Portugues
February 22nd, 2006, 02:23 AM
O processo de transferência de instalações da Escola Portuguesa de Macau para a ilha da Taipa está parado há cerca de um ano e os responsáveis pelo projecto consideram agora essencial renegociar o acordo com Stanley Ho.
Há cerca de um ano foi anunciado um acordo para a transferência da Escola Portuguesa para a ilha da Taipa, num terreno junto ao complexo Nova Taipa, um lote que o Governo de Macau já informou o Ministério da Educação não poderá ser afecto à construção da escola.
O esclarecimento do Executivo de Macau pôs fim a um conjunto de dúvidas sobre a possibilidade de construir a escola junto ao complexo Nova Taipa, já que não houve desenvolvimentos após a apresentação do projecto e foi-se mantendo o impasse devido à contestação dos moradores do complexo, que exigiam a construção de um jardim no local tal como figurava no projecto.
Em declarações à imprensa de língua portuguesa de Macau, tanto o consul de Portugal, Pedro Moitinho de Almeida, como o representante do Ministério da Educação, Sales Marques, como o presidente da Associação de Pais, Oliveira Paulo, consideram agora essencial avançar para uma revisão do acordo com Stanley Ho.
Stanley Ho pretende a saída da escola do actual local para poder negociar com o Governo a concessão do terreno, situado junto ao sítio onde será construída a segunda fase do Hotel/Casino Lisboa.
Há um ano, Stanley Ho acordou financiar com 10 milhões de euros a construção de uma nova escola, entregar 17 milhões de euros para o Fundo da instituição e pagar 2 milhões de euros à Associação Promotora da Instrução dos Macaenses (APIM) por abandonar os terrenos da escola que lhe estão concessionados.
A APIM teria ainda de entregar um milhão de euros para o fundo da Escola Portuguesa.
O projecto do novo edifício da Escola Portuguesa, desenhado pelo arquitecto Vicente Bravo, poderá - face à opção pela alteração do terreno - ter de ser redefinido embora o processo esteja dependente do tamanho do terreno que seja atribuído para a construção da escola.
Entretanto, o presidente da Fundação Oriente, Carlos Monjardino, referiu em entrevista à agência Lusa que pretende que a nova escola esteja em funcionamento já no ano lectivo 2007/2008
IN Lusa (www.lusa.pt)
Há cerca de um ano foi anunciado um acordo para a transferência da Escola Portuguesa para a ilha da Taipa, num terreno junto ao complexo Nova Taipa, um lote que o Governo de Macau já informou o Ministério da Educação não poderá ser afecto à construção da escola.
O esclarecimento do Executivo de Macau pôs fim a um conjunto de dúvidas sobre a possibilidade de construir a escola junto ao complexo Nova Taipa, já que não houve desenvolvimentos após a apresentação do projecto e foi-se mantendo o impasse devido à contestação dos moradores do complexo, que exigiam a construção de um jardim no local tal como figurava no projecto.
Em declarações à imprensa de língua portuguesa de Macau, tanto o consul de Portugal, Pedro Moitinho de Almeida, como o representante do Ministério da Educação, Sales Marques, como o presidente da Associação de Pais, Oliveira Paulo, consideram agora essencial avançar para uma revisão do acordo com Stanley Ho.
Stanley Ho pretende a saída da escola do actual local para poder negociar com o Governo a concessão do terreno, situado junto ao sítio onde será construída a segunda fase do Hotel/Casino Lisboa.
Há um ano, Stanley Ho acordou financiar com 10 milhões de euros a construção de uma nova escola, entregar 17 milhões de euros para o Fundo da instituição e pagar 2 milhões de euros à Associação Promotora da Instrução dos Macaenses (APIM) por abandonar os terrenos da escola que lhe estão concessionados.
A APIM teria ainda de entregar um milhão de euros para o fundo da Escola Portuguesa.
O projecto do novo edifício da Escola Portuguesa, desenhado pelo arquitecto Vicente Bravo, poderá - face à opção pela alteração do terreno - ter de ser redefinido embora o processo esteja dependente do tamanho do terreno que seja atribuído para a construção da escola.
Entretanto, o presidente da Fundação Oriente, Carlos Monjardino, referiu em entrevista à agência Lusa que pretende que a nova escola esteja em funcionamento já no ano lectivo 2007/2008
IN Lusa (www.lusa.pt)