Fortal
January 26th, 2006, 06:55 PM
Oásis Atlântico Ceará é modernização do Imperial Othon Palace
13/10/2005
A rede hoteleira de Fortaleza ganha reforço com um investimento de capital português que está remodelando o tradicional Hotel Imperial Othon Palace, localizado na Av. Beira-Mar. Com a reestruturação, o empreendimento ganha nova denominação, Hotel Oásis Atlântico Ceará, e passa ser formado por duas unidades, o Oásis Atlântico Imperial, de cinco estrelas e Oásis Atlântico Fortaleza, de quatro estrelas. A inauguração está prevista para o início de dezembro, mas com a maior parte das obras concluídas, o Hotel já opera em soft open, - funcionamento experimental. A iniciativa é do Grupo Oásis Atlântico, de Portugal, que atua no mercado mundial desde 1998.
A composição do Oásis Atlântico Ceará com duas unidades reflete uma estratégia do Grupo. "Procurou-se dar resposta a dois segmentos de mercado, cinco estrelas e quatro estrelas", destaca o diretor geral no Brasil do Grupo Oásis Atlântico, José Luis Sá Nogueira. "Foram investidos cerca de R$ 12 milhões de reais", afirma Nogueira, citando como parceiros no financiamento da iniciativa o BNB (Banco do Nordeste do Brasil) e o BPG (Banco Português de Gestão).
De acordo com o diretor, as modificações vão dos quartos à área de lazer e eventos. Foi criado um novo centro de convenções modular com capacidade para 1.700 pessoas. O Hotel contará com área de convenção para lojas, restaurantes terceirizados, choparia e serviços de massoterapia. Também foi intenção valorizar o acesso ao Hotel, que passou a ser diretamente pela Av. Beira-Mar. Já a fachada foi reformulada com técnicas de retrofit que conferem modernidade ao imóvel, construído na década de 60. De acordo com o diretor, a reforma durou 10 meses e foram gerados 160 empregos diretos.
A criação do Oásis Atlântico Ceará é a segunda inserção do Grupo Oásis Atlântico no Estado. O primeiro foi em 2001 com o arrendamento do Hotel Praia das Fontes, atual Parque das Falésias, resort de quatro estrelas, no município de Beberibe, que conta com 253 quartos dentre suítes, chalés e apartamentos. Conforme Nogueira, o Grupo tem forte investimento em Cabo Verde, onde mantém quatro hotéis com cerca de 1.500 leitos. Fonte: CBP-CE
NOVO HOTEL OÁSIS ATLÂNTICO IMPERIAL * * * * *
Brasil - Fortaleza, Ceará
Situado na Avenida Beira-Mar, na Praia do Meireles, e bem na marginal da cidade de Fortaleza, o hotel Oásis Atlântico Imperial (5 estrelas) permite conjugar na perfeição uma estadia em viagem de negócios ou o desfrutar desta cidade nordestina em regime de férias. Integrado no complexo Oásis Atlântico Fortaleza, dispõe de um conjunto de zonas comerciais e de alimentação anexas ao hotel, assim como um amplo centro de convenções, multifuncional e modular, com capacidade para até 1700 pessoas.
http://img62.imageshack.us/img62/7056/oasis6ju.jpg
Outra Notícia!!!!
Grupo português assina financiamento de R$ 31 milhões para hotel em Fortaleza
27/12/2005, 17h37min
A rede hoteleira portuguesa Dorisol Grand Hotels acaba de assinar financiamento junto ao Banco do Nordeste do Brasil (BNB) para a finalização de um empreendimento na Capital cearense. O Grupo vai receber investimentos na ordem de R$ 31 milhões para a conclusão da estrutura do Ceará.
O novo Dorisol Fortaleza Grand Hotel tem previsão para começar a funcionar em soft openning em outubro de 2006. De acordo com o gerente de operações do grupo no Brasil, Rodrigo Mendes, a readaptação e modernização do hotel deve durar nove meses.
http://www.dorisol.pt/brasilenglish/fort01.jpg
Já Fortaleza....
Fortaleza conta com 25 mil quartos de hotel, ficando em primeiro lugar do Nordeste e em terceiro no ranking nacional nesse segmento.
O Ceará é o segundo Estado do Nordeste em número de estabelecimentos hoteleiros, com 225 empreendimentos, o que representa 3,2% dos 7.003 estabelecimentos do País. A Bahia é o Estado nordestino que possui mais hotéis e pousadas. Os dados são relativos ao I Censo Qualitativo da Hotelaria Brasileira, divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH). A metade dos estabelecimentos de hospedagem concentra-se na região Sudeste (3.500), e um quarto dos hotéis e pousadas (1.750) situam-se na região Nordeste.
O titular da Secretaria de Turismo do Estado (Setur), Allan Aguiar, destaca que Fortaleza é a primeira cidade do Nordeste e a terceira nacionalmente, em número de quartos de hotel, sendo 25 mil na Capital e 35 mil em todo o Estado.
Para o secretário, a evolução no número de estabelecimentos veio acompanhada de melhorias na estrutura do setor. “Tanto do ponto de vista dos serviços que são prestados e das atrações que são disponibilizadas ao turista”, observa.
A melhora qualitativa, segundo Aguiar, deve-se especialmente à criação de empreendimentos de luxo, como os resorts. Enquanto um turista convencional gasta em média R$ 1,1 mil em dez dias que permanece no Ceará, um que se hospeda em resorts deixa no Estado de duas a três vezes mais que esse valor.
Dois desses empreendimentos estarão construídos nos próximos dois anos no Estado: o Villa Galé Golf & Villas, na praia do Cumbuco, e o Aquiraz Golf e Beach Villas, em Aquiraz. Eles estarão equipados com campos de golfe. Segundo dados da ABIH, apenas 21 estabelecimentos (0,3%) do total possuem esse tipo de lazer no País. “Queremos aumentar a oferta hoteleira com equipamentos turísticos de alto valor agregado e firmar na atração de investimentos, o que é fundamental para o crescimento nesse setor”, diz.
Outro tipo de turismo que a Setur quer atrair é o de negócios. Atualmente, 15% do fluxo total do Estado é formado por esse grupo, que gasta 65% a mais que a média dos turistas.
O presidente da ABIH no Ceará, Eliseu Barros, explica que o crescimento da demanda fez com que surgisse a maior oferta hoteleira registrada nos últimos dez anos. “Ele (o crescimento) veio acompanhado de um maior nível dos empreendimentos novos e antigos. Os hotéis não conseguiriam sobreviver sem infra-estrutura”, diz Barros.
Apesar do incremento na procura, Barros destaca que ainda existe uma maior oferta de estabelecimentos que a demanda, devido ao período de baixa estação. “A média de ocupação em 2005 ficou em 63% do total. Isso significa que 37% dos dormitórios ficaram sem hóspedes”, diz. Fonte: Diário do Nordeste
13/10/2005
A rede hoteleira de Fortaleza ganha reforço com um investimento de capital português que está remodelando o tradicional Hotel Imperial Othon Palace, localizado na Av. Beira-Mar. Com a reestruturação, o empreendimento ganha nova denominação, Hotel Oásis Atlântico Ceará, e passa ser formado por duas unidades, o Oásis Atlântico Imperial, de cinco estrelas e Oásis Atlântico Fortaleza, de quatro estrelas. A inauguração está prevista para o início de dezembro, mas com a maior parte das obras concluídas, o Hotel já opera em soft open, - funcionamento experimental. A iniciativa é do Grupo Oásis Atlântico, de Portugal, que atua no mercado mundial desde 1998.
A composição do Oásis Atlântico Ceará com duas unidades reflete uma estratégia do Grupo. "Procurou-se dar resposta a dois segmentos de mercado, cinco estrelas e quatro estrelas", destaca o diretor geral no Brasil do Grupo Oásis Atlântico, José Luis Sá Nogueira. "Foram investidos cerca de R$ 12 milhões de reais", afirma Nogueira, citando como parceiros no financiamento da iniciativa o BNB (Banco do Nordeste do Brasil) e o BPG (Banco Português de Gestão).
De acordo com o diretor, as modificações vão dos quartos à área de lazer e eventos. Foi criado um novo centro de convenções modular com capacidade para 1.700 pessoas. O Hotel contará com área de convenção para lojas, restaurantes terceirizados, choparia e serviços de massoterapia. Também foi intenção valorizar o acesso ao Hotel, que passou a ser diretamente pela Av. Beira-Mar. Já a fachada foi reformulada com técnicas de retrofit que conferem modernidade ao imóvel, construído na década de 60. De acordo com o diretor, a reforma durou 10 meses e foram gerados 160 empregos diretos.
A criação do Oásis Atlântico Ceará é a segunda inserção do Grupo Oásis Atlântico no Estado. O primeiro foi em 2001 com o arrendamento do Hotel Praia das Fontes, atual Parque das Falésias, resort de quatro estrelas, no município de Beberibe, que conta com 253 quartos dentre suítes, chalés e apartamentos. Conforme Nogueira, o Grupo tem forte investimento em Cabo Verde, onde mantém quatro hotéis com cerca de 1.500 leitos. Fonte: CBP-CE
NOVO HOTEL OÁSIS ATLÂNTICO IMPERIAL * * * * *
Brasil - Fortaleza, Ceará
Situado na Avenida Beira-Mar, na Praia do Meireles, e bem na marginal da cidade de Fortaleza, o hotel Oásis Atlântico Imperial (5 estrelas) permite conjugar na perfeição uma estadia em viagem de negócios ou o desfrutar desta cidade nordestina em regime de férias. Integrado no complexo Oásis Atlântico Fortaleza, dispõe de um conjunto de zonas comerciais e de alimentação anexas ao hotel, assim como um amplo centro de convenções, multifuncional e modular, com capacidade para até 1700 pessoas.
http://img62.imageshack.us/img62/7056/oasis6ju.jpg
Outra Notícia!!!!
Grupo português assina financiamento de R$ 31 milhões para hotel em Fortaleza
27/12/2005, 17h37min
A rede hoteleira portuguesa Dorisol Grand Hotels acaba de assinar financiamento junto ao Banco do Nordeste do Brasil (BNB) para a finalização de um empreendimento na Capital cearense. O Grupo vai receber investimentos na ordem de R$ 31 milhões para a conclusão da estrutura do Ceará.
O novo Dorisol Fortaleza Grand Hotel tem previsão para começar a funcionar em soft openning em outubro de 2006. De acordo com o gerente de operações do grupo no Brasil, Rodrigo Mendes, a readaptação e modernização do hotel deve durar nove meses.
http://www.dorisol.pt/brasilenglish/fort01.jpg
Já Fortaleza....
Fortaleza conta com 25 mil quartos de hotel, ficando em primeiro lugar do Nordeste e em terceiro no ranking nacional nesse segmento.
O Ceará é o segundo Estado do Nordeste em número de estabelecimentos hoteleiros, com 225 empreendimentos, o que representa 3,2% dos 7.003 estabelecimentos do País. A Bahia é o Estado nordestino que possui mais hotéis e pousadas. Os dados são relativos ao I Censo Qualitativo da Hotelaria Brasileira, divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH). A metade dos estabelecimentos de hospedagem concentra-se na região Sudeste (3.500), e um quarto dos hotéis e pousadas (1.750) situam-se na região Nordeste.
O titular da Secretaria de Turismo do Estado (Setur), Allan Aguiar, destaca que Fortaleza é a primeira cidade do Nordeste e a terceira nacionalmente, em número de quartos de hotel, sendo 25 mil na Capital e 35 mil em todo o Estado.
Para o secretário, a evolução no número de estabelecimentos veio acompanhada de melhorias na estrutura do setor. “Tanto do ponto de vista dos serviços que são prestados e das atrações que são disponibilizadas ao turista”, observa.
A melhora qualitativa, segundo Aguiar, deve-se especialmente à criação de empreendimentos de luxo, como os resorts. Enquanto um turista convencional gasta em média R$ 1,1 mil em dez dias que permanece no Ceará, um que se hospeda em resorts deixa no Estado de duas a três vezes mais que esse valor.
Dois desses empreendimentos estarão construídos nos próximos dois anos no Estado: o Villa Galé Golf & Villas, na praia do Cumbuco, e o Aquiraz Golf e Beach Villas, em Aquiraz. Eles estarão equipados com campos de golfe. Segundo dados da ABIH, apenas 21 estabelecimentos (0,3%) do total possuem esse tipo de lazer no País. “Queremos aumentar a oferta hoteleira com equipamentos turísticos de alto valor agregado e firmar na atração de investimentos, o que é fundamental para o crescimento nesse setor”, diz.
Outro tipo de turismo que a Setur quer atrair é o de negócios. Atualmente, 15% do fluxo total do Estado é formado por esse grupo, que gasta 65% a mais que a média dos turistas.
O presidente da ABIH no Ceará, Eliseu Barros, explica que o crescimento da demanda fez com que surgisse a maior oferta hoteleira registrada nos últimos dez anos. “Ele (o crescimento) veio acompanhado de um maior nível dos empreendimentos novos e antigos. Os hotéis não conseguiriam sobreviver sem infra-estrutura”, diz Barros.
Apesar do incremento na procura, Barros destaca que ainda existe uma maior oferta de estabelecimentos que a demanda, devido ao período de baixa estação. “A média de ocupação em 2005 ficou em 63% do total. Isso significa que 37% dos dormitórios ficaram sem hóspedes”, diz. Fonte: Diário do Nordeste