View Full Version : PROJECTOS COIMBRA: imagens/renders (II)
daniel322 September 22nd, 2007, 10:33 PM PROJECTOS COIMBRA: imagens/renders (I)
(http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=443602)
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Projectos Coimbra
Metro Mondego
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Hospital Pediátrico de Coimbra - Em execução
Renders:
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Estado das obras:
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Polo de Ciências da Saúde - Em execução
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Centro de Tecnologias Nucleares
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Unidade Central do Polo de Ciências da Saúde
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Biblioteca
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Faculdade de Psicologia da UC (Polo II)
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Projecto - Cannata&Fernandes (http://www.cannatafernandes.com/proj138.html)
Conservatório Municipal
Projecto 1
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Projecto 2
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Projecto - Cannata&Fernandes (http://www.cannatafernandes.com/proj152.html)
Eixo Praça 8 de Maio - Rio Mondego (Avenida Central) - Em execução
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4ª e 5ª Fase do Programa Polis - Em execução
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Academia Briosa XXI\Dolce Vita - Concluída
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Coimbra iParque - Em execução
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CinemaCity - Projecto suspenso
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Guarda Inglesa - Tribunais(?)
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Palácio da Justiça de Coimbra
Guarda Inglesa - Actuais instalações dos SMTUC
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Estação Intermodal - Utopia
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Centro de Congressos - Convento de S. Francisco
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World Trade Center Coimbra - Rejeitado
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Museu Nacional Machado de Castro - Em fase de conclusão
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Informação sobre a intervenção (http://www.ipmuseus.pt/pt/iniciativas/I27058/TA.aspx)
Projecto de Gonçalo Byrne (http://www.byrnearq.com/?lop=projectos&list_mode=1&id=1f0e3dad99908345f7439f8ffabdffc4)
Museu do Convento de Santa Clara - Em fase de conclusão
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/DSC04436-1.jpg
Execução do Plano de Pormenor do Eixo Portagem/Av. João das Regras
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Troço Norte da Circular Externa de Coimbra - Em execução
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Reabilitação da Rua da Sofia
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Projecto - Cannata&Fernandes (http://www.cannatafernandes.com/proj139.html)
Galeria Subterrânea - Projecto recusado
Ruas Visconde da Luz e Ferreira Borges
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Nova Estação Coimbra B e reconversão da zona da Casa do Sal
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Coimbra, Parque Aventura - Projecto Hipernatura (Continente)
Construção de jardim junto ao quartel dos Bombeiros Sapadores no Vale das Flores
http://www.miscode.net/clientes/hipernatura/img_upload/mapa_coimbra.jpg
http://www.miscode.net/clientes/hipernatura/img_upload/coimbra4.jpg
ITeCons - Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico em Ciências da Construção - Em execução
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Estado das obras
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IFEUC - Instituto de Formação de Empresários da UC
Localizado no futuro Hotel Montebelo - Olivais
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Projecto de Urbanização na Envolvente do Forum Coimbra
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Staples Office Center - Em construção
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Pedrulha Retail Park
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Residência Geriátrica Montepio
Quinta da Romeira
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Quinta da Portela
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Condomínio Zen - em fase de conclusão
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ZEN - Condomínio Privado
Condomínios da Portela - Em construção
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Casa Branca - Em execução
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Edifício Namora - Em fase de conclusão
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Voimarães Residence
Celas
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Ideal do Arnado
O projecto "Ideal do Arnado" assenta na reconversão de uma antiga unidade industrial para um complexo de várias valências. Habitação, comércio e serviços vão nascer neste edifício de reconhecido valor arquitectónico, com uma localização excepcional na cidade de Coimbra.
Situado junto ao Rio Mondego, junto à Estação Nova, este será um local privilegiado da cidade, tendo em consideração o projecto de reconversão urbanística previsto para esta zona da cidade.
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Casal Ferrão
Casal Ferrão é um loteamento localizado na Estrada de Eiras, junto à Estação Velha.
É constituído por três edifícios autónomos, para habitação, com tipologias diversificadas e contempla ainda espaços comerciais.
A requalificação da Estação Velha vai reabilitar todo o espaço urbano envolvente, aumentando a centralidade, com a construção de Hotel, Centro de Congressos, Pavilhão Multiusos, Residência Universitária, Complexo de Saúde, Comércio e Serviços.
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Urbanização da Quinta da Fonte da Cheira
Localização:
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Renders:
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Bairro da Misericórdia
Conchada
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Projecto - Vasco da Cunha (http://www.vascodacunha-projectos.pt/arquitectura/projecto.asp?ID_nome_projecto=27)
Loteamento habitacional em Eiras
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Projecto - Vasco da Cunha (http://www.vascodacunha-projectos.pt/arquitectura/projecto.asp?ID_nome_projecto=44#)
Urbanização Alto do Sol - Em fase de conclusão
Pedrulha
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Quinta de S. Tomé
Condeixa
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Residências Argus - Em construção
Ribeira de Frades
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Colina das Bicas
Taveiro
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Mirador Coimbra
Planalto de Santa Clara - Junto ao Forum Coimbra
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Celas Plaza e Studio Residence Celas - Concluídos
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Edifício de habitação e comércio
Solum - Junto ao Estádio
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Localização
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Projecto - Alberto da Silva (http://www.albertodasilva.com/solumcoimbra)
Elísio de Moura Plaza - Em fase de conclusão
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pedrodepinto September 22nd, 2007, 10:41 PM Excelente trabalho :okay:, ainda que com algumas repetições!
fred_mendonca September 22nd, 2007, 10:44 PM É uma súmula do thread anterior!
pedrodepinto September 22nd, 2007, 10:53 PM Tem várias fotografias iguais do hospital ;)...
daniel322 September 22nd, 2007, 10:55 PM Tem várias fotografias iguais do hospital ;)...
já corrigi ;)
Arpels September 23rd, 2007, 12:02 AM stickado :) tens ai uns projectos bem interessantes :yes:
daniel322 September 23rd, 2007, 12:25 AM stickado :)
:sly:
Reflex September 23rd, 2007, 12:44 AM Agora sim, stickado!;)
daniel322 September 23rd, 2007, 12:49 AM obrigado ref ;) já agora, se quiserem podem retirar o thread inicial pois o arps já o encerrou..
Arpels September 23rd, 2007, 12:52 AM k raio, mas eu tenho a certeza de ter carregado em sticky :sly:
Lourenco September 23rd, 2007, 06:00 AM Boa compilação Daniel! :okay:
Só é pena que alguns projectos apareçam repetidos, como a estação intermodal ou os cinemas na Triunfo. ;)
Renders do edifício IteCons
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daniel322 September 23rd, 2007, 12:08 PM Só é pena que alguns projectos apareçam repetidos, como a estação intermodal ou os cinemas na Triunfo. ;)
:S tb já corrigi.. sabes o problema é que já tinha feito um update na 1a página do thread inicial e não me lembrei disso ao fazer este novo..
esse edifício que colocaste é onde?
Lourenco September 23rd, 2007, 05:19 PM esse edifício que colocaste é onde?
No Pinhal de Marrocos, junto ao IPN. ;)
daniel322 September 23rd, 2007, 05:21 PM hmm.. o que me estava a fazer confusão são os blocos atrás do IteCons.. será que são as residencias do ipc?
Lourenco September 24th, 2007, 01:39 AM hmm.. o que me estava a fazer confusão são os blocos atrás do IteCons.. será que são as residencias do ipc?
Penso que são as residências do IPC e o IPN. ;)
daniel322 September 24th, 2007, 02:49 AM Os clubes instalados no Posto Náutico do Choupalinho deverão mudar para os novos pavilhões em meados do próximo mês, mas as condições técnicas das instalações merecem-lhes alguns reparos
Em causa estão alterações e correcções infra-estruturais, consideradas de pouca complexidade de execução, mas que se não forem feitas trazem grandes dificuldades logísticas na prática dos desportos náuticos.
Em carta enviada a João Rebelo, vice-presidente da Câmara e administrador da Coimbra Polis, os três clubes - Secção de Desportos Náuticos da Associação Académica de Coimbra (SDN-AAC), Clube Fluvial de Coimbra e Clube do Mar de Coimbra – enumeram 11 falhas.
Luís Maricato, vice-presidente da SDN-AAC, espera que haja «alguma flexibilidade» da parte da Coimbra Polis, uma vez que as rectificações não acarretam custos de maior. «Numa obra de seis milhões de euros, estamos a falar em 50 mil euros, menos de 1%», observa.
Uma das questões que mais preocupa o dirigente da secção diz respeito à protecção do parqueamento de embarcações. «É impossível colocar tudo dentro dos hangares. No nosso caso, três atrelados terão que ficar no exterior, onde não existe qualquer vedação. Mas a situação da vela é ainda mais complicada, porque os barcos têm os mastros montados», explica.
Maricato espera ainda que seja construído um pontão de embarque, pois a solução actual é provisória. Esta será, admite, a intervenção mais cara, uma vez que ronda os 20 mil euros. «O pontão que existia foi rio abaixo nas cheias de 2001, e a Coimbra Polis pretende apenas colocar um degrau», adianta, reforçando a necessidade de uma estrutura com pelo menos três metros de largura. Diz também ser inconcebível que uma estrutura desta natureza não disponha de uma sala de musculação. «Nenhuma modalidade funciona sem um espaço desses», reforça, dando conta que até as precárias instalações do Posto Náutico do Choupalinho têm uma sala para treino de força.
Apesar das diversas tentativas, o Diário de Coimbra não conseguiu obter um comentário de João Rebelo às exigências das colectividades.
http://www.coimbrapolis.pt/imagens/img_menu2_5_2_mapa.jpg
são os pontos 5,6 e 7
Lourenco September 24th, 2007, 03:18 AM A Câmara Municipal de Coimbra parece estar interessada em trazer, para a zona da Portela, um campo de golfe inspirado num conceito posto em prática, há cerca de dois anos, em Espanha – o de campo natural (ou ecológico), existente em Quijorna, localidade próxima de Madrid –, que procura preservar o meio ambiente, através de um consumo de água muito inferior ao que é exigido por um campo de golfe convencional e sem recorrer a agro-químicos.
Este último aspecto será um dos que mais vai influenciar o modelo a seguir na construção do campo de golfe em Coimbra, já que a localização prevista, na várzea junto à Ponte da Portela, fica a montante da estação elevatória de captação de águas para a cidade. O que obriga a redobrados cuidados ambientais.
Ainda numa fase de estudo, o vereador do Desporto, Luís Providência, e o vice-presidente da autarquia, João Rebelo, deslocaram-se, na semana passada, a Madrid – por proposta de privados interessados em adaptar aquele modelo de campo natural a vários concelhos em Portugal –, para conhecerem diferentes infra-estruturas de golfe, com vista a escolherem aquela que, porventura, melhor sirva Coimbra.
Foram dois dias intensivos, acompanhados pelo Diário de Coimbra, que compreenderam visitas a sete campos, guiadas por três empresários do desporto, que são também professores de Educação Física: José Charro (presidente da direcção do Clube Infante de Montemor-o-Velho), Dimas Pinto (consultor em equipamentos desportivos com empresa em Santo Tirso) e Paco López (fundador do QuijornaGolf).
O vereador do Desporto gostaria, ainda, de importar para Coimbra outra característica do QuijornaGolf: a de campo acessível a todos os cidadãos, servido por uma «uma escola que permita ganhar novos praticantes para a modalidade».
«Em função da área que conseguirmos disponibilizar para este projecto, teremos de procurar conciliar estas duas perspectivas: a preocupação ambiental e a filosofia de democratização do golfe», afirma Luís Providência.
Notícia completa: Diário de Coimbra (http://www.diariocoimbra.pt/16360.htm)
Já era tempo de Coimbra investir neste nicho do mercado turístico...
Arpels September 24th, 2007, 11:09 AM não existe nenhum campo de golfe na região:?
Lourenco September 24th, 2007, 01:44 PM não existe nenhum campo de golfe na região:?
Existe um de 9 buracos na Curia e um de 18 buracos em Viseu. Vão surgir mais dois campos de 18 buracos na Mealhada e em Montemor e o de Viseu irá ser ampliado para 27 buracos.
Em Coimbra, para além deste na Portela, irá ser criado um outro no iParque, com 9 buracos. :)
Portvscalem September 24th, 2007, 09:36 PM a torre de vidro é bestial!!!!
Lourenco September 25th, 2007, 12:03 AM Residência Geriátrica Montepio (108 camas) - Quinta da Romeira
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/1.jpg
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Uma outra notícia:
O Conselho de Administração do Centro Hospitalar de Coimbra (CHC) vai avançar com o projecto de construção de um novo edifício que irá acolher todo o internamento do Hospital Geral (Covões).Citado pelo Diário As Beiras, Rui Pato, presidente do Conselho de Administração do CHC, revelou que o plano funcional para o futuro edifício já está a ser elaborado. Naquele imóvel ficará concentrado o internamento dos diversos serviços do Hospital dos Covões, prevendo-se que os trabalhos tenham início em Janeiro do próximo ano.
Fonte: Portugalmail Notícias
Arpels September 25th, 2007, 12:47 AM simplesinho mas interessante sim sr :yes: em termos de hospital a cidade esta bem servida.
daniel322 September 25th, 2007, 12:50 AM isso não é um hospital.. uma Residência Geriátrica é tipo um lar de 3ºa idade..
mas em termos de hospitais coimbra não se pode queixar.. apenas o hosp. dos covôes é que não tem as condições desejáveis, mas olhando para o panorama nacional...
Arpels September 25th, 2007, 12:56 AM sim é como um lar onde os velhotes são assistidos pelos médicos e enfermeiros.
pedrodepinto September 25th, 2007, 04:10 PM Parece-me muito agradável :okay:!
Mr Strangelet September 25th, 2007, 07:40 PM Acho muito bem que o world trade center tenha sido recusado...é muito razinho....falta ali uma torre:D
Lourenco September 25th, 2007, 08:04 PM Acho muito bem que o world trade center tenha sido recusado...é muito razinho....falta ali uma torre:D
Uma torre? Era bom era... Até para fazer 2 prédios de 7 andares é uma complicação nesta cidade! :ohno:
Sete pisos onde PDM prevê cinco
Após uma longa mas pacífica discussão, a maioria dos veradores da Câmara de Coimbra aprovou, anteontem, a construção de dois prédios com sete pisos, numa zona do centro da cidade onde, segundo os próprios serviços da autarquia, o número previsto no Plano Director Municipal "não deveria exceder os cinco".
Só os vereadores Pina Prata (PSD) e Luís Vilar (PS) se abstiveram na votação da proposta formulada pelo técnico Fernando Rebelo, a pedido do promotor imobiliário Obrecol. Vilar chegou a ironizar - "Mais piso, menos piso... Maldito PDM!" - e até confessou ter "muitas dúvidas sobre a legalidade disto tudo", mas acabou por não votar contra a proposta, que veio alterar o que fora acordado inicialmente entre o promotor e a Câmara.
Coube ao vereador com o pelou do urbanismo, João Rebelo, justificar a proposta para a unidade de execução da Quinta da Fonte da Cheira, em terreno que fica entre o antigo ITAP (zona das Nogueiras) e a passagem de nível junto da Rotunda das Palmeiras.
Segundo João Rebelo, o promotor imobiliário propôs-se construir mais dois pisos do que os previstos anteriormente, mas diminuindo a área de implantação dos prédios. Logo, a área bruta de construção autorizada pelo PDM não será ultrapassada, assegurou o vereador.
A proposta de Fernando Rebelo, por outro lado, refere que, apesar de se tratar de uma zona classificada como R2.5 no PDM, este "prevê a possibilidade de alteração para mais ou menos dois o número máximo de pisos, desde que justificado por estudos de conjunto".
A alteração aprovada pela Câmara diz respeito à construção de dois imóveis com sete pisos, mas a respectiva unidade de execução prevê mais alguns para o mesmo terreno, entre o Bairro da Solum, onde se têm construído prédios mais altos, e o Bairro Norton de Matos, composto por casas de um ou dois andares.
Mas ainda bem que a situação ficou já definida, ou ainda tínhamos outros "Jardins do Mondego"...
daniel322 September 25th, 2007, 08:06 PM Quinta da Fonte da Cheira é aquela urbanização junto à linha da lousã?
Lourenco September 25th, 2007, 08:45 PM Quinta da Fonte da Cheira é aquela urbanização junto à linha da lousã?
Sim, é a urbanização entre o ITAP, a rotunda das Palmeiras e a Estrada da Beira. ;)
O Prof Godin September 25th, 2007, 09:27 PM …qualquer dia a cidade (centro) explode com tanta gente cá dentro…Bummm…
O Prof Godin September 25th, 2007, 09:30 PM …já agora, em vossa opinião, onde se poderia construir em altura em Coimbra?…sem javardice claro…
O Prof Godin September 25th, 2007, 09:32 PM Residência Geriátrica Montepio (108 camas) - Quinta da Romeira
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/1.jpg
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Uma outra notícia:
Fonte: Portugalmail Notícias
…esta notícia deixa-me uma dúvida: Já existe uma clínica da Cáritas Diocesana aqui nesta zona. Será uma ampliação?
Lourenco September 25th, 2007, 10:16 PM …já agora, em vossa opinião, onde se poderia construir em altura em Coimbra?…sem javardice claro…
Caso se confirme a saída do CoimbraShopping e da Makro da localização actual, seria o sítio ideal para construir em altura em Coimbra. É uma zona plana, moderna, com boas acessibilidades, mesmo à saída da Ponte Europa... De resto, só mesmo na Portela.
Mas construção em altura em Coimbra parece-me, a médio prazo, uma perfeita utopia.
Não creio que a residência geriátrica do Montepio esteja relacionada com a Cáritas. ;)
daniel322 September 26th, 2007, 12:52 AM …já agora, em vossa opinião, onde se poderia construir em altura em Coimbra?…sem javardice claro…
zona da fucoli.. partindo do principio que é verdade a empresa estar "de malas e bagagens" para taveiro
... e concordo com o lourenço, na zona da solum caso o continente e a makro deixem a zona.. mas como o PDM não permite..
Lourenco September 27th, 2007, 01:06 AM Arregaça avança
O projecto da nova Arregaça está, agora sim, perto de se tornar numa realidade, depois de, finalmente, ter sido ontem publicado em Diário da República.
O projecto da nova Arregaça recebeu, ontem, depois de tantos avanços e recuos nos últimos anos, o “empurrão” que faltava, com a publicação do projecto em Diário da República. A decisão da Câmara de Coimbra, aprovada em Assembleia Municipal a 8 de Fevereiro de 2006, em suspender o Plano Director Municipal na zona da Arregaça, para então concretizar a intervenção naquele local, recebeu agora “luz verde” oficial do Conselho de Ministros, que na prática termina com os entraves para as obras no terreno.
Segundo o documento, “a suspensão parcial do PDM Coimbra [na zona da Arregaça] fundamenta-se na verificação de circunstâncias excepcionais, resultantes da alteração significativa das perspectivas de desenvolvimento económico-social local, nomeadamente a da necessidade de valorização e qualificação urbano-ambiental da zona, que se assume como elemento essencial da estrutura verde do município”.
Recorde-se que, com este projecto, o rosto da Arregaça será radicalmente alterado, com o nascimento de novas estruturas urbanísticas, que incluem a reestruturação profunda do campo de jogos do U. Coimbra. Este é, aliás, uma “ferramenta” há muito considerada essencial, pela direcção unionista, para que seja ultrapassada a grave crise financeira que o histórico conimbricense actualmente atravessa.
Empresa de Pombal na pole-position
Segundo publicou o DIÁRIO AS BEIRAS, meses atrás, uma empresa de construção civil sediada em Pombal já terá chegado a acordo para a concretização do projecto. No entanto, a Comissão de Acompanhamento anunciou, em Assembleia-Geral, a existência de mais propostas, neste caso uma que representaria o pagamento de 1,1 milhão de euros (700 mil para o terreno e o restante para obra), mais o projecto na ordem dos 100 mil euros, e outra, mais baixa (menos 50 mil euros), que prevê um preço a combinar para o projecto. De qualquer das formas, este seria o passo há muito aguardado, que evitaria o colapso a médio prazo do U. Coimbra.
Um projecto revolucionário
O desenho da nova Arregaça, da autoria de Pedro Santos (da mesma equipa de projectista do Estádio Cidade de Coimbra), contempla a construção de um campo sintético, uma bancada de 300 lugares cobertos, novos balneários, sala de musculação e fisioterapia, um auditório e um espaço para a sede social do histórico conimbricense. No local anteriormente ocupado pelos campos de basquetebol do clube, vão nascer dois prédios. A duração dos trabalhos prevista é de dois anos.
Fonte: as Beiras (http://www.asbeiras.pt/?area=desporto&numero=49563&ed=26092007)
daniel322 September 27th, 2007, 01:20 AM até que enfim :applause:
Lourenco September 27th, 2007, 02:27 PM zona da fucoli.. partindo do principio que é verdade a empresa estar "de malas e bagagens" para taveiro
A saída da Fucoli para a periferia da cidade é daquelas notícias que já ouço falar há tanto tempo que já tenho dificuldades em acreditar...
Era um bom local, por exemplo, para a loja IKEA de Coimbra... :)
Já agora, gostava de saber a opinião do Prof Godin relativamente aos locais onde se poderia construir em altura em Coimbra. ;)
O Prof Godin September 28th, 2007, 01:09 AM …não é fácil responder, sobretudo por causa dos cones de sombra projectada…mas parece-me que na Portela - Polo II - teria sido o espaço apropriado…fazia um contraponto com a Torre da Universidade, e libertava o solo para zonas verdes…agora a função e a altura…não sei…
daniel322 September 28th, 2007, 05:41 PM O Reitor Seabra Santos diz que «a intenção é dotar o pólo II de zonas que possam servir a população universitária, embora não se exclua outro tipo de espaços comerciais, de serviços e escritórios». Futuramente, será a vez da habitação
A Universidade de Coimbra (UC) vai conceder a exploração de oito espaços comerciais no edifício da Unidade Pedagógica Central do pólo II, junto a vários departamentos da Faculdade de Ciências e Tecnologia, bem como – no futuro – da Faculdade de Psicologia e de Ciências de Educação e da Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física, que ali serão construídas.
Aqueles espaços, segundo já foi divulgado, em anúncios publicados na imprensa, destinam-se preferencialmente a actividades de interesse público e de adequação universitária.
Inscrevem-se nesta definição o comércio a retalho de artigos de papelaria, livros jornais e revistas, estabelecimentos não especializados com predomínio de produtos alimentares, comércio a retalho de produtos farmacêuticos, médicos, cosméticos e de higiene, além de actividades informáticas.
Segundo o reitor da UC, Fernando Seabra Santos, «a intenção é dotar o pólo II de zonas que possam servir a população universitária, embora não se exclua outro tipo de espaços comerciais, de serviços e escritórios».
Até ao momento, bares e papelarias são o tipo de comércio que mais se faz dentro das faculdades, havendo ainda, nalguns casos, dependências bancárias.
Seabra Santos observa que o pólo II é «um espaço de cidade que tem de ter valências escolares e de outro tipo, entre as comerciais – à frente do Departamento de Engenharia Civil vai existir também uma vertente comercial, que ainda não está construída, porque faltou financiamento – e habitacionais.
É que, recorda, «no plano de pormenor do pólo II estão, também, previstas zonas de habitação (em 3% da área de construção)», embora ainda não esteja definido o modelo a adoptar: se construir e vender; se atribuir para construção.
De acordo com os termos do concurso para exploração de zonas comerciais no edifício da Unidade Pedagógica Central do pólo II, esses espaços poderão ser explorados individualmente ou em conjuntos de dois ou de três espaços.
Os proventos resultantes serão usados, pela Reitoria, para a manutenção dos edifícios e dos espaços do pólo II.
Fonte: Diário de Coimbra
espero é que, como de costume, não se esqueçam do estacionamento e áreas de lazer pois se já agora é difícil estacionar imagino depois de ter comercio e habitação..
Arpels September 28th, 2007, 05:51 PM manda mail pa lembrar :yes:
O Prof Godin September 28th, 2007, 10:00 PM …eu nunca pensei muito nisto desde o concurso de 1988/89, em que entrei…mas hoje penso que está tudo errado…
A culpa não é dos arquitectos (o não sei quantos e a Mercês Vieira - os mesmos do Polis…???!!!), Para se não ser desclassificado, era necessário cumprir o programa…e o programa levava, quase sempre, a soluções idênticas. Pena não terem feito uma exposição, com catalogo, com as propostas concorrentes…
…aquilo não é nem campus, nem cidade. Parece uma prisão de alta segurança com vários blocos…
Aka September 29th, 2007, 03:10 AM José Eduardo Simões quer um estádio novo
Um novo estádio com capacidade para cerca de 12 a 13 mil espectadores. Foi este o desafio lançado por José Eduardo Simões, anteontem à noite, durante a Grande Gala da Académica, no Casino do Estoril. O presidente da Briosa começou por recordar os elevados custos de manutenção que envolvem o Estádio Cidade de Coimbra para assim justificar essa obra, cujo apoio pediu a todos os académicos.
Ao Diário de Coimbra, José Eduardo Simões explicaria que uma coisa é a manutenção regular da estrutura, outra bem diferente são as obras que serão necessárias a médio/curto prazo e para as quais a Académica não terá dinheiro. «Falo por exemplo de mudar todas as cadeiras, reparar a cobertura ou arranjar o tartan», acrescentou o líder academista, reconhecendo que são obras cuja necessidade inevitavelmente aparecerá nos próximos anos. No novo estádio, explica, esses custos seriam substancialmentre inferiores («um quarto ou um quinto dos que implica um estádio com a dimensão do actual», disse), logo suportáveis pelo emblema conimbricense. Nesta fase, José Eduardo Simões prefere não adiantar mais pormenores sobre o projecto e sobre a sua eventual localização, mas garante que em breve voltará a abordar o assunto.
O presidente da Académica, no seu discurso, revelou ainda que a Academia Briosa XXI, cujas imagens exibiu às cinco centenas de academistas presentes, vai ser inaugurada até ao final do ano e aproveitou para convidar o secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Laurentino Dias, para marcar presença nessa cerimónia. Adiantou ainda que aí será criada uma escola de guarda-redes que terá como principal responsável Pedro Roma.
Mas a noite foi, essencialmente, de homenagem à Académica e aos académicos. «Isto é uma obra que não existe em lado nenhum do mundo», dizia José Eduardo Simões, referindo-se aos 160 atletas da Briosa que terminaram cursos superiores e aos dois já doutorados (José Belo deverá ser, em breve, o terceiro).
A gala, que anualmente é organizada pela Casa da Académica em Lisboa, foi este ano co-
-organizada pela Direcção-Geral da AAC e pelo Organismo Autónomo de Futebol, enquadrando--se nas comemorações dos 120 anos da AAC. Como resumiu Joel Vasconcelos, presidente da Assembleia Magna da AAC e líder da comissão que organizou as comemorações dos 120 anos «ser da Académica é algo de inexplicável».
«O quanto, como e de que forma é que cada um sente a Académica é individual e talvez seja do adn que cada um de nós bebeu ou absorveu na nossa Coimbra. A irreverência, a genuidade, a procura da justiça, a disponilbidade para lutar sempre por um mundo livre e solidário. É assim a nossa Académica, foi assim e espero que seja para sempre, única e diferente», afirmou o dirigente estudantil no arranque de uma noite que terminaria já de madrugada após uma série de homenagens, todas elas muito sentidas pelos academistas presentes.
A gala foi conduzida por Andreia Madeira (directora de Comunicação da Briosa) e por Jorge Gabriel (que acumula a sua carreira de apresentador televisivo com a de técnico de futebol) e terminou com a apresentação do hino da Briosa, que como ontem anunciámos tem música de José da Ponte e letra de Tiago Torres da Silva.
João Luís Campos
in Diário de Coimbra
Vai uma aposta que o estádio ainda fica pronto antes da Arregaça, que a Câmara vai pagar tudinho mais a manutenção e que a AAC nem vai ter voto na matéria?
Este homem, este homem........
Lourenco September 29th, 2007, 04:24 AM Não acredito que se façam mais estádios em Coimbra nos próximos anos... Nem há necessidade disso!
Então e depois o actual estádio servia para que? Para os jogos contra os grandes e 1 ou 2 concertos por ano? :nuts:
coimbra September 29th, 2007, 01:49 PM Isto para mim é claro como água; a ideia é ridícula, o que ele quer é assustar a Câmara de modo a convencê-la a pagar as obras mais dispendiosas na manutenção do Estádio Cidade de Coimbra...
Aka September 29th, 2007, 02:08 PM Se bem que chega a ser bem constrangedor ver 6.000 pessoas num estádio com 30.000 lugares e muitas delas lá à borla.
HugoK September 29th, 2007, 02:17 PM "Elevados custos de manutenção"? Mas a manutenção é a cargo da autarquia :dunno:
daniel322 September 29th, 2007, 03:59 PM Estádio novo?.. :sly: Então e o que fazem ao Estádio Cidade de Coimbra?.. e ao Estádio Municipal Sérgio Conceição?.. E as obras prometidas na Arregaça e no Santa Cruz?..
Só se pensa em estádios neste país.. :ohno:
gostava de saber se clubes como o Guimarães, Braga ou até mesmo Leiria e Beira-Mar se queixam de ter estádios grandes.. há aqui qq coisa mal contada..
Aka September 29th, 2007, 04:23 PM "Elevados custos de manutenção"? Mas a manutenção é a cargo da autarquia :dunno:
Negócios muito bonitos com TBZ, Finibanco e afins. Coisas muito mal contadas entre a Câmara e o OAF. Enfim... quem está metido nos Jardins do Mondego..........
daniel322 September 29th, 2007, 05:50 PM no discurso de inauguração do estádio foi dito que em Coimbra iriam haver no mínimo 2 eventos de médio/grande nível anualmente (mais especificamente concertos) para que o estádio pudesse ser rentabilizado.. desde que foi inaugurado apenas lá foram os rolling stones e o george michael.. e umas feirecas..
não fazem nada, não se mexem e agora querem que o dinheiro caia do céu?
como academista só espero sinceramente ver esse sr fora da direcção do clube o mais depressa possível.. acho estranho que anuncie um novo estádio um dia depois de ter sido anunciado que ia a julgamento por corrupção no caso jardins do mondego :|
O Prof Godin September 29th, 2007, 10:17 PM …este também não tarda está preso…e talvez lhe suceda um pior…
Aka September 29th, 2007, 11:52 PM Desde que o outro morreu que a Académica tem vindo a cair... a cair... cair...
daniel322 September 30th, 2007, 01:21 AM …não é fácil responder, sobretudo por causa dos cones de sombra projectada…mas parece-me que na Portela - Polo II - teria sido o espaço apropriado…fazia um contraponto com a Torre da Universidade, e libertava o solo para zonas verdes…agora a função e a altura…não sei…
e porque não nas lages? :D
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/coimbra9wc.jpg
:lol:
por acaso acho que não gostava.. criava um impacto mt forte a quem chegava a coimbra pelo sul..
pedrodepinto September 30th, 2007, 01:29 PM por acaso acho que não gostava.. criava um impacto mt forte a quem chegava a coimbra pelo sul..
É verdade :yes:...
fernao October 1st, 2007, 03:37 PM Longa entrevista a Encarnacao ao DC de hoje com algumas partes hilariantes e outras interessantes em termos de projectos (a bold).
Terceiro mandato? Às vezes apetece-me...
Pela primeira vez, Carlos Encarnação não fecha liminarmente as portas a uma recandidatura. Ao Diário de Coimbra, o autarca analisa a descentralização levada a cabo pelo Governo e fala da marca que quer deixar na cidade. Uma conversa em que os nomes de Horácio Pina Prata e José Eduardo Simões não podiam ficar de fora
DC - Já era a favor de outro tipo de organização autárquica. O que aconteceu com o seu ex- -vice-presidente Pina Prata veio reforçar essa sua convicção? Como comenta a postura de Pina Prata deste que perdeu a sua confiança política ?
CE – Não comento. Todavia, é verdade, sou a favor de outro tipo de organização, não a que está acordada agora. Curiosamente, o que me aproximava da opinião de Luís Filipe Menezes, contrariando a de Marques Mendes. Imagine o que era termos um executivo nacional composto por tudo aquilo que ganhou mais tudo aquilo que é oposição. Cada um deles era ministro. Deveria ser um governo de grande categoria. É isto que está a acontecer nas câmaras, com uma agravante: enquanto o primeiro-ministro pode escolher os membros do seu Governo - às vezes mal, mas isso é problema dele - e pode trocá-los quando quiser, na Câmara tem-se uma lista que tem que obedecer a vários critérios partidários, isto e aquilo, e depois tem um executivo constituído. É muito difícil ter num executivo as competências que queremos e durante o período que queremos. O presidente deveria ter a capacidade de constituir sempre a sua lista..
DC – Pelo que disse, estando a meio do seu segundo mandato, já teria mexido na sua equipa?
CE - Com certeza que sim.
DC - E mexia muito?
CE - Já tinha mexido, como não poderia deixar de ser.
DC - Qual a marca que pretende deixar em Coimbra?
CE - A minha marca.
DC - E qual é?
CE - Espera que seja interpretada pelo povo que me elegeu como uma marca positiva, de desenvolvimento e crescimento, equilíbrio e preocupação social.
DC – Este é mesmo o seu último mandato?
CE - Às vezes dá-me vontade de fazer outro.
DC - Então admite que poderá haver alguma coisa que o leve a fazê-lo…
CE - Devo dizer que às vezes dá-me vontade, mas sou fiel àquilo que decido.
DC – Mas o que o leva a ter vontade de fazer o terceiro mandato: o entusiasmo com que fala da obra feita ou para combater o ataque que diz que o Governo está a fazer a Coimbra?
CE - O que dissedo terceiro mandato foi um desabafo. Coimbra tem que usar todas as suas capacidades para se afirmar. Não estou aqui para andar a fazer guerras político-partidárias. Estou aqui para trabalhar pela cidade. Fiz um grande sacrifício pessoal em vir assumir estas funções, mas foi com um enorme gosto que o fiz. Com o meu historial de vida, só vim para aqui fazer o que tem que ser feito. O entusiasmo que tenho é o mesmo de sempre: fazer aquilo que é preciso para a cidade. Tenho tido problemas mas isso dá-me um gozo enorme. Deu-me gozo fazer o que fiz para o Pediátrico começar a ser construído. Pode andar devagarinho, mas não volta para trás. No IC2, acho que me vão fazer uma surpresa dentro de pouco tempo, mas deu-me um prazer enorme lutar por ele, colocá-lo a ponto de ser adjudicado. Na auto-estrada Coimbra- -Viseu, deu-me um gosto enorme ir com o presidente da Câmara de Viseu ao ministro de então dizer: nós precisamos disto. E graças a isso, a auto-estrada pode ser uma realidade, porque entretanto foram feitos os estudos. São estas coisas que me dão gosto. Já disse várias vezes que não sou presidente da câmara de aluguer, não venho para qualquer cidade. Sou presidente da Câmara da minha terra.
DC – Falando agora de projectos concretos de Coimbra, como é o caso da Baixa. É natural que as pessoas queiram saber como está.
CE - Estamos a fazer obras de recuperação de prédios a uma média muito significativa e com a participação dos proprietários. Vou dar-vos uma novidade: vou alargar o PRAUD, que o Governo diz que vai acabar. Quero que a Câmara assuma os 25% que o Governo dá nesta altura. Participaremos com os 50% da parte pública e vamos alargar esta experiência a outras áreas do centro histórico.
DC - Para a Câmara é uma verba substancial…
CE - É substancial, mas não proibitiva. Mas há uma segunda questão. A Baixa, entendida como as ruas Ferreira Borges e Visconde da Luz, é uma montra da cidade. Por isso, notifiquei todos os proprietários para fazerem obras de conservação. Se não o fizerem, a Câmara faz e eles pagam-nos. Isso tem que ser resolvido rapidamente. Depois, para que as pessoas não se esqueçam, tivemos que constituir as Sociedades de Reabilitação Urbana (SRU) e criar o respectivo mecanismo legal de constituição, que não existia. Nesta altura, temos a primeira fase pronta a ser lançada o concurso. Até 15 de Outubro, será lançado e já estamos em negociação em relação às outras fases.
DC - A insegurança na Baixa está relacionada também com isso, mas tem que ser resolvida antes.
CE - Como se quer ter segurança se não tem gente? Não me venham falar em centros comerciais, porque os desequilíbrios aconteceram muito antes deles. Estou à vontade para falar, porque vivo no centro da cidade, sei quais as relações de vida e económicas que se estabelecem. Vejo o cenário todos os dias e todas as noites.
DC - Já imaginou qual será a sua última declaração pública sobre o Metro quando deixar a Câmara?
CE - Vou falar com toda a franqueza em relação ao Metro. O presidente do conselho de administração da Metro Mondego é uma pessoa que prezo muito, excelente profissional da área dos transportes, e foi muito bem escolhido. Estarei sempre a apoiá-lo nas opções que toma, mas não quero vê-lo mal colocado. Duvido é que este Governo queira fazer o eléctrico rápido de superfície que merecemos em Coimbra.
DC - O orçamento da Câmara deve estar a ser ultimado. Quais as linhas fortes? Os vereadores vão ficar todos satisfeitos?
CE - Os vereadores têm consciência de equipa, de que o que o estamos a fazer em conjunto é uma tarefa muito grande e partilhada por todos.
DC - Mas nos últimos anos, a “torneira” fechou…
CE - Tivemos investimentos incomparáveis e não estou a falar só do estádio. Fizemos esse esforço porque era importante para a cidade, num contexto muito difícil, de impedimento de recurso ao crédito, de fim de quadro comunitário. Tivemos que esperar pelo melhor momento para ter a devida atenção, que curiosamente surgiu com a nova Lei das Finanças Locais. Afinal, esta Câmara ainda podia contrair empréstimos no valor de 40 e tal milhões de euros. Contraímos um de 12,5 milhões, para transformar a dívida de curto prazo em longo prazo, equilibrar as nossas contas, fazendo um esforço muito grande de contenção. Cortámos na despesa, renegociámos empréstimos, e a influência directa destas duas coisas é de mais de 1,5 milhões de euros. Estamos a gerir bem e os resultados económicos vão ser bons. Mas a Câmara é também os transportes colectivos, onde nesta altura temos resultados positivos de exploração. Cortámos serviços mas aumentaram os passageiros, e com efeitos sociais das nossas medidas. Em 2007, existem 2006 pessoas titulares de rendimentos mínimos com transportes a custo zero. Estamos com perspectivas de investimento maiores, como na área das águas. Em 2008, atingiremos 90% na taxa de cobertura de saneamento, o que só pode ser feito com um investimento muito grande das Águas de Coimbra e das Águas do Mondego - são mais de 15 milhões a cada uma. É esta ideia que quero transmitir: estamos a investir em várias áreas ao mesmo tempo. Reequilibrar transportes colectivos, adquirir 45 hectares para empresas… É um esforço enorme.
DC - Chegou-se a falar numa empresa municipal de gestão de equipamentos…
CE - Nunca falei nisso. O que sei é que a função social desses equipamentos é também significativa. A despesa é grande, por exemplo nas piscinas, mas não conheço outra forma de democratizar a prática desportiva de maneira mais eficiente. Nesta altura, já tivemos em todas as piscinas mais de 650 mil entradas. Para que fazemos as coisas? Para as pessoas, naturalmente. Aquele bem é usufruído em todas as idades. Esse investimento também é significativo, com despesa corrente significativa, mas com esta utilidade social. A seguir virão os relvados sintéticos em várias colectividades, para a prática desportiva ser sustentável. Agora, lanço ao Estado um desafio: queremos um novo Programa Polis, para ser feito o que falta fazer do anterior, que é toda a margem esquerda, prolongando-a entre as estações e a entrada Norte de Coimbra. Pode fazer-se com dinheiro da REFER, municipal, de privados… Mas quero aquele conjunto todo novo e vamos apresentar agora isso ao Governo, para ser mesmo feito. Para que a REFER não fuja a falar connosco, o ministro do Ambiente saiba o que há-de fazer à vida com o Programa Polis. Se o Polis nasceu com José Sócrates, então ministro do Ambiente, com uma grande prodigalização de dinheiros públicos para os realizar, então é porque ele achava que o Estado podia cumprir isso. Se o Estado pode cumprir, tem que levar até ao fim aquilo que cria. E tem que dar ainda mais aquilo que falta fazer em Coimbra.
DC - Quando pretende apresentar esse novo Programa Polis ao Governo?
CE - Até final deste ano.
Processo judicial de José Eduardo Siões
“A Câmara, enquanto instituição, não está envolvida”
DC - O presidente da Académica disse que queria um estádio novo. Merece-lhe algum comentário?
CE - Nenhum.
DC - Mas acha que Coimbra tem espaço para mais algum estádio?
CE – Nenhum comentário.
DC - E sobre o processo judicial que envolve o antigo director municipal do Urbanismo…
CE – Não envolve a Câmara.
DC - Mas era o director municipal da Câmara.
CE – Vamos lá ver: cada pessoa tem as suas responsabilidades próprias e nesse quadro responde por elas. Não foi a Câmara que foi envolvida, nem o seu presidente, nem o seu vice-presidente…
DC - Mas foi o director do Urbanismo.
CE - Sim senhor, porque aquele senhor era nessa altura director do Urbanismo. Mas não comento questões judiciais e qualquer pessoa é inocente até prova em contrário. Eu poderia ser levado a comentar se o vereador ou o presidente da Câmara estivessem envolvidos - e não estão. A Câmara enquanto instituição não está envolvida, está um senhor que naquela altura ocupava aquelas funções.
DC - Mas trata-se de uma pessoa que foi convidada e nomeada pelo presidente da Câmara. Isso não lhe causa um certo incómodo?
CE - Não me preocupa. Vamos lá ver se nos entendemos nesta questão: se a área política da Câmara fosse acusada de alguma coisa, preocupava-me, mesmo que não houvesse, como não há, sentença transitada em julgado. A questão está em relação a um funcionário que desempenhava competências. Ele tem este problema com a Justiça. Não posso nem devo pronunciar-me em relação a isso. Pode acontecer a vários níveis na Câmara. Ainda há pouco tempo, houve uma denúncia de um técnico que fazia isto e aquilo. O presidente tem que se pronunciar sobre isso? Tem é que esperar que a Justiça resolva.
DC - Este julgamento não deixa de revelar alguma neblina sobre o comportamento, à época, do director do Urbanismo. Neste momento, tem garantias de que esse departamento está a funcionar como pretende?
CE - Todas as deliberações do Urbanismo, ou melhor, aquelas que são mais significativas, vão ao vereador com competência delegada ou à Câmara. Há sempre um crivo em relação a várias decisões, há um nível superior de intervenção. Portanto, nesse domínio, estou tranquilo. Mesmo quando houve a ideia de que alguma coisa não tinha corrido bem, o facto é que houve decisões de embargo, de demolição, com intervenção directa do vereador responsável e do presidente da Câmara. Foi tudo cumprido, ao contrário do que acontecia algum tempo antes, em que nada era feito.
DC - E no caso da vivenda também houve intervenção directa…
CE - Também. Aliás, disse publicamente o que aconteceria.
DC - Como está esse caso?
CE - Não vamos falar sobre isso. A Câmara está numa posição mais forte, por isso estou absolutamente à vontade nesta questão. Poderá haver ilicitudes a outro nível? É possível que haja, mas não sou juiz nem investigador.
O que é que esteve errado na estadia de Sócrates na cidade?
“Ele não gosta de Coimbra”
Diário de Coimbra (DC) - Que papel deve ter Coimbra no desenvolvimento nacional?
Carlos Encarnação (CE) - Coimbra tem a dimensão necessária para ter, dentro do país, nomeadamente nas relações Norte-Sul e na própria região Centro, um papel chave no equilíbrio do todo nacional. Que esta questão fique explícita de uma vez por todas. Quando falo disto, falo por razões de interesse nacional e não por razões de interesse local. Se Coimbra não for capaz de assumir e de concretizar esta sua vocação de área alternativa de grande dimensão entre Lisboa e Porto, é o próprio desenvolvimento nacional que fica menorizado.
DC - E Coimbra tem conseguido juntar à sua volta aquilo que é necessário para assumir esse papel?
CE - Coimbra tem competências, capacidades, recursos. O que lhe falta? Aplicar melhor esses recursos e essas capacidades. Falta ainda que o Governo perceba que isto é bom para o país e não faça aquilo que está a fazer agora. Neste momento, está a desmantelar aquilo que Coimbra tinha como armadura de serviços para oferecer ao Centro do país, com um critério que ninguém percebe. Parece que está a fazer um negócio para cada lado, dá uma coisa a Aveiro, outra a Castelo Branco, outra a Viseu…
DC - Mas é possível ter esse papel e haver descentralização de serviços, ou não?
CE – Evidentemente que é. Coimbra tem que aceitar o desafio de modernidade. Já percebeu que não tem a única universidade, mas tem que ter a melhor entre todas. Porventura, não pode ser a única cidade a ter serviços, mas tem que ter os melhores. Não pode ser uma cidade dedicada só a serviços, como durante muito tempo se pensou fazer. Os serviços públicos estão a encurtar, o Estado está a tentar redimensionar-se, têm que existir outras alternativas. E essas alternativas são o desenvolvimento empresarial, tendo em conta a iniciativa privada. É essa pecha que Coimbra tem tido ao longo do tempo, em entender isto. Dou-vos um exemplo muito fácil. No dia 15 de Outubro vamos adjudicar os acessos ao Coimbra iParque. Também até essa altura será adjudicada a primeira fase de obra. Desde há 25 anos para cá, a Câmara conseguiu adquirir para as zonas industriais – Taveiro e Pedrulha – 17 hectares de terreno. Tenho hoje posse administrativa de 44,8 hectares, o que dá para ver como Coimbra não se preparou para isto durante muito tempo. Não podemos ter empresas se não tivermos localização para elas. Bastava ter adquirido 20 hectares por ano durante 20 anos.
DC - A questão do primeiro- -ministro com Coimbra é pessoal ou reflecte uma menor força dos políticos de Coimbra em Lisboa?
CE - Não sei o que aconteceu com o senhor José Sócrates em Coimbra, o que sei é que ele não gosta de Coimbra. Veio cá com a “Empresa na Hora”, pouco depois de ter sido eleito. Quando chegou, estava eu a falar ao ministro da Economia sobre o Coimbra iParque, virou-se para mim e disse: mas isso é só até Outubro [mês em que decorriam as eleições autárquicas], você depois disso acabou. Eu não queria acreditar, porque era o primeiro-ministro a dirigir-se ao presidente da Câmara – e não era a brincar. É uma atitude que um primeiro-ministro nunca deve tomar, deve tratar com respeito um cidadão que é eleito da mesma maneira que ele. :ohno: :ohno: :ohno:
DC - O que lhe respondeu?
CE - Disse-lhe que se calhar ainda iria cá ficar mais algum tempo. O Governo não pode usar uma administração da cidade que não lhe é afecta para prejudicar essa mesma cidade. É o que tem acontecido. Gostaria de perceber o que esteve errado na estadia de José Sócrates em Coimbra, para conseguir ajudá-lo a superar este trauma, mas não consigo. :lol: :lol: :lol: O que acontece é que temos tido sucessivamente, não só medidas de esquecimento, mas de prejuízo efectivo.
DC - Estas questões da Economia, do Turismo…
CE - Foi um conjunto de coisas que se não compreendem. Poderá ser a co-incineração, mas o Governo quer uma moeda de troca? Nós damos a co-incineração e eles dão-nos tudo? Isso não pode ser. Há dois anos e meio que faz da co-incineração a sua bandeira e estamos assim, portanto, será isso que o diminuiu e lhe provoca uma reacção de retaliação em relação a Coimbra? Só quero que me ajudem a compreender. Creio que os próprios socialistas de Coimbra não são capazes de compreender isto.
DC - O que pretende fazer para inverter esta situação?
CE - Não posso mudar a natureza das pessoas, nem quero. O que quero é que as pessoas entendam que Coimbra não tem nenhum motivo para ser subalternizada, perseguida, prejudicada em relação às outras cidades. A importância de Coimbra no todo nacional é fundamental para o equilíbrio do país. O que se está a fazer é uma coisa absolutamente inaudita. Se dissessem que o que estão a fazer, o é em obediência a um princípio nacional, em que toda a gente é afectada da mesma maneira… Agora, estarmos a fazer nós em Coimbra o papel de cobaia, não é justo e não pode continuar.
DC - Mas pretende reunir pessoas, o que vai fazer?
CE - Como sabem, reajo sempre de forma institucional. O que fiz foi reunir o executivo e fazer um papelinho a dizer o que queremos em relação a Coimbra, no fundo, o que temos a dizer ao Governo em relação a esta questão. Não tem sentido esta política.
fernao October 2nd, 2007, 11:00 AM FINALMENTE!!! Finalmente dignaram-se a vir assinar uma obra que teimavam em adiar sem nenhuma razao aparente... um obra que nem se pode considerar seja so' para Coimbra, pois e' a mais importante estrada nacional estrada nacional (antiga EN1) e que vinha ate' ao centrinho da cidade - ate' ao Portugal dos Pequenitos - ficando a cidade e a EN1 sempre entupida com transito de camioes TIR que fogem 'as portagens da autoestrada.
Obra da Variante Sul é amanhã contratada
A empreitada de construção da Variante Sul ao IC2 vai arrancar ainda este mês na sequência do contrato de obra que será amanhã rubricado em Coimbra, na presença de Paulo Campos, secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e das Comunicações. Esta é uma obra estrutural para a margem Esquerda do Mondego e cujo arranque vinha sendo adiado sucessivamente, alegadamente devido a atrasos no processo de expropriações. O concurso foi lançado pelo Governo anterior e já por várias vezes a autarquia foi lamentando o atraso num processo que amanhã dará o passo definitivo: a assinatura do contrato da obra.
Esta variante vai ligar o IC2 na zona da Cruz de Mouroços à zona de Almegue, junto à Ponte Açude. Permitirá, quando concluída, que quem vem de Sul e pretende seguir para Norte ou para o Interior (IP 3) chegue directamente à Ponte Açude sem passar na avenida Inês de Castro, na avenida João das Regras e na estrada entre o rio e o Estádio Universitário. A va-
riante «será responsável pela criação de melhores acessibilidades na área urbana de Coimbra, contribuindo para minimizar os grandes condicionamentos de tráfego existentes no interior de Coimbra ao permitir desviar da cidade o tráfego de passagem de carácter regional», assume a Estradas de Portugal. Os trabalhos vão arrancar já este mês e, segundo as Estradas de Portugal, a abertura ao tráfego decorrerá dois anos depois, isto é no último trimestre de 2009.
A empreitada foi adjudicada à empresa Ferrovial pelo valor de 18 milhões de euros (mais IVA) e contempla um troço com uma extensão de cerca de cinco quilómetros. A variante terá duas faixas de rodagem, cada uma com duas vias, e esta empreitada engloba a construção de oito obras de arte (três passagens inferiores e cinco passagens superiores).
À espera da nova ponte
Esta nova variante virá reforçar a pressão para que seja construída uma nova ponte a jusante da Ponte Açude uma vez que o volume de tráfego naquela ponte já é bastante intenso e dentro de dois anos vai certamente aumentar. A nova travessia foi sugerida pela Câmara de Coimbra e já estará a ser alvo de alguns estudos.
daniel322 October 2nd, 2007, 02:04 PM A variante terá duas faixas de rodagem, cada uma com duas vias, e esta empreitada engloba a construção de oito obras de arte (três passagens inferiores e cinco passagens superiores)
estou curioso quanto ao traçado.. se for o que estou a pensar uma das passagens inferiores será mesmo pertinho da minha casa
daniel322 October 2nd, 2007, 02:12 PM Para o secretário de Estado das Obras Públicas, o programa "Ligar Coimbra" tomará a forma de um compromisso do Governo para, até final da legislatura, em 2009, aumentar para 65 por cento a taxa de execução do Plano Rodoviário Nacional 2000 (PRN) e, assim, concretizar, no distrito de Coimbra, um conjunto de obras "essenciais" em termos de acessibilidades.
"A centralidade ligada a Coimbra não se verifica na prática", afirmou Paulo Campos, adiantando que este é o "terceiro distrito do País com menor taxa de execução do PRN", logo a seguir a Bragança e à Guarda.
Conforme sublinhou, Coimbra tem, face ao que estava previsto, um "menor número de quilómetros quadrados de eixos fundamentais construídos". A este respeito, o governante precisou que a média nacional de execução do PRN é de 60 por cento e que o distrito de Coimbra apenas tem construídas 41 por cento das vias programadas.
"Coimbra tem no PRN uma previsão de 337 km2 de Itinerários Principais e Complementares e, destes, apenas tem construídos 137", frisou Paulo Campos, garantindo que, através do programa "Ligar Coimbra", "serão concretizados, em quatro anos, cerca de dois terços a mais do que já foi construído no distrito até agora".
Entre estas obras estão as que o governante apresentou durante a sua visita pelo distrito, nomeadamente: a variante de Mira (ligação da EN-109 à EN-334), obra adjudicada à MRG-Manuel Rodrigues Gouveia por cerca de 3,6 milhões de euros; a EN-236 (ligação da EN-17 à Lousã - Variante da Foz do Arouce, obra projectada pela Consulplano e pela Pedro Albuquerque, com um investimento previsto de 14,5 milhões de euros); e a EN-342, que ligará a Lousã, Góis, Arganil e Côja, e cujo contrato para elaboração do estudo prévio foi assinado na câmara de Arganil.
Para avançar está a auto-estrada Coimbra-Viseu (IP 3), muito reivindicada pela Câmara Municipal de Coimbra, e que, segundo Paulo Campos, terá o seu concurso lançado no final deste ano. Em causa está um investimento de 320 milhões de euros. "Depois de optimizados e articulados os corredores do IC 3, IC 2 e IC 12, o IP 3 entrará, em Abril, em processo de avaliação ambiental", anunciou o governante.
Paulo Campos comprometeu-se, ainda, a abrir ao trânsito, no terceiro trimestre de 2008, a auto-estrada que ligará a Marinha Grande à Figueira da Foz, incluindo uma nova travessia sobre o Mondego, fazendo o prolongamento da A-8.
A obra agora inaugurada por Paulo Campos foi construída pela Teixeira Duarte e ligará as pontes Rainha Santa Isabel e da Portela, num valor de quase 15 milhões de euros, permitindo a ligação ao Pólo II da Universidade de Coimbra, mas também o desvio do trânsito, de e para o IC 2 e Ponte da Portela, do interior da cidade.www.aecops.pt
daniel322 October 2nd, 2007, 02:14 PM Alguma info interessante: Programa Ligar Coimbra (http://www.portugal.gov.pt/NR/rdonlyres/1566C8B4-2944-4E4B-B6C7-141963327227/0/Apres_Ligar_Coimbra.pdf) (pdf)
Situação actual - PRN a 44% (abaixo da média nacional)
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/41.jpg
Situação em 2009 - PRN a 66% (média nacional)
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/66.jpg
daniel322 October 2nd, 2007, 06:48 PM uma ideia que me passou hoje pela cabeça.. em coimbra andam já hà uns anos às voltas com o centro de congressos em santa clara, com projectos adiados, outros chumbados.. não teria mais viabilidade seguir o exemplo de aveiro e aproveitar esta velha fábrica abandonada, que tem bastante espaço e excelentes acessos:
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/varias/DSC08994.jpg
desculpem mas n tenho nenhuma foto da fabrica.. quem é de coimbra conhece :D
pegar nesse monte de entulho e seguir este exemplo:
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/varias/CentroCongressos.jpg
mynuster October 2nd, 2007, 07:16 PM óptimo! a AE entre Coimbra e Viseu :applause: agora é esperar pra ver...
Lourenco October 2nd, 2007, 07:25 PM uma ideia que me passou hoje pela cabeça.. em coimbra andam já hà uns anos às voltas com o centro de congressos em santa clara, com projectos adiados, outros chumbados.. não teria mais viabilidade seguir o exemplo de aveiro e aproveitar esta velha fábrica abandonada, que tem bastante espaço e excelentes acessos:
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/varias/DSC08994.jpg
desculpem mas n tenho nenhuma foto da fabrica.. quem é de coimbra conhece :D
pegar nesse monte de entulho e seguir este exemplo:
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/varias/CentroCongressos.jpg
Também já pensei várias vezes nisso. Um centro de congressos, um centro cultural, um pavilhão desportivos (à semelhança da N10 na pedrulha)... Qualquer coisa ficaria ali melhor que o que lá está actualmente!
Ainda para mais estando à entrada da cidade, num local particularmente visível, não percebo como é que ainda não se fez nada em relação a esta verdadeira vergonha... :bash:
daniel322 October 2nd, 2007, 07:58 PM com a deslocalização do terminal da rodoviária para a estação intermodal e a transformação da fabrica obtia-se uma grande área de terreno mesmo junto à principal zona de comercio/serviços da cidade que traria novo dinamismo (e beleza) à zona ;)
pedrodepinto October 2nd, 2007, 09:16 PM óptimo! a AE entre Coimbra e Viseu :applause: agora é esperar pra ver...
Não creio que seja concretizada dentro em breve :(...
fred_mendonca October 2nd, 2007, 09:30 PM Pois...
Aka October 2nd, 2007, 09:32 PM Mas vocês tão parvos? Recuperar a fábrica? E depois onde é que se mete a publicidade??!!
fred_mendonca October 2nd, 2007, 09:34 PM :rofl:
Lourenco October 2nd, 2007, 09:37 PM Mas vocês tão parvos? Recuperar a fábrica? E depois onde é que se mete a publicidade??!!
É só envolver mais algumas casas em chapa, para depois colocar os outdoors... Tal como fizeram nesta. :D
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/DSC08994.jpg
HugoK October 2nd, 2007, 09:48 PM já lhe puseram uma vez fogo, segundo as más linguas foi o dono que queria vender aquilo para construir e a câmara não autoriza a demolição :lol: :doh:
Aka October 2nd, 2007, 11:58 PM É só envolver mais algumas casas em chapa, para depois colocar os outdoors... Tal como fizeram nesta. :D
Wow! Tu mereces mesmo o tacho que eu te vou dar! :yes:
Aka October 2nd, 2007, 11:59 PM já lhe puseram uma vez fogo, segundo as más linguas foi o dono que queria vender aquilo para construir e a câmara não autoriza a demolição :lol: :doh:
São daqueles p.utos (prostitutos já deve ficar sem estrelinhas) que têm um brinquedo todo roto há mais de 5 anos, já não lhe tocam sequer, mas quando a mãe o quer deitar para o lixo choram baba e ranho.
daniel322 October 3rd, 2007, 04:16 AM É só envolver mais algumas casas em chapa, para depois colocar os outdoors... Tal como fizeram nesta. :D
até aumenta a área disponível para publicidade! :lol:
daniel322 October 3rd, 2007, 05:04 AM Jaime Soares reconhece que o projecto é ambicioso e não esconde «uma certa dose de loucura», que considera «necessária» para se conseguirem «realizar os sonhos».
Em causa está a construção de um campo de golfe de 18 buracos. O projecto começa agora a “caminhar” e adivinha-se um processo moroso até à conclusão, uma vez que, como sublinha o presidente da autarquia de Vila Nova de Poiares, «a Câmara ainda não tem todos os terrenos», nem o escasso orçamento permite “devaneios”.
Actualmente, explica o autarca, a Câmara tem cerca de 30 dos 60 hectares de terrenos, que fazem a linha de fronteira entre as zonas residencial e industrial. O campo de golfe vai surgir precisamente nesta cintura, procurando criar um espaço verde de valor acrescentado, em termos de turismo e lazer.
O projecto está em marcha, mas o horizonte temporal para a concretização do investimento que, de acordo com as contas de Jaime Soares deverá ultrapassar em muito os três milhões de contos, não tem fim à vista. «Tudo depende das negociações que se vieram a conseguir fazer», refere. O autarca quer que o projecto tenha uma envolvência que ultrapasse as fronteiras da Câmara, incluindo eventualmente os proprietários dos terrenos e também empresários e investidores. Por isso Soares fala na possibilidade de ser constituída uma sociedade anónima ou uma sociedade de investimentos que possa catapultar este projecto.
Da sua concretização o autarca poiarense não tem dúvidas e ainda ontem manteve uma reunião com um empresário a quem apresentou o projecto, que envolve uma ampla estrutura, onde se encaixa, também, a construção de uma estalagem, cujo projecto já está aprovado pela autarquia, bem como o aeródromo do Bidueiro, actualmente já em fase de construção. “Ingredientes” que Soares junta à «gastronomia fantástica», ao «artesanato maravilhoso» e à «paisagem de sonho», que caracterizam a região e que irão permitir, no futuro, «criar uma plataforma de atracção turística», que evolve toda a zona da Beira Serra, Pinhal Interior e Coimbra, comportando uma oferta diversificada e atractiva, relativamente à qual Vila Nova de Poiares assume, pela sua localização geográfica estratégica, um ponto de referência obrigatório.
A cerca de 70 quilómetros da Figueira da Foz e pouco mais de 20 de Coimbra, Poiares desempenha, no entender do autarca, uma posição de charneira entre o “mundo urbano e rural”, que lhe permite criar valor acrescentado. «Com boas ligações rodoviárias tudo isto pode ser uma “galinha dos ovos de ouro”», adianta, alertando para a necessidade de «a aposta no investimento não ser feita apenas no litoral». Um dos “cavalos de batalha” do edil de Poiares, que sublinha a importância do QREN apoiar projectos desta natureza, «que permitem criar riqueza e desenvolvimento sustentável», criando pólos de atracção diversificados e complementares em zonas que, como esta, «têm aptidões naturais para serem potenciadas».
Uma mais-valia para a região
O campo de golfe é a mais recente “menina dos olhos” do autarca poiarense, que admite estar-se perante «um sonho», no sentido em que se trata de um «projecto ambicioso», «mas concretizável», fruto de uma «terra pequena, mas com gente dotada de uma alma grande, que não quer ficar agarrada às pequenas fronteiras territoriais do seu espaço geográfico». «Temos noção que é um projecto que não se faz de um dia para o outro, mas é um desafio que agarramos com toda a força», sublinha Soares, lembrando que tem sido este «querer» e esta capacidade de «sonhar» que têm feito crescer Vila Nova de Poiares. «Ninguém há 15 anos admitia o pólo industrial ou o crescimento que o concelho tem e que é hoje uma realidade», lembra. E aos mais cépticos recorda que «se não fosse assim, Poiares nunca tinha deixado de ser a aldeia que era há 20 ou 25 anos». «A semente vai continuar a frutificar», considera, alimentada «pelo arrojo e também por alguma dose de loucura», mas só assim, como diz o poeta, “o mundo pula e avança”.
Nos cerca de 30 hectares de terreno que já pertencem à autarquia, começaram agora as primeiras intervenções, no sentido de proceder à limpeza da área, povoada de mato denso e alto, protegendo as árvores ali existentes, como sobreiros, oliveiras, choupos e pinheiros. Uma primeira fase a que se irá seguir, dentro em breve, uma intervenção de fundo, com o objectivo de criar o relevo, lagos e outras componentes necessárias a um campo de golfe. Em simultâneo, vão prosseguir as negociações com os proprietários dos restantes terrenos, bem como os contactos com os potenciais investidores, que a autarquia considera parceiros de excelência para este projecto.
Quanto ao futuro, Soares não tem dúvidas da adesão que o campo de 18 buracos vai suscitar nos amantes do golfe, sobretudo tendo em linha de conta que, em termos de região, a oferta está, actualmente, limitada aos campos existentes na Curia e em Viseu. Daí, defende Jaime Soares, a mais-valia que este projecto de Vila Nova de Poiares representa para toda a região.
gostei mais da "loucura" do aeroporto de low-cost que o autarca queria.. mas das duas uma ou o homem tem mesmo alguma loucura ou então é pura ambição.. e isso é bom..
daniel322 October 3rd, 2007, 02:30 PM Um investimento privado, no Parque Industrial de Sinde, vai permitir criar uma nova unidade fabril, para a produção de sofás, destinados exclusivamente à exportação.
Os valores associados a este empreendimento rondam os 10 milhões de euros, estando prevista a criação de 250 postos de trabalho directos e mais 150 indirectos.
O cliente único da fábrica do concelho de Tábua é a multinacional sueca Ikea, que tem já duas megalojas em Portugal – em Alfragide e em Matosinhos – e que contará, em breve, com uma unidade de produção de mobiliário, no município nortenho de Paços de Ferreira.
A iniciativa empresarial tem a chancela do grupo Aquinos, que tem sede em Paul, freguesia de Sinde, e já trabalha com o gigante sueco do mobiliário e acessórios para o lar.
Para este projecto, entretanto, o grupo teve a forte concorrência de muitos outros potenciais fornecedores.
O projecto de ampliação da empresa e construção da nova fábrica foi já devidamente apresentado e aprovado nos órgãos municipais, quer pelo executivo municipal quer pela Assembleia Municipal de Tábua.
Registe-se que a nova fábrica se vai dedicar, em exclusivo, à exportação, constituindo um contributo de grande valia para o desenvolvimento do sector, em Portugal, com enorme impacte na economia local, regional e, até, nacional.
as beiras online
pedrodepinto October 3rd, 2007, 04:13 PM http://i161.photobucket.com/albums/t219/pedrodepinto/1c7040dc.png
Fonte: O Tabuense, 21/09/07
fred_mendonca October 3rd, 2007, 05:31 PM :applause:
HugoK October 3rd, 2007, 07:20 PM tábua anda a evoluir bastante :eek:
O Prof Godin October 3rd, 2007, 07:31 PM …não tenho certeza mas, penso que o presidente da cm, já percorreu o quadro dos principais partidos, mostrando assim o desapego da classe pelo poder…
pedrodepinto October 3rd, 2007, 07:34 PM Creio que é verdade, Professor :yes:...
fernao October 4th, 2007, 02:16 PM Variante Sul do IC2 pronta em finais de 2009
A Variante Sul do IC2, que ligará a Cruz dos Morouços ao Almegue, deverá estar pronta no último trimestre de 2009. Apesar da envergadura da obra, o secretário de Estado reconhece que é necessário fazer mais em matéria de acessibilidades
O secretário de Estado das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, reconheceu ontem que Coimbra não está bem servida de acessibilidades, mas sublinhou que este Governo está a fazer o que já deveria
ter sido feito há mais tempo. «Coimbra, apesar da sua centralidade e de estar muito vocacionada para a educação, serviços e saúde, não tem as melhores condições de acessibilidade. Está, de resto, entre os três distritos do país com mais baixa taxa de execução do plano rodoviário nacional», explicou. :bash: :ohno: :bash: :ohno:
Para atingir a média nacional (taxa de execução na ordem dos 60%), Coimbra terá que ter mais 198 quilómetros de itinerários complementares. Para já, conta com mais cinco quilómetros, a extensão da Variante Sul do IC2, que ligará Cruz dos Morouços ao Almegue, ao pé da Ponte Açude, e que deverá estar concluída em finais de 2009. Esta nova ligação, cuja empreitada foi ontem adjudicada em cerimónia realizada no Governo Civil, permitirá, quando concluída, que quem viaja de Sul e pretenda ir para Norte ou para o Interior (via IP3), não seja obrigado a entrar na cidade, nomeadamente nas avenidas Inês de Castro e João das Regras, bem como na estrada à beira-rio, na margem esquerda. Terá duas faixas de rodagem em cada sentido e engloba a construção de três nós de acesso e oito obras de arte (três passagens inferiores e cinco superiores).
Esta obra era uma das maiores preocupações do presidente da Câmara, Carlos Encarnação, sem a qual, frisou, «não seria possível fechar o anel rodoviário à volta de Coimbra». O autarca aproveitou, então, para reivindicar outras empreitadas. «Pedia-lhe a atenção para duas questões ligadas com o IC2: o troço junto a Torre de Vilela, que se está a tornar um problema crónico e, por isso, precisa de intervenção imediata; e um segundo ponto, a nova travessia do Mondego, complementar a esta nova variante, essencial para resolver o problema na entrada Norte de Coimbra».
Sobre o atraso na adjudicação da variante Sul, Paulo Campos justificou-o com «problemas nas expropriações». «Quisemos primeiro resolver isso e só depois avançar com a obra», esclareceu.
DC, hoje
fernao October 4th, 2007, 02:24 PM COIMBRA
Projectos para contrariar debéis acessibilidades
O distrito de Coimbra é, a par de Guarda e Bragança, o pior em taxa de execução do plano rodoviário nacional. O Governo promete um esforço na alteração dos dados.
Paulo Campos, secretário de Estado adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, reuniu numa longa sessão de trabalho, no Governo Civil de Coimbra, com autarcas e as Estradas de Portugal (EP), naquele que foi mais um passo para a concretização dos projectos arrastado, durante meses, para o distrito de Coimbra e parte do interior Centro do país.
Além da (aguardada) assinatura do contrato da empreitada da variante Sul do Itinerário Complementar (IC) 2, o governante trouxe na manga mais e melhores novidades, apresentando alternativas e desenvolvimentos. "Para uma cidade que aprendeu a amar", :nuts: confessou Paulo Campos, o secretário de Estado adjunto guardou para a tarde o anúncio dos projectos de melhorias das acessibilidades em várias vias, tal como o Itinerário Principal (IP ) 3, IC 1, IC 2, IC 3, IC 6 e IC 7 – um conjunto de ligações rodoviárias, onde se incluem os 198 quilómetros por concretizar. Tarefa dita difícil, sobretudo pela falta de estudos prévios em qualquer um dos casos.
O IC 2 será inaugurado, de acordo com as previsões, para o 4.º trimestre de 2009, depois de 720 dias (ou dois anos) de trabalhos. Os custos – de uma obra "essencial para Coimbra", afirmou o presidente da Câmara Municipal, Carlos Encarnação – atingirão os 36.16 milhões de euros.
Reunião com câmaras municipais
Paulo Campos reuniu, ao longo da tarde, com vários presidentes de câmaras municipais, interessados nestes projectos rodoviários. O governante deu a conhecer certas divergências de opinião, considerando "natural a defesa de quem os autarcas representam". Por isso mesmo, esta foi apenas uma reunião de apresentação de alternativas. O principal destaque vai para o anunciado projecto do IP 3, agora em fase de avaliação ambiental. Tal como já havia sido definido, a obra – com o objectivo de reduzir em 50 por cento o tempo da ligação Coimbra-Viseu, e maior segurança e comodidade – tem conclusão prevista para 2009, com custos na ordem dos 320 milhões de euros. Prevêm-se mais novidades até ao final do ano. (...mais novidades dizem eles, fartos de "novidades" para o IP3 estamos nos...:bash: :bash: :bash: )
PRIMEIROS TRAÇADOS COM CONSULTA PÚBLICA
Os projectos apresentados ontem, aos autarcas presentes, por Paulo Campos, sempre acompanhado por António Laranjo, presidente da administração da EP, promotora prática das obras, vão, agora, ser avaliados por um período de 20 dias. Findo esse tempo, voltarão a ser discutidas as opções, para depois se levar a sentença a consulta pública (que durará 30 dias). "É a principal inovação, uma vez que serão os primeiros projectos do país a serem levados a discussão pública", (lindo agora temos a discussao publica tambem para empatar isto tudo) enalteceu Paulo Campos. Tendo em vista, sobretudo, a ligação, desde Coimbra, interior Centro, já para lá das fronteiras do distrito, este conjunto de projectos valerá, na prática, a considerável melhoria de ligações nas vias Coimbra-Covilhã, Covilhã-Viseu e Coimbra-Mangualde, até à Serra da estrela. Está, ainda, prevista uma opção que inclui a construção de um túnel por entre a Serra (embora com valores elevados).
As Beiras, hoje
pedrodepinto October 4th, 2007, 07:22 PM Estamos (muito) mal :(!
fernao October 5th, 2007, 11:33 AM Coimbra iParque “sai” do papel :banana:
O Coimbra iParque e a Marsilop SA vão assinar o contrato de adjudicação da 1.ª fase do “Coimbra Inovação Parque. Um investimento que ronda os sete milhões de euros.
A cerimónia de assinatura da empreitada “Coimbra inovação Parque - infraestruturas . 1.ª fase” está marcada para o próximo dia 10 de Outubro, às 10H30, no Pavilhão Centro de Portugal.
O Coimbra iParque vai ser uma área de inovação empresarial, científica e tecnológica. Destina-se a promotores de projectos com valor acrescentado, a empresas de investigação e desenvolvimento e a indústrias de base científica e tecnológica.
Sendo uma estrutura agregadora de um conjunto de iniciativas e projectos que permitem o desenvolvimento de um cluster no domínio das ciências da vida na região de influência de Coimbra, oferecerá a possibilidade de instalação de serviços que incorporem alta tecnologia e I&D (Investigação & Desenvolvimento) na área da ciência, permitindo a formação de quatro clusters fundamentais: Ciências da Vida e da Saúde, Biotecnologia, Telecomunicações e Multimédia e Novas Tecnologias.
Esta infra-estrutura pretende, assim, até Junho de 2008, colocar à disposição dos empreendedores cerca de 29,8 hectares de terrenos, devidamente infra-estruturados.
Accionistas
Os actuais accionistas são a Câmara Municipal de Coimbra (com 64.01 por cento); CoimbraVita, Agência de Desenvolvimento Regional, SA (com 20 por cento); Associação Comercial e Industrial de Coimbra (com quatro por cento); Associação Industrial Portuguesa / IBEROPARK (com quatro por cento); Associação Tecnopólo de Coimbra (com 1,92 por cento); Parque Expo 98, SA (com 1,28 por cento); Banco Espírito Santo, SA (com quatro por cento); Clube dos Empresários de Coimbra (com 0,32 por cento); Serviços de Utilização Comum Hospitais – SUCH (com 0,32 por cento); Centro de Neurociências e Biologia Celular (com 0,16 por cento).
De onde
vem o dinheiro
O investimento global da primeira fase do projecto é de cerca de 21 milhões de euros. O capital social da Coimbra inovação Parque ascende actualmente a 939 mil euros, tendo o projecto apresentado também uma candidatura ao Programa Operacional do Centro, Eixo III – Medida 11 – Economia - Linha de Acção “Dinamização dos Sistemas Tecnológico, da Formação e da Qualidade”, que foi validada para a 1ª fase do investimento planeado, estando prevista a atribuição de um incentivo de cerca de 2,1 milhões de euros.
A construir
O Coimbra iParque tem 100 hectares no total e será executado em duas fases distintas. A primeira fase prevê a infra-estruturação um espaço com cerca de 30 hectares, que estará pronta a receber empresas em Junho de 2008. A segunda fase terá cerca de 70 hectares e, além de indústria, inclui zonas de habitação e lazer. Catorze edifícios com fins industriais, armazéns, laboratórios de pesquisa e análise, depósitos, silos, oficinas, escritórios de apoio e salas de exposição ligadas à actividade empresarial e de produção, uma zona verde com health club, áreas desportivas, bares e outros equipamentos, comércio, uma unidade hoteleira, 2751 lugares de estacionamento e um auditório com 208 lugares, um campo de golfe, entre outros equipamentos.
As Beiras, hoje
mynuster October 5th, 2007, 12:46 PM :applause: :applause:
fred_mendonca October 5th, 2007, 02:28 PM Bom projecto!
HugoK October 5th, 2007, 04:38 PM Projectos para contrariar debéis acessibilidades
O distrito de Coimbra é, a par de Guarda e Bragança, o pior em taxa de execução do plano rodoviário nacional. O Governo promete um esforço na alteração dos dados.
e depois admiram-se de outras cidades estarem a passar coimbra :dunno:
basta ver o desenvolvimento da zona norte da cidade depois da contrução do ic2:
aqui está a IC2 em construção na zona do Bairro do Brinca e Loreto, com o olival a ser escavado. http://img128.imageshack.us/img128/6029/depsitofh9.th.jpg (http://img128.imageshack.us/my.php?image=depsitofh9.jpg)
:)
antes era mato :lol:
essa parte acima em construção é a que aparece neta foto no canto superior esquerdo:
Pedrulha
http://www.asaspombal.com/galeria/pictures/IMG_2643.jpg
HugoK October 5th, 2007, 04:45 PM vinha hoje no diário de coimbra, na versão impressa, uma entrevista com o presidente da junta freg de santa clara onde ele diz não aceitar a construção de habitações no mosteiro (ao pé do portugal dos pequenitos) e que pretende transformar-lo num centro de estágios.
com a 1a medida concordo, mas um centro de estágios? quase no centrinho da cidade?
pedrodepinto October 5th, 2007, 05:05 PM Coimbra iParque “sai” do papel :banana:
Muito bem :okay:!
O Prof Godin October 5th, 2007, 09:13 PM vinha hoje no diário de coimbra, na versão impressa, uma entrevista com o presidente da junta freg de santa clara onde ele diz não aceitar a construção de habitações no mosteiro (ao pé do portugal dos pequenitos) e que pretende transformar-lo num centro de estágios.
com a 1a medida concordo, mas um centro de estágios? quase no centrinho da cidade?
…também o homem é Presidente da junta…isto é, não manda nada…:lol:
traveler October 6th, 2007, 03:06 PM Tecnologia
iParque de Coimbra quer acolher 40 empresas em 2008
O Coimbra iParque, cuja primeira fase de obras é adjudicada quarta-feira, pode acolher 30 a 40 empresas a partir de Julho de 2008, disse hoje o presidente do empreendimento
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Norberto Pires, professor da Universidade de Coimbra, adiantou que o contrato de adjudicação que vai ser assinado com a empresa Marsilop, de Anadia, compreende a criação de infra-estruturas numa área de 29 hectares, de um total de 100 hectares reservados para o projecto na freguesia de Antanhol.
O presidente do conselho de administração da sociedade Coimbra Inovação Parque (iParque), investigador na área da Robótica, sucedeu no cargo, em Julho, ao empresário Horácio Pina Prata, antigo vice-presidente da Câmara Municipal.
«Em Julho do próximo ano, as empresas podem começar a construir», disse Norberto Pires, frisando que 30 de Junho é a data limite para a iParque utilizar os financiamentos comunitários da primeira fase.
Esta empreitada, no valor de 6.249.183 euros, acrescido do IVA, beneficia de 45 por cento de incentivo a fundo perdido, através do Programa Operacional de Economia do Centro.
A cerimónia de adjudicação, designada Coimbra Inovação Parque - infra-estruturas - 1ª fase, realiza-se dia 10, às 10h30, no Pavilhão Centro de Portugal.
Encarado pela administração como «verdadeiro nascimento do projecto», o momento será aproveitado para entregar às empresas interessadas um documento com todas as informações necessárias para estas tomarem as suas decisões, como o preço de referência do metro quadrado de terreno.
Além do edifício central de gestão do iParque, a empreitada inclui a construção do núcleo gerador da zona industrial, equipamentos desportivos e parte da zona verde do futuro parque de inovação em ciência, tecnologia e saúde.
«Nós controlamos o processo de construção dos edifícios pelas empresas, para que haja harmonia e não seja depois uma enorme confusão arquitectónica», declarou Norberto Pires.
O líder do projecto sublinhou que o iParque deve ser «um bom sítio para atrair investimento e para crescer no futuro», sem «ser concorrência para ninguém» no domínio da inovação e criação de novas empresas, na cidade e na região.
«O nosso objectivo é trabalhar em rede com as empresas que já existem», sublinhou, dando os exemplos do Biocant, em Cantanhede, e do Instituto Pedro Nunes, em Coimbra.
Norberto Pires revelou à Lusa que a sociedade iParque pretende ter como parceiras no arranque do projecto as empresas locais Critical Sofware (informática), ISA (instrumentação e electrónica), Bluefarma e Farbeira (ambas do sector farmacêutico).
Na área da saúde, «precisamos de uma empresa que funcione como locomotiva», atraindo ao parque outros investimentos do sector, referiu Norberto Pires.
«A saúde é uma área estratégica da cidade, com alguma dinâmica que precisa de ser demonstrada», acentuou.
Depois da Câmara de Coimbra, que detém 64,01 por cento do capital da iParque, a agência de desenvolvimento regional CoimbraVita, que aposta na saúde, é o segundo maior accionista da sociedade, com uma participação de 20 por cento.
Os outros accionistas são a Associação Comercial e Industrial de Coimbra (4 pc), a Associação Industrial Portuguesa/Iberopark (4 pc), a Associação Tecnopólo de Coimbra (1,92 pc), a Parque Expo (1,28 pc), o Banco espírito Santo (4 pc), o Clube de Empresários de Coimbra (0,32 pc), os Serviços de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH, 0,32 pc) e o Centro de Neurociências e Biologia Celular (0,16 pc).
No dia 1 de Outubro, a Assembleia Municipal de Coimbra ratificou o aumento da participação da autarquia no capital social da Coimbra Inovação Parque, tendo sido também prorrogadas as medidas preventivas para a área de instalação do projecto.
Ao fixar a participação do município no capital da iParque em 64,01 por cento, a Assembleia Municipal confirmou, por unanimidade, uma deliberação tomada pelo executivo, em Setembro, que permitiu à Câmara recuperar a liderança daquele empreendimento tecnológico.
No dia 13 de Agosto, a Câmara de Coimbra aprovou a verba de 252.390 euros com que retomou os 51 por cento do capital da empresa, tendo deliberado subscrever mais 122.164 euros em 10 de Setembro.
Em 2006, com a entrada de quatro novos accionistas - CoimbraPrime e TopCertame e das associações Novotecna e Jovens Associados para o Desenvolvimento Regional do Centro - o então vice-presidente da Câmara, Pina Prata, assumiu o controlo da iParque, mas esta situação veio a ser considerada nula pela assembleia-geral, em finais de Julho.
O vereador social-democrata foi na altura demitido formalmente pela assembleia-geral da administração da iParque, apesar de ter já anunciado que não tencionava integrar os novos órgãos sociais da empresa.
andre_carneiro October 6th, 2007, 03:23 PM Eh pah bom para Coimbra!
Não sei, mas é impressão minha mas está-se a apostar muito neste tipo de parques empresariais nas cidades portuguesas! Braga está a fazer um "pequeno" (à medida da cidade) edificio empresarial e continua a expandir os outros parques que tem, guimarães tb está a fazer um novo parque... sem dúvida que se está a investir na criação de novas empresas! Parece-me inteligente já que talvez deste modo se conseguirá diminuir a medio prazo o desemprego! Melhor do que buscar mais mega construções, tipo barragens e as outras que nem precisam de ser citadas para criar novos, e temporarios, postos de trabalho... :dunno:
pedrodepinto October 6th, 2007, 08:11 PM Muito bom para Coimbra :okay:!
daniel322 October 7th, 2007, 03:34 AM Não sei, mas é impressão minha mas está-se a apostar muito neste tipo de parques empresariais nas cidades portuguesas!
sabes que os tugas são muito dados a modas.. agora é "in" uma cidade ter um parque chamado de inovação.. mas ainda bem.. :)
Ondas October 7th, 2007, 05:35 PM Update Obras ApartHotel da Figueira
5/10/2007
http://i183.photobucket.com/albums/x305/ondas/HPIM0476.jpg
fred_mendonca October 8th, 2007, 12:43 AM Dá para ver pouco! :D
andre_carneiro October 8th, 2007, 12:45 AM Eh pah... isso parece um pouco "mamarracho"... não há mais pics?
fred_mendonca October 8th, 2007, 12:46 AM Ele já existia, estão apenas a lavar-lhe a cara!
andre_carneiro October 8th, 2007, 12:49 AM :hammer: não conhecia... :D
ordep October 8th, 2007, 11:57 AM Já taparam o bicho todo! Quando estará pronto?
Arpels October 8th, 2007, 02:11 PM :hammer: não conhecia... :D
:uh: é o antigo aparthotel Atlantico quase junto ao forte de Santa catarina e da torre do relógio onde a praia é larguissima :yes: vai ficar fantastico com esta renovação, o Santana Lopes ainda o quiz mandar abaixo :|
http://photo-origin.tickle.com/image/111/2/3/O/111239489O269166893.jpg
http://photo-origin.tickle.com/image/111/2/3/O/111239176O531828013.jpg
andre_carneiro October 8th, 2007, 02:39 PM :okay:
Destaca-se um pouco dos edificios ao redor... menos mal que o vão renovar pois não parece muito bonito :dunno:
A ver vamos como fica depois!
pedrodepinto October 8th, 2007, 04:31 PM Muito bem, já começaram as obras :okay:!
Arpels October 8th, 2007, 06:56 PM o Daniel322 tinha ai um render canino dele, se encontrar rapto e ponho aqui :yes:
Lourenco October 8th, 2007, 07:05 PM o Daniel322 tinha ai um render canino dele, se encontrar rapto e ponho aqui :yes:
Está na primeira página deste tópico. ;)
http://www.estudioadn.com/components/com_portfol/thumb/thumb.php?src=/home/httpd/vhosts/estudioadn.com/httpdocs/images/portfolio/atlantico_02.jpg&x=374&y=295&f=0
Arpels October 8th, 2007, 07:10 PM lol ok :doh::okay:
fred_mendonca October 8th, 2007, 07:34 PM Pena ser pequeno!
HugoK October 8th, 2007, 10:15 PM Pena ser pequeno!
o render ou o edifiício? :D
pedrodepinto October 8th, 2007, 10:19 PM Talvez ambos :D!
Portvscalem October 8th, 2007, 10:28 PM deve ter uma altura equivalente ao burgo no porto...
fred_mendonca October 8th, 2007, 11:52 PM o render ou o edifiício? :D
O render!
Lourenco October 10th, 2007, 02:32 AM Ideal do Arnado
O projecto "Ideal do Arnado" assenta na reconversão de uma antiga unidade industrial para um complexo de várias valências. Habitação, comércio e serviços vão nascer neste edifício de reconhecido valor arquitectónico, com uma localização excepcional na cidade de Coimbra.
Situado junto ao Rio Mondego, junto à Estação Nova, este será um local privilegiado da cidade, tendo em consideração o projecto de reconversão urbanística previsto para esta zona da cidade.
Fotos e renders:
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/Image1.jpg
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/Image2-2.jpg
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/Image3-2.jpg
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/Image4-2.jpg
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/Image5-2.jpg
Casal Ferrão
Casal Ferrão é um loteamento localizado na Estrada de Eiras, junto à Estação Velha.
É constituído por três edifícios autónomos, para habitação, com tipologias diversificadas e contempla ainda espaços comerciais.
A requalificação da Estação Velha vai reabilitar todo o espaço urbano envolvente, aumentando a centralidade, com a construção de Hotel, Centro de Congressos, Pavilhão Multiusos, Residência Universitária, Complexo de Saúde, Comércio e Serviços.
Fotos e renders:
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/Image6-1.jpg
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/Image7.jpg
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/Image8-1.jpg
Notícia: A Staples Office Centre irá abrir uma loja em Coimbra na zona de Eiras. Abertura prevista em breve.
Rumor: A Makro poderá abandonar o local habitual, abrindo nova loja em Taveiro ou Eiras. No local da Makro irá surgir uma loja IKEA.
Lourenco October 10th, 2007, 02:42 AM Obras do novo Hospital Pediátrico
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT9573.jpg
Tom_Lisboa October 10th, 2007, 02:57 AM grandeee ...
coimbra tem optimos projectos ;)
Arpels October 10th, 2007, 01:37 PM "Ideal do Arnado" mt bom este.
pedrodepinto October 10th, 2007, 04:00 PM Bons projectos :okay:! O hospital é bem grande :eek:!
coimbra October 10th, 2007, 04:04 PM Até diria mais: o hospital é ENORME!! Por falar nisso, ainda está emperrado, ou já avança?
fred_mendonca October 10th, 2007, 04:56 PM Vai ficar um bom cluster hospital!
HugoK October 10th, 2007, 08:38 PM O projecto "Ideal do Arnado" assenta na reconversão de uma antiga unidade industrial para um complexo de várias valências. Habitação, comércio e serviços vão nascer neste edifício de reconhecido valor arquitectónico, com uma localização excepcional na cidade de Coimbra.
reconhecido valor arquitectónico? :lol:
Rumor: A Makro poderá abandonar o local habitual, abrindo nova loja em Taveiro ou Eiras. No local da Makro irá surgir uma loja IKEA.
será? tb já ouvi dizer que a makro iria sair do centro da cidade.
Outro rumor:
Segundo o que ouvi ontem de alguem ligado à CCDRC (http://www.ccdrc.pt/), foi aprovado o projecto para a construção do el corte inglés no terreno em frente às Ferragens do Calhabé (Rua do Brasil), onde havia (há??) uma serralharia e outras cenas.
Caso se venha a confirmar, o que acredito que venha a acontecer em breve (100% confiança na minha fonte), só nos resta esperar para ver que raio de soluções foram pensadas para o trânsito naquela, uma vez que se há-de complicar após a inauguração do el corte inglés.
Não concordo com a localização, mas tb não estou a conseguir identificar o sítio a 100%. serralharia?
mynuster October 10th, 2007, 08:39 PM Vai ficar um bom cluster hospital!
se vai! :yes:
Lourenco October 12th, 2007, 03:40 PM Não concordo com a localização, mas tb não estou a conseguir identificar o sítio a 100%. serralharia?
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/quinta.jpg
Tens o estádio no canto superior esquerdo e o ITAP no canto inferior direito.
Também já tinha lido esse rumor no forumcoimbra, mas sinceramente não acredito, até porque para esse local já se encontra em fase de projecto a nova Urbanização da Quinta da Fonte da Cheira.
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT8606.jpg
Entretanto já consegui localizar o local onde está a ser construída a Staples Office Centre. Fica mesmo ao lado da nova Macolis, junto ao IC2, na rotunda das piscinas. É o ponto vermelho na imagem. :)
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/Image2-3.jpg
Aka October 12th, 2007, 05:03 PM Isso do El Corte Inglés é mentiras atrás de mentiras. Já estou meio farto dos rumores sobre esse assunto.
HugoK October 12th, 2007, 07:54 PM http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/quinta.jpg
Tens o estádio no canto superior esquerdo e o ITAP no canto inferior direito.
Tava a pensar que fosse nesse espaço no lado esquerdo do circulo mais pequeno :) onde está uma serração.
Essa zona é uma miséria, não gosto nada
Também já tinha lido esse rumor no forumcoimbra
foi lá que fui buscar esses comentários a que fiz quote. parece que há muita troca de informação, tb vi uns quotes teus lá no forum :lol:
pedrodepinto October 12th, 2007, 08:04 PM Bons projectos para Coimbra ;)!
fred_mendonca October 12th, 2007, 08:29 PM Aqui em Oeiras também houve uns boatos mas acho que vai ser feito em Carcavelos!
HugoK October 12th, 2007, 08:32 PM às vezes é especulação imobiliária
fred_mendonca October 12th, 2007, 09:16 PM Era para ser na fundação que agora tem akele projecto do Sua Kay.
fernao October 13th, 2007, 08:54 PM Pediátrico e nova penitenciária têm verbas reforçadas no Orçamento de Estado de 2008
O Metro Mondego viu as suas verbas reduzidas em relação ao Orçamento de Estado do ano passado. Já a nova cadeia e o pediátrico parecem merecer o apoio do Governo
O Governo afectou, para o próximo ano, sete milhões de euros para a construção da nova cadeia de Coimbra, um sinal de que o arranque da sua construção se deve efectivar durante o próximo ano. Este é um dos elementos mais relevantes da parte do Orçamento de Estado que se refere ao PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) regionalizado. Além deste projecto, que no ano passado tinha apenas consignados 80 mil euros, também o Hospital Pediátrico de Coimbra vê subir o seu financiamento estatal. De 8 milhões de euros que estavam no Orçamento de Estado de 2007 para construção da nova unidade de saúde a verba passa, em 2008, para 17,2 milhões, sendo que o grosso da fatia (13 milhões) diz respeito a financiamento comunitário. Ora, quando o projecto foi lançado o Governo de então garantiu que o financiamento seria todo efectuado com verbas nacionais, o que agora já não estará a acontecer, recorrendo às verbas de Bruxelas.
O terceiro grande projecto do distrito prende-se com o Metro Mondego mas neste caso a verba inscrita em PIDDAC é reduzida face ao ano passado. Um corte que traduz o impasse que neste momento se vive no processo e eventualmente a menor vontade política em lançar o concurso em 2008. No ano passado, no mesmo documento, o Metropolitano Ligeiro do Mondego tinha um total de 8,3 milhões contra os 3,5 milhões que surgem inscritos na proposta do Governo. Todavia, há a acrescer mais um milhão de euros inscritos numa nova rubrica denominada Sistema de Mobilidade do Mondego. Mesmo assim, o total de 4,5 milhões é curto para o lançamento da empreitada.
Globalmente, no documento do PIDDAC regionalizado o distrito de Coimbra aparece com um total de 140 milhões de euros enquanto no ano passado o valor global era de 148 milhões. Uma redução que pode não ser real uma vez que este ano os projectos das Estradas de Portugal (que entretanto foi transformada em entidade pública empresarial) não surgem neste documento do Orçamento de Estado. Quando se analisam as verbas por concelho (ver quadro), Coimbra, Figueira da Foz e Penacova são as que mais dinheiro devem receber. No caso da Figueira da Foz o grosso da verba prende-se com obras no Porto e em Penacova quase um milhão de euros será encaminhado para a ampliação de uma escola. Pela negativa, destaque para Cantanhede, Mira e Soure que não têm qualquer verba inscrita. Todavia, os 43 milhões de euros inscritos pelo Ministério da Agricultura para desenvolvimento da Aquicultura estarão certamente relacionados com o projecto da Pescanova no concelho.
Hospital Pediátrico
Depois de muitas promessas e de tantos outros adiamentos, a construção do novo Hospital Pediátrico arrancou com o Governo de Santana Lopes. Todavia, problemas nos terrenos, primeiro, e no financiamento, depois, voltaram a fazer da construção do Pediátrico motivo de preocupação. Neste momento, os prazos estão dilatados e pode ser que este aumento de financiamento signifique o fim da polémica. O que fica por perceber, da leitura do documento, é se a fatia de fundos comunitários vai ser retirada do Programa Operacional do Centro ou do programa nacional. Uma questão que poderá gerar algumas críticas políticas pois este tem sido encarado como um processo nacional.
Estabelecimento Prisional
Os sete milhões inscritos em OE para a construção da nova cadeia são um sinal da vontade do Ministério da Justiça em fazer de 2008 um ano de decisões neste capítulo. Todavia, as negociações entre a autarquia e o Ministério da Justiça relativamente aos terrenos do actual presídio estão longe de estar fechadas. A Câmara já fez saber ao Ministério da Justiça o estudo do que poderá ser construído no local. Algo que é essencial pois é com essa verba que será construída a nova cadeia. O primeiro valor em cima da mesa não terá agradado à Justiça uma vez que ficaria ainda muito por cobrir relativamente à nova cadeia. Neste momento o Ministério está a efectuar um plano de pormenor e as negociações vão continuar.
Metro Mondego
A mudança na administração da Sociedade Metro Mondego parecia indiciar uma vontade de fazer obra e de cumprir prazos, mas este recuo em termos de Orçamento de Estado indicia exactamente o contrário. Isto é, dificilmente será lançado uma parte importante da obra em 2008. Aliás, o actual presidente, Álvaro Seco, está mesmo a reformular parte do projecto (nomeadamente o traçado urbano) e esse poderá ser outro dos motivos para o aparente adiamento do processo. Até porque, também na rubrica que se refere à modernização de interfaces do Ramal da Lousã há uma redução significativa. Este ano estão inscritos 836 mil euros e o ano passado, na mesma rubrica, estavam contemplados 6 milhões de euros.
DCoimbra, hoje
fernao October 13th, 2007, 09:01 PM coimbraPolis
Piscina concluída no próximo Verão
A sociedade CoimbraPolis organizou ontem uma visita guiada às empreitadas em curso e aos espaços que ainda vão ser alvo de intervenção no âmbito daquele programa.
A piscina descoberta, que vai nascer perto das Lages, no Parque Verde do Mondego, foi adjudicada ontem. Prevê-se, assim, que o equipamento esteja concluído no próximo Verão. A notícia foi anunciada ontem por João Rebelo, o vereador que representa a Câmara de Coimbra no conselho de administração do Programa Polis, durante uma visita guiada às empreitadas em curso. Na antiga Quinta da Várzea, na margem esquerda do Rio Mondego – entre a ponte Pedro e Inês e a Ponte Rainha Santa – irá surgir o projecto da autoria do arquitecto Paulo Albuquerque, construção que irá reabilitar uma zona com três mil metros quadrados. Um projecto que será, segundo o plano elaborado pela Polis, um elemento de grande atractividade para usufruto da frente ribeirinha, oferecendo uma alternativa à praia fluvial, já que irá dispor de restaurante e bar/esplanada.
Este equipamento insere-se, segundo João Rebelo, naquele que será, "provavelmente, um dos maiores parques de lazer, com estas características, em Portugal". A visita de ontem às obras da 1.ª e 2.ª fase do Parque Verde do Mondego começou com uma "espreitadela" à Entrada Poente do Parque Verde, onde foi possível vislumbrar o corredor verde que passa sob a Avenida Inês de Castro e acompanha o caminho pedonal que ladeia os muros do antigo caminho da cerca do Convento de Santa Clara-a-Velha, desembocando no paredão da Avenida João das Regras.
Depois de subir ao edifício de apoio aos espectáculos – localizado em plena Praça da Canção – a "comitiva" seguiu sobre o passadiço até junto da Ponte Pedonal. No final daquele corredor, que é "acompanhado por um canal de água que vai alargando", será construído um restaurante. A estrutura – que será erigida sobre o canal – terá, no piso inferior, alguns serviços de apoio e casas-de-banho. No piso superior ficará, então, localizado a área de restauração.
Metros depois da entrada para a Ponte Pedonal Pedro e Inês (para Sul) surgem quatro pavilhões em madeira. Os três "edifícios", que vão servir de apoio aos desportos náuticos, devem começar a ser ocupados pelos clubes a partir da próxima semana (ver página 24). Um quarto pavilhão vai servir de apoio aos visitantes ocasionais. Naquela zona do Choupalinho também já é possível observar o futuro parque radical.
Ontem, João Rebelo deu ainda conta da intenção de retirar as bombas de gasolina BP daquela área (junto à Praça da Canção), de modo a fazer prolongar a mata e a reforçar a área verde e arbórea para Sul.Após a sua conclusão das obras, a cidade vai ficar dotada de um parque de lazer com cerca de 23 hectares nas duas margens do Mondego, ligadas pela Ponte Pedonal.
As Beiras, hoje
O Prof Godin October 13th, 2007, 11:03 PM …obrigado pelas notícias fernão…
…é muito pouco dinheiro…é muito pouca acção e falta de visão no futuro. Em boa verdade trata-se de terminar o Polis e pagar o Hospital Pediátrico (que ainda estou para perceber a escolha do local…)…
Lourenco October 15th, 2007, 02:13 AM Alto do Sol - Urbanização (Pedrulha)
Loteamento com 17 lotes para construção, todos com projecto aprovado, situados na zona Norte da cidade de Coimbra.
Excelente exposição solar desta urbanização virada a Sul e Nascente.
Arquitectura arrojada do Arquitecto Luís Neto.
Esta urbanização possui um arruamento interior onde se distribuem os vários lotes para construção, com zonas pedonais e para estacionamento.
No Alto do Sol temos lotes para construção de: Apartamentos + comércio, moradias isoladas, moradias bifamiliares e um lote para uma superfície comercial.
Lotes para Moradias - lotes com cerca de 500 m2 para construção de moradias isoladas, situados no cimo da urbanização o que permite usufruir das melhores vistas da urbanização, usufruindo ainda do sossego desta localização.
Lotes para apartamentos – 6 lotes para construção de apartamentos com boas áreas, nomeadamente de tipologias T2 e T3 e comércio no piso 0.
Lotes para moradias bifamiliares – para construção em cada um dos lotes de T2 Duplex e de T4 duplex com garagens na cave.
Lote para construção de superfície comercial de arquitectura arrojada – lote com cerca de 2.500 m2 para uma área comercial de 900 m2 no piso 0, mais cave para estacionamento, tendo ainda uma zona para estacionamentos exteriores na urbanização.
Neste momento estão em construção os primeiros edifícios.
Chamartín Imobiliária
Renders
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/1-1.jpg
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/2-1.jpg
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/3-1.jpg
Fotos
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/PICT9579.jpg
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/PICT9580.jpg
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/PICT9584.jpg
Staples Office Centre (Pedrulha)
Deve ser igual às outras todas e não tem muito para ver... Mas aqui ficam as fotos. :)
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/PICT9577.jpg
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/PICT9581.jpg
Já agora, gostava de saber se alguém tem informações sobre este projecto:
Pedrulha Retail Park
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/PICT9593.jpg
Renders
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/4-1.jpg
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/5-1.jpg
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/6-1.jpg
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/7-1.jpg
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/8-1.jpg
Fica mesmo ao lado da AutoSueco. ;)
HugoK October 15th, 2007, 02:24 AM Acho que só na foto do staples é que percebi onde é a Urb Alto do Sol, se não estou em erro é onde costumavam fazer a feira da ACIC?
Esse placar do Retail da Pedrulha já lá está hà uns 5 anos, ou mais. Já ouvi dizer que os construtores decidiram esperar para ver qual o sucesso do retail de Eiras para investir (ou não) neste
Lourenco October 15th, 2007, 03:17 AM Acho que só na foto do staples é que percebi onde é a Urb Alto do Sol, se não estou em erro é onde costumavam fazer a feira da ACIC?
Sim, é junto ao Parque de Exposições da ACIC. ;)
Um outro edifício recente logo ao lado, a delegação de Coimbra da MRG.
http://i146.photobucket.com/albums/r260/Platurno/PICT9578.jpg
Arpels October 15th, 2007, 02:30 PM mto bem, gostei de todos especialmente do retail :sly:
pedrodepinto October 15th, 2007, 08:14 PM Bons projectos para Coimbra :okay:!
fred_mendonca October 15th, 2007, 08:26 PM O edifício da MRG tem muito bom aspecto!
O Prof Godin October 15th, 2007, 08:44 PM …esse Neto, é o Taveira do Centro, mas mais pela sua personalidade do que pela arquitectura…
…de resto a localização é má (nem percebo como a aprovaram numa zona industrial), e a arquitectura é um autêntico travesti…
mynuster October 15th, 2007, 09:29 PM com esse já sao 3 retail parks em Coimbra :yes:
bons projectos!
HugoK October 16th, 2007, 02:17 AM O edifício da MRG tem muito bom aspecto!
acho que são os que andam a fazer o programa polis cá em cbr
…de resto a localização é má (nem percebo como a aprovaram numa zona industrial), e a arquitectura é um autêntico travesti…
nada de admirar. as empresas têm vindo todas a fechar nessa zona (estaco, triunfo, Topázio e Onix, etc) por pressão imobliária. Nem sei bem porquê, nem acho essa zona particularmente atraente para se viver :nuts:
HugoK October 19th, 2007, 02:52 PM FINALMENTE!!!! :banana:
a mim daria muito jeito:
Estudo apresenta três vias para ligar Taveiro a Alfarelos
São três as hipóteses que o Estudo de Impacte Ambiental apresenta para uma futura ligação entre Taveiro e Alfarelos.
As duas soluções que atravessam o Paul de Arzila são as que melhor respondem às expectativas das populações
O Estudo de Impacte Ambiental (EIA), incluindo o resumo não técnico, do projecto da variante às EN341 e EN347, entre Alfarelos e Taveiro, apresenta três soluções devidamente estudadas para um possível traçado.
O EIA encontra-se disponível para consulta pública desde a passada segunda-feira, prazo que se prolonga, por 40 dias úteis, até 10 de Dezembro.
A solução A tem uma extensão de cerca de nove quilómetros, enquanto a solução B apresenta um traçado com perto de 10 quilómetros. As duas desenvolvem-se dentro de zonas naturais de elevado interesse, como são os casos da Reserva Natural do Paul de Arzila, da Zona de Protecção Especial Paul de Arzila e da Rede Natura 2000 – Sítio Paul de Arzila. Com 16 quilómetros, a solução C não afecta nenhuma destas áreas naturais.
Segundo o estudo, finalizado em Maio deste ano, a hipótese C é, em termos globais, «a pior», uma vez que é a que «apresenta mais impactes negativos». Entre as alternativas A e B, as diferenças não são «significativas», embora a solução A, globalmente, seja «ligeiramente mais vantajosa».
Relativamente ao objectivo da via em análise, a alternativa C é a que «menos tráfego retira das actuais EN341 e EN347, afastando-se, assim, do objectivo pré-definido». O traçado desta hipótese funcionará como «via complementar à existente, essencialmente, para a EN347», verificando-se numa parte do percurso um «acréscimo de tráfego na EN347».
Já as restantes possibilidades (A e B) funcionarão como «concorrentes à rede viária existente e retirarão tráfego significativo da rede viária EN341 e EN347, em particular da primeira via, o que se coaduna com o objectivo do estudo».
O EIA revela que as soluções A e B são «muito semelhantes com ligeira vantagem» para a hipótese A. Pese embora, divulga o estudo, «as duas soluções tenham impactes negativos significativos ao nível da ecologia e na zona integrada na Reserva Natural do Paul de Arzila». Neste ponto, «a solução B provocará uma maior partição de habitats e será mais perturbadora para as espécies mais sensíveis do que a solução A».
O projecto em análise intercepta as freguesias de Ameal, Arzila e Taveiro (concelho de Coimbra), Pereira e Santo Varão (concelho de Montemor-o-Velho), Anobra, Belide e Sebal (concelho de Condeixa) e Alfarelos, Figueiró do Campo e Granja do Ulmeiro (concelho de Soure). Refira-se que o resumo não técnico pode ser consultado nas juntas de freguesia acima referidas, assim como na Internet em www.iambiente.pt.
O estudo reconhece que a via em análise constituirá uma ligação regional e promoverá a ligação a Sul do Mondego entre Coimbra e o litoral, pretendendo-se que venha a substituir, em boas condições de circulação, as EN341 e EN347, além de se assumir como uma alternativa importante para o tráfego de Este para Oeste a Sul do Mondego entre a Figueira da Foz, Montemor-o-Velho e Coimbra.
O traçado dará continuidade para Este ao troço em fase de projecto de execução da EN347 (Montemor-o-Velho/Alfarelos), permitindo a ligação com o troço da EN341 (Arzila/Taveiro) já construído. Segundo o estudo, os tempos de percurso são, actualmente, muito elevados, tendo em conta as distâncias percorridas, razão pela qual «a nova via se revela necessária e dará resposta às expectativas da população e, em particular, aos utilizadores diários das EN341 e EN347».
fonte (http://www.diariocoimbra.pt/16965.htm)
fred_mendonca October 19th, 2007, 04:49 PM Boa notícia!
O Prof Godin October 19th, 2007, 09:49 PM …não existem plantas com o traçado…?…
Lourenco October 20th, 2007, 04:08 AM Colina das Bicas - Taveiro
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT9668.jpg
Aspecto actual do terreno onde irá nascer a urbanização, já com os arruamentos concluídos
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT9662.jpg
Perspectiva de Taveiro a partir do local da urbanização
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT9663.jpg
Urbanização da Casa Branca
Começaram recentemente (e estão a avançar a bom ritmo) as obras da nova urbanização da Casa Branca, junto à Escola Dra. Maria Alice Gouveia.
Para já só tenho estas fotos.
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT9650.jpg
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT9653.jpg
fred_mendonca October 20th, 2007, 01:53 PM Boas fotos! :applause:
mynuster October 20th, 2007, 06:51 PM :yes:
pedrodepinto October 20th, 2007, 08:38 PM Bom update :okay:!
Lourenco October 20th, 2007, 08:51 PM Uma outra perspectiva da Urb. da Casa Branca, que permite uma melhor percepção da área de construção.
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT9673.jpg
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/ge.jpg
O futuro Metro Mondego vai passar logo ao lado. (agora quando...)
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT9672.jpg
Um projecto misterioso do outro lado da rua.
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT9677.jpg
pedrodepinto October 20th, 2007, 10:27 PM Bem misterioso :D!
fred_mendonca October 20th, 2007, 11:30 PM Parece ser um armazém ou um hipermercado tipo Modelo!
mynuster October 21st, 2007, 02:26 PM mais um projecto misterioso :D
fernao October 22nd, 2007, 11:41 AM Achei esta entrevista interessante - ponho aqui para os "Coimbroes & friends" porque nao sabia onde a colocar:
Há uma “distorção total do mercado da habitação” em Portugal
Escassez de casas para arrendar atiça a compra de casa própria e põe em cheque as gerações futuras, alerta a presidente do movimento cívico Pro Urbe, Ana Pires. Endividamento, degradação, insegurança, desperdício de solo e estagnação do mercado laboral são as consequências, adverte a organização
Os problemas da habitação estão em discussão em Coimbra até dia 31 de Outubro, numa iniciativa organizada por dois movimentos de cidadãos (Pro Urbe e Plataforma Artigo65). Em entrevista ao Diário de Coimbra, a presidente da Pro Urbe, Ana Pires, e um dos mentores do evento, Vasco Pinto, desfiam algumas das questões em debate.
Diário de Coimbra (DC) – Porquê falar em habitação?
Ana Pires (AP) – A habitação é um direito consagrado na Constituição e é uma necessidade. Mas é também um negócio, um problema – porque consome espaço, recursos públicos e familiares (as pessoas endividam-se). Depois, há também a questão da habitação já concluída e dos problemas que ela coloca pela sua degradação e abandono. Somos um país com uma taxa elevadíssima de residências secundárias.
Vasco Pinto (VP) – Em temos médios, existe à volta de uma casa e meia por família. O campo da habitação é um campo riquíssimo em choques e perplexidades.
DC – Que choques e perplexidades?
VP – Ao nível económico, numa cidade de média escala como Coimbra, que tem na zona urbana à volta de 100 mil habitantes, a diferença de preço entre o mesmo tipo de casa em zonas diferentes pode ser 10 vezes maior. Há também grandes disparidades ao nível da qualidade de vida, do equipamento, serviços, apoios e transportes, se compararmos um bairro como o Norton de Matos, na área urbana, e outros em zonas periféricas de construção mais recente, como na Pedrulha. Uma cidade que não se regula do ponto de vista do custo do solo e da habitação dá lugar a exclusões sociais evidentes. As cidades primam por serem organizações integradas e quanto menos assimetrias e mais mistura tiverem, mais segurança e qualidade de vida haverá.
DC – E essas assimetrias são evitáveis?
VP – Sim. A administração pública tem o dever de criar mecanismos que promovam o equilíbrio e a redução de assimetrias. Mas, por outro lado, a habitação é um campo onde se defrontam vários opositores, que muito dificilmente conseguiriam ter um discurso equilibrado, mas que se têm de compatibilizar forçosamente: a máquina fiscal do Estado, o mercado imobiliário, a construção e as pessoas que usufruem da habitação. Normalmente atiramo-nos à construção propriamente dita, mas a banca é talvez quem mais promove todo este descalabro, porque está presente a todos os níveis: em quem promove, constrói e em quem compra.
AP – Há um subtexto financeiro a explicar tudo isto e não tem a ver com a ganância, mas com a expectativa do lucro de “a” ou de “b” com as suas pequenas compras de mais apartamentos para além da sua própria casa. Contudo, independentemente de todas as questões de origem financeira, a definição do perímetro urbano destinado à habitação representa o desperdício de um bem absolutamente insubstituível, o solo. Quando estamos a afectar tantos hectares para serem construídos, temos de pensar no que estamos a fazer em termos das gerações futuras.
DC – E o que estamos a fazer?
VP – Muito do que foi feito nos últimos 30 anos provavelmente vai ter de ser obrigatoriamente demolido.
AP – Há uma cultura do desperdício, porque há tanta casa sem gente e tanta gente sem casa. E há gente com casas a mais. Isso é perturbador.
VP – Por exemplo, no eixo Coimbra/Lousã há cerca de 90 mil fogos vazios. ( :? sera' possivel??? parece-me claramente demais, sera' uma gralha? 9000 talvez?... :?) Mas o mercado da habitação em Coimbra apresenta-se particularmente desregulado, porque ainda temos a questão do aluguer dos quartos a estudantes e isso é gravíssimo.
DC – Por que é que é um problema?
AP – Com a lei do congelamento das rendas, os senhorios perdiam imenso dinheiro e o arrendamento não era um negócio minimamente atractivo. Chegou a haver uma escassez brutal de oferta no mercado e as casas tinham rendas enormes. As pessoas, entre pagarem uma renda brutal e darem algo semelhante ao banco para ficarem com a casa, preferiam a segunda hipótese. Foi o suficiente para passarmos de 80 por cento das pessoas terem casa alugada para cerca de 90 por cento das pessoas viverem em casa própria. Em Coimbra, isso ainda é muito mais grave, porque as pessoas que têm casas para arrendar, em vez de o fazerem a famílias, preferem estudantes, devido à sua alta rotatividade, que lhes permite uma flexibilidade e é uma maneira de irem aumentando os preços, o que não conseguiriam com rendas normais.
Preços são “estupidamente inflacionados”
DC – Que problemas traz a compra de casa própria?
VP – Variadíssimos. Em termos económicos, o endividamento, que é profundamente castrador.
AP – Aquilo que noutros países é banal, as pessoas não gostarem do desemprego, quererem sair da cidade e mudarem-se com muita facilidade, porque vivem numa casa arrendada, torna-se impossível. A mobilidade laboral no nosso país é muito travada por essa distorção total do mercado da habitação, quer seja o da compra, porque os preços são estupidamente inflacionados, quer seja o do arrendamento.
VP – Por outro lado, falta informação para quem sente na pele os problemas da habitação. Quando se compra um frigorífico sabe-se o nível de gasto energético e tudo o mais, mas numa casa não se sabe nada do tipo de isolamento, da qualidade dos materiais empregues em coisas importantes como as canalizações, da própria acústica e das variações de temperatura e luminosidade.
DC – Estamos a falar de vários problemas. Não será utópico pensar que são contornáveis?
AP – É completamente utópico. Agora, entre isto tudo funcionar muito bem e a situação actual, talvez seja possível as coisas melhorarem. Por exemplo, o problema do abandono e degradação dos centros históricos pode resolver-se através do incremento da rede de transportes públicos. Em Nova Iorque, vivem milhões em Manhattan, e é uma percentagem muito reduzida que tem carro. Um T1 custa 600 contos por mês e o estacionamento pode ser até duas vezes isso. Quando precisam do carro por algum motivo, alugam.
Exposição fotográfica sobre habitação inaugurada hoje no Teatro Gil Vicente
Fotografias de António José Martins, Emanuel Brás, Nuno Patinho, Paulo Abrantes, Pedro Medeiros e Tiago Hespanha abrem hoje às 18h00 a discussão pública “Vamos falar sobre habitação (em Coimbra)?”. A mostra dedicada à habitação estará patente no Teatro Académico Gil Vicente (TAGV) até 31 de Outubro.
Na sexta-feira (21h30), também no TAGV, será apresentado o documentário “Paz, Pão, Habitação... As operações SAAL” de João Dias, sobre as operações do Serviço Ambulatório de Apoio Local (SAAL) no I Governo Provisório após o 25 de Abril, ao qual se seguirá um debate com o realizador e com os arquitectos Alexandre Alves Costa, José António Bandeirinha e Samuel Roda Fernandes. A moderação ficará a cargo do sociólogo Elísio Estanque.
Já no sábado (11h00, Salão Brazil), “O problema e o futuro da habitação” darão o mote a uma mesa-redonda moderada pelo economista José Reis, com as intervenções da arquitecta Helena Roseta (que concorreu às eleições intercalares de 2007 para a Câmara Municipal de Lisboa, onde é vereadora), da geógrafa Teresa Craveiro e do padre Valentim Gonçalves.
Às 14h00 é a vez do debate subordinado ao tema “O mercado da habitação”, moderado pela geógrafa Ana Pires e participação da vice-presidente do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, Maria João Freitas, do agrónomo Pedro Bingre, do urbanista Jorge Carvalho e do presidente da Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica, Guilherme Vilaverde.
A questão de Coimbra estará em cima da mesa às 15h15, numa discussão com intervenção do sociólogo Elísio Estanque, do vereador da Habitação da Câmara Municipal de Coimbra, Jorge Gouveia Monteiro, do presidente da Coimbra Viva - Sociedade de Reabilitação Urbana, João Paulo Craveiro e pelo responsável do Plano Estratégico e de Urbanização para Coimbra, o arquitecto Gustavo Cunha. A moderação caberá ao jornalista João Mesquita.
Diario Coimbra, hoje
Lino October 22nd, 2007, 02:59 PM Que tanque é aquele no parque da margem esquerda?
Ainda bem que recusaram o projecto da galeria subterrânea da Baixa, escavacar mais aquilo? Já bastou a Praça 8 de Maio.
E adoro o que estão a fazer na Alta. Renová-la, dando a cor mais original possível de cada edifício e renová-lo por dentro como podem ver no site da Câmara. Já se descobriram coisas do tempo dos árabes e da reconquista, como a possível casa do primeiro governador da cidade, D. Sesnando, que foi um moçárabe que conquistou a cidade aos Mouros.
E que venha a estação intermodal. Coimbra-B e a Rodoviária são velhas, sujas, sem condições, perigosas. Uma vergonha para quem entra na cidade.
HugoK October 22nd, 2007, 05:41 PM Que tanque é aquele no parque da margem esquerda?
é uma piscina municipal. bem vindo lino :cheers:
Lino October 22nd, 2007, 09:08 PM Ai é a piscina? Com aqueles muros e formato tão estreito? Que esquisita... :nuts:
Sobre a torre ali no Arnado... nem pensar! Já basta o atentado que é a outra torre que fica muito mal. Até alguns estrangeiros já me disseram. É um crime de lesa-património!
Que teve a ideia de destruir a cidade? Coimbra não tem perfil para esse tipo de prédios. Já chegam aqueles na Solum e Vale das Flores, que é mais vale de betão. :(
HugoK October 23rd, 2007, 02:37 AM Que teve a ideia de destruir a cidade? Coimbra não tem perfil para esse tipo de prédios.
porquê? :dunno: não percebi
Lino October 23rd, 2007, 03:20 AM Vê a torre do Arnado, completamente desenquadrada do ambiente. Depois é uma cidade montanhosa e em que pode haver um terramoto.
Se fosse uma cidade plana e organizada de raíz como Nova Iorque ou Frankfurt, isso sim, agora Coimbra tem planeamento irregular que não favorece o enquadramento das torres.
E para quê imitar os modelos urbanos dos outros, quando Coimbra é admirada pelos forasteiros pelo seu estilo próprio?
HugoK October 23rd, 2007, 03:28 AM Depois é uma cidade montanhosa e em que pode haver um terramoto.
meu deus!! :doh: :lol:
eis uma cidade em que existe real risco de terremoto:
http://161.58.103.51/calahec/Portals/0/san-francisco.jpg
sinceramente sinto-me mais seguro num destes que num qq edificio velho da baixinha de Coimbra ;)
Se fosse uma cidade plana e organizada de raíz como Nova Iorque ou Frankfurt
Organizada como Madrid, Moscovo, Londres, Valencia, Varsovia, Budapeste, Ankara, Istambul, Milão. queres que continue? ;)
agora Coimbra tem planeamento irregular que não favorece o enquadramento das torres.
realmente, numa cidade com montanhas só podemos construir barracas de palha :lol:
http://www.elitebrasil.com.br/riodejaneiro/rio_de_janeiro.jpg
Lourenco October 23rd, 2007, 03:31 AM Ai é a piscina? Com aqueles muros e formato tão estreito? Que esquisita... :nuts:
Estás a falar disto?
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/DSC04007.jpg
Não é a piscina, essa só recentemente foi adjudicada e a sua conclusão está prevista para o início do próximo verão. O que está na foto penso que é apenas um espelho de água, que aproveita a água bombeada do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. Não sei se terá mais alguma finalidade. :dunno:
Sobre a torre ali no Arnado... nem pensar! Já basta o atentado que é a outra torre que fica muito mal. Até alguns estrangeiros já me disseram. É um crime de lesa-património!
Que teve a ideia de destruir a cidade? Coimbra não tem perfil para esse tipo de prédios. Já chegam aqueles na Solum e Vale das Flores, que é mais vale de betão.
Vale de betão??
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT6805.jpg
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT6778.jpg
O Vale das Flores é uma zona moderna , atravessada por um espaço verde bastante agradável e que dentro em breve terá mais um jardim pago pela Sonae.
Na zona da Solum faltam espaços verdes mas a densidade de construção, apesar de elevada, está longe de ser esmagadora.
Coimbra tem zonas onde seria perfeitamente possível a construção em altura, como a Portela ou a zona da Fucoli. Quanto ao prédio junto ao Arnado, também estou algo céptico...
Lino October 23rd, 2007, 03:48 AM Acho a Solum demasiado urbanizada, tem pequenos jardins, mas há demasiados prédios.
A Baixa tem de ser requalificada, como tem acontecido com a Alta. Acho que Coimbra deve manter a sua traça.
Ok o Rio é uma cidade montanhosa, mas é recente. Coimbra é como Atenas, tem montanhas no meio e em volta e o casario não é tão alto.
Londres, Instambul, Milão, Madrid têm espaço e são feitas para terem um central business district como tem NY, Frankfurt e essas cidades, Coimbra não.
SF tem risco elevado de terramoto mas os prédios são planeados para tal. Em Portugal os prédios são feitos às três pancadas...
daniel322 October 23rd, 2007, 04:07 AM SF tem risco elevado de terramoto mas os prédios são planeados para tal. Em Portugal os prédios são feitos às três pancadas...
Ou seja, estás-me a passar a mim, enquanto engenheiro, um atestado de burrice e incapacidade mental? Existe uma coisa em portugal que se chama Regulamento de Segurança e Acções para Estruturas de Edificios e Pontes, sugiro que leias o Capítulo VII para veres se realmente é feito tudo às 3 pancadas.. :ohno:
..deves pensar que é o zé da esquina que nas obras se lembra de colocar uma parede aqui, um pilar ali e pronto, nasce uma obra de arte :nuts:
Lino October 23rd, 2007, 04:13 AM Não passo a ti, passo a alguns dos prédios que vi construídos. Cabe a ti e aos outros da nova geração melhorar tudo isso.
Sei porque alguns prédios recentes em que estive têm construção mais fraca, então o isolamento acústico...
Mas começam a surgir construções de boa qualidade. Sem rachas nas paredes como vi na Figueira em prédios recentes e em que se ouve no 2º andar o que o vizinho do R/C diz...
coimbra October 23rd, 2007, 02:28 PM Essa estrutura no parque verde é apenas um canal, vai passar por baixo da ponte pedonal e ligar ao rio. Penso que seja decorativo, ou talvez seja uma espécie de ancoradouro para desportos náuticos...
JMFA October 23rd, 2007, 02:46 PM não confundas acabamentos de fraca qualidade, (nomeadamente ao nível acústico) com estruturas mal ou sub-dimensionadas.. isso, regra geral, não acontece nem são feitos projectos de estruturas que não cumpram os regulamentos.
Não é por ter algumas rachas na pintura e ouvires o vizinho de baixo num prédio novo (indesejável, de facto), que um prédio recente não resiste a um sismo (depende do sismo, é claro...).
E quanto mais alto for o prédio, mais podes estar seguro de que os regulamentos foram cumpridos ;)
Lino October 23rd, 2007, 03:06 PM Não é na pintura, é rachas mesmo da parede...
fernao October 23rd, 2007, 03:59 PM Mais uma noticia de um evento sobre um tema que acho muito interessante:
“Equívocos estão a destruir Coimbra”
Construir urbanizações como «alternativa à cidade» é «negar Coimbra». O alerta parte do arquitecto Tiago Hespanha, um dos cinco artistas convidados pelo movimento cívico Pro Urbe a dar corpo à exposição “Habitação”, no Teatro Gil Vicente
«Coimbra está a ser construída sobre equívocos», advertiu ontem o arquitecto e documentarista Tiago Hespanha, para quem urge reflectir sobre o sentido de «recriar centros fora da cidade deixando o que está dentro à mercê da destruição».
O alerta foi lançado na inauguração da exposição de fotografia e vídeo “Habitação”, que reuniu no Teatro Académico Gil Vicente cerca de 50 pessoas. Com trabalhos de António José Martins, Nuno Patinho, Pedro Medeiros, Paulo Abrantes, Emanuel Brás, Luís Filipe Rocha e Tiago Hespanha, a mostra, patente até 31 de Outubro, marca o arranque da discussão pública “Vamos falar sobre habitação (em Coimbra), organizada pelos movimentos cívicos Pro Urbe e Plataforma Artigo65.
«Construir urbanizações e apresentá-las como alternativa à cidade é negar Coimbra», censurou Tiago Hespanha. Presente na mostra com o vídeo “Andar modelo sobre ilusões e destroços”, onde se confrontam três tipos de habitação (um andar numa urbanização na periferia e dois no centro histórico, um dos quais degradado e o outro habitado), a ideia do arquitecto é precisamente «mostrar os equívocos que estão a destruir Coimbra».
Mas se a problemática do abandono do centro urbano dá corpo ao trabalho do documentarista, já a questão do endividamento é evocada pela obra de Nuno Patinho. «Até que ponto conseguimos usufruir de um apartamento que passámos a vida a custear?», lançou o artista em alusão ao vídeo “Comprei um T0 usado...”.
Uma outra inquietação é transversal a todos os trabalhos expostos: a paisagem urbana. «As nossas cidades parecem favelas de betão», sustentou Nuno Patinho.
E qual o interesse de alguém de Coimbra visitar uma exposição sobre o local onde vive? «Aceitar esse desafio é vir reflectir sobre a cidade a partir de seis olhares diferentes e quem sabe mostrar numa próxima oportunidade a sua própria visão», garantiu Tiago Hespanha.
O seminário sobre o direito a ter casa prossegue sexta-feira às 21h30 no TAGV com a exibição do documentário “Paz, Pão, Habitação... As Operações SAAL”, de João Dias, sobre o programa português de apoio à habitação criado logo após o 25 de Abril de 1974.
Aka October 23rd, 2007, 04:14 PM Ou seja, estás-me a passar a mim, enquanto engenheiro, um atestado de burrice e incapacidade mental?
Já queres é meter baixa... Este país... :ohno:
Arpels October 23rd, 2007, 06:36 PM agora já não compensa Aka, cada vez recebe-se menos estando de baixa :sleepy:
:D:D:D
interessante esse artigo sem duvida fernao, é bom k alguem lance para o publico o k se passa porque as pessoas não se apercebem do k se esta a passar nas cidades...
Lourenco October 23rd, 2007, 07:52 PM Mirador Coimbra
Com uma localização junto ao fórum de Coimbra e excelentes vistas para o rio Mondego, com 36 000 m2 de área total de terreno a Civilria está a projectar um empreendimento com 18 000 m2 acima do solo, de inegável qualidade arquitectónica, que pretende destinar a habitação e serviços.
Fonte (http://www.civilria.pt/imob.php?id=42)
http://www.civilria.pt/fotos/qtsantoantonio1.jpg
http://www.civilria.pt/fotos/qtsantoantonio2.jpg
http://www.civilria.pt/fotos/qtsantoantonio3.jpg
http://www.civilria.pt/fotos/qtsantoantonio7.jpg
http://www.civilria.pt/fotos/qtsantoantonio8.jpg
http://www.civilria.pt/fotos/qtsantoantonio9.jpg
http://www.civilria.pt/fotos/qtsantoantonio10.jpg
Não sabia que também íam urbanizar esta encosta do Planalto de Santa Clara...
HugoK October 23rd, 2007, 07:57 PM vão urbanizar a encosta toda em redor do forum. imagino que aconteça urbanisticamente a são martinho/santa clara o mesmo que aconteceu ao vale das flores após a abertura do coimbra shopping
Lourenco October 23rd, 2007, 07:59 PM Vivendas no Tovim
http://www.construr.pt/imagens/1.jpg
http://www.construr.pt/imagens/5.jpg
http://www.construr.pt/imagens/3.jpg
Lino October 24th, 2007, 01:12 AM Coimbra tem muito casario que está a ser recuperado e, se for vendido ou arrendado a famílias jovens, poderão ocupar essas casas na Alta e Baixa revitalizando aquelas zonas e fazendo as zonas comerciais reviver os seus dias de glória. Construir shoppings cada vez maiores obrigando os existentes a ficar despovoados ou a fechar (olhem o Avenida e o Gira, que fecharam os cinemas) só fez com que o pessoal fugisse da cidade. Assino por baixo a opinião desse Tiago Hespanha. A cidade vive das pessoas, não das pedras da calçada.
Ou querem que Coimbra fique como Veneza, que tem muitos mais turistas que locais?
A cidade só vive se as pessoas puderem aproveitá-la. E Coimbra é só prédios e urbanizações, algumas com apartamentos que custam mais de 100.000 contos, sendo só para os ricos, e obrigando os jovens que compram um apartamento para começar a vida a passar a vida endividados. Por isso é que não gosto de como ficou a Solum...
HugoK October 24th, 2007, 01:59 AM Construir shoppings cada vez maiores obrigando os existentes a ficar despovoados ou a fechar (olhem o Avenida e o Gira, que fecharam os cinemas)
mas isso é a evolução natural. ou preferias que apenas ainda só existisse o avenida e o gira? duvido que não costumes ir ao forum, por exemplo :D
A cidade só vive se as pessoas puderem aproveitá-la. E Coimbra é só prédios e urbanizações, algumas com apartamentos que custam mais de 100.000 contos, sendo só para os ricos, e obrigando os jovens que compram um apartamento para começar a vida a passar a vida endividados.
concordo. o problema principal, para mim, nem é tanto o endividamento (pois só compra quem pode) mas sim o "empurrar" os jovens para a periferia da cidade :(
Lino October 24th, 2007, 02:02 AM Vou ao fórum, mas só de meses a meses. As últimas vezes que lá fui foi em Setembro à fnac e há umas semanas para ir ao bowling...
Mas algumas daquelas lojas poderiam estar na Baixa...
HugoK October 24th, 2007, 02:06 AM Mas algumas daquelas lojas poderiam estar na Baixa...
a zara da av emidio navarro fechou para ir para o forum :D
Lourenco October 24th, 2007, 02:20 AM A recuperação das zonas antigas não pode nem deve ser um entrave ao crescimento da cidade. Se os preços da habitação em Coimbra chegaram aos níveis actuais, levando as pessoas a fugir para a periferia, tal deveu-se, em grande parte, ao facto de o crescimento da cidade ter parado durante os mandatos do anterior presidente da CMC. A partir daí, o que se verificou foi o constatar de uma lei trivial da economia: a oferta começou a ser inferior à procura e os preços dispararam.
É muito fácil e bonito falar por alto na recuperação e revitalização da Baixa e da Alta, mas é uma questão que encerra problemas de fundo muito complexos, como o problema do estacionamento. Na Baixa não é possível deixar o carro à porta de casa, um "luxo" que qualquer urbanização permite. Para não falar de outros problemas tão ou mais graves, como a segurança.
A construção de novas superfícies comerciais, gostando-se ou não, era algo inevitável. E usar a construção do Forum e do Dolce Vita como desculpa para o momento difícil que o comércio tradicional atravessa na Baixa, é escamotear a verdade dos factos. O comércio da Baixa sempre foi pouco dinâmico e empenhado em ir de encontro às necessidades dos clientes. Exemplo disso mesmo é a fraca adesão verificada em eventos como a Noite Branca.
HugoK October 24th, 2007, 02:23 AM e para já não falar que, numa situação económica má como a que a CMC atravessa, a construção do forum implicou a realização de acessos e de troços da circular pagos pela construtora do forum. tudo isso conta
Lourenco October 24th, 2007, 02:27 AM mas isso é a evolução natural. ou preferias que apenas ainda só existisse o avenida e o gira? duvido que não costumes ir ao forum, por exemplo :D
O Avenida preferia que nem sequer existisse. Não só porque é um centro comercial muito mau (mal concebido, com poucas lojas interessantes...) mas também porque veio ocupar o lugar do Teatro Avenida. :ohno:
O Gira é um centro comercial que, apesar do encerramento dos cinemas, até tem sobrevivido razoavelmente à convivência com o DV. O facelift deu-lhe uma imagem muito mais agradável e o facto de estar numa zona densamente povoada e rica tem ajudado. Mas é um centro comercial dos "tempos antigos", como se nota pela ausência de lojas âncora ou de uma zona de alimentação e pelo tamanho (muito) reduzido do parque de estacionamento...
Os outros mini-CC's espalhados pela cidade, excluindo as Galerias de Celas e o Arnado, são uma verdadeira desgraça... :bash:
HugoK October 24th, 2007, 02:30 AM Os outros mini-CC's espalhados pela cidade, excluindo as Galerias de Celas e o Arnado
e o Atrium.. :D
Lourenco October 24th, 2007, 02:33 AM e o Atrium.. :D
Pois, esqueci-me desse! :D
O Atrium é muito agradável e tem a vantagem de ter internet wi-fi gratuita. Em época de exames está sempre cheio de estudantes. E ainda tem o Gauchão, que também é muito bom. :)
Lino October 24th, 2007, 02:35 AM O Arnado é uma galeria num espaço onde antes funcionava uma igreja, note-se a arquitectura do espaço. E odeio aquela torre...
O Gira, se fores ao 2º andar, não tem ninguém a não ser os comerciantes... de resto está tudo nas esplanadas e lojas do R/C. E sim, está muito melhor agora, tem muito mais luz e alegria. Mas aquele 2º andar, quem o viu e quem o vê. :(
O Avenida... sim ocupou o teatro Avenida. Por dentro nem é tão mau assim, tirando alguns andares acanhados, mas gosto do 4º andar. E tenho saudades da sala de cinema 1 e das outras, vi lá o Rei Leão (que recordações daquela sala enorme e com altas vistas), A Vida é Bela na sala 2, o Titanic no Cine-Teatro... agora é o café em cima, o Cibercafé, mais uma ou outra loja...
E a estação intermodal, quando vai para a frente? A Rodoviária e Coimbra-B são uma vergonha... sujas, velhas, perigosas (então em C-B, ter que atravessar a linha atrás do comboio, credo). Em Aveiro remodelaram a estação e até na Mealhada a estação tem um túnel por baixo das linhas. Pelo menos isso... E o estacionamento...
Lourenco October 24th, 2007, 02:46 AM E a estação intermodal, quando vai para a frente? A Rodoviária e Coimbra-B são uma vergonha... sujas, velhas, perigosas (então em C-B, ter que atravessar a linha atrás do comboio, credo). Em Aveiro remodelaram a estação e até na Mealhada a estação tem um túnel por baixo das linhas. Pelo menos isso... E o estacionamento...
É uma excelente pergunta... O projecto "Estações com Vida" foi lançado em 2001 e logo aí foi prometida uma nova estação para Coimbra. Depois disso, o arranque das obras já esteve previsto para 2004 e para 2006. E o que é certo é que estamos quase no fim de 2007 e obras, nem vê-las! :ohno:
fernao October 24th, 2007, 11:47 AM CONSERVATORIO - DC, hoje
PIDDAC ignora Conservatório em qualquer uma das versões
O presidente da Câmara Municipal de Coimbra mostrou-se esta segunda-feira preocupado com o futuro do novo Conservatório de Música e Dança de Coimbra, uma vez que no PIDDAC para o próximo ano continua a não existir qualquer menção a este projecto, considerado fundamental para o desenvolvimento cultural da cidade.
Questionado, durante a reunião do executivo camarário, por Jorge Gouveia Monteiro sobre o andamento do projecto, Carlos Encarnação recordou que a última informação que existia em relação ao conservatório se referia a uma «ideia um pouco bizarra», avançada pela ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, de o mesmo vir a ser instalado no edifício da Escola Secundária José Falcão, «que se transformaria numa dupla entidade de gestão, com escola e conservatório, num sistema integrado».
«Ou seja, os meninos estariam todos sob o mesmo tecto, com conservatório e aulas no mesmo edifício», resumiu o autarca, confessando a sua surpresa por alguns responsáveis daquela instituição terem concordado com a ideia que, no fundo, abandonava a possibilidade de construção de uma infra-estrutura de raiz para o ensino da música e da dança na cidade (para a qual existe, aliás, projecto concluído e pago).
«Houve, no entanto, quem recordasse que a frequência do Conservatório de Música de Coimbra tem características especiais, uma vez que muitos dos seus alunos são de fora da cidade», não podendo frequentar o ensino regular na Escola Secundária José Falcão. Foi isso mesmo que Carlos Encarnação fez ver a Maria de Lurdes Rodrigues, numa conversa recente onde falou na impossibilidade de a escola José Falcão ser transformada «numa entidade mista e híbrida». «Eu disse à senhora ministra que achava a coisa esdrúxula», adiantou o autarca, considerando «muito mais difícil transformar o liceu num conservatório do que construí-lo de raiz».
Ainda para mais quando «há um projecto feito e pago com dinheiro da autarquia e do próprio Ministério da Educação» (custou 700 mil euros, repartidos em igual quantia pelas duas entidades), esclareceu o autarca. Encarnação garante que, desde o encontro com a ministra da Educação, que ficou de ponderar os seus argumentos, nunca mais teve qualquer informação sobre a intenção do Governo acerca do projecto do novo Conservatório de Música e de Dança de Coimbra.
No entanto, adiantou, «temo que não venha a haver conservatório tão depressa, porque no PIDDAC nada vem sobre ele. Quer seja de uma forma, quer seja de outra, não há qualquer verba cabimentada», sublinhou o autarca, recordando que este processo já se arrasta desde que David Justino era ministro da Educação, portanto, «há muitos anos».
"Ha' muitos anos" devem ser prai' vinte, pelas minhas contas.
So' nao entendo e' porque e' que se fez a capital Nacional da Cultura e nao se construiu NADA!!! Nao serviu para nada, uma meia duzia de espetaculos e acabou... seria muito melhor para a cultura da cidade a medio e longo prazo que o dinheiro tivesse sido gasto para fazer o conservatorio, que garantiria cultura sustentavel durante geracoes... mas se calhar dava menos votos no imediato... :bash::bash::bash:
Lino October 24th, 2007, 01:21 PM E lá continua o Conservatório a ocupar um bloco inteiro na Escola D. Dinis... é mesmo caturrice. Não há um teatro, nem um conservatório... que está o Dr. Mário Nunes a fazer?
HugoK October 24th, 2007, 04:32 PM O Arnado é uma galeria num espaço onde antes funcionava uma igreja, note-se a arquitectura do espaço.
tás enganado. no arnado havia um armazem. onde havia uma igreja transformada em shopping é mesmo em frente, do outro lado da rua, no centro comercial sofia ;)
O projecto "Estações com Vida" foi lançado em 2001 e logo aí foi prometida uma nova estação para Coimbra. Depois disso, o arranque das obras já esteve previsto para 2004 e para 2006. E o que é certo é que estamos quase no fim de 2007 e obras, nem vê-las! :ohno:
dizem que estão à espera da decisão do tgv :dunno: :bash:
pedrodepinto October 24th, 2007, 04:34 PM É o habitual :(!
Lino October 24th, 2007, 07:32 PM Oops confundi com a Sofia...
O do Arnado tem uma fonte desde há uns tempos... No lugar da Torre do Arnado era um campo de futebol. :)
O Prof Godin October 24th, 2007, 08:10 PM CONSERVATORIO - DC, hoje
PIDDAC ignora Conservatório em qualquer uma das versões
O presidente da Câmara Municipal de Coimbra mostrou-se esta segunda-feira preocupado com o futuro do novo Conservatório de Música e Dança de Coimbra, uma vez que no PIDDAC para o próximo ano continua a não existir qualquer menção a este projecto, considerado fundamental para o desenvolvimento cultural da cidade.
Questionado, durante a reunião do executivo camarário, por Jorge Gouveia Monteiro sobre o andamento do projecto, Carlos Encarnação recordou que a última informação que existia em relação ao conservatório se referia a uma «ideia um pouco bizarra», avançada pela ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, de o mesmo vir a ser instalado no edifício da Escola Secundária José Falcão, «que se transformaria numa dupla entidade de gestão, com escola e conservatório, num sistema integrado».
«Ou seja, os meninos estariam todos sob o mesmo tecto, com conservatório e aulas no mesmo edifício», resumiu o autarca, confessando a sua surpresa por alguns responsáveis daquela instituição terem concordado com a ideia que, no fundo, abandonava a possibilidade de construção de uma infra-estrutura de raiz para o ensino da música e da dança na cidade (para a qual existe, aliás, projecto concluído e pago).
«Houve, no entanto, quem recordasse que a frequência do Conservatório de Música de Coimbra tem características especiais, uma vez que muitos dos seus alunos são de fora da cidade», não podendo frequentar o ensino regular na Escola Secundária José Falcão. Foi isso mesmo que Carlos Encarnação fez ver a Maria de Lurdes Rodrigues, numa conversa recente onde falou na impossibilidade de a escola José Falcão ser transformada «numa entidade mista e híbrida». «Eu disse à senhora ministra que achava a coisa esdrúxula», adiantou o autarca, considerando «muito mais difícil transformar o liceu num conservatório do que construí-lo de raiz».
Ainda para mais quando «há um projecto feito e pago com dinheiro da autarquia e do próprio Ministério da Educação» (custou 700 mil euros, repartidos em igual quantia pelas duas entidades), esclareceu o autarca. Encarnação garante que, desde o encontro com a ministra da Educação, que ficou de ponderar os seus argumentos, nunca mais teve qualquer informação sobre a intenção do Governo acerca do projecto do novo Conservatório de Música e de Dança de Coimbra.
No entanto, adiantou, «temo que não venha a haver conservatório tão depressa, porque no PIDDAC nada vem sobre ele. Quer seja de uma forma, quer seja de outra, não há qualquer verba cabimentada», sublinhou o autarca, recordando que este processo já se arrasta desde que David Justino era ministro da Educação, portanto, «há muitos anos».
"Ha' muitos anos" devem ser prai' vinte, pelas minhas contas.
So' nao entendo e' porque e' que se fez a capital Nacional da Cultura e nao se construiu NADA!!! Nao serviu para nada, uma meia duzia de espetaculos e acabou... seria muito melhor para a cultura da cidade a medio e longo prazo que o dinheiro tivesse sido gasto para fazer o conservatorio, que garantiria cultura sustentavel durante geracoes... mas se calhar dava menos votos no imediato... :bash::bash::bash:
… …essa capital da cultura foi engraçada, porque foi uma imposição do estado central (ps) a uma autarquia (ps)…ainda me recordo do ministro ou secretário de estado na tv ao sublinhar […irrecusável…] não fosse o burro do presidente da câmara "não estar interessado"…É que normalmente é ao contrário. Quem não for de Coimbra dificilmente consegue compreender o que se passou aqui durante 12 anos…
…em relação ao conservatório, de que aqui já falamos, queria só dizer que é uma das razões porque sou contra a regionalização…o PIDDAC (dinheirinho da CEE) é aprovado politicamente…eu já trabalhei nessa história na CCR…
O Prof Godin October 24th, 2007, 08:13 PM Oops confundi com a Sofia...
O do Arnado tem uma fonte desde há uns tempos... No lugar da Torre do Arnado era um campo de futebol. :)
…a tua confusão tem uma razão de ser. Efectivamente existiu uma pequena capela do Arnado naquela zona…destruída, claro…
O Prof Godin October 24th, 2007, 08:19 PM E lá continua o Conservatório a ocupar um bloco inteiro na Escola D. Dinis... é mesmo caturrice. Não há um teatro, nem um conservatório... que está o Dr. Mário Nunes a fazer?
…Mário Nunes é um bancário de carreira, curiosamente licenciado em história, que organizava umas excursões e umas palestras e, até, chegou a publicar uns livros sobre Coimbra, patrocinados por essa entidade cultural que agora não me recorda o nome…
Lino October 24th, 2007, 10:21 PM O livro dele "Ruas de Coimbra" é interessante. Tem lá a história das zonas, o porquê da toponímia Coimbrã...
Mas de resto... nhec. Concertos, etc vai tudo para fora. E Coimbra tem imenso potencial.
daniel322 October 25th, 2007, 05:05 PM O concelho irá ter duas centrais de produção eléctrica de ciclo combinado, uma em Lares, a cargo da EDP, e outra na zona da Leirosa, da empresa espanhola Iberdrola. São dois importantes e avultados investimentos que vão colocar a Figueira da Foz num lugar de destaque a nível nacional na área energética e que vão possibilitar um novo impulso económico, comparável ao que aconteceu quando surgiram as celuloses.
Num prazo 27 meses, permitirá a entrada em serviço, no 3.º trimestre de 2009, dos dois grupos de ciclo combinado a gás natural produtores de electricidade. Esta central, cujo investimento ascende a 405 milhões de euros, contará com a participação das empresas locais durante as fases de construção e de operação, como fornecedoras directas ou indirectas de bens e serviços.
Quanto à espanhola Iberdrola, esta empresa já assinou com a Câmara Municipal da Figueira da Foz o contrato de aquisição dos terrenos para a Central de ciclo combinado, que abrangem uma área total de 208 mil m2. Esta nova central de produção de electricidade a sul do concelho, que contará com uma potência instalada de 850 MW e representa também um investimento de 450 milhões de euros, deverá entrar em funcionamento até finais de 2009. (...)
noticia completa (http://www.campeaoprovincias.com/jornal/index.php?option=com_content&task=view&id=1649&Itemid=90)
O Prof Godin October 25th, 2007, 11:14 PM …sinal dos tempos…mas para quem tenha memória, e mesmo que não tenha existem fotografias, é sempre bom lembrar o antigo comunista, depois ministro do ps, e agora grande chefe da iberdrola…é o caminho de PT…
daniel322 October 26th, 2007, 06:02 PM Montes Claros já tem jardim
http://www.eb1-coimbra-n39-montes-claros.rcts.pt/images/ini.jpg
O "buraco" que antes existia na Rua António José de Almeida ganhou a forma de um jardim. O espaço, que representou um investimento de mais de 267 mil euros, foi inaugurado ontem.
O Arquivo Municipal esteve para ser ali construído. Mas a actual maioria optou por lá colocar um jardim. O espaço foi inaugurado ontem na presença de vários presidentes de junta e perante o olhar (des)atento de dezenas de crianças que quiseram fruir o novo parque infantil.
Não podia, aliás, ser de outra forma. Como referiu o presidente da Câmara de Coimbra, o problema, naquela zona da cidade, "era uma falta evidente" de um espaço verde e de lazer. O jardim proporcionará, de acordo com Helder Abreu, presidente da junta da Sé Nova, "uma maior qualidade de vida à população daquela freguesia, à que reside nos Olivais, bem como a "todos aqueles que tiveram a sorte de passar" por ali.
Com uma área de mais de três mil metros quadrados, o novo Jardim de Montes de Claros (localizado na Rua António José de Almeida, junto à igreja de Nossa Senhora de Lurdes) veio resolver um problema com décadas. Registe-se que aquele terreno foi, na vigência do anterior executivo camarário, destinado a acolher o arquivo municipal, cujo acervo documental está, hoje, disperso por muitos espaços da cidade. Esta intenção, porém, foi desde o início mal recebida pelos moradores da zona, que fizeram mesmo chegar um abaixo-assinado à autarquia, reclamando um espaço verde para o local, em vez de mais um edifício em betão. Ontem, Helder Abreu agradeceu a todos os moradores que estiveram contra a instalação, naquele espaço, de um "monte de cimento", mas que sempre "expressaram o seu descontentamento de forma discreta".
"Este espaço não podia ser outra coisa", realçou Carlos Encarnação, antes de anunciar que pretende aumentar a área de lazer para as crianças naquele jardim "para que elas – e também os adultos – possam tirar ainda mais partido do novo espaço". O presidente da autarquia adiantou ainda que quando terminar o mandato " haverá 15 ou 16 hectares de novos espaços verdes" na cidade.
"Quero que sejam muitos felizes na utilização deste jardim", disse, por fim, tendo feito votos para que impere o civismo dos utilizadores daquele novo espaço de lazer.
Fonte: As Beiras (http://www.asbeiras.pt/)
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Continente vai construir Parque Aventura em Coimbra
O projecto Hipernatura Continente vai transformar um terreno baldio em Coimbra num Parque Aventura. Este é apenas um dos 20 espaços que vão ser recuperados através deste projecto,
que prevê um investimento de 600 mil euros
O projecto Hipernatura Continente, apresentado ontem Lisboa, pretende promover os espaços verdes como forma de melhorar a qualidade de vida dos habitantes e prevê vários níveis de intervenção nas cidades onde se localizam estes hipermercados - desde a simples colocação de sinalética à recuperação de equipamentos, passando pela criação de novas áreas, explicou o director de marketing do Continente, Miguel Rangel.
Do projecto para Coimbra pouco se sabe, apenas que será um Parque Aventura, a edificar num terreno baldio.in diário de coimbra
Coimbra, Jardim dos Bombeiros
Estudo prévio e projecto de execução
Requalificação de um terreno praticamente abandonado com fortes potencialidades
Estruturas desportivas e de lazer (equipamento radical, ajardinamento envolvente, entre outros)
Espaço de treino para os Bombeiros
http://www.miscode.net/clientes/hipernatura/img_upload/coimbra_topo.jpg
http://www.miscode.net/clientes/hipernatura/img_upload/coimbra5.jpg
http://www.miscode.net/clientes/hipernatura/img_upload/coimbra4.jpg
http://www.miscode.net/clientes/hipernatura/img_upload/mapa_coimbra.jpg
fonte: continente.pt - hipernatura (http://www.miscode.net/clientes/hipernatura/nm_quemsomos.php?id=124)
Lino October 26th, 2007, 07:36 PM Acho bem que se faça ali um jardim... recuperar um espaço velho e construir um espaço para todos. :)
HugoK October 29th, 2007, 06:37 PM Do Porto da Raiva, passando por Coimbra e até à Figueira da Foz, o projecto do Parque Patrimonial do Mondego quer transformar o turismo cultural do país num espaço de dois ou três anos. Numa experiência inédita em Portugal, o objectivo é «fazer renascer um território em decadência», avança o arquitecto coordenador do projecto, Nuno Martins
Diário de Coimbra (DC) – O que é o Parque Patrimonial do Mondego?
Nuno Martins (NM) – É um projecto de revalorização e revitalização da
paisagem cultural do rio Mondego, a qual resulta do uso do rio e das margens ao longo de séculos. E isso inclui o material e o imaterial: os edifícios, o património ambiental e ecológico, as tradições, a arte, a dança, a música...
DC – Para o cidadão como é que o parque vai funcionar?
NM – Qualquer pessoa do mundo pode aceder à nossa página na Internet e ver quais são os recursos patrimoniais em presença. Depois, pode entrar num diálogo com o parque através de um guia inteligente, que lhe permitirá apresentar um conjunto de preferências de temas e percursos ou até gostos gastronómicos. Consoante essas opções, receberá uma sugestão de um ou vários roteiros, também de acordo com o tempo que prevê para a sua estadia. No que vamos tentar ir um pouco mais além é na tentativa de dar apoio permanente através de GPS ou PDA, de modo a que a pessoa possa, a qualquer altura da sua visita, receber e enviar informação para uma central capaz, por exemplo, de actualizar sugestões de roteiros e de actividades ou mesmo de fornecer propostas de restaurantes consoante as preferências e a localização do próprio visitante. Queremos acima de tudo que o parque seja uma estrutura dinâmica de lazer e de cultura.
DC – De que património estamos a falar?
NM – Estamos a falar, por exemplo, de todo aquele comércio que durante séculos era feito no rio Mondego utilizando a barca serrana e que acontecia no sentido do Porto da Raiva para Coimbra e Figueira da Foz, trazendo produtos da região de Penacova e das Beiras, como o azeite, a lenha e a carqueja, que servia na altura como acendalha e era também utilizada para fins culinários. Da Figueira da Foz para nascente ia, por exemplo, peixe no sal. Nos dois sentidos, havia também o transporte de roupa, que era tratada pelas lavadeiras, que residiam em aldeias à volta da cidade, e que depois era trazida de volta e descarregada num cais da cidade, junto ao parque ou junto à Estação Nova, para ser entregue aos seus destinatários. Havia outras actividades ligadas ao rio, nomeadamente o próprio transporte de pessoas até à chegada do comboio em finais do século XIX.
DC – E como é que se pode recuperar esse património?
NM – O parque pode ser a plataforma mais adequada para agregar todas essas histórias – até porque o rio funciona como fio condutor destas narrativas – e todas as possibilidades que existem de as contar, quer seja através de criação de roteiros temáticos que integrem os vestígios que ficaram desta acção humana sobre o território, quer pela disseminação, por exemplo, de centros de interpretação para os visitantes.
DC – Qual o estado dos recursos ao longo dos 70 quilómetros de extensão do parque?
NM – Nalguns casos os recursos patrimoniais que identificámos não estão ainda sequer classificados como tal. Por exemplo, entre Coimbra e Penacova existem muitos edifícios de antigas quintas com uma arquitectura tradicional e que não só não estão classificados como património, como nalguns casos estão abandonados, semi-abandonados ou sub-utilizados. E são pontos que podem ter muito interesse se vierem a constituir um roteiro temático ou se forem reutilizados pensando nas populações e nos visitantes, quer para o turismo rural, quer para albergarem associações culturais locais.
DC – Para além de centros de interpretação, o que contempla o projecto?
NM – É suposto que possa haver um grande centro de visitantes que poderia ser uma figura que se fala há algum tempo em Coimbra, o Museu do Mondego, onde se reuniria todo o espólio ligado ao uso do rio e das suas margens.
DC – Onde seria?
NM – Pensámos num edifício secular que existe no nó das Lajes e que terá sido inicialmente um convento. Já no século XX veio a ser uma fábrica de confecções. Pelo que sabemos, está completamente abandonado. É um edifício que tem uma certa dignidade e que tem uma localização muito favorável pela sua acessibilidade e proximidade ao rio e a pontos de grande concentração de bens patrimoniais e culturais. Por outro lado, está também muito perto de uma paisagem rural que ainda resiste junto à cidade.
DC – Um projecto desta envergadura requer a acção concertada de várias entidades e também das autarquias. Já foi feito algum contacto?
NM – Em primeiro lugar, estamos a apostar na consolidação e promoção do trabalho, nomeadamente através da participação em concursos (um promovido pela Universidade de Aveiro e outro que é um dos mais importantes prémios internacionais dirigidos ao turismo sustentável, o “The Sustainable Development in Tourism Prize”). Ainda não tivemos nenhuma reunião oficial, mas já foram dirigidos pedidos, nomeadamente a entidades ligadas à cultura e ao turismo.
DC – Às autarquias não?
NM – Não, mas é a próxima etapa, porque o projecto tem um carácter intermunicipal e terá de contar não só com a aprovação, mas com o apoio concreto de autarquias e de instituições ligadas à cultura e ao ambiente.
DC – De que investimento global é que estaríamos a falar?
NM – É difícil quantificar o investimento global, porque estamos a falar de vários projectos, com diferentes fases e prioridades.
DC – E qual seria a prioridade?
NM – Um roteiro como o da barca serrana era o ideal para resgatar todas aquelas actividades em extinção, porque permitiria realmente fazer uma viagem no tempo a essa história, desde que se recuperassem e consolidassem as margens, se garantisse a navegabilidade do rio em todos os seus troços e se recuperasse alguns cais e portos. Depois seria necessário o centro de interpretação dos transportes fluviais e o Museu do Mondego.
DC – Então, para esse primeiro projecto poderíamos pensar em que valores?
NM – Não está nada ainda orçamentado.
DC – Se o processo fluísse, quando poderia estar pronto o parque, ou pelo menos esta primeira fase?
NM – Dois ou três anos seriam o suficiente para pôr de pé o grande esqueleto do parque patrimonial, que é os roteiros. Claro que criar a oferta diversificada, a programação, poderá levar mais tempo, porque passa pelo trabalho de muitas entidades.
DC – Que vantagens o parque poderá trazer às populações?
NM – Tem a grande mais-valia de poder fazer renascer um território em decadência. É sobretudo um projecto de elevação da auto-estima das populações residentes e de afirmação de uma identidade regional. Por outro lado, quando se atrai um milhão de pessoas para um sítio, isso tem repercussões económicas muito importantes e sugere a criação de empregos e de investimento, porque é preciso edificar infra-estruturas de apoio.
DC - Pela sua dimensão e múltiplas valências, não estamos perante um projecto utópico? Afinal, estamos a falar de um lote alargado de entidades, desde o próprio governo, autarquias, agentes culturais...
NM - Já foi feito noutros países. O turismo é hoje em dia a maior indústria do mundo em termos de pessoas, empregos e volume de negócios, se excluirmos a do armamento. E a Portugal, que no contexto europeu não é relevante nas áreas industriais ou agrícola, está reservado um papel importante nesta área do turismo cultural. Por outro lado, a exequibilidade do projecto advém de ele se alicerçar na cultura e nos recursos locais, não forçar investimentos em novas infra-estruturas (propõe a recuperação e a reutilização) e ser financiável pela União Europeia, pois assenta em vectores estratégicos das políticas comunitárias: o ambiente e o turismo sustentável.
diario de coimbra
Lourenco October 29th, 2007, 08:51 PM Parque Industrial de Taveiro vai crescer
26 Outubro, 2007
O Parque Industrial de Taveiro vai passar a ter ocupação plena, depois da aprovação por parte da Câmara Municipal de Coimbra.O executivo camarário aprovou na última reunião a terceira fase de do loteamento do Parque Industrial, onde serão criadas nove lotes para empresas que pretendam instalar-se nesta zona.
A constituição de novos lotes já tinho sido aprovada em Julho de 2005, como assegurou recentemente o Diário As Beiras.
Muito interessante e ambicioso o projecto do parque ao longo do Mondego. Espero que tenha pernas para andar... :)
Lourenco October 29th, 2007, 09:23 PM Mais alguma informação sobre a polémica torre da Rua da Sofia.
A rua da Sofia é legível, com uma certa dose de abstracção, como um grande e complexo objecto arquitectónico, onde se distinguem com grande clareza partes diferentes em consistência e função. A compactação e solidez modular da fachada "nobre" definida pelos colégios, um bloco de pedra, articulado por pátios, encastoado numa encosta acentuada, dão à rua um carácter monumental que mesmo a fragmentação e permeabilidade introduzida na fachada oposta ao longo dos últimos anos não consegue decompor.
Por razões históricas, o funcionamento articulado das partes deste conjunto faltou desde o seu início: ainda antes da conclusão de todo o conjunto urbano a mudança das estratégias gerais provocou a alteração do programa funcional, levando a que as duas frentes da rua não funcionassem como previsto inicialmente, uma para a outra, nem para as restantes partes da cidade.
O principal objectivo desta proposta é tornar a dar, no futuro, sentido à colocação da rua e das suas partes no todo urbano da cidade de Coimbra. A concretização deste objectivo passa pela definição de novas relações entre o espaço interior dos colégios e o espaço exterior da rua da Sofia, da encosta Poente e da frente do rio, pela correcção da densidade viária e pela introdução de novas funções nos três espaços estratégicos identificados como Terreiro da Erva, estacionamento do Tribunal e encosta Poente em articulação com as cercas dos colégios.
A grande quantidade de espaço interior não é completamente usada por falta de uma eficiente acessibilidade e pela presença de alterações impróprias e funções estáticas inseridas nos edifícios, como é o caso da cabeceira da igreja de S. Domingos, onde a discutível função alojada de centro comercial nega completamente o sentido espacial originário.
A rua sofre de uma quantidade exagerada de trânsito automóvel e os poucos espaços públicos abertos na malha urbana são completamente utilizados como parque de estacionamento, o que anula completamente qualquer outra função.
A torre em conclusão da rua da Sofia, localizada no espaço lateral ao Tribunal actualmente usado como parque de estacionamento, como charneira, constitui quase um contraponto aquilo que sucede no início da rua com o complexo de Santa Clara, que articula a relação entre o centro mais antigo e o eixo da rua. Também aqui se cria um nó através de um elemento de excepção, quer pelo assento quer pelo desenvolvimento vertical. Este elemento simbólico acentua o pensamento moderno da concepção da rua da Sofia e transporta-o para uma dimensão temporal futura onde a acessibilidade, funcional à actividade de habitar, aprender e lazer, constrói uma estratégia que lhe restitui a sua unidade morfológica ao retirar-lhe densidade de tráfego automóvel e ao introduzir um factor reactivo na sua relação com a cidade.
A rua da Sofia passará assim a poder conter apenas um sentido de trânsito automóvel, privilegiando o de saída da cidade, com a acentuação dos passeios de modo a consentir a continuidade do trânsito pedonal com a Rua Visconde da Luz e com essa a ligação à frente fluvial.
A directriz transversal colina/rio é reforçada através da criação de novos acessos abertos sobre a rua da Sofia mas sobretudo através do filtro dos corpos dos colégios constituídos acessíveis ao público.
Os acessos da rua da Sofia ao Terreiro da Erva são ruelas de secção reduzida, o que provoca uma excepcional passagem de escala para o espaço vazio do Terreiro, cuja percepção global é fortemente alterada e confundida pela difusão de automóveis estacionados e pela irregularidades dos bordos. Os edifícios circundantes de facto relacionam-se com o Terreiro através de fachadas posteriores, empenas e anexos avançando e retrocedendo para este, "Almofada" que amortiza todas as diferenças. Projectar este espaço passa portanto, ante de tudo, pela redefinição dos seus limites: demolir as adições na sua grande maioria deterioradas mas, segundo o mesmo princípio de agregação, juntar como substituição corpos novos e leves aos edifícios existentes, garantindo as exigências funcionais contemporâneas, transformar o impacto das empenas através da justaposição de grelhas metálicas de suporte a essências vegetais trepadeiras, invertendo o sentido de jardim horizontal em vertical.
Os terrenos dos colégios constituem actualmente espaços residuais, facto que se deve em especial ao fraccionamento e imobilidade das funções instaladas, do carácter acentuado da encosta Poente e das poucas conexões existentes entre a rua da Sofia e a rua de Aveiro. A proposta propõe a inversão desta condição marginal através da construção de um parque equipado que não seja as "traseiras" dos colégios mas sim um espaço central, fluido, no qual o percurso principal se articula como um pérgola contínua construída por matéria vegetal onde vão acontecendo instalações e equipamentos abertos sobre o parque e sobre a cidade com funções de galerias de arte, apoio aos tempos livres, ateliers para artistas, escolas de arte para crianças, ateliers de design, ateliers alta-costura, laboratórios didácticos, bares, salas de leitura etc.
Esta amplitude funcional, complementa e dissolve na cidade as funções mais específicas que destinamos para os colégio onde se localizariam as Faculdades de Desenho, Pintura, Design, Arquitectura, Comunicação, Moda, Paisagismo, articuladas com a localização estratégica dos serviços administrativos de unidades empresariais ligadas à produção no âmbito das artes.
Na encosta situada entre a rua da Sofia e a rua Infante D. Henrique, propomos a construção de um jardim. Dadas as características morfológicas do terreno, a localização geográfica, a exposição solar Poente e as funções a desenvolver, o desenho que se apresenta para a encosta baseia-se num conjunto de jardins "suspensos" e de giardine secreti que se vão descobrindo à medida que percorremos o "túnel verde". Os jardins vão aparecer numa sucessão de clareiras que se alternam com bosques onde o efeito da luz, cor, aroma, tacto, vai sofrendo modificações sempre que entramos ou saímos do túnel. São jardins de inspiração mourisca, que procuram a fórmula mágica do Generalife e uma ténue e contemporânea lembrança de que Coimbra esteve sob ocupação Árabe desde o século VIII até ao século XI. A água, as plantas, a luz serão os elementos mais representativos, sendo apoiados por algum equipamento dinamizador de actividades complementares no espaço.
Se a inspiração da organização do espaço nos vem do passado, as suas funções relacionam-se com a vida do homem contemporâneo, afirmando uma forte componente cultural, artística e lúdica.
AUTORES
FÁTIMA FERNANDES E MICHELE CANNATÀ
Imagens:
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HugoK October 29th, 2007, 09:51 PM mas isso afinal é a sério? Eu até que gostava de a ver construída :okay:
os renders são é muito manhosos :S
Arpels October 29th, 2007, 09:58 PM e laaaaaaaaaaaaa :uh: a implantação não me parece a melhor mas é uma senhora torre.
HugoK October 29th, 2007, 09:59 PM andava por aì uma montagem "vista do forum".... nem sei se foi neste forum que vi, vou procurar
HugoK October 29th, 2007, 10:01 PM tá neste post (http://www.skyscrapercity.com/showpost.php?p=14378439&postcount=310), mas não dá p fazer quote directo... (só me dão trabalho :bash: )
Em relação ao projecto da torre apresentada, eis como ficaria a zona caso fosse aprovada
http://i152.photobucket.com/albums/s164/daniel_staclara/coimbra/DSC02449a.jpg
http://i152.photobucket.com/albums/s164/daniel_staclara/coimbra/DSC02451b.jpg
:D não ficava nada mal :D
Lourenco October 29th, 2007, 11:29 PM A parte do projecto que me pareceu mais interessante (e também mais exequível) foi o arranjo do Terreiro da Erva e a criação de um jardim suspenso na encosta por trás da Rua da Sofia.
Quanto à torre propriamente dita, não sei bem o que pensar...
Lino October 29th, 2007, 11:34 PM Espero que não vá avante. Se a Torre do Arnado já é um erro, então o que dizer dessa! Há mais zonas boas para torres como o Vale das Flores, agora a Baixa não!
pedrodepinto October 30th, 2007, 12:25 AM É um projecto muito controverso ;)!
daniel322 October 31st, 2007, 09:47 PM O do Arnado tem uma fonte desde há uns tempos... No lugar da Torre do Arnado era um campo de futebol. :)
Tem uma fonte? tem uma queda de água desde as obras, mas não tem nada de histórico..
não tenho foto da dita, mas é tudo bastante recente:
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/DSC05207.jpg
eu não vou dizer que estejas ou não errado pois também não sei o que havia antes no terreno do arnado, mas campo de futebol era à beira rio, atras dos barracões (antiga 7a dimensão, agora oficinas ou abandonados) na zona da ideal..
daniel322 October 31st, 2007, 09:52 PM http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/DSC04438.jpg
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/DSC04439.jpg
daniel322 October 31st, 2007, 09:52 PM http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/DSC04436-1.jpg
Lino October 31st, 2007, 10:00 PM Gosto do jardim novo, aquele passeio vai ser muito interessante. :)
Sobre o Arnado há aquela foto do jogo de futebol lá...
Sim, a fonte é a queda de água na zona de cafetaria.
Aka October 31st, 2007, 10:02 PM Estão a fazer uma continuação do passeio do Parque da Canção.
daniel322 October 31st, 2007, 10:02 PM Sobre o Arnado há aquela foto do jogo de futebol lá...
esta:
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Thread%20Coimbra%20Antiga/Image11-1.jpg
que é atrás dos barracões da rua da coimbra editora..
Lino October 31st, 2007, 10:12 PM Estão a fazer uma continuação do passeio do Parque da Canção.
Que poderia ser melhor aproveitado em festas académicas. É precisamente essa a zona dos urinóis nestas alturas. Se um casal quer ir ver as vistas durante a noite tem ali uma companhia... :nuts: Mesmo com a grade, essencial, uns banquinhos seriam boa ideia...
Aka October 31st, 2007, 10:14 PM Mas parece ter um excelente atrito para doidos que tentem se atirar ao rio completamente mamados.
pedrodepinto October 31st, 2007, 11:51 PM O jardim vai ficar muito interessante :okay:!
Lourenco November 2nd, 2007, 02:19 AM Não é um projecto, mas como é uma notícia interessante decidi colocá-la aqui. :)
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/Image1-4.jpg
Abriu recentemente em Eiras um espaço de indoor karting, chamado G Racing Center. Fica junto à Marcopolo e aos CTT.
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/Image1-3.jpg
Coimbra Retail Park
Marcopolo
CTT
G Racing Center
Passei lá hoje (mas só estive à porta, não entrei) e o espaço pareceu-me interessante, com um bar panorâmico e algumas diversões. A pista é algo pequena.
Algumas fotos, retiradas deste forum (http://forum.autohoje.com/showthread.php?p=1824232):
http://img258.imageshack.us/img258/7306/indor1gr9.jpg
http://img207.imageshack.us/img207/4764/indor3to8.jpg
http://img232.imageshack.us/img232/1963/indor4bi4.jpg
daniel322 November 2nd, 2007, 02:22 AM fixe, ainda não sabia ao certo se já tinha aberto.. qq dia destes vou lá dar umas voltinhas :)
fernao November 3rd, 2007, 02:39 PM Tudo a postos para que Coimbra volte a fabricar cerveja... tradicional
O brinde à melhor cerveja de Coimbra é cada vez mais oficial. Ontem à noite, mas desta vez em óptimas instalações na margem esquerda do Mondego, um grupo de amigos – e apreciadores das coisas boas da vida – voltou a juntar-se para saborear uma (boa) cerveja tradicional. E já lá vão cerca de oito meses desde o tal primeiro brinde... feito de forma mais ou menos clandestino numa cave não menos célebre do que a cerveja tradicional de Coimbra.
E o sonho, de Arnaldo Baptista, é exactamente esse: recuperar para a cidade de Coimbra a velha tradição de fabricar cerveja dentro de portas. Poder servir ao cidadão da casa ou a todos os que a visitam, uma cerveja feita à boa maneira da tradição dos amigos monges, com a boa água do Rio Mondego e a óptima cevada produzida nos verdes vales do Mondego.
O futuro “elixir” pretende recuperar uma tradição da cidade que tanto agradou a estudantes (e não só) que por estas paragens se foram perdendo ao longo dos anos. E, ao mesmo tempo, colocar a cidade ao nível de muitas outras cidades europeias que fazem nome... também à custa da cerveja que por lá vão fabricando. Sem imitações, mas com regras internas, a nova cerveja irá encher copos e canecas – mal o projecto seja definitivamente aprovado. E já vai sendo tempo, considera quem tem acompanhado o projecto que nasceu a pensar no Euro’2004.
Márcio Ferreira e Pedro Baptista foram ontem os dois jovens anfitriões de serviço. E, avaliar pela saída do produto... adivinha-se um futuro brilhante. Ainda mais, se a acompanhar for servida a ementa adequada. Mas até nisso, o “pai” do projecto pensou. A futura nova cerveja será, fundamentalmente, para consumo próprio dentro do ambiente adequado. O futuro restaurante será “uma mais-valia” para o projecto da micro-fábrica de cerveja artesanal” que em nada ficará a dever às velhinhas Topázio e Unix. Quem, de todos os apreciadores de cerveja que passaram – ou ficaram – por Coimbra não lhes recorda o sabor? :)
As Beiras, hoje
pedrodepinto November 3rd, 2007, 03:14 PM A pista é pequena mas parece-me bem conseguida :applause:!
HugoK November 3rd, 2007, 03:42 PM O meu pai comprava sempre Topázio. até era boa... tive pena de ver a fábrica ser demolida
daniel322 November 4th, 2007, 12:20 AM a pista é um bocado.. decepcionante..
já agora, alguem sabe o que se passa com a av. da boavista? é vergonhoso que já tenha sido inaugurada há uns meses e a iluminação, apesar de aparentemente pronta, simplesmente não exista..
Lino November 4th, 2007, 02:18 AM A Topázio vai voltar, que fixe! A fábrica da cerveja ali na Pedrulha era pena olhar para ela, toda a cair...
HugoK November 4th, 2007, 02:50 AM Um projecto misterioso do outro lado da rua.
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT9677.jpg
será isto?
Cerveja Praxis vai devolver tradição a Coimbra
Anteontem teve lugar a degustação da cerveja artesanal Praxis, cuja micro-fábrica de produção está a ser instalada em Coimbra.
O projecto é de Arnaldo Baptista que pretende ainda complementá-lo com um restaurante
O regresso do fabrico de cerveja à cidade de Coimbra está próximo.
O projecto é de Arnaldo Baptista e a degustação do produto foi feita anteontem, no lote 29 da Quinta da Várzea, espaço que vai acolher a micro-fábrica de produção.
A bebida já tem nome e vai chamar-se Praxis.
A iniciativa está ainda em fase experimental, sendo que os responsáveis aguardam ainda o processo de licenciamento da unidade.
Até lá há equipamentos a testar e ajustes a fazer em termos das receitas.
Arnaldo Baptista define o seu projecto como «uma devolução a Coimbra da tradição na produção de cerveja de qualidade como foram as marcas Topázio ou Unix», as quais a cidade deixou de ter. «Sem pretensiosismo», afirma, pretende «dotar Coimbra deste toque através da existência de uma cerveja própria que seja uma imagem de marca da Academia e da cidade».
Assim, a estrutura produtiva de cerveja pretende tirar partido de receituários ancestrais, como explica o responsável, «ajustando-se aos dias de hoje em termos de regras e de condições de segurança». «Queremos seguir escrupulosamente os conceitos de fabrico artesanal, na medida em que se trata de um produto cujo processo de fabrico assenta em métodos naturais», realça. Importante para os produtores é não haver pressas, na medida em que a cerveja, quando chega à caneca do consumidor tem um tempo de maturação do qual os responsáveis não abdicam.
Para já as expectativas são no sentido de avançar com três tipos de cerveja, a qual será complementada com «um bom restaurante», afirma Arnaldo Baptista, acrescentando que o espaço terá o mesmo nome da cerveja. Diário de Coimbra
desculpem a minha ignorância mas não sei onde é a quinta da várzea :P
realmente não entendo como as marcas de Coimbra foram à falência. Coimbra deve ser das cidades portuguesas com maior volume de negócios na área da cerveja. basta ver por exemplo em latadas e queimas os corredores de bebidas dos hipermercados todos vazios :lol:
as mais baratas são as primeiras a sumir
Lino November 4th, 2007, 04:48 AM Queima é à borlix e depois é no parque... mas sim, alguma gestão mal feita ou desinteresse... ou algo por culpa do raio do Machado...
Cervejaria + restaurante é boa ideia. Comer um bom bife com uma cerveja acabadinha de fazer. :)
Lourenco November 4th, 2007, 05:00 AM desculpem a minha ignorância mas não sei onde é a quinta da várzea
A Quinta da Várzea é na margem esquerda. É esta urbanização junto à Quinta das Lágrimas.
http://i148.photobucket.com/albums/s24/Lourenco_SSC/PICT8297.jpg
daniel322 November 4th, 2007, 08:33 PM ^^ exacto
e também do outro lado da estrada nacional. acredito que a fábrica seja do lado da ponte europa e não ao lado da quinta das lagrimas
daniel322 November 5th, 2007, 05:57 PM O Supremo Tribunal Administrativo deu luz verde à co-incineração na cimenteira de Souselas, em Coimbra, contrariando as decisões do Tribunal Central Administrativo do Norte e do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra.
http://www.tsf.pt/imagens/2006/03/noticias/imgs/03/pequeno/cimenteira_souselas_dr.jpghttp://www.cm-coimbra.pt/imgs/_index/noticias/souselas_transito.jpg
A Câmara Municipal de Coimbra esgotou assim o último recurso judicial para impedir a queima de resíduos industriais perigosos na cimenteira, no âmbito da providência cautelar que tinha interposto em finais do ano passado para travar de imediato o processo.
A co-incineração em Coimbra vai ainda ser analisada pelos tribunais, em resposta à acção principal que o município entregou ao mesmo tempo que a providência cautelar, mas enquanto isso não acontece a cimenteira está autorizada a iniciar a queima dos resíduos perigosos.
fonte (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=114&id_news=302942)
fred_mendonca November 5th, 2007, 07:06 PM Não me parece que cause algum problema à saúde das pessoas!
Lino November 5th, 2007, 09:22 PM Estou contra isso. As toxinas lançadas ao ar pela incineração penso que prejudicarão o nosso ar.
fred_mendonca November 5th, 2007, 09:29 PM Mas as fábricas hoje em dia têm filtros!
Lino November 5th, 2007, 09:30 PM Mesmo assim, passa sempre alguma coisa. E sendo os ventos de norte por cá, vai prejudicar a cidade.
O Prof Godin November 6th, 2007, 01:05 AM …mas olha ó fred_mendonca…nós, coimbrinhas, estamos ultimamente uns mãos largas…damos tudo…assim Aveiro…assim a co-incineradora para Oeiras…a cimenteira faz parte do pacote…
fernao November 6th, 2007, 12:27 PM Associação critica excesso de barulho
A Associação de Amigos da Margem Esquerda – Santa Clara (AME) insurgiu-se ontem contra o barulho causado pelos espectáculos das festas académicas na Praça da Canção, advertindo que a população «não mais tolerará» abusos, «nem que tenha de recorrer à justiça».
Numa “carta aberta aos responsáveis pelos espectáculos nocturnos das festas académicas”, a AME diz ter recebido muitos protestos de residentes nas encostas das margens esquerda e direita do Mondego e considera que o que está a suceder nestas festas estudantis – como aconteceu de 26 a 31 de Outubro com as festas de recepção aos caloiros – «excede o minimamente admissível».
«Espectáculos com estas características só deveriam ser possíveis em locais que não prejudicassem o justo e necessário descanso da população de residências e hotéis, a maior parte da qual tem de se levantar cedo para trabalhar e estudar. Mas não é assim no caso de Coimbra. Estes espectáculos são realizados em pleno centro histórico da cidade, zona que se pretende reabilitar como área residencial, numa morfologia de vale (do Mondego) que amplia o áspero ruído pelas encostas da Alta de ambas as margens da cidade. Se este ruído é dificilmente suportável por quem não é espectador durante as cerca de 5 horas de cada espectáculo, constitui um tormento insuportável para quem tenta ingloriamente dormir», observa a associação presidida por António Santos Veloso.
Não podendo haver legislação que permita eventos nestas condições, «as autoridades neste caso abriram o precedente, que é tradicional, com os estudantes da nossa academia», constata a AME, considerando no entanto que «actualmente, em plena democracia, já não é compreensível a aceitação dos abusos a que antigamente se fechavam os olhos».
O assunto foi, de resto, levantado pelo vereador Álvaro Seco durante a reunião de Câmara de ontem. «Durante sete dias não se pode dormir e até houve pessoas que saíram da cidade por causa do barulho», sublinhou o vereador.
Apesar de se considerar tolerante com as festas académicas, Carlos Encarnação também disse não compreender a razão de tanto barulho e deu conta da intenção da Câmara em encontrar um ponto de equilíbrio com os organizadores da Festa das Latas e da Queima das Fitas. «Não acho admissível esta ofensa directa à Lei do Ruído», considerou.
Diario Coimbra, hoje
resultado...
Carlos Encarnação pensa deslocalizar festas académicas
O presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Carlos Encarnação, admitiu ontem deslocalizar as festas académicas – Latada e Queima das Fitas – da Praça da Canção.
Apesar de ter mostrado alguma tolerância quanto ao barulho vindo do recinto e que era feito pelos estudantes, o autarca considerou que não era necessário “fazer aquele barulho todo até às tantas da manhã”. “Não há sentido que tal aconteça”, disse. De acordo com o presidente da câmara, os “batimentos rítmicos inacreditáveis” que se faziam ouvir no recinto “ofendiam os ouvidos das pessoas”. Perante esta situação, o autarca solicitou o estabelecimento de um equilíbrio, de forma a fazer “perceber às pessoas que o barulho feito naqueles dias foi demais”. Antes desta declaração, já o vice-presidente João Rebelo e o vereador socialista, Álvaro Seco, tinham revelado a sua indignação em relação ao barulho feito pela Festa das Latas. O vice-presidente considerou mesmo que “o respeito pelo descanso das pessoas é essencial”. Mas o que tem vindo a acontecer é que “o prolongamento dos horários (na Praça da Canção) é uma constante”. João Rebelo compreende que a Latada “é um elemento de atracção de pessoas a Coimbra”, mas “tem que haver aqui alguma disciplina”. “A câmara emitiu apenas licença de ruído até às 02H30”, disse. Coube ao vereador com o pelouro da protecção civil, Àlvaro Seco, dar conta de uma carta aberta da Associação dos Amigos da Margem Esquerda onde se lamenta que “durante sete dias, ninguém consegue dormir na margem esquerda e direita”. “A associação encara mesmo a hipótese de colocar uma providência cautelar para acabar com os concertos”, disse. O vereador socialista lembrou que uma das soluções para o problema poderia passar pelo pavilhão multiusos, mas como fizeram questão de frisar João Rebelo e Carlos Encarnação, “não há nenhum espaço fechado no mundo que albergue mais de 40 mil pessoas”. Sobre a possível nova localização, o presidente da Câmara escusou-se a revelar.
As Beiras, hoje
Para onde vao mandar isto... um sitio com pouca gente? Polo II?
La' se vai a queima para fora do Parque, estraga a mistica completamente, queima sem a Baixa, sem a Colina Sagrada e a Torre a "vigiar"...
Lino November 6th, 2007, 03:17 PM Excesso de um lado e excesso do outro.
São eventos que ocupam 2 semanas por ano, mais a Feira Popular. É o espaço indicado para isso pela localização, envolvente, condições.
Por outro lado, é verdade que a música está demasiado alta, afinal consigo ouvi-la de casa, além de se ouvir de S. Martinho e outros lados. Quando estava onde são as Docas, conseguia ouvir de casa na boa, nem precisava de ligar o rádio... isso e a música das tendas que se confunde com o som do palco...
ordep November 6th, 2007, 04:02 PM Não me parece que cause algum problema à saúde das pessoas!
Gostava de saber a tua explicação cientifica para essa justificação :D
ordep November 6th, 2007, 04:04 PM Realmente nas queimas e latadas penso que já estão a abusar. Para uma pessoa que trabalha estar durante uma semana a ouvir barulho até às 5h da manhã é abuso. Mas gostava de saber para onde pretende deslocalizar, é que mora sempre alguém seja onde for a festa. A não ser que levem o recinto para a Serra :lol
fred_mendonca November 6th, 2007, 07:41 PM …mas olha ó fred_mendonca…nós, coimbrinhas, estamos ultimamente uns mãos largas…damos tudo…assim Aveiro…assim a co-incineradora para Oeiras…a cimenteira faz parte do pacote…
Oeiras está voltado para os serviços!
Gostava de saber a tua explicação cientifica para essa justificação :D
Existe por acaso algum estudo que mostre uma correlação entre queima de resíduos perigosos ( sendo cumpridas todas as regras de segurança) e problemas de saúde?
daniel322 November 6th, 2007, 07:54 PM Existe por acaso algum estudo que mostre uma correlação entre queima de resíduos perigosos ( sendo cumpridas todas as regras de segurança) e problemas de saúde?
Existe por acaso algum estudo que não mostre uma correlação entre queima de resíduos perigosos e problemas de saúde?
daniel322 November 6th, 2007, 07:58 PM http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/1-8.jpg
Orientação S-N (esquerda-direita da imagem)
ou seja, o transito irá ser desviado logo a seguir ao pipo (para quem conhece :D) para longe da cidade atravessando o vale da póvoa de são martinho até ao forum
http://i42.photobucket.com/albums/e326/danielcoimbra/Coimbra/2-5.jpg
Orientação O-E (esquerda-direita da imagem)
Em destaque a ligação da A1 à EN1 na zona de Antanhol, onde por sua vez está a ser desenvolvido o iParque
Toda esta informação pode ser encontrada aqui (http://www.cm-coimbra.pt/820.htm)
Lourenco November 6th, 2007, 08:10 PM Oeiras está voltado para os serviços!
E Coimbra? :sly:
fred_mendonca November 6th, 2007, 08:12 PM Se tem uma cimenteira significa que ainda tem alguma componente industrial!
fred_mendonca November 6th, 2007, 08:15 PM Existe por acaso algum estudo que não mostre uma correlação entre queima de resíduos perigosos e problemas de saúde?
Mas que tem de provar isso é quem está contra a queima. As normas estão a ser cumpridas portanto compete a quem está contra esgrimir argumentos, de preferência científicos e não populistas.
daniel322 November 6th, 2007, 08:23 PM Mas que tem de provar isso é quem está contra a queima. As normas estão a ser cumpridas portanto compete a quem está contra esgrimir argumentos, de preferência científicos e não populistas.
então a pensar dessa forma voltámos ao inicio do século XX.. em que se dava prioridade às empresas sobre as populações. em que por exemplo se colocavam linhas de alta tensão sobre zonas habitadas..
eu acho que não tens lógica nenhuma, quem quer instalar um equipamento é que tem obrigação de verificar todos os impactos que poderá ter.
eu gostava era de ver se decidissem fazer isto a 3 ou 4 kms de tua casa se a opinião se mantinha igual..
Lourenco November 6th, 2007, 08:40 PM Se tem uma cimenteira significa que ainda tem alguma componente industrial!
O que não invalida que seja uma cidade voltada para os serviços.
Mas que tem de provar isso é quem está contra a queima. As normas estão a ser cumpridas portanto compete a quem está contra esgrimir argumentos, de preferência científicos e não populistas.
A prova de que o bem estar e a saúde das populações não está em risco é da responsabilidade do governo, não da própria população de Coimbra. Enquanto não for possível provar que a co-incineração não é prejudicial, esta nem deveria ser equacionada.
Saúde pública
No processo de eliminação de resíduos podem ser emitidos para a atmosfera determinados componentes, prejudiciais para a saúde das populações e para o Ambiente. Ainda que o nível de exposição a agentes químicos pelas populações mais próximas das unidades de eliminação de resíduos tenha geralmente sido muito baixa, possíveis efeitos carcinogénicos e crónicos são motivo de preocupação para as entidades competentes. Desta forma, não existem factos comprovativos da absoluta segurança do processo.
Relativamente à saúde pública, revela-se impossível isolar os efeitos consequentes da Co-Incineração dos resultantes da indústria, hábitos sociais (Ex: tabagismo) e outros factores poluidores.
fonte (http://www.arlivre.com/ambiente/coinceneracao.htm)
fred_mendonca November 6th, 2007, 09:04 PM então a pensar dessa forma voltámos ao inicio do século XX.. em que se dava prioridade às empresas sobre as populações. em que por exemplo se colocavam linhas de alta tensão sobre zonas habitadas..
eu acho que não tens lógica nenhuma, quem quer instalar um equipamento é que tem obrigação de verificar todos os impactos que poderá ter.
eu gostava era de ver se decidissem fazer isto a 3 ou 4 kms de tua casa se a opinião se mantinha igual..
Eu acho é que se as normas estão a ser cumpridas, por sinal as mais rigorosas do mundo, ou seja da U.E., não há motivo de preocupação. Os estudos de impacto ambiental foram feitos e demonstram que não há qualquer risco.
Bloquear mais o processo é uma medida populista por parte do Encarnação que quer ganhar votos. Se ele quer assim tanto parar um processo compre a fábrica à CIMPOR e feche-a.
A prova de que o bem estar e a saúde das populações não está em risco é da responsabilidade do governo, não da própria população de Coimbra. Enquanto não for possível provar que a co-incineração não é prejudicial, esta nem deveria ser equacionada.
Os estudos de impacto ambiental afirmam que não há risco nenhum para a saúde. Nem o Governo avançaria se soubesse que existiam riscos.
O Prof Godin November 6th, 2007, 09:06 PM …obrigado Daniel…o PDM é o antigo de 1994…
daniel322 November 6th, 2007, 09:07 PM Os estudos de impacto ambiental foram feitos e demonstram que não há qualquer risco.
Onde viste isso?..... :sly:
Nem o Governo avançaria se soubesse que existiam riscos.
quem? o mesmo governo que está a desmembrar Coimbra aos poucos?..
fred_mendonca November 6th, 2007, 09:13 PM O Supremo Tribunal Administrativo deu luz verde à co-incineração em Souselas, permitindo que o processo se inicie antes de terminada a nova Avaliação de Impacte Ambiental que estava em curso. A Quercus fala num «clima de suspeição» em torno do processo, enquanto que Carlos Encarnação lembra que a acção principal ainda está nos tribunais e que os camiões com matérias perigosas não podem chegar à cimenteira
O acórdão, ontem revelado, sustenta que a dispensa de Estudo de Impacto Ambiental (contestada pela Câmara de Coimbra) não impede que o processo de licenciamento seja indeferido, contrariando assim as decisões do Tribunal Central Administrativo do Norte (TCAN) e do Tribunal Administrativo e Fiscal de Coimbra (TAFC). Embora a acção principal continue a ser analisada pelo TAFC, a providência cautelar interposta pela Câmara perde assim eficácia e permite o início dos testes na Cimpor de Souselas tal como estava previsto pelo Governo quando, em primeira instância, foi dada razão ao município. O Diário de Coimbra contactou o Ministério do Ambiente para saber se os testes vão começar antes de terminado o novo processo de Avaliação de Impacte Ambiental iniciado há um ano na sequência da decisão do TAFC, mas o respectivo gabinete de comunicação fez saber que nenhuma declaração iria ser proferida ontem, e que apenas registava o facto de «finalmente alguém dar razão» à tese defendida desde início pelo Governo.
A autarquia entendia que a co-incineração não podia avançar com base num Estudo de Impacte Ambiental desactualizado, pois tinha sido feito em 1998 e por isso avançou com a providência cautelar. Como nas duas primeiras instâncias esta tese foi confirmada, as duas cimenteiras solicitaram novos estudos de impacte ambiental, que foram entregues há cerca de duas semanas, iniciando-se assim a Avaliação de Impacte Ambiental que, no seu decurso normal, teria como próxima fase a respectiva discussão pública. Resta agora saber se o Governo vai aguardar, ou não, pela conclusão deste processo que está formalmente em curso.
O presidente da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação, que falou aos jornalistas num intervalo da reunião de Câmara que ontem se realizou, recordou que «a acção principal continua», reiterando que o município que lidera «usará todos os meios ao seu dispor para evitar este tratamento negativo em relação a Coimbra» por parte do Governo. Um desses meios, como acrescentou de seguida o autarca do PSD, prende-se com o acesso dos camiões à cimenteira de Souselas, que está proibido quando transportem matérias perigosas. «A postura da Câmara Municipal de Coimbra é inatacável do ponto de vista do Direito», recordou ontem Encarnação.
Outro dos caminhos legais para evitar o arranque do processo poderá ser o de tentar impugnar o licenciamento daquela actividade, partindo do princípio que a co-incineração se trata de uma nova actividade industrial, o que careceria de licenciamento municipal. Aliás, ainda nos tribunais está uma acção popular para travar a co-incineração em Coimbra, que solicita a impugnação das licenças ambiental e de instalação da co-incineração na cimenteira da Cimpor.
«Respeitamos a decisão, mas discordamos, até porque outros dois tribunais tinham decidido a favor de Souselas», assume João Pardal, presidente da Junta de Freguesia de Souselas, que promete «aguardar serenamente», mas ao mesmo tempo garante «utilizar todos os meios legais para defender a qualidade de vida e de saúde da população de Souselas». Aliás, João Pardal recorda que a Administração Regional de Saúde do Centro «fez um estudo em que verificou que a população de Souselas tinha défice de saúde e até hoje fez zero, não deu seguimento a esse estudo». Finalmente, o autarca do PSD diz que o «Governo tem atitudes persecutórias para com a população de Souselas» e pede que Sócrates explique porque «excluiu Alhandra e Loulé» da lista da co-incineração.
A decisão do Supremo Tribunal Administrativo, ontem conhecida, coloca agora a decisão nas mãos dos organismos tutelados pelo Ministério do Ambiente. No acórdão do Supremo, a que a agência Lusa teve acesso, os juízes questionam a decisão dos tribunais de Coimbra e Central do Norte - que suspenderam a eficácia do despacho do ministério do Ambiente que dispensou a cimenteira de um estudo de impacte ambiental acerca da co-incineração - alegando que a função do despacho do Governo «foi apenas» a de simplificar e acelerar tramitação processual. «A imediata execução do despacho permitirá que o procedimento de licenciamento [junto do ex-Instituto dos Resíduos] prossiga mais agilmente, propiciando à Cimpor uma obtenção mais rápida e mais simples das almejadas licenças» para exercer a actividade de co-incineração em Souselas, refere o acórdão. Os três juízes do Supremo consideram que «a presença e a execução do despacho não constituem garantia desses licenciamentos» e que a dispensa de EIA não impede que o processo de licenciamento seja indeferido.
O Supremo salienta que a co-incineração depende do licenciamento e que este, por sua vez, depende do preenchimento de uma série de outros requisitos. Por outro lado, os juízes assumem que a relação entre a co-incineração e os prejuízos invocados pelo município «é apenas eventual ou hipotética» e que não é adequado «na execução do despacho a produção de tais danos», indeferindo o pedido de suspensão de eficácia.
http://www.diariocoimbra.pt/17103.htm
Existe um estudo 1998 e os novos que foram entregues à duas semanas!
O Prof Godin November 6th, 2007, 09:21 PM …na minha forma de ver, posso sempre estar errado, existem aqui várias questões:
1. - Sobre a saúde pública o que foi feito foi uma pesquisa bibliográfica e comparar opiniões de cientistas sobre o assunto. O resultado não foi consensual, existiu conflito na equipa, e um dos membros votou contra.
Também foram feitos estudos do impacto directo sobre a população local e verificava-se uma incidência anormal de cancros e outras doenças…
2. - A questão mais grave parece-me que é o ignorar a vontade das populações sobre o seu próprio destino - pretende-se regionalizar?
3. - Efectivamente a existência de uma cimenteira, com a localização que tem, e com o impacto ambiental que provocou/ provoca, deveria ser repensada.
4. - Quanto à questão política, aparentemente, é com os políticos…mas eles não são nomeados por Deus…
daniel322 November 6th, 2007, 09:40 PM Existe um estudo 1998 e os novos que foram entregues à duas semanas!
só uns pormenores.. o estudo de 98 (quase há 10 anos) foi encomendado pelo governo e, tal como acima referido pelo prof, gerou alguma polémica. o novo estudo de impacte ambiental (encomendado pelas cimenteiras) ainda não foi dado a conhecer, apenas no final do ano estará disponível..
Lourenco November 6th, 2007, 09:41 PM Existe um estudo 1998 e os novos que foram entregues à duas semanas!
Se possível, gostava que indicasses aqui as principais conclusões desses novos estudos. Isto partindo do princípio que já tiveste acesso aos mesmos, pela prontidão com que fizeste a seguinte afirmação:
Os estudos de impacto ambiental afirmam que não há risco nenhum para a saúde. Nem o Governo avançaria se soubesse que existiam riscos.
fred_mendonca November 6th, 2007, 09:45 PM Se possível, gostava que indicasses aqui as principais conclusões desses novos estudos. Isto partindo do princípio que já tiveste acesso aos mesmos, pela prontidão com que fizeste a seguinte afirmação:
As conclusões não sei porque não tive acesso ao documento mas se as cimenteiras os apresentaram é porque estes avalizam a queima de resíduos perigosos. Não me parece um raciocínio difícil de fazer.
Lino November 7th, 2007, 01:03 AM O problema é que os estudos neste país são sempre duvidosos... olhem os estudos do NAL sobre Ota e etc.!
Coimbra é prejudicada a toda a força. O Sócrates nem a Coimbra vem porque sabe que seria linchado... ou então nem ouviria como normalmente faz... 200.000 pessoas manifestaram-se em Lisboa no outro dia e o gajo todo sorrisos. ##/$)"=#/#H#(
Aka November 7th, 2007, 02:41 AM Mas que tem de provar isso é quem está contra a queima.
Em Coimbra ninguém é contra a Queima!! :D:D:lol::banana::cheers::cheers::cheers::cheers::cheers:
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