RuiAvelar
April 27th, 2009, 11:13 AM
cópia da de Roma :ohno:
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View Full Version : Universidade de Coimbra RuiAvelar April 27th, 2009, 11:13 AM cópia da de Roma :ohno: Lino April 27th, 2009, 01:27 PM Foi a forma de o regime deixar marca... tal como os outros regimes totalitários... mania da monumentalidade... infelizmente com isso foi parte da história da cidade... RuiAvelar April 27th, 2009, 03:17 PM vendo pelo lado positivo, é menos uma zona para requalificar agora O Prof Godin April 28th, 2009, 12:24 AM Alguns Aspectos Sobre o Projecto de Reconstrução da Alta de Coimbra Toda a informação está no thread da Iconografia…bibliografia e tudo mais… ROSMANINHO, Nuno, “O Poder da Arte. O Estado Novo e a Cidade Universitária de Coimbra”, Coimbra, Imprensa da Universidade, 2006. ROSMANINHO, Nuno, O Princípio de uma Revolução Urbanística no Estado Novo. Os Primeiros Programas da Cidade Universitária de Coimbra ), Coimbra, 1996. …estes dois são os melhores e mais recentes, resultado de tese de doutoramento… …existe um Livro de um meu professor Pedro Vieira de Almeida, cuja tese de doutoramento consistiu em desmontar a falácia da pressão do Estado Novo sobre os arquitectos…e também que os arquitectos eram todos oposicionistas de esquerda… …em minha opinião, é falsa e falaciosa esta afirmação que eu ouço desde pequeno, e que vem do tempo do dito fascismo… …a operação da Alta de Coimbra tratou-se de um Plano de Reabilitação e Renovação Urbana, como hoje se diz…foram feitos vários estudos prévios que ROSMANINHO refere, nomeadamente o Ante-Plano De Groer e pelo menos um outro de Raul Lino, no qual se afirmava que a zona universitária, pelas suas características únicas deveria constituir uma zona à parte, chamando a atenção sobre o valor patrimonial… …de facto observando o ante-plano de De Groer lá está… …no seguimento e no tempo entre o Plano De Groer, 1940, e o de Almeida Garrett, foi constituído uma outra equipa para fazer o "Plano de Pormenor do Polo I", como se diria hoje… …foi nomeado o arquitecto Cristino da Silva, hoje muito bem visto, que seria à época o mais importante arquitecto nacional. Este trouxe outros deuses menores, e aqui se ensaiou uma arquitectura monumental, tão a gosto dos intelectuais arquitectos portugueses e europeus; assim Mussolini em Itália; assim Albert Speer (este sim arquitecto) na Alemanha…entre outros… …existe bastante informação sobre uma exposição itinerante na Europa, sobre a arquitectura neoclássica alemã (depois chamada nazi)…que também esteve em Lisboa e foi objecto de fascínio para os arquitectos portugueses…até porque era "moderna"… …os estudos realizaram-se durante vários anos, com alterações (normal), foi feita uma maqueta (que eu já aqui meti, provavelmente no thread da Iconografia) e foi aprovado…estávamos nos anos 40 e as obras continuaram por 20 e tal anos, pois eu ainda me recordo do ultimo edifício a ser construído… …a Alta de Coimbra era constituída por uma maioria de habitações muito degradadas e cheias de ratos, provavelmente sem saneamento… …sobre o pensamento arquitectónico/urbanístico de Salazar nada se sabe. Poder-se-há concluir dada a sua formação, que ele como ainda hoje a maioria das pessoas nada sabia, e muito provavelmente não sabia ler uma planta…portanto a sua participação deverá ter sido com base na sua própria experiência de residente, e de professor…mas mesmo aqui é consultar ROSMANINHO… …o grande problema politico e institucional foi com os velhos professores universitários que tinham as suas casas na Alta, próximo da universidade, e que de forma nenhuma queriam sair… …os edifícios principais de maior valor arquitectónico eram normalmente constituídos por aglomeração de vários outros preexistentes aos quais se refazia a fachada… …e nem se pode dizer que os oposicionistas estavam contra, como no caso do meu tio A., grande antifascista, que sempre esteve de acordo com as obras… …onde de facto houve tumulto foi com o povo que lá habitava e lá tinha o seu pequeno comércio, tasca, barbearia, alfaiataria, etc…mas não se pense que era um comércio decente…casas velhas ou antigas; aproveitamento de vãos; apropriação do espaço públicco etc… …mas aqui eu compreendo bem o drama dos residentes…toda uma vida, as relações sociais, os vizinhos, a família…e sobretudo o espaço físico onde nasceram…desapareceu, sendo obrigados a ir para as periferias da cidade, ermos, onde nada existia… …agora voltando aos arquitectos responsáveis pelo plano e obras, foram eles que desenharam, planearam e "destruíram" o bairro alto…Salazar queria melhorar as condições de trabalho de professores e estudantes de forma a dotar a Universidade de Coimbra de instalações condignas à época…o que conseguiu… …todo este processo está carregado de sentimentos e emoções, vivências individuais e sobretudo referências a um espaço físico onde quase toda a gente de Coimbra habitava, e que desapareceu… …eu digo sempre que não se deve alterar substancialmente a cidade porque o individuo necessita de se rever nos espaços, que acompanham memórias e vivências de uma vida…ao serem amputadas… …agora, e para concluir, deve-se fazer uma paralelo com a Europa. Lembrar os programas de Le Corbusier e as suas cidades/máquina; o projecto de destruição de uma parte de Paris; os vários projectos de novas capitais, etc… …a história vai-se fazendo com o passar do tempo… Lino April 28th, 2009, 02:15 AM Falando do Speer, o filme Der untergang mostra a maquete (http://pt.wikipedia.org/wiki/Welthauptstadt_Germania) com a ideia dele para a reconstrução de Berlim pelo regime, uma coisa esmagadora... Dia na Wiki: "A arquitetura de Berlim naquela época era, para Hitler, muitoprovençal, e ele dizia que iria demolir a cidade antiga e reconstruir a cidade de forma muito diferente, tornando a capital da Alemanha a cidade mais importante do Mundo e também a maior, superando outras capitais mundiais, como Londres, Paris, Washington e DC." E o filho também é arquitecto. RuiAvelar April 28th, 2009, 11:47 AM Computação evolucionária Investigador da FCTUC recebe prémio europeu O investigador da Universidade de Coimbra Ernesto Costa foi distinguido com o prémio europeu de carreira em computação evolucionária, uma área que procura solucionar problemas complexos inspirando-se nos comportamentos da natureza e dos organismos biológicos. Atribuído pela terceira vez pela EvoStar, a Conferência Científica líder na Europa neste campo da ciência, o “EvoStar Award” reconhece, «não só a excelência de todo o percurso científico de investigadores, mas também o seu contributo para a afirmação desta área do conhecimento a nível mundial», revela uma nota da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). A computação evolucionária procura resolver problemas de grande complexidade e melhorar os programas de computadores, inspirando-se nas teorias de evolução das espécies de Charles Darwin e Gregor Mendel e nos comportamentos de animais, como as formigas ou abelhas, ou no desempenho do sistema imunitário, para extrair os seus princípios e transpô-los para programas de computadores. «É na Natureza que encontramos as melhores soluções para os problemas mais críticos, porque os organismos, para conseguirem sobreviver, desenvolvem os mais espantosos mecanismos», explica. Embora seja uma área de ciência fundamental, Ernesto Costa adiantou à Lusa que tem havido colaborações em aplicações, seja na química, em aparelhos de electrónica, na biologia e em diversas soluções empresariais. Salienta que, com base nos princípios do sistema imunitário do organismo humano, foram já gerados algoritmos para criar filtros anti-spam, ou, na química, para encontrar a fórmula de um composto. A “EvoStar Award” é para o investigador o reconhecimento de uma carreira de «dez ou doze anos» e «do trabalho de excelência do grupo» que fundou e coordena no Centro de Informática e Sistemas da Universidade de Coimbra (CISUC), o único existente em Portugal em Computação Evolucionária. Apesar do reconhecimento internacional, Ernesto Costa lamentou que o mesmo não se passe a nível nacional, por ser «difícil vender esta área científica» a agências financeiras e à própria Fundação da Ciência e Tecnologia, apesar de a computação evolucionária ser «uma nova maneira de resolver problemas para a NASA, a Agência Espacial Europeia e para muitas empresas». Na Conferência Científica EvoStar, onde foi galardoado Ernesto Costa, foram também atribuídos prémios para as melhores comunicações às investigadoras Sara Silva e Anabela Simões, que se juntam a mais dois do género atribuídos anteriormente a membros do seu grupo, a testemunhar o «reconhecimento internacional da excelência da investigação desenvolvida no CISUC». http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1601&Itemid=135 daniel322 May 11th, 2009, 11:26 PM que estranho, deixaram de falar nas "vitórias" da feup de repente.. FCTUC arrecada 13.º lugar na Eco-Marathon Equipa portuguesa é detentora do novo recorde ibérico, depois de percorrer 2042 quilómetros com um litro de gasolina A equipa do Departamento de Engenharia Mecânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) terminou a edição deste ano da Shell Eco-Maraton em 13.o lugar, numa competição onde participaram cerca de 200 veículos de todo o mundo. A prova teve lugar no circuito de Lausitz (Alemanha) e o grupo de Coimbra alcançou o novo recorde ibérico, mas nem assim os responsáveis arriscam um balanço positivo na prova, até porque a equipa portuguesa está habituada a estar nos primeiros lugares. «Ficámos aquém das expectativas, também porque houve muitos azares. Tivemos um furo, uma corrente que saltou e sobreaquecimento do motor», analisou um dos responsáveis pelo projecto, o professor Pedro Carvalheira, que garantiu também que «as condições climatéricas estavam boas e não são motivo de desculpa». A prova realizou-se entre quinta-feira e sábado e o regresso a Portugal foi realizado ontem à noite. Antes da participação a equipa tinha definido os cinco primeiros lugares como meta. Pedro Carvalheira considerou que os primeiros classificados estavam «mais fortes do que era esperado». A competição foi ganha pelos franceses da instituição LPTI St Joseph La Joliverie Nantes, que percorreram 3771 quilómetros com um litro de gasolina. O segundo lugar ficou entregue aos dinamarqueses da Technical University of Denmark, DTU, com um veículo movido a hidrogénio. O pódio fechou com o Polytech Nantes, uma equipa francesa que recorreu igualmente ao hidrogénio. fonte (FCTUC arrecada 13.º lugar na Eco-Marathon Equipa portuguesa é detentora do novo recorde ibérico, depois de percorrer 2042 quilómetros com um litro de gasolina A equipa do Departamento de Engenharia Mecânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) terminou a edição deste ano da Shell Eco-Maraton em 13.o lugar, numa competição onde participaram cerca de 200 veículos de todo o mundo. A prova teve lugar no circuito de Lausitz (Alemanha) e o grupo de Coimbra alcançou o novo recorde ibérico, mas nem assim os responsáveis arriscam um balanço positivo na prova, até porque a equipa portuguesa está habituada a estar nos primeiros lugares. «Ficámos aquém das expectativas, também porque houve muitos azares. Tivemos um furo, uma corrente que saltou e sobreaquecimento do motor», analisou um dos responsáveis pelo projecto, o professor Pedro Carvalheira, que garantiu também que «as condições climatéricas estavam boas e não são motivo de desculpa». A prova realizou-se entre quinta-feira e sábado e o regresso a Portugal foi realizado ontem à noite. Antes da participação a equipa tinha definido os cinco primeiros lugares como meta. Pedro Carvalheira considerou que os primeiros classificados estavam «mais fortes do que era esperado». A competição foi ganha pelos franceses da instituição LPTI St Joseph La Joliverie Nantes, que percorreram 3771 quilómetros com um litro de gasolina. O segundo lugar ficou entregue aos dinamarqueses da Technical University of Denmark, DTU, com um veículo movido a hidrogénio. O pódio fechou com o Polytech Nantes, uma equipa francesa que recorreu igualmente ao hidrogénio.) djou23 May 12th, 2009, 09:29 PM Alguns Aspectos Sobre o Projecto de Reconstrução da Alta de Coimbra… excelente professor! :) muito útil, acho que vou comprar. ainda bem que o s. jeronimo não teve o mesmo destino dos outros, o crime seria ainda maior... daniel322 June 28th, 2009, 06:42 PM Faculdade de Ciências e Tecnologia de Coimbra cria Departamento de Ciências da Vida Coimbra, 28 Jun (Lusa) - A Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) anunciou hoje a criação de um departamento de Ciências da Vida, que permitirá enfrentar melhor "os grandes desafios das biociências". A nova estrutura, que surge da fusão dos departamentos de Antropologia, Bioquímica, Botânica e Zoologia, vai reforçar a participação da FCTUC em projectos científicos mundiais, segundo um comunicado divulgado hoje. Contando com 60 professores doutorados e mais de 1000 estudantes, atinge uma dimensão que lhe permite afirmar-se como "um centro de excelência internacional de investigação inovadora e especializada nas Ciências da Vida, ciências com um forte impacto nas sociedades do futuro, com inúmeras aplicações em esferas tão importantes como a saúde, o ambiente, a alimentação ou a economia", refere o presidente dos conselhos directivo e científico da FCTUC, João Gabriel Silva. fonte (http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Faculdade-de-Ciencias-e-Tecnologia-de-Coimbra-cria-Departamento-de-Ciencias-da-Vida.rtp&article=229278&visual=3&layout=10&tm=8&rss=0) djou23 July 7th, 2009, 10:06 PM 2009-07-06 Presidência do Conselho de Ministros Gabinete do Coordenador Nacional da Estratégia de Lisboa e do Plano Tecnológico Físicos portugueses constroem detector de partículas para projecto internacional Uma equipa de físicos do Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas da Universidade de Coimbra participa no projecto, construção e operação de um sistema de detecção de partículas, que será usado na experiência internacional HADES (High Acceptance Di-Electron Spectrometer). Trata-se de um sistema de concepção original baseado em detectores gasosos que ajudará a identificar com mais rigor o tipo de partículas que emergem de colisões nucleares. O detector foi desenvolvido e testado ao longo dos últimos seis anos pela equipa de Coimbra em colaboração com uma equipa da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Leiria, que projectou e construiu, em parceria com a indústria local, a maioria dos componentes mecânicos do detector. O projecto tem um custo de 460 mil euros e é integralmente suportado pela União Europeia, no âmbito do programa Construção de Infra-estruturas Científicas. Portal do Governo djou23 July 11th, 2009, 03:45 AM Escrito por Diário de Coimbra Inteligência artificial Premiado cientista da Universidade de Coimbra O investigador Penousal Machado, da Universidade de Coimbra, acaba de ser distinguido com o Prémio Excelência e Mérito em Inteligência Artificial (Premeia), atribuído pela Associação Portuguesa de Inteligência Artificial (APPIA), anunciou ontem a Faculdade de Ciências e Tecnologia. O prémio distingue investigadores portugueses com trabalhos de excelência e mérito na área da inteligência artificial, com doutoramento obtido a partir de 2004. Fernando Penousal Machado doutorou-se em 2007 com uma tese sobre “Inteligência Artificial e Arte” e é docente do Departamento de Engenharia Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia, desenvolvendo investigação no grupo Cognitive Media Systems do CISUC - Center for Informatics and Systems of the University of Coimbra. É autor de mais de 50 artigos científicos internacionais nas áreas da computação evolucionária, arte computacional e criatividade artificial. O prémio foi «uma grande honra» para o investigador, que, em declarações à Agência Lusa, lamentou as dificuldades da investigação em Portugal. «Há uma clara suborçamentação. Nesta altura muitos centros não têm sequer dinheiro para pagar deslocações aos investigadores», disse. Um dos projectos desenvolvidos por Penousal Machado é o NEVAR – um sistema com um «motor evolucionário de imagens e uma rede neuronal artificial capaz de avaliá-las», que começou a ser desenvolvido há uma década. «O sistema cria imagens da sua autoria, consistentes com aquilo que a rede neuronal aprendeu, através da apresentação de eventos, como pinturas ou quadros famosos», explicou. Trabalhos criados através do sistema já foram expostos em Inglaterra, Suíça, Hungria, Espanha, Estados Unidos e Canadá. Outra das áreas em que Penousal Machado está envolvido refere-se à computação evolucionária, uma abordagem de inspiração biológica. «Criamos um modelo que engloba os princípios básicos da evolução das espécies, podendo ser utilizado na resolução de uma enorme quantidade de problemas, nomeadamente na área do transporte, logística e optimização», referiu. O investigador integra a organização da Conferência Europeia de Arte e Música Evolucionária, que decorrerá em Abril de 2010, na Turquia. A próxima Conferência Europeia de Inteligência Artificial vai realizar-se em Portugal, no próximo ano. Diário de Coimbra Lino July 11th, 2009, 07:26 PM Coimbra, uma cidade para além da sua imaginação (http://www.youtube.com/watch?v=JDZBgHBHQT8)... :cucumber: DaniFR July 21st, 2009, 03:21 PM Plataforma Científica desenvolvida em Coimbra volta a ser distinguida Escrito por CienciaPT 20-Jul-2009 Uma Plataforma Científica, única no mundo, desenvolvida por uma equipa de investigadores de Coimbra, acaba de vencer a competição das Bio-Innovation Teams (Bio-Teams), promovida pelo Programa MIT – Portugal, o terceiro prémio obtido no espaço de um ano (2 nacionais e 1 internacional). Vencer esta competição, que passava por identificar e demonstrar o potencial de comercialização de uma tecnologia promissora desenvolvida em laboratório ou centro de investigação, “é mais um estímulo para os cientistas e mostra a importância da transferência de conhecimento das universidades para as empresas”, afirma o investigador João Malva, líder do grupo de investigação Neuroprotecção, Neurogénese e Reparação Cerebral, do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra, sedeado na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). Esta Ferramenta Tecnológica de Imagiologia Funcional, altamente robusta e essencial na investigação científica das Doenças do Cérebro, resulta de sucessivas investigações realizadas ao longo das últimas duas décadas por uma equipa multidisciplinar. Protegida por cinco patentes internacionais, actua a dois níveis: “na busca de novos fármacos reparadores das doenças do Cérebro (uma ferramenta muito útil para a indústria farmacêutica que está já em contacto com o grupo de Coimbra) e na educação das células imaturas (estaminais) para gerarem muitos neurónios, que substituam os neurónios danificados do cérebro”, explica o investigador João Malva. E como é que tudo se processa? - “Em resumo, a plataforma permite avaliar, em simultâneo, um gigantesco número e diversidade de células e obter a informação detalhada do comportamento de cada célula”, descreve o investigador da Faculdade de Medicina. Numa linguagem muito simples, esta tecnologia interactiva “permite desvendar alguns segredos das células imaturas”, o que pode vir a “contribuir para desenvolver novos grupos de fármacos com a capacidade de estimular o cérebro a auto-regenerar-se, porque ele tem essa capacidade. Trata-se de estimular a Neurogénese (formação de células neuronais a partir de uma reserva de células imaturas presentes no cérebro) que, quando educadas e treinadas, geram novos neurónios que têm o potencial de repararem, de forma cirúrgica, as zonas doentes ou destruídas do cérebro”. Silenciosas e na sua esmagadora maioria sem cura, “as doenças do foro neurológico são altamente limitadoras e incapacitantes, com custos sociais e económicos astronómicos. Explorando a capacidade do cérebro adulto, de gerar novas células do cérebro, esperamos que um dia a ciência consiga utilizar este potencial para curar doenças”, acredita o cientista que, conclui, “ o envelhecimento da população e as patologias neurodegenerativas associadas, como as doenças de Alzheimer ou de Parkinson, incentiva-nos a apostar, cada vez mais, na pesquisa de novas estratégias neuroprotectoras e de reparação cerebral para estas doenças”. :applause: Lino July 23rd, 2009, 04:05 AM :bow: Será que me metem o aspirador a aspirar a casa só com o poder da minha mente? :lol: Soneca July 24th, 2009, 07:18 PM :bow: Será que me metem o aspirador a aspirar a casa só com o poder da minha mente? :lol:Isso é que era conversa... :naughty: :cheers1: daniel322 August 31st, 2009, 12:20 AM Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra cria delegação em Lisboa Coimbra, 30 Ago (Lusa) -- O Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, dirigido pelo sociólogo Boaventura de Sousa Santos, inaugura a 11 de Setembro a sua delegação em Lisboa, para formar quadros dos sectores público e privado. Com sede no Picoas Plaza, o início de actividades da delegação será assinalado com uma palestra intitulada "A Nova Geografia Política do Mundo", por Carlos Lopes, Director-Geral da United Nations Institute for Training and Research (UNITAR), e secretário-geral adjunto da ONU. A missão do CES-Lisboa é a de oferecer formação avançada para quadros médios e superiores do sector público, do sector empresarial e do sector da sociedade civil", refere uma fonte da instituição. fonte (http://tv1.rtp.pt/noticias/index.php?t=Centro-de-Estudos-Sociais-da-Universidade-cria-delegacao-em-Lisboa.rtp&article=274997&visual=3&layout=10&tm=8&rss=0) Curiosa a data escolhida para iniciar com um curso sobre a nova geografia política mundial.. djou23 September 14th, 2009, 02:26 AM Andava eu a tentar estacionar o carro pela alta,num destes dias, e eis que me deparo com o departamento de Ciências em obras. No dia a seguir passei por lá e parei para ver melhor, para "cheirar" o que andavam a fazer. Mas as ruas de Coimbra puxavam por mim, e o que era para ser apenas duas ou três fotos, acabou numa hora de passeio solitário... Estacionado o carro, segui por trás do S. Jerónimo. Gosto da perspectiva sobre aquele bairro onde morei e a Penitenciária (pareceu-me muito mais branca, será?)... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0961.jpg Pintaram aquela parte... abriu lá um departamento qualquer... o pior é o resto continuar igual... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0962.jpg Desci por trás do Laboratório Chimico para ver como tinha ficado a recuperação.Pena ser um pequeno espaço no meio da selva envolvente. Estão programadas obras de recuperação de toda esta encosta, com jardins e esplanadas. http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0963.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0968.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0969.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0975.jpg As vistas da encosta, sobre o Montarroio, Conchada, Montes Claros, Sá da BAndeira e Afonso Henriques. A outra Torre, ao fundo... em primeiro plano, vestígios da selva... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0970.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0971.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0972.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0974.jpg O que me levou ali... procurei alvará ou outra informação, mas nada... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0976.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0978.jpg As novas entradas são assim, pelas trincheiras...:nuts: http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0979.jpg O Machado de Castro está nos últimos retoques. Os automóveis começam a apoderar-se do espaço público... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0980.jpg Esta ficou muito bem!:applause: http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0981.jpg Uma nova perspectiva na Rua do Cabido... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0983.jpg À espera dos grafitis... fui ver aquela varanda... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0984.jpg A meio da rampa, dá para espreitar por um portão. Do outro lado é a Borges Carneiro... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0985.jpg Da varanda, as vistas são as seguintes: http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0986.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0987.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0988.jpg O bicho visto de trás http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0989.jpg Sem dúvida, o que vale é que eu ia a descer... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0991.jpg Dei a volta pela Sé, e subi pela Borges Carneiro. No Machado de Castro espreitei pelo gradeamento, e deu para ver, ainda que desfocado, aquilo que foi descoberto e incorporado no novo edifício. Ainda bem que preservaram estes pedaços de história! São ambas tiradas por baixo da nova esplanada do museu http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0992.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0993.jpg O futuro Tribunal Europeu continua num futuro ainda longínquo. Andam lá a trabalhar, mas não se vêm progressos significativos http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0994.jpg Por mim, demoliam aquele acrescento salazarista, e redesenhavam o edifício antigo... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0995.jpg Sobre o botânico. Ao fundo, na outra margem, consegue-se ver as novas piscinas e o exploratório http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0996.jpg Novos acessos do Bairro de S. José para as Monumentais http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0998.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0999.jpg Aquele muro e os azulejos intrigaram-me... que seria aquilo? http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1000.jpg Entre o S. Jerónimo e a Faculdade de medicina, andam em prospeções, provavelmente devido à construção do Centro Interpretativo. Resolvi investigar... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1002.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1003.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1004.jpg Acabou... só me faltou passar pela Casa da Escrita, na Rua João Jacinto, mas fica para esta semana... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1001.jpg fernao September 14th, 2009, 11:14 AM bom trabalho djou começam a ver-se muitas casas restauradas na Alta quanto tempo irá demorar a intervenção no colegio das 1000 virgens? essa "prospecção" entre a FMUC e o Hospital velho parece-me mais uma "cerca" para guardar materiais das obras gostava mais da prisao em tons de branco e amarelo do que só branco.. ficou desfigurada daniel322 September 14th, 2009, 11:23 AM Belo passeio.. já deu para me matar saudades da Alta.. ou ficar ainda com mais.. a Penitenciária (pareceu-me muito mais branca, será?)... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0961.jpg vi primeiro a foto e pensei o mesmo.. só depois é que li o comentário.. Aquele muro e os azulejos intrigaram-me... que seria aquilo? http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1000.jpg talvez vestígios das antigas escadas.. http://i57.photobucket.com/albums/g221/linogalveias/Coimbra/Monumentais.jpg http://i57.photobucket.com/albums/g221/linogalveias/Coimbra/topo_monumentais.jpg http://i57.photobucket.com/albums/g221/linogalveias/Coimbra/monument_ddinis.jpg DaniFR September 14th, 2009, 01:13 PM Boas fotos. :applause: Da varanda, as vistas são as seguintes: http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0986.jpg A universidade já merecia uma pintura. djou23 September 14th, 2009, 06:24 PM quanto tempo irá demorar a intervenção no colegio das 1000 virgens? :)pois... também procurei informação por lá, mas não vi nem prazos, nem percebi se é apenas uma recuperação da fachada, ou se já é o início das obras do futuro Museu da Ciência... essa "prospecção" entre a FMUC e o Hospital velho parece-me mais uma "cerca" para guardar materiais das obras não deve ser, porque são duas "cercas" e já vi lá gente a trabalhar e na faculdade de farmácia estava uma "cerca" igual até à poucas semanas. E essa era mesmo prospeção, tinha lá uma placa a explicar. djou23 September 14th, 2009, 06:36 PM talvez vestígios das antigas escadas.. Bem visto! Se calhar é mesmo, e ainda deve haver mais por baixo daqueles acessos antigos ao Bairro... aquela zona ainda está dentro do perímetro do centro histórico, não está? Quando fizeram estes novos acessos, e agora que andam a requalificar o Bairro de S. José, não deveriam ter feito um levantamento arqueológico naquela zona, como fizeram no largo D.Dinis (por causa do parque que já não vão fazer:)) e na faculdade de farmácia, devido ao projecto do Siza?... Por falar em parques, há dias, relacionado talvez com a campanha, ouvi qualquer coisa sobre um parque na praça da república... (medo) De um parque na Penitenciária, para mim o local mais lógico, é que ainda ninguém teve a peregrina ideia, só querem é construir monos...:bash: djou23 September 14th, 2009, 06:55 PM A universidade já merecia uma pintura. :)merece já há muito tempo. E não é só de uma pintura. Se calhar 1000 euros de propina por cada aluno não chega para comprar umas tintas... O Prof Godin September 15th, 2009, 12:02 AM …Fernão…não são 1.000 virgens…são 10.000 virgens…o que hoje dificilmente… Lino September 15th, 2009, 11:17 PM Se fossem 1000 já as bolas do D. Dinis tinham caído há muuuitooo :D Belas fotos!! :) DaniFR October 10th, 2009, 12:36 PM Melhores do mundo Universidade de Coimbra é a primeira do país no ranking Portugal continua a não ter nenhuma universidade nas 200 melhores instituições de ensino universitário do mundo do Times Higher Education que é, mais uma vez, liderado por universidades americanas e britânicas. De qualquer forma, a Universidade de Coimbra é a primeira instituição portuguesa a constar deste “ranking” conquistando o 366.º lugar, com uma pontuação de 37,9% em 100. Já no ano passado o cenário tinha sido idêntico. Portugal não tinha conseguido integrar nenhuma universidade na lista das 200 melhores, mas a de Coimbra era a primeira portuguesa. De qualquer forma, mesmo sem ter conseguido conquistar os responsáveis por este “ranking”, que todos os anos lista as mais prestigiadas instituições de ensino universitário do mundo pelo seu prestígio, qualidade de ensino ou nível de investigação, a UC conseguiu, de 2008 para 2009, subir 21 lugares na tabela classificativa. Ou seja, do 387.º lugar para 366.o O “ranking” é liderado, mais uma vez, pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, logo seguida da de Cambridge, na Inglaterra, e da de Yale, também nos Estados Unidos. A Universidade de Barcelona, em 171.º lugar, com uma pontuação de 57,2% é a primeira e única instituição da Península Ibérica a constar na listagem das 200 melhores do Mundo. Diário de Coimbra :applause: :banana: Lino October 10th, 2009, 02:41 PM :pepper: Coimbra é uma lição... :banana: djou23 October 20th, 2009, 03:30 AM Sistema desenvolvido por portugueses foi premiado nos Estados UnidosSegunda-Feira, 19 Outubro de 2009 Um modelo computacional capaz de prever, com uma hora de antecedência, episódios de hipotensão arte-rial em doentes internados nos cuidados intensivos, foi desenvolvido pelos investigadores Jorge Henriques e Te-resa Rocha e venceu uma competição científica internacional organizada pelo Instituto Tecnológico de Massachusetts, nos Estados Unidos. Jorge Henriques, investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, afirmou que, numa área tão crítica co-mo a dos cuidados intensivos, em que a hipotensão é uma das situações recorren-tes e que, se não for prontamente tratada, pode causar danos irreversíveis e eventu-almente a morte, “o desenvolvimento de mecanismos capazes de detectar não só a presença desta condição, mas também de prever a sua ocorrência é de extrema importância para permitir intervenções clínicas adequadas e atempadas”. Em seu enten-der, “este sistema seria um benefício significativo para suporte aos médicos, permi-tindo-lhes aplicar, em tempo útil, tratamentos preventivos e, possivelmente, menos invasivos”. Sobre, precisamente, a vi-abilidade de aplicar o modelo nos hospitais num futuro próximo, Jorge Henriques afirma que é perfeitamente praticável: “é um sistema que tem toda a aplicabilidade, não só em medicina como em muitas outras áreas”. http://www.mundoportugues.org/content/1/5872/sistema-desenvolvido-por-portugueses-foi-premiado-nos-estados-unidos/ djou23 October 20th, 2009, 03:39 AM Biblioteca Geral da Universidade Revista “O Instituto” disponível em 76 mil páginas “on line” “O Instituto: Revista Científica e Literária”, publicada pelo Instituto de Coimbra entre 1852 e 1981, num total de 141 volumes, está agora integralmente digitalizada e “on line”, com mais de 76 mil páginas disponíveis, muito em breve, em http://bdigital.bg.uc.pt. A apresentação da edição digital está marcada para hoje, pelas 15h00, na Biblioteca Joanina, numa sessão presidida pelo director da Biblioteca Geral, Carlos Fiolhais. A edição digital de “O Instituto” resulta do projecto “Instituto de Coimbra”, desenvolvido pela Biblioteca Geral, desde Julho de 2008, e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. A catalogação da biblioteca e do acervo arquivístico, bem como a investigação sobre a história desta antiga academia científica e literária, fundada em 1852, foram alguns dos objectivos. Desde o início que as ciências físico-matemáticas, sociais e humanas, assim como literatura se tornaram o objecto de acção desta academia, que se destacou, por exemplo, com as escavações das ruínas de Conímbriga, que permitiram reunir colecções de arte e de arqueologia que hoje integram o acervo do Museu Nacional de Machado de Castro. Alexandre Herculano, Carolina Michaëlis de Vasconcelos, Ricardo Jorge, Joaquim de Carvalho, Egas Moniz, Eugénio de Castro, Sousa Viterbo, Miguel de Unamuno, Alfred Baudrillart. D. Carlos I, Raymond Poincaré, Anselmo Ferraz de Carvalho e Luís de Albuquerque são algumas das personalidades nacionais e internacionais que pertenceram ao Instituto de Coimbra. A biblioteca do Instituto de Coimbra é constituída por publicações periódicas e monográficas, resultando um número significativo de revistas da permuta que esta academia estabeleceu com outras academias congéneres nacionais e estrangeiras. Entre esses títulos, surgem o “Boletin de la Real Academia de la Historia”, “Broteria”, “Bulletin of the New York Public Library”, “Revue des Deux Mondes”, “Seara Nova” e “Smithsonian Year”. Do acervo destaque também para um conjunto de documentos que retratam a vida e a acção da instituição e das personalidades que a dirigiram ao longo de mais de um século, com destaque para os manuscritos de António Feliciano Castilho. A equipa do Projecto Instituto de Coimbra é dirigida por Carlos Fiolhais e coordenada tecnicamente por Jorge Pais de Sousa, bibliotecário do Serviço Integrado de Bibliotecas da Universidade, contando ainda com a colaboração de Licínia Ferreira, Cláudia Filipe e Joaquim Veríssimo, todos bolseiros da Fundação para a Ciências e Tecnologia. djou23 October 26th, 2009, 05:37 AM Escrito por Bruno Vicente Universidade de Coimbra Orçamento superior a 200 milhões em 2010 Conselho Geral aprovou, na última reunião, os valores mais altos da história da Universidade de Coimbra Os 34 elementos que constituem o Conselho Geral da Universidade de Coimbra (UC) deram luz verde à proposta do reitor Fernando Seabra Santos para o orçamento da instituição relativo a 2010. A aprovação aconteceu na passada sexta-feira e garante à Universidade de Coimbra, no próximo ano, o maior orçamento de sempre, um valor na ordem dos 203 milhões de euros. Segundo apurou o Diário de Coimbra, a aprovação aconteceu depois de um debate intenso, mas sem conflitos. A Universidade de Coimbra tem aumentado gradualmente as receitas próprias, apesar do actual cenário de crise. Existe ainda uma ajuda do Governo, com o ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, a disponibilizar uma verba em 2010 que rondará os 150 milhões de euros para a totalidade das universidades do país. No entanto, no que diz respeito às transferências directas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior para a Universidade de Coimbra, o valor corresponderá a menos de metade do orçamento aprovado na sexta-feira. Nos próximos meses, os membros do Conselho Geral vão acompanhar com regularidade as despesas e as receitas da Universidade de Coimbra, de forma a comparar as movimentações reais com o orçamento aprovado na sexta- -feira. O presidente do Conselho Geral da Universidade de Coimbra, Artur Santos Silva, confirmou ao Diário de Coimbra que «o orçamento foi aprovado na generalidade», mas relegou mais detalhes para a reitoria. O Diário de Coimbra tentou contactar, sem sucesso, o reitor Fernando Seabra Santos. Estatutos de unidades orgânicas foram aprovados O Conselho Geral não centrou atenções apenas no tema do orçamento para 2010. Os 34 conselheiros aprovaram também os estatutos do Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde (ICNAS) e do Tribunal Universitário Judicial Europeu (TUJE). Segundo o Diário de Coimbra apurou, os Estatutos da Fundação Cultural da Universidade de Coimbra terão também recebido luz verde. Na reunião de sexta- -feira foram ainda analisados os rankings universitários nacionais e internacionais divulgados nos últimos meses. Diário de Coimbra O Prof Godin October 28th, 2009, 01:12 AM Biblioteca Geral da Universidade Revista “O Instituto” disponível em 76 mil páginas “on line” “O Instituto: Revista Científica e Literária”, publicada pelo Instituto de Coimbra entre 1852 e 1981, num total de 141 volumes, está agora integralmente digitalizada e “on line”, com mais de 76 mil páginas disponíveis, muito em breve, em http://bdigital.bg.uc.pt. A apresentação da edição digital está marcada para hoje, pelas 15h00, na Biblioteca Joanina, numa sessão presidida pelo director da Biblioteca Geral, Carlos Fiolhais. A edição digital de “O Instituto” resulta do projecto “Instituto de Coimbra”, desenvolvido pela Biblioteca Geral, desde Julho de 2008, e financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. A catalogação da biblioteca e do acervo arquivístico, bem como a investigação sobre a história desta antiga academia científica e literária, fundada em 1852, foram alguns dos objectivos. Desde o início que as ciências físico-matemáticas, sociais e humanas, assim como literatura se tornaram o objecto de acção desta academia, que se destacou, por exemplo, com as escavações das ruínas de Conímbriga, que permitiram reunir colecções de arte e de arqueologia que hoje integram o acervo do Museu Nacional de Machado de Castro. Alexandre Herculano, Carolina Michaëlis de Vasconcelos, Ricardo Jorge, Joaquim de Carvalho, Egas Moniz, Eugénio de Castro, Sousa Viterbo, Miguel de Unamuno, Alfred Baudrillart. D. Carlos I, Raymond Poincaré, Anselmo Ferraz de Carvalho e Luís de Albuquerque são algumas das personalidades nacionais e internacionais que pertenceram ao Instituto de Coimbra. A biblioteca do Instituto de Coimbra é constituída por publicações periódicas e monográficas, resultando um número significativo de revistas da permuta que esta academia estabeleceu com outras academias congéneres nacionais e estrangeiras. Entre esses títulos, surgem o “Boletin de la Real Academia de la Historia”, “Broteria”, “Bulletin of the New York Public Library”, “Revue des Deux Mondes”, “Seara Nova” e “Smithsonian Year”. Do acervo destaque também para um conjunto de documentos que retratam a vida e a acção da instituição e das personalidades que a dirigiram ao longo de mais de um século, com destaque para os manuscritos de António Feliciano Castilho. A equipa do Projecto Instituto de Coimbra é dirigida por Carlos Fiolhais e coordenada tecnicamente por Jorge Pais de Sousa, bibliotecário do Serviço Integrado de Bibliotecas da Universidade, contando ainda com a colaboração de Licínia Ferreira, Cláudia Filipe e Joaquim Veríssimo, todos bolseiros da Fundação para a Ciências e Tecnologia. …não é completamente mau, mas é remissivo…isto é não dispõe das obras online… Lino October 28th, 2009, 01:29 AM Professor, foi ver o rugby ao estádio no domingo? Vi lá um senhor que correspondia à sua discrição e às fotos que aqui mostrou... ou então há gente parecida consigo por cá... :D PS. em breve, algumas fotos do Cortejo da Festa das Latas e Imposição de Insígnias ou simplesmente... da Latada! :rock: jprscarv October 28th, 2009, 12:50 PM weee..... daniel322 November 6th, 2009, 02:41 PM Ranking alemão coloca Psicologia da UC no topo da Europa A Universidade de Coimbra (UC) é a única portuguesa representada no ranking do Centro de Desenvolvimento Universitário, uma instituição independente alemã, sendo destacada a sua área da Psicologia. Segundo um comunicado da UC, o CHE - Excelence Ranking «permite fazer uma comparação das melhores instituições universitárias e centros de investigação na Europa, sendo particularmente dirigido a futuros estudantes de mestrado e doutoramento». «São pouco mais de 100 instituições de Ensino Superior que oferecem, na Europa, excelentes perspectivas para estudantes de mestrado e de doutoramento e que integram o Grupo de Excelência do CHE - Excellence Ranking, publicado pelo semanário alemão ‘Die Zeit», lê-se no comunicado do Gabinete de Comunicação e Identidade da UC. A nota adianta que «este ano, apenas uma universidade portuguesa está representada nesta listagem, a Universidade de Coimbra, em cuja área de Psicologia são destacados a relevância científica, a orientação internacional e a mobilidade de docentes e alunos». A directora da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra (FPCEUC), Luísa Morgado, disse à agência Lusa que o CHE escolheu avaliar o mestrado integrado em Psicologia ministrado na instituição e que este foi o único avaliado na UC e no país. Em três critérios do ranking, este mestrado integrado atingiu os níveis de excelência, nomeadamente no número de publicações ou citações e orientações internacionais, na existência do mestrado Erasmus Mundus e na mobilidade do corpo docente e discente, adiantou Luísa Morgado. «É uma grande distinção para a Faculdade figurar num ranking de excelência europeu», afirmou a directora da FPCEUC, referindo que existem 39 cursos de licenciatura e mestrado integrado em Psicologia no país. De acordo com o comunicado, o ranking realça «o trabalho levado a cabo pela FPCEUC, particularmente o grande número de citações em revistas científicas, a mobilidade de docentes e alunos e a integração no programa Erasmus Mundus do Mestrado em Psicologia das Organizações, do Trabalho e dos Recursos Humanos - o único mestrado em Psicologia dos 57 mestrados apoiados por este programa, e que oferece diploma duplo por duas universidades europeias». A disciplina de Psicologia começou a ser ensinada na Universidade de Coimbra em 1911, embora só em 1976, com a consciencialização das necessidades sentidas pela sociedade neste domínio, tenha sido criado o Curso Superior de Psicologia. «Em 1980, com a afirmação da Psicologia enquanto ciência, foi criada a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, que, apesar de relativamente recente, é já uma referência no campo da pedagogia em Portugal», adianta a nota. «Recentemente, o ranking elaborado por outro conceituado jornal, o britânico ‘The Times’, apresentava como único representante do sistema de Ensino Superior português a Universidade de Coimbra, situando-a entre as 400 melhores universidades mundiais e as 200 melhores europeias», recorda. fonte (http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=4695&Itemid=135) Aka November 6th, 2009, 10:14 PM Já agora... Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra - melhor faculdade portuguesa em ranking mundial Publication date: 02-11-2009 11:10 http://www.uc.pt/fluc/imagens/imagens_notic_even/evento_sem_imagem.jpg A edição de 2009 do ranking mundial das 400 melhores Universidades do mundo, organizada pelo The Times coloca a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em 143º lugar na área de Humanidades, sendo a única instituição portuguesa na primeira metade da tabela. A Universidade de Coimbra é a primeira das universidades portuguesas aparecendo em 366º lugar. Entre as melhores Faculdades de Letras, a FLUC está à frente de instituições como a Universidade de Washinghton, a Universidade Santa Cruz da Califórnia, a Universidade Autónoma de Barcelona ou a Universidade Paris X, Nanterre. A Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, que comemora brevemente o seu centenário, centra hoje a sua actividade formativa em áreas de grande relevância social, da Literatura à História, das Artes Performativas à ligação entre Turismo e Património, passando por saberes matriciais como os Estudos Clássicos e a Filosofia, e por novos caminhos do conhecimento, como as Ciências da Informação, a reflexão sobre os Media, sobre o Território e sobre a Europa. A FLUC é uma instituição empenhada na promoção da cooperação internacional, quer através do fortalecimento de laços com os países de língua portuguesa, quer estabelecendo vínculos de cooperação científica com as nações europeias nomeadamente através de Mestrados e Doutoramentos internacionais e na participação em projectos envolvendo instituições de diversos países. fonte (http://www.uc.pt/fluc/noticias/fluc_melhor_faculdade_portuguesa_ranking_mundial) djou23 December 7th, 2009, 07:48 AM o vídeo podia estar melhor, mas sempre é outra perspectiva. Fica a intenção... Ma que cosa belissima!!! http://video.google.pt/videoplay?docid=1827057329619454923&ei=IZUcS4vZCo7A-Ab2nYCgBQ&q=coimbra&hl=pt-PT&dur=2# djou23 December 7th, 2009, 08:16 AM aqui, uma abordagem... diferente... (a pergunta do costume, aos 55s) http://www.youtube.com/watch?v=p2RsoxaPhKs Lino December 8th, 2009, 01:29 AM É sempre assim... como diziam no outro dia uns espanhóis com que andei a percorrer a cidade... "só escadas e ladeiras" :lol: E a tasca da ginjinha :lol: O guia do outro vídeo erra nalgumas coisitas, mas va bene... mas epá, lui dice troppo di cose, che palle!! Dá demasiada informação, eles querem lá saber da mulher do símbolo da universidade, nem muitos de cá sabem (nem eu!)... djou23 December 29th, 2009, 05:59 AM Coimbra e Católica lançam programas avançados Ana Petronilho 29/12/09 00:05 As duas instituições vão lançar cursos de 2º ciclo na área das ciências sociais, com um diploma comum. Reorganizar e alargar a oferta educativa em cursos de 2º ciclo, pós-graduação, mestrado e doutoramento. É a prioridade da Universidade de Coimbra (UC) que acaba de assinar um protocolo, com a Universidade Católica. As universidades vão desenvolver e lançar programas avançados com diploma comum. Económico djou23 December 31st, 2009, 05:47 PM MARGARIDA MELO Investigadora de Coimbra conquista prémio italiano Matemática reforça segurança de mensagens encriptadas Uma investigação na área da Geometria Algébrica, com aplicações no reforço da segurança de informações e mensagens encriptadas, permitiu à investigadora da Universidade de Coimbra Margarida Melo conquistar um prémio universitário italiano. A investigadora recebeu a semana passada o prémio “Michele Cuozzo”, instituído pela Università degli Studi di Roma “Tor Vergata, com uma dotação pecuniária de 12 mil euros, revela uma nota ontem divulgada pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). Trata-se de uma investigação que «culminou na construção de novos espaços de parâmetros de objectos matemáticos e que poderá responder a importantes questões em aberto nesta área da matemática», refere. Tais questões em aberto nessa área da matemática, acrescenta, estão «fortemente ligadas à Física das partículas elementares, nomeadamente na Teoria das Super Cordas (teoria em desenvolvimento desde os anos 60 e que pretende unir a teoria da relatividade à teoria quântica para melhor descrever as interacções nucleares)». Os resultados desta investigação teórica prendem-se com o estudo de curvas algébricas, que são «instrumentos matemáticos muito usados na criptografia moderna por permitirem uma codificação mais eficiente de mensagens e informação», esclarece a investigadora, ligada ao Departamento de Matemática da UC. «A Geometria Algébrica tem sido uma ferramenta essencial na Física Teórica moderna, permitindo a verificação rigorosa de conjecturas que, de outra forma, seriam apenas especulações sem nenhuma base de experimentação», afirma Margarida Melo, citada na mesma nota de imprensa. Segundo a laureada com o “Michele Cuozzo”, «quem investiga matemática pura não pensa nas aplicações. Os desenvolvimentos nesta área, pela sua natureza muito complexa, são irremediavelmente lentos, pelo que os investigadores têm de posicionar-se muitos anos à frente de potenciais utilizações». «A abstracção com que são tratados os objectos nesta área permite-nos estudar espaços multidimensionais munidos de propriedades que o nosso universo não tem e que são necessários para descrever comportamentos de certas entidades físicas. Daí o reconhecimento por parte da comunidade científica internacional da importância que os avanços em geometria algébrica constituem para resolver futuros problemas», conclui. Diário de Coimbra daniel322 January 3rd, 2010, 03:21 AM Casa cultural esteve só um dia aberta http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0611.jpg A Casa das Caldeiras, edifício cultural da Universidade de Coimbra (UC), foi inaugurada a 9 de Março passado e nunca mais abriu. A Reitoria assume problemas técnicos com a obra e garante a reabertura para Fevereiro. O edifício, situado na Rua Padre António Vieira, ao lado da sede da Associação Académica, destina-se à unidade de Estudos Artísticos da Faculdade de Letras, vocacionado para mestrados e doutoramentos, bem como para iniciativas culturais. "Tínhamos esperança de ter começado tudo no início deste ano lectivo, mesmo a abertura solene das aulas estava para ser lá", conta ao JN o professor responsável pelo curso de Estudos Artísticos. De acordo com Abílio Hernandez, a situação penaliza muito o curso e a Faculdade, uma vez que a até a actividade cultural já estava programada. "Tenho perguntado regularmente à Reitoria pelas obras e foi-me garantido que já recomeçaram", adianta. A Casa das Caldeiras foi inaugurada com a entrega do Prémio UC ao artista plástico Julião Sarmento, mas manteve-se sempre fechada. "Estamos à espera, quer nós quer os concessionários, que já foram escolhidos por concurso, e têm todo o interesse em que o abra", afirma Abílio Hernandez. Contactado pelo JN, Pedro Santos, do Gabinete de Comunicação da Reitoria, afirma que a situação se deve a problemas técnicos com a obra, que não eram expectáveis, mas que estão resolvidos. Assim, a casa deverá abrir no início do segundo semestre deste ano lectivo, marcado para Fevereiro. Os problemas detectados tinham a ver com as características do espaço, tendo em conta a utilização que lhe vai ser dada. No momento da inauguração, não havia a noção de que surgiriam", afirma Pedro Santos. "A certa altura, percebeu-se que seria necessário mais tempo, tendo em conta o espaço que é, para fazer a obra completamente. Mas era algo que só mesmo com o decorrer da obra poderia ter sido detectado", concluiu. Notícia: JN (http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Coimbra&Concelho=Coimbra&Option=Interior&content_id=1459964) Foto: Djou20 e 3 (http://www.skyscrapercity.com/showpost.php?p=33378232&postcount=1538) :D djou23 January 4th, 2010, 02:50 AM :lol: Também não percebia porque ainda não estava aberto... Então fazem as obras, premeiam o arquitecto e só depois se apercebem que afinal não era bem aquilo que se pretendia?! djou23 January 4th, 2010, 06:02 PM Universidade de Coimbra Cientistas estudam doença que provoca atraso escolar A mutação de um gene no embrião desencadeia uma doença causadora de dificuldades de aprendizagem e escolares a milhares de pessoas. Investigadores em Coimbra procuram saber como funciona o seu cérebro, para descobrir terapias mais adequadas. Uma em cada 4.000 pessoas padece de neurofibromatose, segundo as estatísticas internacionais, mas a realidade é que muitos adultos vêm a saber que são portadores da doença quando ela é diagnosticada nos seus filhos, por sinais particulares que aparecem na sua pele e no corpo, mas mais sintomáticos nas dificuldades cognitivas, nos problemas escolares. Uma equipa de investigação coordenada por Miguel Castelo Branco, através da Faculdade de Medicina e do Instituto Biomédico de Investigação da Luz e da Imagem (IBILI) da Universidade de Coimbra, e em cooperação com a Universidade de Cardiff e a Rede Nacional de Imagiologia, procura conhecer melhor os mecanismos da doença e ajudar à descoberta de terapias mais eficazes. «A ideia é perceber o lado genético da doença, o que nos genes leva a determinadas manifestações, mas também tentar perceber o contexto escolar. A nós interessa-nos saber a origem das dificuldades», declarou à agência Lusa o coordenador da investigação, que congrega ainda a física Maria Ribeiro e a bioquímica Inês Violante. Para o investigador, sendo uma doença frequente, e causadora de dificuldades de aprendizagem na escola, faz com que aumente o seu relevo social, pois «estão em jogo factores genéticos, factores do desenvolvimento e factores educacionais». Identificada completamente em 1882 pelo alemão Friedrich Daniel von Recklinghausen, e já com um modelo animal criado, que propôs uma terapêutica e serve de base a testes clínicos actualmente em curso na Holanda, EUA e Austrália, ainda pouco se sabe sobre as alterações de funcionamento do cérebro que lhe estão associadas. No modelo animal, os ratinhos têm dificuldades em memorizar, não conseguem aprender, devido a um aumento da actividade dos neurónios inibitórios. Medicando-os conseguem resolver o problema e melhoram, mas, na óptica de Miguel Castelo Branco isso não garante que o mesmo se passe no ser humano. «O que propomos de diferente é olharmos para o cérebro directamente. Obter medidas quantitativas da função cerebral, em vez de olhar para o comportamento e dar medicamentos, a ver se os meninos melhoram o desempenho escolar no final do ano», explica Maria Ribeiro. Com este projecto de investigação, que desenvolvem há dois anos, têm vindo a acompanhar 30 famílias com a doença, e a mobilizar voluntários não portadores de neurofibromatose, crianças e adultos, entre os 7 e os 16 anos e os 30 e 40 anos, com o envolvimento do Hospital Pediátrico de Coimbra e da Escola Básica 2,3 Martim de Freitas. Através da ressonância magnética funcional e da electroencefalografia, e recorrendo a jogos interactivos, medem os sinais cerebrais dos portadores da doença e dos sãos, por meio de equações matemáticas. «Vemos o doente de múltiplas perspectivas. Do desempenho escolar, de performance de quociente de inteligência, de testes de neuropsicológicos até um perfil mais científico em que olhamos para bio-marcadores neurofisiológicos», explica o coordenador do projecto, que venceu o Grande Prémio Bial 2008 com os seus estudos sobre o funcionamento do cérebro. Alargar investigação a centenas de pessoas Dentro de três anos, os investigadores querem que este estudo abranja centenas de pessoas de vários pontos do país, e que seja possível também realizar ensaios clínicos, e partindo dos marcadores neurofisiológicos obtidos propor o medicamento mais indicado e na medida adequada. Consideram que o resultado desta investigação é ainda importante para a criação de uma base de dados nacional que ajude a acompanhar estes doentes e avaliar a sua evolução, pois trata-se de uma patologia que importa diagnosticar precocemente, e que além das dificuldades cognitivas provoca problemas ósseos e visuais e desenvolve tumores. Escrito por Francisco Fontes (Lusa) Diário de Coimbra daniel322 January 7th, 2010, 12:11 PM :lol: Também não percebia porque ainda não estava aberto... Então fazem as obras, premeiam o arquitecto e só depois se apercebem que afinal não era bem aquilo que se pretendia?! está previsto abrirem agora em Fevereiro jprscarv January 7th, 2010, 12:21 PM Com sorte ainda abrem em Janeiro djou23 January 7th, 2010, 07:56 PM Universidade de Coimbra precisa de um milhão para obras Há residências universitárias onde chove Universidade de Coimbra precisa de um milhão de euros para «obras urgentes» de manutenção em equipamentos e edifícios afectos à Acção Social. Há mesmo residências de estudantes onde chove actualmente, de acordo com o administrador dos Serviços de Acção Social (SASUC), Jorge Gouveia Monteiro. «Só para as situações mais urgentes são necessários 1083 mil euros. (¿) Há residências onde chove, é uma pecha nacional os FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional) e QREN (Quadro de referência Estratégico Nacional) darem dinheiro para coisas novas mas nunca para investimentos de manutenção», criticou. Considerando que o equilíbrio financeiro dos SASUC «está muitíssimo dependente das opções do Governo», Gouveia Monteiro «antevê dificuldades». «Apesar de o SASUC ter uma taxa de cobertura interessante das despesas por receitas próprias, são necessárias verbas muito importantes do Estado, sete a oito milhões de euros anualmente», sustentou. Sem essa transferência, «o SASUC não pode funcionar», advertiu, frisando que a acção social escolar é «uma missão atribuída ao Estado». TVI djou23 January 9th, 2010, 03:26 AM Matemático da FCTUC é o primeiro português a ser eleito Secretário-Geral da ICMI O matemático Jaime Carvalho e Silva, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) acaba de iniciar funções como Secretário-Geral da ICMI - Comissão Internacional para a Instrução da Matemática, a maior associação mundial dedicada ao ensino da disciplina. Eleito em Julho de 2008, Jaime Carvalho da Silva é o primeiro português a ser eleito Secretário-Geral da ICMI, que congrega, actualmente, 72 países. Sucede ao canadiano Bernard Hodgson, da Universidade Laval (foto em anexo). Anualmente, a ICMI avalia a situação do ensino da Matemática a nível mundial, focando-se em diversos temas, como a formação dos professores, o uso das tecnologias ou a aplicação da Matemática nas escolas. Criada em 1908, no Congresso Internacional de Matemáticos de Roma, sob sugestão do matemático e historiador da matemática David Eugene Smith, a ICMI tem por missão proporcionar um fórum internacional para o estudo e aperfeiçoamento da educação matemática mundial, um espaço de reflexão, partilha e colaboração, de disseminação de ideias e resultados, a todos os que se preocupam profissionalmente com a educação matemática: professores e formadores de professores, matemáticos, investigadores na educação matemática, criadores de currículo, gestores e políticos. Além dos Congressos ICME, organizados de quatro em quatro anos (o próximo terá lugar, pela primeira vez, na América Latina, em Monterrey, no próximo mês de Julho), a ICMI tenta alcançar esta ambição através de diferentes actividades: os Estudos ICMI, cujo produto final é um livro actualmente publicado pela Springer, Conferências Regionais; o apoio a diferentes projectos através do Fundo de Solidariedade, a colaboração com a IMU, a UNESCO e outras instituições. Investigador de Análise e História e Metodologia da Matemática do Centro de Matemática da FCTUC, Jaime Carvalho e Silva venceu em 2005 o prémio José Sebastião e Silva, pelo livro Matemática 7 e já tinha recebido uma menção honrosa do mesmo prémio, em 2000, pelo livro Matemática 8. Universia.pt djou23 January 11th, 2010, 06:59 AM Protocolo hoje assinado UC e Mais Centro formalizam o Inov.C A Universidade de Coimbra (UC) assina hoje um protocolo de financiamento com o Programa Operacional Regional do Centro – Mais Centro com vista à implementação do plano estratégico do primeiro Ecossistema de Inovação a ser criado na Região Centro e em Portugal. A cerimónia está marcada para as 17h00, na sala do Senado da UC. Inov.C é o nome do ecossistema que incorporará uma oferta completa de recursos, infra-estruturas e dinâmicas desenvolvidas por várias instituições da Região Centro com vista ao reforço da promoção e do desenvolvimento na região de Coimbra-Leiria, em quatro áreas estratégicas: Ciências da Vida (Saúde e Tecnologia), Tecnologias da Informação, Comunicação e Electrónica, Energia e Indústrias Criativas. Num horizonte de quatro anos, o Inov.C deverá fazer com que esta região de Coimbra-Leiria se transforme numa referência internacional na criação de conhecimento, inovação e empreendedorismo naquelas áreas estratégicas, contribuindo para consolidar a Região Centro, posicionando-a entre as 100 mais inovadoras da Europa. Como base para este trabalho estão algumas instituições que já são referências nacionais e internacionais do que diz respeito à inovação e ao empreendedorismo e que têm sede nesta região: a Biocant, o Instituto Pedro Nunes – a segunda melhor incubadora de base científica do mundo -, ou ainda a Incubadora D. Dinis que, poucos meses após a sua inauguração, está já ocupada quase a 100%. Aquelas entidades, juntamente com a UC, fazem parte dos onze parceiros nucleares do Inov.C. Juntam-se o Instituto Politécnico de Coimbra, o Instituto Politécnico de Leiria, a MOR ENERGY, o Coimbra Inovação Parque, a Obitec e a Óbidos Requalifica. O protocolo de financiamento será assinado por Fernando Seabra Santos, reitor da Universidade de Coimbra, e Alfredo Marques, presidente da Comissão Directiva do Mais Centro e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro. Diário de Coimbra djou23 January 12th, 2010, 08:58 AM Universidade de Coimbra apoia rede de inovação O Ecossistema de Inovação Inov.C vai arrancar nos próximos quatro anos e pretende duplicar o número de empresas na região centro do país. Em tempos de crise, inovar pode ser o que marca a diferença entre prosperar ou morrer. Pode ser um momento de oportunidades, para que as empresas preparem o futuro. É neste contexto que nasce o Inov.C, um espaço informal de debate e partilha de ideias sobre gestão da inovação, promovido pela Universidade de Coimbra. Desta iniciativa fazem parte vários agentes da inovação, entre empresários, autarcas, académicos e representantes de entidades financeiras ou de apoio ao empreendedorismo. A inovação pode traduzir uma solução para as empresas no combate à crise, defende o chefe da divisão de inovação e transferências do saber da Universidade de Coimbra. Para Jorge Figueira, a inovação "é tão crucial que arriscaria dizer que, nos dias de hoje, só não haverá crise em Portugal se formos inovadores". Esta é uma iniciativa que tem o objectivo de "analisar problemas e delinear linhas estratégicas comuns com vista à sua resolução e reforçar a capacidade e o potencial de inovação da região centro do nosso país", explica Jorge Figueira. Ana Petronilho 12/01/10 00:05 económico.sapo.pt Aka January 13th, 2010, 05:01 AM ÚLTIMA HORA A chuva dos últimos dias encolheu a Universidade de Coimbra. http://www.diariocoimbra.pt/images/stories/Noticias/2010JanFev/prtgpequenitos.jpg Lino January 13th, 2010, 06:53 AM :lol: jprscarv January 13th, 2010, 12:33 PM =) Aka January 13th, 2010, 05:28 PM Mas, por acaso, não fazia a menor ideia. E já me tinha espetado lá para dentro. djou23 January 16th, 2010, 07:56 AM Ciências da saúde Biblioteca da UC vai ficar aberta em horário nocturno A biblioteca do pólo das Ciências da Saúde (pólo III) deverá começar a funcionar em horário nocturno já a partir da próxima semana, altura em que arranca a época de exames. A ideia é que os cerca de três mil estudantes das faculdades de Medicina e de Farmácia possam contar com as salas de estudo desta nova unidade «o mais rapidamente possível», o que vai ao encontro a um dos alertas deixados por Rui Santos, o novo presidente do Núcleo de Estudantes de Medicina da Associação Académica de Coimbra (NEM/AAC), que tomou posse recentemente. Manuel Santos Rosa, director da Faculdade de Medicina, adiantou ao Diário de Coimbra que a proposta de alargar o horário de funcionamento da biblioteca tem merecido a atenção do reitor Seabra Santos, como tal, tudo indica que durante a próxima semana os estudantes podem começar a aproveitar aquele espaço - actualmente com o horário das 8h00 às 19h30 - até à meia-noite. Em declarações ao Diário de Coimbra, Rui Santos realça que o que acontece muitas vezes é as salas dedicadas aos trabalhos de grupos estarem também a ser utilizadas como sala de estudo, porque as que estão indicadas para estes casos se encontram «completamente lotadas». «Mas, não é o ambiente ideal para quem quer estudar», salientou o aluno, referindo-se também à capacidade limitada da biblioteca. Como o alargamento é algo impensável, Rui Santos considera que o novo horário poderá ser uma forma de diminuir as dificuldades dos colegas das duas faculdades. Quando tomou posse, o sucessor de Luís Machado salientou também que uma das prioridades do seu mandato é acompanhar «atenciosamente» o processo de transição da Faculdade de Medicina para o pólo III, «para assegurar que as condições físicas se adaptam à realidade do nosso trabalho, com objectivo final de melhorar a proximidade aos estudantes». Para este mandato que agora começa, Rui Santos destaca a importância de «uma estreita parceria e intensa cooperação» com os órgãos de gestão da faculdade e os Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC), por onde «passam mais de mil estudantes todos os dias». Entre os vários projectos previstos, ao NEM caberá a organização do 20.º Encontro Nacional de Estudantes de Medicina, ao mesmo tempo que irá tentar motivar cada vez mais alunos para a investigação médica, sem esquecer a mobilidade internacional e os três programas existentes: Intercâmbios, Erasmus e Twinning, este último criado ao abrigo da Associação Europeia de Estudantes de Medicina e adoptado unicamente por duas cidades portuguesas, uma delas Coimbra. Os estudantes de Medicina não esquecem as questões ligadas aos Direitos Humanos, como tal continuam a promover o projecto “Queres apadrinhar uma criança” e a realização de uma gala solidária. A alteração da Prova Nacional de Seriação (exame de acesso ao internato) e a criação do Regulamento do Internato Médico são matérias que Rui Santos garante que vai acompanhar, comprometendo-se a colaborar com o Grupo de Trabalho da Educação Médica da Associação Nacional dos Estudantes de Medicina. Ao nível da faculdade, propõe-se a criar o “Dossier Bolonha”, porque considera que a implementação do processo «carece, salvo algumas excepções, de sucesso e correcta aplicação». Secretário de Estado dá hoje posse a órgãos da ANEM Na Unidade Central do Pólo 3 da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra tem lugar hoje às 14h15, a cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos sociais da ANEM – Associação Nacional de Estudantes de Medicina. Na sessão está prevista a presença, entre outros, de Manuel Pizarro, secretário de Estado adjunto e da Saúde, bem como representantes da Ordem dos Médicos Norte, Centro e Sul e das duas estruturas sindicais de médicos. Escrito por Patrícia Isabel Silva Diário de Coimbra Aka January 20th, 2010, 04:32 AM Escrito por Bruno Vicente PROTOCOLO ASSINADO Milhões de Espanha viabilizam projectos cruciais para a Universidade de Coimbra Protocolo com Banco Santander permite que restauro da Torre da UC seja iniciado em breve, concretiza candidatura a Património Mundial da UNESCO, incentiva a mobilidade internacional através de bolsas e financia actividades culturais A Universidade de Coimbra (UC) vai receber, nos próximos cinco anos, «alguns milhões de euros» do banco Santander Totta, no seguimento de um protocolo assinado ontem pelas duas entidades. «Esta renovação do acordo significa que o apoio prestado pelo Santander vai multiplicar dez vezes. Em cinco anos estamos a falar de milhões de euros. É uma importância muito significativa, que vai permitir desenvolver projectos que de outra forma não seria possível concretizar», afirmou o reitor Fernando Seabra Santos aos jornalistas, depois da cerimónia de assinatura que teve lugar no Palácio de São Marcos, em S. Silvestre. O novo acordo vai começar a ter resultados práticos daqui a menos de um mês, com o arranque das obras de restauro da Torre da Universidade de Coimbra, depois de um impasse de vários anos. O investimento total para a intervenção, que também conta com o apoio dos Antigos Estudantes da Universidade de Coimbra, está balizado nos «333 mil euros, já com IVA», explicou Seabra Santos. A mítica Torre tem 250 anos de existência e nunca sofreu uma intervenção. Ontem foi também um dia importante para o dossier da Universidade de Coimbra relativo à candidatura a Património Mundial da UNESCO, com o reitor a entregar ao presidente do Banco Santander, Emilio Botín, um pré-exemplar do dossier de candidatura. «Os últimos meses foram de trabalho de edição e tipografia e hoje [ontem] de manhã consegui entregar, com muita satisfação, o pré-exemplar aos responsáveis do Santander, que financiaram durante anos a preparação desta candidatura», contextualizou o reitor da Universidade de Coimbra. «É um dossier consistente, que deverá ser entregue ao Governo em Maio. Depois vamos ver se o nosso Governo consegue concretizar a nível internacional a desejada aprovação», adiantou Seabra Santos. O acordo de cooperação entre a UC e o banco Santander, válido por cinco anos, contempla o financiamento de projectos de mobilidade internacional com universidades da América Latina. O intercâmbio de alunos e docentes acontece através da atribuição das Bolsas Santander Totta. «Para já tem especial impacto no Brasil e contamos com mais várias centenas de estudantes brasileiros a chegar todos os anos à UC. Numa fase posterior gostávamos de abranger este projecto a mais universidades», afirmou o reitor Seabra Santos. A atribuição do Prémio Universidade de Coimbra, no valor de 25 mil euros, também está assegurada. O galardão, «um dos mais conceituados da sociedade portuguesa», é anunciado amanhã e distingue um cidadão que se tenha evidenciado por uma ideia inovadora na área da cultura ou da ciência. Através do Santander, estudantes, docentes e funcionários da Universidade de Coimbra vão ter acesso a um cartão universitário inteligente, obrigatório a partir de 1 de Maio, e que contempla várias modalidades tecnológicas, como por exemplo o pagamento de refeições nos restaurantes universitários, o registo de empréstimos em bibliotecas ou o multibanco. Segundo o documento assinado ontem, o banco compromete-se ainda a «apoiar financeiramente a política cultural da UC». Em contrapartida, a Universidade de Coimbra é obrigada a destinar ao Banco Santander Totta três espaços de apoio à parceria com cerca de 40m2 cada, no Pólo I (Alta Universitária), no Pólo II e no Pólo III (Pólo das Ciências da Saúde), bem como a divulgar convenientemente o acordo e a manter o Banco Santander Totta devidamente informado e documentado sobre todos os projectos apoiados. Entre outras obrigações, «a UC tem que consultar o Banco Santander Totta e dar-lhe preferência, em caso de igualdade de condições, se a Universidade de Coimbra decidir abrir concurso para cedência de espaços, nos seus campus universitários, destinados à instalação de agências bancárias», conclui o documento. O Santander Totta e a Universidade de Coimbra unem assim esforços na política comum de expansão internacional. Recorde-se que o banco tem actualmente mais de 800 acordos de colaboração com universidades de todos os continentes. fonte (http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=5852&Itemid=135) Então, é para o mês que vem. Só me causa é um pouco de comichão estes negócios de "alguns milhões de euros". Lino January 20th, 2010, 04:47 PM De Espanha vêm alguns bons ventos para a UC... que bem poderiam vir do Ministério da Cultura Português... djou23 January 20th, 2010, 10:18 PM Nem mais Lino... foi precisamente o que eu pensei... nestas coisas não sou nada nacionalista, por mim, os espanhóis que venham, comprem tudo e desenvolvam, já que os nossos não são capazes... DaniFR January 21st, 2010, 01:04 AM Venham de onde eles vierem, estes milhões são sempre bem-vindos. Só o facto de com este dinheiro ser possível "o arranque das obras de restauro da Torre da Universidade de Coimbra" já vale a pena. Para o banco em questão isto funciona como uma espécie de publicidade. :) Lino January 21st, 2010, 02:10 AM Exacto... e finalmente a torre vai ter uma limpezazinha que já destoa da fachada limpinha da Via Latina! E uma pintura da Alcáçova era bem-vinda, aquilo está com um negrume que até de noite se nota... Bluesence January 22nd, 2010, 09:41 PM nunca sofreu uma intervenção :eek: DaniFR February 4th, 2010, 08:22 PM Torre da Universidade de Coimbra começou hoje a ser restaurada por Agência Lusa, Publicado em 04 de Fevereiro de 2010 A Torre da Universidade de Coimbra, "a mais velha das torres horárias escolares europeias", entrou hoje em obras de conservação e restauro, que visam dotar este Monumento Nacional de condições para reabrir ao público em segurança. Construída entre 1728 e 1733, segundo o plano do arquiteto italiano Antonio Canevari e sob orientação do mestre de obras da Universidade, Gaspar Ferreira, a Torre da Universidade de Coimbra é hoje um dos símbolos mais adotados na representação da instituição e da própria cidade. "Trata-se de um dispositivo arquitetónico de extrema raridade em edifícios universitários, que resultou da necessidade de organizar a vida escolar num edifício nascido com outra vocação: o Paço Real de Alcáçova", segundo uma nota hoje divulgada pela Universidade de Coimbra. O remate em forma de terraço é uma das características da Torre, que aloja, além dos relógios, três sinos, que regulam o funcionamento do ritual da Universidade e são conhecidos entre os estudantes por "Cabra, Cabrão e Balão". Face à sua localização, na Alta, a Torre proporciona um panorama sobre a cidade a que poucos têm acesso e apenas em dias especiais. Apenas uma vez por ano, no Dia da Universidade (01 de março), a Torre abre ao público em geral. Nas estreitas escadas apenas passa uma pessoa de cada vez, sendo as visitas desaconselhadas a quem tem claustrofobia ou problemas do coração, disse à Lusa fonte do gabinete do reitor. "Será uma intervenção muito discreta, mas muito emblemática, é restaurar uma joia", disse à Lusa o pró-reitor para a manutenção de edifícios, Raimundo Mendes da Silva. A intervenção, que visa "restituir a dignidade visual" da Torre, inclui limpeza e restauro da pedra, substituição de caixilharias, iluminação, proteções e correção dos degraus. Foi preparada por especialistas de diversas áreas e validada por instituições nacionais que tutelam aquele Monumento Nacional, estatuto adquirido em 1910. Durante seis meses, a Torre estará protegida com painéis que reproduzem a sua atual imagem, com o objetivo de atenuar o efeito das obras nas visitas turísticas e permitir que todos os visitantes continuem a ter uma visão de conjunto do Paço das Escolas. Segundo o pró-reitor, dentro de um mês estará a funcionar um "estaleiro pedagógico", que consiste na criação de condições para visitas especializadas ao local da obra, organizadas e com acompanhamento técnico. A partir dessa altura, deverá ser possível acompanhar através da Internet o andamento das obras, orçadas em 333 mil euros, suportados através de contributos de antigos estudantes e de um protocolo de colaboração entre a Universidade e o Banco Santander Totta. O restauro da Torre integra-se num vasto plano de recuperação e valorização da Alta Universitária, tendente à preparação da Candidatura da Universidade a Património Mundial. Jornal i (http://www.ionline.pt/conteudo/45262-torre-da-universidade-coimbra-comecou-hoje-ser-restaurada) :banana: O protocolo com o Santander já está a ter resultados. :applause: DaniFR February 5th, 2010, 03:50 PM http://www.diariocoimbra.pt/images/stories/Noticias/2010JanFev/obras%20torre%20uc.jpg :banana: fernao February 5th, 2010, 04:57 PM INSTITUTO PEDRO NUNES - Investimento tecnológico Coimbra vai ter “aceleradora de empresas” O Instituto Pedro Nunes obteve a aprovação de um financiamento comunitário de três milhões de euros para construir uma nova estrutura quatro vezes maior do que a incubadora existente. [+] AS BEIRAS alguem sabe o que e' isto? djou23 February 6th, 2010, 09:05 PM O dinheiro espanhol é do bom... faz as obras que estavam no estaleiro há anos, arrancarem num piscar de olhos... daniel322 February 9th, 2010, 01:10 AM http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Lisboa/IMG00180-20100205-1619.jpg djou23 February 9th, 2010, 07:16 PM AirSeal permite transporte seguro em aeroportos IPN e FCTUC integram consórcio europeu A AirSeal é uma tecnologia “inovadora e competitiva” que está a ser desenvolvida por uma equipa de investigadores do Instituto Pedro Nunes (IPN) e da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) - em parceria com cientistas e empresas do Reino Unido, Eslováquia, Itália e Emirados Árabes Unidos - para garantir a segurança em toda a cadeia de fornecimento de bens/mercadorias embarcadas em aeronaves, informando de forma imediata possíveis violações de bens previamente selados. Ciencia hoje daniel322 February 22nd, 2010, 02:44 PM Mestrado e Doutoramento FCTUC cria formação em construção metálica http://www.senai.fieb.org.br/img/infra/Constru%C3%A7%C3%A3o%20Civil%20-%20Geral%20-%20Estrutura%20met%C3%A1lica%2001.JPG A Universidade de Coimbra vai leccionar e coordenar a partir do próximo ano lectivo um novo mestrado e doutoramento em construção metálica sustentável, que junta especialistas de mais quatro universidades europeias. Este curso avançado, o “European Master in Suistainable Steel Construction”, a leccionar na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), tem o «objectivo claro de estabelecer a posição de liderança na Europa para a área da construção metálica, ao nível da formação avançada e investigação», refere uma nota de imprensa da instituição. A FCTUC reúne, em Coimbra, os mais reputados cientistas das universidades de referência europeia na área - as Universidades Técnicas de Praga (República Checa), Lulea (Suécia), Liège (Bélgica) e Politécnica Timisoara (Roménia). Pretende-se «formar especialistas altamente qualificados, capazes de desenvolver projectos em todo o mundo, dotando-os de competências únicas, complementadas com uma especialização profissional num dos campos da engenharia com preponderância no desenvolvimento económico e social», diz a mesma nota de imprensa da FCTUC. Luís Simões da Silva, coordenador do curso, explicou que o curso de mestrado, nas variantes de longo (dois anos) e curto (um ano), está aberto para 30 alunos e ainda poderão ser acolhidos mais 10 alunos no de doutoramento. A construção metálica, na opinião do especialista, «tem um futuro promissor, porque oferece soluções que são muito interessantes». Afirma que a construção metálica oferece rapidez, reutilização, fácil alteração das soluções, e «minimiza todos os impactos» para o ambiente. Realça que o aço é também um «material infinitamente reutilizável sem perder propriedades». «Há necessidade do mercado e uma oferta de qualidade só vai existir em associação a nível europeu. Esta oferta é de excelência, o melhor que há em todo o mundo», sublinhou, reportando-se ao curso de que é coordenador. Este curso de formação avançada da FCTUC será integralmente leccionado em inglês e aberto a estudantes de todas as nacionalidades, que serão escolhidos «através de um rigoroso processo de selecção, porque a qualidade só se atinge com um nível de exigência elevado e uma formação extremamente avançada», afirma Luís Simões da Silva. Na nota de imprensa, é referido que a ARCELOR MITTAL, a maior siderurgia mundial, queixou-se da «falta de profissionais qualificados» e estima-se, por exemplo, que «actualmente a Alemanha tenha um défice de 50 mil engenheiros qualificados na área de mecânica estrutural». Comente Notícia: http://www.diariocoimbra.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=6326&Itemid=135 Imagem: http://www.senai.fieb.org.br/img/infra/Constru%C3%A7%C3%A3o%20Civil%20-%20Geral%20-%20Estrutura%20met%C3%A1lica%2001.JPG Um curso para ajustar os licenciados à medida da Martifer.. :jk: Arpels February 22nd, 2010, 10:27 PM mto bem :yes: este tipo de construção tem futuro face ás estruturas inteiramente em betão... jprscarv February 23rd, 2010, 07:07 PM A disciplina Estruturas Metálicas já existe no curso de eng civil da FCTUC há muitos anos, e se seguirem pelo perfil de Mecânica Estrutural têm inclusive a cadeira de Estruturas Metálicas II. É um dos pontos importantes do curso em Coimbra, que o diferencia do curso da FEUP e do Técnico estando sediada a CMM, Associação Portuguesa de Construção Metálica e Mista, no DEC. Aka February 24th, 2010, 04:13 AM Vasco Garcia UNIVERSIDADE Rua Larga de cara lavada O Largo da Porta Férrea, “entrada emblemática” da Universidade de Coimbra, será requalificado. Candidatura ao QREN já foi aprovada. O Mais Centro – Programa Operacional Regional do Centro aprovou esta semana mais 13 projectos no âmbito das Parcerias para a Regeneração Urbana. Entre eles, destaca-se, “pelo seu carácter identitário”, a requalificação do Largo da Porta Férrea/Rua Larga, na Universidade de Coimbra (UC). Segundo a Divisão de Gestão de Edifícios Equipamentos e Infra-estruturas (DGEEI) da UC, esta intervenção “procura objectivar o tratamento qualitativo de um eixo basilar para a UC”, que é o que liga o topo das Escadas Monumentais ao Paço das Escolas, ou, mais concretamente, a sua “entrada emblemática”: a Porta Férrea. “A intervenção incide sobretudo na execução de um espaço que seja perfeitamente identificável para a circulação pedonal, ainda que esteja prevista a circulação automóvel esporádica, de serviço e de emergência”, descreve a DGEEI. Por outro lado, através da qualificação do mobiliário urbano e da introdução de elementos arbóreos, a requalificação pretende “promover o desejo de permanência dos estudantes, dos cidadãos e dos visitantes”. “Com a anulação das perturbações visuais actualmente existentes, expõem-se com toda a sua dimensão original muitas das obras de arte do século XX português que este espaço contempla, como é o caso das esculturas de Barata Feyo e de António Duarte ou dos baixos-relevos de Angélico”, conclui a DGEEI. Esta intervenção faz parte do programa de acção aprovado pelo Mais Centro. Resulta da concretização de uma parceria entre a Câmara de Coimbra, a Direcção Regional da Cultura do Centro, a UC e a Santa Casa da Misericórdia de Coimbra. Parceria que tem como objectivo regenerar, revitalizar e valorizar, concertadamente, uma área de excelência urbana da cidade, coincidente com as áreas candidatas pela UC a Património Mundial da UNESCO e respectiva zona de protecção. fonte (http://www.asbeiras.pt/?area=coimbra&numero=80326&ed=24022010) Tradução: vão tirar as árvores que lá estão para colocarem os maravilhosos paus. djou23 February 24th, 2010, 07:37 AM na notícia diz introdução de elementos arbóreos, mas é natural que cortem algumas... aliás, já cortaram, junto ao colégio das artes e junto ao antigo arco do s. jerónimo... Aka February 24th, 2010, 04:22 PM Na Rua Larga, para introduzirem elementos arbóreos, mas, ao mesmo tempo, eliminar as perturbações visuais, parece-me a substituição por paus. Não estou a ver onde mais podem colocar árvores. djou23 March 2nd, 2010, 06:47 PM Escrito por Bruno Vicente Aniversário da universidade “Coimbra já não determina como no passado” mas UC é motivo de “orgulho” Reitor afirmou que “o tempo em que bastava estalar os dedos para ter ajuda do poder político central já lá vai”. Porém a Universidade de Coimbra “só tem que estar orgulhosa de ter contribuído para o desenvolvimento de todas as outras universidades portuguesas” O reitor da Universidade de Coimbra adoptou para a cerimónia comemorativa dos 720 anos da instituição um discurso simultaneamente realista e motivador para os docentes, alunos e funcionários. «O tempo em que, únicos, nos bastava reclamar apoios, já lá vai. Estalar os dedos já não basta para que o poder político acorra, solícito, em nossa ajuda. Há muito que o conhecimento deixou de estar exclusivamente em Coimbra», afirmou Fernando Seabra Santos. «Coimbra já não determina como no passado. Mas em vez de lamentar esta perda de influência, não temos senão que estar imensamente orgulhosos de ter contribuído, directa ou indirectamente, para a criação e desenvolvimento de todas as outras universidades portuguesas, para a democratização do saber, e portanto, para a difusão dos centros de poder», continuou o responsável máximo da Universidade, que discursou ontem no Auditório da Reitoria para cerca de 200 pessoas. Seabra Santos recordou depois que a instituição «está a jogar bem», a avaliar «pelo olhar externo dos que, de fora, apreciam o que fazemos». «É o que revela o segundo lugar alcançado pelo Instituto Pedro Nunes no ranking mundial de incubadoras de base tecnológica de maior sucesso e a posição de liderança, pelo quarto ano consecutivo, que ocupamos de entre as universidades portuguesas, no mais prestigiado e completo ranking universitário existente, anualmente editado pelo Times Higher Education Supplement», insistiu. Depois veio uma «novidade», em jeito de «prenda de aniversário» para a instituição. «É meu privilégio anunciar-vos que, na edição de 2010 do Ranking Universitário de Visibilidade Mediática, a nossa Universidade viu reforçada a sua liderança subindo três posições relativamente ao ano passado, quer em termos europeus, ocupando agora o 11.º lugar, quer em termos mundiais, com a 39.ª posição. Neste ranking, apenas seis países europeus têm universidades à frente da nossa», revelou Fernando Seabra Santos. Segundo o reitor, «todos os membros e todos quantos sentem a Universidade de Coimbra como sua têm razões para estar orgulhosos com este resultado». Academia procura consenso sobre Carreira Docente O Estatuto da Carreira Docente foi outro tema quente da cerimónia. «É minha intenção procurar encontrar, até ao final deste mês de Março, um consenso alargado na comunidade universitária de Coimbra sobre a avaliação docente», declarou Seabra Santos. O reitor recordou depois que «o legislador atirou, com uma boa dose de irresponsabilidade, este assunto para a esfera da competência dos reitores, dando-lhes seis meses para resolver um problema que, nos níveis de ensino básico e secundário, o Governo não foi capaz de resolver em quatro anos». «Sem receios», o responsável adiantou que o processo de avaliação a desenvolver em Coimbra deverá ser «suficientemente simples, detalhado, cauteloso, humilde e flexível». Seabra Santos recordou ainda que as universidades entregaram um caderno de encargos para o actual Governo, com os principais preocupações universitárias para o futuro, onde consta o ordenamento da oferta educativa, a racionalização da rede pública de instituições, a política de financiamento das universidades, a necessidade de clarificar o conceito de autonomia, retomar o processo de avaliação e reaproximar as Universidades e o sistema científico. O reitor concluiu depois, invocando «quatro áreas de orientação a seguir»: continuar a aumentar os índices de escolaridade e de sucesso no ensino superior, a necessidade de formação dos actuais profissionais, a internacionalização da Universidade portuguesa e a necessidade de reaproximação entre o sistema universitário e o sistema científico. DaniFR March 13th, 2010, 10:23 PM A Torre da Universidade de Coimbra, já com os andaimes montados e tapada com a imagem da torre nos painéis: 96pHkyfpB3A Não ficou nada mal. :) Lissabona March 13th, 2010, 10:40 PM oohh ainda ha pouco tava só com andaimes djou23 March 14th, 2010, 07:42 AM alguém sabe quanto tempo vão demorar os trabalhos? DaniFR March 14th, 2010, 01:41 PM alguém sabe quanto tempo vão demorar os trabalhos? 6 meses. Lino March 15th, 2010, 12:14 AM Ainda bem que està a avançar, jà começava a destoar da fachada clarinha da Via Latina. E pintar a Alcàçova também jà vinha a calhar, que aquele negrume do exterior faz impressao... djou23 March 15th, 2010, 03:38 AM 6 meses. :) Então este verão já deve estar a brilhar como a via latina! Falta a parte de trás, que o Lino referiu... Lissabona March 16th, 2010, 12:03 AM a via latina até fere a vista :D :cool: daniel322 March 19th, 2010, 05:37 PM continuando as notícias daquela que dizem estar parada no tempo.. Em 31 de Outubro de 2007: O maior super-computador de Portugal, localizado no Laboratório de Computação Avançada da Universidade de Coimbra, vai estar ao serviço de mais de 30 projectos científicos de sete Universidades e centros de investigação portugueses. Os escolhidos fora as Universidades de Coimbra, Porto, Aveiro, Évora e Algarve, às quais se juntam o Instituto Tecnológico e Nuclear e o INESC. http://capeiaarraiana.files.wordpress.com/2007/01/supercomputador01d.jpg (...) A procura por um espaço no CPU do Milipeia leva a Universidade de Coimbra a designar o super-computador como "o ponto nevrálgico da maior estrutura nacional de computação avançada" e "um marco extremamente importante do desenvolvimento da computação avançada no nosso país, fundamental para o papel que Portugal deve desempenhar no futuro desenho desta comunidade em termos europeus". (...) Artigo completo AQUI (http://tek.sapo.pt/noticias/computadores/super_computador_da_universidade_de_coimbra_a_870816.html) Em 18 de Março de 2010: A Universidade de Coimbra quer instalar um novo super-computador, 20 vezes mais potente que o atual Milipeia, cujos pedidos de utilização para cálculo científico ultrapassam já o dobro da capacidade instalada, foi hoje anunciado. Com 520 processadores e uma "capacidade de armazenamento de informação de cinco mil gigabytes e mil gigabytes de memória central", o Milipeia é atualmente "o mais rápido e potente computador português para computação de alto desempenho" e está instalado no Centro de Física Computacional (CFC) da Faculdade de Ciências e tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). Segundo uma nota hoje divulgada pela FCTUC, acabam de ser concedidas "três milhões de horas de tempo de processador a 33 projetos científicos" mas "o total de pedidos ultrapassou os seis milhões de horas". Para o coordenador do Milipeia, Pedro Vieira Alberto, a procura "revela que o sistema de super-computação atual está saturado e já não é suficiente para as necessidades dos investigadores" portugueses. É também um sinal de que "a investigação em Portugal está a amadurecer, a ter capacidade, competitividade crescente, que os sistemas de investigação são cada vez mais sofisticados", disse. "Se tivéssemos duas Milipeias conseguíamos encher a procura e o número de horas solicitadas. Há sempre trabalhos (de investigação) em espera", acrescentou. Para responder à crescente procura, a Universidade candidatou ao QREN - Quadro de Referência Estratégico Nacional a instalação de um novo super-computador, com cerca de cinco mil processadores e uma capacidade de cálculo 20 vezes superior à do Milipeia. "Será essencial para dar um salto qualitativo e quantitativo na investigação científica e consolidar a posição de destaque que Coimbra e a Região Centro já ocupam no panorama da super-computação", considerou o responsável. A ser aprovada a candidatura ao QREN, o novo super-computador ficará entre os maiores e mais potentes da Península Ibérica, sublinhou. Os projetos científicos contemplados agora com horas de utilização do Milipeia, para resolução de problemas científicos e/ou tecnológicos de extrema complexidade, são em áreas tão diversas como a Biologia, Física, Química, Matemática e Engenharia. A funcionar há três anos e com oito milhões de horas de cálculos científicos registadas, o Milipeia será, até outubro, uma peça chave no "estudo de propriedades de nanomateriais e moléculas com interesse tecnológico e farmacológico, dobragem de proteínas relacionada com a doença de Alzheimer e dos pezinhos". A doença de Creutzfeldt-Jakob (das 'vacas loucas'), a simulação de evolução de galáxias, da estrutura de estrelas compactas e dinâmica de buracos negros são outros dos projetos contemplados, das universidades de Coimbra, Aveiro, Minho, Nova de Lisboa, Técnica de Lisboa, Évora, Algarve, Instituto Tecnológico e Nuclear (ITN) e Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP). fonte (http://www.destak.pt/artigo/57482) DaniFR March 24th, 2010, 09:22 PM ^^ :applause: Universidade de Coimbra sempre na vanguarda da investigação. djou23 March 24th, 2010, 11:37 PM parada no tempo à velocidade da luz...:) DaniFR March 29th, 2010, 03:06 PM Investigadores portugueses participam na criação de mão robótica inteligente Hoje às 12:43 Uma mão robótica inteligente, capaz de substituir a mão humana, está a ser desenvolvida por uma equipa de investigadores europeus, integrada por portugueses, cujo trabalho se centra na inteligência associada ao movimento. O objectivo do projeto europeu "HANDLE" é criar uma mão apta a identificar e manipular todo o tipo de objectos, como se de uma mão humana se tratasse, anunciou esta segunda-feira a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). Liderado pela Universidade Pierre e Marie Curie, em Paris, o projecto envolve os Institutos de Sistemas e Robótica (ISR) da FCTUC e do Instituto Superior Técnico de Lisboa, por Portugal, e cientistas do Reino Unido, Espanha, Suécia e Alemanha, além da empresa de robótica Shadow (Londres). O trabalho da equipa de Coimbra foca-se no «estudo da percepção (com base no tacto e na visão) de objectos pelos humanos e no desenvolvimento de modelos matemáticos que serão usados na nova geração de mãos robóticas». A partir dos dados sensoriais envolvidos na manipulação dos objectos são desenvolvidos «sofisticados algoritmos de software que processem toda essa informação e reproduzam a acção da mão humana». A medicina (próteses avançadas, cirurgia, reabilitação) é uma das possíveis áreas de aplicação da mão robótica inteligente, que, segundo o investigador da FCTUC, poderá também revelar-se «uma peça chave para que os robôs humanóides possam efectuar tarefas com elevado nível de exigência, onde não há espaço para falhas». Iniciado há um ano, este projecto tem a duração de mais três anos e um orçamento global de seis milhões de euros. TSF djou23 April 7th, 2010, 04:58 PM Futuro Museu da Ciência. Está a ficar um mimo! http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1189.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1190.jpg Sé Nova http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1191.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1195.jpg A minha Faculdade de Letras:) http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1196.jpg Biblioteca Joanina http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1203.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1206.jpg Que vista! http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1204.jpg Páteo das Escolas e Via Latina http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1205.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1208.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1209.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1207.jpg Porta Férrea http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1210.jpg De novo, a Fac. de Letras http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1211.jpg Biblioteca Geral http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1212.jpg Rua Larga http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1213.jpg Faculdade de Farmácia (aproveitem que pode ser das últimas vezes que a vêm tal e qual...) http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1214.jpg A (já antiga) Fac. de Medicina em primeiro plano, Física atrás http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1259.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1261.jpg Os guardiões da Sabedoria http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1260.jpg djou23 April 13th, 2010, 03:01 AM RUC, rádio-escola tem alvará em risco 00h30m ____ JOÃO PEDRO CAMPOS, ____ A Rádio Universidade de Coimbra corre o risco de não renovar o seu alvará de radiodifusão local, por a Associação Académica de Coimbra, a que a rádio pertence, não ter a rádio como objecto principal. A solução pode passar pela alteração dos estatutos. Segundo o artigo 3º da Lei da Rádio, de 2001, o exercício da actividade radiofónica só pode ser prosseguido por entidades que tenham a radiodifusão como objecto principal. Tal não acontece com a AAC, detentora do alvará da RUC (uma das 16 secções culturais da Academia, a transmitir em FM há 24 anos). Segundo o presidente da RUC, Alexandre Lemos, "a solução tem de passar por a AAC cumprir o princípio da especialidade na lei da rádio, e ser a única Associação Académica no país a ter órgãos de comunicação social de pleno direito". Alexandre Lemos alega que a introdução da radiodifusão nos objectivos da AAC não traz um estatuto especial à RUC dentro da Academia. "O que a Entidade Reguladora da Comunicação (ERC) diz é que a actividade radiofónica tem de estar listada entre os objectivos, e não num plano superior ou obrigatório", defende. Académica cautelosa O presidente da RUC sublinha que a ERC tem mostrado disponibilidade com a especificidade da rádio, mas manifesta fidelidade à lei. "Mostraram também compreensão por os estatutos da AAC estarem a ser revistos, o que é um processo demorado", destaca. O director executivo da ERC, Nuno Pinheiro Torres, conta que "a 10 de Março, o Conselho Regulador prorrogou o prazo até ao final do ano para o operador proceder à alteração do objecto social, dado que a alteração dos seus estatutos envolve um processo moroso". O presidente da Direcção-Geral da AAC, Miguel Portugal, sublinha a abertura da ERC, e mostra algumas reticências quanto à alteração dos estatutos. "Será o nosso último recurso mas não está posto de parte. Estamos a tentar encontrar outra solução que não ponha tanto em causa a redacção dos estatutos da AAC", defende. Para o presidente da Assembleia de Revisão dos Estatutos da AAC, Marco Veloso, a solução pode passar pela inclusão da radiodifusão nos princípios gerais da Academia ou pela criação de um artigo específico para a RUC. Alexandre Lemos defende uma solução mais larga, protegendo os outros órgãos de comunicação da AAC (o Jornal Universitário A CABRA e a TVAAC). "Para além da radiodifusão devem estar presentes outras práticas jornalísticas", entende. JN Lino April 13th, 2010, 03:45 AM Espero que a possam manter, é um órgão importantíssimo para a cidade desde os seus tempos de rádio pirata. Afinal onde é que depois ouço os únicos, a todos os níveis, comentários da Briosa? Sesnando April 13th, 2010, 04:54 AM Por mim já tinham fechado há muito, muito tempo. Bem como a totalidade da "aac" que não passa de um organismo de gestão inconsequente que absorve dinheiros públicos com o intuito de denegrir o nome da cidade. Lino April 14th, 2010, 01:02 PM Tomas umas fortes... infelizmente a gestão nos últimos anos não foi tão famosa, mas a AAC tem importância local e nacional (17 de Abril de 1969), quer a nível académico como político e social. Denegrir o nome da cidade? Dar ocupação a milhares de estudantes, dar-lhes oportunidades de lazer, de aprendizagem, de convivência, de cultura, de praticar desporto num dos organismos mais ecléticos, senão o mais eclético, de todo o Portugal? Radiomodelismo, canoagem, rugby, futebol, xadrez, culturismo, ginástica, esgrima, natação, etc.? djou23 April 14th, 2010, 08:12 PM Por mim já tinham fechado há muito, muito tempo. Bem como a totalidade da "aac" que não passa de um organismo de gestão inconsequente que absorve dinheiros públicos com o intuito de denegrir o nome da cidade. às vezes duvido se és mesmo tu a escrever Sesnando...:ohno: Aka April 14th, 2010, 08:33 PM Para mim, a RUC teve sempre um problema que não existe, por exemplo, n' A Cabra ou na tvAAC. Comporta-se como se fosse uma rádio normal. Que eu saiba, o objectivo destas secções é o de integrar e ajudar todos os estudantes. Ao nível do jornalismo, os três órgãos servem para dar experiência e currículo. Porém, para se entrar na RUC é preciso passar por um teste, e nem todos passam. Mais importante do que a qualidade do serviço é a qualidade da experiência. Se a RUC quer ser uma rádio como as outras: força. Mas, para isso teria de começar a dar emprego e a pagar. E, como eu já falei, não é esse o objectivo. Lino April 14th, 2010, 08:52 PM A RUC tem tido alguma variedade de programas novos e os clássicos, e conheço quem lá esteve e gostou muito. Tinha, por exemplo, bilhetes à pala para o cinema no Avenida. E é uma das poucas escolas de rádio no país e é de se louvar. Aka May 7th, 2010, 12:40 PM O primeiro "Depois" tem umas coisitas a mais... daniel322 May 7th, 2010, 07:31 PM Antes http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/antes.jpg Depois http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0782.jpg _________________ Antes http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF0783.jpg Depois? :) http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/IMG_3638.jpg DaniFR May 7th, 2010, 09:33 PM A torre está a ficar com a cor natural. :banana: Lino May 7th, 2010, 09:48 PM Brutal!! :D Aka May 7th, 2010, 09:58 PM O problema é que em pouco tempo está novamente porca. E depois, só lá para 2210. Vejam como estão a ficar os Arcos outra vez... O Prof Godin May 8th, 2010, 01:46 AM http://i727.photobucket.com/albums/ww275/eduardo1957_2009/Portugal/Coimbra/Universidade%20de%20Coimbra/P1050046.jpg http://i727.photobucket.com/albums/ww275/eduardo1957_2009/Portugal/Coimbra/Universidade%20de%20Coimbra/P1050054.jpg Barragon May 8th, 2010, 06:01 PM A torre está mesmo gira :lol: ERVATUGA May 17th, 2010, 08:39 PM Falta depois limpar esta parte: http://i727.photobucket.com/albums/ww275/eduardo1957_2009/Portugal/Coimbra/Universidade%20de%20Coimbra/P1050046.jpg e a capela e biblioteca: http://i727.photobucket.com/albums/ww275/eduardo1957_2009/Portugal/Coimbra/Universidade%20de%20Coimbra/P1050054.jpg Quando é que vão meter ali a relva e passeios como estáva previsto nos planos? Cumpts. djou23 May 18th, 2010, 04:55 AM O problema é que em pouco tempo está novamente porca. E depois, só lá para 2210. Vejam como estão a ficar os Arcos outra vez... é bem verdade...:ohno: djou23 May 28th, 2010, 04:02 AM Universidade de Coimbra Estudantes procuram posição concertada sobre reestruturação Alunos olham com “cepticismo” para propostas dos docentes e investigadores que remetem para a extinção e esvaziamento de cursos das faculdades «Quer se queira, quer não se queira, a discussão em torno da reestruturação dos saberes será sempre fracturante para a Universidade de Coimbra», defendeu ontem o presidente da Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC), Miguel Portugal, referindo-se à dificuldade que a Academia está a sentir para criar consensos sobre o assunto. No entanto, os estudantes da Universidade de Coimbra iniciaram na noite de quarta-feira, através de uma reunião do Conselho Inter-Núcleos, uma discussão que o líder da AAC espera que termine «numa posição conjunta» que salvaguarde o interesse dos alunos no seio da Academia. O encontro reuniu representantes da DG/AAC e membros de todos os núcleos das faculdades da UC. Nas próximas semanas vão ser enviados para os estudantes com assento no Conselho Geral da Universidade de Coimbra uma série de documentos com as diversas preocupações dos alunos. «Ainda é cedo para transmitir alguma conclusão, pois o debate está a começar agora», afirmou Miguel Portugal, que preside também ao Conselho Inter-Núcleos da AAC. Porém, o líder estudantil não escondeu que existe «algum cepticismo» em relação a propostas de docentes e investigadores que remetem para a extinção de unidades orgânicas e para o esvaziamento de cursos de algumas faculdades. «Há alguma resistência à mudança, como é normal nestas coisas», frisou, sem querer adiantar mais dados. Segundo o que o Diário de Coimbra conseguiu apurar, há um sector dos estudantes da Universidade de Coimbra que considera que não faz sentido propor mudanças “megalómanas”, que depois não são possíveis de concretizar por falta de verbas ou de espaço, como, defendem, é o caso da extinção da Faculdade de Economia e a sua substituição por duas novas unidades orgânicas. O esvaziamento da Faculdade de Letras, através da transferência de vários cursos para outras faculdades, e mudanças profundas no Departamento de Arquitectura (da Faculdade de Ciências e Tecnologia) são outros dois tópicos que estão a preocupar os estudantes da Universidade de Coimbra. Mas Miguel Portugal referiu que os alunos estão também muito atentos a mudanças «em cursos na sua especificidade» e não apenas a alterações que dizem respeito à globalidade de unidades orgânicas, como as faculdades. «A opinião da DG/AAC é que existe realmente a necessidade de evoluir e optimizar os recursos e os saberes da Universidade de Coimbra, mas não a qualquer custo», concluiu. Os representantes dos estudantes nos vários órgãos da Universidade vão continuar a reunir-se nos próximos meses, privilegiando os encontros do Conselho Inter-Núcleos. «Uma Assembleia Magna pode fazer algum sentido, mas para já não houve intenção dos estudantes nesse sentido», concluiu Miguel Portugal. Debate termina no fim do ano A segunda fase do debate sobre a reestruturação dos saberes da Universidade de Coimbra foi iniciada na semana passada. Estudantes, funcionários e docentes transmitem agora sugestões à Comissão de Reestruturação dos Saberes que, até ao final deste ano, tem que elaborar um documento final. As propostas resultantes do já apelidado «debate do século na UC» são depois, no início de 2011, aprovadas ou chumbadas pelo Conselho Geral da Universidade de Coimbra. Nesta altura, os cenários que dizem respeito à extinção de faculdades e à transferência de cursos entre as unidades orgânicas têm estado em destaque na comunidade universitária, mas recorde-se que o debate tem também a ver com temas como a consolidação e criação de massas críticas, o surgimento de uma estrutura de articulação dos saberes e a potencialização da investigação científica e de sinergias. Diário de Coimbra DaniFR June 8th, 2010, 08:07 PM Vídeo - Mais de 120 estão já inscritos Lip Dub promove universidade Lip Dub: um vídeo sem cortes, que combina coreografia e música. Será gravado quinta-feira, para funcionar como vídeo promocional da Universidade de Coimbra. Começou como “uma conversa de café”. Hoje, tem mais de 120 inscritos e, na quinta-feira, quando chegar o grande dia, esperam os organizadores, serão mais de 250. Falamos do Lip Dub Universidade (UC), um vídeo promocional da mais antiga universidade do país. Como todos os outros lip dubs, o vídeo combina coreografia e música e terá de ser filmado num só take, sem corte nem edição de imagem. “Pretendemos colocar em destaque todas as valências desta instituição (os vários pólos, todas as faculdades, cursos e departamentos, e ainda as variadas actividades autónomas relacionadas com a UC). Queremos mostrar quem estuda nesta cidade, mas não só: todos aqueles que aqui trabalham e têm alguma relação com a academia coimbrã”, afirmam os organizadores. “A chave de todo o processo está nos ensaios”, garantem. Por isso, tem havido reuniões com os participantes. Os papéis já começaram a ser distribuídos. Desde pára-quedistas a trabalhadores das obras, passando por paparazzis e, claro está, estudantes de capa e batina, todos terão uma participação importante. Podia ser um dos maiores A música também já está definida: “O meu coração”, dos Anaquim. “A escolha foi feita por se tratar de um grupo português e de Coimbra”, revela a organização. A três dias de passar das palavras à acção, os organizadores gostavam de contar com mais participantes. “A UC tem capacidade para fazer um dos maiores lip dubs de sempre, tendo em conta que tem muitos estudantes e colaboradores”, dizem. No entanto, o facto de o Lip Dub UC se realizar num feriado, com perspectiva de fim-de-semana alargado, poderá ter contribuído para uma menor adesão. A proximidade da data, que “deixou muito pouco tempo de preparação”, o orçamento e “o facto de serem poucos os que conhecem o termo lip dub” dificultaram a tarefa. Nada que deva, contudo, impedir que o sucesso da iniciativa. Quarta-feira, no ensaio geral, as dúvidas começam a ser tiradas. Diário As Beiras djou23 June 21st, 2010, 02:57 AM http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1316.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1318.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1319.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1324.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1326.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1327.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1328.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1329.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1330.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1331.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1332.jpg Colégio de S. Jerónimo http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1333.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1334.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1335.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1336.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1337.jpg 99% concluído! http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1339.jpg djou23 July 1st, 2010, 12:42 AM Duas universidades portuguesas e uma espanhola querem geoparque ibérico Projecto pretende valorizar o território compreendido entre os parques naturais do Douro Internacional e Arribas do Douro A criação do geoparque ibérico transfronteiriço «Arribas do Douro - Duero Internacional» é um dos objectivos de um projecto das universidades de Salamanca, Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) e Coimbra, noticia a Lusa. O projecto, intitulado «Geodinamização», pretende valorizar o território compreendido entre os parques naturais do Douro Internacional e Arribas do Douro e espera criar as ferramentas necessárias para a dinamização e desenvolvimento sustentável deste território transfronteiriço, referem os seus promotores. Em declarações à agência Lusa, Elisa Preto, responsável pelo projecto na UTAD, disse que «a ideia da criação de um geoparque não é nova e desde 2005 tem sido ventilada com os colegas de Salamanca». «Todos são da opinião de que o encaixe das Arribas e do rio Douro na fronteira merece ser valorizado e ter uma assinatura de um geoparque - vocacionado para o geoturismo sustentável - ou algo de superior ao existente», afirmou. Segundo Elisa Preto, a candidatura, no âmbito do Programa Operacional de Cooperação Transfronteiriça Espanha-Portugal (POCTEP 2007-2013), assenta na «sistematização da informação existente, mas dispersa». «A figura jurídica de geoparque ¿ declarada pela UNESCO - é criada na base da relevância e do interesse na geologia, mas é muito mais que isso», sustentou Elisa Preto. Gestão O projeto «Geodinamização» contempla a realização de «estudos transversais para o conhecimento físico, histórico, social e cultural da zona», bem como a «identificação de riscos e a sua relação com a desertificação do território». «No futuro, para o eventual geoparque, terá de ser criado um órgão de gestão, que poderá ser gerido por uma instituição existente no terreno, como um agrupamento europeu de cooperação transfronteiriça», sugeriu. Quanto à sobreposição no território com os dois parques naturais, este projecto «considera e propõe uma zona de influência mais abrangente», sublinhou Elisa Preto. Do lado português, a área de influência da proposta abrange parte dos municípios de Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Torre de Moncorvo, Alfândega da Fé, Macedo de Cavaleiros, Bragança e Vimioso, e a totalidade dos territórios dos municípios de Freixo de Espada à Cinta, Mogadouro e Miranda do Douro. Segundo a coordenadora geral do projecto, Dolores Pereira, da Universidade de Salamanca, «os resultados da candidatura poderão ser conhecidos até ao final do ano», num projecto que rondará um 1,2 milhões de euros IOL DaniFR July 2nd, 2010, 03:44 PM Ug2bz0IDDhs :) djou23 July 6th, 2010, 01:48 AM Empresa, pioneira, de Coimbra recebeu prémio europeu A empresa em questão é a start up tecnológica FeedZai. É oriunda de Coimbra, e saiu à pouco tempo da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). A empresa é especializada em processar dados em tempo real, e o principal produto é a aplicação Pulse, que pode ser utilizada nos ramos da Energia, Banca e Telecomunicações. O prémio que recebeu é empregue a nível europeu, e é exclusivamente para empresas inteligentes, e está na categoria Modelos Digitais. A cerimonia de entrega foi em Espanha, Burgos, e foi organizada pela European BIC Network, que é um vasta rede de centros de invocação empresarial, que se encontra em 26 países e responsável pela “Smart Entrepreneurship Competition 2010″. A FeedZai foi uma das 22 start ups distinguidas, existiam diversas categorias como categorias Modelos Digitais, Modelos de Negócio, Modelos Colaborativos, Modelos Socialmente Responsáveis e Modelos de Serviços Totais. Nuno Sebastião, director geral da FeedZai, informou que esta distinção é “um selo de qualidade e certificação, o que significa uma porta de acesso às mais prestigiadas e importantes instituições da Europa, como por exemplo, a Agência Espacial Europeia (ESA) que se mostrou interessada em desenvolver parcerias de negócio com a FeedZai”. IP Jornal djou23 July 6th, 2010, 01:50 AM FeedZai Start up de Coimbra conquista prémio europeu de empresas inteligentes A start up tecnológica FeedZai, saída da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), recebeu um prémio europeu para empresas inteligentes, na categoria Modelos Digitais O prémio foi atribuído em Burgos, Espanha, num evento organizado pela European BIC Network, uma rede de centros de inovação empresarial presente em 26 países responsável pela «Smart Entrepreneurship Competition 2010». A FeedZai foi uma das 22 start ups distinguidas nos prémios, que tinha como categorias Modelos Digitais, Modelos de Negócio, Modelos Colaborativos, Modelos Socialmente Responsáveis e Modelos de Serviços Totais. Em comunicado o CEO da empresa portuguesa, Nuno Sebastião, defende que esta distinção é «um selo de qualidade e certificação, o que significa uma porta de acesso às mais prestigiadas e importantes instituições da Europa, como por exemplo, a Agência Espacial Europeia (ESA) que se mostrou interessada em desenvolver parcerias de negócio com a FeedZai». Especializada em processamento de dados em tempo real, a FeedZai tem como principal produto a aplicação Pulse, que pode ser utilizada em áreas tão diversas como Energia, Banca ou Telecomunicações. Sol djou23 July 6th, 2010, 04:15 AM Escrito por Patrícia Isabel Silva UNIVERSIDADE DE COIMBRA Processo de Bolonha implementado “em condições lamentáveis” Dois anos depois, há ainda “muito a fazer”, num processo onde a avaliação dos estudantes não deve ser uma questão menor, nem tão pouco a qualidade pedagógica dos docentes O presidente do Conselho Geral da Universidade de Coimbra adiantou ontem que a implementação do Processo de Bolonha em Portugal decorreu «em condições lamentáveis». Artur Santos Silva respondia às considerações de uma docente de Engenharia Civil, durante a jornada de reflexão “Bolonha Ano II. Para lá das aparências”, que decorreu no auditório da Reitoria da UC, onde defendeu que as instituições «deveriam ter tido mais recursos financeiros do que tiveram» neste processo de adequação ao Espaço Europeu de Ensino Superior. Apesar do «orçamento apertado» da maioria das universidades e institutos, o também presidente do BPI está esperançado nos frutos que «o diálogo» entre os representantes do ensino superior e o governo possam trazer, apontando possíveis novidades para a próxima reunião do Conselho Geral da Universidade de Coimbra, no próximo dia 12. Dois anos depois da implementação de Bolonha, na Universidade de Coimbra continuam a ser apontadas várias críticas, nomeadamente entre alunos. João Pita, estudante de doutoramento, pede mais liberdade, mais mobilidade entre faculdades, maior autonomia e «menos tempo de contacto», ou seja, redução na obrigatoriedade na presença das aulas. Na óptica de João Pita, perdeu-se mesmo o «momento único para uma reforma profunda da Universidade» e persiste um conjunto de situações, desde «a confusão de conceitos» à «rigidez curricular». O estudante da FCTUC não tem “papas na língua” e considera que há «falta de preparação pedagógica dos docentes»: «a formação ao longo da vida aplica-se a todos, também aos professores universitários», ironizou. Algumas das considerações de João Pita foram depois aprofundadas por Artur Santos Silva, nomeadamente nesta matéria de docentes, sublinhando que a grande maioria chega ao lugar pelos bons resultados académicos, «mas não têm a formação que deveriam ter». Para o presidente do Conselho Geral são determinantes o «talento educativo» e a «inteligência emocional para cativar os alunos», num país, frisou, em que «a qualidade dos melhores é muito alta» e isso vê-se quando os jovens chegam ao mercado de trabalho, mas «a qualidade média é baixa». João Gomes Ferreira, da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, sugere mesmo a realização de «oficinas pedagógicas entre docentes, que devem ser equipas de reflexão sobre práticas e de análise de resultados que se vão obtendo nesta nova realidade. Avaliação definida caso a caso Ao longo da manhã de ontem, Rogério Leal, provedor do estudante, lembrou que a avaliação «não é uma questão menor», apontando várias «dificuldades processuais» no método contínuo, quando há um elevado número de alunos ou pela «dificuldade de prever mecanismos de recurso, melhoria de nota ou repescagem». «A avaliação do saber deve ser feita da mesma forma da avaliação ao saber fazer?», questionou o docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia, que defende ainda a «uniformização de conceitos», mas métodos pensados e negociados disciplina a disciplina, num processo em que os estudantes sejam envolvidos. «Não há lugar a facilitismo. Qualquer tipo de facilitismo só leva a que a universidade perca nome», sublinhou. Eunice Carrilho, docente do curso de Medicina Dentária, lembrou alguns dos constrangimentos da divisão entre primeiro ciclo e segundo ciclo, realçando as «sérias dúvidas» do Conselho Europeu sobre a actual formação dos profissionais, razão pela qual «muitos dos estados membros não seguiram Bolonha». A organização desta jornada de reflexão foi da responsabilidade do Observatório de Bolonha da Universidade de Coimbra. Diário de Coimbra DaniFR July 6th, 2010, 12:22 PM FeedZai Start up de Coimbra conquista prémio europeu de empresas inteligentes A start up tecnológica FeedZai, saída da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), recebeu um prémio europeu para empresas inteligentes, na categoria Modelos Digitais :applause: djou23 July 7th, 2010, 02:29 AM "Craques" da robótica mundial vivem em Coimbra Equipa da Universidade sagrou-se campeã do Mundo em duas modalidades, em Singapura 00h30m João Pedro Campos Uma equipa do Departamento de Engenharia Electrotécnica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra sagrou-se campeã mundial de robótica, em Singapura. Uma bailarina robô foi uma das chaves do sucesso. A equipa conquistou o título mundial nas provas de Dança e de Busca e Salvamento, numa competição que decorreu de 19 a 24 de Junho. No entanto, o planeamento começou nove meses antes. "Em Setembro de 2009 começámos a definir etapas e em Dezembro já tínhamos protótipos feitos. Até ao produto final, foram-se fazendo experiências", conta Tiago Caldeira, um dos membros da equipa. Os estudantes conquistaram o troféu entre 34 equipas de todo o mundo e confessam alguma surpresa. "O objectivo era ser apurado para os oito primeiros, mas sabíamos que os que lá estavam eram muito bons. Ao chegar à final fiquei muito optimista e acabou por ser uma óptima surpresa", ressalva Tiago Caldeira. Para a prova de Dança, os elementos contam que se começou a planear pelos pés do robô (uma bailarina). Quando a parte de baixo estava feita, passou-se para os braços e a força com que iriam levantar. Tiago Caldeira explica que em Fevereiro começou a ser feita a parte da coreografia, através de um programa que coordenava só os movimentos, tendo-se seguido a sincronização destes com a música. "Em Março participámos no campeonato nacional, na Batalha, e fomos campeões, o que nos valeu a participação no Mundial", diz o estudante. Para a competição em Singapura foram necessárias algumas alterações. A modalidade consiste em duas etapas: uma parte de entrevista, em que se explica como o robô é constituído, e a parte de coreografia, em que o júri analisa o desemprenho da bailarina. Na prova de Busca e Salvamento, o robô demorou cerca de dois meses a ser feito. "É um equipamento leve, em que o que pesa mais são as baterias", explica o coordenador da modalidade, Paulo França. A prova consistia em circular dentro de um labirinto e encontrar vítimas, tendo a equipa do Departamento de Engenharia Electrotécnica terminado a prova em cinco minutos. No final da primeira fase, eram apurados dez finalistas, que se defrontavam entre eles, tendo de identificar o número máximo de vítimas em menos tempo. "O robô tem um sensor de temperatura para detectar as vítimas, um equipamento de ultrassons e uma bússola, para saber onde está. Tem uma placa que é o cérebro de todo o comando e rodas homodireccionais, para o andamento ser homogéneo", descreve Paulo França. A equipa da prova de Dança tinha como mentor Joana Carneiro e restantes elementos Samuel Nunes, Adriana Martins e Sara Carneiro. A prova de Salvamento tinha Paulo França como responsável, a coordenar João Seabra, Beatriz Gonçalves e João Pedro Silveira. As equipas contaram com alunos do Ensino Secundário. "Tentámos equilibrar duas coisas: mentores universitários e um aluno do secundário que faz a ponte", justifica Tiago Caldeira. Os equipamentos foram todos construídos nos laboratórios do Departamento de Engenharia Electrotécnica Universidade de Coimbra. "Houve algum material que teve de se comprar, mas foi tudo aqui montado", contam os elementos. JN fernao July 8th, 2010, 12:48 AM CAPA da NATURE!! http://www.nature.com/nature/journal/v466/n7303/ Afinal, o protão é mais pequeno e ameaça Teoria Quântica Uma equipa de cientistas que inclui oito portugueses descobriu que o protão, um dos constituintes da matéria, é mais pequeno do que se pensava, o que pode por em causa a Teoria Eletrodinâmica Quântica. A descoberta é capa da "Nature". Uma equipa internacional de cientistas, entre os quais oito portugueses das universidades de Aveiro e de Coimbra, descobriu que o protão, um dos constituintes fundamentais da matéria, é 4% menor do que o valor assumido até agora, o que pode por em causa uma das teorias físicas mais bem sucedidas de sempre: a Teoria Eletrodinâmica Quântica, que rege a interação entre luz e matéria. A descoberta é publicada esta semana na "Nature", é o tema de capa da conhecida revista científica britânica e resultou de uma experiência em que a participação dos investigadores portugueses foi determinante, porque foram responsáveis pelo desenvolvimento do sistema de deteção de Raios X. Os cientistas usaram o chamado hidrogénio muónico na medição do raio do protão e, depois de três semanas de medições ininterruptas, com um grau de precisão dez vezes superior ao conseguido até hoje, encontraram o verdadeiro tamanho do protão. Universidades de Aveiro e de Coimbra envolvidas Joaquim Santos, investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, coordenou a equipa portuguesa, e os grupos de cientistas lusos das universidades de Aveiro e Coimbra envolvidos na descoberta são internacionalmente reconhecidos com peritos na área dos detetores de radiação. "O desempenho do sistema de deteção de Raios X foi notável, o que contribuiu significativamente para o sucesso da experiência", afirmou Luís Fernandes, um dos membros de equipa portuguesa. Outro cientista luso que participou na experiência, Daniel Covita, recorda que "as dificuldades foram imensas, a equipa teve de resolver imensas falhas tecnológicas, mas a nossa vontade foi finalmente recompensada com o sucesso e estamos muito satisfeitos". EXPRESSO djou23 July 8th, 2010, 12:54 AM :applause: ERVATUGA July 15th, 2010, 06:28 PM Universidade de Coimbra lança biblioteca digital A Biblioteca Digital de Fundo Antigo da Universidade de Coimbra (UC), "Alma Mater", reúne cerca de quatro mil documentos, correspondentes a perto de 500 mil imagens, e fica acessível a partir da próxima quarta-feira. http://dn.sapo.pt/storage/ng1317554.jpg?type=big&pos=0 O novo portal integra o repositório temático 'República Digital', que disponibiliza 'documentos inéditos sobre a implantação da República em Portugal e a resistência ao Estado Novo', sublinhou, à agência Lusa, Carlos Fiolhais, director da Biblioteca Geral da UC. O projecto 'Alma Mater' só estará concluído, no entanto, quando as "cerca de 200 mil obras de fundo antigo da Universidade" (documentação produzida até meados do século XX) estiveram digitalizadas e acessíveis através da internet, acrescentou o também director do Serviço Integrado das Bibliotecas (SIBUC) da UC. Mas, para isso, são 'necessários investimentos', que, 'em tempo de crise como o que vivemos, são mais difíceis de fazer', disse. Integrada numa 'estratégia de desenvolvimento e modernização' da UC, a 'Alma Mater' visa tornar mais acessível um património 'vasto, rico e, nalguns aspectos, único', como é o da mais antiga universidade portuguesa e uma das mais antigas do mundo. Esta biblioteca digital, ao reduzir 'a situações quase pontuais a consulta de muita documentação', vai, também, permitir a preservação de todo o acervo de fundo antigo, onde 'alguns documentos gritam por socorro', afirmou Carlos Fiolhais. 'Parte da documentação (talvez cerca de metade) agora disponibilizada' já está acessível, pela internet, mas esta nova plataforma (www.uc.pt/sibuc/almamater) 'congrega e valoriza' todos esses núcleos, que 'integram o rico património bibliográfico e documental de todas as bibliotecas digitais já existentes' na Universidade. A esses núcleos, junta-se um novo património digitalizado, designadamente, 'livros antigos, manuscritos, cartas, fotografias, desenhos' e parte dos espólios de 'autores formados pela UC', como Almeida Garrett, Félix Avelar Brotero e Júlio Henriques, referiu o director da Biblioteca Geral e do Sistema Integrado de Bibliotecas da UC. Aquele acervo acresce ainda o núcleo 'República Digital', projecto integrado nas comemorações do centenário da República Portuguesa, que reúne 'diversos documentos' (desde jornais a manuscritos, de livros a correspondência ou de fotografias a desenhos) sobre 'as transformações políticas, sociais, científicas e artísticas', provocadas pela implantação do novo regime, as ideias republicanas e a resistência ao Estado Novo, boa parte dos quais inéditos. Fonte: http://dn.sapo.pt/cartaz/livros/interior.aspx?content_id=1616588 Para acederem a página oficial da biblioteca: http://web.bg.uc.pt/ djou23 July 23rd, 2010, 04:03 AM Coimbra: 3 pólos universitários, 3 “faces” da arquitectura portuguesa Nuno Grande * Concebidos e construídos em tempos distintos, os actuais três Pólos da Universidade de Coimbra (UC) constituem um reflexo particular das constâncias e das mudanças operadas, ao longo de mais de meio século, no seio da nossa cultura arquitectónica e urbana; facto que nos propomos explorar neste breve ensaio. Poderíamos, naturalmente, alargar essa leitura aos ancestrais assentamentos da UC: ao lançamento, na primeira metade do século XVI, dos primeiros colégios da, então, nova Rua de Santa Sophia – também nomeada, pelo actual Reitor, como “Pólo 0” da instituição –, agregando ou gerando uma boa parte do tecido da Baixinha; ou ao coeso conjunto de colégios da Alta, estabelecidos a partir da segunda metade de Quinhentos; ou mesmo à sua posterior Reforma Pombalina, no final de Setecentos, tão “urbana” nos seus propósitos. Ensaios anteriores já o fizeram com maior propriedade e profundidade, ressalvando, na sua maioria, a importância desses diferentes “estratos” universitários no processo de “fazer cidade”. 1 Interessa-nos, antes, perceber a evolução mais recente, sobretudo a partir do período em que conceitos como “Cidade Universitária”, primeiro, e “Pólo Universitário”, depois, atiram a Universidade para a condição de “alter-cidade”, autonomizando-a dos tecidos urbanos precedentes. Planeados como novas “cidadelas”, os três Pólos Universitários de Coimbra tornaram-se, a seu tempo, em assentamentos “datados” – mesmo que incompletos –, isto é, cristalizados nas suas opções urbanísticas e arquitectónicas. Espaçadas na história, essas opções revelam, ainda assim, curiosos pontos comuns: por um lado, a preferência por traçados reticulares sobre terrenos em declive, suportando diferentes “edifícios-quarteirão”; por outro, a aposta em volumetrias e linguagens de pendor racionalista, reflectindo, respectivamente, sucessivas “faces” formais e ideológicas da arquitectura portuguesa. Vejamos quais. Pólo I: uma “cidadela” grandiloquente A constituição política, em 1934, da “Comissão Administrativa do Plano de Obras da Cidade Universitária de Coimbra” lançou o desígnio do Estado Novo, e, em particular, o desejo de António Oliveira Salazar, de distinguir física e administrativamente a vetusta instituição da Alta urbana. O historiador Nuno Rosmaninho enquadrou esse desejo político e pessoal num estereótipo coimbrão, então professado pelo próprio Presidente do Conselho: Apesar de uma primeira comissão especial ter começado a estudar a remodelação dos espaços escolares em 1934, o projecto nasceu politicamente, para o País, três anos depois, por intermédio do prefácio de Salazar ao segundo volume dos Discursos e Notas Políticas. Numa página apenas, o presidente do Conselho esboçou um plano e uma ideologia. O seu desejo de converter a Universidade numa cidadela, isolada dos quarteirões residenciais, abrindo perspectivas sobre o rio Mondego e as encostas verdejantes, remete directamente para o estereótipo bucólico de Coimbra, de profunda repercussão nacional. [Nuno Rosmaninho, “A Cidade Universitária de Coimbra e o imaginário”, in O Poder da Arte. O Estado Novo e a Cidade Universitária de Coimbra. Coimbra, IUC, 2006] Fixada em 1943, por Cottinelli Telmo, a Planta da Cidade Universitária de Coimbra fundava, na verdade, uma nova realidade urbana, auto-referenciada em espaços e eixos que regularizavam e fixavam, cenograficamente, outros tantos estereótipos da Alta: o Pátio das Escolas, a Porta Férrea, a Rua Larga, o terreiro da Sé Nova. Utilizando-os como pontos focais ou rótulas estáticas, Cottinelli estabeleceu um traçado regulador para os novos edifícios universitários, implicando profundas demolições no tecido existente, a par de extensos aterros e desaterros na topografia de base. A decisão seria assinalada, logo em 1944, pelo lançamento das Escadas Monumentais, remate axiomático do eixo da Rua Larga, e testamento urbanístico do próprio Ministro das Obras Públicas, Duarte Pacheco, falecido em Novembro de 1943. Deste modo, a nova e rígida “Cidade Universitária” nascia contra a memória e a geografia da velha Alta. À imposição da Planta, seguiu-se a afirmação das linguagens arquitectónicas, por importação ou adaptação de imaginários estilísticos exógenos à cidade. Aqui, conjugaram-se a aposta numa monumentalidade, de feição nacionalista, que caracterizara a recente Exposição do Mundo Português, em Lisboa (1940) – onde Cottinelli dirigira o plano de conjunto –, e a adesão demonstrada, por parte do seu grupo de projectistas de Coimbra, pelos recentes e austeros conjuntos arquitectónicos das Cidades Universitárias de Madrid e de Roma, de igual desígnio ditatorial. Refira-se, por exemplo, o contacto de Cottinelli Telmo com a obra de Marcello Piacentini, e com o seu Stile Littorio – uma fusão entre classicismo e racionalismo –, tão admirado pelo então Reitor de Coimbra, Maximino Correia, aquando da viagem que ambos realizaram à Cidade Universitária de Roma, em 1946 2 ; ou o fascínio que a “Moderna Arquitectura Alemã” – título equívoco de uma exposição decorrida em Lisboa, em 1941 –, e a figura do arquitecto e futuro ministro do III Reich, Albert Speer, despertaram em Luís Cristino da Silva, sucessor de Cottinelli na direcção do Plano de Obras de Coimbra, a partir de 1949. Assim, e salvaguardando as diferenças políticas e culturais em jogo, podemos afirmar que, ao longo da década de 1940, a nova “Cidade Universitária de Coimbra” serviu de “laboratório de ensaio” desse inusitado encontro entre as grandiloquências arquitectónicas salazarista, franquista, mussoliniana e nazi, numa paradoxal busca por um possível estilo simultaneamente “clássico” e “moderno”, “monumental” e “funcional”. Essa busca seria evocada nas memórias dos projectos da Biblioteca Geral e da Faculdade de Letras, assinados por Alberto Pessoa, sob tutela de Cottinelli; como, mais tarde, nas memórias de Lucínio da Cruz para as Faculdades de Medicina e de Ciências, então debaixo do plano re-uniformizador de Cristino. A este caberia, como se sabe, a derradeira tentativa de fixar, monumentalmente, a Praça D. Dinis, planeando, em sucessivos desenhos da década de 1950, o seu envolvimento por um conjunto de edifícios-colunata, nele incluindo o Hospital Universitário, projecto frustrado do arquitecto alemão Walter Distel, de 1952. 3 A democratização da Europa no pós-guerra, o debate interno em torno do Movimento Moderno, saído do 1.º Congresso Nacional de Arquitectura, em 1948, e as mudanças operadas na própria cultura universitária portuguesa – ainda que sob domínio estadonovista por mais duas décadas –, ditaram a crítica e a crise definitiva dessa grandiloquência arquitectónica. O sonho da nova “Cidade Universitária” (hoje Pólo I) permaneceu petrificado no tempo, entre superfícies austeras e brancas, entre pilastras e vãos uniformes, entre estruturas em betão armado e alvenarias em pedra maciça. Nova “cidade” talvez, mas cristalizada e mono-funcional, tal como a conhecemos ainda hoje. Pólo II: em busca da “cidade perdida” A democratização do sistema político português, a partir de 25 de Abril de 1974, conduziu a uma idêntica democratização do acesso ao ensino superior, trazendo consigo a proliferação de cursos e disciplinas e um inevitável acréscimo da população estudantil no seio dos espaços universitários. Em meados da década de 1980, a UC viu-se impelida a alargar as suas instalações, optando, para isso, por criar dois novos pólos universitários em novas zonas de expansão urbana. De algum modo, e apesar do debate interdisciplinar em torno do isolamento funcional dos modelos de “campus” ou de “pólo” especializado – apanágio do urbanismo moderno de matriz anglo-saxónica – acreditou-se, paradoxalmente, que, como outrora, essas soluções permitiriam à Universidade voltar a “fazer cidade”. Esse foi, de resto, o desígnio da proposta vencedora, em 1988, do concurso para o Plano do Pólo II da UC (“Pólo das Engenharias”), a localizar na colina da Boavista sobranceira ao Mondego, da autoria dos arquitectos portuenses Mercês Vieira e Camilo Cortesão. A sua vontade de “regrar” a nova malha, em função da cidade existente, seria assim descrita: O desenho do espaço público (…) parte de um vocabulário identificável de praças, ruas, escadarias e jardins, com uma escala encontrada nos tecidos consolidados da cidade, que repõe um desenho urbano de quarteirões, numa malha com a métrica e os alinhamentos do Bairro Norton de Matos (…) Cérceas, alinhamentos, dimensões de recuos e de pés-direitos constroem-se a partir de uma mesma geometria formal, de múltiplos e submúltiplos de um módulo de 4,5 metros. [Mercês Vieira e Camilo Cortesão, “O Pólo II da Universidade de Coimbra. Desenho Urbano e integração na cidade”, in Cidade-Sofia, Cidades Universitárias em debate. Coimbra, Edarq, 2006]. Este discurso perfilhava uma tendência presente na cultura arquitectónica portuguesa desde, pelo menos, a década de 1970, baseada no resgate do “vocabulário” da cidade histórica, densa e compacta – o quarteirão, a rua, a praça, a escadaria, … – por referência à obra escrita e construída de figuras cimeiras da arquitectura europeia de então, como Aldo Rossi, Giorgio Grassi ou Vittorio Gregotti. Deste modo, a ligação à Itália e, agora, ao seu “neo-racionalismo” – ainda que, ideologicamente oposto ao anterior racionalismo mussoliniano – entrava, de novo, nos desígnios urbanísticos da UC, marcando o futuro Pólo II, ao nível do “desenho do espaço público” – outra das grandes “muletas” do urbanismo italiano da época –, mas também, da tipo-morfologia dos edifícios universitários que o viriam a preencher, ao longo das décadas seguintes. Assim aconteceu na (mega)estrutura ritmada, em forma de “pente”, que Gonçalo Byrne projectou para os Departamentos de Engenharia Electrotécnica e Informática – de algum modo retomada, mais tarde, pelos seus discípulos Manuel e Francisco Aires Mateus nos edifícios da Residência Universitária/Cantina e da Unidade Pedagógica Central; mas também nos conjuntos compactos ou reticulados entre pátios, dos departamentos de Engenharia Química, de Vasco Cunha, de Engenharia Mecânica, de Manuel Tainha, e de Engenharia Civil, de Fernando Távora. A esta aparente constância tipológica correspondeu uma semelhante uniformidade formal e material, já que, a maior parte desses edifícios se conformou num jogo de volumes abstractos, revestidos por extensos panos de reboco, eminentemente branco, alternados por longos vãos verticais ou horizontais. Esta opção estilística – também presente na mais recente Residência Universitária de Carlos Martins e Elisiário Miranda – tornou-se identificável com uma “marca” presente na arquitectura portuguesa da década de 1980, tantas vezes conotada com o ideário da chamada “Escola do Porto”, e em particular com o seu emblemático edifício, assinado por Álvaro Siza. Numa leitura actualizada, essa marca “epocal” parece, também aqui, datar (no tempo), e excluir (no espaço) o Pólo II da restante diversidade urbana em expansão, dessa cidade “outra” que ainda não teve tempo de o absorver. Pólo III: um parque de “objectos” arquitectónicos Acompanhando a localização definitiva do novo Hospital Universitário de Coimbra na área de Celas – infra-estrutura inaugurada em 1985 – a UC lançou, no final dessa mesma década, o Plano de Pormenor para o seu Pólo III (“Pólo das Ciências da Saúde”), então entregue ao atelier de Eduardo Rebello de Andrade. Retomando, uma vez mais, opções urbanísticas anteriores, o planeador optou por estabelecer uma malha de “polígonos” regulares sobre o difícil terreno adquirido pela Universidade – um cabeço elevado e sobranceiro à Circular Interna da cidade – propondo, para isso, algumas condicionantes: A generalidade dos polígonos de implantação dos edifícios, destinados a Ensino e Investigação, apresentam uma grande profundidade, o que permite ao projectista optar por soluções de pátio interior ou de dupla circulação, com ocupação da faixa interior por espaços que prescindam de iluminação natural, conforme seja mais adequado ao programa específico de cada edifício. [Eduardo Rebello de Andrade e Luis Fernandes, Universidade de Coimbra. Reformulação do Plano de Pormenor do Pólo III. Pólo das Ciências de Saúde (Relatório). Coimbra: Arquivo do Divisão de Gestão de Edifícios, Equipamentos e Infra-Estruturas, Estudos e Projectos da Universidade de Coimbra, (policopiado)]. Desde o início da década de 1990, sucessivos projectos foram sendo concursados de acordo com a malha planeada, e implantados, paulatinamente, em torno do primeiro desses “polígonos” – o eternamente desenquadrado edifício da Sub-Unidade 1, projecto do próprio atelier de Rebello de Andrade. Ainda que as sucessivas propostas tenham repetido soluções tipológicas que encontramos nas duas “cidadelas” universitárias anteriores – volumes profundos e compactos, estabelecidos em corpos lineares isolados ou em torno de pátios – foi, sobretudo, ao nível das linguagens e da sua materialização que, aqui, se expressaram novas diferenças “geracionais”. Na verdade, os projectos mais recentes do Pólo III parecem partilhar de um novo tipo de racionalismo, eminentemente formal, que desmaterializa a escala e a leitura dos pisos e vãos, “objectualizando” e diferenciando cada um dos edifícios em relação aos seus envolventes, ao contrário do que descrevemos sobre o conjunto do Pólo II. Trata-se de uma atitude conceptual próxima do denominado “minimalismo” em arquitectura, a que se junta uma experimentação em torno de novas “peles” exteriores, baseada em materiais despojados – betão aparente, placagens ou grelhagens pré-fabricadas a partir de compósitos de cimento, e modulações em chapa metálica – com texturas abstractas e cruas. Estes são, de resto, referenciais que vêm aproximando as novas gerações de arquitectos portugueses de práticas contemporâneas mais comuns na cultura arquitectónica suíça ou holandesa. Olhando o conjunto de obras – assinadas, na sua maioria, e sintomaticamente, por jovens colectivos de arquitectos –, descobrem-se esses referenciais nos projectos: do edifício do PET e da Sub-Unidade 3, ambos do atelier Serôdio & Furtado; da Biblioteca, dos arquitectos Cadaval de Sousa/Costa Lopes; da Faculdade de Farmácia, de Matos Gameiro/Carlos Crespo; da Cantina do Pólo, de Lima Gaspar/Lobato Santos; da Unidade Central de José Barra/Tiago Barreiros; das futuras Sub-Unidades 2+4, de Diogo Burnay/Cristina Veríssimo com AT93; ou ainda, da recente Residência Universitária projectada por Paula Santos. Na sua “objectualidade”, cada um destes edifícios é, ele próprio, um símbolo da autonomia programática do Pólo III, ou da mono-funcionalidade das suas componentes, algo que o aproxima, mais de um “parque tecnológico” do que de uma verdadeira “cidade” em mutação. Nesta questão, e uma vez mais, nada o parece distinguir das precedentes experiências urbanísticas universitárias, já descritas.Como se depreende desta breve análise, os três Pólos Universitários de Coimbra constituem um “escaparate”, quase perfeito, de três “faces” recentes da arquitectura portuguesa. São, ainda assim, “mostruários” arquitectónicos que não conseguiram “fazer cidade”, algo que só se tornará possível, no momento em que, física e socialmente, se deixarem “contaminar” por outras “urbanidades”, tornando-se, desse modo, em realidades pluri-formais, multi-funcionais, inter-classistas. Muito se discute, hoje, sobre a necessidade de trazer a “Alta de Volta” 4 à cidade, com base no plano de reconversão do Pólo I, parte importante do actual processo de candidatura da UC a Património UNESCO. No entanto, não nos devemos contentar em reconquistar e requalificar, apenas, o espaço físico desta ou das outras “cidadelas” universitárias; é preciso que, em todas elas, a própria ideia de “cidade” se encontre, talvez pela primeira vez, “de volta”. 1 - Veja-se, entre outros, os importantes ensaios de Luis Reis Torgal, Luísa Trindade, Nuno Rosmaninho, José António Bandeirinha, Gonçalo Byrne, e Alexandre Alves Costa para a edição Monumentos, nº8, Lisboa: Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, 1998. Veja-se ainda, entre outros, os importantes ensaios de Walter Rossa, Rui Lobo, José Manuel Fernandes, e Maria de Lurdes Craveiro, para a edição Monumentos, n.º 25, Lisboa: Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, 2006 2 e 3 - Cf. Nuno Rosmaninho, O Poder da Arte. O Estado Novo e a Cidade Universitária de Coimbra. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2006 4 - AA.VV, A Alta de Volta. Concurso para o Plano de Reconversão dos Espaços dos Colégios de S. Jerónimo, das Artes, Laboratório Químico e área envolvente. Coimbra, Edarq, 1997 * Professor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra Revista Rua Larga UC djou23 July 27th, 2010, 08:07 PM TeK > Notícias > Negócios http://tek.sapo.pt/noticias/negocios/iluminacao_publica_vai_ser_mais_eficiente_e_s_1080665.html Iluminação pública vai ser mais eficiente e segura Publicado por Casa dos Bits há 45 minutos | 1 comentários Está a ser testada em Portugal uma tecnologia que promete baixar drasticamente os consumos dos sistemas de iluminação pública, oferecendo ao mesmo uma melhoria substancial da qualidade da iluminação. Assentes em tecnologia LED (Light Emitting Diode), as novas lâmpadas foram desenvolvidas nos laboratórios da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), com a parceria da Arquiled e da EDP e contam com instalações-piloto a funcionar em Coimbra, no Porto e futuramente em Évora. Os investigadores focam-se agora no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o controlo inteligente dos candeeiros que integrarão estas lâmpadas, através do Projecto Neurocity, o que vai permitir atingir uma redução em 75 por cento dos consumos de iluminação pública, representando um potencial de poupança de cerca de 100 milhões de euros por ano. A tecnologia vai também dar resposta a questões relacionadas com a segurança, "indo ao encontro das novas directivas europeias para a iluminação pública que são mais exigentes em termos luminotécnicos (iluminação vertical) em zonas consideradas de elevado risco, onde será necessário garantir um melhor reconhecimento das formas, nomeadamente reconhecimento facial", explica o coordenador do projecto, Aníbal Traça de Almeida. Actualmente estima-se que 20 por cento do consumo total de energia mundial esteja relacionado com os parques de iluminação. Em Portugal, o consumo devido à iluminação pública foi em 2009 de 1.545 GWh, existindo uma média de crescimento anual de 4,3 por cento desde 2005. "Com os preços da energia a subir vertiginosamente e os compromissos com programas estruturais para combater as alterações climáticas, urge encontrar novas formas de energia e utilizar mais eficientemente a energia que dispomos", considera Aníbal Traça de Almeida. Segundo os investigadores, a tecnologia LED apresenta como principais vantagens a eficiência luminosa, o tempo de vida, o índice de restituição de cor (capacidade que uma fonte luminosa possuí em restituir fielmente as cores), possibilidade de seleccionar diferentes temperaturas de cor e de poder integrar facilmente em sistemas dinâmicos e adaptativos de gestão (conceito smart grids). Lino July 30th, 2010, 07:24 PM Boa boa!! Realmente há sítios em que exageram na iluminação e outros em que é escassa ou inexistente... DaniFR August 3rd, 2010, 09:07 PM http://www.asbeiras.pt/wp-content/uploads/2010/08/03-OBRAS-TORRE-UC-01-GMM.jpg Torre visível a partir de quinta-feira As obras de conservação e restauro da Torre da Universidade de Coimbra (UC) entram agora na fase de acabamentos. O estaleiro que envolveu a torre nos últimos seis meses está a ser retirado, processo que estará completo na próxima quinta-feira. Segundo o engenheiro e coordenador geral de todo o projecto, Fernando Marques, “as obras de limpeza e restauro da pedra e substituição de caixilharias no exterior da torre estão terminadas”, facto que permite retirar o estaleiro. Falta agora finalizar as modificações no interior do monumento, que “devem estar concluídas nas próximas duas semanas”, revela o responsável. A obra, iniciada em Fevereiro, previa seis meses de execução, prazo que termina este mês. De acordo com Fernando Marques, “o prazo está a ser cumprido e estima-se que o projecto esteja concluído até ao final da quinzena”. Dentro das principais melhorias às condições de conservação e segurança da torre, destacam-se o revestimento do exterior com cabos electrostáticos e a colocação de um sistema de videovigilância no interior, de forma a monitorizar as visitas ao monumento (ver caixa). Antes desta intervenção, as visitas à torre eram restringidas ao Dia da Universidade (1 de Março), salvo raras excepções. Após a conclusão do projecto, “as visitas ao monumento serão feitas de forma regular, enquadradas no plano turístico”, refere o coordenador. O projecto de conservação e restauro da torre, orçado em 333 mil euros, está integrado no Plano de Recuperação e Valorização da Alta Universitária e foi coordenado pelo Gabinete de Candidatura à UNESCO. O financiamento está a cargo da Rede UC (colaboração de antigos estudantes da UC) e de um protocolo efectuado entre a universidade e o banco Santander Totta. Com o aproximar do final das obras, Fernando Marques mostra-se satisfeito com a forma como decorreu todo o projecto. “Foi uma intervenção oportuna, deu-nos a possibilidade de recuperar alguns aspectos que estavam a degradar a torre e efectuar melhorias significativas”, ressalva. A partir da próxima quinta-feira, a coordenação do projecto espera que a remoção do estaleiro esteja concluída, de forma a ser possível observar a fachada da torre e ter uma visão conjunta do Paço das Escolas. Modificações visam melhorar condições Para além da limpeza e reparação da estrutura, o projecto de conservação e restauro da Torre da Universidade introduziu alguns pormenores que asseguram a manutenção e as condições de segurança do monumento. Toda a estrutura da torre está agora revestida com um sistema electrostático de modo a afastar as aves cujos detritos provocam a deterioração da estrutura do monumento composta por pedra calcária. O equipamento gera impulsos eléctricos de 15 em 15 segundos com carga quase nula capaz de distanciar os pombos sem pôr em risco a sua vida, um sistema já utilizado em outros edifícios da cidade como a Via Latina e a Igreja de Santa Cruz. Com a previsão do aumento da regularidade das visitas, outro dos melhoramentos foi a integração de um sistema de videovigilância no interior da torre, de forma a monitorar todos os visitantes garantindo assim a sua segurança. Diário As Beiras :banana: Hoje a torre já estava sem a imagem a tapar os andaimes. daniel322 August 3rd, 2010, 10:21 PM a torre fica pronta no dia em que regresso a Coimbra :) que bela recepção Lino August 3rd, 2010, 10:43 PM Eu quero lá ir e levo a máquina fotográfica, claroooo... :banana: djou23 August 5th, 2010, 02:17 AM Estudante da UC premiado Trabalho em vídeo retrata fim de impérios marítimos Um vídeo do estudante da Universidade de Coimbra Pedro Cruz conquistou o Prémio Melhor Trabalho de Aluno no maior evento mundial de computação gráfica, na conferência SIGGRAPH 2010, realizada nos EUA, foi ontem anunciado. O galardão foi atribuído, na passada quinta-feira, em Los Angeles, entre 72 concorrentes ao prémio, mas o trabalho de Pedro Cruz foi também uma das 30 selecções do júri, escolhido num universo de 750 filmes dos mais diversos géneros, para exibição num festival que decorreu em paralelo à conferência. O premiado contou à Lusa que entre as 30 selecções para o festival figuravam vídeos de profissionais de artes gráficas, videojogos, animação, cinema e efeitos visuais, alguns de grande produtoras de Hollywood, como «segmentos de filmes “Avatar”, “Alice no País das Maravilhas”, “Príncipe da Pérsia” e “2012”». «O vídeo “Visualizing Empires Decline”, da autoria de Pedro Cruz, é um projecto de visualização de informação que narra o declínio dos quatro principais impérios marítimos dos séculos XIX e XX – Portugal, Espanha, França e Grã-Bretanha», refere uma nota de imprensa da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). Com cerca de três minutos de duração, o vídeo premiado, em “2D”, é uma peça de animação que reproduz 110 eventos históricos, sobre um aspecto da história universal que é do agrado do autor. «O conceito e a execução valeram por si», observou Pedro Cruz, estudante de mestrado, a propósito do seu vídeo, que diz ser uma «peça lúdica, que pode funcionar bem na sala de aula», nomeadamente no ensino da história. De acordo com a mesma nota da FCTUC, “Visualizing Empires Decline” está disponível na internet, em http://mondeguinho.com/master , e já atingiu «cerca de meio milhão de visualizações». Diário de Coimbra djou23 August 5th, 2010, 02:24 AM «Outstanding Paper Awards 2010» para investigadores portugueses 2010-08-04 O director da revista «Robótica», J. Norberto Pires, recebeu um dos «Outstanding Paper Awards 2010», da revista «Industrial Robot», com o paper “Programming-by-demonstration in the coworker scenario for SMEs”. Germano Veiga e Ricardo Araújo, ambos do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Coimbra, foram os outros dois autores deste premiado artigo. Este trabalho pretendeu apresentar um conjunto de desenvolvimentos que permitem aos utilizadores de programas industriais de robôs, utilizar a voz, vários dispositivos de interface, técnicas de controlo de força e geração de código. Todos estes procedimentos são explicados em detalhe no paper, e além disso, ainda são dados alguns exemplos práticos que demonstram a sua utilidade para as pequenas e médias empresas (PME), onde os robôs e os seres humanos necessitam cada vez mais de cooperar para atingir um objectivo comum. O artigo ainda explora o software de interface do utilizador, adaptado para não especialistas na área. A programação-por-demonstração (PbD) que o sistema apresenta, provou ser muito eficiente por ter características de programação inteiramente novas para um sistema robótico industrial. O sistema utiliza uma interface de voz de comando para o utilizador, e uma força controlada por sistemas de orientação para guiar o robô nos detalhes sobre a tarefa que está a ser programada. Com apenas um pequeno conjunto de instruções de execução dirigidas ao robô é muito mais fácil ao sistema do robô executar uma tarefa, gerar um código do robô, e este executá-la imediatamente. É importante salientar que este programa de robô não necessitou de nenhuma linha de código, sendo apenas necessário mover o robô para a posição desejada e adicionar as instruções necessárias, utilizando a voz. Desta forma ensinar ao sistema robótico uma nova função é bastante acessível para qualquer tipo de utilizador. Este tipo de sistemas PbD constituem uma enorme vantagem para as PME, visto que a maioria das empresas não possuem recursos de engenharia suficientes para fazer mudanças ou acrescentar novas funcionalidades, aos seus sistemas de produção robotizados. cienciahoje.pt Lino August 5th, 2010, 03:36 AM O vídeo Watching Empires Decline é realmente muito interessante, simples, com bom contexto histórico e muito bem animado! raisson August 5th, 2010, 06:02 AM Universidade de Coimbra:drool: Como é o processo, para entrar na UC? JPSM August 5th, 2010, 04:56 PM Universidade de Coimbra:drool: Como é o processo, para entrar na UC? Dependerá de que País acabas o ensino secundário... Se o fizeres em Portugal é simplesmente candidatares te ao ensino superior público...ou seja o sistema é exactamente o mesmo...no teu caso, a forma mais fácil deverá ser através de programas de intercambio... Lino August 5th, 2010, 05:19 PM Ou algum mestrado ou doutoramento! raisson August 6th, 2010, 02:16 AM Valeu!:okay: daniel322 August 6th, 2010, 09:21 PM http://i152.photobucket.com/albums/s164/daniel_staclara/coimbra/Universidade/IMG_4912.jpg Lino August 6th, 2010, 11:37 PM Linda, linda <3 :) Ali a Alcáçova e até a Bib. Joanina levavam umas pinceladas... JohnnyMass August 7th, 2010, 12:21 AM Tá limpinha!:) Falta o resto agora. Reflex August 7th, 2010, 01:02 AM E vai haver intervenções no resto ou só na torre?:) djou23 August 9th, 2010, 06:20 AM Escrito por Ana Margalho coimbra Biblioteca Geral da UC entra “em ruptura”em menos de um ano Image Livros amontoados e centenas de obras por tratar, num edifício a “rebentar pelas costuras” para o qual não há qualquer projecto de expansão. Junta-se a falta de meios humanos e financeiros Do telhado tem-se «a mais magnífica vista sobre Coimbra». Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Ponte Pedro e Inês, Parque Verde, Mondego a perder de vista. É a este espaço e a esta vista que recorre Carlos Fiolhais de cada vez que, mesmo contra o seu feitio, sente a ameaça do desespero. Há cinco anos que é director da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (BGUC) e o “mandato” não tem sido fácil, tendo em conta a «dificuldade imensa» que tem sido gerir esta que é considerada a segunda biblioteca do país, mas que vive com cada vez mais dificuldades. Falta espaço, faltam meios materiais, financeiros, faltam pessoas. É lá, do alto do edifício, e a olhar para a tal «vista magnífica», que Carlos Fiolhais fala naquela que, na sua perspectiva, pode ser a solução (ver caixilho) para resolver o problema de instalações com 50 anos, há muito a rebentar pelas costuras e que, mesmo na melhor das perspectivas, não se aguentarão mais um ano sem entrar em fase de «ruptura». «Dentro de menos de um ano, estamos em ruptura total!», confirma o físico. Antes da vista única sobre a cidade, Carlos Fiolhais mostra a realidade dos oito pisos que compõem a BGUC e, de facto, o cenário é tudo menos magnífico. Não há canto, corredor, vão de escadas, local de passagem, «um buraquinho», onde não estejam estantes com livros, revistas, jornais, que vão do chão ao tecto. E tão “apertadinhos” que se desafia quem consiga enfiar ali uma simples folha de papel. Menos de 200 metros livres A “visita guiada” começa no gabinete do director. Até ali há livros dentro de caixotes, espalhados. Mas Carlos Fiolhais justifica: «É uma oferta de Matilde Sousa Franco, que decidiu doar-nos as obras publicadas pelo marido. Um gesto simpático», afirma. A BGUC está recheada de gestos destes, tendo até salas com o nome de quem doou à biblioteca a sua própria biblioteca. É por aqui que começamos. O director aponta para um armário que guarda centenas de obras, visivelmente antigas, e depois encaminha-nos para a Sala Dr. Lopes de Almeida, que entregou à BGUC todas as obras que adquiriu durante a vida. São dele os livros antigos que Carlos Fiolhais tinha mostrado antes. «O que acontece é que a biblioteca de Lopes de Almeida era maior do que a sala que lhe foi atribuída», desabafa. Não é difícil conclui-lo. Os muitos armários daquela sala estão cheios de livros, assim como os caixotes, os tampos das prateleiras mais baixas, o chão… A falta de espaço é um problema real, que é urgente resolver. O relatório de actividades de 2008-2009 alerta que restam 178,64 metros de prateleiras livres para colocar obras e, apesar da ginástica dos técnicos, não faltará muito até que estes pouco menos de 200 metros se esgotem. «A absoluta falta de espaço (…) é um assunto prioritário que, a não ser resolvido, ou pelo menos minorado, tornará inviável a incorporação de novos documentos», lê-se no relatório. «Os livros têm este destino… Deixam de caber nos sítios», ironiza o físico. E, a confirmarem-se os números avançados naquele documento, só em bibliografia portuguesa, deverão chegar mais 60 mil volumes à BGUC até 2013… Andar pelos oito pisos da biblioteca é quase como percorrer um labirinto. Carlos Fiolhais não desiste de, um dia, concretizar o sonho de a transformar num espaço de acesso livre ao público. Um sonho adiado. Hoje seria impossível a alguém pouco habituado aos cantos e recantos do edifício encontrar ou usufruir fosse do que fosse. «Só com GPS», brinca Carlos Fiolhais. Salva pelas entradas na Joanina Quase todos os espaços da BGUC têm um ar caótico e aparentemente pouco seguro, nomeadamente no que respeita ao risco de incêndio. O director garante que são feitos simulacros regularmente, mas não esconde o perigo. Há livros amontoados em prateleiras, muitos estão inacessíveis, pouco espaço entre estantes, muito menos para usufruir dos livros… Muitos jornais já não têm espaço nas prateleiras e estão depositados no chão e há centenas de obras, chegadas à biblioteca através do Depósito Legal, e também doadas por terceiros, por tratar, catalogar, arrumar que se encontram guardadas, indiscriminadamente, «onde dá». «Para a BGUC é como se não existissem», desabafa o director, enquanto desfolha um dos muitos livros doados pela musicóloga Maria Augusta Barbosa ou aponta para o aspecto de uma sala a “abarrotar” onde estão guardadas centenas de obras ainda não tratadas, enviadas nas várias remessas do Depósito Legal. Só para se ter uma ideia, nessa sala há livros de Dezembro de 2008 que ainda não deram entrada no sistema informático da biblioteca. Se tivermos em conta que «cada livro leva dez minutos a ser tratado», faltam muitas horas de trabalho e mais alguns funcionários para que o caos deixe de ser uma realidade na BGUC. «Isto está a tornar-se impraticável. Os livros são uma riqueza, mas nós somos vítimas dela», desabafa Carlos Fiolhais, queixando-se da decisão da tutela de não permitir mais contratações e justificando, assim, a cada vez maior dificuldade em fazer face aos problemas da instituição. A situação é complicada, os próprios técnicos o confirmam. E o director deixa claro que mesmo em termos financeiros, a biblioteca tem sobrevivido graças às entradas na Biblioteca Joanina, porque «neste momento, o dinheiro que temos é para pagar às pessoas e não chega», lamenta. Quanto ao apoio da Reitoria da UC, Fiolhais garante que «o reitor está consciente da situação», mas que se «compreende que há coisas mais prementes e que as necessidades dos alunos são avassaladoras». «Os livros gritam por socorro, mas não gritam para acabar o curso», remata. Carlos Fiolhais defende “Casa do Conhecimento” na Penitenciária O cenário seria menos dramático, segundo Carlos Fiolhais, se houvesse uma informação, conhecimento, uma simples ideia de que há um projecto de expansão em vista para a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. Mas não é o caso. «Zero», garante. «Se me dissessem que tenho de esperar cinco ou seis anos, mas que depois me dariam condições de fornecer um serviço público de qualidade às pessoas... Mas o pior é que não há nada, um projecto, uma ideia, nada», reforça, temendo que a situação «passe de uma situação de tolerância zero, para “menos um”». Segundo Carlos Fiolhais, foi candidatado ao QREN, há já algum tempo, um projecto de requalificação do actual edifício, mas nem desse há ainda notícias. O responsável não tem dúvidas de que há uma solução eficaz para a iminente ruptura da BGUC. Aliás, já a tornou pública por várias vezes: transformar o actual Estabelecimento Prisional de Coimbra numa Casa do Conhecimento onde, entre outras actividades ligadas à cultura, a Universidade de Coimbra e a Câmara Municipal pudessem fazer confluir interesses, nomeadamente no que respeita às publicações disponíveis ao público, e não só. «Faz algum sentido que a poucos metros de distância, a BGUC e a Casa da Cultura recebam as mesmas publicações, realizem o mesmo serviço, tenham o mesmo trabalho? Com certeza que lá, embora a uma dimensão mais reduzida, terão os mesmos problemas de falta de espaço. Isto já para não falar na possibilidade de podermos partilhar recursos, humanos e financeiros», desabafa. «Era preciso que a cidade se organizasse e percebesse que esta é a melhor forma de dar resposta às dificuldades de ambas as instituições», continua, lamentando que, neste momento, «não haja abertura para isso», nomeadamente da parte da autarquia. Entretanto, a aquisição de estantes metálicas compactas (algumas já existem e estão instaladas na BGUC, mas não as suficientes) para todo o piso térreo do edifício seria uma solução, como avança o relatório de 2008-2009, que fala também na possível construção de um «silo para publicações de menor acesso» que pudesse servir esta e outras bibliotecas da UC. Para nenhuma das hipóteses há ainda qualquer resposta, garante o responsável. Diário de COIMBRA djou23 August 9th, 2010, 06:21 AM E vai haver intervenções no resto ou só na torre?:) no resto também...dá uma vista de olhos no thread da candidatura a patrimonio mundial Lino August 9th, 2010, 04:45 PM «Os livros gritam por socorro, mas não gritam para acabar o curso», remata. O reitor é mesmo cromo... os livros não querem acabar o curso, mas os alunos precisam deles para tal... :bash: Porque não uma nova BG ali para o Pólo II onde há espaço? daniel322 August 10th, 2010, 12:11 AM http://i152.photobucket.com/albums/s164/daniel_staclara/coimbra/Universidade/IMG_4926.jpg Lino August 10th, 2010, 12:20 AM Coimbra tem mais encanto... :) ERVATUGA August 15th, 2010, 04:59 PM Mais de 1000 estudantes estrangeiros em 2009/2010 Mais de mil estudantes estrangeiros frequentaram a Universidade de Coimbra (UC) em 2009/2010 ao abrigo de programas de mobilidade, o que representa um aumento de quase 100 por cento nos últimos cinco anos. Segundo dados da UC, neste ano letivo foram 1107 os alunos estrangeiros que estudaram na instituição, integrados em programas como o Erasmus e outros. Para o próximo ano, a Universidade tem já inscritos 1014 candidatos, número que deve ser largamente ultrapassado dado que o prazo de inscrição decorre até novembro. No ano letivo 2005/2006 foram 572 os jovens estrangeiros a frequentarem a UC, número que tem aumentado desde então. “É o prestígio, desde logo internacional, da Universidade, que se fica a dever à qualidade do ensino, que atrai os estudantes estrangeiros”, considerou hoje a vice-reitora para as Relações Internacionais, Cristina Robalo Cordeiro, ao frisar que, “nos ‘rankings’ internacionais mais importantes, a UC aparece sempre como a primeira universidade portuguesa”. Do Brasil veio, no ano letivo findo, o maior número de alunos (337), seguindo-se a Espanha (183), Itália (129, de onde veio o estudante 1000, a quem foi atribuído um simbólico “Certificado de Mobilidade” e Alemanha (76) e ainda jovens oriundos de mais 32 países, como o Irão, Nova Zelândia ou Japão. Como fator de atratividade, a vice-reitora destacou também o papel da Associação Académica de Coimbra, com uma oferta cultural, desportiva e associativa em geral abarcando mais de 40 vertentes. “É um enquadramento que é cativante para os estudantes [estrangeiros]”, realçou a catedrática da Faculdade de Letras. Na sua perspetiva, este aumento do número de estrangeiros a fazer um ano ou um semestre em Coimbra deve-se também à “aposta que a UC faz, há muitos anos, no trabalho em redes internacionais”. “A Universidade de Coimbra faz parte de redes importantes, europeias e mundiais, o que facilita os contactos e agiliza a cooperação”, realçou. Embora haja uma repartição dos alunos pelos vários domínios do saber, entre as áreas mais frequentadas pelos estudantes estrangeiros figuram Direito, que atrai muitos brasileiros, e a Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física. “A Divisão de Relações Internacionais faz um trabalho de grande qualidade”, destacou ainda Cristina Robalo Cordeiro. Uma das iniciativas criadas por esta divisão em 2009/2010 é o programa inovador "Buddies", em que alunos da UC se voluntariam para acompanhar e apoiar um colega da mobilidade e a que aderiram mais de 200 estudantes de Coimbra. "Estes números são muito importantes, é uma percentagem muito elevada em cerca de 20 mil estudantes. É um orgulho para a Universidade", sustentou a vice-reitora da UC, ao referir que os dados evidenciam também "uma política de internacionalização de qualidade". E em 2010/2011 a UC deverá acolher o primeiro estudante libanês no regime de mobilidade, sendo esta uma das candidaturas mais recentes chegadas à instituição multissecular. Fonte: http://www.destak.pt/artigo/72483 Lino August 15th, 2010, 06:55 PM Coimbra sempre a bombar e a atrair malta!! :rock: DaniFR September 2nd, 2010, 08:30 PM SASUC abre residência para investigadores em Santa Clara Complexo residencial tem 12 apartamentos, T0 e T1, destinados a investigadores e professores deslocados Localizada no espaço do Observatório Astronómico, em Santa Clara, a nova residência dos Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra (SASUC) tem já todos os apartamentos reservados. O complexo que dá resposta a investigadores deslocados e professores convidados é uma das novidades apresentadas pelos SASUC para o ano lectivo que agora começa. «Temos 1.300 camas nas nossas residências, por onde passam anualmente muitos estudantes da Universidade de Coimbra, mas também estudantes estrangeiros e investigadores», lembra Jorge Gouveia Monteiro, notando que a criação de um espaço mais adaptado às necessidades destes últimos se impunha há algum tempo. De acordo com o administrador dos SASUC, «a nova residência está especialmente vocacionada para docentes e investigadores estrangeiros – geralmente mais velhos do que os estudantes universitários – que vêm trabalhar para Coimbra e que, muitas vezes, trazem a família, necessitando de uma maior privacidade e autonomia». Com este complexo residencial, a UC pretende oferecer a mesma qualidade com que os seus docentes e investigadores são recebidos nas universidades estrangeiras, quando se deslocam com fins idênticos. «Já tínhamos, na residência do Instituto Pedro Nunes, alguns quartos individuais com casa de banho privativa, mas esta tipologia de apartamentos é novidade», repara Gouveia Monteiro. As obras dos seis T0 e seis T1 ficaram concluídas em Abril, seguindo-se um investimento de cerca de 18 mil euros para acabamentos exteriores e para apetrechamento. «Estão completamente equipados, mobilados e decorados e temos já uma funcionária responsável pela residência», explicou o administrador dos SASUC, acrescentando que existem uma sala de convívio comum ao complexo, bem como áreas e serviços técnicos que todos os residentes podem utilizar. Os residentes são de diversas nacionalidades e foram encaminhados pela Divisão de Relações Internacionais da UC. Com esta unidade residencial em funcionamento, sobem para 14 as residências geridas pelos SASUC. Serviços reinstalados O início deste ano lectivo é também marcado pela mudança de instalações da Divisão de Alojamentos. Os serviços, que até aqui funcionavam na sede dos SASUC num espaço exíguo, como refere Gouveia Monteiro, passam agora a estar mais perto dos estudantes e em «instalações condignas» também para os profissionais. A divisão está agora na Rua Oliveira Matos, n.0 27, entre as Cantinas Amarelas e os Serviços Médicos Universitários, a poucos metros do edifício da Associação Académica. O edifício, onde já funcionou o Serviço de Textos dos SASUC oferece «melhores condições de acessibilidade e qualidade no atendimento aos estudantes alojados nas residências universitárias, bem como aos candidatos a este apoio social». Diário de Coimbra daniel322 September 2nd, 2010, 10:13 PM SASUC abre residência para investigadores em Santa Clara http://i152.photobucket.com/albums/s164/daniel_staclara/coimbra/Observatorio/IMG_1977.jpg :cheers: djou23 September 3rd, 2010, 08:28 PM Futuro Museu da Ciência - 1ª Fase http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1538.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1539.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1540.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1541.jpg Laboratório Chimico http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1542.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1543.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1544.jpg Sé Nova http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1545.jpg Rua MarquÊs de Pombal http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1546.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1547.jpg Colégio de S. Jerónimo http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1548.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1549.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1550.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1551.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1552.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1553.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1554.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1555.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1556.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1557.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1559.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1560.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1561.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1562.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1563.jpg Departamento de Geografia http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1564.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1565.jpg O claustro que (mal) se via há pouco... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1566.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1567.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1568.jpg A vista desde o CES http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1569.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1570.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1571.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1572.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1573.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1577.jpg Casa das Caldeiras http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1578.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1579.jpg AAC http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1581.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1583.jpg que pouca vergonha o estado em que isto está... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1584.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1587.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1589.jpg FLUC http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1604.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1708.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1709.jpg e acabamos onde começamos... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1722.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1723.jpg Lino September 3rd, 2010, 08:52 PM Muito boas! Estive no jardim da associação em agosto, a cerveja é barata e está-se lá bem, poderia era ter mais... jardim... DaniFR September 3rd, 2010, 09:41 PM Excelentes fotos. Essa zona da Alta está cada vez melhor. Aka September 4th, 2010, 03:36 PM Futuro Museu da Ciência - 1ª Fase http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1538.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1539.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1540.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1541.jpg Sé Nova http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1545.jpg Rua MarquÊs de Pombal http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1546.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1568.jpg e acabamos onde começamos... http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1722.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1723.jpg Ca p... da diferença!!! djou23 September 7th, 2010, 04:59 AM http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1521.jpg http://i254.photobucket.com/albums/hh108/Djou20/DSCF1523.jpg DaniFR September 7th, 2010, 09:17 PM :drool: :drool: :drool: DaniFR September 13th, 2010, 09:17 PM Investigadores de Coimbra revolucionam física sub-atómica Equipa foi liderada por Eef Beveren da Universidade de Coimbra, em colaboração com George Rupp do Instituto Superior Técnico e Jorge Segovia, da Universidade de Salamanca. Uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra identificou um novo fenómeno na interacção entre quarks - partículas subatómicas que constituem a unidade básica da matéria - e que põe em causa a actual Teoria das Interacções Fortes. A investigação, liderada por Eef Beveren da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), usou resultados de experiências prévias de laboratórios em Stanford, nos EUA, e em Tsukuba, Japão, em que mesões foram criados através de colisões em aceleradores de partículas. Segundo a Teoria das Interacções Fortes, a união entre um quark e um anti-quark – que está para o quark como a antimatéria está para a matéria – cria um mesão. Essa união é feita através de gluões. Utilizando um processo pioneiro de análise, os físicos concluem que alguns processos que ocorrem nas interacções entre quarks e gluões não geram novos mesões, mas confirma os mesões previamente descobertos. Beveren compara o fenómeno a quando alguém está a tomar um duche e “outro membro da família abre a torneira da cozinha, causando perturbações no caudal da água do chuveiro e, em consequência, protestos de quem está no banho. Se decidirmos continuar a brincadeira, abrindo e fechando a torneira da cozinha sucessivamente durante um certo tempo, formam-se picos de caudal que nos permitem analisar o que permanece depois de se mexer nas torneiras”, disse em comunicado. Ou seja, os “protestos” não se devem a uma nova pessoa no duche, mas confirmam que está lá alguém. O mesmo se passa com os mesões – não surgem novas partículas, mas as que existem voltam a ser confirmadas através de um novo pico. A descoberta significa um passo importante no estudo da Física das Interacções Fortes porque, explica Beveren, “embora toda a matéria seja constituída por quarks, ainda pouco se sabe sobre as interacções entre estas partículas enigmáticas. O novo fenómeno agora identificado permite conhecer melhor os gluões – uma substância cujas propriedades ainda são um verdadeiro quebra-cabeças para os cientistas”. O físico da FCTUC conclui: “desde 1964 que se estuda a relação entre quarks e gluões, mas é muito pouco o que se sabe ao nível da estrutura interna dos mesões. Não se têm registado grandes avanços”. jornal i Lino September 13th, 2010, 11:08 PM E a pergunta do zé que lê: o que raio é isso e o que faz? "Ó Maria, o que são quarks? Ó Manele, isso é o que o pato faz!" Ao menos poderiam explicar melhor a influência disso na evolução do universo e da matéria, ou assim... E já tiraram os tapumes da torre a tempo da abertura solene das aulas! Aka September 14th, 2010, 01:18 AM E a pergunta do zé que lê: o que raio é isso e o que faz? "Ó Maria, o que são quarks? Ó Manele, isso é o que o pato faz!" Ao menos poderiam explicar melhor a influência disso na evolução do universo e da matéria, ou assim... - Ó Maria, o que são quarks? - Ó Manele, é aquilo que os protões e os neutrões têm. - Os quê? - Epá, aqueles bichinhos com carga positiva e neutra. - Como a Galp? Há coisas que não dá... djou23 September 14th, 2010, 01:47 AM Escrito por Patrícia Isabel Silva UNIVERSIDADE DE COIMBRA Estudantes com 200 quartos certificados à disposição O início do ano lectivo está aí e a azáfama na procura de quarto também. Os anúncios dos jornais, os serviços sociais das instituições e o motor de busca da AAC ajudam os estudantes a encontrar o que procuram Com o anúncio dos resultados das colocações do ensino superior, os estudantes deparam-se com uma nova preocupação: a procura de alojamento. Partilhar apartamentos com colegas, alugar simplesmente um quarto ou procurar as residências universitárias, com preços mais convidativos. Oferta não falta na cidade, com as páginas dos Classificados do Diário de Coimbra a apresentarem propostas em várias zonas, com custos e condições variáveis, a partir de 125 euros. Nos tempos que correm, o acesso à internet e televisão por cabo são pormenores cada vez mais determinantes na hora de escolher o espaço onde vão passar a maior parte do ano. No entanto, a serventia da cozinha, as condições da casa-de-banho, a limpeza dos espaços comuns e as despesas com água, luz e gás continuam a ser factores prioritários no momento de “fechar negócio” com o senhorio. Para facilitar a vida aos estudantes, e especialmente aos caloiros que chegam a uma cidade desconhecida e em poucas horas precisam de encontrar um espaço onde ficar, a Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) disponibiliza um documento onde é possível encontrar alojamento com certificado de habitabilidade, informação também disponível na internet, através de um motor de busca. Nesta altura, são 200 os espaços à disposição dos universitários, que, segundo João Abrantes, coordenador geral do pelouro de Acção Social da DG/AAC, obtiveram certificação, depois de uma vistoria, que teve em conta a qualidade do quarto, mas também a exposição escolar, a casa-de-banho, o acesso à cozinha, sem esquecer a emissão de recibo. De acordo com João Abrantes, desde que o projecto arrancou já foram emitidos mais de mil certificados de habitabilidade, um documento que também classifica o alojamento em várias categorias. Em média, as propostas de alojamento merecem a classificação de “Bom”, existindo «alguns “Muito Bom” e poucos “Satisfaz”». De ano para ano, os senhorios têm manifestado um interesse crescente em obter o certificado da AAC, verificando-se, igualmente, por parte dos estudantes, um aumento da procura do documento com as diversas ofertas, à disposição na Loja Ponto da sede da Associação Académica de Coimbra. «Nestes quartos sabem que vão encontrar uma boa relação qualidade/preço», adianta João Abrantes. Procura das residências aumenta Nas residências universitárias dos Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra (SASUC), a tradição tem ditado que a procura é equivalente à oferta. No entanto, este ano, e numa altura em que os realojados já começam a instalar-se e os caloiros ainda não chegaram, o administrador Jorge Gouveia Monteiro anuncia que há «um aumento interessante» do número de alunos interessados em beneficiar das condições de alojamento das residências universitárias. Em 14 áreas, existem cerca de 1360 camas, com a abertura recente da Residência Universitária Observatório, especialmente vocacionada para docentes e investigadores, com seis T0 e seis T1. Porque se trata de um espaço com características especiais, também os preços são distintos, variando entre os 100 euros semanais e os 250 mensais. Nas restantes 13 residências, os estudantes bolseiros pagam em quarto duplo 63,90 euros e em quarto individual 120 euros, enquanto que para os não bolseiros, o valor a pagar é 100 e 150 euros, respectivamente. Preços, sublinha Gouveia Monteiro, que não sofrem qualquer aumento, com a mais-valia de todos os espaços de alojamento passarem a disponibilizar acesso à internet, mantendo-se o direito à roupa de cama, água, luz e gás. Na opinião do administrador, o aumento da procura pelas soluções de alojamento dos SASUC pode justificar-se pela mudança de «imagem» que as famílias tinham relativamente a estes quartos, normalmente associados a pouco estudo e insucesso escolar. Oferta do IPC serve um terço dos candidatos No Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) a oferta de camas chega apenas para satisfazer um terço dos alunos que se candidatam a alojamento. A 370 lugares em nove residências candidataram-se, no ano lectivo anterior, 1084 estudantes, prevendo-se que, em 2010/2011, o número ultrapasse as 1100 candidaturas, adianta Jorge Pessoa de Oliveira. O administrador dos Serviços de Acção Social dos IPC ressalva, no entanto, que apesar de não ser possível satisfazer a totalidade dos pedidos, aos candidatos excluídos é pago o complemento de alojamento. O preço para bolseiro é de 63,90 euros, para ex-bolseiro o custo é de 65 euros, e não bolseiro 90 euros, com os SASIPC a colocar à disposição das jovens mães uma das residências de Bencanta – conhecida por casa cor-de-rosa –, previamente adaptada para o efeito. Diário de Coimbra djou23 September 14th, 2010, 01:51 AM Escrito por Patrícia Isabel Silva UNIVERSIDADE DE COIMBRA Estudantes com 200 quartos certificados à disposição O início do ano lectivo está aí e a azáfama na procura de quarto também. Os anúncios dos jornais, os serviços sociais das instituições e o motor de busca da AAC ajudam os estudantes a encontrar o que procuram Com o anúncio dos resultados das colocações do ensino superior, os estudantes deparam-se com uma nova preocupação: a procura de alojamento. Partilhar apartamentos com colegas, alugar simplesmente um quarto ou procurar as residências universitárias, com preços mais convidativos. Oferta não falta na cidade, com as páginas dos Classificados do Diário de Coimbra a apresentarem propostas em várias zonas, com custos e condições variáveis, a partir de 125 euros. Nos tempos que correm, o acesso à internet e televisão por cabo são pormenores cada vez mais determinantes na hora de escolher o espaço onde vão passar a maior parte do ano. No entanto, a serventia da cozinha, as condições da casa-de-banho, a limpeza dos espaços comuns e as despesas com água, luz e gás continuam a ser factores prioritários no momento de “fechar negócio” com o senhorio. Para facilitar a vida aos estudantes, e especialmente aos caloiros que chegam a uma cidade desconhecida e em poucas horas precisam de encontrar um espaço onde ficar, a Direcção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) disponibiliza um documento onde é possível encontrar alojamento com certificado de habitabilidade, informação também disponível na internet, através de um motor de busca. Nesta altura, são 200 os espaços à disposição dos universitários, que, segundo João Abrantes, coordenador geral do pelouro de Acção Social da DG/AAC, obtiveram certificação, depois de uma vistoria, que teve em conta a qualidade do quarto, mas também a exposição escolar, a casa-de-banho, o acesso à cozinha, sem esquecer a emissão de recibo. De acordo com João Abrantes, desde que o projecto arrancou já foram emitidos mais de mil certificados de habitabilidade, um documento que também classifica o alojamento em várias categorias. Em média, as propostas de alojamento merecem a classificação de “Bom”, existindo «alguns “Muito Bom” e poucos “Satisfaz”». De ano para ano, os senhorios têm manifestado um interesse crescente em obter o certificado da AAC, verificando-se, igualmente, por parte dos estudantes, um aumento da procura do documento com as diversas ofertas, à disposição na Loja Ponto da sede da Associação Académica de Coimbra. «Nestes quartos sabem que vão encontrar uma boa relação qualidade/preço», adianta João Abrantes. Procura das residências aumenta Nas residências universitárias dos Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra (SASUC), a tradição tem ditado que a procura é equivalente à oferta. No entanto, este ano, e numa altura em que os realojados já começam a instalar-se e os caloiros ainda não chegaram, o administrador Jorge Gouveia Monteiro anuncia que há «um aumento interessante» do número de alunos interessados em beneficiar das condições de alojamento das residências universitárias. Em 14 áreas, existem cerca de 1360 camas, com a abertura recente da Residência Universitária Observatório, especialmente vocacionada para docentes e investigadores, com seis T0 e seis T1. Porque se trata de um espaço com características especiais, também os preços são distintos, variando entre os 100 euros semanais e os 250 mensais. Nas restantes 13 residências, os estudantes bolseiros pagam em quarto duplo 63,90 euros e em quarto individual 120 euros, enquanto que para os não bolseiros, o valor a pagar é 100 e 150 euros, respectivamente. Preços, sublinha Gouveia Monteiro, que não sofrem qualquer aumento, com a mais-valia de todos os espaços de alojamento passarem a disponibilizar acesso à internet, mantendo-se o direito à roupa de cama, água, luz e gás. Na opinião do administrador, o aumento da procura pelas soluções de alojamento dos SASUC pode justificar-se pela mudança de «imagem» que as famílias tinham relativamente a estes quartos, normalmente associados a pouco estudo e insucesso escolar. Oferta do IPC serve um terço dos candidatos No Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) a oferta de camas chega apenas para satisfazer um terço dos alunos que se candidatam a alojamento. A 370 lugares em nove residências candidataram-se, no ano lectivo anterior, 1084 estudantes, prevendo-se que, em 2010/2011, o número ultrapasse as 1100 candidaturas, adianta Jorge Pessoa de Oliveira. O administrador dos Serviços de Acção Social dos IPC ressalva, no entanto, que apesar de não ser possível satisfazer a totalidade dos pedidos, aos candidatos excluídos é pago o complemento de alojamento. O preço para bolseiro é de 63,90 euros, para ex-bolseiro o custo é de 65 euros, e não bolseiro 90 euros, com os SASIPC a colocar à disposição das jovens mães uma das residências de Bencanta – conhecida por casa cor-de-rosa –, previamente adaptada para o efeito. Diário de Coimbra Lino September 14th, 2010, 02:42 AM Hoje uma alemã "onde é a rua D. Afonso Castelo Branco?" e eu a pensar cá para comigo "epá, agora é que me lixaste" :lol: djou23 September 14th, 2010, 06:51 PM Hoje uma alemã "onde é a rua D. Afonso Castelo Branco?" e eu a pensar cá para comigo "epá, agora é que me lixaste" :lol: :lol: coincidência, já morei nessa rua... é em montes claros... daniel322 September 15th, 2010, 12:27 AM se calhar ia à tua procura.. :naughty: djou23 September 15th, 2010, 06:45 PM eu não fiz nada...:lol: djou23 September 15th, 2010, 07:55 PM Seabra Santos critica cativação de 20 por cento das propinas O reitor da Universidade de Coimbra, Seabra Santos, criticou hoje o Governo de impor às instituições de ensino superior, a partir de Setembro, cativações de 20 por cento sobre as taxas e emolumentos arrecadadas, incluindo propinas. “Parece-me ser mais uma desconcertante decisão do Governo em matéria de criação de uma relação de confiança com as Universidades e da própria salvaguarda da paz universitária”, disse Seabra Santos na cerimónia solene de abertura das aulas realizada esta manhã. O catedrático de Ciências lembrou que, entre 2004 e 2008, as instituições observaram uma diminuição de 27,5 por cento do esforço público, o que representou mais de 300 milhões de euros/ano para todo o sistema. Não fora esta decisão, adotada no âmbito do decreto-lei de execução orçamental, mas “subvalorizando o regime de autonomia consagrado no RJIES” (Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior), e o reitor de Coimbra consideraria “globalmente positivo” o processo de reposição da capacidade financeira das universidades, desenvolvido já em 2010. Aquele acordo foi “uma forma elegante e a oportunidade por todos desejada para fechar um ciclo de má memória em que as relações entre o Governo e as universidades nem sempre foram fáceis”, realça Seabra Santos. As Beiras DaniFR September 15th, 2010, 10:16 PM Universidade de Coimbra cria canal de TV Internet A Universidade de Coimbra acaba de criar um canal de televisão para transmitir, para todo o mundo, via Internet, anunciou hoje o reitor Fernando Seabra Santos, durante a sessão solene de abertura das aulas. A sessão, que decorreu durante a manhã na Sala Grande dos Actos, foi pretexto para a UCV, televisão da Universidade de Coimbra, fazer a sua primeira emissão experimental, difundido a cerimónia "para todo o mundo", sublinhou o reitor. "A partir do próximo dia 21 de Novembro, dia internacional da televisão, a Universidade de Coimbra junta-se ao clube restrito de outras grandes universidades do mundo", ao passar a dispor de emissões regulares de televisão na Web. A Universidade de Coimbra é "a primeira de língua portuguesa a deter a capacidade de produzir programas regulares de televisão, com conteúdos próprios e de os difundir através dos sistemas mundiais de distribuição por Internet", realçou Seabra Santos. DN O Prof Godin September 15th, 2010, 11:33 PM …Arrendamento T0 Coimbra Apartamentos Mobilados e Equipados desde € 425,00 / mês… Lino September 16th, 2010, 03:40 PM Ai dá para anunciar quartos aqui? Eu também tenho anúncios! DaniFR September 20th, 2010, 06:44 PM Investigador de Coimbra premiado por criar detergente “inteligente” Uma solução científica inovadora desenvolvida por um investigador da Universidade de Coimbra para criar um material com propriedades de detergente que consegue diferenciar temperaturas para agir em metais diferentes foi premiada pela organização internacional Innocentive. Concebida por Abílio Sobral, do Departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), a fórmula permite “gerar um composto orgânico de alto desempenho ‘inteligente’ capaz de, mediante a temperatura, remover resíduos (nomeadamente metais pesados) completamente diferentes”, segundo uma nota da FCTUC. Ao apresentar esta solução, Abílio Sobral foi premiado num concurso de ideias com um “Innocentive Award”, o terceiro que recebe da organização americana com o mesmo nome que estabelece uma interface entre as grandes empresas e a comunidade científica internacional para esta resolver problemas concretos da indústria, revelou hoje o químico à agência Lusa. O investigador de Coimbra desenvolveu uma fórmula com agentes coordenantes para remover metais, alcançando “um material com propriedades de detergente que consegue diferenciar temperaturas para agir em metais diferentes em soluções aquosas”, segundo a nota da FCTUC. “Por exemplo, a uma temperatura de 25 graus o detergente remove um metal e a uma temperatura de 80 graus remove outro completamente distinto. Assim, uma mesma molécula resolve vários problemas”, explica Abílio Sobral. A solução, “eleita a melhor a nível mundial para um problema tecnológico, baseia-se no uso de macrociclos do tipo da clorofila na coordenação de metais em soluções de detergentes de alto desempenho (Mn2+ Chelation – INNOCENTIVE 9153999)”, adianta a nota. A Innocentive “é a maior organização mundial de inovação dirigida para a resolução de problemas tecnológicos e humanitários nas áreas da química, física, biologia, saúde e diversas engenharias e tem parcerias com as mais prestigiadas instituições e empresas do mundo – mais de três dezenas de empresas eleitas pela Fortune integram a Innocentrive. São exemplos a NASA, a Nature e a Rockefeller Foundation”. Com o valor de 20 mil dólares (cerca de 15 600 euros), trata-se do terceiro “Innocentive Award” que Abílio Sobral recebe, fazendo com que passe a integrar o “restrito grupo mundial de ‘Top Solvers da Innocentive’”. Segundo o comunicado da FCTUC, o primeiro galardão foi conseguido em 2006, pelo desenvolvimento de novos materiais de revestimento com moléculas orgânicas coordenantes, e o segundo em 2009, pela conceção de uma nova metodologia de aproveitamento dos resíduos de madeira para a produção de materiais de utilidade industrial do tipo fenólico. Diário As Beiras djou23 September 21st, 2010, 08:00 AM Escrito por Ricardo Busano AAC CRITICA DISCRIMINAÇÃo Miguel Portugal acusa Governo de não valorizar Universitário Direcção-geral da AAC vai colocar em prática moção aprovada em Assembleia Magna, que visa chamar à atenção para o estado de degradação do Estádio Universitário de Coimbra Miguel Portugal, presidente da DG-AAC, classifica de «tremenda injustiça» a atitude do Governo em relação ao Estádio Universitário de Coimbra (EUC), acusando o Estado Português, mais concretamente, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, de «não valorizar» o equipamento desportivo de Coimbra «tal como fez com o Estádio Universitário de Lisboa», onde comparticipou com «uma verba que possibilitou a requalificação daquele espaço no objectivo de o tornar auto sustentável». Face a este comportamento do Poder Central, a direcção-geral elaborou um caderno com fotos que demonstra o estado de degradação em que se encontra o equipamento e que será enviado a todos os grupos parlamentares da Assembleia da República, com o objectivo de sensibilizar as entidades competentes para a necessidade de intervenção urgente. «A Reitoria não tem condições para assumir os encargos das obras de requalificação do EUC, que segundo um projecto elaborado na década de 90, previa um investimento de 20 milhões de euros. Vamos continuar a reclamar junto do Governo, uma vez que o equipamento desportivo, neste momento, não serve somente a população estudantil e já não tem condições para gerar receitas próprias», frisou o dirigente. Miguel Portugal assegurou ainda que a DG «vai continuar realizar esforços, nomeadamente com a organização de eventos desportivos no EUC que permitam investimentos pontuais no melhoramento de alguns espaços». A AAC, segundo o dirigente associativo, «é quem alberga o maior número de atletas em todo o país», mas está «a ficar asfixiada» devido à falta de espaço e condições materiais para a prática desportiva. Reuniões pouco produtivas Em Fevereiro, numa reunião entre Direcção Geral e Manuel Heitor, secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, ficou clara a posição do Governo relativamente a esta matéria, uma vez que o governante, segundo os responsáveis da AAC, rejeitou qualquer ajuda nas obras de requalificação do EUC, justificando que esse assunto estaria fora da sua esfera de acção «O secretário de Estado disse que não tinha nada a ver com o problema. O Governo acha que a responsabilidade é exclusivamente da Universidade de Coimbra e que não deve intervir porque já canaliza uma verba para a Reitoria agir a nível de infra-estruturas», explicou na altura o presidente da direcção geral da AAC, Miguel Portugal, O EUC, recorde-se, foi inaugurado em 1963 e nunca foi alvo de obras de fundo, apenas pequenos melhoramentos pontuais. Diário de Coimbra aqui também devem estar à espera que seja a cmc a inchar...:bash: djou23 September 21st, 2010, 08:13 AM “Cada vez mais asfixiados” A luta é antiga. (ou não estívessemos em Coimbra, na província longínqua e atrasada...) O Estádio Universitário de Coimbra tem campos onde a relva não é se não erva:nuts:, pavilhões onde o telhado não impede a chuva:ohno: e bancadas onde os bancos são de pedra. Estes são apenas alguns dos exemplos de uma infraestrutura que precisa de obras. Quem tem de investir? A resposta é mais complicada do que a averiguação da necessidade de obras. O Estado já limpou a água do capote (obviamente), a Reitoria da Universidade de Coimbra entende que se deveria tratar de uma verba extraordinária e a Associação Académica de Coimbra muito tem lutado, mas pouco pode fazer para uma obra orçada em 20 milhões de euros. Os estudantes não têm dúvidas: “O estádio está sob a tutela do Ministério da Ciência e do Ensino Superior”. Ontem, o presidente da Direção Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC), Miguel Portugal, o coordenador geral do Desporto, João Almeida e o seu homólogo da Política Educativa, Eduardo Melo, apresentaram aos jornalistas um caderno com fotografias destinadas a Belém. “Este caderno decorre de uma moção aprovada em Assembleia Magna, apresentada pela DG/AAC, e que propunha entregar aos diversos grupos parlamentares e ao governo um conjunto de fotografias que demonstrassem o actual estado do Estádio Universitário”, explicou o presidente Miguel Portugal. Buracos, soalho estragado, vidros partidos…:bash: são muitas as fotos que o Governo vai receber e que mostram bem o que se passa no Estádio Universitário. Pelo menos nos meses de Verão… já que as fotos foram tiradas ainda antes das férias, altura em que era impossível mostrar como chove, por exemplo, no soalho do Pavilhão 1, que há um ano levou um piso novo. O anterior tinha sido destruído… pela chuva.:nuts: Podia ser um ex libris O Universitário “tem de ser alvo de uma grande intervenção, de modo a que não seja um atropelo à prática desportiva, mas sim o ex libris desportivo da cidade. A cada dia que passa estamos mais asfixiados”, atesta Miguel Portugal. O dirigente lembra que, acima de tudo, são os atletas que sofrem, mas “o estádio também não consegue gerar receitas, porque não conseguimos cobrar aluguer, dadas as condições”. A Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física “também não tem as melhores condições e já o merecia, porque tem evoluído muito”. O mesmo se pode dizer do desporto da Académica, que “apesar de tudo, tem conseguido cada vez melhores resultados”. Lisboa foi tratada de outra forma (oh, a sério?! estou deveras admirado...) Em “meados de 80, o Estádio Universitário de Lisboa levou obras em 25 milhões de euros e isso permitiu-lhes serem auto suficientes”, lembra Miguel Portugal. Para Coimbra eram precisos “apenas” 20 milhões. “A reitoria não consegue fazer um investimento deste montante, apesar de estar aberta a ajudar. Espero que o Estado invista, mas, se isso não acontecer, continuaremos a investir, como fizemos com os campos cobertos do ténis”, acrescenta o dirigente. As Beiras Lino September 21st, 2010, 11:40 AM Aquilo está uma vergonha... pavilhões apertados, pavimentos estragados, má distribuição de pontos de água (falta uma torneira ao pé do campo de futebol de 5 ao pé do radiomodelismo) e tudo o mais... :( Todos limpam a água do capote, o ministério especialmente, e não se faz nada. Que vergonha. DaniFR September 21st, 2010, 04:54 PM Investigadores de Coimbra fazem avanço importante para reparação de danos cerebrais Uma investigação desenvolvida no Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) da Universidade de Coimbra permitiu descobrir o mecanismo de acção do óxido nítrico na proliferação de células estaminais neuronais, um avanço importante para a reparação de danos cerebrais, avança a agência Lusa. O estudo, publicado recentemente na revista científica “Stem Cells”, analisou a “proliferação de células estaminais neuronais sob a acção do óxido nítrico, clarificando o mecanismo de acção deste potencial alvo terapêutico para medicina regenerativa”. O óxido nítrico é produzido no cérebro em condições inflamatórias, na sequência de lesão cerebral. Segundo uma nota do CNC, “o transplante de células estaminais e a promoção da sua proliferação endógena (no próprio cérebro) têm sido propostas como potenciais estratégias para a reparação de danos cerebrais”. “Muitas vezes considerado como um obstáculo à proliferação das células estaminais neuronais, o óxido nítrico revelou-se fomentador desta proliferação nas condições testadas por esta equipa de investigadores, por diminuição da concentração utilizada e tempo de aplicação, nomeadamente num modelo animal de dano cerebral”, adianta. Inês Araújo, investigadora do CNC que liderou a equipa responsável pelo estudo, disse hoje à agência Lusa que “o processo de formação de novas células a partir de células estaminais neuronais na sequência de uma lesão cerebral não é particularmente robusto” e que se procuraram “formas de o tornar mais eficiente”. Estas células têm “potencial para recuperar as zonas que foram lesionadas, deslocando-se para as zonas onde houve degeneração”, adiantou a bióloga, que desenvolve investigação fundamental na área das ciências da saúde. Os investigadores de Coimbra descrevem, pela primeira vez o efeito do óxido nítrico na estimulação da proliferação das células estaminais neuronais, que constitui “o primeiro passo para a formação de novas células no cérebro”. “Descobrimos que o óxido nítrico estimula a proliferação das células estaminais neuronais”, adiantou Inês Araújo, ao referir que esta substância “é muito importante para a estimulação inicial destas células”. Segundo a investigadora, o conhecimento deste mecanismo é importante para doenças “em que haja necessidade de regenerar zonas do cérebro que foram lesionadas”, em pacientes que sofreram isquémia cerebral ou trauma cerebral. No comunicado, é referido que “a aplicação clínica destas estratégias levanta algumas preocupações devido a uma possível proliferação excessiva das células estaminais com consequente formação de tumores”. No entanto, Bruno Carreira (primeiro autor do trabalho e aluno de doutoramento do CNC) e Inês Araújo sublinham que “ao propor um mecanismo para a regulação da acção potenciadora do óxido nítrico na proliferação de células estaminais neuronais, este estudo sugere igualmente que este é um modo mais eficiente e seguro, por ter uma acção moderada, transitória e controlável”. O estudo foi desenvolvido em colaboração com a Faculdade de Medicina de Coimbra e a Universidade de Lund (Suécia). fonte (http://www.rcmpharma.com/news/9811/51/Investigadores-de-Coimbra-fazem-avanco-importante-para-reparacao-de-danos-cerebrais.html) DaniFR September 29th, 2010, 04:59 PM Alunos preparam carro com sistema de propulsão híbrido eléctrico Um veículo automóvel com sistema de propulsão híbrido eléctrico e capacidade para dois passageiros está a ser concebido por alunos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), anunciou hoje a instituição. O projecto está a ser desenvolvido por alunos do mestrado em engenharia automóvel, que arrancou no ano letivo 2008/2009, sob a coordenação do investigador Pedro Carvalheira. Os primeiros alunos a concluir o mestrado - Rui Miguel de Oliveira e Câmara e Vasco José Rodrigues Carreira – atingiram “estudos importantes para a conceção do automóvel utilitário”, prevendo-se agora a entrada na fase de conceção de forma integrada da estrutura do veículo, segundo uma nota divulgada pela FCTUC. Rui Câmara centrou-se no estudo aerodinâmico da carroçaria, enquanto Vasco Carreira desenhou o sistema de aquecimento, ventilação e ar condicionado. Os próximos trabalhos integrados no projeto visam a conceção dos sistemas de direção, travagem, suspensão e propulsão. “Em paralelo a estes trabalhos irão efectuar-se estudos de mercado e de viabilidade económica de produção do veículo automóvel”, avança a FCTUC. O mestrado em engenharia automóvel da FCTU foi elaborado em colaboração com a Universidade de Michigan e é frequentado maioritariamente por “alunos que já desenvolvem a sua actividade profissional na área automóvel”. Destak/Lusa ERVATUGA October 31st, 2010, 06:23 PM Microscópio mais antigo de Portugal mostrado na Biblioteca Joanina O microscópio mais antigo do país, oferecido pelo médico Jacob de Castro Sarmento à Universidade de Coimbra (UC), vai estar patente numa exposição na Biblioteca Joanina, no âmbito da abertura do piso intermédio deste monumento emblemático. O instrumento foi doado no início do Século XVIII, pelo médico (formado pela UC), quando era membro da Royal Society of London, e será exibido no âmbito de uma exposição, a inaugurar a 15 de novembro, sobre os sócios portugueses desta academia científica. O diretor da Biblioteca Geral da UC (BGUC), Carlos Fiolhais, disse hoje à agência Lusa que com a abertura, a 1 de novembro, do piso intermédio da Joanina, os turistas passam a ter acesso por inteiro a este “ex-líbris” do Paço das Escolas. Atualmente os turistas podem visitar o piso nobre da Biblioteca Joanina, “um dos sítios mais procurados da UC e talvez do país”, segundo o catedrático, estando também acessível o piso inferior, a antiga Prisão Académica, que tem acolhido várias exposições. A exposição sobre os sócios portugueses da Sociedade Real de Londres, a academia cientifica mais antiga do mundo ainda em funcionamento, vai permitir conhecer 25 membros nacionais desta instituição, a que pertenceram por mérito próprio, e que são do tempo da construção e abertura da Biblioteca Joanina – explicou Carlos Fiolhais. O original dos estatutos da UC reformulados pelo Marquês de Pombal, vai estar também exposto na mostra, em que vão igualmente ser focados aspetos da vida de Jacinto de Magalhães, outro português membro da Royal Society of London, que patrocinou um prémio científico ainda atribuído atualmente por uma sociedade americana. “É um encontro com a história, e a Biblioteca Joanina é um sítio emblemático da nossa história”, vincou o diretor da BGUC. Esta exposição vai estar patente até ao final de janeiro e compreende, em dezembro, um colóquio com convidados da Sociedade Real de Londres e do Reino Unido. Preenchido com livros antigos, o piso intermédio dos três da Joanina que, a partir do próximo dia 1 também pode ser apreciado pelos turistas, vai ser animado com exposições periódicas mostrando publicações do rico espólio da UC – segundo Isabel Gomes, responsável pela gestão do circuito turístico do Paço das Escolas. Além dos vários espaços da Universidade já disponíveis para os turistas, esta responsável adiantou à Lusa que a Torre da UC deverá abrir ainda este ano ao público para visitas regulares. Para “mostrar toda a beleza e potencial histórico” do espaço, estão também previstos para 2011 um plano de concertos e uma exposição de fotografia, na Prisão Académica, sobre o Paço das Escolas, entre outros eventos destinados a dinamizar o circuito turístico da UC. “A Universidade de Coimbra é, provavelmente, o espaço mais visitado em Coimbra e na região Centro. Convêm que a satisfação de quem nos visita seja aumentada”, disse esta responsável, que estima que cerca de meio milhão de pessoas aceda anualmente ao Paço das Escolas. Fonte: http://www.destak.pt/artigo/78475-microscopio-mais-antigo-de-portugal-mostrado-na-biblioteca-joanina Cumpts. :cheers: djou23 November 22nd, 2010, 05:25 AM Escrito por João Ernesto Fonseca (Lusa) coimbra Televisão Web da Universidade já iniciou emissões regulares Em www.uc.pt/ucv será dada a conhecer a instituição. De segunda a sexta-feira haverá noticiários às 14 horas A UCV, televisão Web da Universidade de Coimbra, começou a emitir com regularidade desde ontem à tarde, Dia Mundial da Televisão, fundamentalmente para «divulgar aquilo que é», aos mais diferentes níveis, a instituição. «A ideia principal do projecto é divulgar aquilo que é hoje a Universidade de Coimbra, sem esquecer tudo o que tem sido», ao longo dos seus sete séculos de existência, afirma, à agência Lusa, Clara Almeida Santos, directora do projecto e docente de Comunicação e Jornalismo da Faculdade de Letras. «Vamos mostrar em documentários e reportagens o que é feito aqui», no âmbito da «investigação, da inovação ou do empreendedorismo» e também dos «patrimónios histórico, cultural e artístico». Para este projecto, «inspirámo-nos muito nas seis propostas que Italo Calvino fez para o novo milénio», afirma a responsável do canal Web. São propostas, as do escritor e jornalista italiano, «sobretudo para a literatura, mas julgamos que se aplicam perfeitamente à televisão», acrescenta a professora, recordando-as – leveza, rapidez, visibilidade, exactidão, multiplicidade e consistência – e afirmando que a UCV as vai adoptar, embora de «forma gradual». A UCV (diz-se «o que vê») quer ser uma televisão profissional, mas sem deixar de se assumir, simultaneamente, como «um projecto laboratorial, onde os alunos possam aprender fazendo», sublinha Clara Almeida Santos. Contando com uma equipa permanente de quatro jornalistas e um grupo de professores e estudantes, de diversas faculdades, o projecto começou a ser desenvolvido há alguns meses, tendo realizado as primeiras transmissões em directo no encontro internacional sobre património mundial de origem ou influência portuguesa, promovido pela Universidade, em Outubro. O canal não se limita, no entanto, àquele conjunto de pessoas, funcionando em articulação, designadamente, com a Reitoria e a Divisão de Identidade, Imagem e Comunicação da Universidade e tendo «vários pontos de contacto nas diferentes faculdades». Também as instituições e entidades de algum modo ligadas à Universidade, como o Instituto Pedro Nunes ou a Imprensa da Universidade, por exemplo, têm pontos de contacto com a TV Web, que, sublinha Clara Almeida Santos, «pretende ser englobante e juntar capacidades». «UCV de novo» é entretanto a designação do noticiário que, de segunda a sexta-feira, vai para o ar às 14 horas e, como toda a restante produção da televisão Web da Universidade de Coimbra, está disponível em www.uc.pt/ucv . O telejornal da UCV, cuja apresentação é garantida por estudantes, dará conta do que se passa na Universidade de Coimbra numa lógica essencialmente prospectiva, acrescenta a directora do canal, sublinhando que o noticiário dará particular atenção aquilo que vai acontecer na instituição. Diário de Coimbra Lino November 22nd, 2010, 03:31 PM A UC a seguir os passos da TVAAC :) Aka November 22nd, 2010, 06:50 PM UC a usar as mesmas pessoas da tvAAC. fernao November 22nd, 2010, 06:57 PM e faz bem, nao tem sentido haver uma tvAAC e outra tvUC, se uma j'a tem pouco interesse que fara' duas... e' meter tudo junto... facam programas com ambito diferente dentro da mesma tv.. djou23 November 23rd, 2010, 03:30 AM http://ucv.ci.uc.pt/ucv/media/whpo-640mp4-2 viva a rede w-h-p-o... viva! depois, vejam o noticiário, em brasileiro! Lino November 23rd, 2010, 03:47 AM F-R-A... :banana: djou23 November 26th, 2010, 04:06 AM Escrito por Patrícia Isabel Silva Visitas turísticas à Universidade aumentaram 60% em 2010 Facturação ronda o milhão de euros, prevendo-se que, até ao final do ano, se atinjam os 400 mil visitantes De Janeiro a Novembro as visitas turistas à Universidade de Coimbra, nomeadamente ao Paço das Escolas, aumentaram 60%, em relação a 2009. De acordo com o vice-reitor Henrique Madeira, os números representam a venda de mais de 300 mil bilhetes, no entanto, as estimativas apontam para a visita de cerca de 400 mil turistas, no total, o que representa um encaixe financeiro superior a um milhão de euros. Henrique Madeira, com a valência de captação de novos públicos, adiantou ao Diário de Coimbra que um dos fenómenos a que se está a assistir este ano está relacionado com uma «distribuição mais uniforme» de visitantes, ainda que o mês de Agosto continue a ser imbatível. Ainda assim, há registos de subidas superiores a 50% em vários meses, comparativamente ao período homólogo de 2009. O trabalho de divulgação do Gabinete de Comunicação e Imagem da Universidade de Coimbra é apontado como um dos “responsáveis” pela maior afluência de turistas, ganhando um peso relevante a candidatura a património mundial da Unesco, sublinha o vice-reitor. Depois, continua, «temos um trabalho notável de renovação», de que são exemplos as obras na Torre, uma estrutura que agora pode ser apreciada na plenitude, com visitas regulares. O interesse turístico não se resume ao Paço das Escolas, que inclui a Sala dos Capelos, a Biblioteca Joanina ou a capela de S. Miguel. O Museu da Ciência, que está a completar quatro anos, contribui para os números de forma decisiva, tendo recebido, desde a abertura, perto de 94 mil visitantes, 25 826, só este ano, segundo dados apurados ontem ao final da tarde. Neste espaço, e relativamente a 2009, não há uma diferença significativa de números, ao contrário do que aconteceu em 2007 e 2008, em que se registou um «grande aumento» de bilhetes vendidos para o antigo Laboratório Chimico. Com as obras no Páteo das Escolas e nas Escadas de Minerva a decorrer, Henrique Madeira acredita que, concluídos os trabalhos, os números de 2011 ainda poderão ser mais satisfatórios do que os de 2010, contrariando o que a conjuntura económica poderia levar a prever. «Temos a sorte de ter este património riquíssimo e valioso», frisa o professor do Departamento de Engenharia Informática da Faculdade de Ciência e Tecnologia, realçando que mantê-lo tem custos elevados, daí que as receitas dos turistas sejam encaradas como cada vez mais «essenciais» para manter todas as salas a funcionar. O preço do bilhete para o Paço das Escolas custa sete euros, o bilhete para a Biblioteca Joanina fica a cinco euros e o Bilhete Geral + Museu da Ciência, nove euros. No Paço das Escolas, o acesso é gratuito para estudantes, professores e funcionários da Universidade de Coimbra. Diário de Coimbra Lino November 26th, 2010, 04:13 AM Poderiam abrir o Zoológico, Antropológico e os outros museus das faculdades ao público. Há tempos estive no zoológico e tem lá cada livro com cada gravura, wow. :) Excelentes notícias, Coimbra a bombar. E mais agora com a abertura total da Joanina. Então com o património da UNESCO vai rebentar com a escala :rock: bru_nex November 26th, 2010, 10:58 AM O Zoológico tem um projecto mais amplo que vai juntar todos os museus da Universidade de Coimbra num único sítio. Já estive a conversar com um tipo que está dentro do projecto e, se as coisas forem como ele me disse, vai ficar brutal! O problema é que o projecto ainda vai demorar alguns anos até estar concluído. Talvez uma década! DaniFR November 26th, 2010, 12:45 PM Excelente notícia. :banana: daniel322 November 27th, 2010, 12:03 AM Poderiam abrir o Zoológico, Antropológico e os outros museus das faculdades ao público Estão abertos ao público :dunno: bru_nex November 27th, 2010, 01:18 AM http://farm2.static.flickr.com/1186/5108996902_de3dc03cd0_z.jpg Olha que linda! Aka November 27th, 2010, 03:46 AM Ainda estamos à espera das fotos que deixaste de fora. :D Lino November 27th, 2010, 04:10 AM Estão abertos ao público :dunno: Às escolas, não a turistas em geral. Quando é que se pode subir à torre? bru_nex November 27th, 2010, 03:50 PM Ainda estamos à espera das fotos que deixaste de fora. :D Oh... Eu acho que pus todas. Mas hei-de ver. Acho que as que não pus foram as que ficaram mais desfocadas. :D Tenho de repetir a experiência! Aka November 27th, 2010, 04:23 PM Aquelas da parte sul. bru_nex November 27th, 2010, 04:32 PM Ah... Certo! Embora eu tenha aproveitado a parte sul para fotografar a parte norte. Mas devo ter alguma coisa! :D daniel322 November 28th, 2010, 02:51 PM Às escolas, não a turistas em geral. À entrada têm preçário de bilhetes para estudante e não-estudante... ERVATUGA November 29th, 2010, 02:00 AM Visitas à biblioteca da Universidade de Coimbra Os três andares da biblioteca da Universidade de Coimbra estão agora acessíveis ao público. Uma oportunidade para conhecer melhor a história do edifício. http://tv2.rtp.pt/noticias/?headline=20&visual=9&telejornal=MzkzNzA2LDM5NTI4NA== :cheers: daniel322 December 6th, 2010, 10:26 PM Descoberta abre caminho a tratamento de cancro e diabetes Investigadores da Universidade de Coimbra (UC) identificaram o mecanismo que degrada o sensor de abastecimento de oxigénio às células e a descoberta poderá ajudar a travar as consequências da diabetes e do cancro, informa a Lusa. Normalmente as células têm capacidade de responder às situações de privação de oxigénio (hipoxia), gerando novos vasos sanguíneos, mas no caso da diabetes isso não acontece, surgindo complicações patológicas como o infarto do miocárdio e a retinopatia diabética, esta a principal causa de perda de visão. Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da UC e do Instituto Biomédico de Investigação, da Luz e Imagem (IBILI), liderada por Paulo Pereira, identificou um novo mecanismo que pode contribuir para a perda de resposta celular à hipoxia em situações de hiperglicemia como as que se observam na diabetes e que provoca a morte das células. «É um novo mecanismo molecular, uma nova proteína, que contribui para degradar o factor HIF-1, o sensor de oxigénio, e identificamos todos os componentes moleculares que estão envolvidos nessa degradação», explicou à agência Lusa Paulo Pereira. Em resultado desta investigação será possível desenvolver terapias celulares que protejam da degradação esse sensor de oxigénio e no futuro desenvolver até terapias genéticas. «Ao impedir esse processo podemos assegurar, de alguma maneira, a sobrevivência das células em situações de hipoxia e de hiperglicemia, na diabetes. O maior impacto para a saúde será porventura este mesmo, quer dizer, o impacto nas complicações patológicas associadas à diabetes», salienta. No entanto, Paulo Pereira diz que poderá ter também um impacto significativo no desenvolvimento dos tumores sólidos, porque «o crescimento do cancro depende largamente de uma rede vascular adequada». «Este mecanismo, que identificámos, pode também ser manipulado de maneira contrária ao que propomos na diabetes, que é no sentido de promover a degradação deste factor de resposta à hipoxia e assim impedir que os tumores cresçam, privando-os de oxigénio e privando-os dos meios que normalmente precisariam para crescer», explica. A manipulação do factor HIF-1, o sensor de oxigénio das células, para travar o cancro, é uma das linhas recentes de investigação desta equipa do Centro de Oftalmologia e Ciências da Visão da Faculdade de Medicina, que há quatro anos desenvolve este trabalho e que a semana passada o deu a conhecer à comunidade científica internacional através da revista «PlosOne». «Ainda é difícil antecipar o impacto de algumas destas descobertas. Acho que isto vai abrir possibilidades de investigação em numerosas áreas, na diabetes, no cancro, e talvez noutras que nesta fase ainda não conseguimos identificar», conclui Paulo Pereira. iol (http://diario.iol.pt/sociedade/ciencia-tvi24-diabetes-coimbra-ultimas-cancro/1215697-4071.html) bru_nex December 6th, 2010, 10:34 PM Pessoal, não há nada previsto para o DARQ? Com a Candidatura à UNESCO ou com aquela questão da reestruturação dos saberes da UC? maracujá December 7th, 2010, 12:17 AM Pessoal, não há nada previsto para o DARQ? Com a Candidatura à UNESCO ou com aquela questão da reestruturação dos saberes da UC? Há um projecto já antigo do Byrne mas não há dinheiro. No ano passado vieram uns fundos que serviram para pintar duas fachadas. bru_nex December 7th, 2010, 12:18 AM Onde posso ver esse projecto? maracujá December 8th, 2010, 01:07 PM PM DaniFR December 13th, 2010, 04:14 PM Tecnologia já foi utilizada pela Microsoft SenseWall: Universidade de Coimbra apresenta “parede” interactiva multi-toque A SenseWall é um grande ecrã interactivo desenvolvido em Coimbra. Tão grande que lhe chamam “parede” interactiva. O projecto foi desenvolvido ao longo dos três últimos anos por um grupo de jovens investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e já deu origem a dois produtos, um dos quais criado para a Microsoft Portugal. Melhor do que explicar, o melhor é ver. Neste endereço - http://vimeo.com/8660060 - o leitor poderá entender melhor o que é o que permite fazer a SenseWall. Durante a demonstração é possível ver os jovens investigadores a tocarem, simultaneamente, na superfície que tem 3 metros de comprimento e 1,5 m de altura. Em comunicado, os investigadores indicam que a fabricação desta “parede” interactiva é um “grande avanço para as tecnologias de interacção multi-toque”. Deste projecto já resultaram dois produtos: o Touchbloom, uma superfície multi touch transportável criada para a Microsoft Portugal que a utilizou para a demonstração do Windows 7 e o Puddle of Life, um jogo interactivo sobre a Teoria da Evolução, desenvolvido para o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (cuja demonstração pode ser vista aqui: http://vimeo.com/9235692). Outra característica importante desta nova solução tecnológica é a sua “flexibilidade”. “A SenseWall permite desenhar, a baixo custo, ambientes multisensoriais de grandes dimensões para inúmeras áreas, desde a educação, turismo e serviços até à gestão de mobilidade nos grandes centros urbanos”, sublinham os investigadores Miguel Antunes, Tiago Serra e Tony Gonçalves. “Ver a nossa sombra ganhar vida, de repente, num processo de interacção em tempo real impressionante, voar pelo globo terrestre, mergulhando no Google Earth, manipular conteúdos multimedia ou mesmo criar música e murais são alguns dos exemplos disponíveis nesta enorme parede tecnológica”, indicam igualmente os responsáveis. A SenseWall está actualmente instalada no campus do Departamento de Engenharia Informática (DEI) da FCTUC para que toda a comunidade académica possa dar asas à sua imaginação e desenvolver novas aplicações interactivas. Mário Zenha Rela, coordenador da investigação, indicou igualmente em comunicado divulgado pela mesma faculdade que “o que torna este projecto único é a integração, pela primeira vez, de várias tecnologias num único dispositivo de grandes dimensões, proporcionando diferentes tipos de interacção rápida, até aqui dispersos. O resultado da integração de um conjunto alargado de tecnologias como vídeo, som, RFID (identificação por radio frequência), bluetooth, wifi, e outras, representa um grande contributo para a generalização do acesso a novas formas de interacção, uma das mais promissoras áreas da ciência de computação pelo impacto que pode ter na vida quotidiana”. Público Lino December 14th, 2010, 08:09 PM Museu da Ciência da UC reinventa Colégio de Jesus (com fotos) (http://www.asbeiras.pt/2010/12/museu-da-ciencia-da-universidade-de-coimbra-reinventa-colegio-de-jesus/) A ambição é construir um museu de dimensão nacional, capaz de competir com os melhores exemplos da museografia internacional. E não podia ser menor a ambição. Afinal, o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra (UC) é parte de um conjunto patrimonial único e de um espólio imenso e precioso. A segunda fase do projeto – quatro anos depois da “prefiguração” no Laboratório Chimico ter ultrapassado todas as melhores expetativas – foi ontem apresentada: o projeto de arquitetura evoca uma memória “clássica” e promete reinventar o Colégio de Jesus. Garantidos os 15 milhões de euros, a requalificação deverá estar concluída em 2013. Quase a terminar o seu reitorado, Fernando Seabra Santos – o grande obreiro do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, que abraçou como projeto emblemático dos dois mandatos que encerra nos primeiros meses de 2011 –, esteve ontem no Laboratório Chimico para dar a conhecer a segunda fase do empreendimento que, espera-se, encontre finalização até 2013. O que, como ontem lembrou Seabra Santos, só poderá acontecer se a Fundação Museu da Ciência – a reunir a UC e a Câmara Municipal de Coimbra, mas aberta a outras instituições públicas e privadas –, conseguirem reunir as verbas correspondentes à contrapartida nacional do QREN, necessárias para completar o investimento global a rondar os 15 milhões de euros. Coimbra e UC a dar cartas! djou23 December 16th, 2010, 05:39 AM Escrito por Bruno Vicente DEPUTADOS ABREM CAMINHO A ALTERAÇÕES NA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS Estudantes de Coimbra alcançam uma vitória histórica no Parlamento Deputados da Assembleia da República atenderam às reivindicações da luta estudantil e deram “vitória histórica” aos alunos do ensino superior, liderados pela AAC Os estudantes do ensino superior português, entre os quais os alunos da Associação Académica de Coimbra (AAC), conquistaram ontem «uma das maiores vitórias políticas de sempre», afirmou Miguel Portugal ao Diário de Coimbra. O presidente da Direcção Geral da AAC fala mesmo em «acontecimento histórico». Os deputados da Assembleia da República votaram ontem favoravelmente uma moção do CDS-PP, que «retira tudo o que diz respeito à atribuição de bolsas de estudo do decreto-lei 70/2010», evitando deste modo «a exclusão de centenas de estudantes do ensino superior por falta de apoio social». Os votos contra dos deputados do PS não foram suficientes para travar a união existente entre o PSD, o Bloco de Esquerda, o CDS-PP, o PCP e “Os Verdes”. «As reivindicações feitas pela AAC na manifestação de 17 de Novembro, em Lisboa, foram atendidas. As bolsas de estudo e as formas de cálculo das bolsas de estudo já não têm que estar de acordo com este decreto-lei», afirmou Miguel Portugal. «Isto vai modificar por completo a atribuição de bolsas de estudo, vai ter de haver outro tipo de política da acção social escolar, porque esta moção passou por cima das políticas educativas extremamente nefastas de todo o Governo», acrescentou o líder estudantil. Apesar da euforia dos estudantes, a luta por uma «acção social escolar mais justa» está longe de terminar. O projecto vai ser discutido, na especialidade, na Comissão de Educação e Ciência. «Agora os estudantes vão perguntar ao Ministério que caminho quer seguir», concluiu Miguel Portugal. DC maracujá December 16th, 2010, 08:48 PM Sobre a remodelação da alta e do darq, proposta do Byrne: http://img340.imageshack.us/img340/2458/15878132.jpg http://img207.imageshack.us/img207/8943/80575727.jpg http://img202.imageshack.us/img202/9751/98207465.jpg http://img810.imageshack.us/img810/1852/45212625.jpg http://img255.imageshack.us/img255/7747/47311431.jpg http://img375.imageshack.us/img375/8943/12884164.jpg http://img830.imageshack.us/img830/7906/11069568.jpg http://img809.imageshack.us/img809/3575/26028589.jpg http://img258.imageshack.us/img258/764/66197730.jpg http://img87.imageshack.us/img87/5972/54104422.jpg Lino December 17th, 2010, 05:53 AM Em exclusivo para o SSC, fotos de hoje à tarde do piso intermédio da Biblioteca Joanina! http://img573.imageshack.us/img573/7460/dsc07758.jpg adoro os tectos... a Joanina está sobre estes enormes arcos e abóbadas em tijolo crú (a senhora falou em período Árabe), impressionante... mas vão lá ver, vale a pena. E a prisão académica vale tb a pena :) http://img585.imageshack.us/img585/719/dsc07759.jpg http://img831.imageshack.us/img831/1571/dsc07760v.jpg Aka December 17th, 2010, 05:56 AM Dá para subir às varandas da "nave"? Lino December 17th, 2010, 06:03 AM Não sei, só visitei os 3 pisos da Biblioteca... estás a referir-te às varandas das salas dos Capelos e assim no exterior da Alcáçova? Fui lá acima há uns anos, tenho fotos algures... Aka December 17th, 2010, 06:42 AM Não sei, só visitei os 3 pisos da Biblioteca... estás a referir-te às varandas das salas dos Capelos e assim no exterior da Alcáçova? Fui lá acima há uns anos, tenho fotos algures... http://www.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2009/02/090226145713_coimbra512.jpg Lino December 17th, 2010, 11:21 AM Ah isso não... mas se reparares na frincha do armário, é onde eles arrumam o escadote de acesso às eestantes. Tem ali muito engenho :) Lino December 18th, 2010, 01:36 AM PS: aquele é o piso recentemente aberto que fica abaixo do da famosa sala da Biblioteca! Da sala principal de leitura desce-se ao andar intermédio e daí até à prisão! Cá vai um bom texto sobre o piso intermédio! (http://www.portugalnotavel.com/2010/11/piso-intermedio-da-biblioteca-joanina-da-universidade-de-coimbra/) DaniFR December 23rd, 2010, 03:49 PM Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra em Paris CP3wOCktXpY :applause: DaniFR January 13th, 2011, 02:27 PM Universidade de Coimbra já está no iTunes É, aliás, a primeira universidade de língua portuguesa a estar disponível nas aplicações da Apple A Universidade de Coimbra (UC) disponibiliza, a partir desta quinta-feira, conteúdos em língua portuguesa na plataforma «iTunes U», da Apple, a exemplo do que já fazem as mais prestigiadas universidades estrangeiras. «Estamos muito satisfeitos por podermos utilizar a nossa história e os nossos conhecimentos para disponibilizar conteúdos de grande qualidade, através do iTunes U, para mais de 250 milhões de pessoas que falam português em todo o mundo», declarou Fernando Seabra Santos, reitor da Universidade de Coimbra. Joaquim Ramos de Carvalho, responsável pelo projecto, revelou à agência Lusa que se trata da primeira universidade de um país de língua portuguesa a estar presente na «maior loja de produtos digitais do mundo», em resultado de um protocolo com a Apple, sem encargos para a UC, nem para os utilizadores dos conteúdos. «É muito importante para a Universidade de Coimbra porque coloca aquilo que fazemos dentro de um meio de distribuição que está vocacionado para um público muito alargado, e onde já existe um número muito importante de universidades, sobretudo de língua inglesa», sublinhou. De acordo com o docente da Faculdade de Letras da UC, e responsável do projecto, a universidade organizou-se no sentido de preparar conteúdos para um público muito alargado, e outros mais especializados, em áreas consideradas relevantes. Nesta fase vai dispor de meia centena de vídeos em 16 colecções, que irão sendo desenvolvidas com a introdução de novos episódios. O novo Acordo Ortográfico, a recuperação de edifícios e de centros históricos, o raciocínio matemático na resolução de problemas do quotidiano, o património musical português, a literatura, psicologia, teatro clássico e ensino, são alguns dos conteúdos que aí são disponibilizados, adiantou Joaquim Ramos de Carvalho. O património da UC, nomeadamente do Centro de Documentação 25 de Abril, sobre a transição democrática portuguesa, os fundos da Biblioteca Geral, que se prepara para completar 500 anos, são outros domínios abrangidos. TVI24 :cheers: Depois ainda há quem diga que a UC está parada no tempo. :bash: Lino January 13th, 2011, 03:54 PM Tuna de Medicina :rock: maracujá January 15th, 2011, 01:56 PM Boa! ;) maracujá January 17th, 2011, 05:28 PM http://anossaterrinha.blogspot.com/2011/01/o-esplendor-automovel-da-universidade_3530.html DaniFR January 18th, 2011, 12:40 AM «Um achado absolutamente extraordinário» «Colecção raríssima» do século XVIII com 68 exemplares de peixes do Brasil foi descoberta na Universidade de Coimbra Uma «colecção raríssima» do século XVIII com 68 exemplares de peixes do Brasil foi descoberta na Universidade de Coimbra (UC) e é considerada um importante contributo para o conhecimento da biodiversidade, informa a Lusa. Trata-se de «um achado absolutamente extraordinário», refere uma nota de imprensa do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, que cita o seu museólogo e autor da descoberta, Pedro Casaleiro. São 68 peixes, de diferentes espécies, conservados em seco e montados sobre cartão, com a designação científica no sistema de Lineu, que se encontravam numa caixa e que seriam oriundos das colecções do Real Museu da Ajuda. «A descoberta destes exemplares é absolutamente notável, por se tratar de uma colecção raríssima, havendo poucos exemplares do século XVIII de peixes do Brasil, montados deste modo, em todo o mundo», revela o museólogo, que a descobriu no âmbito do levantamento em curso das colecções da UC. O Museu da Ciência da UC acredita que esses elementos façam parte das recolhas efectuadas pelo naturalista Alexandre Rodrigues Ferreira para a coroa portuguesa, na bacia do Amazonas entre 1783 e 1792. No arquivo do Museu Bocage existe o registo de uma importante remessa de espécimes do Real Museu da Ajuda para a Universidade de Coimbra datada de 1806, grande parte deles com origem na Viagem Filosófica de Alexandre Rodrigues Ferreira, refere Pedro Casaleiro. «Além de abrir uma nova perspectiva quanto ao estudo e conhecimento das recolhas deste naturalista, é uma importante descoberta para a história natural em Portugal, para a história da ciência e para o estudo da biodiversidade», realça Paulo Gama Mota, director do Museu da Ciência da UC, citado na mesma nota. Uma parte do espólio agora encontrado será apresentado publicamente no auditório do Laboratório Chimico na próxima quarta-feira. Alexandre Rodrigues Ferreira, segundo a mesma nota, protagonizou «uma das mais notáveis e prolongadas expedições de naturalistas» realizadas durante o século XVIII, procurando o conhecimento científico e sistemático da natureza exótica que então se descobria. As colecções enviadas para Portugal foram «alvo de muitas vicissitudes». Encontram-se dispersas por várias instituições, incluindo uma parte levada para Paris durante as invasões francesas. Das colecções do naturalista enviadas para Coimbra apenas está bem estudada a «excelente colecção etnográfica dos índios da Amazónia», refere o Museu da Ciência da UC. IOL (http://diario.iol.pt/ambiente/ultimas-tvi24-peixes-arqueologia-brasil/1226603-4070.html) Descobertas durante levantamento no departamento de Zoologia Colecção “raríssima” do séc. XVIII de peixes do Brasil encontrada na Universidade de Coimbra http://img404.imageshack.us/img404/6475/3254784564564.jpg Estiveram esquecidos durante “muitos, muitos anos” numa zona de difícil acesso do departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra (UC). Mas num levantamento exaustivo que estava a ser feito das mais de 150 mil peças que integram a colecção do departamento, foram descobertos numa grande caixa de folha-de-flandres: lá dentro estavam 68 exemplares de uma colecção de peixes do Brasil, recolhidos no século XVIII pelo naturalista português Alexandre Rodrigues Ferreira naquela que foi, então, uma das maiores expedições científicas realizadas pelo país. “Estas peças são de um valor e de um e significado absolutamente extraordinário”, considera o director do Museu da Ciência da UC, Paulo Gama Mota. As peças, que Paula Gama Mota classifica de “belíssimas” e que estão “num óptimo estado”, foram conservadas através de uma técnica rara: “Podemos chamar-lhe quase uma espécie de herbário de peixe: em vez de plantas, são peixes que estão montados e secos em cima de folhas de papel”, descreve o professor universitário da UC. De acordo a UC, os 68 exemplares de peixes serão oriundos do antigo Real Museu da Ajuda, ou Gabinete Real da Ajuda, para onde terão sido encaminhadas todas as peças que foram recolhidas na expedição filosófica de Alexandre Rodrigues Ferreira, uma expedição na bacia do Amazonas que terá sido encomendada pela Casal Real portuguesa e que se prolongou durante quase dez anos, entre 1783 e 1792. As peças recolhidas por Alexandre Rodrigues Ferreira, que vão de artefactos de etnografia das tribos índias da amazónia a colecções de material botânico e zoológico sofreram, no entanto, várias vicissitudes ao longo dos anos: foram dispersas por várias instituições, uma parte significativa foi levada para Paris durante as invasões francesas, outra parte foi destruída no incêndio que deflagrou no Museu Bocage. De acordo com o museólogo Pedro Casaleiro, que foi o responsável por esta descoberta, no arquivo do Museu Bocage existe mesmo o registo de uma “uma importante remessa de espécimes do Real Museu da Ajuda para a UC, datada de 1806, grande parte deles com origem na viagem filosófica de Alexandre Rodrigues Ferreira”, refere numa nota do Museu da Ciência. Parte do espólio, que esteve fechado e esquecido durante décadas, será apresentado publicamente na próxima quarta-feira e o director do Museu da Ciência tem já planos para uma exposição dedicada à colecção agora descoberta. “Estas peças vão-nos permitir saber mais coisas. Em primeiro lugar, sobre os peixes atlânticos que existiam naquela altura naquela zona do globo. Depois, vamos conseguir estudar melhor o próprio trabalho de recolha do Alexandre Rodrigues Ferreira, que foi o responsável pela maior expedição naturalista portuguesa”, afirma Paulo Gama Mota. Público Impressionante!!! Lino January 18th, 2011, 03:35 AM Há tempos fui lá uns minutos contactar uma pessoa para uma tradução que fiz e estavam lá a folhear uns livros de desenhos de espécies, e pareciam algo antigos e de babar :drool: sergiomdias January 18th, 2011, 12:57 PM Como é que é possível nem saberem que tinham lá tal coisa? Incrível! bru_nex January 18th, 2011, 04:29 PM Esta Universidade é de tal forma grande e histórica que é possível que este tipo de coisas aconteçam. E não me admiro que, nos próximos tempos existam outras notícias deste género. Dentro de alguns anos todas as colecções e todos os museus vão sair dos armários e das estantes e passar para o grande Museu da Ciência para poderem ser vistos e para que se possa aprender com eles. A partir daí tudo será devidamente inventariado para que este tipo de situações não voltem a acontecer. Até lá, este tipo de surpresas podem voltar a acontecer e até é bom sinal que aconteçam. JPSM January 18th, 2011, 05:25 PM Como é que é possível nem saberem que tinham lá tal coisa? Incrível! easy...nunca te aconteceu encontrares coisas em casa que não vias a anos?...é precisamente a mesma coisa mas com 500x mais valor...:lol:..basta simplesmente o responsável pela organização das colecções ter mudado por alguma razão e o registo da colecção se ter perdido ou andar nas mãos de alguem que o estava a estudar, e pronto...muda de sitio nos armários, muda de espaço, e pronto...desaparece sem desaparecer... Esta Universidade é de tal forma grande e histórica que é possível que este tipo de coisas aconteçam. E não me admiro que, nos próximos tempos existam outras notícias deste género. Dentro de alguns anos todas as colecções e todos os museus vão sair dos armários e das estantes e passar para o grande Museu da Ciência para poderem ser vistos e para que se possa aprender com eles. A partir daí tudo será devidamente inventariado para que este tipo de situações não voltem a acontecer. Até lá, este tipo de surpresas podem voltar a acontecer e até é bom sinal que aconteçam. Acredita que eu acho nunca vai deixar de haver surpresas...repara estás a falar de 700 anos de histórias enquanto universidade..de descobertas e ideias politicamente correctas a altura e outras muito pouco que não convinham se saber, numa zona até já edificada anteriormente e onde viveu a familia real, passou epocas onde se perseguiam certas ideias que chegaram a Portugal e foram muito estudadas principalmente em Coimbra, na comunidade cientifica Portuguesa, tiveste membros maçónicos e da carbonária, tiveste de certeza sociedades secretas ou restrictas a funcionar na UC, passou invasões estrangeiras, passou um dominio estrangeiro, tiveste todo o periodo do Estado Novo...tudo isto venha se a saber ou não, faz parte do histórico das grandes e antigas universidades...o espolio...quer de textos de caracter politico, quer historico quer cientifico...pode ser enorme, que ande perdido em gavetas, escondido aqui ou acola...e que um dia sem querer numa reparação de um soalho por exemplo apareça de repente.... bru_nex January 18th, 2011, 05:32 PM Desde que os bichos estejam mortos, na boa! lol sergiomdias January 18th, 2011, 07:18 PM easy...nunca te aconteceu encontrares coisas em casa que não vias a anos?...é precisamente a mesma coisa mas com 500x mais valor...:lol:..basta simplesmente o responsável pela organização das colecções ter mudado por alguma razão e o registo da colecção se ter perdido ou andar nas mãos de alguem que o estava a estudar, e pronto...muda de sitio nos armários, muda de espaço, e pronto...desaparece sem desaparecer... Sou técnico na área e exerço funções num Museu. Um Museu não é um sitio onde as coisas estão pra lá guardadas em prateleiras e não trato das coisas num Museu, como trato em casa (em casa é meu, num museu é da comunidade), logo essa comparação é disparatada. Se na UC se trabalha assim....credo. Não pode haver pontas soltas. Se havia no tempo em que a colecção deu entrada no Museu, já por lá passou muito boa gente para tratar disso. Mas ok! Ainda bem que deram por ela....é sempre a tempo. Está toda a gente contente que acharam os peixinhos....mas imaginem que a noticia era "incêndio destrói colecção única, de valor incalculável, que estava perdida numa arrumação da Universidade". Não havia culpas para ninguém? Era uma situação normal? JPSM January 18th, 2011, 07:33 PM Sou técnico na área e exerço funções num Museu, sei bem do que estou a falar. Um Museu não é um sitio onde as coisas estão pra lá guardadas em prateleiras e não trato das coisas no Museu como trato em casa, logo essa comparação é disparatada. Se na UC se trabalha assim....credo. Não pode haver pontas soltas. Se havia no tempo em que a colecção deu entrada no Museu, já por lá passou muito boa gente para tratar disso. Mas ok! Ainda bem que deram por ela....é sempre a tempo. Está toda a gente contente que acharam os peixinhos....mas imaginem que a noticia era "incêndio destrói colecção única, de valor incalculável, que estava perdida numa arrumação da Universidade". Não havia culpas para ninguém? Era uma situação normal? Mas repara...provalvemente aquilo nem estaria identificado como colecção de museu (já que pela noticia não dá a entender sequer que existia "colecção")...ou estaria numa colecção de museu, mas como se vê a história dele, foi "atirado" para...o mesmo foi observado durante os saques Nazis por exemplo a palácios do czares...foi roubado espolio dos palacios, museus, etc, no entanto, apenas uma pequena parte foi recuperável...porque?...porque ou não existiam registos ou quem sabia deles e sabia quantos eram, onde estavam, como era, etc, acabou morto...e assim se perdem reliquias...como muitos objectos de ouro por exemplo acabaram derretidos ou os próprios registos que fizeram das pilhagens desses tesouros acabaram destruidos nos ataques dos aliados e da URSS...e assim se perde o paradeiro de objectos valiosos para a historia do País,e invariavelmente da humanidade...não significa que daqui a 100 anos, não se descubra numa qualquer arrecadação alguns deles ou os documentos que referem o seu paradeiro... O meu palpite é que já havia gente que sabia que aquilo existia, podia era pensar que fazia parte de uma colecção, e foi ficando...ou não sabiam ao certo o que era aquilo...porque 200 anos das duas uma, ou sofreu um excelente trabalho de preservação ou então alguem teve que encontrar aquilo diversas vezes... Depois não sei a quanto tempo a UC terá museus, mas se calhar a colecção é anterior, em décadas a isso... Se tivesse havido o referido incendio algo me diz que nem nunca se ouviria falar dessa colecção...porque algo me diz que ninguem se iria lembrar.... sergiomdias January 18th, 2011, 07:42 PM Eu também não estou a criticar abertamente...porque tenho alguma noção da complexidade de algumas instituições dentro da UC, nomeadamente os museus e as dificuldades com que se debatem. Não queria estar à frente de nenhum, porque seria meio caminho andado para enlouquecer Só fiquei espantado como é que acontece uma coisa destas, dado que não se trata de uma colecção qualquer. Julgo que na altura da descoberta já se devia ter a noção do valor que a mesma tinha! Por outro lado, congratulo ter sido descoberto pois só prova que há pessoas a trabalhar lá e esforçarem-se para que estes lapsos não voltem a ocorrer. fernao January 18th, 2011, 07:45 PM Sou técnico na área e exerço funções num Museu. Um Museu não é um sitio onde as coisas estão pra lá guardadas em prateleiras e não trato das coisas num Museu, como trato em casa (em casa é meu, num museu é da comunidade), logo essa comparação é disparatada. Se na UC se trabalha assim....credo. Não pode haver pontas soltas. Se havia no tempo em que a colecção deu entrada no Museu, já por lá passou muito boa gente para tratar disso. Mas ok! Ainda bem que deram por ela....é sempre a tempo. Está toda a gente contente que acharam os peixinhos....mas imaginem que a noticia era "incêndio destrói colecção única, de valor incalculável, que estava perdida numa arrumação da Universidade". Não havia culpas para ninguém? Era uma situação normal? eh pa, nao sabes ler? aquilo nao estava na coleccao do museu, agora passa a estar andava la' perdido nos confins..um gajo prai ha' 100 anos meteu umas montao de folhas no meio de uns livros e por la' ficou, num edificio enorme com centenas de anos.. com a reabilitacao de edificios antigos, com todo o tipo de tralhas, areas de arrumacao, depositos, etc, este tipo de surpresas nao e' de surpreender assim tanto logo, antes de alguem la' ir ver o que era, nao se sabia o que estava por la', tem logica, nao e'? como e' obvio nao e' assim que se "trabalha na UC", alias, este trabalho do Museu da Ciencia tem sido feito impecavelmente sergiomdias January 18th, 2011, 07:51 PM Não tem lógica nenhuma, mas se vocês estão contentes, não serei eu a contestar! Também este não é local para se debater situações deste tipo! Cuidado com a educação, porque eu não faltei ao respeito a ninguém! fernao January 18th, 2011, 07:54 PM Cuidado com a educação, porque eu não faltei ao respeito a ninguém! faltaste, quando disseste: Se na UC se trabalha assim....credo. Não pode haver pontas soltas. Se havia no tempo em que a colecção deu entrada no Museu, já por lá passou muito boa gente para tratar disso. desde que comecaste a comentar este topico foi com tom critico, armaste-te em carapau de corrida com a conversa tecnica e depois faltaste ao respeito 'as pessoas que trabalham na UC sergiomdias January 18th, 2011, 07:59 PM No que diz respeito ao domínio técnico e formas de trabalhar, peço-te imensa desculpa mas estou no meu pleno direito de opinar e criticar. Quer gostes ou não, pois não és obrigado a concordar. Não vejo onde isso seja falta de respeito. Alías, se estas pessoas estão a fazer um excelente trabalho (sim...estão), então as anteriores também fizeram...presumo! Durante décadas de estagnação... DaniFR January 18th, 2011, 08:03 PM Sou técnico na área e exerço funções num Museu. Um Museu não é um sitio onde as coisas estão pra lá guardadas em prateleiras e não trato das coisas num Museu, como trato em casa (em casa é meu, num museu é da comunidade), logo essa comparação é disparatada. Se na UC se trabalha assim....credo. Não pode haver pontas soltas. Se havia no tempo em que a colecção deu entrada no Museu, já por lá passou muito boa gente para tratar disso. Mas ok! Ainda bem que deram por ela....é sempre a tempo. Está toda a gente contente que acharam os peixinhos....mas imaginem que a noticia era "incêndio destrói colecção única, de valor incalculável, que estava perdida numa arrumação da Universidade". Não havia culpas para ninguém? Era uma situação normal? Excerto do Público: Estiveram esquecidos durante “muitos, muitos anos” numa zona de difícil acesso do departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra (UC). Mas num levantamento exaustivo que estava a ser feito das mais de 150 mil peças que integram a colecção do departamento, foram descobertos numa grande caixa de folha-de-flandres: lá dentro estavam 68 exemplares de uma colecção de peixes do Brasil, recolhidos no século XVIII pelo naturalista português Alexandre Rodrigues Ferreira naquela que foi, então, uma das maiores expedições científicas realizadas pelo país. sergiomdias January 18th, 2011, 08:10 PM Se calhar ainda não perceberam onde eu quero chegar...e calmamente vou reformular A minha pergunta é: Porque é que esse trabalho exaustivo de levantamento está a ser feito agora e não foi feito há 10,20,30,40,50 anos atrás? Há culpas ou não há culpas? Se para vocês está tudo bem, então está tudo dito! E não vou perder mais tempo com esta questão aqui. fernao January 18th, 2011, 08:48 PM eu vou reformular tambem: a atitude dos conimbricences, e da UC em particular, mudou ate' ha pouco tempo, era habitual uma certa sobranceria, ouvir alguem dizer mal e nao querer saber, afinal eles sabem la'... agora isso ja' mudou porque as pessoas de COimbra perceberam que a maior parte das pessoas que andavam ai' a criticar Coimbra, quando ias la' ver as coisas espetaculares que eles faziam, eram na verdade bem abaixo do que ja' existia ha' muito tempo em Coimbra... mas conseguiam com isso convencer quem nao percebia nada do assunto e Coimbra comecou a ser seriamente prejudicada por isso, agora, quem vem com conversa dissimulada dizer mal de Coimbra ou da UC nao vai ser deixado passar em claro ... e, por isso, nas tuas ultimas intervencoes la deixaste cair a mascara, que no's, como nao somos palermas, ja' tinhamos percebido ha' muito: "Alías, se estas pessoas estão a fazer um excelente trabalho (sim...estão), então as anteriores também fizeram...presumo! Durante décadas de estagnação... " o Dani como e' bem educado la' estava a tentar explicar.. mas 'as vezes 'e preciso explicar de maneira mais directa acontece que isso de aparecerem uns Ze's a aproveitar ate' coisas boas para tentar desprestigiar Coimbra e quem la' trabalha, como te digo, acabou as mudancas ja' se fazem sentir em varios, o bastonario dos advogados e' de Coimbra e o dos MEdicos tambem vai ser, e as mudancas na Universidade estao a fazer sentir-se em muitas 'areas, enquanto os projectos na cidade equipam a cidade como nenhuma outra em POrtugal alem de Lisboa e Porto respondendo 'a tua ultima posta: - porque nao foi feito ha' 50 anos atras? ha' culpas? a serio? o que e' que isso interessa agora mesmo? queres ir arrancar os jazigos dos responsaveis da Zoologia de ha' 50 anos atras?.. o que achas? e' que diz ali na noticia que as coisas do seculo XVIII ou XIX estavam numa "zona de dificil acesso do departamento de zoologia"... se calhar esses gajos em vez de andarem a vasculhar em "zonas de dificil acesso do departamento de zoologia", se calhar andavam a dar aulas, a escrever livros, a fazer investigacao, sabe-se la' o que 'e que esses gajos inventam para se distrairem em vez de andarem a vasculhar como deviam, nao e'? nao sei, penso que devemos culpa-los todos, os de ha' 50, os de ha' 40, de ha' 30 e de ha' 20 anos... queres mais? - mas certamente nao ser'a das pessoas que estao agora a fazer o trabalho e as encontraram e estao a montar um excelente museu, nao achas? entao porque e' que te poes a dizer "se se trabalha assim na UC... credo!" com tom espantado/ironico? e' que repara "trabalha" e' a conjugacao do verbo "trabalhar" na terceira pessoa do singular do PRESENTE do Indicativo, se bem me lembro da minha 1a classe - para mim nao esta' tudo bem, para mim so' esta' bem quando Coimbra for, no minimo, uma das melhores 50 universidades da Europa, inequivocamente. A partir dai' ser'a mais dificil subir, dado o pais pobre e atrasado em que Coimbra existe... daniel322 January 18th, 2011, 08:48 PM A minha pergunta é: Porque é que esse trabalho exaustivo de levantamento está a ser feito agora e não foi feito há 10,20,30,40,50 anos atrás? A questão é tão simples quanto a questão que te coloco a seguir: Porque há 50 anos atrás se demoliam pedaços de muralha para fazer casas de habitação? Porque se demoliu meia Coimbra para ampliar a UC? Provavelmente porque a noção de valor histórico era bem diferente da actual, ou, neste caso em particular, se calhar porque nunca houve verba ou interesse para este levantamento exaustivo.. Não estou a retirar culpas, mas já que se fala nisso também pergunto, sabendo que nunca se saberá de quem é a culpa e quiçá, isso nem é o mais importante, o que importa é que, mesmo perdida a colecção está em boas condições.. Por outro lado, a UC não é um Museu no sentido tradicional da palavra.. a comparação que fazes, parece-me, é entre um museu com colecção recente, onde é inadmissível uma situação destas acontecer e um arquivo/arrumo/whatever de uma instituição com 700 anos e sem a vocação de "expositora".. aliás, muito do que hoje é apresentado esteve durante anos escondido ou somente para "consumo próprio" da UC.. bru_nex January 18th, 2011, 09:05 PM ... acrescentar que hoje as colecções estão espalhadas pelos diversos departamentos e faculdades. No futuro estará tudo no mesmo sítio, mas até agora não foi isso que aconteceu. E digo agora com as devidas aspas, porque este levantamento já começou há alguns anos (aliás, só zoologia já catalogou 150 mil peças... dá para ter uma ideia da quantidade de material que aqui está). E agora juntem-lhe os outros departamentos, desde física, química, botânica, etc., etc., etc., e facilmente se tem uma noção do trabalho que se tem pela frente. Sérgio, ninguém aqui está a aplaudir o «esquecimento» desta colecção durante anos num «local de difícil acesso». O que te estão a tentar mostrar é que dada a dimensão desta instituição, por ser uma Universidade e não um Museu, e por ter 700 anos de história, é natural que este tipo de coisas possam acontecer. Mas isso só é admissível porque nunca como hoje se fez esse esforço de inventariação. A partir do momento em que os vários departamentos e faculdades cederem os seus espólios para o Grande Museu da Ciência isso jamais poderá voltar a acontecer. Aí sim, será inadmissível. Os números são bem elucidativos... 700 anos! 150 mil peças apenas num departamento Ninguém pode ficar indiferente a isto. DaniFR January 18th, 2011, 09:14 PM por isso, agora, quem vem com conversa dissimulada dizer mal de Coimbra ou da UC nao vai ser deixado passar em claro É um fenómeno estranho... ultimamente, neste fórum têm aparecido muitos anti-Coimbra, que pegam em qualquer coisa, por mais pequena que seja, para falarem logo mal da cidade e atirarem pedras, quer seja aos habitantes ou ás próprias instituições. A única explicação que eu encontro, é que essa gente deve ter muita inveja de Coimbra e do que por cá se tem feito apesar das adversidades. bru_nex January 18th, 2011, 09:24 PM Pessoal, baixem a guarda, vá lá. fernao January 18th, 2011, 09:28 PM Pessoal, baixem a guarda, vá lá. :lol::lol::lol: sergiomdias January 18th, 2011, 10:01 PM Excuso-me a comentar mais do que o que já fiz, tal como prometi, apenas para dizer uma coisa. Essa do anti-coimbra é gira até porque sou licenciado pela UC é lá que tenho vindo a fazer (actualmente inclusivé) os meus estudos de pós-graduação. A vossa defesa doentia é que vos faz interpretar ideias erradas! Mas ok....já toda a gente percebeu as nossas diferentes posições e objectivo penso que sendo esse, já está atingido. Quem quiser que conclua o que entender. fernao January 18th, 2011, 10:17 PM Essa do anti-coimbra é gira até porque sou licenciado pela UC é lá que tenho vindo a fazer (actualmente inclusivé) os meus estudos de pós-graduação. nao interessa, levas tambem! :lol::lol::cheers: bru_nex January 18th, 2011, 11:35 PM Bem, já todos devem saber mas vá... Cartão da Universidade de Coimbra que integra uma série de valências começa a ser distribuído pelos estudantes, professores e funcionários. http://www.uc.pt/administracao/ficheiros/cartao.bmp Vejam o vídeo: http://www.uc.pt/cartao/ Entretanto está também disponível o cartão CAIXA ACADÉMICA. Para professores, funcionários, alunos e ex-alunos. O cartão, na versão CRÉDITO, oferece uma percentagem do valor pago com ele à AAC. Cartão Crédito Caixa Académica (http://www.cgd.pt/Particulares/Gerir-Dia-a-Dia/Solucoes-Universitarios/Cartoes/Cartoes-Credito/Caixa-Academica/Pages/Caixa-Academica.aspx) Cartão de Débito convencional (http://www.cgd.pt/Particulares/Gerir-Dia-a-Dia/Solucoes-Universitarios/Cartoes/Cartoes-Debito/Caixa-Academica/Pages/Caixa-Academica-Estudante.aspx) sergiomdias January 19th, 2011, 12:22 AM Pena ser do Santander :ohno: bru_nex January 19th, 2011, 01:57 AM O cartão não tem identificação bancária. Aliás, o novo cartão não é, ao contrário do anterior, um cartão multibanco. Pode ser, se tiveres conta no Santander, ou se lá a quiseres abrir. Vais ao banco e associas a conta ao cartão. Se não quiseres, não és obrigado. Parece-me mais justo assim do que seres obrigado a ter conta na CGD, como acontecia até então. O Santader passou a ser o banco da UC e é assim que deve ser. Se queremos viver numa economia de mercado temos de perceber isto. O Santander deu à UC aquilo que nenhum outro banco deu... Pagou grande parte da recuperação da Cabra e da Via Latina! Vai apoiar a UC em actividades de ensino, investigação e promoção cultural. A meu ver, nem pediu muita coisa em troca... Se a Caixa Geral quer continuar a ser o banco da UC tem de subir a parada. Parece-me óbvio e inequívoco. Aqui exploraram-se vantagens. Vantagens que o Santander viu em Coimbra (talvez por ser um banco espanhol habituado a este tipo de acções) e que a CGD não viu, ou não quis, ou não a deixaram ver. Já agora, o protocolo entre as duas instituições foi formalizado agora nestes termos, mas a colaboração começou em 2003. Entre outras coisas, o Santander promoveu (e promove) o Prémio Universidade de Coimbra. Economia de Mercado... são as regras do jogo. Todos podem jogar. Tudo às claras. daniel322 January 19th, 2011, 01:59 AM http://www.cgd.pt/Particulares/Gerir-Dia-a-Dia/Solucoes-Universitarios/Cartoes/Cartoes-Debito/Caixa-Academica/PublishingImages/Caixa-Academica-estudante_196X185.jpg Recebi o meu hoje :) É bonitinho bru_nex January 19th, 2011, 02:02 AM Economia de Mercado a funcionar mais uma vez. CGD ataca com protocolo com a AAC para tentar manter os cartões de estudante... Como o novo deixa de ter protocolo com a CGD, o banco passa a tentar agarrar os clientes de outra forma. A meu ver, e mais uma vez, a economia de mercado faz com que todos ganhem. Basta saber que na modalidade de crédito a AAC recebe entre 0.6% e 1% do valor pago com este cartão. Lino January 19th, 2011, 02:26 AM Eu tinha o cartão de débito da Caixa que era tb cartão de estudante da ESEC... jprscarv January 19th, 2011, 02:33 AM Parece-me mais justo assim do que seres obrigado a ter conta na CGD, como acontecia até então. Isso não era verdade até há pelo menos 2 anos... para teres o cartão de estudante, não tinhas, nem tens nas outras universidades/politécnicos, etc, que continuam a ter o protocolo com a cgd, que ter conta bancária na cgd... Pelo menos assim era enquanto estudei na UC... bru_nex January 19th, 2011, 02:42 AM Faz sentido. Não sabia disso. Mas faz sentido. De qualquer forma aqui aplica-se o mesmo princípio. Não é preciso ter conta no Santander. Quem quer, faz. Quem não quer, não faz. JPSM January 19th, 2011, 03:01 AM as mudancas ja' se fazem sentir em varios, o bastonario dos advogados e' de Coimbra e o dos MEdicos tambem vai ser, e as mudancas na Universidade estao a fazer sentir-se em muitas 'areas, enquanto os projectos na cidade equipam a cidade como nenhuma outra em POrtugal alem de Lisboa e Porto Acrescentava ai, como nenhuma outra em Portugal, nem Lisboa ou Porto em determinadas áreas... JPSM January 19th, 2011, 03:12 AM O cartão não tem identificação bancária. Aliás, o novo cartão não é, ao contrário do anterior, um cartão multibanco. Pode ser, se tiveres conta no Santander, ou se lá a quiseres abrir. Vais ao banco e associas a conta ao cartão. Se não quiseres, não és obrigado. Parece-me mais justo assim do que seres obrigado a ter conta na CGD, como acontecia até então. Eras obrigado mas não pagas despesas de conta..ou seja, podias usar a conta ou não que era exactamente o mesmo...até aos 25 anos salvo erro...tinhas era que ter atenção e depois cancelar a conta... Lino January 20th, 2011, 02:53 AM É interessante um dos candidatos a Reitor ser estrangeiro ou ter nome estrangeiro. E um post sobre eles, por alguém que conheça o meio, para saber o que se pode perspectivar? fernao January 20th, 2011, 02:58 AM não apoio nenhum, acho que há gente na UC que daria muito melhor reitor do que os candidatos.. aliás, acho que é das eleiçoes mais pobres que temos tido nos ultimos tempos o estrangeiro caiu aí de paraquedas e provavelmente vai ser excluido por questoes de processo, se nao for tambem nao ganha, nao me parece bom o suficiente daniel322 January 20th, 2011, 11:53 AM Eras obrigado mas não pagas despesas de conta.. Não eras obrigado, a mim deram-me a escolher cartão de estudante com ou sem conta associada sergiomdias January 20th, 2011, 12:39 PM Penso que este cartão é basicamente a mesma coisa que o anterior, apenas com alteração de quem quiser ter opção bancaria tem de ter conta no Santander. Quem ganhou foi a UC, porque o banco pagou bem para conseguir o contrato! Eu não tenho o cartão, porque na verdade já não sou bem estudante (sou em part-time) e se tivesse só me dava jeito para usar como multibanco, dái o meu inicial "pena ser do Santander", porque eu não gosto desses gajos! bru_nex January 20th, 2011, 01:47 PM Epa, até podes nem gostar, mas que foi um contrato vantajoso, foi. Não só para a UC em si mas também para os alunos. Não esquecer que o dinheiro que a UC não gastou nestas obras fica disponível para se usar nas melhoria das condições para os alunos... parece ser o próximo passo depois da candidatura à UNESCO ser aprovada. sergiomdias January 20th, 2011, 04:39 PM mas candidatura ainda é coisa para demorar.....ou houve algum desenvolvimento?? Claro que foi vantajoso. Para a UC é tudo uma questão de encaixe financeiro e quanto mais...melhor! Para todos... DaniFR January 20th, 2011, 04:50 PM mas candidatura ainda é coisa para demorar.....ou houve algum desenvolvimento?? A candidatura já está feita, agora é esperar que seja aceite. Coimbra | Candidatura a Património Mundial (http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=852336&page=8) :) Lino January 20th, 2011, 05:04 PM Eles ainda devem vir aí fazer umas vistorias... sergiomdias January 20th, 2011, 06:14 PM Tinha ouvido falar, pelo boca de alguém ligado à candidatura, que só avançariam com a entrega formal quando fosse resolvido o caótico problema do estacionamento! Mas pelos vistos foi mesmo como está.... bru_nex January 20th, 2011, 07:49 PM Não. Vamos lá ver. O projecto foi apresentado e o Pátio das Escolas está em terra! Será que isso quer dizer que vai ficar sempre assim? As Escadas de Minerva estão em obras, será que vão ficar sempre assim? As Escadas Monumentais continuam com «mato» ao lado. Mas há um projecto para ajardinar essa faixa toda. Por que raio foi o projecto enviado estando aquilo como está? Sérgio, conseguiste perceber a ideia? O projecto foi enviado e lá está o que se pretende. A UNESCO pode não aprovar! E nesse caso é preciso reformular os projectos em função do que for necessários para que, numa nova candidatura o seja. Os projectos estão devidamente definidos e temporizados. Lino January 20th, 2011, 08:08 PM A Ribeira também ainda apresentava degradação após nomeação como património... sergiomdias January 20th, 2011, 08:11 PM Eu sei!! Só que a ideia na altura era apenas avançar quando as obras estivessem todas prontas (isto segundo o Raimundo Mendes Silva há 1 ano atras), nomeadamente o estacionamento subterrâneo, para evitar que a UNESCO pudesse levantar problemas ou chumbar como chumbou, ou ía chumbar nem sei, em Santarém. Daí eu ter dito que pensava que a candidatura ainda ía demorar um tempito, desconhecia que já tinha sido entregue. No entanto o que me pareceu é que a mesma assentava essencialmente no papel histórico da Universidade e da própria cidade(não tanto com o aspecto urbano actual) e que só isso por si já era um argumento quase imbatível. Ou seja, do pouco que sei, não duvido do triunfo da candidatura. |