View Full Version : Habitação: Coimbra e Figueira os mais caros do Centro


fernao
April 23rd, 2007, 12:12 PM
"De acordo com as estatísticas Imométrica/lardoceLar.com, o valor médio de oferta/m2 na região Centro era de 1.058 euros. A região Centro representa uma realidade bastante heterogénea, com valores médios de oferta/m2 a variarem entre um mínimo de 475 euros em Meda, na Beira Interior Norte, e um máximo de 1.461 euros em Coimbra. De uma forma geral, a região do Beira
Interior Norte era a que apresentava valores/m2 mais baixos, enquanto os mais elevados se situavam no Oeste, devido à proximidade com a AM Lisboa.

Numa análise limitada aos concelhos com maior stock de alojamentos
em oferta e às capitais de distrito, constata-se que a Guarda é o município onde é mais barato comprar casa, com o valor/m2 da oferta a situar-se
nos 875 euros. Também com valores de oferta/m2 abaixo dos 1.000 euros encontram-se Leiria, Viseu e Castelo Branco. Aveiro, sendo a principal bolsa de oferta imobiliária do Centro, tem um valor médio/m2 nos 1.100
euros. Alenquer, Caldas de Rainha, Torres Vedras, Santarém e Ílhavo registaram valores de oferta muito semelhantes,
todos rondando os 1.100 euros/m2.

Coimbra e Figueira da Foz são os concelhos mais caros do Centro,
com valores de oferta/m2 de 1.461 e 1.348 euros, respectivamente.
Região Centro valoriza 2,2% O Índice Confidencial Imobiliário relativo à região Centro mostra que desde Setembro passado o mercado habitacional desta região tem vindo a registar uma evolução positiva, invertendo uma fase de correcção em baixa que se havia sentido nos meses de Verão. Em Janeiro de 2007, a taxa de valorização média dos últimos 12 meses, face aos 12 meses anteriores, foi de 2,2%. Face ao mês anterior, a taxa de valorização foi de 0,4%, dando continuidade àquela série de evoluções positivas. Na realidade, desde o fim Verão tal tendência somente foi interrompida no mês de Outubro. Assim, o relançamento deste mercado após Setembro veio permitir que o índice registasse de novo taxas de variação homóloga positivas atingindo 0,7%, no mês de Janeiro de 2007."

:ohno: :ohno: :ohno:

Penso que este tem sido um problema gravissimo no desenvolvimento de Coimbra. A cidade e' demasiado cara e isso afugenta casais jovens que em Aveiro ou Leiria ou Viseu conseguem comprar casas muito mais baratas, ja' para nao falar na fuga para os arredores: Condeixa, Cantanhede, Lousa...

Nao me parece que esta tendencia venha a melhorar, pois os locais de construcao na cidade de Coimbra estao a ficar todos ocupados e depois so' ha' serras 'a volta! A limitacao que existe no concelho a que os novos predios tenham no maximo 7 andares faz com que os contrutores carreguem no uso de superficie e tentem maximizar ganhos faznedo predios "de luxo" (supostamente) para poderem cobrar mais.

fernao
April 23rd, 2007, 12:17 PM
http://i59.photobucket.com/albums/g320/fernao/precoscasasnoCentro.jpg

Arpels
April 23rd, 2007, 01:03 PM
por isso é k os suburbios se expandem a olhos vistos e os centros estão desabitados e podres :dunno:

mynuster
April 23rd, 2007, 01:32 PM
realmente é carito é..=/

salo_gonzalez
April 23rd, 2007, 06:28 PM
por aki se ve um exemplo dos grandes desiquilibros regionais....a zona oeste, os concelhos da AML e as manchas espalhadas(coimbra,figueira,aveiro...) e o resto... :ohno:

pedrodepinto
April 23rd, 2007, 07:00 PM
A limitacao que existe no concelho a que os novos predios tenham no maximo 7 andares faz com que os contrutores carreguem no uso de superficie e tentem maximizar ganhos faznedo predios "de luxo" (supostamente) para poderem cobrar mais.

:yes:, já vi aqui muitos threads de zonas luxuosas de Coimbra... Mas sê-lo-ão no interior :|?

daniel322
April 23rd, 2007, 10:06 PM
acho um perfeito exagero. é um absurdo os preços nesta cidade :bash:

O Prof Godin
April 23rd, 2007, 10:32 PM
O problema da verdade e da mentira

Desde que os políticos inventaram a palavra “não verdade” ou “inverdade” e os economistas introduziram a palavra prejuízo meramente quando o lucro não é o esperado, quando o primeiro ministro é quem é, quando no Banco de Portugal está quem está…etc.…

Quando alguém se convence de que determinada verdade lhe é conveniente, ao fim de algum tempo passa a assumi-la como verdade. Então já não mente. Diz uma “não verdade” ou “inverdade” conveniente…

Assim na construção desde há muitos anos que lucros que não sejam de 100% passaram a ser considerados prejuízos graves…:ohno:

Mas desde que o Benfica ganhe e haja sol…quem é que se preocupa com estas coisas…

Arpels
April 24th, 2007, 10:52 AM
nem mais :yes:

HugoK
April 26th, 2007, 02:17 PM
Penso que este tem sido um problema gravissimo no desenvolvimento de Coimbra. A cidade e' demasiado cara e isso afugenta casais jovens que em Aveiro ou Leiria ou Viseu conseguem comprar casas muito mais baratas, ja' para nao falar na fuga para os arredores: Condeixa, Cantanhede, Lousa...

Nao me parece que esta tendencia venha a melhorar, pois os locais de construcao na cidade de Coimbra estao a ficar todos ocupados e depois so' ha' serras 'a volta! A limitacao que existe no concelho a que os novos predios tenham no maximo 7 andares faz com que os contrutores carreguem no uso de superficie e tentem maximizar ganhos faznedo predios "de luxo" (supostamente) para poderem cobrar mais.

é uma estupidez, eu ando à procura de casa em coimbra e só encontro ou casas velhas ou casas caras.. 30 e tal mil por um T2 é um roubo.
tou a pensar seriamente ir viver para fora do limite urbano :ohno:

Arpels
April 26th, 2007, 02:27 PM
:uh: bastante, se um T2 anda por esse preço imagino um T3 ou T4...

pedrodepinto
April 26th, 2007, 03:48 PM
:uh: bastante, se um T2 anda por esse preço imagino um T3 ou T4...

Não me surpreende... Desde cobrar €320 000 por um T3 com 100m2 :ohno:...

Arpels
April 26th, 2007, 04:00 PM
pois por isso se escolhe cada vez mais o suburbio :(

fernao
April 26th, 2007, 04:49 PM
é uma estupidez, eu ando à procura de casa em coimbra e só encontro ou casas velhas ou casas caras.. 30 e tal mil por um T2 é um roubo.
tou a pensar seriamente ir viver para fora do limite urbano :ohno:

Acredito Hugo e ate' tenho visto precos muito mais caros do que o q falas, tenho amigos meus compraram que T0 a 110.000 euros em Celas e outros que compraram T3 a mais de 300.000 euros na Solum... os jardins do Mondego tinham apartamentos a mais de 500.000 euros! O que e' certo e' que os venderam todos... Mas parece-me um roubo e alguem mete muito ao bolso - construtores, imobiliarias, etc...

Sinceramente, como isto esta' acho que nao vale a pena fazer grandes emprestimos para comprara casas acrissimas. Os juros subiram quase 60% em ano e meio e vao continuar a subir, por isso e' preciso cuidado.

Nao ando a comprar casa, mas a zona de Condeixa parece-me uma optima opcao para quem nao pode gastar muito dinheiro, jovens etc, a zona e' muito agradavel, tem bons acessos (estrada, embora nao tenha quaisquer trasnportes publicos para Coimbra), e um T3 decente (120m2) compra-se por 100.000-120.000 euros...

fernao
May 1st, 2007, 01:23 PM
continuando a seguir os artigos do Publico sobre habitacao, agora sairam os dados do Norte, excepto AMP.

"O valor médio de oferta por metro quadrado na região Norte1, dado pelas estatísticas Imométrica/LardoceLar.com, era de 898 euros, sendo os valores unitários de oferta de alojamentos familiares novos muito semelhantes aos dos usados, nomeadamente 893 e 901 euros/m2. De uma forma geral, os concelhos da região Minho-Lima eram os mais caros, com valores por m2 a variarem entre os 719 euros em Melgaço e os 1.426 euros em Vila Nova de Cerveira, e os do Alto Trás-os-Montes os mais baratos, com a oferta por m2 a oscilar entre os 555 euros em Vila Pouca de Aguiar e os 990 euros em Bragança.

A região do Ave era aquela que registava maior variabilidade dos valores de oferta entre concelhos, com uma amplitude de 1.023 euros/m2 entre o mínimo de Vizela (593 €/m2) e o máximo de Vieira do Minho (1.616 €/m2).

Em Braga, a principal bolsa de oferta habitacional do Norte, com 21% do volume total, o valor médio/m2 foi de 876 euros. Santa Maria da Feira, S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis, que em conjunto representavam 35% dos alojamentos em oferta do Norte, registaram valores médios/ m2 entre os 788 e os 838 euros. Norte recupera em termos homólogos.

O mercado habitacional da região Norte tem vindo a recuperar de uma fase de retracção por que passou de Novembro de 2005 a Abril de 2006. Durante esse período a evolução dos valores médios de oferta, dada pelo Índice Confi dencial Imobiliário, foi descendente. Desde Maio esse comportamento foi invertido, iniciandose um movimento de valorização só pontualmente interrompido. A evolução positiva do índice nesta última fase trouxe a taxa de variação média dos últimos 12 meses face aos 12 meses anteriores para 0,9%. Sendo uma taxa de valorização ainda em terreno negativo, tende a aproxima-se de valores positivos, tendo subido aproximadamente 0,5 pontos percentuais em cada um dos últimos três meses. De certa forma, esta é uma região em contra-ciclo face às outras regiões, onde a taxa de variação média
dos últimos 12 meses é positiva, mas em desaceleração.
A região Norte corresponde à NUTS II Norte, excluindo os concelhos da Área Metropolitana do Porto."

fernao
May 1st, 2007, 01:26 PM
http://i59.photobucket.com/albums/g320/fernao/precoscasasNorte.jpg

fernao
May 1st, 2007, 01:43 PM
Muito surpreendente o baixo preco das casas em Braga: 876 euros/m2!!!

Os precos das casas numa cidade de dimensoes semelhantes, por exemplo Coimbra, sao 67% mais elevados: 1461 euros/m2. Penso que isto pode explicar em parte a grande atractividade que Braga parece ter, especialmente para casais jovens.

Dando uma olhada por sites de imobiliarias pude confirmar que e' verdade, com muitos apartamentos abaixo dos 50.000 euros!!!

Um menor desenvolvimento economico do concelho de Braga talvez esteja na origem deste desfazamento, como demonstra a analise dos PIBs dos concelhos das capitais distritais:
- PIB per capita de Coimbra e' 33% superior ao de Braga (sendo que o preco das casas e' em media 67% superior em Coimbra...)

No entanto este suposicao nao se verifica na comparacao com outras capitais de distrito, pelo que atribuo a diferencas na forma como e' construida a cidade e a menor especulacao imobiliaria:

http://i59.photobucket.com/albums/g320/fernao/CapitaisordenadasporPIBtotal.jpg

Aveiro: 1111 euros/m2
Leiria: 915
Viseu: 942

Encaro isto como uma vantagem estrategica para Braga, pois impulsiona a atracao de casais jovens, que teriam de gastar o dobro na compra de casa para viverem em Coimbra, sendo que a habitacao e' uma das principais despesas dos casais jovens. No contexto regional do Centro, Coimbra e' 50% mais cara e logo menos atractiva na habitacao do que Aveiro, Leiria ou Viseu. No Norte, Braga consegue ser mais barata que Vila Real, Viana do Castelo e mesmo que outros concelhos vizinhos, sendo a maior cidade do Norte consegue ter precos mais baixos que a media da regiao, podendo atrair pessoas mesmo de concelhos rurais enquanto Coimbra afugenta os seus jovens para a periferia.

Arpels
May 1st, 2007, 01:48 PM
de facto bastante barato em comparação com outras cidades de identica dimenssão em Braga :uh:

fernao
May 1st, 2007, 01:59 PM
Santa Maria da Feira, S. João da Madeira e Oliveira de Azeméis, que em conjunto representavam 35% dos alojamentos em oferta do Norte, registaram valores médios/ m2 entre os 788 e os 838 euros.

Tambem muito surpreendente que estes 3 concelhos de quem ninguem fala contem com mais de 1/3 do mercado habitacional do Norte.

Na minha opiniao estes sao os verdadeiros motores do Distrito de Aveiro, tem grande dinamica industrial e empresarial e beneficiam da proximidade da AMP.

Arpels
May 1st, 2007, 02:11 PM
os preços revelam a condição periférica face a AMP desses 3 concelhos.

pedrodepinto
May 1st, 2007, 04:04 PM
de facto bastante barato em comparação com outras cidades de identica dimenssão em Braga :uh:

:yes:, mesmo mais barato que Bragança :uh:!

mynuster
May 1st, 2007, 04:36 PM
e isso atrai imensos estudantes para a cidade :yes:

Arpels
May 1st, 2007, 07:59 PM
sim mas os estudantes não compram casa normalmente, alugam enquanto estudam e depois se ficarem ai sim compram casa :dunno:

mynuster
May 1st, 2007, 08:11 PM
lá está.. as rendas tb n devem ser muito altas ;)

marcoaraujo
May 1st, 2007, 11:09 PM
Vim passar o fim-de-semana prolongado a Barcelona e reparei nalgumas montras de imobiliárias. Um T3 com 50m2 (deve ser um cubiculo autentico) com mais de 100 anos custa no minimo dos minimos 300 mil euros... Aqui são precisas 3 vidas para pagar a hipoteca da casa

O Prof Godin
May 1st, 2007, 11:29 PM
…então imagina em Coimbra…

marcoaraujo
May 1st, 2007, 11:55 PM
M2 já está a cair

Os preços da habitação nova começaram a cair em alguns pontos do país, no terceiro trimestre do ano, incluindo nas grandes áreas metropolitanas. Apesar da baixa, o Banco de Portugal afasta a hipótese de um «crash» no imobiliário nacional

http://i81.photobucket.com/albums/j219/marcoaraujo/F1-e031.jpg

A DESCIDA dos preços parece indiciar a esperada inversão do ciclo de alta no imobiliário, que já dura há 20 anos. Esta baixa afecta, sobretudo, os apartamentos, pois as moradias e os terrenos continuaram a valorizar-se. O valor médio dos apartamentos desceu 0,7% face ao trimestre anterior, com descidas superiores a 2% no Algarve e no Norte do país. Em contrapartida, o preço das moradias aumentou em todas as regiões, registando uma subida média de 2,0%, para o conjunto do continente.

Na Serra da Estrela, a descida dos preços da habitação foi de 13,3%, enquanto no Centro do país a quebra foi de 9,5%, no Baixo Mondego de 8,7%, e no Pinhal Interior Sul de 8,2%.

O preço do metro quadrado (m2) é calculado pelo INE com base nos valores médios das avaliações que os bancos usam para aprovarem o crédito à compra de habitação. Apesar da descida trimestral, os preços ainda estão cerca de 2,6% superiores aos praticados há um ano.

A Grande Lisboa e o Algarve continuam a ter os preços por metro quadrado mais altos. Uma habitação custa nestas regiões mais 28% e 22%, respectivamente, do que a média do continente. O Alentejo Litoral, com um valor 16% superior ao da média, é a terceira zona mais valorizada, ultrapassando a península de Setúbal.

De acordo com os dados do INE, o metro quadrado mais caro é dos apartamentos T1 (1468 euros), seguindo-se o dos apartamentos de luxo de tipo T5 ou mais (1430). Em contrapartida, é nos T3 que o metro quadrado é mais barato (1270). Nas moradias, a variação de preços é menor, não se afastando muito dos 1100 euros, independentemente do número de assoalhadas.

Em Lisboa, e para uma mesma tipologia, o preço por metro quadrado pode duplicar com o nível de acabamentos. No Porto, a diferença é ainda maior, chegando a atingir as duas vezes e meia.

Lisboa mantém-se com os preços médios por metro quadrado mais elevados (1831 euros), seguida de Oeiras e Cascais, com valores acima dos 1700 euros. Almada, Amadora e Loures aparecem imediatamente a seguir no «ranking» das cidades mais caras. Faro, Coimbra, Sesimbra e Alcochete fecham o Top 10, com valores acima dos 1485 euros. O Porto é apenas a 14ª cidade mais cara (1421 euros), ficando imediatamente atrás de Azambuja, Portimão e Évora.

Apesar da descida, os primeiros sinais de inversão do ciclo de alta do imobiliário, a hipótese de um «crash» parece afastada. «A situação no mercado imobiliário português tem características bastante diferentes das observadas actualmente noutros países europeus, pelo que não existem os mesmos factores de preocupação», disse ao EXPRESSO o governador do Banco de Portugal. Vítor Constâncio assegura que «o forte aumento da procura na década de 90, com taxas de juro historicamente baixas, foi parcialmente compensado pelo aumento na oferta de habitações, o que mitigou o efeito que a evolução da procura poderia ter sobre os preços».

marcoaraujo
May 2nd, 2007, 12:04 AM
Os preços das casas na cidade de Lisboa atingem valores exorbitantes, quando comparadas com outras zonas do País, como é o caso do Porto e cidades do Grande Porto. A diferença de preço é superior a 50% na maioria das tipologias e atinge os 65% no caso dos apartamentos T1.
De acordo com a consultora Prime Yield, – que partir de hoje e semanalmente, vai fornecer um índice de preços do mercado de habitação e do arrendamento – na cidade de Lisboa uma casa T0, com 45 metros quadrados (m2) de área, atinge um valor médio/m2 de 3.148 euros, enquanto que no Porto, o mesmo T0 apresenta 1.873, uma diferença de valores de 68%. Outro T0 custa 141 mil euros em Lisboa e no Porto desce para os 93 mil euros.
De acordo com o boletim residencial, a mesma diferença de preços é visível nas tipologias T1, cujos valores médios nas duas cidades apresentam uma diferença de valores significativa, com um custo superior de 65%. Nos T2 a diferença de preços entre as duas cidades é de 60%, nos T3 caiu para os 44%, e nos T4, tipologias com áreas de cerca de 200 m2, a diferença é apenas de 21%. Se compararmos os valores praticados nas cidades da área metropolitana de Lisboa e do Porto, a situação é semelhante. As cidades de Cascais, Oeiras e Sintra apresentam preços superiores aos praticados em Gaia, Matosinhos e Maia. Ou seja, enquanto um T3 custa 277 mil euros em Cascais, o mesmo apartamento custa apenas 176 mil euros se for adquirido em Gaia. Ou seja os preços médios apresentam diferenças entre as duas cidades de é de 57%.
A Prime Yield fornece um indicador do preço médio dos apartamentos na Grande Lisboa e Grande Porto, verificando-se que os valores são muito superiores na capital e zonas limítrofes.
Lisboa com forte valorização dos imóveis

As duas maiores cidades do País apresentam situações completamente diferentes quando se compara a evolução do índice preços dos apartamentos. Enquanto que em Lisboa é visível uma valorização constante dos preços praticados, no Porto o comportamento é negativo, verificando-se mesmo uma quebra dos preços. Uma situação que comprova que a cidade do Porto há muito tempo deixou de ser opção para a compra de habitação, com os seus habitantes a transferirem-se para as cidades da área metropolitana. Esta situação é comprovada com a evolução verificada nos principais concelhos da Área Metropolitana do Porto onde é visível que, de uma forma geral, os preços aumentaram entre 2005 e 2006, com grande evidência para Matosinhos. Salvo o caso da Maia onde os preços apresentaram uma queda acentuada nos últimos meses. Na AML, os concelhos de Cascais e Oeiras apresentam uma valorização positiva bastante acentuada. No caso do concelho de Sintra, os preços apresentam uma ligeira quebra