urbanrecycle
January 20th, 2008, 10:04 PM
Sete razões para o declínio dos projetos arquitetônicos
1. O desgaste da arquitetura moderna a partir da década de 70;
2. A diluição do trabalho do arquiteto em grandes empresas e nos órgãos públicos que secundarizou a importância da arquitetura;
3. O surgimento do movimento pós-moderno, incentivado pela propaganda das imobiliárias e o uso abusivo dos estilos neoclássico, neocolonial, neopaladiano e outros carregados de nobreza e status;
4. A permanência na maioria das construtoras de baixa qualidade construtiva com o faz e refaz das construções tradicionais;
5. O ensino precário da arquitetura da grande maioria das escolas, contribuindo para a má formação de jovens profissionais especialmente no tocante às novas demandas da profissão, relativas a um conhecimento mais sistêmico, tecnológico, e de gestão e conhecimento de obra;
6. A permanência na maioria das construtoras em executar obras sem projetos detalhados e compatibilizados, gerando desperdícios significativos, atestados pela profusão de caçambas nas vias públicas;
7. O aviltamento da profissão, manifestado pela secundarização do projeto de arquitetura resolvido pelas áreas de vendas das incorporadoras e o baixíssimo nível de honorários para tais serviços. Enquanto uma corretora de imóvel recebe 6% do valor total do empreendimento e o recebe no ato da venda, os escritórios lutam para elevar seus honorários em 1% ou 1,5% do valor da obra o que quase sempre não paga os custos de produção de um bom projeto.
Fonte: Siegbert Zanettini
1. O desgaste da arquitetura moderna a partir da década de 70;
2. A diluição do trabalho do arquiteto em grandes empresas e nos órgãos públicos que secundarizou a importância da arquitetura;
3. O surgimento do movimento pós-moderno, incentivado pela propaganda das imobiliárias e o uso abusivo dos estilos neoclássico, neocolonial, neopaladiano e outros carregados de nobreza e status;
4. A permanência na maioria das construtoras de baixa qualidade construtiva com o faz e refaz das construções tradicionais;
5. O ensino precário da arquitetura da grande maioria das escolas, contribuindo para a má formação de jovens profissionais especialmente no tocante às novas demandas da profissão, relativas a um conhecimento mais sistêmico, tecnológico, e de gestão e conhecimento de obra;
6. A permanência na maioria das construtoras em executar obras sem projetos detalhados e compatibilizados, gerando desperdícios significativos, atestados pela profusão de caçambas nas vias públicas;
7. O aviltamento da profissão, manifestado pela secundarização do projeto de arquitetura resolvido pelas áreas de vendas das incorporadoras e o baixíssimo nível de honorários para tais serviços. Enquanto uma corretora de imóvel recebe 6% do valor total do empreendimento e o recebe no ato da venda, os escritórios lutam para elevar seus honorários em 1% ou 1,5% do valor da obra o que quase sempre não paga os custos de produção de um bom projeto.
Fonte: Siegbert Zanettini