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October 25th, 2005, 09:26 PM
Investimento previsto de 426 milhões
O Governo anuncio hoje que decidiu entregar a licença de estabelecimento para a produção de energia eléctrica à Central Fotovoltaica da Amareleja, viabilizando assim um investimento de 426 milhões de euros em Moura, que estava ameaçado.
«A cerimónia de entrega da licença para a produção de energia eléctrica àquela que será a maior central fotovoltaica do mundo terá lugar na Escola Secundária de Moura, às 16H00», refere uma nota do ministério da Economia e da Inovação. A cerimónia será presidida por Manuel Pinho, ministro da Economia.
Segundo noticiou o Jornal de Negócios em Julho, as hipóteses de Portugal perder este investimento, que diversos investidores estrangeiros pretendem aplicar na maior central eléctrica solar do Mundo, nas minas de São Domingos, era cada vez maior, depois do Ministério da Economia ter anunciado que a capacidade disponível para projectos de energia fotovoltaica está praticamente esgotada, não acomodando a capacidade prevista para este projecto.
A La Sabina, sociedade promotora do Parque Solar de São Domingos, não estava disponível para avançar para o projecto de investimento deste parque solar sem a contrapartida estatal para a remuneração da alimentação, alegando que o projecto era economicamente inviável sem subsidiação na tarifa.
No comunicado de hoje o Ministério da Economia não adianta quais as razões que levaram à viabilização do projecto, nem as condições do projecto.
O Governo anuncio hoje que decidiu entregar a licença de estabelecimento para a produção de energia eléctrica à Central Fotovoltaica da Amareleja, viabilizando assim um investimento de 426 milhões de euros em Moura, que estava ameaçado.
«A cerimónia de entrega da licença para a produção de energia eléctrica àquela que será a maior central fotovoltaica do mundo terá lugar na Escola Secundária de Moura, às 16H00», refere uma nota do ministério da Economia e da Inovação. A cerimónia será presidida por Manuel Pinho, ministro da Economia.
Segundo noticiou o Jornal de Negócios em Julho, as hipóteses de Portugal perder este investimento, que diversos investidores estrangeiros pretendem aplicar na maior central eléctrica solar do Mundo, nas minas de São Domingos, era cada vez maior, depois do Ministério da Economia ter anunciado que a capacidade disponível para projectos de energia fotovoltaica está praticamente esgotada, não acomodando a capacidade prevista para este projecto.
A La Sabina, sociedade promotora do Parque Solar de São Domingos, não estava disponível para avançar para o projecto de investimento deste parque solar sem a contrapartida estatal para a remuneração da alimentação, alegando que o projecto era economicamente inviável sem subsidiação na tarifa.
No comunicado de hoje o Ministério da Economia não adianta quais as razões que levaram à viabilização do projecto, nem as condições do projecto.
O Governo anuncio hoje que decidiu entregar a licença de estabelecimento para a produção de energia eléctrica à Central Fotovoltaica da Amareleja, viabilizando assim um investimento de 426 milhões de euros em Moura, que estava ameaçado.
«A cerimónia de entrega da licença para a produção de energia eléctrica àquela que será a maior central fotovoltaica do mundo terá lugar na Escola Secundária de Moura, às 16H00», refere uma nota do ministério da Economia e da Inovação. A cerimónia será presidida por Manuel Pinho, ministro da Economia.
Segundo noticiou o Jornal de Negócios em Julho, as hipóteses de Portugal perder este investimento, que diversos investidores estrangeiros pretendem aplicar na maior central eléctrica solar do Mundo, nas minas de São Domingos, era cada vez maior, depois do Ministério da Economia ter anunciado que a capacidade disponível para projectos de energia fotovoltaica está praticamente esgotada, não acomodando a capacidade prevista para este projecto.
A La Sabina, sociedade promotora do Parque Solar de São Domingos, não estava disponível para avançar para o projecto de investimento deste parque solar sem a contrapartida estatal para a remuneração da alimentação, alegando que o projecto era economicamente inviável sem subsidiação na tarifa.
No comunicado de hoje o Ministério da Economia não adianta quais as razões que levaram à viabilização do projecto, nem as condições do projecto.
fonte (http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=266590)
já ´ta :applause:
O Governo anuncio hoje que decidiu entregar a licença de estabelecimento para a produção de energia eléctrica à Central Fotovoltaica da Amareleja, viabilizando assim um investimento de 426 milhões de euros em Moura, que estava ameaçado.
«A cerimónia de entrega da licença para a produção de energia eléctrica àquela que será a maior central fotovoltaica do mundo terá lugar na Escola Secundária de Moura, às 16H00», refere uma nota do ministério da Economia e da Inovação. A cerimónia será presidida por Manuel Pinho, ministro da Economia.
Segundo noticiou o Jornal de Negócios em Julho, as hipóteses de Portugal perder este investimento, que diversos investidores estrangeiros pretendem aplicar na maior central eléctrica solar do Mundo, nas minas de São Domingos, era cada vez maior, depois do Ministério da Economia ter anunciado que a capacidade disponível para projectos de energia fotovoltaica está praticamente esgotada, não acomodando a capacidade prevista para este projecto.
A La Sabina, sociedade promotora do Parque Solar de São Domingos, não estava disponível para avançar para o projecto de investimento deste parque solar sem a contrapartida estatal para a remuneração da alimentação, alegando que o projecto era economicamente inviável sem subsidiação na tarifa.
No comunicado de hoje o Ministério da Economia não adianta quais as razões que levaram à viabilização do projecto, nem as condições do projecto.
O Governo anuncio hoje que decidiu entregar a licença de estabelecimento para a produção de energia eléctrica à Central Fotovoltaica da Amareleja, viabilizando assim um investimento de 426 milhões de euros em Moura, que estava ameaçado.
«A cerimónia de entrega da licença para a produção de energia eléctrica àquela que será a maior central fotovoltaica do mundo terá lugar na Escola Secundária de Moura, às 16H00», refere uma nota do ministério da Economia e da Inovação. A cerimónia será presidida por Manuel Pinho, ministro da Economia.
Segundo noticiou o Jornal de Negócios em Julho, as hipóteses de Portugal perder este investimento, que diversos investidores estrangeiros pretendem aplicar na maior central eléctrica solar do Mundo, nas minas de São Domingos, era cada vez maior, depois do Ministério da Economia ter anunciado que a capacidade disponível para projectos de energia fotovoltaica está praticamente esgotada, não acomodando a capacidade prevista para este projecto.
A La Sabina, sociedade promotora do Parque Solar de São Domingos, não estava disponível para avançar para o projecto de investimento deste parque solar sem a contrapartida estatal para a remuneração da alimentação, alegando que o projecto era economicamente inviável sem subsidiação na tarifa.
No comunicado de hoje o Ministério da Economia não adianta quais as razões que levaram à viabilização do projecto, nem as condições do projecto.
O Governo anuncio hoje que decidiu entregar a licença de estabelecimento para a produção de energia eléctrica à Central Fotovoltaica da Amareleja, viabilizando assim um investimento de 426 milhões de euros em Moura, que estava ameaçado.
«A cerimónia de entrega da licença para a produção de energia eléctrica àquela que será a maior central fotovoltaica do mundo terá lugar na Escola Secundária de Moura, às 16H00», refere uma nota do ministério da Economia e da Inovação. A cerimónia será presidida por Manuel Pinho, ministro da Economia.
Segundo noticiou o Jornal de Negócios em Julho, as hipóteses de Portugal perder este investimento, que diversos investidores estrangeiros pretendem aplicar na maior central eléctrica solar do Mundo, nas minas de São Domingos, era cada vez maior, depois do Ministério da Economia ter anunciado que a capacidade disponível para projectos de energia fotovoltaica está praticamente esgotada, não acomodando a capacidade prevista para este projecto.
A La Sabina, sociedade promotora do Parque Solar de São Domingos, não estava disponível para avançar para o projecto de investimento deste parque solar sem a contrapartida estatal para a remuneração da alimentação, alegando que o projecto era economicamente inviável sem subsidiação na tarifa.
No comunicado de hoje o Ministério da Economia não adianta quais as razões que levaram à viabilização do projecto, nem as condições do projecto.
fonte (http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=266590)
já ´ta :applause: