View Full Version : Centros Comerciais e Outlets


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traveler
August 12th, 2008, 10:10 PM
FDO-Imobiliária quer manter crescimento
e expandir actividade a novas áreas
Fernando Rocha Pereira e Paulo Vaz Ferreira falaram ao PÚBLICO Imobiliário
sobre os actuais projectos da empresa e perspectivaram aquilo que poderá ser o futuro
Rui Pedro Lopes
São dez os novos centros comerciais
que a FDO-Imobiliária quer
desenvolver até 2010. Assumindo
que estes investimentos resultam
de “uma forte ponderação interna e
que abrem excelentes perspectivas
de crescimento”, Fernando Rocha
Pereira, administrador da área de
Centros Comerciais, acredita que
ainda “há espaço para
novos projectos
no mercado
nacional”.
Já Paulo Vaz
Ferreira,
administrador
da área
Imobiliária de
Habitação,
revela que a empresa está a
equacionar novos projectos
habitacionais em Lisboa, “que
espera anunciar em breve”. Sobre
a internacionalização, diz que “é
natural que a empresa procure
mercados emergentes, como os
países de Leste, do Magrebe ou o
Brasil”.
PÚBLICO Imobiliário – Porque
é que a FDO-Imobiliária decidiu
apostar no segmento dos centros
comerciais, com a promoção de
dez projectos, sob a marca Vivaci?
Fernando Rocha Pereira (F.R.P.) – A
FDO-Imobiliária investirá até 2010
em 10 novos centros comercias
de Norte a Sul do país. Trata-se de
um investimento que resulta de
uma forte ponderação interna e
que abre excelentes perspectivas
de crescimento. Importa destacar
que a experiência do Grupo na
área dos centros comerciais
teve início há cinco anos,
com o projecto do Fórum
Theatrum de Bragança.
Qual é o conceito
subjacente à marca
Vivaci?
F.R.P. – Para a FDO, um
centro comercial é um
centro de lazer, um
local em permanente
evolução. Um espaço
que deve provocar um
efeito de novidade junto
dos seus visitantes e
um ponto de encontro
e de convívio onde
os cidadãos possam
satisfazer todas as
suas necessidades
comerciais, de lazer,
culturais e sociais em
condições de conforto
e de segurança.
A aposta em cidades
de média e pequena
dimensão para a
instalação destes
centros comerciais
ficou a dever-se a alguma
questão em particular?
F.R.P. – O projecto de um centro
comercial deve ter previsto
as características da região e
do mercado. A dimensão e a
tipologia de um projecto resultam
da análise combinada de vários
factores, como o potencial de
mercado, as características da
cidade, o tipo de oferta instalada, a
concorrência, os condicionalismos
legais, entre outros.
Num momento, em que vários
analistas defendem que o
mercado de retalho caminha
para a maturidade, porque é que
resolveram apostar em força
no desenvolvimento de novos
projectos?
F.R.P. – O mercado dos centros
comerciais em Portugal é
um mercado maduro,
mas ainda não está
saturado, como se pode comprovar
pelas oportunidades existentes.
Acreditamos que ainda há espaço
para novos projectos no mercado
nacional e por isso continuamos
a desenvolver novos centros
comerciais e de lazer em zonas
urbanas de pequena e média
dimensão, desde que os projectos
sejam viáveis para as respectivas
zonas de influência.
A crise financeira que se vive
actualmente está a impedir
que vários projectos, por falta
de financiamento, possam
sair do papel. No caso da FDOImobiliária,
o financiamento
junto dos bancos é hoje mais
difícil?
F.R.P. – A empresa não tem tido
qualquer dificuldade em financiar
os seus projectos. Procuramos ser
selectivos nas localizações e no
formato dos projectos a desenvolver,
conseguindo com isso evitar
qualquer eventual dificuldade em
financiar os projectos. Um sistema
financeiro mais selectivo e restritivo
privilegia as boas empresas.
Como é que encara o futuro
do imobiliário de retalho em
Portugal? Que novas tendências
poderão surgir?
F.R.P. – Será cada vez mais uma
realidade a efectiva interacção da
componente lazer com a vertente
do retalho nos próprios centros
comerciais, os quais proporcionarão
aos seus visitantes o máximo
conforto, segurança e bem estar,
para que o acto de comprar seja
efectuado com o maior prazer
possível. O futuro passa por uma
postura mais atenta no que toca
às localizações onde se pretende
instalar os novos espaços, havendo
também uma forte aposta em
novos formatos, em que a inovação
e a originalidade surpreendam o
consumidor. Como consequência,
impor-se-ão novas práticas
de marketing e de gestão nos
empreendimentos.
Acha que o licenciamento
comercial que existe neste
momento é o mais adequado?
O mercado saiu beneficiado?
F.R.P. – Teoricamente, o
licenciamento comercial existente
seria adequado, mas na prática isso
não se verifica, pois a burocracia é
grande e os timings para o promotor
são pouco fiáveis, o que atrasa o
investimento. Na verdade, não limita
a concorrência e implica um custo
elevado para o promotor.
Ao nível da habitação, a
FDO está a desenvolver
alguns empreendimentos,
nomeadamente em Braga e
Lisboa. Qual é a aposta da
empresa nesta área e qual
é o balanço dos projectos
desenvolvidos até ao momento?
Paulo Vaz Ferreira (P.V.F.) – Ao nível
da habitação, a FDO-Imobiliária
continuará a desenvolver
empreendimentos dirigidos à classe
média-alta e alta, privilegiando as
localizações – não só Braga e em
Lisboa, mas também Porto, Vila do
Conde, Póvoa de Varzim e Algarve –,
bem como os projectos inovadores
e a arquitectura contemporânea. O
ritmo da comercialização abrandou
a nível nacional, mas a FDO continua
a escoar os seus produtos, e por isso,
face à conjuntura, o nosso balanço é
positivo.
Que outros projectos
habitacionais estão a equacionar
neste momento? Vão lançar
algum brevemente?
P.V.F. – A FDO está a equacionar
outros projectos em Lisboa, que
espera anunciar em breve. Neste
momento, está a lançar um novo
empreendimento no Porto, o
Antas Houses.
A que é que se ficou a dever a
vossa entrada no mercado do
turismo? Que projectos estão a
desenvolver?
P.V.F. – Ao longo da
nossa actividade,
temos construído
e requalificado
diversos hotéis;
naturalmente que
esta ligação favorece
o desenvolvimento
de algumas parcerias
nesta área. Neste
momento temos
dois projectos em
desenvolvimento: o
Hotel Lisbonense,
nas Caldas da
Rainha, e o Lagos
Suite Hotel, em
Lagos.
Vão apostar
noutros
segmentos
imobiliários,
além da
habitação e do
retalho?
P.V.F. – A FDOImobiliária
está atenta a
outros segmentos
imobiliários,
nomeadamente nas áreas
da saúde, parques de
estacionamento, residências
seniores e turismo
residencial.
A internacionalização é
uma aposta? Que mercados
são prioritários?
P.V.F. – Face à conjuntura
portuguesa e tendo em conta
a existência de alguns países
onde esta área está bastante
consolidada, é natural que a
empresa procure mercados
emergentes, como os países de
Leste, do Magrebe ou o Brasil,
sendo que em Angola, através
da Urbancraft, contamos já com
alguns projectos imobiliários
em desenvolvimento.
Como é que a empresa
está a encarar os
novos desafios que
se colocam ao
imobiliário, ao nível da eficiência
energética? Como é que isso se
reflecte no vosso trabalho?
P.V.F. – A FDO-Imobiliária está atenta
às novas exigências de mercado ao
nível da eficiência energética e essa
postura reflecte-se nos projectos que
está a desenvolver.
Quais são os objectivos futuros?
P.V.F. – Os nossos objectivos futuros
passam por manter um crescimento
sustentado e expandir
a nossa actividade
a novas áreas de
negócio e a outros
países.
Forum

NewTomorrow
August 13th, 2008, 05:31 AM
não consegues colocar o texto direito

Maria Castro
August 25th, 2008, 02:46 PM
Boa tarde,
Será que alguem me podia ajudar a saber quais são as insígnias já confirmadas para o novo shopping em Olhão, o "Ria Shopping".
Obrigada
Maria

Maria Castro
August 25th, 2008, 02:48 PM
Boa tarde,

Alguem tem ideia das marcas que estarão presentes no novo shopping a nascer em Olhão (Ria Shopping)?
Obrigada

ruben.briosa
August 25th, 2008, 07:17 PM
temos Cinderela:D Boas-Vindas!:)

Barragon
August 25th, 2008, 07:34 PM
Bem vinda Maria. As insígnias como ? o logotipo do fórum ?

alentejolover
August 25th, 2008, 08:15 PM
Bem-vinda:cheers:

O avatar é muito engraçado...

mynuster
August 25th, 2008, 09:14 PM
Bem vinda Maria. As insígnias como ? o logotipo do fórum ?

não.. as lojas que lá vão estar :lol:

pelo site do shopping parece que vai abrir lá um supermercado auchan.. de resto não sei mais nada

traveler
August 27th, 2008, 12:37 AM
Alguns ainda a ser lançados
FDO Imobiliária apresenta projectos de 210 milhões no SIL08
2008/08/26 15:30Redacção / PGMAAAA
De Lisboa ao Porto e ao Algarve

A FDO Imobiliária pretende apresentar projectos avaliados em mais de 210 milhões de euros na edição deste ano do Salão Internacional de Lisboa (SIL08), revela a empresa em comunicado.

Com enfoque especial no condomínio residencial, em Lisboa, «Infante à Lapa», a FDO Imobiliária pretende promover no Salão Imobiliário de Lisboa 2008 o empreendimento «Antas Houses» e o «Lagos Suite Hotel», que serão lançados brevemente, entre outros projectos, com o objectivo de consolidar a sua marca no mercado nacional e estrangeiro.

Há ainda os Centros Comerciais VIVACI, nomeadamente da Guarda, Caldas da Rainha e Maia, que se encontram já em construção.

No ano passado o Grupo FDO registou um volume de facturação de cerca de 128 milhões de euros.

Maria Castro
August 27th, 2008, 04:38 PM
Olá,
Obrigada pelas boas vindas!
......quem ajuda a Cinderela??????
Não a encontrar o sapatinho mas as marcas que estão a ser comercializadas para o shopping (Ria shopping)
Obrigada

xdexina
August 29th, 2008, 03:37 PM
Olá,
Obrigada pelas boas vindas!
......quem ajuda a Cinderela??????
Não a encontrar o sapatinho mas as marcas que estão a ser comercializadas para o shopping (Ria shopping)
Obrigada

oi o Ria shopping.. nao vai ter cinemas, vai ter um centro de spa no ultimo piso
vai haver 5 lojas de comercio local... e o resto deve ser as marcas que estao sempre nos shoppings...

traveler
September 1st, 2008, 11:31 PM
Inauguração no mês de Novembro
Vivaci vai criar 1.000 novos postos de trabalho em Caldas da Rainha
2008/09/01 12:55Redacção / CPSAAAA
Projecto representará um investimento total de cerca de 35 milhões
O centro comercial Vivaci Caldas da Rainha, que já tem comercializada 90 por cento da sua área bruta locável (ABL), garante presença no Grupo Inditex, com as insígnias Kiddy¿s Class, Pull & Bear, Oysho, Stradivarius, Bershka e Zara Lefties, numa área total de 2.600 metros quadrados.

O Vivaci Caldas da Rainha permitirá a criação de cerca de 1.000 postos de trabalho, sendo que o projecto representará um investimento total de cerca de 35 milhões de euros.

Com inauguração prevista para o próximo mês de Novembro, o novo Vivaci possui uma área bruta de construção total (ABC) de 32.756 metros quadrados e uma área bruta locável (ABL) de 14.200 metros quadrados.

«Como principais âncoras, o Vivaci Caldas da Rainha tem também confirmadas as presenças do supermercado Pão de Açúcar, da Rádio Popular, da Sportzone, da Zippy, da Tribo, da Page One, da cervejaria Portugália, da Burguer Ranch, da livraria Bertrand, da Multiópticas, para além dos Cinemas Vivacine em parceria com a Zon Lusomundo», diz a empresa em comunicado.

Além disso, este centro comercial apresenta um novo conceito de oferta comercial no Oeste, já que estará adaptado às necessidades dos habitantes da região, com 70 lojas e um parque de estacionamento coberto com capacidade para 460 viaturas.

Recorde-se que o Grupo marca presença além fronteiras, com sucursais em França, Espanha, Angola, Marrocos e Polónia. Em 2007, o Grupo FDO apostou numa marca própria, «Vivaci Centros Comerciais», para a construção de 10 centros comerciais em Portugal, até 2010.

NewTomorrow
September 2nd, 2008, 08:01 AM
El Corte Inglés constrói terceiro centro comercial em Portugal
O próximo centro comercial do El Corte Inglés será construído em Cascais. O grupo espanhol está satisfeito com os seus negócios em Portugal, que responderam por lucros de 8,1 milhões.


O terceiro grande centro comercial do grupo El Corte Inglés sempre será construído em Cascais, o segundo concelho português com maior poder de compra e que alberga 171 mil habitantes. O projecto deverá arrancar no exercício fiscal de 2008 (1 de Março de 2008 a 28 de Fevereiro de 2009), revelou ontem o grupo espanhol no relatório e contas de 2007, mas contactado pelo Diário Económico escusou-se a revelar mais pormenores. Para trás, ficam Oeiras e Sintra, concelhos que também estiveram em análise para a instalação do centro comercial espanhol.

Este investimento – que chegou a apresentar candidatura para obter estatuto PIN (Projectos de Potencial Interesse Nacional), entretanto chumbada – deverá representar um custo próximo dos 200 milhões de euros e criar dois mil postos de trabalho. A localização concreta do futuro grande armazém espanhol ainda está no segredo dos deuses, embora tenha já sido avançada a possibilidade da sua edificação num terreno em Carcavelos, junto às portagens da A5. O El Corte Inglés nunca confirmou esta possibilidade.

O grande armazém de Cascais irá juntar-se aos dois já em exploração em Portugal (Lisboa e Vila Nova de Gaia) que, no ano fiscal de 2007, responderam por um volume de negócios de 389,3 milhões de euros, um crescimento de 12,3% face ao homólogo. Segundo o relatório do grupo espanhol, a evolução do negócio em Portugal “está a ser altamente positiva devido à adaptação do modelo comercial aos usos, costumes e gostos nacionais”. Os lucros da operação portuguesa atingiram os 8,14 milhões, um aumento de 22,4% face aos 6,65 milhões gerados no ano anterior.

Em termos consolidados, o grupo El Corte Inglés gerou um volume de vendas de 17.897 milhões de euros no ano fiscal de 2007, mais 4,7% que no exercício homólogo. O formato com a maior contribuição para as vendas foi o dos grandes armazéns, que apresentaram uma facturação de 10.134 milhões (mais 4,6%), seguindo-se os hipermercados que, no entanto, registaram uma quebra de 2,4% nas vendas, para 3.346 milhões. As agências de viagem, negócio também explorado em Portugal com uma rede de 19 lojas, foram o terceiro formato que mais contribuiu para o volume de vendas, com 2.243 milhões, um aumento de 12,1%. Os lucros atingiram os 747,6 milhões, um aumento de 5,1%, e o ‘cash-flow’ cifrou-se nos 1.298 milhões, um crescimento de 5,3%.

Em Portugal, o El Corte Inglés explora ainda lojas de vestuário Sfera e de óptica, sob denominação Óptica 2000.



Diario Economico

NewTomorrow
September 2nd, 2008, 08:05 AM
Vendas do El Corte Inglés crescem três vezes mais em Portugal que em Espanha
Portugal representou, durante o exercício de 2007-08, uma fatia de 2,17% das vendas totais do grupo El Corte Inglés e 1,08% dos resultados líquidos, de acordo com os dados ontem divulgados. No ano em que a maior retalhista espanhola cresceu, em termos globais, ao ritmo mais lento dos últimos 13 anos, Portugal registou uma progressão três vezes superior à obtida no mercado de origem.




Portugal representou, durante o exercício de 2007-08, uma fatia de 2,17% das vendas totais do grupo El Corte Inglés e 1,08% dos resultados líquidos, de acordo com os dados ontem divulgados. No ano em que a maior retalhista espanhola cresceu, em termos globais, ao ritmo mais lento dos últimos 13 anos, Portugal registou uma progressão três vezes superior à obtida no mercado de origem.



Com apenas duas unidades, uma em Lisboa (aberta em 2001) e outra em Vila Nova de Gaia (desde 2006), o grupo de distribuição espanhol vendeu um total de 389,33 milhões de euros em Portugal durante o exercício passado - terminado a 29 de Fevereiro, mas cujas contas só foram aprovadas pelos accionistas a 31 de Agosto. No mercado português, as vendas da El Corte Inglés - Grandes Armazéns cresceram 12,3%, quase três vezes mais que o verificado pelo grupo em termos consolidados.



Jornal de Negocios

NewTomorrow
September 3rd, 2008, 08:01 AM
Procuradoria-Geral da República confirma 2008-09-03 00:05
Freeport volta a ser analisado
DCIAP pediu ao Tribunal do Montijo para “consultar” o processo.


O processo Freeport vai voltar a ser “consultado” pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), o que significa que o Ministério Público pode voltar a chamar a si a investigação. O caso relativo à construção daquele espaço comercial em Alcochete e que investiga alegadas situações de corrupção e tráfico de influências foi pedido ao Tribunal do Montijo ainda antes das férias judiciais e foi entregue a um procurador do departamento liderado pela procuradora-geral adjunta Cândida Almeida. A notícia foi avançada ontem ao final do dia na página ‘online’ do semanário “Expresso” e confirmada pela Procuradoria-Geral da República.

O caso, que está em investigação no Tribunal do Montijo há mais de três anos e, por isso, em segredo de justiça, já tinha produzido resultados. Devido à divulgação do caso, os jornalistas Francisco Teixeira (editor de Política do DE) e Inês Serra Lopes e o inspector José Torrão foram acusadopelos Ministério Público do crime de violação de segredo de justiça. Mas, em julgamento, os jornalistas foram absolvidos e apenas José Torrão foi condenado pelo crime de violação de segredo de funcionário.

Nesta investigação está em causa uma alteração à Zona de Protecção Especial do Estuário do Tejo (ZPET) decidida três dias antes das eleições legislativas de 2002, através de um decreto-lei assinado, entre outros, pelo actual primeiro-ministro, José Sócrates, na altura ministro do Ambiente. A alteração terá sido fundamental para a construção do Freeport de Alcochete.

O caso foi conhecido em Fevereiro de 2005, quando uma notícia do jornal “O Independente”, poucos dias antes das legislativas, revelou um documento da Polícia Judiciária que mencionava os nomes de José Sócrates e da sua mãe como suspeitos no processo. No entanto, quer a Polícia Judiciária quer a Procuradoria-Geral da República negaram qualquer envolvimento do então candidato a primeiro-ministro no caso.
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Diario Economico

Wolf2009
September 3rd, 2008, 11:22 AM
Ambientalistas metem projecto em causa.
atrasam sempre o país, eles já sabiam porque demoraram a atuar,foi de proposito.

visio
September 7th, 2008, 05:21 PM
SECÇÃO: Destaque

Devido às obras de construção do Centro Comercial na zona do Mercado Municipal e da Central de Camionagem
foto
Comerciantes mudam, este mês, para o antigo Matadouro da Guarda

A obra é realizada numa parceria público-privada, que envolve a Câmara Municipal e o grupo TCN, envolvendo um investimento de 65 milhões de euros.
O presidente da Câmara, Joaquim Valente, referiu que “o que está previsto é que durante o mês de Setembro se criem todas as condições para que [os comerciantes] possam ir para o Matadouro”.
Tudo indica que em Setembro, os comerciantes do Mercado Municipal e do Centro Coordenador de Transportes da Guarda abandonem os espaços e sejam instalados provisoriamente no antigo Matadouro, para permitirem o início das obras de construção do Centro Comercial Guarda Mall, projectado para aquele espaço.
A obra é realizada numa parceria público-privada, que envolve a Câmara Municipal e o grupo TCN, envolvendo um investimento de 65 milhões de euros.
O presidente da Câmara, Joaquim Valente, referiu que “o que está previsto é que durante o mês de Setembro se criem todas as condições para que [os comerciantes] possam ir para o Matadouro”. Contudo, garantiu que, tal como já ficou acordado com os logistas, “enquanto no Matadouro não estiverem reunidas todas as condições de alojamento, de higiene, os comerciantes não podem mudar”.
O autarca recordou que “o processo está a desenvolver-se, no entanto, foi acordado com os comerciantes que, dado a oportunidade de negócio que se perspectivava para o mês de Agosto, um mês em que vêm muitos cidadãos da Guarda, que estão noutras cidades, que estão no estrangeiro, nesse sentido, durante o mês de Agosto, continuou a vender-se no Mercado Municipal”. “Agora, está o mês de Setembro para se fazerem as obras no novo espaço, no antigo Matadouro, e criar todas as condições para que a mudança seja rápida, por forma a que as pessoas não tenham perda de negócio”, referiu.
O projecto do Centro Comercial integra uma área habitacional com 6.500 m2, uma área comercial com cerca de 39 mil m2, um mercado tradicional (que substituiu o actual Mercado Municipal) e um Centro Coordenador de Transportes (que substitui a actual Central de Camionagem) com 9.500 m2, bem como uma área de estacionamento subterrânea com cerca de 1.000 lugares.
Pedro Neves, responsável pela TCN Portugal, que no dia 24 de Junho apresentou o projecto à imprensa, disse que gostaria “que a obra arrancasse em Setembro”. Como as obras têm um prazo de execução de 24 meses, admitiu que a inauguração do segundo Centro Comercial da cidade possa acontecer “em Setembro de 2010”.
O líder da TCN Portugal disse que com este projecto, que criará cerca de mil postos de trabalho directos e indirectos, os promotores pretendem “criar um centro de mobilidade”. Assumiu que é objectivo fazer com que o projecto “seja não só um destino da Guarda mas também regional”, atraindo públicos de Viseu, da Covilhã e também de Espanha.

GAMM
September 8th, 2008, 12:11 AM
Guarda vai ficar com 2 centros comerciais "grandes"?
Sou o unico a achar que nao tem mercado?

Barragon
September 11th, 2008, 01:02 AM
Público Imobiliário:

http://img84.imageshack.us/img84/2033/vivacicaldasgg5.jpg

rpc08
September 13th, 2008, 12:41 AM
Guarda vai ficar com 2 centros comerciais "grandes"?
Sou o unico a achar que nao tem mercado?

Também acho que não...1 chegava. No entanto, a Guarda já precisava de um CC no centro para ter mais vida ao fim-de-semana...

Como a Guarda foi crescendo devido ás pessoas que vieram das aldeias próximas, no fim-se-semana é por hábito toda a gente zarpar e a cidade fica às moscas. Felizmente esta tendência está a decrescer.

visio
September 16th, 2008, 02:23 AM
Abos os CC vão ser no centro da cidade, o que é óptimo.

NewTomorrow
September 18th, 2008, 08:10 AM
Novos projectos permitem criar 3000 empregos 2008-09-17 14:10
Sonae Sierra vai investir 212 milhões de euros em três novos centros comerciais
A Sonae Sierra anunciou hoje que vai inaugurar três novos centros comerciais na Primavera de 2010, num investimento total de 212 milhões de euros.


Na apresentação destes novos projectos, o administrador para o desenvolvimento na Europa da Sonae Sierra, Fernando Oliveira, citado pela Lusa, sublinhou que pelo facto de os novos estabelecimentos terem respeitado "critérios de qualidade e ambientais", o sucesso dos mesmos "não é apenas económico mas também social e ambiental".

Os três novos centros comerciais, cuja área bruta totaliza os 98.200 metros quadrados, situam-se em Leiria, Maia e nas Caldas da Rainha e vão dar origem 3000 novos postos de trabalho.

O responsável da Sonae Sierra referiu ainda que Portugal tem espaço para mais centros comerciais, "não nas grandes, mas nas pequenas e médias cidades, como é o caso de Leiria, Caldas da Rainha e Maia".

A Sonae Sierra detém actualmente 48 centros comerciais espalhados por Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Grécia, Roménia e no Brasil.

No primeiro semestre deste ano, a Sonae Sierra aumentou a sua facturação em 25% para os 84,7 milhões de euros, ao mesmo tempo que o EBITDA cresceu 53,4% para os 43,9 milhões de euros.

Diario Economico

NewTomorrow
September 18th, 2008, 08:28 AM
Centros comerciais vão ser cada vez mais «de conveniência»

2008/09/17 21:36Redacção / RPVAAAA



Estudo da Jones Lang LaSalle alerta para desejo de replicar fórmula «vencedora»
O mercado de retalho está a tornar-se pouco original, avança um estudo da Jones Lang LaSalle sobre a evolução dos centros comerciais a nível europeu. Por isso mesmo, espera-se que os próximos anos representem um período de desenvolvimento de centros comerciais de conveniência a nível nacional.

«No ponto em que nos encontramos, as principais tendências apontam para um maior desenvolvimento de centros comerciais de conveniência, caracterizados pela proximidade dos clientes-alvo, sendo que grande parte destes formatos deverá resultar da reabilitação de centros comerciais obsoletos», refere o presidente da Jones Lang LaSalle Portugal, Manuel Puig, em comunicado.

Na promoção destes empreendimentos será importante «a aposta na diferenciação», que passa pelo desenho do projecto, maior segmentação, variedade de produtos e preocupações ambientais.

A razão para esta tendência, que assenta no diagnóstico de «falta de originalidade» dos modelos de retalho deve-se, segundo o referido estudo, à «crescente internacionalização do sector» e ao desejo de «replicar uma fórmula vencedora».

Questões «verdes» ainda valem pouco

De acordo com a mesma análise, os retalhistas de moda ocuparam cerca de metade das unidades em cada um dos centros comerciais inaugurados durante o ano passado, com os retalhistas internacionais a dominar.

Além disso, os cinemas continuam a ser a âncora mais popular de lazer, presentes em 85 por cento dos projectos.

A Jones Lang La Salle esclarece ainda que os hipermercados são âncoras de cerca de 75% dos principais projectos em 2007 e 2008.

Em matéria de preocupações ambientais, o referido estudo refere que o tema está a ganhar importância, mas que «há poucas evidências de mercado que provem que as questões verdes estejam a influenciar os preços ou a capacidade de um projecto atrair retalhistas».


Agencia Financeira

Barragon
September 18th, 2008, 12:31 PM
pequenas e medias cidades como Leiria :lol: com os seus pequenos 100.000 habitantes :lol:

ainda existem muitas cidades que necessitam de um CC... como as do alentejo, onde eu apontava para um CC em Évora, Beja, Santiago/Sines e Portalegre

rpc08
September 18th, 2008, 06:03 PM
Como assim de conveniência?

traveler
September 21st, 2008, 02:05 AM
Comércio: Maior shopping do grupo Ikea na Europa abre em 16 de Outubro em Matosinhos

Porto, 16 Set (Lusa) - O Mar Shopping, o maior centro comercial do grupo Ikea na Europa, abre em 16 de Outubro em Matosinhos, com 200 lojas, um hipermercado e sete salas de cinema, anunciou hoje o director do empreendimento.

Numa visita às obras do Mar Shopping, Vasco Santos referiu que o novo centro vai ter 14 lojas âncora, entre as quais a já inaugurada Ikea, e uma área de restauração com 1.250 lugares sentados, aberta para um terraço com vista para o mar.

"Uma das nossas maiores preocupações é o conforto das famílias", salientou o director do centro comercial, afirmando que o Mar Shopping terá três espaços para amamentação e mudança de fraldas e um espaço com capacidade para 100 crianças onde os pais podem deixar os seus filhos gratuitamente enquanto vão às compras ou ao cinema.

O vice-presidente da Câmara de Matosinhos, Nuno Oliveira, enalteceu este "grande investimento" que autarquia "conseguiu atrair", criando emprego e reforçando o concelho como "coração económico da Área Metropolitana do Porto".

"Em Matosinhos, temos casos de sucesso na área comercial, inclusive a galinha dos ovos de ouro [NorteShopping]. Só espero que haja clientes para tudo isto", afirmou o autarca.

Jumbo, Zon Lusomundo, Fnac, Rádio Popular, Sony, Brinka, Sport Zone, Casa, Tribo, Sfera, Desigual, Nike, Lacoste, Benetton, Mango, Geox, Lego Kids, Pre Natal, Tutto Chicco, Coronel Tapioca, Timberland, Levis, Salsa e Sacoor são algumas marcas presentes no Mar Shopping.

O novo centro comercial, que tem 100 mil metros quadrados de área bruta locável, terá ainda lojas de sete marcas do grupo galego Inditex (Zara, Pull & Bear, Massimo Dutti, Bershka, Stradivarius, Oysho, Zara Home e Uterque) e dezenas de lojas de restauração, como McDonalds, Burguer King, Pizza Hut, Pans & Company, Millepaste, Frango da Guia e Häagen-Dazs.

O Mar Shopping deverá criar 110 postos de trabalho directos e 2.800 indirectos.

Com 5.100 lugares de estacionamento, o novo centro deverá receber 15 milhões de visitantes no primeiro ano, de acordo com a estimativa de Vasco Santos.

Este primeiro centro comercial do grupo sueco na Península Ibérica representa um investimento de 170 milhões e é "o maior espaço comercial do Norte de Portugal".

Criado em 2001, o Inter Ikea Centre Group está sedeado em Copenhaga (Dinamarca) e possui 250 colaboradores, mais de 700.000 metros quadrados de área de retalho e mais de dois mil milhões de euros de vendas anuais nos centros comerciais que promove e gere.

Estes recebem cerca de 90 milhões de visitantes por ano, estando sempre associados a uma loja Ikea e mantendo-se propriedade do grupo sueco de mobiliário, que constrói os centros comerciais numa perspectiva de "investimento a longo prazo".

Actualmente, o grupo possui 24 centros comerciais na Europa, mas prevê duplicar este número nos próximos anos e expandir-se para novos mercados.

Em Portugal, os planos de expansão do Ikea prevêem um investimento de 660 milhões de euros e a criação de 4.000 postos de trabalho directos até 2015, com a abertura de sete lojas (incluindo as de Alfragide e Matosinhos), dois centros comerciais (o de Matosinhos e um outro ainda a anunciar) e três fábricas Swedwood em Paços de Ferreira.

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-09-16 17:35:05

rpc08
September 21st, 2008, 01:20 PM
O Natal está próximo, e os CC's abrem todos nesta altura para fomentarem o consumismo e encherem logo os bolsos.

Andre_Filipe
September 22nd, 2008, 05:28 PM
pequenas e medias cidades como Leiria :lol: com os seus pequenos 100.000 habitantes :lol:

ainda existem muitas cidades que necessitam de um CC... como as do alentejo, onde eu apontava para um CC em Évora, Beja, Santiago/Sines e Portalegre

O Grupo FDO, através da empresa FDO Imobiliária S.A., vai investir até 2010 em 10 novos centros comerciais. Num valor de investimento que ronda os 400 milhões de euros, as cidades escolhidas foram a Guarda, Caldas da Rainha, Maia, Évora, Setúbal, Covilhã, Felgueiras, Braga, Beja e Vila Nova de Gaia.
A marca comum a todos os espaços já está definida e será VIVACI.

Actualmente em construção, estão os centros das Caldas da Rainha e da Guarda, estando já em fase de arranque o projecto da Maia. No total serão criadas cerca de 900 lojas, em 235.000m2 de área bruta locável e 600.000m2 de área bruta de construção, que irão gerar globalmente cerca de 22 mil postos de trabalho directos e indirectos.

Os primeiros centros comerciais a entrar em funcionamento serão os da Guarda, Caldas da Rainha e Maia, que serão em 2008. Os restantes abrirão as portas entre 2009 e 2011, em datas a anunciar oportunamente.

visio
September 24th, 2008, 08:18 PM
O princípio do fim dos centros comerciais
Cushman&Wakefield diz que já não há espaço para mais centros comerciais de grande dimensão.

Ana Baptista

Já não é o primeiro aviso, mas depois da crise financeira dos últimos meses tornou-se definitivamente mais sério. Tão sério que pode mesmo ser o princípio do fim dos centros comerciais, um mercado que até ao ano passado era a “estrela” do imobiliário português.

De acordo com um estudo da consultora Cushman & Wakefield, ontem revelado aos jornalistas, o mercado está a começar a ficar saturado, não só de projectos concluídos, mas também em fase de desenvolvimento de tal forma que há projectos que podem mesmo não avançar.

“Estamos convencidos que não há espaço para muitos mais centros comerciais em zonas onde eles já existem, nem há espaço para grandes centros, mas sim para centros de bairro (seis a dez mil metros quadrados)”, repara Eric van Leuven, director-geral da Cushman&Wakefield em Portugal. Braga é um exemplo disso, onde estão previstos cinco novos centros comerciais. Para este responsável, o mercado chegou a um ponto em que apenas os promotores que estão há mais tempo no mercado, como a Sonae Sierra, a holandesa Multi Development ou a Chamartín conseguirão sobreviver. “Muitos promotores acreditam que vão ter o conceito ideal, mas depois imitam os mesmos conceitos e acabam por não ter sucesso”, comenta Luís Rocha Antunes, director de investimento da mesma consultora.

Exemplo disso é o Palácio Sotto Mayor, o centro comercial da espanhola Pryconsa. “Nunca houve grandes estudos de mercado e não conseguiram atrair uma âncora, como por exemplo, um supermercado ou um ‘health club’”, diz Eric van Leuven, acrescentando que este centro “ou se renova ou está condenado”. A reconversão, tal como aconteceu com o Sétima Avenida, pode ser uma das possibilidades. Aliás, para Eric van Leuven, transformar estes centros antigos mais pequenos em escritórios ou ‘call centers’ é uma possibilidade.

Apesar dos constantes avisos, a Cushman prevê que 2008 termine com um máximo histórico em termos de novas aberturas, um crescimento em contra ciclo com a actual situação económica. A oferta total de conjuntos comerciais atingiu perto de três milhões de metros quadrados no final do primeiro semestre de 2008 e até ao final do ano espera-se que entrem mais 300 mil metros quadrados de novos centros.

traveler
September 25th, 2008, 02:56 AM
24/09/2008
Millingan e Urban Developers promovem Barreiro Retail Planet
A oferta comercial do Barreiro, na margem sul, vai expandir-se. A parceria Milligan / Urban Developers vão promover um novo conceito de retalho naquela cidade, que conjugará os formatos de retail park e galeria comercial. Designado Barreiro Retail Planet, o projecto contempla uma Área Bruta Locável (ABL) de 35.000 m², distribuída por cerca de 40 lojas e de oferta especializada e restauração e 13 lojas em retail park, para além de estacionamento para 1.750 viaturas. A comercialização já está a decorrer, e é assegurada pela Jones Lang LaSalle.
«A localização do Barreiro Retail Planet no epicentro da Península de Setúbal e com excelentes acessos, permite apostar num posicionamento subregional, não se limitando ao mercado do Barreiro», afirmou Manuel Puig, director geral da Jones Lang LaSalle. Concebido pela Broadway Malyan, o projecto dispõe de licença comercial, bem como o hipermercado. O arranque da construção está agendado para o segundo semestre do ano, devendo ficar concluída durante os primeiros seis meses de 2010. Entretanto, está já confirmada a presença de três âncoras de grande dimensão. O grupo Auchan estará presente com um hipermercado Jumbo com 11.240 m², ao passo que a Decathlon ocupará uma área de 4.000 m² e o AKI aproximadamente 3.578 m². Este responsável explicou ainda que «o facto de estarem confirmados o Hipermercado Jumbo e outras duas das principais insígnias que operam no mercado de retail parks a nível europeu, faz com que o empreendimento esteja perfeitamente alavancado, permitindo que os restantes operadores de retalho activos no mercado português possam implantar-se no projecto com riscos muito reduzidos e com uma excelente expectativa quanto à sua performance». De acordo com informação avançada pela consultora imobiliária, a Milligan e a Urban Developers pretendem atrair retalhistas implantados no mercado do Reino Unido e que procurem expandir-se internacionalmente. Esta indicação do mandato de comercialização está a ser seguido pela recentemente adquirida equipa de retalho Out of Town da Jones Lang LaSalle, que está localizada em Londres.

NewTomorrow
September 25th, 2008, 08:13 AM
Hipermercados vão continuar fechados aos domingos
O Partido Socialista pediu mais um estudo sobre os impactos, o que adia a decisão.



O PS prepara-se para propor mais um estudo, desta vez a fazer pela Assembleia da República, sobre a abertura de hipermercados aos domingos. A posição será tomada hoje, durante a discussão no Parlamento da petição da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) e vai ter como consequência mais um adiamento de uma tomada de decisão sobre esta matéria.

A bancada socialista vai pedir o “aprofundamento e sistematização dos estudos já existentes, por uma entidade independente”, tal como já estava previsto numa das conclusões inscritas no relatório que apresentou na Comissão de Assuntos Económicos, em Julho passado.

O PS pretende ainda que o trabalho seja conduzido pela Assembleia da República “ao abrigo do protocolo existente” com diversas universidades. E classifica-o como de “máxima relevância” na análise do projecto do PSD sobre este tema. Na sua iniciativa, o PSD prevê a entrega aos autarcas da decisão sobre os horários das grandes superfícies – o projecto está pendente no Parlamento desde Maio. Com este pedido de um novo estudo, o PS vai acabar por prolongar este debate.

Os estudos têm sido o argumento também utilizado pelo Governo para não avançar já com uma decisão sobre a matéria. O secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Fernando Serrasqueiro, pediu mesmo uma avaliação detalhada sobre o custo social e económico da abertura das grandes superfícies comerciais aos domingos, mas ainda não tem os resultados, garante o seu gabinete.

Ainda assim, em Junho, quando a liberalização dos horários dos hipermercados foi debatida em comissão, Serrasqueiro garantiu que o Executivo tomaria uma decisão até ao final da legislatura (2009).

Nessa altura, o secretário de Estado mostrou-se pouco receptivo ao projecto do PSD, preferindo refugiar-se na necessidade de promover estudos sobre o “impacto” da liberalização no comércio tradicional. “Queremos conhecer os impactos dos horários e não quem os vai decidir”, disse Serrasqueiro, encerrando o tema.

Mas a posição do PSD vai voltar a ser colocada em cima da mesa hoje no plenário. Ao Diário Económico, o deputado Hugo Velosa disse que vai assinalar o “impressionante número de pessoas que subscreveram a petição da APED” para justificar a manutenção da sua “posição de descentralizar a decisão”. Mas o deputado também adianta que “o reagendamento do projecto, cuja discussão foi viabilizada pelo PS, depende da maioria e neste momento ainda nada está previsto”. Nem mesmo propostas de alterações ao projecto, que o PSD vai dizendo que “pode ser adaptado”. Só não recuarão mesmo na entrega da decisão aos autarcas.


1 - Jerónimo Martins mais forte na Polónia
A Jerónimo Martins (JM) anunciou ontem, após o fecho do mercado, que a Autoridade da Concorrência polaca autorizou a operação de concentração Biedronka/Plus. A luz verde implica no entanto a venda de 25 lojas Plus e de 13 Biedronka, além da redução de área de venda em três lojas Plus. Recorde-se que a JM comprou as lojas Plus em Portugal (75) e na Polónia (210) no final do ano passado por 320 milhões de euros. A acção da empresa conheceu ontem uma forte subida em bolsa (10,8%), tendo encerrado a sessão a valer 5,70 euros. Fonte do mercado, considera esta subida “algo estranha”.

2 - Sonae critica manutenção da lei actual
Nuno Jordão, CEO da Sonae Distribuição, afirmou recentemente ao Diário Económico ser “difícil vislumbrar um argumento para não terminar com a discriminação” da proibição da abertura dos hipermercados aos domingos. E expressou o seu descontentamento pela manutenção de uma lei que “beneficia sobretudo o formato comercial mais agressivo para o pequeno comércio que é o hard discount”. “Os franceses do Minipreço e os alemães da Lidl nunca pediram tal favor”, chegou a dizer.A Sonae prevê que a liberalização dos horários do comércio permitiria criar dentro da empresa cerca de 1100 empregos directos.


Petição

- Há um ano foi entregue na Assembleia da República uma petição da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição. Foram reunidas 250.279 assinaturas.

- Os peticionários pediram a alteração à lei sobre o horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais. O objectivo era permitir a sua abertura aos domingos e feriados.

- A petição sobe hoje a plenário, e será avaliada por todos os grupos parlamentares. Uma obrigação que decorre de uma das últimas alterações ao regimento da Assembleia da República: todas as petições que reúnam assinaturas de mais de 4 mil cidadãos são discutidas em plenário, com intervenções de todos os grupos parlamentares.



Diario Economico

visio
September 26th, 2008, 01:27 AM
O Grupo FDO, através da FDO Imobiliária, vai iniciar em breve a construção do centro comercial VIVACI Beja, que deve abrir portas em 2010.
Localizado na zona nordeste da cidade, junto à chamada Estrada das Apolinárias, o novo centro comercial representa um investimento de 30 milhões de euros e permitirá a criação de 1.500 postos de trabalho directos e indirectos.
Fonte ligada ao processo revelou ao "CA" que o novo espaço comercial conta já "com uma taxa de comercialização de 55 por cento", tendo assegurada a presença de insígnias como Modelo, Worten, Sportzone, Max Mat, Modalfa, Zippy, Book it e Loop, assim como quatro salas de cinemas Vivacine e algumas lojas de renome internacional.
Acrescenta a mesma fonte que o VIVACI Beja se apresenta "como um centro comercial moderno, adequado à cidade e à sua respectiva área de influência".

Barragon
September 26th, 2008, 01:59 AM
Penso que já não serão necessários muitos mais CC's... a não ser aqueles que poderão ainda ter algum mercado (em cidades médias que ainda não tenham)

mynuster
September 27th, 2008, 05:25 PM
agora é retail planet loool :lol:

NewTomorrow
October 3rd, 2008, 09:10 AM
Sonae Sierra vai abrir 53 centros comerciais
Nos próximos cinco anos, a Sonae Sierra vai abrir 53 centros comerciais. O investimento previsto é de 1,99 mil milhões de euros, com a Roménia a conseguir 45% do valor e Portugal apenas 5%.




Nos próximos cinco anos, a Sonae Sierra vai abrir 53 centros comerciais. O investimento previsto é de 1,99 mil milhões de euros, com a Roménia a conseguir 45% do valor e Portugal apenas 5%.

“O nosso plano é chegar a 2013 com 26% dos activos que gerimos em Portugal” (contra os actuais 40%), disse hoje Álvaro Portela aos jornalistas.

O presidente executivo da Sonae Sierra explicou que depois da Roménia, segue-se o Brasil, Itália, Alemanha, Espanha e Grécia. Portugal é o último da lista de preferências porque é um mercado onde “é muito difícil encontrar oportunidades interessantes”.

Álvaro Portela vê a saturação do mercado como “um conceito dinâmico”, uma vez que continua a acreditar que “o futuro de Portugal não é a recessão”. Mas é peremptório: “Há demasiados centros comerciais a abrir. O efeito de canabalização vai acontecer”.

Recorde-se que a Sonae Sierra anunciou recentemente a inauguração na Primavera de 2010 de três novos centros comerciais: Leiria, Maia e Caldas da Rainha. Trata-se de um investimento total de 212 milhões de euros.

Os três novos centros comerciais, que totalizam uma área bruta de 98.200 metros quadrados, irão criar 3.000 novos postos de trabalho.

A Sonae Sierra é proprietária de 48 centros comerciais em Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Grécia, Roménia e Brasil.




Jornal de Negocios

mister B
October 4th, 2008, 11:42 PM
:lol::horse: mais um para maia? outro para caldas da rainha?:lol:

Barragon
October 4th, 2008, 11:51 PM
Disseram-me que iam fazer mais um na Vila Cova à Coelheira

rpc08
October 4th, 2008, 11:52 PM
Disseram-me que iam fazer mais um na Vila Cova à Coelheira

Em qual delas?

traveler
October 8th, 2008, 12:13 AM
Sonae Sierra vai abrir 53 shoppings nos próximos cinco anos e o Brasil é um dos destinos
A Sonae Sierra pretende abrir 53 shoppings nos próximos cinco anos.


[07-10-2008] [ Vida Imobiliária ]

O anúncio foi feito pelo presidente executivo do grupo português, Álvaro Portela, durante encontro com jornalistas, em Lisboa. O Brasil é um dos principais destinos para os investimentos do grupo. O investimento total previsto é de 1,99 bilhões de euros e cerca de 45 % será feito na Romênia. O Brasil recebera 15% e apenas 5% será investido em Portugal. “O nosso plano é chegar a 2013 com 26% dos ativos que gerimos em Portugal” (contra os atuais 40%), disse, quinta-feira (2), Álvaro Portela. O presidente da Sonae Sierra disse que, depois da Romênia, segue-se o Brasil, Itália, Alemanha, Espanha e Grécia.
Portugal é o último da lista de preferências porque é um mercado onde “é muito difícil encontrar oportunidades interessantes”. Assim, do total que o grupo português planeja investir, 45% será na Romênia, 14% no Brasil e 13% na Península Ibérica, sendo 8% em Espanha e 5% em Portugal, 11% em Itália, 10% na Alemanha e 7% na Grécia. De janeiro a junho, o resultado líquido consolidado da Sonae Sierra foi de 1,3 milhões de euros, face a 163,7 milhões de euros do primeiro semestre de 2007. A queda é consequência do forte recuo das avaliações dos shoppings em carteira, devido à turbulência nos mercados imobiliários. De acordo com Álvaro Portela, tal como aconteceu de janeiro a junho, também no terceiro trimestre deste ano estas perdas deverão ser amortecdas por ganhos de valorização dos ativos no Brasil. Sobre Portugal, Álvaro Portela vê a saturação do mercado como “um conceito dinâmico”, uma vez que continua a acreditar que o futuro do país "não é a recessão”. Mas, diz que “há demasiados centros comerciais (shoppings) a abrir. O efeito de canabalização vai acontecer”. A Sonae Sierra é proprietária de 48 shoppings em Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Grécia, Romênia e Brasil.

NewTomorrow
October 9th, 2008, 04:53 AM
^^^^^^^^

essa noticia já tinha colocado , ve na pagina antes desta

visio
October 18th, 2008, 08:44 PM
Centros comerciais podem ser "asneiras" ou "catalisadores"
Área Metropolitana do Porto Região já tem mais de 30 grandes superfícies e há mais 17 projectadas ou em construção
2008-10-15
HUGO SILVA

Quem mora no Grande Porto já pode visitar um centro comercial em cada dia do mês. Amanhã, abre o 31.º shopping da região: o Mar Shopping, da Ikea, em Matosinhos. Não fica muito longe do "gigante" Norteshopping.

Num país dado a recordes - não faltam tentativas de entrar no Guinness - o novo centro não escapa à regra e anuncia-se como a maior unidade comercial da Ikea na Europa. É mais um grande shopping, que se soma aos já existentes no Grande Porto (uma área geográfica alargada entre a Póvoa de Varzim e Famalicão até Baião e Amarante e Ovar e Oliveira de Azeméis). A concentração é maior nos concelhos do núcleo central da Área Metropolitana: só no Porto há 10, em Gaia há quatro e em Matosinhos passa a haver três. Para os próximos anos, perspectiva-se a construção de mais de uma dezena de centros comerciais. E nestas contas não entram os hipermercados, muitas vezes com galerias associadas.

"É o paradigma da asneira, sobretudo num momento de crise profunda, em que tanto se fala da necessidade de apoiar as micro e pequenas empresas, para sustentar a economia. É uma hipocrisia", sentencia Laura Rodrigues, presidente da Associação de Comerciantes do Porto.

Comércio tradicional "derretido"

Fernando Sá Pereira, líder da Associação Empresarial de Matosinhos, acompanha a crítica. "O comércio tradicional está a ser derretido", desabafa, argumentando que por cada shopping novo há várias lojas de rua a fechar. "Os centros das cidades estão a ficar desertos, ficando entregues à protituição, à droga e aos assaltos", considerou o empresário.

Opinião diferente tem Francisco Claro Oliveira, presidente da Associação Comercial e Industrial de Gaia (ACIGaia), que vê nas grandes superfícies "catalisadores", cuja atractividade pode beneficiar o comércio nas artérias envolventes. Ao JN, aponta como exemplo o El Corte Inglés, que se instalou junto à Avenida da República: "Todos os estabelecimentos na envolvente fazem negócio, nunca estão vazios, e as rendas são das mais caras de Gaia".

"O pequeno comércio tem que se especializar e não pensar em fazer concorrência às grandes superfícies", observa Francisco Claro Oliveira, argumentando que "os centros comerciais competem entre si e não com o comércio tradicional". Na rua, o principal problema serão mesmo as "lojas de chineses", sublinha o dirigente.

"As cidades estão a ser preteridas e secundarizadas, em relação aos centros comerciais. Mas é preciso recordar que o país sem cidades é pobre", contrapõe Laura Rodrigues, contestando a "falta de responsabilidade" de quem aprova tantos centros comerciais.

"A abertura de mais grandes superfícies tem mais a ver com especulação imobiliária do que com os interesses dos consumidores", indicou Jorge Pinto, do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços do Norte (CESNorte). Lembra que já há centros comerciais com muitas lojas vazias e em dificuldades.

O sindicalista argumenta, ainda, que os empregos criados são, normalmente, precários e que, a prazo, a abertura dos shoppings contribui para o encerramento de lojas tradicionais, lançando pessoas para o desemprego. "Quando se fala na criação de emprego com os centros comerciais isso é uma falácia", diz Jore Pinto.

Na Associação Nacional de Centros Comerciais ninguém esteve disponível para falar ao JN.

traveler
October 22nd, 2008, 01:34 AM
Amadora recebe o maior Centro Comercial da União Europeia em 2009





Dolce Vita Tejo vai acolher novo megaespaço para as crianças brincarem aos adultos

Amadora com maior shopping da União Europeia em 2009

O centro comercial custa 275 milhões de euros abrange seis concelhos e vai criar sete mil novos postos de trabalho.
O concelho do Amadora vai acolher o maior centro comercial da União Europeia já em Maio de 2009 e proporcionar sete mil novos postos de trabalho. Dolce Vita Tejo é o nome da superfície comercial que representa um investimento de 275 milhões de euros por parte da Chamartín Imobiliária. Só Moscovo terá, dos projectos até agora confirmados, uma superfície comercial de maior dimensão.

O facto de estar localizado na zona norte do concelho de Amadora dá uma área de confluência de seis concelhos densamente povoados: Lisboa, Loures, Oeiras, Odivelas, Sintra e Amadora.

Na prática, o novo shopping vai estar ligado directamente a 1,9 milhões de habitantes, que estão a menos de 30 minutos de aceder a um espaço com 310 lojas, uma praça de alimentação com 40 restaurantes, 12 salas de cinema preparadas para receber três mil espectadores, nove mil lugares de estacionamento e o maior Jumbo da Península Ibérica.

A superfície comercial vai ser a única em Portugal a ter cobertura transparente em ETFE, aliado a conforto e eficiência energética.

De olhos nos pequenotes

Para além de ser o maior centro comercial da Europa, o Dolce Vita Tejo apresenta como grande aposta e novidade, e pela primeira vez em território luso, o universo KidZania. Em causa está um novo conceito de entretenimento que permitirá às crianças brincar aos adultos.

Com um investimento de 15 milhões de euros e proporcionando 200 pontos de trabalho, «trata-se de mais uma aposta da Dolce Vita num projecto inovador e de grande qualidade, que virá revolucionar a indústria do entretenimento familiar em Portugal», disse ao Destak Jaime Lopes, presidente executivo da Chamartín Imobiliária.

A KidZania é uma espécie de cidade das crianças, onde os mais pequenos exploram o mundo através do conceito de brincar aos adultos, conhecendo e representando mais de 60 profissões e actividades distintas. «Além do entretenimento, temos de destacar a componente educacional através da qual as crianças poderão, de forma interactiva e divertida, aprender conceitos, reforçar conhecimentos aprendidos na escola e valorizar a importância de cada profissão», disse Jaime Lopes.


In Destak, 21-10-2008

NewTomorrow
October 22nd, 2008, 08:58 AM
Madeira

Para a época natalícia
“Shoppings” ultimam preparativos



Os três grandes centros comerciais da Madeira estão, neste momento, a ultimar os preparativos para assinalar a época natalícia que se aproxima.
No caso do Forum Madeira, que já habituou os madeirenses a desde cedo ter o seu espaço ao ar livre decorado antecipadamente, a agenda das actividades para este Natal ainda não está fechada. Segundo o director de Markting, Vítor Rodrigues, a decoração começa a ser montada já a 3 de Novembro, mas não quis adiantar mais pormenores, porque a decoração e a animação estão «ligadas».
Também no MadeiraShopping o programa de animação ainda não está todo completo, contudo, na parte da decoração e animação tudo já está definido. Diferente do ano passado, a decoração será montada durante o mês de Novembro, sendo que a animação naquele espaço comercial, quer para crianças e adultos, começa já na última semana de Novembro.
De acordo com Alberto Pereira, director do MadeiraShopping, a decoração costuma ser baseada na tradição do Natal madeirense, e neste caso «a iluminação é um ponto muito forte com os brancos e as chuvas de luzes e com motivos muito apelativos em termos de cores, desde os verdes, os dourados, passando também pelos prateados».
Um outro centro comercial que pelo segundo ano aposta nas decorações de Natal para chamar mais consumidores ao espaço comercial é o Dolce Vita Funchal, mas que não nos foi possível chegar à fala com os responsáveis


Jornal da Madeira

Wolf2009
October 26th, 2008, 02:51 PM
Desculpem a pergunta aonde é que vai abrir o vivaci Setúbal e em que zona cidade se vai construir.

Wolf2009
October 26th, 2008, 08:58 PM
Vivaci Setúbal

http://www.fdo.pt/fdoicc/UserFiles/Images/setúbal%20386.JPG

Localização: Setúbal
Data de Abertura: 2010
ABC Total (Área Bruta Construção Total): 149.160 m2
ABL Total (Área Bruta Locável Total): 51.070 m2
Nº de Lojas: 95
Proprietário: FDO Imobiliária
Promotor: FDO Imobiliária


Retail Park Setúbal

http://www.sonaesierra.com/uploadfiles/imagebank/images/ded80021-b439-4d80-b226-ea1fff26e54a.jpg

Localização: Setúbal
ABL: 20.300 m2
Inauguração: 2010
Número de Lojas: 18
Lugares de Estacionamento: 880
Proprietários: Sonae Sierra (50%) / Miller Developments (50%)
Promotores: Sonae Sierra / Miller Developments
Investimento: 23,0 Milhões de Euro
Área de influência: 154.000 Habitantes


Forum Setúbal não se sabe muito fica na urbanização nova setúbal juntamente com o Retail Park Setúbal se projecto nova Setúbal avançar os dois são construidos caso contrario ficam os dois no papel tudo por causa da quercus.

Dolce Vita Setúbal deste não se sabe Muito só que gerou polemica mais nada e que ia ser perto da doca das fontainhas.

traveler
November 5th, 2008, 01:35 PM
05/11/2008
Primeiro Vivaci já abriu na cidade da Guarda
O primeiro centro comercial da marca Vivaci, da FDO Imobiliária, abriu hoje oficialmente as suas portas ao público. A cerimónia de inauguração aconteceu ontem, dia 4 de Novembro, na cidade da Guarda. Resultado de um investimento de 33.2 milhões de euros, o complexo ocupa uma área de construção de 37.850 m² na avenida dos Bombeiros Voluntários Egitanenses, e oferece 80 lojas, incluindo 17 restaurantes, distribuídos por uma Área Bruta Locável (ABL) de 14.010 m². Dispõe também de 400 lugares de estacionamento.
Insígnias como a Zippy, Worten, Pão de Açúcar, DeBorla, Loop, Vivacine Cinemas (complexo de quatro salas de cinema, duas das quais digitais), Page One, Sportzone, Multiopticas, Lanidor, Popking, Millennium, Barreiros & faria, Livraria Bertrand, Intimissi, Calzedónia, Benneton, Lego, Lion of Porches, são algumas das principais âncoras presentes no espaço. Projectado pela Promontório Arquitectos, o espaço foi construído pela FDO Construções. Já a gestão do empreendimento é da responsabilidade da FDO Imobiliária e da CB Richard Ellis. O processo de comercialização tem sido conduzido pela Jones Lang LaSalle.

visio
November 13th, 2008, 11:24 PM
Lojistas abandonam Dolce Vita em crise
00h30m
NATACHA PALMA

O Dolce Vita de Ovar vive momentos de crise. Inaugurado há pouco mais de ano e meio, com 74 lojas, o centro comercial, que continua a ser o único do género no concelho, já viu fechar 13 estabelecimentos e o cinema drive-in.

Ex-lojistas, que falam em prejuízos que alcançam os 250 mil euros, apontam o dedo à administração do shopping e à Chamartin Imobiliária, a proprietária do espaço. Dizem que foram criadas expectativas que nunca se confirmaram e que, depois, quando os negócios começaram a falhar, nunca mostraram abertura para renegociar as rendas.

Os ex-lojistas que falaram com o JN, sob anonimato por temerem prejudicar o andamento dos processos judiciais que têm pendentes com os responsáveis do centro comercial, explicaram que "tudo começou mal logo desde o início".

"Quando o agente comercial me abordou, disse-me que o shopping iria ter cinco salas de cinema, um drive-in que seria o único no país a funcionar de forma permanente, e ainda várias lojas do grupo Inditex, como a Zara, a Bershka, a Pull &Bear, entre outras. Nada disso se concretizou. Só existe uma sala de cinema com 50 lugares; o aparelho de projecção do drive-in avariou e nunca mais o puseram a funcionar e as tais lojas, que funcionariam como âncora, nunca apareceram, isto, depois de me terem dito que já estava tudo contratualizado com o grupo Inditex", contou uma comerciante que já abandonou aquele centro comercial.

A outro ex-lojista terá sido dito que poderia contar com um movimento diário de 10 mil pessoas, "o que nunca aconteceu, nem de perto, nem de longe". "Disseram-nos, ainda, que teríamos, no mínimo, um volume de negócios por dia de cerca de mil euros. Ora, nem nos melhores dias nós conseguimos chegar, sequer, a metade desse valor. E nós pagávamos uma renda de 4500 euros. Como é que era possível continuar?", criticou.

"Nós tentámos renegociar o valor das rendas, que era altíssimo, mas parece que a administração está apostada em deixar aquilo fechar de uma vez. Prova disso é que nenhuma das lojas que fechou reabriu com outro negócio", fez notar um comerciante.

O JN procurou obter resposta a tais acusações junto da administração do Dolce Vita, mas aquela não respondeu, em tempo útil, às questões levantadas.
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traveler
November 16th, 2008, 01:49 AM
14/11/2008
Oferta de retalho em Portugal atingiu os 3 milhões de m² no final do 1º sem. 2008
De acordo com o último Shopping Centre Development Europe, publicado pela consultora imobiliária Cushman & Wakefield, a oferta total de conjuntos comerciais atingiu perto de 3 milhões de metros quadrados no final do primeiro semestre de 2008, tendo-se registado, nesse período, a abertura de três conjuntos comerciais totalizando cerca de 110.000 m². A região Centro tem mantido a tendência de crescimento dos últimos anos, sendo actualmente a zona do país com maior peso, a seguir à Grande Lisboa.
O crescimento do mercado deverá ser, de acordo com esta consultora, uma constante nos próximos três anos, com um volume de ABL prevista na ordem dos 2 milhões de m². As regiões da Grande Lisboa e do Grande Porto concentram uma parte significativa das intenções dos promotores, com cerca de 48% do total da ABL prevista. Marta Leote, directora do departamento de Research & Consulting da C&W em Portugal , afirma que “apesar de ser um dos países mais maduros no sector de retalho, Portugal acompanha a evolução internacional, prometendo estabelecer em 2008 um máximo histórico, em termos de novas aberturas. Este crescimento mantém-se em contra ciclo com a situação que se vive no mercado, não só no que diz respeito ao consumo nacional, como também no que se refere à evidente retracção nos planos de expansão dos retalhistas”, conclui Marta Leote. A nível europeu, deverão ser inaugurados mais de 15 milhões de m² de novos projectos até final do ano, tratando-se do valor anual mais alto desde 1956, data em que a Cushman & Wakefield começou a monitorizar a abertura e expansão de centros comerciais na Europa. Quinze milhões de metros quadrados correspondem à dimensão de 16 projectos semelhantes ao Mall of Arabia, localizado no Dubai, o maior centro comercial do mundo projectado, que conta com mais de 900.000m² de ABL. No topo do ranking dos 34 países com a maior oferta futura de centros comerciais está a Rússia, com 10 milhões de metros quadrados em construção e com abertura prevista até ao final de 2009. Este valor inclui 14 mega centros regionais, cada um com mais de 100.000 m².

traveler
November 19th, 2008, 01:47 AM
17/11/2008
Bouygues prepara novos projectos para o Grande Porto
A Bouygues Imobiliária, um dos principais players com actividade na promoção de centros comerciais e retail parks em Portugal, prepara-se para lançar em breve novos projectos no mercado nacional. Em declarações à VI News, o director geral da empresa, Aniceto Viegas, disse que «estamos neste momento a preparar dois novos projectos de retalho, num processo que já está em fase muito avançada. Contamos apresentá-los em breve, possivelmente ainda este ano». Sem revelar pormenores, este responsável avançou, contudo, com a informação que estes «ficarão localizados mais a norte do país, na zona do Grande Porto».
Actualmente, na carteira de projectos em desenvolvimento pela promotora de origem francesa incluem-se cinco projectos, já oficialmente apresentados, na área do retalho. Em causa estão dois retail parks, em Lisboa e Portimão, dois centros comerciais, em Braga e Portimão, e um complexo misto, que integra as duas valências (centro comercial e retail park), na cidade de Guimarães. Conjuntamente, estes projectos compreendem um investimento que ascende aos 470 milhões de euros, totalizando uma Área Bruta Locável (ABL) de 166.370 m². Além destes, a empresa inclui no seu portfólio três complexos de retail park em operação no mercado nacional, que totalizam 36.016 m² de ABL. Estes foram alienados pela Bouygues investidores institucionais internacionais: a Generalli, que adquiriu o Viana Retail Center (Viana do Castelo), e à CGS / Commerz Bank, que detém o Albufeira Retail Park e o Braga Retail Center. A entrevista com Aniceto Viegas é desenvolvida na Vida Imobiliária de Novembro.

visio
November 24th, 2008, 07:54 PM
Os analistas do BPI consideram que a Soane Sierra deverá ter mais dificuldades em atingir uma ocupação total dos centros comerciais que tem em projecto, tendo em conta a noticia avançada pelo Negócios.

Os promotores imobiliários e proprietários de centros comerciais estão a sentir cada vez mais dificuldade em ocupar a totalidade da área bruta locável (ABL) dos “shoppings” e isso está a dar mais capacidade de negociação aos lojistas.

A conclusão é de vários especialistas do mercado, que, contactados pelo Negócios, admitem que a saturação de centros comerciais no país poderá conduzir, a breve prazo, a espaços meio vazios.

Para a equipa de analistas do BPI, que conferem um preço-alvo de 1,40 euros à Sonae SGPS e uma recomendação de “comprar”, estes dados deverão ter um impacto “neutral a negativo” na empresa.

Este impacto é justificado pelo facto de “poder significar que os projectos em desenvolvimento da Sonae Sierra em Portugal poderem ter problemas em atingir uma elevada ocupação depois de inaugurados.” O banco de investimento recorda que em 2007 a empresa detinha uma capacidade de ocupação média de 96%.

Também os espaços que a empresa já possui em território nacional “poderão enfrentar alguma pressão competitiva dos novos centros comerciais, o que poderá levar a uma renegociação em baixa das actuais rendas.”

Os analistas sublinham ainda que “acreditam que a Sonae Sierra está bem posicionada para mostrar mais resistência a esta queda das rendas nos próximos anos” e que a empresa tem vindo a “reduzir a sua exposição a Portugal.”

traveler
December 12th, 2008, 03:03 AM
11/12/2008
FDO inicia construção do Centro Pastoral de Torres Vedras
A FDO construções vai investir quatro milhões de euros na construção do Centro Pastoral de Torres Vedras, um projecto destinado a um centro social com creche, espaço ATL e centro de dia. Com uma área de 2300 m2, este edifício de forma de polígono irregular, terá dois pisos elevados com uma zona central em forma de elipse. O projecto inclui também um parque de estacionamento e zonas ajardinadas com um recinto de lazer. O Centro Pastoral de Torres Vedras terá ainda um auditório e várias salas multiusos.
O prazo de execução da obra é de 25 meses, estando a conclusão marcada para final de 2010.

rpc08
December 12th, 2008, 10:54 PM
^^traveler, isso não é um centro comercial...

Uma foto do centro Colombo já enfeitado a rigor para a época:

http://i295.photobucket.com/albums/mm158/rpc08/Foto0433.jpg

Barragon
December 12th, 2008, 11:52 PM
Andaste por terras mouras :D

rpc08
December 12th, 2008, 11:54 PM
Uma visita de estudo a Lisboa que terminou no Colombo por causa do mau tempo :lol:

NewTomorrow
December 13th, 2008, 09:15 AM
Qualidade dos Sistemas de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho
Dolce Vita com Certificação OHSAS 18001



A Chamartín Imobiliária, proprietária dos Centros Comerciais Dolce Vita, obteve a certificação OHSAS 18001, que distingue a qualidade dos Sistemas de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho, dando, assim, cumprimento aos valores e princípios orientadores da Política de Sustentabilidade. O Bureau Veritas Certification foi a entidade certificadora internacional que reconheceu o Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho da Chamartín e as boas práticas implementadas pela empresa nesta área. A certificação OHSAS 18001 permite demonstrar o compromisso da Chamartín Imobiliária com a Segurança e Saúde no Trabalho, bem como melhorar continuamente a sua imagem corporativa. Simultaneamente, a especificação OHSAS 18001 assegura a conformidade com a legislação nacional e comunitária de Segurança e Saúde no Trabalho. A Chamartín Imobiliária está, assim, certificada em três referenciais, Qualidade (desde 2005), Ambiente (desde 2006) e recentemente Segurança e saúde no trabalho.


Jornal da Madeira

visio
December 15th, 2008, 09:19 PM
‘Shoppings’ que queiram mais área de venda têm de passar agora pelo processo de licenciamento comercial. Nova lei está nas mãos do Presidente da República.

Sónia Santos Pereira

Os centros comerciais que pretendam aumentar a sua área de venda vão passar a ficar sujeitos ao processo de licenciamento comercial. Esta é uma das novidades que figura na revisão da lei do licenciamento comercial, documento que aguarda agora promulgação do Presidente da República, Cavaco Silva. Segundo Fernando Serrasqueiro, secretário de Estado do Comércio, “qualquer ampliação” nos ‘shoppings’ fica obrigada a pedido de autorização.

Até agora os centros comerciais que quisessem ampliar a sua área de venda tinham apenas que submeter o pedido à autarquia onde estivessem instalados. Este era um procedimento mais ágil, que permitiu aos promotores partir de galerias comerciais já existentes e transformá-las em centros comerciais de média dimensão. São exemplos a galeria comercial do Modelo na Covilhã que foi transformada em SerraShopping, o Continente do Seixal que é hoje o RioSul Shopping ou a galeria Jumbo em Alfragide, do grupo Auchan, que deu origem ao centro comercial Alegro. Recorde-se que antes da lei de Carlos Tavares, aprovada em 2004, a instalação de ‘shoppings’ dependia apenas de autorização camarária.

Alteradas são as dimensões dos centros comerciais que ficam sujeitos à lei de licenciamento comercial. No actual regime, entendia-se que todos os projectos de conjuntos comerciais com mais de seis mil metros quadrados teriam de se sujeitar a pedidos de instalação. Na revisão da lei, esse valor foi alterado, previsivelmente para os oito mil metros quadrados (embora numa anterior versão se tenha avançado com 10 mil). O esclarecimento deste ponto e doutros aguarda a análise de Cavaco Silva, já que Fernando Serrasqueiro só divulga o novo regime após o parecer da Presidência da República.

Fernando Serrasqueiro disse, no entanto, ao DE que a revisão da lei eliminou o sistema de fases e que os pedidos de instalação de lojas e centros comerciais podem ser entregues em contínuo, sendo que as reuniões de análise dos processos decorrerão com uma periodicidade mensal. O secretário de Estado salientou ainda que a nova lei procura “dar satisfação às recomendações da Comissão Europeia” que tinha alertado Portugal para o facto do actual regime jurídico ser violador da liberdade de instalação de empresas. Assim, na nova lei é dada relevância à multiplicidade da oferta comercial, de forma a promover a concorrência.

A lei procura ainda captar as empresas para os centros urbanos, avaliando a integração da loja ou centro comercial no ambiente urbano, na perspectiva de fortalecer a capacidade de atracção dos centros das cidades como destinos comerciais. Dentro da filosofia do Simplex, o novo regime procura simplificar os procedimentos e encurtar os prazos de decisão através da criação de um sistema de comunicação electrónica e pela redução das entidades envolvidas no processo de autorização.

traveler
December 30th, 2008, 12:49 AM
Multi Development e Lena desistem do Fórum Leiria
A Multi Development e a Lena Construções anunciaram hoje a desistência do projecto Fórum Leiria, um centro comercial que seria construído na cidade de Leiria, ao abrigo de uma parceria público-privada cujo concurso foi ganho por este consórcio há seis meses.

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Miguel Prado
Miguelprado@mediafin.pt


A Multi Development e a Lena Construções anunciaram hoje a desistência do projecto Fórum Leiria, um centro comercial que seria construído na cidade de Leiria, ao abrigo de uma parceria público-privada cujo concurso foi ganho por este consórcio há seis meses.

“Desajustamento do projecto à realidade”, devido ao atraso na adjudicação, agravado pelas “muitíssimo adversas condições económicas e financeiras da conjuntura nacional e internacional”, são as razões invocadas pelo consórcio para se desvincular do projecto.

De acordo com um comunicado da Multi e grupo Lena, numa carta enviada à Câmara Municipal de Leiria, o consórcio lembra que a proposta foi apresentada em 10 de Julho de 2007, ou seja, já há um ano e cinco meses, e que foi adjudicada ao consórcio há já seis meses, recordando ainda que “há muito expirou” o prazo legal de 132 dias findo o qual o adjudicatário, caso não tenha sido outorgada a adjudicação, pode recusar-se a fazê-lo posteriormente.

Tendo em conta o decurso do tempo, a proposta “ficou desajustada da realidade a um ponto tal” que as empresas que formam o consórcio “deixaram de ter interesse objectivo na respectiva execução”, pelo que “pretendem desvincular-se, com fundamento legal”, da execução do projecto.

O consórcio lembra ainda que o desajustamento da proposta “é agravado pelas muitíssimo adversas condições económicas e financeiras que marcam a conjuntura nacional e internacional”. Essas condições, explica no documento enviado à Câmara Municipal de Leiria, “vêm tendo um impacto vincadamente negativo nos sectores imobiliário e bancário e na actividade do consumo em geral, prejudicam, a montante, a estratégia de financiamento com capitais próprios e alheios inicialmente pensada e, a jusante, a estratégia comercial agregada à (futura) unidade comercial de dimensão relevante”.

A proposta da Multi Development e da Lena Construções para Leiria previa um investimento total de 170 milhões de euros, sendo a maior parte no centro comercial, com 50 mil metros quadrados de área bruta locável, e 72 milhões de euros em contrapartidas para o município, nomeadamente pela criação de infra-estruturas de apoio no centro da cidade.

O concurso foi, de resto, alvo de polémica, já que a proposta do consórcio vencedor obteve uma pontuação mais alta do júri do concurso apesar de oferecer um investimento total inferior aos 200 milhões de euros da segunda classificada, a Chamartín Imobiliária.

pauloluso
December 30th, 2008, 02:13 AM
Tretas. Digam antes que não tem dinheiro. Desajustado em tão pouco tempo!:bash:

rpc08
December 30th, 2008, 02:14 AM
E logo Leiria que não tem nenhum CC de relevância. Desistissem de outros em vez deste...

visio
January 10th, 2009, 06:28 PM
Intervenção na zona do mercado e central de camionagem avança este trimestre

A intervenção na zona do Mercado Municipal deve arrancar até Março

A intervenção na zona do Mercado Municipal deve arrancar até Março

O IN Guarda retail park deve ficar concluído no primeiro trimestre deste ano e, durante este período, devem ser iniciadas as obras na zona do Mercado Municipal e Centro Coordenador de Transportes, para onde está projectado o “Guarda Shopping Center”.

Se desta vez as previsões não falharem, durante este trimestre haverá novidades na cidade da Guarda. Para além da conclusão do IN Guarda Retail Park, está previsto que arranque a intervenção na zona do Mercado Municipal e Central de Camionagem. Isso mesmo foi dito ontem, dia 6, pelo presidente da Câmara, Joaquim Valente, durante a sessão extraordinária da Assembleia Municipal, onde foi aprovado um documento com rectificação de elementos relativos ao Plano de Pormenor para a Zona do Mercado Municipal e Centro Coordenador de Transportes.

Entretanto, devem ficar prontas as obras de remodelação do antigo edifício do Matadouro para que os comerciantes do Mercado possam mudar-se para o local, tal como foi definido pela Câmara e pela empresa TCN Portugal. A autarquia garante que os comerciantes só irão passar para o antigo matadouro quando as obras no edifício estiveram devidamente concluídas e estejam garantidas as condições necessárias para a sua actividade.

O retail park IN Guarda está em estado avançado de construção

O retail park IN Guarda está em estado avançado de construção

Área comercial de 11.700 m2 e 700 lugares de estacionamento

Depois da abertura do centro comercial Vivaci, no início de Novembro passado, a população da Guarda prepara-se para conhecer em breve um segundo espaço comercial de grande dimensão. Segundo o vereador Vítor Santos, da Câmara Municipal da Guarda, a conclusão das obras no Retail Park estão previstas até finais de Março.

Inicialmente com o nome “Guarda Power Center”, o retail park IN Guarda está a ser construído junto à VICEG (Via de Cintura Externa da Guarda) e a caminho do Parque Industrial da Cidade. Segundo a Civilria Construções, o projecto tem uma área total de construção de 43.700 metros quadrados e inclui uma área comercial de 11.700 m2 e 700 lugares de estacionamento. Uma das lojas a abrir neste espaço comercial será a Decathlon.

Projecto da TCN combinar manutenção do mercado municipal e do centro coordenador de transportes com um conjunto comercial e área habitacional

Apresentado como uma forte aposta na requalificação urbanística e “o maior empreendimento imobiliário do género na região”, o projecto do “Guarda Shopping Center”, antes designado “Guarda Mall”, resulta de uma parceria público-privada, num investimento global que ronda os 65 milhões de euros.

Trata-se de um projecto da TCN Portugal que integrará uma área comercial com cerca de 26.000 m2, um mercado tradicional e um centro coordenador de transportes com 9.500 m2, bem como uma área de estacionamento com 36.000 m2, uma área habitacional com 6.600 m2 e uma área verde na cobertura. Vai combinar a manutenção do mercado municipal e do centro coordenador de transportes com um conjunto comercial que disponibilizará 123 lojas, das quais 10 serão lojas âncora, com destaque para a moda, electrónica, alimentar, serviços, restauração, cinemas e lazer.

Pedro Neves, representante da TCN em Portugal, sublinha a grande requalificação a realizar, tornando aquele espaço mais atractivo. “Vamos criar ali um espaço muito atraente”, frisa Pedro Neves, salientando a importância também da área habitacional.

Com a concretização destes investimentos e de outros previstos para a Avenida de São Miguel, a autarquia estima que haja uma grande mudança na Cidade em termos de dinamismo, visibilidade e atracção de visitantes de dentro e fora do Distrito.

Assembleia Municipal aprova adesão do Município da Guarda ao PREDE

De referir que na Assembleia Municipal extraordinária de ontem foi ainda aprovada, por maioria (com uma abstenção, de Honorato Robalo), a proposta da Câmara de adesão do Município da Guarda ao Programa de Regularização Extraordinária de Dívidas do Estado (PREDE). Na sessão foi também designado um representante da Assembleia para integrar a Comissão de Acompanhamento da Revisão do Plano Director Municipal (PDM). Essa responsabilidade fica a cargo do presidente da Mesa da Assembleia, João Almeida Santos, com faculdade de delegação no primeiro ou no segundo secretário.

rpc08
January 10th, 2009, 06:33 PM
O retail park IN Guarda está em estado avançado de construção


:yes:, passei lá há poucos dias e tem a estrutura praticamente pronta.

O Guarda Mall tem andado atrasado...podia atrasar-se mais um bocado.

traveler
January 19th, 2009, 02:54 AM
15/01/2009
Redland vai promover centro comercial de 40.000 m² em Lisboa
A promotora Redland está a investir forte no mercado português de retalho, tendo planos para o desenvolvimento de um centro comercial de média dimensão na capital portuguesa. Embora sem adiantar pormenores o administrador da sociedade, Jorge Bellon, revelou, em declarações à imprensa, que a empresa vai avançar com «um grande projecto em Lisboa». No caso, «um centro comercial, com um bom hipermercado», tratando-se de «um projecto de cerca de 40.000 m², dentro de Lisboa» disse, sem revelar, contudo, a localização exacta.
Para este responsável existem ainda boas oportunidades de negócio na capital portuguesa. «Estamos a apostar muito forte neste mercado porque há oportunidades, há nichos para aproveitar», afirmou, sublinhando que «há espaço, há sítios muito bons em Lisboa, há shoppings que estão no mercado sozinhos», afirmou. Mas, o complexo de Lisboa será apenas um dos vários projectos que a Redland tem na forja para o mercado português até 2012. Segundo explicou Bellon, a empresa conta com um plafond de «aproximadamente 100 milhões de euros (M€) para investir em Portugal, a três anos» em projectos comerciais. Não obstante o actual cenário de crise financeira, os responsáveis da empresa acreditam que este é um bom momento para investir no mercado, no qual consideram haver ainda espaço para crescer. Já em construção, e com conclusão prevista para o próximo mês de Setembro, o Metro Retail Park, na Maia é o primeiro projecto da empresa em território nacional, num investimento de 12 M€. Com uma ABL de 6.000 m², tem já garantido a presença de uma âncora Minipreço. A comercialização está a cargo da Cushman & Wakefield.

faialense
January 19th, 2009, 03:02 AM
Boa notícia! Eu estava a ficar preocupado com a falta de investimentos no retalho maiato...

Afinal de contas a somar ao Maiashopping só se encontram em execução o Vivaci das Guardeiras, o Maia Jardim da SONAE em Vermoim e o Allegro da Maia (Jumbo-Auchan)...

É bom saber que há mais projectos para cumprir o desígnio: "1 shopping por freguesia" como é o caso deste "Metro Retail Park"...

E ainda dizem que estamos em crise...

pauloluso
January 19th, 2009, 03:30 AM
E ainda dizem que estamos em crise...

Por falar em crise, a semana passada, fui espreitar o centro comercial do Palacio Souto Maior na Avenida Fontes pereira de Mello em Lisboa, e qual o meu espanto a ver que quase todas as lojas tinham fechado.:bash:
Acho que só estava uma loja aberta.
Os elevadores estavam parados, as escadas rolantes também.
Não sou um grande apreciador de comidas de centros comerciais, mas há pouco mais de um ano, fui lá almoçar e ainda estava com muitas lojas abertas.
O que é que se passou?

mynuster
January 20th, 2009, 12:18 AM
^^ crise..

Império-CostaAzul
January 21st, 2009, 05:00 AM
Ao que parece aquilo sempre esteve em crise... melhor dizendo... nunca funcionou

traveler
January 25th, 2009, 04:14 PM
Construção
90 milhões de euros para novo centro comercial em Lisboa
A Redland, empresa de investimentos imobiliários, vai construir um centro comercial em Lisboa durante este ano, num investimento de quase 90 milhões de euros, revelou hoje à agência Lusa o administrador da companhia, Jorge Bellon

«O centro comercial irá situar-se em Lisboa [e não na periferia], terá uma área de 40 mil metros quadrados, um hipermercado, e envolverá um investimento de quase 90 milhões de euros», disse o administrador, sem revelar o local onde será construído.

Jorge Bellon acredita que há espaço para crescer no sector imobiliário em Portugal, admitindo que o país «é o mercado estratégico» da empresa, com escritórios no Porto e em Lisboa.

«Somos muito optimistas, mas também realistas. É assim que temos de ser em períodos de crise, pois nestas alturas há oportunidades, nichos de mercado, situações que vale a pena explorar com o objectivo de fechar negócios», justificou.

Segundo o gestor, «há espaço e sítios muito bons em Lisboa para expandir o negócio, especialmente num sector que vive quase em situação de monopólio», conclui.

Além disso, «Lisboa tem um potencial que outras cidades não têm», pelo há que apostar mesmo em tempos de crise, disse.

Em Portugal, a Redland está disposta a investir 100 milhões de euros para gastar em espaços comerciais até 2011, ou seja, três ano.

O primeiro projecto concretizado pela Redland no país, o Retail Park na Maia, vai abrir as portas ao público no próximo mês de Setembro.

O Retail Park, que se localiza na zona industrial da Maia, vai ter metro e implicará um investimento global de 12 milhões de euros, tendo seis mil metros quadrados de área comercial.

Actualmente, já está fechado um acordo com o Minipreço, que será a «âncora alimentar», estando a Redland a encerrar acordos com «dois operadores de electrodomésticos de referência internacional e um ginásio», avançou à agência Lusa o responsável.

No conjunto, o Retail Park na Maia terá «no máximo quatro lojas» e uma «zona de restauração», situando-se ao lado da Leroy Merlin, armazém de bricolage.

Jorge Bellon referiu ainda que a Cushman & Wakefield é a empresa responsável pela comercialização deste espaço comercial.

O Retail Park deverá ser visitado por 2,5 milhões de pessoas, disse à Lusa Jorge Bellon, adiantando que é uma zona com 300 empresas e fortemente povoada.

Apesar da actual crise financeira, a Redland acredita que este é um bom momento para investir no mercado português, onde pretende «reforçar a sua posição no negócio», garantiu Jorge Bellon.

Lusa/SOL

sybrenp
January 28th, 2009, 03:36 PM
Ai meu deus, mais um shoping..?
Eu dantes concordava com os centros commerciais, temos uns exelentes, mas os ultimos anos esta a ficar um exagero.. Bem que gostava mais ver uma nova rua commercial, com lojas conhecidas e tal, nao fazia nada mal..

rpc08
January 29th, 2009, 10:55 PM
E eu a pensar aqui há umas horas que os tipos das empresas exploradoras dos CC's andavam quietinhos por causa da crise...afinal estava enganado...

«Somos optimistas» - pois nota-se, quem vai apresentara sua candidatura num concurso já de si saturado arrisca-se a sair queimado, ainda para mais sendo um CC médio...como não vai ter muitas lojas, se não tiver muita escolha (em termos de lojas conhecidas mas fora do comum) as pessoas facilmente preferirão outro.

Na minha opinião só quando um centro comercial no país se transformar num mamarracho fechado e ao abandono é que "eles" abrem os olhos e os param de construir.

traveler
February 6th, 2009, 02:42 AM
Campo de Ourique
Mundicenter completed the acquisition of land in the Amoreiras zone, adjacent to another already owned by the Group, with the purpose of advancing with the construction of a building for broadening the influence zone of the Amoreiras Shopping Center.

traveler
February 17th, 2009, 12:22 PM
E. Leclerc investe 12 milhões na Marinha Grande e cria 150 empregos
A E. Leclerc Portugal vai investir 12 milhões de euros num espaço comercial na Marinha Grande, um projecto que vai gerar 150 postos de trabalho, anunciou hoje o grupo em comunicado.


[17-02-2009] [ Oje ]

Segundo o documento, o novo centro comercial, cujo projecto de arquitectura já foi aprovado, tem sete mil metros quadrados de superfície de vendas.

"A abertura do espaço da Marinha Grande está inserida na estratégia de expansão nacional, que prevê a inauguração de uma média de quatro lojas por ano, num total de 40 lojas e mais de 70 mil metros quadrados de superfície de venda construídos até final de 2011", refere o presidente executivo da E. Leclerc Portugal, Jacques de Oliveira.

O grupo, que em 2008 investiu 40 milhões de euros no mercado português, tem 21 lojas com 3.500 colaboradores em Portugal.

NewTomorrow
March 2nd, 2009, 08:29 AM
Centros comerciais “fantasmas”
Concorrência e falta de adaptação dita insucesso


http://www.jornaldamadeira.pt/fotos/11_117581.jpg



"Para se poder prevenir estas situações e gerir de forma sustentável o sistema, é acima de tudo necessário uma verdadeira política de urbanismo comercial", disse à Lusa o geógrafo Herculano Cachinho, do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa, com trabalhos publicados na área da geografia do comércio e do consumo.
"É possível conceber uma rede de centros comerciais que convivem em perfeita harmonia com o comércio tradicional de rua explorando as suas complementaridades", considerou o especialista, exemplificando: "Hoje, os centros comerciais estão em alguns países, como o Reino Unido, a servir de âncora de revitalização e regeneração dos centros das cidades".
"O que é insustentável, a médio e longo prazo, com custos económicos e sociais que não conseguimos ainda imaginar, é o elevado número de unidades que continua a ser aprovado, que nada servem para a melhoria do sistema comercial, bem pelo contrário, o tornam cada vez mais vulnerável", afirmou.
Espaços como os centros comerciais Alvalade ou Gemini (bairro do Rego), no bairro do Rego (Lisboa), são exemplo de espaços comerciais outrora vivos e que hoje apresentar um ar desolador.
"A falta de unidade de gestão impede uma política concertada de gestão do mix comercial, que se foi alterando em função da intuição para o negócio, que em média em 60 por cento dos casos no comércio não é bem sucedida", afirmou o especialista, apontado igualmente ainda a falta de capacidade de adaptação e a excessiva proliferação de centros comerciais.
"A proliferação de centros comerciais ao longo das últimas décadas foi tal que a concorrência que antes estabeleciam com o comércio tradicional passou agora a fazer-se entre este tipo de empreendimentos, com especial destaque entre as unidades de dimensões diferentes", acrescentou.
Mas não é apenas nos antigos centros comerciais que este fenómeno acontece.
O Centro Comercial Alvaláxia, em Lisboa, e o centro Comercial Trindade, no Porto, por razões diversas, apesar de abertos há poucos anos já apresentam dois principais sinais de abandono: lojas fechadas e corredores vazios.
Nos casos de empreendimentos recentes como estes, que acabaram como espaços fantasma, Herculano Cachinho aponta dois principais factores: a saturação do mercado - "a maior parte dos centros nada traz de novo" - e a escolha pouco ou nada acertada da localização escolhida.
"A localização de alguns empreendimentos não foi devidamente pensada, mesmo estando sobejamente demonstrado que esta variável é fundamental para o sucesso destes empreendimentos", concluiu.


Jornal da Madeira

pauloluso
March 2nd, 2009, 06:13 PM
Um caso engraçado é um centro comercial no Montijo, no Afonsoeiro, que continua aberto porque tem uma loja de informática que se tem expandido e comprado varias lojas que tinham fechado.
O centro comercial é praticamente só deles. Agora tens uma loja de venda, uma de SAV tecnico, uma de entrega do material, umas 2 de depósito, uma de escritórios. Não sei se me estou a esquecer de alguma.:lol:

NelsonMirandaPT
March 2nd, 2009, 11:17 PM
É a beleza da concorrência. Os mais aptos e com melhor serviço continuam, os outros fecham.

traveler
March 4th, 2009, 01:34 AM
03/03/2009
Broadway Malyan projecta Ria Shopping em Olhão
O novo centro comercial em Olhão, o Ria Shopping, vai ser desenhado pelo gabinete de arquitectura Broadway Malyan. O projecto, promovido pela Sans Frontières e avaliado em 30 milhões de euros, assenta na qualidade do traço arquitectónico e do design de interiores, recorrendo a soluções construtivas e materiais contemporâneos, diz a nota enviada à imprensa. Com uma arquitectura enquadrada no tecido urbano que o rodeia e um conceito que tem por objectivo conceber um novo “espaço da cidade” em Olhão, o Ria Shopping vai ter mais de 9.000 m2 de área comercial, distribuídos por cerca de 80 lojas e um parque de estacionamento com capacidade para 1.150 lugares.
“O edifício assume-se como um atravessamento urbano”, explica Margarida Caldeira, directora da Broadway Malyan Portugal, “as ruas interiores formam percursos pedonais na continuidade dos percursos exteriores, garantindo o atravessamento do quarteirão e do centro comercial”. Este projecto ocupa o terreno do antigo Estádio da Padinha e de alguns edifícios industriais obsoletos, integrando também um projecto de requalificação urbana. Além disso, o Ria Shopping irá criar 500 empregos directos e 700 empregos indirectos, revitalizando também a actividade económica na região. A inauguração do centro comercial está prevista para a Páscoa.

ruilito
March 4th, 2009, 01:24 PM
A industria dos centros comerciais é perigosa para quem desconhece... Toda a gente com um pouquito de dinheiro a mais pensa que pode construir um centro comercial e em seguida vai a várias consultoras que lhe dizem precisamente isso. Daquelas que ficam com os fees e apenas justificam o que o promotor quer ouvir.

Claro que em seguida existem investimentos desproporcionados em locais completamente absurdos... São muitos os pseudo-promotores que caem nessa esparrela mas mais ainda os investidores que compram esses centros.

Quanto tempo ficará aberto esse riashopping? Quanto tempo vão durar esses 500 postos de trabalho? é tão fácil fazer as contas que até doi ver estes exemplos.

Sesnando
March 4th, 2009, 04:52 PM
existem investimentos desproporcionados em locais completamente absurdos...

Consideras credível a possibilidade da Auchan estar a preparar para breve uma possível ampliação do Pão de Açúcar, em Eiras, ou eventualmente a sua transformação em Jumbo?

Faço esta pergunta porque já estive várias vezes nesse centro comercial, e pelo que me pareceu está claramente subdimensionado para o movimento que tem diariamente. O único problema que pode fazer os promotores pensarem duas vezes em relação a essa hipótese é a segurança: a polícia é presença habitual à entrada do supermercado.

Barragon
March 4th, 2009, 05:03 PM
Paulo é a bela da Chiptec :lol:

pauloluso
March 4th, 2009, 06:07 PM
Paulo é a bela da Chiptec :lol:

Eu a não querer fazer publicidade.:nono:

ruilito
March 5th, 2009, 07:33 PM
Consideras credível a possibilidade da Auchan estar a preparar para breve uma possível ampliação do Pão de Açúcar, em Eiras, ou eventualmente a sua transformação em Jumbo?

Faço esta pergunta porque já estive várias vezes nesse centro comercial, e pelo que me pareceu está claramente subdimensionado para o movimento que tem diariamente. O único problema que pode fazer os promotores pensarem duas vezes em relação a essa hipótese é a segurança: a polícia é presença habitual à entrada do supermercado.

Falas da nova loja Pão de Açucar de Coimbra, resultado da compra do Modelo que aí existia? É de heroi, conseguir mais uma grande superficie em Coimbra. Para além dos 2 Continentes e do Jumbo do Estádio...

A cidade comercialmente está nas lonas mas quem sabe se colocando ali uma box e mais umas lojas próprias, à boleia do retail park, não fortalecem ainda mais a zona... É preciso tê-los no sitio para assinar o investimento que isso implica, principalmente ali sem grandes acessos. Ou então ter um prémio grande por cada loja expandida...

visio
March 25th, 2009, 01:02 AM
Novo centro comercial: Construção do Aqua Portimão arranca ainda este ano
Foto
d.r. Ver Fotos »
Antevisão do Portimão Retail Centre


O segundo projecto da multinacional francesa Bouygues em Portimão deverá começar a surgir no terreno, também na zona da Boavista, ainda este ano.

É o Aqua Portimão, um centro comercial com quase 32 mil metros quadrados de área de venda, o que faz dele um dos maiores centros comerciais do país e o maior do Algarve.

O projecto nasce numa antiga fábrica de conservas e já mereceu parecer favorável da Comissão de Avaliação de Impacte Ambiental e da Comissão Regional de Licenciamento Comercial.

O edifício terá três pisos, incluindo lojas, um hipermercado com oito mil metros quadrados, restauração, cinemas e áreas de entretenimento.

23 de Março de 2009 | 15:02

Portvscalem
March 25th, 2009, 03:36 PM
Um dos maiores do País é esticar um pouco adjectivo...

jprscarv
March 25th, 2009, 04:43 PM
O AlgarveShopping tem menos de 32mil metros quadrados?!?!?!?! :O
Nunca o diria...

rpc08
March 25th, 2009, 04:58 PM
:sly:

Estranho, até porque no site da Sonae Sierra o valor da ABL dado é de 42.540 m2...

jprscarv
March 26th, 2009, 01:44 PM
hmmmmm... estes publicitários dizem o que querem e se ninguém questionar melhor para eles!

jprscarv
March 26th, 2009, 01:49 PM
Esse shopping novo é um dos maiores e melhores do país, está no TOP 30!

visio
March 31st, 2009, 01:19 AM
Economia: Investimento de 200 milhões vai criar três mil postos de trabalho
Maior IKEA ibérico nasce em Loulé
O concelho de Loulé deverá ser o escolhido para a instalação de uma loja e de um centro comercial do grupo sueco IKEA. Já decorreram contactos exploratórios e em cima da mesa está um investimento de 200 milhões de euros, com a criação de perto de três mil postos de trabalho.



"Será a maior estrutura do grupo na Península Ibérica e estamos muito interessados em acolher o projecto", confirma Seruca Emídio, presidente da Câmara de Loulé.

Responsáveis do IKEA já se deslocaram a Loulé para uma reunião com o autarca e Seruca Emídio espera que "não surjam entraves a inviabilizar o negócio", até porque a alternativa passa por Espanha.

"O grupo tem uma loja na zona de Lisboa [Alfragide] e outra em Sevilha e quer preencher o espaço geográfico situado entre estes dois pontos, no qual se inclui o Algarve, parte do Alentejo e a zona de Huelva, havendo a possibilidade da escolha recair nesta última cidade espanhola", alerta Seruca Emídio.

O nó do aeroporto da Via do Infante, perto do Parque das Cidades, é apontado como a localização provável, mas surgem vozes discordantes, devido a dificuldades no trânsito, quando ali vai nascer um hospital e os acessos ao estádio, em dia de jogo, são complicados. As antigas instalações da Unicer, na saída para Quarteira, apresentam--se como uma solução a considerar.

"A localização não é o factor mais importante. Queremos é que o investimento fique no concelho", defende Seruca Emídio.

TURISMO E COMÉRCIO CONTRA

A instalação de uma loja e de um centro comercial do IKEA no Algarve "não trás nenhum valor acrescentado para a região nem para a sua principal actividade, o turismo", refere Elidérico Viegas, presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA). Este responsável critica igualmente a localização, caso se confirme o nó do aeroporto.

"O Parque das Cidades deve ter um espaço multiusos, um centro de congressos e outros equipamentos que sirvam o turismo e não centros comerciais." João Rosado, da Associação de Comércio e Serviços da Região do Algarve (ACRAL), recebeu na semana passada "esta péssima notícia. O IKEA não trás nenhuma vantagem para o Algarve e a criação de postos de trabalho é ilusória, pois muitos, no comércio tradicional, vão desaparecer."

PORMENORES

APOSTA

O IKEA chegou a Portugal com uma loja em Alfragide. Depois abriu um shopping em Matosinhos e em 2010 abrirá estabelecimentos em Loures (para onde passará a sede) e Gaia.

ESPANHA

Muitos algarvios deslocam-se à loja de Sevilha. É mais próxima do que a de Alfragide, sem portagens na auto-estrada e com combustíveis mais baratos.

ESTUDO

Um estudo da Universidade Católica mostra que por cada emprego criado nas grandes superfícies desaparecem quatro no comércio tradicional.

FÁBRICAS

O grupo sueco tem investido em Portugal não apenas no comércio a retalho, mas também em fábricas de móveis, na zona de Paços de Ferreira, que abastecem as suas unidades na Europa.
Armando Alves

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StandAlone
April 1st, 2009, 04:46 PM
Ria Shopping - OlhÃO :)

Imagens recentes

ups...alguém me pode explicar como adiciono imagens à mensagem..

http://www.skyscrapercity.com/C:\P3300057.jpg

http://C:\P3300058.jpeg

pauloluso
April 2nd, 2009, 01:57 PM
Ria Shopping - OlhÃO :)

Imagens recentes

ups...alguém me pode explicar como adiciono imagens à mensagem..

http://www.skyscrapercity.com/C:\P3300057.jpg

http://C:\P3300058.jpeg

Tens que colocar as fotos no servidor na net, e depois apontar para os links na tua mensagem.

Ve este thread que explica como fazer.
http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=604357

StandAlone
April 2nd, 2009, 04:20 PM
Obrigado Paulo!

http://img6.imageshack.us/img6/4131/p3300057.jpg

http://img9.imageshack.us/img9/3074/p3300058.jpg

Vai ficar bom o Shopping do Sotavento...:banana:
não acham?

visio
April 5th, 2009, 12:45 AM
O Dolce Vita Tejo não é apenas mais um “shopping”. É o maior centro comercial do país
Nova catedral do consumo nasce dentro de um mês, num país em crise
03.04.2009 - 09h53 Raquel de Almeida Correia
Não bate certo. O consumo privado está contraído, o acesso ao crédito difícil, o investimento em novas lojas cauteloso. E, no entanto, Portugal vai receber 11 novos centros comerciais este ano.

Um deles é o Dolce Vita Tejo - nada mais do que o maior mega “shopping” do país, com 122.000 metros quadrados de área comercial (o equivalente a mais de 12 campos de futebol). Estes números parecem indicar que, apesar da crise, o sector está em alta. Mas não é bem assim.

Percorrer os corredores, ainda em obras, do Dolce Vita Tejo, um projecto da Chamartín Imobiliária e da ING Development na Amadora (Lisboa), é entrar num mundo paralelo, aparentemente intocado pela instabilidade económica. Há espaço para 297 lojas, um hipermercado com 22.000 metros quadrados, uma cidade em miniatura e nove mil lugares de estacionamento. No total, este centro, que vai roubar o primeiro lugar do pódio ao Colombo (da Sonae Sierra), a partir de 7 de Maio, custou 300 milhões de euros a erguer.

Mas há uma pergunta que se impõe: se as previsões apontam para um ano difícil, como é que este gigante do comércio vai sobreviver sequer aos primeiros meses? “Poderiam concluir a obra e manter as portas fechadas até a crise passar, mas isso não faz sentido. Mais vale abrir, mesmo que os primeiros tempos não sejam positivos”, diz António Sampaio Mattos, presidente da Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC).

Estes projectos são pensados com cinco, seis anos de antecedência. Há um hiato temporal que pode ser dramático. “O Dolce Vita Tejo já estava desenhado, projectado e em construção quando se iniciou verdadeiramente a crise”, explica Artur Soutinho, administrador da Chamartín para a área de retalho. Até o financiamento do projecto já estava garantido. “Se começássemos do zero agora, seria muito mais difícil”, acrescenta.

Entre o plano e a acção

O intervalo entre o plano e a concretização explica o facto de, só para 2009, estarem previstos 11 novos grandes espaços. E, seguindo essa linha de pensamento, o mais natural é que, dentro de cinco a seis anos, poucas sejam as inaugurações. “É o ciclo normal. Os projectos que vão abrir foram pensados quando a situação económica era mais estável. Agora, os promotores estão cautelosos. Vão esperar para ver o que vai acontecer e, por isso, é de prever que, no médio prazo, abram menos centros comerciais”, explica Sampaio Mattos.

A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), que representa os interesses do pequeno comércio, acredita que este ciclo poderá trazer “resultados imprevisíveis”. Sobretudo porque o sector deixou de medir a rentabilidade “em função da existência ou não de mercado para a oferta comercial a criar” para passar a avaliar os projectos mediante “a capacidade de remuneração dos investimentos”, feitos mais por “promotores imobiliários” do que propriamente por “operadores do sector do comércio”, defende o presidente, José António da Silva.

A explosão de centros em 2009 vem no seguimento de uma tendência já verificada em 2008, ano em que abriram 13 conjuntos comerciais, com uma área de 310.000 metros quadrados, o que significa uma subida de sete por cento face ao ano anterior, refere um relatório da consultora Cushman & Wakefield (C&W). Já as vendas dos “shoppings” não acompanharam este crescimento. De acordo com estimativas da APCC, que representa cerca de 85 por cento da área comercial do país, a facturação anual chegou aos 8,4 mil milhões de euros, mantendo o mesmo nível de 2007.

Além do impacto da crise, este sector ressente-se ainda da saturação. Embora Sampaio Mattos defenda que, “se há investidores a abrir centros comerciais, é porque acreditam que ainda há espaço”, a maioria das consultoras é unânime em dizer que o país está mais do que sobrelotado.

Em Portugal, a densidade comercial situa-se nos 232 metros quadrados por mil habitantes, acima da média europeia (186 metros quadrados). A C&W fala de uma “disparidade entre a oferta e a procura. Prova disso é o facto de as taxas de ocupação dos centros estarem “aquém dos 100 por cento a que o mercado nos havia habituado”, o que torna a tarefa de vender espaços cada vez mais difícil e menos rentável, conclui.

Mais área, menos vendas

Ainda assim, os planos dos promotores para os próximos anos continuam a passar ao lado da instabilidade económica. Até 2011, a área comercial proposta mantém “valores impressionantes”, refere a C&W: são 1,5 milhões de área comercial com construção prevista. Há, no entanto, muitas dúvidas quanto à concretização destes projectos. Esta consultora, por exemplo, acredita que apenas um terço irá para a frente.

A APCC, por meio de um contacto directo com os promotores, conseguiu confirmar que, até ao próximo ano, pelo menos 18 empreendimentos vão ser inaugurados. Apesar desta confirmação, Sampaio Mattos garante que “é provável que alguns façam uma pausa e adiem a abertura para tempos melhores”.

Decisão que foi tomada, por exemplo, pela Multi Development e pelo grupo Lena em relação ao Fórum Leiria. O ano de 2008 fechou com o anúncio de desistência quanto à construção deste centro, devido ao intervalo de tempo que decorreu entre o resultado do concurso público, em 2006, e a realidade actual. Também a própria Chamartín, que tinha previsto inaugurar outro Dolce Vita, em Braga, este ano, teve de mudar de planos e adiar a abertura para 2010.

E há ainda casos de empreendimentos que, apesar de licenciados e com conclusão agendada para este ano, ainda nem sequer começaram as obras: é o caso do Galaxy Shopping de Vila Nova da Barquinha (detido pela Galparque) e do Go!Shopping de Paredes (propriedade da Guedol Engenharia).

Porém, nem só os projectos por inaugurar estão a sofrer com a instabilidade económica. Há, pelo país, centros que implodiram, por falta de clientes e, consequentemente, por falta de lojistas. O Palácio Sotto Mayor, no centro de Lisboa, por exemplo, viu a maioria dos espaços da galeria comercial e da zona de restauração fechar, quatro anos após a abertura, em 2004.

Tendências e desafios

Neste contexto adverso, o nascimento de mais um mega “shopping”, com um raio de acção que abrange dois milhões de pessoas e a escassos quilómetros do Colombo, outro gigante do comércio, parece não fazer sentido. “Se o promotor o está a levar avante, é porque acredita que tem condições para funcionar”, responde o presidente da APCC. Mas, para funcionar, num mercado pequeno e lotado, o mais natural é que tenha de “roubar” a concorrência.

O presidente da CCP, que culpa “os grandes grupos de comércio e distribuição” pela perda de quota de mercado das micro, pequenas e médias empresas do comércio, trazendo-lhes “dificuldades de sobrevivência acrescidas”, não vê com bons olhos a inauguração do Dolce Vita Tejo. José António da Silva diz que este projecto “só pode contribuir para uma degradação maior dos centros urbanos envolventes” e “terá igualmente um impacto significativo sobre os centros comerciais que partilham o mesmo público-alvo”.

Perante a ameaça dos novos empreendimentos, uma das tendências do sector passa pela modernização dos espaços, havendo já vários exemplos de obras em curso, como é o caso do investimento de 31 milhões de euros na remodelação do Colombo (detido pela Sonae Sierra e pela ING). A par desta tendência, nota-se uma maior propensão para a abertura de centros comerciais de proximidade - projectos de dimensão menor (no máximo, com 15.000 metros quadrados), instalados nos centros da cidade. Isto porque o conceito de mega “shopping” deve ser complementado com uma oferta mais conveniente, de modo a “responder a todos os hábitos de compra”, explica Sampaio Mattos.

O comércio de rua, que diz ser um dos maiores prejudicados pelo “boom” das grandes superfícies comerciais, também parece estar a ganhar com a saturação e com os impactos da crise. Em 2008, fruto do congelamento de planos de expansão e da contenção dos lojistas, as consultoras registaram “bons níveis de procura” para espaços fora das grandes superfícies. E foi isso que fez com que, ao contrário do que se passa nos centros comerciais, a renda média das lojas de rua se tivesse mantido ao mesmo nível de 2007 (80 e 40 euros por metro quadrado, em Lisboa e no Porto, respectivamente).

Para o presidente da APCC, ficam todos a ganhar: consumidores, retalhistas, comerciantes e promotores. “É tudo o mesmo. É tudo comércio”, diz. Depressa se perceberá se esse tudo não será demais para o espaço a que todos têm direito (e que todos querem dominar) no mercado nacional.

Miguel_Arq
April 5th, 2009, 12:49 AM
Obrigado Paulo!

http://img6.imageshack.us/img6/4131/p3300057.jpg

http://img9.imageshack.us/img9/3074/p3300058.jpg

Vai ficar bom o Shopping do Sotavento...:banana:
não acham?

Este shopping é o de Tavira?

xdexina
April 6th, 2009, 12:01 AM
Este shopping é o de Tavira?

nao.. é o de olhao da restuaraçãp!
o de tavira chama-se tavira gran plaza e podes ver fotos no site que se nao me engano é http://www.taviragranplaza.com/Centro%20-%20Imagens%20Obra.html
e tem lá fotos de como irá ficar e da contrução!!:banana:

Miguel_Arq
April 6th, 2009, 12:36 AM
nao.. é o de olhao da restuaraçãp!
o de tavira chama-se tavira gran plaza e podes ver fotos no site que se nao me engano é http://www.taviragranplaza.com/Centro%20-%20Imagens%20Obra.html
e tem lá fotos de como irá ficar e da contrução!!:banana:

Obrigado! :okay:
Pensava que o de Olhão se chamava RiaShopping...

visio
April 6th, 2009, 12:56 AM
Ainda não há uma data definida para o início das obras do “Guarda Shopping Center” (que antes se chamava “Guarda Mall”), previsto para a zona do actual Mercado Municipal e Centro Coordenador de Transportes. O presidente da Câmara, Joaquim Valente, informou, na última reunião do executivo municipal, que durante este semestre de 2009 deverão começar as obras, adiantando que este é o “timing” proposto pela empresa holandesa TranCroNe (TCN). O autarca salienta que mesmo que o prazo não seja cumprido «o que é importante é que as obras se iniciem o mais depressa possível».
Aquando da apresentação pública do projecto, os promotores adiantaram a possibilidade do empreendimento arrancar em Setembro de 2008. Um prazo que não se viria a confirmar dado o atraso nas obras de remodelação do ex-matadouro, local que vai acolher os comerciantes do Mercado Municipal enquanto decorrerem as obras. Ainda não há uma data para a mudança. Até agora, a Guarda Mall fez a limpeza dos espaços, a recuperação dos telhados e a demolição de alguns elementos interiores. De acordo com uma informação da autarquia, «a intervenção será reiniciada após a realização da escritura para a conclusão das obras de adaptação, cujo prazo previsto é de dois meses». De forma a viabilizar a construção deste centro comercial, da responsabilidade da empresa holandesa TranCroNe (TCN), a autarquia teve de elaborar um plano de pormenor para aquela zona, que depois viria a ser aprovado pela Assembleia Municipal. No passado mês de Outubro, a TCN obteve a licença comercial para a construção do centro comercial e a requalificação do Mercado da Guarda. De acordo com uma informação da autarquia, entregue aos vereadores na última reunião, após a publicação do Plano de Pormenor da zona do Mercado e da Centro Coordenador de Transportes e da obtenção da licença comercial, a empresa iniciou o processo para a realização da escritura de permuta entre o Município da Guarda e a Sociedade Guarda Mall, tendo sido «considerado necessário a obtenção do visto prévio do Tribunal de Contas, processo que já deu entrada em Fevereiro último e que se encontra em análise». O “Guarda Shopping Center”, orçado em 55 milhões de euros, integra uma área habitacional, uma área comercial, um mercado tradicional, um centro coordenador de transportes e zona de estacionamento.

StandAlone
April 6th, 2009, 12:13 PM
Obrigado! :okay:
Pensava que o de Olhão se chamava RiaShopping...

É verdade... o de Olhão será o RiaShopping...e o de Tavira será o Tavira Gran Plaza...
Alguém sabe a data de abertura do Tavira Gran Plaza? As obras parecem-me um pouco atrasadas...:ohno:

xdexina
April 6th, 2009, 01:49 PM
junho de 2009! tambem me parece impossivel... dado ao atraso

sjay
April 9th, 2009, 12:00 AM
passei lá à duas semanas e não me pareceu assim tão atrasado

xdexina
April 9th, 2009, 02:42 PM
passei lá à duas semanas e não me pareceu assim tão atrasado

eu nao tenho visto ultimamente mas em março parecia um pouco atrasado!!!:lol:

StandAlone
April 9th, 2009, 05:50 PM
eu nao tenho visto ultimamente mas em março parecia um pouco atrasado!!!:lol:

Pois é! As obras aceleram na recta final...são 24/24h...:ohno:
mas para a semana vou passar por lá para me certificar...:lol:

ZATUGA
April 15th, 2009, 09:37 PM
Eu apesar de adorar shoppings, penso que Portugal ja esta saturado deles, e o pior e que em termos de lojas praticamente todos se assemelham. Penso que ao abrir novos shoppings estes deveriam trazer algo de novo ao mercado tanto em termos de lojas como de entretenimento. Deveriam fazer um shopping como o que ja existe em Dubai e Madrid com uma pista de ski ou com um mini-golf. Ou o ideal seria fazerem um enorme parque tematico junto com um shopping assim enquanto os homens e as criancas se divertiam as mulhers como geralmente tem medo de certas atraccoes, iriam as compras.
:banana:

pauloluso
April 16th, 2009, 05:01 PM
Eu apesar de adorar shoppings, penso que Portugal ja esta saturado deles, e o pior e que em termos de lojas praticamente todos se assemelham. Penso que ao abrir novos shoppings estes deveriam trazer algo de novo ao mercado tanto em termos de lojas como de entretenimento. Deveriam fazer um shopping como o que ja existe em Dubai e Madrid com uma pista de ski ou com um mini-golf. Ou o ideal seria fazerem um enorme parque tematico junto com um shopping assim enquanto os homens e as criancas se divertiam as mulhers como geralmente tem medo de certas atraccoes, iriam as compras.
:banana:

É o conceito do Dolce Vita Amadora.

visio
April 17th, 2009, 01:55 AM
Dolce Vita Tejo no "top 10" dos novos centros comerciais da Europa
O centro comercial Dolce Vita Tejo, da Chamartín Imobiliária e da ING Development, figura na lista dos dez maiores "shoppings" a inaugurar na Europa entre 2009 e 2010, num "ranking" liderado pelo Forum Istambul, que abrirá em 2010 na Turquia, com uma área bruta locável (ABL) de 172 mil metros quadrados.
Miguel Prado
miguelprado@negocios.pt

O centro comercial Dolce Vita Tejo, da Chamartín Imobiliária e da ING Development, figura na lista dos dez maiores ‘shoppings’ a inaugurar na Europa entre 2009 e 2010, num ‘ranking’ liderado pelo Forum Istambul, que abrirá em 2010 na Turquia, com uma área bruta locável (ABL) de 172 mil metros quadrados.

O Dolce Vita Tejo, que terá 122 mil metros quadrados de ABL, vai ser o maior centro comercial português e tem inauguração prevista para 7 de Maio. Localizado na Amadora, irá suplantar os 120 mil metros quadrados de ABL do Colombo, da Sonae Sierra. O Dolce Vita Tejo aparece no mais recente relatório da Cushman & Wakefield sobre o mercado europeu de centros comerciais na nona posição entre as maiores aberturas europeias de 2009 e 2010.

Outros projectos de grande porte surgirão nos próximos dois anos. O empreendimento Golden Babylon Rostokino, em Moscovo, deve abrir já este ano, com 170 mil metros quadrados. Também em 2009 a cidade turca de Antalya receberá um centro comercial de 116 mil metros quadrados. Espanha terá em 2010 um centro comercial maior que o Dolce Vita Tejo. Será em Saragoça e chama-se Puerto Venecia. Terá mais de 123 mil metros quadrados de ABL.

Na lista de dez maiores aberturas destes dois anos na Europa contam-se três centros comerciais na Turquia, quatro na Rússia, um na Ucrânia, um em Espanha e um em Portugal.

ZATUGA
April 17th, 2009, 10:08 PM
É o conceito do Dolce Vita Amadora.

Sim, e o conceito do Dolce Vita Tejo, so que por enquanto aplica-se apenas par os mais pequenos e para os graudos que tambem gostam de se divertir. Estava a pensar numa coisa mais ou menos como esta, mas nao so com a componente aquatica http://images.forbes.com/media/2007/01/09/malls_3.jpg

mynuster
April 18th, 2009, 02:28 PM
esse de Zaragoza pelo que vi terá 206 mil m2 de ABL :eek::eek:

http://www.oje.pt/EnviarAmigo.aspx?channelid=82794bf7-d4a9-4432-97c7-66e1c5c1c9fd&contentid=f4cba2d0-1de4-4289-baf4-0039bdb4d67a

StandAlone
April 20th, 2009, 05:19 PM
esse de Zaragoza pelo que vi terá 206 mil m2 de ABL :eek::eek:

http://www.oje.pt/EnviarAmigo.aspx?channelid=82794bf7-d4a9-4432-97c7-66e1c5c1c9fd&contentid=f4cba2d0-1de4-4289-baf4-0039bdb4d67a

Sim, mas parece-me que é a soma de Centro Comercial, Retail Park e outros usos...acho que nem se pode comparar com nenhum outro existente em Portugal...
O Dolce Vita Tejo supera apenas em 2 mil m2 a ABL do Colombo?!?!...Pensei que fosse maior a diferença de ABL...

Carlos Vales
April 26th, 2009, 03:15 AM
Maia: Novo centro comercial com 114 lojas abre na Primavera de 2009
05 de Maio de 2008, 22:41

Lusa/Fim

Adiado para Outono de 2009

faialense
April 26th, 2009, 01:48 PM
Esse aí é o Vivaci das Guardeiras! É mesmo perto da casa dos meus pais. O projecto foi reformulado, adicionando um complexo de cinemas. Deve ter sido isso que provocou a derrapagem dos prazos. Isso e a conjuntura económica... No entanto, as obras estão a andar a toda a velocidade.

Só lamento é o sítio onde resolveram construi-lo... Seria uma aposta muito mais inteligente fazerem-no 2 km mais a sul, junto à A41 (IC24) e à estação de metro dos Verdes, interface das linhas vermelha e violeta.

Naquele sítio, as hipóteses de ele vir a ser um shopping de referência a nível regional ficam seriamente comprometidas... Mas também não penso que ele almeje a tanto. Será mais um centro de conveniência para aquela zona da Maia.

O que eu acho é que o shopping não é carne nem é peixe e isso pode ser nefasto para as ambições dele. Demasiado grande para um shopping de bairro (multiplex, lojas âncora, etc.) e demasiado limitado para se impôr como "regional shopping mall" (mal localizado, dificeis acessos, reduzida volumetria, "tenant mix" pouco atractivo, um supermercado Modelo ao invés dum hiper...) além de não acrescentar nada à oferta existente nas proximidades, com um colosso como o Mar Shopping a meia-dúzia de km, um Outlet com a dimensão do Factory Outlet/Parque Nassica no Mindelo (e em expansão...) e com a concorrência do Jumbo e do Maia Shopping no Concelho... Para além do futuro Retail Park da Via Norte...

xdexina
April 27th, 2009, 12:46 AM
bom passei hj por olhão e tavira de carro
...
ambos os shopping tão fantásticos..
o de olhão vai abrir terça.. e tá de mais...
o de tavira ainda tá em construção mas nao deixa de tar muito bom...

o de olhão so consegui tirar uma foto de carro e como aquilo é mt movimentado ficou deprimente... mas pronts aki ta...:ohno:

RIA SHOPPING
http://img18.imageshack.us/img18/976/img0530rgy.th.jpg (http://img18.imageshack.us/my.php?image=img0530rgy.jpg)

e agora do Tavira Gran Plaza...

http://img24.imageshack.us/img24/2979/img0503axo.th.jpg (http://img24.imageshack.us/my.php?image=img0503axo.jpg)
http://img24.imageshack.us/img24/2979/img0503axo.th.jpg (http://img24.imageshack.us/my.php?image=img0503axo.jpg)http://img13.imageshack.us/img13/7320/img0505z.th.jpg (http://img13.imageshack.us/my.php?image=img0505z.jpg)http://img4.imageshack.us/img4/1002/img0508ysm.th.jpg (http://img4.imageshack.us/my.php?image=img0508ysm.jpg)
http://img4.imageshack.us/img4/7580/img0509o.th.jpg (http://img4.imageshack.us/my.php?image=img0509o.jpg)http://img18.imageshack.us/img18/5081/img0510x.th.jpg (http://img18.imageshack.us/my.php?image=img0510x.jpg)http://img4.imageshack.us/img4/2627/img0512qdj.th.jpg (http://img4.imageshack.us/my.php?image=img0512qdj.jpg)
agora a frente ahaahaahah:lol::lol: mt boa já!
http://img19.imageshack.us/img19/9082/img0513p.jpg (http://img19.imageshack.us/my.php?image=img0513p.jpg)
(n sei pk apareceu em grande....)http://img4.imageshack.us/img4/567/img0516ueu.th.jpg (http://img4.imageshack.us/my.php?image=img0516ueu.jpg)
http://img23.imageshack.us/img23/3431/img0520zkz.th.jpg (http://img23.imageshack.us/my.php?image=img0520zkz.jpg)http://img27.imageshack.us/img27/1706/img0519k.th.jpg (http://img27.imageshack.us/my.php?image=img0519k.jpg)
http://img27.imageshack.us/img27/3744/img0521a.th.jpg (http://img27.imageshack.us/my.php?image=img0521a.jpg)http://img527.imageshack.us/img527/4562/img0522k.th.jpg (http://img527.imageshack.us/my.php?image=img0522k.jpg)http://img527.imageshack.us/img527/386/img0523l.th.jpg (http://img527.imageshack.us/my.php?image=img0523l.jpg)
http://img18.imageshack.us/img18/3245/img0524zqc.th.jpg (http://img18.imageshack.us/my.php?image=img0524zqc.jpg)http://img13.imageshack.us/img13/601/img0525l.th.jpg (http://img13.imageshack.us/my.php?image=img0525l.jpg)http://img21.imageshack.us/img21/5414/img0526m.th.jpg (http://img21.imageshack.us/my.php?image=img0526m.jpg)

O RiaShopping Abre TERÇA
por isso logo trago uma fotitas bem catitas do shopping... do exterior e interior...
vo colocar na zona sul!! do forum!

StandAlone
April 27th, 2009, 12:22 PM
bom passei hj por olhão e tavira de carro
...
ambos os shopping tão fantásticos..
o de olhão vai abrir terça.. e tá de mais...
o de tavira ainda tá em construção mas nao deixa de tar muito bom...

o de olhão so consegui tirar uma foto de carro e como aquilo é mt movimentado ficou deprimente... mas pronts aki ta...:ohno:

O RiaShopping Abre TERÇA
por isso logo trago uma fotitas bem catitas do shopping... do exterior e interior...
vo colocar na zona sul!! do forum![/SIZE][/B]

Muito bem! Parabéns pelas fotos...
Mas coloca aqui também algumas...
É hoje a Inauguração mas apesar do convite não vou poder ir.
Tira fotos do Pão de Açúcar...estou curioso para ver a nova imagem...
Cumps
:)

traveler
April 27th, 2009, 11:18 PM
Sans Frontières abre primeiro centro comercial em Portugal
A Sans Frontières, empresa de centros comerciais do Schiltz Investment Group e do Grupo Casais, abre esta terça-feira ao público o seu primeiro ‘shopping’ em Portugal, depois de ter investido 30 milhões de euros no Ria Shopping, um empreendimento localizado em Olhão, no Algarve, que conta com 80 lojas.

Miguel Prado
miguelprado@negocios.pt

A Sans Frontières, empresa de centros comerciais do Schiltz Investment Group e do Grupo Casais, abre esta terça-feira ao público o seu primeiro ‘shopping’ em Portugal, depois de ter investido 30 milhões de euros no Ria Shopping, um empreendimento localizado em Olhão, no Algarve, que conta com 80 lojas.

O Ria Shopping foi construído pelo Grupo Casais ao longo dos últimos 15 meses. O centro comercial irá empregar, directa e indirectamente, cerca de mil pessoas. Os lojistas serão responsáveis por 912 postos de trabalho indirectos, de acordo com um comunicado hoje divulgado.

“Investimos 30 milhões de euros em Olhão, porque acreditamos no potencial da cidade, estimamos uma área de influência que envolve em média cerca de 200 mil pessoas, com picos que derivam da sazonalidade algarvia”, disse o administrador da empresa Sans Frontieres, Roger Schiltz.

O novo centro comercial tem três salas de cinema e lojas Pão de Açúcar, Box, Sportzone, Book it, Zippy, Worten Mobile, Burger Ranch, entre outras. O Ria Shopping tem 17 lojas-âncora e seis pisos (três acima do solo), possuindo ainda 1.100 lugares de estacionamento gratuito. A área bruta locável (ABL) soma 14.260 metros quadrados.

StandAlone
April 28th, 2009, 01:54 PM
Imagens do PÃO DE AÇÚCAR do Ria Shopping

http://img512.imageshack.us/img512/3553/img5957a.th.jpg (http://img512.imageshack.us/my.php?image=img5957a.jpg)

http://img512.imageshack.us/img512/3553/img5957a.jpg

http://img512.imageshack.us/img512/325/cafetaria.jpg

traveler
April 29th, 2009, 01:38 AM
28/04/2009
Sonae Sierra distinguida pelos ICSC Awards
O centro comercial 8ªa Avenida, da Sonae Sierra e localizado em São João da Madeira foi distinguido com o prémio “Novo Centro de Média Dimensão” pelos prémios ICSC Awards 2008. O centro comercial 8ªa Avenida foi inaugurado em 2007, tem 133 lojas, entre as quais um supermercado e 14 restaurantes, num total de 28.268 m2 de área bruta locável. Sob um conceito arquitectónico com características da região, especialmente a moda e a chapelaria, o 8ª Avenida recebeu, desta forma, a distinção pelo International Council of Shopping Centre (ICSC), no âmbito dos “ICSC European Shopping Centre Awards 2008”
que todos os anos distinguem os melhores projectos do sector na Europa, em varias categorias. Este ano a edição dos ICSC Awards decorreu em Barcelona, onde os principais oradores da conferência aproveitaram para apresentar a visão sobre o actual clima económico do sector.

traveler
May 1st, 2009, 01:41 AM
Dolce Vita Tejo
Location: Amadora (Lisbon) Developer:
Chamartín Imobiliária Investment: 400 M€
GLA: 122,000 m² (294 shops) Anchors: Auchan
supermarket, Leroy Merlin and Kidzania Parking
facilities: 9,000 parking spaces Date for
completion: May 2009 Note: Adjacent to the
retail scheme is an office building with 15,000
m². The play centre Kidzania represents an innovative
concept in child entertainment. It will
only the 4th such centre to open in the world
and the first in Europe.

Nass ica Vila do Cond e
Location: Vila do Conde (Oporto) Developer:
Neinver Investment: 250 M€ GLA: 82,000 m²
Programme: expansion of the Factory outlet
(which opened in 2004 with a GLA of 17,000
m² and 72 shops) to 40,000 m² and 130 shops,
including a Retail Park (22,000 m²), Stand Alone
(15,000 m²) and Hypermarket (5,000 m²) Anchor:
Bricor Parking facilities: 3,500 parking
spaces Date for
completion: Q4 2009
Guima rães Plaza
Location Guimarães: Developer: Sans Frontières
Investment: 75 M€ GLA: 36,080 m² (126
shops) Parking facilities: 1,700 parking spaces
Date for completion: 2009
Ta vira Gran Plaza
Location: Tavira (Algarve) Developer: Martifer
GLA: 26,732 m² (110 shops) Anchor: Loja do Cidadão
Date for completion: May 2009.
Espa ço Guima rães
Location: Guimarães; Developer: Bouygues
Imobiliária and Multi Development Investment:
140 M€ GLA: 47,000 m² Programme: shopping
centre (40,200 m²) + retail park (6,800 m²) Anchor:
Jumbo supermarket Parking facilities:
1960 parking spaces Date for completion: 2009
Braga Parqu e (expans ion)
Location: Braga Developer: Mundicenter Investment:
74 M€ GLA: 47,800 m² (198 shops)
Programme: second stage of the expansion of
Braga Parque, with the addition of 28,836 m² of
GLA (93 shops and 4 anchors) and 1,618 parking
spaces. The shopping centre has currently a
GLA of 18,964 m², 105 shops, 6 anchors and 825
parking spaces Parking facilities: 2,443 parking
spaces Date for completion: September 2009
Dolce Vita Braga
Location: Braga Developer: Chamartín Imobiliária
Investment: 137 M€ GLA: 75,000 m²
(200 shops) Parking facilities: 2,700 parking
spaces Anchor: Continente Date for completion:
Q4 2009
Vivaci Maia
Location: Maia (Porto) Developer: FDO Imobiliária
Investment: 45 M€ GLA: 19,300 m² (114
shops) Parking facilities: 1,037 parking spaces
Anchor: Modelo supermarket Date for completion:
2009.
Espa ço Braga
Location: Braga; Developer: Bouygues Imobiliária
Investment: 140 M€; GLA: 48,000 m²
(150 shops) Anchor: Jumbo hypermarket
(15,000 m²) Parking facilities: 2,100 parking
spaces Date for completion: H1 2010
Leiria Shopp ing
Location: Leiria Developer: Sonae Sierra Investment:
74 M€ GLA: 43,200 m² (108 shops)
Anchor: Continente, Sportzone, Worten, Castello
Lopes, C&A Parking facilities: 1,900 parking
spaces Date for completion: 2010.
Centro Borda lo
Location: Caldas da Rainha Developer: Sonae
Sierra Investment: 56 M€ GLA: 24,000 m² (95
shops) Anchors: Modelo, Castello Lopes, C&A
Parking facilities: 1,100 parking spaces Date
for completion: 2010
Gua rda Shopp ing Center
Location: Guarda Developer: TCN / IBRD Investment:
66 M€ GLA: 26,525 m² (123 shops)
Parking facilities: 1,050 parking spaces Date
for completion: Q1 2010 Note: Besides the retail
component, it will also include 6,664 m² of
housing, a market and bus terminal
Barreiro Retail Plan et
Location: Barreiro Developer: Milligan/Urban
Developers Investment: 50 M€ GLA: 35,000 m²
(40 shops) Anchors: Jumbo hypermarket, Decathlon
and Aki Parking facilities: 1,750 parking
spaces Date for completion: H1 2010
Alga rve Gran Plaza
Location: Albufeira Developer: Imo Pan Iberian
Retail Investment: 120 M€ GLA: 60,000 m²
Parking facilities: 2,095 parking spaces Date
for completion: May 2010
Maia Jardim
Location: Maia Developer: Sonae Sierra; Investment:
82 M€ GLA: 31,000 m² (100 shops)
Anchors: Continente, Worten, Sportzone, Castello
Lopes Parking facilities: 1,400 parking
spaces Opening date: 2010.

ZATUGA
May 1st, 2009, 03:46 PM
Portugal vai ter mais 18 novos shoppings até 2010
Um total de 18 centros comerciais é o número previsto de equipamento deste tipo que devem inaugurar em 2009 e 2010, totalizando uma área 740 mil metros quadrados, segundo dados da Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC).
No anuário da APCC, 2008/2009, são apontados os projectos que estavam marcados para este ano, num total de uma dezena, incluído o Dolce Vita Tejo, com a maior Área Bruta Locável (ABL), de 122 mil metros quadrados, que vai ser inaugurado a 7 de Maio, pelo promotor Chamartín Imobiliária.
Em Portugal, o valor médio de ABL por mil habitantes é de 228,6 metros quadrados, acima da média europeia.
Para a União Europeia a 27, a APCC refere dados da Cushman & Walkefield, que indicam uma densidade média de área por mil habitantes de cerca de 195 metros quadrados, um valor que deverá subir aos 234 metros quadrados com os projectos previstos para 2009.
O Dolce Vita passa a ter a maior área, em Portugal, destronando o centro comercial Colombo que tem 119.958 metros quadrados, embora tenha 401 lojas.
A APCC destaca a entrada no mercado de três «retail parques», em Lisboa e Portimão, em 2009, e em Setúbal, em 2010, representando oito por cento da ABL total.
Apesar do «contexto adverso», como salienta a associação, os empreendimentos estão autorizados e com abertura confirmada pelos respectivos promotores que continuam a preferir as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, onde será instalada metade da área comercial.
A região de Lisboa deverá assistir ainda à inauguração de novos espaços em locais como Alverca ou Sintra.
Os centros classificados de grandes (entre 40 mil e 80 mil metros quadrados) e muito grandes (superiores a 80 mil metros quadrados) são 16 e correspondem a 16,3 por cento do total mas são responsáveis por 42,5 por cento da área, 36,3 por cento das lojas e cerca de 44 por cento do emprego.
A Área Metropolitana de Lisboa concentra 38 centros comerciais, sobretudo na periferia norte (18) e na cidade (12).

StandAlone
May 7th, 2009, 01:45 PM
Imagens
http://img17.imageshack.us/img17/8154/img59791.jpg (http://img17.imageshack.us/my.php?image=img59791.jpg)
http://img17.imageshack.us/img17/img59791.jpg/1/w778.png (http://g.imageshack.us/img17/img59791.jpg/1/)

http://img14.imageshack.us/img14/8749/img59911.jpg (http://img14.imageshack.us/my.php?image=img59911.jpg)
http://img14.imageshack.us/img14/img59911.jpg/1/w778.png (http://g.imageshack.us/img14/img59911.jpg/1/)

http://img16.imageshack.us/img16/5231/img60091x.jpg (http://img16.imageshack.us/my.php?image=img60091x.jpg)
http://img16.imageshack.us/img16/img60091x.jpg/1/w778.png (http://g.imageshack.us/img16/img60091x.jpg/1/)

http://img5.imageshack.us/img5/2466/img60171.jpg (http://img5.imageshack.us/my.php?image=img60171.jpg)
http://img5.imageshack.us/img5/img60171.jpg/1/w777.png (http://g.imageshack.us/img5/img60171.jpg/1/)

http://img223.imageshack.us/img223/6020/img60271.jpg (http://img223.imageshack.us/my.php?image=img60271.jpg)
http://img223.imageshack.us/img223/img60271.jpg/1/w778.png (http://g.imageshack.us/img223/img60271.jpg/1/)

Andre_idol
May 7th, 2009, 02:29 PM
Aquelas protecções (vidros) no primeiro andar são iguais aos do Mar Shopping! xD

Barragon
May 8th, 2009, 09:01 PM
http://img23.imageshack.us/img23/8109/vilaconde.jpg

Bluesence
May 12th, 2009, 09:56 PM
Dois novos CCs pensados para Faro - um Dolce Vita para a porta da amoreira, e um possível Corte Inglés para os terrenos do Estádio do Farense :ohno:

StandAlone
May 14th, 2009, 12:11 PM
Dois novos CCs pensados para Faro - um Dolce Vita para a porta da amoreira, e um possível Corte Inglés para os terrenos do Estádio do Farense :ohno:

Gosto da ideia de um Corte Inglés em Faro...trata-se de maior oferta e maior diversidade comercial...:)

xdexina
May 14th, 2009, 03:59 PM
Gosto da ideia de um Corte Inglés em Faro...trata-se de maior oferta e maior diversidade comercial...:)

no sitio onde ira ser de certexa q nao te agrada... demasiado apertado... e de uma densdiade absurda... como o blue disse no outro post.... podiam fazer um jardim...

StandAlone
May 14th, 2009, 06:04 PM
no sitio onde ira ser de certexa q nao te agrada... demasiado apertado... e de uma densdiade absurda... como o blue disse no outro post.... podiam fazer um jardim...

Ok...não conheço bem o sítio...mas o Corte Inglés procura locais centrais com grande densidade habitacional ... Só no centro de Sevilha existem uns 4 ou 5 CC´s...não se vai instalar as portas da cidade.
Gosto do conceito do Corte Inglés...o panorama economico é que não permite...há que apertar o cinto...:nuts:

traveler
May 21st, 2009, 10:36 PM
Centro Comercial vai abrir na Maia
Novo Vivaci abre por 45 milhões e cria mais de mil empregos
2009/05/21 18:03Redacção / LFAAAA
Abertura está prevista para Outubro
O Centro Comercial Vivaci Maia vai abrir ao público no próximo Outono, num projecto orçado em 45 milhões de euros, refere o comunicado.

O Vivaci Maia vai ainda criar 1.300 postos de trabalho, directos e indirectos.

Com 70 por cento da Área Bruta Locável comercializada, o centro tem 95 lojas, entre as quais 18 restaurantes, um supermercado da marca Modelo e um health club da Solplay, bem como um parque de estacionamento coberto e gratuito com capacidade para mil viaturas.

faialense
May 24th, 2009, 01:25 PM
e 4 cinemas.

Barragon
May 24th, 2009, 01:31 PM
Mais um :lol:

ruilito
June 2nd, 2009, 03:33 PM
Centro Comercial vai abrir na Maia
Novo Vivaci abre por 45 milhões e cria mais de mil empregos
2009/05/21 18:03Redacção / LFAAAA
Abertura está prevista para Outubro
O Centro Comercial Vivaci Maia vai abrir ao público no próximo Outono, num projecto orçado em 45 milhões de euros, refere o comunicado.

O Vivaci Maia vai ainda criar 1.300 postos de trabalho, directos e indirectos.

Com 70 por cento da Área Bruta Locável comercializada, o centro tem 95 lojas, entre as quais 18 restaurantes, um supermercado da marca Modelo e um health club da Solplay, bem como um parque de estacionamento coberto e gratuito com capacidade para mil viaturas.

70% de area comercializada... As obras estão paradas há 6 meses para tentar fazer subir esse numero.

GAMM
June 3rd, 2009, 04:15 AM
Gostei dos 70% de area comercializada... :) As obras estão paradas de proposito há 6 meses para tentar fazer subir esse numero.

Vivam os centros Vivacci que animam muitas conversas sobre imobiliário em portugal :)

nao entendo porque as dificuldades de um centro comercial te deixam tao animado.( a menos que tenhas interesses noutros grupos da area e estejas com medo da concorrencia).

Os centros Vivaci nao me parece que sejam projectos tao mal estudados, ate porque repara que na Guarda, Caldas e Maia, ja foram anunciados novos centros de outros grupos apos a construcao destes.

ruilito
June 3rd, 2009, 02:30 PM
nao entendo porque as dificuldades de um centro comercial te deixam tao animado.( a menos que tenhas interesses noutros grupos da area e estejas com medo da concorrencia).

Os centros Vivaci nao me parece que sejam projectos tao mal estudados, ate porque repara que na Guarda, Caldas e Maia, ja foram anunciados novos centros de outros grupos apos a construcao destes.

Alterei o meu post. Não desejo o mal a nenhum promotor pois isso dá cabo do mercado todo. Era apenas forma de expressão, mal ponderada.

Os projectos comercialmente são muito fraquinhos. têm muito fogo de vista mas têm erros infantis para o renome (e os fees) dos consultores envolvidos.

Pena para as cidades que poderiam ter algo muito melhor.

Karlussantus
June 4th, 2009, 11:44 PM
Já agora:

«Braga Parque conclui expansão em Outubro

A terceira fase de expansão do Braga Parque deverá estar concluída no próximo
mês de Outubro, anunciaram os seus responsáveis. A intervenção, orçada
em 75 milhões de euros, transformará este espaço no maior centro
comercial a Norte do Porto, com cerca de 49.800 metros quadrados de Área
Bruta Locável (ABL). “A expansão do Braga Parque vem
dar um novo fôlego à oferta comercial em Braga, levando até à cidade
algumas das mais procuradas marcas que se estreiam na região do Minho,
como é o caso da Cortefiel, Desigual, Uterque e Punto Roma”, revelam os
responsáveis deste centro comercial,que dão conta de que esta intervenção
permitirá a criação de mais de 600 postos de trabalho. Neste momento,
90 por cento da nova ABL encontra-se já colocada.
Recorde-se que, em 2007, o shopping beneficiou de uma ampliação,
que permitiu a instalação de uma loja da cadeia francesa FNAC e o desenvolvimento
de novas salas de cinema Zon Lusomundo, além de 16 novas lojas.
A comemorar dez anos de existência, o Braga Parque quer “continuar
a ser um espaço de referência da cidade de Braga em matéria de lazer,
convívio e consumo. Ao longo deste período, durante o qual transformou
o mercado de retalho bracarense”, o centro comercial também criou laços
institucionais com as entidades oficiais e culturais mais representativas
da comunidade”, notam os mesmos responsáveis. P.F.»

Imobiliário Público, 3 Junho 2009.

traveler
June 4th, 2009, 11:59 PM
Reforçar oferta na zona
Vem aí mais um espaço comercial no Parque das Nações (fotos)
2009/06/04 19:54Redacção / SPPAAAA
Loja do Cristiano Ronaldo é um dos pontos fortes
Depois do Vasco da Gama, vêm aí as galerias Rio Plaza, no Parque das Nações.

O novo espaço vai contar com 60 lojas e só faltam 7 por colocar. Ao todo existem 5 mil metros de área locável e representa «um espaço privilegiado ao ar livre e uma óptima alternativa para quem gosta de fazer compras num ambiente selectivo e sem stress», revela a promotora do projecto, o grupo Lar.

A mesma salienta que «algumas das fracções, pela sua localização, podem estar vocacionadas para serem ocupadas por escritórios de empresas serviços ou profissões liberais».

O Rio Plaza fica perto da nova cidade judiciária e do futuro Hotel Vasco da Gama, o primeiro 6 estrelas de Lisboa.

A loja CR7- primeira unidade da marca de Cristiano Ronaldo que vai abrir no continente- é uma das mais-valias. Mas as novidades não ficam por aqui: «as galerias comerciais oferecem ainda um mix interessante de restaurantes e bares».

traveler
June 6th, 2009, 06:34 AM
05/06/2009
Grupo Mateus investe 50 milhões em Portalegre
O novo centro comercial média dimensão de Portalegre vai ter um investimento de 50 milhões de euros.O “City Shopping Portalegre”, o projecto conta com “um investimento de 50 milhões de euros” e tem como “parceiros os bancos Banif, Millenium BCP e o fundo de investimento imobiliário fechado Eminvest”, explicou. O Grupo Mateus é o promotor deste projecto e as obras deverão arrancar em Novembro, revelou fonte da empresa à Lusa. “O início das obras está agendado para o mês de Novembro e gostaríamos de abrir ao público em Novembro do próximo ano”, revelou o director de marketing do grupo, Fernando Ventura, adiantando que o investimento prevê criar mais de 500 postos de trabalho.
As expectativas para o sucesso do projecto na cidade alentejana são as melhores. O mesmo responsável acredita que Portalegre é “um nicho de mercado” e que “nestes locais não há oferta e, se nos apostarmos numa oferta de qualidade, as pessoas vão corresponder”. O futuro centro comercial vai albergar 70 lojas, em dois pisos, de entre as quais uma pertencente à cadeia Moviflor, com mais de 3.000 metros quadrados e um parque de estacionamento com capacidade para 760 viaturas. A fachada do centro comercial será revestida a cortiça, o que fará “dinamizar a economia local”. Além do centro comercial, Portalegre vai ainda receber junto ao espaço um supermercado de uma cadeia alemã e um condomínio residencial. O projecto do Grupo Mateus vai ocupar uma área total de 120 hectares, sendo que 16.200 metros quadrados estão reservados para o centro comercial. O director de marketing do Grupo Mateus explicou ainda à Lusa que o condomínio residencial previsto no projecto só será construído “após a construção do shopping”.

GAMM
June 8th, 2009, 02:20 AM
Supermercado alemao? Sera um LIDL????

Miguel_Arq
June 9th, 2009, 02:25 PM
Supermercado alemao? Sera um LIDL????

Tembem só me lembro do Lidl, mas esse supermercado num Centro Comercial... :nuts:

faialense
June 9th, 2009, 09:48 PM
Pode ser um ALDI que também é um supermercado discount como o LIDL e que também está presente em Portugal e mesmo num shopping da SONAE na Alemanha - Loop 5: http://www.loop5.de/

traveler
June 21st, 2009, 01:45 AM
Redland will
develops 40,000 m²
shopping centre in
Lisbon
Developer Redland are investing
strongly in the Portuguese retail market
and has plans to develop a medium-
sized shopping centre in Lisbon.
Jorge Bellon, the company’s head, has
revealed to journalists that the company
will launch «a large project in Lisbon
» although he would not go into
details. It will consist of «a shopping
centre with a good hypermarket», and
«be a development with about 40,000
m² in Lisbon». Bellon did not, however,
disclose its precise location. The company
plans to invest about 90 million
euros in the development, that will
also feature a supermarket. The project
hasn’t as yet been disclosed officially
but Redland’s director said to Lusa that
construction work should start within
the next few months.

pauloluso
June 21st, 2009, 06:00 PM
Interessante.

http://www.agenciafinanceira.iol.pt/noticia.php?id=1071051&div_id=1730

Queda nas visitas foi de 8,4% em Maio
Com tradição nas visitas regulares a centros comerciais, até os portugueses começaram a cortar no hábito, nestes tempos de crise financeira.

Apesar do número de espaços estar a aumentar, o índice Experian Footfall, empresa de estudos de mercado a nível europeu, refere que Portugal sofreu uma queda de 8,4 por cento em Maio deste ano, quando comparando com o período homólogo, diz o «Diário de Notícias».

O recuo é o maior entre os países em análise, dado que em Espanha as visitas cederam 5,2%, em Itália 2,5% e no Reino Unido 2,4%.

«A actual situação económica trouxe consigo uma mudança no comportamento de compra dos consumidores e pôs à prova a sua lealdade para com as marcas», justifica o mesmo estudo.

Ondas
June 21st, 2009, 06:04 PM
Assim é que o Retail Park do Montijo nunca mais abre :hahano:

Aquilo já está há meses concluído :ohno: :bash:

Edward_Cintra
June 21st, 2009, 06:12 PM
Last week I went to an outlet shopping in Portugal. Its a great place, and they are building something new in it.
Its named Campera and its located near Alenquer. I hope to get back there soon!

Edward_Cintra
June 21st, 2009, 06:13 PM
Last week I went to an outlet shopping in Portugal. Its a great place, and they are building something new in it.
Its named Campera and its located near Alenquer. I hope to get back there soon!

pauloluso
June 21st, 2009, 06:41 PM
Assim é que o Retail Park do Montijo nunca mais abre :hahano:

Aquilo já está há meses concluído :ohno: :bash:

Estou na esperança que venha para lá uma Mediamarket, quando a crise passar, talvez...
Era uma boa aposta para esse local.
Estavam a fazer uma sondagem de códigos postais na semana passada quando fui a loja de Benfica.
A ver se tomam consciência que existem muitos clientes potenciais na margem-sul.
Pessoalmente, evito comprar nesta marca, por causa da distancia. Prefiro comprar mais perto, não haja algum problema e tenha que andar kms para pedir assistência.

Portvscalem
June 21st, 2009, 07:09 PM
Parece que uma fábrica qualquer em Espinho tb vai virar shopping.... ou seja, mais um na AMP... é mesmo uma nova super vaga..

a noticia vinha num jornal...

fica como notícia não confirmada...

StandAlone
June 22nd, 2009, 04:15 PM
Last week I went to an outlet shopping in Portugal. Its a great place, and they are building something new in it.
Its named Campera and its located near Alenquer. I hope to get back there soon!

Hi! Campera was the first outlet shopping in Portugal and it has a very good concept...after about 15 years it´s still a reference...
the new building is for the supermarket "Pão de Açúcar"...

pauloluso
June 22nd, 2009, 08:56 PM
Hi! Campera was the first outlet shopping in Portugal and it has a very good concept...after about 15 years it´s still a reference...
the new building is for the supermarket "Pão de Açúcar"...

É o que precisava também o Freeport, uma grande loja ancora para atrair pessoal. Para mim, fazia falta um Jumbo. O mais perto desta marca está a mais de 30 kms de Alcochete.:)

PJviana
June 23rd, 2009, 12:15 PM
Isto dos Shopping´s está a virar paranóia e espero que não abra mais nenhum em Viana do Castelo! Está previsto abrir vários hipermercados em Viana do Castelo numa cidade pequena de apenas 35 ou 40 mil habitantes no seu núcleo e 95 mil no conselho! Eu em tempos como também muita gente que conheço ia ao Porto aos centros comerciais fazer compras e agora já não justifica gastar tanto dinheiro em gasolina quando existem shoppinges e hipermercados em todas as terrinhas! Dentro de pouco tempo estou a ver noticias de varios shoppings a entrar em falência por estarem as lojas todas fechadas!

pauloluso
June 23rd, 2009, 01:14 PM
Isto dos Shopping´s está a virar paranóia e espero que não abra mais nenhum em Viana do Castelo! Está previsto abrir vários hipermercados em Viana do Castelo numa cidade pequena de apenas 35 ou 40 mil habitantes no seu núcleo e 95 mil no conselho! Eu em tempos como também muita gente que conheço ia ao Porto aos centros comerciais fazer compras e agora já não justifica gastar tanto dinheiro em gasolina quando existem shoppinges e hipermercados em todas as terrinhas! Dentro de pouco tempo estou a ver noticias de varios shoppings a entrar em falência por estarem as lojas todas fechadas!
Também acho.
Desde que tenho um ao pé de casa, tenho deixado de ir aos que ficam longe.
Em tempos, cheguei a ir do Montijo para Amadora ao Continente que fica ao pé da Siemens, e era pela 25 de abril, porque nem existia a Vasco da Gama.
Depois reduzi a distancia para o Carrefour de Telheiras.
Agora, já nem preciso sair do Montijo:)

Acho que só se justifica deslocações maiores quando a oferta é diferente como os casos do IKEA ou eventualmente Jumbo, e, mesmo assim....

StandAlone
June 24th, 2009, 04:11 PM
É o que precisava também o Freeport, uma grande loja ancora para atrair pessoal. Para mim, fazia falta um Jumbo. O mais perto desta marca está a mais de 30 kms de Alcochete.:)

Pois é...também acho. Mas o Freeport não estava preparado/projectado para isso...albergar uma ancora alimentar (já houve propostas)...e agora vai ser muito complicado fazer alterações :nuts:...
Só se o Socas for Ministro do Ambiente de novo...:cheers:

StandAlone
June 24th, 2009, 04:58 PM
Isto dos Shopping´s está a virar paranóia e espero que não abra mais nenhum em Viana do Castelo! Está previsto abrir vários hipermercados em Viana do Castelo numa cidade pequena de apenas 35 ou 40 mil habitantes no seu núcleo e 95 mil no conselho! Eu em tempos como também muita gente que conheço ia ao Porto aos centros comerciais fazer compras e agora já não justifica gastar tanto dinheiro em gasolina quando existem shoppinges e hipermercados em todas as terrinhas! Dentro de pouco tempo estou a ver noticias de varios shoppings a entrar em falência por estarem as lojas todas fechadas!

Não concordo...Qual o problema de abrirem mais shoppings? Existem estudos de mercado e os promotores só avançam se existir viabilidade...além do mais se você ia de Viana até ao Porto para as compras e agora já não... só está a poupar com isso...:nuts::)

traveler
June 26th, 2009, 01:21 AM
24/06/2009
Pinus Park em fase final de apreciação camarária
Os promotores do projecto para a construção de um retail park no Pinhal Novo, que se encontra em fase final de apreciação pela autarquia, estabeleceram um protocolo com o Instituto Nacional da Água para a recuperação de parte do troço da vala da Salgueirinha. Esta era uma das exigências da autarquia para o licenciamento da obra. «Boa parte dos obstáculos estão ultrapassados para que o retail park possa ser licenciado», afirma o vereador do Urbanismo.
O Pinus Park, a construir na antiga fábrica de cerâmica Serapa, conta com 18 lojas e restauração e um parque de estacionamento para mil viaturas, representa um investimento na ordem dos 33 milhões de euros. O novo espaço comercial da TCN irá possibilitar ainda a criação de mil postos de trabalho, dos quais setecentos directos. A consultora imobiliária Cushman & Wakefield já começou a comercializar o empreendimento que ocupara 22 216 m2.

traveler
June 28th, 2009, 03:27 AM
YouTube - Visita ao Centro Comercial do Campo PequenoTranslate this pageUma visita ao Centro Comercial, instalado sob a Praça de Touros.

www.youtube.com/watch?v=JWwguhBV324 · Cached page

PJviana
July 10th, 2009, 10:54 AM
Não concordo...Qual o problema de abrirem mais shoppings? Existem estudos de mercado e os promotores só avançam se existir viabilidade...além do mais se você ia de Viana até ao Porto para as compras e agora já não... só está a poupar com isso...:nuts::)

O que eu estava a querer dizer é que os grandes centros comerciais das grandes cidades estavam sempre cheios porque muitas pessoas que lá iam vinham das cidades vizinhas e agora a abrirem nessas mesmas cidades vários centros comerciais e sem as pessoas que vinham de outros sítios, vai chegar um dia em que não vai dar para todos!
Em relação a esses estudos de mercado, só sei que Portugal é dos Países da Europa com mais metros quadrados de centros comerciais per capita e se as pessoas até agora iam passear todos os dias para o Shopping se calhar amanha começam a arranjar outros sítios para passear!

visio
July 13th, 2009, 09:02 PM
Estudos de mercado? duvido! Devem abrir na base da fé...

traveler
July 20th, 2009, 02:58 PM
20/07/2009
CB Richard Ellis gere Focus Park em Gaia
A promotora imobiliária britânica Parkridge selecionou a CB Richard Ellis para a gestão do Focus Park, em Gaia. Este retail park, que tem uma área de 8.300 m2 e mais de 450 lugares de estacionamento gratuitos corresponde a um investimento total de cerca de 15 milhões de Euros. Para Ondina Melo, “a atribuição da gestão do Focus Park pela Parkridge à CBRE é profundamente motivadora”. Segundo assegura a responsável pelo Departamento de Administração de Imóveis da CBRE, “o projecto vai ajudar a reabilitar uma zona até há pouco degradada criando oferta comercial de boa qualidade para a zona do Canidelo”.
“A participação na reconversão da antiga zona industrial da ribeira de Gaia, zona de extraordinária beleza natural e ecológica, em espaços comerciais é algo que nos deixa profundamente satisfeitos”, afirma Luis Urtiaga Santiago, Director Geral da Parkridge. A abertura do Focus Park teve lugar no passado dia 30 de Junho, contando com o supermercado Pão de Açúcar que ocupa uma área de cerca de 4.440 m2.

StandAlone
July 24th, 2009, 04:14 PM
20/07/2009
CB Richard Ellis gere Focus Park em Gaia
A promotora imobiliária britânica Parkridge selecionou a CB Richard Ellis para a gestão do Focus Park, em Gaia. Este retail park, que tem uma área de 8.300 m2 e mais de 450 lugares de estacionamento gratuitos corresponde a um investimento total de cerca de 15 milhões de Euros. Para Ondina Melo, “a atribuição da gestão do Focus Park pela Parkridge à CBRE é profundamente motivadora”. Segundo assegura a responsável pelo Departamento de Administração de Imóveis da CBRE, “o projecto vai ajudar a reabilitar uma zona até há pouco degradada criando oferta comercial de boa qualidade para a zona do Canidelo”.
“A participação na reconversão da antiga zona industrial da ribeira de Gaia, zona de extraordinária beleza natural e ecológica, em espaços comerciais é algo que nos deixa profundamente satisfeitos”, afirma Luis Urtiaga Santiago, Director Geral da Parkridge. A abertura do Focus Park teve lugar no passado dia 30 de Junho, contando com o supermercado Pão de Açúcar que ocupa uma área de cerca de 4.440 m2.

Alguém tem fotos do Focus Park????:):):)

Carlosmoya
July 25th, 2009, 04:20 AM
Parece que a Maia vai ter o su 3º shopping :D
atenção que é um concelho muiitoo grande, ohh que pensam!!

cumps ;)

faialense
July 27th, 2009, 12:17 PM
A Maia está na contingência é de ter o 4º shopping! Depois do Maiashopping, Vivaci das Guardeiras e Maia Jardim, parece que querem ampliar o Jumbo e rebaptizá-lo como o Allegro da Maia...

traveler
August 11th, 2009, 08:44 PM
11/08/2009
Alverca pode receber novos projectos da Multi Development e da Sonae Sierra
A freguesia de Alverca, no concelho de Vila Franca de Xira, e uma das principais vias de entrada e saída de Lisboa, poderá receber, em breve, dois novos projectos de retalho, promovidos pela Multi Development Portugal e pela Sonae Sierra. Caso se concretizem, as duas superfícies irão representar uma massa comercial equivalente à do outlet Freeport de Alcochete.
Previsto para o antigo terminal TIR, o Fórum Alverca é o projecto da Multi Development, decorrendo neste momento a consulta pública da avaliação de impacto ambiental. E, de acordo com este processo o complexo estender-se-á por uma área de 21,7 hectares, onde vão nascer cinco projectos distintos: centro comercial com uma área de 70.000 m², um parque de retalho, um parque de negócios, actividades de logística e um parque de escritórios. A componente de retalho será uma das mais importantes, e segundo avança alguma imprensa, a área de retalho poderá estar construída em 2011, oferecendo cerca de 3.200 lugares de estacionamento. Simultaneamente, a Sonae Sierra tem planos para desenvolver o Alverca Retail Park, sendo que o projecto do retail park já foi aprovado pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. Este complexo ficará implantado nos terrenos dos antigos armazéns da Nestlé, numa área de 17 hectares. Estes projectos irão contribuir para uma forte subida da densidade comercial do concelho. E, ssegundo dados da Associação do Comércio, Indústria e Serviços dos Concelhos de Vila Franca de Xira e Arruda dos Vinhos, o novo empreendimento poderá aumentar a densidade comercial do concelho de 300 para 600 m² por mil habitantes. Ainda assim, os promotores dos projectos garantem a criação de 3.790 postos de trabalho. O tráfego automóvel previsto para esta área irá também trazer algumas alterações significativas.

traveler
September 4th, 2009, 01:07 AM
03/09/2009
E Leclerc pretende investir 10 milhões em Portugal
O grupo francês E Leclerc pretende investir 10 milhões de euros em Portugal, num espaço comercial em Santarém. Com este novo investimento do grupo, presidido em território português por Jacques de Oliveira, completa-se a 23ª unidade comercial em Portugal e a 3ª em 2009. Este projecto insere-se na estratégia de expansão da empresa que envolve a abertura de uma média de quatro lojas por ano. Com este projecto, a E. Leclerc Portugal vai criar 110 postos de trabalho directos e 80 indirectos, acrescenta o comunicado do grupo.
«Criámos perto de 550 postos de trabalho com a abertura das lojas de Cascais e Santarém. Com a construção da 24ª unidade do Grupo na Marinha Grande, que vai estar concluída até ao final de 2010, vamos criar mais 150 empregos», afirma no documento o presidente executivo da E. Leclerc Portugal, Jacques de Oliveira. Em Santarém, o E Leclerc terá 2.000 m² de área alimentar e mais 1.000 m² de área não alimentar. O projecto incluirá ainda 17 lojas e 300 lugares de estacionamento, uma bomba de gasolina, uma estação de lavagem e um centro de assistência automóvel.

Bluesence
September 8th, 2009, 09:04 PM
FNAC está com pé em Faro

A administração do centro comercial de Faro avançou com um pedido de aumento da área da infra-estrutura, para poder acolher, entre outras lojas, uma da FNAC.

TEMAS: Empresas

Faro deverá mesmo ter uma loja da marca FNAC, a ser instalada no centro comercial Fórum Algarve.

Segundo revelou ao «barlavento» o presidente da Câmara de Faro José Apolinário, o grupo MDC, responsável pela construção e gestão dos centros comerciais Fórum, transmitiu-lhe a intenção da FNAC em avançar com este investimento.

Agora, tudo depende do aumento de área que a administração do espaço comercial farense se prepara para fazer.

Para que isso seja possível, já foi entregue aos serviços da Câmara de Faro um pedido de ampliação do centro comercial «em 10 mil metros quadrados». «O pedido está a ser avaliado no departamento técnico», revelou José Apolinário.

«Nós preferíamos que esta loja viesse para a Baixa da cidade, mas a decisão económica é da administração da FNAC. E não seremos nós que iremos afastar este negócio de Faro», disse.

«Apesar desta minha preferência pessoal, naturalmente que vemos com expectativa positiva a possibilidade da FNAC vir para Faro», ilustrou o autarca.

Quanto ao aumento de área do Fórum Algarve, caso receba aprovação dos serviços técnicos, depende ainda da aprovação do Plano de Pormenor das Pontes de Marchil e do Sítio da Má Vontade, actualmente em execução, onde terá de ser incluído.

A ampliação pretendida é «para Norte do Fórum», ou seja, nos terrenos que ficam entre a actual infra-estrutura do centro comercial e a futura Cidade Judiciária de Faro, projecto incluído no mesmo instrumento de ordenamento do território.

O Plano de Pormenor em causa deverá estar concluído em breve e entrar em concertação pública «ainda antes das Eleições Autárquicas». Após este período de consulta pública, o documento ainda terá de ser aprovado pela Assembleia Municipal de Faro.

Segundo apurou o «barlavento», estes dez mil metros quadrados de ampliação não se destinam exclusivamente à FNAC. Embora seja usual esta marca pedir áreas de dimensões consideráveis como condição prévia para se instalar em qualquer local, nunca inferiores a dois mil metros quadrados contíguos, a dimensão da ampliação permitirá que ali sejam criados mais espaços comerciais.

Uma vez que este processo está ainda dependente do ultrapassar de diversos trâmites legais, de um processo de consulta pública, da apreciação por diversos órgãos autárquicos e de obras de ampliação do Fórum Algarve, não há para já forma de avançar com uma data para a instalação da FNAC em Faro.

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Que grande bosta, já não vai para a baixa mas também não vai para o forum, ficará ao lado do forum numa construção à parte :ohno:

traveler
September 8th, 2009, 10:10 PM
Abertura de Novos Centros Comerciais na Europa irá decrescer até 2011

Em 2010 os centros comerciais na Europa irão registar o mais baixo nível de actividade dos últimos 5 anos, estando projectada a abertura de apenas 7 milhões de metros quadrados de novos espaços comerciais. Contudo, o impacto total da recessão global só deverá ser sentido em 2011, prevendo-se a abertura nesse ano de somente 5 milhões de metros quadrados, o número mais baixo desde 2003, de acordo com a mais recente edição do estudo European Shopping Centre Development, publicado pela consultora imobiliária global Cushman & Wakefield (C&W).
.
O estudo revela que em 2009 deverão abrir cerca de 8,7 milhões de metros quadrados de novos centros comerciais – uma descida de 5% relativamente a 2008. No primeiro semestre, abriram na Europa cerca de 115 novos centros comerciais, totalizando 3,1 milhões de metros quadrados, o que representa uma descida de 18% em relação a igual período do ano anterior.

O maior número de aberturas de centro comerciais registou-se na Rússia durante o primeiro semestre de 2009, com a abertura de cerca de 580 mil metros quadrados, dos quais cerca de 45% foram construídos em Moscovo. Na Europa Ocidental, a Itália registou o maior número de abertura de novos espaços, com 18 novos centros comerciais, somando 370 mil metros quadrados ao mercado. A Alemanha e Holanda registaram igualmente uma actividade significativa no primeiro semestre de 2009.

Em 2010, a Turquia e a Rússia continuarão a ser os países líderes em projectos de centros comerciais, com abertura prevista de cerca de dois milhões e 1,8 milhões de metros quadrados respectivamente. A França dispõe do maior número de projectos para novos espaços comerciais na Europa Ocidental, com especial incidência em centros comerciais de média dimensão em cidades secundárias.

Em termos de percentagem de crescimento, a Bulgária, Letónia e Roménia são os países que lideram. A nível per capita, a Letónia, tem actualmente, o mesmo número de espaços comerciais que os mercados maduros do Reino Unido, França e Espanha. Na Bulgária, se todos os projectos previstos para os próximos 18 meses forem concluídos atempadamente, o país irá verificar um aumento exponencial de centros comerciais na ordem dos 370%.

O maior centro comercial que abriu na Europa em 2009 foi o Dolce Vita Tejo, na Amadora, em Portugal. Com 122 mil metros quadrados, é o maior centro comercial do país.

Segundo Sandra Campos, partner e directora de retalho da Cushman & Wakefield em Portugal: “ A conclusão de espaços comerciais até 2011 deverá descer cerca de 45% comparando com o seu pico em 2007. Em toda a Europa, temos verificado que alguns projectos têm sido colocados em stand-by devido ao difícil ambiente económico. No entanto, o desenvolvimento de novos espaços encontra-se longe da estagnação. Tanto em mercados maduros como em mercado emergentes existe ainda potencial para novos centros comerciais.”

No ano passado abriram cerca de 310 novos espaços comerciais, mais de 9 milhões de metros quadrados. A Rússia verificou uma subida de 23%, com 1,6 milhões de metros quadrados em novos espaços, seguida pela Turquia, Reino Unido, Espanha e Roménia. No entanto, em termos percentuais a Bulgária e a Roménia registaram o maior aumento de centros comerciais, 76% e 63% respectivamente. O Reino Unido foi o mercado mais activo da Europa Ocidental com cerca de 840.000 metros quadrados em novos espaços comerciais em 2008, devido especialmente à abertura de três grandes centros comerciais regionais.

Projectos Previstos de novos Centros Comerciais na Europa

(ABL (m2); 2ª Semestre 2009 – 2010)

Abertura de novos Centros Comerciais - 1º Semestre de 2009

(ABL (m2); Janeiro 2009 – Junho 2009)

País
M2
Percentagem de novos espaços*

País

M2
Percentagem de novos espaços*

1. Turquia
2.076.367
41,8%
1. Rússia
578.717
6,6%

2. Rússia
1.815.000
19,5%
2. Itália
370.,379
3,1%

3. França
1.172.405
7,5%
3. Turquia
284.932
6,1%

4. Itália
867.625
7,1%
4. Polónia
246.100
4,0%

5. Polónia
789.130
12,3%
5. Portugal
166.825
6,2%

6. Roménia
681.229
33,6%
6. Alemanha
166.300
1,3%

7. Bulgária
496.075
254,8%
7. Holanda
165.500
2,9%

8. Espanha
470.972
4,8%
8. Roménia
151.946
8,1%

9. R. Unido
454.415
2,9%
9. Ucrânia
150.000
7,3%

10. Alemanha
359.540
2,8%
10. França
119.955
0,8%

* Em relação à oferta total existente

PORTUGAL

A oferta total de conjuntos comerciais atingiu os cerca de 3,4 milhões de m² de Área Bruta Locável (ABL) no primeiro semestre de 2009, registando um crescimento de 6.1% face ao final do ano anterior. Foram concluídos mais de 195.000 m² de ABL, distribuídos entre seis novos projectos e uma reconversão, com o formato dos centros comerciais a representar cerca de 86% desta nova área. A região da Grande Lisboa continua a ser a zona do país com maior peso e, influenciada pela abertura do Dolce Vita Tejo, concentrou cerca de 65% da nova oferta.

Até 2012 estimam-se que sejam inaugurados mais de 1.2 milhões de m² de ABL, dos quais 73% são centros comerciais. As regiões da Grande Lisboa e do Grande Porto concentram uma parte significativa das intenções dos promotores, com cerca de 43% do total da ABL prevista.

PRINCIPAIS PROJECTOS PREVISTOS PARA 2009/2010

Conjunto Comercial
Promotor
ABL (m2)

Montijo Retail Park
The Edge Group
17.700

Vivaci Maia
FDO Imobiliária
20.100

Nassica Vila do Conde
Neinver Lusitana
47.000
*
Espaço Guimarães
Multi Development / Bouygues
47.000

Braga Parque
Mundicenter
17.100
*
LeiriaShopping
Sonae Sierra
19.400
*
GuimarãeShopping
Sonae Sierra
4.700
*
Forum Sintra
Multi Development
24.200
*
Total
197.200

Fonte: Cushman & Wakefield

* ABL referente a expansão e/ou remodelação de projectos existentes

“Ao contrário do verificado no resto da Europa, 2008 estabeleceu mais um recorde no que se refere a aberturas de conjuntos comerciais em Portugal, confirmando uma evolução díspar entre a oferta e a procura. No entanto, o volume de oferta futura projectada para os próximos anos tem vindo a ser reduzido, sendo já conhecidos diversos projectos cujo início de construção tem sido adiado. A retracção da procura no mercado de retalho tem sido cada vez mais evidente, em linha com as quebras de consumo que desde meados de 2008 se têm sentido na nossa economia. Acreditamos que o ritmo de crescimento da oferta de conjuntos comerciais em Portugal se mantenha nos próximos anos em tendência decrescente, sendo pouco provável que no médio prazo se assistam a volumes de aberturas equivalentes ao registado em 2008” conclui Sandra Campos.

2009-09-08 11:52
aicep Portugal Global

pauloluso
September 9th, 2009, 11:15 AM
Abertura de Novos Centros Comerciais na Europa irá decrescer até 2011

PORTUGAL


PRINCIPAIS PROJECTOS PREVISTOS PARA 2009/2010

Conjunto Comercial
Promotor
ABL (m2)

Montijo Retail Park
The Edge Group
17.700

2009-09-08 11:52
aicep Portugal Global

Este projecto já está construído desde agosto 2008.:bash:
Nunca mais abre.
Cá para mim, já não consegue arranjar lojas que se queiram instalar.
E ainda continuam a construir!

traveler
September 10th, 2009, 03:27 AM
Este projecto já está construído desde agosto 2008.:bash:
Nunca mais abre.
Cá para mim, já não consegue arranjar lojas que se queiram instalar.
E ainda continuam a construir!
Pois, cum a crise ta ir muito devagar!

SeaKo
January 19th, 2010, 06:48 PM
CB Richard Ellis relança o Fashion Spot Beloura
O antigo Beloura Shopping apresenta um novo conceito, novas lojas e uma forte aposta numa oferta privilegiada.

http://imgoje.viatecla.com/downloadedimages/2010-01-19%20152012_e359ccb1-137b-49f4-93b8-84e3da8b10fd$$EAC3638D-92E2-48EB-B88F-01A1F13BBA92$$FCDE3C78-3112-4EEB-ADBC-85B9F584905D$$img_ClassifiedDetail$$pt$$1.jpg
(...)noticia completa: oje.pt (http://www.oje.pt/suplementos/espacos-de-negocios/noticias/cb-richard-ellis-relanca-o-fashion-spot-beloura)

trigger7
February 23rd, 2010, 03:37 PM
Não concordo...Qual o problema de abrirem mais shoppings? Existem estudos de mercado e os promotores só avançam se existir viabilidade...além do mais se você ia de Viana até ao Porto para as compras e agora já não... só está a poupar com isso...:nuts::)

Qual o problema de abrirem mais centros comerciais? Num país que tem a maior concentração de c.c. per capita e dos menores poderes de compra da Europa eu digo-te quais são:

A procura não é infinita, logo há lojas mais pequenas nos centros das cidades que perdem clientes e muitas fecham as portas;

Os centros históricos perdem pessoas e vida;

Criam-se milhares de postos de trabalho nos centro comerciais como os investidores muito gostam de anunciar, mas são empregos mal pagos e precários, e ainda por cima, em substituição dos empregos que se perdem nas lojas de rua.

Os promotores só avançam se existir viabilidade, claro. Enquanto existirem lojas de rua que ainda não fecharam, eles continuaram a abrir C.C porque lhes é permitido e os autarcas devem fazer muito dinheiro com isso.

dvf
March 18th, 2010, 02:49 PM
Os promotores só avançam se existir viabilidade, claro. Enquanto existirem lojas de rua que ainda não fecharam, eles continuaram a abrir C.C porque lhes é permitido e os autarcas devem fazer muito dinheiro com isso.

O teu raciocínio só tem uma falha: a liberdade de escolha das pessoas. Ninguém, obriga os portugueses a irem aos CC em vez de irem ao tal comércio de rua. Os CC fornecem um conjunto de serviços e condições que fazem os portugueses escolherem-nos, mas isso apenas demonstra que a qualdiade de vida aumentou com estes.

migminho
March 18th, 2010, 03:06 PM
Os CC tem vantagens e crescem porque:
Lojas mais apelativas que as do comercio tradicional
concentração de uma variadade em alguns metros quadrados
estacionamento coberto e gratuito
abertura alargada incluindo fins de semana

traveler
March 25th, 2010, 12:03 AM
Sonae Sierra inaugura amanhã novo centro comercial em Leiria
A Sonae Sierra vai inaugurar amanhã o novo centro comercial em Leiria, o LeiriaShopping. O projecto contou com um investimento de 79 milhões de euros.
Joana Gonçalves
jgoncalves@negocios.pt

A Sonae Sierra vai inaugurar amanhã o novo centro comercial em Leiria, o LeiriaShopping. O projecto contou com um investimento de 79 milhões de euros.

O novo espaço comercial vai criar 900 postos de trabalho e dinamizar o comércio e economia local através da contratação de empresas locais em diversas áreas, sendo que 23% dos lojistas que estão no LeiriaShopping são empresas locais, representando um investimento de 6 milhões de euros em empresas da região.

O novo centro que teve um investimento de 79 milhões de euros conta com a totalidade da sua Área Bruta Locável (ABL) comercializada, o que segundo a empresa “atesta o sucesso do projecto”.

O novo espaço comercial vai ter 116 lojas e prevê que no primeiro ano, haja um crescimento de 5 para 8 milhões de visitas por ano, e que as vendas atinjam os 7 milhões de euros.

O LeiriaShopping é o primeiro centro comercial da Europa a obter o certificado em Segurança e Saúde.

JP_Neptune
April 12th, 2010, 12:35 AM
Encontrei um artigo do New York Times publicado em Maio de 1986 sobre o CC Amoreiras [que tinha sido inaugurado em Setembro de 1985], não sabia que o restaurante Verde Coco estava lá desde a inauguração :D

http://www.nytimes.com/1986/05/04/travel/shopper-s-world-lisbon-gets-a-mall-and-more.html?&pagewanted=1

SHOPPER'S WORLD; LISBON GETS A MALL, AND MORE

By MARVINE HOWE; MARVINE HOWE, FORMERLY A CORRESPONDENT BASED IN LISBON, IS A REPORTER ON THE METROPOLITAN STAFF OF THE NEW YORK TIMES.
Published: May 4, 1986

Since medieval times, the austere crenelated castle of Sao Jorge has dominated Lisbon's hills, but now there are new towers that give the horizon a space age look.

The Towers of Amoreiras, with pink and blue turrets and black glass bastions, form Lisbon's newest - and most controversial - office-apartment-hotel complex cum shopping mall.

A modern version of the Oriental bazaar, the Amoreiras shopping mall is said to be the largest one on the Iberian Peninsula and the fourth largest in Europe. There are 325 shops with the best Portuguese clothing, leather goods, jewelry, crystal, herbs and chocolates. There are gift shops, bookstores, a supermarket, health center and a wide variety of restaurants and snack bars.

''Some people claim the buildings are outlandish, too high, too big, too gaudy and change the skyline of Lisbon, but what law says a skyline must be the same forever?'' asks the architect Tomas Taveira, who designed Amoreiras.

Mr. Taveira, a 47-year-old Post-Modernist, insisted that the project is linked with Lisbon's medieval history and atmosphere. The Amoreiras towers are masculine and feminine, he said, inspired by medieval towers. The colors are Mediterranean, the materials and movement modern.

The 2.5 million-square-foot complex is on a hill at the entrance to Lisbon, just behind the ancient reservoir known as Aguas Livres. The 19-story pink and blue towers include 119 luxury apartments while two of the 24-story black towers will be office buildings and the third a hotel, scheduled for completion by the end of the year.

The two-level shopping center, which forms a broad base for the towers, was opened at the end of September and has attracted an average of 120,000 people daily - shoppers and tourists as well as the curious.

Meanwhile, the debate continues. Critics have leveled all kinds of charges at the management of the Amoreiras shopping center: too much rent is being asked of the shopkeepers, prices in the center's shops are too high, and the small stores in the neighborhood are being forced out of business.

Fans on the other hand jubilantly welcome a place in Lisbon where shops are open evenings and weekends and where they don't close down in the middle of the day for a two-hour lunch. (The mall is open daily from 10 A.M. to midnight.) Motorists, who have given up shopping downtown because parking is impossible, are delighted with the enormous underground parking lot (space for 2,000 cars), which is well guarded and free of charge the first hour.

On weekends, Amoreiras is like a street festival of light and colors, with crowds milling about, generally more intent on social encounters than serious shopping. The place is kept scrupulously clean with yellow-uniformed cleaning women sweeping up candy wrappers and croissant crumbs almost as they fall.

The mall is naturally lighted by vaulted skylights along the main passageways and over the central staircase. It's a happy decor with salmon pink walls, Cretan red and blue columns, a giant yellow fountain decorated with abstract designs for children and real plants growing everywhere. There's even a spaceship and a large drum where smaller children can play.

Picture signs indicate essential directions, but even mall regulars easily lose themselves in the maze, which has been compared to Istanbul's covered bazaar.

The most popular area seems to be the restaurants, busy day and night with all kinds of snacks and more substantial fare for bargain prices. Shoppers on the run can pick up a hefty croissant sandwich of ham and cheese for less than $1 at the Croissanteria. An acceptable serving of hamburger and french fries can be had at the self-service stand called Garden Burger, again for under $1.

For those interested in a sit-down meal, Verde Coco offers Portuguese specialties such as Alentejo pork and curried chicken, with bean soup, beer or fresh orange juice at $4 for two. There's even a Middle Eastern restaurant called Aladino, run by a family from Baghdad, where one may have a meal of falafel and kebab for just over $2.

Nearby there's espresso coffee at the Sical stand for about a nickel a demitasse cup. For tea drinkers, Patadisca Tea Shop offers tea and buttery scones, served in elegant white china, $1.50 for two. For those interested in something stronger, the J Club Bar serves Scotch for $2 a glass and even bourbon for about $2.25.

Also usually crowded is the Pao da Acucar supermarket, where one can often find better buys than at the local grocery, such as oranges for less than 20 cents a pound, ordinary port wine for $2.70 a bottle and vintage port for about $16. There's also an interesting pottery section where the traditional cabbage-leaf salad bowl costs about $3, a terra cotta soup tureen and ladle $5, and a wine jar under $3.

Another area in the mall is the group of three cinemas, called Amoreiras 1, 2 and 3. They generally show recent American films with Portuguese subtitles.

The Health Club Soleil-Amoreiras is linked to leading hotels in Portugal and has three squash courts, gymnasium, solarium and Jacuzzi baths. For nonmembers, an hour of squash or racquetball costs $8, while Turkish bath or sauna is about $5.30 and underwater massage $10.

At Lucia Piloto Hairdressers, one can get a shampoo and set for $4 and a permanent wave for about $13.

Boutiques of all kinds are spread throughout the rest of the mall, many of them branches of Lisbon's best specialty shops.

The Portuguese have excelled in the art of crystal since the 15th century and one of the leading exporters, Atlantis, has a lovely display of its wares in its Amoreiras shop. A slender vase is priced at just over $12, a sherry glass at about $10 and a decanter at under $40.

Portuguese jewelers have also gained renown for their fine work. The Lisbon jewelers Branca de Brito display several spectacular pieces at their boutique. There's a choker of diamonds, sapphires and emeralds priced at about $4,000, a pearl necklace for under $190 and a pair of diamond and topaz earrings for about $1,560.

Leather has always been a good buy in Portugal. Hera presents bright colored men's shoes with classic lines: orange- or wine-colored suede shoes priced at under $18, brown or magenta leather $38 and brown patent $21. Teresinha shows elegant violet and black suede women's high-heeled boots for about $34 and short electric blue suede boots under $13.

Princess boutique offers fine leather bags: an exquisite dark brown crocodile for $600, a large soft floppy leather sack for about $82, a double briefcase-overnight bag for about $172, and a similar case in skai for about $72.

A woman's tailor-made leather suit takes about five days to produce at Pelinda boutique, which shows an elegant dark gray flared skirt for $146 and jacket for $155.

One of Lisbon's leading women's clothing stores, Loja das Meias has a small but select display at Amoreiras, featuring fine wool skirts priced between $27 and $40.

At the modish clothing store called Mashe a yellow plush three-quarter length coat sells for about $56, a cotton jacket with lots of pockets about $38, and flowered jeans $13.

A traveler may find gift ideas at shops such as Culinarium, which has a wide selection of copper, pewter and glassware. An attractive porcelain pot with copper base is priced at about $18, a copper pan for boiling eggs is about $27.

A Mao - which means handmade in Portuguese - displays pottery from different regions of the country. A brightly painted plate from the Alentejo costs $3 to $4.50, fine blue and white patterned jars from Leiria are priced between $3 and $11, and a multicolored vase from Coimbra costs less than $5.50.

An original gift shop, called Raminho de Cheiros or Bouquet of Fragrances displays a wide variety of delicious scents. There are spices such as saffron, tarragon and oregano, priced under 30 cents for a third of an ounce. A candle in the form of a bowl of fruit gives off a fruity perfume when lighted and sells for $22.

The best Portuguese and imported chocolates can be found at Jeronimo Martin, where a six-ounce bar of the national Jubileu costs about $3.50 and a slightly smaller bar of Toblerone is $5.60.

Bluesence
November 25th, 2010, 01:36 PM
txiii, o 4º maior da europa quando abriu :lol: hoje em dia quase ninguém lá vai por ser tão pequeno (tirando o pessoal dos escritórios das redondezas).

Babete
November 26th, 2010, 01:01 AM
^^ Trabalhei numa das Torres e posso assegurar que o CC Amoreiras tem uma vida muito rica! No tempo que lá passei a sensação que transmitia era que estava sempre a acontecer qualquer coisa.
Autocarros de japoneses, turistas de mochila italianos, figuras do chamado "jet set", miúdos da escola, os "fatinhos" todos (eles e elas), era uma mistura tão interessante! :)

E depois as exposições, às sextas a feira de livros usados e antiguidades; lembra-me particularmente de um grupo de dançarinos de tango, um espectáculo!
Uma vez eu e o meu marido fomos confundidos com figurantes de uma telenovela, lá perdi a oportunidade de ter os meus 15 minutos de fama!:lol:

Não sou fã de centros comerciais, mas o CC Amoreiras é sem dúvida um caso de sucesso.:)

traveler
January 21st, 2011, 03:01 AM
Comércio
‘Outlets’ crescem em vendas e visitantes

O The Style cresceu 38% e o Freeport 3%, em parte por causa da crise, que leva a uma maior procura de descontos, mas também pelas melhorias que estes espaços têm desenvolvido.

Os ‘outlets' foram durante muito tempo os parentes pobres do comércio em Portugal. Contudo, o aumento exponencial do número de centros comerciais, levou a que os promotores dos ‘outlets' apostassem numa melhoria dos seus espaços. Factor, que aliado à crise económica e às restrições de consumo, levou a um aumento da procura por este tipo de comércio com descontos permanentes de 30% a 80%. Hoje os portugueses estão cada vez mais rendidos aos ‘outlets'.

Dos quatro grandes espaços que existem em Portugal - o Campera, no Carregado; o Freeport, em Alcochete; o The Style Outlets, em Vila do Conde; e o Lago Discount, em Famalicão - pelo menos três (o Campera não respondeu aos nossos pedidos de informação até ao fecho desta edição) cresceram em vendas e visitantes no último ano. Resultados que contrariam, assim, a quebra verificada nos negócios do comércio a retalho. É que de acordo com os dados mais recentes do Instituto Nacional de Estatísticas, de Novembro de 2010, o comércio a retalho estava a cair 4,8% até essa data.

Dos quatro, o The Style Outlets foi o que mais se cresceu, em particular por causa das obras de expansão que desenvolveram em 2009. "O Vila do Conde The Style Outlets fechou 2010 com um volume de vendas de 62 milhões de euros, face aos 45 milhões de euros obtidos em 2009. Um aumento de 38% que se explica pelo aumento de cerca de 55% da área de vendas, resultante da ampliação do centro em 2009. Este passou a disponibilizar 136 lojas em vez das 72 iniciais", explicou Álvaro Valiente, responsável da Neinver em Portugal, a promotora do empreendimento. Em termos de afluência, este espaço comercial fechou 2010 com cerca de 3,5 milhões de visitantes, também mais 38% mais que em 2009.

Já o Freeport, apesar das polémicas em que esteve envolvido e da saída dos cinemas UCI, "registou, pelo terceiro ano consecutivo, o valor mais elevado de vendas desde a abertura do centro em 2004, cresceu 3% face ao período homólogo anterior", adiantou o director daquele espaço comercial, Nuno Oliveira ressalva no entanto que os resultados do Freeport - que gere um volume de negócios superior a 100 milhões de euros anual e 900 empregos directos - dizem respeito ao ano fiscal de Junho de 2009 a Junho de 2010, de acordo com a contabilidade aplicada pelo promotor, o grupo Carlyle. O número de visitantes, que rondou os quatro milhões no ano fiscal de 2009 , registou um aumento de 3% no ano fiscal de 2010.

Também o Lago Discount, em Famalicão, um espaço mais concentrado nas lojas de fábrica que vende directamente ao consumidor (aliás, a definição inicial de um ‘outlet') "obteve um aumento de 3% na facturação de 2009 para 2010", adiantou Alexandra Pinto, directora da Guedes Pinto, a imobiliária que assegura a gestão. Promovido pelo Fungere - Fundo de Gestão de Património Imobiliário, do grupo Espírito Santo, a Guedes Pinto acrescenta ainda que "relativamente a visitantes, não podemos estabelecer um comparativo, uma vez que mudámos o sistema de contagem de carros em finais de 2009, pelo que os números de um e outro ano não são comparáveis".

Contudo, atento às necessidades de melhoria, o Lago Discount - que emprega 605 trabalhadores nas lojas e escritórios e 21 na gestão e manutenção - tem apostado em iniciativas para atrair mais clientes. Foi o caso da abertura de um ‘business center' em parceria com o Centro de Novas Oportunidades Forave já sedeado no espaço ou a criação do Museu da Guerra Colonial, uma parceria com a autarquia que arranca ainda no primeiro trimestre deste ano.

Freeport de Alcochete

Forte investimento no marketing O Freeport Outlet Alcochete, com 75.000 m2 é um dos maiores ‘outlets' da Europa, com mais de 140 lojas, restaurantes, salas de cinemas e um centro de exposições. Inaugurou em 2004 e rapidamente se assumiu como o mais concorrido ‘outlet' de Portugal, exactamente por tazer um conceito arquitectónico e de áreas de lazer que não eram comuns existir num espaço comercial deste tipo. Além disso, polémicas à parte, tem renovado, frequentemente, o seu mix de lojas e apostado no posicionamento da marca. Segundo dados da Marktest este é um dos espaços comerciais em Portugal que mais tem investido em marketing, desde a sua abertura.

‘Outlets' em Portugal

The Style - A força do El Corte Inglés

Em Dezembro de 2009, o ‘outlet' The Style, que inaugurou em 2004 e emprega hoje 1.400 pessoas, duplicou a sua área comercial, crescendo para mais de 130 lojas e incorporando novas marcas como a Tommy Hilfiger, Polo Ralph Lauren - a primeira loja da marca em Portugal -, Calvin Klein, Cortefiel, Casa Batalha ou Globe. Ao mesmo tempo, abria o Centro de Oportunidades do El Corte Inglés. Uma experiência que parece ter corrido bem

porque, esta Primavera vai abrir o primeiro BriCor, uma loja de decoração, bricolage e jardim do El Corte Inglés. A loja terá 12 mil m2 e marca mais uma fase de expansão do parque Nassica, onde se insere o The Style Outlets.

Lago Discount - Aposta em lojas de fábrica
O Lago Discount, em Famalicão inaugurou em 2004 e estende-se por 81 mil m2, distribuídos por cerca de 60 lojas, cada uamdas quais apresentam áreas médias que podem chegar aos cinco mil m2. A par da procura de novas marcas e do aumento de área para as já residentes, o Lago Discount tem vindo a apostar no conceito de maior "Centro de Lojas de Fábrica" do país, um espaço de 14 mil m2 de lojas de vestuário e calçado, que são as típicas lojas de fábrica, com produtos da estação mas baratos todo o ano. Além disso, recentemente abriu a loja OK Sofás e a KMóvel aumentou a sua área de 230 para 1000 m2. Também a loja Las kasas duplicou a área de venda.

Campera - Pioneiro no conceito

O Campera Carregado Outlet Shopping foi o primeiro ‘outlet' a abrir em Portugal, em 2000, mantendo-se o único na zona Sul do País até á abertura do Freeport. Propriedade do Fimoges, do grupo Espírito Santo, tem mais de 120 lojas - como a Nike, Zara ou Mango - com descontos até 70% e distribuídas por uma área de 25 mil m2. Em 2007 o centro recebeu uma nova gestão, que implantou um conjunto de medidas para transformar este ‘outlet' num verdadeiro destino de compras. Hoje atrai agora mais de 250 mil visitantes por mês mas desde a abertura do Freepor, também na área envolvente de Lisboa, que o Campera se ressentiu bastante.
2011-01-20 15:45
Elisabete Soares, Económico

Márcio Lopes
February 10th, 2011, 12:20 AM
Alguem sabe se a Sonae comprou a cadeia de supermercados sam pedro?

Pergunto isto porque na minha rua existe um e estiveram aqui uns senhores da sonae a tirar medidas a frente loja para colocar toldos etc etc.

Será para o modelo bonjour ou para o continente ice.
Sei que os supermercados sam pedro estão abertos com poucos produtos nas prateleiras e as dividas são enormes e os funcionários tem ordenados em atraso.

Sesnando
December 7th, 2011, 04:06 PM
Parece que está mesmo a complicar-se o caso do dolce vita em braga. A abertura do shopping continua a ser adiada, continuam sem encontrar interessados nas lojas em número suficiente para o abrir.

Aluilce
December 11th, 2011, 03:33 AM
Olá amigos portugueses, sou brasileiro e estou postando pela primeira vez em um thread português.
Sou apaixonado por shoppings. Pela primeira vez a um shopping da SONAE: Parque Dom Pedro, Campinas, SP, Brasil.

traveler
December 21st, 2011, 01:07 AM
Forum Sintra nomeado para os European Shopping Centre Awards
14 de Dezembro de 2011 às 14:26:13 por Ricardo Batista

O Forum Sintra, promovido pela Multi Development Portugal é um dos empreendimentos finalistas dos ICSC European Shopping Centre Awards 2012, uma das mais importantes distinções no mercado de retalho a nível internacional, reconhecendo e premiando os melhores projectos comerciais desenvolvidos na Europa. Os vencedores da edição deste ano serão conhecidos na Conferência Europeia que decorre em Berlim entre os dias 18 e 20 de Abril de 2012.

O Forum Sintra, inaugurado no passado mês de Abril, representou um investimento de 170 milhões de euros e oferece 55.000 m2 de área comercial, num espaço moderno e arrojado, com 182 lojas, distribuídas por três pisos.

A obra resultou da expansão e remodelação do já existente edifício do Feira Nova e pelas suas características reuniu as condições exigidas para estar entre os candidatos a melhor centro comercial da Europa na Categoria Refurbishments and Expansions: Large.

SR-71
January 5th, 2012, 05:39 PM
Dolce Vita Funchal ultrapassa os 10 milhões de visitantes em 2011

http://www.dnoticias.pt/sites/default/files/imagecache/teaser_410_275/dolce_vita_funchal_1.jpg

O Centro Comercial Dolce Vita Funchal contabilizou um total de 10,2 milhões de visitantes em 2011, "valor que revela a elevada adesão dos madeirenses e dos turistas que visitam a Região Autónoma à oferta comercial e de lazer proporcionada pelo shopping", refere assessoria de imprensa em nota enviada aos 'media'.

No ano em que comemorou o quarto aniversário, o Dolce Vita Funchal concretizou o objectivo de ultrapassar a barreira dos 10 milhões de visitantes: "Para tal, foi decisivo o trabalho desenvolvido pela equipa do Centro Comercial, em parceria com os lojistas e restantes parceiros de negócio, proporcionando uma oferta de grande qualidade, através da abertura de novas lojas, da introdução de serviços úteis e cómodos, bem como da dinamização de actividades de lazer quer para os mais novos, quer para os adultos", adianta.

"A sua localização central faz com que seja um ponto de passagem obrigatório para os visitantes, turistas e para quem vive ou trabalha diariamente nesta zona do Funchal. A proximidade ao porto de cruzeiros faz com que o Dolce Vita Funchal receba um número muito relevante de turistas estrangeiros. O Dolce Vita Funchal tem vindo a alargar o portefólio de lojas ao longo dos últimos meses com a abertura de seis novos espaços em domínios tão variados como cosméticos e produtos de beleza, restauração, saúde oral e outros serviços. Reconhecido com um espaço familiar, o Dolce Vita Funchal tem vindo a reforçar a aposta na animação de tempos livres, destacando-se os ateliês infantis, inteiramente gratuitos, promovidos ao fim-de-semana, e espaços temáticos temporários, que aliam o carácter lúdico à aprendizagem, que têm sido bem recebidos pelas famílias madeirenses", salienta.

O Dolce Vita Funchal é também um espaço aberto à comunidade, apoiando diversas causas e iniciativas solidárias: "Dada a localização central do Centro Comercial, que atrai a visita de milhares de pessoas diariamente, são oferecidas condições para que as acções desenvolvidas por instituições solidárias tenham mais condições para ganhar visibilidade e, consequentemente, cheguem a um maior número de pessoas disponíveis para ajudar essas causas. Com esta politica activa de portas abertas, o Dolce Vita Funchal dá um contributo para apoiar a comunidade de uma forma simples mas decisiva".

Recorde-se que o centro foi inaugurado em Outubro de 2007, e está localizado no centro da cidade do Funchal, junto à principal área de negócios e serviços da cidade. Com uma área de 16 mil metros quadrados, é composto por 70 lojas, um hipermercado e 900 lugares de estacionamento.

Fonte: DN Madeira.

sybrenp
April 10th, 2012, 10:26 PM
Waaaaaaaauw :lol:

Estimativas apontam para um mínimo histórico em 2012. Em 2011 abriram apenas dois novos shoppings.

A cumprirem-se as previsões, este ano será atingido um novo mínimo histórico de área inaugurada de centros comerciais em Portugal: não estão previstas quaisquer novas aberturas. De acordo com um estudo divulgado esta terça-feira pela consultora imobiliária Cushman & Wakefield, a conjuntura económica e a ausência de financiamento estão a travar os planos para novos projectos no sector. O ano passado abriram apenas dois novos centros comerciais – o Aqua Portimão, com 35.500 metros quadrados de área bruta locável (a área que produz rendimento no conjunto comercial, afecta aos estabelecimentos de comércio), e o Fórum Sintra, que resultou da expansão do hipermercado Feira Nova. Contas feitas, em 2011, a área inaugurada de shoppings em Portugal foi de 62.600 metros quadrados, o terceiro valor mais baixo dos últimos 20 anos.

“Esta evolução do mercado não surpreende, tendo em conta o actual enquadramento económico do país, bem como a situação vivida no mercado imobiliário em particular. A quase ausência de financiamento à promoção imobiliária em Portugal, associada a um cada vez menor interesse pelos centros comerciais por parte dos investidores internacionais, limita a actividade dos promotores imobiliários que vêem, assim, dificultados os seus planos para novos projectos”, diz Marta Esteves Costa, da Cushman & Wakefield, em comunicado.

O ano passado os centros comerciais em Portugal tiveram uma quebra de receitas de menos mil milhões de euros. As visitas desceram 8,18% (segundo o Índice Footfall) e cada português gastou, em média, menos 10%, face a 2010.

O cenário não será invertido este ano. Com a contracção no consumo e a queda do volume de vendas no comércio retalho, a construção de novos projectos não será uma opção, aponta a consultora. Já para 2013, a Associação Portuguesa de Centros Comerciais refere que estão previstos dois novos espaços em Setúbal.

Europa em queda

A tendência de quebra é semelhante na Europa. Em 2011, o número de aberturas de novos centros comerciais foi idêntico a 2010, ano em que se registou a maior descida desde 1983 neste indicador. Segundo o estudo European Shopping Centre Development, que é publicado semestralmente pela Cushman & Wakefield (C&W), em 2011 “as aberturas de novos centros comerciais na Europa foram afectadas por atrasos na construção em diversos mercados”. As estimativas iniciais apontavam para 6,8 milhões de metros quadrados inaugurados (um aumento de 15% face a 2010), mas na prática abriram 5,9 milhões, em linha com o período homólogo de 2010.

Dos 34 países analisados, 19 registaram quebras neste sector, sobretudo, a República Checa, Áustria, Eslováquia, Croácia e Bulgária, onde não se registaram aberturas. Em 2011, inauguraram 197 centros comerciais, 65% dos quais localizados na Europa Central e de Leste. À semelhança dos últimos anos, a Rússia e a Turquia foram os mercados mais activos.

Fonte: http://economia.publico.pt/Noticia/este-ano-nao-sera-inaugurado-nenhum-centro-comercial-em-portugal-1541546

traveler
May 10th, 2012, 01:54 AM
Empresa francesa compra dois centros comerciais em Portugal por 500 milhões

Almada Fórum e Fórum Montijo passam para a Unibail-Rodamco, maior cotada europeia de imobiliário, que entra no mercado português após investimento de 500 milhões de euros.

A Unibail-Rodamco, maior cotada europeia do sector imobiliário, chegou a acordo para comprar dois centros comerciais portugueses, a um fundo do Commerzbank, por 500 milhões de euros.

A notícia está a ser avançada pela Bloomberg, que cita duas pessoas com conhecimento da operação. O CG Malls Europe, fundo detido pelo banco alemão, controla os dois centros comerciais portugueses, que têm em conjunto uma área bruta de 75 mil metros quadrados.

De acordo com a agência de notícias, a empresa francesa entra em Portugal depois de ter encaixado 1,3 mil milhões de euros em desinvestimentos no ano passado, através da venda de centros comerciais de pequena dimensão.

Já o Commerzbank está a desinvestir no sector imobiliário e tinha colocado os três activos do CG Malls Europe. Após esta operação, mantém apenas um centro comercial em Espanha, o Espacio.

O Almada Forum, dos maiores centros comerciais da margem sul, tem 262 lojas e 18 mil visitantes anuais.

2012-05-09 14:22
Negócios com Blommberg