mynuster
October 29th, 2006, 10:56 AM
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Torre acolherá um hotel. Ao lado, surgirá o edifício com estação de metro, cujas linhas passarão sobre o IC2
Um hotel, um centro comercial com hipermercado e cinemas, escritórios e habitação poderão nascer sob o actual nó do IC2 de acesso à Avenida da República, em Gaia. O interface da Quinta do Cedro (fica muito próximo da urbanização com o mesmo nome), mais conhecido como interface de Laborim, será mais do que um terminal de autocarros com estação de metro. O anteprojecto está pronto e o presidente da Câmara gaiense, Luís Filipe Menezes, já deu conta da existência de investidores interessados em participar na execução do empreendimento.
A obra é complexa, não só pela multiplicidade de valências a edificar, mas também pela introdução de novas vias e pela mexida inevitável, em fase de obra, num eixo rodoviário com intenso tráfego como o IC2. O investimento total é de mil milhões de euros, incluído o interface (com as diferentes valências), o prolongamento da Linha Amarela, a construção de novas vias e dos empreendimentos imobiliários ao longo da futura VL3 - via municipal que se estenderá até à Madalena. A proposta inicial de interface data de Dezembro de 2004, mas os últimos estudos foram elaborados em Junho deste ano.
O processo tem sido impulsionado pela Câmara de Gaia e desenvolvido em colaboração com a Empresa do Metro. O dossiê síntese do anteprojecto, elaborado pela sociedade I3 Consultores, com sede em Madrid (Espanha), e pelo gng.apb - arquitectura e planeamento, prevê o prolongamento da Avenida da República a partir do nó de Santo Ovídio, através de uma "avenida diagonal" por onde circulará o metro (a Linha Amarela até ao interface e a segunda linha de Gaia rumo à Arrábida). Essa "avenida diagonal" segue para além do interface e terá um nó rodoviário com a futura VL3 (esta via, por sua vez, terá um nó de ligação à antiga estrada de Espinho N1-15).
O interface reúne diferentes edifícios. A autonomia é propositada para permitir uma construção faseada e independência de gestão dos equipamentos. Terá, então, quatro zonas distintas. A do interface tem estação de metro, terminal de autocarros, parque de estacionamento público (tipo Park and Ride) com 1069 lugares, oficinas de reparação de automóveis e uma "grande loja multimédia com livraria". As linhas do metro entram no interface, sobrevoando o IC2.
Ao lado do edifício do interface, ergue-se uma torre com 22 pisos que acolherá o hotel. Ocupa 11154 metros quadrados. O edifício maior albergará o centro comercial (tem quatro andares) com hipermercado, cinemas, área lúdica com bowling, zona de restauração e pátio com esplanadas num jardim ao ar livre. Terá um parque de estacionamento com quatro pisos terá capacidade para receber 2450 viaturas. No total, ocupará uma área superior a 159 mil metros quadrados.
Os dois blocos de escritórios, com estacionamento privado, ficarão na avenida diagonal. Está prevista ainda a construção de um equipamento cultural e social na urbanização da Quinta do Cedro. A área total deste complexo ultrapassa os 257 mil metros quadrados e há uma parte substancial dos terrenos a ocupar que são propriedade privada. Cerca de 46580 metros quadrados terão de ser expropriados. A Estradas de Portugal detém 43560 metros quadrados na zona e a Câmara possui 6711 metros quadrados.
Torre acolherá um hotel. Ao lado, surgirá o edifício com estação de metro, cujas linhas passarão sobre o IC2
Um hotel, um centro comercial com hipermercado e cinemas, escritórios e habitação poderão nascer sob o actual nó do IC2 de acesso à Avenida da República, em Gaia. O interface da Quinta do Cedro (fica muito próximo da urbanização com o mesmo nome), mais conhecido como interface de Laborim, será mais do que um terminal de autocarros com estação de metro. O anteprojecto está pronto e o presidente da Câmara gaiense, Luís Filipe Menezes, já deu conta da existência de investidores interessados em participar na execução do empreendimento.
A obra é complexa, não só pela multiplicidade de valências a edificar, mas também pela introdução de novas vias e pela mexida inevitável, em fase de obra, num eixo rodoviário com intenso tráfego como o IC2. O investimento total é de mil milhões de euros, incluído o interface (com as diferentes valências), o prolongamento da Linha Amarela, a construção de novas vias e dos empreendimentos imobiliários ao longo da futura VL3 - via municipal que se estenderá até à Madalena. A proposta inicial de interface data de Dezembro de 2004, mas os últimos estudos foram elaborados em Junho deste ano.
O processo tem sido impulsionado pela Câmara de Gaia e desenvolvido em colaboração com a Empresa do Metro. O dossiê síntese do anteprojecto, elaborado pela sociedade I3 Consultores, com sede em Madrid (Espanha), e pelo gng.apb - arquitectura e planeamento, prevê o prolongamento da Avenida da República a partir do nó de Santo Ovídio, através de uma "avenida diagonal" por onde circulará o metro (a Linha Amarela até ao interface e a segunda linha de Gaia rumo à Arrábida). Essa "avenida diagonal" segue para além do interface e terá um nó rodoviário com a futura VL3 (esta via, por sua vez, terá um nó de ligação à antiga estrada de Espinho N1-15).
O interface reúne diferentes edifícios. A autonomia é propositada para permitir uma construção faseada e independência de gestão dos equipamentos. Terá, então, quatro zonas distintas. A do interface tem estação de metro, terminal de autocarros, parque de estacionamento público (tipo Park and Ride) com 1069 lugares, oficinas de reparação de automóveis e uma "grande loja multimédia com livraria". As linhas do metro entram no interface, sobrevoando o IC2.
Ao lado do edifício do interface, ergue-se uma torre com 22 pisos que acolherá o hotel. Ocupa 11154 metros quadrados. O edifício maior albergará o centro comercial (tem quatro andares) com hipermercado, cinemas, área lúdica com bowling, zona de restauração e pátio com esplanadas num jardim ao ar livre. Terá um parque de estacionamento com quatro pisos terá capacidade para receber 2450 viaturas. No total, ocupará uma área superior a 159 mil metros quadrados.
Os dois blocos de escritórios, com estacionamento privado, ficarão na avenida diagonal. Está prevista ainda a construção de um equipamento cultural e social na urbanização da Quinta do Cedro. A área total deste complexo ultrapassa os 257 mil metros quadrados e há uma parte substancial dos terrenos a ocupar que são propriedade privada. Cerca de 46580 metros quadrados terão de ser expropriados. A Estradas de Portugal detém 43560 metros quadrados na zona e a Câmara possui 6711 metros quadrados.