View Full Version : Linha F, a pior linha da CPTM
rkj March 26th, 2006, 04:18 PM http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u119759.shtml
Trens da CPTM têm oração, camelô e samba
RICARDO GALLO
da Folha de S.Paulo
O relógio marca 6h25 na estação Calmon Viana, em Poá (Grande São Paulo). À beira da plataforma, numa manhã de quarta-feira, centenas de pessoas embarcam na linha F e iniciam viagem no trem superlotado, de portas abertas. O vandalismo é constante. Os vagões, quase "temáticos", reúnem usuários de drogas, grupos de evangélicos e até pagodeiros.
Com cerca de 125 mil passageiros diariamente, a linha F é, segundo a própria CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), a pior da Grande São Paulo. Nos trens, o primeiro vagão costuma ser dos "nóias", o quarto é o da "benção" e, em algumas sextas-feiras, o último é o do pagode -o único que a Folha não conseguiu flagrar. Ambulantes são vistos em todos os vagões.
Cenourão
Na linha F, o trem não é chamado de trem -por causa do péssimo estado de conservação, as composições fabricadas no final dos anos 70 ganharam apelidos curiosos dos passageiros, como cenourão, latão ou sucatão.
"É horrível. Esqueceram da gente, por isso deixam esse trem velho aqui", diz, quase sem se mexer, a operadora de cobrança Regina Célia Ezequiel, 25, que, na quarta-feira de sol, tentava ficar em pé num dos vagões lotados. As quebras de trens são constantes, o que a faz contar com o atraso.
Dois vagões adiante está Nei. Olhos fechados, feição compenetrada, o vendedor de 33 anos que não quis revelar o sobrenome repete em voz alta as orações do pastor. "Glória, senhor, glória".
Em pé, mãos para cima, Nei acena com a cabeça quando ouve o pastor dizer que correto não "é aquele que se diz bonzinho, que se faz de bonzinho, mas sim aquele que segue os ensinamentos de Jesus". "Isso aqui faz bem para muita gente", afirma o vendedor, evangélico há dois anos.
"Estação Brás, desembarque pelo lado direito do trem", anuncia a voz eletrônica do alto-falante.
No trem seguinte, está o gerente de condomínio Valdomiro Antunes, 32, pastor há oito anos. Na viagem de cerca de uma hora, ajuda a evangelizar os passageiros. "Já salvei gente que queria se suicidar e, depois de ouvir a palavra, desistiu." Ele aprendeu a celebrar o culto no trem com os colegas que "já se aposentaram". O culto no quarto vagão ocorre normalmente entre 5h30 e 8h30, pela manhã, e entre 16h e 21h. "As pessoas são necessitadas, precisam ouvir a palavra do senhor Jesus."
À tarde, na viagem de volta do Brás a Calmon Viana, no primeiro vagão, um homem se aproxima com um pacote nas mãos, discretamente. Entrega a um colega. É maconha. Os passageiros evitam olhar. Ele desce na estação Aracaré, em Itaquaquecetuba. "O primeiro vagão é da molecada e de nóias, todos sabem, por isso não gosto de andar lá", diz o cortador Josival Felipe, 41.
Segundo a CPTM, a existência de um vagão específico do tráfico é "mito", mas há, sim, uso de drogas dentro dos trens. "Temos ciência do tráfico [na rede], prova disso é que fazemos um número acentuado de operações. Só no final do ano passado prendemos 56 pessoas de uma vez", afirma o coronel da reserva Leopoldo Augusto Corrêa Filho, gerente de segurança da CPTM. Segundo ele, no entanto, barrar um trem e revistar todos os passageiros provoca uma paralisação de duas horas.
Mercado aberto
Mesmo nos vagões com grupos específicos, os hábitos são os mesmos: portas abertas, passageiros pendurados com o corpo para fora e ambulantes circulando vendendo de chocolates a cerveja, de cortadores de unha a pomadas para micose. "Brahma, Coca, Kaiser, "suquiágua'", diz rápido um deles, enquanto oferece, em um isopor, os produtos aos passageiros. Uma mulher vende um produto com uma característica curiosa. "Amendoim, crocrante, delicioso, crocrante", brada ela.
A venda ocorre no trajeto entre uma estação e outra. Assim que o trem pára, os ambulantes guardam tudo em bolsas ou mochilas e descem. No outro trem, embarcam de novo. "É assim. Ninguém quer perder mercadoria", afirma um dos vendedores.
Osasco Station March 26th, 2006, 04:45 PM Solução: 1- policiamento de verdade em cada estação e em cada vagão para conter a evasão de renda, o comércio informal, o vandalismo e a criminalidade (tráfico, violência)
2 - trens novos ou reforma dos existentes
3 - conscientização dos usuários
4 - orientação aos usuários (inclusive quanto ao conforto, evitando grupos que tentam disseminar seus ideais)
5 - construção de mais estações e muros decentes em toda faixa lindeira.
som942 March 26th, 2006, 04:50 PM Minha solução: derruba e faz outra por cima.
rkj March 26th, 2006, 05:05 PM Solução: 1- policiamento de verdade em cada estação e em cada vagão para conter a evasão de renda, o comércio informal, o vandalismo e a criminalidade (tráfico, violência)
2 - trens novos ou reforma dos existentes
Para isso há o modelo de outras linhas como C e E... não sei quanto à linha F, mas um morador do Jaraguá (linha A) disse que tentaram isso por lá e não funcionou.
3 - conscientização dos usuários
Provavelmente por causa deste problema...
4 - orientação aos usuários (inclusive quanto ao conforto, evitando grupos que tentam disseminar seus ideais)
O problema de ideais religiosos é que por definição quem os encampa deixa de chamar de ideais e passa a chamá-los de verdade divina...
5 - construção de mais estações e muros decentes em toda faixa lindeira.
Isso é o que eles já estão fazendo, não ?
Osasco Station March 26th, 2006, 05:26 PM Para isso há o modelo de outras linhas como C e E... não sei quanto à linha F, mas um morador do Jaraguá (linha A) disse que tentaram isso por lá e não funcionou.
Provavelmente por causa deste problema...
O problema de ideais religiosos é que por definição quem os encampa deixa de chamar de ideais e passa a chamá-los de verdade divina...
Isso é o que eles já estão fazendo, não ?
Se colocarem policiamento pesado, sério e motivado, não tem como não funcionar...
Quanto aos trens, se houver fiscalização, não vão destruir... pixou, sujou, causou dano, vai preso, "sem choro nem vela".. além da parcela da população que enxerga o trem novo como um bem para uso da comunidade e sabe preservar..
Quanto aos da "verdade divina", isso está errado, ninguém é obrigado a ouvir um ideal religioso, e é isso que eles fazem, eles berram a viagem inteira, se acham os donos da razão e da verdade absoluta.. deveriam ser presos.
Quanto às novas estações e melhorias, sim, estao fazendo, a passos de formiga mas estão fazendo.. quanto aos muros, eu acho que (ainda) não..
som942 March 26th, 2006, 05:57 PM Eu li na Época uma reportagem sobre crime virtual, e lá eles disseram que teriam que multiplicar não sei por quanto a quantidade de presidios pra prender todo mundo que comete esse tipo de crime. Dada as devidas proporções, acho que também não tem espaço nas penintenciarias pra tanta gente :P
richter30 March 26th, 2006, 06:01 PM Nisso eu tenho duras criticas, mas sugestões simples, que podem resolver mais rapido essas questões, da visão de um usuário da CPTM (não dizem que quem está por fora tem uma visão melhor?)
Cenourão
Na linha F, o trem não é chamado de trem -por causa do péssimo estado de conservação, as composições fabricadas no final dos anos 70 ganharam apelidos curiosos dos passageiros, como cenourão, latão ou sucatão.
Falam isso como uma forma de protesto e conformismo, fruto da ignorância e do "esquecimento"
"É horrível. Esqueceram da gente, por isso deixam esse trem velho aqui", diz, quase sem se mexer, a operadora de cobrança Regina Célia Ezequiel, 25, que, na quarta-feira de sol, tentava ficar em pé num dos vagões lotados. As quebras de trens são constantes, o que a faz contar com o atraso.
Ela não deve se lembrar que o Mario Covas tentou colocar o trem espanhol na linha F, mas 2 semanas depois mandou retirar todos pq já estavam depredando de forma muito agressiva...resultado, foram para a linha D, onde por incrivel que pareça, a população do ABC paulista são mais educados e souberam dar valor ao trem, que mesmo sendo um espanhol mais antigo, é 10 vezes melhor do que os "sucatões" que além de não ter ar condicionado, é barulhento, sem segurança e os bancos não tem conforto algum.
compenetrada, o vendedor de 33 anos que não quis revelar o sobrenome repete em voz alta as orações do pastor. "Glória, senhor, glória".
Em pé, mãos para cima, Nei acena com a cabeça quando ouve o pastor dizer que correto não "é aquele que se diz bonzinho, que se faz de bonzinho, mas sim aquele que segue os ensinamentos de Jesus". "Isso aqui faz bem para muita gente", afirma o vendedor, evangélico há dois anos.
Os passageiros pagam a passagem pelo direito do transporte, não pra serem perturbados por fanáticos sem juízos que acham que sabe tudo sobre Deus.
No trem seguinte, está o gerente de condomínio Valdomiro Antunes, 32, pastor há oito anos. Na viagem de cerca de uma hora, ajuda a evangelizar os passageiros. "Já salvei gente que queria se suicidar e, depois de ouvir a palavra, desistiu." Ele aprendeu a celebrar o culto no trem com os colegas que "já se aposentaram". O culto no quarto vagão ocorre normalmente entre 5h30 e 8h30, pela manhã, e entre 16h e 21h. "As pessoas são necessitadas, precisam ouvir a palavra do senhor Jesus."
todas não, ele tem que respeitar aqueles que estão cansados e querem descançar e esse é tb um dos motivos pela qual não ando de forma alguma na linha F.
À tarde, na viagem de volta do Brás a Calmon Viana, no primeiro vagão, um homem se aproxima com um pacote nas mãos, discretamente. Entrega a um colega. É maconha. Os passageiros evitam olhar. Ele desce na estação Aracaré, em Itaquaquecetuba. "O primeiro vagão é da molecada e de nóias, todos sabem, por isso não gosto de andar lá", diz o cortador Josival Felipe, 41.
Para coibir esse tipo de golpe, deveriam colocar pelo menos de 1 agente a paisana em cada VAGÃO e circulando em todos os trens (não em cada sistema como é feito atualmente), dai fecharia o cerco total contra esses viciados, marginais e bandidos, e ai com o tempo se faria a limpa e a sensação de "impunidade" seria totalmente eliminada.(deveriam seguir o exemplo do metrô)
Mesmo nos vagões com grupos específicos, os hábitos são os mesmos: portas abertas, passageiros pendurados com o corpo para fora e ambulantes circulando vendendo de chocolates a cerveja, de cortadores de unha a pomadas para micose. "Brahma, Coca, Kaiser, "suquiágua'", diz rápido um deles, enquanto oferece, em um isopor, os produtos aos passageiros. Uma mulher vende um produto com uma característica curiosa. "Amendoim, crocrante, delicioso, crocrante", brada ela.
Os mesmos policiais a paisana iriam inibir totalmente o comercio ambulante nos trens (pq no expresso leste conseguiram? pq colocaram agentes vigiando, mas a paisana é melhor ainda pq se pega ai inibi e dificilmente o mesmo volta....)
A venda ocorre no trajeto entre uma estação e outra. Assim que o trem pára, os ambulantes guardam tudo em bolsas ou mochilas e descem. No outro trem, embarcam de novo. "É assim. Ninguém quer perder mercadoria", afirma um dos vendedores.
É o que falei...se tiver uma politica de tolerância zero ai acaba-se com essa palhaçada em pouco tempo. tem que prender e indiciar, fazendo uma ficha e se caso o mesmo for pego de novo era preso e respondesse processo por venda ilegal de mercadoria.
Por outro lado deve-se educar o povo pra não comprar nunca esses produtos, nisso pode-se dizer que é dificil, pois se a maioria são ignorantes....Vcs não acham?
se os mesmos usuários vão pro metrô e lá se comportam, pq no trem tem que ser diferentes?
tudo é uma questão de educação e bom senso!
Heilig March 26th, 2006, 06:27 PM Acho que nela vale terapia de choque. Deixem a populaçao sem o trem por um mes sem alternativas.
Vai ser uma xiadeira mas a populaçao vai perceber que sem a linha que eles depredam eles estao numa pior ainda maior.
som942 March 26th, 2006, 07:45 PM Fecha a linha F e põe Ponte Orca no lugar
Osasco Station March 27th, 2006, 12:58 AM ^^ hehe, pior q eu não duvido viu..
rkj March 27th, 2006, 03:10 AM Fecha a linha F e põe Ponte Orca no lugar
Mas como a Orca tem um só carro a cada vez, teriam que fazer separação por horários:
minutos 2, 12, 22, 32, 42, 52: evangélicos
minutos 5, 15, 25, 35, 45, 55: drogados
minutos 7, 27, 47: pagodeiros
minutos 17, 37, 57: demais
TEBC March 27th, 2006, 04:02 AM :eek2: :eek2:
som942 March 27th, 2006, 09:18 AM Tem que fazer um horário pro pessoal do pancadão também :P
Smartboy March 29th, 2006, 12:18 AM Fazia muito tempo que eu não utilizava essa linha. Mas hoje eu resolvi pegá-la. Pra ir pro Centro. O linha é podre mesmo.
No vagão (ou carro) que fiquei um rapaz estava fumando normalmente, depois que percebi que não era cigarro e sim outra coisa. Daí chega um rapaz muito bem vestido socialmente e compra do drogadinho umas drogas tb. O "vendedor" abre um saco cheio de droga e vende, e os dois fumam juntos numa boa. Isso era hoje hora do almoço, em plena luz do sol. E tudo na cara-de-pau sem se esconderem ou olharem para os lados.
Depois começam a circular gente fumando pelo trem. Fora o pessoal que senta no encosto e põe os sapatos sujos sei lá do que em cima do banco. Sobre a gentileza do povo eu nem preciso falar, né?
O assoalho do trem está todo arremendado com madeiras uma em cima da outra. O trem se locomove muuuuuuuuuuuuuuuuuito de vagar. A paisagem é não é das mais bonitas, pois o trem passa por muitas àreas invadidas.
Pra recuperar essa linha vai precisar de um "milagre".
Heilig March 29th, 2006, 05:44 AM dinamite na linha F!
richter30 March 29th, 2006, 12:29 PM Não! dinamite é nos trash human (lixo humano), cujo tipos já foram citados nesse tópico.
André March 30th, 2006, 05:59 PM "Os vagões, quase "temáticos", reúnem usuários de drogas, grupos de evangélicos e até pagodeiros."
Nossa.... Realmente deve ser o inferno esse lugar..
Smartboy April 20th, 2006, 01:27 AM Hoje peguei essa linha na Estação de Ermelino sentido Brás. Esperei uns 15 min e ele passou, cheguei no Brás depois de uns 32 min com a velocidade baixinha e as paradas que são peculiares a esse trem. Já era quase inicio de horário do rush (da volta pro suburbio). Quando fui descer no Brás reparei que só eu estava em frente a porta de saída e o resto dos passageiros que iam descer no Brás estavam longe das portas, achei isso estranho até que...lá fora estava cheio de gente pra entrar no trem. Daí eu resolvi também fazer comos os outros passageiros e saí da frente da porta de saída. Olha, foi a minha sobrevivência ter feito isso. Quando abriram as portas do trem o pessoal do Brás entrou numa violência que eu nunca tinha visto antes. Meus deus!!! Não dava para considerá-los como humanos. Nem na Sé no horário do rush é assim (comparando a Sé com o da linha F parecem até anjos entrando).
Se eu pudesse tinha feito um video pra vocês verem a calamidade. Se a gente depender desse povo pra construir um país decente estamos perdidos. Fora que eu vi uns crentes jogando lixo no chão, isso com um livro sagrado na mão. Até que o trem que peguei hoje não estava tão podre, mas os vidros (acho que é acrílico) estavam 100% riscados.
RRC April 20th, 2006, 01:40 AM ^^ Usei a Linha C esse semana para conhece-la (depois faço um thread), pois nunca antes tinha andado de trem, e fiquei triste com os vidros tb, todos riscados... pelo menos o resto estava em ordem.
Smartboy April 21st, 2006, 08:10 PM Ontem eu vi o Expresso Leste que por sinal é um trem muito bom (tem até ar condicionado) com vários vidros riscados, relamente é muito triste ver coisas assim.
Emmjay April 24th, 2006, 01:04 PM "Os vagões, quase "temáticos", reúnem usuários de drogas, grupos de evangélicos e até pagodeiros."
Nossa.... Realmente deve ser o inferno esse lugar..
huahuahau Concordo plenamente!
Emmjay April 24th, 2006, 01:07 PM Hoje peguei essa linha na Estação de Ermelino sentido Brás. Esperei uns 15 min e ele passou, cheguei no Brás depois de uns 32 min com a velocidade baixinha e as paradas que são peculiares a esse trem. Já era quase inicio de horário do rush (da volta pro suburbio). Quando fui descer no Brás reparei que só eu estava em frente a porta de saída e o resto dos passageiros que iam descer no Brás estavam longe das portas, achei isso estranho até que...lá fora estava cheio de gente pra entrar no trem. Daí eu resolvi também fazer comos os outros passageiros e saí da frente da porta de saída. Olha, foi a minha sobrevivência ter feito isso. Quando abriram as portas do trem o pessoal do Brás entrou numa violência que eu nunca tinha visto antes. Meus deus!!! Não dava para considerá-los como humanos. Nem na Sé no horário do rush é assim (comparando a Sé com o da linha F parecem até anjos entrando).
Se eu pudesse tinha feito um video pra vocês verem a calamidade. Se a gente depender desse povo pra construir um país decente estamos perdidos. Fora que eu vi uns crentes jogando lixo no chão, isso com um livro sagrado na mão. Até que o trem que peguei hoje não estava tão podre, mas os vidros (acho que é acrílico) estavam 100% riscados.
Qual será a graça de se riscar todos os vidros de um trem ???
Vandalismo é o fim da picada mesmo!!!
Osasco Station April 24th, 2006, 04:54 PM ^^ talvez uma das causas que levam as pessoas a usarem drogas, a ociosidade.
Dott April 25th, 2006, 07:46 PM Quando fui descer no Brás reparei que só eu estava em frente a porta de saída e o resto dos passageiros que iam descer no Brás estavam longe das portas, achei isso estranho até que...lá fora estava cheio de gente pra entrar no trem. Daí eu resolvi também fazer comos os outros passageiros e saí da frente da porta de saída. Olha, foi a minha sobrevivência ter feito isso. Quando abriram as portas do trem o pessoal do Brás entrou numa violência que eu nunca tinha visto antes. Meus deus!!! Não dava para considerá-los como humanos. Nem na Sé no horário do rush é assim (comparando a Sé com o da linha F parecem até anjos entrando).
Se eu pudesse tinha feito um video pra vocês verem a calamidade. Se a gente depender desse povo pra construir um país decente estamos perdidos. Fora que eu vi uns crentes jogando lixo no chão, isso com um livro sagrado na mão. Até que o trem que peguei hoje não estava tão podre, mas os vidros (acho que é acrílico) estavam 100% riscados.
é uma pena essa falta de civilidade ! parece que estamos na idade da pedra, infelizmente ! já ouvi relatos de gente que apanhou por ficar na porta para descer e o pessoal entrando como cavalos no vagão
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