View Full Version : Construção de barragens vai gerar 1500 empregos


traveler
October 12th, 2007, 02:12 AM
Construção de barragens vai gerar 1500 empregos
O Governo apresenta hoje, no Museu da Água, em Lisboa, o Plano Nacional de Barragens, que, tal como o DN avançou há três semanas, inclui dez novos projectos, a construir até 2020.


A sua construção, nos períodos de pico, dará emprego a mais de 1500 pessoas, adiantou ontem fonte do Ministério da Economia. Pizão, no rio Vouga, Foz Tua, no Tua, e Vidago e Fridão, no rio Tâmega são quatro dos empreendimentos hídricos que fazem parte do plano, de acordo com fontes dos ministérios da Economia e do Ambiente.

A barragem de Pizão, no rio Vouga, terá uma potência instalada de 77 megawatts e deverá representar um investimento da ordem dos 109 milhões de euros. Foz Tua, no Tua, terá uma potência de 234 mw e poderá custar cerca de 177 milhões. Vidago e Fridão são ambas no rio Tâmega. A primeira com uma potência instalada de 90 mw e a segunda de 163 mw. O investimento a realizar na construção de Vidago rondará os 177 milhões de euros. Já em relação a Fridão não se conseguiu apurar até ao fecho da edição quanto pode envolver.

Para já, o que o Governo assegura é que quer lançar alguns dos dez novos projectos já em 2008. Porque, o objectivo destes plano é que o País tenha em 2020 uma potência hídrica instalada de 7000 mw, contando nestes cálculos com os projectos já aprovados ou em execução.

Em execução estão Picote II e Bemposta II (reforços de potência em barragens já existentes). Entre os projectos aprovados destacam-se Alqueva II, outro reforço de potência, e a barragem do Baixo Sabor, a construir de raiz.

A selecção dos dez novos projectos foi feita com base numa lista de 20 locais hierarquizados num plano de avaliação de acordo com vários critérios, nomeadamente a viabilidade em termos ambientais.

Ou seja, uma das grandes preocupações foi encontrar locais onde se poderiam construir barragens sem surpresas ambientais que os inviabilizem ou atrasem a sua execução, como aconteceu com Foz Côa e o Baixo Sabor.

Outro dos critérios tomados em conta na avaliação dos locais foi o seu mérito em termos de potencial para a produção de energia eléctrica e o seu valor para outras eventuais utilizações, nomeadamente para fins múltiplos.

A partir de hoje, o Plano estará em consulta pública durante 30 dias.

Arpels
October 12th, 2007, 11:33 AM
são empregos temporarios mas prontos para ja são empregos :okay:

pedrodepinto
October 12th, 2007, 06:58 PM
É algo garantido por certo tempo :okay:!

Barragon
October 12th, 2007, 07:28 PM
A de vidago vai ser enorme :eek:

Луиc
October 13th, 2007, 07:14 PM
vamos continuar a adulterar os nossos rios! que alegria!!

O Prof Godin
October 13th, 2007, 11:47 PM
…entre um corredor de m rda (entenda-se os nossos rios) e a retoma (pois digam lá o que disserem estes projectos, ou semelhantes, estavam há muito tempo - pré 25 - considerados), prefiro uma certa autonomia na produção de energia, a umas quantos centrais nucleares…

Imbictvs
October 15th, 2007, 04:05 PM
…entre um corredor de m rda (entenda-se os nossos rios) e a retoma (pois digam lá o que disserem estes projectos, ou semelhantes, estavam há muito tempo - pré 25 - considerados), prefiro uma certa autonomia na produção de energia, a umas quantos centrais nucleares…

De acordo, do mal o menos. Alem de que são projectos importantes para o país.

Barragon
October 15th, 2007, 04:14 PM
Mesmo em termos ecológicos... a unica coisa negativa é o impacto... porque de resto até trará mais água à zona... Que diga-se de passagem... está um deserto

snitrom
October 15th, 2007, 05:03 PM
Não sou propriamente contra as barragens. E como diz o Professor, entre nucleares e hidroeléctricas, que venham as hidircas.
Sou contra é a esse título propagandista. 1500 empregos, a dar a intenção que vai criar 1500 postos de trabalho. Esse número é dos trabalhadores necessários para a construção. Não implica que sejam locais, e nem sequer implica que a empresa construtura empregue mais empregados. Depois a manutenção da barragem é feita por 2 ou 3 funcionários.
A gestão da energia da EDP, em Portugal, é feita na Régua. E é ai onde estam os profissionais qualificados, tudo o resto, excepto nos escritórios em Lisboa, são "seguranças".