Filipe_Golias
September 11th, 2005, 06:10 AM
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"Não estou completamente convencido das vantagens da Sociedade de Reabilitação Urbana(SRU) de Gaia. Sem instrumentos de financiamento, não vejo benefícios em avançar com o projecto".
As palavras do presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, deixam perceber que o projecto que o Governo lançou para requalificar os centros históricos dificilmente terá pernas para andar no seu município.
"As vantagens que a SRU apresenta, em termos de celeridade de processos burocráticos, são iguais às que a legislação para os centros históricos contempla", acresccenta.
Mesmo assim, o assunto ainda não foi arredado "da vontade de Gaia, está, apenas, em stand-by" e voltará a sentar, à mesma mesa, Menezes e o ministro do Ambiente , Nunes Correia, numa tentativa de saber se há ou não possibilidade de obter maior financiamento.
A SRU de Gaia já tem estatutos prontos e um despacho conjunto dos então ministros das Cidades, José Luís Arnaut, e das Finanças, Bagão Félix. O capital social é de três milhões de euros. Ao Estado, através do Instituto Nacional de Habitação, cabe 1,8 milhões de euros, verba considerada "pouco atractiva".
Fonte: JN (http://jn.sapo.pt/2005/09/11/grande_porto/menezes_torce_nariz_a_sru.html)
"Não estou completamente convencido das vantagens da Sociedade de Reabilitação Urbana(SRU) de Gaia. Sem instrumentos de financiamento, não vejo benefícios em avançar com o projecto".
As palavras do presidente da Câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, deixam perceber que o projecto que o Governo lançou para requalificar os centros históricos dificilmente terá pernas para andar no seu município.
"As vantagens que a SRU apresenta, em termos de celeridade de processos burocráticos, são iguais às que a legislação para os centros históricos contempla", acresccenta.
Mesmo assim, o assunto ainda não foi arredado "da vontade de Gaia, está, apenas, em stand-by" e voltará a sentar, à mesma mesa, Menezes e o ministro do Ambiente , Nunes Correia, numa tentativa de saber se há ou não possibilidade de obter maior financiamento.
A SRU de Gaia já tem estatutos prontos e um despacho conjunto dos então ministros das Cidades, José Luís Arnaut, e das Finanças, Bagão Félix. O capital social é de três milhões de euros. Ao Estado, através do Instituto Nacional de Habitação, cabe 1,8 milhões de euros, verba considerada "pouco atractiva".
Fonte: JN (http://jn.sapo.pt/2005/09/11/grande_porto/menezes_torce_nariz_a_sru.html)