Cerrado
November 16th, 2006, 06:34 PM
RIO - As ações da Varig acumulam alta de 105,71% este ano, o melhor resultado entre companhias aéreas de capital aberto nas Américas, excluindo o Canadá, segundo estudo da consultoria Economática. Apenas na terça-feira, a ação preferencial (sem direito a voto) foi cotada a R$3,90 para venda, com alta de 35,4%. A explicação para esse resultado reflete a situação confusa da própria empresa. Segundo especialistas ouvidos pela reportagem, há muita especulação sobre o futuro da Varig.
A especulação incluiria desde uma eventual venda da companhia para a Lanchile até o recebimento de uma indenização bilionária do governo. No dia 22 de novembro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deverá julgar um pedido de indenização da Varig pelas perdas com o congelamento de tarifas. Mas a maior confusão de todas, segundo os especialistas, é que as ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) são da Varig velha, que ficou com as dívidas da empresa. “As pessoas desconhecem o papel da Varig. Acham que estão com ações da nova Varig, que está próxima de receber a homologação como companhia aérea, e está recuperando mercado. No entanto, estão com papéis da Varig velha, que permanece em recuperação judicial”, diz um analista financeiro, que pediu para não ser identificado. (AE)
A especulação incluiria desde uma eventual venda da companhia para a Lanchile até o recebimento de uma indenização bilionária do governo. No dia 22 de novembro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deverá julgar um pedido de indenização da Varig pelas perdas com o congelamento de tarifas. Mas a maior confusão de todas, segundo os especialistas, é que as ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) são da Varig velha, que ficou com as dívidas da empresa. “As pessoas desconhecem o papel da Varig. Acham que estão com ações da nova Varig, que está próxima de receber a homologação como companhia aérea, e está recuperando mercado. No entanto, estão com papéis da Varig velha, que permanece em recuperação judicial”, diz um analista financeiro, que pediu para não ser identificado. (AE)