Reflex
April 24th, 2006, 11:59 PM
ECONOMIA PORTUGUESA. (http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=276739&page=1&pp=20)
Continuemos então aqui...:cheers:
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View Full Version : ECONOMIA PORTUGUESA (II) Reflex April 24th, 2006, 11:59 PM ECONOMIA PORTUGUESA. (http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=276739&page=1&pp=20) Continuemos então aqui...:cheers: Arpels April 25th, 2006, 12:00 AM prosiguemos :cheers: traveler April 25th, 2006, 12:14 AM Fisipe MBO will move it up value chain João Dotti, João Castro Pereira and José Miguel Contreiras have finalised an MBO (management buyout) of Fisipe (listed, synthetic fibres), part of José de Mello Group industrial holding– CUF. The deal involves a €10 million capital injection by the parent company to help reduce its €26 million liabilities. CUF sold Fisipe because it says the company is no longer a “strategic aspect of its business operations”. Other shareholders include Celestino Vieira de Freitas (10%) Mitsubishi of Japan and free float shares. João Dotti said Fisipe was viable if it moved away from producing standard fibres “where there is huge worldwide competition particularly from China. Fisipe must become a speciality and technical fibre manufacturer.” He said special fibres which today comprise some 20% of company production, will be boosted to 50% of turnover. traveler April 25th, 2006, 11:54 AM Monday, 24th: EU: Portugal, Greece, Italy most in debt Portugal, Greece and Italy had the biggest budget deficits of the euro-zone last year, the European Union statistical agency announced today. Portugals deficit ballooned to 6 percent of gross domestic product in 2005 from 2.9 percent in 2002. Italys deficit rose to 4.1 percent from 3.4 percent. On average, the deficit in the euro-zone declined to 2.4 percent in 2005, down from 2.8 percent the previous year. Portugues April 25th, 2006, 01:10 PM Portugal lidera o défice da EU. Primeiro posto destacado. :onno: Barragon April 25th, 2006, 08:28 PM onno...... :D Arpels April 25th, 2006, 08:46 PM Portugal é assim, é munto mauuuuuuuuuuuuuuuuuuu, so é bom pa pagar as reformas!! fred_mendonca April 25th, 2006, 09:53 PM e para sustentar muita gente que tá na mama. Arpels April 25th, 2006, 10:59 PM normalmente são esses os k falam pior e menos fazem pelo pais!! Portugues April 26th, 2006, 01:05 AM PORTUGAL ENFERMO / PELOS VICIOS, E ABUSOS DE AMBOS OS SEXOS Portugal, Portugal ! Eu te lastimo ! E bem que velho sou ainda me animo A mostrar-te os defeitos, e os excessos Dos costumes, que tens já tão avessos Dos costumes, que tinhas algum dia, Quando mais reflexão na gente havia. Tu de estranhas Nações foste envejado; Hoje faz compaixão teu pobre estado: Cada vez te vão mais enfraquecendo, Todo o brilho, que tinhas, vas perdendo: Paraiso do mundo te chamavão; As mais Nações com tigo se animavão; Ellas porém ficarão sãs, e fortes; E tu todo o instante exposto aos córtes Da usura, da ambição, da falcidade, Do egoismo, da fuga, da impiedade: Males, que aos que bem pensão cauzão tédio, A que apenas descubro hum só remedio, Que outro melhor não ha, a que se apelle, E muita gente chora a falta d’Elle*… …………………………………………… ............................ Ao "analisar" o discurso abrilesco do Presidente da República repetem "n" vezes a muleta da "esquerda" e da "direita" e nem sequer se apercebem de que o fazem para enunciar uma perplexidade, - o Presidente da "direita" fez um discurso de "esquerda" -, que talvez justificasse outro tipo de análise. Só que esta é simples e permite simplificar. O problema é que os factos são mais teimosos do que as palavras. Assim vai a nossa economia, gerida por quem se diz que sabe! Portugues April 26th, 2006, 01:28 AM O secretário de Estado que esteve na semana passada na China disse que há cerca de seis empresas chinesas em Portugal. A Embaixada diz que são duas. E que serão 24 as portuguesas na China. O ICEP, em Lisboa, só conhece 15. Mas há mais. Veja quais são Fernando Serrasqueiro, secretário de Estado do Comércio, revelou esta semana que existem 24 empresas portuguesas a investirem na China e que, chinesas, são «cerca de seis» as que estão em Portugal. Os números, contudo, não são confirmados pelas duas entidades que, relativamente a cada país, podem divulgar a informação. Assim, contactada pelo PONTO FINAL, a Embaixada chinesa, através da assessoria comercial, disse que são duas as empresas chinesas com investimento em Portugal. Se as «cerca de seis» seriam uma surpresa, por contrariarem tudo o que se sabe sobre o movimento empresarial chinês em Portugal, as duas citadas pela Embaixada confirmam o que sabia até então: uma é a Huawei e outra a ZTE. De comum, o facto de serem empresas de tecnologia e, mais especificamente, de telecomunicações. A Huawei, líder chinesa da área das telecomunicações, está a trabalhar com a Optimus (terceira rede de telemóveis) na criação de uma nova rede de alta velocidade (a que chamam geração 3,5) e também com a Novis, do mesmo grupo empresarial, a Sonae. Ainda muito recentemente a Huawei anunciou, através de um vice-presidente que se deslocou a Lisboa, um reforço da presença em Portugal, através da contratação de mais quadros. A Huawei tem escritórios em Lisboa. Já a ZTE, segundo maior fabricante de equipamentos de telecomunicações, assinou no início do ano passado um acordo com a Portugal Telecom (ambas a colaborar em Timor-Leste). A ZTE obriga-se, com este acordo, a colaborar com a PT Inovação na exportação de equipamento português para a China e a PT irá abrir as portas dos países africanos onde tem mercado à empresa chinesa. E, confirmado pela Embaixada em Lisboa, não há mais empresas chinesas em Portugal (mesmo a ZTE não se poderá considerar um caso puro de investimento…). 24 ou 15? Depois de ter lido as declarações de Fernando Serrasqueiro, o PONTO FINAL contactou o ICEP, a entidade que em Portugal superintende o investimento externo nacional. A lista fornecida, quase de imediato, mostra 15 empresas. Mas também diz que foi realizada em Novembro do ano passado. Das duas uma, portanto: ou nos últimos cinco meses mais nove empresas portuguesas avançaram para a China, tendo o secretário de Estado recebido essa informação da estrutura portuguesa na China (que, dessa forma, não actualizou a lista que existe em Portugal) ou serão «cerca de 15» as empresas portuguesas com investimento na China. Num segundo contacto junto do ICEP foi pedida uma clarificação, mas a informação que veio confirma que a lista divulgada é a que existe, se houver outra ainda não chegou. De acordo com informações do PONTO FINAL, o mais certo é a lista divulgada estar incompleta, podendo a indicação dada pelo secretário de Estado ser mais correcta. Fernando Serrasqueiro terminou no sábado a sua segunda deslocação à China em poucos meses – em Setembro do ano passado tinha estado neste país, com uma comitiva de empresários portugueses, tendo participado num encontro do Fórum para a Cooperação Económica e Comercial. Sete meses depois voltou, mais uma vez – segundo se pode ler na Lusa – acompanhado de empresários, mas com um objectivo bem mais definido: o secretário de Estado esteve em duas cidades da província de Shandong, nomeadamente em Weifang, onde a empresa portuguesa Edeluc tem um espaço que pretende alojar empresários portugueses (a High Tech Development Zone), que Fernando Serrasqueiro visitou. Em Lijin, a outra cidade de Shandong que recebeu a visita do governante português, visitou a empresa criada na China pelas Caves Arcos do Rei, para comercialização do vinho português exportado. As 15 empresas portuguesas na China Eis a lista das 15 empresas portuguesas, de acordo com a informação do ICEP (a Novembro do ano passado): Banco Espírito Santo (escritório em Xangai) Banco Comercial Português (escritório em Cantão) Banco Nacional Ultramarino (balcão de Zhuhai) SPI (consultora de negócios; escritório em Pequim) EDP (joint venture em Zhuhai, designada SHIPEC; consultoria) Luso China SA (joint venture em Pudong, Xangai, para comercialização de produtos de cortiça; a empresa chama-se Shanghai Pujiede Co) AM&M (sociedade de capital português para fabricar tapetes «de Arraiolos», em Wei Hai, Shandong) Rede DS Distribuição e Serviços (sociedade de capital português para fabricar vestuário em Tongling, na província de Anhui) EFACEC (a joint venture em LiaoYang, Liaoning, para produção de equipamento eléctrico) ISQ (Joint venture para prestação de serviços na área da investigação e tecnologia, na cidade de Cantão; a empresa chama-se Innovation Engineering Centre) Vinocor (joint venture para fabricar derivados de cortiça em Shandong) Altitude (escritório em Pequim para venda de software) Amorim (escritório em Pequim para comercialização de produtos de cortiça) Modelo Continente (escritório de representação em Guangzhou para compras) Caves Arcos do Rei (joint venture em Shandong para comercialização de vinhos) Os leitores mais atentos do PONTO FINAL, ou com paciência para uma busca na página on line, perceberão que esta lista está incompleta: só neste jornal foram anunciados investimentos de empresas como a Market Acess (consultoria), a própria EDELUC (que promoveu a deslocação do secretário de Estado, também na área da consultoria de negócios), ou empresas de software como a Tekever anunciaram ter invstimentos na China. Uma nota apenas: os casos da Luso China Sa, AM&M, Rede DS e Modelo Continente são uma novidade em termos de comunicação social. IN PONTO FINAL MACAU Arpels April 26th, 2006, 04:29 PM nimguem se entendo em numeros :bash: Portugues April 26th, 2006, 04:32 PM Em casa aonde não há pão, todos mandam e ninguem tem razão... Arpels April 26th, 2006, 04:39 PM resta saber quem esta a dizer os numeros errado :rofl: Portugues April 27th, 2006, 12:34 AM O ICEP dá mostras do seu real valor! TeKnO_Lx April 27th, 2006, 04:39 PM Psicóticos barricados Sérgio Figueiredo The Economist chamou-lhe o último reduto dos corruptos. Por cá, os brandos costumes obrigam a maior ponderação. Mas o facto é que o nacionalismo económico acabou por se transformar numa coutada mal frequentada de cínicos e insolentes. Ou, simplesmente, de incompetentes. Vejamos esta impressiva prosa sobre a fusão mais mediática em curso no sector das auto-estradas: «É óbvio que a operação tem a virtude de responder a uma decisão puramente empresarial, com critérios de mercado lógicos, conduzida para obter sinergias e fortalecer o negócio da nova companhia». A nova companhia é a que resultar da fusão entre a espanhola Abertis e a italiana Autostrade, um gigante presente em 16 países e uma capitalização bolsista de 25 mil milhões. Enfim, um novo líder mundial, controlado por espanhóis, o que leva naturalmente o seu maior jornal económico a entusiasmar-se. «É também impecável, na óptica da necessária consolidação sectorial transfronteiriça na Europa, para ganhar capacidade competitiva numa economia cada vez mais exigente e globalizada», escrevia ontem em editorial o diário «Expansion». E está coberto de razão, ao denunciar a «ingerência política» do Governo de Prodi, que quer impedir a fusão com «o pretexto absurdo» do nacionalismo económico que «está corroendo as estruturas competitivas da União Europeia». Têm razão os espanhóis. Como tiveram razão os italianos, por Chirac bloquear a entrada da Enel no sector eléctrico francês. Como razão têm os alemães, que pretendem fazer o mesmo em Espanha, com a OPA lançada sobre a Endesa. Ou seja, têm todos razão, porque a todos falta vergonha na cara. A começar pelos nossos colegas da imprensa económica do país vizinho, que têm sido cúmplices activos de uma das mais exarcebadas e planeadas práticas de nacionalismo económico em toda a Europa. Já estávamos habituados ao cinismo: todos são europeístas na hora de comprar. E, tão flagrantes e frequentes passaram a ser as contradições, que até passou a ser tolerada esta prática de hipocrisia institucionalizada. Os nacionalistas abusaram dessa tolerância e passaram a dar lições de patriotismo àqueles que recusavam qualquer forma de proteccionismo. Mas agora ultrapassaram todos os limites, com esta revolta pífia contra quem não deixa o mercado de funcionar. Interesse nacional à segunda, espírito europeu à terça? É demasiado grosseiro para ser rebatido. A Espanha quer a empresa que controla a rede de auto-estradas de Mussolini. A mesma Espanha que se sente violentada pelo facto de alemães estarem a tomar a empresa criada por Franco para o sistema eléctrico nacional. Que dizer se um ex-presidente da Comissão Europeia evoca os centros de decisão nacionais? Se Romano Prodi não é europeísta, quem é europeísta na União? Os italianos reagem com paixão e, diante do bloqueio francês nas eléctricas, um dos seus ministros declarou «a Europa está morta». Não está, só por uma razão: em matéria de mercado único nunca chegou a nascer. Mas que está esquizofrénica, disso ninguém tem dúvidas. fonte (http://www.negocios.pt/default.asp?CpContentId=275094) Arpels April 27th, 2006, 04:41 PM vai la vai :lol: eu sou bue de nacionalista amanhã (dia de pagamento). traveler April 27th, 2006, 07:35 PM Hour(s) ago: European Union finances new dam in southern Portugal The European Union (EU) is set to finance the conclusion of construction of the Odelouca dam in the Algarve region, estimated to cost around 40 million euros, Portuguese financial daily Jornal de Negocios reported. Financing had been blocked since 2003 due to a complaint made by an environmental organization, but the European Commission is expected to accept the compensation measures put forward by the Portuguese government, according to the paper. Arpels April 27th, 2006, 08:07 PM ainda ha uns dias vi essa noticia, esperemos k seja desta k a barragem sai do papel!! Reflex April 27th, 2006, 08:16 PM Também li isso hoje!:okay: Portugues April 28th, 2006, 01:32 AM Esse Sérgio Figueiredo é daqueles Super-Economistas à Super-Tuga que diz que diz, julga que sabe, escreve uns pesamentos bacocos e vazios e sente-se o maior? ENfim. Aposto que tem um taxo numa faculdade qualquer. TeKnO_Lx April 30th, 2006, 02:27 PM A Câmara de Paços de Ferreira patrocinou, na Feira Internacional do Móvel de Madrid, Espanha, a atribuição do prémio Designer, durante a Gala Mobis, que reuniu cerca de 400 empresários portugueses e espanhóis. Entre 57 distinções foram galardoadas várias empresas nacionais, sinal do prestígio conquistado pela nossa indústria de mobiliário no país vizinho, o segundo maior importador de móveis portugueses. A feira, que ontem terminou na capital espanhola, contou com 62 empresas lusas, a maior afluência de sempre naquele certame. O presidente da Associação Portuguesa da Indústria de Mobiliário e Afins (APIMA), Jorge Brito, considera que, "há uns anos, os clientes vinham a Portugal comprar móveis, agora somos nós que temos de estar aqui a vendê-los", razões que parece explicarem a forte presença dos empresários lusos na exposição. Em Portugal, existem cerca de quatro mil empresas de mobiliário, 2500 das quais empregam mais de dez trabalhadores. Espanha e França absorvem, segundo a APIMA, mais de 70% das exportações. Um estudo recente mostra que Portugal consumiu, em 2005, menos 146 milhões de euros de mobiliário, uma quebra de cerca de 13,2%. A Gala Mobis, organizada pelo jornal da especialidade "O Mobiliário em Notícia", realiza-se, anualmente, desde há cinco anos, em Portugal, sendo esta a primeira vez que foi apresentada fora do país. "Contamos criar a marca Portugal e torná-la conhecida e procurada internacionalmente. Ao saber acumulado de muitos anos e ao design que mais recentemente se incorporou é necessário acrescentar uma estratégia de marketing que dê notoriedade mundial ao móvel português", frisou o director-geral da publicação, Emídio Carmo Brandão. Para Pedro Pinto, autarca de Paços de Ferreira, "há 20 anos que a Capital do Móvel tem um estatuto de cidadania económica que projecta o concelho além-fronteiras", considerando que os prémios atribuídos reflectem a capacidade empreendedora dos empresários portugueses. Designer premiado O vencedor do Galardão Designer foi um jovem empresário e designer de Paços de Ferreira, João Coelho. Além de sócio-gerente, o premiado é responsável pelo gabinete de design ATC Mobiliário desde 1998. "Este prémio é o reconhecimento do trabalho feito pelos criadores portugueses e um incentivo para trabalhar mais", disse o galardoado. As empresas de Paços de Ferreira "Opostos" (na categoria de mobiliário contemporâneo) e "Ambitat" (mobiliário clássico) foram duas das mais de 50 galardoadas na Gala Mobis Portugues April 30th, 2006, 02:28 PM Esse prémio vai valer de muito pouco quando a IKEA entrar em força. Associação Portuguesa da Indústria de Mobiliário e Afins (APIMA) tem os dias contados! Portugues April 30th, 2006, 02:30 PM Esse prémio vai valer de muito pouco quando a IKEA entrar em força. Associação Portuguesa da Indústria de Mobiliário e Afins (APIMA) tem os dias contados! Barragon April 30th, 2006, 02:55 PM Ou então não... Portugues April 30th, 2006, 11:57 PM Brinque, brinque, esses nórdicos vão arrasar Paços de Ferreira se o Governo Português pactuar com a sua entrada massiva e sem restrições, é uma questão de tempo. fred_mendonca May 1st, 2006, 12:22 AM discursos como esse tou eu farto de ouvir. Se os nossos produtos tiverem qualidade e um bom preço n vejo pk é k n possam vingar. Portugues May 1st, 2006, 12:35 AM discursos como esse tou eu farto de ouvir. Se os nossos produtos tiverem qualidade e um bom preço n vejo pk é k n possam vingar. Porque a Madeira é mais cara que o Plástico ;) Barragon May 1st, 2006, 12:58 AM Portugues... és um pessimista.... é por isso que a tua vida ficou fria... Portugues May 1st, 2006, 12:58 AM Portugues... és um pessimista.... é por isso que a tua vida ficou fria... Fria? Bem quente aliás, ora estou em Macau, ora em Pukhet... Filipe_Golias May 1st, 2006, 05:18 AM Porque a Madeira é mais cara que o Plástico ;) Se é cara é porque é de qualidade... e a qualidade tem sempre mercado ;) Barragon May 1st, 2006, 01:41 PM Fria? Bem quente aliás, ora estou em Macau, ora em Pukhet... Por fora é quente .... por dentro é fria :D Portugues May 2nd, 2006, 12:51 AM Sines: nova refinaria emitirá 6 milhões de toneladas de CO2 A refinaria que o empresário Patrick Monteiro de Barros e outros investidores pretendem construir em Sines vai emitir seis milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2)por ano, constituindo uma das instalações industriais do país com maior contribuição unitária para o aquecimento global, avança o jornal Público na edição de domingo. traveler May 2nd, 2006, 11:53 PM Revela Barómetro de Emprego RAY Mais de 60% das empresas portuguesas quer contratar pessoal [ 2006/05/02 | 18:05 ] EditorialSAS Artigos relacionados Gastos com segurança no trabalho são investimento para Governo Reforma tardia sem impacto na qualificação dos trabalhadores Mais de 3600 trabalhadores considerados doentes profissionais Portugueses são quem mais sofre com desemprego Portugal contra proposta europeia para aumentar horas de trabalho semanais Redução e suspensão de contratos aumentou em 2005 Empresas continuam a reduzir pessoal OCDE recomenda contenção salarial e rigor no aperto do cinto Governo apela a contenção salarial apesar de subida dos preços Um em dez desempregados acordou rescisão do contrato Consumidores sobre endividados pedem apoio da DECO Formação reduz tempo de permanência no desemprego Subsídio limitado a 3 trabalhadores nas empresas com 250 indivíduos Três em cada 4 não conseguem emprego Links relacionados Carros: Lista dos modelos mais económicos e que mais consomem Cerca de 62% das empresas portuguesas pretendem contratar pessoal, no decorrer dos próximos seis meses, contra 6% que pretendem diminuir a actual equipa. As conclusões são de um Barómetro de Emprego da RAY Human Capital, que avança ainda que as áreas em que as empresas contrataram mais foram a Comercial, Recursos Humanos e Marketing. Em termos de fontes de recrutamento o barómetro confirma que o recurso a entidades especializadas externas à empresa restringiu-se a 24% dos casos, optando 76% das empresas por responder às necessidades de aumento da equipa com base nos seus recursos internos. Comercial, Recursos Humanos e Marketing são áreas mais procuradas Já no que se refere aos resultados do barómetro de emprego referente ao 2º Semestre de 2005, que foi conduzido junto de 50 empresas portuguesas, a RAY Human Capital refere que os principais sectores representados na amostra são a Distribuição e Retalho Especializado com 24%, o Grande Consumo e as Telecomunicações Multimédia e Tecnologia, assim como os Serviços não financeiros, todas com 19%. Não foram obtidas respostas do sector das Utilities. Relativamente à dimensão da empresa as respostas obtidas apontam para uma maior participação das médias empresas, logo seguida por Organizações de maior dimensão. Da análise efectuada, os dados preliminares recolhidos relativamente ao 2º semestre de 2005 apontam para uma tendência positiva no que diz respeito aos níveis de emprego, uma vez que 61% das empresas inquiridas relataram um aumento da equipa no decorrer do período analisado. Estes dados vão ao encontro dos recolhidos pelo Instituto Nacional de Estatística que dão conta de uma quebra do crescimento do desemprego a nível nacional. Ao invés, apenas 21% das empresas referiram ter diminuído seus quadros de pessoal. Enquanto 18% mantiveram quadros de pessoal estáveis. «Este dado é por si só muito relevante, na medida em que é indiciador de forte dinamismo ao nível do mercado de emprego uma vez que 79% das empresas que responderam se encontram em processos de mudança na estrutura das suas equipas». Para recrutarem trabalhadores, em 24% dos casos recorreram a entidades especializadas externas à empresa, enquanto 76% das empresas preferiu por responder às necessidades de aumento da equipa com base nos seus recursos internos. Sites são responsáveis por 10% dos recrutamentos efectuados nas empresas Um dado que a Ray considera «interessante» nas suas conclusões prende-se com a importância atribuída aos sites da própria empresa como fonte de recolha de candidaturas para os recrutamentos efectuados (10%), o que sugere abertura à utilização das novas tecnologias da informação quer pelas empresas quer pelos candidatos. Pelo contrário, como «factor indicador de uma menor maturidade do nosso mercado de emprego surge o recurso ao contacto pessoal», como estratégia de identificação de futuros colaboradores (20%), situação que, quando não complementada com uma avaliação posterior da adequabilidade ao posto, pode apontar para uma abordagem menos objectiva e portanto mais falível no que diz respeito à selecção de novos elementos para a Organização. As variáveis relacionadas com os perfis de profissionais procurados, apontam para uma distribuição equilibrada entre os dois sexos, registando-se 52% de homens versus 48% de mulheres. Experiência é requisito obrigatório em 85% das ofertas A variável experiência continua a ser privilegiada no acesso ao mercado de trabalho destinando-se 85% das ofertas a candidatos com um percurso profissional prévio. Os dados relativos às funções mais pretendidas pelas entidades empregadoras, revelam uma forte procura de profissionais com experiência na área Comercial, que assume, por si só, 20% dos postos preenchidos. Em retracção, observam-se as funções ligadas às áreas Administrativo/Financeira, Informática e Comunicações, Qualidade e I&D e Logística que, no seu conjunto, absorvem 24,5% das necessidades de de emprego. Em suma, a Ray considera que começa a expressar-se uma tendência positiva no que diz respeito ao mercado de emprego. Arpels May 3rd, 2006, 12:02 PM pode ser k se note uma tendencia positiva mas os salarios andam pela rua da amargura, contudo, o numero de reformas de valor igual ou superior a 4.000 euros aumentou em relação ao ano passado :bash: Pensões acima dos 4 mil euros duplicaram em 2006 Entre Janeiro e Maio de 2006 o número de beneficiários da Caixa Geral de Aposentações (CGA) com uma pensão acima dos quatro mil euros mais do que duplicou. Em igual período de 2005 eram 68 reformados, tendo passado este ano para 151. A notícia faz manchete na edição de hoje do jornal Correio da Manhã, que refere ainda que, durante o período em questão, a corrida às reformas mais elevadas cresceu 132%. Como consequência deste facto, a despesa pública subiu também ela 122%, passando dos 316 mil euros, nos primeiros cinco meses do ano passado, para 735 mil euros gastos já este ano. Ainda de acordo com o mesmo jornal, perante esta despesa total, verifica-se uma reforma mensal média de 4.865 euros por cada um dos 151 beneficiários. Citando como fonte a lista da CGA publicada no final de Abril, o CM refere que, só em Maio, reformaram-se mais 31 pessoas com pensões de valor acima dos quatro mil euros, as quais representam 130 mil euros de despesa pública. A grande maioria destes reformados são oriundos das Forças Armadas, da Justiça e da saúde. noticias Expresso Portugues May 3rd, 2006, 12:13 PM A moeda europeia está a subir frente ao dólar, num dia em que são esperados vários dados importantes para ambas as economias. Os operadores consideram que a moeda única se vai manter nos 1,26 dólares e os 1,2650 dólares até ao fim da manha, momento em que se vão conhecer alguns indicadores económicos norte-americanos. No entanto, não se esperam, para hoje, grandes mudanças na cotação do par euro-dólar, já que os mercados aguardam a reunião do conselho do Governo do Banco Central Europeu (BCE) amanhã, e a publicação dos dados do emprego nos EUA, na sexta-feira. O euro está, assim, a valer 1,2663 dólares, contra os 1,2644 dólares de ontem. Arpels May 3rd, 2006, 12:20 PM pois antigamente ainda se podia desvalorizar o escudo para fazer façe ao Dollar agora já não se pode :( Portugues May 3rd, 2006, 12:22 PM pois antigamente ainda se podia desvalorizar o escudo para fazer façe ao Dollar agora já não se pode :( A "sagrada" UE está a "sofocar" Portugal e ninguém tem coragem de dar um murro na mesa! Arpels May 3rd, 2006, 12:24 PM não pode dar murro pode sim é gerir os fundos como deve ser e ai todos os governos tem sido um fracasso!! Portugues May 3rd, 2006, 12:25 PM Ai sim? E como é que você exporta se tem uma moeda tão alta? Arpels May 3rd, 2006, 12:31 PM exporta na mesma ou não exporta, talvez uma melhor aplicação dos fundos comunitarios em tecnologia de forma a poder baixar os productos fabricados solucione o problema ate porque como sabe Portugal como qualquer pais da EU quando assinam acordos de adesão a organizações tipo EU não podem voltar atraz, a Europa tem regras não é propriamente um paraiso do capitalismo selvagem ou do Comunismo capitalista selvagem. traveler May 3rd, 2006, 02:06 PM Dados do Eurostat Taxa de desemprego em Portugal caiu para 7,6 por cento em Março 03.05.2006 - 11h20 PUBLICO.PT A taxa de desemprego em Portugal, ajustada à sazonalidade, caiu para 7,6 por cento em Março, uma décima a menos do que o valor registado no mês anterior, indicou hoje o departamento de estatística da Comissão Europeia, o Eurostat. Após dois meses, Janeiro e Fevereiro, com o mesmo valor de 7,7 por cento, a taxa de desemprego baixou uma décima em Março e seguiu a tendência verificada na Zona Euro, cuja taxa diminuiu de 8,2 por cento em Fevereiro para 8,1 por cento no mês seguinte. Em Portugal, a taxa de desemprego ajustada à sazonalidade atingiu o valor mais elevado nos meses de Outubro e Novembro, nos 7,9 por cento, tendo baixado uma décima no mês de Dezembro. Na União Europeia, a taxa de desemprego manteve-se inalterada nos 8,4 por cento em Março, em comparação com o mês anterior, mas baixou cinco décimas face a Março de 2005. Arpels May 3rd, 2006, 02:11 PM a media Europeia em geral é alta :uh: Portugues May 3rd, 2006, 02:53 PM União Europeia é um verdadeiro fiasco economico. Arpels May 3rd, 2006, 03:23 PM qual a economia que conheçe 100% perfeita? não me diga k é a Chinesa em que 400 milhões estão garantidos e 700 milhões estão de tanga coitados!! Portugues May 3rd, 2006, 05:19 PM Você tem a mania de chamar sempre a China para a ribalta! Porque será? Arpels May 3rd, 2006, 05:35 PM apenas citei um exemplo, podemos comparar com os EUA por exemplo :dunno: Barragon May 3rd, 2006, 09:39 PM Portugues a China é um fiasco! traveler May 3rd, 2006, 09:43 PM 2020 Energia solar pode criar 44 mil postos de trabalho em Portugal [ 2006/05/03 | 15:50 ] Catarina Craveiro energia eólicaArtigos relacionados Portugal acolhe maior central de energia solar fotovoltaica Bruxelas autoriza compra da Endesa pela E.ON Espanha defende mercado energético único na UE Licenças de emissão de CO2 negoceiam em valor recorde Governo quer beneficiar indústrias com menor consumo Consumo electricidade subiu 3,8 % em Março UE quer poupar 20% da energia até 2020 CIP aconselha «grande cuidado» nas privatizações Portugueses vão pagar mais mil milhões de factura energética Preços na produção industrial aumentam 4% em Dezembro Links relacionados Carros: Lista dos modelos mais económicos e que mais consomem No sector das energias renováveis, a energia solar é a que está mais «atrasada», contudo é o sector que pode gerar mais postos de trabalho num futuro próximo. Em 2003, o sector já contava com 27.000 empregos no mundo inteiro, e a tendência é para continuar a crescer. Para 2020, está prevista a criação de 2,2 milhões de postos de trabalho, segundo adiantou o presidente da Martifer, Carlos Martins, na Conferência «Energias Renováveis» promovida pelo «Diário Económico». Portugal continua aquém dos restantes países da UE a 15, uma vez que se estima que o crescimento da taxa de emprego seja de apenas 2%, resultando em 44 mil postos de emprego. Quanto à capacidade solar térmica espera-se que em 2025, atinja os 35GW, e em 2040 pode ultrapassar os 600GW. O sector energético tem vindo a evoluir de forma significativa em Portugal, no entanto o país tem potencial para crescer mais, prevendo-se, segundo algumas empresas do sector, que a potencia eólica instalada alcance os 3.380MW em 2010. Segundo o administrador da Efacec, Alberto Barbosa, «Portugal pode estar na rota de exportação de energia eólica para outros espaços fora da Europa. O país tem capacidade para investir mais nesta área, temos objectivos bastante ambiciosos, e no caso da Efacec em particular, pretendemos alargar-nos cada vez mais nesta área», disse na mesma conferência. Já no sector da energia das ondas, caso Portugal tenha uma quota de mercado de 5%, pode atingir os 250 milhões de vendas por ano, 4 mil postos de trabalho e um investimento industrial de 200 milhões de euros. Millenium bcp Investimento financia sector com 2 mil milhões O Millenium bcp Investimento tem vindo a financiar uma parte dos projectos em curso no mercado das energias renováveis e já totaliza acima dos 2 mil milhões de euros. Segundo disse o director central do Millenium bcp Investimento, Américo Carola, «em média, 85 a 90 em cada 100 euros investidos nestes projectos têm sido aportados por bancos, com recurso exclusivo ao cash-flow». Disclaimer Contactos Quem somos Barragon May 3rd, 2006, 09:46 PM :applause: muito bem! Portugues May 4th, 2006, 01:01 AM Olha que giro... Em 2003, o sector já contava com 27.000 empregos no mundo inteiro.... .....Energia solar pode criar 44 mil postos de trabalho em Portugal!!! Fico tão alegre com a matemática "À lá tuga" Filipe_Golias May 4th, 2006, 02:51 AM deleted traveler May 4th, 2006, 04:03 AM Subsidiária da EDP assume controlo total da Bilbogas por 35 milhões A subsidiária da Energias de Portugal, Naturgas Energía Grupo, assumiu hoje o controlo total da empresa de distribuição de gás Bilbogas, numa operação que ascendeu a 35 milhões de euros, revelou a eléctrica em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). -------------------------------------------------------------------------------- Jornal de Negócios Online negocios@mediafin.pt A subsidiária da Energias de Portugal, Naturgas Energía Grupo, assumiu hoje o controlo total da empresa de distribuição de gás Bilbogas, numa operação que ascendeu a 35 milhões de euros, revelou a eléctrica em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). Segundo a mesma fonte, a empresa do Grupo EDP para as actividades de transporte, distribuição e comercialização de gás em Espanha, assumiu o controlo desta empresa depois do acordo celebrado com o Município de Bilbao, com vista à aquisição dos restantes 50% do capital social da Bilbogas, ter sido aprovado pelas autoridades competentes. Este acordo «constitui mais uma importante medida no cumprimento do objectivo estratégico de consolidação da Naturgas como operador energético integrado e líder no sector do gás no País Basco», sublinha o comunicado. Neste sentido, a Naturgas tem vindo a adquirir a totalidade do capital social das empresas de distribuição de gás nas quais detém participações accionistas, explica a mesma fonte acrescentando que, nos últimos meses, além da Bilbogas, a Naturgas celebrou acordos com os municípios locais para a aquisição dos restantes 45% do capital social de duas pequenas empresas de distribuição de gás no País Basco: a Gas Hernani e a Gas Pasaia. O preço de aquisição de ambas as transacções ascendeu a cerca de 1 milhão de euros. Arpels May 4th, 2006, 11:00 AM a ver se a bilha pluma baixa k é carissima :rant: traveler May 5th, 2006, 03:10 AM Finanças > 2006-05-04 20:44 Ministro mantém a previsão de crescimento económico DE com Lusa O ministro das Finanças manteve hoje, em Bruxelas, a previsão de crescimento da economia portuguesa de 1,1% para este ano, apesar do aumento do preço do petróleo. "Um conjunto de indicadores que tem vindo a público revela que há alguma dinâmica económica, o que nos permite levar a crer que a previsão de crescimento efectuada se mantém perfeitamente válida", disse Fernando Teixeira dos Santos aos jornalistas antes de entrar para um reunião dos ministros das Finanças da zona euro. O responsável português insiste ser "prematuro" fazer qualquer revisão da taxa de 1,1% de crescimento da economia portuguesa durante o corrente ano e classifica como "pouco significativo" o impacto do aumento do petróleo. Esta estimativa foi feita aquando da apresentação do projecto de Orçamento de 2006 e mantida no Programa de Estabilidade e Crescimento apresentado em finais do ano passado em Bruxelas. A Comissão Europeia estimava a 17 de Novembro do ano passado que o crescimento económico português seria, em 2006, de apenas 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto). O executivo comunitário irá revelar segunda-feira as Previsões Económicas da Primavera para os países da União Europeia. Daniel_Portugal May 5th, 2006, 04:22 AM Olha que giro... Em 2003, o sector já contava com 27.000 empregos no mundo inteiro.... .....Energia solar pode criar 44 mil postos de trabalho em Portugal!!! Fico tão alegre com a matemática "À lá tuga" ó troll.. em 2003 haviam 27mil no mundo inteiro.. so que este ramo disparou em flecha.. e em portugal, vao-se criar 44mil... ou seja.. mais do que havia no mundo inteiro em 2003... o que nao quer dizer que outros paises agora tambem criem muitos. em 1990 deviam haver 10mil pessoas com telemovel no mundo... hoje so em portugal ha 30 ou 40 milhoes de telemoveis.. chama-se a isso evoluçao. Arpels May 5th, 2006, 11:04 AM Finanças > 2006-05-04 20:44 Ministro mantém a previsão de crescimento económico DE com Lusa O ministro das Finanças manteve hoje, em Bruxelas, a previsão de crescimento da economia portuguesa de 1,1% para este ano, apesar do aumento do preço do petróleo. "Um conjunto de indicadores que tem vindo a público revela que há alguma dinâmica económica, o que nos permite levar a crer que a previsão de crescimento efectuada se mantém perfeitamente válida", disse Fernando Teixeira dos Santos aos jornalistas antes de entrar para um reunião dos ministros das Finanças da zona euro. O responsável português insiste ser "prematuro" fazer qualquer revisão da taxa de 1,1% de crescimento da economia portuguesa durante o corrente ano e classifica como "pouco significativo" o impacto do aumento do petróleo. Esta estimativa foi feita aquando da apresentação do projecto de Orçamento de 2006 e mantida no Programa de Estabilidade e Crescimento apresentado em finais do ano passado em Bruxelas. A Comissão Europeia estimava a 17 de Novembro do ano passado que o crescimento económico português seria, em 2006, de apenas 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto). O executivo comunitário irá revelar segunda-feira as Previsões Económicas da Primavera para os países da União Europeia. to desejoso de ver os numeros para o inicio do ano k vem para ver o k realmente foi feito :yes: Barragon May 5th, 2006, 04:55 PM :lol: acho que vais chorar. Portugues May 5th, 2006, 05:00 PM vao-se criar 44mil... ou seja.. mais do que havia no mundo inteiro em 2003... Quanto é que você quer apostar que esse número nunca se vai cumprir? Portugues May 5th, 2006, 05:02 PM Os preços deverão ter subido em Portugal 0,8% em Abril face a Março, segundo a estimativa da Direcção-geral da Empresa (DGE). Esta variação é uma décima superior à verificada no mês homólogo do ano anterior (0,7%). Estima-se que as principais contribuições se concentrem fundamentalmente nos artigos de vestuário e calçado (a subida dos preços reflecte o reposicionamento sazonal dos mesmos findo o tradicional abaixamento aquando da época de saldos do início do ano) e nos combustíveis e lubrificantes para equipamento para transporte pessoal (devido à subida de preços). Salienta-se que para a classe Produtos alimentares e Bebidas não alcoólicas se prevê uma variação de 0,5% (Produtos alimentares: 0,5%, Bebidas não alcoólicas: -0,7%). A variação referente ao mês homólogo do ano anterior situa-se, com a presente previsão, em 3,1%, valor igual ao verificado no último mês. A variação média dos últimos doze meses esperada para Abril é de 2,6%, valor superior em uma décima à verificada no passado mês de Março. In Agencia Financeira ------------------------------------------------------------------------- Mais uma boa notícia para Portugal... :D Petronius May 5th, 2006, 05:29 PM Ouvi dizer que há crianças a morrer à fome na China... que horror Portugues May 5th, 2006, 05:34 PM Paciencia, há outros a comprarem Ferraris ;) Petronius May 5th, 2006, 05:39 PM enquanto o governo chinês não mudar, as assimetrias não vão parar de crescer :ohno: acho que está na altura de haver uma abrilada também na China. As medidas do governo chinÊs estão a diminuir a vontade da população de viver no país! Barragon May 5th, 2006, 05:40 PM Aém de que a China está a consumir os recursos a um ritmo enorme... já devia começar a utilizar energias renováveis. Portugues May 5th, 2006, 06:23 PM ... já devia começar a utilizar energias renováveis. Essas modas da UE não pegam aqui. Arpels May 5th, 2006, 06:26 PM tem de pegar um dia, o petroleo não tem nascentes como a agua ;) Portugues May 5th, 2006, 07:15 PM Até ao Petróleo acabar a moda não pega. Arpels May 5th, 2006, 07:19 PM pois mas estas coisas tem de ser penssadas antes, umas decadas pelo menos, que acabem, alias nem acredito k a China não tenha ja penssado nisso!! fred_mendonca May 5th, 2006, 07:27 PM Eles n usam energias alternativas pois o investimento inicial é mt para eles. Em grande parte da china quem reina é o carvão. Arpels May 5th, 2006, 08:14 PM tambem por isso :yes: fred_mendonca May 5th, 2006, 08:20 PM Ibersol aumenta valor da OPA sobre a TelePizza para 639 ME A Ibersol reviu em alta o valor da oferta pública de aquisição lançada sobre a Telepizza para 639 milhões de euros (ME). Em comunicado enviado esta sexta-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários - CMVM, a empresa portuguesa diz oferecer 2,41 euros por cada acção da companhia espanhola, um cêntimo acima do valor oferecido pela Zena e 16 cêntimos a mais do que a proposta inicial da Ibersol. Este anúncio ocorre depois da proposta inicial da Ibersol, através da filial Vidisco, ter sido chumbada pela Comision Nacional del Mercado de Valores - CNMV. A empresa condiciona o êxito da operação à aquisição de 49% do capital social da Telepizza. Podem surgir novas ofertas concorrentes sobre a Telepizza até 12 de Maio. Fonte: Diário Digital (http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro%5Fdigital/news.asp?section_id=6&id_news=66641) TeKnO_Lx May 5th, 2006, 09:03 PM O economista António Borges admite que Portugal caia numa situação similar à que se encontra o Sul da Itália, que vive das transferências do Norte, o que configura uma realidade de dependência assistida. O ex-vice-governador do Banco de Portugal, que falava na conferência realizada quinta-feira na Universidade Católica, prevê aquela situação como resultado da perda de competitividade da economia portuguesa. A perda de competitividade tem-se traduzido na asfixia do sector dos transaccionáveis [bens e serviços que concorrem com os estrangeiros, seja nos mercados externos, seja através das importações]. Considerando a competitividade uma questão central da economia portuguesa, Borges contrapôs que em Portugal "ninguém investe nos sectores expostos [à concorrência internacional]". Ao contrário, disse, as empresas que estão a operar em áreas protegidas da concorrência estrangeira "nunca estiveram tão bem", e exemplificou com as cotadas bolsistas, que apresentam uma boa saúde, mas que estão na sua maioria protegidas da concorrência. "As ofertas públicas de aquisição [OPA] ocorrem em sectores protegidos; não há OPA nos têxteis ou no vestuário", comentou. É esta concentração do investimento no sector não transaccionável que explica o paradoxo aparente de a economia portuguesa apresentar uma das mais elevadas taxas de investimento, enquanto ao mesmo tempo acumula problemas e perde competitividade. Desta forma, "não se pode dizer que o futuro do País está na moderação salarial, enquanto se fazem aeroportos e auto-estradas", acrescentou. Borges, que também é um dos vice-presidentes da Goldman Sachs, defende que a saída passa por um novo modelo, em que o crescimento é liderado pelas exportações. Modelo este que tem a competitividade associada à criação de valor, a ganhos de produtividade, à qualidade e inovação e - enfatizou - à qualidade do investimento, mencionando ainda o papel do investimento directo estrangeiro. Borges avisou, em todo o caso, que "não se muda nada sem os empresários, mas que estes não estão a investir no sector transaccionável, porque todos os incentivos vão no sentido de privilegiar os protegidos". Considerou assim que "aqui é que faia falta uma política económica" que travasse os benefícios gozados pelos que estão protegidos da concorrência externa e favorecesse o sector transaccionável. Esta política económica seria a alternativa à actual, que considerou "errada e contraproducente". António Borges entende que se instalou no País a ideia de que há dinheiro fácil e que há que gastá-lo. Esta ideia é errada, disse, porque a lógica do euro, que reduziu, por um lado, as condições de acesso a financiamentos e, por outro, embarateceu o custo do crédito, exigia "uma grande disciplina". Ora, aconteceu, ao contrário, que "ficou-se com a ideia de que o dinheiro era de graça". Esta queda dos juros, associada à entrada em vigor da moeda única, acrescida dos fundos estruturais, criou uma situação em que "parece que o País ficou embriagado com a facilidade com que o dinheiro lhe chega". Acontece que "não é possível gastar dinheiro como se gasta em Portugal nos EUA, na França ou no Reino Unido", disse Borges, aludindo aos países que melhor conhece. Insistindo muito no ponto da qualidade do investimento, criticou os grandes projectos, atribuiu-os tanto a uma política económica "errada e contraproducente" como à "tentação" de todos os governos pelas grandes obras. Reconhecedor da seriedade governamental no combate ao défice orçamental e no esforço de sustentar a Segurança Social, contrapôs o que entende ser a insuficiência de esforços. Prevê em consequência que se esteja a "destruir capital político, mas sem conseguir resultados satisfatórios". Para António Borges, a leitura da situação conjuntural da economia portuguesa é dominada pela questão da competitividade, da falta desta e da perda da que existe e do refúgio da actividade económica no sector protegido da concorrência externa. É isto que explica alguns paradoxos como um crescimento económico débil, apesar de a despesa pública se manter, de a competitividade se perder, apesar do investimento elevado, e de aumentarem os sintomas de prosperidade, apesar de a estagnação se prolongar. Pormenorizou inclusive que a Porsche teve em Portugal uma das suas maiores taxas de crescimento de vendas. Convicto de que "Portugal caminha para uma economia dual - há alguns que nunca estiveram tão bem e outros que não vêem qualquer futuro -", Borges avançou ainda a existência de diferenças sectoriais e regionais. "Há uma discrepância extraordinária entre o sentimento de prosperidade que se sente em Lisboa e a insegurança económica que se vive no resto do País", disse. A conferência da Universidade Católica integrou o dia da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais e antecedeu a entrega do Prémio Carreira à sua licenciada Isabel Jonet, actual presidente do Banco Alimentar Contra a Fome. (....) traveler May 6th, 2006, 12:23 AM 16 Hour(s) ago: Portugal surges ahead in Alternative Energy The government is expected to award a contract this summer for the construction of more than $1.3 billion worth of wind turbines around the country, enough to provide power for 750,000 homes. And the worlds first commercial wave farm, which will generate electricity from ocean waves, is expected to start operation later this year off Portugals northern coast. Cylindrical floating generators built by a Scottish company, Ocean Power Delivery, are expected to provide enough power to supply 1,500 households. Portugues May 6th, 2006, 12:59 AM O ex-vice-governador do Banco de Portugal é que a sabe toda... Filipe_Golias May 6th, 2006, 01:43 AM Cada tiro, cada melro... cada cavadela, cada minhoca. Mas claro, tudo conforme a conveniência ;) traveler May 6th, 2006, 02:24 PM Toyota (Japan) and its local distributor and partner Salvador Caetano Group are discussing a significant increase in commercial vehicle production through the Ovar (north) plant which currently makes 3000 vehicles a year. Toyota has unveiled a medium-term plan to become the most important commercial vehicle maker in Europe. The Ovar plant could be fundamental to this strategy. A Toyota director, Shinichi Sasaki said Toyota aims to consolidate its place in the European passenger car market ahead of investing in commercial vehicles. The Ovar plant will launch an export programme to Spain, Italy and Germany in 2006 fred_mendonca May 6th, 2006, 06:28 PM Quase 70 mil famílias deixaram de pagar crédito à habitação Perto de 70 mil famílias deixaram de pagar ao banco o crédito à habitação desde Janeiro de 2002, segundo dados da Associação Portuguesa de Bancos, entregues na Assembleia da República na sequência de um pedido do grupo parlamentar do PSD. De acordo com a edição de hoje do semanário Expresso, que divulga os números, os concelhos mais endividados são, por ordem, os de Sintra, Lisboa e Vila Nova de Gaia. O crédito à habitação representa perto de 80% dos empréstimos concedidos pelos bancos, pelo que esta situação suscita preocupações ao Banco de Portugal quanto à capacidade das famílias para suportar os encargos, refere o jornal. Fonte: Diário Digital (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=226448) Arpels May 7th, 2006, 12:51 PM ya o pais não consegue criar postos de trabalho para evitar isto :( mto embora os lucros dos bancos continuem a subir acima dos 100% fred_mendonca May 7th, 2006, 04:16 PM Crise não impede férias Milhares de pessoas deslocaram-se ontem a uma feira de viagens realizada por uma das maiores agências do País A crise económica parece não prejudicar as férias dos portugueses. Prova disso é a grande afluência na procura de férias de sonho nas agências de viagens. “Desde há quatro ou cinco anos que os portugueses viajam cada vez mais”, revelou Diamantino Pereira, director da agência de viagens Abreu, no decorrer da feira de viagens Mundo Abreu que a agência promove durante este fim-de-semana, simultaneamente em Lisboa e no Porto. Locais como Brasil, Cuba ou Jamaica são os destinos preferidos dos turistas portugueses, para além da “redescoberta” das ilhas autónomas nacionais. “Os portugueses redescobriram as ilhas da Madeira e dos Açores. Desde há dois ou três anos que estes destinos são muito escolhidos para as férias”, o que resulta em 20 por cento das vendas da empresa, explicou o responsável. A agência Abreu subiu as suas vendas em 18 por cento em 2005 e tenciona crescer mais a sua facturação este ano, contando para tal com o sucesso do Brasil (que representa cerca de 35 por cento das vendas da empresa) e de novos destinos, como a Croácia ou a Bulgária, para além da aposta em promoções que a feira Mundo Abreu promove. “A crise existe. O que nós fizemos foi criar condições para tornar os preços mais competitivos”, constatou Diamantino Pereira. Reduções nas viagens até 60 por cento atrairam os portugueses até ao certame, onde podem conhecer as ofertas da agência e reservar as suas férias. Para este ano as expectativas da agência são boas. “O nosso barómetro é a Páscoa. Se for boa, o Verão também será. E a Páscoa este ano foi muito boa”, confessou Diamantino Pereira. TURISTAS RENOVAM HÁBITOS “Os hábitos dos portugueses estão a mudar”. Foi assim que Diamantino Pereira, director da agência de viagens Abreu, explicou as novas preferências dos turistas portugueses. “As férias num apartamento e nas filas dos supermercados acabaram. Os portugueses procuram cada vez mais os hotéis, com tudo incluído”, revelou. Esta mudança nos hábitos reflectiu-se nos estabelecimentos hoteleiros que, como referiu o director da agência, “adaptaram-se a essa exigência, criando ‘buffets’ mais ricos”. Outra novidade nas preferências dos portugueses consiste na escolha de SPA. “Com o ritmo acelerado do dia-a-dia, existe cada vez mais a procura de locais onde se pode combinar tratamentos de beleza e de relaxamento”, explicou o director da operadora pioneira em brochuras destes locais. DESTINOS E PREÇOS 308 EUROS Um fim-de-semana a dois, no mês de Agosto, no Hotel Dorisol Mimosa, de três estrelas, no Funchal. O regime é de pensão completa e o preço inclui viagens de avião e seguro multiviagens. 1020 EUROS Cinco noites, em Agosto, no Hotel Vista Mar. O casal pode assim passar uns dias, em regime de pensão completa, em Pipa, no Brasil. O preço inclui viagens de avião, em classe turística, e seguro multiviagens. 1500 EUROS Uma semana a dois, em Agosto, no Club Amigo Varadero, de quatro estrelas, em Varadero, Cuba. Em regime de pensão completa o preço inclui viagens de avião e seguro multiviagens. Fonte: Correio da Manhã (http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=200773&idselect=11&idCanal=11&p=200) fred_mendonca May 7th, 2006, 04:18 PM http://img132.imageshack.us/img132/8738/mundoabreu4cs.png Portugues May 7th, 2006, 04:57 PM Fonte: Diário Digital (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=13&id_news=226448) Não se preocupe, porque segundo os seus amigos daqui deste fórum, está tudo bem e recomenda-se... [Smeagol] May 7th, 2006, 05:23 PM Essas modas da UE não pegam aqui. se não sabe, cale-se.... :sleepy: A China é o país que tem o maior mercado de energia solar térmica, com cerca de 10 milhões de m2 (7 gwth) instalados em 2004, o que representa 78 percento do mercado mundial. Público 08/11/05 China investe 180 mil milhões de dólares em energias renováveis O Governo chinês anunciou hoje que vai investir 180 mil milhões de dólares (152 mil milhões de euros) nos próximos 15 anos para elevar de 7 para 15 por cento a fatia das energias renováveis no consumo energético global. O vice-presidente da Comissão Nacional do Desenvolvimento e Reformas, Zhang Guobao, revelou este projecto durante um congresso internacional sobre energias renováveis em Pequim. "As energias renováveis - entre elas a solar, eólica e hídrica - vão ajudar a China a garantir uma segurança energética que lhe permita realizar ganhos substanciais no plano económico, preservar o ambiente e lutar contra a pobreza", declarou Zhang Guobao. Nos próximos 15 anos, a China vai desenvolver energia gerada por biomassa e, com isso, espera substituir a energia que obtém, por ano, de dez milhões de toneladas de petróleo, acrescentou. Até 2020, o país pretende elevar para 300 milhões de metros cúbicos a zona abrangida pelo aquecimento de origem solar. Isto vai permitir substituir 40 milhões de toneladas de carvão, por ano. A hidroeléctrica deverá dominar a capacidade da produção de energias renováveis, com capacidade para gerar 290 milhões de quilowatts (KW) por ano e a biomassa 20 milhões. Liu Zhi, presidente daquela Comissão, anunciou que a China vai incentivar a produção de automóveis pequenos e eficientes para reduzir o consumo de combustível e as emissões. Em Fevereiro, o Parlamento chinês aprovou uma lei das energias renováveis que entrará em vigor em Janeiro, com tarifas que favorecem energia não fóssil como a água, vento e solar. O comissário europeu para o Ambiente, Stavros Dimas, que assiste ao congresso, salientou a importância para a China da promoção das energias renováveis para conseguir reduzir a sua dependência do petróleo e aliviar a falta de energia. Estima-se que nos próximos anos a China passe a emitir mais gases com efeito de estufa do que os Estados Unidos. "Estou absolutamente convencido de que a situação não é desesperante, pelo facto de o Governo chinês ter decidido tomar as medidas apropriadas", comentou Dimas. O comissário lembrou que a China exigiu a várias fábricas que reduzam em 46 por cento as suas emissões de dióxido de enxofre. fonte----> http://www.energiasrenovaveis.com E olhe que para um país com o tamanho da china produzir 15% em renovaveis deve ser o maior investimento em renovaveis asseguir ao que a europa esta a executar... por isso não se enterre mais :bash: Portugues May 7th, 2006, 05:59 PM Essa é publicidade que não interessa! [Smeagol] May 7th, 2006, 06:02 PM Essa é publicidade que não interessa! :lol: não meu caro.... isto não se trata de publicidade... são factos, sabe o que isso é? :sleepy: Filipe_Golias May 7th, 2006, 06:59 PM É tao triste este gajo quando se vê desmentido por factos :hilarious Arpels May 7th, 2006, 07:17 PM é teimosa, ja desde miuda k deve dar problemas :rofl: Portugues May 7th, 2006, 07:18 PM ']não meu caro.... isto não se trata de publicidade... são factos, sabe o que isso é? :sleepy: Factos que não interessa falar, nem publicitar! [Smeagol] May 7th, 2006, 07:35 PM Factos que não interessa falar, nem publicitar! pois claro.... são factos q não lhe convêm.... será porque são factos que contrariam as calinadas que anda prai a mandar nesta matéria??? :sleepy: Arpels May 7th, 2006, 07:42 PM aquela cabeça ta toda destruida pelo opio :dunno: traveler May 9th, 2006, 01:07 AM Amanhã no Jornal de Negócios Nova refinaria para Sines aborta A refinaria planeada pelo empresário Patrick Monteiro de Barros, o maior projecto de investimento anunciado pelo Governo, vai fracassar, confirmou ao Jornal de Negócios o ministro da Economia. -------------------------------------------------------------------------------- Jornal de Negócios Online negocios@mediafin.pt A refinaria planeada pelo empresário Patrick Monteiro de Barros, o maior projecto de investimento anunciado pelo Governo, vai fracassar, confirmou ao Jornal de Negócios o ministro da Economia. «Quero dizer com clareza que ou o projecto da refinaria Vasco da Gama é reformulado ou o Governo não está em condições de o apoiar», afirma Manuel Pinho. Segundo o ministro, o empresário estava a exigir «um elevadíssimo montante em incentivos financeiros directos» e os níveis de poluição associados eram superiores ao inicialmente previsto. «Portugal considera prioritário o investimento directo estrangeiro, mas não a qualquer preço», conclui Pinho. A nova refinaria constituía o maior projecto de investimento em carteira no país, depois de Patrick Monteiro de Barros ter assinado um memorando de entendimento com a API, a 9 de Dezembro do ano passado. Portugues May 9th, 2006, 01:07 PM O Governo não está em condições de o apoiar? AHAAHAHH !!! :D Eu se fosse ao sr Patrick Monteiro de Barros investia era num Estádio de Futebol para 500.000 Espectadores, ai era só fundos do Estado a chegarem em massa!!! :D :D traveler May 10th, 2006, 12:03 AM Vinhos > 2006-05-09 20:45 Portugal tornou-se no segundo maior exportador para o mercado brasileiro DE com Lusa Portugal tornou-se o segundo maior exportador de vinhos para o Brasil na sequência de um aumento de 52,85% registado nos quatro primeiros meses do ano, anunciou hoje o Ministério brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A quota de mercado do vinho português no mercado brasileiro ascendeu para 18,11% até Abril, atrás do Chile (37,9%) e à frente da Argentina (16,59%) e da Itália (12,94%). O aumento das exportações portuguesas, para 4,67 milhões de dólares, é resultado do aumento do consumo no mercado brasileiro de vinhos importados, salientou o responsável pela delegação do Icep. João Mota Pinto disse que os vinhos portugueses "acompanharam a média do crescimento do mercado brasileiro de vinho estrangeiro" mas que o crescimento foi também conseguido com "a recente valorização da moeda brasileira". A valorização do real tornou as importações mais baratas e mais aliciantes, o que foi acompanhado "de acções de promoção do vinho português junto aos formadores de opinião", salientou Mota Pinto. No mês de Junho, o Icep promoverá três grandes provas de vinho português em São Paulo, com a participação de 25 importadores que vão apresentar 300 a 400 diferentes tipos do produto. O desempenho dos vinhos portugueses valeu recentemente à delegação do Icep a recente distinção pela Revista dos Vinhos de Portugal com o "Prémio Organização Vitivinícola do Ano" entre "Os Melhores do Ano 2005". Em 2005, Portugal foi o terceiro maior exportador de vinhos para o Brasil, com um aumento das vendas de 23,2% em relação a 2004, atrás do Chile e da Argentina. Entre os principais fornecedores de vinho para o mercado brasileiro estão ainda a França, a Espanha, a Austrália, a África do Sul, o Uruguai, os Estados Unidos, a Nova Zelândia e a Alemanha. Arpels May 10th, 2006, 11:01 AM por falar nisso não fazia ideia k se consumia tanta cerveja Portuguesa em Angola :uh: fred_mendonca May 10th, 2006, 08:55 PM É do calor. :lol: :lol: Barragon May 10th, 2006, 10:12 PM Boa boa :D traveler May 10th, 2006, 10:25 PM China should be priority for Portuguese businesses Portuguese business owners should look at emerging markets, namely China, which is already in third place in Portugals list fo trading partners after the European Union (EU) and the US, the rpesident fo Portugals export promotion agency (ICEP) said Tuesday in Lisbon. Speaking at the opening of the III Professional Congress – Business opportunities in China, João Marques da Cruz said that, -in only the first two months of the year,- exports to China rose by 60 percent as compared with an increase of 40 percent over the whole of 2005. Arpels May 11th, 2006, 02:35 PM Portugal sobe dois lugares no ranking da competitividade 11.05.2006 - 09h45 Lusa Portugal subiu duas posições no ranking de competitividade do Instituto Internacional para o Desenvolvimento da Gestão (IMD), ocupando agora o 43º lugar, interrompendo a tendência descendente que apresentava desde 2001. As principais debilidades nacionais residem na ameaça que a deslocalização de empresas representa para a economia, a fraca margem de progressão do PIB e a capacidade da economia de suportar as variações conjunturais. A economia portuguesa aparece melhor no índice de termos de troca (o valor da unidade exportada sobre o da importada), ao aparecer no 11º lugar; nas saídas de investimento directo (14ª); na percentagem da população empregue (15º); e nas receitas de turismo (15º). A subida de Portugal interrompe a tendência descendente, que levou o país do 32º lugar em 2001; para o 33º em 2002; 39º em 2003 e 2004; e 45º lugar em 2005. A edição 2006 do IMD cobre 61 economias - mais uma do que a edição anterior -, divididas em 53 países e oito regiões. O IMD subdivide o índice geral por dimensão da população, regiões e Produto Interno Bruto (PIB) por habitante. No primeiro, relativo ao grupo das economias com menos de 20 milhões de habitantes, Portugal ocupa a 26ª posição entre 31 países, o que constitui uma recuperação face ao 28º lugar da edição anterior. Atrás de Portugal ficaram países como a Eslovénia, a Jordânia, a Bulgária, a região da Lombardia e a Croácia. Na ordenação respeitante à região Europa-Médio Oriente-África, Portugal continua a aparecer na 26ª posição, mas agora entre 37 economias, a seguir à Grécia e imediatamente antes da África do Sul. Em relação ao PIB por habitante superior a dez mil dólares (7,86 mil euros), Portugal surge no 33º lugar, superando apenas Eslovénia, Lombardia e Itália, que ocupa o último lugar. Estas classificações resultam da agregação do desempenho em quatro áreas: desempenho económico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infra-estruturas. O IMD publica este anuário sobre competitividade desde 1989 de forma ininterrupta. Os rankings são baseados em 312 critérios, que se dividem em 126 indicadores estatísticos extraídos de informação disponibilizada por organizações internacionais, nacionais e regionais; 113 baseados em inquéritos de opinião; e 73 que são apresentados como informação de background mas não utilizados na construção das ordenações. [Smeagol] May 11th, 2006, 05:38 PM apesar de n ser muito... em tempo de "pseudocrise" é bom saber q estamos a melhorar (muito lentamente mas estamos a melhorar) traveler May 11th, 2006, 11:16 PM Franchising cria até 4 mil postos de trabalho este ano [ 2006/05/11 | 16:43 ] Marta Dhanis Centro ComercialArtigos relacionados Expofranchise vai ter 150 oportunidades de investimento Facturação das empresas de franchising vai crescer em 2006 Millennium bcp cria programa para apoiar negócios em franchising Links relacionados Carros: Lista dos modelos mais económicos e que mais consomem O negócio do franchising deve criar até 4 mil postos de trabalho este ano, afirmou Eduardo Miranda, director-geral do Instituto de Informação em Franchising (IIF), à «Agência Financeira». Eduardo Miranda mostrou-se confiante quanto às perspectivas para este negócio, que tem gerado muitos postos de trabalho nos últimos anos. «A perspectiva deste ano é de crescimento moderado e sustentado em torno dos 5 ou 7%. Este ano, a criação de trabalho caiu ligeiramente, mas deve ser de 3 a 4 mil postos», disse o responsável. Com este propósito, há 11 anos, que tem lugar a Expofranchise, uma feira de exposição de negócios de franchising. Este ano, a feira vai decorrer de 12 a 14 de Maio na Fil, em Lisboa e será da responsabilidade do IIF. Este evento vai reunir 150 empresas e 32 novas oportunidades de negócio em exposição. «Para quem pensa dar um primeiro passo para criar o seu próprio negocio, a Expofranchise é o evento e uma oportunidade a não perder. Não há outro espaço que possa encontrar boa parte da oferta do sector em 3 dias e onde estão reunidos os principais responsáveis de todas as marcas», comentou Eduardo Miranda. De acordo com o director do IIF, cada uma destas empresas investe uma média de 4 a 5 mil euros na Expofranchise. O perfil do visitante é «qualquer pessoa». «É uma feira para se criar negócios, mas o perfil não é de um profissional. Qualquer pessoa pode ser candidato a franchisado e essa é a grande vantagem do franchising. Abre as portas para o mundo dos negócios para quem nem sequer tem experiência no mundo empresarial». O responsável disse que encontra pessoas em busca de um novo rumo, pessoas que trabalham para terceiros, mas que têm o sonho de criar o seu próprio negócio. «Hoje, continuamos a ter essas pessoas que estão em mudança ou desempregados, mas um perfil que tem crescido muito são pessoas perfeitamente empregadas ou que são mesmo empresários e que não pretendem abdicar da sua actividade principal. Estas pessoas vêem o franchising como complemento para aumentar o seu rendimento», referiu. Para Eduardo Miranda, o franchising tem uma vantagem principal que é o apoio de empresas que já testaram o negócio e que, à partida, já têm uma fórmula de sucesso. «Quem entra no franchising aprende como operar aquele negocio desde o início. Isso evita muitos dos erros das pessoas que iniciam a sua experiência e que levou ao fracasso de muitas pequenas e médias empresas. Esse novo empresário está integrado numa rede, o que dá muito maior competitividade, o que é um factor crítico nos dias de hoje». Dentro deste tipo de negócio, aquele que tem uma maior procura é o dos serviços, uma vez que surgem oportunidades de baixo investimento e que, na maior parte das vezes, não exige uma loja bem localizada. «Isto facilita, não quer dizer que seja o sector que corre melhor, mas é o que tem mais procura porque se encaixa num perfil médio dos candidatos», explicou. As áreas do serviço que mais cresceram têm sido as do imobiliário, dos serviços para crianças e idosos, a intermediação financeira, a estética e a beleza. Quanto à restauração, o director do IIF, diz que «é interessante, mas que tem uma maior exigência de investimento». No comércio, «a tendência é para as lojas se especializarem e já não é tanto o pronto-a-vestir». «A feira é talvez o maior momento de exposição do franchising e tem vários objectivos. O principal deles é captar franchisados, mas tem outros como a visibilidade que também é bastante importante, para apresentação de uma nova marca, por exemplo. A Expofranchise é uma espécie de showroom de quem é quem no franchising», concluiu. [Smeagol] May 13th, 2006, 04:10 PM Governo avança com concessões mineiras de 230 milhões Afonso Vaz Pinto O governo vai apostar no desenvolvimento no sector mineiro português. Hoje, 25 novos contratos serão assinados com promotores privados, nacionais e internacionais. O ministro da Economia vai assinar hoje 25 contratos de prospecção e pesquisa de novos projectos mineiros, que totalizam cerca de 230 milhões de euros. A iniciativa de Manuel Pinho surge um dia depois de o Conselho de Ministros ter aprovado o investimento de 76 milhões de euros da Eurozinc nas Minas de Aljustrel. Estes novos projectos – liderados por promotores nacionais e internacionais – não terão qualquer incentivo estatal, disse ao Diário Económico uma fonte da Direcção Geral de Geologia e Energia (DGGE). fonte----> DE Portugues May 16th, 2006, 01:08 AM Resta saber quanto é que o país vai ganhar com a aposta nos buracos... Portugues May 16th, 2006, 01:10 AM Défice do subsector Estado sobe quase 29% A receita registou uma taxa de variação homóloga acumulada (tvha) de 6,4%, destacando-se o comportamento das receitas fiscais, que aumentaram 5,7%. Para este resultado contribuiu, sobretudo, a evolução dos impostos indirectos, especialmente do IVA, que subiu 13%. Relativamente aos impostos directos, a cobrança líquida dos impostos sobre o rendimento no primeiro quadrimestre de 2006 encontra-se negativamente influenciada pelo diferente perfil de reembolsos e restituições. Assim, a receita efectiva do subsector Estado ascende a cerca de 10,502 mil milhões, que se desagrega em 9,609 milhões de receitas fiscais e 893,1 mil milhões de receitas não fiscais. Quanto aos restantes impostos indirectos, o ISP, ainda que de forma moderada, mantém a tendência de recuperação iniciada em Fevereiro. IA cresce 1,5% e Imposto de Selo 10,3% O IA regista um crescimento homólogo acumulado de 1,5% e o Imposto do Selo 10,3%. Em relação ao IABA, ainda que no mês de Abril a receita tenha registado uma evolução dentro do esperado, a elevada taxa de crescimento agora registada (31,3%) é substancialmente justificada pelo baixo montante de receita do Estado em Abril de 2005 em virtude de se ter procedido, nesse mês, a acertos com as Regiões Autónomas, justificam. Em resumo, os impostos administrados pela DGCI registaram um crescimento de 8% e a receita dos impostos administrados pela DGAIEC uma quebra de 1,9% em virtude do efeito de antecipações nas introduções no consumo de tabaco e já referido em edições anteriores. Excluindo o tabaco da análise, os restantes impostos administrados pela DGAIEC registaram um aumento de 5%. Despesa aumenta 10,1% A despesa verificou uma tvha de 10,1%, no período em análise, cerca de 13 mil milhões de euros, que resulta, «em grande medida, do diferente padrão de execução das transferências para o Serviço Nacional de Saúde, da contribuição financeira de Portugal para o orçamento da União Europeia e dos juros e outros encargos. De salientar que o grau de execução da despesa de Janeiro a Abril do ano em curso se fixou em 30,2%, abaixo do padrão de segurança para o período em análise», referem. O grau de execução para o período em análise fixou-se em 30,2%, abaixo do padrão de segurança de referência. A principal explicação para a elevada taxa de variação homóloga acumulada (tvha) da despesa no primeiro quadrimestre do ano residiu essencialmente, na despesa com juros e outros encargos, que observou um ritmo de execução mensal em Abril de 2006 mais acentuado do que no mesmo mês do ano precedente. De referir que, em Abril do ano em curso, coincidiu o pagamento de juros associados a duas séries de Obrigações do Tesouro (OT 3,2% Abril 2011 e OT 3,85% Abril 2021). Para além disso, a DGO lembra que a despesa em Abril de 2005 se processava, ainda, tendo por referência o Orçamento do Estado para 2005, não incorporando, assim, os reforços que vieram a ser aprovados em sede de Orçamento Rectificativo (OR) desse ano. IN www.agenciafinanceira.iol.pt/ Paulo2004 May 16th, 2006, 01:18 AM Oito meses seguidos a subir Depois da Comissão Europeia e Banco de Portugal, a OCDE também aponta uma viragem do ciclo económico. O indicador avançado da organização para Portugal melhorou em Março pelo oitavo mês consecutivo. Está no valor mais elevado desde Maio de 2001. O indicador avançado da OCDE para Portugal melhorou em Março pelo oitavo mês consecutivo, para 98,2 pontos, o valor mais elevado desde Maio de 2001, indicou ontem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE). A subida de 0,2 pontos verificada em Março, face a Fevereiro, é a mais pronunciada desde Setembro de 2000. A taxa de variação a seis meses do indicador para Portugal, que visa identificar pontos de viragem do ciclo económico com uma antecedência de nove meses, melhorou igualmente pelo oitavo mês consecutivo, fixando-se em 3,72 por cento em Março. O comportamento do indicador para Portugal está em linha com a evolução para o conjunto da zona da OCDE, que melhorou pelo décimo primeiro mês consecutivo e atingiu 109,6 pontos em Março, mais 0,4 por cento do que em Fevereiro, sinalizando um expansão económica moderada. A taxa de variação a seis meses do indicador para a zona OCDE está a acelerar pelo décimo primeiro mês seguido, ascendendo a 4,74 por cento em Março. A organização assinala que as melhorias mais fortes do indicador entre as grandes economias se registaram na Alemanha e no Reino Unido. O indicador avançado para a Zona Euro aumentou 0,4 pontos em Março, para 109,0 pontos, em alta pelo décimo mês consecutivo, e a sua taxa de variação a seis meses atingiu 5,3 por cento, também a melhorar há 10 meses. Para a União Europeia a 15 (anterior ao alargamento), o indicador subiu 0,4 pontos, para 108,2 pontos, e a taxa de variação a seis meses progrediu para 5,3 por cento, em ambos os casos em alta pelo décimo mês seguido. O indicador avançado para os Estados Unidos aumentou 0,3 pontos, para 107,3 pontos, em alta há 11 meses, e a taxa de variação a seis meses desacelerou ligeiramente em Março, para 4,8 por cento (menos 0,1 pontos percentuais), após 11 meses de melhoria. O indicador avançado para a Alemanha aumentou 0,6 pontos, para 113,6 pontos, e a sua taxa de variação a seis meses acelerou para 8,4 por cento (mais 0,4 pontos percentuais), em alta há 11 meses consecutivos. Governo Para o primeiro-ministro português, a subida do indicador avançado para Portugal é um sinal de confiança na melhoria gradual da economia portuguesa. Sublinhando que se trata da subida mais acentuada desde Setembro de 2000, José Sócrates defendeu que este é um sinal de melhoria, mas também de confiança na retoma “lenta, mas gradual da economia portuguesa”. Sócrates, que falava após a assinatura de um contrato de investimento para a reabertura das minas de Aljustrel [ver pág. 24], sublinhou que este sinal de melhoria surgiu depois da divulgação, na semana passada, de dois outros indicadores positivos da Comissão Europeia e do Banco de Portugal. Filipe_Golias May 16th, 2006, 02:27 AM Resta saber quanto é que o país vai ganhar com a aposta nos buracos... O preço de mercado de muitos metais (ouro, cobre...) tem vindo a aumentar, daí que seja mais que oportuna esta reabertura das minas de Aljustrel e a aposta na extracção. ;) Daniel_Portugal May 16th, 2006, 03:49 AM :applause: !!!! PT a bombar! Portugues May 16th, 2006, 09:57 AM :applause: !!!! PT a bombar! Défice do subsector Estado sobe quase 29%... veja lá se a bomba não rebenta! Portugues May 16th, 2006, 09:58 AM A notícia é avançada pela «Automotive News», que cita o presidente da divisão europeia da marca, Carl-Peter Forster. Outras fontes, também citadas pela mesma publicação, garantem que a fábrica da Azambuja está entre os prováveis encerramentos. Recorde-se que esta unidade produz o Opel Combo. Além da unidade portuguesa está também na lista para encerramento a unidade de Ellesmere Port, no Reino Unido. A notícia, que deverá ser publicada apenas na próxima edição da «Automotive News», está disponível no site oficial da mesma para assinantes, onde Carl-Peter Forster diz que este é um cenário extremo, que não é provável. A casa mãe General Motors já reagiu à notícia, lembrando que está em curso uma análise para rever a rentabilidade das suas unidades de produção de veículos comerciais na Europa. «O estudo que está a ser desenvolvido no âmbito da GM Europa sobre os Veículos Comerciais Ligeiros inclui a análise de diferentes cenários, de forma a identificar oportunidades de melhoria ao nível dos custos e das receitas. O objectivo é suportar o plano da Companhia actualmente em curso que visa o retorno a uma estrutura de custos competitiva que permita responder aos crescentes desafios que se colocam na indústria automóvel», refere a empresa. Os resultados do referido estudo deverão ser conhecidos antes do final do Verão, adianta a empresa, que se escusa a tecer comentários adicionais. «Não serão feitos mais comentários antes da sua conclusão e comprometemo-nos a dele dar conhecimento à Comissão de Trabalhadores assim que esteja terminado e aprovado pela Administração», concluem. ------------- Péssima notícia! [Smeagol] May 16th, 2006, 03:08 PM o ouro ontem estava nos $720 USD. Ainda me lembro que à meia duzia de meses estava quase a passar a barreira dos $500 USD e já os investidosres estavam maluquinhos com isso. deve ser por isso q as minas em portugal vao voltar a abrir. já deve haver rentabilidade em voltar a xplorar o ouro que temos. :okay: traveler May 17th, 2006, 11:19 AM Apresentada amanhã NetJets investe 250 milhões na nova sede em Portugal [ 2006/05/16 | 12:36 ] Editorial a380Artigos relacionados TAP com 5 voos semanais para Luanda no Verão Prejuízos da Spanair aumentam 48,7% Portugália, Air France e KLM assinam acordo de Passageiro Frequente Groundforce Portugal assegura contrato com Iberia Links relacionados Carros: Lista dos modelos mais económicos e que mais consomem A NetJets vai apresentar amanhã o seu novo centro de operações, na zona de Oeiras, que representa um investimento de 250 milhões de euros. Em comunicado, a empresa adianta ainda que estas novas instalações vão albergar 400 colaboradores, 78% dos quais são portugueses. A NetJets Europe conta com uma frota actual de 104 jactos, todos eles registados em Portugal. A empresa fixou-se na região de Oeiras em 1996 e é a partir de lá que opera todos os voos na Europa. fred_mendonca May 17th, 2006, 08:20 PM A sede é em Paço de Arcos, no edifício cristal. fred_mendonca May 17th, 2006, 08:24 PM Novo sistema de rega no Alqueva A empresa gestora da barragem de Alqueva anunciou ontem o lançamento de um concurso público para a construção do último bloco de rega do aproveitamento hidroagrícola do Monte-Novo, integrado no subsistema de rega do empreendimento. A empreitada vai possibilitar completar a área de rega do aproveitamento hidroagrícola do Monte-Novo, que permitirá "alimentar" cerca de 7.819 hectares agrícolas, distribuídos pelos concelhos de Évora e Portel, indicou a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas de Alqueva (EDIA). Com um investimento superior a 22 milhões de euros, o concurso prevê a construção de um bloco de rega com 2.381 hectares de área equipada, duas estações elevatórias, um adutor e um reservatório. Integrados também no subsistema de rega de Alqueva, segundo a EDIA, "já se encontram em fase de execução as empreitadas de construção dos segundo e terceiro bloco e em fase de adjudicação o bloco número um". A EDIA garante que, com as várias obras em curso ou com previsão de lançamento para breve, deverão ser criadas as condições para que, em 2009, estejam equipados pelo menos 20 mil hectares de novos regadios do empreendimento, além dos que já se encontram em exploração. JN (http://jn.sapo.pt/2006/05/17/sul/novo_sistema_rega_alqueva.html) Paulo2004 May 18th, 2006, 01:25 AM NetJets Europe vai investir 350M€ até ao final do ano DE com Lusa A NetJets Europe anunciou hoje que vai investir este ano mais 22,3% no negócio da aviação de luxo do que no ano passado, atingindo 445 milhões de dólares (350 milhões de euros). A empresa, controlada por Warren Buffet, apresentou hoje a sua estratégia para este ano, em que prevê a compra de perto de duas dezenas de aeronaves (jactos). A companhia é a primeira a introduzir o conceito pioneiro de "propriedade fraccionada", que permite aos clientes adquirirem uma parte do avião por 8,3 milhões de euros, no caso do Gulfstream 550 ou 25 horas de voo por 125 mil euros. Em 2005, a NetJets Europe foi a 9ª maior companhia aérea, à frente da Virgin Atlantic e da BMI, tendo actualmente uma frota de 104 jactos, todos registados em Portugal. A empresa opera a partir de Oeiras todos os voos na Europa. A NetJets investiu 250 mil euros em Portugal na nova sede e centro de operações em Laveiras (Oeiras), o qual é um dos mais modernos do mundo. Cerca de 1000 clientes juntaram-se à NetJets no ano passado, o que "representa um forte aumento em relação aos quatro anos anteriores", segundo afirmaram os responsáveis da empresa. A empresa de aviões a jacto tem como clientes os futebolistas Luís Figo, o brasileiro Ronaldo e a modelo Claúdia Schiffer. No ano passado, um em cada quatro jactos executivos entregues na Europa foram para a NetJets. Desde o início de Janeiro de 2004 a NetsJets Europe realizou mais de 1900 voos dentro e fora de Portugal, sendo que 7% dos pilotos são de nacionalidade portuguesa. Actualmente, a empresa tem 400 colaboradores, dos quais 78% são portugueses e está desde 1996 em Portugal, prevendo contratar, até final do ano, mais 350 pessoas. fred_mendonca May 18th, 2006, 06:19 PM A mesma notícia de uma forma diferente: Net Jets vai investir a partir de Oeiras 345 milhões em 28 jactos de luxo A NetJets Europa, empresa de aviação executiva da Berkshire Hathaway, do multimilionário Warren Buffet, vai investir este ano 445 milhões de dólares (345 milhões de euros) na aquisição de 28 novos aviões de luxo, prevendo comprar, em 2007, mais 30 jactos. A revelação foi feita ontem por Luís Filipe Pinto, director financeiro da NetJets Europa desde Abril, na apresentação das novas instalações do grupo em Laveiras, em Oeiras. O forte crescimento da empresa levou a que fossem criadas novas instalações, um projecto orçado em 250 milhões de euros, já que é aí que se encontra todo o centro de operações do grupo para a Europa. A empresa geriu, no ano passado, mais de 47 mil voos, um acréscimo de 36%, com destino a 562 aeroportos de 45 países e mais de mil clientes, entre executivos, VIP e decision makers. Luís Filipe Pinto adiantou ainda que a companhia pretende recrutar este ano 350 pessoas, das quais 60 em Portugal, além dos 150 pilotos que anualmente contrata. Na sede de Laveiras trabalham 400 pessoas, 24 horas sobre 24 horas, mais 500 membros de tripulações de diversas nacionalidades. Cerca de 78% dos colaboradores são portugueses. A NetJets Europa é hoje a nona maior companhia aérea, à frente da Virgin Atlantic e da BMI. Luís Pinto comparou a NetJets com a TAP - enquanto a NetJets opera cem jactos, a companhia aérea nacional possui 47 aviões e voa para 25 países. A NetJets voa para cinco aeroportos e aeródromos em Portugal: Portela, Faro, Évora e Francisco Sá Carneiro. Só para o mercado português, operou, nos primeiros quatro meses do ano em curso, 261 voos, mais 19,1% que no período homólogo de 2005. O acréscimo verificou-se essencialmente em Lisboa, Faro e Tires. William Kelly, CEO da companhia, revelou que, este ano, a NetJets Europa deverá já apresentar "resultados operacionais positivos e lucros em 2007". DN Arpels May 18th, 2006, 06:22 PM ja tiraram 5 milhões :bash: fred_mendonca May 18th, 2006, 06:41 PM Eles devem ter arredondado na outra notícia. Arpels May 18th, 2006, 06:48 PM era 345,9 e passaram a 350? :lol: fred_mendonca May 18th, 2006, 06:54 PM Basta ser 345 que dá para arredondar. Na escola, nos exames nacionais a partir de 9,5 é positiva pois arredondamos para 10. Arpels May 18th, 2006, 06:55 PM sim exacto, se fosse 344,9 ja não seria assim!! fred_mendonca May 20th, 2006, 02:40 PM NetJets multiplica emprego em Portugal A NetJets tem actualmente 60 vagas de emprego para preencher em Portugal, tendo registado um crescimento de 580% no número de efectivos desde 2002, para mais de 400 pessoas, anunciou a empresa de serviços de aviação executiva e privada esta quarta-feira. Em conferência de imprensa realizada no centro de operações da NetJets Europe, em Paço de Arcos (Oeiras), Luís Pinto, CFO da companhia, indicou que o número de colaboradores na empresa passou de 68, em 2002, para os actuais 400 que o grupo emprega em Portugal, número que não inclui os pilotos (40 há quatro anos, para os actuais 500). Aquele responsável adianta que a maioria das vagas são para níveis «sénior» e para preencher este ano e, de acordo com os responsáveis da empresa o processo de recrutamento tem uma duração média de um mês e a taxa de abandonos (para quem ali trabalha) é nula. O ritmo de contratação coloca a empresa como a 4ª mais activa em Portugal na área de recrutamento. Luís Pinto disse ainda, que a empresa instalada em Portugal desde 1996 tem uma relação «belíssima» com o Governo e não tem problemas com a Segurança Social ou com impostos. Dos 400 colaboradores que trabalham no centro de operações em Paço de Arcos (que funciona em regime non-stop), 78% são portugueses (entre os pilotos apenas 7% são portugueses), e os restantes são de diversas nacionalidades o que é justificado pelo carácter internacional da actividade de gestão e serviço de aviões particulares de propriedade fraccionada, cujo serviço (atendimento de clientes e tripulações) flui em cerca de 30 línguas diferentes a partir do edifício sito em Oeiras (próximo da Quinta da Fonte). Para o conjunto das empresas que o grupo NetJets Europe controla, a bolsa de emprego conjunta atinge 350 postos de trabalho a prover este ano. A subsidiária (NetJets Transportes Aéreos SA) que opera todos os voos na Europa a partir de Oeiras gere uma frota de mais de 100 aviões (de 10 tipos diferentes) – detidos por clientes-empresa e individuais de vários países em regime de proporiedade fraccionada -, além de serviços de aluguer de limousine, catering, etc. A NetJets opera mais 700 aeroportos na Europa, e a média de idade dos aparelhos tipo executive jet não chega a quatro anos, e a frota opera mais de 100 voos diários, cuja duração média pode ir de uma hora e pouco a cinco horas. Em 2005, a companhia realizou mais de 87.360 voos, em mais de 100 países. Os maiores fornecedores de frota são a Cessna e a Dassault (cerca de 30 a 40% do total de aviões para cada fabricante), seguindo-se a Raytheon, os quais realizam a assistência directa às aeronaves disse William Kelly ao Diário Digital, à margem da conferência. No entanto, a companhia tem 35 pessoas na área de manutenção, onde o tempo médio de experiência profissional é de 18 anos. Já entre os pilotos (25 estão em formação específica), o mínimo para fazer parte da companhia são 300 horas de voo. Cada avião da companhia opera com dois comandantes. Barragon May 20th, 2006, 07:28 PM Há bocado também vi que havia procura de emprego na TBZ. daniel322 May 22nd, 2006, 12:09 AM ^^ onde viste isso? Barragon May 22nd, 2006, 12:38 AM SIC noticias... [Smeagol] May 22nd, 2006, 09:19 PM Amorim Imobiliária investe 150M€ em novo centro comercial na Corunha DE com Lusa O presidente da comissão executiva da Amorim Imobiliária anunciou hoje o investimento de 150 milhões de euros na promoção do novo centro comercial Area Coruña, em Espanha, que deverá ser inaugurado em Novembro de 2007. Em comunicado, Rui Alegre, refere ter chegado a acordo com a Chamartin Imobiliária, através da sua filial especializada na promoção de centros comerciais Chamartin Ocio y Deporte, para a promoção de 50% do centro comercial na cidade galega. O futuro centro comercial integrará uma área bruta locável (ABL) de 65 mil metros quadrados e 170 espaços comerciais que permitirão ter "a oferta comercial mais diversificada de toda a cidade e a sua província". De acordo com a Amorim Imobiliária, as marcas comerciais mais importantes do sector já confirmaram a sua presença. Ambas as empresas vêm nesta parceria, "o início de um futuro envolvimento empresarial no sector imobiliário nacional e internacional", acrescenta ainda Rui Alegre. A Amorim opera no sector imobiliário em três áreas de negócio - Centros Comerciais, Escritórios e Residencial - gerindo actualmente activos num montante superior a mil milhões de euros, seguindo uma estratégia de internacionalização. traveler May 25th, 2006, 01:29 AM Sonaecom inicia as negociações com a Autoridade da Concorrência em Junho. A Sonaecom vai iniciar, no princípio de Junho, a negociação com a Autoridade da Concorrência dos remédios necessários para a autorização da concentração da empresa com a Portugal Telecom, disse um membro da comissão executiva da Sonaecom citado pela agência «Reuters». Adiantou que a Sonaecom vai propor à AdC remédios que vão «descansar» a Autoridade e que vão permitir que com a operação surjam benefícios para os consumidores em todos os mercados de telecoms, incluindo o dos móveis. Acrescentou que está disponível para negociar todo o tipo de «remédios», incluindo na área da distribuição, desde que não afectem as sinergias nos móveis - no valor estimado de dois mil milhões de euros (ME). Revelou que a Sonaecom foi contactada por vários interessados na compra de activos da PT, incluindo o negócio de cobre, o de cabo e a Vivo, neste último caso sem ser a Telefonica. «Vamos iniciar a negociação dos remédios com a AdC no início de Junho», afirmou um membro da comissão executiva da Sonaecom, num encontro com jornalistas. «Os remédios que vamos apresentar vão garantir que nos vários mercados (analisados) haverá benefícios para os consumidores e que em nenhum haverá prejuízos para o consumidor final», acrescentou. Quanto a um eventual ajuste em baixa do preço da OPA, reiterou que a Sonaecom não tem pressa. Portugues May 25th, 2006, 01:44 AM Cultura limita a compra de empresas pelos gestores In DE com Lusa O presidente da Associação Portuguesa de Capital de Risco e de Desenvolvimento (APCRI), Mário Pinto, lamentou hoje a persistência em Portugal de uma cultura "pouco ou nada" aberta a operações de compra de empresas por parte de gestores. "Os empresários portugueses não têm uma cultura de abertura à compra das suas empresas por gestores, de modo continuar o negócio, ao contrário do que acontece em Espanha e noutros países europeus", disse o responsável da APCRI. Falando à margem da 2ª edição da CapCorp Portugal sobre "Capital de Risco - Fusões & Aquisições", que hoje se realiza em Lisboa, Mário Pinto referiu ainda que o problema "não está na falta de dinheiro" para investir, mas sobretudo na "falta de atitude e ambição" dos empresários. Os empresários portugueses devem "ser mais receptivos" a operações de aquisição [do seu negócio] para que as empresas possam manter-se no futuro, sublinhou o responsável. Mário Pinto acredita que "a realização de operações de MBO (Management By Out), que são raras em Portugal, poderão aumentar nos próximos anos. "A tendência para o crescimento de MBO's no mercado global é cada vez maior", disse. Além disso, realçou que "não há falta de dinheiro em Portugal" e que o capital de risco deverá investir 500 milhões de euros até ao final do ano, embora não preveja que se registe um acréscimo "muito significativo" face a 2005. Os fundos de capital de risco sob gestão cresceram 20% em 2005, superando a barreira dos mil milhões de euros, embora este valor tenha sido "empolado" por uma única operação de "by out" no valor de 100 milhões de euros, bastante acima do montante médio do mercado português. Ainda, segundo dados disponibilizados pela APCRI, em 2005 foram criadas duas novas sociedades de capital de risco, tendo sido o valor médio dos fundos sob gestão, das 22 sociedades de risco, de 53 milhões de euros. A análise da origem de fundos por tipo de instituição revela que a banca e o sector público são, respectivamente, as que mais contribuem para o total do levantamento de fundos. daniel322 May 25th, 2006, 02:10 AM SIC noticias... thankx! :okay: é q eu queria ver s me metia lá na tbz.. :D traveler May 27th, 2006, 01:28 AM Garante a Galp Portugal vai ser o primeiro país da Europa a generalizar biodiesel Portugal vai ser o primeiro país europeu a generalizar o consumo de biodiesel, de forma a atingir até 5% do valor total de gasóleo vendido no mercado nacional. -------------------------------------------------------------------------------- Ana Suspiro asuspiro@mediafin.pt Portugal vai ser o primeiro país europeu a generalizar o consumo de biodiesel, de forma a atingir até 5% do valor total de gasóleo vendido no mercado nacional. A garantia é dada pela Galp Energia que é responsável pelo abastecimento de cerca de 95% do mercado português de combustíveis e que sublinha que a medida não terá impacto no preço final. A Galp tem já contratos firmados com dois produtores de biodiesel, a Torrejana de Torres Novas e a Iberol em Alhandra para garantir a partir de Junho a comercialização de gasóleo com uma percentagem até 5% de biodiesel, que é produzido a partir de oleaginosas. A petrolífera nacional, que vai juntar o biodiesel ao gasóleo produzido em Portugal e ao importado, tem previstos contratos com outros produtores à medida que estes iniciem a produção. O biocombustível é misturado no gasóleo nas refinarias da Galp e depois será comercializado pela sua rede de retalho e junto de grandes clientes. Portugal transpôs recentemente a directiva comunitária de promoção de biocombustível que prevê como meta indicativa que 2,75% do gasóleo consumido este ano em cada país seja de origem bio. A percentagem de 5% está indicada para 2009. Cristina Cachola, da Galp Energia, esclarece que esta iniciativa tem um impacto pouco significativo ou mesmo neutral em termos económicos para a empresa. Para garantir a competitividade do biodiesel face ao restante combustível, o Governo já aprovou uma isenção fiscal do imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP) para este produto, cujo objectivo é também promover a produção de biocombustíveis no mercado nacional. Enviar por mail Versão para impressão Para comentar esta noticia deverá ser membro registado no Canal de Negócios. [Smeagol] May 27th, 2006, 01:55 AM já sabia das metas pretendidas... não sabia é que éramos os mais avançados da europa... :okay: parece que este governo esta mesmo interessado em poupar na factura do barril de crude... é pena é estes pequenos passos só darem efeito a longo prazo na economia... ora vejamos :cheers: falta instalar 3000 MW em energia eólica, meta 2010 capacidade de instalar 5000 MW em energias das ondas, meta 2020 troca das centrais de carvão por centrais de ciclo combinado(gás natural), concurso a decorrer 5% dos combustiveis com biodisel, meta 2010 Portugues May 29th, 2006, 01:55 AM Se Portugal vai ser o primeiro país da Europa a generalizar biodiesel, o que será dos outros combustiveis? Vão continuar a subir? traveler May 29th, 2006, 07:37 PM Cimentos > 2006-05-29 18:14 Cimpor adquire 40% da Firmes y Hormigones por 4,19M€ DE com Reuters A Cimpor - Cimentos de Portugal anunciou hoje que adquiriu, através da sua subsidiária espanhola Corporación Noroeste de Hormigones y Áridos, um conjunto de participações representativo de 40% da Firmes y Hormigones SANI por 4,19 milhões de euros. A empresa adianta que subscreveu, "por igual preço unitário, um contrato de opção de compra de um lote adicional de participações sociais na mesma empresa, correspondente a 50% do respectivo capital". Explica que a empresa tem por actividade principal a extracção, classificação e comercialização de agregados - cerca de 600.000 toneladas/ano -, através da exploração de duas pedreiras na região de Badajoz, bem como a produção e comercialização de betão pronto - 150.000 metros cúbicos/ano -, dispondo de seis centrais na mesma região. "A Cimpor, através da sua subsidiária espanhola Corporación Noroeste de Hormigones y Áridos, adquiriu, no dia 29 de Maio de 2006, um conjunto de participações sociais representativo de 40% do capital da empresa Firmes y Hormigones SANI, pelo valor global de 4,19 milhões de euros", diz em comunicado. Publicidade Comentários [Smeagol] May 31st, 2006, 06:28 PM Se Portugal vai ser o primeiro país da Europa a generalizar biodiesel, o que será dos outros combustiveis? Vão continuar a subir? acho que não estas a perceber... o biodisel vai ser misturado combustiveis, ou seja, am cada 100 L de gasoleo, gasolina, etc. 5L seram de biodisel... o biodisel sai bastante mais barato que os restantes combustiveis, para alem de que não é poluente. Logo a entranda do biodisel só tem vantagens... -menos 5% de poluição em cada veiculo -reduz os preços no consumidor -reduz as importações de crude em 5% :cheers: Portugues May 31st, 2006, 06:37 PM E quanto o Estado cobra de impostos sobre o biodiesel? Portugues May 31st, 2006, 06:45 PM A Sonangol EP e a Sinopec (China Petrochemical Corporation) rubricaram quinta-feira 16 de Maio em Luanda, um acordo de Consórcio (Consortium Agreement) que visa definir a metodologia de trabalhos e as regras para o desenvolvimento do Projecto Sonaref. Repare nas diferenças! [Smeagol] May 31st, 2006, 07:32 PM E quanto o Estado cobra de impostos sobre o biodiesel? Para garantir a competitividade do biodiesel face ao restante combustível, o Governo já aprovou uma isenção fiscal do imposto sobre os produtos petrolíferos (ISP) para este produto, cujo objectivo é também promover a produção de biocombustíveis no mercado nacional. DaGaMa June 1st, 2006, 07:53 PM Tenho um grande amigo na Tocha (centro norte para os que não conheçem) que anda TOTALmente de graça com o carro dele. Não é com biodiesel mas sim com simples óleo de fritar que lhe é oferto por vários restaurantes. Gasta em média 150 L/mês, não afecta o rendimento do carro e a tranformação ficou-lhe em 200 e tal €. Um dos inconvenientes é que antes que chegue a algum lado já todos sabem quem é...cheira aos fritos. Mas o mais importante é que não é poluente, e claro, anda de borla. Também pode andar com óleo novo por +/- 60 cts/L. O outro inconveniente, se é que se pode falar de inconvenência, é o facto de ter de esperar um pouco antes de o pôr a trabalhar porque o óleo têm de ser aquécido para ter a fluidez necessária para uma boa circulação do óleo no circuito que vai do depósito as câmaras de combustão. Anda por ai um fulano a percorrer a europa com um sistema idêntico. Puto June 1st, 2006, 08:18 PM Ya..ja ouvi falar desse que anda a percorrer a Europa, isso mais tarde ou mais cedo tem de se começar a aplicar essas tecnicas à industria automovel, porque o petroleo para alem de ser poluente e caro esta-se a acabar... Arpels June 1st, 2006, 09:07 PM parece mais uma boa solução para o problema do petroleo, para este efeito tem de se usar motores k funcionem a diesel ne? :? fred_mendonca June 3rd, 2006, 01:01 PM 'Private equities' lançam OPA sobre a PT dentro de semanas A Portugal Telecom (PT) deverá ser alvo de uma OPA concorrente dentro de algumas semanas por parte de um consórcio de private equity (do qual Pais do Amaral faz parte) no valor de 14 mil milhões de euros, noticiou ontem o jornal britânico The Times. Porém, fonte ligada ao processo disse ao DN que este valor é especulativo, na medida em que nada foi nem será decidido antes de a Autoridade da Concorrência se pronunciar sobre a oferta da Sonaecom. Se esta OPA for chumbada, uma nova OPA nem sequer necessitaria de estar 5% acima do valor oferecido pela empresa de Paulo Azevedo. De acordo com o The Times, um consórcio formado pelas empresas Cinven, Permira, Providence, Blackstone, Texas Pacific e KKR estão a preparar uma OPA à PT no valor de 14 mil milhões de euros, o que representa, segundo os analistas dos Millennium bcp e BPI, uma oferta de 12,40 euros por acção da operadora, ou seja, mais 30% do que a contrapartida da Sonaecom (9,50 euros). O jornal britânico acrescentou que a Carlyle, do empresário Frank Carlucci (que tentou investir na petrolífera Galp), era outra das casas de private equity que tinha demonstrado interesse na PT, mas que decidiu permanecer "afastada" do "núcleo duro" que deverá lançar a OPA concorrente. Na notícia, não são citadas fontes nem é mencionado o nome de Miguel Pais do Amaral, que tem sido associado a este consórcio pelo mercado, ligação que nunca foi desmentida. Publicamente, o empresário afirmou estar em conversações com investidores internacionais para analisar a viabilidade de uma oferta concorrente à OPA lançada pela Sonaecom. Num comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), Pais do Amaral referiu que "foram iniciadas conversações com alguns investidores internacionais visando a formação de um consórcio cujo objectivo inicial será a análise e o estudo da viabilidade de uma oferta concorrente" sobre a PT. No mesmo documento, publicado no site da CMVM no dia 13 de Março, é destacado que "não existe qualquer acordo formalizado quanto à formação do referido consórcio, nem tão pouco existe ainda qualquer decisão definitiva de qualquer parte tomada nesse sentido". Além disso, "embora nesta fase seja ainda prematuro e incerto enunciar datas, pensa-se que o consórcio, a ser formalizado, sê-lo-á em um mês a contar da presente data". Por último, e para que não ficasse confirmado qualquer compromisso, o comunicado frisa que "a eventual constituição ou a efectiva formação do consórcio não é nem pode ser entendida como uma decisão para lançar uma oferta concorrente sobre o capital social da Portugal Telecom". Contactada pelo DN, fonte oficial do empresário Pais do Amaral, escusou-se ontem a fazer qualquer comentário sobre este assunto. Também a PT adoptou a mesma postura. No mercado de capitais, a informação veiculada pelo The Times teve um forte impacto, com as acções da PT a valorizarem 3,55%, para os 9 euros e 62 cêntimos (ver caixa em cima). Fonte: DN Barragon June 3rd, 2006, 08:58 PM :lol: OPÁ..... A PT vai ser xupada :lol: Arpels June 3rd, 2006, 09:23 PM fascistas :hilarious daniel322 June 3rd, 2006, 09:36 PM lol barra! tás com uma signature toda maluka!! :lol: Reflex June 3rd, 2006, 10:52 PM Eu gosto é do "Massss", parece que se está a referir ao John!!:lol::lol: traveler June 4th, 2006, 03:09 AM Concorre a auto-estrada Brisa entra nos Estados Unidos A Brisa realizou uma parceria com a subsidiária norte-americana da empresa inglesa Balfour Beatty, com vista a concorrer à construção e exploração de uma auto-estrada nos Estados Unidos, num investimento de 525 milhões de dólares. -------------------------------------------------------------------------------- Nuno Carregueiro nc@mediafin.pt A Brisa realizou uma parceria com a subsidiária norte-americana da empresa inglesa Balfour Beatty, com vista a concorrer à construção e exploração de uma auto-estrada nos Estados Unidos, num investimento de 525 milhões de dólares. Num comunicado a empresa de Vasco de Mello explica que o «memorandum of uderstanding» assinado com esta empresa tem como objectivo a criação de uma parceria «em partes iguais, para efeitos de participação no projecto referente à concepção, construção, financiamento, operação e manutenção da auto-estrada SH161, no Estado do Texas, nos Estados Unidos. As duas parceiras vão apresentar uma proposta conjunta ao Departamento de Transportes do Texas para ganharem o projecto que consiste numa auto-estrada com portagem com cerca de 18,4 quilómetros, que servirá o tráfego da cidade de Dallas e do aeroporto da cidade. A Brisa adianta que o investimento na construção desta auto-estrada está estimado em 525 milhões de dólares (408 milhões de euros) e entende que«esta parceria poderá potenciar a entrada em novos mercados fora da Europa, através do reforço operacional em países de destino da sua estratégia de internacionalização. Segundo tinha noticiado o Jornal de Negócios em Janeiro, a Brisa estava a estudar as diversas oportunidades de negócio no mercado norte-americano de concessões rodoviárias com portagens. No mercado internacional a Brisa está presente na América Latina através da brasileira CCR. Arpels June 4th, 2006, 11:17 PM a BRISA nos EUA :eek2: daniel322 June 4th, 2006, 11:21 PM :applause::applause::applause::applause: Reflex June 5th, 2006, 12:12 AM Pois, ja nao ha cá mais espaço...:lol: Don Pimpon June 5th, 2006, 05:10 PM Do jornal espanhol, CincoDias ************** La aerolínea Varig se juega la supervivencia esta semana en una subasta judicial Varias empresas brasileñas y un grupo de inversión europeo pugnan por el control de Varig, la que fuera aerolínea de bandera en Brasil, que se encuentra en suspensión de pagos desde hace más de un año. Patricia Caro / RÍO DE JANEIRO (05-06-2006) El futuro de Varig se decide el jueves (iba a ser hoy) en una subasta que la aerolínea brasileña celebrará en su hangar del aeropuerto de Santos Dumont, en Río de Janeiro. Marcelo Gomes, un interventor judicial de la consultora Álvarez & Marsal, dará a conocer las empresas nacionales e internacionales que se han interesado por la venta, que ofrece dos opciones: la empresa entera o en dos partes, el negocio doméstico y el internacional. En suspensión de pagos desde hace un año, Varig depende de la subasta para poder sobrevivir. 'Si la subasta no tiene éxito lo más probable es que desaparezca', advierte Richard Dubois, consultor del sector aeronáutico. 'No tiene ninguna credibilidad en el mercado, algunos de sus aviones están bloqueados sin poder volar... Si no tiene una inyección de capital inmediata su desaparición es cuestión de días o semanas', explica. Varig carece de ingresos para hacer frente a los gastos más inmediatos, como el combustible o los salarios. Sus deudas alcanzan los 8.000 millones de reales (2.800 millones de euros) y sus principales acreedores son las estatales BR Distribuidora, Infraero -que gestiona los aeropuertos- y Banco de Brasil. La que fue aerolínea de bandera de Brasil sigue operando gracias a una sentencia judicial que ha obligado a BR Distribuidora a aplazar el cobro del combustible que le suministra. También ha obtenido una sentencia favorable en los tribunales de Nueva York, que prorroga hasta el 13 de junio la protección judicial de los aviones alquilados a empresas estadounidenses. Acuerdo La subasta es fruto de un acuerdo entre la asamblea de acreedores, los trabajadores y el Gobierno. Las condiciones son que la venta de Varig como un todo tenga un valor mínimo de 860 millones de dólares y, si es escindida, la parte doméstica debe superar los 700 millones de dólares. El comprador no heredará las deudas. Las dos mayores aerolíneas brasileñas, TAM y GOL, se han interesado en la subasta. También Ocean Air, Aero LB (formada por la portuguesa TAP e inversores brasileños) y Azulis Capital, una empresa brasileña contratada por un grupo franco-suizo que no ha revelado su identidad. Las dos opciones con más posibilidades Ocean Air y TAM y el precio podría alcanzar mil millones de dólares. La cuota de mercado de Varig ha caído en un año del 31% al 19% en vuelos nacionales y del 79% al 71% en internacionales. Prueba de fuego en un año electoral Varig es la primera empresa a la que se va aplicar la nueva ley de quiebras, sancionada el año pasado, que permite vender sin traspasar las deudas, lo que facilita el mantenimiento de la actividad y su recuperación. El Gobierno está muy interesado en que la aerolínea no desaparezca, sobre todo por las elecciones de octubre. 'Una quiebra como esa en año electoral sería como mostrar el fracaso de la política económica', opina el consultor Richard Dubois. Por eso, el Banco Nacional de Desarrollo Económico y Social dará créditos al posible comprador, pese a que el préstamo que ofrecía para mantener la empresa hasta la subasta no se le concedió por considerar los proyectos inviables. fred_mendonca June 5th, 2006, 11:22 PM Força TAP, comprem a Varig. daniel322 June 6th, 2006, 12:15 AM será q é bom? o buraco financeiro da varig é enorme!! Portugues June 7th, 2006, 01:48 AM Força TAP, comprem a Varig. Com o dinheiro de Macau é bem mais fácil... Vivas ao Sr Comendador Stanley Ho. fred_mendonca June 7th, 2006, 02:42 AM seu grande amigo. Arpels June 7th, 2006, 11:16 AM a porca voltou :D Barragon June 7th, 2006, 03:23 PM Está in the brigue :D fred_mendonca June 7th, 2006, 08:49 PM Governo aprova compra da AEA pela Brisa DE O ministro Manuel Pinho decidiu dar provimento ao recurso interpostso pela concessionária relativamente à sua aquisição do controlo da AEA - Auto-Estradas do Atlântico, tomando assim uma posição contrária à que foi manifestada pela Autoridade da Concorrência (AdC). Manuel Pinho decidiu, no entanto, aplicar alguns 'remédios' ao negócio. Assim, entre estas medidas destinadas a garantir a posição dos consumidores estão a proibição de efectuar trabalhos de manutenção em simultâneo nas duas auto-estradas, a criação de tarifas especiais para utilizadores frequentes e a obrigatoridade da Brisa de lançar concursos internacionais na adjudicação de novas empreitadas - não só nestas duas estradas, mas em toda a sua rede. A Brisa encerrou a sessão de hoje na Euronext Lisbon a ganhar 0,85% para os 8,31€. fred_mendonca June 7th, 2006, 08:49 PM API tem previstos 14 mil milhões de euros para investimentos DE com Reuters A Agência Portuguesa de Investimento (API) tem em pipeline investimentos, com comparticipação estatal, na ordem dos 14 mil milhões de euros, disse Basílio Horta, presidente da API. O presidente adiantou que o ano de 2006 deverá registar investimentos totais, mobilizados através da API, entre 1.700 e os 2.200 milhões de euros. "No total temos em acompanhamento na API projectos da ordem dos 14 mil milhões de euros", disse Basílio Horta, durante um encontro promovido pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã. "Neste momento temos 1.000 milhões de euros que foram aprovados e com estes investimentos é realista dizer que até ao fim do ano ficaremos entre 1.700 e 2.200 milhões de euros de investimentos", adiantou. Basílio Horta adiantou que os investimentos contratados centram-se nas áreas do turismo, petroquímica, papel e software. Paulo2004 June 11th, 2006, 02:38 AM Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1% no primeiro trimestre deste ano face a igual período de 2005. Esta recuperação da economia portuguesa - divulgada ontem pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) - deve-se principalmente ao forte aumento das exportações, que subiram 7,2%, se bem que assente também no consumo privado. Apesar de positivos, os números suscitaram reacções diversas e cautelosas (ver ao lado). Aguardadas com expectativa, as Contas Nacionais Trimestrais do INE vieram mostrar que a procura externa líquida (ou seja as exportações líquidas das importações) contribuiu positivamente, em cerca de 1,0 pontos percentuais, para o crescimento da nossa economia. Tudo porque as exportações dispararam 7,2% em termos homólogos (enquanto as importações subiram 3%), impulsionadas pelos produtos químicos e metálicos e aparelhos de rádio, televisão e comunicações. Entre os serviços produzidos em Portugal com maior procura por parte de outros mercados destacaram-se os de arquitectura, engenharia e consultoria técnica. Na informação libertada, o INE ressalva, no entanto, que a aceleração das exportações e das importações poderá ter sido influenciada pelo facto de este primeiro trimestre de 2006 ter tido mais dois dias úteis do que o homólogo de 2005. Mais do que o crescimento em si, o factor mais relevante dos dados do INE é o de esta recuperação estar a fazer-se de forma saudável e consistente, pois baseia-se sobretudo nas exportações e não tanto no consumo (e endividamento) das famílias, como aconteceu no passado. Tudo isto indica ainda que as empresas portuguesas estão a conseguir vender mais no exterior, aproveitando assim a retoma da economia mundial e dos países que mais compram a Portugal, como a Alemanha. Mas a performance das exportações face às importações não foi, ainda assim, suficiente para impedir o agravamento do saldo da balança de bens e serviços, ficando este a dever-se ao elevado preço que o petróleo atingiu nos primeiros três meses do ano. Apesar de ter desacelerado face ao último trimestre de 2005, o consumo das famílias manteve-se, ainda assim, com um padrão de evolução positivo (com uma subida homóloga de 0,8%) e a contribuir também para a recuperação da economia. Já o investimento continuou a não cumprir o seu "papel" de motor de crescimento do PIB, ao manter-se em queda. Os dados do INE revelam que esta rubrica se mantém em terreno negativo (caiu 2,7% em termos homólogos), apesar de até ter registado um desagravamento face aos três últimos meses de 2005. O crescimento de 1% do PIB (contra 0,8% no final de 2005) vem confirmar a orientação das Previsões da Primavera da Comissão Europeia, que recentemente as reviu em alta, bem como as do Governo. Contudo, mesmo que este ritmo se mantenha não será suficiente para colocar Portugal a convergir com a média da União Europeia. Ontem foi também dia de o INE divulgar as estatísticas dos comércios extracomunitário e internacional, cujos resultados mostram que tanto num como noutro, as taxas de crescimento das exportações foram superiores às das importações, sendo que nestas assume especial relevo o grupo dos combustíveis. DaGaMa June 11th, 2006, 11:50 AM É uma boa notícia mas deve exigir-se muito mais porque enquanto não chegármos ao nivel médio europeu continuaremos a perder terreno face aos paises que cumprem com a média. Deve-se apostar mais fortemente na qualidade dos serviços prestados a clientes estrangeiros e deve-se fazer muito mais investimento na publicidade, no estrangeiro, de produtos portuguêses (Estou cá há quase 30 anos e não me lembra de ver uma publicidade com um produto português). A qualidade e a produtividade têm de andar de mãos juntas porque estamos perante mercados muito promissores como o Brasil e restantes paises latino-americanos. Devemos ser o elo entre esses paises e a europa...e...e...e... Há muito para fazer em Portugal mas nada que seja impossivel, não fossemos nós portuguêses. Barragon June 11th, 2006, 02:29 PM Há que ver que com essa notícia a passar nos media, também existe influência positiva. Não deviam era passar notícias más :lol: De qualquer forma penso que a produtividade vai aumentar assim que a geração antes do 25 de Abril saia do mercado de trabalho, isto porque a maioria nao tem a 4ª classe. Estou a generalizar... mas é um pouco isso. Arpels June 11th, 2006, 02:48 PM é verdade Barra :yes: so com o desaparecimento dos Doutores e Engenheiros k passaram nas administrativas pós 25 de Abril com a 4ª. classe é k a coisa melhorará. Barragon June 11th, 2006, 02:58 PM Nós fomos sempre o país da europa com maior taxa da analfabrutos. Arpels June 11th, 2006, 03:00 PM especialmente mais brutos :rofl::rofl: traveler June 16th, 2006, 01:11 AM Thu, 15th: Closure of GM plant a ‘done deal’ Workers at a closure-threatened General Motors car plant in Portugal said Wednesday that they were convinced the factory would be shut down and relocated to Spain in a move by the US-Auto giant to cut its production costs. In comments to Lusa, Luis Silveira, head of the car workers union at the GM plant near Lisbon, said he seen an email sent earlier the same day from GM management saying the factory would shut and be relocated to Zaragoza in northern Spain. Arpels June 16th, 2006, 12:25 PM pois a fabrica da GM na Azambuja passa directamente de fabrica modelo a fabrica fechada :bash: Reflex June 16th, 2006, 11:05 PM Afinal qual era o(s) modelo(s) que lá se fabricava(m)? Arpels June 16th, 2006, 11:22 PM o Combo Reflex :yes: Reflex June 17th, 2006, 12:37 AM Só esse? É que eu tinha ideia que sim, mas recentemente disseram-me que se fabricavam lá mais, pelo que fiquei na duvida...:dunno: Barragon June 17th, 2006, 10:55 AM Era só o combo sim. [Smeagol] June 17th, 2006, 01:14 PM Neo aposta no mercado eólico dos EUA e Europa A nova gestão da EDP quer rever o plano de investimentos de 1.800 milhões de euros para este segmento, delineado por JoãoTalone. A Neo, braço ibérico da EDP para as energias renováveis, vai apostar no mercado eólico norte-americano e europeu, com vista a posicionar-se no ‘ranking’ das dez maiores do mundo neste sector. O interesse pelos Estados Unidos reside na sua taxa de crescimento médio anual, situada nos 2.000MW. O actual sistema regulatório do Brasil afasta, para já, o país das intenções de internacionalização. A par do gás natural, o sector eólico será o que mais investimento irá absorver no âmbito do novo plano estratégico da EDP, que será apresentado no próximo mês, afirmou, ontem, em conferência de imprensa, o presidente da empresa, António Mexia. Actualmente, o único alvo de internacionalização da eléctrica nacional, fora de Portugal e Espanha, é a França, resultado da aquisição dos activos da holandesa Nuon, no final de 2005. Este país é igualmente umas das prioridades da EDP, estando a encetar negociações com parceiros locais, para assegurar a expansão em 200Mw neste segmento, ainda este semestre. A aquisição de activos em Espanha é outra das alternativas em estudo. A Neo mantém como objectivo, até 2008, ultrapassar os 3.000MW de energia eólica na península ibérica, número que não inclui os 1.000 MW a que a EDP está a concorrer em Portugal. Objecto de revisão, admite António Mexia, poderão estar os cerca 1.800 milhões de euros de investimento programados para 2006-2008 pela anterior administração, liderada por João Talone. Em causa estavam, para este período, 3.380MW, dos quais 2.880MW na península ibérica e 500MW no resto da Europa, estes últimos agora apontados para o horizonte de 2010. António Mexia referiu ainda que este montante está dependente da capacidade de execução dos projectos em carteira e da identificação dos problemas que permitam superar esta meta, como garantias locais para instalação dos parques eólicos, licenças ambientais e o ‘project manegement’. A Neo, que controla 10% do mercado ibérico, ultrapassou ontem o patamar dos 1.000 MW em exploração, com a inauguração do parque de Belchite, em Aragão, projecto que representa um investimento de 52 milhões de euros relativos a uma potência instalada de 49,5MW. No final do primeiro trimestre a NEO registou 63 milhões de receitas e uma EBITA de 40 milhões de euros, empregando 200 pessoas. HC investe 190 milhões em produção A HC vai reforçar a produção de electricidade a gás natural com investimentos de 190 milhões de euros. A empresa iniciou a construção de 400MW na central de Castejón, passando a dispor, actualmente, de uma capacidade total, em Espanha, de cerca de 1.600 MW. Na sua lista de activos, consta já a unidade de Aboño. Fora desta lista, e a aguardar desenvolvimentos, está a central térmica de Sotto Ribera com 645 MW cuja entrada em funcionamento estava prevista para Junho de 2008. Dificuldades com a autarquia local quanto às linhas de transporte de electricidade estão na origem do atraso de construção, cujas obras ainda não arrancaram. Por: Ana Maria Gonçalves com Catarina Beato Diário Económico daniel322 June 17th, 2006, 06:10 PM humm.. será q as torres eolicas em estudo na UC são p aplicar aqui? Arpels June 17th, 2006, 09:40 PM em principio serão para qualquer mercado k as compre ne? :dunno: daniel322 June 17th, 2006, 10:03 PM sim, claro, mas esse projecto universitario vir a publico na emsma altura q a EDP se tenta expandir na área da energia eolica talvez não seja coincidencia.. Arpels June 17th, 2006, 11:50 PM não deve ser mesmo ate pk a EDP esta por traz da empresa k ira comercializar estas torres :D [Smeagol] June 18th, 2006, 04:16 PM 16/06/2006 Grupo Pestana investe 5 M€ na remodelação do Casino da Madeira O Grupo Pestana, através da ITI-Investimentos Turísticos, anunciou que vai investir cinco milhões de euros na remodelação do Casino da Madeira, num prazo de cinco anos, com vista a melhorar o complexo e torná-lo mais moderno. De acordo com Luigi Valle, administrador do Grupo Pestana, citado pelo jornal Construir, estima-se que 70 % do investimento total seja feito logo no primeiro ano. As obras de melhoramento destinam-se ao rés do chão, onde actualmente está a sala de slot machines, e ao primeiro andar do Casino da Madeira. No primeiro caso, vai ser criada uma área mista, com máquinas e banca, e no 1º andar vai ser dado mais destaque à componente de animação. Prevê-se que a obra principal esteja concluída no segundo semestre de 2007. Arpels June 18th, 2006, 07:54 PM pois bem precisa de ser modernizado o casino do Funchal :yes: fred_mendonca June 19th, 2006, 01:45 AM o hotel que está ao lado é que é um espectáculo, tive lá hospedado e era só luxos. Arpels June 19th, 2006, 01:47 AM tb precisava de uma melhoria arquitectonica, tas a falar daquele comprido ne? acho k é o pestana hotel actualmente!! Arpels June 19th, 2006, 01:59 AM http://i9.photobucket.com/albums/a51/mirim1/casinofunchal1.jpg http://i9.photobucket.com/albums/a51/mirim1/casinofunchal2.jpg daniel322 June 19th, 2006, 02:09 AM gosto do aspecto q tem à noite.. Arpels June 19th, 2006, 02:19 AM é do brilho das luzes :) traveler June 19th, 2006, 02:22 AM Sakata Manufacturing (Japan) and Inor (Portugal) have signed a joint venture to establish a construction and building materials plant at Famalicão (north). Roofzip will manufacture metallic roofing. Apart from the domestic market the JV will supply markets in Galicia (north west Spain) and Morocco, both areas in expansion. Roofzip is 51% held by its Portuguese partner. The joint venture expects year one turnover will be €5-6 million more than the Portuguese operation invoiced in 2004. Firm figures were not given and the size of the investment was not disclosed. The Japanese partners will provide technology to the venture. Barragon June 20th, 2006, 09:26 AM Mais emprego :D Arpels June 20th, 2006, 10:53 AM ya bem são precisos :yes: Petronius June 20th, 2006, 03:29 PM gosto do aspecto q tem à noite.. tem um aspecto kitsch :sleepy: daniel322 June 20th, 2006, 04:42 PM para ser sincero nem gosto do edificio mas à noite com akela iluminação nem fica mal.. traveler June 22nd, 2006, 11:37 AM Exploração de Petróleo em Portugal > 2006-06-22 06:30 Galp procura petróleo na costa portuguesa António José Gouveia e Ana Maria Gonçalves O governo prepara-se para atribuir à Galp e à petrobras concessões para a prospecção e exploração de petróleo em águas profundas ao largo do Alentejo e Peniche. O Consórcio terá três anos para pesquisar a costa portuguesa. O Governo vai adjudicar directamente à Galp Energia e à Petrobras a pesquisa e exploração de petróleo na costa marítima portuguesa em águas profundas, apurou o Diário Económico. Esta decisão, que será anunciada nos próximos dias pelo ministro da Economia, Manuel Pinho, vem no seguimento de uma intenção de reforço de parceria entre as duas petrolíferas nesta área. (Para obter mais informação, consulte a edição em papel do Diário Económico) Arpels June 22nd, 2006, 12:12 PM li hoje de manhã mas sera mais prospecção para ja k exploração visto não se saber se existem quantidades de petroleo que compenssem a exploração!! [Smeagol] June 22nd, 2006, 07:43 PM era do melhor descobrirem ai uns poços com umas quantidades apeticiveis... :) pois pelo menos por mais 15 anos o petroleo ainda vai ser o rei...:( daniel322 June 29th, 2006, 03:48 AM Portugal passou a ter, desde ontem, uma nova referência mundial em ciência a tecnologia de saúde. A abertura do novo laboratório para a criopreservação de células estaminais da Crioestaminal deu-lhe esse estatuto «Este será um laboratório de topo a nível mundial. Estará em condições de acolher células estaminais de outros países, como irá acontecer em breve com a Espanha, e constitui uma oportunidade de posicionar o país, através do Biocant Park, como um pólo de referência na área da biotecnologia». Foi assim que o director-geral da Crioestaminal, Raul Santos, definiu a importância da instalação no Parque Tecnológico de Cantanhede deste laboratório que, dotado de tecnologia de ponta, irá permitir a criopreservação de células estaminais no território nacional, bem como o desenvolvimento de investigação médico-científica nesta área. De acordo com este responsável da Crioestaminal, o desenvolvimento deste laboratório «cumpriu os mais rigorosos padrões internacionais», nomeadamente no que se refere à qualidade e segurança das instalações e equipamentos. Com uma plêiade de convidados ligados à área científica, como o presidente da Sociedade Portuguesa de Células Estaminais e Terapia Celular, o investigador da Universidade do Minho, Rui Reis, o responsável da Crioestaminal enfatizou «o orgulho das pessoas que trabalham» e sentem diariamente a empresa a crescer, mas também o orgulho de ter na sua equipa pessoas «com uma elevada formação na área das ciências da saúde», doutorados, mestres ou licenciados, «principalmente pela Universidade de Coimbra. Este projecto ontem inaugurado, referiu Raul Santos, «não é com certeza o último destino» da Crioestaminal. A construção de laboratórios próprios representa, frisou, «um passo determinante para o início de um novo ciclo de igual sucesso». É que, a partir de agora, esta empresa está em condições de processar e armazenar todas as amostras recolhidas em Portugal, como também em condições de inverter o cenário que vigorou durante três anos «e começar a receber unidades de sangue recolhidas noutros países». Relativamente a este assunto, Raul Santos adiantou que existem vários contactos provenientes de Espanha, de pessoas e entidades «que mostraram bastante interesse em trabalhar com a Crioestaminal no mercado espanhol». De acordo com Raul Santos, os laboratórios da empresa irão permitir, «muito em breve», diversificar os serviços para o campo da biologia molecular e, em particular, do diagnóstico molecular. Conhecer sexo dos bebés às oito semanas de gravidez «Nessa medida criámos uma nova entidade, a Genelab – Diagnóstico Molecular, que irá dedicar-se a esta nova área na qual a Crioestaminal está também empenhada», referiu, elucidando que para o desenvolvimento desta nova área, foi estabelecida uma parceria com a Clínica de Genética da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, com a qual está [a Crioestaminal] a trabalhar «num projecto de investigação na área do diagnóstico pré-natal não evasivo». No seguimento deste projecto, referiu Raul Santos, a Genelab irá lançar brevemente um serviço inovador no mercado português e europeu, «o qual irá permitir efectuar a determinação do sexo dos bebés a partir das oito semanas de gravidez», reduzindo-se assim drasticamente o tempo necessário para se saber o sexo fetal. Este teste é efectuado recorrendo a uma pequena amostra de sangue da grávida «e a técnicas de biologia molecular que permitem detectar material genético» do bebé que circula no sangue materno a partir das primeiras semanas de gestação. «A determinação precoce do sexo fetal pode ter interesse clínico, nomeadamente nas doenças ligadas ao sexo», sustentou o responsável da Crioestaminal, referindo, ainda, que para além do diagnóstico pré-natal invasivo, a Genelab irá também dedicar-se «ao diagnóstico de doenças infecciosas, genéticas e oncológicas». Na sua alocução, Raul Santos realçou, também, a aposta que a Crioestaminal tem feito na investigação, à qual não é alheia a formação de base da maioria dos seus promotores. A empresa possui um departamento de I&D e encontra-se a desenvolver alguns projectos em parceria com algumas entidades, nomeadamente com o Biocant e com, o Instituto de Medicina Molecular de Lisboa. Projectos que estão a decorrer, explicou Raul Santos, «inseridos numa candidatura aprovada pela Agência de Inovação», num investimento total a quatro anos de cerca de 600 mil euros. «Termos aprovado um regulamento de bolsas de investigação científica pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, confere-nos o direito de atribuir bolsas a investigadores que queiram participar nos nossos projectos», concluiu. A cerimónia de inauguração contou com a presença do antigo e actual presidente da câmara de Cantanhede (Jorge Catarino e João Moura), com o presidente da ARS Centro, Fernando Regateiro, director regional da Economia do Centro, Francisco Pegado, director científico do Biocant, Carlos Faro, entre outras personalidades, que, no final, visitaram as instalações da Crioestaminal in diario de coimbra Barragon June 29th, 2006, 09:32 AM :applause: Boa.... cada vez estamos mais no futuro. Arpels June 29th, 2006, 11:19 AM fixe sim sr :yes: traveler July 4th, 2006, 03:04 AM A taxa de desemprego em Portugal desceu para os 7,5 por cento em Maio, menos uma décima que o registado em Abril. Segundo o Eurostat, o desemprego em Portugal atingiu em Maio, o valor mais baixo em quase um ano. Se agruparmos por sexos, a taxa de desemprego registada em Maio, tanto nos homens como nas mulheres, manteve-se estável face ao mês anterior, com 6,6% e 8,6% respectivamente. Por idades, a taxa de desemprego entre pessoas com menos de 25 anos foi de 15,3% em Maio, registando menos duas décimas que no mês de Abril. Com 25 anos e mais, a taxa de desemprego manteve-se estável face a Abril, com 6,7%. Quanto à taxa de desemprego na Zona Euro baixou em Maio para os 7,9%, face aos 8% registados em Abril, e seguiu estável nos 8,2% no conjunto da União Europeia, segundo dados divulgados esta segunda-feira pelo Eurostat. Em Maio de 2005, a taxa de desemprego nos 12 países da Zona euro foi de 8,7% e de 8,8% na Europa a 25, uma vez que a tendência interanual é de um progressivo decréscimo. Em Espanha, o desemprego em Maio permaneceu estável nos 8,3%. traveler July 4th, 2006, 11:43 AM Auchan investe 177 milhões e cria 2.220 empregos até 2008 A “holding” Auchan Portugal vai aplicar 177 milhões de euros até 2008,na abertura de três unidades – Viseu, Torres Vedras e Amadora – e na transformação do hipermercado de Alfragide em centro comercial, noticia hoje o Jornal de Negócios. -------------------------------------------------------------------------------- Isabel Aveiro ia@mediafin.pt A "holding" Auchan Portugal vai aplicar 177 milhões de euros até 2008,na abertura de três unidades – Viseu, Torres Vedras e Amadora – e na transformação do hipermercado de Alfragide em centro comercial, noticia hoje o Jornal de Negócios. Os planos irão gerar2.200 postos de trabalho directos. O grupo que opera já 15 hipermercados em Portugal realizou na passada semana uma parceria com a A.C. Santos e com a Ulmar para a gestão comum de "stocks". Paulo2004 July 5th, 2006, 01:52 AM A proposta do Agrupamento Eólicas de Portugal à fase A do concurso para atribuição de potência eólica prevê um investimento global de 1,51 mil milhões de euros e a criação de 1.800 novos postos de trabalho. O agrupamento constituído pela EDP, Finerge, Generge, Térmica Portuguesa e pela Enercon garante, com a proposta ontem apresentada, que Portugal “passará a dispor de um projecto industrial, que disponibilizará a produção e a oferta” da totalidade dos componentes e serviços “necessários à instalação e à posterior operação de um parque eólico”. O grupo, que concorre à atribuição de entre 800 a mil megawatts de potência eólica, prevê a construção de quatro fábricas em Viana do Castelo com soluções tecnológicas promovidas pela Enercon, que visa criar ainda “um centro de competências de primeira linha em Portugal”, ou seja um «cluster» industrial, “competitivo e de referência a nível mundial”, disse aos jornalistas o responsável pelo consórcio, Aníbal Fernandes. No âmbito do «cluster» está prevista ainda a criação de outras três fábricas de raiz – uma delas do grupo alemão Saertex – e a agregação e ampliação de diversas unidades industriais portuguesas, acrescentou. Para além das fábricas, o projecto do AEP prevê a produção e instalação de 48 parques eólicos, situados essencialmente nas regiões Norte, Centro, Oeste, Lisboa e Algarve. Esta distribuição garantirá uma maior harmonia na injecção de energia na rede, garantiu Aníbal Fernandes fred_mendonca July 7th, 2006, 02:16 PM Portugal: Indicador avançado OCDE com 10ª subida em Maio O indicador avançado da OCDE para Portugal voltou a subir em Maio, pelo décimo mês consecutivo, para o valor mais alto desde há cinco anos, indicou hoje a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE). O indicador, que mede o comportamento da economia, atingiu os 100,1 pontos, uma subida de 1,3 pontos em relação ao mês anterior, em aceleração face ao crescimento do mês anterior, que foi de 0,5 pontos. Segundo os dados divulgados pela OCDE, o nível atingido pelo indicador para Portugal é o mais alto desde Março de 2001. A taxa de variação a seis meses do indicador para Portugal, que visa identificar pontos de viragem do ciclo económico com uma antecedência de nove meses, continuou igualmente a melhorar, para 6,9% em Maio, uma subida de 2,2% face ao registado em Abril, indiciando assim uma subida da actividade económica. Diário Digital / Lusa Arpels July 7th, 2006, 02:27 PM boa, 1,3 esta razoavel :applause: ena 1500 milhões para a heolica :eek2: Reflex July 7th, 2006, 02:29 PM Confesso que dá gosto vir a este thread!!:okay: Arpels July 7th, 2006, 02:32 PM da sim senhor mas não podemos esquecer a GM :evil: vai lixarnos em breve mas ate la ainda muita agua passara debaixo da ponte, a proposito de GM ontem vi uma noticia que a GM se prepara não so para sair de Portugal como de Espanha e outros paises da Europa dos 15 desviando a produção para a Europa de Leste tanto de componentes como viaturas!! Arpels July 8th, 2006, 12:15 PM Banca 17:27 António Horta Osório é o novo CEO do Abbey National Foi hoje anunciado que o presidente da Comissão Executiva do Santander Totta vai assumir a liderança do sexto maior banco britânico, ficando, no entanto, com a presidência não executiva do Conselho de Administração do Santander Totta. DE Segundo um comunicado hoje emitido pelo Grupo Santander, "no seguimento da demissão, por motivos pessoais, apresentada por Francisco Gomes Roldan, como presidente da Comissão Executiva do Abbey National Bank", foi decidido que António Horta Osório, actualmente Presidente da Comissão Executiva do Banco Santander Totta ir assumir o cargo de CEO do Abbey National Bank. António Horta Osório irá assim cessar funções executivas no Banco Santander Totta, assumindo, no entanto, a Presidência não executiva do Conselho de Administração do Banco. Em substituição de Horta Osório, Nuno Amado, actualmente Vice-Presidente da Comissão Executiva do Banco Santander Totta, passará a ser o Presidente executivo do Banco. Barragon July 8th, 2006, 02:08 PM O que custa é o arranque.... porque depois o governo tem os seus frutos. Só espero que não sejam burros e mudarem para os social democratas de novo. Arpels July 8th, 2006, 02:24 PM é o mais provavel, agora entras tu amanhã entra o outro e assim por diante :bash: traveler July 9th, 2006, 02:46 PM How to beat productivity gap According to a Espírito Santo Bank research paper cited by the German Portuguese Chamber of Commerce and Industry (Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã-CCILA) Portugal’s national productivity index is lower than the average of the most productive European countries. Three years ago it stood at 46.9% (on a scale of 0-100%) among the 12 eurozone countries measured. Performance by Germany was 99.4%, Spain, 92.4% and Greece, 68.5%. According to Oliver Raudszus of CCILA a key productivity issues relates to work processes. He said there is a need to improving planning processes which should be efficient, save time and cut production costs; management planning, where many SMEs are inefficient and failing to organise so as to maximise target achievement, with many processes currently far too “curvey”. He said investment in human resources was also critical, to secure modern production know-how and interact with the workforce in continuous training – brainstorming sessions where the staff regularly contribute ideas and suggestions for improving processes and organisation and methods. He said the Volkswagen Autoeuropa plant at Palmela was a prime example of the success of continuous training methods. “Autoeuropa today is the third most efficient motor vehicle plant in the entire Volkswagen group” he said. [Smeagol] July 26th, 2006, 02:11 AM Lucro do BCP sobe 31% no primeiro semestre O BCP anunciou hoje que o seu lucro cresceu 31% para os 396 milhões de euros nos primeiros seis meses do ano, acima das estimativas dos analistas, os quais previam em média um lucro de 381,3 milhões de euros. DE com Reuters O Millennium bcp - primeiro grupo bancário privado de Portugal - afirma que a margem financeira ascendeu, neste período, a 706,4 milhões de euros contra os 664,5 milhões de euros registados nos primeiros seis meses de 2005. Uma Poll de nove analistas previa que o lucro do BCP se tivesse fixado entre os 368 e 393 milhões de euros com a média em 381,3 milhões de euros e que a Margem Financeira - Net Interest Income - se tivesse situado entre os 705,2 e 734,8 milhões de euiros com o ponto médio em 717,9 milhões de euros. "Os resultados alcançados no primeiro semestre de 2006 registam um expressivo crescimento de 30,7% face ao período homólogo do ano anterior", afirma Paulo Teixeira Pinto, Chief Executive Officer do BCP, citado no comunicado com os resultados. Adianta que estes resultados confirmam "a evolução muito positiva que o banco tem vindo a obter, assente num forte crescimento da margem e comissões nas operações internacionais (+46%) e num rigoroso controlo de custos em Portugal (-4,4%, em base recorrente)". "Registamos com particular agrado a evolução do rácio de eficiência (recorrente) que apresenta uma melhoria anual de cinco pontos percentuais, cifrando-se em 59,4% em termos consolidados e em 55,3% em Portugal, em clara consonância com os nossos compromissos públicos", frisa. Salienta ainda "a boa evolução do crédito à habitação, que em base anual consolidada cresceu 21% e o crédito total concedido nas operações internacionais, que apresenta um crescimento de 46%". Sobre a Oferta Pública de Aquisição lançada sobre o BPI , o CEO do BCP frisa que se trata de "um processo longo e complexo, que conheceu importantes desenvolvimentos nos últimos meses, de que destaco as decisões, já finais, de não oposição do Banco de Portugal, emitida em 12 de Junho, e do Instituto de Seguros de Portugal, de 4 de Julho". "De referir ainda a decisão da Autoridade da Concorrência de passar à fase de investigação aprofundada um conjunto delimitado de mercados e áreas de negócio, decisão em linha com as nossas expectativas, e que constitui um importante passo no desenrolar do processo, que tem decorrido no mais elevado espírito de cooperação", sublinha. "Verifica-se, pois, que, passo a passo, se vão cumprindo as necessárias etapas da Oferta, contribuindo assim Lucro do BES sobe 34,7% e supera expectativas O lucro semestral do Banco Espírito Santo (BES) subiu 34,7% para 200,7 milhões de euros (M€), acima das expectativas dos analistas e suportado pela subida da margem financeira e das comissões, bem como a descida das provisões. DE com Reuters O BES, segundo grupo bancário privado de Portugal, adianta que a margem financeira ascendeu, neste período, a 392,7 M€ contra 345,7 M€ nos primeiros seis meses de 2005. Seis analistas previam que o lucro líquido consolidado do BES se tivesse fixado entre 181,1 e 195,2 M€ com a média em 188,6 M€ e estimavam uma Margem Financeira - Net Interest Income - entre 376 e 401 M€ com o ponto médio em 385,3 M€. No primeiro semestre de 2006, as comissões subiram 10,6 pct para 282,5 M€ e os ganhos de trading aumentaram 5,8% para 125 M€, tendo as provisões líquidas descido 30,6 pct para 101,5 M€ com as provisões para crédito a caírem 34,3% para 79,2 M€. O produto bancário comercial subiu 12,3 pct para 675,2 M€ com o da área internacional do BES a crescer 15%. O crédito a clientes (incluíndo securitizado) subiu 13,6% para 37.364 M€, enquanto os recursos totais de clientes subiram 9,7% para 42.670 M€, os recursos de clientes de Balanço aumentaram 10,6% para 26.599 M€ e os depósitos aumentaram 11,6% 22.895 M€. "Este forte dinamismo deverá permitir ao Grupo obter ganhos na quota de mercado", refere o BES em comunicado. "Anualizando o resultado no semestre, apura-se um ROE (Return on Equity) de 17,6% e ROA (Return on Assets) de 0,81%, valores significativamente superiores aos apurados para todo o exercício de 2005 (13,5% e 0,61%), adianta. Realça que houve uma redução do nível de sinistralidade, com o rácio de Crédito Vencido há mais de 90 dias/Crédito Total a cair para 1,24% contra 1,50% em Junho de 2005 e o correspondente rácio de cobertura a subir para 199% face aos 181% anteriores. Frisa que os rácios de capital (core TIER1 de 7,0% versus 4,7%) reflectem os efeitos do aumento de capital, "posicionando o Grupo em patamares de solvabilidade bastante confortáveis e potenciadores do desenvolvimento da actividade e crescimento nos próximos exercícios". A concretização do aumento de capital do BES traduziu-se num encaixe de 1.380 M€, tendo a Bespar reduzido a sua posição para 40% contra 41,98% anteriormente, enquanto o Credit Agricole subiu para 10,8% versus 8,81%. O BES explica que as maiores exposições accionistas da carteira de Activos Disponíveis para Venda continuam a evidenciar ganhos potenciais expressivos antes de impostos ou seja 442,6 M€ contra 472,1 M€ em Dezembro último. Refere que os custos operativos, numa base comparável, se mantiveram estabilizados nos 431 M€, "conduzindo a novos ganhos de eficiência": o Cost to Income (com mercados) baixou para 53,8 BCP vai apresentar pedido para constituir um banco de raíz na Roménia O Millennium BCP vai apresentar, junto das autoridades romenas, um pedido para constituir um banco de raiz na Roménia, esperando ter o processo pronto até ao final de Setembro, disse Paulo Teixeira Pinto, Chief Executive Officer (CEO) do BCP. DE com Reuters "Esperamos apresentar o pedido junto das autoridades da Roménia (...). Pensamos ter o processo pronto ainda antes do final de Setembro", afirmou na conferência de apresentação dos resultados semestrais do banco. "Será o segundo banco de raiz que vamos promover em menos de um ano", adiantou. O BCP lançou, há alguns meses, as bases para a constituição de um banco em Angola, tendo Paulo Teixeira Pinto referido que o BIM em Moçambique é para manter e desenvolver. Frisou que apenas está disponível para vender a operação JohnnyMass July 26th, 2006, 02:21 AM São uns ladrões...comissões para tudo e mais alguma coisa, juros cada vez mais altos, taxas para levantar dinheiro no multibanco, cortes no pessoal... e o tuga paga que se lixa. TeKnO_Lx July 26th, 2006, 02:22 AM acho bem! :applause: ( matem-me :D) Arpels July 26th, 2006, 11:19 AM chulos :sleepy::gunz: traveler July 26th, 2006, 01:05 PM A BP vai investir 23 milhões de euros num parque de armazenagem no Porto de Aveiro. O contrato de concessão é assinado esta quarta-feira. O parque terá uma capacidade de armazenamento para combustíveis líquidos de cerca de 120 mil m3, segundo a BP. A assinatura do contrato de concessão para a construção, instalação e exploração comercial do parque acontece às 12 horas, na sede da APA, no Porto de Aveiro. Barragon July 26th, 2006, 01:10 PM Os bancos estão cada vez mais chulos...... [Smeagol] July 26th, 2006, 01:15 PM 26/07/2006 Sonae Sierra compra terreno vai construir novo shopping na Alemanha A Sonae Sierra, especialista na promoção de centros comerciais, acaba de adquirir um terreno, localizado no parque comercial de Weiterstadt, na Alemanha, para a construção de um centro comercial e de lazer. Segundo informou a empresa, em comunicado, a licença de construção, que deverá ter início no final de 2006, foi emitida em Novembro de 2005, e a abertura ao público está prevista para o Outono de 2008. O terceiro projecto da Sonae na Alemanha representa um investimento total de 200 milhões de euros, e terá uma Área Bruta Locável (ABL) de cerca de 56.200 metros quadrados, divididos por quatro pisos. O parque de estacionamento tem 2.750 lugares previstos. Em comunicado, a Sonae explica que a compra deste terreno de 62 mil metros quadrados faz parte da sua estratégia de expansão no mercado alemão. Recorde-se que a Sonae Sierra está actualmente a desenvolver mais dois centros comerciais e de lazer na Alemanha, o Alexa em Berlim e o 3do, situado sobre a estação de comboios em Dortmund. Centros Comerciais Portugal AlgarveShopping ArrábidaShopping CascaiShopping Centro Colombo Centro Vasco da Gama CoimbraShopping Estação Viana GaiaShopping GuimarãeShopping LoureShopping MadeiraShopping MaiaShopping NorteShopping Parque Atlântico RioSul Shopping Serra Shopping ViaCatarina projectos Centro Comercial e de Lazer de Évora Lima Retail Park Setúbal Retail Park VIII Avenida Espanha Avenida M40 Dos Mares Gran Casa La Farga Luz del Tajo Max Center Parque Principado Plaza Éboli Plaza Mayor Valle Real Zubiarte projectos El Rosal Plaza Mayor Shopping Itália Airone Valecenter projectos Caselle Freccia Rossa Gli Orsi Le Terrazze Grécia Mediterranean Cosmos projectos Galatsi Olympic Hall Alemanha Projectos 3do Alexa Weiterstadt Brasil Boavista Shopping Franca Shopping Parque D.Pedro Pátio Brasil Shopping Metrópole Shopping Penha Shopping Plaza Sul Tivoli Shopping projectos Shopping Campo Limpo :cheers: :scouserd: Barragon July 26th, 2006, 01:19 PM :lol: a Sonae a bombar :lol: traveler July 26th, 2006, 01:29 PM 2 Hour(s) ago: Portugal Telecom acquires 34 pct of Namibian mobile operator for 113.9 million euros Portugal Telecom (PT) is set to buy a 34 percent stake in Namibian mobile phone operator MTC for 1.02 billion Namibian dollars (113.9 million euros), the Namibian company said Tuesday. In March PT won the privatization tender for MTC, which was competed for by another four companies, including MTN, Africa’s largest listed mobile carrier, and the agreement was made official on Tuesday.According to the chairman of Namibia Post and Telecommunications (state holding company that controls the mobile carrier), Steve Motinga, PT will acquire 8.5 million shares in MTC, for US$120 Namibian dollars each Arpels July 26th, 2006, 01:50 PM então a PT é o maior accionista dessa companhia Namibiana não? :uh: fred_mendonca July 26th, 2006, 01:56 PM Os bancos tão cada vez mais ricos. Tb com os impostos que pagam n admira além dos despedimentos que fazem. Arpels July 26th, 2006, 02:09 PM pois qualquer dia ate ao balcão estão maquinas a qtendernos em vez de gente :ohno: depois o estado queixa-se do aumento de desempregados. [Smeagol] July 26th, 2006, 02:20 PM a parte boa do grande crescimento dos bancos portugueses é q assim cade vez mais se vão internacionalizando... com é o caso do bcp q já opera na polonia, grécia e a correr bem na romenia... fred_mendonca July 26th, 2006, 02:56 PM sim, o BCP tem feito um bom trabalho para se internacionalizar. No entanto, para mim o melhor banco em Portugal é o BPI. Quer para os clientes pela qualidade das aplicações financeiras e fundos de investimento quer para os acionistas pelo valor acrescentado que cria. Barragon July 26th, 2006, 03:22 PM Essa cenas dos tlm da Namíbia.... em Angola a Pt não domina o mercado? [Smeagol] July 27th, 2006, 12:21 AM Essa cenas dos tlm da Namíbia.... em Angola a Pt não domina o mercado? ai tens o império da PT http://www.ptii.pt/PTII/PT/Canais/PTnoMundo/PT+no+Mundo.htm http://www.telecom.pt/InternetResource/PTSite/PT/Canais/investidores/Grupo/Estrutura+do+Grupo/ESTGRU2003_P.htm [Smeagol] July 27th, 2006, 12:53 AM Procura externa está a puxar pela economia nacional Os vários indicadores de conjuntura são unânimes: a economia portuguesa está a recuperar. Filipe Alves A economia portuguesa continua a apresentar sinais de melhoria, com a procura externa a puxar pela recuperação. O indicador de conjuntura do Banco de Portugal (BdP) e a síntese económica do Instituto Nacional de Estatística (INE), bem como o índice de confiança do ISEG apontam no sentido de uma recuperação da economia portuguesa e no aumento da confiança dos agentes económicos. O índice de confiança do ISEG passou de 47,3 pontos em Junho para 48 pontos em Julho. Este indicador vai de encontro aos dados divulgados pelo banco central e pelo INE, segundo os quais a confiança no futuro da economia melhorou nos últimos meses. “A evolução do índice ISEG antecipa a trajectória mais positiva da economia portuguesa que se começou a desenhar a partir do final de 2005, e que o primeiro semestre de 2006 veio confirmar“, considera o académico António Mendonça. Para este professor do ISEG, o índice poderá em breve “entrar em terreno positivo”, ultrapassando, pela primeira vez, a barreira dos 50 pontos. Para o BdP, a confiança dos consumidores passou de menos 38 pontos em Maio para menos 36 pontos, em Junho. Já o sentimento económico, que é também indicativo das expectativas dos agentes económicos, passou de 89,8 pontos em Maio para 92,8 pontos no mês passado. Ainda de acordo com o banco central, a actividade económica “continuou a apresentar uma trajectória económica ascendente” durante o mês de Junho. O indicador coincidente do mês passado subiu 0,7% em relação ao período homólogo, a beneficiar do crescimento do consumo privado, que aumentou 1,1% em Junho. Por sua vez, o INE revelou que o indicador de clima económico - que reflecte as perspectivas dos empresários da indústria, comércio, construção e serviços - melhorou no mês passado. Segundo o INE, “a força dinamizadora continuou a ser a procura externa”, que reforçou a sua contribuição para o crescimento da economia nacional. Mas o instituto alerta para o fraco dinamismo da procura interna, com um agravamento da evolução do investimento. De acordo com os dados do INE, o sector da construção apresenta o desempenho mais negativo, com uma queda de 6,1% no trimestre terminado em Maio. Índice ISEG O índice de confiança do ISEG apurado em Julho e relativo à evolução da actividade económica portuguesa no curto prazo foi de 48,0, o que traduz um aumento sensível do índice de confiança do Painel na evolução da conjuntura face ao valor do índice apurado no mês de Junho, que foi de 47,3. Aumentou o consenso dos membros do Painel relativamente à evolução económica. Nota metodológica O índice de confiança do ISEG sobre a evolução a curto prazo da economia portuguesa, cujo valor pode variar entre 0 (confiança mínima) e 100 (confiança máxima) é atribuído por um painel de dezasseis professores do ISEG com base em informação quantitativa e qualitativa previamente recolhida e que inclui os apuramentos de um inquérito realizado mensalmente a todos os docentes do ISEG. O valor do índice é obtido por média simples dos valores entre 0 e 100 atribuídos respectivamente por cada um dos membros do Painel. Como indicador de consenso é utilizado o coeficiente de variação dos valores individuais. Arpels July 27th, 2006, 12:54 AM sim os indices indicam isso de facto mas acho k estamos mto baseados nas exportações Smeagol :yes: [Smeagol] July 27th, 2006, 01:06 AM pá... eu acredito que com os 3000MW de energia eólica que vamos fazer até 2010 e com a troca 1400MW das centrais a carvão para gás natural... vamos baixar as exportações de combustíveis fosseis. (que é o problema crónico da nossa economia) A construção do novo aeroporto e do tgv, vai ter impacto no sector da construção (que é problema mais mediático na nossa economia). E como finalmente saiu o plano de ordenamento da costa algarvia, finalmente so vamos construir turismo de qualidade e bem estruturado. (já existem mais de 100 grandes projectos para o Algarve desde que saio o novo plano, dizia esta semana no CM) acho que estes três factores vão ser a salvação da economia... fred_mendonca July 27th, 2006, 01:11 AM vamos ver como é que todos indicadores se vão comportar. Mas de uma coisa eu estou certo, a retoma vai ser gradual e lenta. N vamos ter taxas de crecimento de 4% de um dia para o outro. Barragon July 27th, 2006, 09:57 AM Isto vai subir exponencialmente... vais ver :D Arpels July 27th, 2006, 11:32 AM poix 4% esta fora da equação para ja, a ver como se comportam os indicadores sobre este ano ate Fev. do ano k vem. TeKnO_Lx July 27th, 2006, 03:22 PM Um investimento de 600 milhões de euros da Repsol no complexo petroquímico de Sines vai permitir duplicar a produção e criar até 1.500 novos postos de trabalho. Em comunicado difundido hoje, a petrolífera espanhola refere que o projecto de investimento permitirá ao complexo de Sines aumentar a sua capacidade de produção para um milhão de toneladas de oleofinas e para um milhão de toneladas de poleolefinas. O presidente executivo da Repsol, António Brufau e o director geral de downstream do grupo, Pedro Fernández Frial apresentam hoje o projecto de crescimento em Sines, nos próximos quatro anos, numa conferência de imprensa com o ministro da Economia, Manuel Pinho. Segundo a empresa o projecto prevê a construção de três novas unidades, uma de energia eléctrica e duas de novos produtos plásticos (polietileno e polipropileno), ampliando em 40 por cento o «cracker» actual em funcionamento para as 570 mil toneladas por ano. «Com este investimento conseguir-se-á integrar o Complexo de Sines no que toca ao consumo de matérias- primas, optimizando os custos, complementar a gama de produtos e aumentar a produção dos de maior valor acrescentado», nota o comunicado. «Sines aumentará a sua eficácia até se converter num dos complexos mais tecnologicamente avançados da indústria petroquímica europeia», sublinha. Para António Brufau, o projecto é de elevada importância, sendo «competitivo a nível internacional e muito lucrativo para Portugal, aproveitando grande parte das infra-estruturas existentes». O projecto, frisou, «cria emprego e duplica o actual tamanho do complexo, gerando nova capacidade de exportação e por isso benefícios para a economia e balança de pagamentos do país. Com a construção das novas unidades de poleolefinas, o complexo de Sines deixará, segundo a Repsol, de ser um mero exportador de matérias-primas. No capítulo da criação de emprego, e ao longo dos próximos quatro anos, a empresa espanhola prevê que a fase de construção implique mais de oito milhões de horas de trabalho, empregando entre 1.200 e 1.500 pessoas. A operação das novas estruturas criará 120 empregos directos e 250 indirectos. A Repsol é hoje um dos principais grupos espanhóis presentes em Portugal, com uma facturação que no ano passado atingiu os 2.100 milhões de euros e empregando mais de 1.500 pessoas. Diário Digital / Lusa Barragon July 27th, 2006, 07:05 PM :applause: pena que seja uma empresa Espanhola :lol: Arpels July 27th, 2006, 07:29 PM mto bem :yes: fred_mendonca July 27th, 2006, 08:55 PM Sines está a atingir um grande desenvolvimento como centro petrolífero. :applause: Barragon July 27th, 2006, 09:25 PM Esperemos é que as vias rodoviárias se façam :D fred_mendonca July 27th, 2006, 10:13 PM Sim, principalmente o IP8 que vai servir de elo de ligação entre o litoral e o interior. Arpels August 1st, 2006, 11:57 AM Segundo o INE as exportações para angola cresceram 54% nos primeiros 5 meses deste ano em relação ao mesmo periodo do ano passado. De acordo com as estatisticas foram atingidos 438 milhões de Euros. O crescimento das exportações para o pais Africano foi de 89% só no mês de Maio. Barragon August 1st, 2006, 12:14 PM Boa :okay: acho que a nossa cerveja lá bomba bem Arpels August 1st, 2006, 12:16 PM yup tem mta saida lá, a cerveja local é de fugir e os métodos de fabrico nem te conto!! Barragon August 1st, 2006, 12:18 PM Os métodos é ao ar livre em alguidares:lol: Arpels August 1st, 2006, 12:19 PM pois, vi no canal Africa a uns tempos :( e com garrafas bue de usadas ja!! Barragon August 1st, 2006, 12:23 PM Pelo menos vi a lavarem as garrafas... pelo menos parte! :lol: Arpels August 1st, 2006, 01:53 PM ah LOL :D aquilo deve ser so germes e afins Barra, grarrafas lavas com agua suja e mal lavadas, etc :( Barragon August 1st, 2006, 01:59 PM é por isso que há colera lá para os interiores de angola :( Arpels August 1st, 2006, 02:06 PM :yes: e é um problema grave, não á cursso de agua que não esteja contaminado!! traveler August 2nd, 2006, 11:51 PM José de Mello Participações Efacec ganha encomenda nos EUA > 31/7/2006 MATERIAL ELÉCTRICO Efacec ganha encomenda nos EUA A Efacec ganhou a encomenda de um transformador da norte-americana Progress Energy, estando a entrega, para uma subestação na Carolina do Norte, prevista para Outubro. Pág. 10 ENERGIA Efacec ganha Progress Energy e passa a um dos grandes no mundo Transformador de 525kV será entregue em 2007 Isabel Cristina Costa A portuguesa Efacec entrou no restrito clube dos maiores fabricantes mundiais de transformadores. Tudo porque ganhou a encomenda de um autotransformador monofásico de 525kV da empresa norte-americana Progress Energy para a subestação de Richmond, na Carolina do Norte. A entrega desta máquina gigante está prevista para Outubro do próximo ano. O valor da mesma é de cerca de três milhões de euros. Os Estados Unidos, onde a Efacec está desde 1998 e conta com uma filial em Miami, é tido como vital para o crescimento do grupo português . Por se tratar de um dos mercados mais exigentes do mundo e de esta encomenda ser de grandes dimensões, este é um feito histórico para a Efacec. A encomenda da Progress Energy levou à construção de um novo laboratório de ensaios de transformadores de potência, no pólo industrial da Arroteia, em Matosinhos, ficando a Efacec com "uma área laboratorial das mais avançadas do mundo", afirmaram ao Jornal de Negócios responsáveis da empresa. Este laboratório insere-se num investimento global de dez milhões de euros, aprovado pela Agência Portuguesa para o Investimento (API) e apoiado pelo Sistema de Incentivos à Modernização Empresarial (SIME). Um investimento, em fase de conclusão, que teve dois objectivos: aumentar a capacidade de produção em 80% para os 8.000 MVA/ano e criar condições para abordar o mercado dos Estados Unidos das grandes unidades de 500.000 volts. Nos Estados Unidos, as chamadas auto-estradas de energia operam à tensão de 500.000 volts (500kV) e a 60 ciclos. Na Europa, foi normalizada a tensão de 400 mil volts para as redes de grande distribuição de energia eléctrica, operando a 50 ciclos. API aprova mais dez milhões A Efacec já viu aprovado um novo projecto de mais dez milhões de euros pela API. Falta a assinatura. Este projecto visa criar condições para o incremento ainda maior da capacidade produtiva e da produção de máquinas ainda maiores aqui no pólo industrial da Arroteia", revelou a porta-voz da Efacec. A conclusão do mesmo está prevista entre o final de 2007 e o início de 2008. O grupo liderado por António Cardoso Pinto tem ainda projectado um crescimento por aquisições. Recorde-se que este responsável em entrevista ao "Negócios à parte", no canal 2, disse que a compra de fábricas pode passar por dois mercados muito importantes para a empresa: Estados Unidos e Espanha. Na China, outro mercado prioritário, a Efacec tem já uma fábrica desde 1994. O grupo português, detido em partes iguais pelo Grupo José de Mello e pela TMG -Têxtil Manuel Gonçalves e retirado de bolsa recentemente, está em 50 países e factura 350 milhões de euros. Redobrou a atenção nos Estados Unidos em 2003, com o lançamento daquilo a que chamou "The 6 Utilities Plan", onde está a Progress Energy. "Fomos demonstrando claras vantagens competitivas e de diferenciação na qualidade dos produtos e na flexibilidade com que respondíamos às especificações, necessidades e expectativas dos clientes", contam os mesmos responsáveis. Jornal Negócios, Páginas: 2/10 traveler August 2nd, 2006, 11:53 PM José de Mello Participações Efacec cria empresa para produção nas eólicas > 21/4/2006 Efacec cria empresa para produção nas eólicas A EMPRESA QUE INTEGRA O CONSÓRCIO VENTINVESTE vai criar a EFACEC Green para fazer uma aposta específica nas energias renováveis. A Efacec vai criar uma nova empresa - Efacec Green paraproduzir os componentes associados às energias renováveis e que envolverá um investimento de 10 milhões de euros. A decisão da empresa prende-se com o facto de estar integrada no consórcio Ventinveste e que inclui a Galp a REpower e Martifer. O investimento é classificado como "complementar", uma vez que a empresa já tem alguma experiência nesta área e utilizará instalações já existentes no Vale do Ave. Os responsáveis da empresa acreditam que o valor investido deverá ser amortizado num prazo de cinco anos. Francisco Almada-Lobo acredita que, se o investimento fosse feito de base seria "dez vezes maior". A Efacec SGPS, que detém 100% do capital da nova empresa, prevê que a Efacec Green esteja a facturar 30 milhões de euros a partir do segundo ano de funcionamento - um valor bastante superior ao peso actual deste negócio cujas vendas dos últimos três anos não ultrapassaram os 5 milhões de euros. A nova empresa deverá criar cerca de 140 novos postos de trabalho. Neste momento, a Efacec já produz 20% dos componentes específicos para a energia eólica existente em Portugal. No caso da Ventinveste vencer a fase A do concurso, a Efacec participará na concepção dos parques eólicos contribuindo com o seu ''knowhow" e desenvolvendo novas competências. As tarefas da empresa vão incluir o fabrico de geradores eléctricos, de conversores electrónicos de potência, montagem dos postos de transformação, fornecimento de transformadores e de quadros de média tensão. Os trabalhos de engenharia passam ainda pela execução e comissionamento da instalação eléctrica geral dos parques eólicos e respectivas subestações e das linhas aéreas de interligação, integrando os novos produtos do seu actual portfolio. A Efacec contará ainda com um processo de transferência de tecnologia a partir dos fornecedores homologados pela REpower, constituindo com eles parcerias para a formação de centros de competência no fornecimento de componentes a incorporar em aerogeradores destinados a projectos em Portugal. Actualmente, a Efacec conta com cerca de 1900 colaboradores em Portugal, dos quais cerca 40% têm formação superior. Dispõe de três pólos industriais e de serviços. No sector das energias renováveis em Portugal, a Efacec participou na realização de quase todas as centrais hídricas. No sector eólico esteve envolvida na construção de vinte parques eólicos nacionais. fred_mendonca August 17th, 2006, 02:02 PM Défice orçamental sobe para os 4,31 mil milhões de euros O défice provisório do subsector Estado, em Julho de 2006, apurado na óptica da Contabilidade Pública, cresceu para os 4,31 mil milhões de euros, acima dos 4,09 mil milhões de euros verificados em igual período do ano anterior, segundo números divulgados pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO). DE com Reuters De acordo com a DGO, a receita subiu por seu turno em 8,1% a uma taxa de variação homóloga acumulada, contra os 7,4% implicitamente previstos no orçamento de Estado. Para este resultado contribuiu em 6,6 pontos percentuais a evolução das receitas fiscais, as quais apresentaram uma taxa de crescimento de 7,1%, com especial destaque para a subida das receitas do IVA. A mesma fonte nota que a taxa de crescimento da despesa voltou por seu turno a diminuir, tendo-se situado no período em análise nos 7,6%. Em adição, o grau de execução do orçamento para o período em análise atingiu os 57,3%, um valor que se situa abaixo do padrão de segurança utilizado como referência. Arpels August 17th, 2006, 03:59 PM compraram frotas novas para os ministros foi? [Smeagol] August 18th, 2006, 11:04 PM Banco de Portugal 2006-08-18 13:35 Actividade económica e consumo privado melhoram em Julho Os indicadores coincidentes do Banco de Portugal (BdP) relativos à actividade económica e ao consumo privado registaram uma nova evolução positiva no mês passado. DE Segundo o relatório hoje publicado pelo Banco de Portugal, o indicador coincidente para a actividade económica aumentou 0,6% em Julho em termos homólogos, face ao crescimento de 0,5% verificado em Junho e os 0,1% de Julho de 2005. O indicador do sentimento económico subiu 1,2% por seu turno em Julho, uma aceleração relativamente à progressão de 1,0% do mês anterior e o aumento de 1,5% obtido no mesmo mês do ano passado. O banco central adianta que, no mês em análise, "o indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial da actividade económica, calculado pelo Banco de Portugal, continuou a registar uma trajectória ascendente". O indicador de confiança dos consumidores ficou inalterado nos -36 pontos, ainda assim melhor do que os -45 pontos observados no mês homólogo de 2005. :cheers: traveler September 1st, 2006, 12:43 AM 31/08/2006 Veigas & Veigas cresceu 76,9% no primeiro semestre deste ano A Veigas & Veigas, rede portuguesa de mediação imobiliária, verificou um crescimento de 76,9% no valor das comissões geradas pela intermediação de transacções imobiliárias que assessorou durante o primeiro semestre de 2006, atingindo um volume de facturação de 2,3 milhões de euros. De acordo com o comunicado divulgado pela empresa, este valor compara com 1,3 milhões de euros facturados nos primeiros seis meses do ano passado, o que corresponde ao crescimento de 76,9% no período. Segundo a mesma fonte, a rede de mediação imobiliária tem vindo a viver um crescimento acelerado, sendo que desde o início deste corrente ano já abriu oito novas lojas. Na opinião de Paulo Veigas, administrador da empresa, “mesmo tendo em atenção alguma inércia que o mercado imobiliário verifica actualmente, o valor de negócios que registámos tem mantido um crescimento acelerado, em consequência da expansão contínua da nossa rede e da sua consolidação no mercado”. De origem nacional, a Veigas & Veigas actua no mercado português desde 1997, e detém actualmente 42 lojas no mercado português, cobrindo as zonas da grande Lisboa, Porto, Litoral, Algarve e Madeira e abriu uma sucursal e uma primeira loja, em Madrid, durante o primeiro semestre deste ano. Obidos September 1st, 2006, 12:56 AM Há algúns dias havía uma reportagem em "El Pais" que falava muito bem da economia portuguesa que já está a recuperar-se muito bem :yes: fred_mendonca September 1st, 2006, 01:10 AM Esperemos que essas perpectivas se confirmem. fred_mendonca September 1st, 2006, 01:05 PM Carrefour abre terceira parafarmácia em Portugal O grupo de distribuição alimentar inaugura amanhã de manhã, em Oeiras, a sua terceira unidade de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) em Portugal. O grupo de distribuição alimentar inaugura amanhã de manhã, em Oeiras, a sua terceira unidade de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) em Portugal. A nova unidade "Espaço Saúde e Beleza" do Carrefour, terá 75 metros quadrados de área e disponibilizará aos clientes "apoio profissional de uma equipa farmacêutica (uma farmacêutica e três técnicos) para prestar todos as informações e esclarecimentos", adianta fonte oficial da empresa. O grupo não adianta o número de referências, mas adianta que estará disponível "um conjunto de serviços das áreas de saúde e beleza", onde constaram, além de MNSRM, suplementos alimentares, produtos de higiene oral, de dermatologia e cosmética e de cuidados para o bebé. O grupo Carrefour, que tenciona munir todas as novas lojas com uma unidade de venda de MNSRM de raiz, equipou já, além de Oeiras, as suas lojas de Telheiras e Coimbra com parafarmácias. http://www.negocios.pt/default.asp?SqlPage=Content_Empresas&CpContentId=281484 tuga14 September 1st, 2006, 01:11 PM concordo.. TeKnO_Lx September 6th, 2006, 01:26 PM Simplificação administrativa para as empresas Portugal sobe cinco lugares no “ranking” do Banco Mundial mas fez menos que os parceiros da OCDE Portugal é hoje um país que oferece melhor condições aos empresários para fazerem negócios. No espaço de um ano, o país subiu cinco lugares e figura agora na 40ª posição do "ranking" do Banco Mundial que compara o ambiente regulamentar aplicável às empresas em 175 economias, logo atrás de Espanha e bem à frente de países como Itália (82º lugar) e Grécia (109º) que pertencem igualmente à Zona Euro. Portugal é hoje um país que oferece melhor condições aos empresários para fazerem negócios. No espaço de um ano, o país subiu cinco lugares e figura agora na 40ª posição do "ranking" do Banco Mundial que compara o ambiente regulamentar aplicável às empresas em 175 economias, logo atrás de Espanha e bem à frente de países como Itália (82º lugar) e Grécia (109º) que pertencem igualmente à Zona Euro. Não obstante o "salto", Caralee McLiesh, co-autora do relatório "Doing Business 2007" que é hoje divulgado, afirma, em entrevista telefónica ao "Jornal de Negócios", que Portugal fez menos do que os seus parceiros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Portugal sobe cinco lugares no "ranking" do Banco Mundial, mas apenas surge com uma nova reforma. Efectivamente, apenas registámos uma reforma positiva, o que coloca Portugal em ligeira desvantagem na comparação com os outros países da OCDE onde, em média, foram executadas duas reformas com o objectivo de facilitar o ambiente empresarial. Mas a reforma que assinalámos, que tem a ver com o pacote de medidas para desburocratizar a criação e a gestão quotidiana das empresas, é de uma enorme importância. É hoje, por exemplo, muito mais fácil e rápido montar uma empresa em Portugal. Uma redução do prazo médio de 54 para 8 dias para registar uma nova empresa é absolutamente notável. Pode dizer-se que houve quase uma revolução na simplificação dos processos administrativos que envolvem a criação de uma empresa. Trata-se, em suma, de uma reforma assinalável, mas Portugal precisa de avanços de idêntica magnitude noutras áreas. O BM constata, neste quarto relatório do "Doing Business", que muitos governos engrenaram numa dinâmica reformista. O que explica esta tendência? Efectivamente, o que constatámos na preparação deste relatório é que nunca se viu tantos Governos a encetarem tantas reformas. Entre Janeiro de 2005 e Abril de 2006, contabilizámos 213 reformas do ambiente empresarial em 112 países. E o que é ainda assinalável é o facto de a grande maioria das reformas ir efectivamente no bom sentido. Em cada dez medidas que identificámos como positivas para a actividade empresarial, apenas encontrámos uma que, em nosso entender, torna mais difícil a vida aos empresários. Outra constatação importante refere-se ao facto de, pela primeira vez, África ter entrado nesta dinâmica reformista do ambiente empresarial. Este ano, o continente está no seu conjunto no terceiro lugar, atrás apenas da Europa de Leste e da Ásia Central, quando nos anos anteriores figurava sempre no fundo da tabela. E porquê? A nossa conclusão é a de que muitos Governos estão finalmente a tomar consciência da importância e das implicações de um bom ambiente regulamentar para as empresas. Até porque as conclusões deste tipo de estudos têm um impacto mais vasto do que se possa imaginar. São tidas em conta pelas organizações internacionais, como o próprio BM e o Fundo Monetário Internacional, na concepção de programas de auxílio macro e micro-económico. E, de resto, todos os países estão a competir por empregos e investimento e ninguém quer "ficar mal na fotografia". No vosso relatório, concluem que 85% as reformas são executadas nos 15 primeiros meses de Governo... Não queremos envolver-nos na política interna, mas essa é uma constatação objectiva. Demonstra, aliás, que existe uma percepção generalizada de que é positivo e vantajoso aproveitar o capital político que se conquista com as eleições para fazer avançar desde logo com as reformas necessárias tuga14 September 6th, 2006, 04:38 PM boas noticias:yes: |