View Full Version : Thread Energias Alternativas
PulseFighter February 2nd, 2009, 12:09 PM Imaginem as possibilidades.
Este sistema instalado em zonas de grandes passagens de pessoas, por exemplo no metro.
Melhor ainda, produção de energia pela passagem dos carros numa estrada.:nuts:
Melhor, aproveitar a energia das pestanas de cada vez que se abrem e fecham os olhos :lol:
pauloluso February 2nd, 2009, 10:02 PM Melhor, aproveitar a energia das pestanas de cada vez que se abrem e fecham os olhos :lol:
Esta solução não dava. Não vamos inventar.^^
O pessoal queixava-se que ia ao encontro das liberdades individuais. :lol:
ermesinde February 3rd, 2009, 08:57 PM desculpem, nao vi o thread, ouvi dizer que ele existe, mas não o vi.
Portugal está no Top 5 em certificação energética de edifícios
Portugal está entre os cinco países da União Europeia com melhor processo de certificação energética de edifícios, disse Martin Elsberger, responsável na Comissão Europeia pela implementação do regulamento à Lusa. Portugal encontra-se no grupo de países como Dinarmarca, Holanda, Alemanha e Irlanda. O responsável da Comissão Europeia reuniu-se em Lisboa com a Adene, agência para a energia, e afirmou que "do que vi até agora e do que temos monitorizado, Portugal escolheu uma forma bastante eficaz de implementar a directiva, com uma boa focagem nos pontos cruciais deste ponto da legislação".
Martin Elsberger destacou a qualidade da performance energética e a exigência nos requisitos para os especialistas e acredita que Portugal atingirá a redução de 15% nos consumos de energia até 2015. "O facto de estarem à frente na certificação energética dos edifícios poderá significar que a maior parte do objectivo português pode ser atingida nesse sector", salientou o mesmo responsável.
sybrenp February 3rd, 2009, 09:01 PM Por caso esta discoteca nao esta a andar nada bem.. dizem que e possivel fechar d'aqui a pouco tempo..
PulseFighter February 4th, 2009, 01:41 PM desculpem, nao vi o thread, ouvi dizer que ele existe, mas não o vi.
Portugal está no Top 5 em certificação energética de edifícios
Portugal está entre os cinco países da União Europeia com melhor processo de certificação energética de edifícios, disse Martin Elsberger, responsável na Comissão Europeia pela implementação do regulamento à Lusa. Portugal encontra-se no grupo de países como Dinarmarca, Holanda, Alemanha e Irlanda. O responsável da Comissão Europeia reuniu-se em Lisboa com a Adene, agência para a energia, e afirmou que "do que vi até agora e do que temos monitorizado, Portugal escolheu uma forma bastante eficaz de implementar a directiva, com uma boa focagem nos pontos cruciais deste ponto da legislação".
Martin Elsberger destacou a qualidade da performance energética e a exigência nos requisitos para os especialistas e acredita que Portugal atingirá a redução de 15% nos consumos de energia até 2015. "O facto de estarem à frente na certificação energética dos edifícios poderá significar que a maior parte do objectivo português pode ser atingida nesse sector", salientou o mesmo responsável.
Como é hábito por cá trabalha-se para ficar bem nas estatísticas mesmo que a população passe fome. Não percebo bem o que significa "eficaz", será a cobrança de um novo imposto? Os 300 € cobrados para fazer a certificação revertem a favor de quem? Também se esquecem de que a certificação foi criada em países frios, onde o aquecimento central é quase um obrigatoriedade e a sua transposição para Portugal é quase ridícula, um país com um mínimo de climatização nas habitações. Volto a dizer, foi apenas mais uma forma de sacar dinheiro dos constribuintes através de um novo imposto.:bash:
E entretanto continuam-se a construir edifícios vidrados num país mediterrânico, com os custos inerentes do ar condicionado no verão. Esta é a verdadeira faceta da certificação energética :p
Pelha February 9th, 2009, 03:46 AM Reportagem da CBC (Canadian Broadcasting Corporation) sobre as energias renováveis em Portugal. (http://www.cbc.ca/mrl3/8752/news/features/durham-portugal081020.wmv)
sybrenp February 9th, 2009, 07:34 PM Ah, boa reportagem, temos mesmo sorte com o ambiente para este tipo de energia :D
NewTomorrow February 10th, 2009, 08:43 AM UE quer Energia Sustentável
A discussão que conduza a soluções para a sustentabilidade em matéria energética é o propósito da III Semana da Energia Sustentável da União Europeia, que está a decorrer até à próxima sexta-feira. A iniciativa é da Comissão Europeia e pretende mobilizar os sectores público e privado para um debate de importância capital para a UE e os seus cidadãos.
http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/14_115950.jpg
A temática energética reveste-se, para a União Europeia (UE), da maior importância. Isto, desde logo, por questões económicas, mas também pelos riscos da excessiva dependência do petróleo e outros combustíveis fósseis pelas questões ambientais inerentes.
É neste contexto que a Comissão Europeia (CE) está a levar a efeito, desde ontem e até à próxima sexta-feira, a III Semana da Energia Sustentável da União Europeia (EUSEW, sigla em inglês).
Trata-se de um evento que é concretizado no âmbito da Campanha Europeia para a Energia Sustentável (SEE, sigla inglesa) e
que tem por palco Bruxelas e várias outras cidades europeias, como sucede com o Porto - vai apresentar a sua Estratégia Sustentável em matéria enegética, no dia 13 -, no caso de Portugal.
De acordo com os promotores, os eventos organizados durante a EUSEW "abrangem questões cruciais que salientam a natureza multi-sectorial do desenvolvimento energético sustentável e a necessidade de todos trabalharem em conjunto em nome de um objectivo comum".
Buscar soluções para o dia-a-dia
Traçado o objectivo no que diz respeito à redução das emissões de gases com efeito de estufa no espaço da UE (o acordo alcançado, em Dezembro, durante a presidência francesa, pelos chefes de Estado e de governo dos 27, propõe que, até 2020, 20 por cento da energia na UE seja produzida a partir de fontes renováveis), Bruxelas pretende, deste modo, que responsáveis dos vários níveis de intervenção no espaço europeu, público e privado, abordem os mais recentes avanços e soluções em matéria de energia sustentável, tendo em vista a sua aplicação prática.
Em questão está, assim, não só a abordagem da questão da eficiência energética - de edifícios e de veículos motorizados, por exemplo - como das fontes energéticas - energias renováveis e biocombustíveis - e ainda a educação para a utilização racional da energia, domínios relativamente aos quais, os avanços que venham a ser alcançados no âmbito da estratégia definida por Bruxelas se traduzirão em progresso e maior bem-estar para os cidadãos europeus.
Jornal da Madeira
Trajno February 11th, 2009, 05:45 PM O primeiro-ministro anunciou hoje benefícios fiscais e facilidades no acesso ao crédito bancário para as famílias que instalem painéis solares, programa que pretende atingir 65 mil habitações em 2009, num investimento de 225 milhões de euros.
José Sócrates afirmou ainda que o Governo vai ordenar a realização de auditorias sistemáticas de eficiência energética nos edifícios públicos a partir de Março, abrangendo hospitais, universidades e instalações de Defesa Nacional.
As medidas do programa do Governo para a energia foram anunciadas por José Sócrates na sua intervenção inicial no debate quinzenal, na Assembleia da República, dedicado ao tema da economia.
Segundo o líder do executivo, as famílias que entenderem instalar em 2009 painéis solares térmicos nas suas casas contarão «com um triplo benefício».
«Pagarão menos de metade do custo do equipamento; verão a sua factura energética anual reduzir-se em mais 20 por cento; e terão ainda um benefício fiscal de 30 por cento do custo de investimento do primeiro ano», apontou.
Neste capítulo, Sócrates adiantou também que estas famílias poderão recorrer ao crédito bancário para financiamento dos painéis «em condições preferenciais já a partir do próximo mês».
Sócrates disse depois que a meta é instalar painéis solares «em mais de 65 mil habitações».
«O investimento previsto chegará aos 225 milhões de euros, cabendo ao Estado uma comparticipação na ordem dos 100 milhões de euros. Estima-se também a criação de cerca de 2500 postos de trabalho», sustentou.
A par das medidas para os particulares, o primeiro-ministro referiu que a primeira etapa do programa de eficiência energética para os edifícios públicos, a partir de Março, prevê auditorias sistemáticas a 100 edifícios públicos, que são considerados grandes consumidores de energia, entre os quais se contam universidades, hospitais ou instalações de Defesa nacional.
«Logo de seguida, arrancarão as obras necessárias para que estes edifícios passem a cumprir as regras da eficiência energética», complementou.
Num debate dedicado ao tema da economia, o primeiro-ministro referiu que a actual crise económica mundial exige «investimento».
«Investir nas escolas e na qualificação, investir nas redes de nova geração, investir na eficiência energética e nas energias renováveis», apontou.
fonte (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=372779)
NewTomorrow February 13th, 2009, 09:39 AM Madeira
Santa Cruz vai produzir biogás a partir de dejectos
A Câmara Municipal de Santa Cruz, em parceria com o Governo Regional e com empresas da área da suinicultura, situadas no Santo da Serra, na zona das Quatro Estradas, prepara-se para avançar com um projecto de valorização ambiental que consistirá no tratamento dos efluentes destas explorações, mais concretamente os dejectos dos animais, para a produção de biogás.
Já existem estudos com vista ao desenvolvimento deste projecto - o qual será apoiado por fundos comunitários - sendo que o presidente da edilidade santa-cruzense «gostaria que ao longo deste ano esses estudos ficassem todos concluídos e começássemos a fazer as obras. É uma pretensão que eu penso que é possível».
José Alberto Gonçalves refere que o objectivo é congregar os efluentes que resultam destas actividades, «para trabalhá-los e criar biogás», e adianta que «estamos agora a falar com parceiros que queiram entrar nesse projecto», o qual, frisa, «é um projecto de valorização ambiental, uma vez que reúne efluentes de uma forma segura e ambientalmente aceitável e que, por sua vez, pode ser produtor de energia, que é uma mais-valia para os parceiros e para o município».
Ainda que os resíduos actualmente existentes sejam já suficientes para alguma rentabilidade, há o objectivo de congregar nesta mesma área - onde está situada a Santagro e outras empresas - as explorações de suinicultura existentes. O presidente da Câmara diz que «está a fazer-se o levantamento de um património municipal localizado na freguesia do Santo da Serra, próximo de unidades que já se dedicam a essa actividade», sendo que depois disso «vamos convidar as estruturas que se dediquem a essa actividade a se instalarem ali».
No que concerne ao referido projecto de valorização ambiental, o nosso interlocutor sublinha que «todos os efluentes destas indústrias (dejectos) serão reunidos e tratados, potenciados e vendidos». Tal como refere, será produzido biogás, a partir do qual pode ser produzia energia eléctrica «que pode depois ser vendida à rede». «É para consumo interno e possivelmente para vender», frisa.
O autarca não deixa ainda de sublinhar a importância deste projecto, tendo em conta as cada vez mais necessárias preocupações ambientais. «Não podemos ser fundamentalistas do ambiente, mas temos de ser muito respeitadores, porque no fundo o ambiente somos nós», disse, acrescentando que «o homem está no centro de todas as preocupações ambientais e exactamente por isso há que ter muito respeito pelo ambiente, se não, ao destruir o ambiente estamos a destruir-nos a nós próprios».
Jornal da Madeira
PedroGabriel February 14th, 2009, 01:22 AM O terceiro maior canal televisivo do mundo, a televisão estatal do Japão, a NHK , esteve hoje, na Câmara Municipal da Póvoa de Varzim para entrevistar Macedo Vieira, presidente da autarquia, sobre o Parque de Ondas de Aguçadoura.
O edil manifestou a projecção do primeiro parque mundial de aproveitamento da energia das ondas, que está situado numa freguesia da Póvoa de Varzim e que se assume como um projecto pioneiro pela originalidade do recurso em utilização.
Macedo Vieira frisou ainda os benefícios previstos para o futuro, após a conclusão do projecto que se encontra ainda numa primeira fase, e do qual se espera que venha responder à procura média anual de electricidade de cerca de 15 mil famílias, evitando a emissão de mais de 60 mil toneladas/ano de emissões de dióxido de carbono em centrais convencionais.
Para ficar a saber uma pouco mais sobre o Parque de Ondas de Aguçadoura, inaugurado em Setembro de 2008, poderá consultar o portal municipal.
Skyline da Povoa vista do Parque de Ondas:
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/c/cc/Pelamis_bursts_out_of_a_wave.JPG/800px-Pelamis_bursts_out_of_a_wave.JPG
Povoa é outra onda =D
muitas TVs aqui. Um gajo tem que se desviar, a entrevistar escritores. :yes:
Wolf2009 February 14th, 2009, 08:09 PM O nosso país devia de ter mais parques de ondas o que não falta é mar á volta do país.
outra coisa era também de louvar era fazer tipo uns moinhos de maré modernos para produzir energia durante a subida e baixa da maré.
Portugal tem tantos recursos renovaveis não sabe é aproveitar.
NewTomorrow February 15th, 2009, 07:39 AM MADEIRA
Negócio de painéis solares atrai pessoas sem qualificação
Empresário do ramo diz que das 30 empresas só 4 têm material de qualidade
Data: 14-02-2009
http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/140209/dn0401070301.jpg
A aposta nas energias renováveis, mais concretamente na energia solar (painéis fotovoltaicos) está a criar uma onda empreendedora nunca vista na Madeira e, no geral, em Portugal. O problema é que parecem estar a surgir novos empresários do ramo que pouca ou nenhuma qualificação têm para o efeito, principalmente no que toca aos materiais utilizados na instalação dos referidos painéis.
A denúncia parte do empresário Miguel Ornelas, responsável pela empresa especializada 'Energy Power, Lda.', que além de salientar que o mercado continua a atrair muitos técnicos em nome individual, o que está a transformar o sector regional demasiadamente saturado, apesar da crescente procura por parte das famílias madeirenses.
"Há cerca de 30 empresas na Madeira a trabalhar com as energias renováveis e o mercado está a ficar saturado", garante. "Há gente a entrar que nada percebe do assunto. Até já ouvi alguém dizer que vai entrar nisto porque está a dar para todos, apesar de reconhecer que pouco conhece de instalações do género", denuncia Miguel Ornelas. "Isso é um autêntico suicídio", acredita.
É que para quem andou a tirar cursos e formações específicas e a investir muito dinheiro no negócio, "agora andamos a ver as coisas a descambar, pois não há quem controle e nem sei se é possível limitar o mercado", lamenta. Por isso, só vê uma solução: "Os clientes não podem deixar-se enganar. É que, com a crise, todos querem pelo mais barato. E nós que trabalhamos em aço inox e com cobre, material certificado que tem 30 anos de vida útil, vemos uns 'espingardeiros' a vender ferro e painéis de plástico, que fica mais barato".
Consequências dessa escolha, frisa, é que "seis meses depois está tudo podre", o que pode prejudicar todo o sector, perspectiva. "O barato pode sair caro, não só aos clientes, como a todos os que trabalham conforme as regras e os materiais certificados. Infelizmente estas situações são cíclicas e, acredito que, no final desta euforia, quem é bom, trabalhar bem e com qualidade, vai se aguentar. No momento, só há quatro ou cinco empresas com qualidade".
Bancos a colaborar para benefício a triplicar
A rede de agências do BES, BCP, CGD e BPI vai ser usada, a partir de 2 de Março, para apoiar as famílias na compra de painéis solares, mesmo que essa aquisição não implique a concessão de crédito.
"Independentemente do recurso ao crédito ou não, [os consumidores] dirigem-se às instituições bancárias" para dar início ao processo de compra dos painéis solares, disse quinta-feira o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos. Uma forma que considera "cómoda e fácil que permitirá impulsionar" este investimento.
A medida de resposta à crise, trará benefícios fiscais e facilidades no acesso ao crédito bancário para as famílias que instalem painéis solares, programa que pretende atingir 65 mil habitações em 2009, num investimento de 225 milhões de euros.
Assim, as famílias que entenderem instalar em 2009 painéis solares térmicos terão triplo benefício: pagarão menos de metade do custo do equipamento; vêm a sua factura energética anual reduzir-se em mais 20%; e terão ainda um benefício fiscal de 30% do custo de investimento do primeiro ano.
DNoticias
:bash::bash::bash::bash::bash:
PulseFighter February 16th, 2009, 05:02 PM MADEIRA
Negócio de painéis solares atrai pessoas sem qualificação
Empresário do ramo diz que das 30 empresas só 4 têm material de qualidade
Data: 14-02-2009
Os abutres do costume aparecem em todos os negócios, Está na altura de criar uma certificação na área.:)
NewTomorrow February 17th, 2009, 03:12 AM a uns messes foi a uma loja de produtos para a piscina e jardim e tambem tinham la a vender, um painel estranhissimo, era umas mangeiras de borracha dentro de uma cupula de plastico e o gajo dizia que era tecnologia nova , era mais ´e aldrabismo .
´E o que mais pode aldrabar, mais deve ser sinal da crise, como o povo nao tem trabalho noutras areas, mudou-se para esta que esta na moda e da dinheiro, mesmo nao tendo conhecimentos...
PulseFighter February 17th, 2009, 11:23 AM O nosso país devia de ter mais parques de ondas o que não falta é mar á volta do país.
outra coisa era também de louvar era fazer tipo uns moinhos de maré modernos para produzir energia durante a subida e baixa da maré.
Portugal tem tantos recursos renovaveis não sabe é aproveitar.
As centrais de maré são estruturas extremamente caras pois têm que resistir a tempestades e ondulação violenta o que abunda pela nossa costa. Por isso se optam muitas vezem por contrui-las em estuários onde são menos expostas à rebentação mas isso cria problemas de navegação, por isso a solução não é simples de implementar.
PedroGabriel February 18th, 2009, 02:38 AM o parque de ondas na Povoa, está localizado precisamente na zona com a ondação mais violenta. Nao é por nada que aquilo é tb praia de surf.
NewTomorrow February 18th, 2009, 10:15 AM tive a ver este programa no discovery
modern marvels Renewable energy
http://www.veoh.com/videos/v11568138H66AkRM2
Wolf2009 February 20th, 2009, 04:18 PM Barragens de Maré funcionam exatamente como os moinhos de maré mas só que o fim é produzir Energia elétrica.
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-energia-das-mares/imagens/energia-das-mares-15.jpg
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-energia-das-mares/imagens/energia-das-mares-16.jpg
Esta tecnologia já é usada á anos em Portugal para moer o trigo.
O nosso país tem recursos os governates é que não investem.
NewTomorrow February 21st, 2009, 02:55 AM Barragens de Maré funcionam exatamente como os moinhos de maré mas só que o fim é produzir Energia elétrica.
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-energia-das-mares/imagens/energia-das-mares-15.jpg
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-energia-das-mares/imagens/energia-das-mares-16.jpg
Esta tecnologia já é usada á anos em Portugal para moer o trigo.
O nosso país tem recursos os governates é que não investem.
as barragens de mare foi das coisas que me chamou mais atençao nesse programa
ermesinde February 26th, 2009, 03:09 PM Barragens de Maré funcionam exatamente como os moinhos de maré mas só que o fim é produzir Energia elétrica.
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-energia-das-mares/imagens/energia-das-mares-15.jpg
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-energia-das-mares/imagens/energia-das-mares-16.jpg
Esta tecnologia já é usada á anos em Portugal para moer o trigo.
O nosso país tem recursos os governates é que não investem.
não sei se já reparaste que Portugal está bem no pelotão da frente nas energias renováveis...
ermesinde February 26th, 2009, 06:50 PM Exponor organiza primeira edição da Ambinergia
A Feira Internacional do Porto vai organizar a primeira edição da Feira Ambinergia, a Feria Internacional do Ambiente, Energia e Sustentabilidade, no próximo dia 7 de Junho. A Ambinergia trata-se de um certame internacional, em parceira com várias entidades como a AEP (especializada na organização de feiras e eventos empresariais), APA (Agência Portuguesa do Ambiente, ADENE (Agência para a Energia), AdPorto (Agência de energia do Porto), BCSD (Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável) e APCER (Associação Portuguesa para a Certificação).
Esta feira do ambiente e sustentabilidade será o maior evento que se realizará este ano em Portugal nas áreas do ambiente (água, ar, resíduos, carbono, e certificação), energia (eficiência energética, energias renováveis, energias convencionais e certificação) e sustentabilidade desenvolvimento sustentável, responsabilidade social, responsabilidade ambiental e report e verificação). Na Ambinergia participarão várias empresas da área, desde produtoras, distribuidoras e serviços, até entidades públicas e organizações não-governamentais.
NewTomorrow February 27th, 2009, 02:23 AM não sei se já reparaste que Portugal está bem no pelotão da frente nas energias renováveis...
nao tinha reparado, para dizer verdade nunca tinha postado neste tread
para mim ´e tudo novidade
mais acho tudo muito bonito e gosto
PulseFighter February 27th, 2009, 12:04 PM Barragens de Maré funcionam exatamente como os moinhos de maré mas só que o fim é produzir Energia elétrica.
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-energia-das-mares/imagens/energia-das-mares-15.jpg
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-energia-das-mares/imagens/energia-das-mares-16.jpg
Esta tecnologia já é usada á anos em Portugal para moer o trigo.
O nosso país tem recursos os governates é que não investem.
Preferem investir em barragens em reserva natural destruindo a linha do Tua por exemplo. :bash:
PulseFighter February 27th, 2009, 12:05 PM não sei se já reparaste que Portugal está bem no pelotão da frente nas energias renováveis...
E no pelotão de trás no que respeita a meios de transporte :lol:
ermesinde February 27th, 2009, 02:23 PM não é bem assim, claro que o português é um comodista do cara***, mas olha que o carro eléctrico vai entrar em grande aqui, os portugueses só querem coisas da moda, é como os telemóveis.
NewTomorrow March 2nd, 2009, 08:34 AM Instalação de uma fábrica de baterias de iões de lítio em Portugal
Governo e Nissan assinam carta de intenções
O Governo e a construtora automóvel Nissan assinam hoje uma carta de intenções para estudar a possibilidade de instalar uma fábrica de baterias de iões de lítio em Portugal, anunciou ontem o Ministério da Economia.
Em comunicado, o ministério tutelado por Manuel Pinho recorda que, em Novembro, Portugal foi "o primeiro país europeu" a assinar um acordo final com a Aliança Renault Nissan para a execução de um programa de mobilidade com emissões zero.
No âmbito deste acordo, serão instaladas em Portugal 1.300 estações de carregamento de baterias até 2011 e concedidos vários incentivos para os compradores de veículos eléctricos, como reduções no IRS.
"Portugal é um líder a nível mundial nas energias renováveis e no combate às emissões de CO2 e as mudanças nos transportes são um elemento verdadeiramente fundamental para criar um modelo sustentável do ponto de vista da energia e do ambiente", afirma o ministro da Economia, Manuel Pinho, citado no comunicado.
A Aliança Renault Nissan vai comercializar veículos eléctricos em Portugal no início de 2011, tornando-o num "dos primeiros países do mundo" a ter veículos eléctricos desta Aliança.
Jornal da Madeira
:banana::banana::banana:
PulseFighter March 2nd, 2009, 12:13 PM não é bem assim, claro que o português é um comodista do cara***, mas olha que o carro eléctrico vai entrar em grande aqui, os portugueses só querem coisas da moda, é como os telemóveis.
O carro eléctrico mantém a filosofia do transporte individual, de qq forma até agora foi apenas propaganda :banana:
PulseFighter March 2nd, 2009, 07:19 PM não é bem assim, claro que o português é um comodista do cara***, mas olha que o carro eléctrico vai entrar em grande aqui, os portugueses só querem coisas da moda, é como os telemóveis.
Não sei se os veículos eléctricos vão entrar em grande. O famoso SegWay custa 7000 €, versão base. e é um veículo eléctrico. Custa o mesmo que a famosa Piaggio MP3 de 3 rodas, e disseram que esta era cara :lol:
Para trás parece ter ficado o motor a ar comprimido, igualmente viável e com tecnologia corrente com inúmeras vantagens. Ao contrário do que se possa pensar não é uma ideia nova, foi já aplicado em locomotivas do séc. 19, mas posteriormente foi esquecido. Imaginem "carregar" a viatura com um compressor de ar. :)
pauloluso March 2nd, 2009, 07:49 PM Um exemplo a seguir.
fonte (http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=00893AD3-AA17-4040-A659-68FEC8CCB575)
Bruno Colaço
02 Março 2009 - 13h21
Futura sede da Quercus
Antiga estação da CP torna-se 'Edifício Verde'
A Quercus apresentou hoje o projecto ‘Edifício Verde’ daquela que será a sua futura sede nacional. O projecto consiste na recuperação e reabilitação da estação de caminhos-de-ferro de Sacavém, constituída por três edifícios e um cais coberto, numa área de 2750 metros quadrados.
Do projecto fazem parte a construção de um edifício administrativo, salas de reuniões, um auditório, um armazém, uma horta biológica, um parque de energia, um espaço destinado à biodiversidade e uma ETAR.
Toda a reabilitação será feita com recurso a materiais reutilizáveis, recicláveis e com reduzido impacto ambiental, já que, de acordo com Hélder Spínola, presidente da Direcção Nacional da Quercus, “este projecto pretende ser demonstrativo, uma vez que não irá mudar a realidade portuguesa”. Assim, este projecto pretende ser um exemplo a seguir, pois “é possível manter a qualidade de vida e as necessidades diárias, reduzindo o consumo energético e tendo uma política de mobilidade sustentável”.
Porque a “economia pode ajudar o ambiente e vice-versa”, foram assinados três protocolos entre a Quercus e as empresas RAR Imobiliária, SGS Portugal e GECoRPA, no sentido de reafirmar parcerias e partilhar conhecimentos entre as instituições.
Joana Nogueira
NelsonMirandaPT March 2nd, 2009, 11:19 PM Quem financia a "brincadeira"?
NewTomorrow March 3rd, 2009, 05:02 AM Quem financia a "brincadeira"?
as pessoas que lhe devem favores :cheers::cheers::cheers:
pauloluso March 4th, 2009, 02:03 AM Um veiculo eléctrico decente made in Peugeot-mistubishi. Em comparação com a proposta da Nissan.
http://www.autodeclics.com/blog/upload/mitsubishi-i-miev.jpg
NewTomorrow March 4th, 2009, 02:39 AM Um veiculo eléctrico decente made in Peugeot-mistubishi. Em comparação com a proposta da Nissan.
http://www.autodeclics.com/blog/upload/mitsubishi-i-miev.jpg
ja viste a versao final da Proposta Renault/Nissan eu ainda nao?
ainda nao foi divulgada
o que foi divulgado foram varios concept
andre_carneiro March 4th, 2009, 01:33 PM ja viste a versao final da Proposta Renault/Nissan eu ainda nao?
ainda nao foi divulgada
o que foi divulgado foram varios concept
Não vai haver 1 proposta final... mas sim 9 modelos!!!
Segundo Shai Agassi, CEO da Better Place, a Nissan já lhe apresentou 9 modelos de carros eléctricos que serão postos no mercado nos próximos anos!
De todos os tipos: citadinos, familiares, SUV's, etc...
Creio que serão todos os modelos que sairão a combostiveis fosseis mas adaptados a electricidade e com a tecnologia de mudança de baterias, etc..
NewTomorrow March 5th, 2009, 03:37 AM O MIEV da Mitsubishi nao tem nenhuma ligaçao com a Peugeot e mais este carro ja era vendido antes como Mitsubishi I no Japao e no UK
pauloluso March 5th, 2009, 04:05 AM O MIEV da Mitsubishi nao tem nenhuma ligaçao com a Peugeot e mais este carro ja era vendido antes como Mitsubishi I no Japao e no UK
Tem. Tem. Não pesquisaste bem. A noticia é do dia 2/03/09
http://forum.autohoje.com/forum-geral/66058-mitsubishi-i-miev-vai-ser-vendido-como-peugeot-em-2011-a.html
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1046579&div_id=1728
Lançamento previsto para 2010/2011
Peugeot vende carro eléctrico baseado no Mitsubishi i MiEV
Modelo nipónico pronto em 2009
A Mitsubishi e a PSA Peugeot-Citroen assinaram um protocolo para uma colaboração nos veículos eléctricos. A empresa francesa vai vender um veículo eléctrico baseado no i MiEV, que a Mitsubishi está já a desenvolver no Japão.
Em Junho de 2008, ambas as companhias iniciaram um estudo de fiabilidade do desenvolvimento, da produção e da utilização de um motor eléctrico em pequenos veículos urbanos e agora chegaram a um entendimento que permitirá à PSA ser o parceiro da Mitsubishi no desenvolvimento do veículo eléctrico para a Europa.
A Mitsubishi produzirá o carro, que será comercializado sob a marca Peugeot, em paralelo com o Mitsubishi i MiEV.
A colaboração das duas empresas irá, de acordo com um comunicado das marcas, acelerar a introdução dos veículos eléctricos no mercado europeu. As companhias estão neste momento a negociar um acordo de cooperação, procurando garantir a data de lançamento para o final de 2010, início de 2011.
Para a PSA Peugeot Citroen, este acordo permitirá ao grupo manter a liderança, nos automóveis ecológicos e amigos do ambiente, com mais de 10.000 unidades vendidas.
Já para a Mitsubishi, este projecto é consistente com a sua estratégia mundial, desenvolvida para os veículos eléctricos. Actualmente está envolvida com o i MiEV em testes e actividades promocionais no Japão, Nova Zelândia, Estados Unidos da América e na Europa. O i MiEV será lançado no Japão, no Verão de 2009. Em paralelo com o lançamento do i MiEV em 2010 na Europa, a Mitsubishi está a estudar a introdução deste veículo eléctrico em diversos mercados, incluindo os Estados Unidos da América.
[Smeagol] March 8th, 2009, 08:57 PM Portugal com 8151 MW de potência instalada
2009-03-06
O total da potência instalada renovável atingiu 8151 MW, no final de Dezembro de 2008. O aumento de potência, relativamente a Outubro, verificou-se na potência instalada eólica e fotovoltaica incluindo, também, pela primeira vez, a potência instalada numa central com aproveitamento da energia das ondas (Aguçadora), de acordo com as mais recentes estatísticas da Direcção Geral de Energia e Geologia (DGEG).
A produção total de energia eléctrica, a partir de fontes de energias renováveis decresceu 9 por cento em 2008, relativamente a 2007, «como consequência do comportamento verificado na sua componente hídrica, decréscimo agora menos acentuado, no final do ano, atendendo a que a produção hídrica em Dezembro foi 67 por cento superior à verificada no mês homólogo de 2007», acrescenta.
A produção eólica em 2008 cresceu 42 por cento relativamente a 2007. Em Dezembro a produção foi 80 por cento superior à registada no mês homólogo do ano anterior. A DGEG salienta ainda que a potência instalada eólica se situa agora perto dos 2 800 MW, meta que se pretendia atingir no final de 2008.
ermesinde March 9th, 2009, 11:05 PM vamos mas é tentar duplicar isto, fazer toda a electricidade por meios renováveis, porque daqui a uns anos qdo o petróleo for para os 500 dólares, ter muita e boa energia renovável vai ser um factor económico decisivo.
PulseFighter March 10th, 2009, 11:41 AM vamos mas é tentar duplicar isto, fazer toda a electricidade por meios renováveis, porque daqui a uns anos qdo o petróleo for para os 500 dólares, ter muita e boa energia renovável vai ser um factor económico decisivo.
Descansa que o pteróleo não chegará aos 500 dólares, antes disso estaremos em guerra :lol:
NelsonMirandaPT March 10th, 2009, 04:54 PM Nunca vejo é os números sobre o custo da "energia verde".
emarques March 10th, 2009, 05:12 PM Nunca vejo é os números sobre o custo da "energia verde".
Depende da energia. Os mega-projectos de energia fotovoltaica são um disparate, não só em termos de custos monetários como dos custos ambientais ao produzir os painéis. E se não vês as discussões sobre os custos, é porque não prestas muita atenção. É praticamente inevitável que apareça alguém a dizer que se está a desperdiçar dinheiro quando se fala do assunto, e começa outra vez a argumentação, com cada lado a apresentar números a "provar" que compensa/não compensa, dependendo da inclinação de cada pessoa.
Mas em geral, no custo da "energia verde" tens o preço de instalação, e isso costumam dizer quando anunciam a construção da infraestrutura. E depois tens os custos em subsídios aos produtores, que podem ou não compensar dependendo da estimativa que se faça dos custos "escondidos" da poluição causada pelas outras formas de produção de energia eléctrica.
PulseFighter March 10th, 2009, 07:39 PM Depende da energia. Os mega-projectos de energia fotovoltaica são um disparate, não só em termos de custos monetários como dos custos ambientais ao produzir os painéis. E se não vês as discussões sobre os custos, é porque não prestas muita atenção. É praticamente inevitável que apareça alguém a dizer que se está a desperdiçar dinheiro quando se fala do assunto, e começa outra vez a argumentação, com cada lado a apresentar números a "provar" que compensa/não compensa, dependendo da inclinação de cada pessoa.
Mas em geral, no custo da "energia verde" tens o preço de instalação, e isso costumam dizer quando anunciam a construção da infraestrutura. E depois tens os custos em subsídios aos produtores, que podem ou não compensar dependendo da estimativa que se faça dos custos "escondidos" da poluição causada pelas outras formas de produção de energia eléctrica.
A "energia verde" é fortemente subsidiada na esperança de que o seu custo se reduza ao longo do tempo.
De facto uma central fotovoltaica é um disparate completo. Se tivermos em conta que esses paineis so começam a dar lucro ao fim de 14 anos, vemos logo as vantagens das centrais de forno solar. Mas como empregam mais pessoal já não intreressam, isto dos empregados é uma chatice, se não existissem empregados é que era bom, ops..... mas depois vendíamos a energia a quem ? :bash:
NelsonMirandaPT March 11th, 2009, 01:27 PM Da última vez que vi valores, apenas diziam que a energia solar era 5x mais cara da energia "diesel". Ora bem, quem pagar 30 euros de electricidade por mês, passará a pagar 150 euros. :X
NewTomorrow March 12th, 2009, 08:47 AM quem crio o carro foi a Mitsubishi
ve
A empresa francesa vai vender um veículo eléctrico baseado no i MiEV, que a Mitsubishi está já a desenvolver no Japão
NewTomorrow March 15th, 2009, 10:26 AM Madeira
Região com potencial nas energias 'limpas'
Data: 14-03-2009
A Madeira ainda tem muito potencial para descobrir ao nível das energias renováveis. A opinião é de Duarte Ferreira, da General Electric (GE), que ontem orientou um seminário com a Empresa de Electricidade da Madeira. Segundo explicou, a Região tem acompanhado as tendências internacionais, sendo que, ao nível de Portugal e da União Europeia "existe claramente um esforço grande na área das energias renováveis".
O responsável referiu estarem a ser desenvolvidos ao nível regional "alguns projectos interessantes e outros que vão acontecer a curto prazo", nomeadamente na área eólica e na área fotovoltaica. "Queremos aprofundar as relações e a parceria já existente e ser um parceiro de charneira com a EEM", acrescentou.
Duarte Ferreira recordou que, na Região, a GE já tem projectos ao nível das centrais fotovoltaicas, também na área da iluminação com as campanhas de troca de lâmpadas e também ao nível de centrais de dessalinização.
"O objectivo é fazer com que a comunidade em geral consuma cada vez mais energias limpas, que não sejam esgotáveis como as produzidas a partir do petróleo", disse. O seminário de ontem veio no seguimento da "tentativa de reduzir essa dependência".
DNoticias Madeira
NewTomorrow March 19th, 2009, 09:03 AM Incentivos “solares”.
O Ministério da Economia anunciou ontem um novo regime para a adesão de PME à instalação e uso de painéis solares, que prevê duplicar o volume anual instalado destes equipamentos e elimina o requisito de demonstração de autonomia financeira.
Em comunicado, a tutela indica ter definido "um regime exclusivo para as PME, complementar ao regime geral em vigor do programa de apoio à aquisição e instalação de sistemas de solar térmico em habitações de particulares," no âmbito da Iniciativa de Investimento e Emprego.
"O novo regime visa maximizar as vantagens inerentes à incorporação do tecido empresarial das PME, com experiência comprovada nas vertentes da produção, instalação e manutenção de painéis solares", indica o Ministério em comunicado, acrescentando que o regime geral "conta já com cinco entidades fornecedoras".
O novo regime para as PME "estabelece um conjunto de requisitos mais flexíveis e adequados às características e dimensão das PME". Assim, a "capacidade de instalação e manutenção dos equipamentos" terá "apenas um âmbito regional, nos distritos assumidos pela empresa em causa".
Jornal da Madeira
ermesinde March 19th, 2009, 06:35 PM Depende da energia. Os mega-projectos de energia fotovoltaica são um disparate, não só em termos de custos monetários como dos custos ambientais ao produzir os painéis. E se não vês as discussões sobre os custos, é porque não prestas muita atenção. É praticamente inevitável que apareça alguém a dizer que se está a desperdiçar dinheiro quando se fala do assunto, e começa outra vez a argumentação, com cada lado a apresentar números a "provar" que compensa/não compensa, dependendo da inclinação de cada pessoa.
Mas em geral, no custo da "energia verde" tens o preço de instalação, e isso costumam dizer quando anunciam a construção da infraestrutura. E depois tens os custos em subsídios aos produtores, que podem ou não compensar dependendo da estimativa que se faça dos custos "escondidos" da poluição causada pelas outras formas de produção de energia eléctrica.
A energia solar fotovoltaica nao me parece economicamente rentável ainda, mas a energia termica solar conta já com projectos com a mesma capacidade de uma central nuclear e o efeito de escala certamente irá reduzir os preços, assim como a inclusao de créditos de carbono na equeção. Além disso, no site treehugger, vi uma notícia sobre uma central solar térmica na India com a capacidade de 5Gw, ora 5 gigawatts é a capacidade de 5 centrais nucleares, isto sim, é um mega-avanço.
NewTomorrow March 20th, 2009, 09:38 AM Fachadas fotovoltaicas para aproveitar energia
A sapa, especialista em soluções de alumínio, promove hoje uma jornada técnica na região
Data: 20-03-2009
http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/200309/dn0401070501.jpg
A SAPA Portugal, especialista em soluções de alumínio para a arquitectura, promove hoje no Funchal uma jornada técnica onde serão apresentados projectos ligados às soluções energéticas para edifícios. Estarão presentes destacados arquitecto, entre os quais Lívia Tirone.
Esta arquitecta tem desenvolvido um trabalho muito interessante no âmbito da Arquitectura Sustentável. Presidiu ao Grupo de Trabalho na área dessa especialidade do Conselho dos Arquitectos da Europa em 2000. Com base no êxito das intervenções desse grupo de trabalho nas políticas da Comissão Europeia, foi por convidada a presidir ao grupo de trabalho 'Construção Sustentável' em 2003, com a tarefa de definir as medidas para o alargamento da prática da construção sustentável na Europa. Actualmente trabalha em Portugal.
J. Artur Mexia, director técnico e de projectos da 'Sapa Building System Portugal' (SBAP), um dos três ramos da representação da multinacional sueca no nosso País, disse ontem ao DIÁRIO, que desde há vários anos que a marca trabalha na Madeira, directamente com projectistas e arquitectos, e também com empresas do sector das obras públicas e construção civil. Mantém, por isso, um armazém na zona de Santo António e uma equipa de técnicos especializados em montagens.
A SAPA apresenta agora novas soluções na Região Autónoma, que sugerem aos arquitectos e promotores a utilização de painéis fotovoltaicos, no lugar dos vidros das fachadas dos edifícios. Artur Mexia diz que a solução é a ideal numa terra como a Madeira, onde as horas de Sol são praticamente o dobro da média que se verifica, por exemplo, na Alemanha, onde este tipo de soluções é adoptado com maior frequência. Admite que no início, aquando do investimento na construção, os custos possam subir, mas no conjunto, considerando o retorno na produção de energia, trata-se de uma solução que merece ser considerada e adoptada. Por outro lado, como os vidros são painéis solares, entra menos luminosidade para dentro dos edifícios, evitando, por isso, a colocação de palas de sombreamento.
No dia de ontem, J. Artur Mexia e outros técnicos da SBSP visitaram duas unidades hoteleiras onde foram adoptadas soluções à medida dos respectivos projectos, quer em termos térmicos, quer acústicos, nomeadamente o Hotel Meliã Madeira Mare e o remodelado Four Views Panorâmico (ex-São João) que reabre no final deste mês, depois de obras de remodelação. O Meliã Mare é apontado pela SAPA como exemplo de boa aplicação dos materiais fornecidos pelo grupo sueco de alumínios, pela sua dimensão, localização, arquitectura moderna e vista panorâmica.
A nova legislação que obriga a que as residências e todos os prédios construídos desde este ano tenham uma certificação energética, impõe regras fundamentais que se relacionam com os aproveitamentos de energia. No caso das soluções apresentadas pela SBSP, trata-se do aproveitamento de uma potencialidade que na Madeira pode ser bastante rentável, com um dispêndio de investimento menor. "É um risco diminuto, para uma amortização rápida", considera J. Artur Mexia.
A SAPA Portugal, eleita há dois anos a melhor filial da multinacional sueca do mesmo nome, registou no último ano um crescimento de 30% no seu volume de vendas (cerca de 37 milhões de euros) num momento em que o sector da construção está em declínio. A filial portuguesa da SAPA tem ainda a responsabilidade dos mercados de Espanha e de Angola, onde se verificaram no último ano alguns avanços interessantes e onde existem perspectivas de crescimento
DN Madeira
NewTomorrow March 20th, 2009, 10:13 AM Toyota continua «eléctrica» 19 Março 2009 16:37
http://www.autohoje.com/images/stories/Noticias3/19032009_toyota_.500.jpg
Os PHV (Plug-in Hybrid Vehicle) da Toyota continuarão a circular em diversos continentes com o objectivo de testar a tecnologia que permitirá carregar a bateria do automóvel numa simples tomada da rede eléctrica. O construtor anunciou ontem que, a partir do final do ano, disponibilizará cerca de 100 viaturas a diversos parceiros envolvidos neste projecto, na área de Estrasburgo, França.
Enquanto a Toyota estuda esta tecnologia, a empresa de electricidade EDF, responsável pelos postos de abastecimento, analisará as diversas possibilidades de fornecimento de energia. Nesta fase instalará pontos com tomadas plug-in em locais como parques de estacionamento públicos, estradas e nos domicílios de alguns dos parceiros envolvidos.
Estes automóveis podem ser utilizados em modo 100% eléctrico em distâncias curtas, sem emissões poluentes, e funcionam como um híbrido normal em trajectos longos. Os modelos estarão em testes durante os próximos três anos.
A Toyota começou com este projecto em 2007, em França, e tem também, desde o ano passado, diversos automóveis a testar no Reino Unido. Ainda este ano, o projecto estender-se-á aos Estados Unidos, Japão.
http://www.autohoje.com/images/stories/Noticias3/19032009_toyota_500.jpg
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bem que a Salvador Caetano (Importador da Toyota) poderia fazer uma parceria com a EDP e colocar uns quantos Prius Plug In numa Cidade Portuguesa
PulseFighter March 20th, 2009, 11:45 AM Fachadas fotovoltaicas para aproveitar energia
A sapa, especialista em soluções de alumínio, promove hoje uma jornada técnica na região
Data: 20-03-2009
http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/200309/dn0401070501.jpg
DN Madeira
A solução é interessante ao aproveitar a transparência dos paineis fotovoltáicos para contruir janelas "escurecidas", mas os custos devem ser muito elevados.:)
Barragon April 25th, 2009, 10:02 AM Central solar termoeléctrica vai ser instalada em Moura
25.04.2009
A Os projectos baseados na energia solar continuam a preencher o território do concelho de Moura, onde já se encontra em funcionamento a maior central fotovoltaica do mundo na freguesia da Amareleja, já denominada a "Meca do fotovoltaico" da Europa.
Anteontem foi assinado em Moura por cinco entidades - Martifer Renewables SA, Câmara de Moura, Lógica EM, Martifer Energy Systems SA e Iskandar - um memorando de entendimento para a instalação de uma central termoeléctrica com 50 MW de potência. Aquele conjunto de entidades diz ser seu propósito sensibilizar o Governo para a necessidade de um enquadramento regulamentar mais favorável que permita a viabilidade de projectos desta natureza.
Este tipo de projectos, segundo o município de Moura, tem tido uma aceitação crescente em vários países que estão a optar pela produção energética recorrendo a fontes renováveis. Existe um entendimento entre as partes que a localização desta central solar termoeléctrica beneficiará do abundante recurso natural e da conhecida receptividade do município a projectos de energias renováveis.
Em Dezembro de 2008, a Câmara de Moura, a SKY Enegy, a TOM, Lda e a Lógica EM assinaram um outro memorando de entendimento para materializar a construção de uma central solar, com capacidade até 10 MW, que prevê um investimento de 40 milhões de euros.
O aparecimento de novos projectos resulta da experiência adquirida em matéria de energias renováveis, área definida para o concelho como um dos suportes para o desenvolvimento da cidade e do município.
Público
Toca a preencher o deserto de centrais
JohnRadio April 25th, 2009, 10:50 AM Mira Amaral: Construir a central solar fotovoltaica da Amareleja foi um "erro enorme"
O antigo ministro da Indústria e da Energia, Luís Mira Amaral, considerou hoje "um erro enorme" a construção da Central Solar Fotovoltaica de Amareleja, afirmando que a tecnologia com os painéis de silício actuais é "demasiado cara".
"Discordo do Governo quando fica muito encantado com a grande central solar fotovoltaica, a maior do mundo. Considero um grande erro", disse hoje Luís Mira Amaral no decorrer da conferência "O futuro energético em Portugal", promovida pela Ordem dos Engenheiros e pelas associações patronais AEP, AIP e CIP.
"A tecnologia fotovoltaica com os painéis de silício actuais é muito cara, como os números do [jornal inglês] Finantial Times mostram. A própria procura pelo silício faz aumentar o preço", justificou Mira Amaral.
"Em vez desta fazia-se uma pequena central. Com a maior central fotovoltaica do mundo vamos ter painéis de silício importados a um preço louco. Construir aquela central no Alentejo foi um erro evidente", acrescentou ainda.
Com uma capacidade total instalada de 46,41 megawatts (MW), a central solar fotovoltaica de Amareleja é da empresa espanhola Acciona e funciona em pleno há quase quatro meses. A central vai produzir, durante os próximos 25 anos, 93 gigawatts/hora (GWh) de energia por ano.
A intervenção de Mira Amaral seguiu-se a uma alocução do ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, que realçou - entre outros aspectos - a aposta do Governo nas energias renováveis e na eficiência energética. "Não temos alternativa. Se o mundo não ficar alerta para as questões da eficiência energética, uma coisa posso garantir: isso é equivalente a um suicídio colectivo", afirmou Manuel Pinho.
No decorrer da sua intervenção o ministro da Economia considerou "verdadeiramente ridículo um país com os recursos de água que Portugal tem não os ter aproveitado durante anos a fio".
http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1375737
SR-71 May 3rd, 2009, 12:06 PM Vai ser criada rede de abastecimento de carros eléctricos
Exame Informática.
O Laboratório Nacional de Energia e Geologia (LNEG) e o INESC-Porto querem desenvolver, nos próximos quatro anos, uma rede de abastecimento de carros eléctricos em Portugal.
Notícia da Agência Financeira dá conta de que o projecto já tem definidos locais para a instalação de pontos de abastecimento de energia eléctrica e prevê mesmo o apoio de EDP, Efacec e fabricantes de baterias eléctricas.
Os investigadores do LNEG e do Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto (INESC-Porto) ainda vão ter de submeter o projecto à análise do Governo, mas lembram que não estão sós nesta iniciativa que também deverá estender-se a Espanha, como ficou delineado na última Cimeira entre Portugal e Espanha.
Apesar de ser um projecto para os próximos quatro/cinco anos, já há alguns dados mais ou menos adquiridos para a futura rede de abastecimento de carros eléctricos: a Câmara de Lisboa e a EDP já acordaram a instalação de pontos de abastecimento na capital que vão permitir levar a cabo as primeiras experiências; e também já se sabe que o “carregamento” dos automóveis deverá ser feito, preferencialmente, de noite, devido ao custo da energia nesse horário.
Os responsáveis do LNEG acreditam que o Governo deverá aprovar o projecto até ao Verão.
:)
Madeira ainda não aproveita a energia produzida pelo sol
DUAS LICENÇAS POR CONCRETIZAR DESPERDIÇAM 3.000 HORAS DE SOL POR ANO.
DN Madeira,03-05-2009
Assinala-se hoje o Dia Internacional do Sol e a verdade é que sendo Portugal um dos países da Europa com maior incidência de radiação solar, a instalação de energia fotovoltaica tem evoluído de uma forma bastante discreta.
A potência total instalada no país atingiu, no final do ano passado as 56,5 MW, de acordo com as estatísticas mais recentes da Direcção Geral de Energia e Geologia, um valor já com algum significado, tendo em conta que, por exemplo, em 2004 a capacidade instalada era de 2,6 MW. Existindo em Portugal a maior central fotovoltaica do Mundo, com uma capacidade instalada de 46 megawatts (MW), que produz 93 milhões de kilowatts/ hora (kWh) por ano - este valor é equivalente ao consumo de mais de 30 mil famílias - a verdade é que as diferentes regiões do país não têm aproveitado as condições de tempo excepcionais.
De acordo com o 'Atlas da Radiação Solar da Região Autónoma da Madeira', um trabalho da responsabilidade conjunta do Laboratório Regional de Engenharia Civil e da Universidade de Vigo, com a colaboração do Instituto de Meteorologia - Madeira, a Madeira tem quase três mil horas de exposição solar por ano, valor que suplanta o número médio de horas de sol no território continental, que varia entre as 2.200 e as 3.000 horas. Na Alemanha, por exemplo, este indicador varia entre 1200 e 1700 horas.
Pese as condições excepcionais que a Região tem para a produção de energia a partir do sol, a verdade é que até a data existem apenas duas licenças emitidas, a favor da da Isohidra/Nutron que se propõe instalar parques no Caniçal (6 MW) e no Porto Santo (2 MW).
Para além da produção industrial, existem pelo menos cerca de três dezenas de consumidores madeirenses inscritos no Sistema de Registo de Microprodução, no âmbito do projecto 'Renováveis na Hora'. A ideia é produzir energia eléctrica, a partir de casa, injectá-la na rede e vendê-la à Empresa de Electricidade.
Este atraso verifica-se, também, na Madeira, onde a produção industrial de energia a partir do sol ainda não se verifica. Ainda que não esteja produzir energia a partir do sol, caso as duas licenças atribuídas se operacionalizem ao longo deste ano, a Madeira será responsável por 14% da energia produzida em Portugal a partir do sol, um indicador que a torna líder e referência. Contudo, o valor de produção já licenciado tem pouco peso nas necessidades da população local, já que os 8 MW licenciados garante a produção necessária a apenas 6 mil famílias, ou seja o equivalente a uma pequena freguesia rural.
Refira-se, por fim, que Portugal é um dos países da UE com menor consumo de electricidade per capita - 4799 kWh, - correspondendo ao 21º lugar dos países europeus. Só a Bulgária, a Hungria, a Polónia, a Lituânia, a Letónia e a Roménia registaram consumos mais baixos.
FONTE PODEROSA
A pequeníssima parcela da energia irradiada pelo Sol que atinge a terra representa 4 trilhões de megawatts-hora por dia, ou seja quase 30 mil vezes a quantidade total de energia produzida e consumida pelos engenhos domésticos, industriais ou agrícolas no mundo todo. Já a luminosidade produzida pelo Sol garante em cada metro quadrado uma potência (energia/segundo) de 1.400 watts, isto é, a potência de 14 lâmpadas de 100 watts.
A energia solar pode ser utilizada para aquecer e iluminar edifícios, aquecer água, produzir energia, etc.
:ohno:
SR-71 May 4th, 2009, 09:36 PM Vai ser criada rede de abastecimento de carros eléctricos
4WGah4aMcus
:cheers:
É caro mas muuuuuito fixe.
pauloluso May 4th, 2009, 10:15 PM É caro mas muuuuuito fixe.
Também é o meu preferido de momento.
SR-71 May 6th, 2009, 10:53 AM Prédio colectivo fornece energia à rede pública
Investimento de 23 mil euros vai render 350 euros mensais aos condomínios
http://www.dnoticias.pt/diario/fotos/060509/dn0401070801.jpg
DN Madeira, 06-05-2009
A Madeira já tem, desde a passada segunda-feira, um prédio de habitação colectiva a produzir energia eléctrica para fornecimento da rede pública. O projecto partiu da iniciativa dos condóminos de um prédio localizado no Caminho de Santo António e representou um investimento global de 23.850 euros.
Segundo nos explicou ontem o administrador do condomínio do prédio em causa, Cândido Caldeira, a ideia começou a ganhar forma no ano passado, logo após o anúncio dos apoios para projectos de microprodução e da possibilidade de comercialização da energia produzida para a rede pública. "Este é o primeiro prédio a fornecer energia à rede pública", diz Cândido Caldeira acrescentando que o principal obstáculo à concretização do projecto teve a ver com o financiamento bancário. "Quando recorremos aos bancos fomos informados que os sistemas de apoio destinavam-se apenas a pessoas individuais e não a prédios colectivos". Face a isto, a "tivemos de recorrer a capitais próprios para adquirir o equipamento" de microprodução.
A amortização do investimento feito, segundo Cândido Caldeira, está estimada em "cinco a seis anos. Tudo depende das horas de sol. A EM vai comprar-nos a electricidade produzida a 0,65 euros/Kw", um valor superior ao de compra.
Em média, diz, as estimativas do fornecedor deste sistema de microprodução de energia, apontam para um produção mensal de energia da ordem dos 350 euros. A rentabilidade, complementa, pode ser no entanto ligeiramente superior "caso o tempo ajude e haja mais sol".
:)
Barragon May 7th, 2009, 02:19 AM ^^ boa :pepper: todos os edifícios deveriam apostar nisto... claro que a EDP não quer viabilizar a maioria ...
Wolf2009 May 7th, 2009, 07:59 PM ^^ boa :pepper: todos os edifícios deveriam apostar nisto... claro que a EDP não quer viabilizar a maioria ...
se todos os edificios da amp e aml o fizesse era bom
PedroGabriel May 8th, 2009, 03:09 PM 4WGah4aMcus
:cheers:
É caro mas muuuuuito fixe.
deveriam haver incentivos para estes carros, é silencioso, é mesmo o futuro. espero que acabem os tubos de escape de uma vez.
se demora 6 horas a carregar, o ideal é trocar as baterias vazias por umas carregadas. nesses supostos postos.
Império-CostaAzul May 9th, 2009, 05:20 PM exacto Pedro Gabriel, estes carros teveriam ter duas baterias de maneira a muda-las sempre que uma esteja descarregada. Deveriam sim criar incentivos, grandes incentivos, para a compra deste tipo de veiculos.
PulseFighter May 13th, 2009, 12:31 PM ^^ boa :pepper: todos os edifícios deveriam apostar nisto... claro que a EDP não quer viabilizar a maioria ...
A EDP apenas pode colocar entraves à interligação com a rede de distribuição, se for para utilização própria qualquer proprietário pode instalar o que quiser, seja solar térmico, fotovoltáico ou mini aerogerador. :banana:
PulseFighter May 13th, 2009, 12:35 PM deveriam haver incentivos para estes carros, é silencioso, é mesmo o futuro. espero que acabem os tubos de escape de uma vez.
se demora 6 horas a carregar, o ideal é trocar as baterias vazias por umas carregadas. nesses supostos postos.
Não concordo, supoe que compraste um carro novo com baterias novas. Vais carregar e trocas por um pack de baterias já usadas e com capacidade reduzida. Alguem com um carro velho vai ficar com as tuas baterias novas e sem uso e como pode carregá-las em casa, já lá não volta para as trocar, até que fiquem velhas novamente :lol:
Mas os tubos de escape podem não acabar se a abordagem dos motores a ar comprimido conseguir avançar.
PulseFighter May 13th, 2009, 12:40 PM Luis Queiros
O futuro energético de Portugal
Quem participou, no passado dia 21 de Abril, na conferência sobre o futuro energético de Portugal, promovida pela CIP e pela Ordem dos Engenheiros no Museu da Electricidade em Lisboa, terá percebido que a situação energética no mundo é bastante mais preocupante do que os mais pessimistas poderiam imaginar.
Quem participou, no passado dia 21 de Abril, na conferência sobre o futuro energético de Portugal, promovida pela CIP e pela Ordem dos Engenheiros no Museu da Electricidade em Lisboa, terá percebido que a situação energética no mundo é bastante mais preocupante do que os mais pessimistas poderiam imaginar.
Apoiado nas conclusões do "World Energy Outlook" de 2008, o representante da Agência Internacional de Energia disse da forma mais diplomática possível (leia-se, menos alarmista), que até 2030 vai ser preciso colocar em produção mais 40 milhões de barris de petróleo por dia, originários de novos projectos de exploração. Isto só para compensar as quebras que se prevêem nas grandes jazidas actualmente em produção. Ora a verdade é que ninguém sabe onde ir buscar esta imensa quantidade de crude, equivalente à actual produção da OPEP, ou à produção de quatro Arábias Sauditas. Será uma tarefa altamente improvável de levar a cabo, tendo em conta a dimensão do "buraco". E tornada ainda mais difícil devido aos problemas financeiros da actual crise económica e do baixo preço do crude, uma vez que muitos projectos de exploração foram adiados, ou simplesmente cancelados.
A emissão de gases com efeito de estufa, responsáveis pelas alterações climáticas, é outro dos grandes problemas, e o cenário não podia ser mais negro. Aquilo que a Europa se propõe arduamente reduzir nos próximos 10 anos - desde hoje até 2020 - será menos do que as emissões que a China lançará para a atmosfera, nesse ano, nuns escassos 5 meses.
Mesmo com um moderado nível de crescimento económico de 2% ao ano, alcançar as metas programadas para 2050 significaria atingir, nessa data, um teor de carbono produzido não superior a 6 g de CO2 por cada dólar gasto. E esse é um valor altamente improvável, dado ser cento e trinta vezes inferior ao actual.
Também foi afirmado, na conferência, que a dependência energética externa da Europa, em gás natural, (a grande aposta para a produção de energia eléctrica), vai passar, até 2020, dos actuais 60 para 80%. Ora ninguém sabe muito bem donde esse gás poderá vir, se do Norte de África ou do Médio Oriente, já que o gás russo não chegará para todas as encomendas.
Valeu na circunstância a visão optimista e cornucopiana do actual ministro da Economia, para quem as renováveis são a panaceia que irá resolver todos os problemas. Mas tal visão foi arrasada pelo eng. Mira Amaral, que falou em seguida. Sobre as energias renováveis, o antigo ministro referiu a confusão que é feita entre potência instalada e energia produzida. Falou do problema da intermitência, intrínseco às renováveis, e concluiu que em 2020, na melhor das hipóteses e a custos pouco competitivos, a energia eólica representará 4 ou 5% do total da energia utilizada em Portugal. Lamentou a forma pouco responsável como o Governo de Guterres cancelou a barragem do Baixo Côa, e advogou um entendimento entre Portugal e Espanha sobre a energia nuclear.
Esta conferência veio consolidar a nossa convicção de que a questão energética está na base da actual crise económica e financeira. Sem energia barata e abundante, não será possível retomar o crescimento económico. Mas já estamos a viver o momento do "pico do petróleo", que nos vai empurrando para um beco sem saída. E não parece provável, nestas condições, que a produção de petróleo no mundo alguma vez venha a ultrapassar a barreira dos 100 milhões de barris por dia.
Perspectiva-se um futuro de ciclos curtos de crescimento/depressão, associados a uma alternância no preço do petróleo. Ao verificar-se, uma retoma do crescimento impulsiona um aumento no consumo de crude. Mas isso fará aumentar o seu preço, devido à escassez da oferta. Segue-se nova diminuição do crescimento, num ciclo interminável e desgastante.
Apostar numa retoma keynesiana, segundo o modelo Obama, mesmo pela via verde (renováveis, sequestro do carbono, eficiência …) será ainda apostar no crescimento contínuo da economia. Mas não parece ser a via adequada, pois não conduzirá à saída do ciclo.
O crescimento e a prosperidade, baseados no consumo e no sucesso material dos últimos 50 anos, em que a economia mundial cresceu cinco vezes, é uma ideia completamente insustentável. E já está a minar os fundamentos para uma nova prosperidade, alicerçada numa visão menos materialista do progresso.
Teremos que assumir as consequências deste facto e enfrentar um desafio obrigatório: é necessário um novo tipo de sistema económico. E até, quem sabe, uma nova forma de organização social. Para que seja possível à humanidade prosperar num mundo com recursos finitos, e com uma fronteira ecológica já claramente perceptível à nossa frente.
Presidente do Grupo Marktest, Membro da ASPO Portugal
Como está demonstrado, as coisas estão feias. A solução será uma mistura de várias fontes de energia e mesmo assim não há certezas de que chegue para tudo, mesmo poupando :ohno:
Uma esperança, (mais uma) será a fotossíntese artificial, a produção de alimentos / combustíveis directamente a partir do sol de uma forma autosustentada. :)
Karsh May 21st, 2009, 11:22 PM Presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis diz que ainda não há condições.
Antes de 2014 ou 2015 não há condições para instalar um Parque Eólico em Montesinho. A observação é do presidente da Associação Portuguesa de Energias Renováveis.
António Sá, em entrevista ao jornal Nordeste diz que neste momento não há potência disponível para construir mais parques eólicos, para além de sublinhar que a infra-estrutura em Montesinho só tem viabilidade quando as barragens do Sabor e Foz do Tua estiverem prontas.
António Sá acredita que lá para 2015 deverá ser dada autorização para o parque eólico em Montesinho, para que possa entrar em funcionamento em 2017 ou 2018, um ano depois das centrais hidroeléctricas entrarem em funcionamento, permitindo o escoamento da energia eólica para a rede eléctrica.
Bluesence July 9th, 2009, 04:34 PM Pergunto-me agora, sem manuel pinho, como será o futuro de Portugal no que toca às renováveis...
Carlosmoya July 25th, 2009, 04:23 AM Pergunto-me agora, sem manuel pinho, como será o futuro de Portugal no que toca às renováveis...
pois... o bom é que sai cá para fora :x
já agora... para quando escolas e hospitais com painéis solares?
cumps ;)
traveler August 5th, 2009, 09:21 PM Britânica Orecon aposta na energia das ondas em Portugal
A empresa britânica Orecon assinou um acordo com a Estaleiros Navais do Mondego para a construção dos seus primeiros três aparelhos de produção de energia a partir das ondas.
Carla Pedro
cpedro@negocios.pt
A empresa britânica Orecon assinou um acordo com a Estaleiros Navais do Mondego para a construção dos seus primeiros três aparelhos de produção de energia a partir das ondas.
A notícia é avançada pelo “Greenbang.com”, que adianta que este acordo se segue ao recente convénio da Orecon com a também portuguesa Eneólica para o desenvolvimento de uma instalação de produção de electricidade por conversão da energia das ondas, de 4,5 megawatts.
Nos termos deste contrato, a Estaleiros Navais do Mondego e a Orecon vão implementar a tecnologia de aproveitamento de energia de ondas, com a instalação de um conversor de energia das ondas (um sistema MRC) com uma potência de 1,5 megawatts, para o mercado português, refere a mesma fonte.
A construção da primeira unidade está prevista para ter início em Fevereiro de 2010, para estar pronta para instalação na Primavera de 2011.
A Estaleiros Navais do Mondego está sedeada na Figueira da Foz. A empresa tem 65 anos de experiência na construção, reparação e concepção de embarcações, salienta o “site” inglês.
“O mercado português das ondas é, de longe, o melhor da Europa”, afirmou Ken Street, director do departamento de desenvolvimento do negócio da Orecon, citado pela “Greenbang”. “Portugal dispõe de excelentes recursos ao nível das ondas e a forma comprida e estreita do país significa que a ligação e distribuição em rede é muito mais simples de conseguir do que noutro lugar qualquer”, acrescentou.
A Orecon adiantou ainda que pretende fixar e fazer crescer esta indústria em Portugal, o que criará e assegurará empregos locais, sublinha o "Greenbang.com". A tecnologia MRC, patenteada pela Orecon, usa o princípio da coluna de água oscilante. Esta estrutura é parcialmente submersa, oca, com abertura para o mar abaixo da superfície da água, de forma a que o ar contido no seu interior seja comprimido pela coluna de água. Este ar é conduzido através de uma turbina de ar para produzir energia.
Os países com melhores condições para conversão de energia das ondas são o Reino Unido, Irlanda, Noruega, norte de Espanha, França e Portugal, segundo um estudo apresentado pelo município de Peniche.
Barragon September 4th, 2009, 02:06 PM Universidade poupa 300 mil euros em energia
Programa de Eficiência Energética concluído no final deste ano
O Programa de Eficiência Energética da Universidade de Aveiro contempla um investimento de nove milhões de euros. Irá permitir uma poupança energética na ordem dos 300 mil euros por ano. Todos os edifícios do campus serão adaptados.
Dentro de dez anos a Universidade de Aveiro (UA) conseguirá recuperar os 2,5 milhões de euros investidos no programa de eficiência energética, tudo graças a uma redução dos gastos em energia na ordem dos 300 mil euros anuais. A iniciativa é do Governo que comparticipa com 6,5 milhões de euros (num total de nove milhões de investimento) e que irá permitir adaptar todos os edifícios do Campus de Santiago e do Pólo de Águeda.
Fernando Tavares Rocha, vice-reitor da UA, considera que se trata de um investimento avultado, "mas necessário e que será recuperado na poupança que vamos ter na factura da energia", afirmou, ontem, na apresentação do Programa de Eficiência Energética da UA, que contou com a presença do ministro das Finanças e da Economia, Teixeira dos Santos.
As principais alterações serão feitas ao nível da iluminação exterior, da desactivação automática de equipamentos em períodos "mortos", captação de águas internas para redes de rega, correcção de factores de potência, adaptação dos sistemas de ar condicionado e ventilação e micro-produção de energia através da instalação de painéis solares e fotovoltaicos. A maioria deverá estar implementada até ao final de 2009, sendo que algumas das obras já tiveram início, nomeadamente as que dizem respeito à alteração das coberturas dos edifícios.
A reitora da Universidade de Aveiro, Helena Nazaré, considera que este programa do Governo foi "uma oportunidade em tempos de crise" e lembrou que muitos edifícios, construídos há quase três décadas, não estavam adaptados para estas situações. "Temos muitos desperdícios energéticos e problemas de manutenção", disse Helena Nazaré, acrescentando que "desde há quatro anos que nos temos começado a preocupar com estas situações e temos tentado criar as condições necessárias para a poupança energética".
O projecto da UA é dos primeiros a avançar, no que toca a instituições de ensino. A candidatura foi aprovada a 1 de Abril e cinco meses depois, começam a ser dados os primeiros passos no terreno. Situação que não passou despercebida ao ministro da Economia e Inovação, Teixeira dos Santos, que elogiou a eficiência da UA, ao mesmo tempo que garantiu que o Governo "continuará a apoiar este tipo de projectos". "Continuaremos a apostar no domínio da energia, até porque 52% do défice externo corresponde à factura energética", acrescentou.
JN
_Icaro_ September 7th, 2009, 11:15 AM Resolução do Conselho de Ministros n.º 81/2009. D.R. n.º 173, Série I de 2009-09-07
Estabelece os objectivos e novas medidas do Programa para a Mobilidade Eléctrica em Portugal e aprova o modelo da mobilidade eléctrica
http://dre.pt/pdf1sdip/2009/09/17300/0600306006.pdf
Barragon September 8th, 2009, 02:26 AM Bem vindo Icaro :yes: :okay:
Barragon September 11th, 2009, 10:04 AM Primeira central solar gigante para exportar electricidade nasce em Portugal
Um grupo de empresários portugueses está a estudar a construção de uma central solar gigante no Alentejo, de dois mil megawatts, destinada à exportação de electricidade verde para a Europa do Norte, e a criação de um novo cluster industrial no país, um investimento que poderá rondar os seis mil milhões de euros, apurou o PÚBLICO.
Do núcleo promotor do projecto, designado Luz.On, fazem parte Mário Baptista Coelho, o homem que ergueu a central de Moura, a Fundação Calouste Gulbenkian, a Efacec e a EIPElectricidade Industrial Portuguesa, estas últimas duas entidades como parceiras tecnológicas.
A megacentral fotovoltaica de elevada concentração, de tecnologia norte-americana e alemã, é um dossier que está há vários meses em preparação. A sua instalação deverá ocupar cerca de cinco mil hectares numa zona não especificada no Alentejo, e é do conhecimento do Governo e da Comissão Europeia, que já deu o seu apoio, por a considerar de interesse europeu.
Com arranque estimado para a megacentral em 2011 e sete anos faseados de execução, a Luz.On quer seguir a estratégia que impulsionou a energia eólica no país, através da criação de uma fi leira industrial, juntando parte das empresas situadas neste sector, parte da capacidade hoje virada para o sector automóvel, nomeadamente a metalomecânica e os moldes, e a instalação industrial dos fabricantes das células solares, propriamente ditos.
A proximidade geográfica dos fornecedores em relação à central é considerada preferencial, nomeadamente para a produção das células fotovoltaicas. As centrais solares deste tipo em funcionamento até agora foram construídas com painéis importados da China e um dos projectos da Qimonda Solar, entretanto falida, era trazer para Portugal o fabrico do componente de maior intensidade tecnológica para o país, ou seja, de maior valia. A Efacec, por seu lado, já está ligada a este projecto, bem como a EIP, especializada na instalação de subestações e redes de alta tensão.
O projecto, virado para a era que se avizinha e que os especialistas designam como a das ‘auto-estradas da energia’, apresenta vários pontos inovadores em relação ao passado. É o primeiro pensado para a exportação de energia verde, visando países que precisam de acelerar a redução das suas metas de emissões de dióxido de carbono para cumprirem as metas europeias para 2020. Não está, por isso, candidato a tarifas subsidiadas no mercado nacional, nem depende do consumo do mercado português.
É um dos primeiros projectos a enquadrar-se na nova directiva europeia das renováveis, que abre a porta a um novo modelo de transacções de créditos de emissões de CO2 entre os estados-membros, através dos certificados verdes e das garantias de origem. As novas regras permitem que os países desenvolvam projectos e negoceiem electricidade, sem estarem sempre obrigados a uma transferência física bilateral, mas ao cumprimento de valores globais para o espaço europeu.
Portugal-Espanha-França
Ponto inovador, mas também crítico para o sucesso desta iniciativa, é o facto de esta implicar, ainda assim, uma capacidade de interligação entre Portugal e Espanha e entre esta e França que não é integralmente garantida por parte destes últimos dois países.
O lançamento deste projecto vai assentar num entendimento entre França e Espanha, que tarda há mais de duas décadas, quanto à passagem de uma interconexão eléctrica pelos Pirenéus e que tem sido um dos ‘buracos negros’ na construção de uma rede eléctrica verdadeiramente europeia.
O reforço das interligações eléctricas entre Portugal e Espanha e entre os dois países ibéricos e França é uma das medidas que se reivindicam historicamente como das mais importantes para o desenvolvimento do próprio mercado ibérico de electricidade (Mibel) e que não tem sido fácil. Os mapas de aumento da capacidade de interligação indicam que da parte portuguesa não haverá constrangimentos à passagem dos dois mil megawatts de energia eléctrica.
Com a perspectiva de o preço da energia fotovoltaica tender a descer com projectos de grande escala, é considerado aceitável que chegue aos três euros por watt (actualmente está em cinco euros), o que totalizará cerca de seis mil milhões de euros, segundo cálculos do PÚBLICO. O consórcio escusa-se a comentar este número.
A central de Moura ainda hoje é a terceira maior do mundo, mas a unidade que o grupo ora projecta terá uma dimensão 45 vezes superior em termos de potência instalada. Há dois dias, a China firmou com os norte-americanos da Intersolar um memorando de entendimento para a construção de uma central com a mesma potência de dois mil megawatts.
A vaga de projectos para megacentrais, a uma escala desconhecida para os padrões de hoje, está a agitar europeus, americanos e chineses e promete mexer com o mercado das tecnologias de energia nos próximos anos, sobretudo por causa dos compromissos internacionais em termos de emissões de gases com efeito de estufa e da pressão de um novo quadro regulatório que sucederá ao Protocolo de Quioto.
Há cerca de três meses, foi lançado o Desertec, por um consórcio dominado pela indústria alemã, e que aposta dentro de 30 anos na importação de energia do deserto do Sara para a Europa, e assim satisfazer 15 por cento do consumo europeu. É de longe o mais mega dos projectos e prevê-se que o será durante muitos anos.
Público :eek:
andre_carneiro September 11th, 2009, 10:05 AM 6.000.000.000€.... 'dasse...
Pelha September 15th, 2009, 01:59 AM Não percebo como uma notícia desta importância passa incólume ao elogio e incentivo da ala mais interventiva do fórum.
Não deixa de ser curioso que esta mesma notícia seja a única que fez ecoar o tímido nome de Portugal além-fronteiras nas últimas semanas.
Realmente os portugueses não gostam do país que têm. Destroem-no de tal maneira que não podem gostar de Portugal. Que povo estranho..
Barragon September 15th, 2009, 02:01 AM Realmente... não entendo :dunno: também não deu nas notícias
Império-CostaAzul September 17th, 2009, 06:39 AM Excelente noticia ;)
Um projecto extremamente bom para o paìs. Pena efectivamente de não se ouvir falar muito do assunto, hà razões para isso portanto... como vocês dizem é estranho...
Arpels September 17th, 2009, 10:59 AM dar nas noticias deu, eu vi esta noticia num canal de TV no inicio da semana mas não foi acompanhada por outros canais, nem me lembro em qual vi a noticia, a TV prefere apolitica e as desgraças a anunciar o k se faz.
JPSM September 17th, 2009, 11:25 AM dar nas noticias deu, eu vi esta noticia num canal de TV no inicio da semana mas não foi acompanhada por outros canais, nem me lembro em qual vi a noticia, a TV prefere apolitica e as desgraças a anunciar o k se faz.
ora nem mais...maior exemplo disso e que tens grandes empresas, grandes projectos de R&D, e nunca houves falar disso nos media
_Icaro_ September 17th, 2009, 11:38 AM Maior central de energia solar exige novo enquadramento jurídico
Maior central de energia solar exige novo enquadramento jurídico
Projecto prevê um investimento de seis mil milhões de euros e vai aplicar as novas regras comunitárias sobre as renováveis, criando nova legislação interna.
Com um investimento de cerca de seis mil milhões de euros, a construção de uma central solar gigante no Alentejo coloca vários desafios aos advogados que estão a assessorar o projecto. Diogo Horta Osório, da Cuatrecasas, revela que a operação "vai exigir um enquadramento jurídico novo" e destaca a inovação do "Luz On", que deverá arrancar já em 2010.
A grande novidade é o facto de ser um dos primeiros projectos a aplicar a nova directiva europeia das energias renováveis, que lança um novo modelo de créditos de emissões de C02 entre os Estados-membros, através dos certificados verdes.
O especialista da Cuatrecasas, Gonçalves Pereira, vai assessorar a EIP - Electricidade Industrial Portuguesa, um dos promotores do projecto, e explica que a ideia é "vender energia a preço de mercado e sem financiamento do Estado", ao contrário do que acontece até hoje com as renováveis.
O sócio do escritório de advogados ibérico garante que "é um projecto de grande dimensão, mas com um modelo sustentável, porque as receitas resultam da venda dos certificados verdes" que, segundo Horta Osório, "é a grande originalidade do projecto" e implica "a elaboração de um novo diploma" que legisle esta matéria. Às receitas do projecto resultam exactamente desses certificados.
A operação envolve um grupo de empresários portugueses, tal como revelou o jornal Público na semana passada. Entre os promotores está a Etacec, a EIP, a Fundação Gulbenkian e Mário Baptista Coelho, o impulsionador da central de Moura, a terceira maior do mundo. Mas a "Luz On" terá uma dimensão 45 vezes superior, isto é, de 2.000 megawats. O objectivo deste mega projecto passa por exportar electricidade verde para a Europa do Norte, e vai permitir a criação de um novo cluster industrial no pais.
A construção desta central está planeada para um período de sete anos, e deverá arrancar já em 2010. Mas até lá há um longo caminho a percorrer, e o projecto depende da intervenção e aprovação de várias entidades, explica Diogo Horta Osório. "Desde logo o projecto precisa de ter uma Declaração de Impacto Ambiental (DIA) favorável e terá de contar com a aprovação da Direcção Geral de Energia, do Governo e da Rede Electrica Nacional (REN)". Os reguladores também têm um voto importante na decisão.
E um vasto leque de interve - nientes, que obrigou a Cuatrecasas a destacar um grupo multidiscilpinar para se dedicar a esta operação. A equipa de Energia é dirigida por Diogo Horta Osório, que terá o apoio de três associados: Francisco Santos Costa, Joana Soares Quirino e Catarina Aguiar. A equipa de Regulatório é liderada por Duarte Abecasis e constituída pelos advogados Lourenço Freitas e Gonçalo Proença. A Vieira de Almeida também faz parte da assessoria juridica deste projecto, com uma equipa coordenada pelo sócio Manuel Protásio.
Com mais este projecto de energia verde, Portugal consegue acelerar a redução de emissões de dióxido de carbono, aproximando-se das metas europeias, que estabelecem que em 2020 20°/a da energia consumida pelos Estados-membros deve ser de origem renovável.
O Alentejo concentra maioria dos projectos de energia solar
No distrito de Beja, a maior potência fo tovoltaica licenciada em Portugal. É lá que estão situadas as três centrais solares de Ferreira do Alentejo e aquela que é conside rada a maior do mundo, junto da Amareleja. Além destas, existem ainda duas em Mértola, uma em Serpa e outra Almodôvar.
A Galp, através do consórcio Ventinveste, vai investir 636 mi Ihões num chister industrial, na instalação de oito parques eólicos em cinco distritos e num fundo de inovação. Este cluster permitirá fabricar em Portugal mais de 90% dos componentes dos aero geradores, criando mais de 1300 novos postos de trabalho.
A petrolifera liderada por Ferreira de Oliveira, está também presente em projectos na energia das ondas, através de uma parceria com o Centro da Energia das Ondas com vista à implementação de um projecto piloto na costa portuguesa para a produção de energia eléctrica.
As renovávçis são também um dos principais focos estratégicos da EDP. A empresa quer ter 65°! da sua produção de energia a par - tir de fontes mais amigas do ambiente já em 2015. Nesta fase, 40% da electricidade éjá gerada a partir das renováveis.
A Iberwind, antiga Enersis e agora nas mãos do fundo de iavestimento Magnum Capital, já investiu cerca de 630 milhões
O investimento das empresas na área das renováveis tem sido canalizado principalmente para a energia solar e eólica.
de euros no subsector eólico. O consórcio Luz On está a estudar a construção de um parque solar, também no Alentejo, que terá uma capacidade de dois mil MW e que deverá arrancar em 2011. Prevê investir seis mil mi lhões de euros e a produção terá como destino a Europa do Norte.
A Nutroton Energias, liderada por Marques Mendes, vai investir 70 milhões de euros em qua tro projectos de produção de re nováveis na Madeira, nos próxi mos três anos.
Amareleja reforça exportação
A central solar fotovoltaica da Amareleja começou a fazer os primeiros testes em Agosto de 2008 e, passado um mês, já estava a operar a 100%. Uma equipa de 95 pessoas faz os painéis sola res de 220 e 270 watts (W) numa fábrica com capacidade instalada de 20MW pico por ano. Cerca de 10% dos painéis produzidos na fábrica destinam-se ao mercado de exportação, para países como Espanha, Itália e França. Fernando Sousa, director da unidade fabril, em decla rações ao Diário Económico, avança que, a partir de agora, a exportação irá crescer. Isto por que "está finalizado o projecto de abastecimento do campo solar de Ferreira do Alentejo, da empresa Tecneira, com uma capacidadede 10MW"..
in Diário Económico , 16-09-2009
_Icaro_ September 22nd, 2009, 12:23 PM Despacho n.º 21295/2009. D.R. n.º 184, Série II de 2009-09-22.
(http://dre.pt/pdf2s/2009/09/184000000/3852338538.pdf)
Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação
Aprova a Estratégia para os Combustíveis Derivados de Resíduos (CDR), para o horizonte temporal de 2009-2020
Despacho n.º 21295/2009
O Plano Estratégico para os Resíduos Sólidos Urbanos (PERSU II) para o período de 2007-2016, aprovado pela Portaria n.º 187/2007, de 12 de Fevereiro, aposta fortemente na reciclagem material e orgânica para desvio de aterro.
A Estratégia para os Combustíveis Derivados de Resíduos é um complemento essencial do PERSU II, apresentando com a política de reciclagem e desvio de aterro importantes sinergias. Com efeito, promovendo a valorização energética das fracções de refugo das unidades de valorização orgânica e de triagem, com eventual mistura com fracções de outros tipos de resíduos não perigosos de origens não urbanas, esta Estratégia conferirá maior sustentabilidade aos sistemas de gestão de resíduos sólidos urbanos baseados em tratamento mecânico e biológico, modelo técnico que se afigura crucial para a prossecução dos objectivos de reciclagem e de desvio de aterro. A esta inquestionável mais-valia associa-se o aproveitamento de uma fonte de energia endógena com potencial biogénico e de substituição de combustíveis fósseis, com as inerentes vantagens ambientais e energéticas.
Preconiza-se nesta Estratégia um conjunto de medidas de incentivo ao mercado dos combustíveis derivados de resíduos, designadamente, no domínio da optimização da respectiva produção, do reforço dos instrumentos económicos e fiscais, das restrições à deposição em aterro, da agilização administrativa do licenciamento de unidades de produção, bem como da sensibilização e informação dos potenciais utilizadores, designadamente, da indústria e do sector energético.
Pretende o Governo, através da presente Estratégia, dar um forte sinal ao mercado dos combustíveis derivados de resíduos, contribuindo decisivamente para a sua dinamização e, por conseguinte, para a sustentabilidade dos sectores dos resíduos e da indústria utilizadora destes combustíveis, com vantagens inequívocas para o ambiente e para a auto-suficiência energética do País.
Assim, determina-se o seguinte:
1 - Aprovar a Estratégia para os Combustíveis Derivados de Resíduos (CDR), para o horizonte temporal de 2009-2020, em anexo ao presente despacho e que dele faz parte integrante.
2 - Os serviços tutelados pelos Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação devem adoptar as medidas necessárias para a imediata execução da Estratégia para os CDR.
3 - A Agência Portuguesa do Ambiente, na qualidade de autoridade nacional de resíduos, deve adoptar, no prazo de seis meses, as medidas necessárias para a preparação, nos termos do artigo 25.º do Decreto-Lei n.º 178/2006, de 5 de Setembro, das normas específicas complementares da Norma Portuguesa sobre CDR (NP 4486) que permitam a dispensa de licenciamento da operação de produção de CDR.
4 - A Estratégia para os CDR é objecto de uma avaliação intercalar a efectuar pela Agência Portuguesa do Ambiente, com a colaboração da Direcção-Geral de Energia e Geologia, até ao final de 2012.
5 - O presente despacho produz efeitos no dia seguinte ao da sua publicação.
26 de Agosto de 2009. - O Ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional, Francisco Carlos da Graça Nunes Correia. - O Ministro da Economia e da Inovação, Fernando Teixeira dos Santos.
Lss911 October 9th, 2009, 10:22 PM Ontem na A8 entre Torres e Malveira reparei que uma turbina estava destruída e já percebi porquê:
http://jn.sapo.pt/Storage/ng1190836.jpg
http://www.portal-energia.com/imagens/eolica/incendio-catefica-antigo2.jpg
http://www.portal-energia.com/imagens/eolica/incendio-catefica3.jpg
Ainda este mês de Agosto estive lá em cima a apreciar as vistas, quem diria que uma delas iria arder!
andre_carneiro October 10th, 2009, 09:16 AM ^^grrrr.... parece o apocalipse!
fidalgo November 12th, 2009, 10:28 PM Eólica flutuante vai ser testada em Portugal
Assenta numa estrutura metálica triangular gigantesca, construída segundo os princípios usados nas plataformas petrolíferas. É arrastada para o alto mar, estabilizada e ancorada para ficar totalmente segura. Vai ser testada na costa portuguesa.
[video] (http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/547101)
amsl November 14th, 2009, 11:56 AM Optima noticia :)... na dinamarca ja existem ha muito tempo...
pauloluso November 21st, 2009, 08:03 PM Ainda não vi nenhuma em Portugal.
Vi esta em Nice-França por cima de um Leroy-Merlin sem duvidas para venda:lol:
Já tinha visto uma reportagem sobre este tipo de aerogeradores (eólicas).
Pelo que diziam, são muito mais eficientes do que os outros modelos.
http://dl.dropbox.com/u/1460921/Interessantes/IMG_3937-001.jpg
ermesinde November 30th, 2009, 06:31 PM Airtricity quer avançar com parque eólico em Montesinho em 2011
A empresa irlandesa que apresentou o projecto em Bragança há precisamente dois anos tem neste momento em elaboração o Estudo de Impacte Ambiental para a instalação de um parque eólico na Serra de Montesinho com uma capacidade de 600 MW.
Desde 2007 já foram gastos mais de um milhão de euros em estudos económico-financeiros e medições de ventos.
No entanto, a empresa ainda não sabe quando é que pode avançar com as obras por falta de um concurso público para a exploração.
“Nós estamos a fazer isto tudo sem ter o direito de ligação à rede e o que seria necessário neste momento era ter uma noção de quando é vamos poder ligar a instalação porque isso tem de ser por via de um concurso pelo qual aguardamos com expectativa” afirma Luís Antunes, representante da Airtricity em Portugal.
Mas ainda há outro problema.
A nova sub-estação de Macedo de Cavaleiros, para já, não tem capacidade para receber toda a energia que o parque vai produzir.
Mas Luís Antunes diz que haverá reforços de potência para além da possibilidade de vender a energia para o mercado ibérico.
“Temos estado em reuniões com a REN, baseando-nos no plano de investimentos até 2010 e aquilo que verificamos é que a região vai ser alvo de investimentos que permitirão adequar a rede à recepção desta potência” adianta. “Vai haver um reforço que também está ligado com os investimentos de interligação com a rede espanhola”.
Segundo as previsões da empresa, se ainda houver um concurso até ao final deste ano, o parque pode começar a ser construído em 2011.
“O nosso plano de investimentos até 2013 prevê 250 MW para o país e queremos que uma parte desta potência seja a primeira fase do projecto eólico de Montesinho” revela Luís Antunes acrescentando que para estar em operação até 2013 “o concurso terá de sair até ao final deste ano” porque depois segue-se a fase de licenciamento durante 2010.
O Parque Eólico de Montesinho vai ser construído em quatro fases sendo que até 2013 a Airtricity quer ter a funcionar 150 a 200 MW.
Neste projecto a empresa irlandesa deverá investir mais de mil milhões de euros, caso atinja os 600 MW de potência.
lpmeireles December 24th, 2009, 12:48 AM Optima noticia :)... na dinamarca ja existem ha muito tempo...
desculpa mas estas completamente enganado
os protótipos utilizados ate agora na Europa foram abandonados pela Enercon por não ser viáveis!
as turbinas Offshore existentes têm Fundações assentes no fundo do oceano
casos de north hoyle, q7, barow, kentish flaks, thanet, beatrice e outros todos eles com fundações solidas e não flutuante,
não mandes papalvas sem saberes
lpmeireles December 24th, 2009, 12:51 AM Airtricity quer avançar com parque eólico em Montesinho em 2011
A empresa irlandesa que apresentou o projecto em Bragança há precisamente dois anos tem neste momento em elaboração o Estudo de Impacte Ambiental para a instalação de um parque eólico na Serra de Montesinho com uma capacidade de 600 MW.
Desde 2007 já foram gastos mais de um milhão de euros em estudos económico-financeiros e medições de ventos.
No entanto, a empresa ainda não sabe quando é que pode avançar com as obras por falta de um concurso público para a exploração.
“Nós estamos a fazer isto tudo sem ter o direito de ligação à rede e o que seria necessário neste momento era ter uma noção de quando é vamos poder ligar a instalação porque isso tem de ser por via de um concurso pelo qual aguardamos com expectativa” afirma Luís Antunes, representante da Airtricity em Portugal.
Mas ainda há outro problema.
A nova sub-estação de Macedo de Cavaleiros, para já, não tem capacidade para receber toda a energia que o parque vai produzir.
Mas Luís Antunes diz que haverá reforços de potência para além da possibilidade de vender a energia para o mercado ibérico.
“Temos estado em reuniões com a REN, baseando-nos no plano de investimentos até 2010 e aquilo que verificamos é que a região vai ser alvo de investimentos que permitirão adequar a rede à recepção desta potência” adianta. “Vai haver um reforço que também está ligado com os investimentos de interligação com a rede espanhola”.
Segundo as previsões da empresa, se ainda houver um concurso até ao final deste ano, o parque pode começar a ser construído em 2011.
“O nosso plano de investimentos até 2013 prevê 250 MW para o país e queremos que uma parte desta potência seja a primeira fase do projecto eólico de Montesinho” revela Luís Antunes acrescentando que para estar em operação até 2013 “o concurso terá de sair até ao final deste ano” porque depois segue-se a fase de licenciamento durante 2010.
O Parque Eólico de Montesinho vai ser construído em quatro fases sendo que até 2013 a Airtricity quer ter a funcionar 150 a 200 MW.
Neste projecto a empresa irlandesa deverá investir mais de mil milhões de euros, caso atinja os 600 MW de potência.
deverá entrar em funcionamento mais tarde que isso por terão de esperar pelas novas centrais hídricas e essas em 2013 nao deveram estar concluidas ainda
Império-CostaAzul December 24th, 2009, 02:05 AM Optimo :)
Parece que a EDP està a estudar um parque eolico em alto mar, serà que a noticia mais acima sobre a torre flutuante tem algo a ver com a EDP?
Barragon January 9th, 2010, 03:05 PM EDP investe 4 mil milhões em energia eólica marítima
Eléctrica ganha licença para parque com capacidade de 1300 MW na Escócia e admite lançar projecto na costa portuguesa no final do ano
A EDP Renováveis (EDPR) vai investir quatro mil milhões de euros num projecto de 1300 megawatts de capacidade de energia eólica marítima, ao largo do Nordeste da Escócia. É a estreia da companhia nas eólicas offshore, mas a empresa está já a estudar o lançamento de um projecto na costa portuguesa entre o final deste ano e o início de 2011.
O investimento em águas britânicas será realizado através da Moray Offshore Renewables Limited (MORL), consórcio criado no ano passado, onde a EDPR tem uma participação de 75 por cento e a escocesa SeaEnergy Renewables (SER) detém os restantes 25 por cento.
A MORL foi um dos vencedores da terceira ronda de atribuição de autorizações para o desenvolvimento de parques eólicos offshore no Reino Unido, o maior concurso do género realizado até à data, onde foram distribuídos 32 gigawatts (GW) de potência estimada.
A confirmação oficial chegou ontem, mas o desfecho do processo já era esperado, depois de, na quarta-feira, a empresa portuguesa ter informado o mercado de que as indicações da Coroa Inglesa apontavam para que estivesse entre os vencedores do concurso. Em concreto, o consórcio luso-britânico ganhou autorização para construir parques eólicos marítimos na Zona 1, em Moray Firth, Nordeste da Escócia, que cobre uma área de 520 quilómetros quadrados, com uma profundidade das águas entre os 30 e 60 metros. A construção deverá iniciar-se entre 2015 e 2020.
Para esta zona, a potência eólica estimada é de 1300 megawatts (MW), que correspondem a mais de um quinto do total de potência instalada actual da EDPR e que representam dois terços da actual produção eólica offshore mundial.
"O mundo inteiro tem actualmente 2 gigawatts [dois mil megawatts] de potência eólica offshore. Só a nossa zona representa o dobro do que a Inglaterra tinha no final de 2008 e dois terços do que existe no mundo inteiro", afirmou ontem o presidente da EDP, em declarações à Lusa, à margem da cerimónia de assinaturas dos contratos.
Já o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, garantiu que o Governo vai trabalhar com as empresas vencedoras para possibilitar o rápido desenvolvimento dos processos e garantiu o aumento "dos incentivos para a produção de energia eólica marítima", que incluem a atribuição dos chamados "certificados verdes", que as empresas podem vender no mercado de carbono. A EDPR ainda não escolheu o fornecedor das turbinas para as torres eólicas, mas António Mexia adiantou que a empresa conta instalar turbinas de 6 MW, nas quais, por via da evolução tecnológica, se esperam reduções de preços que o gestor espera poderem vir a reduzir o valor global do investimento. Fonte oficial da EDPR revelou ao PÚBLICO que ainda não está definida a estrutura de financiamento da operação. "Esta só vai ser montada uns dois anos antes do início da construção. Mas por parte da EDPR os projectos são naturalmente financiados através de cash-flow e dívida", notou a fonte.
Neste concurso da coroa britânica o grande vencedor foi o consórcio Forewind (da SSE Renewables, RWE, Statoil e Statkraft), que arrebatou a autorização para o maior parque (Dogger Bank), com um potencial de 9000 MW. Já a espanhola Iberdrola venceu, através da Scottish Power Renewables e em associação com a Vattenfall Vinkraft, uma zona com potencial de 7200 MW (Norfolk Bank Zone).
Quanto ao projecto para o offshore português, Mexia precisou que o investimento, que assenta num acordo com a norte-americana Principle Power e tem como parceiro português a A. Silva Matos, fabricante de torres eólicas, "está neste momento em fase de investigação e desenvolvimento". O maior desafio é saber "como vai ser comercialmente viável ter torres eólicas sobre bases flutuantes", adiantou o presidente da EDP. com
Lusa/Público
Império-CostaAzul January 10th, 2010, 06:24 PM ^^ia agora por essa :)
Barra podes mete-la também no thread do PSI 20/ PSI Geral?
Barragon January 11th, 2010, 03:09 AM faz-m quote ;)
dvf February 16th, 2010, 09:31 PM President Barack Obama has announced more than $8bn (£5bn) of federal loan guarantees to help build the first US nuclear power stations for 30 years.
Two new plants are to be constructed in the state of Georgia by US electricity firm Southern Company.
There are currently 104 operating nuclear reactors across 31 states in the US, which provide about a fifth of the country's electricity.
http://news.bbc.co.uk/2/hi/business/8518670.stm
traveler February 3rd, 2011, 03:22 AM Siemens' Molten Salt Solar Thermal Test Facility in Portugal
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01 February 2011
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As part of the High-Performance Solar Thermal Power research project sponsored by the German Federal Ministry for the Environment, Nature Conservation and Nuclear Safety, Siemens together with German partner companies is to build a power plant test facility operating with molten salt as heat transfer medium.
The partner companies include the German Aerospace Center (DLR), K+S AG, and Senior Berghöfer, and Steinmüller Engineering GmbH. The technology is to be tested and optimized over a period of three years on the premises of the University of Evora, which is located approximately 130 kilometers southeast of Lisbon, Portugal. The site and the plant infrastructure will be made available through an agreement with the Portuguese utility Energias de Portugal’s (EdP) innovation unit, EDP Inovação.
The aim of the research project led by Siemens is to enhance the economy and reliability of parabolic-trough power plants. This type of solar thermal plant concentrates sunlight using parabolic mirrors on a receiver tube containing a heat transfer medium. Whereas today’s commercial parabolic-trough power plants use thermo oils as heat transfer medium allowing continuous operation at a temperature as high as 400°C, the 300-meter-long test loop is to be operated using molten salt at temperatures above 500°C. The steam at a higher temperature thus produced will enable more efficient operation of the steam turbine for power generation.
The potential offered by different types of salt is to be investigated at the test facility equipped with receiver tubes made by Archimede Solar Energy (ASE), a company in which Siemens holds a 45% stake. The new salts will include not only a refined form of the solar salts customarily used to date but also salts of a different composition. One of the challenges involved in the development of new salts is to find media with a low melting point. The potential risk of freezing in the systems carrying the salt and heat losses can thus be significantly reduced. The aim of the test facility is therefore to achieve enhanced salt melts, an adapted plant design and suitable operating strategies.
Today, molten salt is already being used as the heat transfer medium at the Priolo Gargallo demonstration power plant in Sicily, a plant equipped also with receiver tubes manufactured by ASE.
Components for solar thermal power plants are part of Siemens’ Environmental Portfolio. In fiscal 2010, revenue from the Portfolio totaled about EUR28 billion, making Siemens the world’s largest supplier of ecofriendly technologies. In the same period, our products and solutions enabled customers to reduce their carbon dioxide (CO2) emissions by 270 million tons, an amount equal to the total annual CO2 emissions of the megacities Hong Kong, London, New York, Tokyo, Delhi and Singapore.
lpmeireles March 16th, 2011, 04:22 PM Optimo :)
Parece que a EDP està a estudar um parque eolico em alto mar, serà que a noticia mais acima sobre a torre flutuante tem algo a ver com a EDP?
agora sim ja esta confirmada
http://www.portal-energia.com/primeiro-parque-eolico-offshore-de-portugal-com-edp-e-windfloat/
alentejolover April 2nd, 2011, 02:53 PM http://aeiou.expresso.pt/video-portugal-lidera-revolucao-energetica=f641447
fred_mendonca September 12th, 2011, 01:24 PM http://i731.photobucket.com/albums/ww312/fred_lycan/windfloat.jpg
Doca seca nº20, do estaleiro da Lisnave na Mitrena. A doca avista-se, ao longe, da estrada, que partindo de Setúbal segue ao longo da margem do Sado, e quem lançar um olhar curioso na sua direção, pode interrogar-se sobre o que será o estranho dispositivo que se avista para lá do pórtico. A dimensão dos navios que o rodeiam disfarça o seu tamanho real, que é impressionante: três colunas verticais de 23 metros de altura ligadas entre si por estruturas tubulares formando um imenso prisma com mais de 1000 toneladas de peso.
Trata-se do WindFloat, um dispositivo flutuante para conversão de energia eólica em eléctrica, único no Mundo, que apresenta vantagens sobre todos os seus concorrentes.
Estou a ganhar o hábito de passar pela Lisnave todas as semanas, para verificar o avanço dos trabalhos. A semana passada decidi subir pelos andaimos até ao topo de uma das colunas do WindFloat, e foi aí que a sua verdadeira dimensão se tornou claramente aparente.
http://i731.photobucket.com/albums/ww312/fred_lycan/windfloat_2.jpg
Trata-se do maior projecto que a EDP Inovação tem entre mãos. Olho para trás e revejo o longo caminho percorrido, desde que o projecto nos foi apresentado pela primeira vez pela Principle Power: os ensaios no tanque de Berkeley, o assegurar do financiamento e das parcerias, todo o projeto de engenharia.
É um projeto bem português, com a estrutura a ser construída pela A. Silva Matos e pela MPG, com a participação do Wave Energy Centre. Mas também com uma componente internacional: a Vestas – maior fabricante mundial de geradores eólicos - assegura o fornecimento da turbina de 2 MW assim como o desenvolvimento de todo o seu sistema de controlo.
Veio-me, então, à memória a última conversa que tive com Hernâni Lopes sobre a Economia da Mar. Com a veemência que o caracterizava, o Professor pedia para não nos esquecermos que, se Portugal tem algum futuro, ele passa necessariamente pelo Mar.
Foi nesta linha que promoveu o Forum Empresarial da Economia do Mar, como instrumento para capturar este potencial. Nele, um dos Grupos criados foi o da“Energia, Minerais e Biotecnologia”. É aqui que o projeto WindFloat pretende dar um contributo.
Pessoalmente, defendo que o País deve investir na energia “off-shore”. Temos reconhecido “know-how” nesta matéria e a tecnologia necessária está ao alcance da nossa indústria. Os dispositivos de vento “offshore”, abrem um espaço até hoje inacessível e podem ajudar a fazer a diferença tanto no sector energético como em sectores industriais que tanto precisam de ser relançados.
http://www.antoniovidigal.com/drupal/cd/WindFloat
fidalgo September 30th, 2011, 04:04 PM Primeira eólica flutuante do país construída na Lisnave
Durante cerca de três meses, foi montada, numa das docas secas da Lisnave, em Setúbal, a primeira eólica flutuante a nível nacional. Este protótipo, lançado pela EDP Inovação, foi rebocado, ontem, dos estaleiros navais para ser testado em alto-mar – ao largo da Póvoa de Varzim, onde vai permanecer até meados de 2012. O objectivo final é a criação de um parque eólico ‘offshore’ em águas profundas.
http://www.osetubalense.pt/fotos/694/11094.JPG
Vera Gomes
Foi rebocada ontem, para o alto mar, a primeira turbina eólica flutuante de Portugal, montada na Lisnave, em Setúbal, para a EDP.
Coube à metalomecânica A. Silva Matos, instalada em Sever do Vouga, o fabrico das várias componentes do protótipo, denominado de Windfloat, que seguiram, em Junho, para a doca seca da Lisnave, em Setúbal, onde se procedeu à montagem final das peças que compõem a estrutura.
O projecto está a ser desenvolvido pela EDP Inovação, mas o conceito foi desenvolvido pela empresa canadiana Principle Power. O fundo de capital de risco do Estado português, InovCapital – cuja maioria do capital é controlado pela EDP (41,6%), e a dinamarquesa Vestas, que fornece a torre eólica, são também parceiros deste projecto inovador.
O Windfloat já foi rebocado, ontem, por via marítima, da doca da Lisnave até a Aguçadoura, na Póvoa de Varzim. É naquele local, a cinco quilómetros da costa, que o protótipo será ancorado, a uma profundidade superior a 50 metros, onde vai permanecer, em fase experimental, até meados de 2012. Findo esse prazo, a EDP pretende montar o primeiro parque eólico offshore do mundo em água profundas.
Com uma estrutura metálica de 121 metros, o Windfloat terá dois megawatts de potência instalada, num investimento total de cerca de 20 milhões de euros. Uma das vantagens de estar localizada em alto-mar é o facto do vento soprar o dobro do que sopra em terra, acabando por produzir mais energia com menor impacto visual.
A construção de eólicas flutuantes e parques em alto mar, para além de interferir directamente com os sectores da construção naval (portos) e da indústria metalomecânica, de forma mais acentuada, vai também revitalizar a indústria de cablagens, o transporte marítimo, a engenharia e empresas fornecedoras de serviços e bens ligados à electricidade, como a Efacec, a Siemens ou a ABB. De acordo com a EDP, o projecto poderá permitir a criação de cerca de oito mil postos de trabalho, em Portugal.
Este projecto representa também um passo significativo na possível utilização do vasto potencial eólico da costa de Portugal para cumprir as metas traçadas no sector das energias renováveis. Como é do conhecimento geral, a Comissão Europeia instituiu o objectivo dos 20 20 20. Ou seja, que em 2020, vinte por cento da energia produzida seja de origem renovável e que as emissões de dióxido de carbono sejam reduzidas em 20 por cento.
De referir que este projecto é pioneiro em Portugal, no entanto, já há outros países a apostar nestas turbinas eólicas flutuantes, sendo que a primeira do mundo foi inaugurada na Noruega em 2009.
Barragon October 2nd, 2011, 10:18 PM :applause: excelente
Filipe_Teixeira October 2nd, 2011, 10:20 PM esses moinhos para produçao de energia sao do pior que ha, crescem como cogumelos e estragam as serras todas
fred_mendonca October 9th, 2011, 12:42 PM Inauguração:
_qDByZUdtv0
Apresentação do Projecto:
Ainp8kifHgU
AZT2009 October 9th, 2011, 01:16 PM Qual a potência instalada em portugal devido às enegias alternativas já contar com centrais de biomassa e etar's e aterros que produzem biogás?
AZT2009 October 9th, 2011, 01:17 PM Inauguração:
Apresentação do Projecto:
Ainp8kifHgU
Não, havia o projecto semelhante na cimenteira da secil?
pauloluso October 10th, 2011, 10:00 PM Já tinha visto uma reportagem sobre esta tecnologia há uns anos e estava a ver que nunca mais lançavam a produção. Uma excelente noticia.
Pelo que percebi, recolhem as algas no fundo do mar e depois de um processo de transformação, produzem bio-combustivel:banana:.
traveler October 11th, 2011, 01:30 AM Martifer signs contract for construction of solar installation in Portugal
Martifer Solar, a subsidiary of Martifer SGPS, has signed an agreement with a company managed by BNP Paribas Clean Energy Partners for the construction of a 22MWp photovoltaic solar installation in Portugal.
Martifer Solar, besides the technical implementation of the project, will also be responsible, under a turnkey contract, for the supply and installation of all the required equipment. The PV plant is due to be completed by the first half of 2012 and will reinforce Martifer Solar's position as photovoltaic solutions provider, the company said.
The project appointed to Martifer Solar will produce 37.4 GWh/year, the equivalent to the average consumption of more than 10,000 Portuguese families and will avoid the emission to the atmosphere of around 15.200 tons of CO2/year, the company added.
Source: Datamonitor
2011-10-10 15:56
Portugal Global
fred_mendonca October 26th, 2011, 04:45 PM http://img805.imageshack.us/img805/9755/windfloat1.png
http://img507.imageshack.us/img507/169/windfloat2.jpg
sybrenp November 16th, 2011, 07:18 PM O Governo está a elaborar um plano para o sector energético, anunciou o secretário de Estado da Energia, Henrique Gomes.
De acordo com Henrique Gomes, que falava à margem do X Fórum da Energia promovido pelo Diário Económico, este plano tem como horizonte temporal o ano de 2020 e visa atingir vários objectivos para se melhorar a eficiência energética de Portugal.
Entre os objectivos a atingir, o governante destacou a redução do consumo de energia primária para 25%, colocou a utilização das energias renováveis na fasquia dos 31%, enquanto no sector dos transportes o recurso às fontes limpas de energia deverá situar-se nos 10%.
Durante a intervenção que fez esta manhã, o secretário de Estado da Energia reiterou a necessidade de ser desenvolvido um hub ibérico no que se refere ao segmento do gás como forma de se garantira segurança no abastecimento de gás a Portugal.
Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/governo-prepara-plano-energetico-ate-2020_131516.html
traveler November 26th, 2011, 11:38 PM Eólica flutuante da EDP já está no mar
Veja aqui em primeira mão o momento em que o Winfloat foi rebocado da doca da Lisnave, em Setúbal, para o alto mar, na Aguçadoura - Póvoa de Varzim. Este é um projeto único no mundo totalmente feito em Portugal.
Vítor Andrade (www.expresso.pt)
16:11 Sábado, 26 de novembro de 2011
Eólica flutuante da EDP já está no mar
EDP
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Acaba de sair da doca seca do Porto de Setúbal a primeira eólica flutuante de grandes dimensões em direção ao alto mar, na zona da Aguçadoura, Póvoa de Varzim.
Trata-se de um projeto inovador que juntou a EDP Renováveis, a metálomecânica A. Silva Matos, e a empresa canadiana Principle Power. O projeto Windfloat, que agora entrou na sua fase de testes, poderá ser o início de uma nova fase da indústria das eólicas offshore (em mar aberto) para o mercado global.
Cumprir o desafio 20-20-20
Porque é que este projeto é importante e pode ser crucial assim que passar à fase comercial? Por uma razão muito simples: a Europa está confrontada com o desafio 20 20 20, para o qual já só dispõe de nove anos para cumprir. Ou seja, cada país da União Europeia terá de registar reduções de 20% nas suas emissões de dióxido de carbono (CO2), ter pelo menos 20% de incorporação de renováveis no respectivo sistema de produção de eletricidade e, não menos importante, fazer com que tudo isto se consiga até 2020. Quem não cumprir estas metas, será sujeito a pesadas penalizações.
Ora, acontece que o relógio não pára e 2020 é já ali à frente. Mas, para além da pressão dos ponteiros do relógio há um outro tipo de pressão que começa a jogar em favor do projeto Windfloat da EDP Renováveis. Na verdade, começa a haver uma grande pressão construtiva de torres eólicas por todo o território continental dos vários países.
Construir eólicas no mar... longe da vista
Por exemplo, em Portugal, para se prosseguir com o plano de investimentos para as eólicas, a determinada altura teriam que se invadir terrenos dos parques naturais e áreas de reserva ecológica. O que não irá acontecer. A solução só pode ser uma. Construir eólicas no mar, londe da vista para quem está junto à costa, para não gerar impacto visual de maior monta.
E o que se irá passar em Portugal será replicado em vários países com frente de mar. Em alguns países do Norte da Europa, o problema tem sido relativamente bem ultrapassado. É que, em países como a Dinamarca, Holanda e algumas regiões costeiras do Reino Unido, as águas são pouco profundas (entre os 10 e os 25 metros) o que tem permitido a instalação de torres eólicas diretamente alicerçadas no fundo do mar.
sso não será possível em Portugal, assim como em Espanha e Itália ou França, só para citar alguns exemplos. Tudo porque estamos a falar de países em que a profundidade da água do mar junto à costa é rapidamente superior a 50 e a 10 metros. Ou seja, para colocar eólicas aqui só se forem flutuantes.
Windfloat pode alavancar economia do mar
Até agora ainda ninguém tinha dado um passo neste sentido (execeptuando uma experiência na Noruega, mas com características diferentes). E Portugal é assim pioneiro com o projeto Winfloat. Se resultar, poderá ser replicado em vários países europeus e, por arrastamento, em todos cujas águas costeiras sejam profundas e não permitam a instalação de eólicas diretamente no fundo do mar.
Aliás, um dos parceiros do projeto Windfloat vem do Canadá e, também por esta via, podemos estar perante uma grande porta de entrada nos mercados mundiais do sector.
Alguns analistas não hesitam em afirmar que que podemos estar à beira de dar um empurrão histórico à indústria naval portuguesa. A tão apregoada economia do mar pode arrancar em força à boleia do Windfloat
Ler mais: http://aeiou.expresso.pt/eolica-flutuante-da-edp-ja-esta-no-mar=f690624#ixzz1eqi9uNDx
fred_mendonca November 29th, 2011, 10:42 PM A história:
MvNLoDOYd9o
A construção:
6IqKu9g3gL8[/QUOTE]
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