Viriatox
December 16th, 2007, 12:37 AM
Aeródromo Municipal de Évora vai investir para ser considerado topo de gama a nível nacional
15.12.2007, Maria Antónia Zacarias
O desenvolvimento estratégico do aeródromo municipal de Évora é pedra basilar para o crescimento sustentado do concelho, desde que esta unidade aeronáutica tenha uma gestão profissional. É esta a ideia defendida pelo autarca eborense, José Ernesto Oliveira. Em seu entender, a fileira aeronáutica deve constituir-se como um importante contributo para o salto qualitativo de toda a região.
"O aeródromo não pode continuar a ser gerido de forma amadora, devendo optar-se por um gestão profissional capaz de dar resposta a toda a actividade operacional e regulamentar as amadoras que aqui se desenvolvem", garantiu.
Segundo o mesmo responsável, o desenvolvimento do aeródromo não se pode fazer sem regras e o plano estratégico, esta semana apresentado, para esta estrutura "marca as regras de desenvolvimento de forma a que todos saibam o que aqui podem fazer, zelando-se, sobretudo, para a segurança de quem opera e para quem é visitante", reiterou, acrescentando que este plano é um elemento clarificador sobre todas as actividades lúdicas e operacionais que o aeródromo de Évora acolhe.
José Ernesto Oliveira adiantou, contudo, que as ambições não passam por transformar o aeródromo num aeroporto, mas sim num bom aeródromo, num topo de gama dos aeródromos do tipo II. "Fomos em 2005 considerados o melhor aeródromo do tipo II nacional, queremos continuar a sê-lo. Neste momento, e pelo número de operações de voo que aqui se realizam somos o quinto aeródromo em termos nacionais, actualmente com 35 mil operações por ano", afiançou. "Como tal somos um aeródromo com movimento e com condições que nos permite com legitimidade aspirar a sermos um aeródromo de topo de gama", garantiu.
O plano estratégico de desenvolvimento do aeródromo de Évora, com vigência de dez anos, prevê investimentos na melhoria da infra-estrutura, como o alargamento da pista em 300 metros para Sul, a sua iluminação, a criação de uma nova torre de controlo, o reforço dos meios tecnológicos de auxílio à navegação aérea, a instalação de bombeiros em permanência, um novo taxiway (via para os aviões acederem à pista) e uma zona de lazer para acolhimento de todos os visitantes.
Este aeródromo já acolhe uma academia de formação de pilotos de linha aérea e actividades de pára-quedismo, manutenção de aviões e empresas de aviação que fazem tratamentos fitossanitários ligados à agricultura e, em termos industriais, José Ernesto Oliveira recordou a existência de vários projectos de investimento, como o da Sky Aircraft Industries para a construção de aviões Skylander, "bem como de outros investidores que estão a mostrar interesse em aqui se instalar".
15.12.2007, Maria Antónia Zacarias
O desenvolvimento estratégico do aeródromo municipal de Évora é pedra basilar para o crescimento sustentado do concelho, desde que esta unidade aeronáutica tenha uma gestão profissional. É esta a ideia defendida pelo autarca eborense, José Ernesto Oliveira. Em seu entender, a fileira aeronáutica deve constituir-se como um importante contributo para o salto qualitativo de toda a região.
"O aeródromo não pode continuar a ser gerido de forma amadora, devendo optar-se por um gestão profissional capaz de dar resposta a toda a actividade operacional e regulamentar as amadoras que aqui se desenvolvem", garantiu.
Segundo o mesmo responsável, o desenvolvimento do aeródromo não se pode fazer sem regras e o plano estratégico, esta semana apresentado, para esta estrutura "marca as regras de desenvolvimento de forma a que todos saibam o que aqui podem fazer, zelando-se, sobretudo, para a segurança de quem opera e para quem é visitante", reiterou, acrescentando que este plano é um elemento clarificador sobre todas as actividades lúdicas e operacionais que o aeródromo de Évora acolhe.
José Ernesto Oliveira adiantou, contudo, que as ambições não passam por transformar o aeródromo num aeroporto, mas sim num bom aeródromo, num topo de gama dos aeródromos do tipo II. "Fomos em 2005 considerados o melhor aeródromo do tipo II nacional, queremos continuar a sê-lo. Neste momento, e pelo número de operações de voo que aqui se realizam somos o quinto aeródromo em termos nacionais, actualmente com 35 mil operações por ano", afiançou. "Como tal somos um aeródromo com movimento e com condições que nos permite com legitimidade aspirar a sermos um aeródromo de topo de gama", garantiu.
O plano estratégico de desenvolvimento do aeródromo de Évora, com vigência de dez anos, prevê investimentos na melhoria da infra-estrutura, como o alargamento da pista em 300 metros para Sul, a sua iluminação, a criação de uma nova torre de controlo, o reforço dos meios tecnológicos de auxílio à navegação aérea, a instalação de bombeiros em permanência, um novo taxiway (via para os aviões acederem à pista) e uma zona de lazer para acolhimento de todos os visitantes.
Este aeródromo já acolhe uma academia de formação de pilotos de linha aérea e actividades de pára-quedismo, manutenção de aviões e empresas de aviação que fazem tratamentos fitossanitários ligados à agricultura e, em termos industriais, José Ernesto Oliveira recordou a existência de vários projectos de investimento, como o da Sky Aircraft Industries para a construção de aviões Skylander, "bem como de outros investidores que estão a mostrar interesse em aqui se instalar".