checco24
June 30th, 2005, 03:50 AM
Galaxy Park vai começar a mexer
O Galaxy Park, parque temático a instalar junto à aldeia de Atalaia, Vila Nova da Barquinha, vai começar a mexer. A autarquia já deu autorização para a movimentação de terras e a construção das infra-estruturas viárias.
A paisagem vai começar a mudar junto à aldeia de Atalaia, Vila Nova da Barquinha. Os camiões vão entrar na terra e transformar parte da imensa mata verde em construções de betão.
Em Fevereiro deste ano a Câmara de Vila Nova da Barquinha aprovou a planta síntese do empreendimento, onde são explicitadas todas as construções a edificar, bem como as respectivas áreas de implantação, construção e cérceas.
O maior parque temático já aprovado em Portugal é um investimento privado de 150 milhões de euros e tem como promotor a Galparque, empresa do grupo editorial Impala. Um investimento megalómano, que prevê criar cerca de 700 postos de trabalho directos.
Apesar do empreendimento suplantar os parâmetros de edificabilidade definidos no Plano Director Municipal (PDM) da Barquinha – uma cércea máxima de 12 metros, correspondente a quatro pisos de altura – a autarquia decidiu basear-se na alínea “e” do artigo 28 do PDM para autorizar a sua implantação.
Diz a referida alínea que constituem excepção aos parâmetros gerais dos espaços urbanos e urbanizáveis as “instalações especiais”, desde que devidamente justificadas. Neste caso, a justificação resume-se a dois considerandos – a inexistência de outros projectos de parques temáticos já aprovados em Portugal e o reconhecido interesse público do empreendimento.
A aprovação do município surge depois de, em Outubro de 2002, ter sido concluído o Estudo de Impacto Ambiental, que refere não se perspectivarem impactos negativos significativos do parque sobre a zona envolvente.
O próprio projecto já contempla uma série de medidas que permitem reduzir, “nalguns casos significativamente”, os potenciais impactes que se iriam fazer sentir, nomeadamente a instalação de um reservatório com capacidade para 12 mil metros cúbicos de água, que possibilitará a recolha da água proveniente do sistema de drenagem pluvial do parque, garantindo a rega, lavagem dos pavimentos e operações de manutenção em alguns períodos do ano e minimizando assim os consumos de água previstos.
“Extremamente positivos” serão, diz o estudo, os impactes resultantes da concretização do parque temático, quer no que concerne ao desenvolvimento local e regional, quer na qualidade de vida das populações, contribuindo também para as receitas da autarquia de Vila Nova da Barquinha.
in O MIRANTE
http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=51&id=4205&idSeccao=479&Action=noticia
O Galaxy Park, parque temático a instalar junto à aldeia de Atalaia, Vila Nova da Barquinha, vai começar a mexer. A autarquia já deu autorização para a movimentação de terras e a construção das infra-estruturas viárias.
A paisagem vai começar a mudar junto à aldeia de Atalaia, Vila Nova da Barquinha. Os camiões vão entrar na terra e transformar parte da imensa mata verde em construções de betão.
Em Fevereiro deste ano a Câmara de Vila Nova da Barquinha aprovou a planta síntese do empreendimento, onde são explicitadas todas as construções a edificar, bem como as respectivas áreas de implantação, construção e cérceas.
O maior parque temático já aprovado em Portugal é um investimento privado de 150 milhões de euros e tem como promotor a Galparque, empresa do grupo editorial Impala. Um investimento megalómano, que prevê criar cerca de 700 postos de trabalho directos.
Apesar do empreendimento suplantar os parâmetros de edificabilidade definidos no Plano Director Municipal (PDM) da Barquinha – uma cércea máxima de 12 metros, correspondente a quatro pisos de altura – a autarquia decidiu basear-se na alínea “e” do artigo 28 do PDM para autorizar a sua implantação.
Diz a referida alínea que constituem excepção aos parâmetros gerais dos espaços urbanos e urbanizáveis as “instalações especiais”, desde que devidamente justificadas. Neste caso, a justificação resume-se a dois considerandos – a inexistência de outros projectos de parques temáticos já aprovados em Portugal e o reconhecido interesse público do empreendimento.
A aprovação do município surge depois de, em Outubro de 2002, ter sido concluído o Estudo de Impacto Ambiental, que refere não se perspectivarem impactos negativos significativos do parque sobre a zona envolvente.
O próprio projecto já contempla uma série de medidas que permitem reduzir, “nalguns casos significativamente”, os potenciais impactes que se iriam fazer sentir, nomeadamente a instalação de um reservatório com capacidade para 12 mil metros cúbicos de água, que possibilitará a recolha da água proveniente do sistema de drenagem pluvial do parque, garantindo a rega, lavagem dos pavimentos e operações de manutenção em alguns períodos do ano e minimizando assim os consumos de água previstos.
“Extremamente positivos” serão, diz o estudo, os impactes resultantes da concretização do parque temático, quer no que concerne ao desenvolvimento local e regional, quer na qualidade de vida das populações, contribuindo também para as receitas da autarquia de Vila Nova da Barquinha.
in O MIRANTE
http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=51&id=4205&idSeccao=479&Action=noticia