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traveler November 3rd, 2005, 01:57 AM Investimento público não faz milagres»
Manifesto de economistas alerta para risco das grandes obras públicas
Um grupo de 13 economistas publicou hoje no «Diário de Notícias» um manifesto contestando a eventual concretização de grandes obras publicas - «projectos sem comprovada rendibilidade económica e social» - que dizem, «poderá ser desastrosa para o país». Não mencionam a Ota e o TGV, mas são essas as polémicas que estão em discussão pública.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
Um grupo de 13 economistas publicou hoje no «Diário de Notícias» um manifesto contestando a eventual concretização de grandes obras publicas - «projectos sem comprovada rendibilidade económica e social» - que dizem, «poderá ser desastrosa para o país». Não mencionam a Ota e o TGV, mas são essas as polémicas que estão em discussão pública.
Alguns destes economistas estiveram com José Sócrates nas Novas Fronteiras. Entre eles encontram-se Nogueira Leite, Miguel Beleza, Medina Carreira, Augusto Mateus e Ferreira do Amaral.
Para este grupo, «parece ter emergido uma corrente de pensamento que acredita que a superação da crise pode estar no investimento em obras públicas, sobretudo se envolvendo grandiosos projectos convenientemente apelidados de estruturantes.
Recordam por isso, que «Portugal vive uma profunda crise». Sem referir expressamente a Ota e o TGV, os economistas reunidos neste manifesto concluem que a concretização de grandes projectos de obras públicas «poderá ser desastroso para o país».
O manifesto publicado no «Diário de Notícias tem como título «Investimento público não faz milagres»
«Parece ter emergido uma corrente de pensamento que acredita que a superação da crise pode estar no investimento em obras públicas, sobretudo se envolvendo grandiosos projectos convenientemente apelidados de estruturantes». «Porque a situação é séria e o País não pode, sem grandes custos, embarcar em mais experiências fantasistas, importa dizer (...) que a sua eventual concretização poderá ser desastrosa para o País».
Os economistas enumeram as várias razões para defender a não realização das grandes obras públicas. «Primeiro, porque, numa situação de excesso de despesa, mais investimento em obras públicas irá favorecer sobretudo as economias de onde importamos, sem efeito sensível na capacidade produtiva da economia portuguesa, agravando o défice externo (pois só há financiamento parcial de fundos comunitários). Segundo, porque o tipo de emprego mobilizado pela construção pouco efeito terá na absorção do desemprego fabril gerado pela perda de competitividade da nossa indústria e mobilizará sobretudo a imigração. Terceiro, porque tais investimentos irão agravar ainda mais o desequilíbrio das contas públicas, seja pela despesa directa, seja pelos custos de exploração futura, seja, como aconteceu nas SCUTS, pelas inevitáveis garantias para assegurar a mobilização do sector privado».
«Porque o momento é grave; porque continuar com tergiversações à volta do essencial (onde se inclui a reforma do próprio Estado), apenas ajudará o País a afundar-se numa senda de definhamento; e porque é altura de a própria sociedade civil se deixar dos brandos costumes do conformismo e dizer o que tem que ser dito; os signatários entendem dar este seu contributo à reflexão da sociedade e dos poderes políticos», referem.
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Arpels November 3rd, 2005, 02:01 AM investimento publico por si so não faz milagres, isso ja é sabido, mas ha muito espirito negativista neste pais, quando se fex a Expo 98 foi criticar ate não poder mais, no final deu 3 veses mais lucro k o k se previa (Expo+terrenos+etc).
traveler November 3rd, 2005, 02:29 AM A destreza das dúvidas
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agosto 04, 2005
A Ota e o TGV, ainda e sempre. Parte III
Marvão Pereira esclarece:
[O]s resultados dos meus estudos de facto nada dizem directamente sobre os casos da OTA ou do TGV. Por outro lado são uma evidência empírica importante que mostra que uma estratégia geral de investimento público em infra-estruturas de transporte tem potencial para ter efeitos muito importantes. O ponto é que os meus resultados podem ser usados para justificar uma estratégia de desenvolvimento mas não para justificar projectos específicos. (Destaque de Marvão Pereira)
Este o teor de um e-mail que Marvão Pereira enviou a Paulo Gorjão, que o terá desafiado a comentar a utilização que o ministro fez do seu artigo, assim como algumas das minhas críticas. Paulo Gorjão pergunta-me se tenho mais comentários a fazer.
Obviamente, as minhas críticas não foram dirigidas ao trabalho empírico de Marvão Pereira e Andraz, mas, sim, à utilização e à extrapolação que o ministro dele quis fazer. Marvão Pereira e eu estamos basicamente de acordo.
Na minha primeira entrada, escrita ainda antes de ler o artigo em causa, afirmei que o artigo falava "genericamente em investimento público", ou seja, que "o raciocínio poderia ser aplicado à construção de mais sete pontes sobre o rio Tejo ou de pontes a ligar as ilhas dos Açores".
Já num segundo momento, depois de ter lido o trabalho, referi que o estudo de Marvão Pereira e Andraz concluía que o investimento público em infra-estruturas de transportes tinha efeitos benéficos (ler post-scriptum 1). Mais precisamente: o estudo conclui que a taxa de rendibilidade do investimento público em infra-estruturas andou na casa dos 16% (página 189).
Gostaria de ver um estudo semelhante sobre o efeito do investimento público em educação. Ou eu me engano muito, ou, a longo prazo, o investimento em educação teria taxas de rendibilidade superiores. Fica aqui a sugestão para algum estudante que esteja a iniciar tese de mestrado.
Sendo eu de esquerda, só podia ter ficado satisfeito com os resultados de Pereira e Andraz. Apesar de tudo, penso que os resultados a que chegam devem ser tomados com um grão de sal (grain of salt), ou seja, com algum cuidado. Por alguns motivos que não põem em causa a qualidade do trabalho:
1 - A amostra tem um número bastante reduzido de observações (30 observações).
2 - A amostra vai desde 1976 até 1998, ou seja abarca períodos em que as nossas infra-estruturas eram miseráveis, pelo que era de esperar que esses investimentos tivessem efeitos multiplicadores bastante grandes. Lembro novamente que apenas em 1991 se concluiu a auto-estrada Lisboa-Porto. Os próprios autores o reconhecem (página 194): "the large marginal products for the Portuguese case are likely, due to the relatively low levels of public investment during most of the sample period."
3 - Os intervalos de confiança não excluem a possibilidade de os efeitos de o investimento público serem globalmente negativos. Ver os tracejados na figura 1, página 186.
4 - É sempre muito discutível fazer análises de política económica apenas com base em regressões econométricas. Na verdade, não podemos saber como reagiria a economia se não tivesse havido investimento público. Esta crítica, conhecida como crítica de Lucas, é fundamental e não circunstancial. É uma questão demasiado técnica para se discutir num blogue.
Como disse, e Marvão Pereira confirmou, o estudo nunca poderá servir para justificar projectos específicos. Há, no entanto, um resultado particulamente interessante. A determinada altura, Pereira e Andraz desagregam o investimento e consideram-no em diversas componentes, entre as quais o investimento em aeroportos. Os resultados podem ser lidos na tabela 6 (página 191). Apesar de estimarem uma taxa de rendibilidade de 20%, a verdade é que o intervalo de variação admissível se situa entre os 22.5% negativos e os 27.5% (a não ser que eu esteja a ler mal os números que estão entre parêntesis rectos).
Conclusão
O ministro quer construir um aeroporto que terá capacidade máxima para 30 milhões de passageiros por ano, para substituir o aeroporto da Portela, que terá uma capacidade máxima de 25 milhões de passageiros. Este novo aeroporto custará vários milhares de milhões de Euros (aos quais se deve acrescentar pelo menos 80% de derrapagem de custos). O ministro fundamenta a sua decisão com base em dois artigos:
(1) o de Kamps, que conclui que o investimento público em Portugal tem efeitos negativos, e
(2) o de Pereira e Andraz, que considera admissível que os investimentos realizados nas últimas três décadas em aeroportos tenham tido rendibilidades negativas na casa dos 20%.
Quem quiser os artigos em causa faça o favor de me contactar: aguiarconraria@gmail.com
Publicado por L. Aguiar-Conraria às agosto 4, 2005 03:29 AM
Comentários
Este texto tem um cariz técnico bastante profundo que não me atrevo a comentar.
No entanto, há dois factores de ponderação que me mereçem consideração: a rentabilidade, (em que prazo?), e a derrapagem financeira, que é um hábito tradicional em Portugal, que aqui já
Daniel_Portugal November 3rd, 2005, 03:21 AM investimento publico por si so não faz milagres, isso ja é sabido, mas ha muito espirito negativista neste pais, quando se fex a Expo 98 foi criticar ate não poder mais, no final deu 3 veses mais lucro k o k se previa (Expo+terrenos+etc).
pois.. gostam de criticar.. criticar.. criticar.. dizer mal.. dizer mal.. dizer mal... enfim.. depois os leigos do assunto pensam que realmente está mal.. enfim.. é uma pena.. mas axo k isso se passa um pouco com todos os paises.. nao eh so ca..
Filipe_Golias November 3rd, 2005, 03:24 AM É já uma atitude predefinida da nossa mentalidade... :ohno:
Daniel_Portugal November 3rd, 2005, 03:36 AM da nossa ponto e virgula.. eu sinto muito orgulho no nosso lindo país.. e é raro apontar o dedo... ja se pensou em demolir a torre do bom sucesso por ter sido construida sem licença.. caso a deitem a baixo.. aí sim vaisme ver a dizer mal de portugal.. porque aí vai ser triste ver paises a construir, e nos a destruir.. e ai sim vou ficar desiludido com portugal.. mas eu quero acreditar que NUNCA irao deitar aquele edificio tao lindo abaixo..
zeh November 3rd, 2005, 03:48 AM É já uma atitude predefinida da nossa mentalidade... :ohno:
não só na vossa... aqui também existem os "donos da verdade"... é uma praga...
Filipe_Golias November 3rd, 2005, 03:48 AM Epá... disse "da nossa" porque não ia estar a por aparte os nomes de toda a gente que pensa como tu :sly: :|
zeh November 3rd, 2005, 03:50 AM Daniel Portugal: "ja se pensou em demolir a torre do bom sucesso por ter sido construida sem licença.. "
que torre é essa?
Daniel_Portugal November 3rd, 2005, 04:30 AM é esta torre zeh
http://invictadesign.com/bomsucesso.gif
Daniel_Portugal November 3rd, 2005, 04:31 AM é tao bonita e pensam em destruila.. que estupidez..
Arpels November 3rd, 2005, 12:32 PM :ohno: isto é um pais de doidos, bem podiam dar-me o dinheiro k pretendem gastar na demolição do edificio :sleepy:
Daniel_Portugal November 3rd, 2005, 05:27 PM mas eles nao vao demolilo =) nao tem nada a ver.. o edificio é de 1995.. iam destruilo mais de 10 anos depois pra ke? a parte de baixo é um shopping, a parte de cima sao escritorios.. o que quer dizer que aqui devem trabalhar por volta de 1000 pessoas ou mais.. seria uma autentica estupidez....
Arpels November 3rd, 2005, 05:43 PM espero k não man :bash:
Paulo2004 November 3rd, 2005, 06:26 PM Não só destrutivista mas só se é eficiente quando se tem algo bom para se apresentar. A Ota é algo de bom, o TGV não - sobretudo para um país tão pequeno. Ponham o Alpha a funcionar em pleno e à velocidade rápida que tal medida é por si só mais do que suficiente.
TeKnO_Lx November 3rd, 2005, 06:41 PM a ota é bom o tgv nao' ? só podes tar a gozar..
deves fazer parte do lobby pela Ota :bash:
Paulo2004 November 3rd, 2005, 06:44 PM espero k não man :bash:
Não será concerteza. Isso não passou de uma infeliz afirmação de um ex-vereador.
Daniel_Portugal November 3rd, 2005, 06:56 PM :ohno: isto é um pais de doidos, bem podiam dar-me o dinheiro k pretendem gastar na demolição do edificio :sleepy:
arpels gostas da torre? já consta na tua colecção tambem? ehehehehehehe =D
Arpels November 3rd, 2005, 08:11 PM não é nada assim de muito belo mas não é ma e se esta feita esta feita, penssasem antes de a fazer :bash:
Barragon November 3rd, 2005, 08:35 PM A Ota é horrível..... o TGV é bom......
Fern November 4th, 2005, 07:40 PM investimento publico por si so não faz milagres, isso ja é sabido, mas ha muito espirito negativista neste pais, quando se fex a Expo 98 foi criticar ate não poder mais, no final deu 3 veses mais lucro k o k se previa (Expo+terrenos+etc).
Arpels e talvez por essa razao que estamos nesta situacao! Em vez de dedicarem tempo e dinheiro a fazer aquilo que realmente precisamos para sermos financeiramente auto-suficientes e prosperos gastam dinheiro em obras de duvidosa utilidade e retorno, mas como se tornam sempre em oasis neste mar de pessimismo ninguem nunca se atreve a critica-las! Convenhamos que o euro e a expo (a ultima decerto que ja foi paga com o dinheiro dos negocios imobiliarios) custaram apenas uma fracçao da Ota e TGV e isso e que e preocupante!
Fern November 4th, 2005, 07:42 PM é tao bonita e pensam em destruila.. que estupidez..
Destroem essa torre mas os cacens e massamas continuam a exandir-se... :|
Paulo2004 November 4th, 2005, 08:44 PM Arpels e talvez por essa razao que estamos nesta situacao! Em vez de dedicarem tempo e dinheiro a fazer aquilo que realmente precisamos para sermos financeiramente auto-suficientes e prosperos gastam dinheiro em obras de duvidosa utilidade e retorno, mas como se tornam sempre em oasis neste mar de pessimismo ninguem nunca se atreve a critica-las! Convenhamos que o euro e a expo (a ultima decerto que ja foi paga com o dinheiro dos negocios imobiliarios) custaram apenas uma fracçao da Ota e TGV e isso e que e preocupante!
Concordo.
Phobos November 4th, 2005, 09:27 PM Destroem essa torre mas os cacens e massamas continuam a exandir-se... :|
Mas é assim que os politicos funcionam:destroem a torre do Bom Sucesso para dizer à carneirada que fazem alguma coisa e que a legislação é cumprida à risca,mas continuam a deixar fazer predios muito mais fora do lugar do que aquele(embora não ache que aquilo esteja fora de lugar) e o ciclo continua...Eu não consigo entender o que passa na cabeça daqueles idiotas.
nex November 5th, 2005, 12:21 AM Ar e vento naquelas cabeças. :bash: Vejo e não quero acreditar! A obra já está feita rentabilizem-na! Ora bolas destruir é facil.
http://invictadesign.com/bomsucesso.gif
Daniel_Portugal November 5th, 2005, 12:30 AM Destroem essa torre mas os cacens e massamas continuam a exandir-se... :|
eu espero mesmo que nao destruam a torre.. seria um crime!
traveler November 5th, 2005, 01:01 AM Dados do Instituto Nacional de Estatística
Encomendas na indústria subiram 2,2 por cento no terceiro trimestre
04.11.2005 - 17h17 Lusa
As novas encomendas recebidas pelas empresas industriais no terceiro trimestre aumentaram 2,2 por cento face ao período homólogo de 2004, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Este crescimento ficou a dever-se à subida verificada, principalmente, do mercado externo, que observou uma progressão de 5,2 por cento nas encomendas realizadas no terceiro trimestre do ano, enquanto o mercado interno cresceu apenas 0,2 por cento.
As encomendas dirigidas ao segmento de bens intermédios aumentaram 8,4 por cento e o de bens de investimento 7,6 por cento, o mesmo não acontecendo aos bens de consumo, que apresentaram uma variação negativa de 14,6 por cento.
As encomendas oriundas do mercado externo, que cresceram 5,2 por cento, desaceleraram três pontos percentuais face ao registado em Agosto.
O aumento das encomendas do mercado externo foi impulsionado pela subida de 40 por cento registada no segmento de bens de investimento.
traveler November 5th, 2005, 01:25 AM ECONOMIA Publicado 5 Julho 2005
Plano vai criar 120 mil novos postos de trabalho
Programa de investimentos contribui com mais de 1 ponto percentual para crescimento do PIB
Os investimentos previstos no Plano de Investimentos em infra-estruturas prioritárias, hoje apresentado em detalhe pelo Governo, vão ser responsáveis por 1,3 a 1,7 pontos percentuais do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) previsto até ao final da legislatura liderada por José Sócrates. O mesmo plano permite criar 120 mil novos empregos.
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Alexandra Machado
amachado@mediafin.pt
Os investimentos previstos no Plano de Investimentos em infra-estruturas prioritárias, hoje apresentado em detalhe pelo Governo, vão ser responsáveis por 1,3 a 1,7 pontos percentuais do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) previsto até ao final da legislatura liderada por José Sócrates. O mesmo plano permite criar 120 mil novos empregos, anunciou o Ministro da Economia Manuel Pinho.
O Governo está hoje a apresentar em pormenor o programa que vai mobilizar, até final da legislatura, 25 mil milhões de euros (ME), entre os quais se contam o aeroporto da Ota e o TGV. Este valor vai contribuir para o crescimento da economia portuguesa que deve atingir os 6,6% até 2009, segundo as previsões do Governo socialista.
O investimento vai ser realizado com recurso a várias fontes de financiamento. Do Orçamento de Estado vai ser retirado 30% do total do valor a aplicar, as parcerias publico privadas entram com 24%, fontes de financiamento do sector privado deverão contribuir com 30% e operadores públicos com 16%.
O conhecimento e as tecnologias de informação devem receber 18% dos investimentos, o ambiente 9%, para o Território vão ser canalizados 15% dos investimentos. As áreas sociais, de energia e dos transportes vão receber 3%, 22% e 33%, respectivamente.
O programa do Governo, apresentado hoje no Centro Cultural de Belém vai envolver 1,250 milhões de pessoas no período de 2005 a 2009 sendo que 120 mil serão novos empregos.
Variáveis Impacto
Anual 2005-2009
Emprego total associado (número de empregados) 260 a 280 mil 1.25 milhões
Novos empregos 27 a 32 mil 120 mil
Contribuição do VAB para o PIB 6,1 a 6,8% 6,60%
Contribuição para o crescimetno do PIB (em pontos percentuais) 1,3 a 1,7%
Estimativa de Investimento até 2009 Valores
Ambiente 2.131
Energia 5.563
Infra-estruturas Transportes 8.311
Sociais 795
Sub-total 16.799
Cidades 1.568
Território Património Natural 720
Turismo 1.486
Sub-total 3.773
Tecnologias de Informação 3.285
Conhecimento, Formação avançada em C&T 624
Informação e I&D 519
Inovação Sub-total 4.427
Total 25.000
Valores em Milhões de euros
Projectos exemplo Valor
Política de Cidades - Reabilitação Urbana 520
Redes urbanas para a competitividade e a inovação 15
Resíduos Industriais 150
PEAASAR - Abastecimento e Tratamento de Água 1918
Infra-estruturas para a gestão dos riscos públicos 350
Justiça 14
Infra-estruturas rodoviárias concessão Grande Lisboa 167
Ligação Amarante-Bragança 150
Alta Velocidade 1.500
Novo Aeroporto de Lisboa 650
TI e Bilhética nos trasnportes 53
Rede de banda larga 1.008
Redes de Saúde: Contact center 4
Programa de produção de energia eólica 2.530
Total 9.029
Valores em milhões de euros
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Barragon November 5th, 2005, 02:53 AM Destroem essa torre mas os cacens e massamas continuam a exandir-se... :|
:lol: pois..... só patos bravos.... mem martins e rio de mouro estão cada vez pior!
[Smeagol] November 5th, 2005, 02:04 PM Portugal é o décimo quinto país que mais investe no exterior
Filipe Charters de Azevedo
Os dados do IDE corrigidos da dimensão da economia revelam um país com vocação internacional.
Portugal ocupa a 15ª posição no ‘ranking’ dos países que mais recursos ocupa em Investimento Directo Estrangeiro (IDE), isto tendo em conta a dimensão da economia. Os últimos dados do ‘World Investment Report’ da CNUCED – o organismo das Nações Unidas para o comércio internacional – revelam que o país está no pelotão da frente na exportação de capitais para investimento, à frente de países como a França, Estados Unidos e a Irlanda.
Para este resultado deverá ter contribuído o investimento de Portugal no Brasil, que nos últimos três anos representou 21,9% do total de investimento (embora a tendência seja claramente decrescente). Para João Ferreira do Amaral, professor universitário, “todos os países pequenos começam a investir lá fora, em parte para responder a escassez do seu mercado interno”. Assim, o facto de Portugal apresentar um bom desempenho na exportação de capitais para investimento não causa estranheza para este especialista. De facto, os dados internacionais revelam que os países que mais investem são de pequena dimensão.
Para Henrique Neto, presidente da Iberomoldes, estes dados são desproporcionados. “Portugal não tem dimensão estrutural para investir nesta forma no exterior e sobretudo no Brasil”, explica o empresário. Portugal deveria apostar em países em que fosse possível gerar fluxos de comércio nos dois sentidos. E no Brasil, onde Portugal já foi o maior investidor, “não há liberdade comercial, há uma pauta aduaneira”.
Para complicar, os bancos brasileiros não ‘dão’ dinheiro para investir, o esforço de investimento tem de partir das entidades bancárias nacionais – o que não acontece quando se investe num país europeu. Desta forma, a dependência do mercado brasileiro é ainda maior. Neto defende assim uma aposta no investimento no espaço europeu.
Os dados mais recentes do Banco de Portugal revelam que, entre Janeiro e Agosto, o investimento directo estrangeiro aumentou, face ao mesmo período do ano anterior, cerca de 58%.
Desde 2001 que o IDE tem vindo a cair nos diferentes países desenvolvidos. No entanto, em 2004, a queda foi menos acentuada revelando uma possível mudança de tendência. Ainda assim, no último ano, este tipo de internacionalização caiu para os 216 mil milhões de dólares, o valor mais baixo desde 1998. Para o futuro imediato, o IDE nos países desenvolvidos deverá aumentar devido ao crescimento económico e à continua procura de novos mercados.
Como se define o IDE
O IDE define-se como o investimento que é feito numa lógica duradoura e consistente. Ou seja, que implique controlo ou aquisição de pelo menos 10% do capital social de uma empresa.
O índice de desempenho do Investimento Directo Estrangeiro é calculado com base na quota que este fluxo tem no mundo, devidamente ponderado pelo rácio do PIB (dimensão da economia). Os valores publicados revelam que Portugal apresenta um desempenho cada vez melhor.
www.diarioeconomico.com
Lss911 November 6th, 2005, 02:21 AM Para mim um dos factores mais importantes é o combate à fuga fiscal! Todos os anos fogem biliões de euros dos cofres do Estado à conta disso! COntinuam a ser os mais obres a pagar a factura toda do Orçamento de Estado, a dar receitas e impostos sobre impostos e mais impostos! 8veja-se o ESCANDALO que é o novo IA)
2º factor-chave: produtividade! Tão simples quanto isto: aumenta a produtividade aumenta a produção de riqueza!
3º factor ampliação do mercado das emrpesas portuguesas: o mercado interno é limitado! Não chega!! É preciso ir à carga por esse mundo fora em busca de GRANDES oportunidades que estão a surgir! (Europa do Leste, China, Índia, Brasil...e depois numa fase posterior eventualmente África...daqui amuito tempo)
Arpels November 10th, 2005, 12:30 AM e tambem uma boa maquina fiscal não se admite k uma parte dos empresarios cumpra as suas obrigações e os outros fogem e ficam impunes!!
traveler November 10th, 2005, 01:32 AM Primeiro-ministro promete aumentar salário mínimo nacional acima dos 2,3 por cento
09.11.2005 - 17h10 PUBLICO.PT
O primeiro-ministro, José Sócrates, assegurou hoje na Assembleia da República que o salário mínimo nacional vai subir acima do valor de 2,3 por cento previsto para a inflação em 2006.
Em resposta ao PCP, o chefe do Governo reservou para os parceiros sociais o processo de negociação salarial, recordando que primeiro irá informar os sindicatos da proposta do Executivo em matéria salarial e só depois irá informar o Parlamento.
"O salário mínimo aumentará, em termos reais, acima de 2,3 por cento, que é o valor previsto da inflação", garantiu José Sócrates, em resposta a uma in tervenção do secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa.
O secretário-geral do PCP tinha criticado José Sócrates por ter considerado "demagógica e fantasista" a proposta da CGTP de aumentar o salário mínimo para 500 euros no prazo de cinco anos.
"Essa sua declaração arrasa o discurso de combate à pobreza", disse Jerónimo de Sousa, contrapondo que "o que é injusto e irrealista é abandonar milhares de portugueses a um salário de miséria" e criticando também as privatizações previstas no OE para 2006.
Os sindicatos da função pública lamentaram hoje a postura do Governo, que pretende aprovar o Orçamento de Estado para 2006 antes de negociar os salários para o próximo ano.
A Frente Comum dos Sindicatos da Função Pública e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado lembraram a lei, para afirmar que as negociações salariais deviam ter começado em Setembro.
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Arpels November 10th, 2005, 11:41 AM prometer prometeu a ver vamos!!
Fern November 10th, 2005, 01:08 PM 2º factor-chave: produtividade! Tão simples quanto isto: aumenta a produtividade aumenta a produção de riqueza!
Sim e' so chegar ali e carregar no botao...
A prioridade nao devia ser investir noutros paises mas exportar para esses paises!
Barragon November 10th, 2005, 09:29 PM promessas.....
traveler November 11th, 2005, 02:03 AM estima volume de negócios de mil milhões em Espanha
O Banco Privado Português prevê alcançar um volume de negócios de mil milhões de euros em Espanha ao longo dos próximos quatro anos. Um quarto deste valor será obtido através da sucursal hoje inaugurada em Sevilha, de acordo com João Rendeiro, presidente da instituição financeira portuguesa.
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O Banco Privado Português prevê alcançar um volume de negócios de mil milhões de euros em Espanha ao longo dos próximos quatro anos. Um quarto deste valor será obtido através da sucursal hoje inaugurada em Sevilha, de acordo com João Rendeiro, presidente da instituição financeira portuguesa.
Segundo a agência de notícias Europa Press, João Rendeiro afirmou que quer converter Sevilha num dos principais pilares de desenvolvimento do BPP em Espanha. O banco português já está presente em Madrid e espera abrir uma nova sucursal na cidade de Valência.
A mesma fonte acrescentou que o BPP está já a estudar o desenvolvimento de alguns projectos com empresários da Andaluzia, nos sectores de aeronáutica, imobiliário, turismo e agro-alimentar.
O objectivo do BPP, segundo a noticia da mesma agência, é consolidar a sua presença na Península Ibérica, com o objectivo de aumentar a presença de empresas portuguesas em Espanha e apoiar a actividade das companhias espanholas em Portugal.
Actualmente o BPP gere activos no valor de 1,3 mil milhões de euros, prevê encerrar este ano com 1,7 mil milhões de euros, tendo como objectivo chegar aos 2 mil milhões de euros em 2007.
TeKnO_Lx November 14th, 2005, 05:47 PM Dêem-se diferentes di-mensões e pontos de vista à informação - não só o miserabilista
Um estudo de Maio de 2005, de uma consultora internacional, coloca Portugal em muitos sectores como País mais atractivo do que a Espanha, a Grécia e a Irlanda. Isto foi afirmado no discurso de Diogo Freitas do Amaral, a quem coube, em nome do Governo, encerrar o debate na generalidade da Proposta de Orçamento do Estado para 2006. "E até - para grande surpresa de muitos - há vários clusters em que Portugal aparece à frente dos campeões Alemanha, França e Inglaterra. Daí se pode concluir que o pessimismo dos portugueses, de que fala constantemente a comunicação social, não tem fundamentos objectivos. Sendo portanto subjectivo, pode evoluir com melhor informação ao público, maior debate político, e mais activa e coordenada diplomacia económica. (...) Não devemos ser demasiado optimistas, mas o pessimismo por sistema, por princípio, ou por vício, deve ser combatido no que tem de doentio e, portanto, susceptível de cura."
No dia seguinte, sábado, a comunicação social escrita dava bastante repercussão ao debate, citando amplamente o ministro. O Público destacou as críticas aos partidos, aos sindicatos e corporações. O Correio da Manhã apontava para a mesma trilogia num trabalho de menores dimensões. O DN publicava uma foto do ministro, dedo em riste, e legendava acentuando as fortes críticas aos partidos à direita e à esquerda do PS. No corpo do texto, retomava-se o "forte ataque às oposições, mas sem poupar igualmente sindicatos e corporações". O JN também acentuava aspectos semelhantes. Dir-se-ia que a alusão à comunicação social foi esquecida pela imprensa escrita. Mas na televisão, pelo menos na RTP, no Telejornal das 20.00 de sexta-feira, ouviram-se as reservas citadas.
No discurso referido, o pessimismo é atribuído aos portugueses e seria constantemente falado nos media. Parecem justas as duas afirmações. E não se pense que o problema é apenas jornalístico. Na opinião, alguns velhos do Restelo têm terreno conquistado e não dão nesga de esperança. Exemplo de pessimismo? Qualquer medalha de bronze nos Jogos Olímpicos é um resultado deplorável, em vez de ser um terceiro lugar entre os melhores do mundo. A ciência tem António Damásio, um português que fez carreira nos EUA, mas também Sobrinho Simões, director do Ipatimup, sediado no Porto, um pólo da investigação mundial no domínio do cancro.
Mas que contam tais proezas que podem multiplicar-se? Muito pouco. Continuamos a alimentar um miserabilismo que nos torna, em quase tudo, e para aproveitar uma imagem cinéfila, "feios, porcos e maus". Também somos, sem dúvida. Mas, na realidade, os portugueses vivem melhor do que nunca, por mais que sejam insuficientes (e desafiantes) os indicadores. Há mais esperança de vida. Maior consumo de bens. Nunca houve tanta oferta cultural e artística. Nunca as escolas do ensino superior tiveram tantos alunos. Nunca se editaram tantos livros e publicações. Temos mais bibliotecas públicas do que imaginamos. Por lazer, viajamos cá dentro e lá fora, como em nenhuma outra época da História. Apesar dos pequenos sustos, temos uma segurança, nas ruas das grandes cidades, rara nas grandes metrópoles de hoje. Mas estamos sempre deprimidos. Acreditamos e fazemos passar, com muita frequência, nas narrativas mediáticas um pessimismo sistemático. Não estamos sequer preocupados em trabalhar mais e melhor para sermos mais fortes e credíveis.
Seria importante que as empresas de sondagens de opinião ou outras instituições, nomeadamente os órgãos de comunicação social, medissem, conjuntamente, dois indicadores. Por um lado, saber o grau de satisfação das pessoas em relação às instituições e aos serviços (justiça, educação, media, transportes, etc). Mas deveria ser possível saber, neste aspecto, se as opiniões que os inquiridos emitem derivam da sua experiência directa ou do ouvir dizer, nomeadamente na comunicação social. Por outro lado, seria preciso compreender, ao mesmo tempo, se as pessoas inquiridas consideram a sua vida pessoal cinzenta, satisfatória ou desafiante. Se consideram que vivem melhor que os seus pais ou pior, se acham que os seus filhos têm uma vida melhor ou pior do que a sua. Talvez se descubra que há duas vertentes uma bitola a considerar que a vida individual, a vida de cada dia, a vida da família e do pequeno círculo social vale a pena ser vivida e tem horizontes para cada um de nós. A outra que considera o País inviável, gasto, estafado, corrupto, sem vitalidade. Mas como conhecemos o país, o mundo? Sobretudo por agentes mediadores onde pontificam os media que (quase) tudo avaliam com pessimismo. Pior: usando critérios que colocam um país que trabalha mal, que se organiza mal, a ter expectativas como os que muito trabalham e se organizam razoavelmente.
Voltemos à questão inicial. Porque não veiculou a comunicação social escrita as críticas que o ministro deixou no ar? Uma hipótese é a de que a imprensa goste pouco de falar de si própria, de forma negativa. Ver um cisco no próprio olho pode ser difícil para quem os vê, facilmente, em olhos alheios.
E o argumento de que o jornalismo não é positivo nem negativo, pois é informação, não é um argumento irrefutável. Está ainda na memória de todos o tsunami que varreu a Ásia. O trabalho feito por jornalistas de todo o mundo, dando informação sobre a dimensão da tragédia (mortos, desaparecidos, devastação), mas também acentuando gestos de solidariedade e outros comportamentos positivos ocorridos, foi bastante apreciado. Restituam-se diferentes dimensões e pontos de vista à informação, e não se mantenha, apenas, o olhar miserabilista. Este, se exclusivo, não retrata bem o mundo, nem dá bom viver.
José Carlos
Abrantes
e-mail provedor2005@dn.pt
link (http://dn.sapo.pt/2005/11/14/opiniao/mal_daqui_pior_dali.html)
tou completamente de acordo.. os nosso media são uma merda e são os primeiros a porenos na recessão!! é um loby desgraçado!! e depois fazem-se de vitimas..!
assim não pode ser.. tamos numa democracia mas a democracia tem ke ser regulada, por exe não é possivel a tvi tar a daa noticias sobre mortes/etc tem ke haver regulação
o caso do Sanatana Lopes é unico,foi apontado como trapalhão, incompetente todos os adjectivos possiveis (lobby de eskerda)
no entanto ele fez muito pela cidade de Lisboa e tinha uma visão.. apesar disso so sabem ver o tunel e merdas desse tipo..
Acabem com os media antes que eles acabem conosco!!
Arpels November 14th, 2005, 06:02 PM varias consultoras internacionais colocam PT bem mas k não se ve grande investimento não se ve :( e a meu ver, mesmo não sendo dos paiseses mais burocraticos do mundo, se contornassem a situação da burocracia a coisa melhorava.
Filipe_Golias November 14th, 2005, 06:28 PM É verdade... temos que ter sempre em mente que a comunicação social tem um poder enormíssimo - capaz de mudar governos, chefes de estado, provocar guerras, caos... conforme o "gosto" de quem a controla (televisões, maioritariamente...).
Por isso é que a isenção deveria ser sempre garantida... mas nem sempre se verifica, para mal de quem não é "beneficiado" com isso.
TeKnO_Lx November 14th, 2005, 06:49 PM voltando ao texto eu acho que o pessimismo tipico tuga é sem duvida fomentado pelos media que depois os reproduzem para as pessoas e dai é um circulo vicioso..
como alguém disse os nossos media tão nivelados por baixo, isto é kem é o pior e mais merda aparece na 1 pagina do jornal/noticiário..
Portanto a excelência não é totalmente reconheçida..
alem disso parece que vivemos o mal da colonização, o facto de termos sido grandes, uma potencia na época dos Descobrimentos e hoje o pais mais pobre da EU15
Isto não satisfaz simplesmente as pessoas..inda pensamos que podemos regresar á velha gloria (o retorno do mitico são sebastião) mas isso não vai acontecer!! é preciso esforço e sacrificio pa isto mudar.. não para sermos os primeiros da europa mas para contentarmonos com os 4s ou 5s..
mas em vez de os media melhorarem a nossa imagem e também os portugueses deviam nivelar por cima e não afundar mais a nossa (pouca)auto estima..
E nós temos auto estima para o futebol, porque não passa-la para os media/sociedade? porque a vida tá "sempre dificil no bolso" mas qd joga Portugal tão todos felizes da vida? meus amigos não podemos andar no 8 ou 80..
Porque apontar os problemas toda a gente sabe, agora resolve-los é que tá quieto..
alem disso a nossa politica não inspira confiança, os mesmo dinosauros continuam 30 anos depois da revolução de abril.. é preciso sangue novo e um novo modo de fazer política e livrarmonos da demagogia presente actualmente
Para quando a oposição votar a favor do orçamento? para quando os comunas e sindicatos tarem satisfeitos com o aumento salarial sem exigirem aumentos sem fazerem greves todos os anos como se fosse normal?
toda a gente tem que mudar de atitude, os media ( mais patriotas e menos criticos) as pessoas e os politicos..
temos que ser mais nacionalistas, não ao ponte de sermos cegos (tipo daniel Portugal) mas defendermos os nosso interesses de forma mais cuidade e equilibrada..e não só no euro/mundial
Daniel_Portugal November 14th, 2005, 06:55 PM eu nao sou cego caralho.. eu valorizo o meu pais.. e tal como tas a dizer se todos fizessem o que eu faço.. tavamos ainda mais à frente do que tamos agora!
e se falarmos em GDP, podemos tar em 15º.. mas se falarmos em QUALIDADE de vida em todos os aspectos.. tamos nos primeiros.. e isso é um facto... pelo menos na minha optica que nao suportaria viver nos paises do centro e norte da europa!
ps: se saisse de portugal ia para espanha ou italia.. (e é logico que eu nao vou sair de portugal)
Arpels November 14th, 2005, 06:57 PM se o pessoal se calar e não criticar os politicos eles então é k não fazem nada mesmo :yes:
Lss911 November 14th, 2005, 08:37 PM A mim parece-me mal que políticos defendam uma coisa quando estõa no poder e critiquem a mesma coisa quando estão na oposição ou vice-versa! Nota-se muito bem oq ue está a acontecer actualmente com o PS a fazer aquilo que criticava no psd: TGV, Ota, obsessão pelo défice, aumento de impostos...
crítica gratuíta faz-me desacreditar cada vez mais na política!
Arpels November 14th, 2005, 08:40 PM e agora é o PSD a criticar o TGV quando na altura das cimeiras Ibericas era SIM SIM SIM a td o k o governo Espanhol dizia mesmo sabendo k não havia xeta, são todos iguais fazem oposição por oposição e não com sentido no k o pais podera beneficiar ou não com as infraestruturas!!
Daniel_Portugal November 14th, 2005, 08:42 PM lss911 é mesmo isso.. criticam uma coisa por serem da oposiçao.. e depois fazem o mesmo. :S
Barragon November 14th, 2005, 09:16 PM Acho que já é assim há bastantes anos...
Daniel_Portugal November 14th, 2005, 09:18 PM pois....
Filipe_Golias November 14th, 2005, 10:23 PM voltando ao texto eu acho que o pessimismo tipico tuga é sem duvida fomentado pelos media que depois os reproduzem para as pessoas e dai é um circulo vicioso..
como alguém disse os nossos media tão nivelados por baixo, isto é kem é o pior e mais merda aparece na 1 pagina do jornal/noticiário..
Portanto a excelência não é totalmente reconheçida..
alem disso parece que vivemos o mal da colonização, o facto de termos sido grandes, uma potencia na época dos Descobrimentos e hoje o pais mais pobre da EU15
Isto não satisfaz simplesmente as pessoas..inda pensamos que podemos regresar á velha gloria (o retorno do mitico são sebastião) mas isso não vai acontecer!! é preciso esforço e sacrificio pa isto mudar.. não para sermos os primeiros da europa mas para contentarmonos com os 4s ou 5s..
mas em vez de os media melhorarem a nossa imagem e também os portugueses deviam nivelar por cima e não afundar mais a nossa (pouca)auto estima..
E nós temos auto estima para o futebol, porque não passa-la para os media/sociedade? porque a vida tá "sempre dificil no bolso" mas qd joga Portugal tão todos felizes da vida? meus amigos não podemos andar no 8 ou 80..
Porque apontar os problemas toda a gente sabe, agora resolve-los é que tá quieto..
alem disso a nossa politica não inspira confiança, os mesmo dinosauros continuam 30 anos depois da revolução de abril.. é preciso sangue novo e um novo modo de fazer política e livrarmonos da demagogia presente actualmente
Para quando a oposição votar a favor do orçamento? para quando os comunas e sindicatos tarem satisfeitos com o aumento salarial sem exigirem aumentos sem fazerem greves todos os anos como se fosse normal?
toda a gente tem que mudar de atitude, os media ( mais patriotas e menos criticos) as pessoas e os politicos..
temos que ser mais nacionalistas, não ao ponte de sermos cegos (tipo daniel Portugal) mas defendermos os nosso interesses de forma mais cuidade e equilibrada..e não só no euro/mundial
Bem dizido, Tekno!!! :applause: :cheer:
Os partidos politicos não governam nem fazem oposição... BRINCAM AOS ESTADOS! É tudo uma corja... nem vale a pena alimentar esperanças aquando de eleições porque depois é tudo o mesmo. Criticam-se uns aos outros e depois imitam-se tal e qual! Esquecem-se que oposição não é simplesmente "opor-se a tudo o que o governo diz e faz", mesmo quando estupidamente o fazem acerca de ideias partilhadas anteriormente :wallbash:
Lss911 November 14th, 2005, 11:33 PM gosto da tua expressão "brincam aos Estados"! :lol:
Herrmando November 15th, 2005, 02:14 AM Os média apresentam o que vende. O que vende são as polémicas, o deita abaixo e o benfica.
Já toda a gente sabe, ou devia saber, que é assim...
Basta assistir em directo a uma conferência de imprensa ou ler integralmente uma entrevista para depois nos podermos aperceber da manipulação que é feita ao que foi dito ou foi feito. A opinião das pessoas é formada pela vontade da imprensa. Enquanto no estado novo havia a censura do Salazar, agora existe a censura do capital e dos centros de poder!
Bora incendiar uns carros?:D
Daniel_Portugal November 15th, 2005, 02:19 AM AHHHA vamos la.. pahh.. so acredita nessas balelas quem é burro! porque portugal é um pais cheio de potencial.. um pais almost perfect.. como muita gente diz (e ainda bem), estamos aqui num paraiso.. e é mesmo.. o nosso pais é um oásis mesmo.. com algums problemas sim.. mas nao com os piores.. nem de longe nem de perto.. temos aki a nossa vida que é muito boa. os media a k fodem tudo.. haviam de ser todos triturados aos bocados os filhos da puta.. ao menos se nao houvesse publico pras balelas deles.. mas o pior é k há!
Lss911 November 15th, 2005, 02:47 AM Potencial...:bash: :bash: Irrita-me porque de facto temos um BRUTAL potencial e não há proveito!! Se fossemos um país qualquer...
traveler November 15th, 2005, 02:52 AM Eu penso, que a metade dos politicos portugueses deviam ir pra escolas atravez? Eles so queran encher os bolsos deles, e ter poder.
Filipe_Golias November 15th, 2005, 02:55 AM AHHHA vamos la.. pahh.. so acredita nessas balelas quem é burro! porque portugal é um pais cheio de potencial.. um pais almost perfect.. como muita gente diz (e ainda bem), estamos aqui num paraiso.. e é mesmo.. o nosso pais é um oásis mesmo.. com algums problemas sim.. mas nao com os piores.. nem de longe nem de perto.. temos aki a nossa vida que é muito boa. os media a k fodem tudo.. haviam de ser todos triturados aos bocados os filhos da puta.. ao menos se nao houvesse publico pras balelas deles.. mas o pior é k há!
Os teus instintos psicopatas... :sly:
Mas é que os media são a única fonte de informação que chega a todos os portugueses, e quando a informação é manipulada, é muito dificil evitar o 'brainwash' :ohno:
traveler November 15th, 2005, 02:59 AM Plataformas de negócios lusófonas
amend@iseg.utl.pt
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É chegada a hora de o país mudar de atitude e de começar a pensar mais nos seus próprios interesses e no modo como poderá valorizar as suas forças e aproveitar a sua contribuição histórica para a arquitectura do sistema de relações económicas globais em que hoje vivemos.
Nas últimas duas semanas confrontamo-nos com duas notícias relevantes do ponto de vista das relações económicas entre Portugal e o Brasil. A primeira dava-nos conta da escolha de Portugal, em detrimento da Espanha, para o estabelecimento de uma plataforma exportadora de produtos brasileiros para a Europa, a que deverá corresponder uma correspondente contrapartida portuguesa. A segunda referia a viabilização do acordo para a compra de uma parte decisiva da transportadora aérea brasileira VARIG pela sua congénere portuguesa TAP.
Considerados cada um por si, trata-se de dois negócios distintos: o primeiro mais situado no domínio das políticas de cooperação inter-governamental para promoção do desenvolvimento empresarial; o segundo, um caso típico de consolidação de uma estratégia empresarial que procura maximizar a presença nos mercados mais rentáveis como é o caso do Brasil. Todavia, será importante ter uma visão mais abrangente e, também, mais ambiciosa, da importância que estes dois negócios poderão representar, não apenas no contexto do desenvolvimento das relações económicas entre os dois países mas, sobretudo, no contexto mais vasto das dinâmicas económicas e empresariais que se manifestam no plano da economia global.
Já tivemos oportunidade de escrever nas páginas deste jornal, nesta mesma coluna, que o dinamismo da economia mundial repousa hoje, em larga medida, no eixo económico existente entre os Estados Unidos e as economias asiáticas, com a China à cabeça, em que os défices interno e externo americanos e os excedentes comerciais asiáticos se alimentam mutuamente, sustentados por uma contínua reciclagem de dólares, no quadro de um sistema monetário internacional informal em que a moeda americana adquire o estatuto de verdadeira moeda global.
A Europa absorvida num processo interno de digestão simultânea dos efeitos da criação da moeda única e do alargamento a leste, tem-se mostrado não só incapaz de gerar dinâmicas internas de crescimento sustentado como, também, de desempenhar um papel suficientemente importante na configuração do sistema actual de relações internacionais, limitando-se a uma função de ajustamento passivo às dinâmicas de competitividade que lhe são impostas do exterior e sobre as quais não parece estar em condições de exercer influência significativa num horizonte temporal de curto ou sequer de médio prazo. As consequências desta situação não são, obviamente, simétricas e países, como Portugal vêem-se duplamente atingidos, quer pela concorrência adicional que lhe é trazida pelos novos parceiros, quer pela periferização acrescida a que se vê remetido em resultado do deslocamento para leste dos centros económicos e políticos da União.
Como é óbvio tudo isto obriga a uma reconsideração de projectos e estratégias que, sem pôr em causa os reais avanços alcançados pelo processo de integração económica, sejam capazes de introduzir novas dinâmicas na Europa e de as projectar à escala do funcionamento da economia global. Ora é precisamente nesta perspectiva que devemos procurar avaliar o papel e a importância do desenvolvimento das relações económicas entre Portugal e o Brasil. Não apenas enquanto relações de natureza bilateral estrita, que também o são, de facto, mas, sobretudo, enquanto relações bilaterais mais latas que remetem para o espaço das relações estratégicas entre dois blocos de integração regional situados em continentes diferentes, dando corpo e expressão a uma integração económica mais vasta, de carácter global.
Nesta perspectiva, ainda, seria importante ir mais longe e considerar o papel que poderá desempenhar a Comunidade de Países de Língua Portuguesa - CPLP, entendida como potencial espaço de integração económica de vocação global e de produção de centralidade, escala e especificidade próprias, necessárias ao aproveitamento, por parte do conjunto e de cada membro, em particular, das potencialidades associadas à afirmação dominante das dinâmicas da globalização económica.
Regressando ao ponto de partida, às plataformas exportadoras e ao negócio da TAP com a VARIG, parece evidente que se está em presença de duas iniciativas que se poderão inscrever num processo objectivo de tomada de consciência da importância da valorização das relações no seio do espaço lusófono e de que cada uma a seu modo poderá constituir um vector de atractividade e de projecção de um espaço económico conjunto e, por esta via, de cada um dos países em particular.
Fica-se, no entanto, com a sensação de que mais poderia ser feito e de que ainda existe muita falta de ambição.
No primeiro caso, as plataformas exportadoras poderiam ter sido pensadas de forma mais global, como componentes de centros mais amplos de negócios no contexto do espaço lusófono, que englobassem também a componente de investimento directo, funcionassem como espaços de exposição de produtos e de tecnologias e, ainda, como pólos de constituição de redes entre empresas e instituições empresariais, entre Universidades, centros de investigação e centros tecnológicos, dos diferentes países da Comunidade e de outros espaços económicos. Enfim, como plataformas de produção e de atracção de novos negócios, num espaço económico mais alargado e diversificado, ampliando-se desta forma a projecção do conjunto na economia global.
Nesta perspectiva, a implantação prevista da plataforma exportadora brasileira no espaço do MARL não deixa de projectar uma imagem limitada, misturando com legumes e peixe aquilo que poderia ser uma excelente oportunidade para criar uma realidade empresarial de vocação global. Sendo um projecto novo e de elevado potencial económico, faria muito mais sentido que fosse projectada uma instalação de raiz, aproveitando, por exemplo, as excelentes condições do eixo de Setúbal - Sines, contribuindo deste modo, também, para a reordenação e valorização do espaço económico do país e das infra-estruturas da região.
No segundo caso, embora a natureza do negócio seja diferente, e talvez mais complexa dado o risco empresarial que lhe está associado à partida, não deixa de ser interessante ver a participação do vector Macau e China, juntamente com os vectores português e brasileiro o que desde logo traduz uma manifestação concreta do potencial do espaço económico lusófono, no seu sentido mais amplo e na sua valorização estratégica. Também aqui faria sentido pensar-se na associação ao projecto das transportadoras de Cabo Verde e de Angola, racionalizando a exploração do mercado atlântico e projectando, inclusive, a extensão ao Oriente, aproveitando o dinamismo das relações económicas do Brasil com essa zona do globo.
Portugal tem estado nos últimos anos demasiado absorvido com os pequenos problemas. Aceitou, passivamente, a condição de parceiro menor de um espaço económico europeu, ele próprio em crise económica e de identidade e à procura do seu lugar no espaço mais vasto da economia global, e deixou de pensar estrategicamente.
No entanto, é chegada a hora de o país mudar de atitude e de começar a pensar mais nos seus próprios interesses e no modo como poderá valorizar as suas forças e aproveitar a sua contribuição histórica para a arquitectura do sistema de relações económicas globais em que hoje vivemos.
A própria Europa não deixará de nos agradecer.
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Comentários
PATAR(EÇA).Só ele entende as suas parvoíces....
Arpels November 15th, 2005, 12:20 PM gosto da tua expressão "brincam aos Estados"! :lol:
eu não gosto :sleepy: no fundo brincar aos estados é dar a minima para o pais que afinal é o deles tambem e que internacionalmente é uma soma de recordes negativos vergonhosa (Sida, currupção etc etc etc).
TeKnO_Lx November 15th, 2005, 04:33 PM Os média apresentam o que vende. O que vende são as polémicas, o deita abaixo e o benfica.
Já toda a gente sabe, ou devia saber, que é assim...
Basta assistir em directo a uma conferência de imprensa ou ler integralmente uma entrevista para depois nos podermos aperceber da manipulação que é feita ao que foi dito ou foi feito. A opinião das pessoas é formada pela vontade da imprensa. Enquanto no estado novo havia a censura do Salazar, agora existe a censura do capital e dos centros de poder!
Bora incendiar uns carros?:D
mas é verdade, muitas vezes a nossa democracia que tomamos como "sagrada" não passa em alguns aspectos de uma farsa..no fundo é tudo um conjunto de interesses que na maioria das vezes não tem em conta o bem comum
Fern November 15th, 2005, 07:24 PM ^^ Isso e' como alguns bifes dizem- so temos democracia uma vez por ano que e' qd sao as eleicoes!
Herrmando November 16th, 2005, 03:09 AM A opinião das pessoas é manipulada pelos media. Dependendo de como a matéria te é exposta podes criar ideias distintas. Uma expressão que não tem significado numa entrevista, colocada em primeira página com letras colossais, cria logo uma imagem distorcida a quem não está no contexto.
Uma notícia que é impolada e falada durante duas semanas tem outra relevância do que uma que tem uma notícia de 2 minutos no jornal da tarde. A imprensa faz o mundo!
Arpels November 16th, 2005, 12:57 PM sem duvida e depois a população tambem come td!!
Fern November 16th, 2005, 06:57 PM O Herrmando tem razao, a imprensa e' a mais poderosa industria do mundo eu diria ate que tem tanto poder comos os politicos- aquele filme do 007 o amanha nunca morre ilustra bem isso!
traveler November 17th, 2005, 12:52 PM Comissão Europeia corta previsões
Portugal vai registar o crescimento mais baixo da Zona Euro em 2006 e 2007 (act)
A Comissão Europeia reviu hoje em forte baixa as previsões de crescimento para a economia portuguesa. O PIB português, segundo as previsões de Outono de Bruxelas, vai crescer 0,4% este ano, 0,8% em 2006 e 1,2% em 2007, um desempenho que, entre os 25 países da União Europeia, só deverá ser melhor que o da Malta. 2007 deverá assim ser o sexto ano consecutivo de divergência para a economia portuguesa.
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Nuno Carregueiro
nc@mediafin.pt
A Comissão Europeia reviu hoje em forte baixa as previsões de crescimento para a economia portuguesa. O PIB português, segundo as previsões de Outono de Bruxelas, vai crescer 0,4% este ano, 0,8% em 2006 e 1,2% em 2007, um desempenho que, entre os 25 países da União Europeia, só deverá ser melhor que o da Malta. 2007 deverá assim ser o sexto ano consecutivo de divergência para a economia portuguesa.
Bruxelas actualizou hoje as suas previsões para as economias da União Europeia, sendo que para Portugal, voltou a cortar as suas estimativas.
Este ano, segundo a Comissão Europeia, o PIB português vai crescer 0,4%, menos que os 1,1% que antevia em Abril deste ano.
Ainda assim esta previsão para este ano é ligeiramente menos pessimista que a do Banco de Portugal, que terça-feira cortou a previsão de crescimento do PIB português de 0,5% para 0,3%. O Governo português conta com um crescimento de 0,5% este ano.
Previsões para 2006 abaixo da meta do Governo
Apesar de aguardar uma aceleração do crescimento económico nos próximos anos, as expectativas para a economia nacional continuam a ser sombrias.
Em 2006, o PIB deverá registar um crescimento de 0,8%, menos de metade dos 1,7% previstos anteriormente, e uma progressão de apenas 1,2% em 2007.
As previsões de Bruxelas são menos optimistas que as do Governo português, que no Orçamento do Estado para 2006 prevê que a economia nacional progrida 1,1%.
Seis anos a divergir com a União Europeia
Se se confirmarem as previsões da Comissão Europeia, 2007 será o sexto ano consecutivo que a economia portuguesa vai registar um desempenho inferior ao verificado na Zona Euro.
Em 2001 o PIB português ainda cresceu 2%, acima dos 1,9% verificados na Zona Euro, mas desde então a economia portuguesa tem vindo sempre a divergir face às suas congéneres.
E assim deverá continuar até 2007, pelo menos, segundo as previsões de Bruxelas. Este ano o PIB português deverá crescer 0,4%, contra os 1,3% previstos para a Zona Euro e em 2006 registar uma expansão de 0,8%, abaixo dos 1,9% aguardados para a os 12 países que utilizam o euro.
2007 será um novo ano de divergência, com o PIB português a crescer 1,2%, quase metade dos 2,1% previstos para a Zona Euro.
Portugal, em 2006 e 2007, vai mesmo registar o crescimento mais baixo entre os países da Zona Euro, e no conjunto dos 25 países da União Europeia, só a Malta terá um desempenho abaixo do previsto para a economia portuguesa.
A economia da Malta deverá crescer 0,7% em 2006 e 1,1% em 2007. Este ano, pior que Portugal, só a Itália, que deverá regista uma expansão de apenas 0,2%.
Para 2006 e 2007, Bruxelas prevê que países como a Espanha, Irlanda, Finlândia, República Checa, e outros da Europa de Leste, apresentem crescimentos no PIB acima de 3%.
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Arpels November 17th, 2005, 01:23 PM poix, é mto pouco :sleepy:
traveler November 18th, 2005, 02:23 AM França/Distribuição > 2005-11-17 20:18
Avenir Telecom compra grupo português Ensitel
DE com Lusa
A Avenir Telecom, empresa de distribuição de produtos e serviços francesa, comprou a Ensitel, líder do sector do em Portugal, anunciou hoje o grupo português, sem adiantar qual o valor da operação.
Em comunicado, a Ensitel, que detém 65 lojas em Portugal, refere que a "Avenir Telecom finalizou a 17 de Novembro a aquisição do grupo português".
"Através desta operação, a Avenir Telecom adquire uma sociedade rentável, sem nenhum endividamento de médio e longo prazo, líder no seu mercado e que oferece boas perspectivas de desenvolvimento", refere o comunicado.
De acordo com Henrique Telhado, fundador do grupo português citado pelo comunicado, "esta operação permite à Ensitel reforçar a sua estrutura financeira e ter uma outra perspectiva sobre as oportunidades de crescimento".
"Se a Ensitel, com fortes restrições financeiras, conseguiu manter uma posição de liderança com uma rentabilidade interessante, a integração no seio de um grupo europeu dá-nos os meios para reforçar essa liderança e pôr em prática uma verdadeira estratégia de crescimento", refere o responsável.
Segundo Jean-Daniel Beurnier, presidente do grupo Avenir Telecom, esta operação "insere-se numa linha de desenvolvimento estratégico" da empresa, permitindo entrar "num dos principais mercados da Europa Ocidental".
A Avenir Telecom é uma das principais distribuidoras europeias de produtos e serviços de telecomunicações, detém uma rede de 308 lojas próprias com a insígnia Internity e emprega mais de 1600 pessoas em sete países: França, Bélgica, Reino Unido, Espanha, Polónia, Roménia e Marrocos.
Barragon November 18th, 2005, 12:54 PM :bash:
Fern November 18th, 2005, 08:29 PM :gaah:
Daniel_Portugal November 18th, 2005, 08:52 PM :nono: :down: :hahano:
traveler November 22nd, 2005, 12:12 AM 11/2005
Laforêt quer abrir 130 lojas de mediação imobiliária em Portugal
A marca francesa Laforêt Immobilier chegou a Portugal. Trata-se de uma rede de mediação imobiliária que possui uma rede superior a 600 agências em França e que escolheu o nosso país para arrancar com a internacionalização da marca. A Laforêt Portugal quer criar uma rede de 130 agências até 2012.
A curto prazo e médio prazo o objectivo é o de fechar 2005 como dez unidades em funcionamento, abrir mais 15 no próximo ano e chegar às 50 até 2008, revelou Vitor Araújo, master franshise da marca para o mercado português, em declarações ao Jornal de Negócios. A longo prazo, a empresa pretende concretizar a criação de uma rede de 130 agências nos próximos oito anos. Em termos geográficos, a estratégia passa pela implementação nas capitais de distrito.
traveler November 23rd, 2005, 01:42 AM 70 postos de trabalho
Grupo Os Mosqueteiros investe 5,6 milhões no Mercado de Olhão
O Grupo Os Mosqueteiros abre hoje o Mercado de Olhão, com as presenças da insígnia alimentar Intermarché e da insígnia dedicada ao vestuário e moda Vêtimarché, que representa um investimento superior a 5,6 milhões de euros, revelou a empresa em comunicado.
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Ana Filipa Rego
arego@mediafin.pt
O Grupo Os Mosqueteiros abre hoje o Mercado de Olhão, com as presenças da insígnia alimentar Intermarché e da insígnia dedicada ao vestuário e moda Vêtimarché, que representa um investimento superior a 5,6 milhões de euros, revelou a empresa em comunicado.
Segundo a mesma fonte, esta aposta do Grupo Os Mosqueteiros, num espaço de 3 mil m2, vai criar 70 postos de trabalho directos, «para além de todos os outros que irão beneficiar de uma infra-estrutura desta natureza».
No final de 2005, o Grupo investiu cerca de 40 milhões de euros na vertente de distribuição alimentar, sendo que nos sectores automóvel, moda/vestuário e bricolage/decoração, o investimento atingiu os 60 milhões de euros na abertura de novos Stationmarché, Vêtimarché e Bricomarché, acrescenta o comunicado.
Arpels November 23rd, 2005, 12:05 PM venham de la esses postos de trabalho :okay:
Don Pimpon November 23rd, 2005, 04:17 PM Vender unha empresa ó extranxeiro non é algo necesariamente malo. Se se consigue moito dinheiro e se reinvirte en negocios de futuro, incluso pode ser bon. Haberá que ver en qué gastan ese diñeiro os antiguos propietarios de esas empresas. Se deciden meter o diñeiro en bancos suizos, ou reinvirten en Portugal.
A ver que acontece...
Fern November 23rd, 2005, 04:54 PM Desde que nao seja ao espanhois! :D
traveler November 24th, 2005, 02:16 AM Teixeira dos Santos diz OE 2006 é «credível, de consolidação e de crescimento»
O Orçamento do Estado para 2006 é um «orçamento credível, de consolidação e de crescimento» e «fiel aos objectivos programáticos do Governo», disse Fernando Teixeira dos Santos, ministro de Estado e das Finanças, na abertura da apresentação do documento aos jornalistas.
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Maria João Soares
mjsoares@mediafin.pt
O Orçamento do Estado para 2006 é um «orçamento credível, de consolidação e de crescimento» e «fiel aos objectivos programáticos do Governo», disse Fernando Teixeira dos Santos, ministro de Estado e das Finanças, na abertura da apresentação do documento aos jornalistas.
Para o ministro, o OE 2006 é um orçamento credível porque parte de uma avaliação rigorosa da actual situação das finanças públicas e assenta num cenário macroeconómico realista.
O Governo elaborou o cenário macroeconómico do próximo ano tendo como base a previsão de um preço de 65,6 dólares para o barril de petróleo. Teixeira dos Santos diz que esta é uma previsão «prudente e que nos dá conforto de termos um cenário credível».
O orçamento é também de consolidação uma vez que «aposta na contenção e redução efectiva da despesa pública», disse.
O ministro das Finanças quis reforçar a ideia de que a consolidação orçamental deve ser «um objectivo nacional».
«É fundamental que o Governo dê um sinal claro e determinado de que quer mudar as coisas», disse salientando que «esta é a política que tem que ser seguida, obriga a contenção mas não hesitarei».
Questionado sobre até onde o Governo estará disposto a ir nas negociações salariais o ministro respondeu que «está previsto na dotação orçamental um valor que nos permite negociar nesta matéria».
Teixeira dos Santos defende ainda que o OE entregue hoje na Assembleia da República é também de crescimento uma vez que «apesar da contenção do investimento público, espera-se já em 2006 uma retoma do investimento privado» disse explicando que as previsões do Governo entram em linha de conta com os «efeitos positivos de credibilidade da consolidação orçamental.
«O nosso contributo está aqui fico a aguardar o contributo dos outros sectores da economia para o crescimento económico», disse o ministro.
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Paulo2004 November 24th, 2005, 01:39 PM Distribuição > 2005-11-24 06:30
Jerónimo Martins abre mais 340 lojas na Polónia
Sónia Santos Pereira
O grupo de distribuição português vai investir 250 milhões de euros até 2008 no reforço da internacionalização no Leste da Europa.
A Jerónimo Martins (JM) quer reforçar a internacionalização do negócio da distribuição nos países da Europa de Leste até 2008. O grupo está a estudar vários mercados, como são exemplos a Roménia e a Ucrânia, mas o projecto de expansão ainda está numa fase embrionária. A Polónia, mercado onde a JM já explora 760 unidades da insígnia Biedronka, “começa já a ter uma grande cobertura” e, nesse sentido, o grupo “está a ponderar exportar o negócio da distribuição”, avançou fonte oficial da JM. Não está ainda decidido se o reforço da área internacional passará pela insígnia Biedronka ou por outra.
Arpels November 24th, 2005, 06:12 PM ena o Jeronimo esta a expandir :uh:
TeKnO_Lx November 24th, 2005, 06:23 PM A Sonae Sierra, a Coimpredil e a AIG Real Estate Partners L.P., um fundo imobiliário pan-europeu gerido por afiliados da AIG Global Real Estate,
assinaram hoje um acordo de empréstimo de recurso limitado, no valor de 119 milhões de euros, que cobre 80% do investimento previsto para a construção do centro comercial em Itália Freccia Rossa.
O financiamento de 119 milhões tem período de 18 anos, é garantido por hipoteca, e foi efectuado junto do consórcio bancário liderado pelo Unicredit Banca Mediocredito (UBMC).
Os 119 milhões de euros irão financiar a «joint-venture» (50% Sonae Sierra, 40% AIG e 10% Coimpredil) constituída com o intuito de desenvolver o projecto do centro comercial e de lazer Freccia Rossa, em Brescia, Itália.
O montante do empréstimo representa 83% do investimento total, estimado em 143 milhões de euros, e foi atribuído por um consórcio bancário constituído pelo UBMC, UBI, WLB, Banco di Breccia, BIPOP e Banca Intesa.
O projecto Freccia Rossa é um centro comercial e de lazer urbano em Brescia, e faz parte do projecto de renovação urbana «Comparto Milano», que está a ser desenvolvido numa antiga área industrial.
O centro comercial e de lazer Freccia Rossa tem abertura prevista para a Primavera de 2007, e o seu lançamento comercial terá lugar no próximo mês de Fevereiro
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Marques Gonçalves diz Galp já está a preparar entrada em bolsa
A Galp já está a preparar a sua entrada no mercado de capitais português, prevista para o primeiro semestre de 2006, através de uma oferta pública inicial de 10% do capital, disse o presidente executivo da companhia, Marques Gonçalves.
O presidente executivo da empresa, Marques Gonçalves, afirmou aos jornalistas, à margem do Fórum Brasil 2005, promovido pela Fundação Luso Brasileira, que esta dispersão de capital em bolsa se destina essencialmente aos trabalhadores, pequenos subscritores e emigrantes.
O Jornal de Negócios tinha noticiado recentemente que o Governo tinha posto em marcha o processo de dispersão em bolsa da Galp, que ficará concluída em 2006, até ao final de Maio, no fim do parassocial com a ENI. O objectivo é impedir a ENI de exercer a segunda opção de compra de capital que a levaria até aos 47% da Galp.
Questionado sobre as negociações entre o Estado e accionista italiano ENI, o presidente executivo da empresa sublinhou a expectativa de que a ENI visse a demonstrar «maior flexibilidade» face às propostas de acordo já formuladas pelo Estado português.
A Galp, acrescentou a mesma fonte, não está directamente envolvida nas negociações, mas está a apoiar o governo no processo.
Arpels November 24th, 2005, 06:38 PM é assim mesmo Sonae, mas não esqueça o pais natal sim? os investidores estranjeiros tambem não esquecem os deles ;)
Fern November 24th, 2005, 07:43 PM Boa a noticia a da JM so espero e' que nao faca como o Belmiro e depois venda tudo 'a Wal-Mart!!
Barragon November 24th, 2005, 07:49 PM Pois.... mas é bom ver investimentos portugueses no estrangeiro.... só demonstra que temos boas cabeças.
TeKnO_Lx November 24th, 2005, 10:01 PM a Sonae é um caso áparte...
Belmiro a presidente já!!!!!!!!!!!!
Arpels November 24th, 2005, 10:15 PM votava nele :yes: um homem k constroi um imperio destes e o mantem é digno de honra (a maioria foge com a massa assim k ve uns tostões a mais)!!
JohnnyMass November 25th, 2005, 01:53 AM Boa a noticia a da JM so espero e' que nao faca como o Belmiro e depois venda tudo 'a Wal-Mart!!
isso é que foi uma grande asneira...e os brasileiros é que se lixam...e que a Wal-Mart é mesmo uma das maiores pragas americanas.
traveler November 25th, 2005, 03:56 AM Economia > 2005-11-24 19:57
Projecto biotecnológico vence o Concurso Nacional de Empreendedorismo
DE com Lusa
O projecto biotecnológico FoodMetric, desenvolvido por jovens investigadores ligados à Universidade de Aveiro, venceu a primeira edição do Concurso Nacional de Empreendedorismo, uma iniciativa conjunta com a Universidade Nova de Lisboa a que concorreram 108 projectos.
O projecto que recebeu o primeiro prémio, de 25 mil euros, dedica-se ao desenvolvimento e implementação de metodologias para análise química de produtos alimentares, sendo 30% mais barato que os métodos actuais e 80% mais rápido.
A FoodMetric não tem concorrência em Portugal e muito pouca no estrangeiro, além de esta não permitir a personalização e adaptação a cada cliente como a solução oferecida pelo projecto vencedor, nesta iniciativa da Caixa Geral de Depósitos e da Universidade Nova.
"É muito bom ver os projectos, as equipas, a idade [a maioria jovens com menos de 30 anos], e a qualificação que estas pessoas têm", sublinhou o presidente da CGD, Carlos Santos Ferreira, na cerimónia em que foi anunciado o vencedor e os quatro outros finalistas e entregues os prémios.
Os promotores da iniciativa estão já a pensar na segunda edição do CNE, que consideram uma forma de mostrar que se pode "fazer da vontade realidade", lema do concurso que Santos Ferreira frisou, referindo-se à qualidade dos projectos apresentados.
A iniciativa destina-se a incentivar a inovação, a revitalização do tecido empresarial português e o estímulo da cultura empreendedora entre os estudantes e o processo desta primeira edição iniciou-se em Fevereiro.
Centenas de participantes oriundos de todos os pontos do país e do estrangeiro apresentaram 108 projectos, a maioria nos sectores dos serviços, tecnologias da informação, ambiente, turismo, energia e biotecnologia.
Mas foram os projectos desta última área que tiveram maior mérito, já que mais de metade dos finalistas são da área de biotecnologia.
Os outros quatro projectos premiados foram a BioAlvo, a MagBiosense, a BioHiTec e a Skydata, que tal como vencedor recebem computadores oferecidos pela Fujitsu Siemens e "software" empresarial da Microsoft.
O concurso teve duas fases, a primeira com apresentação de ideias e na segunda os finalistas tinham de desenvolver planos de negócio completos, sendo os cinco melhores planos de negócio apresentados a um grupo de empresários e investidores.
O vencedor do concurso recebeu 25 mil euros, aplicados no capital social da empresa a constituir, mas os organizadores asseguram que todos os projectos da segunda fase têm a possibilidade de angariar apoios e investimentos adicionais através de contactos com potenciais investidores, proporcionados pela divulgação pública do concurso.
Comentários
Paulo2004 November 25th, 2005, 03:25 PM As exportações portuguesas de calçado cresceram, no primeiro semestre do ano, 0,5 por cento, para 680 milhões de euros relativamente a igual período de 2004, anunciou, ontem, a associação do sector. As previsões das empresas apontam para uma estabilização dos seus negócios no próximo trimestre, apesar da tendência de redução da produção e da
manutenção da carteira de encomendas, refere a Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e Seus Sucedâneos (APICCAPS). Na análise trimestral da conjuntura relativa a Julho/Setembro de 2005, a APICCAPS refere que à semelhança de trimestres anteriores, as empresas que se dedicam exclusivamente à exportação permanecem mais optimistas do que as restantes. “Neste trimestre, o nível de produção da indústria parece ter estabilizado”, escreve.
Lss911 November 25th, 2005, 11:36 PM Portugal é um dos melhores do mundo na industria do calçado! É preciso apostar nas indústrias! A indústria portuguesa está fraca, sem expressão e obsoleta! Aumenta a indústria, estabilizam-se empregos, diminuem-se as importações...
traveler November 26th, 2005, 12:37 AM Portugal e um dos melhores do mundo e verdade. Eu penso,que a industria Portuguesa de calcado tem muitos robots e maquina de alta tecnologia, e por isso que esse sector esta andar bem?
Fern November 26th, 2005, 12:49 AM Traveler, o nosso calcado e' produzido em quantidades industriais e vendido ao quilo para depois marcas (estrangeiras) internacionais os etiquetarem e venderem 20 vezes mais caro! ;)
traveler November 26th, 2005, 12:53 AM BCP espera subida de 17% nos lucros de 2005
O Banco Comercial Português deverá registar um crescimento de 17% nos lucros de 2005, em linha com a subida dos resultados líquidos verificada nos primeiros nove meses deste ano, de acordo com o administrador financeiro do maior banco privado português, António Rodrigues.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
O Banco Comercial Português deverá registar um crescimento de 17% nos lucros de 2005, em linha com a subida dos resultados líquidos verificada nos primeiros nove meses deste ano, de acordo com o administrador financeiro do maior banco privado português, António Rodrigues.
Em entrevista à Bloomberg, o CFO do BCP [Cot] afirmou que «penso que seremos capazes de manter o ritmo de crescimento [nos lucros] de 17% no final do ano».
Nos primeiros nove meses do ano o BCP registou lucros de 546,4 milhões de euros, um valor que em termos com+aráveis representa um crescimento de 17%.
«Apesar de a economia portuguesa não estar tanto como a espanhola, temos boas oportunidades, especialmente no segmento de crédito à habitação», afirmou António Rodrigues.
Nos primeiros nove meses deste ano o crédito hipotecário a particulares do BCP aumentou 22,1% em Portugal, com o banco a aproveitar as baixas taxas de juro para expandir este negócio.
Sobre o negócio no exterior António Rodrigues destacou as oportunidades de crescimento na Polónia, onde controla o Bank Millennium.
«A Polónia é um mercado com 40 milhões de habitantes, por isso temos muita esperança que se possa tornar numa nova Espanha e possa representar para o BCP uma oportunidade de crescimento orgânico muito forte», referiu, em entrevista à Bloomberg.
As acções do BCP seguiam a descer 0,47% para 2,13 euros.
traveler November 26th, 2005, 12:56 AM Tratamento computacional
Microsoft Portugal lança primeiro centro de I&D para a língua portuguesa (act.)
A Microsoft lançou hoje o primeiro centro de investigação e desenvolvimento para o tratamento computacional da língua portuguesa. O investimento próprio no primeiro ano deverá ascender a 1,2 milhões de euros e o centro deverá atrair investimento estrangeiro de 10 milhões de euros nos próximos cinco anos, anunciou Miguel Sales Dias.
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Sara Antunes
saraantunes@mediafin.pt
A Microsoft lançou hoje o primeiro centro de investigação e desenvolvimento para o tratamento computacional da língua portuguesa. O investimento próprio no primeiro ano deverá ascender a 1,2 milhões de euros e o centro deverá atrair investimento estrangeiro de 10 milhões de euros nos próximos cinco anos, anunciou Miguel Sales Dias.
O lançamento deste centro é a «concretização de um dos acordos feitos com Bill Gates em 1998», afirmou o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, que esteve presente na apresentação do centro. O responsável acrescentou que espera que as ideias consigam ter impacto «na vida dos deficientes».
A Microsoft vai ter uma ligação estreita com o Grupo de Fala e Língua Natural da Microsoft Corporation. O objectivo da Microsoft é facilitar o acesso às tecnologias a pessoas que por natureza têm dificuldade de acesso e utilização dos instrumentos.
A empresa explica que quer «melhorar, não apenas as aplicações em nicho de mercados específicos, mas, também aumentar o número de cidadãos portugueses com acesso às tecnologias de informática, em especial os que têm deficiências auditivas ou de cognição, as pessoas com limitações de mobilidade ou aqueles mais vocacionados para formas naturais de interacção pessoa-computador, tal como os idosos».
O ministro afirmou que este projecto é muito importante também porque há «uma enorme procura por cursos de língua portuguesa» da parte de muitos estrangeiros fora de Portugal e sem acesso à língua.
A Microsoft prevê que daqui a um ano fiscal o centro providencie resultados e segundo o director da Microsoft Portugal, João Paulo Gibal, o lançamento de produtos da empresa, poderá ocorrer entre 18 meses a dois anos.
A empresa tem três projectos no plano a curto-prazo, o que representa «um a dois anos fiscais», segundo o director do Centro, apesar de terem «mais projectos pensados», os quais serão desenvolvidos a longo-prazo.
Centro atrai investimento de 10 milhões de euros nos próximos cinco anos
No que respeita a investimentos próprios, a Microsoft tem previsto investir no primeiro ano 1,2 milhões de euros e estima que deverão decorrer cinco projectos de Investigação e Desenvolvimento (I&D) em simultâneo, a que deverá corresponder dois milhões de euros por ano.
«Este novo centro de I&D dedicará os seus esforços, numa primeira fase, à criação de modelos acústicos da língua, destinados a reconhecer a fala», importando os conhecimentos já adquiridos e desenvolvidos pelo grupo de fala e língua natural da Microsoft em Redmond.
«Outro dos objectivos deste projecto será o de estabelecer relações de cooperação e colaboração com parceiros fundamentais da área a nível nacional, no âmbito da investigação e do desenvolvimento, como sejam universidades, institutos, laboratórios de investigação, unidades FCT e empresas portuguesas», de acordo com a Microsoft.
«Não posso deixar de prever que será uma área de grande expansão» sublinhou Mariano Gago, acrescentando que «espero que cresçam muito mais depressa do que o apresentado».
Os responsáveis valorizaram esta medida com o facto da língua portuguesa ser das mais faladas a nível mundial.
O presidente da Microsoft em Portugal explicou, durante a apresentação, que a iniciativa vai criar 25 postos de trabalho directos e 50 indirectos, num período de cinco anos e que a iniciativa em Portugal deverá atrair investimento directos de estrangeiros na ordem dos 10 milhões de euros nos próximos cinco anos.
Este projecto «significa produtos em português no mercado mais cedo» afirmou o director da empresa em território nacional.
A Microsoft «aposta no investimento directo de estrangeiros em investigação e desenvolvimento e na colaboração com empresas e cientistas em Portugal» referiu o director do Centro, Miguel Sales Dias.
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Arpels November 26th, 2005, 01:14 AM Portugal é um dos melhores do mundo na industria do calçado! É preciso apostar nas indústrias! A indústria portuguesa está fraca, sem expressão e obsoleta! Aumenta a indústria, estabilizam-se empregos, diminuem-se as importações...
tinhamos tanta industria de calçado nos anos 80 e principios dos 90 :( São João da Madeira era um mar de fabricas quase artesanais de calçado!!
Arpels November 26th, 2005, 01:15 AM BCP espera subida de 17% nos lucros de 2005
O Banco Comercial Português deverá registar um crescimento de 17% nos lucros de 2005, em linha com a subida dos resultados líquidos verificada nos primeiros nove meses deste ano, de acordo com o administrador financeiro do maior banco privado português, António Rodrigues.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
O Banco Comercial Português deverá registar um crescimento de 17% nos lucros de 2005, em linha com a subida dos resultados líquidos verificada nos primeiros nove meses deste ano, de acordo com o administrador financeiro do maior banco privado português, António Rodrigues.
Em entrevista à Bloomberg, o CFO do BCP [Cot] afirmou que «penso que seremos capazes de manter o ritmo de crescimento [nos lucros] de 17% no final do ano».
Nos primeiros nove meses do ano o BCP registou lucros de 546,4 milhões de euros, um valor que em termos com+aráveis representa um crescimento de 17%.
«Apesar de a economia portuguesa não estar tanto como a espanhola, temos boas oportunidades, especialmente no segmento de crédito à habitação», afirmou António Rodrigues.
Nos primeiros nove meses deste ano o crédito hipotecário a particulares do BCP aumentou 22,1% em Portugal, com o banco a aproveitar as baixas taxas de juro para expandir este negócio.
Sobre o negócio no exterior António Rodrigues destacou as oportunidades de crescimento na Polónia, onde controla o Bank Millennium.
«A Polónia é um mercado com 40 milhões de habitantes, por isso temos muita esperança que se possa tornar numa nova Espanha e possa representar para o BCP uma oportunidade de crescimento orgânico muito forte», referiu, em entrevista à Bloomberg.
As acções do BCP seguiam a descer 0,47% para 2,13 euros.
estes bancos é so lucro, pagam menos impostos e tal...
Lss911 November 26th, 2005, 11:09 AM Traveler, o nosso calcado e' produzido em quantidades industriais e vendido ao quilo para depois marcas (estrangeiras) internacionais os etiquetarem e venderem 20 vezes mais caro! ;)
Exactamente! Portugal ainda está um século atradaso: dentro d etodo o processo industrial só está preocupado com a produção (e ainda assim...) mas esquece-se completamente da aposta na préprodução do design e na aposta na pósprodução: a distribuição!! Que é crucial!!!!
TeKnO_Lx November 26th, 2005, 07:27 PM A constituição de uma sociedade de capital de risco para apoiar as empresas da região Centro vai ter um fundo inicial de 100 milhões de euros (M€), disse à Lusa o presidente do Conselho Empresarial do Centro (CEC).
Almeida Henriques falava à margem da abertura da Convenção Empresarial do Centro, que reúne cerca de um milhar de empresários em Pombal, e visa aprovar o Pacto para a Nova Centralidade, um documento com medidas estratégicas para aumentar a competitividade da região.
«O Plano já está em marcha», disse Almeida Henriques, que apontou a constituição da sociedade de capital de risco como uma das medidas em curso, estando a sua entrada em funcionamento prevista «para o primeiro trimestre de 2006».
«O nosso principal parceiro será o Banif, mas o capital inicial, que será de 750 mil euros, terá também participação de empresários da região e um banco espanhol, o qual não posso divulgar, uma vez que ainda decorrem negociações», disse.
Esta capital de risco «servirá, sobretudo, para apoiar empresas da região Centro», reforçou o presidente do CEC, que esta manhã apontou algumas das metas do Pacto para a Nova Centralidade.
O documento, hoje divulgado na convenção em Pombal, «pretende contribuir para que o Centro seja uma região mais competitiva em 2015».
Das várias metas definidas pelo Pacto, está «o crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] da região para 25% até 2015», face a um crescimento actual da ordem dos seis por cento, segundo valores do CEC.
Diário Digital / Lusa
Arpels November 26th, 2005, 08:52 PM boa investir no risco pode trazer bastante lucro!!
Fern November 28th, 2005, 01:29 AM ^^ :lol: Este Arpels...
Arpels November 28th, 2005, 12:39 PM :D
TeKnO_Lx November 28th, 2005, 04:33 PM Lista de nomes e entidades será revelada em 2006
O Fisco vai avançar com a divulgação pública dos nomes dos contribuintes – particulares e empresas – que não pagaram os impostos. O universo potencial dessa lista é de 800 mil nomes, segundo noticiou hoje o «Correio da Manhã», citando dados da Direcção-Geral dos Impostos.
Paulo Moita de Macedo afirmou que a elaboração dessa lista está a ser cuidadosamente estudada pela Administração Fiscal e não incluirá nem os contribuintes com dívidas cobertas por garantia nem os sujeitos passivos que impugnaram ou reclamaram essas dívidas e cujo processo corre os seus trâmites normais.
«Também não vamos divulgar os nomes de quem tem dívidas de 30 cêntimos», ironizou o director geral dos impostos.
Aquele responsável adiantou ao «Correio da Manhã» que existem, presentemente, cerca de três milhões de processos de execução fiscal para recuperação de dívidas, «mas existem contribuintes com mais do que um processo».
A lista começará a ser divulgada via Internet, em 2006, e será feita de uma forma faseada e sempre precedida de testes necessários à correcta validação da informação.
:applause:
Fern November 28th, 2005, 04:53 PM «Também não vamos divulgar os nomes de quem tem dívidas de 30 cêntimos», ironizou o director geral dos impostos.
Ah ja me estava a assustar porque no outro dia recebemos uma carta a dizer que deviamos 1.25 centimos ao fisco, ainda me perguntei porque alguem iria mandar uma carta mais cara que a cobranca mas depois lembrei-me q estavamos em Portugal...
Boa noticia de qq modo!
Lss911 November 28th, 2005, 05:14 PM 800000...é como eu digo: o combate à evasão fiscal pode fazer muito pela economia portuguesa!
Arpels November 28th, 2005, 06:40 PM ceus, é quase td man :( eu devia uma contribuição autartica vieram-me logo ao bolso :rant:
traveler November 29th, 2005, 12:26 AM Aviação > 2005-11-28 21:05
TAP compra aviões de longo curso à Airbus por cerca de metade do valor
DE com Lusa
A TAP comprou os novos aviões para a frota de longo curso a cerca de metade do seu valor, revelou hoje o secretário de Estado adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações.
Paulo Campos, que falava na comissão parlamentar das Obras Públicas, explicou aos deputados que o valor de tabela dos aviões A350 da Airbus ronda os 150 a 170 milhões de dólares, tendo a TAP pago entre 80 a 90 milhões de dólares por cada aparelho.
A companhia aérea portuguesa assinou o contrato para a compra dos aviões na semana passada, em Toulouse, França.
O contrato prevê a compra de 10 aviões e a opção de compra de mais 5.
A TAP já decidiu, no entanto, ficar com 12 aviões, mantendo apenas 3 como reserva.
Os novos aviões só chegarão a partir de 2013, pelo que, até lá, a companhia aérea portuguesa vai ficar com uma frota de 8 A330, dos quais 3 em 'leasing'.
O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, presente na comissão, adiantou que, no total, o negócio custará 1,3 mil milhões de euros à TAP
Arpels November 29th, 2005, 11:29 AM parece-me um bom negocio!!
traveler November 30th, 2005, 01:54 AM Empresa de documentação
CTT adquire 51% da EAD por 2,4 milhões de euros
Os CTT - Correios de Portugal anunciou hoje oficialmente a compra de 51% do capital da Empresa de Arquivo e Documentação (EAD), ficando o restante nas mãos do fundador Paulo Veiga, num investimento de 2,4 milhões de euros, confirmando a informação avançada na edição de hoje do Jornal de Negócios.
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Paulo Moutinho
paulomoutinho@mediafin.pt
Os CTT - Correios de Portugal anunciou hoje oficialmente a compra de 51% do capital da Empresa de Arquivo e Documentação (EAD), ficando o restante nas mãos do fundador Paulo Veiga, num investimento de 2,4 milhões de euros, confirmando a informação avançada na edição de hoje do Jornal de Negócios.
Em comunicado, os CTT afirmam que esta aquisição «insere-se na estratégia de diversificação de áreas de negócio que tem vindo a ser posta em prática pelo Grupo CTT e que permite aos Correios a oferta aos seus clientes de um portfolio mais completo de serviços».
A EAD é uma empresa que trata da «recolha, da digitalização, do arquivamento, quer físico quer electrónico, em instalações próprias dos documentos de outras empresas, bem como da sua posterior disponibilização através um serviço de consultas e entregas rápidas» e é líder de mercado neste ramo, com cerca de 33% de quota.
A aquisição de 51% da EAD por 2,4 milhões de euros é justificada pelos CTT por ser uma empresa com um «posicionamento agressivo de mercado e uma cultura de serviço ao cliente» e também por se tratar de «uma empresa financeiramente sólida [2,6 milhões de euros no ano passado], orientada para os resultados e com constante controlo da Qualidade de Serviço».
Este negócio vai «criar um novo complemento à sua actividade postal [dos CTT] e representa o ingresso num mercado que está em fase de crescimento acelerado», acrescenta a empresa em comunicado.
Paulo Veiga, criador da EAD em 1993, mantém na sua posse o restante capital da empresa.
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Arpels November 30th, 2005, 12:01 PM OCDE prevê um crescimento de apenas 1% para Portugal em 2006 :( o menor na Europa Ocidental e arredores, excepção as exportações k aumentam 6%, menos mal!!
Barragon November 30th, 2005, 08:46 PM isso é BULLSHIT!
traveler December 1st, 2005, 01:51 AM Bebidas > 2005-11-30 19:48
Companhia das Quintas deverá exportar 1,2M€ este ano
DE com Lusa
A Companhia das Quintas, da holding Portuvinus, deverá exportar entre 1,1 e 1,2 milhões de euros este ano, atingindo 20% da facturação total, disse hoje o seu director comercial.
Rafael Vela disse que, nas exportações, está incluída a venda de seis mil garrafas do Quinta do Cardo Espumante 2002 "à maior empresa de gás da Rússia".
Os quadros desta empresa irão receber pelo Natal um espumante português, vencedor de um concurso que incluía bebidas deste tipo de várias regiões, incluindo da Crimeia, referiu.
A Companhia das Quintas está há dois anos no mercado russo, embora este "não seja o nosso maior mercado de exportação", explicou Rafael Vela.
Também para esta empresa os mercados externos mais representativos são aqueles onde o vinho português tem tradição como EUA, Reino Unido ou países do norte da Europa.
No entanto, o director comercial da Companhia das Quintas reconhece que a Rússia "é certamente um mercado que a empresa encara com muito interesse pelo potencial e receptividade demonstrada".
Interesse que se alarga a outros países do leste europeu que "começam também a mostrar maior receptividade e abertura às importações de produtos", acrescenta.
A Companhia das Quintas prevê facturar entre 5,5 milhões a 6 milhões de euros em 2005, e cerca de 20% deste valor respeita a exportação.
Vários vinhos da empresa, como Quinta do Cardo Branco 2004 ou Quinta do Cardo Síria 2004, foram premiados por entidades internacionais, nomeadamente no Wine Masters Challenge 2005.
A Portuvinus, fundada em 1999, é detida por investidores individuais e institucionais portugueses, dedica-se ao sector dos vinhos e tem também a empresa de distribuição Espírito do Vinho.
Comentários
traveler December 3rd, 2005, 12:18 AM PT entregou proposta para compra 34 por cento de operador móvel da Namíbia
02.12.2005 - 18h27 Lusa
A Portugal Telecom (PT) entregou hoje a proposta para a compra de uma participação de 34 por cento do operador celular da Namíbia Mobile Telecommunications, apurou a Lusa junto de fonte ligada ao processo.
A Mobile Telecommunications é o único operador de telemóveis da Namíbia, tem 410 mil clientes e uma rede que cobre 88 por cento da população de cerca de 1,9 milhões de pessoas.
As receitas da operadora ascenderam a 133 milhões de dólares (cerca de 113 milhões de euros) no ano passado.
A empresa é integralmente detida pela holding pública Namíbia Post and Telecommunications.
A operadora sul-africana MTN, a maior empresa africana de telecomunicações móveis cotada, também está na corrida à privatização da participação de 34 por cento na Mobile Telecommunications.
As operadoras portuguesa e sul-africana foram as duas escolhidas, a 8 de Novembro, para passarem à segunda fase deste concurso de privatização para escolha de um parceiro estratégico para a empresa.
A Mobile Telecommunications foi fundada há 10 anos em resultado de uma joint-venture entre a Namíbia Post and Telecommunications (com 51 por cento), e as suecas Telia International e Swed Fund International.
Os parceiros suecos venderam a sua participação à holding namibiana em Maio do ano passado, depois de a Telia ter decidido concentrar a sua actividade nos mercados emergentes da Europa de Leste.
Na Namíbia está neste momento a decorrer o processo de atribuição de uma segunda licença para operação de redes de telecomunicações móveis, estando a concorrer uma empresa local (apoiada pela norueguesa Telenor) e uma companhia chinesa.
Daniel_Portugal December 3rd, 2005, 12:23 AM isso é BULLSHIT!
o que é bullshit?
Paulo2004 December 4th, 2005, 01:12 AM De acordo com dados recentes do Ministério de Economia helvético, Portugal exportou, até finais de Setembro deste ano, componentes de indústria aeronáutica no valor de 28 milhões de CHF (aprox. 20 milhões de Euros), obtendo um crescimento de 31% face ao mesmo período de 2004 e posicionando-se como 5º maior fornecedor neste sector para o mercado helvético - ultrapassando pela primeira vez a Alemanha e Holanda.
Paulo2004 December 4th, 2005, 01:14 AM A Revista Domingo En Viaje do mais importante jornal chileno El Mercurio (mais de 450 mil leitores) incluiu Lisboa entre as 10 melhores cidades do mundo para passar o Inverno (Verão Austral), a par de destinos como Nova Iorque, São Paulo, Sydney, Londres, Istambul, Vancouver ou Florença.
Trata-se da publicação de turismo com maior difusão e prestígio junto do público consumidor neste mercado que dedica a Lisboa um extenso artigo no qual dá conta de actividades artísticas, espectáculos, melhores rotas patrimoniais, museus, novos hotéis etc.
O referido artigo contou com o apoio desta Delegação para a sua redacção.
Paulo2004 December 4th, 2005, 01:15 AM As exportações portuguesas da indústria têxtil e do vestuário terão diminuído nos oito primeiros meses do ano para os 2,76 mil milhões de euros, uma quebra de 8,9% face ao período homólogo de 2004, segundo estimativas hoje divulgadas pelo Centro de Estudos Têxteis Aplicados (CENESTAP).
De acordo com as estatísticas mensais do Observatório Têxtil do CENESTAP, a contracção foi superior no sector do vestuário, que registou nos oito primeiros meses do ano uma queda homóloga de 11,2%, do que no têxtil, onde a redução foi de 4,7%.
O desempenho do sector têxtil, explica, beneficiou da evolução patenteada pelos tecidos, em particular, os tecidos especiais tufados com um aumento homólogo de 27,3%, os tecidos impregnados com 9,8% e os tecidos de malha, com uma variação positiva de 8,6%.
Relativamente às importações, os especialistas do CENESTAP referem que, entre Janeiro e Agosto, Portugal comprou no exterior 1,94 mil milhões de euros de artigos, menos 6,7% que em igual período de 2004.
"Contrariamente às exportações, nas importações foi o sector têxtil que se destacou pelo pior desempenho com uma redução homóloga de 9,0%, ao passo que o vestuário caiu 3,4%", aponta.
Para o CENESTAP, estas variações traduziram-se numa contracção do saldo da balança comercial de 13,8% para os 820,7 milhões de euros.
Quanto ao sentimento dos empresários portugueses, os indicadores disponíveis relativos ao inquérito de conjuntura da Indústria Têxtil e do Vestuário de Outubro revelam uma "melhoria da confiança" em ambos os sectores.
Para esta evolução, acrescenta, contribuíram as avaliações favoráveis de indicadores como os 'stocks' e os preços de venda.
Reflex December 4th, 2005, 01:18 AM Nem tudo está mal...;)
Filipe_Golias December 4th, 2005, 01:21 AM Belas noticias :yes:
Mas... serão verdadeiras ou é "jornalismo falacioso"? :?
Reflex December 4th, 2005, 01:33 AM Falacioso vem de "falo"?:|
:lol:
Filipe_Golias December 4th, 2005, 02:51 AM É... é o jornalismo preferido da Boca-Guedes :D
JohnnyMass December 4th, 2005, 02:54 AM A Revista Domingo En Viaje do mais importante jornal chileno El Mercurio (mais de 450 mil leitores) incluiu Lisboa entre as 10 melhores cidades do mundo para passar o Inverno (Verão Austral), a par de destinos como Nova Iorque, São Paulo, Sydney, Londres, Istambul, Vancouver ou Florença.
Trata-se da publicação de turismo com maior difusão e prestígio junto do público consumidor neste mercado que dedica a Lisboa um extenso artigo no qual dá conta de actividades artísticas, espectáculos, melhores rotas patrimoniais, museus, novos hotéis etc.
O referido artigo contou com o apoio desta Delegação para a sua redacção.
que delegação? nós?:D
Don Pimpon December 4th, 2005, 02:06 PM http://www.elmundo.es/mundodinero/2005/12/02/economia/1133522728.html
Grupo Amorim intenta comprar el 15% de Galp a EDP
PATRICIA FERRO (EP)
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LISBOA.- El Grupo Amorim, en sociedad con Sonangol, ha presentado una oferta de 677 millones de euros a Energías de Portugal (EDP) por el 14,3% que ésta tiene en la petrolera Galp, informa hoy 'Semanario Económico', que apunta que la propuesta fue del agrado de la eléctrica portuguesa.
El rotativo asegura que EDP ha pedido diversas evaluaciones y pretende reunir en breve al consejo de administración para tomar una decisión. Sin embargo, la elëctrica portuguesa preferiría una solución que le permitiese la entrada en Gas de Portugal en el accionariado de la compañía.
El miércoles EDP confirmó que el 22 de noviembre recibió una propuesta del Grupo Amorim para adquirir el total de su participación, un 14,27%, en el capital social de Galp Energía y que la estaba estudiando, aunque en ese comunicado enviado a la Comisión del Mercado de Valores Inmobiliario (CMVM) no se indicaba el importe de la oferta.
Esta no es la primera vez que Amorim intenta entrar en el capital de Galp. A principios de mes, en colaboración con Sonangol, presentó al Gobierno portugués una propuesta de compra de la participación de la italiana Eni en la petrolera nacional, pero no obtuvo respuesta.
Momento delicado
La propuesta de Amorim surge en un momento delicado en el futuro de Galp, ya que el lunes Eni, principal accionista privado de la petrolera lusa y con una minoría de bloqueo del 33,34%, presentó un "plan industrial" para Galp, casi seis años después de haber entrado en su capital social. Además, los italianos recordaron al Gobierno que todavía tienen derecho a ejercer la opción de compra para controlar la compañía portuguesa.
Las negociaciones entre el Estado y la compañía italiana Eni para llegar a un acuerdo que resuelva el estancamiento en el que se encuentra Galp se rompieron hace varias semanas, cuando el Gobierno portugués admitió que podría recurrir a los tribunales para resolver el asunto.
TeKnO_Lx December 4th, 2005, 03:33 PM os nossos media já tão sediados em Madrid? :nuts: :runaway:
:laugh:
traveler December 4th, 2005, 03:56 PM Isto esta a ficar como um soap opera em Madrid. :laugh:
Barragon December 4th, 2005, 04:51 PM :lol: Bem..... já nos querem conquistar também com as notícias....
Don Pimpon December 4th, 2005, 05:21 PM Non foi publicada esta nova en ningun xornal portugués?
TeKnO_Lx December 4th, 2005, 06:07 PM foi.. nós é que nã0 temos paciencia de postar todas as noticias económicas..
Don Pimpon December 5th, 2005, 01:45 PM A risco de que me chamedes invasor, vou colgar esta noticia :) (de www.expansion.com)
Telefónica Móviles y Portugal Telecom integrarán cuatro holdings brasileños de telefonía móvil
Expansión.com
Publicado: 09:00
Telefónica Móviles y Portugal Telecom integrarán cuatro holdings brasileños de telefonía móvil en Telesp Celular Participaçoes, que posteriormente pasará a llamarse Vivo Participaçoes. Ambas compañías controlarán un 62,4%, de Vivo Participaçoes
Las dos teleoperadoras agruparán Tele Sudeste Cel, Tele Leste Cel, Tele Centro Oeste y CRT en Telesp Cel, que una vez fusionadas cambiarán su nombre a Vivo Participaçoes, según ha indicado Portugal Telecom. en un comunicado remitido al regulador de la bolsa brasileña.
Arpels December 5th, 2005, 02:37 PM assim esta bem vão os dois investir :yes:
Fern December 5th, 2005, 03:41 PM Nao esta nada bem, devia ser apenas a PT a controlar empresas da nossa antiga colonia! :D
Lss911 December 5th, 2005, 05:25 PM "Autoeuropa: Governo «preocupado» com braço-de-ferro
O ministro do Trabalho e da Segurança Social considerou hoje «preocupante» a «situação de conflito» entre a administração da Autoeuropa e os trabalhadores da empresa, que estão num impasse nas negociações sobre o novo acordo laboral.
O director de recursos humanos da empresa, Julius Von Ingelheim, afirmou, em declarações citadas na edição de hoje do Diário de Notícias, que a ausência de acordo entre a administração e a comissão de trabalhadores poderá pôr em causa a fábrica de Palmela.
Em causa está a falta de acordo nas negociações sobre aumentos salariais, prémios de assiduidade e pagamento do trabalho suplementar do novo acordo laboral que deveria ter entrado em vigor em Setembro.
O ministro José Vieira da Silva, que falava hoje à margem de um seminário sobre segurança no trabalho, mostrou-se preocupado com a situação e disse esperar que «as duas partes tenham a capacidade de se entender e chegar a um acordo que seja útil para a empresa, para os trabalhadores e para o país».
Considerando a Autoeuropa, uma fábrica da Volkswagen, que também produz veículos para a marca Ford, uma «empresa importante» para a economia portuguesa, Vieira da Silva declarou que o «Governo não deve intervir de início [no diferendo], por não ter instrumentos para tal».
O último acordo laboral na Autoeuropa foi alcançado há dois anos e traduziu-se na manutenção dos postos de trabalho em troca do congelamento salarial e da redução de dias de trabalho.
De acordo com a imprensa económica de hoje, neste momento vive- se na Autoeuropa um ambiente de quebra acentuada da produção (para as 80.000 unidades por ano) e expectativa face ao anunciado fim de produção dos monovolumes Sharan e Alhambra (Volkswagen e Seat) e ao fim da produção do monovolume Galaxy para a Ford, no início do próximo ano.
Os monovolumes Sharan e Alhambra têm programado para 2007 ou 2008 o fim da produção, devendo ser substituídos por um novo modelo.
Depois de dois anos sem aumentos salariais, os trabalhadores da Autoeuropa começaram por exigir aumentos na ordem dos 5 por cento, que depois baixaram para valores entre os 3 por cento e os 4 por cento, considerando inaceitáveis os 2,5 por cento propostos pela administração para vigorar durante 15 meses.
António Chora, da Comissão de Trabalhadores, citado pelo caderno Negócios do Diário de Notícias, afirma que os trabalhadores, que se reunirão em plenário na quarta-feira, aceitam renegociar o aumento mas apenas se este vigorar só durante 12 meses.
Já Von Ingelheim considerou ao Diário Económico que «só as fábricas com elevados padrões de flexibilidade, salários competitivos e baixos custos com o pessoal têm hipótese» de sobrevivência.
Ingelheim disse que os «óptimos índices de desempenho» da fábrica «não garantem a sua permanência para o futuro», pelo que defendeu reduzir custos com o factor trabalho «onde é possível» sem que «com isso se comprometa os pagamentos regulares».
Quanto ao pagamento do trabalho suplementar, os trabalhadores rejeitaram a proposta da administração de uma redução de 200 por cento para 50 por cento, tendo, durante as negociações, que se iniciaram em Julho, sido proposta uma redução para 100 por cento, o que os trabalhadores continuam a considerar inaceitável.
Para o director de recursos humanos da Autoeuropa, esta é uma questão fundamental para garantir a flexibilidade da fábrica, considerando as negociações terminadas, «a menos que os trabalhadores revejam a sua posição».
Actualmente a Autoeuropa é responsável por 2.950 postos de trabalho directos e mais de três mil indirectos, encontrando-se a disputar com outras fábricas da Volkswagen dois novos produtos."
Diário Digital / Lusa
Lss911 December 5th, 2005, 05:25 PM Acrescento que a AutoEuropa tem um impacto no PIB de mais de 1%...
Barragon December 5th, 2005, 08:18 PM Pois..... era muito mau haver desacordos :ohno: podemos perder a fábrica para a europa de leste.
Don Pimpon December 5th, 2005, 09:19 PM Tamén hai problemas coa planta de VW en España, que está perto de Zaragoza. A crise do automovil tamén nos afecta a nós. Parece que a planta de Vigo é das mellor preparadas para superar esta crise. Sen embargo, a planta de Martorell, en Cataluña, puxo un Expediente de Regulación de Emprego para despedir a 1400 persoas... A cousa está moi fodida para a automoción na Europa dos 15.
traveler December 5th, 2005, 11:29 PM 02/12/2005
Portugueses investem forte em Espanha
Os portugueses estão a investir fortemente no mercado imobiliário espanhol, afirmou Santiago Aguirre, sócio fundador e um dos responsáveis máximos da consultora Aguirre ******. De acordo com este responsável, os segmentos que registam maior procura pela parte das empresas portuguesas são logística, hotelaria e centros comerciais.
Esta declaração aconteceu durante a apresentação das novas instalações da Aguirre ****** em Portugal, na Avenida da Liberdade, no passado dia 23. Durante o encontro com os jornalistas, Santiago Aguirre revelou que a Aguirre ****** está a assessorar um importante grupo imobiliário português na compra de uma posição forte em centros comerciais em Espanha, sem contudo ter revelado mais pormenores a este respeito. O mesmo responsável referiu ainda a assessoria prestada a um grupo português que está interessado em desenvolver um hotel em Espanha e também o envolvimento da consultora em negócios realizados pela Norfin, Sociedade Gestora de FII, nomeadamente na aquisição de produtos imobiliários de logística em Madrid. Na ocasião, Santiago Aguirre lembrou também que o português continua atractivo para investidores estrangeiros, não interessando apenas a investidores espanhóis, já que “franceses e ingleses estão também muito interessados em Portugal”.
traveler December 7th, 2005, 02:41 AM Criados 3.500 empregos
Sector da distribuição investe 300 milhões em novas unidades
O sector da distribuição investiu em 2005 mais de 300 milhões de euros em nova unidades, de acordo com os dados hoje divulgados pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).
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Isabel Aveiro
ia@mediafin.pt
O sector da distribuição investiu em 2005 mais de 300 milhões de euros em nova unidades, de acordo com os dados hoje divulgados pela Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED).
Em conferência de imprensa hoje realizada em Lisboa, o presidente da APED, Luís Vieira e Silva, afirmou que no primeiro ano efectivo de aplicação da nova lei de licenciamento comercial, foram abertos 104 novos espaços, equivalentes a 125 mil metros quadrados de área de venda, divididos equitativamente entre o segmento alimentar e não alimentar.
As novas aberturas representaram 3.500 novos postos de trabalho directos e outros 10.000 empregos indirectos.
Tendo em conta que ao abrigo da «nova» lei de licenciamento comercial, publicada em 2004, foi autorizada até Julho último a abertura de uma área total de 325 mil metros quadrados de área de venda, entre associados e não associados da APED, equivalentes a 273 novas unidades, é de prever que em 2006 se mantenha o ritmo de investimentos do sector.
No universo da APED, os 75 associados da associação que reúne a distribuição moderna em Portugal aumentou em 26 o número de membros, em 7% o número de empregados (total de 53 mil) e em 8% o número de lojas (para 330), agregando no seu conjunto com uma área total de 1.575 mil metros quadrados de área de venda.
[Smeagol] December 10th, 2005, 02:14 PM EDP compra espanhola Nuon por 478 milhões de euros
DE com Lusa
A EDP - Energias de Portugal anunciou hoje a compra da Nuon Espa¤a, que actua nas energias renováveis, por 478 milhões de euros.
Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, a EDP explica que a compra é feita através da NEO - Novas Energias do Ocidente, empresa do grupo para a área das energias renováveis na Europa.
A EDP ficará com instalações eólicas que têm já uma potência instalada de 230 megawatts e de projectos em várias fases de avanço que deverão permitir a instalação de outros mil megawatts em território espanhol.
Isso torna a empresa portuguesa o quarto operador do sector no mercado espanhol, com uma potência de 625 megawatts e possibilidade de aumentar esse valor para mil megawatts nos próximos anos.
No final de 2005, a dívida financeira líquida da Nuon España ascenderá a cerca de 223 milhões de euros.
Esse valor inclui 83 milhões de euros de suprimentos que serão assumidos pela NEO, ou seja, valor que a empresa pagará aos accionistas que agora abandonam a empresa, com a venda.
Segundo a EDP, a operação não depende da aprovação de qualquer entidade reguladora, prevendo a empresa que o negócio esteja concluído na próxima semana
Barragon December 10th, 2005, 02:40 PM Estamos a invadir Espanha :pepper:
Que boas notícias...
[Smeagol] December 10th, 2005, 03:00 PM não sabia que a hidrocatabrico (partecipada da edp em 96%), tinho uma participação de 15 numa central nuclear espanhola...
sendo assim temos uma empresa portuguesa que já usa energia nuclear...
traveler December 10th, 2005, 03:31 PM Little by little Portugal will succeed in owning a big piece of the Spanish Economy.
Viriatox December 10th, 2005, 07:55 PM Termoeléctrica da EDP em Sines na lista das mais poluentes
A termoeléctrica a carvão da EDP em Sines é uma das produtoras de energia eléctrica mais poluentes da União Europeia. Segundo um estudo da organização ecologista World Wildlife Fund (WWF) International hoje divulgado, a EDP ocupa a 15ª posição e é a única fábrica portuguesa na lista.
Na sua nova classificação, que ordena as 30 fábricas eléctricas mais poluentes da União Europeia, a WWF indica que a fábrica grega Ágios Dimitrios é a mais poluente no espaço da UE, seguida pela de Frimmersdorf na Alemanha e pela Abono, em Espanha.
As fábricas implantadas nos 25 países da União Europeia foram classificadas segundo a sua eficácia, um cálculo baseado no número de gramas de dióxido de carbono (Co2) emitidas por quilowatt de electricidade gerado.
O responsável da WWF Imogen Zethoven explicou que «as fábricas de carvão figuram entre as mais poluentes porque utilizam a fonte de energia mais rica em Co2. Para travar o aquecimento global, devemos substituir essas fontes por alternativas como o gás ou as energias renováveis», sublinhou. As alternativas são a energia solar, eólica e hidráulica.
Segundo a organização, substituir todas as fábricas por novas unidades a carbono resultaria numa diminuição de 13,5 por cento das emissões de Co2 até 2030.
Don Pimpon December 11th, 2005, 12:52 AM Estamos a invadir Espanha :pepper:
Que boas notícias...
É muito bom que os nosos paises crucen intereses económicos. Parabéns e a seguir traballando xuntos :)
TeKnO_Lx December 11th, 2005, 12:58 AM o melhor é invadir a Galiza..
primeiro a galiza e depois a espanha.. tá tudo sobre controlo
Barragon December 11th, 2005, 01:44 PM Vitó, realmente é uma pena que a termoelectrica seja tão poluente :(
Tekno, A Galiza já nós invadimos ;) hahahaha
JohnnyMass December 11th, 2005, 07:34 PM já? quando?
Barragon December 11th, 2005, 07:53 PM Quando o Fern disse que estava um banner português lá em cima e o banner era daquele parque na Coruña :lol:
Reflex December 12th, 2005, 12:48 AM Pois, isso da poluição...:bash:
traveler December 14th, 2005, 04:04 AM 12/12/2005
Sines acolhe investimento de 4.000 M€ para a construção da maior refinaria da Penísula Ibérica
Na sequência de um acordo entre o Governo português e um grupo de investidores nacionais, liderado por Patrick Monteiro de Barros, a cidade de Sines vai receber a maior refinaria da Península Ibérica. Está previsto um investmento de cerca de 4.000 milhões de euros (M€) na construção de uma nova mega-refinaria.
A unidade, cuja construção deverá arrancar dentro de seis meses, deverá estar concluída em 2009 e terá uma capacidade de laboração de cerca de 250 mil barris por dia, essencialmente destinados à exportação. As previsões apontam para que este projecto venha a criar 800 novos postos de trabalho directos e cerca de 1.600 indirectos. Mas, na fase de construção deverá empregar 2.000 pessoas no primeiro ano, 4.000 nos segundo e terceiro anos e 2.500 no quarto De referir que este projecto da Argus Resources vai receber incentivos fiscais por parte do Governo correspondentes a 20% do investimento total. Segundo as previsões do Governo e dos responsáveis pelo projecto, a nova refinaria vai permitir aumentar as exportações portuguesas em 1,5 mil milhões euros, o equivalente a 3% do Produto Interno Bruto (PIB). A futura estrutura dedicará metade do seu esforço à transformação de crude em gasóleo, destinado aos mercados externos, principalmente aos Estados Unidos.
TeKnO_Lx December 14th, 2005, 07:38 PM Os mais de 5 milhões de consumidores portugueses de energia eléctrica em baixa tensão normal – domésticos e micro-empresas – vão poder mudar de fornecedor a partir de 4 de Setembro de 2006, segundo a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).
O Governo português já tinha aprovado a abertura do mercado de electricidade para os consumidores de energia eléctrica em baixa tensão normal, mas a EDP necessitou de um período para implementar o sistema informático que possibilita aos seus clientes terem a alternativa de mudar de fornecedor.
A ERSE, em comunicado, diz que a 4 de Setembro «entrará em funcionamento o sistema informático da EDP Distribuição que irá permitir o exercício efectivo do direito já consagrado legalmente».
Segundo as regras da Comissão Europeia, todos os consumidores de energia eléctrica da União Europeia terão de ter a liberdade para escolher o seu fornecedor, o mais tardar, a partir de 1 de Julho de 2007.
Em Portugal, a abertura do mercado iniciou-se em 1995, para os grandes consumidores industriais, tendo sido sucessivamente alargada a todos os consumidores em muito alta, alta, média e baixa tensão especial.
Segundo a ERSE, cerca de 15 mil clientes, representando cerca de 25% do consumo total no continente, optaram até hoje por fornecedores alternativos ao Sistema Eléctrico de Serviço Público.
O Governo português, em 2004, decidiu antecipar a data de elegibilidade dos restantes
consumidores - isto é, consumidores em baixa tensão normal, que representam um universo de cerca de 5,8 milhões de consumidores.
Depois de reuniões entre o regular e a EDP, conclui-se que a possibilidade de mudar de fornecedor só poderá ocorrer a 4 de Setembro de 2006. A eléctrica portuguesa, como responsável pela distribuição de electricidade em Portugal Continental, ficou com a responsabilidade pela instalação, operação e manutenção sistema informático que permitirá a mudança de fornecedor.
O investimento estimado pela EDP Distribuição é de cerca de 5,3 milhões de
euros e o custo anual de manutenção de cerca de 900 mil euros.
A situação de monopólio da EDP no mercado de electricidade português vai assim deixar de existir de forma total em Setembro de 2006, sendo que são várias as empresas, sobretudo espanholas, que já estão presentes no mercado de distribuição de electricidade português.
Barragon December 14th, 2005, 08:54 PM Acho bem.... estou farto do monopolio da EDP..... pode ser que baixe os preços.
Filipe_Golias December 15th, 2005, 02:55 AM Acho bem.... estou farto do monopolio da EDP..... pode ser que baixe os preços.
Não pode ser... é que baixa mesmo! Já não era sem tempo...
[Smeagol] December 17th, 2005, 04:23 PM ORÇAMENTO EUROPEU 2007-2013
para Portugal vêm 22.5 000 000 000€
ou seja 4 500 000 000 contos
ou seja 750 000 000 contos por ano
ou seja vão entrar em Portugal 2 000 000 contos por dia...
é uma vergonha metade deste dinheiro ir para meia dúzia de políticos e empresários :bash:
[Smeagol] December 17th, 2005, 04:26 PM EDP compra 3 parques eólicos em França por 4,4 milhões de euros
DE com Lusa
A Energias de Portugal (EDP) anunciou hoje a compra à Nuon France Holding de três parques eólicos em França, por 4,4 milhões de euros, prevendo investir mais 32 milhões de euros nessas operações.
A compra foi feita através da NEO - Novas Energias do Ocidente, empresa da EDP para as energias renováveis na Europa.
Do negócio fazem parte três parques eólicos situados na Bretanha, com uma capacidade de geração de 30 megawatts e um número médio de horas de vento de 2250 por ano.
A EDP esclarece que os parques começarão a ser construídos no primeiro trimestre de 2006 e deverão entrar em funcionamento até final do próximo ano.
Está ainda previsto um investimento adicional de 32 milhões de euros, sendo que todas as licenças administrativas e ambientais estão já atribuídas.
A EDP acrescenta que "esta aquisição representa o primeiro passo de expansão internacional da NEO, cujo plano estratégico prevê a entrada em funcionamento, até 2010, de uma potência de 500 megawatts em mercados europeus fora da Península Ibérica".
A EDP já tinha anunciado esta semana a compra de parques eólicos em Espanha, à mesma empresa a quem adquiriu os parques franceses.
A aquisição da Nuon España custou à NEO 478 milhões de euros.
Na sessão de hoje da Euronext Lisboa, as acções da EDP subiram 0,39% para 2,55 euros.
Barragon December 17th, 2005, 04:30 PM Muito bem :D mas era bom que se deixasse de merdas e fizesse algo em pt.
Fern December 17th, 2005, 04:31 PM ']ORÇAMENTO EUROPEU 2007-2013
para Portugal vêm 22.5 000 000 000€
ou seja 4 500 000 000 contos
ou seja 750 000 000 contos por ano
ou seja vão entrar em Portugal 2 000 000 contos por dia...
é uma vergonha metade deste dinheiro ir para meia dúzia de políticos e empresários :bash:
Pergunto-me o que e' que eles irao fazer com esse money (alem da Ota e do TGV)!
[Smeagol] December 17th, 2005, 05:14 PM neste momento já estao meia duzia de curruptos a pensar numa forme de o robar do estado...
JohnnyMass December 17th, 2005, 09:53 PM Não pode ser... é que baixa mesmo! Já não era sem tempo...
então deve ser por isso que vão aumentar em Janeiro...
JohnnyMass December 17th, 2005, 09:55 PM Pergunto-me o que e' que eles irao fazer com esse money (alem da Ota e do TGV)!
para começar vão renovar a frota automóvel da assembeia da republica...
Filipe_Golias December 17th, 2005, 10:25 PM então deve ser por isso que vão aumentar em Janeiro...
A liberalização é a partir de Setembro de 2006...
JohnnyMass December 17th, 2005, 10:36 PM eu sei, por isso aproveitam agora para chular ao máximo...
Filipe_Golias December 18th, 2005, 01:35 AM Claro... isso é sabido :bash: Depois não têm outro remédio que não baixar... Só tenho pena é que a concorrência que virá não seja interna.
Reflex December 18th, 2005, 07:27 PM ']neste momento já estao meia duzia de curruptos a pensar numa forme de o robar do estado...
Estou certo que ja pensaram nisso...:D
traveler December 23rd, 2005, 03:10 AM 23/12/2005
AEP já definiu as linhas gerais dos projectos para a Exponor e Europarque
Um ano depois de ter estabelecido uma parceria com a Trammell Crow Nederland Property Project (TCNPP), o braço europeu de uma companhia americana especializada no desenvolvimento integrado de complexos imobiliários, a AEP já definiu as linhas gerais dos projectos para a Exponor e Europarque. O resultado será uma vasta operação imobiliária que vai criar uma nova centralidade empresarial, desportiva, turística, de saúde e residencial nos concelhos da Feira e Ovar.
Para além da transferência da Exponor desde Matosinhos, os terrenos adjacentes ao Europarque acolherão o novo recinto de exposições, um campo de golfe e outros equipamentos desportivos, pelo menos um hotel de nove andares, uma densa urbanização e uma clínica de cuidados continuados que poderá funcionar como uma âncora de um novo pólo de saúde. A Madson, que resulta de uma parceria AEP/TCN, será a promotora da reconversão da Exponor e da nova cidade no distrito de Aveiro. O grupo americano ficará com a condução operacional e a gestão do negócio. A AEP terá uma participação minoritária, mas prerrogativas especiais e direitos de veto. A centralização de equipamentos Europarque só poupará os serviços centrais da AEP que permanecerão em Matosinhos. Todas as áreas de negócios serão transferidas, informou o Expresso.
Arpels December 23rd, 2005, 12:04 PM ja tinha lido isso nos projectos do grande Porto :dunno:
traveler December 24th, 2005, 03:56 AM Ja estou a ver que sao noticias velhas. Disculpa pah. :)
traveler December 24th, 2005, 03:57 AM Indústria > 2005-12-23 17:26
Selenis compra fábrica na Grécia e estima duplicar facturação em 2006
DE com Lusa
A Selenis, detida maioritariamente pelo grupo Imatosgil (IMG), anunciou hoje a aquisição de uma unidade fabril produtora de plásticos na Grécia, que duplicará em 2006 o volume de facturação do grupo português nesta área de negócio.
De acordo com o director-geral da Selenis em Portugal, a aquisição da fábrica na Grécia envolveu um investimento global de 50 milhões de euros e transforma o grupo fabricante de polímeros PET no líder europeu do sector, com uma produção anual superior às 525 mil toneladas.
Segundo Rui Toscano, o grupo Selenis - com unidades em Portugal e Itália - facturou em 2005 cerca de 300 milhões de euros, dos quais 35% correspondem ao volume de negócios da unidade de Portalegre, e deverá fechar o ano com um resultado líquido positivo, depois de ter atingido o 'break-even' em meados deste ano.
O polímero PET, principal produto da Selenis, é uma das principais matérias-primas para produção de embalagens alimentares e não-alimentares, além de outros produtos técnicos.
Depois de fechado "o primeiro ciclo da estratégia" (conquista da liderança europeia), a empresa adquirida em 2002 pelo grupo IMG, apostará em 2006 em "operações de integração", com vista à liderança do mercado mundial, adiantou o responsável.
A Selenis arrancou em 2002 com a aquisição da Trevira Fibras, detentora da fábrica de PET e fibras de poliéster de Portalegre, tendo posteriormente expandido para Itália e para a La Seda de Barcelona, na qual o grupo se tornou "accionista de referência".
"Em apenas três anos, fruto dos investimentos, aumento e da integração de capacidades, a Selenis passou da 17ª para a primeira posição no mercado, disputando, a partir do próximo ano, a posição de líder mundial", referiu Rui Toscano.
Neste contexto, existem já negociações para integração de negócios, nomeadamente na área das matérias-primas, sobre as quais o grupo prefere ainda não falar.
"Queremos ser uma referência inequívoca no actual contexto industrial", sublinhou o director-geral, referindo que os investimentos realizados vêm comprovar que ainda "é possível crescer em Portugal".
A Selenis integra actualmente 500 trabalhadores, 250 em Portugal.
A 'holding' Imatosgil, liderada por Manuel Matos Gil, actua actualmente em cinco áreas: indústria do PET, imobiliário, banca e fundos de investimento e o sector petrolífero.
Na área industrial, o grupo produz polímeros PET, fibras de poliéster e desenvolve actividades complementares na área do ambiente, reciclagem e cogeração de energia.
A 'holding' reforçou os seus investimentos em Espanha, aumentando as participações accionistas na Repsol e no banco Santander.
Comentários
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Arpels December 24th, 2005, 02:27 PM boa, pode ser k depois invista mais aqui!!
Barragon December 24th, 2005, 04:04 PM Vamos invadir a Grécia :pepper:
[Smeagol] December 24th, 2005, 04:12 PM a sonae já lá tem um centro comercial e está a construir outro....
o bcp tbm tem lá um banco...
vamos a eles caralho...
[Smeagol] December 28th, 2005, 12:44 PM Ocupação hoteleira na Madeira atinge 94% para passagem de ano
DE com Lusa
A Madeira vai registar uma ocupação média global de 94% no fim-do-ano, revelou hoje uma sondagem feita ao sector pela Direcção Regional de Turismo.
Esse índice resulta da média resultante das ocupações dos hotéis de 5 estrelas (97,49%); de 4 estrelas (99,44%), de 3 estrelas (84,44%) e dos hotéis-apartamentos (93,11%).
O fim-do-ano é o maior cartaz turístico da Madeira, atraindo milhares de turistas à Região, que este ano deverá somar mais de 40 mil visitantes entre turistas, familiares e amigos que ficam hospedados em casas particulares.
O porto do Funchal e a respectiva baía vão acolher 11 navios de cruzeiro trazendo a bordo mais de 14 mil pessoas que irão assistir, à meia-noite, ao espectáculo pirotécnico da passagem de ano, a cargo do consórcio luso-espanhol Macedos/Ricasa.
Este ano o espectáculo subordina-se ao tema "As Doze Badaladas ou os Doze Trabalhos de Hércules" que será desenvolvido nos oito minutos de duração do fogo-de-artifício, que compreenderá 40 postos de fogo distribuídos ao longo da baía do Funchal, seis dos quais no mar, cerca de 90 mil disparos; cerca de 35 mil peças pirotécnicas (balonas e candelas) que serão disparadas de forma computadorizada.
O programa "Fim do Ano /Festas da Madeira", organizado pela secretaria Regional do Turismo e Cultura, através da Direcção Regional de Turismo e do seu Departamento de Animação e que começou a 18 de Novembro prolongando-se até 08 de Janeiro, representa um investimento de 6,6 milhões de euros.
[Smeagol] December 28th, 2005, 12:55 PM Governo dá licença de exploração de petróleo no Algarve à Repsol e RWE
DE com Lusa
O Governo vai atribuir a concessão de dois blocos de exploração petrolífera ao largo do Algarve a um consórcio formado pela espanhola Repsol (75%) e a alemã RWE (25%).
A decisão consta de um despacho interno do Ministério da Economia e aguarda apenas a formalização do secretário de Estado adjunto da Indústria e Inovação, António Castro Guerra, noticia a revista 'Exame', na edição que será distribuída quarta-feira.
A publicação mensal noticia que a adjudicação dos blocos 13 e 14, localizados a 200 metros de profundidade, vem retomar o concurso de exploração de hidrocarbonetos na costa portuguesa, que teve início em 2002, com a vitória do consórcio Repsol e RWE, mas foi interrompido em 2003, por decisão do então ministro da Economia, Carlos Tavares.
A 'Exame' recorda que o governante entendeu ter havido má condução do processo por parte da entidade responsável, o Instituto Geológico e Mineiro (IGM), mas nunca chegou a proceder à anulação formal do concurso.
Assim, passados três anos, prevalece a decisão inicial do IGM e o consórcio, que já explora gás natural na bacia de Cádiz, Espanha, aguarda agora a assinatura do contrato para iniciar as operações.
Com a licença de prospecção formalizada, o consórcio assume a responsabilidade de perfuração de poços, precisa a 'Exame', revelando que os dois blocos, 13 e 14, já foram baptizados de Lagosta e Lagostim, respectivamente.
FDS :bash: nem sabia q tinha-mos poços q dessem para explorar... alguem tem mais alguma informação???
Barragon December 28th, 2005, 02:36 PM Será que isso trará benefícios para PT... ou será que é a Espanha ue nos vai roubar...
Arpels December 28th, 2005, 02:45 PM depende das negociações e essa parte num vem para a praça publica :bash: pk sera? :sly:
Arpels December 28th, 2005, 02:46 PM tambem estou preplexo numca penssei k tivessemos poços de petroleo k compenssa-se explorar :uh:
traveler January 21st, 2006, 01:10 AM Petinga/Lusa
José Sócrates afirmou que nos próximos meses serão anunciados novos investimentos de valor superior a mil milhões de euros
Executivo fala em "confiança" dos investidores no país
Governo já anunciou projectos de 1850 milhões de euros este ano
20.01.2006 - 22h22 Lusa
O Governo já anunciou projectos de investimento num valor global de 1850 milhões de euros desde o início do ano, no que afirma ser uma demonstração de que a "confiança" dos investidores no país está em recuperação.
O primeiro-ministro, José Sócrates, falando esta semana na conferência da revista The Economist, afirmou ainda que nos próximos meses serão anunciados novos investimentos de valor superior a mil milhões de euros.
O sector turístico é o mais beneficiado pelos investimentos conhecidos desde o princípio do ano, com destaque para os 677 milhões de euros nos empreendimentos do Pinheirinho e da Costa Terra, no concelho de Grândola.
Estes dois projectos, considerados prioritários pelo Executivo, beneficiaram da declaração de "utilidade pública", uma vez que abrangem algumas áreas de paisagem protegida integradas na Rede Natura 2000.
O empreendimento Costa Terra, com um investimento total estimado de 510 milhões de euros, ao longo de dez a 12 anos, prevê a criação de 1260 postos de trabalho directos e mais de três mil postos de trabalho indirectos.
A Herdade do Pinheirinho, que prevê dois hotéis e três aldeamentos, representa um investimento global de 167 milhões de euros e deverá criar 450 postos de trabalho directos e de 1350 indirectos.
Hoje, a Agência Portuguesa para o Investimento (API) assinou com a Unicer um contrato de investimento no projecto turístico AquaNattur para o parque de Pedras Salgadas e Vidago, considerado pelo Governo como de potencial interesse nacional.
O projecto avaliado em 47,8 milhões de euros visa a requalificação das zonas termais, entregue ao arquitecto Siza Vieira, e ainda a modernização da produção de águas engarrafadas.
Também hoje foi dado a conhecer um potencial investimento de 350 milhões na indústria petroquímica. A multinacional de origem turca Advansa anunciou que assinou com a API um memorando de entendimento para "conduzir um estudo de viabilidade" de implantação da uma unidade com uma capacidade anual de perto de 700 mil toneladas de PTA - uma matéria-prima do plástico PET (embalagens).
A concretizar-se, o investimento vai criar perto de 150 postos de trabalho directos e 450 indirectos no local escolhido. Uma fonte ligada ao processo adiantou à Lusa que a unidade tem uma facturação prevista de 700 milhões de euros, dos quais 85 por cento para exportação.
Em Sines, e segundo outro contrato de investimento assinado pela API, mas este antes do início do ano, vai ser lançado o maior investimento dos últimos anos na indústria nacional: a refinaria Vasco da Gama, um projecto de mais de cinco mil milhões de euros protagonizado pelo empresário Patrick Monteiro de Barros e investidores norte-americanos.
Ainda no sector petroquímico, a Repsol YPF vai investir 51 milhões de euros na modernização e melhoria das condições ambientais e de segurança do seu complexo petroquímico em Sines.
Esta semana esteve igualmente em destaque a energia, principalmente com o anúncio do lançamento de concursos para mais de dez novas centrais de produção de electricidade através da biomassa, que deverão representar um investimento conjunto de 225 milhões de euros.
No total os projectos de desenvolvimento das energias renováveis, entre os quais avulta o da energia eólica, prevêem um investimento total de 3,62 mil milhões de euros e a criação de 2630 postos de trabalho, de forma directa e indirecta.
Em paralelo o grupo energético Agni contratualizou esta semana um investimento de mais de cem milhões de euros num projecto orientado para a produção de pilhas de hidrogénio e biogás, e para a valorização da biomassa.
Este projecto do grupo da Malásia prevê ainda a criação de um centro de investigação e desenvolvimento na área do biogás e do hidrogénio em Montemor-o-Velho, no distrito de Coimbra, onde serão criados 50 postos de trabalho para doutorados.
Ainda esta semana, o grupo sueco Ikea anunciou que vai investir 450 milhões de euros em Portugal até 2010, na abertura de novas lojas e centros comerciais de mobiliário e artigos de decoração para o lar.
O projecto de expansão prevê ainda a instalação de uma fábrica, em princípio em Ponte de Lima, e a criação de um total de 1600 postos de trabalho directos.
Barragon January 21st, 2006, 03:33 AM Bora lá!! :D
traveler January 24th, 2006, 04:10 AM 23/01/2006
Ikea vai construir fábrica em Ponte de Lima
A multinacional sueca Ikea, líder na produção e venda de mobiliário e artigos decorativos, vai investir 32 milhões de euros para construir em Ponte de Lima o início de um complexo fabril destinado a servir Portugal, Espanha e toda a Europa do Sul.
O negócio implica a criação de 225 postos de trabalho directos e a abertura de quatro novas lojas Ikea, duas delas no interior de centros comerciais. O acordo foi assinado hoje na passada terça feira por José Sócrates e Basílio Horta, presidente da Associação Portuguesa para o Investimento (API). O memorando de entendimento assinado pela API e o Ikea, prevê a criação de uma fábrica de média dimensão com potencialidades de crescimento consoante o desenvolvimento do mercado.
Petronius January 24th, 2006, 04:12 AM Será que isso trará benefícios para PT... ou será que é a Espanha ue nos vai roubar...
quéque achas.. então temos petróleo e é a Repsol Raspartopol que vai explorar :doh:
Paulo2004 January 26th, 2006, 08:19 PM Autoeuropa na corrida para produzir novos modelos
A Autoeuropa Portugal poderá ser a escolhida pela Volkswagen para produzir os modelos que vão substituir os monovolumes Sharan e Alhandra. A confiança foi manifestada por José-Sócrates e pelo director-geral da fábrica de Palmela, no dia em que foi conhecido o novo modelo da Volkswagen que será construído, exclusivamente, em Portugal.
A Autoeuropa Portugal pode ser a escolhida pela Volkswagen para produzir os modelos que vão substituir os monovolumes Sharan e Alhandra.
Esta manhã, José Sócrates visitou a fábrica de Palmela e conheceu o novo modelo da Volkswagen "EOS" que será construído, exclusivamente, em Portugal.
Trata-se de mais um modelo topo de gama que será produzido em Portugal, a par do Cabriolet.
No entender do primeiro-ministro, o país ganha com este investimento, esperando agora que a fábrica de Palmela seja a escolhida para fabricar novos modelos no futuro.
«Tenho muita confiança, porque, como disse o sr. presidente da Autoeuropa, o mais importante é que esta fábrica seja uma das melhores da Volkswagen e assim continue», afirmou.
Esta confiança foi confirmada pelo director-geral da Autoeuropa. Emílio Sanz disse que a fábrica de Palmela está na corrida para a construção dos modelos que vão substituir os monovolumes Sharan e Alhandra, sublinhando que Portugal tem fortes probabilidades de ser o escolhido.
Também Manuel Pinho, ministro da Economia, afirmou esta manhã que este é um investimento muito importante, acreditando que Portugal vai ficar a ganhar com o aumento das exportações.
TeKnO_Lx January 27th, 2006, 04:01 PM O primeiro-ministro José Sócrates anunciou esta sexta-feira, no Parlamento, um programa de 10 medidas de simplificação administrativa e de combate à burocracia, para executar já este ano, e com o qual o Governo prevê «eliminar milhões de actos administrativos e poupar milhões de euros» ao Estado e às empresas.
Falando no debate mensal na Assembleia da República, o chefe do Executivo revelou que este «ambicioso» programa que visa simplificar a vida dos cidadãos e das empresas será apresentado em Março, e conduzido pela Unidade de Coordenação para a Modernização da Administração Pública.
Segundo adiantou o primeiro-ministro, com este plano de simplificação administrativa e combate aos procedimentos burocráticos, o Governo prevê poupar às empresas «mais de 125 milhões de euros por ano, em custos directos e indirectos».
As medidas constantes do plano de simplificação e combate à burocracia são para implementar já este ano, adiantou Sócrates, enumerando em seguida o elenco de reformas previstas.
Além da, já anunciada intenção, tornar facultativas as escrituras públicas para os actos societários das empresas, o Governo promete o regime de fusão/cisão das sociedades vai prescindir dos 10 procedimentos que actualmente são necessários, substituindo-se por apenas um registo na Internet.
Outra medida consiste na criação de uma modalidade de extinção- dissolução de empresas «na hora», para o qual também será disponibilizado um sítio na Web.
De acordo com o plano de simplificação administrativa, os actuais livros de escrituração mercantil (livro de inventário, de correspondência, etc) vão desaparecer à excepção do livro de actas, que por seu lado deixa de ser necessário registar nas conservatórias.
Além destas, a autenticação de documentos e reconhecimento presencial de assinaturas passa a ser possível de fazer por advogados, solicitadores e câmaras de comércio.
Discorrendo sobre o plano, o chefe do Governo afirmou que as 350 mil empresas portuguesas ficarão obrigadas apenas, a um acto único de prestação de contas, num único documento oficial que o Estado se encarregará de fazer circular internamente pelos serviços competentes da Administração Pública. Mais, as empresas terão de dar parte da sua situação contributiva (Finanças e Segurança Social) num único suporte e apenas uma vez por ano, já a partir de 2007, segundo avança o primeiro-ministro.
O elenco de 10 medidas, a aprovar nos próximos conselhos de ministros, fica completo com o lançamento de um procedimento para criação de «marca na hora», e a eliminação dos procedimentos relacionados com o registo/cadastro industrial.
:applause:
TeKnO_Lx February 3rd, 2006, 09:22 PM Aprodutividade da indústria portuguesa é de longe a mais baixa da União Europeia a 15, estando reduzida a cerca de metade da registada no país europeu mais próximo, a Grécia, e a quase um terço da Espanha.
No entanto, ainda há motivos para esperança, uma vez as causas para o atraso português estão concentradas em apenas dois dos cinco factores utilizados para calcular a produtividade industrial dos países. Ao nível do capital humano e da capacidade de gestão, Portugal está em grande desvantagem, mas no que diz respeito às infra-estruturas, acesso a capital e integração no comércio internacional, os resultados nacionais estão próximos dos melhores do mundo.
Isto permite que uma empresa que decida investir em Portugal, realizando uma aposta forte na formação dos trabalhadores e aplicando métodos de gestão de nível internacional, tem todas as condições para atingir um rácio de produtividade situado entre os melhores.
As conclusões surgem num estudo publicado pelo Banco de França, na sua página de internet, que analisa as causas para as diferenças de produtividade industrial entre 51 países em todo o mundo.
Os autores - Daniel Cohen e Orsetta Causa - distinguem cinco factores que contribuem para o cálculo da produtividade industrial o capital físico, as infra-estruturas, o capital humano, a integração no comércio internacional e a eficiência residual (ver caixa).
Combinados todos estes indicadores, Portugal fica com uma produtividade industrial de 0,26 pontos, um valor próximo do registado em países como o Uruguai, Venezuela, Panamá e África do Sul. Por isso, os autores agrupam Portugal num terceiro conjunto de países classificados como "débeis", atrás dos "ricos" e "emergentes", onde estão colocados todos os outros países europeus.
Os autores afirmam que Portugal sofre do "duplo ferrolho de um nível de capital e de uma eficiência residual débeis, apesar de uma integração comercial muito boa".
Capacidade de atracção do investimento ainda elevada.
Apesar do cenário negro ao nível da produtividade , Portugal tem razões para acreditar que é possível garantir a entrada de investimento no sector industrial. Como assinala o estudo, "se o investidor é capaz de fornecer, não só o capital, mas também a formação profissional e a eficácia produtiva da sua empresa, os únicos factores que lhe interessam são as infra-estruturas e o acesso ao mercado mundial".
Por isso, os autores calculam um indicador parcial de produtividade que utiliza apenas estes dois últimos factores. E aqui, Portugal, que no indicador global fica na 29ª posição entre 51 países, salta para o 15º lugar, já à frente da Grécia e muito próximo de países como a Itália, Áustria a Dinamarca.
Por causa deste resultado, Portugal colocado pelos autores num conjunto de países, que inclui a Espanha, Bélgica e Hungria, classificados como tendo "um forte potencial".
"Se um país é menos produtivo por falta de capital, por exemplo, é possível que um investidor estrangeiro resolva o problema. Se é por falta de infra-estruturas internas ou comerciais, a tarefa torna-se mais difícil", explica o estudo. C
fonte (http://dn.sapo.pt/2006/02/03/economia/portugal_produtividade_debil_com_pot.html)
Poix somos dos melhores trabalhados europeus, pena é não termos formação/educação e sermos mal "geridos"
Barragon February 3rd, 2006, 09:25 PM A culpa é dos ladrões!
Reflex February 3rd, 2006, 09:33 PM Fixe, ja nao é mau ter-se potencialidades!!:okay:
(e com isto torno-me o 19º forumer do SSC a atingir os 10.000!!:banana: )
Filipe_Golias February 3rd, 2006, 10:46 PM Há que trabalhar arduamente para corrigir esses 2 sectores deficientes :yes:
Don Pimpon February 4th, 2006, 08:59 PM O problema da productividade tamén é moi grande en Espanha, e está baixando alarmantemente. A resposta do empresariado español para arranxar ese problema é xornadas laborais moooooi cumpridas, non se respetan os horarios e iso é moi negativo. A xente só vive para traballar e iso é moi negativo. Iso é culpa da xestión, que é un grande déficit nos paises como os nosos. Raras veces os proxectos se fan nos prazos e non é extraño ter que traballar moito os días anteriores á entrega por unha mala planificación. Outro dos problemas da nosa cultura é que case non hai traballo en equipo. Traballar en equipo consiste fundamentalmente en pegar nun proxecto e dividilo polo número de traballadores. En fin, a organización é desastrosa e seguimos coa cultura da improvisación. Temos que correxir iso desde as escolas, con plans de estudios diferentes, con máis aulas prácticas, laboratorios, proxectos... e menos estudiar cinco dias antes do examen. Eu penso que é un problema cultural que se ten que arranxar dende pequenos. Un traballo, en definitiva, para unha ou duas xeneracións. Esa é a verdadeira converxencia hacia Europa, o día que a xente entre ás 8:00 na oficina e vaia para casa puntualmente sen facer horas extraordinarias non pagadas.
Arpels February 4th, 2006, 09:51 PM isso é mau Pimpon, acho k se deve apostar cada vez mais na produtividade seja em k logar do mundo seja :yes: e no respeito dos tempos de trabalho!!
Don Pimpon February 4th, 2006, 10:04 PM Arpels, non sei se perceviste ben. O que digo é que o noso sistema productivo é demencial. Iso non é vida, e a xente ten que trabalhar nas horas que está na oficina, nin unha máis, nin unha menos. o que pasa tamén aquí en España (non sei ahí en Portugal) é que a xente perde moito tempo no trabalho. Moita pausa para café, moito e-mail para os amigos, en fin, moita perdida de tempo. Cando un erasmus frances viu o meu antiguo laboratorio ficou admirado de que fixeramos duas pausas para café e que fose un ritmo prolongado e pausado. Eles trabalhan de modo máis intensivo, e se van antes para casa. Penso que é mellor opción.
Portugues February 5th, 2006, 12:47 AM ']Governo dá licença de exploração de petróleo no Algarve à Repsol e RWE
O Governo vai atribuir a concessão de dois blocos de exploração petrolífera ao largo do Algarve a um consórcio formado pela espanhola Repsol (75%) e a alemã RWE (25%).
BRILHANTE!!!! Clap, clap, clap, clap, clap... clap!!!
Lisboa ao seu melhor nível!!!!! Então vamos dar a exploração do nosso ouro negro aos espanhoís!!???? Já agora o Rei Rosa não está interessado em vender o Norte de Portugal a Madrid??
Há que abrir as portas aos Filipes da nova era...
Ó SEBASTIÃO VOLTA...VOLTA DEPRESSA...
Reflex February 5th, 2006, 01:56 AM Não consigo perceber isto, a serio que não! É tao inconcebivel como a construção do aeroporto na Ota!!! Entao e a nossa Galp só pode vender petroleo proviniente de sitios a + de 3500kms de distancia é???:bash::bash:
Portugues February 5th, 2006, 02:01 AM Explica lá melhor essa dos 3500 km!!!
Reflex February 5th, 2006, 02:07 AM Sim, parece que a nossa Galp só funciona se o petroleo vier do Medio Oriente, porque senao tinha sido a Galp a explorar o nosso petroleo algarvio...
TeKnO_Lx February 5th, 2006, 02:11 AM Concerteza nos (Estado)vamos ficar a ganhar dinheiro com a plataforma petrolifera
mas nao percebo pk a Galp não concorreu..!?
Portugues February 5th, 2006, 02:19 AM Urge dar um murro na mesa e expulsar a Lisboa corrupta do poder! A história anda em círculos e a forma leviana como a Portugália Rosa vai dar aos nossos simpatiquíssimos vizinhos espanhois o melhor que a terra nos deu é terrível e insustentável!
Vender os Açores aos EUA, ainda vá que não vá, vender os moçoilos da Casa Pia aos Todo-o-Poderosos do partido, ainda vá que não vá, agora dar o nosso Petróleo à Hispânia é que é inqualificável!!!!!!
Don Pimpon February 5th, 2006, 02:19 AM Ten que ver con que Repsol ten máis experiencia que Galp en proxectos off-shore? Non sei, é unha posibilidade, non?
Portugues February 5th, 2006, 02:28 AM Ò amiguito da Corunha, a Repsol podia ter 15x mais experiencia que a GALP, mas o Petróleo está em águas portuguesas e não espanholas. Imaginem se fosse ao contrário? Até aos postos da GALP pegavam fogo...
Ó SEBASTIÃO VOLTA...VOLTA DEPRESSA...
Reflex February 5th, 2006, 02:37 AM Ten que ver con que Repsol ten máis experiencia que Galp en proxectos off-shore? Non sei, é unha posibilidade, non?
Pode ser 1 explicação. Mas de facto nao se percebe, supostamente o petroleo portugues deveria ser explorado por 1 empresa portuguesa e nao por 1 empresa estrangeira...
Portugues February 5th, 2006, 04:21 AM A falta de experiencia da GALP não pode servir de carapuça ou pano preto para tapar uma tramoía com cortornos muito pouco claros. Com certeza anda pelas ruas da capital da Portugália um novo Alves do Reis, prontinho a dar a golpada da vida dele, deixando para segundo plano o interessa da pátria que o viu nascer e lhe pagará a reforma!!!
Reflex February 5th, 2006, 04:28 AM Eu acho que a pátria já lhe paga a reforma, provavelmente a de um ex-administrador de 1 grande empresa publica ou assim...:|
Portugues February 5th, 2006, 04:45 AM Pela primeira vez na história, de uma forma aberta e clara, sem que as consequências tenham sido previamente avaliadas, Portugal deu-se a Espanha... é que nem sequer se vendeu...nem uma reles Prostituta de segunda categoria era tão tapadinha...!!
traveler February 5th, 2006, 07:27 AM Numa maneira ou outra, isso nao quer dizer nada. Ja fizeram tanta esploracao em Portugal, com companhias estrangeiras numca chegarem a topar nadinha.
traveler February 5th, 2006, 07:30 AM :: Directory of Companies
For over fourty years the skills and creativity of Portuguese workers and technicians have fulfilled the specific demands of overseas markets.
During the 1980 the most advanced technology was added to this excepcional workmanship.
Today, Portugal is one of the world's leading manufacturers of moulds and special tools with a high level of exports.
The working culture of the Portuguese Mould Industry is a key factor giving control over any project.
In this directory, you can readily find a modern, positive and competent partner. { Isso e boas noticias. } :)
Portugues February 5th, 2006, 03:04 PM A Portuguese Mould Industry pode estar em sério risco, visto que a China em menos de três anos pode minar qualquer hipótese de crescimento da rival Portuguesa. Infelizmente, é assim a verdade...
TeKnO_Lx February 7th, 2006, 12:00 AM A Sonae lançou esta segunda-feira uma oferta pública de aquisição sobre a PT, oferendo 9,5 euros por acção, anunciou a empresa esta segunda-feira em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
A contrapartida oferecida será constituída pela importância de 9,5 euros por cada acção e de cinco mil euros por cada obrigação convertível, informa o documento. Este montante representa uma valorização de 16.1% face ao preço de fecho de hoje.
«Nos termos e para os efeitos do disposto nos artigos 175.º e 176.º do Código dos Valores Mobiliários torna-se pública a decisão de lançamento pela Sonae, SGPS, S. A. de oferta pública geral de aquisição das acções representativas do capital social da Portugal Telecom, SGPS, S. A>», refere o comunicado.
O intermediário financeiro encarregado da assistência à oferta é o Banco Santander de Negócios Portugal.
Se o negócio for concretizado a operadora móvel TMN será vendida.
A oferta é geral e voluntária, obrigando-se a Sonae a adquirir a totalidade das acções e das obrigações convertíveis que forem objecto de aceitação da oferta.
O lançamento da oferta encontra-se sujeito à obtenção das aprovações e autorizações administrativas exigíveis nos termos da lei portuguesa ou de legislação estrangeira aplicável, nomeadamente a não oposição da Autoridade da Concorrência e à declaração pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários da derrogação do dever de lançamento de oferta subsequente, em resultado da aquisição de acções no âmbito oferta.
A PT, cotada na bolsa de Nova Iorque, subiu 11% face após o anúncio da OPA.
A Sonaecom é a sub-holding do grupo Sonae para a área das telecomunicações, media e sistema de informação, controlando o jornal Público e as empresas Optimus, Novis e Clix.
06-02-2006 21:27:05
se se concretizar é o negocio do ano.. enfim vai ser muito polemico
Reflex February 7th, 2006, 12:21 AM O Belmiro não pára!!!
Filipe_Golias February 7th, 2006, 02:14 AM Eu ouvi na rádio! :shocked: Nossa!
JohnnyMass February 7th, 2006, 02:20 AM essa história do petróleo de facto deixa-me doente...mas afinal há mesmo assim tanto petróleo no Algarve?:eek:
Portugues February 7th, 2006, 02:46 AM A situação do Petróleo merecia uma condenação oficial. Uma cabeça teria de rolar se o país chamado Portugal fosse governado por gente séria e isenta.
Voltando ao tópico, o poderio geoestratégico de Portugal pode ser marcante para o futuro do país no contexto internacional. Como já antes referi em textos anteriores, o eixo Brasil - União Europeia - África Lusófona é determinante para Portugal no quadro das suas relações internacionais nas suas vertentes económica, social, cultural, política e empresarial. Neste contexto, o futuro, o desenvolvimento e o bem estar dos portugueses dependerá, e muito, da evolução que vier a ocorrer nas relações com os países deste eixo.
Barragon February 7th, 2006, 10:17 AM Realmente.... sem comentários!
Portugues February 8th, 2006, 02:23 AM Sinto-me, agora particularmente à vontade para destacar o arrojo dos portugueses...
Nem um movimento a contestar esta patetice pegada...
Filipe_Golias February 8th, 2006, 06:54 AM Porque o grosso do público não sabe, muito provavelmente (não me recordo de ser noticiado massivamente). E mesmo que fosse, agora está tudo entretido a pensar sobre o que pensar, dizer e fazer acerca da OPA hostil da Sonae :lol:
Barragon February 8th, 2006, 11:27 AM É agora que a nossa economia cresce :lol:
Portugues February 9th, 2006, 03:18 AM Cresce... Se a PT é vendida vão se perder mais de 10.000 postos de trabalhos. Irrecuperáveis! Não se pode desblindar os estatutos da PT á medida da Sonae, se é para o mercado actuar tem que se dar oportunidade a todos os concorrentes. A Sonae gosta muita da concorrência, mas quer condições á sua medida, que os outros interessados não joguem o que não é bom para a economia do país.
traveler February 9th, 2006, 03:22 AM 09/02/2006
Amorim Imobiliária fecha 2005 com 1 bilião de euros em activos
A Amorim Imobiliária fechou o exercício de 2005 com um bilião de euros em activos sob gestão. A informação foi revelada à VI News por Rui Alegre, Presidente da Comissão Executiva da Amorim Imobiliária, para quem este é “um número mágico, que estava para os objectivos de 2007, mas que foi atingido este ano”, sublinhou.
De acordo com este responsável, o sector dos escritórios tem um peso de 40% no valor da carteira de activos consolidados, o equivalente a cerca de 400 milhões de euros de activos de escritórios. Cerca de 45% da carteira de activos consolidados diz respeito a centros comerciais, e os restantes 15% ao segmento da habitação, explicou Rui Alegre.
Portugues February 10th, 2006, 12:56 AM A Amorim Imobiliária quantos emprega?
[Smeagol] February 11th, 2006, 02:19 AM sou um pco contra a opa da sonae....
Se a sonae comprar a pt vai vender as participações da vivo (brasil) para pagar parte da divida da compra da pt.... é um bocado estupido???
Portugues February 13th, 2006, 02:40 AM As empresas portuguesas venderam em 2005 menos 9,1 por cento em valor de bens para a Região Administrativa Especial de Macau, revelam dados estatísticos oficiais provisórios do Governo de Macau.
De acordo com uma nota dos Serviços de Estatística e Censos do Governo de Macau relativa ao comércio externo, as empresas portuguesas venderam ao longo de 2005 produtos no valor de 10,5 milhões de euros ou 105 milhões de patacas para Macau, contra 11,5 milhões de euros ou 115,5 milhões de patacas ao longo de 2004.
Esta variação traduz uma evolução desfavorável em 9,1 por cento nas exportações portuguesas, sustentam as estatísticas oficiais.
Em sentido inverso, isto é, de Macau para Portugal seguiram produtos no valor de 1,6 milhões de euros ou 16,2 milhões de patacas, menos 25,1 por cento do que os 2,16 milhões de euros ou 21,6 milhões de patacas exportados em 2004.
Em termos percentuais as vendas de Portugal a Macau representam 0,3 por cento do total das compras da Região Administrativa Especial chinesa.
Portugal compra, por sua vez, apenas 0,1 por cento da produção de Macau.
As vendas de Macau ao exterior, e considerando apenas os países da União Europeia referidos nas notas oficiais, diminuíram entre os 25,1 por cento no caso de Portugal e os 37,1 no caso da Alemanha.
No contexto da Europa Comunitária, a descida global é de 30,6 por cento para um total de 338,7 milhões de euros ou 3.387 milhões de patacas.
Já no capítulo das importações de Macau, a União Europeia viu crescer as vendas em 18,4 por cento para 411,6 milhões de euros ou 4.116 milhões de patacas com a Alemanha a vender mais 14,6 por cento para 117,4 milhões de euros (1.174 milhões de patacas).
A França viu as suas exportações subirem 16,7 por cento para 103,6 milhões de euros ou 1.036 milhões de patacas e no caso britânico aumentaram 20,4 por cento para 54,19 milhões de euros ou 541,9 milhões de patacas.
Ao longo do ano de 2005, a balança comercial de Macau registou um saldo negativo de 1.151,6 milhões de euros ou 11.516 milhões de patacas depois de exportações de cerca de 1.982,3 milhões de euros ou 19.823 milhões de patacas e importações de 3.134 milhões de euros ou 31.340 milhões de patacas.
Herrmando February 14th, 2006, 02:04 AM Mas alguém sabe mesmo se há petroleo no algarve?? E se houver, alguém sabe se é em quantidade suficiente para ser explorado?? E alguém acha que a Galp tem dinheiro para se meter em aventuras destas??? E se, de facto, houver petróleo em abundancia, será que vai ser livre de impostos?????
Arpels February 14th, 2006, 12:54 PM tem de fazer campanha dos produtos Tugas ai Portugues, td a bem da nação :yes:
TeKnO_Lx February 14th, 2006, 03:03 PM A Galp prepara-se comprar as 300 gasolineiras que a ENI detém em Espanha e disputar com a BP o terceiro lugar no ranking das estações de serviços naquele país. A informação foi avançada ontem pelo jornal espanhol "Expansion", mas, contactada pelo JN, fonte oficial da Galp Energia disse que a petrolífera não comentava a notícia. A compra das 300 gasolineiras está a ser negociada através do grupo Agip, gerido pela italiana ENI e, a concretizar-se, representa uma operação avaliada em 400 milhões de euros. A aquisição elevaria para quase 600 o número de gasolineiras da Galp em Espanha, ou seja, permitiria praticamente duplicar a rede de distribuição no país vizinho e passar a ter uma quota de mercado de 8%. "Com esta transacção, a Galp cumpriria o seu objectivo de quota em Espanha e compensaria a perda das estações de serviço que a Shell vendeu há dois anos na Península Ibérica, das quais as 300 em Portugal foram compradas pela Repsol e 338 em Espanha pela Disa", lê-se no jornal citado pela Lusa. O "Expansion" acrescenta que as sucessivas "desavenças" entre a ENI (detentora de 33,3% da Galp) e o Governo português têm vindo a impedir "a integração dos negócios na Península Ibérica".
Reflex February 14th, 2006, 11:42 PM Deviam ainda ser mais!:okay:
Portugues February 19th, 2006, 03:50 AM FORÇA GALP!! Depois da BP há que engolir a mísera Repsol!!
Barragon February 19th, 2006, 03:25 PM Boa notícia :D
Portugues February 19th, 2006, 03:27 PM Depende.
Fern February 19th, 2006, 09:00 PM Do que?
Portugues February 25th, 2006, 03:47 PM Mais um embuste à portuguesa. Na sexta-feira passada, um banco nacional estimou que o PIB de 2006 vai apenas crescer 0,7 por cento, contra os 0,8 por cento do Banco de Portugal, já revistos, e os mais de 1 por cento anunciados pelo Governo.
Ainda só estamos em Fevereiro e o ritmo é desanimador. Dias antes também o governador do Banco de Portugal veio alertar para o facto do país ainda ter de levar dois a três anos para chegar à média do crescimento europeu, o que significa que vamos estar quase uma década em divergência com os nossos parceiros.
Se nem tudo andar bem, lá mais para a Primavera, quando as rosas voltam a desbutar, os 0,7 por cento podem ser 0,5, e de décima em décima o nosso PIB vai-se esfumando.
A pergunta é óbvia: quando é que isto tem fim? uma nova "Abrilada" é rapidamente necessária.
traveler March 3rd, 2006, 04:44 AM Economia > 2006-03-02 19:55
Sócrates salienta a melhoria do clima económico em Portugal
DE com Lusa
O primeiro-ministro, José Sócrates, vai salientar sexta-feira, em Vila do Conde, a melhoria dos indicadores de confiança e do clima económico em Portugal, durante uma vista que fará à nova unidade fabril da Lactogal.
Acompanhado pelo ministro da Agricultura, Jaime Silva, o chefe de Governo visita ao fim da manhã a nova unidade fabril, concluída em Janeiro último e que representou um investimento de 100 milhões de euros.
"Os dados de conjuntura do Instituto Nacional de Estatística [hoje conhecidos] revelam uma nítida melhoria do clima económico em Fevereiro deste ano, uma recuperação dos indicadores de confiança e uma melhoria da produção industrial de 2,4% em Janeiro face ao mês homólogo de 2005", declarou hoje uma fonte do gabinete do primeiro-ministro.
Além de sublinhar alguns dos recentes dados divulgados pelo INE, a mesma fonte adiantou que José Sócrates pretende também apontar a nova unidade da Lactogal como "um exemplo, porque representa um investimento em produtividade, na qualidade de produção, na segurança alimentar e uma aposta nas exportações".
A Lactogal é uma cooperativa totalmente detida pelas três maiores organizações do sector leiteiro: a Agros, a Proleite e a Lacticoop.
Em Janeiro último, a Lacticoop concluiu o projecto de construção de uma nova unidade fabril, que representou um investimento na ordem dos 100 milhões de euros, dos quais 12 milhões de euros foram comparticipados pelo Estado ao abrigo do programa Agro.
José Sócrates visitará o espaço da nova unidade fabril, que envolve uma área de 190 mil metros quadrados, tem 16 linhas de enchimento e uma capacidade de 1,68 milhões de litros de lei por dia, sendo actualmente considerada uma das maiores e mais modernas da Europa.
Segundo o gabinete do primeiro-ministro, José Sócrates encara este investimento da Lactogal como "um sinal de confiança no futuro", perspectiva "também presente no facto de a fábrica usar energias limpas e apostar em inovação tecnológica".
Comentários
jotinha
TeKnO_Lx March 3rd, 2006, 03:31 PM A instalação de uma megacentral de cogeração para a produção de electricidade e redução de resíduos é uma das condições para a construção de uma nova refinaria em Sines, proposta pelo empresário Monteiro de Barros. O promotor está a negociar com o Governo a tarifa de venda da electricidade e a garantia de ligação à rede eléctrica desta central com potência de 500 MW.
Este é um dos «dossiers» de um processo complexo que envolverá outras áreas como o ambiente. Fonte da Agência Portuguesa para o Investimento reconhece que o empresário tem vindo a intensificar as exigências para realizar o investimento de 5,2 mil milhões de euros, dificultando o acordo, noticiou o Jornal de Negócios.
Barragon March 3rd, 2006, 06:01 PM A central Nuclear vai fazer isso :D :lol:
TeKnO_Lx March 4th, 2006, 03:40 PM O Governo vai promover na próxima terça-feira, na Casa da Música, no Porto, um debate com três dos empresários que protagonizaram os maiores e mais mediáticos investimentos anunciados recentemente - Belmiro de Azevedo, Américo Amorim e Pedro Queiroz Pereira.
O encontro - onde vão estar o primeiro-ministro e o ministro da Economia e Inovação - deverá ainda servir, segundo a edição de ontem do "Jornal de Negócios" (JdN), para o anúncio de um investimento da Continental Mabor , negociado com a Agência Portuguesa para o Investimento e outro da Siemens.
Durante o evento, deverão ser apresentados dois novos projectos na área do turismo, a nova fábrica do Ikea em Portugal, assim como o novo modelo da VW, a construir na Autoeuropa (cujo presidente, Emílio Saenz estará presente) , refere o mesmo jornal.
Antes da intervenção de José Sócrates, que está programada para a hora em que arrancam os telejornais, o ministro Manuel Pinho vai presidir à assinatura de uma série de contratos entre o Estado e Pequenas e Médias Empresas (PME).
O debate "Porque investimentos em Portugal", que arranca a meio da tarde moderado por Judite de Sousa, juntará os três empresários mais falados nas últimas semanas. São eles Belmiro de Azevedo (cuja Sonae está a avançar com um mega-projecto em Tróia e que lançou uma OPA de 11,1 mil milhões de euros sobre a PT), Américo Amorim (que vai investir 1,65 mil milhões na compra de 33,3% da Galp Energia) e Pedro Queiroz Pereira (que vai fazer um investimento de 900 milhões de euros na Portucel).
O objectivo da cerimónia é, para além de promover o debate, segundo o JdN, celebrar a nova onda de investimentos a que o país tem assistido nos últimos meses nos mais variados sectores.
fonte (http://jn.sapo.pt/2006/03/04/economia/governo_e_empresarios_celebram_inves.html)
Portugues March 4th, 2006, 04:09 PM É incrivel como o Governo Português manipula a informação para convencer o povão.
traveler March 5th, 2006, 02:58 AM Looking beyond our times
EFACEC is, and has been for a great many years, the largest Portuguese Group in the field of electrotechnics and electronics.
The growing diversification of our company's business ventures ensures our presence in areas as far apart as power production and distribution, telecommunications, automation and robotics, electrical motors and hydraulic machinery, the environment and services.
EFACEC offers the best conditions for the work of highly qualified engineering teams, capable of developing national and international projects using state-of-the-art technology, and thus it positions itself as an exporter of advanced know-how.
Considered the most modern in Europe, the plants were entirely designed and built by the Group`s own companies. In doing so, advantage was taken of their expertise in the field of computer management systems, automation, and robotics. In order to maintain the competitiveness of its equipment and systems in the internacional marketplace, EFACEC vouches for a level of quality above ISO 9001 standards.
As a result of its globalization policy, the EFACEC Group is now operating in major international markets, where we have set up offices, branches and industrial facilities to further our business interests and to provide a better service for you, the customer.
Products
Electrical & Electromechanical Systems:
Power, Industrial, Electric Traction
Portugues March 5th, 2006, 03:04 AM O Senhor Traveler tirou isso do catálogo 2006 da EFACEC? PUB.
traveler March 5th, 2006, 03:32 AM Nao. Isso vem de, Portugal news.
JohnnyMass March 5th, 2006, 04:18 AM tás na mira do português traveler...é melhor começares a escrever em português!:lol:
traveler March 5th, 2006, 04:21 AM Pode, ser que escreve bem um dia.
traveler March 5th, 2006, 04:24 AM Pode ser que eu escrevo bem um dia.
traveler March 5th, 2006, 04:24 AM Pode ser que eu escrevo bem um dia.
JohnnyMass March 5th, 2006, 04:25 AM três posts? tás a praticar o português?:lol:
traveler March 5th, 2006, 04:26 AM Eu tenho problemas com o meu computador. :lol:
JohnnyMass March 5th, 2006, 04:29 AM não és só tu!;) o SSC stuck for a couple of minutes!;)
traveler March 5th, 2006, 04:32 AM Para te dizer a verdade, eu tenho de comprar um novo computador com muito puder.
Barragon March 5th, 2006, 05:16 AM Força então :okay:
JohnnyMass March 5th, 2006, 06:38 AM queremos é poder!:D
Filipe_Golias March 5th, 2006, 06:49 AM Para te dizer a verdade, eu tenho de comprar um novo computador com muito puder.
HEMAN! "I have the poooweeeeeeeer!" :lol:
traveler March 5th, 2006, 02:30 PM The problem with computers is that every time you get a new computer it's already obsolete. Que coisa.
Barragon March 5th, 2006, 03:34 PM I've got the POWERR!!!! tu ru tu tu tu
JohnnyMass March 5th, 2006, 05:47 PM eu que o diga, o meu é practicamente novo, só tem 3 anos, e já está obsoleto!:lol:
Barragon March 5th, 2006, 05:51 PM :lol: o meu tem 5 :lol:
traveler March 8th, 2006, 02:35 AM Booming underwear exports for Impetus
Têxtil Impetus (textile group, Esposende, north) specialised in underwear garment making plans to acquire a French underwear brand to ease entry into mass distribution retail outlets in that market. Alberto Figueiredo. Group chairman said Impetus has entrenched its position among top ranked outlets in Russia with sales in 2005 exceeding €1 million. He said the company traded in a mass market requiring large distribution outlets in each country. Impetus plans to set up a distribution network in the US adding to similar networks it already has in Spain, France, Belgium Austria and the UK. The group’s central logistics warehouse in Portugal is directly linked to all its retailers/customers. This centralisation enables it to produce on a near just-in-time basis, cut delivery times and make efficient cost savings. Impetus is currently sold through more than 5000 outlets in Europe. In Spain it is the third biggest brand sold in El Corte Inglés outlets. Têxtil Impetus in 2004 exported €30 million worth of underwear, some 60% of this under its own brand. It has 4 factories in Portugal: lmpetus Portugal, Malhas Cef, Verdeveste, Acatel.
traveler March 8th, 2006, 02:37 AM Go, Esposende.
traveler March 10th, 2006, 01:20 AM Consórcio de «private equity» contacta Paes do Amaral
PT sobe 6,2% em Nova Iorque com rumor de OPA concorrente
Os títulos da Portugal Telecom dispararam 6,24% em Nova Iorque, depois de a Reuters ter noticiado que um grupo constituído por algumas das maiores empresas privadas de capital de risco do mundo está a ponderar lançar uma OPA sobre a Portugal Telecom, que poderá superar os 13 mil milhões de dólares.
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Jornal de Negócios Online
negocios@mediafin.pt
Os títulos da Portugal Telecom dispararam 6,24% em Nova Iorque, depois de a Reuters ter noticiado que um grupo constituído por algumas das maiores empresas privadas de capital de risco do mundo está a ponderar lançar uma OPA sobre a Portugal Telecom, que poderá superar os 13 mil milhões de dólares.
O consórcio, que inclui a Kohlberg Kravis Roberts & Co, Providence Equity e Blackstone, está actualmente em Lisboa para tentar encontrar parceiros locais e já terá estado com Miguel Paes do Amaral, presidente da Media Capital, referem fontes próximas do processo.
Assim que esta notícia foi veiculada, as acções da PT dispararam na Bolsa de Nova Iorque, que encerra às 21h de Lisboa. Hoje às 20h, ganhavam 2,05%, nos 11,93 dólares (10,02 euros), tendo chegado a subir mais de 6%, para 12,42 dólares (10,43 euros). Abriram a sessão no mesmo valor que em Lisboa (11,70 dólares, ou 9,83 euros), onde encerraram nos 9,81 euros.
As conversações estão ainda numa fase inicial e não é certo que o referido grupo, onde se inserem também as empresas britânicas Permira e Cinven, vá mesmo lançar uma oferta, refere a agência citando as fontes. Uma das fontes referiu que o Apax também faz parte do grupo. Todas as empresas de capital de risco se recusaram a comentar esta informação. A Blackstone é uma das três maiores empresas de "private equity" do mundo.
Uma fonte industrial disse hoje à Reuters que Paes do Amaral esteve recentemente em contacto com empresas de capital de risco, incluindo a Kohlberg, Providence e Blackstone, acerca de uma possível OPA sobre a PT. «Paes do Amaral esteve em conversações com estas três empresas mas também com outras», referiu a mesma fonte.
A Sonae ofereceu 9,5 euros por cada acção da Portugal Telecom, avaliando o grupo em 13,25 mil milhões de dólares (11,1 mil milhões de euros), na OPA lançada em 6 de Fevereiro. No entanto, a PT rejeitou a oferta, afirmando que subvaloriza a empresa.
Este mesmo consórcio de empresas de capital de risco, excluindo a Cinven, comprou no ano passado a operadora de telecomunicações dinamarquesa TDC, por 14,1 mil milhões de dólares.
Uma semana depois de a Sonae ter lançado a OPA sobre a PT, o «site» do «Financial News» noticiou que um grupo de empresas de buyout estava a avaliar a hipótese de também se candidatar à compra da operadora de telecomunicações. O grupo incluia a Warburg Pincus, BC Partners, Texas Pacific Group, Apollo Management, Silver Lake Partners e a Bain Capital
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Portugues March 10th, 2006, 04:45 AM Miguel Pais do Amaral, ai está uma pessoa séria e credível para comprar, e igualmente salvar, a PT. A minha saudação.
Barragon March 10th, 2006, 07:14 PM Boa notícia para Esposende e para a PT :okay:
Arpels March 10th, 2006, 08:08 PM eu pessoalmente preferia k ficasse com o Belmiro de Azevedo mas k seja pela melhor oferta!!
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