checco24
April 10th, 2007, 08:36 PM
Depois de seis anos de abandono e vandalismo, o Elevador de Santa Luzia, agora devolvido à cor amarela tradicional, retoma esta tarde a ligação entre a estação de caminhos--de-ferro e o santuário, no topo do monte. Inaugurado em 1923, o funicular de Santa Luzia, em Viana do Castelo, é único no País por ser o mais extenso com funcionamento a contrapeso, ou seja, a carruagem que desce, faz subir a outra, cruzando-se ambas exactamente a meio do percurso.
Depois de um serviço inconstante, os privados abandonaram o elevador em 2001, acusando a falta de rentabilidade. Dois anos depois, a autarquia iniciou o processo de reabilitação do equipamento, que fez depender da obtenção da posse do funicular. "Só avançaríamos com a recuperação depois de sermos donos do elevador. Não fazia sentido investir tanto dinheiro num equipamento que continuasse nas mãos da CP", explicou ao DN Defensor Moura, presidente da Câmara de Viana.
Conseguida a propriedade do funicular em 2005, a câmara adjudicou a empreitada de reabilitação ao grupo Efacec por 2,5 milhões de euros, dos quais apenas 25% serão assegurados pela autarquia. "A verba restante resulta de fundos comunitários e do programa de apoio ao turismo, já que o elevador será parte integrante da futura ciclovia da cidade, entre a marginal do rio Lima e Santa Luzia", garantiu.
A inauguração do "novo" funicular acontece hoje, ficando desde logo ao serviço da população, o que acontece com quase dez meses de atraso, tendo em conta algumas dificuldades técnicas detectadas inicialmente nos equipamentos. O serviço continuará a ser pago, custando dois euros apenas uma viagem e três euros ida e volta, sendo gratuito para crianças até seis anos.
Monte espera turistas
No topo do monte existe o templo de Santa Luzia, por onde, anualmente, passa mais de um milhão de turistas. Alguns vão de automóvel ou de autocarro, outros podem fazem uma escalada mais audaz, a pé, percorrendo os 742 degraus. Muitos outros gostavam de subir pelo funicular, como lamenta Mário Lima, um dos vendedores dos típicos bonecos regionais "Manel e Maria".
"Quando acabou o serviço, foi muito mau para nós. Para quem trabalha cá em cima e para os habitantes, mas sobretudo para os muitos turistas estrangeiros", assegura. "Cada viagem era um espectáculo, parecia sempre diferente", recorda, assegurando que quem trabalha no local "sentiu uma boa quebra" de turistas.
fonte dn
Depois de um serviço inconstante, os privados abandonaram o elevador em 2001, acusando a falta de rentabilidade. Dois anos depois, a autarquia iniciou o processo de reabilitação do equipamento, que fez depender da obtenção da posse do funicular. "Só avançaríamos com a recuperação depois de sermos donos do elevador. Não fazia sentido investir tanto dinheiro num equipamento que continuasse nas mãos da CP", explicou ao DN Defensor Moura, presidente da Câmara de Viana.
Conseguida a propriedade do funicular em 2005, a câmara adjudicou a empreitada de reabilitação ao grupo Efacec por 2,5 milhões de euros, dos quais apenas 25% serão assegurados pela autarquia. "A verba restante resulta de fundos comunitários e do programa de apoio ao turismo, já que o elevador será parte integrante da futura ciclovia da cidade, entre a marginal do rio Lima e Santa Luzia", garantiu.
A inauguração do "novo" funicular acontece hoje, ficando desde logo ao serviço da população, o que acontece com quase dez meses de atraso, tendo em conta algumas dificuldades técnicas detectadas inicialmente nos equipamentos. O serviço continuará a ser pago, custando dois euros apenas uma viagem e três euros ida e volta, sendo gratuito para crianças até seis anos.
Monte espera turistas
No topo do monte existe o templo de Santa Luzia, por onde, anualmente, passa mais de um milhão de turistas. Alguns vão de automóvel ou de autocarro, outros podem fazem uma escalada mais audaz, a pé, percorrendo os 742 degraus. Muitos outros gostavam de subir pelo funicular, como lamenta Mário Lima, um dos vendedores dos típicos bonecos regionais "Manel e Maria".
"Quando acabou o serviço, foi muito mau para nós. Para quem trabalha cá em cima e para os habitantes, mas sobretudo para os muitos turistas estrangeiros", assegura. "Cada viagem era um espectáculo, parecia sempre diferente", recorda, assegurando que quem trabalha no local "sentiu uma boa quebra" de turistas.
fonte dn