View Full Version : A nova TransNordestina
GLeal_SSA April 2nd, 2007, 11:27 PM "Valor Econômico - São Paulo
26/03/2007
Daniel Rittner
Há apenas dez dias no cargo, o novo ministro da Integração Nacional, GEDDEL VIEIRA Lima, um ex-opositor ferrenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sinaliza que os dois principais projetos do governo para a região Nordeste - a transposição das águas do Rio São Francisco e a construção da ferrovia Transnordestina - serão modificados em sua gestão.
...
Quanto à ferrovia Transnordestina, Geddel quer incluir no projeto um novo ramal, ligando a região de Barreiras (BA), forte produtora de soja e algodão, aos portos da Bahia. Nesta entrevista ao Valor, o ministro diz que seu ministério é uma Pasta nacional, mas deixa claro que a prioridade é o Nordeste e que nada, inclusive a transposição, será feito em prejuízo da Bahia, seu Estado natal. "Se eu tiver que levar adiante qualquer posição que comprovadamente prejudique ou atrase o desenvolvimento da Bahia, serei entrevistado não mais como ministro, mas como ex-ministro", assegura ele.
...
Valor: O senhor vai tocar adiante o projeto da Transnordestina?
Geddel: Estou convidando para uma conversa o consórcio que está se aglutinando para levar adiante o projeto. Vou mostrar que é fundamental, se não já agora, logo na segunda fase, incluir o oeste da Bahia porque temos lá uma nova fronteira agrícola.
Valor: É um novo ramal?
Geddel: Sim. Seria um ramal passando pela região de Barreiras e ligando-a aos portos da Bahia. Estou há apenas uma semana aqui e já sinalizei vários projetos importantes para meu Estado. "
Aqui tá o endereço pra ver a entrevista toda, que também trata da transposição do SF, projeto que o ministro também quer modificar.
http://www.integracao.gov.br/comunicacao/clipping/corpo.asp?id=39058
GLeal_SSA April 2nd, 2007, 11:28 PM Já houveram respostas negativas à proposta do ministro, como tratou essa notícia veiculada no jornal do comércio de Pernambuco.
http://www.abrapa.com.br/multissitios_abrapa/publicacao/engine.wsp?tmp.area=434&tmp.texto=7068
"Jornal do Commercio - PE
27/03/2007
Geddel quer ferrovia beneficiando a Bahia
Há 11 dias à frente do Ministério da Integração, o baiano Geddel Vieira disse que pretende alterar o projeto da ferrovia, incluindo novo ramal ligando o Oeste baiano a Salvador
O ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira, afirmou em entrevista, ao Jornal Valor Econômico, que pretende alterar os projetos da Ferrovia Transnordestina, incluindo a construção de um novo ramal, ligando a região de Barreiras, no oeste baiano, aos portos de Salvador, capital da Bahia. O local é um grande produtor de soja e algodão. O projeto da Transnordestina prevê a construção de dois ramais ferroviários, que começam na cidade de Eliseu Martins no Sul do Piauí , e chegando aos portos de Pecém, no Ceará, e de Suape, em Pernambuco. O projeto custará R$ 4,5 bilhões e as primeiras obras foram iniciadas em agosto do ano passado. Geddel Vieira é baiano e assumiu o ministério há 11 dias.
“A construção deste ramal baiano vai desfazer a Transnordestina”, comentou o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Ricardo Essinger, acrescentando que a primeira dificuldade para implantar o novo ramal é financeira.
Para fechar a engenharia de recursos para as obras da ferrovia, ocorreu uma discussão de mais de oito anos. Embora a obra esteja sendo construída pela Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN), a União banca uma quantia superior aos R$ 3 bilhões.
Alguns técnicos e empresários acreditam também que a construção de um ramal que ligue Barreiras a Salvador vai inviabilizar o ramal da ferrovia que vai cortar Pernambuco.
“É capaz de agora só sair o ramal baiano”, disse um empresário, que preferiu não se identificar e que atua numa das áreas que seria beneficiada pelo ramal pernambucano da ferrovia.
A região de Barreiras faz praticamente uma reta com a cidade de Salvador. O que leva alguns técnicos do setor de transporte e empresários de soja a argumentarem que a construção de um ramal ferroviário, ligando Barreiras a Salvador, não retiraria a carga do Sul do Piauí.
..."
GLeal_SSA April 2nd, 2007, 11:29 PM Na minha opinião, essa intervenção é mais que devida, já que a Bahia é o maior produtor de grãos da região e não seria justo sua exclusão do projeto. Aí abaixo vai um mapa mostrando o projeto atual e o novo ramal que ligaria barreiras a uma ferrovia que liga BA a SP, e faria com que a produção agrícola que cresce vertiginosamente, de soja, algodão (cuja bahia já é o segundo maior produtor) pudesse ser escoada pelo porto de aratu na RMS de Salvador. E ainda tem a questão do polo de minério de ferro de Caetité, que se aproveitaria da nova ferrovia pra a nova fronteira do minério no país. Ele vai tentar, espero que consiga!
http://img528.imageshack.us/img528/2817/mapanordesteeb3.jpg
Cerrado April 2nd, 2007, 11:34 PM Nada mais justo, o que é produzido pela Bahia ser exportado pelos seus portos, não estará tomando nada de ninguém!
Kaique April 3rd, 2007, 01:52 AM Oxe contruam o Ramal de Barreiras.
E para o Piauí há outr alternativa, é o ramal de Balsas no sul do maranhão que integrado a hidrovia do rio homônimo resolve os preoblemas de escoamento da produção.
E quanto não gaver $$ suficiente essaé velha, esse país nunca tem dinheiro a não ser para desfalques extratosféricos.
TêAgá April 3rd, 2007, 05:47 AM Interessante que o Ministro da Integração NACIONAL, vai dar prioridade ao NORDESTE, não vai de forma alguma contrariar os interesses da BAHIA, agora só me explique, que raio de Ministro da Integração Nacional é esse que promove a fragmentação Nacional e Regional?
RRC April 3rd, 2007, 05:54 AM Por mim quanto mais ferrovias, ramais e etc melhor!
Só acho que o projeto original da TransNordestina (baseando-me pelo desenho acima) deveria ter ramais que passassem pelo interior de RN e PB, ajudaria essa região a se desenvolver também.
TêAgá April 3rd, 2007, 06:01 AM ^^ Eu já acho que o projeto deveria aproveitar as linhas que já existem, o que viabilizaria até mesmo trens de passageiros em um futuro, coisa que o Governo Federal descarta, e quer construir tudo novo, por fora das cidades, ao invés de economizar milhões reformando e requalificando as linhas já existentes e utilizando elas para dar algum benefício para as cidades cortadas pelas linhas, que seriam os trens de passageiros, transporte limpo, barato e de qualidade.
De Novo mesmo, só deveriam ser construídos os ramais, que deveriam atender todo o Nordeste, mas deveriam fazer um estudo SÉRIO, e veriam que muitas linhas que já existem, tem total viabilidade, é só requalificar, e retificar.
GLeal_SSA April 3rd, 2007, 11:47 AM ^^
Existem ramais ferroviários que estão sucateados aqui na Bahia. Também acho ridículo falar em novas ferrovias sem recuperar as antigas. Tem uma aqui ligando juazeiro ao recôncavo, que se na ponta de juazeiro fosse ligada à transnordestina, faria com que a transnordestina fosse ligada ao resto do país, ja que desceria por juazeiro, encontraria outra ferrovia na bahia que está ativa, e vai até SP, é a ferrovia por onde vem os motores do complexo ford, dentre outras coisas.
Fabius_ April 3rd, 2007, 04:19 PM Ministro tendencioso, esse...
Ainda querem que o Brasil seja grande com essa gente de visão pequena!
TêAgá April 3rd, 2007, 09:42 PM ^^
Existem ramais ferroviários que estão sucateados aqui na Bahia. Também acho ridículo falar em novas ferrovias sem recuperar as antigas. Tem uma aqui ligando juazeiro ao recôncavo, que se na ponta de juazeiro fosse ligada à transnordestina, faria com que a transnordestina fosse ligada ao resto do país, ja que desceria por juazeiro, encontraria outra ferrovia na bahia que está ativa, e vai até SP, é a ferrovia por onde vem os motores do complexo ford, dentre outras coisas.
Com certeza! Seria o mais lógico fazer esses ramais funcionarem novamente, lógico, aí falamos até mesmo em rebitolar tudo, para não criar problemas com baldeações, ou então, reformar leito, todos os dormentes e trilhos, mas mesmo assim, saíria mais barato, o projeto que o governo está inclinado à realizar, consiste em se construir TUDO NOVO! Po, pra que se há como economizar, e economizando, tornar a Transnordestina mais eficiente?
No Interior da Bahia (assim como no de SP e no de vários Estados Brasileiros) há várias linhas abandonadas que poderiam voltar à ativa, mas pra mim, a transnordestina tem que pensar OBRIGATORIAMENTE em trens de passageiros.
Marcelim April 3rd, 2007, 11:10 PM No Interior da Bahia (assim como no de SP e no de vários Estados Brasileiros) há várias linhas abandonadas que poderiam voltar à ativa, mas pra mim, a transnordestina tem que pensar OBRIGATORIAMENTE em trens de passageiros.
Não conheço as ferrovias nordestinas, mas baseado nas linhas paulistas, acredito que o correto é construir tudo novo mesmo.
Geralmente as ferrovias antigas cortam cidades, as vezes até mesmo suas áreas centrais, atrapalhando o trânsito, causando acidentes e incomodando os moradores com o barulho.
Além do mais, as ferrovias antigas não são compatíveis com a velocidade dos trens atuais.
Acredito que se poderia aproveitar os ramais das antigas ferrovias, mas as linhas principais devem ser novas, em nome da eficiência. A menos que queiram trens que circulem a 30 quilômetros por hora...
TêAgá April 3rd, 2007, 11:17 PM ^^ Em todos os países do mundo as ferrovias cruzam áreas urbanas, isso é necessário, senão aonde deixariam os passageiros?
Araçatuba, a sua cidade, mandou a ferrovia para os confins dos limites urbanos, afastando de uma vez por todas a possibilidade de um dia ter trens de passageiros novamente. Para fazer uma ferrovia decente, é só reformular leito, dormentes e trilhos, a Noroeste está uma desgraça porque os dormentes estão podres e os trilhos estão gastos, com dormentes de concreto, e novos trilhos, superiores em capacidade, a NOB teria uma excelente média de quilometragem, construir tudo novo, inclusive os leitos, é maluquice, reformular o que for possível, é o correto.
Em um traçado já pronto, podem aproveitar aterros e terraplanagem, o que custa caro, e evitar o desmatamento por exemplo e o custo com desapropriações.
Sobre as áreas urbanas, é só as prefeituras terem boa vontade, e fazer com que as ruas que cruzam a ferrovia em nível cruzem ela por baixo, ou por cima, simples!
Marcelim April 3rd, 2007, 11:33 PM ^^ Em todos os países do mundo as ferrovias cruzam áreas urbanas, isso é necessário, senão aonde deixariam os passageiros?
Araçatuba, a sua cidade, mandou a ferrovia para os confins dos limites urbanos, afastando de uma vez por todas a possibilidade de um dia ter trens de passageiros novamente. Para fazer uma ferrovia decente, é só reformular leito, dormentes e trilhos, a Noroeste está uma desgraça porque os dormentes estão podres e os trilhos estão gastos, com dormentes de concreto, e novos trilhos, superiores em capacidade, a NOB teria uma excelente média de quilometragem, construir tudo novo, inclusive os leitos, é maluquice, reformular o que for possível, é o correto.
Mas esse é o problema: quem vai querer usar um meio de transporte que não passa do 30 quilômetros por hora de média?
O traçado da linha da Noroeste é tão ridículo que um moderno trem elétrico de passageiros teria que circular em marcha lenta o tempo todo.
E quanto à nova estação da NOB de Araçatuba, concordo que foi estupidez. Mandaram o troço lá para os confins do mundo em nome da especulação imobiliária ou qualquer outro trambique de um certo pessoal daqui.
Mas também é verdade que nos últimos anos, a única coisa que os trens de passageiros serviam era para descarregar mendigos em Araçatuba.
Ninguém mais viajava naquelas coisas precárias, exceto aventureiros e mendigos mesmo.
Em um traçado já pronto, podem aproveitar aterros e terraplanagem, o que custa caro, e evitar o desmatamento por exemplo e o custo com desapropriações.
No nordeste, duvido que haja problemas de desmatamento.
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Sobre as áreas urbanas, é só as prefeituras terem boa vontade, e fazer com que as ruas que cruzam a ferrovia em nível cruzem ela por baixo, ou por cima, simples!
Claro, se fossem linhas de passageiros, com trens modernos e que compensasse o investimento.
TêAgá April 3rd, 2007, 11:55 PM Mas esse é o problema: quem vai querer usar um meio de transporte que não passa do 30 quilômetros por hora de média?
O traçado da linha da Noroeste é tão ridículo que um moderno trem elétrico de passageiros teria que circular em marcha lenta o tempo todo.
O Traçado da Noroeste nem é dos mais ridículos, pelo fato de ela começar em Bauru e terminar em Porto Esperança/Corumbá, ela cruza uma região plana em comparação com as demais ferrovias Paulistas, nos pontos críticos, a Noroeste já teve várias retificações inclusive, os trens cruzam ela em marcha lenta porque a manutenção dela, essa sim é ridícula, dormentes de madeira completamente podres, cravos soltos e enferrujados/podres, trilhos gastos e com pouca capacidade de suporte.
A Mogiana, tinha um traçado MUITO mais ridículo que o da NOB, creio eu que foi a ferrovia mais retificada do Estado na história, e eletrificar a NOB, nem em um sonho muito distante.
A NOB, com dormentes novos, e novos trilhos, seria uma excelente ferrovia, aliás, ela é um dos poucos casos (senão o único caso) em que a ferrovia precedeu a ocupação, ela foi uma ferrovia feita ao estilo Americano, desbravou o Oeste, e trouxe colonos.
E quanto à nova estação da NOB de Araçatuba, concordo que foi estupidez. Mandaram o troço lá para os confins do mundo em nome da especulação imobiliária ou qualquer outro trambique de um certo pessoal daqui.
Mas também é verdade que nos últimos anos, a única coisa que os trens de passageiros serviam era para descarregar mendigos em Araçatuba.
Ninguém mais viajava naquelas coisas precárias, exceto aventureiros e mendigos mesmo.
Realmente, mas fizeram coisa de tres ou quatro retificações em Araçatuba para tirar os trilhos do meio da cidade, Araçatuba teve, se não me engano, quatro estações da NOB, a cada crescimento dos limites urbanos, eles empurram os trilhos para mais longe, deixando em décimo oitavo plano o que fez Araçatuba surgir, que é a Noroeste.
Nos últimos tempos, o transporte (de passageiros) sobre trilhos era realmente precário, mas a última estação (quarta), veio ainda na época em que eles eram bons.
No nordeste, duvido que haja problemas de desmatamento.
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O Ecossistema da Caatinga, é único no mundo todo, e é um dos mais ameaçados no Brasil ao lado do cerrado, desmatar, e acabar com a caatinga, poderia resultar em desertificação, e a caatinga ao contrário do que muitos pensam, não é um deserto, e sim um ecossistema riquíssimo!
Claro, se fossem linhas de passageiros, com trens modernos e que compensasse o investimento.
Isso deve ser feito em qualquer tipo de estrada de ferro, enquanto o transporte individual (automóvel) transporta 4 ou 5, a ferrovia transporta milhares de toneladas em um único comboio, com o surto canavieiro que agora está se estendendo para o Noroeste Paulista, Araçatuba vai ter que pensar MUITO em suas passagens de nível, pois a ALL vai entrar forte na questão da briga pelo transporte desse alcool, e a NOB, creio eu, tem seus dias de tráfego precário contados, a ALL (apesar de ser uma merda) vem reformando aos poucos toda a Malha Paulista, incluindo a NOB, e passagens de nível, são de responsabilidade das prefeituras.
Marcelim April 4th, 2007, 12:20 AM O Traçado da Noroeste nem é dos mais ridículos, pelo fato de ela começar em Bauru e terminar em Porto Esperança/Corumbá, (...) soltos e enferrujados/podres, trilhos gastos e com pouca capacidade de suporte.
Isso é culpa da privatização do sr FHC.
Pelo menos a ALL é mais responsável que a antiga concessionária, a Novoeste, creio eu.
Ainda assim, eu acho ela sinuosa demais para trens de passageiros modernos e rápidos, que obviamente teriam que ser mais rápidos do que os ônibus para atrair usuários.
A NOB, com dormentes novos, e novos trilhos, seria uma excelente ferrovia, aliás, ela é um dos poucos casos (senão o único caso) em que a ferrovia precedeu a ocupação, ela foi uma ferrovia feita ao estilo Americano, desbravou o Oeste, e trouxe colonos.
Araçatuba teve sua origem como parada da NOB. Inclusive a cidade tem um "mártir", o engenheiro Cristiano Olsen, que com seu staff, foi massacrado pelos índios caingangues. Quase todas as cidades à margem esquerda da Rodovia Marechal Rondon no sentido interior surgiram graças à NOB.
Realmente, mas fizeram coisa de tres ou quatro retificações em Araçatuba para (...)em décimo oitavo plano o que fez Araçatuba surgir, que é a Noroeste.
As primeiras estações foram para aumentar a capacidade das estações, retificação mesmo acho que só a eliminação da variante que ligava ao Rio Tietê e essa atual.
Nos últimos tempos, o transporte (de passageiros) sobre trilhos era realmente precário, mas a última estação (quarta), veio ainda na época em que eles eram bons.
A maioria dos passageiros já usava os ônibus e os vagões de passageiros já se encontravam beeem deterioradinhos.
O Ecossistema da Caatinga, é único no mundo todo, e é um dos mais ameaçados no Brasil ao lado do cerrado, desmatar, e acabar com a caatinga, poderia resultar em desertificação, e a caatinga ao contrário do que muitos pensam, não é um deserto, e sim um ecossistema riquíssimo!
Retiro o que disse então, mas mesmo assim, hoje em dia creio que se faça a análise do impacto ambiental antes de uma obra desse porte.
Isso deve ser feito em qualquer tipo de estrada de ferro, enquanto o transporte individual (...) vem reformando aos poucos toda a Malha Paulista, incluindo a NOB, e passagens de nível, são de responsabilidade das prefeituras.
Não se preocupe, a ferrovia passa em toda sua extensão fora do perímetro urbano e sempre em desnível, não existem passagens de nível na cidade, exceto próximo da estação. E essa linha sempre teve comboios enormes de petroleo ou coisa que o valha, além do transporte de soja. Decaiu com a primeira privatização do FDP, ops FHC.
AndreKenji April 4th, 2007, 08:38 PM A NOB, com dormentes novos, e novos trilhos, seria uma excelente ferrovia, aliás, ela é um dos poucos casos (senão o único caso) em que a ferrovia precedeu a ocupação, ela foi uma ferrovia feita ao estilo Americano, desbravou o Oeste, e trouxe colonos.
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Não é. Na verdade, em São Paulo a ferrovia quase sempre precedeu a ocupação urbana: veja o caso de Marília, por exemplo.
Eu sou contra grande parte das retificações, mas pelas fotos no Nordeste você vê várias vezes trens correndo DENTRO das ruas. Seria bom ao menos ter espaço pro trem passar. Não estamos falando de uma Araraquara ou de uma São Carlos da vida, aonde há viadutos e uma linha estruturada.
E dá para fazer retificações sem ignorar o uso de passageiros. Uma linha passando na periferia fica mais próxima do centro que muita rodoviária por aí. Aliás, se eu não me engano, em Mogi-Mirim a linha de trem retificada fica mais próxima do centro da cidade que a Rodoviária!
O que não dá é fazer retificação longe de tudo, como fizeram com o Corredor de Exportação da FEPASA e como vão fazer com a Transnordestina.
Marcelim April 4th, 2007, 08:41 PM Não é. Na verdade, em São Paulo a ferrovia quase sempre precedeu a ocupação urbana: veja o caso de Marília, por exemplo.
?????????????????
Will_NE April 4th, 2007, 10:44 PM Eu ainda não consigo entender porque Petrolina e Juazeiro não vão ser beneficiadas por essa ferrovia, e o Pólo Gesseiro da Região do Araripe, em Pernambuco, e Barreiras, na Bahia, vão ser... É incompreensível!
TêAgá April 4th, 2007, 11:49 PM Não é. Na verdade, em São Paulo a ferrovia quase sempre precedeu a ocupação urbana: veja o caso de Marília, por exemplo.
Eu sou contra grande parte das retificações, mas pelas fotos no Nordeste você vê várias vezes trens correndo DENTRO das ruas. Seria bom ao menos ter espaço pro trem passar. Não estamos falando de uma Araraquara ou de uma São Carlos da vida, aonde há viadutos e uma linha estruturada.
E dá para fazer retificações sem ignorar o uso de passageiros. Uma linha passando na periferia fica mais próxima do centro que muita rodoviária por aí. Aliás, se eu não me engano, em Mogi-Mirim a linha de trem retificada fica mais próxima do centro da cidade que a Rodoviária!
O que não dá é fazer retificação longe de tudo, como fizeram com o Corredor de Exportação da FEPASA e como vão fazer com a Transnordestina.
Tá falando asneira.
gusbrum April 5th, 2007, 10:02 AM Adoro estas noticias, esta tudo nas entre-linhas...
No Brasil se cria dificuldade
(o novo ministro da Integração Nacional, GEDDEL VIEIRA Lima, um ex-opositor ferrenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva)
para se vender facilidade!!!
(os dois principais projetos do governo para a região Nordeste - a transposição das águas do Rio São Francisco e a construção da ferrovia Transnordestina - serão "MODIFICADOS" em sua gestão.)
:bash:
Douglas April 5th, 2007, 02:14 PM INjusto era não ter incluido a Bahia em seu projeto original.
Ramos April 6th, 2007, 05:49 AM Transnordestina sem verba
12/03/2007 - Folha de Pernambuco (PE)
O projeto executivo do trecho Petrolina/Parnamirim, que deverá ser interligado à Ferrovia Transnordestina, está pronto e será avaliado pelo Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) a partir de abril. O ramal não havia sido incluído no projeto da ferrovia - construída pela Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN) - e o Governo do Estado teve que realizar um estudo de viabilidade econômica, financeira e social para a construção do trecho. As obras estão estimadas em R$ 435 milhões.
Segundo o superintendente de Projetos Estruturadores da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Artur Maciel, o estudo do trecho, com 174 quilômetros, ainda está em fase de elaboração. “A CFN não colocou o ramal no projeto da Transnordestina porque o nível de endividamento para financiamento da empresa estava alto”, explicou. O estudo servirá para apresentar a viabilidade do ramal às possíveis fontes de recursos para as obras, podendo ser União ou por meio de financiamentos.
A expectativa é de que o ramal Petrolina/Parnamirim fortaleça o setor de fruticultura do Vale do São Francisco, a produção de milho e soja do oeste da Bahia e do sul do Piauí e suporte ao Canal do Sertão e ao Porto de Petrolina. Para o secretário executivo da Região Integrada de Desenvolvimento do Pólo Petrolina/ Juazeiro (Ride), José Plutarco, o trecho vai gerar uma redução de 30% dos custos dos produtores da região. A distribuição para o Nordeste passará de transporte rodoviário para ferroviário. Isso vai fazer com que mais cargas possam ser transportadas, de forma segura e mais barata, comentou.
Como o estudo está sendo finalizado, ainda não foi definido quem será o responsável pela construção do trecho, podendo ser o Estado, Dnit, a CFN ou por Parceria Público-Privada (PPP). A concessão da via será da companhia ferroviária.
Dizem nos bastidores que a CFN poderia ser adquirida pela ALL(mas deve ser balela).
Agora que incluiram a Bahia,o Pernambuco está se sentindo mais ameaçado do que nunca.Do jeito que as coisas vão,não duvido nada que só inaugurem o trecho do porto cearense,deixando o porto pernambucano as moscas.
FHC é um dos culpados ,mas não é o principal culpado pelo abandono das ferrovias.A EF Araraquara quase faliu em 1919(sendo que para evitar a falência o presidente de SP Altino Arantes emcampou a EF Araraquara,assim como a EF Sorocabana).
As ferrovias no Brasil sempre foram mal administradas,tanto pelo setor privado quanto pelo setor público.Elas não se modernizaram quando deviam e praticamente morreram quando os automóveis se tornaram populares no Brasil do fim dos anos 50.JK que é injustamente apontado como o principal destruidor das ferrovias criou a RFFSA em 1957 que prorrogou a agonia das moribundas ferrovias brasileiras.
Will_NE April 6th, 2007, 11:14 PM ^^
Pelo menos estão incluindo Petrolina e Juazeiro no ramal pernambucano.
Assim, as duas cidades estarão ligadas por ferrovia a Suape, em Pernambuco, a Pecém, no Ceará, e a Aratu, na Bahia, que são os três principais portos do Nordeste.
MasterPE April 7th, 2007, 12:25 AM Na minha opinião, essa intervenção é mais que devida, já que a Bahia é o maior produtor de grãos da região e não seria justo sua exclusão do projeto.
Ninguem, quer excluir a BAHIA de nada,Construa sim numa segunda fase .Nada melhor .Agora o que vemos é essa política Baiana lavada no fígado e no fisiologismo.
Nada mais justo, o que é produzido pela Bahia ser exportado pelos seus portos, não estará tomando nada de ninguém!
Está tomando sim.Porque a nítida intenção dele é atrasar o projeto só porque a BAHIA não foi incluída.Esse projeto foi discutido e elaborado em Oito anos e a engenharia financeira das mais difíceis e conseguida com a luta de Ciro Gomes.
A BAHIA sempre foi a maior beneficiada de todos os projetos que chegaram ao NE.A intenção maior desse projeto foi beneficiar as novas fronteiras agrícolas do Maranhão e o Piauí ,que tem os piores IDH do NE e de quebra viabilizar os portos que estavam sendo contruídos de SUAPE em PE e PECÉN ,no Ceará.
Já vi um Baiano reclamando porque a base (Alcântara) era no Maranhão e na na Bahia.Isso é o Baianocentrismo?Tudo tem de obrigatoriamente passar pela Bahia? Vai prejudicar a BAHIA ,só porque não passa nessa primeira fase na BAHIA??
Dessa forma amigos,o NE vai continuar na latrina Nacional.Enquanto políticos dessa qualidade só enxergarem o próprio intestino.Cada um por si e todos na lama.É é isso que vejo.
Interessante que o Ministro da Integração NACIONAL, vai dar prioridade ao NORDESTE, não vai de forma alguma contrariar os interesses da BAHIA, agora só me explique, que raio de Ministro da Integração Nacional é esse que promove a fragmentação Nacional e Regional?
Esse aí é o ministro da Desintegração regional.
...
MasterPE April 7th, 2007, 12:36 AM ^^
Pelo menos estão incluindo Petrolina e Juazeiro no ramal pernambucano.
Assim, as duas cidades estarão ligadas por ferrovia a Suape, em Pernambuco, a Pecém, no Ceará, e a Aratu, na Bahia, que são os três principais portos do Nordeste.
VC tá sendo muito otimista .Seria o ideal.Mas,isso tudo só seria possível numa segunda fase.Mas acho difícil sair essa parte de Petro/Juá.Pelo menos agora não ,e principalmente depois das declarações do Atual(ex)Ministro.
GLeal_SSA April 7th, 2007, 03:35 PM ^^
Ouxi, não entendi. Ele disse que queria somar esse outro ramal, e não abandonar os outros e fazer este! Somar não pode?
Kaique April 7th, 2007, 03:47 PM ^^
Pelo menos estão incluindo Petrolina e Juazeiro no ramal pernambucano.
Assim, as duas cidades estarão ligadas por ferrovia a Suape, em Pernambuco, a Pecém, no Ceará, e a Aratu, na Bahia, que são os três principais portos do Nordeste.
E o Porto do ITAQUI em SÃO LUÍS, segundo maior do BRASIL(movimento de cargas), não se inclui entre os principais do Nordeste?!!!
Cerrado April 7th, 2007, 04:12 PM Digo e repito, a Bahia não está tomando nada de ninguém, apenas reinvidicando o direito de exportar o que ela produz pelos seus portos.
Em nenhum momento eu disse que deveria tirar a ferrovia de outros Estados para que fizesse na Bahia, não, acho que cada Estado tem esse direito de exportar o que produz pelos seus portos, quando os têm.
Outra coisa, esse projeto de construir uma ferrovia ligando Luís Eduardo a Brumado é antigo, e o governo pensa em fazer essa obra através de uma PPP internacional, não desviando dinheiro do projeto original, que a Bahia não foi incluída na época, diga-se de passagem, por questões políticas do Presidente com o ex-Governador, isso todo mundo sabe.
Quanto a construção do trecho baiano, é para isso também que serve os políticos, lutar pelos interesses de seus Estados, acho que se os outros Estados não incluídos no projeto estivessem interessados em que a ferrovia entrasse em seus territórios estariam lutando por uma causa justa.
Só mais uma observação, não é com ofensas que se discute assuntos e se expõe os pontos de vistas.
Esta é a minha opinião e ponto final, não vou entrar em polêmica!
MasterPE April 7th, 2007, 09:24 PM ...
Cerrado , veja minha crítica em outro post sobre PE.Meu estado é um dos que mais critico.A entrevista do nobre político não foi de um Ministro da integração, e sim da desintegração.
Seria ótimo que esse trecho Baiano também fosse feito, sem no entanto prejudicar o andamento dos que já estão programados.INCLUIR sem EXCLUIR.
MasterPE April 7th, 2007, 09:26 PM ^^
Ouxi, não entendi. Ele disse que queria somar esse outro ramal, e não abandonar os outros e fazer este! Somar não pode?
Óbvio.Seria excelente isso.
MasterPE April 7th, 2007, 09:36 PM E o Porto do ITAQUI em SÃO LUÍS, segundo maior do BRASIL(movimento de cargas), não se inclui entre os principais do Nordeste?!!!
Sim ,com certeza.Acho que é o mais profundo do Brasil.
Essa configuração para Pecén e Suape seria tanto para o cosnumo interno,que é enorme,principalmente por causa da avicultura em PE,já que se importam até da Argentina grãos, enquanto regiões que podem produzir no cerrado do Piauí e MA são paupérimas.E também para levar o Gesso do Araripe para exportação e até beneficiar a fruticultura do vale SF.Não seria apenas para exportação ,teria de ver a eng.financ. e o consumo interno do MA.Talvez para Itaqui seja melhor aumentar a malha para receber minérios , como já existe.
Jorge April 7th, 2007, 09:37 PM Geddel, um dos anões do orçamento, inocentado por causa de uma choradeira ridícula em rede nacional... hoje é dono de vários latifúndios no interior da Bahia.
Transnordestina, anunciada como "a única grande obra" do desgoverno Lula, nem sequer foi iniciada e já é alvo de disputas e intrigas palacianas e provincianas. Oito anos perdidos, que se somam aos 8 de FHC, aos 5 da dupla Collor-Itamar, aos 5 de Sarney...
Os cidadãos honestos no Brasil sofrem uma nova espécie de bulimia: toda vez que vêem notícias do governo, sentem vontade de vomitar.
GLeal_SSA April 7th, 2007, 10:36 PM Que geddel é do pior tipo, isso não tenho dúvida! heh
natalense April 10th, 2007, 04:10 AM A última coisa que essa Ferrovia é, é TRANSNORDESTINA.
Isso é uma merda.
Zeca June 14th, 2007, 09:47 AM Diretor da Antaq diz que Itaqui estratйgico
06-Jun-2007
Na palestra proferida quintafeira da semana passada, na Federação das Indústrias, o diretor-geral da Agência Nacional de Transporte Aquaviário - Antaq, Fernando Fialho, disse que uma das notícias mais animadoras para a economia do Maranhão nesses últimos anos foi a inclusão da ampliação e modernização do Porto do Itaqui no Programa de Aceleração do Crescimento – PAC, pois isto demonstra que o terminal portuário maranhense é visto como estratégico para o crescimento nacional. Fialho falou aos dirigentes da Fiema sobre O Trabalho da Antaq e a Gestão Portuária, oportunidade em que fez uma comparação sobre os serviços portuários do Brasil e de outros países.
Sobre o papel de sua instituição, Fernando Fialho explicou como funciona a estrutura da Antaq, explicando que ela exerce a ação de Estado na regulação do setor aquaviário, que inclui tanto o transporte marítimo quanto o fluvial. Informou também que, além das normas para regular o setor, a Agência está realizando estudos e planejamentos que para subsidiar as políticas do Governo Federal para este segmento de transporte.
Alguns estudos foram destacados pelo diretor-geral da Agência, dentre eles as Diretrizes para a Promoção e Defesa da Concorrência no Subsetor Portuário; Avaliação do Desempenho da Gestão Portuária; e Avaliação da Capacidade de Movimentação de Cargas e Atendimento à Demanda do Mercado nos portos e terminais das regiões Sul, Sudeste, Norte e Nordeste.
No seu pronunciamento, Fernando Fialho chamou a atenção dos empresários para o estudo que a sua Agência vem desenvolvendo sobre o “Novo Modelo de Gestão Portuária”. Esse estudo, segundo ele, tem o objetivo de consolidar a atuação do aperfeiçoamento e exploração de portos de uso público, através de uma gestão adequada e no aperfeiçoamento máximo das potencialidades físicas e operacionais. Este projeto está baseado em modelos internacionais de gestão eficiente e eficaz; e será adequado à conjuntura nacional levando em consideração a situação econômica e financeira dos Portos.
Zeca June 14th, 2007, 09:48 AM Itaqui
Uma das obras mais importantes no setor de transportes do Maranhão, que recebeu autorização Agência, conforme ressaltou seu diretor, é o Terminal de Grãos - Tegran do Porto do Itaqui, fruto de parcerias entre Governo do Estado e a iniciativa privada. Ex-presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária – Emap, Fernando Fialho, fez questão de elogiar os dois sucessores – Ricardo Zenni e João Castelo – por virem dando continuidade, sem nenhuma alteração aos planos que ele elaborou quando dirigia a empresa, o que comprova estarem tecnicamente corretos.
Os investimentos para as melhorias no Itaqui, com Tegran, somam R$ 137 milhões e vão aumentar o potencial de movimentação de cargas (principalmente soja) no porto maranhense. A expectativa é de que o Terminal esteja pronto a tempo de movimentar parte da safra de 2007.
Sobre a gestão portuária, Fernando Fialho destacou a importância das autoridades portuárias implementarem ações como a defesa da concorrência e estimulação da competitividade, os planos de desenvolvimento e zoneamento e de dragagem, os programas de investimentos e as ações de proteção ao meio ambiente – entre outros.
O diretor-geral da Antaq falou ainda sobre os Conselhos de Autoridade Portuária - CAP, considerados referência para a modernização dos portos. A palestra de Fernando Fialho pode ser acessada na seção “palestras” do site www.antaq.gov.br.
O presidente da Federação das Indústrias do Maranhão – Fiema, Jorge Mendes, fez questão de frisar que sua entidade está acompanhando com interesse as obras do Plano de Aceleração do Crescimento do Governo Federal e as parcerias público privadas, no que diz respeito ao Itaqui e outros setores, até porque coincidem com as linhas principais do seu Plano Estratégico de Desenvolvimento.
Zeca June 14th, 2007, 09:49 AM ZPE é a saída
O diretor-geral da Antaq aproveitou o encontro na Fiema para fazer um apelo no sentido de ser instalada uma Zona de Processamento de Exportação no Maranhão, e citou o exemplo de Cingapura, um dos países que mais movimentam cargas no mundo e quase nada produz, apenas processa. A vinda de uma ZPE, segundo Fernando Fialho, além de estimular o comércio pode interiorizar a economia, atrair tecnologia, estimular a prestação de serviços e uma série de outros benefícios.
O tema não é novo, pois foi muito debatido na década de 80, entretanto não houve avanços, mas Fernando Fialho acha que este é o momento oportuno para se fazer uma pressão para sua viabilidade. Para que isto se dê, é preciso que os órgãos da classe empresarial e o governo estejam irmanados no mesmo propósito, pois somente assim será possível fazer eco pelo projeto.
Cingapura tem apenas 692,7 Km2, ou seja, menor que a Ilha de São Luís, que mede 831,7 Km2, entretanto lá a movimentação de carga nos portas registra mais de 24 milhões containeres/ ano, enquanto no Brasil isto representa 6 milhões nos doze meses. Cingapura apenas recebe matéria prima de outras partes do mundo e transforma em produtos acabados para vender para os demais países, e isto é base de sustentação da sua economia.
Ano passado, o Brasil exportou mais de US$ 200 bilhões, e 95% dessas exportações passaram pelos portos, ou seja, essa modalidade de transporte continua sendo estratégica para qualquer país.
Kaique June 14th, 2007, 03:40 PM Essa ferrovia nada mais é que pressão do setor agro-pecuário.
Se fosse voltada para integração dos mercados, mas não.
Que liga os pontos remotos do sertão nordestinos ao litoral, assim como o sudeste fez na era do café.
EM POUCO tempo, os ramais estarão sub-utilizados.
Para mim, trans-nordestina é integras as cidades do Litoral oriental, de Natal ao Sul da Bahia pela costa. E ramáis radiais para o centro da região como ponte de encontro Juazeiro-Petrolina.
vitinhooo June 14th, 2007, 06:33 PM Esse ferrovia será muito útil para todo o Nordeste, mas acho que deveria ser feito um planejamento melhor de onde ela irá passar!
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