rsalome
August 21st, 2006, 07:42 PM
18/08/2006 - Valor Online
O secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Jurandir Fernandes, disse hoje acreditar que o contrato da Parceria Público Privada (PPP) da linha quatro do Metrô paulista deve ser assinado entre 45 e 60 dias. Segundo o secretário, a assinatura depende apenas de uma manifestação do Tribunal de Justiça de São Paulo, que está analisando as reivindicações do Sindicato dos Metroviário - este último, contrário à realização da PPP.
Fernandes informou ainda que foi referendada ontem a escolha do consórcio MetroQuatro como vencedor da licitação e futuro administrador da nova linha. Dentro de 30 dias, os participantes do consórcio (Companhia de Concessões Rodoviárias, Montgomery Participações, Benito Roggio Transportes e RATP) deverão formar uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) para que o contrato possa ser assinado.
Sobre possíveis novas ações dos metroviários na Justiça, o secretário afirmou que prefere que o sindicato busque os meios legais em vez do que chamou de insanidade de parar a cidade, referindo-se à paralisação desta terça-feira.
O presidente do Metro, Luiz Carlos David, também voltou a criticar a greve feita nesta semana, dizendo que a política de transportes não pode ser ditada pelos sindicatos.
O secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Jurandir Fernandes, disse hoje acreditar que o contrato da Parceria Público Privada (PPP) da linha quatro do Metrô paulista deve ser assinado entre 45 e 60 dias. Segundo o secretário, a assinatura depende apenas de uma manifestação do Tribunal de Justiça de São Paulo, que está analisando as reivindicações do Sindicato dos Metroviário - este último, contrário à realização da PPP.
Fernandes informou ainda que foi referendada ontem a escolha do consórcio MetroQuatro como vencedor da licitação e futuro administrador da nova linha. Dentro de 30 dias, os participantes do consórcio (Companhia de Concessões Rodoviárias, Montgomery Participações, Benito Roggio Transportes e RATP) deverão formar uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) para que o contrato possa ser assinado.
Sobre possíveis novas ações dos metroviários na Justiça, o secretário afirmou que prefere que o sindicato busque os meios legais em vez do que chamou de insanidade de parar a cidade, referindo-se à paralisação desta terça-feira.
O presidente do Metro, Luiz Carlos David, também voltou a criticar a greve feita nesta semana, dizendo que a política de transportes não pode ser ditada pelos sindicatos.