View Full Version : Thread Energias Alternativas
Reflex
June 10th, 2005, 12:52 AM
Visto ser 1 matéria de que temos muito para falar e cada vez mais no futuro, aqui fica 1 thread a isto dedicado...;)
Reflex
June 10th, 2005, 12:53 AM
A Generg vai investir 480 milhões de euros na construção de 22 parques eólicos para produção de electricidade. Os parques estarão a funcionar até final de 2007, quando a Generg será responsável por produzir electricidade equivalente a 20% do consumo de energia a partir de fontes renováveis no País.
Fonte: DN (http://dn.sapo.pt/2005/06/09/negocios/electricidade_generg_investe_energia.html)
Arpels
June 10th, 2005, 01:03 AM
boa :cheers:
Barragon
June 10th, 2005, 03:19 AM
Muito bem.... mas Reflex podias por isso num só post.... quereres fazer mais posts isso não !! :bash:
ILOVELISBON
June 10th, 2005, 04:33 AM
Maior Central de Energia Solar do Mundo Vai Ser Instalada na Amareleja
Por CARLOS DIAS
Quinta-feira, 08 de Janeiro de 2004
O Baldio das Ferrarias, na vila da Amareleja, concelho de Moura, por ser um
dos locais do planeta com maior número de horas com sol, foi o local
escolhido para a instalação daquela que vai ser a maior central de energia
solar do mundo.
Mais de 100 hectares de painéis solares fixos e móveis - uma dimensão 12
vezes superior ao maior projecto actualmente existente - vão produzir 64
"megawatts" de energia, que serão lançados na Rede Eléctrica Nacional a
partir de Alqueva.
A construção deste equipamento, com um custo estimado de 250 milhões de
euros, será antecedida da instalação de unidades de fabrico e montagem dos
painéis fotovoltaicos que vão apetrechar o novo empreendimento de energia
renovável.
No passado mês de Novembro foi assinado um acordo de cooperação que
oficializa a construção da estrutura entre a Agência Portuguesa para o
Investimento (API), a Direcção Geral de Energia, a AMPER Central Solar, SA e
a BP Solar Espanha. Esta última empresa ficará responsável pela montagem da
unidade, que deverá prolongar-se pelos próximos cinco anos, com início já em
2004. Já foram efectuadas prospecções no terreno onde vai ser instalada a
central solar.
150 empregos directos e mil indirectos
A futura localização em Moura de indústrias centradas no fabrico de
componentes para energia fotovoltaica garante a criação de 150 postos de
trabalho directos e mil indirectos, prevê a câmara local, detentora de 90
por cento do capital da empresa municipal criada para o efeito, a AMPER
Central Solar, de capitais maioritariamente públicos. Os restantes 10 por
cento pertencem à empresa portuguesa Renatura Networks. Neste momento está
formada uma sociedade anónima em que participam este dois accionistas.
O presidente da Câmara Municipal de Moura, José Maria Pós de Mina, está
"consciente da complexidade do projecto de instalação da central solar",
razão de peso para a AMPER Central Solar "recorrer a uma política de
parcerias para viabilizar o empreendimento".
A dimensão do projecto impõe a captação de novos associados e a mobilização
de avultados meios financeiros, tanto a nível de capitais próprios (tarefa a
cargo da empresa de consultoria Deloitte & Touche) como alheios (que compete
ao BCP Investimentos).
O presidente da câmara de Moura acredita que a instalação da central solar
se possa iniciar já em 2004, apesar das "tremendas dificuldades que têm de
ser superadas", por se tratar de um empreendimento sem paralelo em todo o
mundo. A título comparativo, a maior central solar do mundo, instalada na
Alemanha, dispõe de uma capacidade de produção de energia de apenas 5 Mw.
Em fase de arranque está já a instalação de uma unidade de montagem e
fabrico de módulos fotovoltaicos, a que corresponde um investimento de 10
milhões de euros e a previsível criação de 200 postos de trabalho directos.
A central solar da Amareleja implica o recurso a tecnologia de última
geração que conduzirá à fixação na região de mão de obra altamente
qualificada, factor que terá um efeito estruturante na economia local,
fortemente dependente de um sector agrícola em crise profunda e geradora de
elevadas taxas de desemprego e emigração.
O Ministério da Educação já reconheceu dois cursos directamente relacionados
com energias renováveis para serem leccionados na Escola Profissional de
Moura, possibilitando assim o recrutamento local de trabalhadores.
Aqui vai uma foto mas não e grande coisa. Também não encontro melhores.
http://i5.photobucket.com/albums/y182/NunoG/Lisbon%20Projects/b4ddb727.bmp
Fontes:
http://gaia.org.pt/pipermail/gaia-geral/2004-January/001767.html
http://www.amper.pt/O%20projecto.html
ILOVELISBON
June 10th, 2005, 04:36 AM
Já tinham posto isto em algum thread?
ILOVELISBON
June 10th, 2005, 04:41 AM
Fotovoltaica de Moura valorizará oito vezes em 30 anos
Os promotores da central fotovoltaica de Moura afirmam que o empreendimento, o maior do mundo neste sector, se valorizará oito vezes no espaço de 30 anos. De acordo com Aníbal Lamy, líder do projecto e administrador da Renatura, um investidor que aplique agora cinco milhões de euros na central fotovoltaica obterá dentro de oito anos um retorno de 40 milhões.
A central tem uma capacidade instalada de 64 megawatts e implicará um investimento total de cerca de 250 milhões de euros, prevendo-se no final do período de licenciamento, um retorno da ordem dos 2000 milhões de euros.
O projecto criará entre 1200 e 2400 postos de trabalho e está já assegurada a criação de uma fileira industrial neste tipo de energia renovável. De acordo com Lamy, falta apenas chegar a acordo com o Governo sobre o sistema tarifário para o projecto avançar.
JohnnyMass
June 10th, 2005, 05:07 AM
acho que isto nunca aqui tinha sido discutido, mas já tinha ouvido falar. então isto sempre vai para a frente?
TeKnO_Lx
June 10th, 2005, 05:21 AM
a cena da central solar em mourao está pra ser construida há muito tempo, eu nao vejo é nada.!
[Smeagol]
June 10th, 2005, 01:13 PM
EDP e Hidrocantábrico criam nova empresa para desenvolver renováveis
A EDP e a Hidrocantábrico criaram uma nova empresa, a Novas Energias do Ocidente, que será responsável pela gestão única e desenvolvimento do negócio das energias renováveis em Portugal e Espanha, anunciaram hoje as duas empresas.
A nova empresa, participada conjuntamente pela EDP e a Hidrocantábrico, tem por objectivo chegar a 2010 com uma capacidade instalada de 2500 MW, bem como alcançar uma quota de mercado de 20% nos dois países.
Para já, a 'Novas Energias do Ocidente' fica com os activos de enrgias renováveis que a EDP e o Hidocantábrico têm e que somam 927 MW de energia eólica já instalada ou quase a entrar em funcionamento, prevendo que mais 850 estejam instalados até 2008.
Além da energia eólica, terá também os activos que pertencem actualmente a GENESA com uma potencia instalada de 124 MW correspondentes a biomassa, residuos de cogeração e mini-hidríca.
A nova empresa terá sede em Oviedo, nas Astúrias, e a sua criação responde "à estratégia do Grupo EDP de reforçar a sua posição competitiva na Península Ibérica", consideram a eléctrica portuguesa e a sua subsidiária em Espanha.
"É uma concretização do plano de sinergias entre EDP e Hidrocantábrico", considera o presidente da EDP, João Talone, enquanto o presidente da Hidrocantábrico, Manuel Menéndez, refere que a criação desta empresa "evidencia a aposta decisiva do Grupo nas energias renováveis".
Além da gestão única dos activos das duas empresas no sector das renováveis, a Novas Energias do Ocidente pode também estudar "oportunidades que surjam noutros negócios, mediante a aplicação de novas tecnologias - como a solar térmica - ou através da entrada em novos mercados europeus", adiantam as duas empresas ibéricas.
http://www.diarioeconomico.com/edicion/noticia/0,2458,627092,00.html
;)
Barragon
June 10th, 2005, 02:53 PM
Pois e essa da Amareleja foi já do ano passado e ainda não há nada..... já se podia estar a utilizar este sol... mas não :bash:
JohnnyMass
June 10th, 2005, 07:50 PM
é mais um excelente projecto que deve ficar na gaveta. de boas intenções tá o inferno cheio :devil:...façam mas é isso já!!!!
Barragon
June 10th, 2005, 07:57 PM
JA ontem era tarde.... :(
Reflex
June 10th, 2005, 09:07 PM
Muito bem.... mas Reflex podias por isso num só post.... quereres fazer mais posts isso não !! :bash:
:lol:
Mas por acaso o 1º post era para explicar o porquê do thread, senao ainda iam pensar que o thread era só referente à noticia em questão!;)
(ah...tks por me teres dado oportunidade de fazer + 1 post!:D)
Barragon
June 10th, 2005, 09:14 PM
Seuuuuuu chupista!
Reflex
June 10th, 2005, 09:15 PM
Aiai...se continuas assim vou para o Rate Our Talls que vais ver!!!:lol:
ILOVELISBON
June 10th, 2005, 09:18 PM
Ouvi à pouco tempo que a fábrica dos paineis fotovoltaicos vai ser construida ainda este ano. Só quando tiver feita, começam a construir a central solar. Acho que este projecto não vai ficar no papel por muito tempo porque existem muitos privados a investir nisto.
MCarr
June 10th, 2005, 09:32 PM
já se podia estar a utilizar este sol... mas não :bash:
De que jeito? :? ali na praia do meco é tudo a utilizar o que de melhor o nosso solinho nos oferece :naughty:
Reflex
June 10th, 2005, 09:35 PM
Esperemos realmente que o projecto da Amareleja saia mesmo do papel...Era muito importante para Portugal...
Viriatox
June 11th, 2005, 03:52 AM
Parece que Moura descobriu o seu particular "poço de petroleo", e o curioso e que o nosso pais esta cheio deles. Devia-se apostar mais nas energias solar e eolica ja que Portugal tem um imenso potencial e tem capacidade inclusive para ser autosuficiente. No futuro (não muito longe) Portugal sera um exportador de energia.
JohnnyMass
June 11th, 2005, 03:54 AM
oxalá que seja verdade. é realmente uma pena que um país como o nosso com tantas potencialidades ainda tenha de importar energia em vez de a exportar.
Viriatox
June 11th, 2005, 04:12 AM
Tb dava para por no thread de ciência e tecnologia mas eu sei q vocês lem na mesma :).
O TECNOPOLO
MOURA / BEJA
PARA O RENOVÁVEL E AERONÁUTICA
O Tecnopolo Moura / Beja para o renovável e aeronáutica, terá um cluster em Moura, vocacionado para a fileira do renovável e um cluster em Beja para o desenvolvimento da fileira aeronáutica, esperando-se ainda que as fileiras do turismo e Agro-Alimentar recebam também um forte impulso na sequência do eixo de desenvolvimento a estabelecer entre as duas cidades.
No cluster de Moura estão já em preparação 15 ha para o arranque e estabelecimento das primeiras entidades numa primeira fase, tendo sido já reservados outros 15 ha para a ampliação do projecto.
Os investimentos âncora do Tecnopolo terão expressão no terreno ainda durante o ano de 2005 com o início da unidade fabril de painéis fotovoltaicos e com o início da construção da Central Fotovoltaica.
Este projecto, vocacionado para as fileiras das energias Renováveis, Aeronáutica, Turismo e Agro-Alimentar, vai criar condições para tornar atractiva a opção de instalação de empresas na região e captar investimento que se traduzirá em oportunidades de negócio e postos de trabalho, com benefícios para a economia regional e nacional.
Foram estabelecidas parcerias com o INETI - Instituto Nacional de Engenharia Tecnologia e Inovação e com prestigiados estabelecimentos de ensino superior de forma a estimular a criação de centros de investigação sobre energia e providenciar o necessário suporte científico de apoio ás actividades desenvolvidas no Tecnopolo.
As parcerias estão formalizadas pela assinatura de um protocolo entre a Câmara Municipal de Moura enquanto entidade promotora do projecto e o Instituto Politécnico de Beja, a Universidade de Évora, a Universidade Nova de Lisboa ,o Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, o Instituto Superior Técnico e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
http://www.amper.pt/O%20Tecnopolo%20Moura.html
É disto que o Alentejo precisa e onde está o seu futuro :applause:
ILOVELISBON
June 11th, 2005, 01:27 PM
Pois foi nessa pagina da amper que tinha visto que a construção da fabrica era já este ano. Mas afinal começam a construir também a central solar!!! Espero que sim... Para mim este projecto é um dos mais importantes para portugal por duas razões: Contribui para a independência energética de Portugal a curto prazo e a longo prazo porque com a fábrica nova a instalação de paneis em todo o país vai seguramente aumentar.
Reflex
June 11th, 2005, 01:47 PM
Temos mesmo que explorar todas e quaisquer potencialidades que tenhamos... Não temos gas natural nem petroleo, mas temos mais horas de Sol que a maior parte dos países europeus e temos vento suficiente para algumas centrais eólicas...:okay:
...por falar nisso, saiu na semana passada 1 estudo sobre as melhores áreas para instalação de centrais eólicas e para meu grande espanto Portugal não constava da lista...:?
Reflex
June 26th, 2005, 08:45 PM
lagar-pingulinha Generg investe cerca de 35 milhões de euros num parque eólico, que começará a trabalhar em 2007 Câmara vai dispor de 2,5% de energia/ano do parque
O parque eólico de Lagar-Pingulinha, no concelho de Trancoso, deverá começar a produzir energia na Primavera de 2007. O projecto foi apresentado na semana passada pela Generg, que tenciona investir entre 30 a 35 milhões de euros numa unidade com uma potência total de 28 megawatts (MW) e capacidade para gerar até 76 gigawatts (GWh).
A previsão da entrada em funcionamento foi explicada por João Bártolo, presidente da Comissão Executiva da Generg, com o facto da ligação à Rede Eléctrica Nacional só ser "tecnicamente possível" a partir desse ano.
Nessa altura, os promotores estimam que a energia gerada pelas seis torres do aproveitamento será suficiente para abastecer uma população com cerca de 40 mil habitantes, mais do triplo dos habitantes daquele município.
Segundo a Generg, a electricidade produzida permitirá ainda poupar cerca de 25 mil toneladas/ano de fuel e reduzirá em 44 mil toneladas/ano a emissão de dóxido de carbono(CO2).
Para António Oliveira, vice-presidente da autarquia, a iniciativa é "muito importante" para Trancoso, uma vez que as juntas de Castanheira, Sebadelhe da Serra e Terrenho - onde ficarão instaladas as torres - vão receber cerca de 350 mil euros no início de construção e uma renda anual de 105 mil euros, a dividir pelas três localidades. Além disso, vai dispensar à Câmara 2,5% da energia produzida no parque.
A construção do empreendimento deverá arrancar no último trimestre de 2006, a par da ligação até à subestação de Chafariz. Este é o segundo investimento do género a avançar no distrito da Guarda, após entrada em funcionamento do parque da Serra do Mosteiro, no Sabugal, em Novembro de 2004.
Números
140
mil euros Que a concessionária Generg vai pagar, anualmente, à Câmara de Trancoso, além de ceder, também por ano, cerca de 2,5% da energia produzida.
44
mil toneladas Por ano de emissão de dióxido de carbono se vai passar a produzir a menos, graças à instalação e funcionamento do parque eólico que ficará instalado em Lagar-Pingulinha.
Fonte: JN (http://jn.sapo.pt/2005/06/26/centro/vento_iluminar_mil.html)
Barragon
June 26th, 2005, 09:27 PM
:applause:
Queremos muito mais ;)
Reflex
June 26th, 2005, 10:51 PM
Odivelas e o Barreiro arrasado e substituidos por 2 megas centrais eolicas, capazes de fornecer energia à Peninsula Iberica!!!
[a venda de energia a nuestros hermanos tirar-nos-ia do buraco e rapidamente cresceriamos a niveis semelhantes aos da Irlanda...]
...depois o despertador acordar-nos-ia, o cabrão!!:D:lol::laugh:
Lss911
June 27th, 2005, 12:10 AM
Mais uma viagem pela A8...cada vez mais moinhos de energia eólica! aquilo está bastante impressionante! E estão a construir cada vez mais!! (entre estes vêem-se antigos moinhos oleiros...o vento naquela área já tinha sido descoberto como potencial energético ;) )
Barragon
June 27th, 2005, 12:14 AM
Mas o que me fascina mais é ser em Trancoso.... mais dinheiro para aquela zona tão esquecida :D
JohnnyMass
June 27th, 2005, 01:28 AM
é de facto uma boa notícia. especialmente para o interior. só é pena não trazer postos de trabalho.
Reflex
June 27th, 2005, 02:19 AM
Mais uma viagem pela A8...cada vez mais moinhos de energia eólica! aquilo está bastante impressionante! E estão a construir cada vez mais!! (entre estes vêem-se antigos moinhos oleiros...o vento naquela área já tinha sido descoberto como potencial energético ;) )
Essa zona da Malveira, Loures; Torres Vedras está a receber 1 apreciavel investimento neste campo!
Quanto aos moinhos antigos, eram de facto imensos por estas bandas. Ainda hoje se vêem muitos por estas bandas, dou-te o exemplo da estrada da Malveira para Torres Vedras; quase em cada serra há 1!:okay:
Estes investimentos representam igualmente uma inovação/upgrade cultural!;)
Lss911
June 27th, 2005, 02:37 AM
Na a8 um olhar mais atento repara em 2 moinhos recuperadíssimos cada um em cima de uma colina mas curiosamente em cotas mt semelhantes que parecem iguais!
JohnnyMass
June 27th, 2005, 03:03 AM
devem ser bares de alterne dessimulados!!!:hahaha:
Reflex
June 27th, 2005, 03:06 AM
:applause:
:lol::lol::lol:
;)
JohnnyMass
June 27th, 2005, 03:08 AM
é né? só pode!!!!:lol: :hahaha:
Reflex
June 27th, 2005, 03:10 AM
Sim, sim, fundado e gerido por pastores, com ovelhas e cabras a fazer table dances a jovens agricultores da zona!!!;)
JohnnyMass
June 27th, 2005, 03:18 AM
:hilarious:hilarious...tou a imaginar a cena!!!!:lol:
Reflex
June 27th, 2005, 03:26 AM
...quem diz jovens agricultores, também diz ministros, secretarios de estado, etc...;)
[Smeagol]
July 2nd, 2005, 03:23 PM
Gases com efeito de estufa: Portugal registou as maiores reduções da União Europeia em 2003
Portugal foi o Estado membro da União Europeia que registou a maior redução na emissão de gases com efeito de estufa (GEE), responsáveis pelas alterações climáticas, em 2003, na ordem dos 5,3 por cento. Apesar desta nota positiva, a Comissão Europeia considera "decepcionante" o esforço europeu, que resultou num aumento de 1,3 por cento.
O relatório - preparado pela Agência Europeia do Ambiente (EEA), pelo Joint Research Centre e pelo Eurostat, a pedido da Comissão Europeia – revela que as emissões de GEE na Europa ainda a Quinze aumentaram 53 milhões de toneladas (1,3 por cento) entre 2002 e 2003. Na UE a 25, o aumento foi de 1,5 por cento.
"O aumento das emissões registado em 2003 fica a dever-se, essencialmente, ao aumento do uso do carvão para a produção de electricidade", avança o relatório.
Os resultados em Portugal - que conseguiu reduzir 4,5 milhões de toneladas de GEE em 2003 - resultam de "um grande aumento da produção de electricidade a partir das barragens". O outro país da Europa a Quinze que também registou valores positivos foi a Irlanda, com uma redução de 2,6 por cento (dois milhões de toneladas).
Por outro lado, a Alemanha e o Reino Unido foram responsáveis por um terço das emissões. Nos terceiro e quarto lugares surgem Itália (12 por cento) e França (onze por cento).
De acordo com o relatório, o sector que mais GEE emitiu na União Europeia a Quinze foi o energético, responsável por 81 por cento do total de emissões. Entre 1990 e 2003, este sector registou um aumento de 2,5 por cento.
As emissões de CO2 do sector dos transportes aumentaram 23 por cento entre 1990 e 2003.
No que se refere ao transporte rodoviário, Portugal foi responsável por 2,4 por cento do total de emissões na UE a Quinze em 2003.
O sector residencial registou um aumento das emissões de CO2 de cinco por cento na UE a Quinze, entre 1990 e 2003. Os países que mais reduziram foram a Alemanha – devido a uma maior eficácia energética -, a Dinamarca e a Suécia. O Reino Unido foi o país que mais aumentou em termos absolutos.
"Estes dados são decepcionantes e reforçam a necessidade de os Estados membros cumprirem as medidas de redução acordadas a nível europeu e a nível nacional", comentou Stravos Dimas, comissário europeu para o Ambiente. O responsável lembrou que alguns dos principais mecanismos – incluindo o mercado de emissões – ainda não estavam a funcionar em 2003.
Apesar de tudo, Dimas continua a acreditar que a UE vai cumprir as metas do Protocolo de Quioto, que para a Europa obrigam a uma redução média de oito por cento no período 2008-2012.
O relatório será enviado ao secretariado da Convenção Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas.
[Smeagol]
July 2nd, 2005, 03:26 PM
Enervento vai diversificar nas energias renováveis
A Enervento, o mais antigo promotor de energia eólica em Portugal, quer diversificar a sua actividade no sector das renováveis e apostar no segmento fotovoltaico, solar térmico e biomassa.
A concretização dos projectos está, no entanto, dependente da luz verde da Direcção Geral de Geologia e Energia, bem como da clarificação do Governo para algumas destas áreas.
A central foto voltaica de Mação, com 150 quilovolts, é um investimento estimado em 1,5 milhões de euros, o qual visa a utilização da parte remanescente dos 15 MW recebidos pela Enervento para a construção de um parque eólico nesta região, mas que por razões tecnológicas apenas foram utilizados 14,85 MW.
A empresa liderada por Rui Vieira de Castro está ainda a analisar projectos na área do solar térmico, fora da sua utilização tradicional como é o aquecimento de águas industriais e domésticas.
O objectivo é importar para Portugal “um conceito que já está divulgado em Espanha e nos EUA, o qual visa o aquecimento de água para produção de vapor e consequente geração de electricidade”, afirma o presidente da Enervento. Por cá, falta-lhe, contudo, o enquadramento necessário. Até porque, como esclarece Rui Vieira de Castro, o programa E4, destinado a incentivar as energias renováveis e a eficiência energética, não contemplava nem as condições, nem tarifário para a produção de energia a partir do solar térmico.
Quanto à área da biomassa, o interesse da Enervento tem origem numa proposta da Câmara Municipal de Mação, destinada a aproveitar o potencial da floresta e da indústria da região. O congelamento da atribuição de licenças obrigou, no entanto, a parar este projecto.
Na energia eólica, onde já opera um conjunto de parques com 32 MW, valor que deverá ser reforçado em mais 2,6 MW com a instalação de uma nova central na Ilha da Madeira, a Enervento queixa-se, à semelhança das restantes empresas do sector, dos entraves colocados à expansão do negócio por parte de alguns ambientalistas.
Por: Ana Maria Gonçalves
[Smeagol]
July 2nd, 2005, 03:26 PM
Generg investe na energia eólica
A Generg vai investir 480 milhões de euros na construção de 22 parques eólicos para produção de electricidade. Os parques estarão a funcionar até final de 2007, quando a Generg será responsável por produzir electricidade equivalente a 20% do consumo de energia a partir de fontes renováveis no País.
DN
[Smeagol]
July 2nd, 2005, 03:28 PM
Iberdrola disposta a investir mais 500 milhões em Portugal
A Iberdrola, a segunda maior empresa espanhola de energia, está disposta a investir cerca de 500 milhões de euros em Portugal, no âmbito do plano de investimentos do Governo no sector energético.
Em declarações ao Diário Económico, Ignácio Galán, vice-presidente da Iberdrola, afirmou querer “apoiar e participar no plano de investimento do Governo português em infra-estruturas energéticas”, nomeadamente numa central de ciclo combinado a somar à que já ganhou, e que implicaria um investimento adicional de 200 milhões de euros. Na energia eólica e outras renováveis, a Iberdrola estaria disposta a aplicar para cima de 300 milhões de euros.
O presidente da Iberdrola em Portugal, Joaquim Pina Moura, fez questão de destacar ao DE que esta verba de 500 milhões de euros “se destina ao crescimento orgânico e de mote próprio, independentemente dos possíveis aumentos de participações” que a empresa actualmente possui na EDP (5,7%) e na Galp (4%). Com este plano, a Iberdrola espera criar cerca de mil postos de trabalho.
Ainda durante o Governo de Santana Lopes, Álvaro Barreto, o anterior ministro da Economia, atribuiu uma licença para a construção de uma central de ciclo combinado à Iberdrola, uma decisão contestada pelos espanhóis, que pretendiam uma licença adicional. O actual Governo acabou por anular a atribuição decidida por Barreto, atirando o processo de volta à estaca zero.
No caso das licenças para a construção de parques eólicos, onde a Iberdrola tem também interesse, o concurso acabou igualmente por ser anulado pelo actual ministro da Economia Manuel Pinho. Estava em causa a atribuição a várias empresas uma capacidade de 1500 megawatts.
A Iberdrola, que realizou na passada sexta-feira pela primeira vez a reunião do seu comité executivo no Porto, já investiu, ou tem comprometidos, 1,3 mil milhões de euros de investimento em Portugal.
Deste montante, 776 milhões de euros dizem respeito às participações na Galp e na EDP. Os restantes 525 milhões serão investidos na construção da central de ciclo combinado na Figueira da Foz e em parques eólicos.
Por: António José Gouveia com Martim Avillez Figueiredo
DE
[Smeagol]
July 2nd, 2005, 03:30 PM
com tanta gente interessada em investir nos renovaveis...
com a fusão em desenvolvimento, e com portugal a participar no projecto...
ainda à velhos do restelo a pensar na energia do seculo passado (nuclear)???
TeKnO_Lx
July 2nd, 2005, 04:08 PM
lolol
Barragon
July 2nd, 2005, 05:00 PM
Pois realmente ainda querem fazer uma central nuclear....:bash: isso tem outras coisas por detrás.... pois pois querem é fabricar uma bomba nuclear para chantagearmos Espanha a nos dar Olivença :D
[Smeagol]
July 2nd, 2005, 05:07 PM
Pois realmente ainda querem fazer uma central nuclear....:bash: isso tem outras coisas por detrás.... pois pois querem é fabricar uma bomba nuclear para chantagearmos Espanha a nos dar Olivença :D
pá!!! nesse caso venha a central nuclear... :cheers:
Barragon
July 2nd, 2005, 05:10 PM
é já a seguir!!! Em 2100 Já temos a Espanha a nossos pés ;)
[Smeagol]
July 2nd, 2005, 05:38 PM
e ainda vai ser mais facil que parece... se nos estamos como estamos e a espanha em 2025 vai ser mais rica que a frança e a alemanha...
Só temos é de resuscitar o NUNO ÁLVARES PEREIRA e pedir umas dicas,porque de foder espanhoes percebe ele!!!
Aljubarrota:
os portugueses tinham 1700 lanças, 800 besteiros e 4000 peões; ao todo 6500 homens.
Por seu turno, os castelhanos tinham 5000 lanças, 2000 cavalos, 8000 besteiros e 15 000 peões, num total de 30 000 homens, com 700 carroças, milhares de animais carregando mantimentos e munições, 8000 cabeças de gado e muitos pagens e outra gente de serventia!
parece fácil...já é tradição ganhar-mos qd estamos em crise :)
Arpels
July 2nd, 2005, 06:28 PM
hehehehe :) venha de la o morto!!
Smeagle tens pai fotos novas da estação de Pombal?
Arpels
July 2nd, 2005, 09:24 PM
precisa sempre Phobos, energia numca é demais :yes:
Phobos
July 2nd, 2005, 09:25 PM
Voltando ao assunto eu estou surpreso de ver tantos projectos novos de energias alternativas em Pt.Isso é muito bom para nós.Com essas centrais eolicas quem é que precisa da merda da energia nuclear?!
Reflex
July 2nd, 2005, 11:35 PM
As centrais eolicas só fornecerão 1 parte não muito activa de toda a energia electrica em Portugal...;)
TeKnO_Lx
July 3rd, 2005, 12:48 PM
eu não percebo porque é k Portugal não investe mais em renovaveis, segundo ouvi há tempos somos o país que mais importa energia do exterior comparativamente aos restantes paises europeos..
trata-se simplesmente de simplificar os processos de licensiamento e menor burocracia que de certeza irão haver privados a investir nesta área
só o potencial solar no Alentejo/Algarve é enorme e acredito no caso do Alentejo que de-se para a auto suficiencia energetica..
a energia eolica está em expansão mas ainda é claramente insuficiente, a biomassa é um incógnita..!
por ultimo a energia das ondas, aproveitando a força do mar, não nos podemos esqueçer que umas das maiores riquezas de Portugal é o mar, portanto neste campo até poderiamos criar um cluster e eventualmente exportár no futuro o "know how"..
a energia nuclear ia dar para 30% das necessidades energeticas do país.. não se qual é o potencial real de aproveitarmos a 100% as energias renováveis no nosso país, não sei se iria ser suficiente.
pa basicamente precisamos é de politicos capazes, ambiciosos e que levem este país pa´ frente!
Arpels
July 3rd, 2005, 12:54 PM
ma politica e falta de massa, as energias alternativas tambm custam massa ne? os bancos podiam facilitar nos emprestimos a empresarios neste ramo mas kerem é lucro e o minimo de risco possivel, so o governo pode alterar isto!!
TeKnO_Lx
July 3rd, 2005, 01:08 PM
ao governo não cabe investir nesta área, ao governo cabe o papel de promover as energias renovaveis como um bom investimento para os privados ( e que de facto são ).. não pode acontecer como actualmente em que um licensiamento demora 3,4 ,5 anos..
quando os privados se aperceberem que tem ali uma boa oportunidade de negócio e se o governo não dificultar o seu investimento com burocracias estúpidas, não tenhamos duvidas que as energias renovaveis irão aumentar de um modo significativo
quanto á politica de crédito dos bancos esta é igual para toda a gente, não tou a ver os bancos a facilitar crédito so por causa que são "energias renováveis", estamos a falar de empresas que procuram lucros, como é normal!
Arpels
July 3rd, 2005, 01:16 PM
era o k dizia por linhas tortas TeKnO vabe ao governo incentivar os privados e a banca para investirem nesta area que alias deve ser das de menor risco!!
Barragon
July 3rd, 2005, 02:02 PM
']e ainda vai ser mais facil que parece... se nos estamos como estamos e a espanha em 2025 vai ser mais rica que a frança e a alemanha...
Só temos é de resuscitar o NUNO ÁLVARES PEREIRA e pedir umas dicas,porque de foder espanhoes percebe ele!!!
Aljubarrota:
os portugueses tinham 1700 lanças, 800 besteiros e 4000 peões; ao todo 6500 homens.
Por seu turno, os castelhanos tinham 5000 lanças, 2000 cavalos, 8000 besteiros e 15 000 peões, num total de 30 000 homens, com 700 carroças, milhares de animais carregando mantimentos e munições, 8000 cabeças de gado e muitos pagens e outra gente de serventia!
parece fácil...já é tradição ganhar-mos qd estamos em crise :)
Para mim esse filme ia ser melhor que o senhor dos aneis!!! Tens que dar a ideia aos Amaricanos..... depois com a padeira a meter os outros no forno! Ganhava logo vários Oscars
Arpels
July 3rd, 2005, 02:11 PM
:uh: man isso parece 1 filme mais sobre Awshwitz ca padeira a meter gente nos fornos :Runaway:
Barragon
July 3rd, 2005, 02:12 PM
Mas era uma grande filme..... a padeira era a angelina jolie e apaixonava-se pelo nuno alvares pereira que era o brad pitt ou o tom cruise :lol:
Reflex
July 3rd, 2005, 11:50 PM
Belo filme, bela padeira, tem tudo para ser 1 exito, sim senhora!!!:D
Reflex
July 3rd, 2005, 11:52 PM
Eu acho é que se devia arranjar 1 rentabilização energetica para os fogos florestais...Deixavamos logo de precisar de importar energia!!!:lol:
Barragon
July 4th, 2005, 12:01 PM
Para isso tinham que plantar arvores todos os dias :sleepy:
Arpels
July 4th, 2005, 01:03 PM
Eu acho é que se devia arranjar 1 rentabilização energetica para os fogos florestais...Deixavamos logo de precisar de importar energia!!!:lol:
lololololol tenham apciencia :hilarious: e ja agora fazer contratos com os incendiarios? :?
Barragon
July 4th, 2005, 02:05 PM
Claro.... o que não faltam aí é malucos para icendiar !!!
[Smeagol]
July 4th, 2005, 03:09 PM
Eu acho é que se devia arranjar 1 rentabilização energetica para os fogos florestais...Deixavamos logo de precisar de importar energia!!!:lol:
à uma cena muito melhor....
o problema dos incendios é que como não à ordenamento florestal e o mato n é cortado, as nossas florestas são dinamite para as xamas...
se cortarem o mato e o aproveitarem para compostar (decomposição por bactérias), aproveitarem o biogas produzido para electrecidadee diminuem a intencidade e rápida propagação dos incendios.
:bash:
Arpels
July 4th, 2005, 04:06 PM
Claro.... o que não faltam aí é malucos para icendiar !!!
piromanos :rant:
é uma boa ideia Smeagle.
Arpels
July 4th, 2005, 04:07 PM
Belo filme, bela padeira, tem tudo para ser 1 exito, sim senhora!!!:D
:rofl: tu mais o teu espirito empresarial cinematico :)
Reflex
July 4th, 2005, 10:38 PM
O ministro da Economia, Manuel Pinho, anunciou hoje que o Governo vai lançar um novo concurso para a atribuição de potência na energia eólica até final do mês, tratando-se de um "plano prioritário e estratégico" para o país.
Manuel Pinho disse que gostaria que o novo concurso fosse lançado antes da apresentação da reestruturação do sector energético, que prometeu para este mês.
"Trata-se de um plano estratégico que vai permitir criar um 'cluster' nas eólicas, sendo prioritário", afirmou o ministro aos jornalistas após ter participado num almoço de empresários organizado pela Câmara de Comércio Luso-Espanhola.
O secretário de Estado Adjunto da Indústria e Inovação, Castro Guerra, afirmou em Junho que o Governo poderia aumentar a potência a atribuir no novo concurso para centrais eólicas dos 1100 megawatts (MW) previstos para 1500 MW.
O secretário de Estado referiu existir potencial da parte dos produtores de energia para aumentar a potência e referiu que a capacidade da rede de distribuição de energia pode ser melhorada e aumentada, para que possa suportar mais carga.
Relativamente às licenças para as centrais de ciclo combinado a gás, o ministro adiantou não ter ainda recebido o parecer da Procuradoria-Geral da República relativamente ao despacho do anterior Governo.
O actual Governo manifestou dúvidas quanto à validade jurídica da decisão do anterior Executivo, que atribuiu licenças à EDP, Galp Energia, Endesa, Iberdrola e Tejo Energia para a produção de energia eléctrica a partir de gás natural, tendo pedido um parecer à Procuradoria-Geral da República.
A portuguesa Galp Energia e a espanhola Iberdrola apresentaram recurso hierárquico da decisão porque lhes foi atribuída metade da potência solicitada, enquanto a espanhola Gás Natural recorreu da decisão por não lhe ter sido atribuída qualquer licença.
As dúvidas do ministério, baseadas num parecer de dois especialistas em direito administrativo, estão relacionadas com o facto de alguns critérios de selecção terem sido definidos após a recepção de propostas e com a circunstância de se tratar de uma decisão administrativa da Direcção-Geral de Geologia e Energia.
Segundo os especialistas, a decisão - que teve a aprovação do então secretário de Estado do Desenvolvimento Económico, Manuel Lencastre, do ministério tutelado por Álvaro Barreto - deveria ter sido publicada em Diário da República, o que não aconteceu.
Fonte: Publico (http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1227478&idCanal=10)
TeKnO_Lx
July 4th, 2005, 11:33 PM
:applause:
Phobos
July 5th, 2005, 12:02 AM
Estou a gostar das propostas deste novo governo. :)
Reflex
July 5th, 2005, 12:07 AM
No que diz respeito a projectos deste tipo, parece-me que sim, que estao a dar a devida atenção...
...porem há outras que me desagradam...:|
Reflex
July 5th, 2005, 12:36 AM
delete.
Barragon
July 5th, 2005, 12:36 AM
Estou a gostar das propostas deste novo governo. :)
Devem estar com o cu apertadinho porcausa do preço do petróleo...
Reflex
July 5th, 2005, 12:37 AM
:lol:
Estás a insinuar que os senhores não gostam de ter o cu apertadinho, é??
:hilarious
Barragon
July 5th, 2005, 01:01 AM
Estou a insinuar através de uma expressão popular... que eles estão evidentemente à rasquinha !!! :D
Reflex
July 5th, 2005, 01:15 AM
E estão mesmo!!!
...o problema é que, consequentemente, nós todos também estamos...:|
Barragon
July 5th, 2005, 01:18 AM
Mas ainda bem que estão a fazer algo.... só à rasquinha é que eu faço os meus trabalhos!!! mesmo no último dia!!! :crazy2:
Reflex
July 5th, 2005, 01:19 AM
Eu já passei em exames da faculdade com 2h de estudo...:|
Barragon
July 5th, 2005, 01:23 AM
Estudaste sempre na véspera :D
Reflex
July 5th, 2005, 01:24 AM
Epá, yah, tenho essa norma...:lol:
Arpels
July 5th, 2005, 12:13 PM
:applause: o que o cu apertadinho faz :yes: ainda hoje se falou na possibilidade de aqui a algum tempo o barril de petroleo alcançar a marca dos 80 dollares :runaway:
Reflex
July 5th, 2005, 09:03 PM
Sim, já existem 7000 encomendas para Dezembro a 80 dolares o barril...:(
Barragon
July 5th, 2005, 09:47 PM
Pois.... só mesmo assim é que andamos a apostar nas energias alternativas.....
Epa estes gajos são tão burros men.... :bleep: Temos muito boa hipótese de sermos autosuficientes em energia.... com a eólica e solar !!!!
Reflex
July 5th, 2005, 10:55 PM
Hoje vi 1 reportagem sobre outra energia alternativa, fornecida a partir das mares. Aparentemente existem há varios anos estudos sobre o assunto na Povoa do Varzim e pode ser que ainda em 2005 se arranque com 1 projecto deste tipo. Se assim for, seremos pioneiros a nivel mundial, o que se tudo correr bem será excelente, visto seremos nos a ter o know-how!!:)
Barragon
July 5th, 2005, 11:19 PM
Esperemos que sim :okay:
Reflex
July 5th, 2005, 11:28 PM
Estima-se que o mercado mundial atinga os 300mil Milhoes de €uros...e está à nossa espera!!!:D
Barragon
July 6th, 2005, 12:54 AM
Semos burros se não fizermos essa aposta!
Reflex
July 6th, 2005, 01:02 AM
Basicamente é como morrer e ir para o paraiso e ter lá à nossa espera 1 rancho de virgens...
...e o dito não levantar!!!:lol::lol::lol:
Reflex
July 6th, 2005, 01:21 AM
[...]No domínio energético, o chefe do Governo afastou em absoluto a possibilidade de ser construída uma central nuclear em Portugal, sustentando que a alternativa são as energias renováveis. "A energia nuclear continua a apresentar os mesmos problemas de perigosidade e de ausência de segurança e, por isso, devemos afastar esse tema da discussão", declarou.
[...]
Fonte: Publico (http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1227582&idCanal=34)
Barragon
July 6th, 2005, 09:20 AM
:pepper:
Phobos
July 7th, 2005, 02:23 AM
Ainda bem que o governo vê além do horizonte.Pelo menos nesse assunto não estamos na cauda da EU.
Arpels
July 7th, 2005, 01:11 PM
é dos oculos dele :yes: melhor k binoculos!!
[Smeagol]
July 7th, 2005, 01:56 PM
Hoje vi 1 reportagem sobre outra energia alternativa, fornecida a partir das mares. Aparentemente existem há varios anos estudos sobre o assunto na Povoa do Varzim e pode ser que ainda em 2005 se arranque com 1 projecto deste tipo. Se assim for, seremos pioneiros a nivel mundial, o que se tudo correr bem será excelente, visto seremos nos a ter o know-how!!:)
está aqui o link da empresa holandesa que está a testar esse prototipo.
http://www.waveswing.com/
Prototipo
http://www.waveswing.com/plaatjes_aws/AWS-PILOT.jpg
http://www.waveswing.com/plaatjes_aws/AWS-pilot-draw2.jpg
Dpois de testado o protótipo, a empresa quer fazer este parque com 100Mw
http://www.waveswing.com/plaatjes_aws/AWS-park.jpg
Actualidade
Em termos de I&D, Portugal é um dos países pioneiros (actividade desde a década de setenta) e com maior impacto (por exemplo em termos número de publicações e de participação e coordenação de projectos europeus). Dos três grandes projectos europeus actuais com construção de protótipos, liderou um (ilha Pico) e participou nos outros dois (LIMPET, ilha de Islay, Escócia, e AWS, Viana do Castelo). Portugal liderou a elaboração do Atlas Europeu de Energia das Ondas, referente ao recurso em águas profundas (offshore), estando em fase de finalização o Atlas Nacional de Ondas que descreve o recurso junto à costa do continente.
TeKnO_Lx
July 18th, 2005, 11:24 AM
Governo anuncia hoje concurso para 1700 MW
As contas do Ministério da Economia e Inovação apontam para que o investimento na criação de um «cluster» industrial para fornecer equipamentos à energia eólica possa chegar aos 900 milhões de euros, associado ao maior bloco a concurso, e gerar milhares de postos de trabalho, noticiou hoje o Jornal de Negócios.
http://www.negocios.pt/upload/CN/images/parque_eolico_2_dest.gif
As contas do Ministério da Economia e Inovação apontam para que o investimento na criação de um «cluster» industrial para fornecer equipamentos à energia eólica possa chegar aos 900 milhões de euros, associado ao maior bloco a concurso, e gerar milhares de postos de trabalho, noticiou hoje o Jornal de Negócios.
Estes valores, a que estará associada a criação de milhares de postos de trabalho, são adicionais ao investimento que o Governo prevê venha a ser realizado em Portugal na instalação de parques eólicos e cujo valor total ascenderá a 3.700 milhões de euros.
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Governo privilegia candidatos que dêem descontos de 5% nas eólicas
O Governo vai privilegiar os candidatos que aceitarem vender a energia produzida a partir dos parques eólicos com um desconto de 5% em relação à tarifa normal. Este é um dos critérios das propostas do concurso público internacional que vai ser lançado no final deste mês, segundo anunciou hoje o secretário de Estado da Indústria e Inovação Castro Guerra.
O Governo vai privilegiar os candidatos que aceitarem vender a energia produzida a partir dos parques eólicos com um desconto de 5% em relação à tarifa normal. Este é um dos critérios das propostas do concurso público internacional que vai ser lançado no final deste mês, segundo anunciou hoje o secretário de Estado da Indústria e Inovação Castro Guerra.
A criação de um «cluster» industrial de produção de equipamentos para a energia eólica é outro dos objectivos valorizados neste concurso.
O Governo estima que este «cluster» possa gerar 900 milhões de euros em investimentos e 1600 postos de trabalho directos. Um dos objectivos é fomentar a produção para mercados externos ou para exportação que deverá representar 60% da produção total.
O investimento total no desenvolvimento da nova capacidade eólica, entre a que já está autorizada e a que vai ser posta agora a concurso, deverá atingir os 3,8 mil milhões de euros. Destes, 25 mil milhões de euros estão inscritos no programa de investimentos de infra-estruturas prioritárias (PIIP) a executar até 2009.
A criação de um fundo de inovação tecnológica financiado pelos concorrentes é outra das finalidades associadas a este processo. Este fundo deverá ter uma dotação de 35 milhões de euros.
A concurso vão estar 1.700 MW de potência eólica, cujo valor final poderá chegar aos 2000 MW.
TeKnO_Lx
July 18th, 2005, 01:07 PM
WoW esse projecto de aproveitamento das marés parece ter grande futuro, e o nosso país tem um grande potencial natural para a utilizacao das energias renovaveis, pena que só agora "acordámos" para este problema, que tende a agravar-se devido ao aumento do preço do petroleo..
mas o Governo parece que ouviu as nossas preçes ! eu nem sou do PS mas até tou a gostar deste governo! ( excepto a opção da construcão da OTA :bash: )
Arpels
July 18th, 2005, 01:30 PM
fixe é boa ideia aproveitar a energia apartir das mares :yes:
Barragon
July 18th, 2005, 02:09 PM
Pois é.... esperemos que isso avance..... e também o cluster industrial ;) não sabem onde irá ser construído?? espermos que seja no interior
TeKnO_Lx
July 18th, 2005, 02:57 PM
O primeiro-ministro afirmou esta segunda-feira que o investimento nacional em energias renováveis, no valor de três mil milhões de euros, até 2010, contribuirá para Portugal equilibrar o seu quadro macroeconómico e para se tornar menos dependente do petróleo.
«Com a sua economia estagnada há quatro anos, Portugal enfrenta problemas sérios. O caminho é fazermos bons investimentos na direcção certa», declarou José Sócrates na sessão de lançamento do «Novo Concurso Eólico» na Culturgest, em Lisboa.
Discursando perante uma plateia de empresários, onde se encontrava o ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, o chefe do Governo assegurou que, até 2010, na sequência dos investimentos em energias renováveis - realizados em parcerias entre o sector público e as empresas privadas -, Portugal irá assumir-se como um dos países de vanguarda em matéria de «modernização energética e respeito ambiental».
Com o concurso, o primeiro-ministro disse também ser objectivo nacional »a introdução de um novo cluster tecnológico, capaz de introduzir mudanças no perfil energético de Portugal.
«Não desenvolveremos a energia eólica com base em materiais importados. Queremos criar uma indústria ligada a este ramo da energia», sublinhou.
Entre as vantagens da aposta na energia eólica, José Sócrates referiu-se ainda às vantagens de permitir a Portugal reduzir «a sua excessiva dependência do gás e do petróleo, o que, em consequência, permitirá reduzir as nossas importações e melhorar o nosso equilíbrio macroeconómico».
«Queremos também estimular os investimentos e contribuir para a dinamização da nossa economia», apontou José Sócrates, dizendo estar «certo» que o concurso para a atribuição de licenças de exploração de energia eólica «será muito disputado e merecerá o interesse dos investidores».
«Este concurso representa um dos pontos de encontro entre a economia e o ambiente. Servirá para dinamizar a economia, mas também para dar a Portugal um paradigma de desenvolvimento sustentável e amigo do ambiente», declarou o primeiro-ministro.
Diário Digital / Lusa
:applause:
Barragon
July 18th, 2005, 03:07 PM
Muito bem, esperemos que não seja tudo ficção!
Arpels
July 18th, 2005, 03:26 PM
ya e que mantenham mesmo que o crude baixe, embora se saiba que não baixara para o k estava!!
Phobos
July 18th, 2005, 08:27 PM
Que bom saber que o governo está a querer se livrar da pressão do petróleo.Isso é que é desenvolvimento :okay:
TeKnO_Lx
September 21st, 2005, 03:14 PM
Investimento de 90 milhões em Fafe
O Parque Eólico de Fafe vai ser hoje inaugurado numa sessão presidida pelo Secretário de Estado Adjunto da Indústria e Inovação, António Castro Guerra. O parque, que será o maior do país, foi construído pela espanhola Gamesa e representa um investimento de 90 milhões de euros.
Segundo um comunicado do Ministério da Economia, o Parque Eólico de Fafe tem uma potência de 80 MW, sendo o maior parque do país instalado até ao momento, representando 10 % da potência total instalada em energia eólica.
O investimento ascende a 90 milhões de euros e produção anual de energia estimada é de 180 GWh, o que representa o dobro do consumo em baixa tensão do concelho de Fafe, sendo 40% superior ao consumo total.
A empresa responsável pela construção do projecto é a espanhola Gamesa, uma das maiores companhias do mundo na produção de aerogeradores.
O Governo iniciou recentemente o concurso para a atribuição de mais potência eólica em Portugal. No total, serão atribuídos pelo Governo português 1.700 megawatts (MW), 1.500 dos quais em duas etapas e exclusivamente dedicados aos «clusters». Independentemente do número de propostas que surjam, serão atribuídas licenças para apenas dois «clusters» em tranches de 1.000 MW e 500 MW, respectivamente.
fonte (http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=264985)
TeKnO_Lx
September 21st, 2005, 03:15 PM
ke boa noticia :applause:
Barragon
September 21st, 2005, 09:00 PM
:applause:
JohnnyMass
September 22nd, 2005, 01:47 AM
mas teve de ser construido por uma empresa espanhola...não há capacidade técnica para fazer o mesmo por empresas portuguesas?
Arpels
September 22nd, 2005, 12:34 PM
poix faltam empresas deste tipo em PT de qualquer maneira parabens a Fafe!!
[Smeagol]
September 25th, 2005, 04:00 PM
NOTICIA FRESQUINHA PRARA OS QUE PENSAVAM QUE ESTE PROJECTO JÁ ESTVA MORTOSetembro
18/09/05
Central fotovoltaica de Moura muda de mãos
Além da entrada da BP Solar no capital da Amper, outros grupos energéticos estão na mira.
O projecto da mega central fotovoltaica de Moura, com uma capacidade instalada de 62 MW, deverá em breve mudar de mãos. O futuro comprador sairá de um leque de empresas consultadas, com forte presença no mercado ibérico, assegurou ao Diário Económico fonte ligada ao processo.
Entre as 'utilities' alvo estão a EDP, Galp, Generg, Enersis e as espanholas Gás Natural, Endesa, Iberdrola e Unión Fenosa.
Detida em 80% pela Câmara Municipal de Moura, a Amper, entidade que gere o projecto, é ainda participada pela Renatura, 10%, e pela Comoiprel, 2%.
A homologação da construção da central por parte do Ministério da Economia, prevista para os próximos dias, marcará ainda uma outra mudança na estrutura accionista da Amper: a entrada do seu parceiro tecnológico, a BP Solar.
O grupo energético britânico já fez, no entanto, saber que quer apenas uma posição residual.
Com a instalação da central fotovoltaica de Moura, que será a maior do mundo, enquanto da unidade alemã de Wiesbaden, com 80 MW, não estiver construída, arrancará um 'cluster' nacional associado ao sector e representa um investimento global na ordem dos 230 a 280 milhões de euros, permitindo o fornecimento de electricidade a 60 mil pessoas.
A BP Solar obriga-se a instar uma unidade industrial para construção de painéis solares, por um período mínimo de 10 anos.
Esta fábrica, orçada em 10 milhões de euros, permitirá a criação de 90 postos de trabalho directos e indirectos.
O compromisso assenta no seu arranque em Junho de 2007, após três meses de teste, sendo prevista a produção de 20 MW a 24 MW de painéis por ano.
Numano de produção normal, aos valores actuais, os promotores estimam uma facturação próxima dos 50 a 72 milhões de euros, dependendo da evolução do preço do silício, uma das matérias-primas essenciais ao fabrico dos painéis.
Além deste investimento, a BP Solar mostrou-se ainda disponível para convidar os seus fabricantes de estruturas, bem como de outro tipo de componentes, a instalarem-se no perímetro da fábrica de Moura.
O projecto contempla uma taxa de incorporação nacional na ordem dos 50%.
Paralelamente, a BP Solar compromete-se a assegurar o funcionamento, por um período de três anos, de um centro de investigação na área fotovoltaica, ligado às principais unidades europeias do género, bem como a formação de 500 professores e 22 mil alunos da região em energias renováveis e solar.
Está previsto ainda disponibilizar uma verba para a instalação de micro-sistemas solares no Alentejo.
Caso a homologação do despacho, por parte do secretário de Estado, Castro Guerra, não sofra grandes alterações face à proposta da Direcção Geral de Geologia e Energia, 34,6 MW da potência injectada serão pagos com base na tarifa anterior ao decreto-lei 33-A, o qual revê em baixa os preços da electricidade para este segmento, e 15 MW estarão cobertos com a nova tarifa.
A mesma fonte realça que "neste projecto, à semelhança do que aconteceu com o concurso para atribuição de novas licenças para produção de energia eólica, o Estado está a usar um bem público para obter contrapartidas que, neste caso, são voluntariamente oferecidas pelo promotor."
Projectos em suspenso ascendem a 550 milhões
O número de projectos fotovoltaicos com pedido de informação prévia à Direcção Geral de Geologia e Energia (DGGE), aguardando assim luz verde sobre a viabilidade de ligação à Rede Eléctrica Nacional, ascende já a 128 MW, correspondendo, a preço médio de mercado, a 550 milhões de euros de investimento. A esta lista juntam se 97 MW de centrais com ponto de recepção da energia e 35 MW em licenciamento.
A central fotovoltaica de Moura tornou-se viável quando o governo social-democrata elevou para 150MW o tecto para o fotovoltaico, no âmbito da revisão dos objectivos do regime especial do Programa E4.
Com esta alteração acomodou-se o projecto que, sozinho, ultrapassava os 50 MW de potência injectada e tornou-se possível receber outros, cujo número não parava de crescer. A prová-lo está a avalanche surgida durante o período de solicitação de pedidos de informação prévia, em Janeiro deste ano, com 22 MW disponíveis dentro do 'plafond' do regime especial.
A DGGE recebeu quatro mil pedidos totalizando 700 MW. Agora, o Executivo optou por lançar um concurso público internacional para a atribuição dos 22 MW, embora não se tenha comprometido com qualquer data. Em contrapartida, em Espanha, o investimento nesta área prossegue, tendo a Iberdrola anunciado esta semana que têm uma carteira total de nove projectos de centrais de energia solar termoeléctrica que somam 450 MW de potência instalada.
Por: Ana Maria Gonçalves
Diário Económico
Arpels
September 25th, 2005, 04:13 PM
tem-se falado muito dele recentemente Smeagle :yes:
Barragon
September 25th, 2005, 07:20 PM
ehehe ainda bem que poderá ser feito!!! :D
Arpels
September 25th, 2005, 07:22 PM
carma "PODERA".
[Smeagol]
October 8th, 2005, 09:03 PM
Primeiro posto de biocombustível inaugurado hoje em Sintra
O primeiro posto de abastecimento de biodiesel em Portugal abre hoje em Sintra e visa promover a recolha de óleos alimentares usados para produzir este combustível que será usado na frota municipal.
A Quercus adianta num comunicado que a produção do biodiesel tem várias vantagens: permite dar um destino aos óleos alimentares usados - que deixam assim de poluir a água e causar problemas nos sistemas de saneamento -, reduz a dependência dos combustíveis fósseis, como o gasóleo, e diminui a poluição atmosférica e a emissão de gases que provocam o efeito de estufa.
Para os ambientalistas é preciso agora que o Governo apresse a legislação que está a ser preparada e que visa isentar do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISPP) o biodiesel que utiliza essencialmente os óleos alimentares como matéria-prima, para que o exemplo seja seguido por outras autarquias.
O ambientalista Rui Berkemeier congratulou-se com o facto de ter chegado a bom termo "uma luta de três anos" para a constituição da empresa que produz o biodiesel, num processo em que a Quercus teve um papel determinante e que enfrentou "muitas resistências", nomeadamente devido à dificuldade em obter a isenção do ISPP.
A Quercus salienta que esta medida é fundamental para que Portugal cumpra as metas comunitárias que obrigam os Estados-membros a um consumo mínimo de dois por cento de biocombustíveis em relação ao consumo total de gasolina e gasóleo em 2005 e a um consumo mínimo de 5,75 por cento em 2010.
Portugal ainda não transpôs a directiva comunitária sobre biocombustíveis, tendo já recebido um pedido de esclarecimentos por parte da Comissão Europeia.
A instalação deste posto de abastecimento insere-se no âmbito de um projecto, desenvolvido pela empresa de Higiene Pública Municipal (HPEM) com a colaboração da AMES - Agência Municipal de Energia de Sintra.
Por: Agência LUSA
RTP
TeKnO_Lx
October 15th, 2005, 01:34 PM
A Enercon assinou esta semana o contrato para a instalação de um complexo industrial destinado a abastecer os mercados nacional e de exportação de geradores que transformam vento em energia.
A Enercon, líder em Portugal com 30% do mercado, é o sócio tecnológico do Agrupamento Eólica Lusitana (AEL), grupo liderado pela EDP e que inclui três dos quatro principais promotores de eólicas - a Generg (parceria entre as fundações Oriente, Luso-Americana e Gulbenkian), a SIIF (participada do Grupo francês EDF), além da Enernova (EDP). A Finerge (do grupo Endesa) e a (Térmica Portuguesa (Grupo Sonae e Endesa), completam também integram o agrupamento.
O projecto Lusitana envolve a criação de um cluster de base industrial que fornecerá as centrais dos cinco promotores associados e será a garantia de que elas terão mais de 75% de incorporação nacional. O critério que mais pesa (45%) na hierarquização dos candidatos é o do parceiro tecnológico.
O complexo de Viana, com 30 mil metros quadrados de área coberta em terrenos cedidos pelos estaleiros navais, é uma parte (40 milhões de euros) do investimento de mil milhões, associado a toda a operação eólica.
Os novos parques eólicos vão gerar 6% da electricidade nacional, o equivalente ao abastecimento de 800 mil lares (um quinto do consumo residencial em Portugal) e a 30% da energia eléctrica importada no último ano.
fonte (http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?id_news=58161)
[Smeagol]
October 15th, 2005, 02:42 PM
Governo lança concurso para centrais de biomassa
O Executivo mantém a estratégia de promoção das energias renováveis, estando agora a trabalhar no lançamento de um novo concurso para a atribuição de até 100 MW para a produção de energia eléctrica a partir de resíduos florestais industriais, que deverá ser lançado até ao fim do ano.
O objectivo do Governo é aumentar dos actuais 9 MW para 250 MW a potência instalada de biomassa florestal em Portugal, sendo que já foram atribuídos perto 150 MW a vários promotores, apurou o Jornal de Negócios junto de fonte do Ministério da Economia e Inovação.
Por: Tânia Ferreira
Jornal de Negócios
:cheers:
[Smeagol]
October 15th, 2005, 02:50 PM
Actualidade
Em Portugal, o primeiro parque eólico foi criado em 1988 em Santa Maria (Açores), mas actualmente a distribuição destas centrais abrange quase todo o território nacional com aproximadamente 708 MW de potência instalada até Maio 2005, 81 parques eólicos e 521 turbinas eólicas. No entanto só nos últimos 5 anos, com o Programa Energia, é que se criaram algumas condições para o desenvolvimento real deste tipo de energia, mas todavia insuficientes tendo em conta o panorama verificado em países mais favoráveis a energia eólica.
Cerca de metade dos parque eólicos (48%) em Portugal são parques pequenos, com potências entre 1 a 10 MW. 31% dos parque têm uma dimensão média, com potências entre 10 a 25 MW%. Apenas existe um parque eólico com potência superior a 50 MW.
Após a implementação de medidas como a MAPE, e recentemente, em Maio 2005, com o anúncio do concurso que irá atribuir cerca de 1.700 MW, pretende-se chegar aos 4.500 MW até final da década, contribuindo de uma forma essencial para a meta dos 39% de produção de energia eléctrica com fonte nas ER.
Projectos em Portugal (Continente)
01-Lourel (desactivado em 1999)
02-Sines
03-Fonte da Mesa
04-Pena Suar
05-Fonte Monteiros
06-Vila Lobos
07-Picos Verdes
08-Portal da Freiteira
09-Cabeço da Raínha
10-Mação I+II
11-Igreja Nova I
12-Cabeço Alto
13-Boeiros I
14-Caravelas
15-Alto Vaca I
16-Lomba Seixa
17-Cadafaz
18-Malhadas-Gois
19-São Cristovão
20-Archeira
21-Bigorne
22-Igreja Nova II
23-Jarmeleira
24-Cabril
25-Pinheiro
26-Boeiros II
27-Sra. Castelo I
28-EEA I
29-Mação III
30-Cabeço da Raínha II
31-Vergão
32-Sra. Castelo II
33-Sra. Castelo III
34-Aguieira
35-Alto Vaca II
36-Serra do Barroso
37-Bolores
38-Meroicinha
39-Picos Verdes II
40-Moinhos do Oeste
41-Trandeiras
42-Bulgueira
43-Alto Coto
44-Padrela (Morro de Boi)
45-Barroso
46-Arga
47-Boneca
48-Lomba Seixa II
49-Borninhos
50-Fonte Quelha
51-Alto Talefe
52-Padrela
53-Ribamar
54-EEA II
55-Archieira
56-Moinho Velho
57-Cabreira
58-Dirão Rua
59-Cadraço
60-Mação IV
61-Serra de Todo Mundo
62-Vilar Chão
63-Açor
64-Sra. Vitória
65-Mosteiro
66-Moinho Manique
67-Escusa
68-Carreço/Outeiro
69-Amaral
70-Vila Nova
71-Malhadizes
72-Teixeiró
73-Castanheira
Projectos em Portugal (Açores)
01a-Sta. Maria I (Figueiral)
02a-São Jorge I (Pico da Urze)
03a-Graciosa (Serra Branca)
04a-Faial (Lomba dos Frades)
05a-Flores (Boca da Vereda)
06a-São Jorge II (Pico da Urze)
07a-Graciosa II (Serra Branca)
08a-Sta. Maria II (Figueiral)
09a-Pico (Terras do Canto)
Projectos em Portugal (Madeira)
01m-Porto Santo
02m-Paúl da Serra I
03m-Paúl da Serra II
04m-Bica da Cana
05m-Caniçal II
06m-Porto Santo I
07m-Paul da Serra
08m-Porto Santo II
Reflex
November 1st, 2005, 12:50 AM
Energia Início da actividade de aerogeradores situados em Caminha assinalam arranque da produção Restantes estruturas, que se distribuem pela região, a funcionar no próximo ano 113 102 aerogeradores deverão ser instalados em cerca de duas dezenas de parques 113 6 municípios da região participam no empreendimento
A entrada em funcionamento do parque eólico de Espiga, em Caminha, assinalou o início da actividade do maior empreendimento do género no país. Estimado em 300 milhões de euros, prevê a instalação de 102 torres em seis municípios, convertendo, assim, a sub-região em exportadora de energia eléctrica.
Desenvolvido no seio da extinta Associação de Municípios do Vale do Minho, o investimento, a cargo da empresa Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho, é dinamizado pelos municípios (que entram com cerca de 15% do montante global) e por dois dos maiores operadores do sector em Portugal a Generg (agrupamento formado em parceria pelas fundações Gulbenkian, Luso-Americana e Oriente, detentoras da maior capacidade instalada no país) e a Siif (participada pelo Grupo Electricidade de França, EDF). A Enercon, empresa que pretende instalar uma unidade de produção de componentes em Viana do Castelo (ver caixa) é o parceiro tecnológico do agrupamento.
De dimensões tidas como inéditas para o país, o empreendimento, que deverá estar a funcionar "a todo o vapor" no próximo ano, segundo fonte do agrupamento, obrigou à remodelação da rede eléctrica minhota, assim como à construção de duas estações de recepção e distribuição de energia, situadas em Vila Fria (no distrito de Viana do Castelo, unidade esta que envolveu custos da ordem dos quatro milhões de euros) e em Penalva (no distrito de Braga).
De acordo com a mesma fonte, uma vez a funcionar, os aproveitamentos vão gerar o triplo da energia actualmente produzida no país a partir da força dos ventos. Para as autarquias, a proposta constitui o maior investimento privado já realizado na região.
Refira-se que os promotores privados do investimento integram, ainda, um dos agrupamentos de empresas - onde estão, também, a EDP, a Finerge (do grupo Endesa) e a Térmica Portuguesa - que se vai candidatar ao concurso para atribuição de entre 800 a mil megawatts de potência eólica (o equivalente à instalação de cerca de meio milhar de aerogeradores até 2012, a nível nacional) lançado pela tutela, cujo prazo encerra em princípios do próximo ano. Segundo a tutela, a energia gerada por essas torres corresponderá a cerca de 30% da electricidade importada pelo país, no ano passado.
Enercon traz firmas para Viana
Ao investimento a realizar nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) pela Enercon (a terceira maior empresa mundial na venda de bens e serviços para energia eólica), deverá seguir-se a instalação, naquele concelho, de "dois ou três" fornecedores alemães de matérias-primas. A revelação foi feita pelo presidente da empresa alemã, Aloys Wobben, assinalando que entre os materiais a serem fornecidos pelas empresas que acompanham o investimento da Enercon contam-se o aço e a fibra de vidro. Referindo-se a uma lógica de "satélite", aquele responsável observou que as empresas parceiras deverão localizar-se "nas imediações" do espaço que vier a ser ocupado pela fábrica-mãe, no caso, uma área subconcessionada aos ENVC e que "não era" utilizada pela empresa vianense. É intenção da Enercon instalar aí uma unidade fabril destinada à produção de pás e de torres, bem como à montagem de aerogeradores, pretendendo fazer uma incorporação local próxima de 75% da produção. Nesse sentido, firmou já contratos com empresas portuguesas para fornecimento de componentes, caso da Siemens Portugal (eléctrica), DST (construção civil) e Tegopi (metalomecânica). Aprovada em Julho passado pelo Governo, a instalação da empresa nos estaleiros navais vianenses chegou a motivar um impasse, que levou muitos dos agentes económicos da região a temer pela fuga do investimento para a vizinha Galiza. De contornos ainda indefinidos, o projecto da Enercon para Viana do Castelo está estimado em 20 milhões de euros, prevendo a criação de cerca de 300 postos de trabalho.
Fonte: JN
TeKnO_Lx
November 1st, 2005, 12:56 AM
k boa noticia :applause:
Reflex
November 1st, 2005, 12:59 AM
Felizmente no que às energias alternativas diz respeito, temos tido ultimamente razões para festejar!! Pena que nao seja assim em todas as áreas...:okay:
Filipe_Golias
November 1st, 2005, 01:19 AM
Segundo a tutela, a energia gerada por essas torres corresponderá a cerca de 30% da electricidade importada pelo país, no ano passado.
Fantástico!!! Isto está a correr muito bem!
Barragon
November 1st, 2005, 02:19 AM
Se for verdade...... !!!!
Mais a centra de Moura..... deve ser praí mais uns 20% da energia importada!
Reflex
November 1st, 2005, 03:03 AM
Qualquer dia somos autosuficientes!!!:banana:
:D
Daniel_Portugal
November 1st, 2005, 04:03 AM
boa noticia =)
Barragon
November 1st, 2005, 12:47 PM
Qualquer dia somos autosuficientes!!!:banana:
:D
Temos que ser..... para não importarmos tanto!e aí nesses dias .... a nossa economia crescerá!
Lss911
November 1st, 2005, 02:41 PM
Sou totalmente a favor da energia eolica em Portugal! Temos condições de excepção! E fotovoltaica também!!
Reflex
November 1st, 2005, 09:39 PM
Temos que ser..... para não importarmos tanto!e aí nesses dias .... a nossa economia crescerá!
Nessa altura Portugal ja foi vendido...:D
Viriatox
November 5th, 2005, 04:13 AM
Energia > 2005-11-04 17:10
Seis centrais fotovoltaicas vão ser construídas em Alqueva
DE com Lusa
A empresa gestora do Alqueva anunciou hoje o lançamento de um concurso público para a instalação da primeira de seis centrais fotovoltaicas, cuja energia produzida será canalizada para o sistema eléctrico nacional.
Fonte da Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA) adiantou que as seis centrais fotovoltaicas vão ser localizadas junto às grandes infra-estruturas do empreendimento de fins múltiplos de Alqueva, nos distritos de Évora e Beja.
A EDIA já lançou o concurso público para o fornecimento e instalação dos equipamentos da primeira central fotovoltaica, tendo já submetido os pedidos para as restantes cinco à Direcção-Geral de Geologia e Minas, adiantou Carlos Silva, porta-voz da empresa.
Com um preço base de 390 mil euros, a primeira central, a instalar na margem esquerda da albufeira de Alqueva, junto ao acesso à marina, ocupará uma área com cerca de 2 mil metros quadrados e terá uma potência instalada de 65 KW pico.
Esta central solar canalizará a sua energia produzida para o sistema eléctrico nacional e produzirá anualmente 100 megawatts/hora (MWH), energia suficiente para manter acesas, durante uma hora, cerca de 16,6 milhões de lâmpadas de 60 watts (W).
"A energia solar constitui uma das apostas da EDIA, que, a par da sua central hidroeléctrica e da instalação futura de um parque eólico, pretende construir em Alqueva um parque temático sobre as energias renováveis", disse o mesmo responsável.
A EDIA, segundo Carlos Silva, assume a vertente energética como um dos objectivos dentro das áreas de negócio do projecto de Alqueva".
Além da energia eléctrica, o empreendimento de fins múltiplos apresenta as vertentes agrícola, abastecimento público de água, ambiente, turismo e inovação e tecnologia.
Daniel_Portugal
November 5th, 2005, 04:32 AM
grandes noticias =) portugal esta a investir muito em energias alternativas.. isso é muito bom mesmo =)))) e para quem axa k so tamos na moda por causa de euros, mtv awards ou expos.. aki temos um exemplo de melhorias que fazemos sem nada ter a ver com a fama que passamos para o exterior.. axo muito bem.. cada vez se constroi mais em portugal a nivel de energias alternativas e isso deixame muito feliz como bom lusitano que penso ser.
Barragon
November 5th, 2005, 01:29 PM
Sim senhora.... grande notícia..... espero que cada vez mais se aposte nesse tipo de energia!! :applause: Ainda por cima no alentejo... que cada vez está mais pobre :D
traveler
November 5th, 2005, 02:22 PM
Sim, isso e boa noticias.
TeKnO_Lx
November 11th, 2005, 06:11 PM
Promover a investigação e estudar uma tarifa que rentabilize o investimento são algumas das formas anunciadas hoje pelo Governo para apostar no aproveitamento da energia das ondas e tornar o país líder neste sector.
Castro Guerra, secretário de Estado Adjunto da Indústria e Inovação, revelou que a Direcção-Geral de Geologia e Energia (DGGE) está a estudar uma tarifa que rentabilize a aplicação deste tipo de tecnologia na produção de energia. Além disso, acrescentou, serão criadas condições aos investigadores para desenvolverem essas tecnologias.
Falando na abertura do seminário "Energia das Ondas", promovido pelo Centro de Energia das Ondas, Castro Guerra revelou também que serão criadas condições de licenciamento para que os investidores "não soçobrem ao peso da burocracia".
Para o secretário de Estado, o facto de o desenvolvimento de tecnologias para o aproveitamento da energia das ondas estar ainda em fase embrionária poderá fazer da plataforma marítima portuguesa, em zonas circunscritas, um espaço onde elas podem ser desenvolvidas, sendo objectivo que Portugal possa dominar "uma das oito tecnologias actualmente em desenvolvimento".
António Sarmento, director do Centro de Energia das Ondas, considera que existem condições para comercializar esta energia num prazo de quatro a cinco anos, tudo dependendo da preparação da rede eléctrica e da capacidade dos fornecedores para produzirem os equipamentos necessários.
"A energia das ondas está como estava a eólica há dez ou 15 anos", com a vantagem que a experiência da eólica "permite perceber que a oportunidade não deve ser perdida".
Para António Sarmento, Portugal "tem condições para se tornar num dos países lideres na demonstração e industrialização desta forma de energia", lembrando que das quatro tecnologias em fase de teste de protótipos no mar uma, a de coluna de água oscilante, utilizada na central de ondas da ilha do pico, é de tecnologia "quase exclusivamente nacional".
A central do Pico, construída em 1998, está a funcionar em regime experimental desde 2003, servindo a sua experiência de base à central que vai ser incorporada no molhe Norte da Foz do Douro e às flutuantes que se encontram em estudo.
Embora as centrais do Pico e da Foz do Douro sejam construídas junto à costa, é no alto mar, em águas de profundidade de 50 a 80 metros, normalmente localizadas entre cinco a dez quilómetros da costa no caso do centro e norte de Portugal, que se "espera que venha a ser feito o aproveitamento em larga escala das ondas do mar".
De acordo com um estudo feito para a DGGE, nos mais de 300 quilómetros de costa, e depois de excluídas as zonas de alta sensibilidade ambiental e os canais de navegação de acesso aos portos (cerca de 20 por cento), é possível instalar uma potência de cinco gigawatts, que produzirá 20 por cento do consumo anual actual de energia eléctrica.
"A energia das ondas resulta da acção do vento sobre grandes extensões dos oceanos, prevendo-se que o mercado mundial associado seja de cerca de 350 mil milhões de euros e o nacional de cinco mil milhões de euros", disse António Sarmento.
No projecto estão a trabalhar nove empresas nacionais, a que se associou uma empresa holandesa, e três instituições de investigação que se associaram no Wave Energy Center - Centro de Energia das Ondas, instituição privada sem fins lucrativos que visa promover o desenvolvimento e o apoio à comercialização desta forma de energia.
link (http://publico.clix.pt/shownews.asp?id=1238489&idCanal=68)
Barragon
November 11th, 2005, 06:15 PM
Bela notícia..... esperemos que se faça algo...
Filipe_Golias
November 11th, 2005, 08:46 PM
Quê?? O novo molhe que estão a construir na Foz vai ter tecnologia de aproveitamento de energia de ondas?? Novidade pra mim! :shocked:
Phobos
November 11th, 2005, 09:32 PM
O governo anda mesmo decidido a investir nas energias alternativas em Portugal e isso é uma coisa que dá-me muito orgulho.Parabéns por estas iniciativas :applause:
Arpels
November 11th, 2005, 11:21 PM
vi ontem nas noticas essa do molhe, parece k é desta k estamos no bom rumo :banana:
Daniel_Portugal
November 11th, 2005, 11:46 PM
engraçado que eu no ano passado vireime pra minha mae e disselhe "tanto se fala na energia k as barragens dao nos rios... e se nos aproveitassemos o mar que é muito mais extenso e mais poderoso?" e agora vejo k essa ideia ja tava em desenvolvimento :) altamente!
Daniel_Portugal
November 11th, 2005, 11:48 PM
e sim arpels.. estamos de facto no bom rumo :) estamos a criar todo o tipoo de energias alternativas :) (ps: digam isso aos vossos amigos e aos vossos familiares quando eles prevaricarem contra o país.)
Arpels
November 11th, 2005, 11:54 PM
dizemos o k? :uh:
Daniel_Portugal
November 12th, 2005, 12:45 AM
nada..
diz que és bonito e que tas orgulhoso da tua beleza rara :)
Arpels
November 12th, 2005, 12:59 AM
estaria a mentir :sleepy:
Daniel_Portugal
November 12th, 2005, 01:20 AM
oh :(
Viriatox
November 12th, 2005, 04:06 AM
Nós importamos energia? pra que? sera pq queremos pq com um pouco de investimento e o potencial existente não só não havia necessidade de importar, passavamos a exportar :).
Barragon
November 12th, 2005, 04:43 AM
é isso que está a ser feito vitó! FINALMENTE!
TeKnO_Lx
November 18th, 2005, 01:17 PM
Portugal está numa posição privilegiada para estar na frente do aproveitamento da energia das ondas, podendo dominar 10% do mercado mundial de equipamentos, o que adicionado ao mercado nacional equivalerá a 40 mil milhões de euros, quase 30% do PIB, além de gerar 10 mil postos de trabalho durante 40 anos.
http://www.negocios.pt/upload/CN/images/praia_falesia_rocha_mar_min.gif
"Portugal pode dominar 10% do mercado mundial de equipamentos para gerar electricidade a partir das ondas, calculado em 325 mil milhões de euros, se souber aproveitar as oportunidades", afirma o presidente do Centro de Energia das Ondas (CEO), ao «Semanário Económico».
Investigador e professor do Instituto Superior Técnico, António Sarmento, diz que a dimensão do negócio internacional combinado com as estimativas para o mercado nacional, garantirão "um negócio total da ordem dos 40 mil milhões de euros", ou seja quase 30% do PIB nacional, "exportações da ordem dos mil milhões de euros durante 32 anos", bem como "a criação de 10 mil postos de trabalho directos durante 40 anos".
Isto sem contar, naturalmente, com a redução da dependência energética face ao estrangeiro e da factura devida pela importação de gás para geração de electricidade, para além de permitir mais facilmente o cumprimento do protocolo de Quioto.
António Sarmento, que investiga a energia das ondas desde 1977, afirma que, numa mesma área de implantação, um campo de energia das ondas tem capacidade para gerar três vezes mais electricidade que um campo de energia eólica. A energia eléctrica gerada a partir das ondas tem também a particularidade de ser mais facilmente integrável na rede eléctrica nacional, graças à maior previsibilidade.
"As ondas do Atlântico Norte propagam-se sem perder energia, permitem fazer previsões fáceis, com, pelo menos, seis dias de antecedência e Portugal beneficia de estados de mar estáveis, o que permite instalar equipamentos sem medo de os perder ", salienta António Sarmento.
A opinião de muitos investigadores internacionais é que Portugal, não sendo o país cuja costa tem maior intensidade de energia das ondas (ver mapa) é dos que têm mais condições de atractividade para desenvolver a energia das ondas. A facilidade de acesso, a existência de povoações ao longo da faixa litoral e a existência de rede eléctrica nas imediações da costa contribuem para valorizar a posição do país.
fonte (http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=267725)
Barragon
November 18th, 2005, 01:26 PM
Espermos que não seja mais uma opurtunidade perdida :yes:
Arpels
November 18th, 2005, 02:12 PM
man 30% é dose :eek: toca a aproveitar as ondas o Atlantico é bastante prometedor em termos de ondulação.
[Smeagol]
November 19th, 2005, 05:22 PM
e produzir 20% do tatal do consumo nacional!!!
tem mais potencial que a energia eolica:
eolica- 4500MW
ondas- 5000MW
[Smeagol]
November 19th, 2005, 05:25 PM
Governo quer Portugal na liderança do aproveitamento da energia das ondas
Promover a investigação e estudar uma tarifa que rentabilize o investimento são algumas das formas anunciadas hoje pelo Governo para apostar no aproveitamento da energia das ondas e tornar o país líder neste sector.
Castro Guerra, secretário de Estado Adjunto da Indústria e Inovação, revelou que a Direcção-Geral de Geologia e Energia (DGGE) está a estudar uma tarifa que rentabilize a aplicação deste tipo de tecnologia na produção de energia. Além disso, acrescentou, serão criadas condições aos investigadores para desenvolverem essas tecnologias.
Falando na abertura do seminário "Energia das Ondas", promovido pelo Centro de Energia das Ondas, Castro Guerra revelou também que serão criadas condições de licenciamento para que os investidores "não soçobrem ao peso da burocracia".
Para o secretário de Estado, o facto de o desenvolvimento de tecnologias para o aproveitamento da energia das ondas estar ainda em fase embrionária poderá fazer da plataforma marítima portuguesa, em zonas circunscritas, um espaço onde elas podem ser desenvolvidas, sendo objectivo que Portugal possa dominar "uma das oito tecnologias actualmente em desenvolvimento".
António Sarmento, director do Centro de Energia das Ondas, considera que existem condições para comercializar esta energia num prazo de quatro a cinco anos, tudo dependendo da preparação da rede eléctrica e da capacidade dos fornecedores para produzirem os equipamentos necessários.
"A energia das ondas está como estava a eólica há dez ou 15 anos", com a vantagem que a experiência da eólica "permite perceber que a oportunidade não deve ser perdida".
Para António Sarmento, Portugal "tem condições para se tornar num dos países lideres na demonstração e industrialização desta forma de energia", lembrando que das quatro tecnologias em fase de teste de protótipos no mar uma, a de coluna de água oscilante, utilizada na central de ondas da ilha do pico, é de tecnologia "quase exclusivamente nacional".
A central do Pico, construída em 1998, está a funcionar em regime experimental desde 2003, servindo a sua experiência de base à central que vai ser incorporada no molhe Norte da Foz do Douro e às flutuantes que se encontram em estudo.
Embora as centrais do Pico e da Foz do Douro sejam construídas junto à costa, é no alto mar, em águas de profundidade de 50 a 80 metros, normalmente localizadas entre cinco a dez quilómetros da costa no caso do centro e norte de Portugal, que se "espera que venha a ser feito o aproveitamento em larga escala das ondas do mar".
De acordo com um estudo feito para a DGGE, nos mais de 300 quilómetros de costa, e depois de excluídas as zonas de alta sensibilidade ambiental e os canais de navegação de acesso aos portos (cerca de 20 por cento), é possível instalar uma potência de cinco gigawatts, que produzirá 20 por cento do consumo anual actual de energia eléctrica.
"A energia das ondas resulta da acção do vento sobre grandes extensões dos oceanos, prevendo-se que o mercado mundial associado seja de cerca de 350 mil milhões de euros e o nacional de cinco mil milhões de euros", disse António Sarmento.
No projecto estão a trabalhar nove empresas nacionais, a que se associou uma empresa holandesa, e três instituições de investigação que se associaram no Wave Energy Center - Centro de Energia das Ondas, instituição privada sem fins lucrativos que visa promover o desenvolvimento e o apoio à comercialização desta forma de energia.
Público
TeKnO_Lx
November 21st, 2005, 05:10 PM
A energia eólica poderá produzir cerca de 20% da electricidade em Portugal em 2010, afirmou hoje um especialista em energias renováveis, que atribuiu este sucesso à importante componente eléctrica deste tipo de energia.
António Joyce, do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI) falava à margem de um seminário sobre conservação de energia promovido pela associação ambientalista Quercus e admitiu que este valor poderá ser atingido dentro de quatro anos
O Governo tem apostado fortemente no desenvolvimento da energia eólica e prevê que o investimento, até 2010, ascenda a 3,8 mil milhões de euros, tendo anunciado recentemente um concurso para a instalação de mais 1500 megawatts (MW) de potência.
No final de Setembro de 2005, Portugal tinha 6.114 megawatts (MW) de capacidade instalada para produção de energia eléctrica através de fontes renováveis, segundo dados da Direcção Geral de Geologia e Energia (DGGE).
Estatísticas relativas a 2003 indicavam que dos 37,3% de electricidade produzida a partir de fontes renováveis em Portugal, mais de três quartos tinham origem nas barragens (88,3%).
Mas a energia eólica é a que mais tem crescido: entre Dezembro de 2004 e Setembro de 2005, o contributo da energia hídrica caiu 43%, devido à seca, enquanto a eólica aumentou 72%.
Questionado sobre as razões porque a energia solar térmica tem sido pouco aproveitada, António Joyce atribuiu o fracasso à falta de visibilidade, mas considerou que a nova legislação, que prevê a obrigatoriedade do aproveitamento solar térmico (painéis) nos novos edifícios, deverá contribuir para o desenvolvimento deste sector.
«Temos indústria e potencial. O mercado está qualificado porque foi feito no âmbito do programa Água Quente Solar, um grande esforço no sentido de termos bons instaladores e bons projectistas», sublinhou.
Francisco Ferreira, vice-presidente da Quercus, considerou, no entanto, que o aumento da produção eléctrica a partir de fontes renováveis não vai ser suficiente devido ao crescimento do consumo.
«O consumo energético aumentou seis por cento. A aposta nas renováveis, actualmente, só está a compensar este aumento», salientou o ambientalista.
O responsável da Quercus defende «uma grande campanha pública para promover a conservação de energia» e o aumento das tarifas.
As medidas de gestão da procura, obtendo o mesmo conforto gastando menos energia, também têm de ser incentivadas, argumentou.
Barragon
November 21st, 2005, 07:21 PM
Façam mais e falem menos :okay:
Lss911
November 21st, 2005, 09:20 PM
A notícia é bem provável que se torne realidade. E não vai parar aqui: Portugal pode chegar a cotas proximas ou ao nivel das da dinamarca com mais de 30%!
Phobos
November 22nd, 2005, 01:03 AM
^Se assim for será optimo para a imagem do pais,e principalmente para o desenvolvimento auto-sustentável.
JohnnyMass
November 22nd, 2005, 05:00 AM
portugal tem excelentes condições para explorar as energias renovaveis, solar, eólica e ondas.
Barragon
November 22nd, 2005, 08:35 AM
A notícia é bem provável que se torne realidade. E não vai parar aqui: Portugal pode chegar a cotas proximas ou ao nivel das da dinamarca com mais de 30%!
ah a Dinamarca já tem esse nível? hum.....
Arpels
November 22nd, 2005, 11:36 AM
20% proviniente de energia eolica mais uma percentagem da energia fotovoltaica e das ondas e estamos bastante bem já :okay:
Barragon
November 22nd, 2005, 07:22 PM
Aí é que vai haver crescimento!
TeKnO_Lx
November 28th, 2005, 05:16 PM
tecnologia Autarquia e empresa estudam instalação de fornecedores na zona industrial Acordo entre Estado e Enercon assinado em Dezembro
OParque Empresarial de Lanheses, situado a meio caminho entre Viana do Castelo e Ponte de Lima, poderá vir a ser parcialmente ocupado por fornecedores nacionais e estrangeiros de matérias-primas para a fileira da energia eólica. Na base da opção está a instalação, em terrenos dos estaleiros navais da cidade, de uma unidade de produção da alemã Enercon, a terceira maior empresa mundial do sector, que pretende aí produzir, numa primeira fase, pás e torres.
Ao adiantar que o contrato de subconcessão dos terrenos dos estaleiros deve ser assinado no próximo mês entre aquela empresa e o Estado, o presidente da Câmara, Defensor Moura, indicou que a autarquia e a multinacional têm vindo, nos últimos tempos, a estudar a localização, em Lanheses, de fornecedores para a indústria de ponta.
Gerido por sociedade (GestinViana) criada há precisamente cinco anos e maioritariamente participada pela Parque Invest - cujos principais accionistas são a Associação Empresarial de Portugal e a Agência Portuguesa para o Investimento -, o Parque Empresarial de Lanheses poderá, assim, vir a acolher unidades industriais que operam em sectores como a fibra de vidro, moldes, electrónica e metalomecânica, tidos pelo Executivo municipal como "limpos e de grande rentabilidade". A propósito, o presidente da Enercon, Aloys Wobben, em declarações ao JN, indicou já que "dois ou três" fornecedores alemães de matérias-primas (entre as quais se contam o aço e a fibra de vidro) devem acompanhar o investimento da multinacional. Nos terrenos a subconcessionar aos estaleiros, a empresa alemã pretende fazer uma incorporação nacional da ordem dos 75%, tendo nesse sentido firmado já contratos com empresas portuguesas, com vista ao fornecimento de componentes.
Segundo Defensor Moura, o projecto de implantação da Enercon em Viana encontra-se em apreciação na autarquia, porém, não deverá contemplar, como chegou a ser divulgado numa fase inicial, a instalação de um aerogerador nos estaleiros. Por outro lado, disse que a empresa não terá posto de parte a intenção de aproveitar a água do mar para a indústria, através da criação de uma unidade de dessalinização (método apenas utilizado, para consumo humano, em Portugal, na ilha de Porto Santo). "A opção deste cluster por Viana do Castelo, assim como dos brasileiros da Cobra (informática) por Ponte de Lima, denota o protagonismo do Vale do Lima no tocante às tecnologias de ponta", considerou.
Fornecedores
Estrangeiros
Segundo a multinacional Enercon, duas ou três empresas alemães dos sectores da fibra de vidro e do aço devem acompanhar o investimento previsto para os estaleiros.
Nacionais
A Enercon firmou já contratos com empresas portuguesas dos sectores eléctrico, construção civil e metalomecânica com vista a uma incorporação nacional de 75% da produção.
Número
20
milhões de euros é o montante do investimento que a Enercon (terceira empresa mundial do sector) prevê realizar em Viana do Castelo, criando, numa primeira fase, cerca de 300 postos de trabalho directos.
Arpels
November 28th, 2005, 06:41 PM
parabens a Lanheses (numca houvi falar mas prontos...).
traveler
November 29th, 2005, 12:36 AM
Muito bom pra Lanheses.
JohnnyMass
November 29th, 2005, 02:32 AM
parabens a Lanheses (numca houvi falar mas prontos...).
Nunca ouviste falar em Póvoa de Lanheses?:eek:
Filipe_Golias
November 29th, 2005, 02:42 AM
delete.
JohnnyMass
November 29th, 2005, 03:08 AM
delete
Filipe_Golias
November 29th, 2005, 03:22 AM
delete #2
JohnnyMass
November 29th, 2005, 03:28 AM
delete
Filipe_Golias
November 29th, 2005, 03:30 AM
delete #3
JohnnyMass
November 29th, 2005, 03:38 AM
delete
Barragon
November 29th, 2005, 08:23 AM
Nunca ouviste falar em Póvoa de Lanheses?:eek:
:lol: não existe nada disso! :rofl:
Arpels
November 29th, 2005, 11:36 AM
Nunca ouviste falar em Póvoa de Lanheses?:eek:
na Povoa de Lanheses sim mas esta não é a mesma :yes:
Barragon
November 29th, 2005, 05:50 PM
delete :lol:
Filipe_Golias
November 29th, 2005, 06:00 PM
LOL! Barra... tás a ver aqueles "deletes" todos lá em cima? Fui eu que corrigi o Jikas, como tu, e ele a dizer-me que queria enganar o Arpels... por isso apagámos ontem antes que ele visse hoje :lol:
Arpels
November 29th, 2005, 07:16 PM
:sly: de facto é um excesso de deletes PK??????????????????????????????? :evil:
Barragon
November 29th, 2005, 07:47 PM
Filipe.... n fizeste delete a tempo...... mas também não deu para entender o contexto. o Arpels continua sem perceber :rofl:
Filipe_Golias
November 29th, 2005, 07:57 PM
Filipe.... n fizeste delete a tempo...... mas também não deu para entender o contexto. o Arpels continua sem perceber :rofl:
Este último não interessava apagar porque ele já tinha caido :D Eu é que revelei a coisa toda, hehe.
Arpels
November 29th, 2005, 08:00 PM
cheira-me a complô :rant:
JohnnyMass
November 30th, 2005, 12:34 AM
cheira-te?...então podes ter a certeza!!!:lol:
Barragon
November 30th, 2005, 12:43 AM
:lol: Ele ainda não percebeu filipe :lol:
JohnnyMass
November 30th, 2005, 12:45 AM
pois... não é que afinal há mais que uma Póvoa de Lanheses em Portugal!!!:lol:
Barragon
November 30th, 2005, 12:48 AM
:lol: Há são jorge de lanheses em ribeira de pena e lanheses de cima e de baixo em Penamacor.
Barragon
December 2nd, 2005, 01:59 PM
ribeira de pena
Parque Eólico do Alvão arranca no próximo ano
O Parque Eólico do Alvo começa a ser construído, no concelho de Ribeira de Pena, no início de 2006. A estrutura vai poder produzir 42MW de energia e será o mais potente, em termos de energia eléctrica, a ser implantado no distrito de Vila Real. Ao todo, serão implantados 21 aerogeradores nos pontos mais altos das aldeias de Limões e Alvadia.
A Gamesa-Energia de Portugal, S.A, um dos principais construtores de parques eólicos na Península Ibérica e, também, um dos mais importantes fabricantes mundiais, será a empresa responsável pela sua instalação, cujo investimento ronda os 42 milhões de euros.
O projecto prevê ainda a construção de uma rede de média tensão enterrada e uma subestação própria, que deverá ser instalada nas proximidades de Lamas.
Em termos nacionais o Parque Eólico do Alvão poderá contribuir com 1,12% da produção nacional de energia eólica.
Arpels
December 2nd, 2005, 02:39 PM
boa, excelente noticia especialmente hoje k houvi o resultado de um estudo em k indica k Portugal vai ser o unico pais da Europa a aumentar a emissão de poluentes para a atmosfera ate 2012 :yes:
Barragon
December 2nd, 2005, 02:49 PM
Ahn??? que raio de notícia foi essa...
Arpels
December 2nd, 2005, 02:56 PM
vem hoje nos jornais e deu pela manhã na tv :( mais 40 e tal por cento ate 2012!!
Barragon
December 14th, 2005, 09:26 PM
Viseu tem de ser ambientalmente sustentável e energeticamente autónoma
http://thumbs.sapo.pt/?pic=http://jn.sapo.pt/2005/12/14/8883603.jpg&H=250&W=250&errorpic=http://jn.sapo.pt/images/lusomundo/jn/errorpic.gif
Central de Biomassa de Mortágua é um dos primeiros exemplos do aproveitamento sustentável dos nossos recursos naturais
Podendo cair no dilema de rabiscar sobre um tema já por demais instigado a ser edificado, parece que a visão política continua a ser exclusivamente projectada para um universo temporal de 4 anos. O desenvolvimento e gestão sustentável são o maior desafio que a humanidade tem de abraçar neste milénio, que ainda agora, começa a dar os primeiros bocejos de existência.
Se observarmos as tendências mundiais e especialmente europeias, os países que primeiramente se comprometam a oferecer produtos ambientalmente sustentáveis e energeticamente autónomos serão os que, no longo prazo, observarão uma maior taxa de crescimento. A consciencialização ambiental é uma realidade cada vez mais embrenhada no cidadão europeu. Basta observar o aumento exponencial das vendas dos veículos movidos a energia híbrida, ou a venda de energia verde em países como a Alemanha, que é por sua vez um dos principais mercados emissores de turistas.
Viseu pode-se tornar numa "cidade-piloto" para esse tipo de turismo específico, devido à sua posição estratégica no panorama nacional. Falo, de se tornar ambientalmente sustentável e energeticamente autónoma. Um primeiro passo, que poderá servir de exemplo é o complexo fotovoltaico de Moura, com capacidade para abastecer 60 000 habitantes de energia LIMPA, já para não falar, da quase inesgotável, fonte de matéria-prima para centrais de BIOMASSA, a nossa fantástica mancha florestal. Um complexo híbrido desse género daria a Viseu a vantagem e a diversificação competitiva necessá- ria, para que, não só a nível turístico, mas igualmente a nível industrial, comercial e de bem-estar social, se promover, obtendo semqualquer tipo de dúvida, uma enorme margem de manobra perante,a cada vez mais acesa "guerra" pela sustentabilidade
Estranhamente continuamos a pensar de uma forma simplista e incomensuravelmente limitada nos seus objectivos. Não conseguimos compreender que só com políticas de largo espectro e longo prazo conseguiremos dar o passo em frente na melhoria das condições económicas, tecnológicas e essencialmente sociais, que se traduzem numa base de bem-estar colectivo. As nossas políticas mais emergentes são, infelizmente, conhecidas por obras e não por projectos... Existem, sim, obras momentâneas e esporádicas, que poderão resolver os problemas num tempo máximo de 10 a 15 anos... mas e depois? Depois será como sempre foi este país a beira-mar abandonado... políticas de excepção e de austeridade que levam ao desespero e a instabilidade social e ao deslizamento das diferenças entre ricos e pobres. Portugal sempre se baseou numa cultura muito própria, reluzente como o sol que nos banha na maior parte do ano, mas substancialmente sem teor ou essência de qualquer género, não aproveitando esses mesmos raios de calor que são sem dúvida excedentários durante os meses restantes.
Não é compreensível que, ao longo das décadas, não fizéssemos o máximo de investimento possível em I&D (investigação e desenvolvimento) de três das nossas maiores forças naturais, o sol, o vento e a água.
Por que não exigirmos, por uma vez, o máximo de nós, e tentarmos tornar-nos energeticamente sustentáveis a 100%. Temos todas as condições naturais para que isso aconteça. Desta forma, seremos possivelmente a Arábia Saudita do século XXII. Isto porque com o passar dos anos, o preço das energias fósseis subirá exponencialmente, e só os países que melhor estiverem habilitados para tal são os que gracejarão no oásis do deserto da dependência petrolífera.
Filipe_Golias
December 15th, 2005, 02:57 AM
E quem sabe não crescerá uma consciência mais forte acerca da limpeza das matas e florestas? Se não for pela prevenção dos incêndios, que seja pelo lucro para esta central de energia de biomassa :yes:
Barragon
December 15th, 2005, 02:03 PM
Claro .... é isso que faz essas centrais de biomassa funcionarem... era bom que se construíssem mais em zonas de floresta e zonas do interior... criando trabalho também :)
Arpels
December 15th, 2005, 02:46 PM
sim tambem acho :yes:
[Smeagol]
December 16th, 2005, 01:47 AM
Energia das Ondas no Pavilhão do Conhecimento.
No passado dia 11 de Novembro teve lugar no Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva, Parque das Nações, Lisboa, o Seminário Aproveitamento de Energia das Ondas, organizado pelo Centro de Energia das Ondas e com a presença de cerca de 110 convidados.
As perspectivas e as oportunidades da energia das ondas em Portugal.
http://www.wave-energy-centre.org/pagesp/01_WEC.pps#258,1,Diapositivo 1
Reflex
December 16th, 2005, 01:48 AM
Potencialidades temos! Falta é o resto...;)
[Smeagol]
December 27th, 2005, 02:46 PM
Portugal já ultrapassou a barreira dos 6000 megawatts em energia renovável
Portugal já ultrapassou a barreira dos 6000 megawatts de capacidade instalada para produção de energia eléctrica a partir de fontes de energia renovável, segundo o boletim de estatísticas rápidas da Direcção Geral de Geologia e Energia (DGGE).
No final de Setembro deste ano, a potência instalada de origem renovável atingia os 6114 megawatts (MW), continuando a verificar-se um forte ritmo de crescimento de 10% ao ano.
A principal contribuição foi dada pela energia eólica, uma vez que em Setembro foram instalados mais 140 MW de potência eólica, com a entrada em funcionamento de seis novos parques e o reforço de potência em dois parques já existentes.
A produção eólica, nos primeiros nove meses de 2005, continua a crescer mais do dobro relativamente a igual período de 2004 - 1053 GWh face a 478 GWh - prevendo a DGGE que Portugal, até 2007, tenha mais de 2000 MW de potência eólica no sistema eléctrico nacional.
Para assegurar que em 2010 a produção de energia eléctrica a partir de fontes renováveis é de 39%, Portugal deverá alcançar nesse ano uma capacidade instalada de 9680 MW.
Em 2004, a incorporação de fontes de energia renováveis no consumo bruto de energia eléctrica foi de 35%, sendo o terceiro país da União Europeia (a 15 países) com maior incorporação de energias renováveis, refere a DGGE.
Filipe_Golias
December 27th, 2005, 06:48 PM
Por este andar, em 2010 até temos mais de 50%! :)
Phobos
December 27th, 2005, 08:39 PM
O que seria muito bom!!!
Filipe_Golias
December 27th, 2005, 08:51 PM
Eu disse aquele valor sem quaisquer cálculos... 50% é muito para o crescimento anual de 10%. Seria preciso termos mais de 12.000 MW em 2010.
Reflex
December 27th, 2005, 11:29 PM
']sendo o terceiro país da União Europeia (a 15 países) com maior incorporação de energias renováveis, refere a DGGE.
Finalmente vejo Portugal a estar no topo de 1 lista referente a qualquer coisa boa!!:pepper:
Barragon
December 27th, 2005, 11:47 PM
Por este andar, em 2010 até temos mais de 50%! :)
O mais provável é pararem quando chegarem aos 39% :bash:
Filipe_Golias
December 28th, 2005, 01:54 AM
O mais provável é pararem quando chegarem aos 39% :bash:
Se bem conhecemos a nossa própria mentalidade de pensamento a curto-prazo... é capaz, é! :|
Mas é com orgulho que vejo estas noticias cheias de indicios positivos... estamos a tornar-nos BONS numa coisa ÓPTIMA! :okay:
Reflex
December 28th, 2005, 02:04 AM
Não param porque é 1 investimento com bons retornos. Aquilo que eu acredito que poderá acontecer é as licenças de exploraçao passarem a ser mais dificilmente obtidas depois de se atingir a meta dos 39%...
Arpels
December 28th, 2005, 11:37 AM
Finalmente vejo Portugal a estar no topo de 1 lista referente a qualquer coisa boa!!:pepper:
ya não é costume :)
Barragon
December 28th, 2005, 02:34 PM
é mesmo pela nossa mentalidade que eu digo... é até quebrarmos a meta e paramos... só continuamos a aumentar se houver interesses.... ou até eles perceberem que leva a um bom crescimento económico!
Arpels
December 28th, 2005, 02:44 PM
não tem mtas alternativas neste caso Barra, o petroleo duplicou o preço e o pais não pode deixar sair divisas a torto e a direito, neste pais so encostados a parede se faz algo e neste caso esta a fazer-se algo :yes:
[Smeagol]
January 11th, 2006, 07:35 PM
Ritmo de crescimento económico na China poderá ser fatal para o planeta
A continuação do ritmo actual de crescimento económico da China poderá ser fatal para o planeta se nem Pequim nem o resto do mundo alterarem rapidamente o seu modelo de produção e consumo, advertiu Lester Brown, presidente do Earth Policy Institute, organização independente de investigação ambiental de Washington.
“A nossa civilização global está hoje num caminho que é ambientalmente insustentável e que nos levará ao declínio económico e eventual colapso”, considera Lester Brown na apresentação, ontem, do seu novo livro “Plan B 2.0: Rescuing a Planet Under Stress and a Civilization in Trouble”.
Agora que a China tem eclipsado os Estados Unidos no consumo da maioria dos recursos básicos (cereais, carne, aço e carvão, por exemplo), as pessoas começam a ficar convencidas do declínio dos sistemas ambientais que fornecem serviços, considera Brown no seu livro, apoiado pela Lannan Foundation e pelas Nações Unidas.
A China consome 67 milhões de toneladas de carne, em comparação com os 39 milhões de toneladas dos Estados Unidos, e 258 milhões de toneladas de aço (104 milhões nos Estados Unidos).
Se a China tiver três carros para cada quatro pessoas, como nos Estados Unidos, terá um total de 1,1 mil milhões de carros. O mundo tem, actualmente, 800 milhões de automóveis. O combustível necessário para alimentar o parque automóvel chinês chegaria aos 99 milhões de barris de petróleo por dia. Actualmente, o mundo produz 84 milhões de barris/dia.
“O modelo económico occidental (baseado em combustíveis fósseis) não serve para a China”, escreve Lester Brown. “E se não serve para a China, também não serve para a Índia que, em 2031 terá uma população maior do que a da China”.
“A China está a ajudar-nos a compreender que os dias da velha economia estão condenados”.
A solução, segundo Brown, é uma mudança para uma economia baseada nas energias renováveis, reciclagem e reutilização, com um sistema de transportes diversificado. É este, segundo o autor, o Plano B.
Brown vislumbra traços da nova economia nos parques eólicos da Europa ocidental, nos telhados com painéis solares no Japão, na frota de carros híbridos dos Estados Unidos, nas montanhas reflorestadas da Coreia do Sul e nas vias cicláveis de Amsterdão. “Virtualmente tudo o que precisamos fazer para construir uma economia capaz de sustentar o progresso económico já está a ser feito em um ou outro país”, diz Brown. Mas é essencial “um esforço de cooperação mundial”, lembra o especialista. “Isto significa erradicar a pobreza e estabilizar a população”.
Brown calcula que o Plano B está orçado em 161 mil milhões de dólares (133 mil milhões de euros).
Público
ou seja estamos na merda :bash: :sleepy:
TeKnO_Lx
January 19th, 2006, 09:22 PM
O grupo de energia da Malásia Agni pretende investir mais de 100 milhões de euros em Portugal através de um projecto industrial e de investigação e desenvolvimento virado para o desenvolvimento das pilhas de hidrogénio, biogás e valorização da biomassa.
O pré-contrato, a assinar hoje com a Agência Portuguesa para o Investimento (API), promete a criação de mais de 50 postos de trabalho para doutorados e deverá ter a parceria da Empresa Geral de Fomento (EGF). O memorando de entendimento prevê, para além do investimento industrial, a criação do primeiro centro de investigação e desenvolvimento na área do biogás e do hidrogénio em Portugal.
A Agni, fundada em 1988, dedica-se às tecnologias avançadas de energia, nomeadamente na geração de energia, células de fuel, cogeração, trigeração e sequestro de dióxido de carbono. A ambição deste projecto é fazer com que o país se torne na referência europeia na investigação das células de combustível, uma área pioneira dos recursos energéticos e considerada a energia do futuro. O sector dos transportes tem sido a principal área de aplicação da investigação desenvolvida até agora.
O memorando de entendimento constitui o ponto alto do pacote de medidas a apresentar hoje pelo Governo na área da energia renovável e da eficiência energética, entre as quais estão o lançamento do concurso para centrais de biomassa florestal, incentivos fiscais ao desenvolvimento dos biocombustíveis, certificação energética dos edifícios e a criação de uma plataforma para testes de energia das ondas.
Este grupo, sem contar com o projecto da Agni, representa a última série de medidas prometidas pelo Governo para a área da energia e equivalem, segundo cálculos do director-geral de Geologia e Energia (DGGE), Miguel Barreto, ao PÚBLICO, a uma redução da dependência energética do país entre dois a três por cento.
O principal contributo para a redução da dependência energética em relação ao exterior, neste conjunto de medidas, é calculado pelo desenvolvimento dos biocombustíveis, que beneficiará fundamentalmente do incentivo de isenção de imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP).
Hoje é também lançado o concurso para a atribuição de 100 megawatts (MW) de potência para centrais elécricas de biomassa florestal. Esta potência será dividida em vários lotes, de acordo com as regras da DGGE, sendo os maiores de 12 MW e os mais pequenos a partir de 2MW, dependendo das zonas e das limitações de ligação à rede eléctrica.
Biomassa contra os incêndios
O concurso das centrais de biomassa tem sido ligado à prevenção dos incêndios florestais e beneficia de tarifas (preço a que as centrais venderão a sua energia à rede eléctrica) atractivas, depois do aumento em 20 por cento na última revisão de tarifas das chamadas "energias verdes", de forma a reflectir o esforço da recolha de matéria-prima, no caso, os resíduos florestais. A rede eléctrica paga às centrais de biomassa florestal 100 euros por MW/hora, enquanto, por exemplo, a tarifa paga à energia eólica é de 74 euros por MW/hora.
A medida mais importante no âmbito da eficiência energética é, no entanto, a da certificação energética dos edifícios, com novos regulamentos e obrigatoriedade de instalação de painéis solares. A medida há muito que é aguardada e surge hoje associada à necessidade de certificação dos peritos qualificados, que irão inspeccionar as construções, pela Agência de Energia (Aden), que passará a ser a entidade certificadora. A Aden terá também a competência de efectuar inspecções aleatórias ao trabalho dos peritos, como forma de controlo a posteriori.
Na área da energia das ondas, prevê-se a criação de uma zona piloto e de mecanismos que visam agilizar o licenciamento de projectos nesta área. O projecto é de criação de uma platafoma aberta, já pré-licenciada, em que as várias entidades poderão testar as suas estruturas. Estas medidas estão previstas na Estratégia Nacional para a Energia e no Plano Tecnológico, no qual se assume que o sector energético é "um dos domínios prioritários de investigação e desenvolvimento".fonte (http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1245189)
Portugal cluster das renovaveis :D
Barragon
January 19th, 2006, 09:31 PM
Porque é que a Malásia investe em PT ???
TeKnO_Lx
January 19th, 2006, 09:37 PM
who cares..:D é dinheiro ke gera emprego, riqueza e reduz a dependencia de combustiveis fosseis !
[Smeagol]
January 20th, 2006, 07:41 PM
Porque é que a Malásia investe em PT ???
podes achar estupido... mas em termos de energias das ondas e hidrogénio somos dos paises pioneiros e detentores de I&D...... :)
hidrogenio apenas à um projecto na escocia outro em portugal
em termos de ondas de marés dos 8actuais 4são em portugal...
dai a atractividade de capital estrangeiro nesta àrea.... :cheers:
TeKnO_Lx
January 20th, 2006, 09:42 PM
pois.. agora ninguem nos para.. ja somos os maiores :D
Arpels
January 20th, 2006, 10:02 PM
ena venha ele (o investimento).
Barragon
January 20th, 2006, 10:36 PM
']podes achar estupido... mas em termos de energias das ondas e hidrogénio somos dos paises pioneiros e detentores de I&D...... :)
hidrogenio apenas à um projecto na escocia outro em portugal
em termos de ondas de marés dos 8actuais 4são em portugal...
dai a atractividade de capital estrangeiro nesta àrea.... :cheers:
Mas isso não semos nós a investir em nós mesmos??? não entendo porque na malásia não fazem algo igual....
[Smeagol]
January 21st, 2006, 08:07 PM
Mas isso não semos nós a investir em nós mesmos??? não entendo porque na malásia não fazem algo igual....
n propriamente.... por exemplo dos 4 projectos de ondas de marés existentes em portugal, o da ilha do pico e o dos molhos do douro são de tecnologia portuguesa, mas o AWS e o wavetrain não são de tecnologia portuguesa...
já o projecto de hidrogenio nos açores é de capital tugal, ou seja toda a tecnologia que sevier a desenvolver desse projecto vai ser 'nossa'.... :)
essas pilhas de hidrogénio que esses asiaticos querem fazer em pt são para obter o hidrogénio a partir dos aterros sanitarios... ora em portugal como no resto da europa existem muitos aterros sanitarios, coisa q n me parece que exista na malásia.... :)
Barragon
January 21st, 2006, 08:59 PM
Hum... que bom... então o que existe na Malásia?? lixeiras?
TeKnO_Lx
January 30th, 2006, 01:57 AM
A empresa Enernova - Novas Energias, do grupo EDP, vai instalar dois parques eólicos nos concelhos de Seia e Covilhã, disse fonte autárquica.
Os projectos vão ser implementados ao longo da cordilheira da Serra da Estrela, nas zonas de Alvoaça e Pedras Lavradas.
O parque de Alvoaça vai ter 10 aerogeradores nas freguesias de Erada (Covilhã), Alvoco da Serra e Teixeira (Seia). O parque de Pedras Lavradas terá sete unidades geradoras, na freguesia de Teixeira. Cada aerogerador terá 2000 Kw (quilowatt) de potência.
Os parques vão ter uma capacidade instalada de produção da ordem de, respectivamente, 19,5 Mw (megawatt) e 14 Mw de energia.
A Câmara de Seia refere, em comunicado, «considerando o consumo médio de electricidade por habitante, em Portugal, estima-se que a produção eléctrica dos dois parques possa satisfazer as necessidades de cerca de 15.000 habitantes».
Para instalação de um parque eólico é necessária «uma área mínima de 100 hectares de terreno» num local não urbanizado, «sendo que apenas 2 ou 3% dessa área é ocupada, ficando a restante disponível para utilizações de carácter agrícola e florestal», refere a Câmara de Seia.
No caso, a autarquia pretende canalizar as receitas obtidas com a instalação dos parques (nomeadamente, a renda anual pelos terrenos cedidos), «para o combate à desertificação nas freguesias que vão acolher o empreendimento».
Os valores das contrapartidas financeiras só deverão ser definidos quando o protocolo entre a Enernova e a autarquia for assinado, o que poderá acontecer dentro de duas semanas.
A autarquia recorda que é objectivo da União Europeia que, «no ano 2010, uma fatia de 15%» das necessidades energéticas dos países membros seja alimentada «a partir de energias renováveis».
Diário Digital / Lusa
Ninguém nos pará :applause:
JohnnyMass
January 30th, 2006, 02:00 AM
ia cá pôr esta notícia!:D antecipaste-te!:D boas novas de facto.
Filipe_Golias
January 30th, 2006, 07:41 AM
Estamos finalmente a apostar fortíssimo numa área positiva para o país e ambiente!
:banana:
Lss911
January 30th, 2006, 08:23 AM
mais um! ta a ir bem isto!
[Smeagol]
February 4th, 2006, 03:25 AM
Painéis solares obrigatórios
A instalação de painéis solares térmicos nas novas construções, ou outras soluções renováveis, passa a ser obrigatório à luz da nova legislação sobre eficiência energética, ontem aprovada.
Os valores de referência apontam para 1 metro quadrado por ocupante, até ao limite de 50% da área de exposição solar, procurando assim dar um novo impulso ao Programa Água Quente Solar e ao objectivo de atingir um milhão de metros quadrados de painéis solares instalados, até 2010.
Os edifícios, residenciais e de serviços, são responsáveis por mais de 60% de toda a electricidade disponibilizada ao consumo.
Com a criação do sistema de certificação energética de edifícios, no futuro, todas as construções terão, à semelhança dos electrodomésticos, um certificado que caracteriza o consumo energético do edifício.
Salienta o Governo que se garante assim a correcta aplicação de todas as novas construções dos regulamentos sobre consumo energético em vigor. Os certificados serão emitidos por peritos qualificados, com novas oportunidades de formação e emprego.
A ADENE será a entidade responsável pela gestão do sistema de certificação, que acompanha e regista todos os certificados emitidos, supervisionando o trabalho dos peritos.
Espera-se com os novos regulamentos aumentar em mais de 30% a eficiência energética dos edifícios.
Daniel_Portugal
February 4th, 2006, 03:56 AM
orgulho orgulho! :D ihihihih lindo!!!!
Barragon
February 4th, 2006, 05:38 AM
Assim é que é !! :D
Daniel_Portugal
February 4th, 2006, 05:41 AM
barra :D ihihihi
Viriatox
February 4th, 2006, 03:32 PM
boa! :yes:
Filipe_Golias
February 5th, 2006, 02:59 AM
Acho uma boa ideia :yes: Já tardava...
Portugues
February 5th, 2006, 04:55 AM
Painéis solares obrigatórios? :D :D :D
Boa, 20 anos depois seguimos o exemplo da Dinamarca! Palpita-me que, sem que nós saibamos, anda por aí alguém que conseguiu a patente do espelho da rainha da história da Branca-de-Neve...
Barragon
February 5th, 2006, 02:00 PM
espelho meu ... espelho meu....
traveler
February 15th, 2006, 02:57 AM
BES rewards innovation developed at the Mota-Engil Group
The BES National Innovation Contest, a Banco Espírito Santo initiative in partnership with the Ilídio Pinho Foundation and with Siemens Portugal, which rewards and divulges innovation projects in areas of application seen to be critical to the growth of the Portuguese economy, has distinguished two projects developed by companies of the Mota-Engil Group. In this first edition, the contest was open to projects in the fields of renewable energy, health, ocean economics, industrial process and forest-related matters.
Pidreo, a project developed in partnership with Martifer Energia to make use of waves, was the winner in the renewable energy category, while the OPS Project developed by the University of Oporto Faculty of Engineering in co-operation with Mota-Engil Engenharia was distinguished in the industrial processes. The former is a floating system that uses domestic technology developed by the Martifer Energia Research & Development Group. It is to be installed offshore and is designed to produced between 200 and 300 kilowatts of electricity.
The OPS (or Organic Pre-stress System) is the result of more than a decade of research. It was inspired by the working of muscles, the idea being to provide self-launching centring with a system comprising a set of cables, hydraulic jacks and other components that dynamically compensate the forces to which the steel structure is subjected. This advanced technology in bridge construction has been tested and implemented in conjunction with Mota-Engil Engenharia.
The ceremony involving the handing over of the BES Innovation Prizes took place on December 5 at the Portugal Pavilion in Lisbon, a ceremony in which the Minister for the Economy, Manuel Pinho, took part. www.mota-engil.pt - Number 19 - December 2005
[Smeagol]
February 26th, 2006, 01:31 AM
Quercus dá 15 razões para NÃO se optar pela energia nuclear em Portugal
A Ordem dos Engenheiros promove quarta-feira, dia 22 de Fevereiro, um debate que pela natureza dos convidados põe infelizmente em causa a isenção técnica que deveria caracterizar tal instituição. Não tendo a Quercus a oportunidade de apresentar a sua opinião naquela conferência dado a organização ter preferido convidar um grupo ambientalista francês pró-nuclear do que qualquer voz dissonante a nível nacional, a Quercus vem por este meio apresentar de forma sucinta as 15 principais razões pelas quais considera inviável, num quadro de desenvolvimento sustentável do país e a bem da nossa economia, a opção pela energia nuclear.
1. Portugal tem uma enorme oportunidade na conservação de energia e eficiência energética
As previsões de aumento em 350% do consumo de electricidade entre 1990 e 2020 são um erro tremendo em relação àquilo que está a ser desenvolvido em diversos países Europeus, onde a intensidade energética (energia consumida por produto interno bruto) tem vindo a diminuir e o consumo per capita estabilizou. No entender da Quercus, existem várias centrais térmicas, nomeadamente um eventual caso de uma central nuclear, que não se justificam pelo enorme potencial da eficiência energética e conservação de energia, nomeadamente nos sectores residencial e serviços. O consumo de electricidade em Portugal tem vindo a aumentar na ordem dos 6% ao ano, não sendo já argumento o nosso baixo grau de desenvolvimento. Temos estado a crescer mal e com muitos desperdícios. A correcção deste caminho permite perfeitamente melhorar a qualidade de vida com menor consumo de energia e menor poluição, desde a electricidade à dependência do petróleo em sectores como os transportes. Um Kw/h poupado, de acordo com a Entidade Reguladora do Sector Energético, é dez vezes mais barato que um Kw/h a ser produzido, inclusive por energias renováveis.
2. O potencial de implementação das energias renováveis em Portugal é enorme
As energias renováveis têm um enorme potencial em termos de expansão no nosso país, em particular a energia eólica, biomassa e solar, sendo que a hídrica já apresenta níveis de exploração bastante consideráveis. Quer pela produção directa de electricidade, quer pela produção de calor, Portugal felizmente apresenta condições climáticas e de uso do território que permitem a sua afirmação em termos tecnológicos e em consonância com metas estabelecidas na União Europeia que, para 2010, e para Portugal, será de 39% de energias renováveis na produção de electricidade, mas com percentagens crescentes para os anos seguintes.
3. A energia nuclear serve para produzir electricidade e esta representa apenas cerca de 20% do consumo de energia final do país
Uma central térmica recorrendo a combustível nuclear apenas consegue produzir electricidade. A dependência de Portugal face aos combustíveis fósseis, nomeadamente em relação ao petróleo, está directamente relacionada com outros usos da energia em sectores como os transportes e a indústria. A instalação de uma central nuclear não resolve assim os problemas energéticos estruturais de Portugal, que passam muito mais por medidas integradas associadas ao ordenamento do território e às actividades produtivas do país.
4. A energia nuclear é muito mais cara
A produção de energia nuclear é das mais dispendiosas, contrariamente ao que é habitualmente comunicado aos cidadãos. O contemplar dos custos de construção e de desmantelamento face ao período de vida da central, faz com que apenas o solar fotovoltaico apresente valores mais elevados, valores estes que no entanto tendem a reduzir-se por efeitos de economia de escala face à sua cada vez maior expressão.
Fonte de Energia: Custos por kilowatt-hora
Eficiência energética: 0-5 cêntimos
Hidroeléctrica: 2-8 cêntimos
Carvão: 5-6 cêntimos
Vento: 5-8 cêntimos
Petróleo: 6-8 cêntimos
Solar térmica: 9 cêntimos
Nuclear: 10-12 cêntimos
Solar fotovoltaico: 15-20 cêntimos
Fonte - http://www.net.org/proactive/newsroom/release.vtml?id=18534
5. A falácia da produção limpa em termos de emissões de gases de efeito de estufa
Contrariamente ao que se anuncia, a produção de energia através de centrais nucleares não é isenta em termos de emissões de gases de efeito de estufa responsáveis pelas alterações climáticas. A sua construção é uma importante fonte de emissões, mas principalmente a exploração do urânio e também o transporte dos resíduos para processamento ou armazenagem, acabam por contribuir significativamente. Os níveis calculados de emissão em termos de ciclo de vida colocam uma central nuclear numa situação pior que uma central a gás natural.
6. Segurança de abastecimento comprometida - Potencialidade de descentralização oferecida pelas energias renováveis é contrariada por uma central nuclear
A segurança de abastecimento é um dos aspectos mais relevantes no sentido de evitar problemas como os blackouts que sucederam na costa Oeste dos Estados Unidos em 2000/2001 ou no Brasil, ou ameaças externas como o bloqueio eafornecimento de determinados tipos de combustível (como sucedeu recentemente nos problemas entre a Rússia e a Ucrânia). Neste quadro, tem sido defendida uma cada vez maior descentralização da produção que, no limite, será baseada em energias renováveis associadas às próprias residências e serviços, até porque desta forma existem menos perdas no transporte. Neste sentido, uma forma de produção centralizada com uma enorme potência instalada contradiz objectivos de longo prazo que têm vindo a ser reforçados à escala europeia e num quadro de maior sustentabilidade da gestão da produção e consumo de electricidade.
7. A energia nuclear só é viável à custa de enormes subsídios governamentais – Portugal apoia muito mais investigação no nuclear que na conservação de energia e renováveis
A produção de energia nuclear continua a beneficiar de fortes subsídios públicos ao abrigo do Tratado Euratom. Ao longo dos últimos 30 anos, a tecnologia nuclear foi brindada com cerca de 60 biliões de Euros para investigação, um valor muito superior ao atribuído a qualquer outra fonte de energia. Por outro lado, a industria nuclear continua a reclamar subsídios para a gestão dos resíduos radioactivos produzidos pelas centrais.
Portugal também não faz os investimentos certos em investigação e desenvolvimento na área de energia: o nuclear recebe 110 vezes mais do que a conservação de energia e 7 vezes mais do que as renováveis. De acordo com a Agência Internacional de Energia, Portugal destinou, em 2004, 2,2 milhões de euros para investigação na fusão nuclear enquanto que apenas dedicou 0,32 milhões de euros para energias renováveis e 0,02 milhões para a conservação de energia e apenas no sector industrial. Em causa está a fraquíssima prioridade dada à conservação de energia e eficiência energética e também às energias renováveis.
8. Portugal ficará dependente de tecnologia importada e cara; é mais uma dependência, neste caso perigosa, de outros países
Não existe experiência em Portugal de construção ou manutenção de centrais nucleares, uma vez que essa nunca foi uma opção, mesmo quando outros países enveredaram por essa forma de produzir energia. Neste contexto, as mais importantes valias económicas do projecto serão para os países e empresas dos mesmos que têm experiência nestas tecnologias e não para Portugal. Ter uma central nuclear com tecnologia importada que ainda por cima se anuncia como experimental, é um risco demasiado elevado a correr.
9. Cenários oficiais mostram que a Europa não aposta no nuclear e Portugal iria estar em contra-ciclo
Na Europa estão apenas em construção duas centrais: a central de Olkiluoto-3 na Finlândia, cujas condições de financiamento passam por uma subsidiação indirecta pela taxa de juro muito abaixo do mercado, providenciada por instituições francesas e alemãs e que não se deverá vir a repetir, nomeadamente face às novas directrizes de transparência no financiamento do mercado energético na União Europeia, e a central de Cernavoda na Roménia, cuja construção se iniciou ainda no regime comunista, foi suspensa e recomeçada alguns anos depois. O cenário oficial da União Europeia em termos energéticos (modelo PRIMES) de Novembro de 2005 apresenta uma redução da produção de electricidade por centrais nucleares 0,8% ao ano entre 2010 e 2030.
10. Longevidade dos resíduos e herança para as gerações futuras
A longevidade dos resíduos nucleares estima-se em dezenas a centenas de milhares de anos. Será justo delegar nas gerações futuras a resolução de um problema que, nos cerca de cinquenta anos de existência da indústria nuclear, ainda não conheceu qualquer evolução no sentido de poderem ser tratados sem impactos para as gerações presentes e futuras? Ainda na passada semana o responsável pelo depósito de resíduos nucleares dos Estados Unidos referiu que, para o projecto previsto para a Montanha de Yuccan, não se consegue ainda afirmar um prazo de conclusão nem um custo final que, no entanto, deverá ser muito elevado.
Esta questão é ainda mais premente quando se prevê que as reservas de urânio não durem mais do que algumas décadas, o que implica que as gerações futuras teriam que encontrar outra solução para a produção da sua energia (resolvendo um problema que os governos actuais não tiveram a coragem e empenho para resolver), ficando com o ónus de lidar com os resíduos que nós produzimos por muitos milhares de anos.
11. Riscos associados ao transporte e armazenamento dos resíduos nucleares
Uma vez que o reprocessamento dos resíduos nucleares, componente que pode ter maior ou menor peso dependendo do tipo de central, não ocorreria em Portugal, o seu transporte poderia acarretar riscos acrescidos para as populações e o ambiente por onde passasse, bem como nos locais onde fosse armazenado.
12. Tempo de construção previsto
A construção de uma central nuclear em Portugal levaria cerca de 10 a 15 anos até que pudesse estar operacional em termos de fornecimento de energia eléctrica. Por essa altura, Portugal já terá que ter tomado as medidas certas no sentido de acertar o passo com as reduções de emissões de gases com efeito de estufa previstas, sob pena de condenarmos o país à estagnação ou retrocesso económico e social, pelo que esta solução em nada contribui para a resolução do problema.
13. Custo de desmantelamento das centrais e suas consequências ainda não estão suficientemente avaliados
O custo do processo de desmantelamento é geralmente estimado por baixo em relação à realidade. Estamos porém a falar de valores de muitas dezenas de milhões de euros. No âmbito do processo de desmantelamento, muitos dos elementos de uma central nuclear têm obrigatoriamente que ser tratados como resíduos nucleares, o que implica custos elevadíssimos de desmantelamento. A experiência nesta matéria é também ainda relativamente reduzida a nível mundial e como já se mencionou, em países com uma forte indústria nuclear como os Estados Unidos, o problema ainda está longe de ter resolução.
14. Secretismo e estímulo ao militarismo
As centrais nucleares tendem a ser encaradas como casos especiais, mesmo em países democráticos, sendo difícil ter acesso a informação concreta sempre que há algum problema. Para além disso, com a produção do plutónio que resulta do processamento dos resíduos decorrentes da produção de energia, estimula-se a produção de mais armas nucleares com fins militares, alimentando a indústria da guerra a nível mundial. Existem vários documentos que comprovam que, por exemplo no Reino Unido, o ataque a centrais nucleares por parte de células terroristas foi considerado. A instalação de uma central em território português iria aumentar o risco de Portugal poder ser vítima de um atentado que poderia ter consequências desastrosas em termos ambientais, sociais e económicos. Os custos com a segurança em qualquer central são avassaladores e tendem a aumentar.
15. Dificuldade em encontrar uma localização
Considerando as suas necessidades específicas, nomeadamente ao nível da disponibilidade de uma fonte de água abundante e factores de segurança como a necessidade de evitar zonas de maior actividade sísmica, e tendo em conta a exiguidade do território português, a definição e aceitação da localização de uma central nuclear seria uma tarefa muito difícil.
Por: A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Diário Económico
TeKnO_Lx
February 26th, 2006, 01:36 AM
claro.. e se cada predio tivesse o seu painel solar ja poupava muita energia
outra coisa que se tem ke fazer é apostar em energias renovaveis no tranportes atraves do hidrogenio, etanol ou outra coisa qualquer
apesar de o nuclear ser uma opção válida, a longo prazo julgo não ser a mais correcta
[Smeagol]
February 26th, 2006, 01:53 AM
só por esta frase o nuclear poen-se logo de lado....
construção de uma central nuclear em Portugal levaria cerca de 10 a 15 anos até que pudesse estar operacional em termos de fornecimento de energia eléctrica.
Portugues
February 26th, 2006, 02:47 AM
Quem não apostar no Nuclear nos próximos dez anos vai ser ultrapasssado. Os meninos cheios de borbulhas e ainda sem barba da Quercus que vão reclamar para Badajoz e protestar contra as centrais que os nuestros hermanos se preparam para construir, e está claro, logo a seguir, usarem para nos venderem energia.
Reflex
February 26th, 2006, 03:37 AM
']Quercus dá 15 razões para NÃO se optar pela energia nuclear em Portugal
E eu, provavelmente se tiver para perder 5 ou 10 minutos, consigo dar 30 para se optar pela energia nuclear, sendo as 3 primeiras o igual numero de centrais nucleares espanholas que temos junto à fronteira...:|
Barragon
February 26th, 2006, 03:39 AM
Também concordo.... epah faziamos uma centra nuclear ali junto à fronteira ... ou no alentejo... dava postos de trabalho e se explodisse era no deserto.
Reflex
February 26th, 2006, 03:40 AM
:laugh::laugh:
Barragon
February 26th, 2006, 03:42 AM
Se fosse pela quercus não havia central nuclear nenhuma .... claro que eles não ponderam as necessidades do país... é parvo concerteza... sabendo que portugal também está a apostar nas energias alternativas.
Reflex
February 26th, 2006, 04:00 AM
Se fosse pela Quercus estavamos a fazer desenhos nas cavernas...isto é, se os lápis fossem recicláveis, pois claro!!:D
Portugues
February 26th, 2006, 04:07 AM
Se fosse pela Quercus estavamos a fazer desenhos nas cavernas...isto é, se os lápis fossem recicláveis, pois claro!!:D
Ó moderador tu para fazeres lapis tinhas que cortar arvores, logo qualquer rapazola da Quercus optaria e sugeria desenhar com um calhau no xisto...
:bash:
Reflex
February 26th, 2006, 04:16 AM
Então e se forem canetas Molin??:D
Barragon
February 26th, 2006, 03:24 PM
:lol: era mais complicado :lol:
[Smeagol]
February 26th, 2006, 07:31 PM
Eu continuo com a opinião de q fazer uma central nuclear neste momento é um grade erro....
Temos um grande potencial para produzir energias renováveis.... em 2010 as únicas que estarão a ser bem aproveitadas serão a eólica e a hídrica...
Sabemos q temos um enorme potencial nas restantes energias... mas n as estamos a aproveitar....
Vejamos...
Solar:
se a Alemanha em 2010 vai ter 8 000 000 m2 de painéis fotovoltaicos.... pq é q nos continua-mos com 200 000m2 (é incompreencivel)
Nas solar n vos posso dar valores das potencialidades q estamos a desperdiçar pq são potencialidades infinitas. É um facto q se a área de edifícios em Portugal era suficiente para satisfazer as nossas necessidades energéticas
Biomassa:
Potencial por explorar:
Biogás- agro-pecuária- 120MW
-ETAR’S - 157MW
-RSU - 383MW
Biomassa florestal -230MW
Total de potência por explorar: 890MW (3.5% do total nacional)
Geotérmica:
Potencial por explorar:
Açores -30MW
Continente –32MW
Total de potência por explorar 62MW (0.24% do total nacional)
Mini hídricas:
Potencial por explorar – 1000MW (3.9% do total nacional)
Ondas de marés:
Portugal é um dos poucos países que domina esta tecnologia. Neste momento já produzimos 3MW, em 2010 prevê-se que aumente a potencia instalada para 30MW. Mas o mais impressionante é capacidade q a nossa costa tem para produzir, 20% do total de consumo nacional...(mais ou menos o q a central de energia nuclear iria produzir)....
Hidrogénio:
Tal como na energia solar foto voltaica é impossível de calcular o potencial de energia pq o hidrogénio abunda tremendamente
Concluindo:
Potencial não aproveitado e pode estar aproveitado antes de 2015, altura em q a central nuclear começaria a produzir energia...
Biomassa - 3.5%
Geotérmica - 0.24%
Mini hidricas-3.9%
Ondas - 20%
Fotovoltaico -X%
Hidrogénio -X%
39% + 27.64% = 66.64%
Ou seja se o governo quiser em 2015 em termo de produção de energia e excluindo a energia foto voltaica e o hidrogénio teríamos ~67% da nossa energia a partir de renovaveis....
Agora eu pergunto para quê em 2015 começarmos a usar energia nuclear?
Nuna altura em q estaremos a usar +67% de energias renováveis pq n estou a incluir a foto voltaica, o hidrogénio nem a construção de nenhuma grande hidrica ....
o nuclear neste momento é uma grande falta de sensatez....
e por essa altura (2015) estarão concluídas as investigações da energia de fusão no cerne, em q portugal tbm esta envolvido.... e ai sim apostar na energia de fusão que é barata, n polui e tem grade produção....
Barragon
February 26th, 2006, 07:34 PM
fusão.... isso é um pouco um tiro no escuro.... acho que a construção e preparação não será barata....
[Smeagol]
February 26th, 2006, 07:40 PM
Aqui se vê q vocês falam do nuclear sem saber o q é????
A fusão vai ser a mesma coisa q o nuclear.... as diferença é q vai usar materiais n radioactivos e em vês de separar moléculas (nuclear), vai fundi-las (fusão).
A fusão de moléculas produz muito mais energia q a fissão (nuclear)
Em termos de instalações vai funcionar da mesma maneira q um reactor nuclear... por isso em termos de custos de instalações é a mesma coisa, ou seja balurdios de dinheiro :)
[Smeagol]
February 26th, 2006, 07:56 PM
e neste momento o CERNE está a devolver investigações e a construir um reactor de fusão nuclear... prevê-se q em 2020 comesse a comercialização deste tipo de energia... e possivelmente será a dominan-te a par das ER’s este século.... pois consegue produzir muito mais q o nuclear, e usa mateiras que são bastante abundantes e n são radioactivos
ou seja ainda assento-a mais o erro do nuclear neste momento :bash: :bash: :bash:
JohnnyMass
February 26th, 2006, 08:08 PM
a energia nuclear É um grande erro...mas portugal é uma maria vai com as outras...
[Smeagol]
February 26th, 2006, 08:48 PM
a energia nuclear É um grande erro...mas portugal é uma maria vai com as outras...
neste caso é o contrario.... pq a europa esta a desligar-se do nuclear e a virar-se para as ER's!!!!
por isso se optarmos pelo nuclear estaremos em contra ciclo com a europa...
:bash: :bash: :bash:
a sorte é q nesta matéria o governo tem os pés bem assente na terra :)
Filipe_Golias
February 27th, 2006, 05:13 AM
Boa, Smeagol, obrigado pelas explicações e dados interessantes ;) Realmente, podem tirar TANTO das energias renováveis. Depender praticamente delas - isto era uma grande conquista :)
Arpels
February 27th, 2006, 11:43 AM
não é nada Jikas e cada vez me convenço mais k teremos de ir a essa fonte alternativa :yes: um facto é k as alterações climaticas globais tem sido causadas mais pelo uso dos combustiveis fosseis k pelo nuclear!!
Portugues
February 27th, 2006, 01:33 PM
']
por isso se optarmos pelo nuclear estaremos em contra ciclo com a europa...
Meu amigo a Europa está em retrocesso e não é exemplo para ninguém. Portugal não deve seguir os exemplos de países com filosofias caducas, mas sim seguir o exemplo das grandes e poderosas novas economias asiáticas. Nuclear para Portugal, sim!
[Smeagol]
February 27th, 2006, 01:55 PM
respeito a tua opinião... mas as vezes parece q tens uma mentalidade um cado ancestral.... se releres todas as informações q pus nos posts atrás... é uma falta de sensatez tua dizeres q o nuclear é q é bom e q as ER'S não são exemplo para ninguem... :sleepy:
Portugues
February 27th, 2006, 02:02 PM
Aldrabar, em bom português se diz, factos e dados é pão nosso de cada dia. Claro que eu não acredito em metade do que diz a Quercus ou os verdinhos alfaces. Aqui eu, prefiro apelar e apoiar as ideias de países que são o motor da economia Mundial!
TeKnO_Lx
February 27th, 2006, 02:46 PM
é so vantagens .. ( ok desde que não exagerem como na Galiza)
As receitas resultantes da instalação de parques eólicos no concelho de Seia "vão ser integralmente investidas no combate à desertificação" das freguesias para onde está projectada a colocação de aerogeradores, afirma, ao DN, o presidente da autarquia local.
http://dn.sapo.pt/2006/02/27/413493.jpg
Defensor da energia renovável, Eduardo Brito reconhece que este meio de produção quase não cria postos de trabalho e não tem apenas vantagens. Por isso, faz todo o sentido aplicar as verbas geradas nas zonas onde os parques vão ser criados.
A ideia vai ser aplicada desde já e surge na sequência da aprovação da construção de dois parques eólicos na serra de Alvoaça e Pedras Lavradas, no Parque Natural da Serra da Estrela (o que obrigou à elaboração de estudos de impacte ambiental), em áreas dos municípios de Seia e Covilhã. Os dois novos parques, a criar pela Enernova (empresa do grupo EDP), com um total de 17 aerogeradores, terão capacidade instalada para uma produção de energia da ordem dos 53 milhões de quilowatts/hora, equivalentes, de algum modo, às necessidades de 15 mil habitantes, considerando o consumo médio em Portugal.
As rendas ainda não estão definidas, mas o autarca admite que possam significar, para o concelho, um valor anual superior a 100 mil euros, além de um montante inicial de cerca de 150 mil euros. Estas verbas ainda não entraram nos cofres camarários, mas já têm destino certo. Por exemplo, ajudar a custear a planeada estrada de ligação (orçada em 450 mil euros) entre Alvoco da Serra e Vide, sede das freguesias onde serão instalados os parques, uma das áreas do concelho mais desertificadas e devastadas pelos incêndios florestais do último Verão, adianta.
Há já mais projectos idênticos previstos para o município, que vão reforçar as verbas da luta contra a desertificação. Eduardo Brito promete "lutar até à exaustão contra o flagelo", com a consciência de que o sucesso dessa luta passa, sobretudo, pela criação de postos de trabalho.
fonte (http://dn.sapo.pt/2006/02/27/cidades/eolicas_ajudam_a_combater_desertific.html)
[Smeagol]
February 27th, 2006, 03:21 PM
Aldrabar, em bom português se diz, factos e dados é pão nosso de cada dia. Claro que eu não acredito em metade do que diz a Quercus ou os verdinhos alfaces. Aqui eu, prefiro apelar e apoiar as ideias de países que são o motor da economia Mundial!
amigo... temos duas coisas em comum eu tbm detesto os filhos da p*** dos ambientalista fanáticos da quércos....
mas neste caso é mais q obvio q a solução passa apenas pelas ER's e mais tarde pela fusão....
falas de países q são o motor da economia mundial... ok entao para tua informação a china é o pais q mais investa na energia fotovoltaica... e esta para fazer investimentos monstruosos em parques eolicos :)
e se prefires apelar e apoiar as ideias de países que são o motor da economia Mundial... pq é q és contra a construção da ilha artificial no algarve??? se o dubai q é(vai ser) o motor da economia turistica mundial, esta a construir tres ilhas artificiais?
:bash:
Barragon
February 27th, 2006, 04:29 PM
Não ligues Smeagol......
Boa notícia essa Tekno.... que bom para as zonas mais desfavorecidas :okay:
Arpels
February 27th, 2006, 05:57 PM
todas as formas de energia alternativa devem ser benvindas seja nuclear ou heolica, este é o grande desafio da Europa do sec. XXI :yes:
Portugues
February 28th, 2006, 03:06 AM
Não basta começar bem, não adianta mediar bem; de pouco servem bons começos e melhores meios, se os fins não se mostram bem sucedidos. Uma vez começadas, as coisas não devem ser esquecidas nem deixadas antes de ser acabadas, pois é sinal de pouca prudência começar muitos actos e não acabar nenhum.
[Smeagol]
February 28th, 2006, 08:21 PM
ok, também sou apologista da tua opinião...
mas no caso das ER's os fins mostram-se bem sucedidos.
e as coisas não estão a ser esquecidas... muito pelo contrario... cada vez à mais projectos concretizados, etc.
e por incrível q pareça até estamos a ser prudentes...
por isso não te estou a perceber:?
traveler
March 2nd, 2006, 12:28 AM
Com produção industrial para eólicas
Consórcio Ventiveste prevê exportar 3.600 milhões
O consórcio Ventiveste, liderado pela Galp Energia, prevê atingir um volume de exportações global de 3.600 milhões de euros com a componente industrial de produção de equipamentos para energia eólica no período de actividade do projecto hoje apresentado, que é de 17 anos.
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Ana Suspiro
asuspiro@mediafin.pt
Tânia Ferreira
tf@mediafin.pt
O consórcio Ventiveste, liderado pela Galp Energia, prevê atingir um volume de exportações global de 3.600 milhões de euros com a componente industrial de produção de equipamentos para energia eólica no período de actividade do projecto hoje apresentado, que é de 17 anos.
A Ventiveste, que entregou hoje uma proposta para o concurso de atribuição de potência eólica, prevê exportar 60% da produção industrial, contando para tal com os parques eólicos que estão já a ser desenvolvidos por alguns dos seus parceiros, designadamente Enersis e Martifer, fora de Portugal e que vão ser abastecidos a partir das novas unidades nacionais, foi hoje revelado em conferência de imprensa.
A componente exportadora é ainda reforçada pelo facto da Repower, o grupo alemão que é o responsável pela tecnologia, ir instalar em Portugal a sua primeira unidade de pás para energia eólica que vai abastecer toda a Europa.
O consórcio propõe criar 23 unidades industriais localizadas em zonas classificadas pelo Programa de Recuperação de Áreas e Sectores Deprimidos (PRASD) envolvendo um investimento industrial de 80 milhões de euros, dos quais 25 milhões são investimento directo e o resto é indirecto. As unidades estão previstas para os distritos de Aveiro, Braga, Coimbra, Porto, Santarém e Viseu.
O "cluster" industrial vai permitir um valor acrescentado bruto de 100 milhões de euros no ano em que velocidade de cruzeiro é atingida. As 23 unidades terão uma capacidade de produção anual de 80 aerogeradores e de 267 conjuntos de pás por ano. Está prevista a criação de 1250 postos de trabalho, dos quais 650 directos. Cerca de 64% serão empregos especializados.
A proposta propõe um investimento global de 1.035 milhões de euros, dos quais a fatia de leão, 920 milhões de euros, se destinam ao desenvolvimento da componente eólica através da construção de nove parques. O objectivo do consórcio é ganhar o primeiro lote a concurso de 800 MW de potência com um prémio de mais 200 MW previsto em caso de elevada pontuação desta proposta.
Investimento de 450 milhões na segunda fase
Caso não ganhe a primeira volta, a Ventiveste tem já preparada a proposta para o segundo lote a concurso que é de 400 MW de potência. O investimento proposto para esta segunda fase baixa para 450 milhões de euros, estando prevista a instalação de 13 unidades industriais.
Com um período médio de construção entre 2,5 e três anos, o presidente executivo da Galp Energia, Marques Gonçalves referiu que o ideal é que a decisão sobre a primeira fase fosse tomada no primeiro semestre. O consórcio prevê instalar o primeiro parque a partir de 2008 e concluir o último em 2013.
A Ventiveste é composta pela Galp Power fcom 34%, pela Martifer (Mota Engil) com 31%, pela Enersis com 30%. A Efacec, líder nacional de equipamentos eléctricos e electromecânicos tem 2%. A Repower, a Repower System e a fábrica de pás Power Blades, cada uma com 1%. Esta composição accionista tem de ser mantida, pelas regras do concurso, até 2013.
Hoje, às 17 horas, termina o prazo para a entrega de propostas à primeira fase do concurso de atribuição de potência para a energia eólica.
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