Bluesence
March 28th, 2007, 11:21 PM
Centro de Congressos do Parque das Cidades custará 20 milhões de euros
http://bp1.blogger.com/_0mxlyCTmzs4/RggHrhld0dI/AAAAAAAAA3Q/_KHpI7wd0gQ/s320/palacio+congressos3.jpg http://bp0.blogger.com/_0mxlyCTmzs4/RggHkRld0cI/AAAAAAAAA3I/7hTZSxM_dP4/s1600-h/palacio+congressos2.jpg http://bp2.blogger.com/_0mxlyCTmzs4/RggHdxld0bI/AAAAAAAAA3A/zLyrrLyl8Iw/s1600/palacio%2Bcongressos1.jpg
Projecto contempla hotel com 200 quartos
O Centro de Congressos do Parque das Cidades corresponde, na perspectiva dos autarcas de Faro e Loulé, a um “passo importante” para a sustentabilidade da infra-estrutura onde, além do estádio, também vai nascer um hospital central. Com um custo estimado de 20 milhões de euros, só 15% da verba está garantida.
O projecto foi apresentado hoje, na sala de imprensa do Estádio Algarve, pelos presidentes das câmaras de Faro e Loulé, José Apolinário e Seruca Emídio, respectivamente, acompanhados do presidente do conselho de administração do parque, Rogério Gomes, e do arquitecto Regino Cruz, autor da proposta vencedora.
Um centro de congressos com um auditório de 1800 lugares, um hotel de 4 estrelas com, pelo menos, 200 quartos, e uma área comercial e de escritórios compõem, na totalidade, o empreendimento, ainda sem datas definidas para os respectivos início e conclusão.
“É mais um dos elementos fulcrais, além do estádio e do hospital, para rentabilizar o Parque das Cidades. É um passo fundamental para a sua sustentabilidade”, frisou o presidente da câmara de Loulé, Seruca Emídio, para quem o projecto não tem apenas interesse local: “É de dimensão regional, com impacto em todo o Algarve.”
O “pontapé-de-saída” de desenvolvimento da estrutura está dado, com a escolha do projecto arquitectónico vencedor, entre outros 13 projectos candidatos. Segue-se a discussão sobre o modelo de financiamento – com os responsáveis do Parque das Cidades abertos a todo o tipo de propostas.
Dos 20 milhões de euros de custo total estimado, três milhões já estão assegurados – 2,5 como contrapartidas do projecto Vilamoura XXI e 500 mil euros provenientes do III Quadro Comunitário de Apoio.
“Contamos ter o apoio do Quadro de Referência Estratégica Nacional, que privilegia projectos supra-municipais ou regionais – este é bom exemplo. Esperamos que seja tratado ao nível da sua dimensão”, assinalou o autarca de Faro, José Apolinário.
Para assegurar o restante valor, as câmaras de Faro e Loulé mostram-se abertas a uma parceria público-privada, no sentido de encontrar a melhor fórmula de gestão para o centro de congressos.
“Apelamos à participação dos privados. Neste momento, estamos apenas interessados em estudar todas as propostas que nos cheguem, sem falar em limites”, afirmou o edil louletano.
Conceito
O espaço do centro de congressos, hotel e valências anexas vai ocupar, na totalidade, 21.400 m2 de área, em frente à entrada principal do estádio, apresentando um conceito arquitectónico “contemporâneo e inovador”, disse o autor da obra, Regino Cruz. “Queremos que deixe saudades em quem o visita”, acrescentou.
A solução propõe “uma grande flexibilidade de ocupação com a máxima rentabilidade do espaço interior”, não esquecendo a “gestão racional das necessidades energéticas”, através de painéis solares e aproveitamento das águas pluviais.
O edifício do centro apresenta um auditório de 1800 lugares, vocacionado para a realização de conferências e espectáculos artísticos e culturais. O palco, com grande profundidade e ampla boca de cena, está equipado para representações cénicas, onde se incluem bailados, música clássica e ópera.
Em articulação directa com o átrio do centro, está o Pavilhão Algarve, divisível por vários módulos e adequado para acolher, em simultâneo, vários tipos de iniciativas, como exposições, passagens de modelos, banquetes e, também, competições desportivas.
A unidade hoteleira de 4 estrelas vai ter total independência do centro de congressos, com o seu “lobby” a estar ligado à entrada sul daquele espaço. Embora sem estar prevista no plano de pormenor inicial para aquela zona, é considerada “imprescindível” no projecto.
“Faz todo o sentido, porque todos os grandes centros de congressos devem ser servidos por hotéis. Não no sentido da concorrência mas para alojar a componente logística dos diversos eventos a realizar no centro”, afirmou José Apolinário.
http://bp1.blogger.com/_0mxlyCTmzs4/RggHrhld0dI/AAAAAAAAA3Q/_KHpI7wd0gQ/s320/palacio+congressos3.jpg http://bp0.blogger.com/_0mxlyCTmzs4/RggHkRld0cI/AAAAAAAAA3I/7hTZSxM_dP4/s1600-h/palacio+congressos2.jpg http://bp2.blogger.com/_0mxlyCTmzs4/RggHdxld0bI/AAAAAAAAA3A/zLyrrLyl8Iw/s1600/palacio%2Bcongressos1.jpg
Projecto contempla hotel com 200 quartos
O Centro de Congressos do Parque das Cidades corresponde, na perspectiva dos autarcas de Faro e Loulé, a um “passo importante” para a sustentabilidade da infra-estrutura onde, além do estádio, também vai nascer um hospital central. Com um custo estimado de 20 milhões de euros, só 15% da verba está garantida.
O projecto foi apresentado hoje, na sala de imprensa do Estádio Algarve, pelos presidentes das câmaras de Faro e Loulé, José Apolinário e Seruca Emídio, respectivamente, acompanhados do presidente do conselho de administração do parque, Rogério Gomes, e do arquitecto Regino Cruz, autor da proposta vencedora.
Um centro de congressos com um auditório de 1800 lugares, um hotel de 4 estrelas com, pelo menos, 200 quartos, e uma área comercial e de escritórios compõem, na totalidade, o empreendimento, ainda sem datas definidas para os respectivos início e conclusão.
“É mais um dos elementos fulcrais, além do estádio e do hospital, para rentabilizar o Parque das Cidades. É um passo fundamental para a sua sustentabilidade”, frisou o presidente da câmara de Loulé, Seruca Emídio, para quem o projecto não tem apenas interesse local: “É de dimensão regional, com impacto em todo o Algarve.”
O “pontapé-de-saída” de desenvolvimento da estrutura está dado, com a escolha do projecto arquitectónico vencedor, entre outros 13 projectos candidatos. Segue-se a discussão sobre o modelo de financiamento – com os responsáveis do Parque das Cidades abertos a todo o tipo de propostas.
Dos 20 milhões de euros de custo total estimado, três milhões já estão assegurados – 2,5 como contrapartidas do projecto Vilamoura XXI e 500 mil euros provenientes do III Quadro Comunitário de Apoio.
“Contamos ter o apoio do Quadro de Referência Estratégica Nacional, que privilegia projectos supra-municipais ou regionais – este é bom exemplo. Esperamos que seja tratado ao nível da sua dimensão”, assinalou o autarca de Faro, José Apolinário.
Para assegurar o restante valor, as câmaras de Faro e Loulé mostram-se abertas a uma parceria público-privada, no sentido de encontrar a melhor fórmula de gestão para o centro de congressos.
“Apelamos à participação dos privados. Neste momento, estamos apenas interessados em estudar todas as propostas que nos cheguem, sem falar em limites”, afirmou o edil louletano.
Conceito
O espaço do centro de congressos, hotel e valências anexas vai ocupar, na totalidade, 21.400 m2 de área, em frente à entrada principal do estádio, apresentando um conceito arquitectónico “contemporâneo e inovador”, disse o autor da obra, Regino Cruz. “Queremos que deixe saudades em quem o visita”, acrescentou.
A solução propõe “uma grande flexibilidade de ocupação com a máxima rentabilidade do espaço interior”, não esquecendo a “gestão racional das necessidades energéticas”, através de painéis solares e aproveitamento das águas pluviais.
O edifício do centro apresenta um auditório de 1800 lugares, vocacionado para a realização de conferências e espectáculos artísticos e culturais. O palco, com grande profundidade e ampla boca de cena, está equipado para representações cénicas, onde se incluem bailados, música clássica e ópera.
Em articulação directa com o átrio do centro, está o Pavilhão Algarve, divisível por vários módulos e adequado para acolher, em simultâneo, vários tipos de iniciativas, como exposições, passagens de modelos, banquetes e, também, competições desportivas.
A unidade hoteleira de 4 estrelas vai ter total independência do centro de congressos, com o seu “lobby” a estar ligado à entrada sul daquele espaço. Embora sem estar prevista no plano de pormenor inicial para aquela zona, é considerada “imprescindível” no projecto.
“Faz todo o sentido, porque todos os grandes centros de congressos devem ser servidos por hotéis. Não no sentido da concorrência mas para alojar a componente logística dos diversos eventos a realizar no centro”, afirmou José Apolinário.