-news/wp-content/uploads/tesla-roadster-at-pacific.jpg

O Chevrolet Volt sera lançado na Europa em 2011

http://img293.imageshack.us/img293/8054/chevroletvolt02zs8.jpg

http://img293.imageshack.us/img293/2379/chevroletvolt05iz7.jpg

A uma empressa inglesa a Nice que transforma carros de combustão para electricos.

eles tem desde o fiat 500 até o comercial Fiat Ducato
www.nicecarcompany.co.uk

A nissan tem já carros com atecnologia PlugIn em varias cidades já .

Até a uma empressa Portuguesa que vai fazer carros electricos
O Futi

NewTomorrow
September 25th, 2008, 04:23 AM
O posto de carregamento na Estrela (Rua Domingos Sequeira) Lisboa

http://novaenergia.net/forum/download/file.php?id=755

http://novaenergia.net/forum/download/file.php?id=754

NewTomorrow
September 25th, 2008, 08:16 AM
EDP Renováveis dispara mais de 3% com incentivos nos EUA
As acções da EDP Renováveis subiram hoje quase 3,4%, tendo beneficiado da renovação dos incentivos fiscais de apoio às energias renováveis nos Estados Unidos, país no qual opera a sua subsidiária Horizon.


Segundo a agência Reuters, o Senado norte-americano aprovou ontem um pacote de medidas, que compreende o prolongamento dos créditos fiscais de 18 mil milhões de dólares para a utilização de energias de fontes renováveis, como a eólica e a solar, e a concessão de incentivos para reduzir o consumo de energia. No caso da energia eólica, os créditos fiscais extenderam-se por mais um ano.

A analista do CaixaBI, Helena Barbosa, afirma, numa nota de análise emitida hoje, que "a renovação dos incentivos à produção de energia por fontes renováveis nos EUA continua a ser importante para os investimentos da EDPR neste mercado estratégico."

Por seu turno, um operador explicou que a EDPR tem estado a atrair o interesse dos investidores nesta sessão, devido ao pacote de crédito fiscais nos EUA, tendo acrescentado que o título deverá continuar a subir hoje.

Assim, às 13h06 na Euronext Lisbon, as acções da EDP Renováveis seguem em alta de 2,94% para os 6,1250 euros e já foram negociados 1 159 731 papéis da energética.

Diario Economico

NewTomorrow
September 25th, 2008, 08:24 AM
Empresas
Microgeração através de solar
Portugal tem nova marca para produção de energia em casa


Ensul Meci quer conquistar 25% de quota

A Ensul Meci aposta na área de negócio das energias alternativas e lança para o mercado do consumo doméstico a sua primeira marca própria, Sunday. O objectivo é alcançar uma quota de 25% enquanto player integrador de sistemas foto voltaicos de microgeração.

«A Sunday será comercializada sob a forma de um produto financeiro auto-sustentável, o qual apresentará, no mercado de retalho nacional soluções para que qualquer consumidor, mediante requisitos mínimos, possa usufruir da energia solar para produção de energia eléctrica doméstica».

Pretende-se que o valor de negócio da Sunday represente 5% da facturação da Ensul Meci até 2010 e 25% do mercado fotovoltaico nacional, uma quota de mercado de valor entre 12 a 14 milhões de euros, de acordo com estimativas da empresa.

Empresa quer simplificação do processo de licenciamento

Segundo o director de novos negócios da empresa, Luís Pais, os principais objectivos com a área representada pela Sunday são «a democratização do acesso dos consumidores à produção independente de energia eléctrica e ao mesmo tempo a simplificação do processo de licenciamento».

Esta entrada num novo mercado surge no contexto do novo regime legislativo (Decreto-lei 363/2007) que prevê a possibilidade dos utilizadores venderem a energia produzida ao player do mercado, visando a criação individual e descentralizada de energias renováveis.

Portugal juntamente com a Alemanha é um dos países que mais apostam na microgeração do ponto de vista do Governo.


Agencia Financeira

NewTomorrow
September 30th, 2008, 06:17 AM
Híbridos têm sucesso

http://www.autohoje.com/images/stories/noticias2/28092008_hibrido_368.jpg


A Europa e os Estados Unidos da América registaram um aumento de vendas de veículos híbridos. Em todo o mundo, nos primeiros dois meses do ano, venderam-se mais de 75 mil automóveis híbridos.

Segundo especialistas, as pessoas procuram cada vez mais os híbridos, devido à crise energética e climática

NewTomorrow
September 30th, 2008, 06:53 AM
Barragens adjudicadas valem 1850 milhões de euros
2008-09-22



Quase um a seguir ao outro. Os concursos públicos para a construção e exploração dos 10 aproveitamentos hidroeléctricos do Programa Nacional de Barragens com Elevado Potencial Hidroeléctrico já foram todos lançados. O último a ser aberto refere-se à barragem de Pinhosão (77 MW), localizada no rio Vouga, e cujas candidaturas devem ser apresentadas até ao dia 27 de Outubro.

A esta barragem junta-se a de Girabolhos, cujo concurso está aberto até dia 20 de Outubro, sendo o investimento conjunto entre 200 e 340 milhões de euros.


Alvito, Fridão e Almourol, que vão aumentar em 392 MW a capacidade de produção hídrica do País, já têm os concursos fechados. As duas primeiras barragens foram adjudicadas à EDP, que apresentou um valor de 161,7 milhões de euros a concurso. O investimento total na construção das duas centrais está estimado em 510 milhões de euros, com início de operação previsto para 2016.

Iberdrola ganhou quatro concursos


A barragem de Almourol (78 MW) não atraiu o interesse dos privados. Por sua vez, a Iberdrola ganhou a corrida ao lote de quatro novas barragens – Gouvães, Padroselos, Vidago e Daivões, todas situadas no rio Tâmega. O caderno de encargos pedia uma capacidade total de 424 MW, e um investimento entre 450 e 760 milhões de euros, mas a Iberdrola subiu a parada, apresentando um investimento de 1000 milhões de euros e uma potência total de 1134 MW.


De qualquer modo, a EDP continua a estar à frente na exploração dos aproveitamentos hidroeléctricos, tendo em conta que actualmente dispõe de 4650 MW instalados de potência em Portugal Continental e mais 692 MW em carteira. Depois de ter exercido o seu direito de preferência para a barragem de Foz do Tua, o Governo já procedeu à adjudicação provisória do aproveitamento. O investimento estimado para a construção da central e das respectivas infra-estruturas hidráulicas é de 340 milhões de euros.

NewTomorrow
September 30th, 2008, 06:55 AM
Mais 570 pedidos apresentados para microprodução
2008-09-24

http://www.ambienteonline.pt/fotos/noticias/paineissolaressolarfotovoltaicarenovalvelherdademontevelhomicrogeracaofotopn_(32)_(small)_1222268620.jpg


A iniciativa «Renováveis na Hora» tem vindo a impulsionar a microprodução. Em 5 de Setembro, o último período que decorreu para apresentação de pré-registos, foram apresentados 570 pedidos, aos quais correspondeu uma potência de 1951 kW.


Nas cinco fases para pré-registos no Sistema de Registo da Microprodução, que decorreram desde 2 de Abril, foram apresentados 3312 pedidos no território continental, correspondentes a uma potência de 11 268 kW.


Todos estes pedidos são para o regime bonificado. O regime geral conta apenas com 27 pré-registos, que não ultrapassam os 102 kW

NewTomorrow
September 30th, 2008, 06:56 AM
Martifer e CME aliam-se na microgeração fotovoltaica
2008-09-26

http://www.ambienteonline.pt/fotos/noticias/paineissolaressolarfotovoltaicarenovalvelherdademontevelhomicrogeracaofotopn_(10)_(small)_1222418122.jpg



A Martifer e a CME formaram uma parceria com vista à instalação de sistemas solares fotovoltaicos a consumidores finais e outras entidades, nomeadamente através do canal EDP. A parceria, que começou a ser desenvolvida no início de 2008, surge no âmbito da publicação do Decreto-Lei n.º 363/2007, que estabelece o regime jurídico aplicável à produção de electricidade por intermédio de instalações de pequena potência, designadas por unidades de microprodução.

A Martifer faz a comercialização dos equipamentos à CME e esta apresenta as propostas chave-na-mão para as instalações, indica João Paulo Figueiredo, da Martifer, ao jornal Água&Ambiente. «No final do ano será feita uma avaliação da actual parceria e poderão surgir novos projectos dentro deste âmbito», avança.


Segundo João Paulo Figueiredo, a publicação deste decreto-lei veio impulsionar a energia solar fotovoltaica, mas o que está feito «é manifestamente insuficiente». Por exemplo, a limitação da quota anual a 10 MW «está a levar a que haja uma correria às licenças».

NewTomorrow
September 30th, 2008, 06:57 AM
Andritz e Alstom em concurso do Baixo Sabor
2008-09-25

http://www.ambienteonline.pt/fotos/noticias/barragem-douro_1222362482.jpg


O concurso para o fornecimento dos equipamentos do aproveitamento hidroeléctrico do Baixo Sabor, lançado pela EDP, está a ser disputado pelos agrupamentos Andritz Va Tech Hydro/EnsulMeci e Alstom Power Hydro/Efacec/SMM-Sociedade de Montagens Metalomecânicas.


As propostas apresentadas ao concurso, que tem um prazo de execução de 57 meses, ultrapassam os 116 milhões de euros.


O fornecimento compreende todos os equipamentos relativos aos dois escalões do aproveitamento hidroeléctrico do Baixo Sabor, nomeadamente equipamentos hidromecânicos, grupos reversíveis, aparelhos de elevação e de movimentação de cargas e pessoas, transformadores ou instalações dos postos de observação e comando das barragens.

NewTomorrow
October 6th, 2008, 08:22 AM
EDP na corrida a concurso eólico de 656 milhões de euros na Galiza
O projecto abrange um pacote de 300 MW de licenças eólicas. A eléctrica portuguesa compromete-se a comprar 565 milhões de euros em aerogeradores produzidos na região para os EUA.


A EDP Renováveis acaba de dar mais um passo na sua estratégia de crescimento no mercado eólico espanhol. O alvo eleito foi a Galiza, através de um projecto de 656 milhões de euros que promete catapultar a sua presença do outro lado da fronteira, onde ocupa actualmente o quarto lugar do ranking sectorial.

A empresa liderada por Ana Maria Fernandes promete canalizar este volume de investimento para conquistar o pacote de 300 megawatts (MW) de licenças eólicas que o Governo Autónomo da Galiza colocou a concurso. Uma capacidade muito próxima daquela que a eléctrica nacional EDP tinha em operação, em Portugal, no final do primeiro trimestre deste ano.

Um dos trunfos da EDP Renováveis, que actua em toda a Europa através da Neo Energia, passa pela cedência à Junta da Galiza de 15% do capital da sociedade veículo que vier a ser criada.

Presente na região há mais de uma década, onde conta com seis parques e um total de 247 milhões de euros de investimento, a EDP Renováveis apresenta como trunfo o envolvimento da economia local e o compromisso de repartição de mais-valias por proprietários e populações, através de diversos projectos sociais no valor de 19,6 milhões de euros e um plano de desenvolvimento florestal de 6 milhões de euros.

Promover o desenvolvimento e produção de equipamentos eólicos na Galiza, destinados à exportação para os EUA, região do globo explorada pela sua participada Horizon Wind Energy, é uma das prioridades.

Por cada um MW adjudicado, a Neo Energia garante que fará 2 MW de encomendas de novos aerogeradores ao fabricante estabelecido na Galiza. Operação que, prevendo a contratação dos 300 MW, se traduzirá em 565 milhões de “euros em exportações para o outro lado do Atlântico.

São segundo as contas do grupo nacional, em termos globais, mais 600 postos de trabalho.

A Neo Energia possuía em Espanha, no final do primeiro trimestre deste ano, a sua maior carteira de activos eólicos, os quais se encontram dispersos por sete países. Ou seja 1.639 MW de capacidade instalada, mais 492 MW em construção. Em Portugal tinha pouco mais de 400 MW e nos EUA, outra das suas grandes apostas, registava 1.556 MW em operação.


Diario Economico

NewTomorrow
October 6th, 2008, 08:28 AM
Plano Paulson aprovou a extensão por um ano dos PTC aplicáveis à Horizon Wind Energy
O congresso dos Estados Unidos da América aprovou hoje a extensão, pelo período de um ano, dos créditos fiscais associados à produção de energia a partir de fontes renováveis ( Production Tax Credits ou PTC ) e que são aplicados à Horizon Wind Energy, informou a EDP Renováveis em comunicado à Comissão do Mercado de valores Mobiliários (CMVM).




O congresso dos Estados Unidos da América aprovou hoje a extensão, pelo período de um ano, dos créditos fiscais associados à produção de energia a partir de fontes renováveis (“Production Tax Credits” ou “PTC”) e que são aplicados à Horizon Wind Energy, informou a EDP Renováveis em comunicado à Comissão do Mercado de valores Mobiliários (CMVM).

Segundo a mesma fonte, os “PTC foram incluídos como parte da legislação referente à recuperação económica dos EUA, sendo expectável que a promulgação da lei pelo Presidente dos EUA ocorra em breve”.

Os PTC são uma das componentes do esquema de remuneração da energia eólica no EUA, a qual, presentemente, se aplicava apenas a projectos com inicio de operação anterior a 31 de Dezembro de 2008, explica a EDPR que, acrescenta que na recente legislação aprovada pelo Congresso estadunidense, os PTC foram estendidos por um ano até 31 de Dezembro de 2009. Esta foi a sexta vez que os PTC foram estendidos desde 1999.

“Os EUA são hoje o líder mundial da produção de energia eólica, sublinha a EDP, acrescentando que a extensão dos PTC “reforça assim o momento positivo para as energias renováveis nos EUA, no qual a EDP Renováveis se encontra presente através da Horizon Wind Energy LLC”.


Jornal de Negocios

NewTomorrow
October 6th, 2008, 08:40 AM
Sócrates afasta centrais nucleares
Portugal poderá deixar de importar electricidade em 2020
O secretário-geral do PS afirmou hoje que Portugal poderá deixar de importar electricidade em 2020 e que a ideia de construir centrais nucleares no país nunca terá consenso social suficientemente forte para avançar.




O secretário-geral do PS afirmou hoje que Portugal poderá deixar de importar electricidade em 2020 e que a ideia de construir centrais nucleares no país nunca terá consenso social suficientemente forte para avançar.


Falando no encerramento do debate do "Geração de Ideias", José Sócrates começou por frisar que tem acompanhado o debate sobre o nuclear "bastante de perto" e advertiu que as decisões políticas em matérias energéticas e ambientais devem basear-se "num julgamento social" e "na ponderação técnica de diferentes pontos de vista".

Neste contexto, o líder socialista referiu que o processo da co-incineração, que considerou o mais limpo e eficaz no tratamento dos resíduos sólidos perigosos, demorou em Portugal "12 anos até que fosse possível concretizá-lo".

Ainda em relação ao nuclear, o secretário-geral socialista referiu-se ao crescimento das energias renováveis ao longo dos três últimos anos.

Segundo as estimativas do primeiro-ministro, Portugal cresceu na produção de energias renováveis de 500 megawatts para 2500 megawatts, o que, na sua perspectiva, "corresponde a duas centrais nucleares".

Apesar de defender a ponderação de diferentes pontos de vista técnicos e o necessário julgamento social, Sócrates sublinhou depois "ser também indispensável a decisão política".

"No sector da energia é fundamental tomar decisões. Esta é uma área em que Portugal e a Europa têm de reduzir a sua dependência externa", tanto em nome "da autonomia" nacional, como para concretizar os objectivos de competitividade económica.

"Neste últimos três anos, Portugal criou uma dinâmica a favor das energias renováveis e somos já neste sector o quinto país da Europa", sustentou.

"Em 2020, um terço da energia produzida em Portugal terá uma base renovável", disse, adiantando que é possível que nesse ano Portugal "tenha condições para responder de forma eficaz ao aumento da procura" e "deixe de importar electricidade".

Na sua intervenção, o secretário-geral do PS defendeu ainda a aposta nos carros eléctricos como forma de reduzir as importações de petróleo.

Nesse sentido, declarou que o seu Governo tomará medida para que os carros eléctricos se tornem atractivos para os consumidores, quer em termos de preço, quer no que respeita à rede de abastecimento.



Jornal de Negocios

Barragon
October 7th, 2008, 05:44 PM
Beira Baixa já exporta energia limpa

Os parques eólicos da Generg instalados na Beira Baixa produzem energia suficiente para abastecer toda a região e para exportar um valor idêntico ao consumido.

O Grupo Generg está a produzir, na Beira Baixa, energia eléctrica suficiente para abastecer toda a região e para exportar uma quantidade idêntica à consumida para o resto do país. “Essa província é um grande exportador de electricidade. Além de produzir energia suficiente para o seu consumo, exporta um valor idêntico para o resto do país. Ou seja, a Generg abastece toda a Beira Baixa e ainda exporta energia para Portugal”, explica João Bártolo, CEO da Generg (presidente da Comissão Executiva).

Proprietária de vários parques eólicos no Distrito de Castelo Branco, entre os quais o do Pinhal Interior Sul, um dos maiores do País, a Generg está a assinalar 20 anos de vida e viu certificado o seu Sistema de Gestão Ambiental, com a norma ISO 14001. Em declarações ao Reconquista, João Bártolo, faz um balanço positivo dos 20 anos da empresa, e refere que o futuro poderá passar também pela internacionalização do grupo, e por outros investimentos nas beiras, na área das mini hídricas. Ao que tudo indica o dia de aniversário da empresa poderá ser assinalado na Região.

João Bártolo adianta que para a Beira Baixa poderão estar em perspectiva novos investimentos, mas no sector das mini hídricas. “Tem havido contactos com a Câmara de Proença-a-Nova e com outros municípios para podermos trabalhar nessa área. Os contactos com as autarquias têm sido positivos e levam-nos a acreditar que, daquilo que verificámos, algumas centrais possam vir a ser construídas. Ou seja, além dos parques eólicos, também no campo das hídricas possamos marcar a nossa posição”.

O balanço dos 20 anos da empresa é visto por João Bártolo como muito positivo. “Os grandes objectivos que se definiram na nossa carta de princípios foram cumpridos. A Generg estava comprometida com o desenvolvimento das energias renováveis em Portugal e hoje dois por cento da electricidade limpa consumida em Portugal é produzida por nós. Outro dos objectivos a que nos propusemos foi o de sermos uma empresa comprometida com o desenvolvimento regional, o que também foi alcançado, quando levou para as beiras os parques eólicos”.

O CEO da Generg recorda ainda “os benefícios que os proprietários dos terrenos tiveram com a instalação dos nossos parques, o mesmo sucedeu com as autarquias e os concelhos, os quais beneficiam de uma determinada percentagem em função da produção”.

Outro dos objectivos alcançados foi o de contribuir para o desenvolvimento de uma indústria ligada às energias renováveis. “A Generg conseguiu, com o sucesso das Eólicas de Portugal, em que participamos com 20 por cento, dar um forte contributo. As fábricas de equipamentos e máquinas vão ser ou estão construídas e vamos começar a exportar equipamento de ponta na área da energia eólica”.

João Bártolo explica que os primeiros 10 anos foram dedicados à energia hídrica e que os segundos foram para a eólica. “Ao longo destes anos interiorizámos competências próprias. Por isso temos capacidade para nos internacionalizarmos. Este ano é de reflexão estratégica. Estamos a conduzir um estudo, com a participação do Boston Consulting Group, para no final do ano decidirmos se faremos a internacionalização”. Em Portugal, a aposta imediata é na construção do segundo maior parque solar fotovoltaico, em Ferreira do Alentejo, e estamos a regressar às hídricas”.

Certificação é importante

No ano em que assinala o 20.º aniversário, o Grupo Generg viu certificado o Sistema de Gestão Ambiental da GENERG, de acordo com a norma ISO 14001. O trabalho de certificação do Sistema de Gestão Ambiental da GENERG foi conduzido pela Lloyds Register Quality Assurance Limited. “Esta certificação é motivo de orgulho para nós, uma vez que reflecte o esforço, dedicação e o grande envolvimento de todos os trabalhadores da empresa na adopção das boas práticas exigidas por um Sistema de Gestão Ambiental comprometido com os valores da Sustentabilidade Ambiental. Este é um processo contínuo que nos responsabiliza, cada vez mais, à medida que novos desafios se vão colocando à empresa”, diz.

João Bártolo explica que “a obtenção do certificado foi um objectivo perseguido pela Generg nos últimos dois anos. Todas as empresas com compromissos firmes com o meio ambiente têm esta certificação como objectivo. A sua obtenção foi uma das formas de assinalar os 20 anos da Generg”. Aquele responsável esclarece que “não foi difícil implementar os processos que conduziram à certificação. A própria carta de princípios da Generg, elaborada há muitos anos, estabelece que uma das preocupações está relacionada com o meio ambiente. Por isso, a cultura da empresa já era esta e a colaboração dos funcionários foi total”.

SIC Online

Arpels
October 7th, 2008, 06:00 PM
o Magalhães está a ter sucesso mesmo :) bem a Baira Baixa autosuficiente em alternativas :uh: fantástico...

NewTomorrow
October 10th, 2008, 07:52 AM
Projecto-piloto para exploração de energia das ondas atribuído à REN
O Governo aprovou hoje, em Conselho de Ministros, a atribuição da concessão de uma zona piloto para a produção de energia eléctrica a partir da energia das ondas do mar a uma sociedade a constituir pela REN-Redes Energéticas Nacionais.



O Decreto-Lei em questão ratifica as bases de concessão para a exploração da zona piloto para a produção de energia eléctrica a partir da energia das ondas, e fixa o regime jurídico a que se encontra sujeita a sociedade concessionária, mais precisamente a REN, enquanto gestora da sua exploração.

O Executivo de José Sócrates acrescenta, em comunicado, que com esta decisão pretende contribuir para a produção e aproveitamento de energias renováveis, integrando-se, por isso, no âmbito da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável e na Estratégia Nacional para a Energia. O mesmo documento refere que esta medida pretende também incentivar a investigação científica e o desenvolvimento tecnológico.

"Os propósitos desta área colocarão Portugal na vanguarda da tecnologia neste domínio", disse o secretário de Estado da Indústria e da Inovação, António Castro Guerra, citado pela Reuters, em declarações aos jornalistas, sublinhando que este "é mais um projecto que associa a ideia de produção de energia e de inovação tecnológica."

O Governo nota que, desta forma, "estão criadas condições acrescidas para o desenvolvimento de um cluster de produção de energia com elevado potencial competitivo", que deverá envolver os centros de excelência do país, tal como refere o comunicado em questão.





Diario Economico

NewTomorrow
October 14th, 2008, 08:13 AM
Automóveis eléctricos dedutíveis no IRS


http://www.autohoje.com/images/stories/noticias2/14102008_prius_368.jpg
A compra de automóveis eléctricos vai passar a ser dedutível no IRS a partir de 2009. A proposta está no próximo Orçamento de Estado e vai ser entregue, ainda hoje, ao Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos. Na lei actual esta dedução não existe e surge como mais uma medida de incentivo à compra de automóveis não poluentes.

Segundo o Jornal Público na despesa com a aquisição de veículos determina-se que são «dedutíveis à colecta desde que não susceptíveis de serem considerados custos na categoria B, 30 por cento, com o limite de 796 Euros das importâncias despendidas com a aquisição de veículos sujeitos a matrícula, exclusivamente, eléctricos ou movidos a energias renováveis não combustíveis».

O mesmo jornal faz ainda referência aos incentivos fiscais ao abate de automóveis velhos na compra de um novo e que, apenas, se irão manter na aquisição de um veículo que emita menos de 120g/Km de emissões CO2.

Uma proposta que também irá ser apresentada hoje, no Parlamento, e só depois de legislado é que entrará em vigor em 2009.


autohoje

NewTomorrow
October 16th, 2008, 09:15 AM
James Howard Kunstler
O mundo deve-se preparar para a desilusão das energias alternativas
James Howard Kunstler, autor do livro "O Fim do Petróleo", defende que o mundo industrializado assente na energia barata tem os dias contados. Para este norte-americano, o mundo vai mudar radicalmente e a agricultura assumirá, de novo, um papel central.

http://www.jornaldenegocios.pt/images/2008_10/kunstler_pq.jpg



James Howard Kunstler, autor do livro "O Fim do Petróleo", defende que o mundo industrializado assente na energia barata tem os dias contados. Para este norte-americano, o mundo vai mudar radicalmente e a agricultura assumirá, de novo, um papel central.

Em entrevista concedida ao Negócios, através de "e-mail", Kunstler è peremptório: "Se já não podemos transformar o petróleo em trigo, é melhor que encontremos outras formas de colocar o pão em cima da mesa. O fim da petro-agricultura é um dos factos cruciais dos anos que aí vêm".

James Howard Kunstler vai estar amanhã em Lisboa para realizar uma conferência, organizada pela Associação Comercial de Lisboa e a Unimagem, onde abordará o tema "Os Desafios da Energia no século XXI".



Jornal de Negocios

[Smeagol]
October 17th, 2008, 06:57 PM
Projectos de energias renováveis quase garantem duplicação da produção de electricidade em 2020

Portugal tem praticamente cumprido o objectivo de duplicar a capacidade de produção de electricidade em 2020, dos 14 mil megawatts (MW) para os 28 mil.

Ana Baptista

De acordo com declarações do ministro da Economia, Manuel Pinho, que ontem encerrou a conferência “O Fim do Petróleo – O desafio do século XXI”, os projectos lançados pelo Governo na área das barragens, eólicas e centrais de ciclo combinado, "asseguram 12 mil megawatts dos 14 mil” que Portugal necessita para duplicar a capacidade de produção em 2020. Manuel Pinho afirmou ainda que estes três projectos permitem cumprir o objectivo de, naquela mesma data, ter 60% da energia com base em fontes renováveis.

No que respeita aos projectos, Portugal tem em construção oito centrais de ciclo combinado, das quais “três ou quatro poderão entrar em operação entre 2009 e 2010”, referiu o ministro. É o caso dos projectos da Endesa e da EDP, sendo que só a eléctrica portuguesa garante a produção de três mil MW. Lançou ainda dez concursos para concessão e construção de barragens, alguns já em curso, e pretende ter, em 2020, uma produção de electricidade através da energia eólica de 8.000 MW. Actualmente, a energia eólica produz dois mil MW de electricidade em Portugal.

"O desafio da energia e do ambiente é muito difícil, mas os resultados que conseguimos em quatro anos é muito motivante e é um passo de gigante", afirmou, acrescentando ainda que a duplicação da produção da electricidade permitirá a Portugal deixar de importar energia de Espanha, responder ao aumento da procura e ao crescimento da economia e, em simultâneo, desmantelar as centrais mais poluentes ou seja, as que emitem mais carbono.

Barragon
November 1st, 2008, 03:38 PM
Central de Biomassa em Constância está aprovada

Autarquia de Constância aprovou esta semana o licenciamento de uma Central Termoeléctrica a Biomassa Florestal

A Câmara Municipal de Constância aprovou esta semana o licenciamento da Central Termoeléctrica a Biomassa Florestal, nas instalações da Celulose do Caima, um investimento de 34 milhões de euros, com entrada em exploração comercial prevista para Agosto de 2009, noticia a agência Lusa.

A Central, que terá uma potência instalada de 14,7 MVA, injectando na rede eléctrica nacional 80 GWh de energia por ano (equivalente ao consumo de uma cidade média como Leiria), é um projecto da EDP Produção Bioeléctrica, empresa detida pelos grupos EDP e Caima.

De acordo com o projecto aprovado pela autarquia, a Central consumirá anualmente 160.000 toneladas de biomassa, existindo na sua área de influência «uma quantidade regular de biomassa de origem agro-industrial, equivalente a cerca de 15 por cento das suas necessidades».

A empresa lembra que o Grupo Altri, no qual a Caima se insere, «possui cerca de 30 por cento da área total de floresta na zona de influência da Central».

O projecto realça que, ao valorizar os resíduos florestais, a Central contribuirá para a redução do risco de incêndios florestais e que as 160.000 toneladas de biomassa consumidas por ano «representam cerca de 4 milhões de euros canalizados para as empresas do sector silvícola e florestal da região».

Aponta ainda como impactos positivos, a promoção da criação de postos de trabalho indirectos na área florestal e o contributo para a diminuição de emissões de CO2 «em cerca de 60.000 toneladas por ano».

PT Diário

Andre_Filipe
November 3rd, 2008, 01:57 AM
Excelente noticia :)

NewTomorrow
November 3rd, 2008, 09:09 AM
Central de Biomassa em Constância está aprovada

Autarquia de Constância aprovou esta semana o licenciamento de uma Central Termoeléctrica a Biomassa Florestal

A Câmara Municipal de Constância aprovou esta semana o licenciamento da Central Termoeléctrica a Biomassa Florestal, nas instalações da Celulose do Caima, um investimento de 34 milhões de euros, com entrada em exploração comercial prevista para Agosto de 2009, noticia a agência Lusa.

A Central, que terá uma potência instalada de 14,7 MVA, injectando na rede eléctrica nacional 80 GWh de energia por ano (equivalente ao consumo de uma cidade média como Leiria), é um projecto da EDP Produção Bioeléctrica, empresa detida pelos grupos EDP e Caima.

De acordo com o projecto aprovado pela autarquia, a Central consumirá anualmente 160.000 toneladas de biomassa, existindo na sua área de influência «uma quantidade regular de biomassa de origem agro-industrial, equivalente a cerca de 15 por cento das suas necessidades».

A empresa lembra que o Grupo Altri, no qual a Caima se insere, «possui cerca de 30 por cento da área total de floresta na zona de influência da Central».

O projecto realça que, ao valorizar os resíduos florestais, a Central contribuirá para a redução do risco de incêndios florestais e que as 160.000 toneladas de biomassa consumidas por ano «representam cerca de 4 milhões de euros canalizados para as empresas do sector silvícola e florestal da região».

Aponta ainda como impactos positivos, a promoção da criação de postos de trabalho indirectos na área florestal e o contributo para a diminuição de emissões de CO2 «em cerca de 60.000 toneladas por ano».

PT Diário

deveriam abrir centrais dessas em todas as zonas de Florestas de Portugal , era uma maneira das florestas estarem limpas e haver menos fogos .
A uns messes atras li que vão fazer uma no meu concelho o que é muito bom porque a mancha verde é bastante intensa aqui

NewTomorrow
November 3rd, 2008, 10:06 AM
Renováveis ainda a pouco gás
Projectos previstos para os próximos anos poderão inverter a situação
Data: 03-11-2008

http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/031108/dn0401020501.jpg

(Em 2007, a percentagem de electricidade produzida na Madeira a partir da energia eólica e da energia hídrica ficou-se pelos 8,2%. Uma quebra de 5,5 relativamente ao ano anterior)

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), referentes a 2006, a produção electricidade a partir de fontes renováveis foi de 13,7% face ao total da produção. Uma percentagem que fica aquém dos 29,5% que constituem a média nacional, dos 30% ao nível do continente e até dos 16,7% da Região Autónoma dos Açores. Contudo, de acordo com o presidente do conselho de administração da Empresa de Electricidade da Madeira (EEM), Rui Rebelo, dos dados do INE não consta a produção de energia a partir dos resíduos sólidos, o que elevaria a percentagem, em 2006, para 18,0% e, em 2007, ano em que, observando a informação disponibilizada online pela Direcção Regional de Estatística (DRE), a produção energia a partir de fontes 'limpas', eólica e hídrica, foi de 8,2%: 12,4% se juntarmos, segundo Rui Rebelo o contributo dos resíduos sólidos.

Ainda assim, ao contrário da média nacional, tratam-se de percentagens ainda distantes da meta da União Europeia (UE) para 2010, segundo a qual 21% da electricidade produzida deve ter origem em fontes renováveis.

Numa simples visualização do gráfico da DRE, relativo à produção de electricidade entre os anos de 1982 e 2007 (ver infográfico), é notória a pouca expressão das energias renováveis, no total da produção, oscilando entre subidas e descidas, no caso da hídrica, ou praticamente estagnada, no caso da eólica. Em relação a esta última, o ano 2004 constituiu uma excepção, tendo sido o melhor em termos produtivos.

"As regiões Autónomas da Madeira e dos Açores, bem como todas as ilhas de pequena dimensão, têm sistemas eléctricos isolados, isto é, sem capacidade de interligação com os principais centros de produção e de consumo, o que condiciona de forma excepcional a penetração de energias renováveis", explica o presidente do conselho de administração da EEM.

Também a directora regional do Comércio, Indústria e Energia (DRCIE), Isabel Rodrigues, sustenta que "o crescimento das energias renováveis não tem o mesmo impacto na Região como no continente", visto existir na Madeira "uma rede eléctrica isolada e finita", o que limita a "sua implementação".

Tendo em conta esta dificuldade, Isabel Rodrigues sublinha que "a introdução de energias renováveis terá que salvaguardar a qualidade na prestação do serviço, pelo que a sua introdução na rede eléctrica terá que ser efectuada de forma sustentada, de modo a não criar constrangimentos no fornecimento de energia à generalidade da população". Rui Rebelo acrescenta que na razão de tais constrangimentos está a pouca fiabilidade de "um sistema eléctrico com base em energias intermitentes dependentes da ocorrência de determinadas condições atmosféricas", como a chuva, o vento ou sol. Além disso, refere, os "investimentos nas energias renováveis mais comuns", hídrica e eólica, implicam "sobrecustos muito elevados, que decorrem da necessidade de, paralelamente a esses investimentos, ser necessário criar capacidade de produção idêntica em centrais térmicas para assegurar a fiabilidade do sistema".

No que diz respeito à energia eólica, há também que considerar, segundo Isabel Rodrigues, "que nem todo o local é propício para a sua implementação". Por isso torna-se imprescindível "efectuar estudos do comportamento do vento para garantir uma produção vantajosa". Outro aspecto referido pela directora regional é o "impacto visual na paisagem".

Já no que se refere à energia hídrica, a produção está igualmente limitada às condições atmosféricas, nomeadamente à pluviosidade. Rui Rebelo refere que 2007 foi um dos "piores anos hidrológicos de sempre", o "influenciou negativamente a percentagem de penetração de energia renovável". Se tivesse sido "um ano hidrológico médio, a penetração de energias renováveis teria ascendido pelo menos a 16,0%".

Cada região deve ser vista como um "caso específico"

Por outro lado, o presidente do conselho de administração da EEM chama a atenção para o facto de "cada região isolada" ser "um caso específico": "Se pensarmos em Cabo Verde verificamos que não chove e a penetração de energias renováveis é muito baixa, se olharmos para os Açores, chove mais do que na Madeira, mas a fonte renovável que predomina é a geotermia, que possibilita aproveitamentos renováveis permanentes, que não estão dependentes das condições atmosféricas." Aponta por isso a dificuldade na comparação "de uma pequena rede isolada, com uma não isolada, com interligações europeias e grande consumo" ou de "regiões que se podem socorrer de fontes renováveis, como seja a geotermia ou a água, com regiões que não têm acesso a essas fontes de energia".

Num presente pouco favorável em termos de alternativas energéticas, a Madeira coloca o olhar no futuro, pretendendo dar um passo de gigante para cumprir a meta definida pela UE para 2020. Para tal, terá de garantir que 20% da energia provenha de fontes renováveis, como a solar, a eólica, a hídrica e a biomassa e, ao mesmo tempo, aumentar a eficiência energética em 20% e reduzir em 20% das emissões de gases com efeito de estufa, relativamente aos valores de 1990. Rui Rebelo adianta que "essa redução pode ser de 30%, desde que outros países desenvolvidos se comprometam a atingir reduções comparáveis".

Na vertente hídrica, explicou, "a diminuição dos recursos verificada nos últimos anos, associada ao facto de se encontrar esgotada a capacidade de realizar novos aproveitamentos hidroeléctricos a fio de água", levou a que fosse pensada uma "nova filosofia de exploração". Com base nesta nova perspectiva, as centrais hidroeléctricas existentes, com funcionamento marcadamente de Inverno, passarão a ser exploradas durante todo o ano, independentemente da ocorrência de pluviosidade, através da retenção, acumulação e bombagem de água". Essa bombagem de água é garantida durante os períodos de vazio permitindo também uma maior penetração de energia eólica que de outro modo não seria aproveitada nesses períodos.

É neste contexto que se inserem a remodelação do Sistema Hidroeléctrico dos Socorridos, inaugurado em 2007, que passou a disponibilizar diariamente 24 MW de potência e que permitirá aumentar a potência instalada eólica em 27,5 MW, dos quais 15 MW ficarão concluídos ainda em 2008; a ampliação do Sistema Hidroeléctrico da Calheta, programado para 2008-2012, actualmente em adjudicação, que passará a usufruir de dois grupos hidroeléctricos de 15 MW cada, alimentados por uma barragem de 1.000.000 de m3 de acumulação e de uma estação elevatória de 15 MW, e que permitirá acomodar cerca de 25 MW de potência eólica adicional; a remodelação do Sistema Hidroeléctrico da Serra de Água, ainda em estudo e programado para 2013-2017, que prevê a instalação de um novo grupo hidroeléctrico com potência da ordem dos 15 MW e o reforço da potência instalada eólica em cerca de 10 MW.

Segundo Rui Rebelo e conforme consta do Plano de Política Energética da RAM e do Plano de Acção, estas três intervenções, no âmbito do binómio hídrico/eólico, vão permitir um incremento das energias renováveis na ordem dos 27% em 2017. Em 2010, a EEM espera já "atingir uma contribuição de renováveis de 21,5% do total da energia emitida na Região". Paralelamente, será introduzido o gás natural, uma medida que, de acordo com o presidente do conselho de administração da EEM, vem contribuir igualmente para a "protecção do ambiente e para o combate aos efeitos das alterações climáticas, nomeadamente no que tange à redução de emissões de CO2".

Para o Porto Santo, são dois os principais investimentos. O projecto piloto relativo a uma plataforma tecnológica na área dos dispositivos para armazenamento de energia (pilha de hidrogénio) e o biocombustível marinho. A implementação do projecto que tem em vista a produção de energia a partir de matéria orgânica ou biomassa, neste caso as micro algas, irá permitir, segundo Rui Rebelo, "a substituição gradual do combustível de origem fóssil, actualmente utilizado, por uma fonte renovável". Com conclusão prevista para 2010, a entrada em funcionamento da estação levará a que seja "invertida totalmente a actual dependência do petróleo em favor de uma notável penetração de energia renovável de 97,5% em 2016".

Microprodução dependente da quota nacional Até à 5.ª fase de registos do projecto 'Renováveis na Hora', estavam inscritas 33 unidades da Madeira, entre as 3.312 unidades ao nível nacional. Isto no regime bonificado. Já no regime geral, das 27 unidades registadas, duas são da Madeira. Até ao momento, não há qualquer registo para os Açores.

Os dados da 6.ª fase foram também já divulgados, mas desta vez são apresentados na totalidade do país: 4.120 no regime bonificado e 38 no regime geral.

O projecto 'Renováveis na Hora', já alvo de um trabalho pelo DIÁRIO, tem por objectivo proporcionar a produção de electricidade por todas as entidades que disponham de um contrato de compra e venda de electricidade em baixa tensão, o que inclui o consumidor doméstico. Contudo, os registos obedecem a uma quota nacional, o que dificulta a inscrição. Uma das sugestões colocadas pelas empresas que trabalham nesta área é a da criação de uma quota regional. No entanto, a directora do Comércio, Indústria e Energia afirma que no que respeita à microprodução, "estaremos sempre dependentes da potência disponibilizada a nível nacional". "Este aspecto prende-se com o facto de o tarifário para este regime especial ser definido exclusivamente pela ERSE, como Entidade Reguladora do Sector Energético a nível do nosso país", explicou Isabel Rodrigues.


DNoticias Madeira

pauloluso
November 5th, 2008, 02:05 AM
Por acaso, na minha opinião, esses mini-mercados deveriam ser melhor explorados há muito tempo.
A _Madeira e os Açores já deveriam ter energia produzida a 100 % em renovaveis.
Não era muito complicado alcançar este objectivo a curto prazo.

NewTomorrow
November 5th, 2008, 02:38 AM
Por acaso, na minha opinião, esses mini-mercados deveriam ser melhor explorados há muito tempo.
A _Madeira e os Açores já deveriam ter energia produzida a 100 % em renovaveis.
Não era muito complicado alcançar este objectivo a curto prazo.


não leste como é dificil chegar a esses nº

A contribuição em energia atraves de eolicas vai dar um grande salto, estão a instalar 37 novas torres eolicas

pauloluso
November 5th, 2008, 03:03 AM
não leste como é dificil chegar a esses nº

A contribuição em energia atraves de eolicas vai dar um grande salto, estão a instalar 37 novas torres eolicas

Sim, mas acho que existe mais soluções inexploradas. E a energia produzida pelo calor da terra dos vulcões (geotermia)? Só me lembro de um exemplo nos Açores na ilha de são miguel.Poderia ser melhor explorada.
A produção de energia de matéria orgânica ou biomassa como citado no artigo, poderia ser uma grande aposta. (com tantas vaquinhas a produzir, não se poderia recuperar essa energia?:nuts:)Aqui já estou um pouco a inventar, embora tenha a ideia de já ter ouvido falar de algum projecto piloto.:lol:
E a energia das ondas do Mar como aquele projecto recente no continente?
Acho que a diversidade de produções poderia ajudar a subir esta fatia de energia produzida por renovaveis para uma porcentagem aceitavel, apostando em varias soluções em "micro-mercados" de produção.

NewTomorrow
November 5th, 2008, 03:13 AM
Sim, mas acho que existe mais soluções inexploradas. E a energia produzida pelo calor da terra dos vulcões (geotermia)? Só me lembro de um exemplo nos Açores na ilha de são miguel.Poderia ser melhor explorada.
A produção de energia de matéria orgânica ou biomassa como citado no artigo, poderia ser uma grande aposta. (com tantas vaquinhas a produzir, não se poderia recuperar essa energia?:nuts:)Aqui já estou um pouco a inventar, embora tenha a ideia de já ter ouvido falar de algum projecto piloto.:lol:
E a energia das ondas do Mar como aquele projecto recente no continente?
Acho que a diversidade de produções poderia ajudar a subir esta fatia de energia produzida por renovaveis para uma porcentagem aceitavel, apostando em varias soluções em "micro-mercados" de produção.

aqui na Madeira não a como nos Açores calor a sair da terra , Geotermica esta fora de questão
A projectos para centrais de Biomassa vão fazer aqui com lixos florestais, aqui não a tanta Vaca como pensas
Aproveitamento das Ondas do Mar como aquele projecto do Norte é muito caro e a madeira não tem dinheiro para isso

pauloluso
November 7th, 2008, 02:28 AM
aqui na Madeira não a como nos Açores calor a sair da terra , Geotermica esta fora de questão
A projectos para centrais de Biomassa vão fazer aqui com lixos florestais, aqui não a tanta Vaca como pensas
Aproveitamento das Ondas do Mar como aquele projecto do Norte é muito caro e a madeira não tem dinheiro para isso

Estou a ver que tenho que ir dar uma voltinha a Madeira para estudar a situação.:nuts:

NewTomorrow
November 7th, 2008, 06:57 AM
Estou a ver que tenho que ir dar uma voltinha a Madeira para estudar a situação.:nuts:


ve esta noticia que coloquei a uns messes


Produção eólica vai triplicar com 27 novos aerogeradores
GRUPO SOUSA INVESTE 4 MILHÕES. ENEREEM E PERFORM VÃO TRIPlICAR A SUA PRODUÇÃO
Data: 01-09-2008


(A EEM quer fornecer 22% das casas da Madeira através de energia eólica, reduzindo 27 mil toneladas de CO2. )

Nos próximos meses a Madeira vai triplicar a sua capacidade instalada de produção de energia a partir do vento. De acordo com as informações recolhidas pelo DIÁRIO, o navio-ferry da Naviera Armas 'Volcan do Tijarafe' deixa hoje no Porto do Funchal duas torres onde serão instalados igual número de aerogeradores. No Porto do Caniçal outras três torres e respectivos aerogeradores serão descarregados de bordo do 'Madeirense 3'.

Sem confirmação oficial, a chegada destes cinco novos aerogeradores integra um vasto programa de investimentos a realizar por três empresas, surgindo como grande novidade a entrada do Grupo Sousa no negócio das energias renováveis.

De acordo com as informações recolhidas, o Grupo Sousa entrou com 70% do capital da empresa Quinta do Lorde - Energias Renováveis Lda, uma participada da Quinta do Lorde SA.

Sousa investe 4 milhões de euros

O projecto destina-se à construção de um parque eólico constituído por três aerogeradores de 850 kW, com uma potência total de 2,55 MW e implica um investimento de 4 milhões de euros.

Segundo os estudos realizados, estes três novos aerogeradores deverão garantir 10 Gwh/ano, o suficiente para abastecer as necessidades de dois concelhos do Norte da ilha, garantindo uma receita total das vendas de energia eléctrica de cerca de 800 mil euros/ano, contribuindo o projecto para a redução das importações de combustíveis petrolíferos utilizados na produção eléctrica (fuelóleo), que corresponde a cerca de 600.000 euros/ano.

Também a 'Perform 3 - Parques Eólicos Lda' tem em curso a instalação de um novo parque eólico de 6 MW, constituído por 4 aerogeradores, a instalar na Fonte do Juncal, no planalto do Paul da Serra. Os aerogeradores escolhidos são Eozen-Vensys 70, cuja potência nominal é de 1.500 kW. De acordo com os estudos de impacto ambiental desenvolvidos, o promotor estima que a produção de energia eléctrica atinja, pelo menos, 13 GWh/ano. Esta produção representa cerca de 1,5% da energia total emitida na ilha da Madeira em 2005 e é suficiente para abastecer os consumos domésticos dos concelhos de São Vicente (5,41 GWh) e Santana (7,67 GWh).

Com a produção prevista, estima-se uma receita total das vendas de energia eléctrica de cerca de 1,1 milhão de euros/ano, sendo as receitas públicas - via fiscal e através de rendas municipais - estimadas em cerca de 160.000 euros/ano.

Para além disso, é ainda de assinalar uma contribuição do projecto para a redução das importações de combustíveis petrolíferos utilizados na produção eléctrica (fuelóleo), que corresponde a cerca de 900.000 euros/ano, a preços de 2007, e para a redução das licenças de emissão de dióxido de carbono (CO2), que equivale a cerca de 220.000 euros/ano.

Recorde-se que a empresa já tinha tornado público o propósito de aumentar entre seis a sete vezes a capacidade de produção do seu parque eólico, com a entrada em funcionamento de oito aerogeradores de 1,5 MW, que deverão garantir uma produção de 32GWh/ano.

O investimento global da 'Perform 3' deverá rondar os 16,6 milhões de euros, 13, 7 dos quais gastos na aquisição dos novos aerogeradores. Três milhões serão usados na instalação e transporte das torres e aerogeradores, que implica o recurso a uma grua cujo transporte para a Madeira vai custar 570 mil euros.

Região compra mais 12

Já a ENEREEM, Energias Renováveis, Lda., empresa participada pela Empresa de Electricidade da Madeira SA (85% do capital), Casa da Luz (7,5%) e pela Agência Regional da Energia e Ambiente da Madeira, com uma quota de 7,5%, tem em marcha um projecto que visa instalar dois novos parques no Paul da Serra. Nesta fase foram encomendados 12 novos aerogeradores, que se destinam-se ao projecto de Pedras (6) e de Loiral, ambos localizados no Paul da Serra.

Estes parques eólicos terão uma produção anual estimada de aproximadamente 38,7 Mwh, o que corresponde à poupança de emissão de 27 mil toneladas de CO2, quando comparada com a electricidade produzida a partir de fuel. A energia produzida garante o abastecimento a cerca de 15.870 habitações da Madeira, representando 22% do número total de habitações na ilha.

CURIOSAS

Está prevista a instalação de cerca de 25 MW no período 2007-2010, o que representa um acréscimo de 290% face à potência actual instalada na Madeira;
A produção expectável alcançará pelo menos 55 GWh/ano, ultrapassando o triplo da emissão de energia eólica na rede, face a 2006;
A Região detém, através da ENEREEM, 41,3% da capacidade eólica total instalada, utilizando para o efeito 6 aerogeradores;
Com esta aposta, a Região poupará cerca de 6 milhões de euros com a importação de fuelóleo, reduzindo em 1,5 milhões de euros a factura que paga pelas licenças de emissão de CO2;
Sabendo-se que a produção de energia a partir do vento representa apenas 2,5% do total da produção regional - em Portugal vale 2,3% - a vinda de 27 novos aerogerados aumentará o peso das eólicas para uns significativos 7,5%;
Considerando um crescimento médio da procura de 3,8% até 2018, os investimentos em energias renováveis permitirão que a Região esteja acima do objectivo de 20%, consagrado, para o ano de 2020, pelo Conselho Europeu;
Durante 2007, em cada hora de electricidade consumida em Portugal 5 minutos tiveram origem em parques eólicos;
Alemanha (23%), Estados Unidos (17%) e Espanha (16%) são os maiores produtores mundiais.


DNoticias Madeira
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Eu já passei nestas zonas e grande parte já esta montada

pauloluso
November 7th, 2008, 11:01 PM
Assim é que é. Investimento para o futuro.^^

Pelha
November 17th, 2008, 02:16 AM
Bosch quer fábrica de painéis solares em Portugal

Governo e AICEP estão em fase de diálogo com o grupo alemão

O grupo alemão Bosch quer instalar em Portugal uma unidade de produção de painéis solares, estando neste momento em fase de negociações com o Governo e a AICEP – organismo liderado por Basílio Horta, que agrega a gestão do investimento directo estrangeiro no País.

A intenção de investimento, confirmada ao Diário Económico por fonte do Ministério da Economia, deverá ascender a vários milhões de euros e prevê a produção industrial de painéis solares - que nesta altura são já construídos nas instalações do grupo em Aveiro, mas apenas em pequena escala.

O ministro da Economia, Manuel Pinho, que esteve esta semana na Bosch de Aveiro para assistir à inauguração do novo centro de desenvolvimento do grupo (num investimento de três milhões de euros), reuniu com o vice-presidente do grupo, Rudolf Colm, e com o presidente da Bosch Termotecnologia, Uwe Glock. Este último disse esperar ver a produção de painéis solares sair das fronteiras da Alemanha e entrar, eventualmente, em Portugal. Mas ninguém mais esteve disponível para falar sobre a matéria, nem mesmo o administrador da Bosch Termotecnologia portuguesa, João Paulo Oliveira.

A intenção de produzir painéis solares já estava nos planos do grupo Bosch há algum tempo como o Diário Económico noticiou há meio ano mas a envergadura do investimento carecia da 'certificação' do mercado. Ora, as energias alternativas têm registado uma procura crescente, pelo que o investimento na área passou a ser estratégico.

No futuro, é possível que o segmento das energias renováveis venha a aumentar o seu peso interno na Bosch. Para já, o grupo tem 61% do seu volume de negócios 46,3 mil milhões de cáros no final de 2007 concentrado no sector automóvel.

Em Portugal, a Bosch atingiu uma facturação de 826 milhões no final do ano passado, dos quais 723 milhões nas exportações.

portugalnews

NewTomorrow
November 21st, 2008, 03:54 AM
Elbil Norge está em negociações oficiais com Governo português
A produção de um carro eléctrico em Portugal pode estar para mais breve do que seria esperado.

Os noruegueses da Elbil Norge estão em negociações finais com o Governo para instalar uma fábrica na região Norte do País, num investimento de 25 milhões de euros, avança o «Jornal de Negócios», que cita o presidente executivo da empresa, Hans H. Kvisle.

O veículo, com a designação comercial de Buddy, está a ser vendido há uma década, a uma proporção de 500 unidades por ano, na Noruega.

Este é o país do Mundo com maior índice de carros eléctricos por habitante. A Elbil Norge decidiu agora dar uma nova escala ao negócio e massificar a produção com uma produção inicial de cinco mil carros por ano, que deverá aumentar para 20 mil unidades, em cinco anos.

É melhor isto do que nada


Elbil Norge Buddy

http://www.evguide.nu/buddyredwblue494x.jpg


A linha de montagem em Oslo

http://www.elbilnorge.no/modules/coppermine/albums/userpics/10000/prodrod1.jpg

http://www.elbilnorge.no/modules/coppermine/albums/userpics/10000/prodgaute.jpg

http://www.tu.no/multimedia/archive/00076/Willy_Wiik2080513144_76345e.jpg

http://www.tu.no/multimedia/archive/00076/Elbil_Norge_00708051_76342e.jpg

Pelha
November 21st, 2008, 05:46 PM
Que coisa feia..

pauloluso
November 21st, 2008, 11:34 PM
Vejam o jornal SEXTA de hoje.
Tem um artigo interessante sobre as energias renovaveis nas paginas 16 e 17.:okay:
www.sexta.pt
Em versão pdf (http://static.publico.clix.pt/sexta/sexta.pdf)

Em versão txt
http://www.abola.pt/sexta/view_art.aspx?modo=text&idtpub=626&idpla=42653&idpubli=42860&idpag=287474&idart=2740455

NewTomorrow
November 22nd, 2008, 05:49 AM
As novas Eolicas do Paul da Serra (Madeira)

http://img.olhares.com/data/big/186/1867529.jpg

_Rick_
November 22nd, 2008, 06:29 AM
Que coisa feia..
Realmente é.

Não percebo a insistência de fazerem os carros eléctricos serem feios. Sério que não percebo.

Se fossem mais atraentes teriam mais sucesso. Até parece auto-sabotagem

pauloluso
November 23rd, 2008, 03:12 AM
Retirado do jornal OJE.

21/11/08, 13:21
OJE/Lusa
O Parque Eólico do Alto Minho, com uma capacidade instalada de 240 megawatts e que significou um investimento de 361 milhões de euros, é inaugurado a 26 de Novembro, informou hoje fonte da VentoMinho.


Segundo a mesma fonte, trata-se do maior parque eólico construído na Europa, constituído por 120 aerogeradores modelo Enercon, estando prevista uma produção anual de 530 gigawatts/hora.

O empreendimento é composto por cinco sub-parques, localizados nos concelhos de Paredes de Coura, Monção, Melgaço e Valença, e uma "forte" infra-estrutura eléctrica de ligação à rede eléctrica nacional.

Conta com uma subestação, com linhas a 60 kilovolts (kV).

Com este parque, pretende-se evitar a produção de 466 mil toneladas de equivalentes CO2 por ano.

A construção do parque foi adjudicada à empresa bracarense Domingos da Silva Teixeira (DST), que em Março de 2007 previa utilizar cerca de 50 quilómetros de valas de cabos, abrir 58 quilómetros de arruamentos e pavimentar 350.000 metros quadrados de arruamentos.

Criada em 1984, em Braga, a DST é uma empresa de construção civil e obras públicas que emprega cerca de 600 trabalhadores.

É a empresa de suporte à área de construção do grupo Energias de Portugal, ao qual foi atribuída a construção de 1000 megawatts de energia eólica

Em 2007, a DST recebeu o prémio de "melhor empresa de construção civil e obras públicas para trabalhar em Portugal", atribuído pelo Great Place to Work Institute Portugal.

Barragon
November 23rd, 2008, 03:41 AM
:applause:

NewTomorrow
November 23rd, 2008, 08:51 AM
Governo e Renault-Nissan assinam acordo
22 Novembro 2008 17:00

http://www.autohoje.com/images/stories/bizarras/23112008_nissan_500.jpg
http://www.autohoje.com/images/stories/bizarras/23112008_nissan_501.jpg

O Governo português e a Renault-Nissan assinaram, hoje, o acordo «Zero Emission Mobility», o qual prevê a criação de uma rede de abastecimento de veículos eléctricos em Portugal. A cerimónia contou com as presenças do Primeiro-Ministro, do Ministro da Economia e do administrador e vice-presidente da Nissan, Carlos Tavares, entre outros responsáveis. Portugal é o primeiro país europeu onde serão introduzidos os modelos de veículos eléctricos da aliança Renault-Nissan.

Em 2010, o nosso país terá 320 locais de abastecimento para veículos eléctricos e, em 2011, este número deverá ascender aos 1300.

Por esta ocasião, José Sócrates anunciou que quem comprar um veículo eléctrico usufruirá de incentivos, tais como benefícios de IRS, até 800 euros, e isenções fiscais para empresas. O Primeiro-Ministro fez ainda saber que pretende que 20% da frota automóvel do Governo tenha emissões zero, dentro de três anos.

NewTomorrow
November 23rd, 2008, 09:06 AM
Em Israel onde a RenaultNissan tem um acordo semelhante eles estão a testar o Megane sedan
Se tudo correr bem começam a vender em 2010

http://www.evworld.com/images/pbp_renaultEV_wind.jpg
http://assets.nydailynews.com/img/2008/05/12/alg_engine.jpg

sybrenp
November 23rd, 2008, 05:43 PM
Ai meu deus...
Nao tenho nada contra vehiculos electricos, mas podiam fazer ao menos uns qua nao sao tao felhos! Que horror! Coitado do nosso primeiro ministro... :(

NewTomorrow
November 25th, 2008, 05:33 AM
O Novo Toyota Prius

http://i37.tinypic.com/2vn5ngy.jpg

o video

2njVnpjYL8Y


Para quem achava que o Insight tinha morrido


Novo Honda Insight

http://jalopnik.com/assets/images/jalopnik/2008/09/2010-Honda-Insight.jpg

As novas propostas hibridas da Honda para 2010
http://jalopnik.com/assets/images/gallery/12/2008/09/medium_2828083074_a8827d6c8d_o.jpg

traveler
November 26th, 2008, 01:04 AM
Esta quarta-feira
Ventominho inaugura maior parque eólico da Europa
2008/11/25 20:50Redacção / RPVAAAA
Investimento acima dos 361 milhões de euros
A VentoMinho, Energias Renováveis, inaugura esta quarta-feira o maior parque eólico da Europa, em Monção. O investimento ultrapassou os 361 milhões de euros.

O novo parque eólico vai contar com 120 aerogeradores e tem uma capacidade instalada de 240 megawatts.

Está prevista uma produção anual de 530 gigawatts por hora.

A cerimónia de inauguração vai contar com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates, e do ministro da Economia, Manuel Pinho.

Na cerimónia será também assinado o segundo protocolo entre a Comédias do Minho-Associação para a Promoção de Actividades Culturais do Vale do Minho e a EEVM-Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho, para o triénio 2009/11, o qual estabelece a continuidade da cooperação para a dinamização dos valores culturais no Vale do Minho.

Arpels
November 26th, 2008, 11:02 PM
quarta-feira, 26 de Novembro de 2008 | 11:36

Diário Digital

O concelho de Monção inaugura, esta quarta-feira, o maior parque eólico da Europa, que, com os seus 120 aerogeradores, torna o Alto Minho, uma região exportadora de energia.
Segundo a SIC Notícias, o complexo, que representa um investimento de 360 milhões de euros e que vem aumentar a capacidade instalada na região para um total de 290 megawatts, é constituído por cinco parques, espalhados pelos concelhos de Paredes de Coura, Melgaço, Valença e Monção. Todos juntos com uma capacidade de 240 megawatts.

Recorde-se que, na região, funciona já um parque eólico nos concelhos de Caminha e Vila Nova de Cerveira, com 24 aerogeradores e uma capacidade instalada de 48 megawatts.

Em declarações à Agência, o presidente da VentoMinho, Nuno Ribeiro Silva, explicou que a energia eólica produzida na região será equivalente ao consumo de 300 mil lares, permitindo poupar cerca de 500 mil toneladas por ano em emissões de CO2 para a atmosfera.

A aposta passa agora pela exportação de energia dado que a produção anual estimada destes parques - 650 gigawatts/hora - supera o consumo nacional.

NewTomorrow
November 27th, 2008, 08:18 AM
Mitsubishi

Tramagal

2009/10?

Mitsubishi Fuso Canter Eco Hybrid

Em epoca de crise a Mitsubishi investe 20 milhões de Euros para Produzir o Canter Eco Hybrid na fabrica do Tramagal

http://www.e-transport.ro/_files/newscustom/Mitsubishi%20Fuso%20Canter%20Eco%20Hybrid.jpg

http://www.primidi.com/images/canter_truck_main_components.jpg

http://www.primidi.com/images/canter_truck_operating_modes.jpg

NewTomorrow
November 29th, 2008, 09:26 AM
Madeira conta com 2400 a 2700 horas de sol por ano, média superior à europeia
Região vai produzir mais energia solar

http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/14_110392.jpg

Por enquanto, a Madeira não está a aproveitar o forte potencial que possui na produção de energia solar. Mas, segundo Carlos Magro, do LREC, estão em estudo formas de aproveitamento, para além dos parques solares fotovoltaicos. É que, a Região pode ser microprodutora de energia solar, a ser injectada na rede regional de energia, disse o técnico no seminário sobre o 25º aniversário da estação fotovoltaica da Selvagem Grande, a primeira do país.


Por ano, a Região Autónoma da Madeira é tem entre 2400 a 2700 horas de exposição solar, um valor significativo e muito superior à média europeia, onde há regiões aquecidas por 1100 horas solares/ano e que têm investido significativamente na energia solar.
Tendo o arquipélago madeirense um forte potencial para o investimento na captação de energia solar, a Região está a analisar a possibilidade da microprodução de energia solar injectada na rede regional, divulgou Carlos Magro, do Laboratório de Engenharia Civil (LREC), momentos antes ao início do Seminário sobre 25 anos de energia fotovoltaica na Região, no qual apresentou o Atlas da Radiação Solar do Arquipélago da Madeira, um trabalho realizado pelo LREC e pela Universidade de Vigo.
«Está em marcha a possibilidade podermos ser produtores de electricidade através da microprodução. Estou convencido que esta será uma solução para todos nós, em sermos microprodutores, porque todos daremos mais valor à energia, vamos poupar mais», adiantou.
O especialista considerou ainda que, face à crise mundial em temos de energias e de economias, o mercado solar deverá «avançar a sério». Para a Madeira, há ainda a possibilidade de surgirem mais parques solares fotovoltaicos. Estando em projecto um parque para o Porto Santo, o engenheiro civil considerou que a Madeira tem zonas «espectaculares» para a construção deste tipo de infra-estruturas, nomeadamente no Caniçal e Ponta do Pargo.
De referir que a sessão de abertura do Seminário contou com a presença do secretário regional do Equipamento Social, que não quis deixar passar em branco o facto de se estar a celebrar o 25º aniversário da abertura da primeira instalação fotovoltaica em Portugal, na Selvagem Grande, em 1983.
Santos Costa salientou que a política energética regional tem dado, ao longo dos anos, um grande destaque ao incremento das energias renováveis. «Atingir esse propósito significará para a Região não só reduzir a dependência do exterior e o seu impacto na economia, mas também valorizar os recursos energéticos regionais, criar valor acrescentado e emprego, favorecendo o acesso a bens de conforto com melhores custos e promovendo a produção de energia ambientalmente mais vantajosa”.
Entretanto, na passada quinta-feira, seria inaugurada a estação fotovoltaica do Parque Ecológico do Funchal, uma cerimónia cancelada devido às condições climatéricas. De qualquer modo, a infra-estrutura da Casa do Burro está já em funcionamento e, segundo Santos Costa, “insere-se no enquadramento estratégico regional de desenvolver o projecto de produção de energia com recurso a fontes energéticas alternativas não poluentes, utilizadoras de energias endógenas como a energia solar”.



Jornal da Madeira

lpmeireles
December 3rd, 2008, 11:31 PM
desculpa-me la mas creio que dizer que o parque do alto do Minho (constituído por vários sub-parques) é o maior da Europa é algo que somente serve para fazer "campanha" !!
se procurarem bem vão encontrar vários parques na Europa maiores que este:

- LaMuela em Espanha por exemplo só da Gamesa tem algo como 700 aerogeradores e da Vestas cerca de 300,

- Thanet no UK (em construção) é um parque offshore com 100 aerogeradores de 3 Mw que faz com que tenha 300Mw de potencia instalada

-Whitlee na Escócia tem 140 aerogeradores num total de 322 Mw (http://www.kimpton.ltd.uk/casestudies/whitlee-windfarm/)

- CEZ Group tem em construção um parque na republica checa com 600 MW a ser concluído em 2010
( http://www.greentechnolog.com/2008/10/europes_largest_onshore_windfarm.html )

por isso meus senhores chega de dizer disparates, alto Minho e certamente um dos maiores parques eólico da Europa (se formos para os EUA deixa de ser) mas não é sem duvida o maior pois mesmo antes de ter começado a ser construído já havia na Escócia Whitlee e LaMuela em Espanha e em breve começaram a ser finalizados os projectos megalómanos em Offshore no norte da Europa.
já agora alto do Minho é constituído por mais de um Sub-parque ao contrario de outros atrás referidos

Arpels
December 4th, 2008, 12:43 AM
desculpa-me la mas creio que dizer que o parque do alto do Minho (constituído por vários sub-parques) é o maior da Europa é algo que somente serve para fazer "campanha" !!
se procurarem bem vão encontrar vários parques na Europa maiores que este:

- LaMuela em Espanha por exemplo só da Gamesa tem algo como 700 aerogeradores e da Vestas cerca de 300,

- Thanet no UK (em construção) é um parque offshore com 100 aerogeradores de 3 Mw que faz com que tenha 300Mw de potencia instalada

-Whitlee na Escócia tem 140 aerogeradores num total de 322 Mw (http://www.kimpton.ltd.uk/casestudies/whitlee-windfarm/)

- CEZ Group tem em construção um parque na republica checa com 600 MW a ser concluído em 2010
( http://www.greentechnolog.com/2008/10/europes_largest_onshore_windfarm.html )

por isso meus senhores chega de dizer disparates, alto Minho e certamente um dos maiores parques eólico da Europa (se formos para os EUA deixa de ser) mas não é sem duvida o maior pois mesmo antes de ter começado a ser construído já havia na Escócia Whitlee e LaMuela em Espanha e em breve começaram a ser finalizados os projectos megalómanos em Offshore no norte da Europa.
já agora alto do Minho é constituído por mais de um Sub-parque ao contrario de outros atrás referidos



apenas copiei a noticia :dunno:

NewTomorrow
December 4th, 2008, 09:58 AM
Honda revela imagem do Insight
03 Dezembro 2008 17:07
http://www.autohoje.com/images/stories/noticias2/03122008_Insight_hybrid_500.jpg



A Honda revelou a primeira imagem do seu novo híbrido: o Honda Insight. A estreia deste modelo está agendada para o Salão de Detroit, em Janeiro de 2009 e começa a ser comercializado na próxima Primavera.

A Honda anunciou que tem previsões de atingir vendas anuais globais na ordem das 200.000 unidades. A marca japonesa avançou ainda com um novo sistema de auxílio ao condutor, para aumentar a economia de combustível (Sistema Ecológico de Assistência à Condução). Esta nova tecnologia informa o condutor quanto à forma de conduzir, para ajudar na redução do consumo de combustível e das emissões de dióxido de carbono.

NewTomorrow
December 15th, 2008, 08:55 AM
Portugal já o 3.º país europeu nas renováveis




Portugal é já o terceiro país europeu na produção de energia a partir de fontes renováveis, com destaque para a hídrica e para a eólica.

De acordo com os últimos dados da Direcção Geral de Energia e Geologia agora divulgados, à frente de Portugal posicionam-se apenas a Áustria e a Suécia (ver gráfico). Estes dados, porém, reportam a 2006, altura em que do total da energia consumida em Portugal pouco mais de 30% tinha origem em fontes renováveis.



Apesar de ainda não existirem dados comparativos mais recentes, a verdade é que entretanto a produção de energia a partir de fontes renováveis aumentou em Portugal. Assim, em 2007, do total da energia eléctrica consumida no país, 42% teve origem em fontes renováveis.

De todos os distritos de Portugal continental, Bragança é o que mais se destaca nas renováveis, seguido do de Viseu. Em ambos domina a hídrica, mas em Viseu a eólica ocupa um lugar de grande destaque. Aliás, este distrito é o que mais produz energia a partir do vento, com 648 megawatts de capacidade instalada.

No conjunto do país, a produção de energia eólica no terceiro trimestre de 2008 aumentou 9% relativamente a igual período de 2007.


http://www.energiasrenovaveis.com/images/upload/Dossier1108-Imag3.gif

NewTomorrow
December 15th, 2008, 08:57 AM
13-12-2008

Oliveira do Bairro: Empresa pioneira em painéis solares inaugurada por Cavaco Silva

http://www.energiasrenovaveis.com/images/upload/pv40.jpg


Cavaco Silva deslocou-se ontem à Zona Industrial de Vila Verde (Oliveira do Bairro) para presidir à inauguração da “Solar Plus” – Produção de Painéis Solares SA, que é a primeira unidade fabril de produção integral de painéis solares com tecnologia de película fina. A empresa representa um investimento de 18 milhões de euros e já permitiu a criação de 150 postos de trabalho directos e mais de meio milhar indirectos.

Estimular a aposta em energias renováveis, num momento conjunturalmente difícil e num país com “uma dependência energética gigantesca” foi a intenção do Presidente da República ao deslocar-se a Oliveira do Bairro, pela primeira vez, para inaugurar este empreendimento.

Centrando a sua intervenção na questão energética, Cavaco Silva diria que “a aposta neste tipo de negócio, orientado para as energias renováveis, é sem dúvida o caminho a seguir, sobretudo numa altura em que a energia representa um dos maiores desafios de Portugal”. “Vencer o futuro passa por uma orientação estratégica em que se insere esta empresa, apostando em energias alternativas”, prosseguiu, dando conta que “esta é uma das formas de se reduzir o nosso desequilíbrio externo em matéria de energia”.

“A nossa dependência externa neste domínio é gigantesca”, considera, e com este tipo de empresa “está provado que temos capacidade empreendedora para minimizar essa dependência”, referiu o Presidente da República, dando conta que o desperdício de energia no país “é brutal”.

De acordo com uma auditoria efectuada pela Presidência da República, Portugal pode reduzir o consumo energético em cerca de 40 por cento, constatou Cavaco Silva.

A “Solar Plus” tem uma forte componente de exportação (80%) para os principais mercados investidores em energia fotovoltaica, como a Alemanha, Espanha, Itália, novos países membros da União Europeia, Marrocos e PALOP’s.

O projecto agora iniciado, segundo a empresa, vai permitir que Portugal possa desenvolver um “cluster” tecnológico no domínio da energia solar fotovoltaica. Nesse sentido, a empresa já estabeleceu protocolos com diversas entidades do sistema científico e tecnológico nacional.

A Telcabo, Net Plan, Eurico Ferreira e a Energy Photovoltaics (New Jersey), constituem a Solar Plus, que tem como objectivo produzir cerca de 140 mil módulos anuais, e que poderão gerar aproximadamente 9.310.000 Kwh por cada ano de funcionamento e assim permitir a redução de 3500 toneladas de CO2 por ano em Portugal.

Wej
December 16th, 2008, 12:48 PM
Ai meu deus...
Nao tenho nada contra vehiculos electricos, mas podiam fazer ao menos uns qua nao sao tao felhos! Que horror! Coitado do nosso primeiro ministro... :(

Nada impede que o design dos veículos eléctricos seja igual aos a gasolina. É apenas uma questão de marketing

traveler
December 18th, 2008, 04:34 AM
Portugal maximizing wave power, by design
Researchers at Portugal’s Technical University of Lisbon and the U.S.A,s Massachusetts Institute of Technology are working on a device to tap the power of waves, which has been designed using millions of calculations in order to capture the maximum amount of energy possible in a specific location

sybrenp
December 18th, 2008, 09:44 AM
Fonte?

NewTomorrow
December 19th, 2008, 12:27 AM
Fonte?


deves ser novo aqui

Nada mais facil é do encontrar fontes na Net

Essa noticia veio em varios sites


http://earth2tech.com
http://yahoo.com
http://cnn.com

andre_carneiro
December 19th, 2008, 03:09 AM
deves ser novo aqui

Nada mais facil é do encontrar fontes na Net

Essa noticia veio em varios sites


http://earth2tech.com
http://yahoo.com
http://cnn.com


Mas realmente podias deixar o link de onde leste a noticia sempre que colocas uma. Não custa nada! ;)

NewTomorrow
December 19th, 2008, 03:15 AM
Mas realmente podias deixar o link de onde leste a noticia sempre que colocas uma. Não custa nada! ;)


Mais não foi eu que coloquei a noticia

Não a nada que o Traveler escreva aqui que eu não saiba onde ele tirou


em todos estes site a noticia aparece

http://earth2tech.com/2008/12/17/maximizing-wave-power-by-design/


http://buzz.yahoo.com/article/1:gigaom:ad339fae302babdc54ded819658be904

http://money.cnn.com/news/newsfeeds/gigaom/green/2008_12_17_maximizing_wave_power_by_design.html

http://www.daylife.com/article/0g4c0DL8wdglp

http://nwseds.blogspot.com/2008/12/maximizing-wave-power-by-design.html

^^^^^^

neste até tem um render
http://earth2tech.files.wordpress.com/2008/12/oscilatingwatercolumn.jpg?w=445&h=242


queres mais fontes

Henrique Caetano
December 19th, 2008, 10:48 PM
Honda revela imagem do Insight
03 Dezembro 2008 17:07
http://www.autohoje.com/images/stories/noticias2/03122008_Insight_hybrid_500.jpg



A Honda revelou a primeira imagem do seu novo híbrido: o Honda Insight. A estreia deste modelo está agendada para o Salão de Detroit, em Janeiro de 2009 e começa a ser comercializado na próxima Primavera.

A Honda anunciou que tem previsões de atingir vendas anuais globais na ordem das 200.000 unidades. A marca japonesa avançou ainda com um novo sistema de auxílio ao condutor, para aumentar a economia de combustível (Sistema Ecológico de Assistência à Condução). Esta nova tecnologia informa o condutor quanto à forma de conduzir, para ajudar na redução do consumo de combustível e das emissões de dióxido de carbono.

Grande cópia do Prius.

Não podiam ser mais insinuantes.

HFC

NewTomorrow
December 24th, 2008, 07:47 AM
Madeira

Primeira unidade de produção fica situada na Calheta
Particular vende energia

http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/17_112421.jpg




O empresário Agostinho Gouveia foi o primeiro a ter na rede da Empresa de Electricidade da Madeira o sistema de microgeração, com base na nova legislação nacional, adaptada à região autónoma, que se consubstancia na produção e venda de energia eléctrica.
Com a empresa Intelsol e residência na freguesia do Loreto, na Calheta, decidiu investir no novo sistema na sua habitação e no negócio, que está a acabar de instalar.
Em casa, desde sexta-feira última que consome energia limpa, resultante de um painel solar, com cerca de 30 m2 que colocou numa parte dos terrenos que tem em redor da casa.
Uma aposta estudada e que se sente feliz por o fazer porque, além de não ter aplicado dinheiro no investimento do equipamento, consegue ter em casa energia gratuita e ainda fica com algum montante no final do mês. E estamos a falar no Inverno, com menos sol e menor tempo diário de luz resultante do astro rei.
Ou seja, explica que para uma produção média de 500 MW mensais, que lhe resultarão no pagamento pela Empresa de Electricidade da Madeira de 325 euros, devido ao pagamento bonificado a 65 euros por KW/hora.
Deste montante, tira 245 euros para pagar o empréstimo que contraiu na banca para suportar, sem encargos, o investimento, e cerca de 50 euros para a despesa média mensal do seu consumo de energia que paga à empresa produtora e distribuidora de energia insular a 11 euros por Kw/hora. Isto porque toda a energia produzida ]e injectada na rede. O resto é lucro. Um lucro que irá aumentar quando acabar de amortizar o empréstimo, dentro de aproximadamente seis anos.
Junte-se a estes factores a possibilidade de ser abrangido por benefícios fiscais, que pode ir até 30% do investinmento no IRS.
Conforme explica Agostinho Gouveia, que não esconde a satisfação pela aposta, a Empresa de Electricidade da Madeira, mediante o contrato que o produtor independente faz com ela, garante a compra da produção durante um prazo de 15 anos.
Neste momento diz que a sua empresa já tem programado a instalação de mais cinco sistemas de microgeração até o final de 2008: um na Ponta do Sol e os outros quatro na Calheta.
E, até o final do primeiro semestre, à luz dos pedidos que já tem na sua empresa, terá instalados mais 45 sistemas por toda a Madeira, onde apenas ficam de fora os concelhos de Santana e do Porto Moniz.
Uma nota mais para referir que os painéis solares têm uma garantia de 25 anos, sendo que, nessa altura, há muito que estão pagos. E igualmente para sublinhar um factor evidenciado pelo empresário que se traduz na pouca necessidade de manutenção do equipamento, podendo exigir de tempos em tempos uma lavagem aos paíneis.

As regras para produzir energia

As unidades de microprodução são instalações de pequena potência, até 5,75 kW, utilizando equipamentos de várias tecnologias, tais como os painéis foto voltaicos, micro turbinas eólicas ou outras.
Neste âmbito, foi publicado o DL nº 363/2007 de 2 de Novembro, que estabelece o regime jurídico aplicável à produção de electricidade em instalações de pequena potência (microgeração), em baixa tensão.
Ao abrigo deste decreto, foi criado o Sistema de Registo de Microprodução (SRM), onde são realizadas candidaturas ao nível do país (incluindo a Madeira), sendo as mesmas realizadas através de inscrição na internet, através do sítio: www.renovaveisnahora.pt.
Além do SRM, o sítio da internet indicado fornece a maioria das informações necessárias para o estabelecimento de uma unidade de microprodução, nomeadamente: instaladores credenciados, equipamentos homologados, entre outros.
Para a inscrição no SRM, deverá solicitar à EEM o Código do Ponto de Entrega (CPE), devendo fornecer para o efeito o código do local de consumo da sua factura de electricidade, através do endereço electrónico clientes@eem.ptEste endereço de email está protegido de spam bots, você precisa de ter o Javascript activado para poder vê-lo ou através do preenchimento on-line do formulário Pedido de Informação, indicando no assunto Código do Ponto de Entrega. Caso o candidato não queira utilizar a via electrónica, poderá, em alternativa, solicitar estas informações em qualquer loja da EEM.
Uma vez instalados os equipamentos e realizada a certificação da instalação nos termos do SRE, é estabelecido um contrato de compra de energia eléctrica entre a EEM e o produtor.


Jornal da Madeira

pauloluso
December 24th, 2008, 02:58 PM
Isto é que deveria ser incentivado. Microgeração de energia é o que acho a melhor solução. Produzes a tua energia e colocas na rede aquela que não precisas.

A_Voz_Da_Figueira
December 27th, 2008, 09:48 PM
o meu irmão tem geradores solares na casa dele. vou tentar convencê-lo a vender energia.

NewTomorrow
December 29th, 2008, 02:58 AM
o meu irmão tem geradores solares na casa dele. vou tentar convencê-lo a vender energia.



teu irmão tem de candidatar-se a uma vaga de produtor , so depois de ser aceite é que pode começar a vender

Barragon
December 29th, 2008, 04:16 PM
Central solar custou 261 milhões de euros

A maior central fotovoltaica do mundo, situada na Amareleja, entrou esta segunda-feira em funcionamento após um investimento total de 261 milhões de euros, anunciou a Acciona Energia em comunicado.

A central fotovoltaica, com uma capacidade instalada de 46 megawatts (MW), vai produzir 93 milhões de kilowatts/hora (kWh) por ano, o equivalente ao consumo de mais de 30 mil famílias, evitando a emissão de 89.383 toneladas anuais de dióxido de carbono (CO2).

A central, que levou 13 meses a construir, ocupa uma área de 250 hectares e é composta por 2.520 seguidores solares, com 262.080 módulos fotovoltaicos.

Os primeiros três MW foram instalados em finais de 2007, com ligação provisória em Março de 2008. Durante o ano de 2008 foi feita a instalação do restante campo solar e, paralelamente, a construção da linha de evacuação de electricidade, concluída a semana passada com a ligação da central à rede.

Com este projecto, a Acciona, que detém a central a 100%, reforça a sua liderança internacional em energia solar, refere o comunicado da empresa.

A empresa espanhola comprou a central solar da Amareleja, em Janeiro de 2007, à Câmara Municipal de Moura (88 por cento), à Comoiprel (dois por cento) e à consultora Renatura Networks (10 por cento).

JN

PulseFighter
December 31st, 2008, 11:39 AM
Isto é que deveria ser incentivado. Microgeração de energia é o que acho a melhor solução. Produzes a tua energia e colocas na rede aquela que não precisas.

Há qualquer coisa de errado nos cálculos da notícia.

O preço de referência pago pela eléctrica são 650 € por MWh o que dá 0,65 € por KWh, garantidos apenas nos primeiros 5 anos, com um limite máximo de 2,4 MWh por ano.

Claro está que a filosofia da coisa é apenas incentivar pois o preço adicional pago pela eléctrica acaba por ser financiado pelos consumidores normais.

PulseFighter
December 31st, 2008, 11:41 AM
Central solar custou 261 milhões de euros

A maior central fotovoltaica do mundo, situada na Amareleja, entrou esta segunda-feira em funcionamento após um investimento total de 261 milhões de euros, anunciou a Acciona Energia em comunicado.

A empresa espanhola comprou a central solar da Amareleja, em Janeiro de 2007, à Câmara Municipal de Moura (88 por cento), à Comoiprel (dois por cento) e à consultora Renatura Networks (10 por cento).

JN

Há negócios que não se percebem, como permitiram a compra da central por uma empresa espanhola? Se é rentável para eles também o seria para nós, não é verdade ?

PulseFighter
December 31st, 2008, 11:44 AM
Isto é que deveria ser incentivado. Microgeração de energia é o que acho a melhor solução. Produzes a tua energia e colocas na rede aquela que não precisas.

Explica-me como é que num bloco de apartamentos tens área para produzir a própria energia, especialmente naqueles edifícios de mais de 20 pisos.

pauloluso
January 1st, 2009, 03:15 AM
Explica-me como é que num bloco de apartamentos tens área para produzir a própria energia, especialmente naqueles edifícios de mais de 20 pisos.

Vi uma reportagem há umas semanas que mostrava um edificio em França num desses bairros sociais, onde colocaram um paineis solares numa das paredes laterais do predio onde não existia janelas.
Mostravam que o predio economisava assim os custos de aquecimento fornecido por esses paineis.
Encontrei outro artigo onde mostram outros exemplos.
http://www.plein-soleil.info/PS1/2003030104.asp

Aqui no Montijo, já vi os novos predios já tem paineis solares. Acho que é obrigatório pela nova lei.

Olha aqui outros exemplos interessantes. É preciso um bocado de imaginação.

http://www.plein-soleil.info/covers/num18GD.jpg

http://www.plein-soleil.info/covers/num16GD.jpg

Arpels
January 1st, 2009, 11:26 PM
:uh:

Biocombustíveis

Uma companhia aérea da Nova Zelândia realizou com sucesso o primeiro voo de um avião alimentado a óleo vegetal. A viagem de duas horas decorreu na região de Auckland.
Um avião de passageiros concluiu com sucesso um voo de duas horas, usando uma mistura de óleo vegetal e combustível tradicional de aviação. O voo foi realizado pela companhia aérea da Nova Zelândia.

Segundo a Air New Zealand, este é um passo de gigante no desenvolvimento de combustíveis sustentáveis e com poucas emissões poluentes para aviões.

Para garantir a segurança do voo, que decorreu em Auckland, capital do país, a mistura alimentou apenas num dos motores do Boeing 747.

Esta foi a primeira vez que um biocombustível de 'segunda geração', alimentou os tanques de um avião de passageiros, segundo a companhia neo-zelandesa.

Os biocombustíveis de segunda geração utilizam uma maior variedade de óleos de plantas para reduzir as emissões.

A Associação Internacional de Transportes Aéreos pretende que 10% dos combustíveis usados por aviões em 2017 tenham esta origem.

Em Fevereiro, um voo da Virgin Atlantic utilizou uma mistura de combustível com óleos de côco e nozes brasileiras.

SOL com agências

NewTomorrow
January 2nd, 2009, 09:56 AM
Crise potencia investimentos nas energias renováveis
Data: 02-01-2009

http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/020109/dn0401070401.jpg
(Ministro sensibiliza investidores para as energias.)

A crise financeira e a queda do preço do petróleo poderão prejudicar em 2009 alguns investimentos na área do Ambiente, segundo especialistas, mas o ministro Nunes Correia acredita que o momento é de oportunidade especialmente para as renováveis.

"É conhecido que os momentos economicamente mais frágeis constituem oportunidades de investimento e acredito que é o que vai acontecer em Portugal na área do Ambiente", afirmou o ministro do Ambiente, Nunes Correia.

O pacote de medidas de combate àcrise, apresentado pelo primeiro-ministro em meados de Dezembro, é também sinal disso, segundo o governante: "Em termos de investimento público, um dos destaques é o aumento da eficiência energética e isso é um forte sinal para os privados". As prioridades do Governo em termos de investimento são, no entanto, alvo das maiores críticas dos ambientalistas, nomeadamente dos da associação Quercus.

"Basta comparar Portugal com os Estados Unidos. Enquanto Obama elegeu o Ambiente como uma das áreas centrais da política do seu Governo, José Sócrates continua a apostar nos projectos turísticos, rodoviários e na nova ponte sobre o Tejo", afirmou Francisco Ferreira, da Quercus. O ambientalista defende que o executivo devia apostar na reabilitação urbana, limitar "ao mínimo" a construção de novas estradas e fazer uma "grande aposta" na eficiência energética e nas energias renováveis.


DNoticias Madeira

PulseFighter
January 2nd, 2009, 06:26 PM
Crise potencia investimentos nas energias renováveis
Data: 02-01-2009


DNoticias Madeira

Uma forma simples de começar a poupar energia é incentivando o transporte de passageiros por via marítima / fluvial, o meio de transporte mais eficiente do ponto de vista energético.

NewTomorrow
January 3rd, 2009, 08:53 AM
Uma forma simples de começar a poupar energia é incentivando o transporte de passageiros por via marítima / fluvial, o meio de transporte mais eficiente do ponto de vista energético.


andas a perseguir-me ? cada coisa que posto aqui tem sempre que criticar

se não gostas de obras este não é um bom forum para ti

andre_carneiro
January 4th, 2009, 08:37 PM
Explica-me como é que num bloco de apartamentos tens área para produzir a própria energia, especialmente naqueles edifícios de mais de 20 pisos.

Diz lá... em portugal quantos edificios com mais de 20 andares tens?????

NewTomorrow
January 5th, 2009, 03:28 AM
^^^^^^

Quando a vontade da para fazer tudo

Bahrain World Trade Center

http://blogs.aconex.com/built-on-collaboration/uploaded_images/Bahrain-World-Trade-Center-750421.bmp

sim isso no meio são Eolicas , sim o edificio tem mais de 20 Andares ...

NewTomorrow
January 5th, 2009, 07:59 AM
Produtores florestais insatisfeitos
Biomassa não dá



A maioria dos produtores florestais não está a enviar a biomassa para as centrais que produzem energia com estes resíduos porque o preço pago por tonelada acaba por resultar em prejuízo, segundo fonte do sector.
"A maioria não o faz porque dá prejuízo se o processo for todo feito de acordo com as técnicas de gestão", disse à agência Lusa o vice-presidente da Cooperativa Três Serras de Lafões, que representa a zona de Viseu, Rui Ladeira.
De acordo com este engenheiro florestal, neste momento só está a funcionar a central de Mortágua, estando a ser instaladas outras atribuídas pelo Estado a empresas, na sequência de concursos.
"O preço que é pago é baixo para os produtores enviarem para as centrais. Não estão a pagar o que é devido para angariar a biomassa nas propriedades", afirmou Rui Ladeira, referindo a mão-de-obra e equipamentos que têm de se pagar.
"Não é compensatório, o proprietário às vezes até dá", referiu.
"O custo anda à volta dos 28 a 31 euros por tonelada para todo o processo até se chegar à central. Se o pagamento for inferior não compensa", defendeu.



Jornal da Madeira

NewTomorrow
January 5th, 2009, 08:08 AM
Madeira mais dependente do petróleo
PRODUÇÃO DE ELECTRICIDADE DEPENDE MENOS DA ÁGUA E DO VENTO E MAIS DO LIXO
Data: 05-01-2009

A informação oficial é de que a Madeira caminha no sentido de ser uma região exemplar em termos ambientais. A partir de uma estratégica energética que privilegia as fontes renováveis, a muito prometida introdução do gás natural e uma maior aposta nas eólicas, na biomassa e na energia a partir do sol.

Um olhar mais atento aos indicadores permite outra conclusão: a Madeira nunca esteve tão dependente do petróleo para produzir energia eléctrica como agora. Ainda que a energia a partir do vento ou dos resíduos sólidos seja hoje superior, naturalmente.

Vento vale menos 16,5%

Na Madeira a produção a partir do vento atingiu os 11.189.898 KWh, um valor curiosamente inferior em 16,5% à registada no final de 2006.

Estes indicadores, per si, não revelam que apesar da produção de energia na Região ter subido 1,7% em 2007, face ao ano anterior, esta subida foi garantida à custa do recurso ao petróleo, pois a produção térmica subiu 8,3%, enquanto a hídrica (-42,3%) e a eólica (-16,5%) desceram.

A situação da Madeira é, mesmo, sui generis. No início da década de oitenta a produção de energia a partir da água representava 22,1%. Ou seja, 77,9% da produção era térmica. Vinte e cinco anos depois, a produção de electricidade com origem hídrica representa apenas 6,9% do total da produção regional, já que o petróleo é a fonte com maior peso: 91,8%! Ou seja, apesar dos constantes anúncios da importância das fontes renováveis da estratégia da Região, o que é um facto é que em 2007 a Madeira dependeu como nunca da produção térmica para assegurar as suas necessidades.

Térmica subiu mais de 400%

Importa destacar, por ser verdade, que a produção de electricidade a partir da água representou, em termos nominais, mais 60% do que tinha sido produzido em 1982. Mas em igual período a produção térmica disparou 400%.

Desde 1996 que as estatísticas registam a produção de origem eólica. E desde então o crescimento foi superior aos 4.000%.

Novidade, mesmo, é a produção conseguida a partir dos resíduos sólidos. Na Estação de Tratamento da Meia Serra, a incineração do lixo garantiu a produção de 52,90 Gwh, com a particularidade de 72% desta produção ter sido introduzida na rede pública, o que representa 4,3% da produção de energia eléctrica.

Divergir de Portugal e Açores

Deste modo, a produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis corresponde a 13,7% do total da produção regional, o que nos faz divergir da média nacional (29,5%) e mesmo dos Açores (16,7%).

É óbvio que com a introdução do gás natural, bem como a a instalação de 27 novos aerogeradores, que vão produzir 25 MW de energia, triplicando a actual capacidade, a Região conta que o peso das eólicas atinja a curto prazo uns significativos 7,5% e com isso reduza a dependência do petróleo.

Portugal: produção de energia a partir do vento cresceu 30%

Segundo dados da Direcção Geral de Energia e Geologia, Portugal atingiu uma potência renovável instalada de 8.052 megawatts (MW) no final de Outubro de 2008. A produção eólica, de Janeiro a Outubro de 2008, cresceu 30% relativamente a igual período de 2007.

A potência eólica instalada no final de Outubro de 2008 situava-se em 2.740 MW, distribuída por 166 parques, com um total de 1 463 aerogeradores ao longo de todo o território Continental. Os distritos com maior potência instalada são Viseu, Castelo Branco, Viana do Castelo, Coimbra, Lisboa, Vila Real, Leiria, Santarém e Braga. Apesar disto, a produção total de energia eléctrica, a partir de fontes de energia renovável diminuiu 18% de Janeiro a Outubro de 2008, relativamente a igual período de 2007, devido ao comportamento da componente hídrica.

A produção hídrica registou uma quebra 34 %, devido, essencialmente, à diminuição da produção nas bacias do Douro (-63 por cento), Lima (-57 por cento) e Tejo (-53 por cento). Até Outubro de 2008 foram licenciados em Portugal cerca de 9. 653 MW de instalações electroprodutoras a partir de fontes renováveis - mais 20 por cento relativamente à potência instalada actualmente - das quais 3 740 MW de potência eólica.





http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/050109/energia.jpg

DNoticias Madeira

Wolf2009
January 5th, 2009, 04:47 PM
Colocação de paineis solares nos telhados dos supermercados seria uma boa ideia poupava-se imensa luz.:)
Já viram as imensas coisas que o supermercado tem a consumir energia.
Agora tem andado a fazer vivendas com um terranço em vez de telhado metem isolante no topo da vivenda e depois colocam lá os paineis solares..:)
Os parques de eólicas também tem vido a aumentar no país, mas o unico que conheço é o que está dentro do concelho de Castanheira de Pera.:)

traveler
January 6th, 2009, 03:02 AM
Portugal:
Empresa Gleino vai produzir biodiesel em Castelo Branco com matéria prima de Angola
A Zona Industrial de Castelo Branco vai receber brevemente um investimento de quatro milhões de euros, com vista à instalação de uma unidade de transformação de plantas oleaginosas para a produção de biodiesel.


[05-01-2009] [ MacauHub ]

O projecto é da responsabilidade da Gleino, uma empresa de Castelo Branco criada em 2006, que vai empregar 25 pessoas e que deverá iniciar actividade em 2010.

José Luís Brito,responsável pela empresa, revelou que a Gleinol estabeleceu parcerias em África, nomeadamente Angola, e no Brasil para obter matéria -prima.

Em Angola o projecto da Gleinol tem, para além da componente empresarial, uma outra de âmbito social através de uma parceria com a Associação de Apoio às Mulheres Rurais e Crianças Desamparadas - a Amurcrid - para a produção de matéria-prima.

O responsável da Gleinol disse ainda que a empresa está a colaborar com o governo angolano e com algumas petrolíferas.

A Gleinol começou com uma produção de 700 hectares em Angola que aumentou recentemente para 13 mil hectares.

A partir de Janeiro deverá iniciar a plantação de pinhão-manso para, no futuro, abastecer a unidade de Castelo Branco.

NewTomorrow
January 6th, 2009, 07:57 AM
Colocação de paineis solares nos telhados dos supermercados seria uma boa ideia poupava-se imensa luz.:)
Já viram as imensas coisas que o supermercado tem a consumir energia.
Agora tem andado a fazer vivendas com um terranço em vez de telhado metem isolante no topo da vivenda e depois colocam lá os paineis solares..:)
Os parques de eólicas também tem vido a aumentar no país, mas o unico que conheço é o que está dentro do concelho de Castanheira de Pera.:)


já vi no Discovery um supermercado na America que coloco em cima do terraço e tanto produz que consegue vender o excesso .

Já não me lembro onde vi (Tv ou net), um cementirio na região de Barcelona onde eles colocaram paines por cima dos terraços das campas .

Aqui na Madeira conheço os 4 Parques Eolicos que existem

NewTomorrow
January 6th, 2009, 08:02 AM
Encontrei isto no site Rodas de Viriato é sobre o Buddy o carinho electrico Noruegues que querem fazer em Portugal



"Buddy - Microcarro eléctrico

http://1.bp.blogspot.com/_sxl6IpBNopU/SVOK2h4FpnI/AAAAAAAAFfc/Oy_crdLnXgU/s400/buddy_frente.jpg
Nem sempre é possível divulgar neste blogue o que se vai fazendo hoje em dia em Portugal, seja porque isso exige deslocações, tempo, ou qualquer outro motivo...
Mas graças à Internet e às sinergias que ela propicia (neste caso a colaboração de João Quaresma do blogue Regabophe - mais uma vez: Obrigado!), divulgamos aqui o projecto "Buddy".
http://2.bp.blogspot.com/_sxl6IpBNopU/SVOK3_B9gBI/AAAAAAAAFf8/jyKst-IDfVA/s400/buddy_lado.jpg

Este exemplar esteve em exposição na FIL, no stand da Ceiia. E é a evolução dos veículos com o mesmo nome produzidos na Noruega.
http://3.bp.blogspot.com/_sxl6IpBNopU/SVOK3Xy01tI/AAAAAAAAFf0/3txgE8vKVMU/s400/buddy_traseira.jpg
produção deste veículo deverá envolver cerca de 50 empresas nacionais, não se conhecendo ainda a percentagem de incorporação de material nacional (+/- 60%).
http://4.bp.blogspot.com/_sxl6IpBNopU/SVOK24q_kQI/AAAAAAAAFfs/zvspf-Xd0NA/s400/buddy_interior.jpg
A disposição do carro, as suas dimensões, o volante, o tablier, os pedais e o facto de ter um banco de três lugares, são típicos de um carro de golfe com uma carroçaria de automóvel (em fibra de vidro) e rodas também de automóvel.
http://4.bp.blogspot.com/_sxl6IpBNopU/SVOK2__bnMI/AAAAAAAAFfk/228O9lMy1oY/s400/buddy_comandos.jpg
O Ceiia vai fazer o projecto CAD do carro, uma engenharia industrial e um design mais a sério."

http://rodasdeviriato.blogspot.com/

NewTomorrow
January 7th, 2009, 05:56 AM
Um video sobre as renovaveis em Portugal

zNaI1JFXOes

NewTomorrow
January 7th, 2009, 05:58 AM
Portugal atingiu em Outubro 8.052 MW de potência renovável

Portugal atingiu uma potência renovável instalada de 8.052 megawatts (MW) no final de Outubro de 2008 devido ao aumento da potência eólica, segundo dados da Direcção Geral de Energia e Geologia.

A produção eólica, de Janeiro a Outubro de 2008, cresceu 30 por cento relativamente a igual período de 2007.

Em Outubro a produção eólica cresceu 88 por cento, face a Setembro, com a entrada em funcionamento de dois novos parques eólicos.

A potência eólica instalada no final de Outubro de 2008 situava-se em 2.740 MW, distribuída por 166 parques, com um total de 1 463 aerogeradores ao longo de todo o território Continental.

Os distritos com maior potência instalada, em Outubro de 2008, são Viseu, Castelo Branco, Viana do Castelo, Coimbra, Lisboa, Vila Real, Leiria, Santarém e Braga.

Apesar disto, a produção total de energia eléctrica, a partir de fontes de energia renovável (FER), diminuiu 18 por cento de Janeiro a Outubro de 2008, relativamente a igual período de 2007, devido ao comportamento da componente hídrica.

A produção hídrica registou uma quebra 34 por cento, devido, essencialmente, à diminuição da produção nas bacias do Douro (-63 por cento), Lima (-57 por cento) e Tejo (-53 por cento).

Até Outubro de 2008 já foram licenciados cerca de 9.653 MW de instalações electroprodutoras a partir de FER (mais 20 por cento relativamente à potência instalada actualmente), das quais 3 740 MW de potência eólica.

Lusa

Wolf2009
January 8th, 2009, 03:15 PM
é pá por que é que não abrimos um theard sobre o sitema de captação de águas da chuva em habitações,além de se ivitar inudações nas ruas o sistema permite poupar na conta da água e também se poupa água.

Wolf2009
January 8th, 2009, 03:23 PM
já vi no Discovery um supermercado na America que coloco em cima do terraço e tanto produz que consegue vender o excesso .

Já não me lembro onde vi (Tv ou net), um cementirio na região de Barcelona onde eles colocaram paines por cima dos terraços das campas .

Aqui na Madeira conheço os 4 Parques Eolicos que existem

Olha além disso os estado unidos estam a investir numa nova tecnologia,uma especie de trubina eolica(trubina hidrica) que se mete no leito do rio e gera eletrecidade através das correntes do rio.
Em portugal Agora também se aproveita a energia das ondas.
A trubina hidrica é uma nova ideia para aproveitar a energia hidrica.

PulseFighter
January 9th, 2009, 01:48 AM
andas a perseguir-me ? cada coisa que posto aqui tem sempre que criticar

se não gostas de obras este não é um bom forum para ti


Não estou a perseguir ninguem, apenas estou dar uma sugestão :)

PulseFighter
January 9th, 2009, 01:51 AM
Olha além disso os estado unidos estam a investir numa nova tecnologia,uma especie de trubina eolica(trubina hidrica) que se mete no leito do rio e gera eletrecidade através das correntes do rio.
Em portugal Agora também se aproveita a energia das ondas.
A trubina hidrica é uma nova ideia para aproveitar a energia hidrica.

Não é exactamente uma nova tecnologia, mas a aplicação da tecnologia das barragens actuais numa solução sem paredão.

PulseFighter
January 9th, 2009, 01:53 AM
é pá por que é que não abrimos um theard sobre o sitema de captação de águas da chuva em habitações,além de se ivitar inudações nas ruas o sistema permite poupar na conta da água e também se poupa água.

Essa é uma boa ideia e fácil de implementar, basta adaptar os algerozes actuais para um depósito central, e aplicar-lhe uma bomba centrífuga.

PulseFighter
January 9th, 2009, 01:58 AM
Encontrei isto no site Rodas de Viriato é sobre o Buddy o carinho electrico Noruegues que querem fazer em Portugal



http://rodasdeviriato.blogspot.com/

Não constitui uma inovação no verdadeiro sentido da palavra, para quem se lembra do SADO 550 na década de 80 descobrirá muitas semelhanças... de facto não precisávamos do Noruegueses para um projecto destes, mas a falta de amor próprio á Portuguesa dá nestas coisas :banana:

NewTomorrow
January 9th, 2009, 02:31 AM
Olha além disso os estado unidos estam a investir numa nova tecnologia,uma especie de trubina eolica(trubina hidrica) que se mete no leito do rio e gera eletrecidade através das correntes do rio.
Em portugal Agora também se aproveita a energia das ondas.
A trubina hidrica é uma nova ideia para aproveitar a energia hidrica.

também vi isso no Discovery

http://images.businessweek.com/ss/06/02/hydropower/image/turbine.jpg

http://msnbcmedia2.msn.com/j/ap/21310762-d6a4-46ca-b176-beaffe4d14f3.h2.jpg


http://msnbcmedia.msn.com/i/msnbc/Components/Art/USNEWS/070413/AP_Turbine.jpg


eu acho que isto poderia resultar nos rios portugues

NewTomorrow
January 9th, 2009, 02:33 AM
Não constitui uma inovação no verdadeiro sentido da palavra, para quem se lembra do SADO 550 na década de 80 descobrirá muitas semelhanças... de facto não precisávamos do Noruegueses para um projecto destes, mas a falta de amor próprio á Portuguesa dá nestas coisas :banana:

alguem falou que era uma inovação , não


Achas que o Sado era uma inovação na altura , não já havia muitos minis veiculos na altura

pauloluso
January 9th, 2009, 03:12 AM
também vi isso no Discovery

eu acho que isto poderia resultar nos rios português

Não sei se esta tecnologia iria resultar. Acho que iria matar demasiados peixes.
Se actualmente, já existem alguns problemas com as eólicas e os morcegos quanto mais com essas na agua.

NewTomorrow
January 9th, 2009, 03:23 AM
Não sei se esta tecnologia iria resultar. Acho que iria matar demasiados peixes.
Se actualmente, já existem alguns problemas com as eólicas e os morcegos quanto mais com essas na agua.


petroleo é mais poluente e faz pior a natureza

quem paga essses estudos que dizem que eolicas matam morcegos são os das petroliferas que são contra as eolicas .

Já que matam peixes , a uma solução coloca-se esta tecnologia em rios poluidos que não tenham peixes

pauloluso
January 9th, 2009, 03:40 AM
petroleo é mais poluente e faz pior a natureza

quem paga essses estudos que dizem que eolicas matam morcegos são os das petroliferas que são contra as eolicas .

Já que matam peixes , a uma solução coloca-se esta tecnologia em rios poluidos que não tenham peixes

Ainda pensei nesta última hipótese quando estava a escrever.
Lembrei-me agora que poderiam implantar mini centrais hídricas nos efluentes dos esgotos.:lol:para aproveitar a energia hídrica.

Um pouco do que se faz por cá: http://www.energiasrenovaveis.com/

NewTomorrow
January 9th, 2009, 03:54 AM
Ainda pensei nesta última hipótese quando estava a escrever.
Lembrei-me agora que poderiam implantar mini centrais hídricas nos efluentes dos esgotos.:lol:para aproveitar a energia hídrica.

Um pouco do que se faz por cá: http://www.energiasrenovaveis.com/

não é má ideia poderia fazer a mesmo principio das barranges , com as águas sujas dos esgotos , não estou a brincar , deixar cair aguas sujas de uma altura bem alta para fazer mover maquinas de produção de energia ,

ideias nesta area é que não faltam , esta a ler hoje na visão uma noticia sobre um aparelho para colocar nas pernas , que com o nosso movimento , criaria energia suficiente para carregar 10 telemoveis

Viriatox
January 10th, 2009, 05:22 AM
Governo aprova projecto pioneiro de geotermia
2009-01-09

O Governo aprovou o projecto pioneiro em Portugal para a produção de energia eléctrica a partir do calor interno da Terra, através da implantação de uma forma inovadora de geotermia – os Sistemas Geotérmicos Estimulados. Os trabalhos a realizar resultam de uma parceria entre a empresa Geovita e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

O Ministério da Economia e da Inovação, através da Direcção Geral de Energia e Geologia, assinou o contrato de exclusivo de prospecção e pesquisa de energia geotérmica com a Geovita, permitindo que os trabalhos no terreno avancem de imediato. O contrato prevê um investimento mínimo de 1,1 milhões de euros, nos próximos 5 anos.

Em paralelo, a Direcção Geral de Energia e Geologia abriu concurso para atribuição de uma potência de 12 MW, admitindo «que esta energia pode vir a constituir uma componente alternativa com algum significado no sistema energético nacional, pelo que importa abrir uma oportunidade, ainda que limitada, para avaliar o respectivo potencial».

Este projecto surgiu na sequência de um estudo científico, realizado por uma equipa do Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, onde se concluiu que esta nova forma de energia pode satisfazer as necessidades do país em energia eléctrica durante milhares de anos, com custos altamente competitivos relativamente aos combustíveis fósseis e a outras formas de energia renovável.

Os trabalhos de prospecção vão incidir numa área de com cerca de 500 km2, situada na região Centro, entre Mangualde, Oliveira do Hospital e Santa Comba Dão e, se tudo correr como o previsto, dentro de três a cinco anos, a produção de energia eléctrica através do calor da terra será uma realidade.

Wolf2009
January 11th, 2009, 02:11 PM
Bem podiamos adaptar os antigos moinhos de águas para produzir electricidade a roda do moinho gira atravaés de correntes geradas por ribeiras, é uma ideia a aproveitar num país como nosso o que não faltam é ribeiras.

Wolf2009
January 11th, 2009, 02:14 PM
petroleo é mais poluente e faz pior a natureza

quem paga essses estudos que dizem que eolicas matam morcegos são os das petroliferas que são contra as eolicas .

Já que matam peixes , a uma solução coloca-se esta tecnologia em rios poluidos que não tenham peixes
não coloca-se uma rede á volta

NewTomorrow
January 12th, 2009, 03:19 AM
não loca-se uma rede á volta

não tinha pensado nisso mais é uma boa ideia

A_Voz_Da_Figueira
January 14th, 2009, 09:46 PM
mas para quê gastar dinheiro em redes em redes se podemos utilizar o que está poluído para alguma coisa?

Império-CostaAzul
January 16th, 2009, 06:17 AM
Governo aprova projecto pioneiro de geotermia
2009-01-09

O Governo aprovou o projecto pioneiro em Portugal para a produção de energia eléctrica a partir do calor interno da Terra, através da implantação de uma forma inovadora de geotermia – os Sistemas Geotérmicos Estimulados. Os trabalhos a realizar resultam de uma parceria entre a empresa Geovita e a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC).

O Ministério da Economia e da Inovação, através da Direcção Geral de Energia e Geologia, assinou o contrato de exclusivo de prospecção e pesquisa de energia geotérmica com a Geovita, permitindo que os trabalhos no terreno avancem de imediato. O contrato prevê um investimento mínimo de 1,1 milhões de euros, nos próximos 5 anos.

Em paralelo, a Direcção Geral de Energia e Geologia abriu concurso para atribuição de uma potência de 12 MW, admitindo «que esta energia pode vir a constituir uma componente alternativa com algum significado no sistema energético nacional, pelo que importa abrir uma oportunidade, ainda que limitada, para avaliar o respectivo potencial».

Este projecto surgiu na sequência de um estudo científico, realizado por uma equipa do Departamento de Ciências da Terra da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, onde se concluiu que esta nova forma de energia pode satisfazer as necessidades do país em energia eléctrica durante milhares de anos, com custos altamente competitivos relativamente aos combustíveis fósseis e a outras formas de energia renovável.

Os trabalhos de prospecção vão incidir numa área de com cerca de 500 km2, situada na região Centro, entre Mangualde, Oliveira do Hospital e Santa Comba Dão e, se tudo correr como o previsto, dentro de três a cinco anos, a produção de energia eléctrica através do calor da terra será uma realidade.


Muito boa noticia esta... :) jà estou à espera de ver resultados, espero que daqui a cinco anos esteja finalizada a fase de estudos para passar a coisas mais sérias

NewTomorrow
January 16th, 2009, 09:10 AM
Madeira
Escolas disputem renováveis
Energias a concurso



A Agência Regional de Energia e Ambiente, em parceria com a Secretaria Regional de Educação e Cultura, está a promover um concurso escolar sobre energias renováveis, que se divide por vários escalões. O Escalão 1, denominado “Colector Solar Térmico”, é dirigido ao 3º Ciclo do Ensino Regular e do Ensino Especial, sendo que o segundo escalão terá por objecto a criação de um Carrinho Fotovoltaico, destinado ao Ensino Secundário Regular e Especial e Profissional III. O Escalão 3 é de tema livre, sendo destinado a todos os níveis do ensino regular e especial e ensino secundário e profissional. A inscrição deverá ser efectuada até 31 de Janeiro de 2009. A competição realizar-se-á em local e data a definir, entre 11 de Maio e 5 de Junho de 2009 Para conhecer o regulamento consultar: http://www.aream.pt ou http://dre.madeira-edu.pt/.


Jornal da Madeira

Império-CostaAzul
January 16th, 2009, 03:03 PM
essas iniciativas deviam ser feitas em todo o pais

Wolf2009
January 16th, 2009, 04:09 PM
podiam usar a energia Geotérmica para antingirmos brevemente os 100% de energia renovavel.
despois acho que se ode fazer um combustivel que não imita gases poluentes que seja a dapatavel aos motores de gasolina (barcos,Comboios a disel,aviões e automoveis),acho que o hidrogénio é a solução.

Wolf2009
January 16th, 2009, 04:13 PM
essas iniciativas deviam ser feitas em todo o pais e no mundo também.
temos 40 anos para nos livramos do Petroleo, carvão,gás e nuclear se não, não vamos conseguir parar a catastrofe climatica se existem tantas soluções para despoluir o planeta porque é que a os EUA e a China não pensam um Bocado.

Império-CostaAzul
January 17th, 2009, 02:34 AM
A China tem feito muito peas eergias renovaveis acredita, eles têm feito o que a economia deles lhes permite, o problema é que eles estao em pleno boom industrial, ou seja o que fazem é quase anulado pelas industrias que abrem, mas o que é bom é que eles têm consciencia do problema e jà tomam medidas, mesmo se continuam no top dos paises mais poluentes, li num sitio qualquer, e fiquei espantado de saber que o Canadà polui cada vez mais ao ponto de jà estar nos primeiros lugares também. Os EUA é que é mesmo o problema... parece que obama dà mais importância às energias renovàveis que o parvo do Bush... vamos ver...

NewTomorrow
January 17th, 2009, 08:42 AM
Madeira
Certificação Energética e Gestão de Consumos de Energia
Acção sensibiliza para novas regras



O Auditório do Museu da Casa da Luz vai ser palco, no próximo dia 27 de Janerio, de uma sessão de informação sobre o novo Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia (SGCIE) e sobre o Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE).
Esta sessão, dividida em dois painéis, tem já programa definido. No primeiro painel estão agendados os temas "Estratégia Nacional e Políticas para a Energia", em que será oradora Cristina Cardoso da Direcção Geral da Energia e Geologia e outro sobre o "Novo Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia (SGCIE), Decreto-Lei n.º 71/2008, a cargo e Luís de Sousa, também da mesma Direcção Geral.
Quanto ao segundo painel, que versará sobre o "Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE), Decreto-lei n.º 78/2006, abordado por Filipe Oliveira da AREAM-Agência Regional de Engenharia e Ambiente da Madeira será o orador da segunda sessão.
O SGCIE aplica-se às instalações consumidoras intensivas de energia, com consumos superiores a 500 tep/ano (toneladas equivalentes de petróleo), resultando da revisão do RGCE- Regulamento de Gestão dos Consumos de Energia, uma das medidas constantes do PNAEE – Plano Nacional de Acção em Eficiência Energética.
As inscrições para a sessão devem ser feitas até ao próximo
dia 22 de Janeiro, para o número de telefone 291 220 237 ou para o e-mail drcie.vp@gov-madeira.pt.


Jornal da Madeira

NewTomorrow
January 17th, 2009, 09:13 AM
Eficiência energética no Alentejo
Data: 17-01-2009

Reduzir os custos energéticos dos empreendimentos turísticos e afirmar o Alentejo como destino sustentável são alguns dos objectivos de um projecto do Turismo do Alentejo, que espera ter a adesão de, pelo menos, 50 empresas até 2010.

O projecto Enerural - Energias Renováveis e Eficiência Energético prevê um investimento total de 400 mil euros, que será feito de forma faseada até depois de 2013.

"Na primeira fase, vai ser feito um diagnóstico dos empreendimentos turísticos em termos de desempenho energético. Se as empresas quiserem investir nesta área, podem ter aconselhamento sobre as melhores opções disponíveis", explicou José Manuel Santos, do Turismo do Alentejo. O objectivo é criar também uma "rede colaborativa" que reunirá entidades que detêm conhecimentos técnicos, empresas e outros parceiros envolvidos no projecto numa mesma plataforma que estará "online".

"Servirá para consolidar, tratar e partilhar toda a informação obtida, constituindo um repositório de conhecimentos sobre o desempenho energético das instalações turísticas", adiantou o mesmo responsável.

A ferramenta constituirá um suporte no aconselhamento à selecção e à monitorização posterior dos investimentos realizados, assinalando os desvios e propondo soluções correctoras. Será também elaborado um manual de boas práticas sobre turismo e eficiência energética do Alentejo.


DNoticias Madeira

PulseFighter
January 19th, 2009, 01:21 PM
alguem falou que era uma inovação , não


Achas que o Sado era uma inovação na altura , não já havia muitos minis veiculos na altura

O Sado foi um pioneiro nos microcarros, mas a falta de interesse dos investidores nacionais matou um projecto que hoje poderia ter a dimensão que tem o Smart em termos de mercado.

PulseFighter
January 19th, 2009, 01:27 PM
também vi isso no Discovery

http://images.businessweek.com/ss/06/02/hydropower/image/turbine.jpg

eu acho que isto poderia resultar nos rios portugues


É apenas uma turbina Kaplan adaptada de eixo horizontal. Por vezes os jornalistas conseguem vender gato por lebre. :lol:

PulseFighter
January 19th, 2009, 01:38 PM
A China tem feito muito peas eergias renovaveis acredita, eles têm feito o que a economia deles lhes permite, o problema é que eles estao em pleno boom industrial, ou seja o que fazem é quase anulado pelas industrias que abrem, mas o que é bom é que eles têm consciencia do problema e jà tomam medidas, mesmo se continuam no top dos paises mais poluentes, li num sitio qualquer, e fiquei espantado de saber que o Canadà polui cada vez mais ao ponto de jà estar nos primeiros lugares também. Os EUA é que é mesmo o problema... parece que obama dà mais importância às energias renovàveis que o parvo do Bush... vamos ver...

A China? :rofl: A China já é o poluidor número 1 do planeta. Não cumpre protocolos de Kiotto, não utiliza filtros de nenhuma espécie e basta ver o ar em Pequim, irrespirável....

PulseFighter
January 19th, 2009, 01:49 PM
podiam usar a energia Geotérmica para antingirmos brevemente os 100% de energia renovavel.
despois acho que se ode fazer um combustivel que não imita gases poluentes que seja a dapatavel aos motores de gasolina (barcos,Comboios a disel,aviões e automoveis),acho que o hidrogénio é a solução.

Não sei quem começou a moda mas o hidrogénio como combustível corrente é um mito. Os problemas ligados ao armazenamento, transporte e distribuição estão longe de serem superados. Quando armazenado, o hidrogénio evapora-se a uma taxa de 0,127 % por dia. A sua densidade, menor que a da gasolina ou metano, implica um depósito pelo menos com o dobro da dimensão para a mesma autonomia, e agora imagine-se a tecnologia necessária para armazenar um combustível a -253 ªC e 10 000 PSI de pressão.

Finalmente, de onde virá a energia para sintetizar o hidrogénio? Sim, porque ele não abunda por aí no estado atómico, existe muito na água, mas a água é uma cinza da combustão do hidrogénio e precisa de energia para ser dissociado.

PulseFighter
January 19th, 2009, 01:52 PM
Muito boa noticia esta... :) jà estou à espera de ver resultados, espero que daqui a cinco anos esteja finalizada a fase de estudos para passar a coisas mais sérias

Conheço esse projecto. Implica injectar água fria no subsolo e recolhê-la depois de aquecida. Falta determinar, e todos parecem ter-se esquecido disso, das implicações sísmicas na região, pois o aquecimento/arrefecimento de camadas rochosas vai de certeza ter implicações ao nível do substrato rochoso da região.

NewTomorrow
January 20th, 2009, 04:48 AM
Pulse Fighter tens um fazinio em comemtar os meus post , aconzelhote a comentar também os post do folista Sotavento, acho que voces iriam dar-se bem



:lol::lol::lol::lol::lol::lol:



esta mensagem esta cheia de erros foram feitos de propositos para demorares tempo a ler

Império-CostaAzul
January 21st, 2009, 04:58 AM
Conheço esse projecto. Implica injectar água fria no subsolo e recolhê-la depois de aquecida. Falta determinar, e todos parecem ter-se esquecido disso, das implicações sísmicas na região, pois o aquecimento/arrefecimento de camadas rochosas vai de certeza ter implicações ao nível do substrato rochoso da região.


Ainda hà pouco tempo pensei nisso, essa é a verdade, devemos levar estes projectos para a frente, mas com prudencia màxima... pois esse aspecto é fundamental tomar em conta

Wolf2009
January 21st, 2009, 08:35 PM
Originally Posted by PulseFighter
Conheço esse projecto. Implica injectar água fria no subsolo e recolhê-la depois de aquecida. Falta determinar, e todos parecem ter-se esquecido disso, das implicações sísmicas na região, pois o aquecimento/arrefecimento de camadas rochosas vai de certeza ter implicações ao nível do substrato rochoso da região.
prefiro este projecto do que ver o mar a afundar metade do país, tem que se reduzir a zeros os gases estufa num prazo de 40 anos segundo um estudo.

NewTomorrow
January 28th, 2009, 07:52 AM
Isabel Rodrigues destaca importância da eficiência energética em sessão de informação
Região quer diminuir factura energética

A directora regional do Comércio, Indústria e Energia, Isabel Rodrigues, destacou ontem na abertura de uma sessão de informação que a Região está apostada “em diminuir a sua factura energética”, pelo que há uma forte sensibilização “para a eficiência energética”. Realçou, nomeadamente, a importância da Certificação Energética e Qualidade do Ar dos Edifícios (SCE), que “irá contribuir para o desenvolvimento sustentado da Região”.


http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/11_114829.jpg



Decorreu ontem no Auditório da Casa da Luz uma sessão de informação sobre o novo Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia (SGCI) e sobre o Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE).
Na sessão de abertura, a directora regional do Comércio, Indústria e Energia, Isabel Rodrigues, realçou que o sector energético “desempenhou um papel cada vez mais fulcral e vital na actividade económica”, pelo que considerou “essencial nos dia de hoje que haja uma estratégia nacional e políticas para a energia, as quais também se estendem à Região Autónoma da Madeira”.
Neste âmbito, salientou que o “Governo Regional está fortemente empenhado nas questões da energia”, pelo que, acentuou, “existe uma Política Energética Regional”, que “contempla os sistema de certificação energética e o sistema de gestão de consumos de energia”.
Isabel Rodrigues acentuou ainda que a Política Energética Regional tem “em vista o desenvolvimento sustentável da RAM”, nomeadamente com a “garantia de aprovisionamento, competitividade económica e a própria questão da protecção do ambiente”.
Realçou ainda que face à “dependência energética do exterior”, o que faz com que a “Região tenha uma factura energética elevada”, existe “a plena consciência de que é preciso reduzir essa factura”, o que, disse, “passa por apostar cada vez mais nas energias renováveis e por outro lado se apostar na eficiência energética”.
Neste âmbito, a directora regional do Comércio, Indústria e Energia destacou a “aposta no gás natural, nas energias renováveis bem como no biocombustível marinho”, tendo em vista a sustentabilidade energética, mas sublinhou também a aposta na sensibilização “para a eficiência energética”.
Assim, referiu a importância da Certificação Energética e Qualidade do Ar dos Edifícios (SCE), que “irá contribuir para o desenvolvimento sustentado da Região”.
Falando sobre o SCE na sessão de esclarecimento, o Eng.º Filipe Oliveira, da AREAM, referiu ao JM a importância “do desempenho energético dos edifícios”, destacando que a “certificação é agora obrigatória para os edifícios existentes”. Assim, lembrou que agora, na transacção de um imóvel, é necessário “possuir um certificado energético e da qualidade do ar”, quer seja um edifício novo ou antigo, embora neste último caso acentue que não “é necessário fazer alterações”.
Neste âmbito realçou que já existem na Região 14 peritos habilitados a passarem o referido certificado energético, os quais são apresentados na chamada “bolsa de peritos” disponível no “site” da AREAM.
Na sessão de esclarecimento de ontem intervieram ainda a Eng.ª Cristina Cardoso, que falou sobre a “Estratégia Nacional e Políticas para a Energia”, e o Eng.º Luís de Sousa, que apresentou o novo Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia.



Jornal da Madeira

Trajno
January 30th, 2009, 04:07 AM
Depois de nos últimos dias estar a ser alvo de vários processos de infracção por parte de Bruxelas, e muitas vezes ter as piores performances na Europa dos 27, Portugal é agora motivo de notícia por uma boa razão.

A Comissão Europeia (CE) considera, soube o Negócios, que Portugal está no 'top 5' europeu em termos de eficiência energética, ao lado de países como a Dinamarca, Alemanha, Holanda e Irlanda.

"Portugal é um dos corredores da linha da frente, nomeadamente na implementação da directiva relativa ao desempenho energético dos edifícios", afirmou Martin Elsberger, especialista em questões de eficiência energética da CE, em entrevista ao Negócios.

fonte (http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=351872)

emarques
January 30th, 2009, 04:15 AM
Conheço esse projecto. Implica injectar água fria no subsolo e recolhê-la depois de aquecida. Falta determinar, e todos parecem ter-se esquecido disso, das implicações sísmicas na região, pois o aquecimento/arrefecimento de camadas rochosas vai de certeza ter implicações ao nível do substrato rochoso da região.

Acho que na Suíça tiveram que interromper um projecto deste estilo precisamente por isso, estava a provocar sismos.

PulseFighter
January 30th, 2009, 11:12 AM
fonte (http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=351872)

Sabiam que a directiva não obriga à realização das obras necessárias para melhorar a eficiência energética, apenas recomenda e a certificação tem um prazo de validade, afinal há que alimentar o inspectores com mais um imposto.

Em termos práticos isto apenas vai servir para criar mais uma taxa a ser paga pelo consumidor para obter o tal papelinho, à semelhança do que sucede com a instalação eléctrica, a de telecomunicações e o gás. Toda a directiva europeia que resulte em facturação acrescida em impostos é imediatamente implementada, tudo o resto são floreados. :(

Arpels
January 31st, 2009, 09:51 PM
esta noticia não é nova mas é interessante, o chão da pista de dança actualmente anda em digressão pelo mundo para estudo:

Nesta discoteca, a energia motriz do ambiente é produzida pela vibração produzida no chão da pista de dança pelos frequentadores, a água usada na casa de banho vem da água da chuva.
A discoteca fica em Roterdão, e apresenta-se como a casa noturna "mais verde do mundo".
Os proprietários da “Watt” dizem que a casa é a primeira a seguir todos os critérios estabelecidos pelo Sustainable Dance Club (SDC), um conceito criado na Holanda há dois anos para estimular discotecas a utilizarem fontes alternativas de energia.
A energia é captada por sensores instalados por baixo da pista - convertida para alimentar a iluminação do ambiente. Ao dançar na pista, uma pessoa pode produzir de 5 a 10 watts, dependendo de seu peso. Os movimentos são registrados por mecatrônicos que exibem um gráfico de energia que ficará à mostra, servindo de estímulo para os baladeiros.
Na casa de banho a água da chuva é colectada por caixas instaladas no tecto, escorre por tubos transparentes até o vaso sanitário, dali, segue para ser purificada em tanques no subsolo. Com isto, o estabelecimento espera economizar cerca de 1.000m³ de água por ano, o equivalente à quantidade necessária para encher uma piscina e meia.
Os conceitos de sustentabilidade também se estendem ao bar, onde são servidas comidas e bebidas orgânicas. Os funcionários vestem uniformes fornecidos por empresas escolhidas pelo seu currículo de respeito ao meio-ambiente. A iluminação é feita por lâmpadas que gastam 85% menos energia que as luzes comuns e os copos também serão de material 100% reciclável.

Império-CostaAzul
February 1st, 2009, 09:31 PM
é para quando uma dessas em Lisboa?
sinceramente acho isso fascinante...

Arpels
February 1st, 2009, 10:08 PM
uma? deviam aderir todas em nome do bom ambiente :yes: ainda é novidade, mais uns anitos...

Império-CostaAzul
February 1st, 2009, 10:55 PM
epa sim ou todas e mais ainda lol
espero que sim Arpels seria interessante em todos os aspectos :)

pauloluso
February 2nd, 2009, 03:30 AM
Imaginem as possibilidades.
Este sistema instalado em zonas de grandes passagens de pessoas, por exemplo no metro.
Melhor ainda, produção de energia pela passagem dos carros numa estrada.:nuts: