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February 18th, 2006, 12:55 PM
Uma reunião de trabalho marcada para a próxima semana e um edital exposto durante 15 dias úteis são os únicos "obstáculos" para que a Câmara de Matosinhos dê luz verde à construção da loja da Ikea. Contas feitas, a segunda superfície que a cadeia sueca de mobiliário e de artigos de decoração lança em Portugal arranca, no terreno, já no próximo mês, mantendo-se a vontade de ficar pronta num ano.
À sua volta, preparam-se novas vias, num total de seis quilómetros, e área que possa acolher outras empresas, mais pequenas. "Inovadoras, feitas de espírito ganhador, não de vão de escada. Até porque o preço do terreno em Matosinhos não é barato", avisa Guilherme Pinto, presidente da edilidade de Matosinhos.
Cinco novas avenidas
A instalação da loja da Ikea, em três lotes, ocupando 34 mil metros quadrados e um investimento de 60 milhões de euros, obrigou o município a "repensar território" e a "casar actividades económicas com uma boa malha viária". Resultado estão na forja "cinco novas avenidas e outros arruamentos", num investimento de 7,5 milhões de euros, acolhendo, também, aparcamento (3600 lugares) e cerca de 350 novas árvores.
A zona económina estratégia de Gonçalves [designação dada aos 100 hectares que se pretende revitalizar], para além de se localizar entre a A28 e a via interna de ligação ao porto de Leixões, tem em curso a Avenida de Fernando Távora. Trata-se de um quilómetro e meio de via já quase pronto, que "esperou 20 anos para ser desbloqueada", acabando por sê-lo, há cerca de três anos, ainda na presidência de Narciso de Miranda. Terá 20 metros de largura e beneficiará as freguesias de Leça da Palmeira, Santa Cruz do Bispo e Perafita.
Aproveitar terreno
Guilherme Pinto, que ontem apresentou, publicamente, o plano para a zona onde ficará a nova superfície comercial (a primeira localiza-se em Alfragide) e que promete vir a criar mais 1500 postos de trabalho (directos e indirectos), não esconde a ambição em aproveitar terreno para cativar economia.
"A Ikea foi o agente provocador. Mas queremos outras unidades, mais pequenas. Estamos a falar da zona mais estratégica do concelho que fica no coração dos transportes tem o porto de Leixões e o aeroporto junto de si", referiu, acrescentando que "será potenciada, também, a gastronomia e as dormidas". Ou seja, fica reforçada ideia de que a nova loja servirá de "alavanca de desenvolvimento".
O objectivo do novo empreendimento é, segundo o director-geral da Ikea Ibérica, Adriaan de Witt, "servir o Norte de Portugal e a Galiza", região que chegou a estar na corrida para colhê-lo.
Curiosamente, a unidade da Ikea situar-se-á a norte da Exponor , que agora ameaça mudar de terra, ir mais para sul, levando o maior parque de exposições do Norte (ler caixilho).
fonte (http://jn.sapo.pt/2006/02/18/grande_porto/construcao_loja_ikea_arranca_proximo.html)
Finalmente! :applause: os lisboetas já não kerem outra coisa :colgate:
À sua volta, preparam-se novas vias, num total de seis quilómetros, e área que possa acolher outras empresas, mais pequenas. "Inovadoras, feitas de espírito ganhador, não de vão de escada. Até porque o preço do terreno em Matosinhos não é barato", avisa Guilherme Pinto, presidente da edilidade de Matosinhos.
Cinco novas avenidas
A instalação da loja da Ikea, em três lotes, ocupando 34 mil metros quadrados e um investimento de 60 milhões de euros, obrigou o município a "repensar território" e a "casar actividades económicas com uma boa malha viária". Resultado estão na forja "cinco novas avenidas e outros arruamentos", num investimento de 7,5 milhões de euros, acolhendo, também, aparcamento (3600 lugares) e cerca de 350 novas árvores.
A zona económina estratégia de Gonçalves [designação dada aos 100 hectares que se pretende revitalizar], para além de se localizar entre a A28 e a via interna de ligação ao porto de Leixões, tem em curso a Avenida de Fernando Távora. Trata-se de um quilómetro e meio de via já quase pronto, que "esperou 20 anos para ser desbloqueada", acabando por sê-lo, há cerca de três anos, ainda na presidência de Narciso de Miranda. Terá 20 metros de largura e beneficiará as freguesias de Leça da Palmeira, Santa Cruz do Bispo e Perafita.
Aproveitar terreno
Guilherme Pinto, que ontem apresentou, publicamente, o plano para a zona onde ficará a nova superfície comercial (a primeira localiza-se em Alfragide) e que promete vir a criar mais 1500 postos de trabalho (directos e indirectos), não esconde a ambição em aproveitar terreno para cativar economia.
"A Ikea foi o agente provocador. Mas queremos outras unidades, mais pequenas. Estamos a falar da zona mais estratégica do concelho que fica no coração dos transportes tem o porto de Leixões e o aeroporto junto de si", referiu, acrescentando que "será potenciada, também, a gastronomia e as dormidas". Ou seja, fica reforçada ideia de que a nova loja servirá de "alavanca de desenvolvimento".
O objectivo do novo empreendimento é, segundo o director-geral da Ikea Ibérica, Adriaan de Witt, "servir o Norte de Portugal e a Galiza", região que chegou a estar na corrida para colhê-lo.
Curiosamente, a unidade da Ikea situar-se-á a norte da Exponor , que agora ameaça mudar de terra, ir mais para sul, levando o maior parque de exposições do Norte (ler caixilho).
fonte (http://jn.sapo.pt/2006/02/18/grande_porto/construcao_loja_ikea_arranca_proximo.html)
Finalmente! :applause: os lisboetas já não kerem outra coisa :colgate: