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October 1st, 2005, 04:10 AM
Obras na estação de trem do Méier começam quarta
A partir da próxima quarta-feira, o cenário da estação de trem do Méier começará a mudar. Graças a uma parceria entre a SuperVia e o governo do estado, dentro do Programa Estadual de Transporte, o espaço ganhará mezanino, sistema de cobrança eletrônico e escadas rolantes. Uma das passarelas que dão acesso à estação, junto ao Jardim do Méier, ficará interditada por dois meses, prazo previsto para as obras. Durante esse período, o acesso será feito somente pela passarela na outra extremidade da plataforma.
Mais duas estações terão melhorias
As obras fazem parte do projeto de revitalização do ramal de Deodoro, que inclui ainda mudanças nas estações de São Francisco Xavier (já iniciadas) e Madureira. A SuperVia espera que o número de passageiros seja ampliado com as melhorias nas estações.
— Hoje, a estação do Méier é usada por 9.200 passageiros. Com mais conforto, a estimativa é de que esse número aumente em até 20% — disse a diretora de Desenvolvimento da SuperVia, Regina Amélia Oliveira.
O GLOBO
A partir da próxima quarta-feira, o cenário da estação de trem do Méier começará a mudar. Graças a uma parceria entre a SuperVia e o governo do estado, dentro do Programa Estadual de Transporte, o espaço ganhará mezanino, sistema de cobrança eletrônico e escadas rolantes. Uma das passarelas que dão acesso à estação, junto ao Jardim do Méier, ficará interditada por dois meses, prazo previsto para as obras. Durante esse período, o acesso será feito somente pela passarela na outra extremidade da plataforma.
Mais duas estações terão melhorias
As obras fazem parte do projeto de revitalização do ramal de Deodoro, que inclui ainda mudanças nas estações de São Francisco Xavier (já iniciadas) e Madureira. A SuperVia espera que o número de passageiros seja ampliado com as melhorias nas estações.
— Hoje, a estação do Méier é usada por 9.200 passageiros. Com mais conforto, a estimativa é de que esse número aumente em até 20% — disse a diretora de Desenvolvimento da SuperVia, Regina Amélia Oliveira.
O GLOBO