Barragon
January 8th, 2006, 12:11 PM
As propostas apresentadas no âmbito do concurso público para a demolição do prédio do Coutinho serão abertas conforme o prazo estabelecido, mas a adjudicação da empreitada irá ficar à espera das decisões judiciais. A revelação foi feita, ontem, pelo presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, Defensor Moura, que disse, no entanto, que os prazos previstos para a operação serão cumpridos.
Recorde-se que a data limite de entrega de propostas para a operação de demolição do polémico edifício de 13 andares, termina amanhã, sendo a abertura dos documentos efectuada no dia seguinte. "As propostas serão abertas, independentemente das providências cautelares existentes", garantiu o autarca. No entanto, a adjudicação "nunca será efectuada sem estar tudo livre, pois não se pode deitar abaixo um edifício com pessoas lá dentro".
Assim sendo, o avanço da demolição fica "congelado" até que haja decisões judiciais. "Se os tribunais forem céleres, manteremos os prazos previstos", garantiu Defensor Moura. Segundo o anúncio do concurso público,"o prazo global máximo da demolição será de 150 dias de calendário tendo um preço base de um milhão e meio de euros".
As decisões a tomar pela Justiça dizem respeito a cinco providências cautelares interpostas pelos moradores do prédio do Coutinho. Além dessas, existem ainda dois processos para fornecimento de documentos e outros tantos que visam a anulação das decisões até agora tomadas.
"São processos que ainda estão a decorrer", revelou o porra-voz da comissão de moradores, Abílio Teixeira.
Recorde-se que a data limite de entrega de propostas para a operação de demolição do polémico edifício de 13 andares, termina amanhã, sendo a abertura dos documentos efectuada no dia seguinte. "As propostas serão abertas, independentemente das providências cautelares existentes", garantiu o autarca. No entanto, a adjudicação "nunca será efectuada sem estar tudo livre, pois não se pode deitar abaixo um edifício com pessoas lá dentro".
Assim sendo, o avanço da demolição fica "congelado" até que haja decisões judiciais. "Se os tribunais forem céleres, manteremos os prazos previstos", garantiu Defensor Moura. Segundo o anúncio do concurso público,"o prazo global máximo da demolição será de 150 dias de calendário tendo um preço base de um milhão e meio de euros".
As decisões a tomar pela Justiça dizem respeito a cinco providências cautelares interpostas pelos moradores do prédio do Coutinho. Além dessas, existem ainda dois processos para fornecimento de documentos e outros tantos que visam a anulação das decisões até agora tomadas.
"São processos que ainda estão a decorrer", revelou o porra-voz da comissão de moradores, Abílio Teixeira.