View Full Version : OGMA assina contrato de 5 anos com fabricante suíço Pilatus


traveler
July 19th, 2007, 03:19 AM
Indústria
OGMA assina contrato de 5 anos com fabricante suíço Pilatus
A OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal, através da sua área de negócios de Aeroestruturas, anunciou hoje a assinatura de um acordo de cinco anos com o fabricante aeronáutico suíço Pilatus que poderá gerar um volume de negócios superior a 60 milhões de euros.


A empresa explica que este contrato compreende "a montagem completa da fuselagem, asas, estabilizador vertical, leme de direcção, integração de sistemas, cablagens e carenagens em material compósito do avião monomotor, Pilatus PC-12".

A aeronave Pilatus PC-12, cuja capacidade pode ir até nove passageiros, oferece múltiplas configurações, tais como transporte de carga, vigilância aérea, serviço de ambulância e transporte executivo.

"A OGMA, através da sua área de negócios de Aeroestruturas, assinou um novo contrato com o fabricante aeronáutico suíço Pilatus. O contrato, com um período mínimo de cinco anos (...) tem potencial para gerar um volume de negócios de mais de 60 milhões de euros", refere a OGMA em comunicado.

O segmento de Aeroestruturas compreende a fabricação e montagem de componentes para estruturas de aviões e helicópteros e representa mais de 20% dos negócios da OGMA.

[16-07-2007] [ Tiago Figueiredo Silva, Diário Económico ]

pedrodepinto
July 19th, 2007, 12:47 PM
A OGMA-Indústria Aeronáutica de Portugal, através da sua área de negócios de Aeroestruturas, anunciou hoje a assinatura de um acordo de cinco anos com o fabricante aeronáutico suíço Pilatus que poderá gerar um volume de negócios superior a 60 milhões de euros.

Excelente notícia :okay:!

Arpels
July 19th, 2007, 01:12 PM
mto bem embora temporario...

fred_mendonca
July 19th, 2007, 04:24 PM
As OGMA estão a trabalhar bem! :applause:

pedrodepinto
July 19th, 2007, 11:41 PM
As OGMA estão a trabalhar bem! :applause:

Sem dúvida :okay:!

traveler
April 24th, 2008, 02:48 AM
Ogma ganha dois contratos de componentes para a Embraer
Acordo permite aumentar facturação em 3,5 milhões de euros por ano, mas não prevê criação de novos postos de trabalho.


[22-04-2008] [ Raquel Almeida Correia, Público ]

A Ogma - Indústria Aeronáutica de Portugal fechou dois contratos de produção de componentes de aviação com a fabricante brasileira Embraer que vão permitir à empresa facturar mais 3,5 milhões de euros por ano. O objectivo é aumentar o peso do negócio de fabrico de compósitos, encontrando-se em negociações para ganhar mais encomendas.
O primeiro contrato, assinado em Novembro do ano passado, está avaliado em 1,7 milhões de euros anuais. As primeiras peças, destinadas aos aviões 170 e 190, vão ser entregues ainda em Abril. O segundo, que aumenta o volume de negócios da Ogma em 1,8 milhões de euros por ano, foi estabelecido em Fevereiro. A encomenda, que abrange componentes para os modelos ERJ 145 e Phenom 100, vai chegar à Embraer em Agosto.
A aposta da fabricante brasileira, que detém 70 por cento da Airholding, dona de 65 por cento da Ogma, "é essencial para cumprir o objectivo de expandir a área de produção", afirmou ao PÚBLICO Cezar Lima, director de vendas e de desenvolvimento de negócio da empresa aeronáutica portuguesa.
O fabrico de peças, sob a alçada da divisão de aeroestruturas, representa, actualmente, 25 por cento das receitas totais, sendo ultrapassado pela manutenção de aviões de defesa (34 por cento) e de motores (34 por cento). A meta é atingir 35,1 milhões de euros de volume de negócios em 2008, mantendo a estrutura actual, uma vez que a Ogma não pretende crescer em termos de postos de trabalho no curto prazo.
Estes dois contratos representam "o primeiro passo para a Ogma estar dentro da Embraer", uma conquista que "aumenta as probabilidades de novas encomendas", referiu o responsável. A fabricante brasileira anunciou, recentemente, o lançamento de dois novos aviões (o Midsize Jet e o Midlight Jet), cuja produção deverá ficar concluída no segundo semestre de 2012 e de 2013, respectivamente.
Está também em fase de estudo a entrada da empresa portuguesa, detida em 35 por cento pelo Estado, na cadeia de abastecimento do cargueiro militar C390, cuja data de introdução no mercado ainda não foi decidida. A Ogma já fez uma proposta aos accionistas brasileiros e aguarda, agora, por uma resposta. Cezar Lima apela ao "envolvimento do Governo português", que esteve em conversações com a fabricante para assegurar investimento na aeronáutica nacional, para que haja uma decisão em breve.
Para já, a Ogma trabalha peça a peça, mas o plano é começar a produzir sistemas integrados, que têm mais valor acrescentado e, portanto, podem ser vendidos a preço mais elevado. Passada essa fase, a intenção é deixar de fabricar unicamente projectos de terceiros e usar as suas capacidades de engenharia para desenhar e produzir os seus próprios compósitos. É precisamente este tipo de encomendas que está a tentar negociar, não só com a Embraer, como também com a fabricante de aviões suíça Pilatus, com a qual pretende aumentar o número de contratos este ano.

3,5
é o valor, em milhões de euros, que a Ogma irá facturar anualmente em resultado dos dois contratos obtidos