Phobos
August 12th, 2005, 01:58 PM
O candidato do PS à Câmara do Porto apresentou ontem as linhas-mestras do seu programa em matéria de urbanismo, dando relevante importância à melhoria das acessibilidades entre oriente e ocidente. Francisco Assis propõe-se ainda a cobrir a VCI em algumas zonas.
Francisco Assis quer atenuar as assimetrias de mobilidade entre as zonas Oriental e Ocidental da cidade e melhorar a ligação da frente ribeirinha à designada parte alta do Porto. O candidato do PS à câmara municipal preconiza, assim, a humanização do eixo Mouzinho da Silveira-Rua das Flores, através do favorecimento da circulação a pé, e a ligação do nó de Bonjóia a S. Vitor. No mesmo âmbito, defende o prolongamento da Rua de Gonçalo Cristóvão até à Rua de Santos Pousada, numa primeira fase, e até à Rua de Pinto Bessa num desenvolvimento posterior.
Na apresentação do seu programa em matéria de urbanismo, o socialista propôs-se ainda, caso seja eleito presidente da Câmara do Porto, a melhorar a integração urbana da VCI e da Estrada da Circunvalação. Para o primeiro caso, que considera padecer de um “problema grave”, advoga a cobertura parcial da via em algumas zonas e a criação de barreiras acústicas em outras. Para a Estrada da Circunvalação frisa ser necessária uma articulação com os municípios de Matosinhos, Maia e Gondomar para a sua transformação numa avenida que compatibilize o automóvel, o transporte público colectivo, o peão e as ciclovias. “A Circunvalação é hoje uma zona de ninguém e de separação de municípios, pelo que é preciso inverter este estado de coisas”, indicou o candidato «rosa». Francisco Assis ressalvou, porém, que estes investimentos terão de ser realizados com um esforço financeiro da autarquia, mas também com uma comparticipação do Governo.
Centros empresariais
Os projectos da candidatura do PS passam ainda pelo reforço de novas centralidades como Antas/Campanhã e Ramalde/Boavista. Assis aposta na instalação de centros de empresa e locais de decisão, argumentando que “nenhum choque tecnológico no País será bem sucedido se não envolver a cidade do Porto”. Assim, como primeira medida a este nível, apresenta a abertura de novas ligações para reforço da conexão entre o Estádio do Dragão e a Estação de Campanhã e para promover a requalificação de áreas industriais e residenciais. A criação de um Centro de Congressos/Pavilhão Multiusos na zona oriental aparece também como prioridade. O cabeça-de-lista do PS à Câmara do Porto pretende ainda realizar e aprovar um Plano de Urbanização de estabeleça os usos e mecanismos de transformação da Zona Industrial de Ramalde, nomeadamente através da abertura de novos arruamentos que favoreçam a ligação entre a Senhora da Hora e a Rotunda da Boavista, reforçando o eixo Ramalde-Boavista e diminuindo a carga sobre o IC1.
Freixo e Bolhão
A utilidade que o PS pretende dar ao Palácio do Freixo ficou também ontem clara. Francisco Assis garantiu que o imóvel não terá outro uso que não fins públicos, assumindo-se como uma “sala de recepções da cidade. Para os próximos quatro anos, o candidato falou também dos projectos para a zona histórica, podendo destacar-se a sua intenção em criar 100 novos alojamentos por ano e afectar-lhes o mesmo número de lugares de estacionamento. Sobre o Bolhão, Assis manifestou-se peremptório, salientando que consigo na presidência o espaço “será modernizado e actualizado, mas sem alterar as suas funções actuais”.
fonte:O Primeiro de Janeiro (http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=fdf35e38623f4674927406f128437444)
Francisco Assis quer atenuar as assimetrias de mobilidade entre as zonas Oriental e Ocidental da cidade e melhorar a ligação da frente ribeirinha à designada parte alta do Porto. O candidato do PS à câmara municipal preconiza, assim, a humanização do eixo Mouzinho da Silveira-Rua das Flores, através do favorecimento da circulação a pé, e a ligação do nó de Bonjóia a S. Vitor. No mesmo âmbito, defende o prolongamento da Rua de Gonçalo Cristóvão até à Rua de Santos Pousada, numa primeira fase, e até à Rua de Pinto Bessa num desenvolvimento posterior.
Na apresentação do seu programa em matéria de urbanismo, o socialista propôs-se ainda, caso seja eleito presidente da Câmara do Porto, a melhorar a integração urbana da VCI e da Estrada da Circunvalação. Para o primeiro caso, que considera padecer de um “problema grave”, advoga a cobertura parcial da via em algumas zonas e a criação de barreiras acústicas em outras. Para a Estrada da Circunvalação frisa ser necessária uma articulação com os municípios de Matosinhos, Maia e Gondomar para a sua transformação numa avenida que compatibilize o automóvel, o transporte público colectivo, o peão e as ciclovias. “A Circunvalação é hoje uma zona de ninguém e de separação de municípios, pelo que é preciso inverter este estado de coisas”, indicou o candidato «rosa». Francisco Assis ressalvou, porém, que estes investimentos terão de ser realizados com um esforço financeiro da autarquia, mas também com uma comparticipação do Governo.
Centros empresariais
Os projectos da candidatura do PS passam ainda pelo reforço de novas centralidades como Antas/Campanhã e Ramalde/Boavista. Assis aposta na instalação de centros de empresa e locais de decisão, argumentando que “nenhum choque tecnológico no País será bem sucedido se não envolver a cidade do Porto”. Assim, como primeira medida a este nível, apresenta a abertura de novas ligações para reforço da conexão entre o Estádio do Dragão e a Estação de Campanhã e para promover a requalificação de áreas industriais e residenciais. A criação de um Centro de Congressos/Pavilhão Multiusos na zona oriental aparece também como prioridade. O cabeça-de-lista do PS à Câmara do Porto pretende ainda realizar e aprovar um Plano de Urbanização de estabeleça os usos e mecanismos de transformação da Zona Industrial de Ramalde, nomeadamente através da abertura de novos arruamentos que favoreçam a ligação entre a Senhora da Hora e a Rotunda da Boavista, reforçando o eixo Ramalde-Boavista e diminuindo a carga sobre o IC1.
Freixo e Bolhão
A utilidade que o PS pretende dar ao Palácio do Freixo ficou também ontem clara. Francisco Assis garantiu que o imóvel não terá outro uso que não fins públicos, assumindo-se como uma “sala de recepções da cidade. Para os próximos quatro anos, o candidato falou também dos projectos para a zona histórica, podendo destacar-se a sua intenção em criar 100 novos alojamentos por ano e afectar-lhes o mesmo número de lugares de estacionamento. Sobre o Bolhão, Assis manifestou-se peremptório, salientando que consigo na presidência o espaço “será modernizado e actualizado, mas sem alterar as suas funções actuais”.
fonte:O Primeiro de Janeiro (http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=fdf35e38623f4674927406f128437444)