damiao
March 26th, 2006, 05:56 AM
Prédio giratório é vitrine para empreendedores
Imóvel está muito a frente do mercado curitibano em nível tecnológico e em preço; construtora já aplicou mais de R$ 20 milhões
Mauro Frasson
Prédio tem o giro de 360 graus do piso e de espaços como sala, quartos e escritório
Curitiba O prédio giratório localizado no bairro Ecoville, em Curitiba, e com a patente mundial de Suíte Vollard, está sendo utilizado pela Construtora Moro como uma ''vitrine'' ou show-room para investidores nacionais e internacionais. Em entrevista exclusiva à Folha, o presidente e filho do fundador da empresa, Alcir Moro, afirma que a companhia fez uma análise depois que o prédio estava pronto e concluiu que era impossível vender o empreendimento comercialmente. De acordo com ele, o imóvel está muito a frente do mercado curitibano em nível tecnológico e em preço.
''Não teríamos cliente para comprar os apartamentos no valor que teria que ser vendido'', conta. Até hoje ainda não foi vendida nenhuma das 11 unidades de 270 m2 cada. A Moro já aplicou mais de R$ 20 milhões no empreendimento. A meta, segundo ele, é que o prédio seja constantemente atualizado em tecnologia. Também há um projeto, que ainda não tem data para entrar em vigor, para que o prédio seja utilizado em hospedagens exclusivas. Para isso, a idéia é uma possível parceria com uma rede hoteleira. No entanto, Moro não revelou os custos que a construtora tem com gastos de energia elétrica, água, elevadores e segurança para manter o empreendimento.
Ainda neste ano, deve acontecer o lançamento do projeto da construção de prédios giratórios nas capitais de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia em parceria com investidores brasileiros e internacionais. As obras devem começar no primeiro semestre de 2007. Cada prédio terá 30 andares, com apartamentos de 600 m2. O preço de custo de cada um será de US$ 100 milhões. O preço do metro quadrado dos prédios que serão construídos em São Paulo e Rio de Janeiro é de US$ 5,5 mil. Em Curitiba, o valor do metro quadrado é de cerca de US$ 4 mil, o que daria um valor por apartamento de R$ 2,289 milhões (considerando a cotação de fechamento do dólar do dia 14 de março que foi de R$ 2,12).
Além de todos estes planos para o prédio giratório, Moro conta que há conversações para transferência de tecnologia e construção de empreendimentos semelhantes no mercado americano, em países da América Latina e na Europa.
O início do projeto do prédio giratório de Curitiba começou há dez anos. ''Na época vislumbramos um novo produto, um prédio que girasse'', lembrou. Há obra propriamente dita foi iniciada há sete anos.
De acordo com Moro, o prédio não é uma obra totalmente acabada mas, está em constante evolução. ''Nos últimos dois anos aplicamos a parte de automação'', disse. A idéia é que o Suíte Vollard seja um prédio conceito.
O prédio tem o giro de 360 graus do piso e de espaços como sala, quartos e escritório. Com isso, o ocupante tem acesso a uma visão panorâmica sobre toda a linha do horizonte da cidade de Curitiba. No eixo central, que permanece fixo, estão localizados o banheiro, a lareira e a cozinha. As dependências de seviços como churrasqueira e elevadores estão em uma unidade fixa integradas à torre giratória.
O apartamento gira de forma individual com controle remoto e também através de comando de voz, de palm top e de celular. Também pode ser comandado e visualizado à distância através de celular e internet de qualquer lugar do mundo. O prédio permite o controle da temperatura e das persianas e faz o giro completo em uma hora. A velocidade do giro também pode ser programada e tem um consumo mínimo de energia equivalente ao de uma banheira de hidromassagem.
Imóvel está muito a frente do mercado curitibano em nível tecnológico e em preço; construtora já aplicou mais de R$ 20 milhões
Mauro Frasson
Prédio tem o giro de 360 graus do piso e de espaços como sala, quartos e escritório
Curitiba O prédio giratório localizado no bairro Ecoville, em Curitiba, e com a patente mundial de Suíte Vollard, está sendo utilizado pela Construtora Moro como uma ''vitrine'' ou show-room para investidores nacionais e internacionais. Em entrevista exclusiva à Folha, o presidente e filho do fundador da empresa, Alcir Moro, afirma que a companhia fez uma análise depois que o prédio estava pronto e concluiu que era impossível vender o empreendimento comercialmente. De acordo com ele, o imóvel está muito a frente do mercado curitibano em nível tecnológico e em preço.
''Não teríamos cliente para comprar os apartamentos no valor que teria que ser vendido'', conta. Até hoje ainda não foi vendida nenhuma das 11 unidades de 270 m2 cada. A Moro já aplicou mais de R$ 20 milhões no empreendimento. A meta, segundo ele, é que o prédio seja constantemente atualizado em tecnologia. Também há um projeto, que ainda não tem data para entrar em vigor, para que o prédio seja utilizado em hospedagens exclusivas. Para isso, a idéia é uma possível parceria com uma rede hoteleira. No entanto, Moro não revelou os custos que a construtora tem com gastos de energia elétrica, água, elevadores e segurança para manter o empreendimento.
Ainda neste ano, deve acontecer o lançamento do projeto da construção de prédios giratórios nas capitais de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia em parceria com investidores brasileiros e internacionais. As obras devem começar no primeiro semestre de 2007. Cada prédio terá 30 andares, com apartamentos de 600 m2. O preço de custo de cada um será de US$ 100 milhões. O preço do metro quadrado dos prédios que serão construídos em São Paulo e Rio de Janeiro é de US$ 5,5 mil. Em Curitiba, o valor do metro quadrado é de cerca de US$ 4 mil, o que daria um valor por apartamento de R$ 2,289 milhões (considerando a cotação de fechamento do dólar do dia 14 de março que foi de R$ 2,12).
Além de todos estes planos para o prédio giratório, Moro conta que há conversações para transferência de tecnologia e construção de empreendimentos semelhantes no mercado americano, em países da América Latina e na Europa.
O início do projeto do prédio giratório de Curitiba começou há dez anos. ''Na época vislumbramos um novo produto, um prédio que girasse'', lembrou. Há obra propriamente dita foi iniciada há sete anos.
De acordo com Moro, o prédio não é uma obra totalmente acabada mas, está em constante evolução. ''Nos últimos dois anos aplicamos a parte de automação'', disse. A idéia é que o Suíte Vollard seja um prédio conceito.
O prédio tem o giro de 360 graus do piso e de espaços como sala, quartos e escritório. Com isso, o ocupante tem acesso a uma visão panorâmica sobre toda a linha do horizonte da cidade de Curitiba. No eixo central, que permanece fixo, estão localizados o banheiro, a lareira e a cozinha. As dependências de seviços como churrasqueira e elevadores estão em uma unidade fixa integradas à torre giratória.
O apartamento gira de forma individual com controle remoto e também através de comando de voz, de palm top e de celular. Também pode ser comandado e visualizado à distância através de celular e internet de qualquer lugar do mundo. O prédio permite o controle da temperatura e das persianas e faz o giro completo em uma hora. A velocidade do giro também pode ser programada e tem um consumo mínimo de energia equivalente ao de uma banheira de hidromassagem.