Arpels
September 13th, 2006, 03:37 PM
Flores - Açores (Portugal)
A ILHA DAS CASCATAS
É uma das mais pequenas ilhas dos Açores, mas surpreende pela sua beleza deslumbrante. Curiosamente, reflecte, pelas suas características, um pouco de cada um das restantes oito ilhas do arquipélago, como se de um microcosmos ou um modelo à escala dos Açores se tratasse. Um pouco das lagoas de S. Miguel, das falésias de S. Jorge, das pastagens da Terceira, das rochas vulcânicas do Pico e das hortênsias do Faial, para não falar da Ilha do Corvo, ali mesmo ao largo.
Todas as ilhas açorianas são conhecidas pelo verde das suas pastagens ou pelo azul das suas lagoas, mas nenhuma terá, porventura, tantas cascatas e cursos de água a serpentear pelas encostas, colinas ou falésias como as Flores. A Cascata da Ribeira Grande, na Fajãzinha, com uma queda de água de 300 metros, é a mais impressionante de uma série de duas dezenas de cascatas ali existentes, muitas das quais se precipitam para o mar. Na Fajã Grande, a cascata do Poço do Bacalhau, liberta as suas águas de uma altura de 90 metros, pulverizando-se no ar antes de formarem uma deliciosa lagoa natural para deleite dos que nela tomam banho.
Os melhores passeios nas Flores são feitos a pé, ao longo dos muitos percursos pedestres existentes, que permitem partir à descoberta dos mais pequenos recantos da paisagem. Da Ponta do Albernaz à Quebrada Nova dos Fanais; de Ponta Delgada à Fajã Grande; ou de Alagoa ao Ilhéu da Alagoa, três entre muitas sugestões dos roteiros pedestres elaborados por Pierluigi Bragaglia, um italiano radicado há vários anos na ilha (ver Guias/Livros). Outros percursos começam no Lajedo e terminam na Fajã Grande, passando por Mosteiro e Fajãzinha; ou da Fazenda a Lajes das Flores, passando por diversos moinhos de água. Junto às principais ribeiras, os primeiros povoadores construiram azenhas e moinhos de água, aproveitando da melhor forma a energia útil dos caudais para moer o trigo e o milho. Muitos ainda se conservam em bom estado de funcionamento, constituindo um museu vivo e um testemunho de outras épocas menos industrializadas.
Além das acolhedoras vilas (Santa Cruz e Lajes das Flores) e povoações (Fajã Grande, Fajãzinha, Lajedo ou Ponta Delgada), onde se podem saborear os melhores peixes e mariscos, muitas são as atracções naturais. Destaque para as sete lagoas situadas no seu planalto central, no lugar das crateras vulcânicas que deram origem à formação da ilha: a Lagoa Funda ou Verde, a mais funda (mais de 100 metros) e com margens revestidas de hortênsias; a Branca, a Seca, a Comprida, a Rasa; a Lomba, mais afastada e rodeada de pastos; e a Funda das Lajes, a maior e, talvez, a mais bonita.
A Rocha dos Bordões, na encosta Oeste da ilha, é um morro que resultou de um curioso fenómeno geológico originado pela solidificação do basalto em altas estrias verticais. Noutras áreas da costa, ocorreram outras formações basálticas semelhantes, mas sem a imponência da primeira.
Na costa Norte, a maior atracção é a Gruta dos Enxaréus, apenas acessível de barco. É uma enorme cavidade vulcânica com cerca de 50 metros de comprimento e 25 metros de largura. A Gruta do Galo, na costa Leste, é outro ponto interessante de visita, recordando o tempo em que os navios de corsários e piratas ali procuravam abrigo. Nas proximidades, é possível adivinhar, num rochedo, o perfil de um garboso galináceo. No Morro dos Frades, por sua vez, duas rochas recordam a silhueta de um frade e de uma freira.
O ponto mais ocidental da Europa
Dos vários ilhéus situados ao longo da costa das Flores, o mais emblemático é o Ilhéu de Monchique. Tudo, porque é o "pedaço" de terra mais ocidental da Europa, servindo nos tempos da navegação astronómica, como ponto de referência para acertar as rotas e verificar os instrumentos de navegação. Situada na rota de ligação entre a Europa e a América, é crescente o número de iates que faz escala nas Flores, atraídos pela sua posição geográfica e pelos serviços de apoio dos portos das Lajes e de Santa Cruz.
Os pescadores e mergulhadores encontram nas Flores o seu paraíso, onde podem capturar belos exemplares de lírios, congros, rocazes, chernes, garoupas e pargos. A pesca da baleia e do cachalote já pertence ao passado, mas ainda é possível visitar nas Lajes as antigas caldeiras onde se recolhia o seu óleo e falar com os últimos baleeiros da ilha.
Quanto aos pontos mais altos - Morro Alto (914 metros), Pico da Burrinha e Pico dos Sete Pés - constituem magníficos miradouros para admirar as lagoas, vales, ribeiras e o perfil recortado da costa. Isto, claro, se o tempo o permitir...
Pelo facto de ser a mais ocidental do arquipélago (curiosamente, já situada na placa continental americana), a Ilha das Flores é a mais exposta aos caprichos do clima do Atlântico. Quando menos se espera, o viajante pode ficar retido durante uma semana na ilha, impedido de voar ou navegar para o exterior. A meteorologia também pode pregar algumas "partidas", privando os forasteiros da beleza paisagística das suas lagoas ou a vista sobre a costa a partir dos muitos miradouros.
Logo, os meses de Junho e Julho (fim da Primavera e início do Verão) são, geralmente, o melhor período para viajar até às Flores, não só pelo menor risco de situações de mau tempo, como pela exuberância da vegetação, dos pastos e, naturalmente, das flores. A ilha faz jus ao seu segundo nome de baptismo (inicialmente, foi denominada ilha de S. Tomás ou de Santa Iria), pela abundância das mais variadas flores que a povoam. Na Fazenda de Santa Cruz, o parque botânico proporciona bons momentos de descanso, num cenário calmo e repousante.
BLOCO NOTAS
Ilha: Flores - Arquipélago dos Açores (Região Autónoma dos Açores - República de Portugal), situada no Oceano Atlântico a 21 graus 59' de longitude Oeste e a 39 graus e 25' de latitude Norte
Área: 143,11 km2
População: 4300 habitantes
Sedes de concelho: Santa Cruz das Flores e Lajes das Flores
Hora: GMT menos 1 hora
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresmapa.jpg
percursso entre Santa Cruz, das flores e a aldeia do Mosteiro (do centro de costa leste ate mais de meio da costa oeste da ilha).
chegada ao aeroporto de Santa cruz e saida para Ponta Delgada situada a norte de Santa Cruz (ilha do Corvo ao fundo):
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores01.jpg
a vila de Santa Cruz vista do monte da Cruz:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores02.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores03.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores04.jpg
o monte da Cruz:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores05.jpg
estrada para Ponta Delgada com Santa Cruz ao fundo:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores06.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores1.jpg?t=1166725905
vale costeiro entre Santa Cruz e Ponta Delgada:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores07.jpg
cascata que cai directamente no mar:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores08.jpg
vale da fazenda de Santa Cruz com a aldeia ao fundo, neste vale esta a barragem k fornece a ilha com energia electrica:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florescedros1.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresinterior22.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florescedros2.jpg
Ponta Delgada com a ilha do Corvo ao fundo, é a aldeia mais a norte da ilha:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florespontadelgada04.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florespontadelgada02.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florespontadelgada03.jpg
farol da ponta do Albarnaz:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresinterior24.jpg
a costa escarpada entre Ponta Delgada e a Fajã Grande, o ilheu grande da foto é o ilheu da Gedelha:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florescostanoroeste1.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores3.jpg?t=1166725614
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores2.jpg?t=1166725732
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresinterior34.jpg?t=1196100924
cascata do Poço do Bacalhau, 90 metros de altura perto da aldeia de Fajã Grande, a queda de agua embate numa rocha vulcanica negra (lindo o contraste entre a agua branca e a pedra negra) que por sua vez de despenha sobre um pequeno lago também chamado Poço do Bacalhau:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresinterior26.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florespoodobacalhau01.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florespoodobacalhau02.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresinterior27.jpg
vale costeiro da fajanzinha, assim chamado devido á visinha aldeia da Fajanzinha, aqui o interior montanhoso da ilha cai a pique para o vale formando uma falesia enorme com mais de 2 dezenas de cascatas, uma delas, a cascata da Ribeira Grande, tem 300 metros de altura, algumas delas caem directamente para a ribeira Grande, outras caem na pequena lagoa pantanosa das Patas ou Poço das Lagoinhas que é visivel na primeira foto logo abaixo da falésia e fica perto da estrada entre a Fajã Grande e a Fajanzinha:
a falésia das cascatas com a lagoa no fundo:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresvaledafajanzinha03.jpg
o vale com a Fajanzinha ao fundo já perto do mar:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresvaledafajanzinha02.jpg
a lagoa das patas ou Poço das Lagoinhas:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florespatas04.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florespatas05.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florespatas01.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florespatas03.jpg
a aldeia de Mosteiro:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresmosteiro01.jpg
rocha dos Bordões ao lado de Mosteiro, tem a particularidade de ter a meio uma parede de blocos primáticos de lava que se formaram com o rápido arrefecimento das lavas:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresmosteiro02.jpg
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresinterior25.jpg
a costa escarpada de mosteiro:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/florescostamosteiro.jpg
A ILHA DAS CASCATAS
É uma das mais pequenas ilhas dos Açores, mas surpreende pela sua beleza deslumbrante. Curiosamente, reflecte, pelas suas características, um pouco de cada um das restantes oito ilhas do arquipélago, como se de um microcosmos ou um modelo à escala dos Açores se tratasse. Um pouco das lagoas de S. Miguel, das falésias de S. Jorge, das pastagens da Terceira, das rochas vulcânicas do Pico e das hortênsias do Faial, para não falar da Ilha do Corvo, ali mesmo ao largo.
Todas as ilhas açorianas são conhecidas pelo verde das suas pastagens ou pelo azul das suas lagoas, mas nenhuma terá, porventura, tantas cascatas e cursos de água a serpentear pelas encostas, colinas ou falésias como as Flores. A Cascata da Ribeira Grande, na Fajãzinha, com uma queda de água de 300 metros, é a mais impressionante de uma série de duas dezenas de cascatas ali existentes, muitas das quais se precipitam para o mar. Na Fajã Grande, a cascata do Poço do Bacalhau, liberta as suas águas de uma altura de 90 metros, pulverizando-se no ar antes de formarem uma deliciosa lagoa natural para deleite dos que nela tomam banho.
Os melhores passeios nas Flores são feitos a pé, ao longo dos muitos percursos pedestres existentes, que permitem partir à descoberta dos mais pequenos recantos da paisagem. Da Ponta do Albernaz à Quebrada Nova dos Fanais; de Ponta Delgada à Fajã Grande; ou de Alagoa ao Ilhéu da Alagoa, três entre muitas sugestões dos roteiros pedestres elaborados por Pierluigi Bragaglia, um italiano radicado há vários anos na ilha (ver Guias/Livros). Outros percursos começam no Lajedo e terminam na Fajã Grande, passando por Mosteiro e Fajãzinha; ou da Fazenda a Lajes das Flores, passando por diversos moinhos de água. Junto às principais ribeiras, os primeiros povoadores construiram azenhas e moinhos de água, aproveitando da melhor forma a energia útil dos caudais para moer o trigo e o milho. Muitos ainda se conservam em bom estado de funcionamento, constituindo um museu vivo e um testemunho de outras épocas menos industrializadas.
Além das acolhedoras vilas (Santa Cruz e Lajes das Flores) e povoações (Fajã Grande, Fajãzinha, Lajedo ou Ponta Delgada), onde se podem saborear os melhores peixes e mariscos, muitas são as atracções naturais. Destaque para as sete lagoas situadas no seu planalto central, no lugar das crateras vulcânicas que deram origem à formação da ilha: a Lagoa Funda ou Verde, a mais funda (mais de 100 metros) e com margens revestidas de hortênsias; a Branca, a Seca, a Comprida, a Rasa; a Lomba, mais afastada e rodeada de pastos; e a Funda das Lajes, a maior e, talvez, a mais bonita.
A Rocha dos Bordões, na encosta Oeste da ilha, é um morro que resultou de um curioso fenómeno geológico originado pela solidificação do basalto em altas estrias verticais. Noutras áreas da costa, ocorreram outras formações basálticas semelhantes, mas sem a imponência da primeira.
Na costa Norte, a maior atracção é a Gruta dos Enxaréus, apenas acessível de barco. É uma enorme cavidade vulcânica com cerca de 50 metros de comprimento e 25 metros de largura. A Gruta do Galo, na costa Leste, é outro ponto interessante de visita, recordando o tempo em que os navios de corsários e piratas ali procuravam abrigo. Nas proximidades, é possível adivinhar, num rochedo, o perfil de um garboso galináceo. No Morro dos Frades, por sua vez, duas rochas recordam a silhueta de um frade e de uma freira.
O ponto mais ocidental da Europa
Dos vários ilhéus situados ao longo da costa das Flores, o mais emblemático é o Ilhéu de Monchique. Tudo, porque é o "pedaço" de terra mais ocidental da Europa, servindo nos tempos da navegação astronómica, como ponto de referência para acertar as rotas e verificar os instrumentos de navegação. Situada na rota de ligação entre a Europa e a América, é crescente o número de iates que faz escala nas Flores, atraídos pela sua posição geográfica e pelos serviços de apoio dos portos das Lajes e de Santa Cruz.
Os pescadores e mergulhadores encontram nas Flores o seu paraíso, onde podem capturar belos exemplares de lírios, congros, rocazes, chernes, garoupas e pargos. A pesca da baleia e do cachalote já pertence ao passado, mas ainda é possível visitar nas Lajes as antigas caldeiras onde se recolhia o seu óleo e falar com os últimos baleeiros da ilha.
Quanto aos pontos mais altos - Morro Alto (914 metros), Pico da Burrinha e Pico dos Sete Pés - constituem magníficos miradouros para admirar as lagoas, vales, ribeiras e o perfil recortado da costa. Isto, claro, se o tempo o permitir...
Pelo facto de ser a mais ocidental do arquipélago (curiosamente, já situada na placa continental americana), a Ilha das Flores é a mais exposta aos caprichos do clima do Atlântico. Quando menos se espera, o viajante pode ficar retido durante uma semana na ilha, impedido de voar ou navegar para o exterior. A meteorologia também pode pregar algumas "partidas", privando os forasteiros da beleza paisagística das suas lagoas ou a vista sobre a costa a partir dos muitos miradouros.
Logo, os meses de Junho e Julho (fim da Primavera e início do Verão) são, geralmente, o melhor período para viajar até às Flores, não só pelo menor risco de situações de mau tempo, como pela exuberância da vegetação, dos pastos e, naturalmente, das flores. A ilha faz jus ao seu segundo nome de baptismo (inicialmente, foi denominada ilha de S. Tomás ou de Santa Iria), pela abundância das mais variadas flores que a povoam. Na Fazenda de Santa Cruz, o parque botânico proporciona bons momentos de descanso, num cenário calmo e repousante.
BLOCO NOTAS
Ilha: Flores - Arquipélago dos Açores (Região Autónoma dos Açores - República de Portugal), situada no Oceano Atlântico a 21 graus 59' de longitude Oeste e a 39 graus e 25' de latitude Norte
Área: 143,11 km2
População: 4300 habitantes
Sedes de concelho: Santa Cruz das Flores e Lajes das Flores
Hora: GMT menos 1 hora
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresmapa.jpg
percursso entre Santa Cruz, das flores e a aldeia do Mosteiro (do centro de costa leste ate mais de meio da costa oeste da ilha).
chegada ao aeroporto de Santa cruz e saida para Ponta Delgada situada a norte de Santa Cruz (ilha do Corvo ao fundo):
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores01.jpg
a vila de Santa Cruz vista do monte da Cruz:
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o monte da Cruz:
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estrada para Ponta Delgada com Santa Cruz ao fundo:
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vale costeiro entre Santa Cruz e Ponta Delgada:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores07.jpg
cascata que cai directamente no mar:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/flores08.jpg
vale da fazenda de Santa Cruz com a aldeia ao fundo, neste vale esta a barragem k fornece a ilha com energia electrica:
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Ponta Delgada com a ilha do Corvo ao fundo, é a aldeia mais a norte da ilha:
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farol da ponta do Albarnaz:
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a costa escarpada entre Ponta Delgada e a Fajã Grande, o ilheu grande da foto é o ilheu da Gedelha:
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cascata do Poço do Bacalhau, 90 metros de altura perto da aldeia de Fajã Grande, a queda de agua embate numa rocha vulcanica negra (lindo o contraste entre a agua branca e a pedra negra) que por sua vez de despenha sobre um pequeno lago também chamado Poço do Bacalhau:
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vale costeiro da fajanzinha, assim chamado devido á visinha aldeia da Fajanzinha, aqui o interior montanhoso da ilha cai a pique para o vale formando uma falesia enorme com mais de 2 dezenas de cascatas, uma delas, a cascata da Ribeira Grande, tem 300 metros de altura, algumas delas caem directamente para a ribeira Grande, outras caem na pequena lagoa pantanosa das Patas ou Poço das Lagoinhas que é visivel na primeira foto logo abaixo da falésia e fica perto da estrada entre a Fajã Grande e a Fajanzinha:
a falésia das cascatas com a lagoa no fundo:
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o vale com a Fajanzinha ao fundo já perto do mar:
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a lagoa das patas ou Poço das Lagoinhas:
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a aldeia de Mosteiro:
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rocha dos Bordões ao lado de Mosteiro, tem a particularidade de ter a meio uma parede de blocos primáticos de lava que se formaram com o rápido arrefecimento das lavas:
http://img.photobucket.com/albums/v695/aleck1/floresmosteiro02.jpg
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a costa escarpada de mosteiro:
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